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Edição 202

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Santa Cruz do Rio Pardo | Ano VIII | Edição 202 | 20 de março de 2021 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

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Com Covid-19 em alta, vereadores corrigem falha em lei das máscaras Ex-prefeito, Mira, aparece como beneficiado pelo auxílio emergencial em Assis Segundo órgão, Adilson recebeu R$ 3 mil; político nega e garante que abrirá queixa-crime ECONOMIA Aumento do dólar pesa no bolso do trabalhador Pág. 03

Acumuladores digitais crescem com avanço da tecnologia Pág. 05

GASTRONOMIA Ingredientes direto da horta são diferenciais em produtos de santacruzense Pág. 05

Pág. 03

BEM ESTAR Terapia com Florais de Bach é alternativa a medicamentos tradicionais Pág.07

SAÚDEPág. 14 Homens também precisam de reposição hormonal Pág. 08

Cigarro eletrônico: uma alternativa para deixar vício Pág. 07


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FOCO

Com Covid-19 em alta, vereadores corrigem falha em lei das máscaras Thaís Balielo

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Sessão de segunda-feira, 15, não teve grandes polêmicas

A última sessão ordinária da Câmara Municipal aconteceu na segunda-feira, 15, e foi tranquila. Um dos assuntos de destaque foi uma correção na lei do uso de máscaras que havia sido aprovado na sessão anterior. A lei aumentava a multa para aglomerações e festas clandestinas e previa multa para o não uso de máscara, mas como não explicava onde o uso da máscara seria obrigatório, precisou da votação de uma emenda para regulamentar o tema. A emenda aprovada pelos vereadores especifica que a máscara deve ser utilizada “em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos coletivos, bem como em veículos

de transporte remunerado individual de passageiro por meio de táxis”. Três requerimentos do vereador Juninho Souza (Republicanos) foram votados em destaque e recusados. Um deles pedia informações sobre quanto já foi gasto em Santa Cruz no combate à Covid separadamente no montante de verbas estaduais, federais e municipais. Os vereadores não aprovaram o requerimento e justificaram na sessão que essas informações já estão na Câmara, visto que todos os balancetes da Saúde são enviados ao legislativo. Este tema causou certo atrito entre vereadores da base e Juninho. O vereador Professor Duzão (PSB) chegou a dizer que “fal-

Expediente Contatos

ta certo lastro intelectual para entender que este requerimento já está respondido”, disparou. Outros requerimentos negados pedem informações sobre variados temas. Cada vereador pode protocolar quatro requerimen-

tos, mas com requerimentos que incluíam perguntas sobre mais de um assunto, a casa optou por não encaminhar os requerimentos ao executivo. Um ano após o início das restrições de circulação e fechamento de escolas em

Vereadores regulamentaram uso de máscara em local público. Foto: Pedro Figueira

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Santa Cruz, a situação da Covid no município, como em todo País, passa por seu pior momento. Na quinta-feira, 18, foi confirmado o 31º óbito pela doença na cidade e a situação da Santa Casa é crítica. Até o fechamento da edição haviam 40 pacientes internados, sendo 29 em isolamento respiratório em clínica médica e 11 na Unidade de Terapia Intensiva (5 em suporte ventilatório invasivo e 6 em suporte respiratório não invasivo). Na quinta-feira, 18, também ocorreu a morte do senador Major Olímpio (PSL), aos 58 anos, por Covid-19. O político esteve em Santa Cruz durante a pré-convenção que lançou o nome de Luciano Severo como candidato a prefeito,

EDITOR CHEFE Renan Alves MTB: 76.398/SP

JORNALISTA Thaís Balielo MTB 46.761/SP

ASSESSORIA JURÍDICA Carlos Henrique R. Nascimento

TRAINEE Marcos Pellegatti

FOTOGRAFIA Pedro Figueira

IMPRESSÃO Grafinorte S/A

OAB/SP 328.529

mas que acabou derrotado pelo prefeito Diego Singolani (PSD). O senador estava internado no Hospital São Camilo em São Paulo há duas semanas e teve morte cerebral na quinta-feira, devido a complicações do quadro. O diretório do Partido Social Liberal (PSL) de Santa Cruz do Rio Pardo emitiu uma nota de pesar pela morte do senador e lembrou que para o município, o político destinou no ano passado cerca de R$150 mil reais para a APAE e aproximadamente um milhão via Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus além de conseguir a liberação do CEBAS para o Lar São Vicente de Paula receber recursos da União.

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GERAL

Aumento do dólar pesa no bolso do trabalhador Thaís Balielo

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O preço do dólar alto no Brasil impacta a economia de diversas formas. Muitos podem pensar que se não vai comprar dólar, não vai viajar para o exterior o valor não faz diferença, mas a realidade é bem diferente. Até mesmo um simples pãozinho na padaria muda de preço com a cotação do dólar. Bacharel em Ciência Econômicas, Tiago Albano explica para os leitores do Atual como funciona a cotação da moeda americana e as consequências no bolso do brasileiro. O que faz com que o dólar suba são os fatores de oferta e demanda da moeda estrangeira, ou seja, quando há muita procura pelo dólar ele tende a ter uma alta e quando essa mesma procura diminui o preço do dólar cai. “Enfatizamos que esse mecanismo de oferta e demanda é o único fator direto que faz com que a moeda tenha uma variação”, diz. Atualmente a taxa de câmbio está em R$ 5,53 (cotação

Economista avalia impactos da cotação da moeda americana no momento da reportagem). Se comparada com a taxa apurada em dezembro de 2018, onde a cotação média estava em R$ 3,87, houve um aumento de 43,41%. “Neste momento o Banco Central do Brasil utiliza o Regime de câmbio controlado onde é estabelecida uma faixa dentro da qual a cotação pode flutuar. Neste caso, o Banco Central somente intervém no mercado quando a taxa de câmbio ameaça a romper os limites mínimos ou máximos estabelecidos”, explica. Quanto aos motivos destas frequentes altas, Tiago aponta incerteza política e pandemia. “Quando o atual governo assumiu o País em janeiro de 2019 havia uma grande expectativa que trouxe a confiança do exterior em nossa economia. Isso atraiu mais investimento estrangeiro (que pressionou uma queda do dólar). Mas esse período de expectativas positiva durou apenas um ano e a moeda americana voltou

a subir no fim de 2019. De lá para cá ela só teve tendência de alta”, aponta. Segundo Tiago, em uma economia aberta ao comércio internacional, qualquer movimento político gera consequência no mercado internacional. “A taxa de câmbio é muito sensível à política e uma ação pode gerar desconfiança dos investidores e causar uma fuga de divisas, o que pressiona para cima a cotação da moeda americana. No Brasil o governo tem apresentado alguns

pontos que colocam em dúvida a economia e isso reflete fora do País. A maneira como o governo tem lidado para combater a Covid-19, demissões de vários ministros, fala desnecessárias e inconvenientes sobre o distanciamento social, são exemplos”, cita. O economista argumenta ainda que a pandemia é o principal motivo pela grande alta da moeda americana no período. “Quando a Covid-19 começou a dar sinais na América do Norte, Ásia e Europa

Tiago acredita que controlar covid deve melhorar situação econômica. | Foto: Pedro Figueira

rapidamente esses continentes tiveram recessões o que afetou diretamente os investimentos em países emergentes como o Brasil. Com isso, a moeda americana começa a ter alta e até agora não dá sinais de queda. Com a economia mundial ainda em recessão, países como o Brasil tendem a sofrer porque ficam muito vulneráveis aos ataques especulativos contra a moeda”, argumenta. Os impactos do valor do dólar são inúmeros. Tiago lembrou que muitas de nossas commodities como soja, petróleo e a cana, são negociadas globalmente em dólar. “Aliados a isso, muitos produtores preferem exportar a vender no mercado interno. Com isso, temos o resultado do aumento (inflação) de diversos produtos. Alimentos derivados de trigo são exemplo como macarrão, cereais, biscoito e o pãozinho. Outro reflexo é o preço da gasolina e do diesel. Mas esse aumento

não para por aí. Quando os combustíveis sobem, automaticamente impacta o transporte e como consequência o preço dos alimentos. Outro impacto óbvio são os produtos eletrônicos importados que sofrem diretamente com a alta do dólar. Para diminuir essa escalada de aumentos no dólar Tiago aponta algumas medidas, mas acredita que a principal delas seja controlar a situação da Covid com mais compra de vacinas para acelerar a retomada das atividades econômicas. “É preciso mudar a imagem frente a outros países. Precisamos mostrar que somos um país aplicado no combate a Covid, evitar escândalos políticos e não tratar com desdém medidas de proteção a saúde. Tudo isso reflete no exterior. Ressaltando que os pontos apresentados são baseados em dados oficiais e não tem parcialidade em questões políticas partidárias”, afirma.

Ex-prefeito, Adilson Mira, aparece como beneficiado pelo auxílio emergencial em Assis Renan Alves

jornalismo@jornalatual.info O ex-prefeito de Santa Cruz do Rio Pardo, Adilson Donizete Mira, aparece como beneficiado com R$ 3 mil pelo auxílio emergencial no ano passado. A ajuda é destinada para trabalhadores informais que

perderam renda durante a pandemia da Covid-19. Segundo o portal da transparência do Governo, Mira fez a solicitação do auxílio em um endereço de Assis (SP), recebeu cinco parcelas de R$ 600 entre abril e agosto e quatro parcelas de R$ 300, essas últimas que foram devolvidas ao Governo.

Procurado, Adilson informou que ‘nunca recebeu auxílio emergencial’ e que o seu caso é ‘parecido com o filho de Willian Bonner’, qual teve seus dados usados por estelionatários para fraudar o programa. “Meu endereço de Assis, telefone, CPF, RG são públicos e publicados na internet. Estarei

sempre à disposição para mais informações”, finalizou. Últimos dados públicos do ex-prefeito mostram que, em sua campanha para a prefeitura nas eleições de 2016, não declarou nenhum bem, mas gastou R$ 27.700 com carro de som, gráfica, cabos eleitorais e outros custos.

Mira foi prefeito por oito anos em Santa Cruz. Foto: Renan Alves


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CIDADE

Acumuladores digitais crescem Ingredientes direto da horta com avanço da tecnologia são diferenciais em produtos Thaís Balielo

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Seu celular vive com a memória cheia, o computador com a área de trabalho cheio de arquivos desorganizados, não consegue se desfazer de fotos, vídeos, e-mails, conversas de WhatsApp, pois pensa que poderá usá-los um dia? Você pode ser um acumulador digital. Alguns especialistas acreditam que o avanço da tecnologia foi o principal fator que gerou o apego das pessoas aos conteúdos. Com isso, cada vez mais, os celulares vêm com mais capacidade de armazenamento e os serviços de nuvem (armazenamento virtual) crescem. Entre as razões mencionadas para não abandonar os itens digitais estavam: pura preguiça, acreditar que algo poderia ser útil mais adiante, ansiedade em relação à ideia de deletar qualquer coisa e até mesmo querer estocar “munição” contra alguém. Além desses tipos de acumulações, há pessoas também que, ao usarem os computadores, acumulam e-mails, deixam várias abas na internet abertas, e guardam várias pastas no desktop. O primeiro passo para que o usuário se livre de materiais acumulados é fazer uma limpeza geral nos aparelhos eletrônicos. Comerciante e especialista em assistência técnica de celulares, Mario Lucio Camilo Pereira Lima conta que os fabricantes de celulares estão cada vez mais lançando modelos com muita memória. Atualmente há celulares com até 512 gigas de espaço. Ele explica que logo celulares

com até 16 gigas irão parar de funcionar, pois as atualizações de sistemas e os aplicativos vão ficando mais pesados, impossibilitando o funcionamento. Em seu trabalho, Mario percebe que as pessoas acumulam muitos arquivos desnecessários e isso acaba fazendo que gastem mais, ou com serviços de nuvem ou tendo que estar sempre trocando de aparelho para modelos com maior capacidade. A vendedora Marinalva da Silva Figueira, 38, acredita que possa ser uma acumuladora, pois está sempre com o aviso de memória cheia no celular e precisa apagar alguma coisa para caber novas fotos. Ela justifica o acúmulo de arquivos por questões profissionais. Como tira e envia muitas fotos de produtos para os clientes, precisa deixar os arquivos no celular. Esperando seu primeiro filho, agora além dos arquivos profissionais ela tem acumulado todo tipo de arquivo relacionado a gestação e coisas de bebê como roupas, decoração, lembrancinhas, além de fotos de grávida e dos eventos familiares como a charreata realizada. Ela acredita

que a situação irá se agravar com a chegada do bebê e as fotos dele que não conseguirá apagar. “Provavelmente precisarei de um celular novo”, brinca. Para facilitar encontrar os conteúdos no celular ela tenta separar os assuntos em pastas ou grupos, mas ainda sim fica muita coisa acumulada. Ela conta que de vez em quando apaga alguma coisa, mas tem dificuldade em desapegar de fotos pessoais. Uma dica dos especialistas para identificar se temos problema ou não é pensar em sua última semana e tentar lembrar-se de uma ocasião em que teve dificuldade de encontrar um arquivo digital no telefone ou no computador. O termo “acumulador digital” é um nome utilizado apenas no meio digital, mas não é um termo utilizado na ciência psicopatológica. No entanto, esse fenômeno nos remete, por analogia, ao transtorno de acumulação. A característica principal do transtorno é a dificuldade que o indivíduo tem em descartar ou se desfazer de pertences, independentemente do seu valor real.

Mario vê que clientes procuram cada vez mais espaço nos celulares. Foto: Arquivo pessoal

Thaís Balielo

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A psicóloga Natália Dias de Campos, 23, teve a ideia de um novo negócio familiar durante a pandemia. Residente na área rural e com estufa de tomate na propriedade dos pais, resolveu utilizar os ingredientes para fazer tomate seco e molho de tomate e então surgiu os produtos “Da Horta”. “Desde a minha infância sempre morei no sítio e meus pais tiveram estufas com plantações de tomates. Tenho muitas lembranças de brincadeiras com os tomates que sobravam”, conta. Nos últimos cinco anos, Natália dedicou seu tempo para a faculdade de psicologia e os estágios. Com a pandemia da Covid-19 e o isolamento social, com mais tempo em casa, lembrou-se da receita que a mãe sempre fez para a família: o tomate seco e o molho de tomate. “Nunca tínhamos pensado em vender esses produtos, e não sabíamos direito como chegar aos clientes. Então, resolvemos criar uma página no Instagram e já na primeira semana tivemos um grande número de pedidos. Desde este dia todas às sextas-feiras levamos os produtos Da Horta para os nossos clientes em Santa Cruz e em algumas sextas-feiras do mês para nossos clientes de Ourinhos também”, relata.

Negócio surgiu durante a pandemia e envolveu toda a família Depois de um tempo, com o sucesso dos produtos de tomate, também começaram a produzir antepasto de berinjela. “Ainda não temos nenhum produto novo definido, mas já testamos algumas receitas e logo teremos novidades por aí”, revela. O novo negócio acabou envolvendo toda a família. Natália e sua mãe cuidam da produção das receitas e embalagem e o pai e irmã cuidam das entregas. Mas quando os pedidos são muitos todos acabam entrando na cozinha. “Percebi que o uso das redes sociais foi um grande diferencial para nossos produtos, principalmente porque conseguimos mostrar todo o processo de produção, desde a plantação no sítio da minha família, até a

embalagem, que vemos também como um diferencial. Os clientes gostam bastante, pois percebem que cada produto foi embalado com carinho”, afirma. A maioria dos clientes são consumidores finais, que compram para comer em casa com petiscos, acompanhados de torradas, queijos e embutidos. “Temos também, clientes que consomem o tomate seco em receitas como risotos, saladas, pizzas, pastéis e outros tipos de massa, mas também vendemos para estabelecimentos que criam suas próprias receitas, como no caso, do Café e Cia, que tem no cardápio um pão de queijo recheado com tomate seco, rúcula e Catupiry”, revela.

Natália mostra os produtos Da Horta. Foto: Arquivo pessoal


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INFORMATIVO Sebrae Aqui divulga agenda de cursos gratuitos Cibele Martins O primeiro curso ‘Técnicas para Fotografia Comercial com Celular’ acontece entre os dias 5 e 9 de abril das 8 horas às 12 horas. As inscrições podem ser realizadas através do link: https://cutt. ly/Hz1UsCV. Este curso tem como objetivo preparar o aluno para realizar imagens comerciais com uso de celular, por meio de técnicas de captação, composição, edição e publicação e exercícios práticos. Promove a compreensão da formação da imagem fotográfica e seu potencial como ferramenta de divulgação. No conteúdo do curso: Recursos dos dispositivos móveis: - Zoom digital, características de lentes e ângulo de visão, ISO, valor de exposição (fotometria e bloqueio de EV), modos de foco (auto e macro), balanço de branco, luz auxiliar

Led, guias (grade de terços), HDR e Panorama. Resolução e qualidade de fotografia: - Formatos, proporções, dimensões e tamanho da imagem digital. (aplicações mais comuns para redes sociais, sites, marketplace). Anatomia da luz: - Observação, uso e características (dura, suave, natural e artificial). Controle de luz: - ISO, valor de exposição (fotometria e bloqueio de EV), balanço de

Flavia Serra destaca a importância da participação nos cursos. Foto: Ace

branco, luz auxiliar Led. Composição e enquadramento1: - Características de lente e ângulo de visão, regra dos terços, horizonte plano, espaço negativo, linhas de força, perspectiva, textura e ponto de vista, zoom digital. Composição e enquadramento 2: - Profundidade de campo: foco e desfoque em primeiro e segundo plano. Tratamento de imagens: - Ajuste de luminosidade, cor, recorte/enquadramento e aplicação de filtros. Backup de arquivos: - Características de armazenamento de arquivos local e em Nuvem. Publicação de fotografias e vídeos em mídias digitais: - Importância e possibilidades (redes sociais, sites, marketplace). Uso de imagem: - Direito moral, direito patrimonial e contrato de licença de uso de imagem. O segundo curso técnicas de visagismo para profissionais de beleza será entre os dias 26 a 30 de abril das 08h às 12h. As inscrições podem ser realizadas por meio do link: https://

Aplicativo da ACE sorteia dez vale compras na live do Dia das Mulheres Cibele Martins Além de acompanhar um bate papo muito interessante na Live Elas Podem, promovida pela ACE Santa Cruz em parceria com a prefeitura, em 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, as internautas puderam participar do sorteio através do aplicativo da Associação Comercial. As ganhadoras que levaram um vale compras de R$ 100,00 cada foram: Fernanda Martins Stoppa, Ana Rita de Souza Beguetto, Renata Miranda Garcia, Bruna Leopoldino, Jakeline Lucas Ferraz Costa Sala, Sueli Storari, Lorena Fernandes Giacomini, Ana Paula Olegário, Fernanda Antonio de Souza e Bruna Roberta Marques Venerando, As convidadas da live foram a psicóloga, Estefânia Lorenzetti e a consultora de imagem Camila Garcia. Estefânia é especialista em transtornos alimentares pela Fa-

culdade de Medicina USP- Ambulin IPQ. Ela falou sobre Motivação: Como fazer quando tudo parece estar caminhando ao contrário. Já Camila Garcia é consultora de imagem e abordou a moda confort, como tornar o look do dia a dia mais arrumado. A apresentação ficou por conta da jornalista Marina Belei, assessora de imprensa da prefeitura.

“Não podíamos deixar essa data tão especial passar em branco. Foi um encontro online com assuntos bastante interessantes em pauta. A mensagem que deixo a todas as mulheres é que realmente podemos tudo aquilo que almejamos, pois somos fortes e dedicadas”, destacou a gerente administrativa Mara Silvia Santana Araujo.

Mulheres que participaram da live da última segunda-feira. Foto: Ace

Associados da ACE Santa Cruz contam com descontos especiais na área da saúde Cibele Martins Entre os serviços disponíveis para os associados da ACE (Associação Comercial e Empresarial) de Santa Cruz do Rio Pardo estão os convênios na área da saúde. São descontos especiais para o empre-

sário, colaboradores e suas famílias. Entre as especialidades e demais serviços estão: Unimed, Dentistas, Radiologia, Laboratórios de Análises Clinicas, Diagnóstico por Imagem, Farmácias, Acupuntura, Enfermagem, Fisioterapia, Fisioterapia Osteopatia, Fisioterapia Uroginecoógica, Microfisioterapia, Fonoaudio-

logia, Medicina, Ocupacional e Nutrição. No link: https://www.acesantacruz.com.br/ace-convenios, o associado tem acesso a todos os serviços. Para você que ainda não é associado, entre em contato na ACE, no 3332 5900 e saiba mais informações sobre os benefícios.

cutt.ly/Mz1NJwW. O objetivo é auxiliar o aluno a entender o conceito de visagismo e posteriormente explorar a estrutura anatômica básica do rosto e suas proporções, linhas e formas. Compreender a importância do visagismo e seus efeitos para disfarçar ou realçar as características de diferentes formatos de rosto. No conteúdo: Conceito de visagismo; Estrutura do rosto clássico; Ângulos e proporções; Linhas (horizontais, verticais, diagonais e curvas) e seus significados. O terceiro curso ‘Entenda melhor seu cliente e venda mais’ será entre 3 e 7 de maio das 08h às 12h. As inscrições devem ser feitas através do link: https://cutt.ly/rz1MvUL. No programa a ser apresentado: Consumidor protagonista; Vendedor como melhor ator coadjuvante; Necessidade, desejo e demanda; O Consumidor como indivíduo e os elementos comportamentais que afetam as decisões de compra;

Pessoas e grupos que influenciam as decisões de compra; Situações que ajudam ou atrapalham a compra; Lidando com o comportamento identificado; Estreitamento do relacionamento para melhor compreensão do comportamento.

“São cursos muito interessantes e com assuntos atuais. A pandemia também pode ser um momento de iniciar um novo negócio, ou aperfeiçoar suas técnicas”, pontua a agente de desenvolvimento Flavia Serra.

Psicóloga orienta empresários a lidar melhor com a pandemia sem afetar o emocional e os negócios Cibele Martins A pandemia chegou sem avisar e causou em todos nós uma sensação de no mínimo insegurança e um misto de sensações negativas. Para o segmento empresarial, os prejuízos além de materiais também podem ser psicológicos. Pensando nisso, ouvimos a psicóloga, Luciana Camilo Pereira Lima, especialista em Neuropsicologia, Psicologia Clínica e Psicopedagogia Clínica e Institucional. Ela passa orientações importantes e interessantes para que o Covid-19 não se torne o responsável pelo fechamento de muitos negócios, devido o abalo emocional causado nos empresários e suas equipes. “A postura das empresas e do trabalhador diante de novos modelos de trabalho impostos pela pandemia mostram que é preciso ter um modelo mental mais progressivo, que é diferente desse modelo mental rígido que a maioria das pessoas têm, de uma certa dificuldade para lidar com a mudança, para começara a lidar com aquilo que é diferente, que é inesperado, que é novo. As empresas e os colaboradores precisam se adaptar usando esse novo modelo mental que está mais aberto, mais flexível para poder encarar essas mudanças. Uma empresa mais preparada para lidar com novos modelos de trabalho em tempos de Pandemia é uma empresa que olha para o seu funcionário como um ser humano que precisa de

apoio psicológico nesse momento, que precisa ter uma estrutura para seguir com seu trabalho e poder continuar dando resultado que a empresa quer’, menciona a psicóloga. Luciana também demonstra a importância de o colaborador não se ater apenas as notícias negativas do momento. “O trabalhador que se mantém ativo pode se sentir seguro diante da pandemia olhando para dentro de si e se perguntando “ de que tipo de informação eu estou me alimentando, me nutrindo?” Porque às vezes a informação está envenenando, pois há muitas piadinhas, fake news e situações que a pessoa não percebe mas vai invadindo o mundo psicológico dela ela vai ficando assustada, ficando mais propensa a desencadear ansiedade, pânico, situações de medo, enfim uma série de sintomas. É importante que esse trabalhador que continuou trabalhando tome os cuidados necessários, que ele seja preventivo, que ele

use os equipamentos de segurança”, orienta. Para a psicóloga a lição positiva que trabalhadores e empresas podem tirar neste período é que a pandemia nos fez entender que faz parte da vida lidar com o inesperado, lidar com aquilo que não está no seu controle. “Eu penso que a pandemia tem algo muito parecido com isso, pois coloca as pessoas e as empresas para refletirem na força que elas têm em comum, elas podem encarar o dia a dia e perceber que tem coisas que não estão em seu controle mas que tem coisas que sim, que estão no seu controle. Sendo assim, ela ensinou ensinou que podemos continuar acreditando na vida, tendo fé, tendo esperança e fazer o teu melhor propagando coisas boas. É importante ter em mente que isso é passageiro e se empenhar ao máximo para otimizar a produção evitando desperdícios”. Para ler a entrevista completa, acesse nosso site: www.acesantacruz.com.br.

Luciana afirma que é preciso buscar ajuda profissional. Foto: Arquivo pessoal


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BEM ESTAR

Terapia com Florais de Bach é alternativa a medicamentos tradicionais Thaís Balielo

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Ansiedade gerada com a pandemia são problemas mais citados por pacientes

A produtora de eventos, Tammy Fernandes do Prado e Melo, se encontrou em uma nova profissão durante a pandemia: terapeuta floral. Ela buscou um curso para entender melhor o tratamento terapêutico feito com essências dos Florais de Bach, extraídas de plantas e flores. Vendo o resultado positivo em seu filho, ela resolveu ajudar outras pessoas e está atendendo de forma remota pacientes de toda parte do país. Ela relata que a queixa mais comum é ansiedade por conta da pandemia. Tammy explica que o tratamento é totalmente natural e voltado para as emoções como ansiedade, irritabilidade, depressão, pensamentos negativos recorrentes entre outros. “E o melhor do Floral é a ausência de

efeitos colaterais. Gestante pode tomar, lactante, criança, até pets podem utilizar florais”, garante. A terapeuta conta que descobriu os florais por conta do filho de 12 anos que tem síndrome do pensamento acelerado, déficit de atenção e transtorno opositivo desafiador. “É um menino com QI alto e que odeia a escola e, por isso, tinha péssimos resultados. Além de ter sofrido muito bullying que gerou traumas. Depois de passar com a psicóloga eu decidi que não queria apelar para medicamentos pesados e passei a procurar por alternativas. Foi aí que eu conheci os Florais”, relata. Para entender melhor do assunto, Tammy buscou um curso de terapeuta floral. “Após o curso, montei

um floral para ele e foi maravilhoso. Ele se tornou outra criança. A partir daí eu entendi o quanto eu poderia

ajudar outras pessoas. Principalmente mães que passam pelo mesmo que eu passei”, conta.

Tammy descobriu a terapia para ajudar o filho. Foto: Pedro Figueira

Ela passou a atender pessoas de todo o país de forma remota após a conclusão do curso. Segundo Tammy, a procura tem aumentado muito por conta da pandemia. “As pessoas não estão conseguindo lidar com esse momento tão difícil. Todas têm praticamente as mesmas queixas, que são ansiedade, irritabilidade, tristeza recorrente, preocupação com futuro e muitas saudades do passado. Dentro dos Florais temos essências pra todos esses sentimentos. No entanto, é preciso falar com um terapeuta floral para ele indique a essência correta para o seu problema. O terapeuta não vai tratar o sintoma. O terapeuta vai descobrir o gatilho que causa o sintoma, e, assim, indicar a essência ideal. Os Florais trabalham

as emoções negativas que nos incomodam ou incapacitam. Até mesmo timidez, carência, cansaço físico, procrastinação”, argumenta. Tammy lamenta que ainda exista muito preconceito em relação aos florais. Com descendência indígena, a terapeuta revela que sempre acreditou no poder da cura através dos elementos da natureza. Ela explica que a essência do floral é diluída em uma mistura de conhaque de uva ou vinagre e água mineral. Podendo ter de 6 até 8 essências por fórmula. “Para quem acha que é placebo só posso dizer uma coisa: Experimente! Mas experimente da maneira correta, com um terapeuta, alguém que vá te acompanhar. Tenho certeza que os resultados serão incríveis”, afirma.

Cigarro eletrônico: uma alternativa para deixar vício Thaís Balielo

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Utilizar líquidos com pouca nicotina pode ser forma de deixar fumo

O santa-cruzense Felipe Neli, 28, é um usuário de cigarro eletrônico e acredita que o dispositivo pode ser alternativa para fumo tradicional ou até mesmo para deixar o vício. “Há 4 anos cometi um erro gravíssimo: comecei a fumar cigarro. Mal cheiro impregnado nas roupas, nos ambientes, dentro de casa. As pessoas ao meu redor se incomodavam com meu vício. Descontente, procurei uma alternativa, e descobri os cigarros eletrônicos: uma bobina aquecida, que vaporiza um líquido que pode conter nicotina ou não”, conta. Ele explica que o cigarro eletrônico também faz mal, mas pesquisas indicam que ainda é um mal menor. “Da mesma forma que comer uma carne gordurosa é menos saudável que comer um filé magro, o cigarro

eletrônico só é menos prejudicial para quem fuma. Se você fuma, é uma excelente alternativa para o cigarro tradicional. Se você não fuma, você está adquirindo mais riscos para sua saúde. A questão aqui é a redução de danos, e o cigarro eletrônico é cerca de 95% menos danoso que um cigarro tradicional (Instituto Público de Saúde da Inglaterra, 2015). O que muda é a forma de entrega da nicotina, tais quais adesivos e as pastilhas que são encontrados hoje no mercado”, cita. Uma revisão de evidências independente de especialistas publicada pelo Instituto Público de Saúde da Inglaterra (PHE), conclui que os cigarros eletrônicos são significativamente menos prejudiciais à saúde do que o tabaco e têm o potencial de ajudar os fumantes a parar de fumar.

As principais conclusões da revisão incluem que: a melhor estimativa atual é que os cigarros eletrônicos são cerca de 95% menos nocivos do que fumar um cigarro tradicional. Apesar de fazer menos mal, alguns especialistas apontam para o risco do cigarro eletrônico, que tem sabores agradáveis, atrair pessoas que não fumam cigarro comum por não gostarem do cheiro, por exemplo. Já Felipe acredita que não há evidências até o momento de que os cigarros eletrônicos estejam agindo como uma rota de fumo para não fumantes. Quando procurou o cigarro eletrônico há alguns anos se viu em um mercado pequeno e de difícil acesso no Brasil. “Eu fui o primeiro habitante de Santa Cruz do Rio Pardo a possuir um cigarro eletrônico. Hoje, eu mesmo produzo meus próprios líquidos

para o consumo, e como as bases para a produção do líquido são essências alimentícias importadas, criar um novo sabor é quase como fazer uma receita de um bolo”, compara. Mas Felipe alerta que não se pode confundir ‘tornar o produto mais palatável’ com ‘tornar o produto mais atrativo para jovens’. “Menores de idade não devem nem começar a fumar, quem dirá vaporar. Isto é uma responsabilidade dos pais e responsáveis, já que o cigarro tradicional se vende em qualquer esquina. Deixar mais agradável e mais atrativo é o que ajuda, e muito, na hora de auxiliar nós adultos a nos apegarmos com mais facilidade a essa alternativa menos maléfica. No final das contas, se as suas opções forem entre o ar puro e fumar, sem sombra de dúvidas fique com o

Felipe passou a produzir seus próprios líquidos para “vaporar”. Foto: Pedro Figueira

ar puro, e nunca comece. Agora, se suas opções são entre fumar ou vaporar, vapore”, aconselha. Felipe explica que o cigarro eletrônico simula a experiência completa para um fumante: A tragada, a inalação de vapor (e não fumaça como nos cigarros tradicionais), e a entrega da nicotina; sem deixar mau cheiro, sem deixar os dentes amarelados, sem fumaça impregnando nas pessoas e coisas ao seu

redor. “Quando fumamos um cigarro, que envolve a queima do tabaco, inalamos ‘ar queimado’ ou ‘fumaça’, ou seja, gás carbônico. Os cigarros eletrônicos e vaporizadores ‘vaporizam’ substâncias as quais se misturam com oxigênio, que são inaladas e entregam a nicotina de uma maneira alternativa. Além disso, a pessoa pode ir tirando a nicotina do líquido aos poucos até deixar o vício”, afirma.


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SAÚDE

Obesidade é fator de risco para complicações de Covid-19 Thaís Balielo

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Nutricionista aponta para o risco do ganho de peso

A nutricionista Ana Laura Saia Cavasini alerta para as complicações que podem ter as pessoas obesas em caso de infecção pelo novo coronavírus. Atrelado a isso, muitas pessoas têm ganhado peso desde o início da pandemia por conta do estresse e ansiedade gerados pelo distanciamento social e problemas de ordem econômica. Ana Laura explica que estudos já apontam vários os riscos na relação entre essas duas doenças. Entre elas estão asma persistente, dessaturação de oxigênio provocada pela apneia do sono, proble-

mas pulmonares uma vez que a pessoa pode aspirar o refluxo do estômago que vai para os pulmões, as bases pulmonares não são tão eficientes por causa da quantidade de gordura abdominal prejudicando a expansão do pulmão, além de complicações como diabetes, hipertensão e doenças coronarianas. Além dos obesos já presentes na sociedade, muitas pessoas estão ganhando peso neste período. “A pandemia trouxe muitas emoções, provocando um estresse psicológico, contribuindo para o aumento de ingestão de alimentos, seden-

tarismo, compulsão alimentar, alimentação emocional. As pessoas buscam compensação com pequenos prazeres e esse

prazer em comer é o que pode levar a maior ingestão de alimentos calóricos, trazendo o sobrepeso e obesidade como

Ana Laura alerta para o risco da obesidade durante a pandemia. Foto: Fran & Du Fotografias

consequência”, alerta. A profissional explicou que a obesidade é uma doença multifatorial que tem origem genética, como também fatores ambientais, emocionais e comportamentais. Sendo assim o primeiro passo para o tratamento é a consciência, novos hábitos, alimentação saudável, e prática de atividade física. “Sem ela dificilmente se atingirá uma perda de peso necessária para melhorar a saúde e muito menos essa perda será duradoura. Não é sobre fazer restrições alimentares, dietas e emagrecer por

um tempo, mas sim adotar um novo estilo de vida. Uma dica importante é lembrar-se de se perguntar antes de comer: estou mesmo com fome? É para nutrir minhas células ou é ansiedade?”, diz. Segundo Ana Laura, a ansiedade nos faz enxergar e focar apenas nos problemas. “Dessa forma esquecemo-nos de focar no mais importante que é nossa saúde. A obesidade é uma doença crônica, além de um fator agravante para o covid. Ela merece cuidado, atenção e respeito. Se cuide e procure ajuda profissional”, aconselha.

Homens também precisam de reposição hormonal Thaís Balielo

jornalismo@jornalatual.info

Procura por tratamento ainda é muito menor em relação às mulheres

A menopausa nas mulheres e a busca por reposição hormonal é um assunto comum do universo feminino, porém da mesma forma homens também precisam de reposição durante a andropausa, mas a busca é muito menor entre eles. O médico endocrinologista Valdinei Garcia relatou que atualmente tem mais pacientes homens que há 10 anos, mas ainda há preconceito em admitir que precisam. Ele revelou que têm em tratamento no momento 245 homens e 2.154 mulheres para andropausa e menopausa respectivamente. Garcia explicou que os

hormônios masculinos são produzidos pelos testículos que começam a envelhecer após os 30 anos. A andropausa é conhecida popularmente como a menopausa dos homens. Mais de 50% dos homens com mais de 40 anos de idade sofrem com a diminuição da libido (vontade de manter a relação), chegando a 75% aos 70 anos de idade. “Os homens começam a apresentar sintomas da andropausa parecidos com a da mulher na menopausa, como variações do humor, depressão, irritabilidade, alterações no sono, dores ósseas e musculares indisposição e até mesmo a im-

potência sexual”, informa. Para o tratamento da andropausa deve-se saber a causa da diminuição do hormônio, que pode ter origem cerebral ou até mesmo ocasionado por algum efeito colateral de algum medicamento ou a idade. A reposição hormonal é indicada em casos de deficiência, observando as contraindicações os resultados são totalmente satisfatórios, como melhora no desempenho físico e mental, melhora na massa muscular e distribuição da gordura, diminuição de osteoporose (melhora da densidade mineral óssea), aumento da libido (desejo sexual), além da

diminuição do risco de anemia (um dos sintomas da deficiência de testosterona). O médico alerta que todo homem com o processo de envelhecimento necessitará de tratamento da andropausa em alguma fase da vida, para manter qualidade de vida e participação social, com manutenção de maior vitalidade. “Varia de pessoa para pessoa a idade de início dos sintomas e as queixas a respeito da andropausa”, afirma. Como os sintomas masculinos são mais graduais que os femininos, os homens demoram mais a procurar ajuda médica. Hoje no Brasil se tra-

ta 5 mulheres com menopausa para cada homem tratando andropausa. “Existe preconceito em procurar ajuda por parte do homem. Mas essa diferença já foi bem maior no passado, e a conscientização de que andropausa afeta qualidade de vida, fez com que um número maior de homens procure se tratar”, argumenta. O endocrinologista alerta ainda que a reposição com testosterona só deve ser feita com a orientação médica e não deve ser utilizada para ganho de massa muscular, pois pode causar sérios danos à saúde, como agravamento de câncer na próstata; aumento

Valdinei lamenta que busca por tratamento pelos homens ainda é pequeno. | Foto: Thaís Balielo

do risco de doença cardiovascular; aumento da toxicidade do fígado; aparecimento ou piora da apneia do sono; acne e oleosidade da pele; reações alérgicas na pele devido aplicação do adesivo; aumento anormal da mama ou aparecimento de câncer de mama.


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