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Edição 226

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Santa Cruz do Rio Pardo | Ano VIII | Edição 226 | 26 de fevereiro de 2022 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Inadimplência vem crescendo desde 2021 na cidade Pág. 02

GASTRONOMIA

BELEZA

CARNAVAL

SAÚDE

BEM ESTAR

Necessidade de comida rápida vira empreendimento local

Profissional se especializa em alongamento diferenciado para unhas

Carnaval pode causar novo aumento de casos de Covid

Hábito de chupar dedo pode permanecer até a vida adulta

Procedimento de harmonização facial promove rejuvenescimento

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Carrinho de açaí virou renda extra para casal em Santa Cruz Pág. 03

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Justiça obriga CPFL a recontratar seis demitidos em 2015 Pág. 06


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ECONOMIA

Inadimplência vem crescendo desde 2021 na cidade Thaís Balielo

jornalismo@jornalatual.info

Pandemia, desemprego, crise, inflação, tudo isso parece estar cooperando para o aumento da inadimplência em Santa Cruz do Rio Pardo. Segundo dados da Associação Comercial de Santa Cruz, 4.575 clientes estão devendo R$ 4.753.647,76. Os dados somam as dívidas dos últimos cinco anos. Deste total de dívidas, 3.907 clientes estão com dívida em um lugar, outros 608 devem em dois ou até cinco lugares, e outros 60

clientes devem em mais de cinco locais. A grande maioria deve em média R$ 500. Para efeitos comparativos, no ano de 2019 foram registrados 1.482 casos de inadimplência somando um valor de R$1.090.490. Em 2020, ano que houve o maior tempo de comércio fechado e isolamento social da pandemia, o número caiu para 948 registros somando R$ 618.301,00. Com o retorno das atividades, 2021 já trouxe mais movimentação na economia e também mais dívidas. Foram 1.433 registros somando R$ 1.490.508, nú-

Expediente Contatos

meros já maiores que antes da pandemia. Em 2022, até agora já houve 894 registros no valor total de R$ 689.331,00. A gerente administrativa da ACE, Mara Araújo explica que com o uso do cartão

de crédito e, mais recentemente o PIX, a inadimplência vem tendo números muito menores que antes, mas que ainda existem diversos setores que vendem a prazo com carnê, promissórias, cheques e acabam

Com menos dinheiro, muitos deixam de pagar contas no comércio. Foto: Pedro Figueira

* A

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EDITOR CHEFE Renan Alves MTB: 76.398/SP

JORNALISTA Thaís Balielo MTB 46.761/SP FOTOGRAFIA Pedro Figueira MTB 65.709/SP

sentindo mais. Ela acredita que a melhora da situação da Covid-19 em 2021 fez o comércio se aquecer novamente, mas a inflação alta, desemprego e outros problemas podem ter atrapalhado para estas pessoas conseguirem quitar as contas. “Nossa cidade ainda é conhecida como boa pagadora, muitas cidades possuem índices maiores”, ponderou. O presidente da ACE, Artur Araújo, disse que não sente a inadimplência em seu comércio, pois só trabalha com dinheiro, PIX e parcelamento no cartão, o

DESIGNER Giovanna Mendonça Sônego ASSESSORIA JURÍDICA Carlos Henrique R. Nascimento OAB/SP 328.529

que impede a inadimplência. Ele admite que alguns setores precisam aceitar outras formas de pagamento e crediário e acabam sofrendo quando a situação aperta o bolso. No Brasil os números não são muito diferentes. Em dezembro de 2021, o País apresentava 63,97 milhões de inadimplentes. Com relação aos segmentos das dívidas, as contas básicas como água, energia e gás fecharam o ano respondendo por 23,9% dos débitos, o maior índice em 2021, segundo informações do Serasa.

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GASTRONOMIA

Carrinho de açaí virou renda Necessidade de comida rápida extra para casal em Santa Cruz vira empreendimento local Thaís Balielo

jornalismo@jornalatual.info

Na Feira da Lua e em eventos da cidade um carrinho diferenciado pode ser visto vendendo açaí em Santa Cruz do Rio Pardo. A inovação foi ideia de Marcos Fernando Mazzante Vieira Júnior e Bárbara da Motta Gil. Precisando de uma renda extra começaram a trabalhar com delivery de açaí e logo perceberam o potencial de ter um carrinho para levar o produto a diferentes lugares. Bárbara é formada em turismo e natural do interior do Rio de Janeiro. O casal se conheceu quando Junior, recém-formado em zootecnia, foi trabalhar naquele Estado. Após oito anos juntos no interior do Rio resolveram se mudar para Santa Cruz. Os pais de Junior estavam precisando de ajuda para cuidar da chácara e canil da família e Junior também queria ficar mais perto dos filhos que só conseguia ver nas férias. “Pedimos demissão e viemos. Inicialmente estávamos apenas cuidando da chácara, mas sentimos a necessidade de uma renda extra. Foi

então que um primo que já trabalhava com açaí em São Paulo nos deu a oportunidade de vender o Açaí Fruta Brasileira. Começamos só com delivery de embalagens grandes. Deu muito certo, mas precisávamos de um ponto para vender. Então um amigo nos deu a ideia de vender nas ruas, praças, feiras com carrinho. Desenhamos, pensamos em cada detalhe que precisávamos e passamos para a fábrica. Nós criamos um modelo único de carrinho para a nossa necessidade”, conta Bárbara. Com o carrinho pronto eles começaram a participar da Feira da Lua, mas com três ou quatro meses do início, chegou à pandemia e fechou tudo. “Tivemos que voltar a estaca zero. Agora que estamos podendo voltar às feiras e eventos. Trabalhamos com grandes e pequenos eventos e aniversários. É muito prazeroso trabalhar com evento. Sou formada em turismo e gosto muito de trabalhar com evento e público. Estamos felizes que Santa Cruz está abraçando a nossa ideia”, argumenta. Bárbara explicou que o

Thaís Balielo

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Bárbara e Junior criaram juntos um carrinho para vender açaí. Foto: Pedro Figueira

produto de utilizam é 100% natural. Os frutos vêm da Ilha de Marajó e são processadas em São Paulo. “Não são considerados sorvetes, porque a forma de fabricação é diferente. É gelato e creme de fruta. É um produto muito nutritivo, pois não tem gordura hidrogenada, não tem conservantes ou corantes. A fruta do açaí passa por um processo de pasteurização e depois é congelada. Quem prova nosso açaí, aprova”, garante. O casal vende o açaí em copos de diferentes tamanhos e com diversos acompanhamentos como frutas, doces, chocolate, além disso, também tem as opções de creme de fruta, gelato e iogurte grego.

Pais de três filhos, o casal Lidiane Augusto Moretti e Fábio Moretti precisava de comidas rápidas e gostosas para o dia a dia. Pedir marmita não estava dando certo, pois acabava tendo muito desperdício, então resolveram fazer pratos de macarrão variados. A opção para os filhos acabou virando sucesso entre amigos e familiares despertando neles a ideia de fazer o produto para vender na cidade. Então criaram o Macarrone na Caixinha. Amante da cozinha, Fábio é responsável pelos pratos e a esposa Lidiane ajuda nos preparativos e depois nas entregas. Ainda atuando em outros empregos, o casal está fazendo o macarrão apenas no horário do almoço, mas pretendem expandir para a janta em breve. “Enfim, em época de pandemia e com delivery em alta optamos por trabalhar somente com delivery por enquanto, mas com a demanda já estamos pensando em ir pra um lugar

Pratos de macarrão especiais são vendidos na caixa legal onde as pessoas poderiam comer no local. Claro que isso ainda está no papel por enquanto, mas quem sabe teremos novidades futuramente”, diz Lidiane. São seis opções de macarrão: os clássicos carbonara, Alfredo, e bolonhesa, além de outros como brócolis com bacon, mac cheese e o “bom de garfo” que mistura diversos ingredientes. Além dos preços acessíveis dos pratos, um diferencial do Macarrone na Caixinha é a entrega grátis. Lidiane pondera que, para

quem não tem tempo de fazer comida e quer comer algo diferente das marmitas, os pratos de macarrão feitos pelo seu marido são uma ótima opção. Lidiane conta que o marido sempre gostou de cozinhar e os pratos de macarrão já faziam sucesso quando resolveram começar a vender. “Eu não sou muito boa na cozinha, para falar a verdade, mas meu marido é muito bom e gosta, então essa parte ficou com ele. Eu ajudo, mas quem faz quase tudo é ele mesmo”, revela.

Lidiane é responsável pela entrega das caixinhas com o macarrão. Foto: Thaís Balielo


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GERAL

Profissional se especializa em forma de alongamento diferenciado para unhas Thaís Balielo

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Ter unhas grandes é um desejo comum à várias pessoas, porém algumas delas não conseguem deixar a unha crescer naturalmente, ou porque elas quebram, ou pelo costume de roer, então entra em cena o alongamento de unha. A profissional Danielli Garcia trabalha com alongamento de unhas há dois anos e escolheu se especializar em uma técnica pouco utilizada na cidade. “Comecei a trabalhar com o alongamento por conta da pandemia, mas resolvi pesquisar algo que não tivesse na cidade para ter um diferencial. Eu faço o alongamento de fibra de

Fibra de vidro e poligel são técnicas modernas vidro. São poucas pessoas que trabalham com este material, pois é um procedimento mais demorado. No entanto, eu gosto, pois o material deixa o aspecto mais natural”, argumenta. Além disso, Danielli utiliza outra técnica com poligel, que é uma mistura de pó de acrílico com gel. “É tão resistente quanto o acrílico, porém é flexível e fácil de trabalhar como o gel. É também mais rápido para aplicar que fibra de vidro. O material escolhido vai de acordo com o que a cliente quer. Já o gel que é o material mais utilizado por quem faz alongamento eu

Danielli chega a ficar 4 horas aplicando o alongamento. | Foto: Pedro Figueira

só utilizo em unhas muito roídas, pois é mais fácil de aplicar”, explica. Danielli revelou que o alongamento é muito procurado por quem costuma roer unha, pois com a aplicação a pessoa não consegue roer e ajuda a controlar a ansiedade. “É preciso uma preparação na unha antes da aplicação. Faço o lixamento técnico e uso produtos específicos para a fixação do gel e durabilidade, na verdade é a etapa principal para a durabilidade do alongamento nas unhas”, afirma. O alongamento pode durar mais de 20 dias, mas é preciso manutenção conforme a unha natural vai crescendo. “A manutenção é importante para a durabilidade do alongamento e para evitar infiltração, fungos, e bactérias. Para retirar o alongamento é preciso voltar na profissional, pois há a maneira correta de retirar para não danificar a unha natural”, diz. O tempo de aplicação do alongamento varia entre os tipos de técnicas e acabamentos. O mais demorado é a fibra de vidro que chega a precisar de quatro horas para concluir o trabalho.

Carnaval pode causar novo aumento de casos de Covid Thaís Balielo

jornalismo@jornalatual.info

Os números de casos positivos de Covid-19, de internações, de transferência e de mortes têm caído nos últimos dias. O fato indica uma queda na curva promovida pela chegada da cepa Ômicron. Porém autoridades ainda se preocupam com novos crescimentos dos números após o Carnaval. Apesar de cancelada a festa na praça e os desfiles, muitos santa-cruzenses devem fazer festas particulares em chácaras, além de pessoas de fora que aproveitam a data para visitar os familiares aqui. A secretária de Saúde, Anelise Link Leitão, teme que um novo crescimento surja após 15 dias do feriado. Ela alerta para que a população não abandone os protocolos como uso de máscaras, distanciamento e evitar aglomerações. Outro apelo da secretária é sobre a vacinação. “Tudo o que a gente já passou, as pessoas que a gente já perdeu, momentos de tristeza, pessoas que não voltaram a vida normal pelas sequelas, pessoas que perderam o emprego. As pessoas precisam se per-

guntar qual o papel delas para ajudar. Este papel é seguindo os protocolos e se vacinando. Só assim iremos reduzir a proliferação e as novas cepas. Não é o momento de achar que está tudo bem. É preciso prestar atenção, tomar cuidado, terminar esquema vacinal, levar crianças para vacinar. Para chegarmos ao ponto de combate ao coronavírus definitivamente”, diz. Anelise relata que entre os pacientes graves e as mortes estão pacientes sem esquema vacinal completo ou vacinados, porém com comorbidades severas ou associadas. Ela revelou que foram 70 óbitos na região desde a chegada da Ômicron, sendo a maioria entre idosos e com comorbidades. Destas 70 mortes fo-

ram 98 causas de óbito com doenças associadas. Foram 41 cardiopatas, 14 neuropatas, 24 diabetes, 7 pneumopatias, 5 problemas renais, 5 obesidade e 2 asma. Anelise relatou que ainda são muitas pessoas que não foram tomar segunda dose ou reforço e muitas crianças menores de 11 anos que não tomaram nem a primeira. A meta é vacinar 4.030 menores de 11 anos, mas até nesta quinta-feira foram se vacinar apenas 2.580. A secretária argumentou que estamos vivendo um momento diferente agora com crianças sem vacina sendo internadas. Esta semana uma criança de 7 anos com diversas comorbidades e sem vacina precisou ser transferida para Marília.

Vacinação infantil continua caminhando devagar. | Foto: Pedro Figueira

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EDITAIS

CIDADE

Justiça obriga CPFL a recontratar seis demitidos em 2015 Distribuidora de energia foi condenada por prática antissindical Thaís Balielo

jornalismo@jornalatual.info

RETIFICAÇÃO DE EDITAL ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA, RECRATIVA E CULTURAL SPORT SINDICAL (ADERESIND) - CNPJ: 20.848.525/0001-99 retificação do edital publicado no Jornal Atual em 12 de fevereiro de 2022, (Página -2), retificação do nome do atual presidente Ricardo Ribeiro Pegorer, em conformidade com o Art. 49 do seu estatuto convoca a todos os seus associados a participarem da assembléia geral ordinária, que será realizada no dia 25 de fevereiro de 2022, na Rua Dona Ana Powileit 260-A Jardim Ipê, Santa Cruz Do Rio Pardo/ SP CEP:18.900-112, às 19:00 em primeira chamada e 19:30 em segunda chamada, para eleição da diretoria executiva e conselho fiscal. A inscrição de chapa se dará em conformidade com o Art. 50 do estatuto, na qual o prazo das chapas concorrentes se dará a partir do primeiro dia útil após a publicação deste edital.

Recentemente foi transitado em julgado (quando não cabe mais recurso) uma ação trabalhista movida pelo Sindicato dos Eletricitários contra a CPFL Santa Cruz. A sentença determina que a empresa promova a recontratação de seis funcionários que foram desligados de seu quadro de pessoal no ano de 2015. O diretor-Presidente do Sindicato dos Eletricitários, André Paladino, explicou que todos os seis trabalhadores serão reintegrados ao quadro próprio da empresa já no próximo dia 11 de março, e garantiu que serão todos muito bem acolhidos pela categoria e pelo Sindicato. Ele relatou que, em agosto de 2015, estavam em plena negociação coletiva. “Após os trabalhadores rejeitaram a contra proposta da empresa, a CPFL Santa Cruz, numa tentativa frustrada de coagir a categoria a aceitar sua oferta, demitiu seis deles. Ficando muito claro a utilização da prática antissindical. São chamadas de práticas antissindicais aquelas que, direta ou indiretamente, cerceiam, desvirtuam ou impedem a legítima ação sindical em defesa e promoção dos interesses dos trabalhadores", argumenta. André relatou que, imediatamente, o Sindicato, através de seu corpo jurídico, buscou amparo na Justiça visando reverter tal ato. “Sempre acreditamos na Justiça, e que pese o tempo, enfim, a justiça foi feita”, diz. Além da reintegração aos cargos, André Paladino explicou que os demitidos ainda devem receber sa-

lários retroativos à data de demissão aos seis trabalhadores, com as devidas correções. Um dos funcionários demitidos falou com a reportagem e se disse satisfeito em ver que a situação está chegando ao fim, apesar de alegar ainda não ter muitos detalhes da sentença e o que vai ocorrer agora. Ele revelou que haverá uma reunião entre os seis e advogados do Sindicato. Sobre a possibilidade de voltar ao cargo, ele disse que precisa entender ainda como será isso, mas que seria bom para ele, pois hoje viaja semanalmente para trabalhar em São Paulo e deixa a família em Piraju. Este funcionário conta que entrou em 1999 na então Cia Luz e Força em Santa Cruz. Em outubro de 2000 foi transferido para Piraju para compor a equipe de teleatendimento. “Eu percorria toda área de concessão (27 cidades), dando suporte, treinamentos, e eventualmente fazia os atendimentos diretamente na linha de frente nos postos de atendimento (Agências)”, relata. História A Cia. Luz e Força Santa Cruz empregava mais de 400 trabalhadores na região até ser negociada com o Grupo CPFL Energia, no final de 2006. Com o tempo esse número veio sendo reduzido devido aos impactos das reestruturações promovidas pelos novos proprietários da distribuidora. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da CPFL Santa Cruz, em nota informou ‘que cumprirá integralmente com as suas obrigações decorrentes do processo em questão’.

SANTA CRUZ DO RIO PARDO 21 DE FEVEREIRO DE 2022. RICARDO RIBEIRO PEGORER PRESIDENTE

Antiga Cia Luz e Força foi incorporada ao Grupo CPFL.|Foto: Pedro Figueira


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SAÚDE

Hábito de chupar dedo pode permanecer até a vida adulta Thaís Balielo

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Tiago Abravanel tem chamado à atenção chupando dedo no BBB

Chupar o dedo é um comportamento natural que pode ser observado na maioria dos bebês. É o resultado de um impulso normal que obriga os recém-nascidos a sugarem para obter leite dos seios das mães. A sucção do dedo pode começar ainda no útero. Alguns bebês fazem isso apenas ocasionalmente e param em uma idade jovem, enquanto outros continuam na primeira infância. Já chupar o dedo em adultos é menos comum e geralmente acontece porque o hábito natural nunca foi quebrado. Desde o início do reality Big Brother o participante Tiago Abravanel tem chamado a atenção por chupar o dedo. O

psicólogo Regis Fernando Pilati explicou que o adulto chupar dedo pode ter diversas explicações psicológicas, mas é sempre preciso avaliar individualmente a situação. “Freud já falava sobre as fases de desenvolvimento, e a fase oral é muito simbólica, tem o ato de mamar, se alimentar, o prazer, então colocar o dedo ou uma chupeta na boca remete a este momento”, explica. Regis acredita que chupar o dedo pode trazer certa segurança afetiva, ajudar a lidar com a ansiedade, e trazer tranquilidade. “É muito comum uma pessoa que não seja criança fazer isso no sentido de carência. Ela se sente protegida, aquele

contato, aquele alimento do proteger. Porém, a pessoa pode ter o habito de chupar o dedo desde pequena e seguiu a vida assim, também pode criar este hábito após alguma situação, cada caso é um caso. O problema é quando o hábito se torna vício e dependência”, diz. Uma pesquisa publicada pelo jornal inglês Daily Mail aponta que um em cada 10 adultos ainda chupa o dedão ou outro dedo. No entanto, segundo a pesquisa, a maioria das pessoas que continuam com esse hábito após a infância não experimentam efeitos negativos além de um possível constrangimento. Para aqueles que sentem este constrangimento

Regis acredita que querer mudar é primeiro passo para deixar hábito. | Foto: Arquivo Pessoal

e desejam deixar o hábito, Regis argumenta que “conseguimos cuidar da gente quando acolhemos o que estamos sentindo”. Ele lembra que se sentir incomodado com o hábito e querer mudar é o primeiro passo. “Entendendo isso e querendo mudar já fica mais fácil dentro do processo terapêutico”, afirma.

Procedimento de harmonização facial promove rejuvenescimento e atenuação de marcas da idade Thaís Balielo

jornalismo@jornalatual.info

A harmonização facial é um tratamento estético que utiliza uma combinação de técnicas de preenchimento para proporcionar mais equilíbrio entre o volume, o formato e o ângulo de todas as partes do rosto, promovendo também o rejuvenescimento. A dentista Carolina Scarpin do Valle se especializou neste tipo de procedimento e falou com a reportagem sobre o tema. Atual – A harmonização facial está muito na moda ultimamente, para quais casos é indicado e quais os riscos? Carolina – A harmonização facial é um conjunto de tratamentos estéticos que tem como objetivo a

Técnica deve ser aplicada por profissional habilitado harmonia da face, indicado para pacientes que se incomodam tanto com o envelhecimento como as rugas, flacidez, perca de volume facial quanto pacientes mais jovens que buscam a prevenção do aparecimento dos sinais da idade, e realçar a beleza em pontos estratégicos como, por exemplo, um preenchimento labial. Os riscos mais graves estão ligados à aplicação incorreta dos produtos, se o ácido hialurônico (material utilizado na maioria dos procedimentos) for injetado na região errada ou em quantidade maior que a permitida pode haver complicações. Por isso

Carolina enfatiza a importância de procurar profissionais habilitados. Foto: Arquivo Pessoal

é de extrema importância procurar profissionais capacitados. Atual – É um procedimento muito invasivo? Carolina – Dentro dos procedimentos de harmonização facial existem os cirúrgicos como a bichectomia e a lipo mecânica de papada, esses são os mais invasivos e necessitam de cirurgia realizada em consultório. Os injetáveis como ácido hialurônico, toxina botulínica e bioestimuladores de colágeno são considerados minimamente invasivos. Atual – O que dá para modificar com essa técnica? Carolina – Com o ácido hialurônico podemos realizar melhora dos ângulos da face como a região mandibular, malar e mento, aumento do volume de definição labial e também a rinomodelação indicado para pacientes que se incomodam com o nariz como aquele osso mais saltado no dorso e a pontinha caída. A toxina botulínica também faz parte da harmonização facial amenizando as rugas

dinâmicas (aquelas que aparecem quando fazemos as expressões faciais) também atua abrindo o olhar e trazendo um aspecto mais descansado. Bioestimuladores de colágeno também são muito procurados, pois ajudam a diminuir flacidez e melhorar a qualidade da pele. A harmonização facial conta com muitos procedimentos esses citados são os mais procurados Atual – É tudo feito no consultório? Carolina – Sim, é realizado em consultório, porém, em pacientes com indicação para os procedimentos. Grávidas e lactantes, por exemplo, não devem realizar procedimentos de harmonização. Atual – Como é definido o que deve ser feito? Carolina – O paciente passa por uma avaliação onde verificamos as proporções faciais e realizamos o planejamento individual. Cada paciente é único então não existe uma regra é quantidade certa para cada procedimento.

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26 de fevereiro de 2022 www.jornalatual.info

INFORMATIVO Evento promovido pela ACE Santa Cruz celebra o Dia das Mulheres Cibele Martins

Como todo ano, em 2022 não poderia ser diferente, a ACE (Associação Comercial e Empresarial) de Santa Cruz do Rio Pardo promove um

Mentora em marketing digital para profissionais da saúde, Joyce Bianchi

evento especial dedicado às mulheres, em 8 de março, data em que celebramos o Dia delas. Será a partir das 18h15, no Salão da ACE. Neste ano o encontro volta a ser presencial, com o tema De mulher para mulher. Será um momento de troca de experiência e de aprendizado com as convidadas, psicóloga Andreia Cristina Pereira (especialista em terapia cognitiva comportamental), a mentora em marketing digital para profissionais da saúde, Joyce Bianchi (empresária com ativida-

Coach expert em consultoria de imagem e estilo, Patrícia Pegorer

des no Brasile EUA) e a coach expert em consultoria de imagem e estilo, Patrícia Pegorer. As interessadas em participar devem fazer a inscrição prévia através do link: https://forms.gle/

Psicóloga Andreia Cristina Pereira, especialista em terapia cognitiva comportamental

Qcy4B1AzvvDP2cob6, também disponível no site e mídias sociais da Associação. Na ocasião haverá também o sorteio de brindes. mas do universo feminino. cidade”, convida a gerente “Será uma oportunidade Contamos com a participa- administrativa, Mara Silvia de tratar de diversos te- ção das mulheres da nossa Santana de Araujo.

CACB e Facesp são contrárias à inclusão do ICMS na proposta de reforma tributária Cibele Martins

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) manifestam posicionamento contrário à inserção do Imposto sobre Circulação de Merca-

dorias e Serviços (ICMS) na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110, da reforma tributária, e ao parecer apresentado nesta terça-feira (15/2) sobre o Projeto de Lei Complementar n°11, de 2020. Diante apenas da existência destas propostas, a própria reação dos mercados financeiros e de empresários já foi suficiente

para demonstrar a invia- o presidente do Senado bilidade e o certo impacto Federal, Rodrigo Pachenegativo para a economia do país. Também existe o risco de elevação da inflação, com a previsão de pagamento de um auxílio diesel a caminhoneiros autônomos e vale gás de 100% para 17 milhões. Soluções Presidente da Facesp, Alfredo Cotait alternativas podem ser apoio às empresas que sofreram adotadas, como sinalizou durante a pandemia

co (PSD-MG), ao sugerir que as propostas do governo seriam desnecessárias frente à possibilidade de se aprovar o Projeto de Lei (PL) que congela a cobrança do ICMS, já aprovada na Câmara dos Deputados. De acordo com o presidente da CACB e da Facesp, Alfredo Cotait, as empresas sofreram de-

mais com a pandemia e, por isso, é hora de cautela e comedimento com ações e projetos que gerem um ambiente econômico melhor para o Brasil. “Eu prefiro falar que é o desenvolvimento econômico que é importante para o país, para as empresas e para as pessoas. Precisamos de geração de renda”, diz.


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