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Santa Cruz do Rio Pardo | Ano VIII | Edição 209 | 10 de julho de 2021 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Abandono de animais aumentou durante pandemia Pág. 04
Duzão quer modificar lei para proteger Rio Pardo contra hidrelétricas Ve reado r p r ot oc olou p r o j e t o q u e p ro í b e g e ra çã o e n erg étic a de n a tu rez a h idro ló g ic a CIDADE
ESPECIAL
Pandemia alterou modelo dos casamentos Pág. 08
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CIDADE
GASTRONOMIA
Vacinação foi recorde esta semana em Santa Cruz
Receita de família gera novo negócio na pandemia
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CAMPANHA
SAÚDE
Julho Verde: mês de prevenção contra câncer de cabeça e pescoço
Alterações na tireoide podem causar série de problemas
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FOCO
Vacinação foi recorde esta semana em Santa Cruz Thaís Balielo
jornalismo@jornalatual.info
Entre quarta e quinta-feira, foram vacinadas 1.445 pessoas
As pessoas de até 37 anos foram vacinadas nesta semana em Santa Cruz do Rio Pardo. Com uma média diária de vacinação de 300 pessoas nos outros dias, a quarta-feira, 7, teve 720 pessoas de 40 e 39 anos vacinadas. Na quinta-feira, 8, 725 pessoas entre 38 e 37 anos se vacinaram. Os números foram os maiores de vacinações em um dia na cidade, perdendo apenas para a vacinação dos caminhoneiros que foram 900,
porém em um período de tempo maior. Santa Cruz já vacinou com a primeira dose ou com dose única 24.415 pessoas (50,9% da população). Com a chegada de doses do imunizante Janssen (dose única) na cidade, a reportagem questionou a Secretaria de Saúde se haverá vacinação de moradores de rua, à exemplo de outras cidades como São Paulo. A enfermeira coordenadora da vigilância sanitária, Ana Carolina Ma-
Expediente Contatos
riano da Silva, explicou mente. Foram cerca de que os moradores de rua 10 pessoas em situação da cidade já haviam sido de rua imunizados. imunizados anteriorSobre a nova reco-
Mais de 24 mil pessoas já foram vacinadas em Santa Cruz. Foto: Pedro Figueira
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EDITOR CHEFE Renan Alves MTB: 76.398/SP
JORNALISTA Thaís Balielo MTB 46.761/SP
MULTIMÍDIA Marcos Pellegatti
FOTOGRAFIA Pedro Figueira
mendação do Governo Federal de incluir trabalhadores dos Correios e bancários como grupos prioritários, Carol informou que funcionários dos Correios já foram imunizados junto do grupo de entregadores. Sobre os bancários ainda não foi feito um planejamento. No entanto, o governo do Estado já se posicionou contrário a aplicar em novos grupos, mas sim manter o calendário por idade e agilizar a vacinação para todos.
DESIGNER Giovanna Mendonça Sônego ASSESSORIA JURÍDICA Carlos Henrique R. Nascimento OAB/SP 328.529
Sobre os “sommeliers” de vacina, Carol disse que não tem mais ocorrido de pessoas deixarem a f ila de vacinação por conta da marca que está sendo aplicada no dia. Ela espera que essa mudança seja por conta de as pessoas terem se conscientizado da importância de se imunizar, independente da marca. Porém, ela pondera que a vacina Coronavac não foi aplicada nos últimos dias na cidade.
IMPRESSÃO Grafinorte S/A Circulação regional Distribuição Gratuita
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POLÍTICA
GASTRONOMIA
Duzão quer modificar lei para proteger Rio Pardo contra usinas hidrelétricas Da redação
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Nesta quinta-feira, 8, o vereador Professor Duzão (PSB) protocolou um projeto de lei para modernizar a lei “Orlando Villas-Bôas” que barra a construção de usinas hidrelétricas no Rio Pardo. Ele está mantendo o nome da lei criada em 2011, pelo então vereador Marsola. As modificações dizem respeito, além da estância hidrológica, de questões de fauna e flora atreladas ao ecossistema. A tentativa, segundo o legislador, é de fechar ainda mais o cerco contra qualquer empreendimento especulativo na modalidade geração de energia a partir de água como força motriz. “Da mesma forma que a tecnologia se aprimora, a legislação também deve acompanhar o aprimoramento. A lei que estou modernizando foi redigida há 10 anos. De lá para cá, muitos conceitos de engenharia mudaram com relação às formas de geração de energia a partir da força motriz hídrica. Além disso, os especuladores e investidores se apropriam das novas terminologias e tecnologias para se utilizarem de brechas em legislações para poder por em prática danosos empreendimentos às custas do meio ambiente visando lucratividade a
Vereador protocolou projeto de lei na quinta-feira
Duzão quer acabar com possíveis brechas na legislação que protege o rio. | Foto: Pedro Figueira
qualquer custo”, argumenta. Duzão explicou que o projeto de lei proíbe a instalação ou construção de qualquer empreendimento de geração energética de natureza hidrológica, seja de baixa, média ou grande geração de energia no trecho do Rio Pardo que banha o município de Santa Cruz do Rio Pardo. “Estes empreendimentos põem em risco diversas formas de vida do Rio Pardo e adjacências, sejam elas componentes da fauna ou da flora, bem como demais organismos que compõem as relações ecológicas tão importantes à luz do trato ambiental do referido Rio”, afirma. O vereador revelou que esteve em contato com o professor da Unesp de Ourinhos, Edson Piroli, para mostrar seu projeto de lei e receber um parecer
sobre o tema. “De fato, o Rio Pardo já tem usinas hidrelétricas em seu leito, é tributário de um dos rios mais barrados do Brasil (Paranapanema), e, neste contexto, já dá grande contribuição para a geração de energia hidroelétrica em nosso País. Mantê-lo dentro de condições ambientais mínimas, correndo em seu leito natural (definido pelo Planeta Terra ao longo de bilhões de anos) é a atitude mais sensata, e eu diria ainda, comprometida com nosso futuro e das gerações vindouras”, disse Piroli ao Duzão. Duzão adiantou ainda que a tendência é que futuramente, em conjunto com a Unesp de Ourinhos, se crie um projeto conjunto sobre a questão das águas do Rio Pardo em toda região, inclusive, com financiamento internacional.
Receita de família gera novo negócio na pandemia Thaís Balielo
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A notícia da dispensa do trabalho por conta da pandemia assustou Juliana dos Santos Gomes Pinho Botelho, 41. Ela estava trabalhando com um horário diferenciado que dava para conciliar com os cuidados dos filhos pequenos e nas tarefas escolares. Então pensar em procurar outro trabalho com oito horas diárias seria difícil, foi quando seu filho mais velho deu a ideia para a mãe vender suas famosas roscas. A receita que aprendeu com a avó paterna, que morreu em 2020, sempre agradou na família e então resolveu se arriscar na empreitada. Juliana perdeu o emprego no dia 22 de março e na semana seguinte já começou a fazer as roscas para vender graças ao incentivo do filho. Logo já se viu tendo encomendas a semana toda, então resolveu organizar o negócio. “Programei os dias de entrega e de encomendas, pois também precisava ter o tempo com os filhos”, relata. Atualmente as entregas de roscas ocorrem as terças e sextas-feiras. Juliana aprendeu a receita com a vó que ficava com ela para a mãe trabalhar. A avó a ensinou a cozinhar, costurar e outras tarefas manuais. Ela aprendeu a receita da rosca aos 10 anos. “Clientes falam que a massa
Rosca foi ensinada pela avó e sempre fez sucesso na família é muito diferente e que o sabor lembra a infância. Fico feliz de levar essas memórias à mesa das pessoas. Os clientes lembram-se da infância e eu me lembro da minha avó quando faço as roscas”, diz. O nome escolhido para a empresa “Amor de Mãe” foi inspirado na história com a avó e no amor pelos filhos que fez surgir este negócio para poder ficar perto deles. A família toda entrou na empreitada. Parentes e amigos ajudaram na criação da marca, logotipos, embalagens e na divulgação. “Faço a noite quando as crianças dormem e pela manhã coloco assar. Eles vão junto fazer a entrega e estão adorando isso, falaram que este trabalho é muito
bom, pois eles podem trabalhar junto de mim”, revela. Juliana conta que sua mãe também foi grande incentivadora, pois já trabalha com venda de pães e tortas caseiras e ajuda na divulgação. O novo negócio já está se expandindo, pois no início eram apenas a rosca tradicional doce sem recheio, a de goiabada, e a de creme. Conforme os clientes foram pedindo adicionaram a mista de goiabada com creme, e a de leite doce que é a última novidade. “As pessoas tem gostado bastante deste sabor novo, pois preparo o doce e leite caseiro então fica bem suave. Estou fazendo alguns cursos e daqui uns dias com certeza teremos novidades de outro produto”, anuncia.
Juliana mostra roscas caseiras que aprendeu com avó. Foto: Thaís Balielo
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CIDADE
Abandono de animais aumentou durante pandemia Thaís Balielo
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Logo que o confinamento causado pelo coronavírus começou no Brasil, uma rara boa notícia chegou para as ONGs e voluntários que cuidam de animais abandonados e centros de controle de zoonoses. Com mais tempo em casa, pessoas passaram a procurar os centros de adoção para buscar um novo companheiro para o isolamento. Assim, nos primeiros meses de pandemia, a procura por adoção de cães e gatos aumentou. Passado um ano de pandemia, a situação se agrava com a crise sanitária e uma crise social e econômica. Com o fim do auxílio emergencial e
Voluntários que ajudam animais reclamam que abandono cresceu muito as pessoas perdendo seus empregos ou mesmo morrendo, muitos cães e gatos adotados foram devolvidos ou voltaram a ser abandonados. Este cenário nacional não é diferente em Santa Cruz do Rio Pardo. Ana Paula Locali e Juliana Mazzini são amantes dos animais e há um ano criaram o projeto AJA para ajudar os pets abandonados. Ana Paula revelou que antes da pandemia elas faziam esse trabalho isoladamente. “Cada uma ajudava como podia casos isolados, eu perto do meu trabalho, ou que apareciam próximos da minha casa, e ela no bairro dela. Com
Ana e Juliana acreditam que é preciso mais castrações e consciência das pessoas.| Foto: Pedro Figueira
a pandemia fomos vendo a quantidade de casos aumentar na cidade toda, e pensamos em juntar um pessoal a favor dessa causa”, conta. Como na nossa cidade não existe abrigo, elas contam que tentam ajudar os animais na rua mesmo, com a ajuda da comunidade (vizinhos e a população em geral que doa). Elas levam casinhas, encaminham ao veterinário quando necessário, fazem campanha de distribuição de ração para as cuidadoras, e tentam fazer as adoções. “No entanto, o abandono está muito grande, os números não batem, existem muitos mais animais do que famílias realmente comprometidas em fazer uma adoção responsável”, lamenta. Ela relata que buscam focar bastante na castração desses animais, para evitar que esse número aumente cada vez mais. “O que tem complicado é a questão de animais com dono, muitos sabem que a prefeitura tem o projeto de castração, mas não vão atrás, aí o animal cria, e como muitos não têm como cuidar, ou doa para qualquer pessoa, ou desova em algum local”, relata.
Sobre o abando de animais, Ana Paula alerta que é crime, mas lamenta que muitos presenciam abandonos, mas por medo não fazem o boletim de ocorrência. “É preciso salientar que é possível fazer a denúncia de forma anônima, a polícia mantém o anonimato”, garante. A fotógrafa Renata Cachoni é outra amante dos animais que está envolvida na causa. Ela é criadora do projeto CastraRua, existente há mais de 10 anos. Renata conta que a situação está cada vez pior, além do aumento de casos de abandono de animais as doações caiam muito, pois as pessoas perderam renda. Outro problema que ela presenciou é a morte de cuidadores de animais por conta da Covid e a dificuldade de conseguir novos lares para eles. O projeto CastraRua, com ajuda de veterinários e doadores, tem o objetivo de castrar animais de ruas ou com donos de baixa renda. “Para adotar entregamos castrado e a pessoa assina um termo de responsabilidade. Mas parece que isso não tem impedido de a pessoa acabar abandonando o animal quando surge algum problema, ou se dá al-
Animais de rua recebem casinha de projeto AJA. | Foto: Arquivo Pessoal
gum trabalho. Muitos acabam devolvendo também alegando que não adaptou, que está estragando as coisas na casa, ou algo parecido. Peço que as pessoas tenham mais consciência, se não tem condição de arcar com os gastos que um animal gera, não adote. Se não está disposto a cuidar até morrer, não adote”, argumenta. Sobre o aumento das adoções durante a pandemia, Renata pondera que isso é muito relativo, pois muitos que nunca tiveram animal resolveram adotar para ter uma companhia, mas acabam não dando conta da responsabilidade e abandonam ou devolvem.
“Parece que acham que o animal é um bichinho de pelúcia ou um brinquedo para o filho”, lamenta. Renata afirma que os voluntários tentam fazer a sua parte como cidadãos. “Sou assim desde criança. Não consigo ver um animal sofrendo, pular por cima e seguir a vida. Mas sou só eu correndo atrás de tudo, preciso de mais pessoas e empresas que ajudem financeiramente. Tenho amigos que amam animal, mas não podem ter pela vida corrida então ajudam o projeto. Eles adotam castrações, tratamentos. Precisamos de mais adoções assim”, diz.
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SAÚDE
Alterações na tireoide podem causar série de problemas Thaís Balielo
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A tireoide é uma glândula que possui um formato de borboleta localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo da região conhecida popularmente como gogó ou pomo de Adão. É uma das maiores glândulas do corpo humano, podendo chegar a pesar até 20 gramas. A médica endocrinologista Amanda Salemme falou com a reportagem sobre os problemas que o mau funcionamento desta glândula pode gerar.
Amanda salienta a importância de realizar exames regularmente. Foto: Arquivo Pessoal
Glândula é responsável por regular grande parte do funcionamento do corpo humano A tireoide é responsável pela produção de um hormônio que regula o funcionamento de todo o organismo. Ter uma tireoide funcionando de maneira lenta ou muito acelerada provoca uma série de alterações e sintomas, como ganho ou perda de peso, cansaço persistente, queda de cabelos, alterações na menstruação, insônia ou sono excessivo, cãibra, inchaço no pescoço, dentre outros. “Esses hormônios são muito importantes em todas as fases da vida, desde a formação dos órgãos fetais (principalmente o cérebro), o crescimento, o desenvolvimento, a fertilidade, a reprodução até a velhice. Eles exercem ainda importante atuação nos batimentos cardíacos, sono, raciocínio, memória, temperatura do corpo, funcionamento intestinal, renal e metabolismo”, explica. Amanda esclareceu que
quando a tireoide não funciona corretamente, pode liberar hormônios em quantidades insuficientes (hipotireoidismo) ou em excesso (hipertireoidismo). Nos dois casos, o volume da glândula pode aumentar, o que é conhecido popularmente como bócio. “Estes problemas podem surgir em qualquer fase da vida, mas são fáceis de diagnosticar”, afirma. Os distúrbios mais comuns relacionados a esta glândula são: hipotireoidismo, hipertireoidismo, tireoidites, nódulos tireoidianos, e câncer de tireoide. As alterações na tireoide podem causar diversos sintomas. Enquanto que o hipertireoidismo pode causar sintomas como agitação, nervosismo, dificuldade de concentração e emagrecimento, o hipotireoidismo causa sintomas como cansaço, perda de memória, facilidade para engordar, pele seca e fria, ciclo
menstrual irregular e queda de cabelo. Sintomas como dificuldade de concentração e esquecimento; queda de cabelo e pele seca; alterações de humor; prisão de ventre; sonolência, cansaço e dores musculares; desconforto na garganta e no pescoço podem ser indicativos de problemas na tireoide. Por isso, Amanda salientou a importância de ir ao médico regularmente e fazer exames periódicos para saber se a tireoide está funcionando corretamente. O tratamento para problemas da tireoide como hipotireoidismo é a reposição do hormônio tireoidiano, já o tratamento do hipertiroidismo tem diversas terapias como o uso de remédios que regulam a função da tireoide, iodoterapia ou a realização de cirurgia para retirada da glândula, e após a cirurgia é necessário o uso do hormônio tireoidiano.
Julho Verde: mês de prevenção contra câncer de cabeça e pescoço Thaís Balielo
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Tipo de câncer mata cerca de 10 mil pessoas por ano no país
A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) lançou a campanha Julho Verde para chamar a atenção para a prevenção do câncer de cabeça e pescoço. O objetivo é conscientizar e alertar a população sobre os sintomas da doença e a importância da detecção precoce. Os cânceres de cabeça e pescoço são responsáveis por cerca de 10 mil mortes a cada ano no país. Especialistas e entidades médicas querem conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce. O médico e cirurgião de cabeça e pescoço Erlon Maitan Balielo explicou que este tipo de câncer é o segundo mais frequente no homem, superado apenas pelo câncer de próstata. Nas mulheres, o câncer de tireoide aparece como o oitavo mais comum, com estimativa de 5.800 novos casos no Brasil em 2016. Erlon esclarece que o câncer de cabeça e pescoço é o que acomete a cavidade oral: língua e boca, laringe,
faringe, seios paranasais, cavidade nasal, glândulas salivares, ossos da face, tireoide e pele. O câncer de cabeça e pescoço é o quinto mais incidente no Brasil tanto em homens quanto em mulheres. O principal tipo de câncer nos homens é o de boca e, nas mulheres, o de tireoide. O médico relatou alguns dos principais sintomas do câncer de cabeça e pescoço. Um nódulo persistente no pescoço, principalmente quando não desaparece espontaneamente em até 21 dias; uma lesão na boca que não cicatriza espontaneamente em até 21 dias; e rouquidão por mais de três semanas, em especial, em fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas, dever ser melhor investigadas pelo médico. Além disso, Erlon alerta que uma mancha branca ou vermelha na gengiva, língua ou no revestimento da boca; inchaço da mandíbula tornando as dentaduras desconfortáveis, e hemorragias ou dor na boca tam-
bém exigem uma atenção maior. No caso de câncer de faringe, alguns sintomas preocupantes seriam dificuldade para respirar ou falar, dor ao engolir, dor no pescoço ou garganta que não cessa, dores de cabeça frequentes, dor ou zumbido nos ouvidos ou problemas de audição. Para a laringe os sintomas podem ser dor ao engolir ou dor de ouvido. No caso de câncer nos seios paranasais e cavidade nasal é preciso observar seios paranasais obstruídos, infecções crônicas que não
Erlon alerta para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Foto: Arquivo Pessoal
respondem ao tratamento com antibióticos, sangramento pelo nariz, dores de cabeça frequentes, inchaço nos olhos, dor nos dentes superiores ou problemas com as próteses dentárias. Para as glândulas salivares a luz vermelha deve acender quando se percebe inchaço sob o queixo ou ao redor do osso maxilar, dormência ou paralisia dos músculos da face, dor na face, queixo ou pescoço que não melhora. Os principais fatores de risco para estes tipos de cânceres são exposição ao sol, tabagismo, etilismo, e infecção por HPV. A infecção pelo papilomavírus (HPV) tem contribuído, nos últimos anos, com o aumento na incidência desta doença, segundo a SBCCP. “O diagnóstico precoce e o rápido início do tratamento são fundamentais para a cura do câncer de cabeça e pescoço. Um dos principais problemas para o tratamento é o diagnóstico tardio, que ocorre em 60% dos casos, deixando sequelas no paciente”, alerta.
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INFORMATIVO Aplicativo da ACE tem nove sorteios em Julho Cibele Martins
Já estão disponíveis as campanhas de julho no aplicativo da Associação Comercial e Empresarial de Santa Cruz do Rio Pardo. Neste mês os parceiros e prêmios são os seguintes: Casa de Carnes São João -1 kit churrasco; Supermercado da Villa (São Paulo)- 1 kit padaria; Polo Educacionaluma bolsa 100% de curso na plataforma EAD- a escolha do ganhador; RNET Tecnologia- consultoria\auditoria em
rede wi-fi; Florence Boutique - Vale Compras de R$ 100,00; Mara Mardegan - Vale Compras de R$ 100,00; Açaí da Barra - Combo; Bicicletaria Estação Bike- Revisão preventiva de bike e uma camiseta ciclista e Óticas Nacional- 1 óculos de sol Reverse O cadastro para o sorteio deve ser feito até dia 31 de julho, mesmo dia que acontece o sorteio no final da tarde. Quem ainda não baixou o aplicativo basta acessar a Google Play ou APP Store e pesquisar por ACE Santa Cruz. Aí
é só clicar em instalar, aguardar o download e pronto, já é possível se cadastrar para os sorteios futuros. O aplicativo da ACE chegou para facilitar a vida dos associados e dos clientes. Todos os serviços da ACE na palma da mão de forma fácil e rápida. No APP da Ace o interessado tem acesso: Consulta Boa Vista SCPC; Posto Sebrae Aqui; Horário do Comércio; Certificado Digital; Mercado de Trabalho; Convênios de Desconto; Clube de Vantagens, entre outros.
Live ‘Vendas têm segredo: Atendimento’ está com inscrições abertas Cibele Martins
Q u ais são os pr incip ais fatores que fazem su a empre s a p e rder cli ente s ? E ss a p ergunt a s e rá resp ondi d a durante a live a s er re a l izad a no di a 14 de ju l ho. O encont ro on li ne que come ç ará às 19 horas é uma p arcer i a e nt re a AC E Sant a Cr uz e S ebr a e. A ins cr i ç ã o g r a tuit a p o de s er fei t a at ravés dess e l in k: https://c utt.
Inaugurações e Reinagurações Cibele Martins
No m ê s d e ju n h o for am d i ve r s a s i n au gurações e reinaugurações d e e mpre s a s e m nossa c i d a d e. Par ab é ns a to d o s o s e mpre s á r i o s ! D e s e j am o s pro s p e r i d a d e e mu it a s c on qu i s t a s n e s s e n ovo ciclo! As i n au g u r a ç õ e s for am d a L oj a Br á s , Jo -
e l m a Pre s e nte s , Br i n qu e d o s e Ut i l i d a d e s , Aç ai d a B ar r a ( n ov a unidade), Su pre mu s Pi z z a B ar, Fe st i v a e Pol o E du c a c i o n a l Prof i s s i on a l i z ante. As re i n au gurações fo r am d e E s p a ç o C afé e S e g m on i Monitoramento ( mu d an ç a d e e n d e re ç o p ar a Av Ti r a d e nte s , 522).
l y / For mu l a r i o Ve n d asTemS eg re do Par a s obre o tema Vend as têm s eg re do: Atendi mento, o conv i d a do s er á o consu ltor do S ebr a e, A lex andre Gi r a ldi Morei ra. “Vo cê ter á di c as importantíssimas que p o der ã o fa zer a di ferenç a na hor a de vender s eus pro dutos”, dest a c a o consu ltor. Gi r a ldi é b a cha rel em Admi nist r a ç ã o de Empres as; p ós g r a du a do em
G est ã o de Negó ci os at r avés d a P GVFund a ç ã o G etú li o Vargas; MBA em Market i ng D i g i t a l – EP SM- E s col a Pau list a Sup er i or em Market i ng e empre ende dor no r amo de comérci o há 20 anos, a lém de s er consu ltor de negó ci os e market i ng a mais de 14 anos. Em bre ve s er á di vu lga do p or mei o d as mí di as d a AC E Sant a C r uz, o li n k p ar a a comp an har a live.
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ESPECIAL
Pandemia alterou modelo dos casamentos Thaís Balielo
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No início casamentos foram adiados, mas com o tempo casais foram se adaptando
Ana Paula e André fizeram uma cerimônia íntima no religioso. Foto: Arquivo pessoal
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Casamentos no cartório não tiveram queda, mas foram adaptados | Arquivo Pessoal
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