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EDUCAME - SETEMBRO

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CADERNO ESPECIAL | SETEMBRO DE 2026

a i d a d a c e d o ã r r a Chim Mais do que parte da tradição gaúcha, a erva-mate representa uma relação com a terra que envolve atenção com o meio ambiente O cuidado começa antes mesmo de a planta chegar à indústria. Para produzir a matéria-prima do chimarrão com qualidade e menor impacto ambiental, o manejo no campo é fundamental PÁG. 4 e 5

MOSTRA CIENTÍFICA

EXPERIÊNCIA

De olho no meio ambiente

Entenda mais sobre os fenômenos climáticos

Trabalhos da EMEF Santo Antônio, de Imigrante propuseram soluções ambientais com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável PÁG. 13

PÁG. 6

31 ANOS

Jardim Botânico de Lajeado preserva natureza do Vale PÁG. 10


Coluna das gurias Jessica R. Mallmann e Luciane Eschberger Ferreira

12km no

Morro Gaúcho A ONG Ecobé promove, no dia 20 de setembro, uma caminhada pelo Morro Gaúcho. O trajeto, de aproximadamente 12 quilômetros (ida e volta), é considerado de nível intermediário e convida os participantes a uma manhã de contato com a natureza. A atividade começa às 8h, com ponto de encontro na Estrada Morro São José,

nas proximidades do Mirante Pôr do Sol. A proposta é caminhar, respirar ar puro, apreciar as paisagens do Morro Gaúcho e compartilhar bons momentos com pessoas que também valorizam a preservação ambiental do Vale do Taquari. Em caso de chuva, a caminhada será transferida para outra data.

Vamos falar sobre agroecologia? Agricultores, entidades, representantes do setor e comunidade se reúnem, em 17 de setembro, para fortalecer a agroecologia e a produção orgânica regional. O 8º Encontro de Agroecologia do Vale do Taquari ocorre no Esporte Clube Rui Barbosa, em Arroio do Meio, com o tema “Agroecologia para resiliência socioambiental em comunidades rurais”. Promovido pela Articulação de Agroecologia do Vale do Taquari (AAVT), a proposta visa ampliar o

debate sobre políticas públicas e a aplicação de ações voltadas às características e necessidades do território. A programação começa às 8h, com credenciamento e acolhida dos participantes, seguida da abertura oficial, palestras, painéis e oficinas sobre bioinsumos e microrganismos eficientes; pratos rápidos com Pancs; “Horti-Rolo” e mercados para a agroecologia. Além das atividades de formação e debate, o evento terá feira, exposição e venda de produtos agroecológicos.

EXPEDIENTE

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PRODUÇÃO

FOTOS

Luciane Eschberger Ferreira Jéssica R. Mallmann

TEXTOS

Luciane Eschberger Ferreira Jéssica R. Mallmann

IMPRESSÃO Grafica Uma/

junto à Zero Hora

SETEMBRO 2026


SETEMBRO 2026

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SEMANA FARROUPILHA

A natureza que

cabe na cuia Símbolo da cultura gaúcha, a erva-mate revela uma relação com a terra que também passa por preservação, sustentabilidade e cuidado com o ambiente

Jessica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br

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ais do que uma bebida que acompanha conversas, encontros e momentos de descanso, o chimarrão carrega uma relação forte com a natureza. A erva-mate, planta nativa do Rio Grande do Sul e de outros pontos da América do Sul, faz parte da paisagem, da cultura e também da economia de muitas comunidades gaúchas. No campo, o cultivo mostra que tradição e cuidado com o ambiente podem caminhar lado a lado. Para o chefe do escritório de Venâncio Aires da Emater-RS/Ascar, Vicente Finn, que acompanha a cadeia produtiva da erva-mate desde os anos 2000, o vínculo começa na própria origem da planta. “Ela faz parte do nosso bioma, da flora gaúcha e, por que não, sul-americana”, destaca. Em Venâncio Aires, a erva-mate ocupa um espaço importante na agricultura. O município chegou a ter mais de quatro mil hectares de ervais e, atualmente, mantém mais de mil hectares. A produção envolve diferentes etapas e profissionais, desde os viveiristas responsáveis pelas mudas até produtores, tarefeiros, indústrias e consumidores. Esse ciclo também revela como o manejo pode contribuir para o meio ambiente. Uma erva-mate plantada leva cerca de quatro anos para chegar ao primeiro corte. Depois, a colheita pode ocorrer a cada dois anos. Durante esse período, as plantas ajudam a proteger o solo e a manter uma cobertura vegetal permanente na área. “Se nós temos erva-mate, não estamos com a chuva incidindo direto no solo. Temos uma floresta que faz o anteparo para essa gota não dissolver o solo e não causar erosão”, explica Finn.

Mais erva, mais proteção

Ao longo dos anos, muitos produtores passaram a intercalar os ervais com culturas como milho, feijão,

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FOTO: JÉSSICA R. MALLMANN

soja e hortaliças. A estratégia aumenta a rentabilidade por hectare, mas reduz a concentração de erva-mate nas propriedades. Hoje, uma das alternativas é o adensamento dos ervais. De acordo com a Embrapa, o “adensamento consiste no plantio

É um hábito que tem tudo a ver com a natureza e também com a sustentabilidade” Vicente Finn

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de mudas de erva-mate nas clareiras existentes em áreas nativas de florestas onde já existe um erval. O objetivo é o melhor aproveitamento e rentabilidade por unidade de área”. Finn explica que, além do ganho econômico, o adensamento pode ampliar a função ambiental do erval. Por ser uma espécie nativa, a área cultivada mantém características próximas às de uma cobertura florestal e contribui para a proteção do solo. O cuidado começa antes mesmo de a planta chegar à indústria. Para produzir uma erva-mate de qualidade e com menor impacto ambiental, o manejo no campo é fundamental. Entre as práticas estão evitar o contato da erva com o solo, escolher dias adequados para a colheita, reduzir o uso de herbicidas e priorizar métodos mecânicos para o controle de plantas invasoras. Também existem alternativas de controle biológico e o uso de biosinsumos. A possibilidade de produzir uma erva-mate orgânica também depende desse processo. “A ervateira, ou seja, a indústria, não tem como tornar orgânico o que não é orgânico”, resume Finn. A qualidade e as características do produto final começam, portanto, na propriedade rural.

Sema de Lajeado realiza ação durante a 7ª Semana Farroupilha

Uma tradição que aproxima

O cuidado com a erva-mate também se conecta a uma das imagens mais conhecidas da cultura gaúcha: a roda de chimarrão. No campo, o hábito acompanha diferentes momentos do dia e aproxima famílias, amigos e comunidades. Para Finn, essa relação ajuda a aproximar as pessoas da natureza. O chimarrão reúne, ao mesmo tempo, cultura, convivência, trabalho e ambiente. “É um hábito que tem tudo a ver com a natureza e também com a sustentabilidade”, afirma. Por trás de cada cuia, existe uma cadeia que começa na terra e passa pelas mãos de produtores, viveiristas, trabalhadores e indústrias. Quando o mate chega à roda de chimarrão, carrega mais do que sabor e tradição: leva consigo a história de uma planta que faz parte da paisagem sul-americana e que, quando bem

manejada, também pode ajudar a cuidar dela.

Semana Farroupilha

Até o dia 20 de setembro o Parque Professor Theobaldo Dick, em Lajeado, recebe a 7ª Semana Farroupilha, com uma ampla programação gratuita para a comunidade. Entre as atividades e o espaço para o bom chimarrão, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) está presente com ações voltadas à sustentabilidade e à conscientização da comunidade. No estande “Lixo Certo na Praça”, o público pode retirar gratuitamente sacos verdes para a coleta seletiva e levar resíduos eletrônicos, pilhas e baterias para a destinação correta. Como incentivo, cada entrega dá direito a uma sacola sustentável e retornável. A ação integra a programação do mês do gaúcho e ocorre em paralelo às comemorações dos 31 anos do Jardim Botânico, celebrado em 18 de setembro.

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DE OLHO NO TEMPO

Um ciclone cabe dentro de um pote? Atividade prática e divertida ajuda estudantes a visualizarem fenômenos atmosféricos e compreender como se formam os eventos climáticos extremos Jessica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br

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nchentes, ciclones, tornados, tempestades e ventos fortes têm aparecido com frequência no noticiário e fazem parte da realidade de diferentes regiões do Brasil. Com a incidência desses eventos, cresce também a necessidade de compreender o que acontece na atmosfera e quais fatores estão por trás de fenômenos capazes de alterar a rotina da população. Mas será que é preciso esperar a próxima tempestade para entender como tudo isso funciona? Na sala de aula, uma atividade prática permite reproduzir alguns desses fenômenos e descobrir, na prática, o que acontece lá em cima. Água, detergente e um recipiente transparente ajudam a reproduzir, de maneira ilustrativa, o movimento de uma massa de ar e alguns dos mecanismos envolvidos na formação de um ciclone. A experiência foi levada ao laboratório do Colégio Martin Luther, em Estrela, pelo professor e coordenador da Área de Ciências da Natureza, Emerson Luis Musskopf. A proposta é usar o experimento como ponto de partida para explicar aos estudantes como esses eventos se formam e por que determinadas condições da atmosfera podem favorecer a ocorrência de fenômenos mais intensos.

Um redemoinho para explicar a atmosfera

A experiência começa com água e vinagre. Ao girar o recipiente, os estudantes percebem a formação de um movimento circular, semelhante a um pequeno ciclone. A representação é bastante simplificada, mas ajuda a visualizar um dos princípios envolvidos na dinâmica atmosférica. A atmosfera é formada por grandes massas de ar, que apresentam diferentes níveis de pressão. Em áreas de baixa pressão, o ar tende a se deslocar em direção a esses espaços. Com a rotação da Terra, esse movimento também pode adquirir

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Alunos do CML participaram da experiência

Escaneie o QR Code e veja a experiência

uma característica circular. Quando há calor e umidade disponíveis, o ar quente e úmido tende a subir. A combinação dessas condições pode favorecer o desenvolvimento de nuvens e tempestades e, em determinadas situações, contribuir para a formação de sistemas meteorológicos mais intensos. “Quando o ar começa a ir para esse ambiente de baixa pressão, ele vai subir, e quanto mais calor e mais umidade na atmosfera, mais forte isso fica”, explica o professor. No pote, o giro deixa esse movimento visível. Quanto mais forte os estudantes giram o recipiente, mais tempo o redemoinho permanece organizado. E ao acrescentar detergente à mistura, o fenômeno fica ainda mais visível.

Mais energia não significa desastre Representação ajuda a visualizar dinâmica atmosférica

Durante a aula, o professor também abordou uma associação frequente quando o assunto são eventos extremos: a influência do El Niño. O fenômeno é natural e ocorre em ciclos. Entre seus efeitos está a alteração dos padrões de circulação atmosférica, o que pode aumentar a disponibilidade de energia para determinados sistemas meteorológicos. Isso, porém, não significa que a presença do El Niño determine a ocorrência de uma enchente, ciclone ou tempestade severa. “Não necessariamente isso é sinal de desastre. De fato, o que ele faz? Ele coloca mais energia na atmosfera”, explica Musskop. Segundo ele, eventos meteorológicos acontecem a partir da combinação de diversas variáveis. Temperatura, umidade, pressão e vento estão entre os elementos que precisam ser observados para compreender o comportamento da atmosfera. Por isso, mesmo diante de condições favoráveis, não é possível afirmar que determinado fenômeno necessariamente ocorrerá ou terá grande intensidade. SETEMBRO 2026


SETEMBRO 2026

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CARAVANA

Uma caravana de

perguntas e descobertas Personagem “Por Que?” e oficinas convidam estudantes a refletir sobre água, resíduos e preservação Luciane Eschberger Ferreira lucianeferreira@grupoahora.net.br

Educame, contribuem para o aprendizado, pois tornam o conhecimento mais acessível, envolvente e próximo da realidade dos estudantes. “Por meio do teatro, as crianças aprendem de forma divertida, participativa e significativa, desenvolvendo não apenas conhecimentos, mas também valores e atitudes”.

Jessica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br

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evar a educação ambiental para dentro das escolas e transformar informação em atitudes. Essa é a proposta da Caravana Educame, iniciativa do Grupo A Hora que percorre instituições de ensino da região com teatro, oficinas e atividades voltadas aos cuidados com o meio ambiente. A programação começa com a peça “Educa-me, por quê?”, que traz o personagem “Por Que?” para provocar a reflexão dos estudantes sobre a preservação do planeta. Na sequência, os alunos participam de oficinas que abordam temas como a Bacia Hidrográfica Taquari-Antas, a importância da água, o destino correto dos resíduos e o papel de cada um na proteção do meio ambiente. Ao longo das últimas semanas, quatro caravanas passaram por diferentes escolas e levaram conhecimento, interação e novas perguntas para as salas de aula. Confira como foram essas visitas pela região.

ENCANTADO

EMEF João Batista de Melo recebeu a 25ª edição da Caravana Educame

ARROIO DO MEIO

Ayla Veranice Schneider , 6, e David Malale, 7, não continham a empolgação depois de assistirem à peça teatral “Educa-me, por quê?”. A opinião deles sobre a apresentação era a mesma: “Foi incrível”. Assim como Ayla e David, 120 crianças participaram das atividades no dia 19 de agosto , na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Tancredo Neves. Para a diretora Juliana Balus da Costa, a programação foi “maravilhosa e muito significativa”. Juliana destaca que as crianças tiveram a oportunidade de aprender de forma lúdica, prática e divertida, tornando os conteúdos sobre o meio ambiente mais fáceis de compreender e vivenciar. “As atividades práticas facilitaram o aprendizado dos alunos, que demonstraram interesse, atenção e participação durante as propostas”, avalia. A diretora acredita que o conhecimento construído pelas crianças vai além da sala de aula, chegando às famílias e contribuindo para pequenas mudanças de atitudes no dia a dia.

TEUTÔNIA

Os estudantes da EMEF Professor Guilherme Sommer receberam a

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David e Ayla acharam o teatro “incrível”

Sophie, Isadora, Cauã e Moises deram entrevista durante a oficina de jornalismo

Os alunos do 5º ano da EMEF Batista Castoldi participaram da oficina “Repórter Ambiental Mirim”. A intenção era passar informações básicas para que os estudantes possam elaborar notícias sobre a escola e publicá-las no suplemento Educame. Ao final, quatro estudantes foram entrevistados e puderam acompanhar o trabalho da jornalista Luciane Ferreira. Moisés dos Santos, 11, gostou de ver o trabalho do intérprete de libras. “Se tem algum aluno que não ouve, pode entender. Eu também gostei bastante do “Por Que?” Para o estudante Cauã Lorenzo Miorando, 10, o momento mais legal foi a entrada da Nara, a capivara leitora. “Gostei da parte da peça que o personagem falou sobre o nosso planeta, das enchentes”, acrescentou. Conforme Isadora Zílio,11, a entrada do “Por Que?” em cena foi muito divertida. Assim como o momento que ele pergunta à plateia: “Por que? Por que? Por que? Um por que geram muitos porques.” Isadora ressaltou; “Ele chegou brincando com todo mundo.” A aluna Sophie de Oliveira, 10, achou muito legal a apresentação teatral. “É diferente, nunca tinha visto. Também gostei da parte do intérprete de libras”.

FORQUETINHA

Em Teutônia, a caravana ocorreu na Escola EMEF Professor Guilherme Sommer Caravana no dia 26 de agosto. Conforme a diretora, Camila Backes, a programação proporcionou aos estudantes uma experiência significativa de aprendizagem, que despertou a consciência ambiental e fortaleceu o compromisso de cada um com a sustentabilidade. “Esperamos que estimule a reflexão

sobre como nossas escolhas e atitudes do dia a dia impactam o meio ambiente, incentivando práticas como a redução do desperdício, a correta separação dos resíduos, a reciclagem, o consumo consciente e a preservação dos recursos naturais”, destaca. Para ela, as ações lúdicas, como o teatro

A EMEF João Batista de Melo recebeu a 25ª edição da Caravana Educame. Teatro e oficinas envolveram os alunos do turno da manhã. No total, a instituição tem 245 estudantes matriculados. A temática vai ao encontro das ações trabalhadas na escola, conforme a diretora Mirna Schmitz. Para ela, é necessário reforçar diariamente com os alunos as questões ambientais e a sustentabilidade. “E a forma lúdica é uma das melhores alternativas, pois os alunos aprendem ‘brincando’, principalmente os menores”. Por meio dessas iniciativas, Mirna destaca que os alunos levam a temática ambiental à família e à comunidade, impactando de maneira positiva na vida das pessoas. SETEMBRO 2026


LIVROS E CARTILHAS

Educame é lançado na Zona Sul com foco na educação

ambiental nas escolas

Encontro reuniu autoridades, professores e patrocinadores para apresentar materiais que serão utilizados na rede de ensino

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Grupo A Hora lançou na quinta-feira (10), em sua sede em Pelotas, os livros e as cartilhas do Programa Educame – Educação Ambiental na Escola – a serem utilizados na Zona Sul. A iniciativa leva às escolas da região materiais pedagógicos para trabalhar a preservação do meio ambiente, resiliência climática e estimular a participação dos estudantes nos cuidados com o lugar onde vivem. O encontro contou com a presença dos prefeitos Fernando Marroni, de Pelotas; Zelmute Marten, de São Lourenço do Sul; Flávio Vieira, de Cerrito e Celso Silveira, de Herval. Também participaram representantes do Governo do Estado, Portos RS e Corsan – parceiros do projeto, o diretor editorial do Grupo A Hora, Fernando Weiss e o escritor e coordenador do Educame, Gilberto Soares, autor do livro e da cartilha do programa. SETEMBRO 2026

Além deles, diretores de cinco escolas municipais de Pelotas e representantes da Secretaria Municipal de Educação também estiveram presentes. A proposta é utilizar as publicações

como apoio ao trabalho dos professores, aproximando a educação ambiental do cotidiano dos alunos. A distribuição será articulada com as secretarias municipais de Educação. FOTO PEDRO PETRUCCI

Expansão do Educame para a Zona Sul do Estado é essencial para ampliarmos o debate sobre resiliência climática e cuidado com o ambiente.” Rafael Simonis, gestor de Projetos do Grupo A Hora

Da experiência no Vale às escolas da região O Educame foi lançado em 2023 no Vale do Taquari, após as enchentes que atingiram a região. O projeto surgiu da necessidade de ampliar o conhecimento sobre o ambiente e incentivar uma cultura de prevenção a desastres, com a escola como espaço para desenvolver esse aprendizado. Desde então, o programa reúne diferentes formas de trabalhar o tema. No Vale, além das publicações, são realizadas caravanas com apresentações teatrais e oficinas sobre água, resíduos e jornalismo ambiental. As atividades incluem propostas para que os próprios estudantes produzam notícias sobre iniciativas das escolas.

Livro e cartilha do Educame Zona Sul serão utilizados nas escolas da região

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NATUREZA

Jardim Botânico de Lajeado completa 31 anos

Com 32 hectares, espaço é voltado à produção de espécies arbóreas, à preservação da flora e fauna e à educação ambiental.

O

Jardim Botânico Lajeado (JBL) completa 31 anos em 18 de setembro. Localizado no bairro Jardim Botânico, é um ponto turístico, serve como área de lazer e contato com a natureza. Em seus 32 hectares, reúne trilhas, coleções botânicas e espaços sensoriais que convidam a conhecer espécies de plantas e animais da região. O JBL é um centro fundamental para a preservação ambiental e educação, destacando-se pela produção anual de cerca de 20 mil mudas de plantas e árvores no seu Horto Florestal. Além de atuar diretamente no reflorestamento e na recuperação de áreas degradadas, o local protege diversas espécies de aves e mantém cinco coleções botânicas científicas, diferenciando-se de um parque comum por seu compromisso com a salvaguarda da biodiversidade e a conscientização comunitária. As visitas guiadas e oficinas podem ser agendadas por escolas e qualquer grupo de pessoas interessadas em

Espaços do JBL • Estacionamento • Pórtico • Auditório • Alameda dos Jerivás • Coleções botânicas: árvores da mata atlântica bromélias, cactos e orquídeas; árvores ameaçadas de extinção e coleção de árvores exóticas; horto etnobotânico • Jardim Sensorial (FOTO) • Herbário • Coleção abelhas nativas

Visitante é recebido na Alameda dos Jerivás conhecer o jardim botânico de uma maneira mais aprofundada e aprender um pouco mais sobre o mundo que

nos cerca. Contato pelo telefone (51) 3982-1107 ou telefone/Whats (51)3982- 1099.

• Horto Florestal • Alameda dos Ipês-amarelos • Trilhas de interpretação ambiental: Trilha autoguiada; Trilha da Cascata; Trilha do Tatu, Trilha do Sabiá e Trilha • Especial (pesquisa científica apenas); • Parquinho naturalizado

CALENDÁRIO AMBIENTAL

Dia de que? SETEMBRO

19 - Dia Mundial pela Limpeza das Águas Sugestão: convide os alunos para fazer a limpeza às margens de um rio ou arroio. Aproveite para separar os resíduos recolhidos e dar a destinação adequada. 21 - Dia da Árvore – Conscientiza sobre a relevância das florestas para o equilíbrio climático e os recursos hídricos. Sugestão: plantio e adoção de mudas nativas na escola ou em área pública. Cada turma pode se responsabilizar pelo cuidado diário da sua árvore. Consulte um biólogo ou outro especialista para escolher a espécie e local mais adequados para o plantio. 22 - Dia Mundial Sem Carro / Dia da Defesa da Fauna – Incentiva o uso de transportes alternativos e reflete sobre a proteção dos animais silvestres. 29 - Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos – Aborda a sustentabilidade na cadeia de consumo alimentar.

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OUTUBRO

4 - Dia Mundial dos Animais e da Natureza – promove o bem-estar animal e a reflexão sobre os ecossistemas. Sugestão 1: convide os alunos da Educação Infantil e Anos Iniciais a confeccionar máscaras de animais da fauna local (como o quero-quero, ou a capivara) em papelão reutilizável. Depois de prontas, façam uma roda onde cada um imita o som e o movimento do seu bicho Sugestão 2: convide alunos dos anos finais do Fundamental ou do Ensino Médio para serem voluntários por um turno em abrigo de animais ou fazer uma campanha de doação. 5 - Dia da Ave – Destaca a importância das aves para a dispersão de sementes e o equilíbrio ambiental. Sugestão: leve os alunos ao pátio da escola ou praça próxima com binóculos ou celulares para observar, ouvir e registrar as aves locais. 16 - Dia Mundial da Alimentação – Debate a segurança alimentar e a sustentabilidade na produção de comida. Sugestão: monitore o lixo orgânico da merenda durante uma semana para conscientizar sobre o desperdício de alimentos. Comece uma composteira.

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ÁREAS COM VAGAS ABERTAS As 250 oportunidades estão distribuídas em pelo menos dez áreas: • Administrativo • Comercial • Engenharia • Recursos Humanos • Operações • Manutenção • Segurança do Trabalho • Eletromecânica • Tecnologia • Estágio em Química

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PALAVRA DO ESTUDANTE

BICHO DO MÊS

Sapinho-admirável-de-barriga-vermelha

A natureza em nossa vida Conjunto de todos os seres, elementos, fenômenos do universo que existem de forma espontânea, com o animais, oceanos, montanhas, entre tantos outros fazem parte dela. Nós também pertencemos a ela: a nature za. Há tantas memórias para recordar, ban hos de chuva, bolo de terra, esconde-esco nde e tardes inteiras passadas ao ar livre . A natureza está presente em todos os momentos de nossas vida s, oferecendo o ar puro que respiramos, águ a para beber, os pássaros que cantam pel a manhã e paisagens que nos encantam , trazendo sua leveza ao nosso dia a dia . Por isso é importante perceb er que ela não está distante de nós e que quando aprendemos o seu valor, ent endemos que cuidar da natureza é cui dar de nós mesmos e de futu ras gerações. Se todos fizerem sua parte e apr endermos o seu valor, pod emos preservar a vida e a beleza que temos em nosso planeta e garant ir que elas existam. Ana Luiza Klaus

Marcelo Heisler, professor, Biólogo e especialista em Meio Ambiente e Sustentabilidade

O sapinho-admirável-de-barrigavermelha (Melanophryniscus admirabilis) é um dos anfíbios mais raros e ameaçados do Brasil. Essa pequena espécie é endêmica do Rio Grande do Sul, o que significa que ela existe naturalmente apenas em uma região muito específica do estado, às margens do rio Forqueta, entre os municípios de Arvorezinha e Soledade. Com tamanho médio, entre 3 a 5 centímetros de comprimento, o sapinho-admirável chama a atenção pela sua coloração marcante. Seu corpo apresenta tons de verde e preto, enquanto a região ventral possui manchas avermelhadas que servem como um alerta para possíveis predadores. Essas cores indicam que o animal possui substâncias tóxicas na pele, uma importante estratégia de defesa na natureza. Por ocorrer em uma área muito pequena e restrita às margens do rio Forqueta, o sapinho-admirávelde-barriga-vermelha é uma espécie bastante sensível às alterações ambientais e apresenta elevado risco de extinção. Além disso, sua área de ocorrência não está inserida em nenhuma Unidade de Conservação, tornando a preservação do habitat ainda mais importante. Alguns estudos já foram realizados por pesquisadores para compreender melhor a biologia, a ecologia e o estado de conservação

da espécie. As pesquisas continuam sendo desenvolvidas e auxiliam no monitoramento da população, na identificação de ameaças e na busca por estratégias que contribuam para sua conservação local. Estimativas indicam que existam cerca de mil indivíduos na natureza. Entre as principais ameaças à espécie estão a degradação dos cursos d’água, o desmatamento, a poluição e outras alterações ambientais que podem comprometer a qualidade do habitat onde ela vive. Por isso, a conservação da área de ocorrência do sapinho-admirável-debarriga-vermelha é fundamental para garantir a sobrevivência da espécie e a manutenção dessa importante riqueza da biodiversidade gaúcha. O sapinho-admirável-de-barrigavermelha é um verdadeiro símbolo da biodiversidade do Rio Grande do Sul. Conhecer sua história e sua importância ajuda a valorizar a fauna regional e reforça a necessidade de proteger os ambientes naturais.

Luiz Corrêa Doutor em Biologia RESPOSTAS: 1 A, 2 D, 3 D, 4 D

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PESQUISA

Estudantes de Imigrante lançam

olhar ao meio ambiente

Na 2ª Mostra Científica, trabalhos se conectam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

grandes pesquisadores no futuro, com cabeças pensantes que façam a nossa sociedade evoluir cada vez mais”, destacou.

Integração com as famílias

Luciane Eschberger Ferreira lucianeferreira@grupoahora.net.br

O

s Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pautaram a 2ª Mostra Científica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Santo Antônio, em Imigrante. Da Educação Infantil, passando pelos anos iniciais e o Ensino Fundamental, todas as turmas foram desafiadas a pesquisar, trabalhar em grupo e propor soluções ambientais em diversas áreas. Um dos trabalhos que recebeu destaque dos avaliadores foi “Pisos piezoelétricos: geração de energia limpa e sustentável através da pressão dos passos”. O grupo do 9º ano, formado pelos estudantes Ana Laura Machado de Souza Leite Barros, Gabriela Kruger, Isabella Gerhardt, Katiely Elisa Martin e Rafael Possebon da Silva, explicava durante a feira que os pisos piezoelétricos utilizam uma tecnologia que permite transformar a pressão e os passos das pessoas em energia elétrica. “Durante o projeto, pesquisamos como essa tecnologia funciona, seus benefícios e suas possíveis aplicações, principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como escolas, shoppings, estações e espaços público”, destaca Gabriela. O grupo escolheu o tema porque queria trabalhar com uma ideia diferente, inovadora e relacionada à sustentabilidade. “A possibilidade de transformar algo tão

Ana Laura, Gabriela, Isabella, Katiely e Rafael, do 9º ano apresentaram: “Pisos piezoelétricos: geração de energia limpa e sustentável através da pressão dos passos” e aproveitamento da energia que já produzimos naturalmente no nosso dia a dia”, observa.

“A mostra possibilita que os alunos tomem gosto pela ciência”, diz secretário

Diante dos resultados positivos deste ano, secretário Lutterbeck lançou o desafio de realizar a 2ª edição na Escola Arco-Íris e a 3ª edição na Escola Santo Antônio em 2027 comum quanto caminhar em uma fonte de energia chamou nossa atenção. Além disso, acreditamos que os pisos piezoelétricos podem representar uma alternativa interessante para o futuro, unindo tecnologia, sustentabilidade

O secretário municipal de Educação, Cultura, Desporto e Turismo de Imigrante, Carlos Alexandre Lutterbeck, avaliou de forma positiva a realização da 2ª Mostra Científica da Escola Santo Antônio e da 1ª Mostra Científica da Escola ArcoÍris – que havia ocorrido dias antes. Com formação na área de Ciências Biológicas, o secretário expressou entusiasmo com o envolvimento dos estudantes. “A mostra possibilita que os alunos tomem gosto pela ciência e pela pesquisa desde o início da sua caminhada escolar. Isso é fundamental para que tenhamos

Durante o evento, em diálogo com diretora Carla Klein Camilo e a vicediretora é Adriana Rissi Jackisch, o secretário Lutterbeck ressaltou que a importância das mostras vai além do conhecimento acadêmico. As apresentações ajudam a desenvolver a postura em público e a capacidade de comunicação dos alunos ao receberem os visitantes. O secretário também agradeceu à comunidade escolar e aos pais que prestigiaram o evento. Ele reforçou que as portas da escola estão sempre abertas e que o acompanhamento familiar é indispensável para o sucesso dos filhos. Já visando o futuro, lançou um desafio às equipes diretivas: realizar a 2ª edição na Escola Arco-Íris e a 3ª edição na Escola Santo Antônio no próximo ano.

Educame

Com o tema focado, nas ODS as mostras evidenciam a criação de uma consciência ambiental nos estudantes, que deve ser replicada dentro de suas próprias famílias, ressalta Lutterbeck. Para o secretário, essa proposta dialoga diretamente com o projeto Educame, do Grupo A Hora. Refletindo sobre os desafios recentes do município e Vale por conta das enchentes, o secretário concluiu com um apelo à preservação: “Espero que todos nós tenhamos aprendido as lições do que passamos em 2023 e 2024. Tomara que nunca mais tenhamos que enfrentar situações semelhantes. A partir disso, precisamos criar estratégias sólidas para conservar o meio ambiente e mitigar os impactos ambientais decorrentes.”

Primeira pessoa A convite da Emef Santo Antônio, participei da banca avaliadora da 2ª Mostra Científica da instituição pública de Imigrante. Lá, encontrei um ambiente organizado e pensado em cada detalhe, fruto do empenho de professores e equipes pedagógica e diretiva. A regra de lincar a pesquisa a algum ODS, tenho certeza que elevou o nível do desafio aos estudantes. E a resposta foi à altura. A grande maioria propôs soluções inovadoras, criativas e porque não dizer, viáveis. Ao participar de uma atividade como esta, em que crianças e adolescente são protagonistas, me faz acreditar que há vontade de “salvar” o meio ambiente. Por muito tempo, descuidamos da mãe terra. Agora é hora pegar carona com esta galera, arregaçar as mangas e recuperar e preservar da nossa casa. Obrigada pela oportunidade!

Pesquisa sobre abelhas chamou a atenção no estante dos anos iniciais SETEMBRO 2026

Luciane E. Ferreira, jornalista e integrante da banca avaliadora da Mostra Científica

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O Maravilhoso Mundo da Natureza (por Polly Cheeseman)

Explore a vida secreta dos mamíferos, pássaros, árvores e outras maravilhas selvagens neste livro repleto de fatos surpreendentes. Faça um passeio pela floresta amazônica, descubra porque os vaga-lumes brilham e veja como atrair os animais para o seu quintal com atividades divertidas que você mesmo pode criar.

Não bagunce a ciência (por Anna Claybourne)

Esta dica é para quem quer aprender sobre a ciência de forma diferente e divertida, pois mostra que aprendê-la não se resume apenas a átomos e células, e pode ir muito além de decorar nomes e conceitos. Com propostas criativas e experiências divertidas, o livro convida os leitores a testar, desenhar, medir e experimentar enquanto descobrem diferentes áreas da ciência e da natureza. Indicado para crianças a partir de 8 anos, traz atividades como criar um minifilme, medir o intestino e testar as reações nervosas.

Atlas dos Oceanos e Mares do Mundo (por Ana Delgado)

Mundo animal

(por Ciranda Cultural) Este livro interativo convida os pequenos a explorar diferentes ambientes do planeta e conhecer os animais que vivem neles. Indicado para crianças a partir de 4 anos, ele apresenta 18 sons de bichos enquanto passa por cenários como a floresta tropical, as geleiras e o oceano. Uma leitura interativa para aprender sobre a diversidade da natureza por meio de imagens, curiosidades e sons.

Este atlas convida os leitores a explorar os mares e oceanos do planeta e conhecer a diversidade de vida que existe nesses ambientes. Com 20 mapas, o livro apresenta diferentes regiões do mundo e revela curiosidades sobre os ecossistemas marinhos, mostrando por que os oceanos são tão importantes para a vida na Terra.

DICAS DE LIVROS

Uma leitura para cada descoberta

Seleção reúne livros que aproximam a garotada da ciência e dos temas ambientais

A

natureza está cheia de perguntas: Como os animais se comunicam? De onde vem a chuva? O que acontece com o lixo depois que ele sai de casa? E por que é tão importante cuidar das florestas, dos rios e dos oceanos?Ler é uma forma de obter essas respostas e explorar o mundo. A cada página, novas descobertas ajudam a entender como a natureza funciona, conhecer

espécies, desvendar fenômenos e perceber a importância de cuidar do planeta.E não faltam histórias e livros que transformam esses assuntos em uma leitura leve e curiosa. Para quem gosta de descobrir coisas novas, reunimos algumas sugestões que podem render bons momentos de leitura e, de quebra, ampliar o conhecimento sobre ciência e meio ambiente.

Eu posso ser um mestre em ecologia

O Misterioso caso dos animais extintos

Neste os pequenos vão aprender sobre o meio ambiente de forma prática e divertida. Ao resolver enigmas, participar de experiências e encarar diferentes desafios, os leitores descobrem como a natureza funciona e quais atitudes podem contribuir para a preservação do planeta. A proposta transforma o aprendizado em uma aventura, estimulando a curiosidade e mostrando que pequenas ações também fazem diferença no cuidado com o ambiente.

Algo incomum aconteceu muitas vezes ao longo da história da Terra: espécies surgiram, viveram por milhares ou milhões de anos e desapareceram. Fósseis que não se parecem com nenhum animal atual, insetos preservados em âmbar, pegadas de tamanho incomum e até múmias de animais desconhecidos são pistas desse passado. A obra apresenta a extinção, um processo natural que ocorre desde o surgimento das primeiras formas de vida, e convida os leitores a investigar o que causa o desaparecimento das espécies e quantos seres vivos podem ter existido antes dos que conhecemos hoje.

(por Anna Claybourne)

Coisas que você precisa saber (por John Farndon e Rob Beattie)

Este livro mergulha em histórias fascinantes por trás de atividades cotidianas sobre as quais, geralmente, achamos que já sabemos tudo. Você sabe como funciona um painel solar? uma impressora 3D? Como separar e para onde vai o lixo? Qual é o gás usado em fogões e sistemas de aquecimento? Depois dessa leitura, mexer com tecnologia nunca mais será igual.

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(por Eliseo García)

Neurodiversidade: Pequeno Cientista (por Vanessa Justino)

De forma lúdica e acessível, a obra apresenta a ciência a partir de experimentos pensados para respeitar as necessidades de crianças autistas e com TDAH. As atividades utilizam materiais simples, como itens recicláveis, água e outros ingredientes, para incentivar a observação, a experimentação e a descoberta. Ao longo das páginas, diferentes “porquês” são respondidos, ajudando os pequenos a compreender melhor a ciência e o mundo ao redor.

SETEMBRO 2026


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