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ANO 9 - Nº 2219 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Aumentos em tributos Até às 8h de hoje a população terá pago R$ 1 trilhão em impostos, taxas e contribuições, desde 1º de janeiro de 2017, é o que informa a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Página 7
Casos prováveis de dengue caem no DF
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Boletim divulgado pela Secretaria de Saúde traz 2.467 ocorrências da doença no Distrito Federal. No mesmo período de 2016, o número chegou a 16.714 casos. Estudo também apontou quedas de incidências de febre chikungunya e zika vírus. Página 4
Pedro Ventura/Agência Brasília
Uma difícil proposta
Deputados distritais adiam votação que pode criar o Instituto Hospital de Base (IHBB) após recente manifestação contrária no Plenário e galerias da Câmara Legislativa. Decisão fica para terça-feira (20). Página 3
Isac Nóbrega/PR
Busca por reconhecimento
Governo de Brasília entrega documentos para participar da Rede Cidades Criativas, da Unesco. Caso seja aprovada, capital federal passará a ser a segunda cidade do Brasil a integrar a rede, no campo do design, e a terceira de toda a América do Sul. Página 4
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acional N “Nas democracias modernas nenhum Poder impõe sua vontade ao outro. Não interfiro e nem permito interferência indevida de um Poder sobre outro.”
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Charge
Michel Temer (PMDB) Presidente da República Valter Luís
Beto Barata - PR
Pedido de impeachment contra Gilmar Mendes é protocalado O ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles protocolou, no Senado, pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal
Federal Gilmar Mendes, com assinaturas de juristas, professores, funcionários públicos e estudantes. Além do impeachment, o grupo tam-
bém pediu que o STF e a Procuradoria-Geral da República investiguem se a conduta de Mendes tem sido compatível com o cargo que ocupa.
Inflação medida pelo IGP-10 cai de novo Pelo terceiro mês consecutivo, um importante indicador de custo de vida apresentou
deflação, ou seja, os preços medidos por ele caíram. Em junho, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) recuou 0,62% – esse é o melhor resultado para junho desde 2014, quando houve queda de 0,67%. O indicador é calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Fernando Frazão - Agência Brasil
“Eu acho que o Brasil vai sair melhor. Porque todos os países que melhoraram ou mudaram uma rotina de combate à corrupção passaram por um momento crítico. Hoje nós estamos com a realidade escancarada, não existe mais desculpa para dizer ‘eu não enxergo, eu não entendo’. Essas informações vão modificar a vida dos brasileiros.” Wagner de Campos Rosário Ministro da Transparência
Auditoria na folha de pagamento de empresas estatais O Tribunal de Contas da União determinou a abertura de auditoria na folha de pagamento de todas as empresas estatais, como o BNDES, para apurar se há desobediência ao teto constitucional no desembolso dos vencimentos. O TCU quer que o levantamento seja feito de maneira detalhada: ordenou que, além do valor final, a auditoria aponte a composição salarial, discriminando adicionais por função comissionada, por exemplo.
Cunha diz à PF que Michel Temer não o procurou Na saída da sede da PF na capital paranaense, após depoimento à Polícia Federal (PF), o advogado de Cunha, Rodrigo Rios, informou à imprensa que o ex-deputado disse que nunca foi procurado pelo presidente Michel Temer ou por interlocutores dele para evitar que ele fizesse delação premiada.
Janot reforça pedido de prisão de Aécio O procurador-geral da república, Rodrigo Janot, reforçou o pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) por entender que o parlamentar continua exercendo funções políticas, contrariando decisão do ministro
do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que o afastou do cargo no dia 18 de maio. Ao reiterar o pedido, Janot citou uma postagem no Facebook feita por Aécio no dia 30 de maio, em que o senador afastado aparece em uma foto
acompanhado dos senadores Tasso Jereissati (CE), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e José Serra (SP), colegas de partido. “Na pauta, votações no Congresso e a agenda política”, escreveu Aécio na legenda.
Maia quer “encerrar o assunto” O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu ontem a possibilidade de suspender o recesso parlamentar, que constitucionalmente começa no dia 18 de julho, para que a Casa vote a denúncia que a PGR (Procuradoria-Geral da República) deve apresentar contra o presidente Michel Temer nos próximos dias. Para Maia, “o papel da Câmara é começar e encerrar o assunto”.
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Alô Brasília Comunicação Ltda. CNPJ: 09612937/0001-92 Matriz: Setor de Autarquias Sul (SAUS), Quadra 5, Bloco K, nº 17, Ed. Ok Office Tower, 13º andar. Asa Sul, Brasília, DF - CEP: 70.070-050 Telefone: 3335-9200 comercial@alo.com.br
DIREÇÃO
PRESIDENTE Hélio Queiroz DIRETORA EXECUTIVA Luciana Conti
Antonio Palocci pede absolvição EDITOR-CHEFE Leonardo Ribbeiro MTB 06738/DF
DIRETOR REGIONAL - RJ / SP
Marianno de Azeredo Santos / marianno@gmx.com.br
O ex-ministro Antonio Palocci pediu a absolvição das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. De acordo com a defesa de Palocci, ficou demonstrado no decorrer da instrução processual a ausência do cometimento do delito por parte do ex-ministro.
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ALO Decisão sobre Instituto Hospital
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CLDF busca maior transparência na Campus Party Com o objetivo de garantir maior transparência aos atos legislativos e de envolver a população nas atividades parlamentares, a Câmara Legislativa do Distrito Federal participará da Campus Party, com um estande de seu Laboratório Hacker de Inovação (LabHinova). Durante o evento, o LabHinova vai realizar seu primeiro “Creathon”, uma maratona de criação que
visa desenvolver um banco de ideias e soluções para dois desafios: “como a tecnologia pode aproximar a população da política?” e “como a tecnologia pode contribuir para melhorar a transparência do Poder Legislativo?”. “Queremos aproveitar a criatividade e os conhecimentos tecnológicos dos jovens para nos ajudar a consolidar a relação entre a Câmara Legis-
lativa e a sociedade”, afirmou o presidente da Casa, deputado Joe Valle (PDT), durante coletiva de imprensa de abertura do evento. O governador Rodrigo Rollemberg também salientou a importância da participação do Legislativo na realização da Campus Party em Brasília. “Esse é mais um resultado da parceria entre o Executivo e o Legislativo em prol da cidade”, observou.
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de Base fica para terça
Após mais de quatro horas de discussão no plenário da Câmara Legislativa, a apreciação do projeto de lei que cria o Instituto Hospital de Base (PL nº 1.486/2017) foi adiada para a próxima terça-feira (20). O acordo foi feito ao final da sessão desta quarta (14), envolvendo não apenas os líderes de bancadas, mas todos os deputados presentes, favoráveis e contrários à proposta do go-
verno. Sob gritos de “O Base é do SUS” na galeria, os distritais assumiram o compromisso de discutir e votar nos dois turnos a matéria na próxima sessão. O líder do governo na Casa, Rodrigo Delmasso (Podemos), argumentou, contudo, haver uma emenda que retira a previsão das isenções do texto. E o deputado Agaciel Maia (PR) completou
alegando que o quórum para aprovação já passou pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Também presente no plenário, a ex-deputada e médica, Arlete Sampaio, listou uma série de críticas à transformação do Hospital de Base em Instituto. “O projeto é um equívoco e não corresponde à solução necessária para tirar a área da saúde da crise”, afirmou.
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istrito Federal D Casos prováveis de dengue caíram
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85,2% em 2017, de acordo com Secretaria da Saúde Brasília registrou 2.467 casos prováveis de dengue até 12 de junho. Os números representam 85,24% a menos em relação ao mesmo período de 2016, quando foram notificadas 16.714 ocorrências da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O dado é referente a residentes do Distrito Federal. No caso de pessoas que moram em outras unidades da
Federação, foram computadas 405 ocorrências prováveis neste ano. Em 2016, o montante era de 2.051, ou 80,2% a mais. Os dados são do Boletim Epidemiológico nº 24, divulgado nesta quarta-feira (14) pela Secretaria de Saúde. Das notificações prováveis, 84% (20.078) estão concentradas nas regiões administrativas: Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará,
Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho II, Sobradinho e Taguatinga. O número de mortos entre residentes do DF também diminui consideravelmente neste ano. Foram registrados nove casos graves e três óbitos em 2017. No mesmo período de 2016, ocorreram 39 casos graves e 21 mortes na cidade.
Gabriel Jabur/ Agência Brasília
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Foram registrados nove casos graves e três óbitos em 2017
Casos de zika e chikungunya A febre chikungunya apresentou 89 incidências prováveis em moradores do DF em 2017, contra 332 em 2016. Outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, a contaminação provável pelo zika vírus foi registrada em 55 residentes do DF no ano passado, e 310 neste.
Hemocentro de Brasília é palco de campanha nacional de doação Em comemoração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, festejado em 14 de junho, o Ministério da Saúde (MS) lançou a Campanha Nacional de Doação de Sangue. O evento de abertura da ação foi realizado, nesta quarta-feira (14), no auditório da Fundação Hemocentro de Brasília. Com o tema Doe sangue regularmente e ajude a quem precisa, o objetivo da iniciativa é sensibilizar novos voluntários e fidelizar doadores existentes. A ocasião teve a participação do ministro da Saúde, Ricardo Barros; do coordenador-geral de Sangue e He-
Editais
moderivados do MS, Flávio Vormittag; do secretário de Saúde, Humberto Fonseca; da diretora da Fundação Hemocentro de Brasília, Miriam Daisy Scaggion; e do secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandi Frutuoso. Em seu discurso, a diretora do Hemocentro destacou que, até abril deste ano, o Distrito Federal coletou 17.069 bolsas de sangue - a média mensal é de 4.267 -, o que corresponde a 73,5% do sangue coletado em Brasília. “Nossas doações são 83,4% espontâneas e, destas, 40% vêm de mulheres”,
explicou. A gestora ressaltou ainda que, no mesmo período, foram feitas 22.620 transfusões, incluindo as do Sistema Único de Saúde (SUS) e da rede privada. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, enfatizou a doação de sangue como uma prioridade da instituição. “Todos os órgãos envolvidos no processo estão totalmente mobilizados para garantir que o número de doações seja um sucesso e não apenas durante a campanha”, declarou Barros. Ele acrescentou que, hoje, o Brasil é referência em doação de sangue e está acima dos parâmetros da OMS.
Em busca de (mais) reconhecimento internacional O governo de Brasília entregou os documentos necessários para que a capital faça parte da Rede de Cidades Criativas, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Com a entrega, Brasília deu mais um passo para o reconhecimento internacional na categoria design — uma das sete áreas temáticas da rede. A candidatura se baseia no desenho do Plano Piloto, no desempenho dos profissionais que aqui atuam e nas políticas públicas do Executivo local. A ideia é transformar a capital federal em destino atraente e competitivo do turismo criativo. Uma das principais consequências é o fomento da economia criativa, com soluções modernas e sustentáveis. A candidatura de Brasília faz parte do objetivo do Plano de Turismo Criativo de Brasília. Segundo a subsecretária de Produtos e Políticas de Turismo da Secretaria Adjunta de Turismo, da Secretaria do Esporte Turismo e Lazer, Caetana Franarin, os documentos compõem um dossiê com os projetos
que promovem a participação social, como o Projeto Orla Livre. Caso a candidatura seja aprovada pela Unesco, Brasília será a segunda cidade do Brasil a integrar a rede, no campo do design, e a terceira de toda a América do Sul. A capital brasileira, se fizer parte da rede, terá acesso a um intercâmbio de projetos com outras cidades, como Berlim (Alemanha), Detroit (Estados Unidos), Helsinque (Finlândia), Puebla (México), Montreal (Canadá) e Xangai (China).
Candidatura foi lançada em 6 de junho pelo governador Rollemberg
Saúde suspende o uso de produtos da Vic Pharma Devido a uma determinação feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que suspendeu a fabricação, distribuição, comercialização e uso de 30 produtos da empresa Vic Pharma, a Secretaria de Saúde cessará a utilização de produtos dessa empresa, inclusive dois antissépticos à base de PVPi (iodo) e Clorexidina (biguanida) que servem para o preparo da pele dos pacientes da rede para procedimentos clínicos, assistenciais e cirúrgicos.
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empregada pública, protetora de animais e escritora
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PRIMAVERA DOS TRIGÊMEOS Os irmãos João Guilherme, Maria Vitória e José Felipe Amaral agitaram o fim de semana dos jovens brasilienses com um festão de 15 anos. Com traje all black, os 450 convidados se deslumbraram com a belíssima decoração em tons metálicos
assinada pela Villa Rizza, onde foi realizado o evento, responsável também pelo delicioso menu. A belíssima debutante usou dois modelos assinados pelo estilista Fernando Peixoto e emocionou os presentes quando dançou
valsa com o pai Paulo César ao som de “You’ll Be in My Heart”, tema da Disney, seguida pela dança das daminhas. Logo após, a pista ferveu até o amanhecer com a atração especial de Goiânia, DJ Rodrigo Junqueira
CURTINHAS Senso de humor é o sentimento que faz você rir daquilo que o deixaria louco de raiva se acontecesse a você. Barão de Itararé
Passeando com a linda namorada por Pirenópolis, Álvaro viu uma lojinha de artesanato. Quis agradar: - Vem, amor! Quero comprar um presente pra você... Ela, mais do que depressa: - Presente? Pra mim? Aqui em Piri? Mas aqui nem tem concessionária!! - Cadê Antenor? - Ele não vem... tá de namorada nova, sabe como é... - Ué!? Não está mais com a... - Não. - Nossa! Parecia tão apaixonado... - Pois é. Agora está namorando esta aqui, desta foto. - Ei! Mas isso não foi na festa do... - Isso... - Bem que eu desconfiei! Mas, ele apresentou como “amiga”. - E você queria o quê? Que ele apresentasse como “inimiga”? Teodoro desliga o telefone. Pensa um pouco, coçando a cabeça lustrosa. Sorri para mim, um sorriso meio amarelo. Lamenta: - É o que dá, a falta de orientação. Olho para ele mais atentamente. Pergunto: - Por que, Téo? O que houve? - Meu sobrinho. Aquele que se formou no ano passado. - Sei. - Vinte e dois anos e acaba de passar num concurso público. Salário inicial: quinze mil reais. - Uau! Que bom!! Parabéns ao garoto!! Mas, peraê! Não entendi onde está a falta de orientação... - A minha! Eu me aposento este ano e não ganho a metade disso.
Maria Vitória, linda no esplendor dos seus 15 anos.
Marcus Maia e Gabriella Miziara.
A graça das daminhas.
Karen Rosso e Duda Maia.
Família Campos Amaral na hora do brinde.
Ana Cláudia, Maria Fernanda e Hélcio Luiz Miziara.
Divertido grupo de amigos.
Mariana Miziara, Juliana Amaral, Gabriella Miziara, Maria Carolina e Maria Isabella Graça Couto.
José Felipe, Maria Vitória, Matheus Kenji e Lucca Piacesi.
Beatriz Dutra,Cristiane von Sperling e Léa David.
O conteúdo do artigo é responsabilidade de seu autor e não representa a opinião deste jornal.
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Fotos: Ghiva Silva
NENA MEDEIROS*
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Marlene Galeazzi marlenegaleazzi@gmail.com
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Sandro Gianelli
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sandrogianelli@hotmail.com
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Ons & Offs
Casuísmo O deputado federal Ronaldo Fonseca (Pros) entende que o casuísmo atual dificulta as mudanças que a população necessita. Para Ronaldo, o problema é que a defesa por eleições diretas, para presidente da República, é um casuísmo, visto a situação de crise política em que se encontra o país. O deputado defende eleições diretas a partir de 2018.
Declaração de guerra O deputado distrital Chico vigilante (PT) fez uma declaração de guerra ao GDF durante a sessão plenária da última quarta (14). O parlamentar alegou que se o governo quisesse votar o projeto de lei, do Instituto Hospital de Base, seria a prova de uma declaração de guerra contra a oposição.
Fim da influência política O senador Reguffe (sem partido/foto) apresentou em 2015 a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 52/2015, que muda a forma de escolha de ministros de tribunais superiores. Para o senador é preciso acabar com a enorme influência política que existe hoje nessas instituições.
Julgar o que é justo Reguffe entende que no momento de julgar, o ministro deve pensar apenas se aquilo é justo ou não, é correto ou não, e não se aquilo vai beneficiar ou prejudicar determinado político ou partido. O desabafo do senador é por conta do resultado do julgamento da chapa Dilma/Temer.
De olho no trabalho
Respeito O deputado distrital Agaciel Maia (PR) liderou as discussões entre os representantes do Governo e a oposição e solicitou ao presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle (PSB), que colocasse em pauta a votação do projeto de lei do Instituto Hospital de Base em consideração e respeito aos parlamentares e às pessoas que estavam presentes na galeria
Agradeça a oposição O deputado distrital Wellington Luiz (PMSB) lembrou que foi graças a oposição que dois projetos de lei foram aprovados na noite de quarta-feira (14). “Meu bloco saiu, se eu estivesse saído o governo sequer teria aprovado os dois projetos de lei no dia de hoje.”.
ANDRE DUSEK/ESTADAO
O secretário das cidades, Marcos Dantas (PSB), tem acompanhado pessoalmente todas as ações do programa Cidades Limpas. Dantas tem aproveitado e fiscalizado o trabalho das equipes de olho na execução das atividades, além de ouvir as demandas da população.
Envie fotos da sua cidade, críticas, sugestões ou denúncias pelo WhatsApp (61) 98406-8683
Desvio de foco O distrital Raimundo Ribeiro (PPS) acusou o deputado Agaciel Maia de estar desviando o foco da questão. “Talvez o governo não consiga mais o ônibus que trouxe servidores para as galerias.”.
Extinção do colégio de líderes Raimundo Ribeiro solicitou que fosse extinguido o colégio de líderes, tendo em vista que, as decisões tomadas lá, acabavam sendo modificadas em plenário.
ntorno E
Diversos serviços gratuitos O Ação Cidadã oferecerá mais de 20 de serviços como emissão de documento civil (RG, certidão de nascimento, certidão de casamento), passaporte do idoso, passe livre do deficiente, assistência jurídica, corte de cabelo, entrega de kits para gestantes e orientação para programas sociais como Bolsa Família e Renda Cidadã,entre outros.
Acesso aos direitos sociais Ação Cidadã em Novo Gama O Ação Cidadã estará neste final de semana, sábado e domingo, em Novo Gama. O programa oferecerá diversos serviços públicos. O atendimento será feito na Avenida Central com a Avenida Perimetral, na entrada principal de Novo Gama, ao lado da Saneago, das 8h às 16h.
O Ação Cidadã é um programa itinerante de promoção da cidadania da Secretaria Cidadã do Estado de Goiás, coordenado pela deputada estadual e secretária cidadã Leda Borges (PSDB). O programa visa ampliar o acesso da população aos direitos sociais. Priorizando as cidades distantes dos grandes centros.
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etor Produtivo S Espaço Aberto
LUIZ CARLOS BOTELHO Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF)
Um encontro de superação A 89ª edição do maior evento da construção civil na América Latina superou todas as expectativas. Agora, podemos confirmar: o Enic Brasília foi, de fato, o Enic de uma nova era, que respondeu à altura da revolução que deve ser feita no setor. Com o lema “Superação é nossa maior obra”, o Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) foi um divisor de águas na história do país, principalmente diante do atual cenário político e econômico. Com a presença maciça de autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o evento debateu assuntos da agenda nacional, bem como de interesse do setor. Reformas Trabalhistas e da Previdência, insegurança jurídica, novas tecnologias e sustentabilidade na construção civil fizeram parte dos temas debatidos. O encontro reuniu mais de 1,4 mil participantes, entre dirigentes, empresários e profissionais do segmento de todo o Brasil, aqui, na capital federal. Os números comprovam o sucesso e grandiosidade do evento: 130 palestrantes, 23 expositores, quatro apoiadores e quatro instituições parceiras. Com o fim deste grande encontro, estamos certos de que conseguiremos superar o impasse e a crise, bem como gerar inovações e procedimentos permanentes de robustez do segmento que mais pode empregar e dar condições econômicas ao país. Com as esperanças renovadas, seguimos em frente, para erguermos, juntos, um novo cenário, do qual os brasileiros possam se orgulhar. O encontro aconteceu entre os dias 24 e 26 de maio, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília. Esta edição foi promovida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e realizada pelo Sinduscon-DF.
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Garantia obrigatória para veículo novo e usado A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 5943/16, da deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), que exige a concessão de garantia mínima para veículos novos e usados comercializados no País. A proposta recebeu parecer favorável do relator, deputado César Halum (PRB-TO, foto), que destacou a importância da proposta.
O projeto tem relevância e atualidade, uma vez que os consumidores brasileiros que adquirem veículos novos ou usados não contam com uma legislação específica que garanta seus direitos.” Reprodução
O deputado César Halum (PRB-TO)
IPI para produtos destinados a pessoas com deficiência A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou proposta que isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) órteses, próteses, cadeiras de rodas motorizadas, leitos, macas e seus acessórios e ainda equipamentos de infor-
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mática quando destinados a pessoas com deficiência comprovada por laudo médico. A isenção valerá por cinco anos a partir da promulgação da nova lei, caso ela seja aprovada. O benefício só poderá ser utilizado uma única vez a cada dois anos pelo interessado.
MP da desoneração da folha de pagamentos é criticada Representantes da indústria têxtil criticaram nesta terça-feira (13) a proposta que põe fim à desoneração sobre a folha de pagamento (MP 774/17). Eles discutiram o assunto em encontro da Frente Parlamentar Mista pelo Desenvolvimento da Indústria
Têxtil. A MP 774 acaba com a desoneração da folha de pagamento para vários setores, entre os quais vestuário, calçados e automóveis, empresas do ramo de tecnologia da informação, teleatendimento (call center), hoteleiro e comércio varejista.
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O que dá para fazer com R$ 1 trilhão: - Com esse dinheiro
Brasileiros pagam R$ 1 trilhão em impostos A marca de R$ 1 trilhão do painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) será registrada hoje, às 8 horas. O valor equivale ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pela população brasileira desde o dia 1º de janeiro de 2017. Em
2016, o montante de R$ 1 trilhão foi alcançado bem depois (em 5 de julho). Essa diferença de 19 dias indica aumento arrecadatório de um ano para outro. Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), ex-
plica que a arrecadação aumenta quando há crescimento econômico e elevação de impostos. E que as taxas de inflação também exercem efeitos sobre quanto é arrecadado. “Já que nossa economia não está crescendo, essa diferença de 19 dias reflete aumentos e correções feitos em im-
postos e isenções, além da obtenção de receitas extraordinárias como o Refis. Reflete também a inflação, que, apesar de ter caído, segue em patamar alto”, analisa Burti. Para ele, “no segundo semestre, espera-se elevação de arrecadação em função da melhora da atividade econômica”.
você poderia comprar 2.307.214.024 cestas básicas. - Com esse dinheiro você poderia receber 10 salários mínimos por mês durante 8.925.988 anos. - Com esse dinheiro você poderia receber 50 salários mínimos por mês durante 1.785.197 anos. - Aplicado na poupança esse dinheiro renderia de juros R$ 134.957 por minuto. - Aplicado na poupança esse dinheiro renderia de juros R$ 8.097.381 por hora. - Aplicado na poupança esse dinheiro renderia de juros R$ 194.352.846 por dia. Aplicado na poupança esse dinheiro renderia de juros R$ 5.835.105.235 por mês.
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Carlos Jereissati Filho Presidente do Grupo Iguatemi
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‘Apesar de incertezas,
estamos otimistas’ O empresário Carlos Jereissati Filho, presidente do Grupo Iguatemi, que reúne shopping centers, um outlet e torres comerciais, diz estar otimista com o futuro do país, apesar das incertezas sobre a economia, sobretudo após as delações de Joesley e Wesley Batista, donos do JBS, gerando novas turbulências em Brasília. “A gente está vendo um cenário momentâneo de incerteza, mas estamos otimistas.”. Para ele, as reformas não estão comprometidas e país não pode chegar a 2020 com legislações dos anos 1940 e 1950. Leia a seguir a entrevista feita pelo Estadão, agência que fornece conteúdo ao portal do Alô Brasília.
A Lava Jato é mais um instrumento de atualização do Brasil, como tantos outros. Estão saindo alguns atores da política, os velhos métodos, e estão entrando outros. Esse reequilíbrio nos três poderes é essencial. Nenhum poder pode ser supremo.” Amanda Perobelli/Estadão Conteúdo
Agência Estadão: A atual crise política voltou a criar um clima de incerteza no país. A retomada do crescimento ficará comprometida? A gente estava indo na direção correta. Antes, caminhávamos para o abismo (durante a gestão da presidente Dilma Rousseff). É surpreendente. Matemática não é opinião, matemática é ciência. Não tem outro caminho. Ninguém pode, em sã consciência, não querer o ajuste fiscal, a redução das dívidas públicas, equilíbrio das contas do governo. Ninguém que seja razoável não vai querer perseguir isso. É só olhar o caos que se formou no Rio de Janeiro. Você prejudica quem mais precisa ser defendido.
AE: O sr. acha que o pre-
sidente Michel Temer, após essa mais recente crise, ainda terá força de conduzir as reformas? O que posso dizer é que o presidente Temer estava no papel correto, que é reorganizar a economia brasileira. Não tem outro caminho. É mentira quem disser o contrário. Não existe um plano B. Tem de estabilizar a economia, voltar a confiança das pes-
soas, atrair investimentos para voltar a gerar emprego. Se não houver confiança, não haverá investimento. Só vai piorar.
AE: Há um ano, o sr. ti-
nha um discurso mais conservador em relação à possível expansão de seus negócios, quando o país estava no meio de uma recessão. Mantém essa percepção? A gente tinha dito que 2017 seria um ano de desalavancagem e de esperar o que vai acontecer com a economia. Tudo isso dentro de um cenário que estava se reorganizando. Agora, com essa indefinição política, fica mais difícil pensar em retomada de investimentos. É um cenário de muita cautela. Vínhamos num momento de retomada na economia, com vários indicadores caindo, como inflação, juros. É o que as pessoas querem. Infelizmente, isso foi interrompido. Mas qualquer que seja a decisão (sobre as denúncias que pesam sobre Temer), é preciso que se vá adiante.
AE: Com a atual crise, os
empresários voltaram a conversar mais?
As pessoas conversam o tempo inteiro. Não só quando tem uma crise. Existe uma fantasia de que o empresariado age como se fosse da década de 1950. O Brasil foi atualizado. Antes, havia meia dúzia de famílias. Hoje, o Brasil tem milhões de empreendedores preocupados com seu negócio. É preciso atualizar o País. Não importa quem esteja lá. O caso da inflação é um exemplo. Demorou uns 30 anos para as pessoas perceberem que trabalhar com inflação alta não era bom. Um dia veio um presidente, estabilizou a economia e todos nós aplaudimos. Não podemos viver com amarras que impeçam o crescimento. Tudo isso vai ter de ser revisto. Seja hoje, amanhã ou depois.
AE: O sr. acredita que a atual equipe econômica é essencial para seguir com as reformas? Essa equipe está fazendo um ótimo trabalho. É lógico que as pessoas que estão fazendo um ótimo trabalho precisam continuar e fazer o que tem de ser feito. De novo, qualquer um que venha a entrar não tem muito espaço de manobra.
AE: Mas as recentes de-
lações geraram incertezas sobre as reformas. Aparentemente, não. Existe um consenso de um brasileiro silencioso, que é maioria, que defende que a economia vai continuar nesta direção. Ninguém ainda desacreditou que as coisas não vão ser feitas.
AE:
O que o sr. achou das gravações que vieram à tona? Eu não olhei. Só pedaços que foram mostrados, não tenho opinião. Tudo está muito nebuloso ainda. Uma gravação contra presidente da República não é uma denúncia qualquer, precisa ser esclarecida. Não dá para prejulgar ninguém. É preciso ver de fato o que aconteceu e tirar conclusões.
AE: Mas escancaram as relações entre o setor público e privado... Isso demonstrou um pedaço. O setor privado é muito maior do que se mostrou ali. Da mesma forma que existe gente boa e má na política, bons e maus empresários. Não pode pegar um momento que houve má ação de uma determinada empre-
sa e extrapolar isso. Essa generalização não ajuda em nada. Pelo contrário, está desnudando uma época de maus relacionamentos. Isso não pode ser extrapolado para o político que luta para dar certo. O Brasil não chegou onde chegou só com gente ruim. É o caso atual dos Estados Unidos agora. Os EUA não podem ser julgados pelo atual presidente. O Brasil é maior do que isso.
AE: Qual ajuste deve ser feito?
O ajuste fino é cada vez mais transparência, melhoria das regulações. Os órgãos de controle funcionam. A sociedade não admite mais. Não pode pegar episódio errado e contaminar o sistema. Temos instituições que funcionam, não somos uma república de bananas. Houve uma depuração. Foi o caso do Collor (ex-presidente Fernando Collor de Mello) e está sendo agora de novo. Estão sendo usadas as regras do jogo para depurar o que acontece. Isso é extremamente otimista dentro de uma sociedade que está se formando.
AE: Qual o cenário que
o sr. vê para 2018? Há
candidatos já colocados, como o ex-presidente Lula, João Doria e Jair Bolsonaro. Não se pode esquecer do governador Alckmin (Geraldo Alckmin, de São Paulo). É prematuro ainda. Vão surgir nomes. Acho que o Estado de São Paulo está bem posicionado. O Alckmin fez um belíssimo trabalho, o Doria também está fazendo.
AE: O ambiente político está muito marcado pela Lava Jato. Qual sua avaliação dessa operação?
A Lava Jato é mais um instrumento de atualização do Brasil, como tantos outros. Estão saindo alguns atores da política, os velhos métodos, e estão entrando outros. Esse reequilíbrio nos três poderes é essencial. Nenhum poder pode ser supremo.
AE: O sr. tem um discur-
so de quem reflete bastante sobre política. Pretende seguir o DNA da família e entrar na política? Não tenho ambição política. Me interesso pelo Brasil. O que eu faço é fazer a economia girar.