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Seg, 27/03/2017

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ANO 9 - Nº 2160  SEGUNDA-FEIRA, 27 DE MARÇO DE 2017  DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

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CLDF

ALO LILIANE VAI COLOCAR A MÃO NO BOLSO PARA PAGAR MULTA Em processo de desfiliação, deputada terá de pagar mais de R$ 300 mil ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro.

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BRASÍLIA

JORNAL

FISCALIZAÇÃO DEVE FECHAR O CERCO CONTRA GASTO DE ÁGUA

Sandro Araújo

Reprodução da Internet

UMA JUSTIFICATIVA E DOIS SILÊNCIOS POR TERCEIRIZAÇÃO Laerte Bessa diz que votou favoravelmente na Lei da Terceirização seguindo orientações do partido. Izalci e Fraga não responderam.

PÁGINA 4 Arquivo Pessoal

A SUBSTITUTA IMEDIATA DE LULA Senadora Gleisi Hoffmann é uma das mais cotadas para assumir a presidência do PT

Empresas de lavagem de automóveis precisam da água para executar o serviço, mas em meio à crise de abastecimento que aflige o brasiliense, Ministério Público do DF pede intensificação da fiscalização dessas instituições para que não usem além do necessários.

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ALO JORNAL

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TEMPO NO DF

Dênio Simões/GDF

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PANCADAS DE CHUVA A QUALQUER HORA DO DIA E DA NOITE. MÁX. 30º C. MÍN. 18° C. 60% PROBABILIDADE DE CHUVA. 40% UMIDADE DO AR.

Pontodevista devista Tony Winston/Agência Brasília

IMAGEM DO DIA

weather.com

conceito conceito

PARABÉNS

tuitando

ADELMIR SANTANA*

A caixa d’água de Ceilândia Ceilândia celebra 46 anos

Terceirização

pinião O

@ChapecoenseReal Procuramos uma palavra para agradecer tanto carinho e encontramos várias. #ForçaChape Chapecoense Time de futebol

@JuizSergioMoro Quem é contra a lava jato é contra o Brasil Sérgio Moro Juiz federal

@OzzyOsbourne Obrigado, Rio de Janeiro! Uma noite perfeita para celebrar meu aniversário. Ozzy Osborne Vocalista do Black Sabbath

JORNAL

ALO

BRASÍLIA

Alô Brasília Comunicação Ltda. CNPJ: 09612937/0001-92 Matriz: Setor de Autarquias Sul (SAUS), Quadra 5, Bloco K, nº 17, Ed. Ok Office Tower, 13º andar. Asa Sul, Brasília, DF - CEP: 70.070-050 Telefone: 3335-9200 PARQUE GRÁFICO

Quadra 10, Lote 25/26, São Sebastião, DF

Em nome do país

“É

mais uma vitória no caminho do Brasil que queremos”, comemorou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. “É um avanço para o Brasil”, endossou o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti. Os empresários falaram em nome do país ao festejar a manchete dos jornais desta quinta (23): a Câmara liberou a terceirização irrestrita do trabalho. Faltou esclarecer se a notícia é mesmo boa para todos, ou apenas para os donos do dinheiro. A Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho sustenta que a mudança não é nada patriótica: na prática, vai tirar direitos dos trabalhadores. Para a entidade, o objetivo do projeto é aumentar os lucros das empresas com a precarização dos vínculos dos funcionários. Um estudo do Ipea revela que os terceirizados recebem 17% a menos no fim do mês. De acordo com o Dieese, eles sofrem cerca de 80% dos acidentes de trabalho e permanecem 2,6 anos a menos no emprego. Numa estratégia negociada com o governo Temer, a Câmara desengavetou um projeto de 1998 para liberar a terceirização irrestrita. Com a ma-

DIREÇÃO

nobra, o texto não precisará ser votado no Senado, onde haveria mais resistência à sua aprovação. O texto foi encaminhado à sanção presidencial. No dia seguinte, as empresas estarão livres para demitir funcionários e obrigá-los a formar cooperativas ou a se “pejotizar” para continuar trabalhando. Governo e empresários repetem que a mudança vai reduzir o desemprego. Falta explicar por que a taxa atingiu o menor nível histórico no fim de 2014, quando a legislação trabalhista era rigorosamente a mesma. Os defensores do projeto também acenam com um salto social para os terceirizados. O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, descreveu um cenário em que “o operário vira empresário”. Se os procuradores do Trabalho estiverem certos, o operário vai continuar operário. Só que com menos direitos.

BERNARDO MELLO FRANCO JORNALISTA

CONSELHO CONSULTIVO

PRESIDENTE Hélio Queiroz

COMERCIAL Francis Leonardo comercial@alo.com.br OPEC opecbsb@alo.com.br

DIRETORA EXECUTIVA Luciana Conti luciana.conti@alo.com.br

CIRCULAÇÃO Paulo Costa circulacao@alo.com.br

NEGÓCIOS E PROJETOS ESPECIAIS

Marianno de Azeredo Santos 021 3942-2101 011 3280-2101 marianno@gmx.com.br

As empresas bem sucedidas do mundo de hoje são aquelas que possuem uma cadeia produtiva horizontalizada, com atividades distribuídas entre várias áreas de sua estrutura ou mesmo em outras empresas. Essa é a realidade do capitalismo moderno. Nesse contexto, latente na era atual, a aprovação do projeto que regulamenta a terceirização no Brasil significa um avanço, uma oportunidade definitiva para o País entrar no mesmo patamar de competitividade das maiores potências mundiais. A terceirização já fazia parte da organização das companhias há muito tempo, isso somente se intensificou com a abertura econômica. É preciso destacar que a falta de uma regulamentação para contratação de serviços terceirizados era justamente o que vinha gerando muitos conflitos e insegurança jurídica no ambiente produtivo e no mercado de trabalho, provocando obstáculos ao nosso desenvolvimento. Até então, uma súmula do Tribunal Superior do Trabalho proibia que empresas contratassem terceirizados para as chamadas atividades fim. Era uma discussão que sequer existia em outras nações. O Brasil era o único de um grupo de 17 países, entre Alemanha, China e Bélgica, citando alguns, a diferenciar atividade meio e atividade fim. Com a sanção do presidente Temer, ficará autorizado o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer atividade. O trabalhador será funcionário da empresa terceirizada que o contratar. Uma construtora, por exemplo, poderá terceirizar trabalhadores para atuar desde a fundação do prédio até o acabamento, respeitando as especialidades existentes e necessárias para cada tipo de serviço. O profissional, portanto, será valorizado. Não se pode, falar em precarização da força de trabalho ou tampouco em perda de direitos. Mas podemos, sim, ressaltar que muitos operários se tornarão empreendedores. Com a regulamentação da terceirização, abre-se uma porta para a geração de emprego e dá-se início ao necessário processo de modernização das leis trabalhistas no Brasil.

*ADELMIR SANTANA, Presidente do Sistema Fecomércio-DF (Fecomércio, Sesc, Senac e Instituto Fecomércio) O conteúdo do artigo é responsabilidade de seu autor e não representa a opinião deste jornal.

REDAÇÃO

EDITOR-CHEFE Leonardo Ribbeiro MTb 06738/DF

EDITOR EXECUTIVO Ádamo Araújo aaraujo@alo.com.br

REVISÃO Luis Xavier de França luis.xavier@alo.com.br

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Brasília

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SALÁRIOS EM DIA R$ 493,5 MILHÕES SERÃO TRANSFERIDOS E PERMITIRÃO AO GOVERNO DE BRASÍLIA, ATÉ JANEIRO DE 2017, PAGAR A APOSENTADOS E PENSIONISTAS E, COM O CAIXA DO TESOURO DO DF LIVRE, COBRIR A FOLHA DE SERVIDORES DA ATIVA.

cidades

TERCEIRIZAÇÃO  Três deputados federais eleitos pelos brasilienses votaram favoravelmente

DISTRITAIS

Bessa seguiu ideias partidárias Câmara dos Deputados

Da Redação Dos três deputados federais eleitos por Brasília, somente Laerte Bessa (PR) justificou o foto favorável ao Projeto de Lei nº 4.302/1998, que regulamenta a terceirização. De acordo com o parlamentar, foram orientações do partido. “E o Brasil se encontra em crise profunda, a expectativa é que essa proposta aqueça a economia e gere mais empregos. O PL não vai acabar com os concursos públicos, como a oposição e o PT espalharam por aí”, disse Bessa. Procurados pela reportagem do Jornal Alô, Izalci Lucas (PSDB) e Alberto Fraga (DEM) não responderam por quais motivos decidiram

DEPUTADO foi o único a se justificar

ir contra a pressão popular. Dos 231 votos a favor, 188 contra e oito abstenções, quatro deputados federais do DF foram contrários ao projeto: Augusto Carvalho, Rogério Rosso, Ronal-

do Fonseca e Rôney Nemer. ENTENDA – O governo Michel Temer decidiu ressuscitar o projeto de lei que autoriza e muda a terceirização total dos empregos tem-

porários no Brasil. Quase 20 anos após o senado ter aprovado, a ideia é acelerar a tramitação. A Câmara deu o aval de aprovação e pela proposta a mudança será para todas as atividades de uma empresa.

Empresários comemoram Falta apenas a sanção presidencialpara virar lei e, de acordo com os empresários brasiliense, beneficiar os 12 milhões de trabalhadores terceirizados que, até então, não possuíam um marco regulatório. O presidente da Fecomércio-DF e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Adelmir Santana, aponta que a falta de uma regulamentação para contratação de serviços terceirizados era justamente o que vinha gerando muitos conflitos e insegurança jurídica no ambiente produtivo e no mercado de trabalho.

REFORMA POLÍTICA

Reguffe apresenta propostas e critica ‘lista fechada’ A votação em lista fechada, prevista no texto da reforma política em análise no Congresso, foi criticada em Plenário pelo senador Reguffe (sem partido-DF). Para ele, as mudanças são inaceitáveis, porque vão tirar do eleitor o direito de escolher seus candidatos. O senador do DF apoiou a PEC 9/2015, do voto distrital, e a PEC 10/2015, que torna o voto facultativo. Para Reguffe, além de mais democrático, o projeto obrigará a classe política a fazer um trabalho de convencimento de ideias e de conscientização, para le-

var o eleitor às urnas. O senador Reguffe também citou a PEC 8/2015, cria um sistema de revogabilidade de mandatos, determinando que cada candidato terá que registrar suas propostas e compromissos perante a Justiça Eleitoral. O descumprimento dos compromissos, segundo o texto, levará à perda do mandato. Além disso, o senador também disse que protocolou o PLS 36 de 2015, que introduz uma padronização das campanhas, sem a concessão de dinheiro para candidatos ou partidos políticos.

EBC

SENADOR fala que decisão atingirá no direito de escolha do eleitor

Uso do solo e mobilidade é desafio A necessidade de um planejamento integrado de ocupação do solo e mobilidade foi consenso entre todos os participantes da comissão geral realizada na tarde desta quinta-feira (23), no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Também foi consenso, contudo, que não é isso o que se vê no DF. Especialistas, secretários de governo e representantes da sociedade civil apresentaram desafios e sugestões para a cidade que é uma das mais dependentes de automóveis no Brasil. “Planejar de forma integrada mobilidade e uso do solo já é quase um ‘mantra’, mas não é o que acontece na prática. Ainda vemos os serviços como consequência da forma que ocupamos o território”, disse o professor Paulo César Marques, do programa de Pós-Graduação em Transportes da Universidade de Brasília (UnB). No caso de Brasília, que é uma cidade “espalhada”, a solução apresentada para a mobilidade é, quase sempre, a ampliação das rodovias. “Pensamos mobilidade de forma preguiçosa, para os veículos que dirigimos”, provocou.

CRISE HÍDRICA

Parlamentares discutiram a gestão de águas no DF

Em meio às comemorações pela passagem do Dia Mundial da Água (22 de março), a Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou uma audiência pública para debater o uso da água no DF. A crise hídrica e o racionamento dominaram as manifestações

durante o debate, que contou com a participação de ambientalistas, lideranças comunitárias e autoridades ligadas ao tema. A audiência foi uma iniciativa do presidente da Casa, deputado Joe Valle (PDT), que defendeu o diálogo com a população, pes-

quisadores, ambientalistas e o governo para buscar alternativas para o enfrentamento da crise hídrica no Distrito Federal. Valle destacou que das 45 leis de sua autoria, 10 estão relacionadas com a preservação da água e o consumo consciente.

Na Câmara, 30 leis tratam direta ou indiretamente da preservação e gestão dos recursos hídricos. O presidente também ressaltou que este ano foi criado um grupo de trabalho da Frente Parlamentar Ambientalista, coordenado por Chico Leite (Rede).


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Brasília CONDENAÇÃO

Liliane Roriz terá de pagar multa O juiz da 17ª Vara Cível de Brasília condenou a ex-deputada distrital Liliane Maria Roriz a pagar R$ 317.580,49 ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - PRTB por desfiliação no curso do seu mandato. Segundo o magistrado, a multa está prevista no artigo 85 inciso X do Estatuto Partidário. Citada do pedido ajuizado pelo PRTB, Liliane Roriz sustentou na contestação que desconhecia a existência de multa para o caso, pois no ato de sua filiação não houve leitura de qualquer estatuto, manifesto ou resolução interna.

cidades

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MEIO AMBIENTE  Promotoria quer reduzir danos causados pelos lava a jato

Fiscalização nos excessos

A

Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) recomendou ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram) a elaboração, no prazo máximo de 60 dias, de instrução normativa para a regulamentação da atividade comercial de lavagem de veículos. O objetivo é solucionar os aspectos ambientais desse serviço e dar efetividade às ações realizadas pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). De acordo com o promotor de Justiça Roberto Carlos Batista, é urgente a regulamentação dessa atividade, principalmente em tempos de escassez hídrica no Distrito Federal. “Os

Gabriel Jabur/Agência Brasília

EMPRESAS devem comar a ser vistoriadas pela Agefis

efluentes gerados pela lavagem dos automóveis contaminam os corpos hídricos receptores e provocam o desperdício da água em seu processo”, ressalta Batista. Perícia realizada pelo Ministério Público constatou que resíduos da lavagem

de carros, como sabão, óleo, graxa e areia, entre outros, são lançados diretamente nos estacionamentos e caem na rede pública de drenagem pluvial. Esse despejo irregular chega ao Lago Paranoá, causando sérios impactos negativos ao meio

ambiente. Apesar de o Ibram já ter publicado norma que regulamenta a utilização de sistema separador de água e óleo para postos de abastecimento e instalações de sistemas retalhistas, a atividade de lavagem de carros não foi contemplada.

FAUNA

Criação de pássaros em debate A procuradoria-geral de Justiça do Distrito Federal ajuizou, no dia 10 de março, ação direta de inconstitucionalidade (ADI), com pedido de liminar, contra a Lei distrital 5.758/2016, que regulamenta a fiscalização da atividade de criação e comercialização de pássaros. A iniciativa atende à representação da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Prodema). Na ADI, o MPDFT argumenta que a lei é inconstitucional tanto no aspecto material, ao limitar o poder de polícia ambiental do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM).


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Vida Lazer

Marlene Galeazzi

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LUXO E GLAMOUR Os 80 anos de Eliana Alves de Campos teve a magia de um sonho. Realizada nos salões da Vila Rizza, com a presença de parentes e amigos, foi a mais bela festa da temporada. Dois momentos inesquecíveis: missa de ação de graças celebrada pelo Pároco Américo Coan Betta, ao som do grupo musical de cordas “Cântico dos Cânticos” e o coral do CIB. Depois, a grandiosa recepção no salão lindamente decorado. Fotos de: Marcelo Botelho.

A aniversariante entre os filhos Gustavo, Humberto e Simone. marlenegaleazzi@gmail.com

Descendo as escadas com os filhos Gustavo e Humberto

O brinde com seus filhos

Feliz com seus amigos

Doando o valor recebido para as obras da igreja

Com o casal embaixador da Guatemala, Julio Herrera, e amigos queridos.

A aniversariante com sua amada família

Os amigos fizeram questão de comparecer.

Com seus familiares

A missa em ação de Graça


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ASTON FORA DO BRASIL

Vida Lazer

A CRISE TAMBÉM AFETA O SETOR DE CARROS DE LUXO. É O QUE COMPROVA O FIM DA REPRESENTAÇÃO OFICIAL DA MARCA BRITÂNICA ASTON MARTIN NO BRASIL, CONFIRMADA ESTA SEMANA PELO GRUPO SHC, DO EMPRESÁRIO SERGIO HABIB, RESPONSÁVEL POR TRAZER AO PAÍS MARCAS COMO CITROËN E JAC MOTORS.

PESOU NO BOLSO  Corolla puxa lista dos carros que mais encareceram

Para quem está com grana Divulgação

O Toyota Corolla foi o carro que mais encareceu levando em consideração os dez carros mais vendidos do Brasil. O líder do segmento de sedãs médios teve reajuste de 7,33% nos últimos sete meses, segundo levantamento da imprensa especializada. A configuração topo de linha Altis, por exemplo, tinha tabela de R$ 105.220 e chegou aos atuais R$ 110.990. Somente na virada do ano, o Corolla teve reajuste médio de 3,13% em todas as versões. O modelo deve sofrer um novo reajuste com o lançamento da linha 2018. Conforme disseram concessionárias Toyota, o sedã terá quatro versões com preços entre R$ 92.440 e R$ 116.440.

CARRO DIVIDIDO

Waze vai oferecer serviço de caronas O aplicativo Waze vai disponibilizar um serviço de caronas no Brasil. Chamado de Waze Carpool, o recurso vai permitir com que o motorista pegue pessoas que vão para destinos semelhantes durante seu trajeto. Estas caronas serão remuneradas, mas não quer dizer o serviço seja igual ao Uber, afirmou a diretora de desenvolvimento do Waze, Di-Ann Eisnor. Segundo ela, o valor arrecadado será apenas para cobrir custos de eventuais desvios de rota e não será suficiente para tornar os motoristas profissionais. A executiva considerou ainda que o principal foco do recurso é diminuir o tempo ocioso dos veículos. De acordo com Di-Ann, os carros ficam estacionados durante 90% do dia. O Waze Carpool foi lançado em Israel, país de origem da empresa, e já está em funcionamento nos Estados Unidos. A novidade vai ser lançada no Brasil ainda este ano, mas ainda não há uma definição sobre quais cidades vão receber primeiro o recurso. O Brasil é o segundo país do mundo com a maior quantidade de usuários do aplicativo, sendo que o Rio de Janeiro foi a primeira cidade do mundo a incluir informações do Waze no centro de controle de tráfego.

MOTOGP

Com o objetivo de formar jovens pilotos Yamaha cria categoria R3 Cup O campeonato mundial de motovelocidade começa neste final de semana em Losail, no Catar. A temporada 2017 promete ser uma das mais emocionantes e disputadas dos últimos tempos. Na

MotoGP, Valentino Rossi (Yamaha) busca seu décimo título na carreira, Marc Marquez (Honda) e Jorge Lorenzo (Ducati) também querem o troféu. Mas para chegar até a categoria máxima da mo-

tovelocidade, todos sem exceção, passaram pelas categorias de base. Aqui no Brasil é este o objetivo da R3 CUP 2017: formar novos pilotos. O campeonato, disputado exclusivamente com motos Ya-

maha YZF-R3, terá como grande novidade duas categorias – PRO e STOCK – dentro da mesma competição, o SuperBike Brasil. A expectativa da Yamaha é ter no grid mais de 30 motos.

A PRO é voltada para pilotos que querem competir com suas próprias equipes e com mais liberdade de preparação das motocicletas. Já a Stock usará a R3 original de fábrica, ou seja, sem altera-

ções mecânicas, apenas troca de carenagem e escapamento. Dez jovens pilotos já foram escolhidos e participarão da categoria Stock, que começa em 23 de abril em Interlagos, São Paulo. Divulgação


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PF INVESTIGA CURTIDAS CURTIDAS EM PÁGINAS LIGADAS À ESQUERDA NO FACEBOOK EMBASARAM

Brasil Mundo

OS PEDIDOS DE QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO DOS SUSPEITOS DE VAZAR INFORMAÇÕES DA LAVA JATO PARA O BLOGUEIRO EDUARDO GUIMARÃES, QUE FOI LEVADO A DEPOR NA SEMANA PASSADA.

SUCESSÃO PARTIDÁRIAS  Sem Lula no comando em virtude de decisão própria, Gleisi Hoffmann é cogitada para presidir o PT

Liderança em novas mãos A Reprodução da Internet

desistência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de disputar a presidência do PT abriu a possibilidade de um racha inédito na corrente majoritária do partido, a CNB (Construindo um Novo Brasil). A corrente está dividida entre os grupos que apoiam o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha ou o tesoureiro do partido, Marcio Macedo. Para evitar a cisão, algumas lideranças da CNB volta-

GLEISI é a favorita

ram a cogitar o nome da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Ind agada sobre a indicação, a senadora desconversou. “Isso não está

posto. O temos são as candidaturas do Lindbergh (Farias, senador e candi-

dato das correntes de esquerda), do Marcio e do Padilha”, disse Gleisi. Esta não é a primeira vez que ela é cogitada para suceder Rui Falcão na presidência do PT. Anteriormente, Gleisi recusou de forma cabal a possibilidade. Um dos motivos alegados é o fato de ela ser ré em uma ação da Operação Lava Jato ao lado do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Líderes da CNB defendem que Lula chame a senadora para uma conversa e tente persua-

di-la em nome da unidade da sigla. Anteontem, o expresidente convocou dirigentes petistas para dizer novamente que não aceita disputar a presidência do PT. Foi a terceira vez que Lula mudou de posição a respeito do assunto. Alguns integrantes da CNB, corrente que o pressionava a aceitar o cargo, ainda vão insistir no nome do ex-presidente. “Para mim ainda tem de ser o Lula”, disse o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner.

CONTRA ATAQUE

CARNE FRACA

Dilma rebate Marcelo Odebrecht

Protestos têm baixa adesão

A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) as alegações finais para o processo que investiga irregularidades na campanha vitoriosa da chapa Dilma/Temer nas eleições de 2014. No documento de 212 páginas, Dilma nega irregularidades nas contas da campanha e ataca seu sucessor, Michel Temer (PMDB), e o rival na disputa, o tucano Aécio Neves. A ação que pede a cassação da chapa Dilma/Temer foi protocolada pelo PSDB no fim de 2014. Nesta sexta, en-

Com movimento abaixo do esperado, segundo a própria organização, manifestantes se reúnem em várias cidades do Brasil para protestar, ontem, a favor da Operação Lava Jato e contra a impunidade da classe política. Os grupos que organizam as manifestações são os mesmos que saíram às ruas pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Líderes do Movimento Vem Pra Rua e do

cerrou-se o prazo para a apresentação das alegações finais das defesas. Agora, o ministro Herman Benjamin, responsável pela investigação, vai finalizar seu relatório e liberar o caso para julgamento. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o executivo Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira e herdeiro do grupo, afirmou em depoimento ao TSE que Dilma sabia dos pagamentos de caixa dois à campanha eleitoral de 2014. Segundo Odebrecht, a empreiteira doou R$ 150 milhões à campanha de Dilma/

Temer naquele ano. “Dilma jamais teve qualquer relação de proximidade com Marcelo Odebrecht e nunca fez qualquer reunião em particular com ele, nem tratou de qualquer assunto que tivesse relação direta ou indireta com suas campanhas eleitorais”, afirma o advogado Flávio Caetano. A defesa da presidente também refuta a tese da separação da chapa eleita em 2014, como sustenta a defesa de Temer. Segundo os advogados do presidente, como Temer optou pela abertura de uma conta separada.

MBL (Movimento Brasil Livre), que organizam os atos, elegeram o Congresso Nacional como principal foco das manifestações. Eles são contra a anistia ao caixa dois, o foro privilegiado e voto em lista fechada (quando o eleitor vota em uma lista de candidatos escolhidos pelo partido). “O brasileiro está em processo de cidadania, processo para aprender a abdicar do conforto de casa, de ir para rua manifestar. O processo é de

altos e baixos. É assim mesmo”, afirmou Adriana Balthazar, uma das líderes do movimento. Políticos dos principais partidos brasileiros foram alvos de protestos. Além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan Calheiros (PMDB) e Aécio Neves (PSDB) foram criticados nas ruas. Mesmo sem estar na pauta oficial das reivindicações, alguns manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer (PMDB).

ODEBRECHT

TRABALHO ESCRAVO

TSE abre segunda investigação

Governo volta a divulgar lista

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, determinou a abertura de uma sindicância para apurar o vazamento de depoimentos sigilosos de executivos da empreiteira Odebrecht, nos quais são relatados supostos repasses ilegais à campanha da

Depois de quase três anos sem ser atualizada e após uma intensa disputa judicial entre governo e Ministério Público do Trabalho (MPT), voltou a ser divulgado o cadastro de empresas autuadas por submeter seus empregados a condições análogas à escravidão, a chamada lista suja do trabalho escravo.

chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014. A apuração da presidência ocorrerá em coordenação com outra investigação da corregedoria do TSE, aberta no dia 23 pelo ministro Herman Benjamin, relator do processo. Pela manhã, durante um evento em Brasília, Gil-

mar Mendes criticou o vazamento dos depoimentos. “Deploro vivamente, seriamente, e exijo que façamos a investigação desse vazamento agora lamentavelmente ocorrido. Acho que isso fala mal das instituições. É como se o Brasil fosse o país de trambiques, de infrações”, disse Mendes.

A lista, publicada no site do Ministério do Trabalho, tem 68 empregadores que foram flagrados por fiscais submetendo seus empregados a situação análoga à escravidão. De acordo com a lista, de 2011 até o final do ano passado, 503 trabalhadores estavam em trabalho degradante. Ainda segundo a

lista suja do trabalho escravo, a maior parte das irregularidades foi registrada em fazendas, 45 no total. Os ficais também encontraram trabalhadores submetidos a situação análoga à escravidão nos ramos da construção civil e carvoaria e no madeireiro. Nove empresas da construção aparecem na lista.


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