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Qui, 11/05/2017

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ANO 9 - Nº 2193 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

ALO

11 MAI 2017

BRASÍLIA

JORNAL

INJEÇÃO DE ÂNIMO PÁGINA 3

Distrito Federal já tem R$ 1,9 bilhão do Fundo Constitucional do Centro Oeste à disposição para investimentos na área produtiva. Durante reunião dos órgãos gestores dessa verba ficou estabelecido que o próximo passo é encontrar um meio para desburocratizar o uso desse dinheiro.

Para viabilizar os entraves burocráticos encontrados por muitos micro e pequenos empresários de Brasília, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável revela a criação do Na Hora Empresarial, que servirá de meio de interlocução entre os empreendedores e o governo.

Desenvolvimento de infraestrutura e suporte para funcionamento do Pólo JK vai finalmente ocorrer. Cerca de R$ 60 milhões serão injetados na região para aparelhamento do local, que abriga diversos segmentos do setor produtivo local.

Está cada vez mais próximo o fim da informalidade. Forçatarefa do Executivo está nas ruas em busca de ambulantes irregulares. Porém, não é somente um trabalho de tirar a pessoa do comércio informal, mas de oferecer condições e informações para que ele abra um negócio juridicamente legal.


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“O que precisamos é pacificar o país”

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Presidente Temer pediu paz durante cerimônia de assinatura do novo decreto de regularização portuária no Brasil, ontem, no Palácio do Planalto. “É preciso eliminar uma certa raivosidade que muitas vezes permeia a consciência nacional. Precisamos ter paz, tranquilidade e saber que nada vai impedir que o Brasil continue a trabalhar”, pediu o líder máximo da nação.

Sérgio Moro defende prisão de Antonio Palocci

O problema da corrupção  O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin disse durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política, na Câmara dos Deputados, que o Brasil passa por uma crise na democracia e que não é possível atribuir o problema da corrupção a apenas um partido. “Nós

não temos no Brasil um partido político que seja a mãe ou o pai da corrupção. Então, se imputar a um determinado partido político, qualquer que ele seja, como sendo responsável pela crise ética no Brasil hoje, creio que é esquecer o passado de 500 anos do nosso país”, declarou.

PSDB busca acordo  O PSDB ainda não desistiu de indicar o relator-geral da proposta orçamentária de 2018. O partido está buscando um acordo para que o cargo seja ocupado pelo deputado Marcus Pestana (MG). A reivindicação dos tucanos conta com apoio do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL). Tanto o PMDB como o PSDB no Senado vêm obstruindo os trabalhos na Comissão Mista de Orçamento, onde a proposta tramitará a partir de agosto, em uma tentativa de forçar a

negociação. A obstrução está sendo feita com a não indicação de representantes dos dois partidos para o colegiado. O PMDB tem direito a três vagas titulares e três suplências. Um deles será o presidente da comissão. O bloco PSDB-DEM-PV tem direito a quatro vagas (dois titulares e dois suplentes) e só indicou a metade. A Comissão de Orçamento foi instalada no dia 28 de março e até hoje não conseguiu eleger a Mesa, que é composta pelo presidente e por três vices.

Corpo a corpo com parlamentares  Como agenda do “Maio de Lutas”, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) convoca classe trabalhadora para vigília, no Anexo 2 da Câmara dos Deputados, às 10h, no dia 17 de maio. De acordo com Adilson Araújo, “o corpo a corpo junto aos parlamentares, somando com a ampla agenda entre os dias 15 e 19, será fundamental para pressionar ainda mais os parlamentares a votarem contra a PEC 287, que acaba com a Previdência Social pública”.

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Alô Brasília Comunicação Ltda. CNPJ: 09612937/0001-92 Matriz: Setor de Autarquias Sul (SAUS), Quadra 5, Bloco K, nº 17, Ed. Ok Office Tower, 13º andar. Asa Sul, Brasília, DF - CEP: 70.070-050 Telefone: 3335-9200 comercial@alo.com.br

DIREÇÃO

EDITOR-CHEFE

PRESIDENTE Hélio Queiroz

Leonardo Ribbeiro MTb 06738/DF

DIRETORA EXECUTIVA Luciana Conti

EDITOR EXECUTIVO Ádamo Araújo aaraujo@alo.com.br

NEGÓCIOS E PROJETOS ESPECIAIS

Marianno de Azeredo Santos / marianno@gmx.com.br

Reforma da Previdência para junho  Os líderes da base do governo têm jogado a expectativa de votação da reforma da Previdência no Plenário da Câmara para junho. O objetivo é conseguir uma maioria de 320 a 330 votos, maior que os 308 votos necessários para aprovar a proposta, como explica o vice-líder do governo na Câmara Darcísio Perondi (PMDB-RS). “Nós temos três semanas mais ou menos para garantir 330 votos. O governo vai botar em votação quando tiver

330 votos.” Para o vice-líder do DEM Onyx Lorenzoni (RS), a julgar pela votação da reforma trabalhista e pela conversa informal com as bancadas, o governo teria hoje um máximo de 250 votos a favor da proposta da Previdência. Onyx, que é contrário à reforma, disse que o ritmo da votação da reforma trabalhista no Senado também será importante. “Era para a reforma trabalhista passar talvez em uma comissão lá, já

está passando em três, e tem sido dito lá no Senado que antes do final do ano ela não vai a voto. Eu não vejo condições de que os parlamentares aqui, que têm pago um alto preço para modernizar o Brasil, principalmente do ponto de vista da compreensão da sociedade, ainda se disponham a fazer algo muito ruim, que é a proposta original do governo - que não foi melhorada no meu entendimento - e que está a bulir com a vida das pessoas.”

Efeitos do ajuste fiscal  O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que a queda da inflação mostra que o ajuste fiscal está surtindo efeito. “É uma notícia positiva, a inflação está reagindo ao ajuste fiscal, taxa de juros estrutural caindo. O que leva

também a uma queda da inflação à medida que a economia demanda menos taxa de juros de equilíbrio”, disse o ministro, após participar do congresso da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Marcello Casal Jr/Agência Brasil

movimentação, possivelmente até 2014, de cerca de R$ 150 milhões em recursos ilícitos por Antonio Palocci – para caixa dois de campanhas eleitorais ou para enriquecimento próprio. O magistrado ressaltou ainda que tal quantia não foi integralmente recuperada, dando chance à prática de novos crimes de lavagem de dinheiro, caso o ex-ministro seja solto.

 O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância em Curitiba, enviou ontem uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para defender que o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci permaneça preso. Moro destacou ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, a existência de provas que dão conta da

Valter Luís


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GDF investe mais de 4 milhões na Ceilândia Cláudia Fernandes Com uma área de aproximadamente 2,7 mil metros quadrados, o empreendimento trará, como principais benefícios, a abertura de 93 postos de trabalho por turno, capacidade de processar 18,6 toneladas de resíduos também por turno, inclusão socioprodutiva das cooperativas de catadores de materiais recicláveis e o tratamento ambiental adequado desses resíduos.Além desses benefícios, o Centro de

Triagem irá contribuir com o aumento de vida útil do Aterro Sanitário de Brasília na medida que possibilitam um maior aproveitamento dos resíduos descartados pela população, informa o Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU).A obra está estimada no valor total de R$ 4.200.000,00 e, segundo a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o contrato com a empresa ganhadora do certame, Astoke Engenharia, está em fase

de homologação, não sendo possível ainda informar a data de início das obras, porém deverá ser entregue até 150 dia após o início das obras. A Astoke Engenharia possui mais dois contratos com a Novacap, os quais ainda estão em andamento, a conclusão da marquise do bloco “D” do Hospital Regional de Sobradinho e a construção do parquinho de madeira do Taguapark que está em fase de acabamento e deverá ser entregue essa semana.

TJDF mostra gastos de 2016 O presidente do TJDFT, desembargador Mario Machado, realizou evento em reconhecimento ao esforço dos gestores e das unidades no alcance do equilíbrio financeiro necessário para esse fim. Na ocasião, o secretário-geral Celso Neto apresentou os dados da evolução dos custeios e investimentos do Tribunal, desde 2008 até 2016. Segundo o Secretário, das 111 ações construídas a partir de reuniões que originaram um Plano de Ação, 80 foram executadas em 2016, 22 estão em andamento e somente 9 não foram iniciadas. Neto ressaltou ainda as campanhas de sensibilização para

Ceasa-DF amplia o seu espaço Será gasto 22 milhões de reais na construção de mais 2 pavilhões nas dependências do Ceasa-DF. Segundo informações do próprio Ceasa-DF, a obra constitui na construção de um espaço com mais 24 boxes destinados a comercialização no atacado.

Essa ampliação é uma demanda tanto dos empresários quanto dos compradores. Sua construção trará benefícios para as empresas que poderão comercializar dentro do Ceasa-DF e, também, para os consumidores que terão mais opções para

compras. A previsão é de que obra tenha seu início para setembro/2017 com prazo de entrega de 10 meses. Diariamente, circulam pelo Ceasa-DF cerca de 10 mil usuários, os quais serão beneficiados com mais 24 pontos de comercialização. (C.F)

Lixão da Estrutural o engajamento dos públicos e o monitoramento das ações por meio de painel eletrônico. Os itens monitorados foram: água, energia, manutenção predial,

bens de consumo, correios, gráfica, transporte, vigilância, limpeza, alteração de layouts, impressão, infraestrutura de TI, obras e telefonia.

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, anunciou que desativará um dos 50 maiores lixões a céu aberto do mundo, o lixão da Estrutural. Localizado próximo ao Parque Nacional de Brasília e a cerca de 20 quilômetros da Esplanada dos Ministérios, o aterro é utilizada desde a década de 1960 para depósito de lixo.

Senado debate crise hídrica com a Caesb Hoje, às 18h, será debatido em audiência pública na Comissão Senado do Futuro a situação das capitais e cidades de porte médio que sofrem restrições de abastecimento de água: o caso do Distrito Federal e Entorno. De acordo com o requerimento, de autoria do Senador Hélio José (PMDB/DF), a reunião faz parte de um ciclo de debates para discutir o futuro das capitais e cidades afetadas pela crise hídrica.

A reunião servirá, também, para tentar encontrar medidas para evitar uma crise social e ambiental provocada pela escassez de água e do inadequado manejo das fontes naturais e reservatórios artificiais, instrumentos para frear o processo de desertificação que ocorre em vários biomas, inclusive sob ação humana, e quais as medidas legislativas cabíveis para alterar a situação de crise. Foram convidados

para a audiência o presidente da Companhia de Saneamento de Goiás – Saneago, Jalles Fontoura de Siqueira; a assessora de meio ambiente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – Caesb, Raquel de Carvalho Brostel e o coordenador do Programa de Pósgraduação em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos da Universidade de Brasília - PTARH/UnB, Carlos Henrique Ribeiro Lima.


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Calote nos aposentados Sem taxas para livros e medicamentos  Tributação zero é a intenção do projeto de lei que paulatinamente acabará com os encargos em cima de medicamentos de uso continuado. Em discussão na CLDF, o argumento principal que embasou a pauta foi de que há duas coisas que o Estado não poderia taxar: livro necessário para o bom desenvolvimento da educação básica e remédio de uso continuado ou de alto risco. (HT)

 O deputado Chico Vigilante demonstrou preocupação com os trabalhadores aposentados da saúde do Distrito Federal, em 2016, que até agora não foram pagos e nem houve

uma definição de como fazê-lo, durante a sessão de ontem à tarde. Por fim, ele enfatizou a importância da solidariedade dos deputados da Casa para viabilizar o pagamento. (HT)

Instituto Hospital de Base  Vigilante também se demonstrou contrário à criação do Instituto Hospital de Base. E considerou um engodo e

lamentou da necessidade de no mínimo 13 deputados contrários pra impedir o andamento do projeto. (HT)

Crise hídrica

 No inicio do ano, houve o lançamento do Observatório da Crise Hídrica, que continua em andamento. Aos gestores dos recursos hídricos, é preciso atenção: A Barragem do Descoberto atingiu recentemente a marca de 55,9%. Em paralelo a mesma época, no ano passado, esses recursos estavam normalizados(100%). (HT)

Regularização em discussão HENRY THIAGO

Redução orçamentária do IFB prejudica ensino  O contingenciamento de recursos orçamentários que vem prejudicando as atividades do Instituto Federal de Brasília (IFB) foi discutida durante audiência pública que reuniu, no auditório da Câmara Legislativa, parlamentares, alunos, professores, servidores e apoiadores da entidade. Ao abrir os debates, o presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle (PDT), ressaltou a importância

do IFB, “que tem o poder de promover uma revolução em nosso país, a partir do oferecimento de educação de qualidade”. Ele propôs a reunião de forças entre as bancadas distrital e federal em defesa do Instituto e anunciou que será realizado na próxima semana um encontro de parlamentares com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para tratar do orçamento da entidade.

CLDF derruba oito vetos do governador  Os deputados distritais derrubaram oito vetos do governador Rodrigo Rollemberg a projetos de parlamentares. Os projetos tratam de assuntos variados e serão promulgados nos próximos dias. A derrubada dos vetos foi estabelecida em reunião de líderes, e as votações foram unânimes. Entre os vetos derrubados, destaca-se o veto total ao projeto de lei nº 432/2011, da deputada Celina Leão (PPS). O PL proíbe o agendamento de provas de concursos públicos no DF no mesmo dia de outro certame já previsto. A proibição vale para concursos para provimento de cargos na estrutura do GDF ou para cargos na União.

 Durante a sessão

de ontem, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o deputado Rodrigo Delmasso (Podemos) lembrou que na semana passada o governador Rodrigo Rollemberg assinou decreto com o intuito de colaborar com a regularização dos condomínios. No entanto, insistiu que é preciso que a CLDF inicie o debate para esse e demais projetos de lei. Bem como o PL que reformula o código de obras do DF, previsto para entrar em vigor, ainda esse semestre.


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*ROBSON RODOVALHO é bispo presidente do Ministério Sara Nossa Terra e ex-deputado federal.

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COMEMORANDO O SUCESSO

Conceito

ROBSON RODOVALHO

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Marlene Galeazzi marlenegaleazzi@gmail.com

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Quem conhece a história do empresário Voriques Oliveira, sabe que para ele, as palavras crise e dificuldade não existem. De origem humilde, ainda menino foi a luta, vendendo frutas do quintal de sua casa e con-

seguiu se transformar num dos mais importantes empresários de Brasília. Agora, desconhecedo os tempos de recessão, continua sua caminhada vitoriosa, inaugurando mais uma loja do seu grupo, Desta vez, em pa-

receria com multinacional alemã . A inauguração da Zeiss Vision Center, no Brasilia Shopping, com delicioso coquetel, de tão concorrida, se transformou num verdadeiro evento social.

Vá para lugares onde você é celebrado

Fotos: André Violatti

Adote o princípio de estar em lugares onde você é celebrado, não tolerado

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sua autoestima e seu valor próprio são as chaves para a sua felicidade e para toda e qualquer relação próspera e duradoura. Nada pode substituí-la! Ninguém pode preencher o vazio que foi formado em nós por ocasião de nossa infância. Valor próprio e autoestima são valores que recebemos em nossa família. Somos resultados do amor e da aceitação que recebemos em nossa casa. Por isso, a ausência paterna ou materna é terrível, ou mesmo os desequilíbrios e patologias deles despejadas sobre as crianças. Uma criança marcada emocionalmente leva para o resto de sua vida e, provavelmente, irá multiplicar essa dor em outras pessoas, na tentativa de anestesiar. Um das características da baixa estima ou desvalor é verificada quando transferimos nossas expectativas para outras pessoas. Quando ouvimos expressões como “você não me valoriza” ou “ você não me faz feliz” , estamos, na prática, assistindo esse cenário de transferência. Ou seja, ao invés de me valorizar, espero que os outros o façam por mim. É certo que nos relacionamentos, temos situações de desvalor, desprezo e até depreciação. O fato é: quando alguém não lhe valoriza, você precisa saber como se posicionar. Você precisa ter a força e a coragem para confrontar e fazer ajustes quando necessário, isso para relações familiares. Quanto às relações de trabalho ou negócios, você precisa ser capaz de adotar o princípio de estar em lugares onde você é celebrado e não tolerado. Saia da posição da “misericórdia” e vá para a da “solução”. Não vá para os lugares que as pessoas só te toleram. Busque estar em posições onde sua presença é necessária, onde é estabelecido por sua competência e pelas soluções que você apresenta. Relacionamentos baseados em favores têm prazos curtos demais. Já os baseados na competência tendem a crescer. O conteúdo do artigo é responsabilidade de seu autor e não representa a opinião deste jornal.

Voriques com Letícia e Cristina Hercos.

Juliana Borges, Rose Saboya e Thiago Malva.

Cristiane Brasil, Ana Cláudia Leão e Carmen Difforene.

Marcelo Chaves e Carolina Puga.

Notinhas NÍVER  Nossos abraços de hoje, com votos de saúde,

vida longa e as bênçãos dos céus, vão para os aniversariantes desta quinta-feira, deputado ditrital, Cristiano Araújo, ex-vice-governador Tadeu Filippelli e a empresária Cláudia Pereira.Também cumprimentamos as queridas amigas aniversariantes da semana, Natália Galvão e Shanda Ramaldes.

LANÇAMENTO  Logo mais à noite, no BierFass do Pontão, vai acontecer o lançamento oficial da SWF. Com apoio da Casa Perini e da Miolo, o evento será exclusivo para convidados.

MUDANÇA  Quem passou rapidamente por Brasília, tratando dos assuntos ligados a sua casa do Lago Sul, foi a querida Beth Muller. Ela comunicou às amigas que em breve troca Caldas Novas, onde está morando, por Goiânia.


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Izalci e Dória O deputado federal Izalci (PSDB) esteve na manhã de ontem (10), em São Paulo, reunido com o prefeito João Dória (PSDB).Izalci e Dória devem protagonizar a propaganda eleitoral do PSDB no DF. A ideia é tornar o Dória mais conhecido na região e colar a imagem de gestor do Dória a de Izalci.

Recursos para a UnB de Ceilândia Atendendo a um pedido dos alunos da Universidade de Brasília Faculdade de Ceilândia (UNB), o gabinete da deputada distrital Luzia de Paula (PSB) estuda uma forma de contemplar a Faculdade com a destinação de recursos para a cobertura da quadra poliesportiva. Recentemente a parlamentar recebeu o diretor do Campus e uma comissão de alunos e se comprometeu a articular a destinação dos recursos.

Sandro Gianelli sandrogianelli@hotmail.com

Ons & Offs Direita rachada De um lado temos o deputado federal Izalci (PSDB) que tem se destacado na defesa da regularização fundiária e ultimamente se aproximou do senador Hélio José (PMDB), que deve trocar a sigla,rumo ao quinto partido em sete anos. Juntos os parlamentares têm se aproximado do grupo de partidos políticos comandados por evangélicos.

Direita rachada 2

Fraga e companhia não gostaram do evento realizado pelos evangélicos, onde seu grupo não foi convidado e que contou com a presença de Izalci e Helio José. Rapidamente um almoço entre Fraga, Alírio e Filippelli foi agendado, mostrando a união do grupo.

Segundo a Caesb, em caso de sobra, o dinheiro pago pelo consumidor referente a tarifa de contingência, que deixa a conta de água e de esgoto 20% mais cara, será devolvido. Será que sobra? E se sobrar, você acredita que será devolvido?

Envie fotos da sua cidade, críticas, sugestões ou denúncias pelo WhatsApp (61) 98406-8683

ntorno E

Incógnita Outros nomes importantes da direita ainda não se manifestaram. Como o do candidato a governador em 2014, Jofran Frejat (PR), a suplente de deputada federal Eliana Pedrosa (sem partido), a esposa do ex govenador Arruda, Flavia Arruda (PR) e Rogério Rosso (PSD), que iniciou sua carreira política no grupo de Joaquim Roriz. Um fato é inânime, se a direita quiser voltar ao comando do DF terá que se unir, seja no primeiro ou no segundo turno das eleições de 2018.

Obra retomada Hoje (11), às 10h30, está previsto a visita dos governadores Rodrigo Rollemberg (PSB) e Marconi Perillo (PSDB) edo ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), visitam às obras de Corumbá IV no Distrito Federal. O encontro oficializa a retomada das obras do Sistema Produtor Corumbá, que beneficiará cerca de 1,3 milhão de habitantes.

Os governadores Rodrigo Rollemberg (PSB) e Marconi Perillo (PSDB).

A Coluna Ons e Offs entrevistou o policial militar Hermeto. A entrevista aconteceu por volta de 1h da manhã, quando o PM estava de serviço voluntário. Hermeto chega a tirar 8 serviços voluntários por mês e atualmente trabalha na assessoria parlamentar da Polícia Militar na Câmara Legislativa. Policial da ativa, é primeiro suplente de deputado distrital pelo PMDB e précandidato nas eleições de 2018.

Do outro lado temos o deputado federal Fraga (DEM), o presidente do PTB Alírio, o ex vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) e RôneyNemer (PP), que se uniram e em termo de campanha majoritária saem na frente com amplo tempo de TV. Uma das principais armas para quem pretende governar o DF.

Toma lá, dá cá

Perguntar não ofende

ntrevista E

Abrangência

Superfaturamento

O novo sistema atenderá os municípios de Novo Gama, Luziânia, Valparaíso de Goiás e Cidade Ocidental, além de cidades do Distrito Federal. A obra é uma iniciativa dos governos de Goiás e do DF, e está sendo executada por meio da Companhia Saneamento de Goiás (Saneago) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

A obra foi paralisada há nove meses por causa de denúncias de superfaturamento, o Sistema Produtor Corumbá, no Entorno do DF, tem previsão de retomada para o mês de junho, com redução de R$ 19,5 milhões no preço de quatro conjuntos de bombas hidráulicas.

Hermeto Suplente de deputado distrital

A falta de um deputado distrital da polícia militar traz quais problemas para a PM?

Faz muita falta um PM e nossa corporação só terá um deputado distrital se houver união.A corporação sem um representante na Câmara Legislativa fica sem condições de negociar e fazer pressão junto ao governo nas questões pertinentes a PM. Se você não tiver uma base eleitoral fora, dificilmente você se elege,por causa da grande quantidade de policiais que saem candidato.

Como morador e exadministrador da Candangolândia quais sãos os problemas e melhorias que a cidade teve nessa gestão?

A situação da Candangolândia é muito complicada. Uniram três cidades para um único administrador. O que dificulta a eficiência do atendimento, hoje com quase três anos de gestão não houve nenhuma obra de melhoria na cidade. Os espaços públicos estão abandonados. No final do ano passado a administração devolveu recursos por falta de gestão.

Para você o fato da Candangolândia não ter mais um administrador prejudica na manutenção da cidade?

Cada cidade tem sua história e luta em prol da sua emancipação política e isso foi jogado fora. A economia que tem sido feita é insignificante para o transtorno que causa aos moradores. É muito prejudicial a falta da figura desses administradores.


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etor Produtivo S FOMENTO

Andre Brorges/Agência Brasília

Espaço Aberto

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O secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável Valdir Oliveira

CLEBER PIRES Cleber Pires é presidente da Associação Comercial do Distrito Federal e empresário no ramo de concessionárias de automóveis.

A SECA QUE NOS AFLIGE

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omo cidadão e como representante do comércio da Capital do País, não posso me calar diante da grave crise hídrica que se precipita e nos afeta. A falta de chuvas no Distrito Federal tem complicado ainda mais a situação que já causou diversos prejuízos na cidade, causando- inclusive – o fechamento temporário de diversas lojas como escolas, clínicas, salões, bares e restaurantes que, simplesmente, não podem funcionar sem o abastecimento normal de água. Lendo os jornais locais, me deparei com um dado grave. De acordo com a Agência Reguladora de Águas do DF (Adasa), em março do ano passado, o índice das barragens do Descoberto e de Santa Maria/Torto estava em 100% — e agora, cada um deles não ultrapassam 43,60% e 47,56%. Com isso, a perspectiva de desabastecimento aumenta, causando prejuízo – mais uma vez – para a população. Isso, me faz pensar e refletir, outra vez, na gravidade de termos governantes que não seguem nenhum planejamento em suas gestões, preferindo tapar buracos ao se concentrarem em ações não edificantes, que não contribuem para o desenvolvimento econômico. Por isso, hoje - o governo estuda a possibilidade de aumento nos dias de rodízio, forçando a redução do consumo, enquanto busca o aumento da captação de água com as obras no Córrego Bananal, além da emergencial do Lago Paranoá. Paralelo a isso, a Caesb monitora os reservatórios nessa época de pouca chuva, apesar de acabarmos de fechar o mês de abril, que não contribuiu para a formação de lençóis freáticos mais imponentes. Assim, apesar do governo tomar uma atitude que busca minimizar os prejuízos, ainda me preocupo e espero que tais obras – ao lado de Corumbá IV – possam afastar esse triste fantasma do racionamento. Que isso sirva de lição aos gestores públicos que serão sempre cobrados por nós, que buscamos o melhor para o Distrito Federal. Por isso, aproveito para elogiar e de colocar a Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF) ao lado do Ministério Público do DF e dos Territórios, que acaba de promover uma audiência pública para discutir a crise hídrica na região, com a presença de especialistas, de promotores de Justiça do Meio Ambiente (Prodema) e do Direitos do Consumidor (Prodecon). Aqui nossos parabéns! O conteúdo do artigo é responsabilidade de seu autor e não representa a opinião deste jornal.

FCO libera 1,9 bi para o Distrito Federal  Na tarde dessa terça-feira (10), o Conselho de Financiamento à Atividade Produtiva do Distrito Federal (Cofap), realizou a primeira reunião tendo como presidente o secretário Valdir Oliveira, que assumiu o comando da Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável (SEDES). O objetivo da reunião do Conselho foi alinhar estratégias junto a representantes do setor produtivo

para que, neste ano, toda a verba disponibilizada pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) - cerca de R$ 1,9 bi - seja utilizada, contribuindo para a recuperação da economia local. Este valor já foi liberado e estará disponível apenas até outubro. O FCO é dinheiro do Governo Federal para os estados do centro oeste e DF, que deve ser utilizado no desenvolvimento da

economia por intermédio da concessão de créditos a empresas que querem expandir as atividades, o que consequentemente aumenta a geração de empregos. No total, o fundo disponibiliza R$ 10 bi para os estados, sendo que a fatia que cabe ao DF é de quase R$ 2 bi. No entanto, nos últimos anos, cerca de metade do valor disponibilizado para o Distrito Federal foi devolvido. As lideranças do setor apon-

Secretário faz balanço do primeiro mês de gestão  A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável do DF (SEDES) iniciou uma nova gestão em abril passado. O secretário Valdir Oliveira avalia como bastante produtivo seu primeiro mês encabeçando a pasta. “Minha primeira ação foi ouvir o setor produtivo. O desenvolvimento do DF passa pelas mãos dos empresários locais. Me reuni com lideranças de várias frentes e pude ouvir suas reivindicações”. Valdir também destaca um importante compromisso firmado pelo governador

Rodrigo Rollemberg para apoiar os micro e pequenos empreendedores. “Além de se comprometer a não aumentar nenhum imposto no DF, o governador também trabalha a possibilidade de desoneração”. Juntamente com a negociação para o não aumento dos tributos, Antônio Valdir ressalta três outras frentes de trabalho “Nós demos início às negociações para montarmos o Na Hora Empresarial, já liberaremos na próxima semana os editais para a revitalização do pólo JK e já demos início ao trabalho de fiscaliza-

ção aos comércios ilegais que invadiram as ruas de Brasília. Queremos formalizar os empreendedoras, gerando mais renda e emprego”. Outra importante ação pontuada pelo secretário Valdir é o Na Hora Empresarial. A SEDES, em parceria com a Federação das Indústrias do DF e o SESI DF investirá em um espaço dedicado a prestar auxílio ao pequeno e médio empreendedor. “A intenção é ter este espaço funcionando ainda este ano, com apoio do Banco do Brasil e do BRB”, conclui.

tam um excesso de burocratização para a liberação da verba aos empresários. “É claro que nós iremos respeitar os ritos para a liberação de dinheiro, inclusive os relativos às garantias que o Banco do Brasil precisa ter das empresas para liberar o empréstimo, mas é necessário que se dê mais agilidade a esse processo”, disse o secretário Valdir Oliveira. Para João Vicente Fei-

jão, Superintendente da Federação do Comércio do DF, o crédito disponibilizado pelo FCO funcionará como um “alavancador de desenvolvimento, de incremento do comércio e do setor de serviço do Distrito Federal. Não podemos devolver um dinheiro tão necessário para a nossa recuperação. Todo ano o Banco do Brasil devolve entre 30% e 50% do dinheiro disponibilizado” ressalta.

Rollemberg libera 60 mi para o Polo JK  Sairá, na próxima semana, o edital de licitação para obras de melhoria de infra-estrutura do Polo de Desenvolvimento JK, em Santa Maria, a 40 quilômetros do centro de Brasília. Ao todo, serão investidos R$ 60 milhões em melhorias no local. As obras irão ampliar a rede de drenagem do local e o fornecimento de energia. Essas obras poderão ser pagas com recursos do programa Pro-Cidades, que por intermédio de uma par-

ceria entre o Governdo do Distrito Federal e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, possui US$ 75 milhões para investimento justamente em áreas destinadas a atividades econômicas. Além dos valores que serão empregados na melhoria do local, o GDF também aplicará mais R$ 2,4 milhões em capacitação e consultoria para os pequenos e médios empresários do DF, para atender de maneira gratuita os empreendedores.


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Chico Vigilante (PT) Deputado Distrital

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Por: Luis Xavier de França

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DE MAIO DE

“A população tem que ser mais participativa” O deputado distrital Chico Vigilante (PT) não tem papas na língua. Opositor ao governo Rodrigo Rollemberg, alerta que não faz oposição “do tipo: ‘quanto pior, melhor’”, pois crê que projetos que sejam do interesse da cidade devem ser votados e aprovados, independentes de onde venham. Em conversa exclusiva com o Alô Brasília, o parlamentar fala da relação da Câmara Legislativa com o Governo de Brasília, da atuação de colegas da Casa e do cenário político atual no Distrito Federal. Alô Brasília: Como tem sido a relação da Câmara Legislativa dos Distrito Federal com o governador Rodrigo Rollemberg? Concorda que já houve muito desgaste? A Câmara Legislativa tem sido muito generosa com o governo Rollemberg, nós ampliamos a arrecadação em mais de R$ 1,5 bilhão com impostos que a Câmara autorizou. Alguns eu votei contra. Ele insistiu que queria porque queria aumentar IPTU, e esse imposto nós não deixamos que aumentasse. E agora ele reclama que caiu a arrecadação. AB: E caiu? Caiu a arrecadação por incompetência do governo. Demora em

média três anos para conseguir um alvará de construção. Por isso que hoje temos a maior taxa de desemprego do Brasil. Enquanto a média nacional é de 13%, aqui é de 20%. Ele desmontou a saúde pública. O sistema de educação que era bom, hoje está ruim. Ele pegou o sistema de transporte cuja frota tínhamos renovado e que faltava fazer uma questão fundamental, que é a unificação do sistema com a integração e bilhete eletrônico. Hoje o que eu vejo é que os ônibus já ficaram velhos. Brasília voltou a uma modalidade antiga que era a de ter ônibus quebrados pela estrada. Então é um fracasso completo. E a culpa é dele. Não é da sociedade e nem da Câmara Legislativa.

AB: No último dia 3, o senhor reclamou no Plenário da ausência de parlamentares para dar início às atividades do dia, que acabaram encerradas por falta de quórum. Para que serve a CLDF? O que eu tenho chamado a atenção (dos deputados distritais) é que a população de repente venha a sentir que a Câmara Legislativa não serve para nada. E na hora que tiverem a visão de que isso não serve para nada, a Casa fecha. O que é ruim para a democracia. Então temos que fortalecer o legislativo porque a única maneira de ter uma democracia plena funcionando é com um legislativo forte. AB: Como os deputados distritais

justificam depois as suas faltas no plenário? Não sei como eles têm justificado para os eleitores deles. AB: A Casa não exige justificativa? O controle é muito frouxo. Eu defendo que aqui tivesse um sistema de controle eletrônico. E também um sistema de votação eletrônica. Uma coisa também que eu venho defendendo há muito tempo é a instalação da TV Legislativa. Porque na hora que você tiver todas as sessões filmadas e transmitidas ao vivo, a população vai identificar quem está no Plenário. AB: O senhor já chegou a elaborar algum projeto em prol disso? Não. Isso depende da Mesa Diretora para fazer uma licitação. AB: O senhor acha que a população tem cobrado pouco dos distritais? A população cobra bastante. Ela tem que cobrar até mais. A população tem que ser mais participativa. Vou te dar um exemplo. Existe a Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo. Estava prontinha na época do Agnelo Queiroz e não foi encaminhada. Vai completar três anos do governo Rollemberg e ele não manda. Essa lei que disciplina toda a ocupação do solo do Distrito Federal é a que vai desburocratizar alvará de construção, es-

Luis Xavier de França/Alô Brasília

tabelecimentos que precisam se instalar na cidade e não avança isso. A dificuldade de investir em Brasília é tão grande, pois nós temos uma legislação arcaica, que os investidores estão indo para o Entorno do Distrito Federal. Estamos exportando emprego e ficando com a nossa população desempregada. O que é uma lástima. AB: O que falta para que esse cenário mude? Agilidade do governo. Falta alguém no governo que tenha pulso e comando para deliberar essas coisas. O problema é que parece que eles não sabem fazer. AB: Para as eleições de 2018, como o senhor avalia o cenário político atual do DF? O cenário hoje está tão conturbado e ruim que hoje não tem um nome que se destaque. A minha esperança é que apareça alguém. O José Reguffe, por exemplo, eu tenho o maior respeito. Mas me aponte uma coisa feita pelo Reguffe no Distrito Federal. Com a crise que a gente tem vivido no país o senador não diz nada. Não dá para ser assim. Tem que ter um lado. Um exemplo muito ruim, que eu lamento é a mesma turma que apoiou o Agnelo Queiroz, o Cristovam Buarque, o José Reguffe e outros, e depois pularam fora. Os mesmos foram para os eleitores apoiando o Rollemberg e falando mal do Agnelo que eles mesmo tinham

apoiado. E agora já estão contra o Rollemberg. Dá para acreditar nesse povo? Eu não apoiei e nem votei no Rollemberg e lamento dizer que pela primeira vez eu anulei um voto na minha vida, que foi o voto do segundo turno. Eu não faço oposição a Brasília, faço oposição ao Rollemberg. Se tiver algum projeto dele que seja do interesse da cidade, eu o melhoro e voto a favor. Mas não vou fazer oposição do tipo: “Quanto pior, melhor”. Isso não é oposição. Isso é destruição. AB: Existe algum projeto do governador Rodrigo Rollemberg que o senhor apoia? A LUOS (Lei de Uso e Ocupação do Solo). A hora que ele mandar, nós estaremos prontos para debater e votar a favor. AB: Tem alguma promessa de campanha dele que o senhor acha que falta ser feita, aprovada e executada? A promessa das eleições diretas para administrador regional, embora não tenha cumprido nenhuma. Foi seu mote de campanha. Ele não fez e nem vai fazê-la. AB: Consegue imaginar o motivo? Porque ele precisa do apoio dos deputados distritais. O administrador teria mais independência caso fosse eleito por voto direto. E hoje eles são funcionários dos deputados distritais.


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Qui, 11/05/2017 by Alô Brasília Comunicações Ltda - Issuu