Lajeado, terça-feira, 21 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1807
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h

CRIATIVIDADE PARA OS NEGÓCIOS
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Lajeado, terça-feira, 21 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1807
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h

CRIATIVIDADE PARA OS NEGÓCIOS
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Sindilojas inova na edição deste ano e traz conceito multidisciplinar para o Reload Festival.

Hospitais e instituições de ensino podem perder benefícios caso a isenção no repasse ao FGTS deixe de existir.
ultimato para venda irregular nas ruas centrais da cidade ocorreu ontem, durante reunião entre integrantes do Executivo e vendedores. A par-
tir do próximo mês, fiscais do município farão ofensivas frequentes para coibir a ação de comerciantes sem alvará e produtos sem procedência.
Exposição começa hoje com o intuito de apresentar formas de diversificar as lavouras. Página 7 Página 11 COLETIVO DE LAJEADO pelo Conselho de Trânsito. Decisão será por decreto. Hoje, o valor da tarifa de transporte público é de R$ 3,40
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
INDICADORES ECONÔMICOS
MOEDACOMPRA VENDA
Dólar Comercial3,073,07
Dólar Turismo3,053,25
Euro1,081,08
Libra1,241,24
Peso Argentino15,6415,68
Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.
ÍNDICEMÊS% MÊS % ACUMULADO ANO
ICV (Dieese)01/20171,045,37
IGP - DI (FGV)01/20170,435,99
IGP - M (FGV)02/20170,725,39
INPC (IBGE)01/20170,425,44
INCC02/20170,826,32
IPC-A (IBGE)01/20170,385,34
ANO01/20177,50
SELIC META12,25
TR 02/2017 0,150,35
CDI MENSAL02/20170,861,96
OURO E PETROLEO FECHAMENTO DATAHORÁRIO
OURO GOLD
BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHA-
NASDAQ (EUA)5.902,920,03
DAX 30 (ALE)12.052,90-0,35 FSTE 100 (GRB)7.429,810,07
Mais uma vez, a produção alimentícia do país fica em xeque. A Operação Carne Fraca traz dúvidas sobre o processo de beneficiamento da carne e também gera instabilidade no mercado. Como consequência, a União Europeia exige mais informações sobre a investigação. Junto com isso, países como a Coreia do Sul começam a barrar os produtos brasileiros.
Uma reação compreensível frente ao que foi apontado pela Polícia Federal. Foram mais de mil agentes para cumprir os mandados após dois anos de investigação. Cabe ressaltar, apesar do julgamento público, não houve exposição laboratorial sobre quais lotes adulterados foram para o mercado.
Por mais relevante que possa ter sido mostrar o esquema irregular entre agentes do Mapa e frigoríficos, alguns apontamentos da PF são questionáveis. Grande parte da investigação se baseou em escutas telefônicas. Não houve uma ação contínua dentro dos frigoríficos. Um acompanhamento das práticas no trato com a carne. Nos anos de investigação, houve apenas uma busca.
Diante da gravidade das suspeitas, seria necessário mais responsabilidade no momento de
Na rede

Usar a operação para desqualificar o produto nacional atende a outros interesses. Inclusive para o mercado externo
médios frigoríficos, até se a carne servida no jantar do presidente Michel Temer a embaixadores de países importadores era nacional ou importada.
Faltou observar os pontos centrais da investigação, como a adulteração dos produtos, em especial o uso de substância cancerígena para esconder o cheiro ou o aspecto da carne. A aplicação de ácido ascórbico, como aparece na investigação, é a vitamina C. A colocação na carne para fazer salsicha é regulamentada por lei, desde que obedeça a quantidade estabelecida.
sado em análises periciais, feitas em laboratório. Caso contrário, o que foi divulgado como a maior operação da PF na história toma contornos de exagero.
expor a situação. Não se trata de proteger o capital em detrimento à saúde da população, mas conhecer de maneira mais aprofundada a atuação das indústrias, as duas maiores exportadoras do país. De sexta-feira passada até hoje, na maior parte, o noticiário na grande mídia se valeu da repercussão no pós-Carne Fraca. Das reações do mercado internacional, também abordou a conquista de mercado para pequenos e
Os policiais apontaram o uso das sobras, como cabeça de porco, para fabricar linguiças. Essa é uma prática da indústria em diversos países. O tipo de carne é matéria-prima para embutidos. Outro ponto é o uso de fécula de mandioca, proteína de soja e carne de frango para produtos que no rótulo afirmavam ser de peru. Inclusive foi isso que deu origem à investigação.
Mais uma vez, o que deve ser visto é se a quantidade de proteína da carne atende aos requisitos previstos em lei. Como se vê, todas as suspeitas precisam de comprovação. É preciso encontrar quais lotes estão com problemas, quanto desses produtos foi para a mesa da população. Tudo emba-
Comentários postados na página do facebook e no site do Jornal A Hora. Participe e deixe sua opinião.
Comentáriosobreamatéria“CDLcobrafiscalizaçãoaocomércioambulante”
Por que não colocar o camelódromo? Se é por causa de imposto, cobra-se um valor, então, desses “ambulantes” e coloca eles num espaço adequado em vez de proibir. Quem quiser comprar dos ambulantes compra, quem quiser comprar de lojas compra, o importante é ter a
livre opção de escolha da população, e depois dizem que Lajeado é para crescer, mas esse crescimento tem que ser para todos, e não somente uma classe.
AlessandroGoulart
Mais uma vez, não se trata de defender qualquer indústria, mas de problematizar o alarde feito sobre a cadeia produtiva. No país, são mais de cinco mil frigoríficos com habilitação para exportar. Desse total, 30 estão sob investigação e apenas três foram lacrados. Usar a operação para desqualificar o produto nacional atende a outros interesses. Inclusive para o mercado externo. Neste momento em que os ânimos estão acirrados, é preciso tranquilidade. Para o consumidor, sugere-se mais cuidados na hora da compra. Devem conferir se os estabelecimentos onde compram carne vendem produtos com certificação de origem e de inspeção. Pois, mesmo com as acusações de corrupção dos inspetores federais, trata-se de uma parcela muito pequena. São 33 investigados em um universo de quase três mil servidores. Os erros, após a comprovação de terem sido cometidos, serão punidos, mas as acusações não podem ser generalizadas. Até então, os problemas foram localizados, não se acredita ser uma prática usual nos frigoríficos.
Diferentemente do publicado na edição desse fim de semana, na matéria “Força comunitária estimula desenvolvimento”, a programação de aniversário de Capitão foi no domingo, 19, e 13 candidatas se inscreveram para concorrer à corte das soberanas.


Afiscalização sobre o comércio de ambulantes será ampliada a partir de abril. O anúncio foi feito pela administração municipal, em audiência pública ontem à tarde.
Cerca de 15 vendedores, sem ponto fixo, participaram da reunião, que também contou com a presença de lojistas, representantes de entidades ligadas ao comércio, e integrantes do Legislativo.
O encontro foi coordenado pelos secretários de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura (Sedetag), Douglas Sandri; da Fazenda, Guilherme Cé; e do Planejamento e Urbanismo (Seplan), Rafael Zanatta. Com a ajuda do tradutor Mor Mdioye, eles orientaram os ambulantes sobre as formas de se regularizarem.
O que, conforme o Código Tributário, exigiria o pagamento de mais de R$ 6 mil ao ano para a venda de alguns produtos. “É um momento de conscientização. Estamos dando este tempo para que eles nos procurem, e trabalhem de modo formal”, frisa Sandri.
Aqueles que não se adequa-
rem poderão ter as mercadorias apreendidas, como já foi feito em algumas operações de fiscalização do município. O mesmo ocorrerá com quem vende em pontos proibidos do centro, conforme previsto em decreto de 2003.
“Dentro dessa área não vamos permitir, mesmo para quem tem cadastro. A lei é igual para todos. Se cobramos de uns, precisamos cobrar dos outros.”
Para possibilitar essa intensificação, será necessária uma reorganização. Hoje, há dois fiscais de posturas.
Outros servidores deverão auxiliar no serviço, e repassar atividades burocráticas a outros profissionais do quadro funcional. O aumento de horas extras também será necessário.
“Precisamos que não ocorra só no horário da prefeitura, mas no fim de tarde, fins de semana.”
A partir do anúncio de coibir a venda irregular, vários participantes da audiência demonstraram preocupação com o problema social gerado.
Isso porque a maioria dos am-
Marco Daniel Rockenbach, presidente do Sindicomerciários
“É um tema delicado. Traz problemas ao empresário, e ao funcionário. Mas também para estes estrangeiros. Eles não fazem porque querem, mas porque precisam. Prefiro vê-los trabalhando, do que praticando crimes. Então acho que precisamos achar uma forma de reinseri-los de modo legal, a fim de não criar outro problema, ainda pior. Não podemos tirá-los daqui sem criar uma alternativa. Se demonstraram excelentes vendedores. Acredito que possa ser viável trazê-los ao comércio.”

Heinz Rockenbach, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL)
bulantes é senegalesa e vende produtos industrializados, o que não permite que ganhe autorização.
Ao contrário dos vendedores de produtos artesanais e de comida. “Isso não é permitido em nenhum lugar. Não pode haver nenhuma vinculação com a indústria”, cita Sandri.
Porém, Simon Renel, haitiano que é servidor do município, ressaltou que os ambulantes dependem da venda para a própria subsistência e de suas famílias, que vivem no país africano.
“Precisamos de ajuda, por favor”, pediu um dos ambulantes, por intermédio do tradutor.
A ideia de criação de um camelódromo foi abordada. Mas apontada por um lojista como uma “oficialização da venda irregular.”
Então, outra possibilidade sugerida foi a reinserção dos imigrantes no mercado de trabalho. Para o secretário do Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sthas) Lorival Silveira, essa é a melhor alternativa.
“Pretendo falar com o prefeito e ir direto nas empresas. Com certeza, se cada uma das grandes oferecer uma, duas vagas, teremos o problema resolvido.”
“Queremos uma solução pacífica, sem dano ou prejuízo a ninguém. Não estamos contra os ambulantes legais, apenas desejamos que os demais se adequem. Geramos renda, emprego, tributos ao município, e precisamos pagar pelo nosso ponto. Então, os demais também precisam. Acredito que os empresários possam sim ajudar neste processo, para não ampliar o comércio ilegal.”
Marcelo Cardoso, ambulante faz 30 anos


“Acredito que o município poderia organizar melhor a venda aqui. Uniformizar e colocar crachá nos vendedores legais. É mais fácil identificar. Além disso, fazer uma parceria mais forte com a Brigada Militar. Isso inibe os vendedores de fora, que às vezes chegam aqui só no sábado, e se espalham pela cidade. Eu sempre paguei meus impostos, e gastei meu dinheiro aqui. Eu, como ambulante, também me sinto prejudicado com isso. Gostaria também que a fiscalização atuasse de forma mais ampla, não sempre abordando os mesmos.”
Musthafa Ture, senegalês, ambulante em Lajeado faz seis meses
“Antes eu trabalhava numa empresa, mas fui demitido. Passei pela carga e descarga e corte, e agora estou vendendo, faz uns dois anos. Gostaria de voltar para as empresas, mas não tem vaga. Faço isso porque não tenho opção. Mando dinheiro para a minha esposa, e dois filhos. Sinto muito saudade, até porque não tenho dinheiro para ir visitá-los. Eu não ganho R$ 6 mil ao ano, para me regularizar. Acho que se não tiver emprego, vou acabar indo embora.”

Lajeado
Tratar de assuntos sérios de forma descontraída.
É o que querem os organizadores do 5° Reload Sindilojas. O evento inicia hoje, no Clube Tiro e Caça, a partir do meio -dia. A palestra mais esperada da noite é com o empresário Romulo Tevah. Conhecido por incentivar as pequenas empresas que, segundo ele, são as mais capazes de fazer o incomum, com planejamento e análise.
O Food Truck Destemperados, de Porto Alegre, é a primeira atração do dia. A opção de almoço mostra na prática um posicionamento incomum de quem trabalha no ramo. Pratos famosos pela qualidade assinada por grandes chefs.
Assim como a gastronomia, estão na lista das atrações setores como arquitetura, marketing, sustentabilidade e varejo. Os seis workshops visam trabalhar em cada área a influência das inovaçõesnosnegócios.Haveráatrações como música, com bandas e DJs, relaxamento com aulas de pilates e espaço kids.
A diferença do festival deste ano é o formato, que possibilita experiências das mais diversas áreas do varejo. Para o presidente do Sindilojas do Vale do Taquari Giraldo Sandri, é preciso mudar e inovar sempre. “O desafio é sair do lugarcomum e surpreender.”
Prova disso são algumas das atrações como as aulas grátis de

aposta na inovação do atendimento, mantendo um ritmo criado antes do início da crise, há dois anos
pilates. Faz sentido, pois trabalha o corpo como um todo, principalmente músculos como o abdômen, centro de força e estabilidade. O espaçokidstambémproporcionaaos pais um tempo maior para aproveitar o festival. Atividades recreativasepedagógicasterãoorientação e monitoria profissional.
Para o proprietário de uma loja de moda masculina Ivânio Postal, no ramo masculino, há mais fidelidade dos clientes. “Se tu atender bem, ele vai vir sempre. A mulher especula mais.” Para ele, em dois anos de recessão, é preciso buscar alternativas.
Segundo Postal, é preciso inovar, mas o atendimento continua
sendo o número um da lista para segurar o cliente. A loja está na cidade faz nove anos e enfrentou duas crises. “O lema é atender bem desde a pessoa que entra de chinelo ou de gravata. Vai ser bem atendido igualmente.”
Para a coordenadora do Reload Sindilojas Festival, Erica Klain, neste ano,ofocofoitrazerexemplosdesucesso profissional inovador. “Nossa ideianãofoilevarpalestranteprofissional,masbonscasesmesmo.” Afirma que muitas vezes alguns palestrantes parecem trazer fór-
A administração municipal abriu o resultado do julgamento da documentação dos habilitados na exploração do serviço de táxi no município. Dos 36 motoristas que entregaram a documentação que visa regulamentar o exercício da função, 33 foram considerados aptos de
momento a ficar com uma das 52 permissões, sendo 42 autorizações imediatas e dez reservas. De acordo com Setor de Licitações da prefeitura, corre até a próxima segunda-feira, 27, o prazo para recursos daqueles que foram considerados inabilitados por não atenderem às exigências legais. Em caso positivo, será realizada a análise do mesmo e
se protela as demais etapas até o julgamento do respectivo recurso. Caso não ocorra a interposição, será realizada no dia 28, mais uma vez na câmara de vereadores, a análise das propostas técnicas aprovadas. Com isso será feita a pontuação dos classificados, aquela que definirá por parte dos motoristas a prioridade na escolha dos pontos.
Sustentabilidade: Causa e efeito. Estudo de caso da Ecobarreira do Dilúvio. Às 14h30min, no Salão Rústico – Luiz Carlos Zancanella Junior.
Marketing: Abrindo a cabeça do consumidor. Tendências de varejo e insights para um marketing fora do sério. Às 14h30min, no Salão Panorâmico – Martin Haag.
Gastronomia: Panelas e planilhas. Como a gastronomia pode te ajudar a vender. Às 14h30min, no Salão das Corticeiras – Diego Fabris.
Varejo: Tendências da NRF. O que a maior feira de varejo do mundo ensina para o mercado. Às 16h30min, no Salão das Corticeiras – Fabiano Zortéa.
mulas mágicas, como se as dicas fossemmudaraempresa.Segundo Erica, é preciso sair da divagação motivacional. “Mas a gente sabe que não existe. Essas fórmulas de vendas são temporárias. Até pode dar certo uma semana, depois cai tudo por terra.”
A proposta é trazer empreendedores que estão fazendo sucesso com ideias novas. “Mostrar que o incomum é possível e fácil. Não precisa ser mirabolante.” Cita que um dos destaques desta edição é oferecer um dos salões auxiliares do CTC para proporcionar a troca de experiências entre os participantes. “Então fazer um network, pegarmaisinformaçõestantocom
Arquitetura: Design além do óbvio. Como a arquitetura pode ajudar seu negócio a ser mais lurativo. Às 16h30min, no Salão Panorâmico –Reinaldo Leão Forte.
RH: Eu quero você! Contratação e demissão: como saber quando virar a cadeira. Às 16h30min, no Salão Rústico – José Ronaldo Peyroton.
palestrantes quanto com empreendedores.”
A coordenadora conta que o número de vagas para o workshop de marketing está quase esgotado. “As agências estão sempre fazendo a mesma coisa. É preciso algo diferente, inovador, enxergar a coisa mais global.”
Teutônia
O secretário de Planejamento, Ricardo Wagner, e o sub-secretário, Clemir Tavares de Jesus, receberam a comandante da Brigada Militar, capitão Carmine Brescovit Fontoura. Os representantes do governo
apresentaram o resultado da implementação do estacionamento rotativo no bairro Canabarro e discorreram sobre a necessidade da instalação do mesmo modelo no bairro Languiru. Também houve troca de ideias e sugestões para tornar o trânsito de Teutônia ainda mais seguro. Secretaria
Empresas queriam R$ 3,90
Lajeado
Ogoverno municipal avalia a proposta de reajuste das tarifas de transporte público. Após reunião na semana passada, o Conselho de Trânsito sugere R$ 3,85. Hoje, a passagem custa R$ 3,40. O prefeito, Marcelo Caumo, solicita auxílio do Ministério Público (MP) para verificar se o aumento sugerido está de acordo com um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
Esse TAC, firmado entre MP, Executivo e as empresas de transporte de passageiros, exige uma série de procedimentos e estudos para justificar os reajustes. Caumo se reuniu ontem com o promotor de Justiça, Sérgio Diefembach. A intenção é repassar essa análise para uma equipe técnica da promotoria.
“A prefeitura ainda não se manifesta sobre a proposta de reajuste apresentada pelo Conselho. Estamos verificando o TAC e outros acordos já firmados com o MP”, explica o prefeito.
De acordo com o diretor do Departamento de Trânsito, Carlos Kayser, que também é o presidente do Conselho de Trânsito, a empresa havia pedido um valor

de R$ 3,90 para as novas tarifas. Sobre os estudos necessários para balizar o reajuste, ele afirma ter recebido informações por parte das empresas.
“Eles nos apresentaram índices de aumento no combustível, óleo diesel, e na folha de pagamento dos funcionários. Há um relatório com essas despesas, e também com gastos de manutenção”, informa Kayser. Para ele, no entanto, o valor do reajuste das tarifas deve ficar abaixo da proposta apresentada pelo conselho. A de-
cisão será por meio de decreto do prefeito.
Ainda conforme a proposta sugerida pelo Conselho de Trânsito, as tarifas para micro-ônibus podem aumentar de R$ 4,50 para R$ 5. Hoje, são 53 ônibus e dois micro-ônibus à disposição de uma média de 6,8 mil passageiros.
Se confirmado o aumento nas tarifas de transporte público, será o oitavo reajuste desde 2006. Naquele ano, a passagem custava R$ 1,70. Neste período de 11 anos, a maior alteração no valor foi regis-
trada entre 2009 e 2010, quando o preço passou de R$ 2 para R$ 2,40 .
O serviço de transporte público nunca foi licitado em Lajeado. Houve duas tentativas. A primeira em 2007, sob a gestão da ex-prefeita, Carmen Regina Cardoso (PP). A segunda ocorreu em 2015, no governo de Luís Fernando Schmidt. Ambas acabaram suspensas em função de problemas judiciais e desacordos com a legislação municipal. “Não vamos nos
furtar disso”, garante Caumo. No governo passado, Schmidt pagou cerca de R$ 120 mil para uma consultoria terceirizada projetar o edital de licitação. Para tal, um amplo estudo foi realizado pela empresa Dirigida Consultoria em Transporte, com sede em Porto Alegre. Também foram realizadas audiências públicas em diversos bairros.
Apesar do investimento, o edital estava em desacordo com a legislação. O documento previa 20 anos de concessão, mas a lei orgânica permite só dez. Ainda, a concorrência seria balizada pelo “menor preço da tarifa”, enquanto a lei prevê “maior oferta e melhor técnica, com tarifa fixada, balizada a oferta mínima pelo valor das indenizações previstas para as atuais concessionárias”. Caumo garante que avaliará o estudo da gestão anterior. Segundo o procurador jurídico, Natanael dos Santos, após analisar o sistema de transporte e a legislação, junto com a cooperação de entidades representativas, será lançado edital de licitação. “Não há prazo específico, mas o governo trabalha com a segurança jurídica do processo licitatório e a confiança no sistema a ser licitado.”
O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou a contratação temporária de
26.440 profissionais para o IBGE fazeroCensoAgropecuário2017.As contratações serão feitas por meio de processo seletivo simplificado, e aduraçãodoscontratosserádeaté
um ano, com possibilidade de prorrogaçãolimitadaatrêsanos.
Serão 19.013 vagas para o posto de recenseador, 4.946 para agente censitário supervisor, 1.285 para
agente censitário municipal, 381 para agente censitário administrativo, 375 para agente censitário regional, 266 para analista censitário e 174 para agente censitário
de informática. O valor das remunerações ainda não foi definido. A portaria com a autorização foi publicada no Diário Oficial da União nasexta-feira.

Dois decretos divulgados pelo governo estadual causaram incômodo aos Conselhos Comunitários das Regiões das Rodovias Pedagiadas (Corepes). Entre os pontos, o texto altera a forma de escolha dos conselheiros e transfere a decisão para o secretário de Transportes.
O governo também reduziu o número de Corepes, passando de oito para cinco conselhos em todo estado. Preocupados com as mudanças, os conselheiros do Vale do Taquari decidiram pressionar o governo para evitá-las. A decisão foi tomada em reunião na manhã de ontem na Câmara de Vereadores de Encantado. Presidente do Corepe 7, Jonas Calvi reclama da forma como as medidas foram tomadas, sem abrir diálogo com os conselhos antes. “Esses dois editais saíram no Diário Oficial meio que na surdina, na sexta-feira de Carnaval. Não houve uma divulgação maior, e casualmente ficamos sabendo.”
Calvi avalia de forma negativa as decisões divulgadas em fevereiro. “Esses editais tiram toda a autonomia e participação do conselho, além de incluir mais duas praças de pedágios: Venâncio Aires e Candelária.” Para ele, o maior problema é quanto ao modo de escolha dos conselheiros.

No modelo antigo, os conselheiros são escolhidos por meio de votação das entidades envolvidas, como Amvat, Avat e Codevat. A partir de agora, essas entidades enviarão uma lista com três nomes para serem avaliados pelo secretário dos Transportes, que será responsável por escolher o conselheiro. Modelo criticado por Calvi. “Esta lista tríplice vai tirar a autonomia de escolha dos usuários, porque é a forma mais antidemocrática de escolha.”
O presidente do Corepe também questiona quais critérios serão usados para a nomeação.
“Hoje a escolha é feita de forma democrática. Com esse novo modelo, qual será o critério, ideológico partidário?” Os conselhos regionais também serão formados por um representante da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), um da Secretaria de Transportes e outro da de Planejamento .
Para evitar que essas mudanças sejam efetivadas, o Corepe do Vale tentará articular os demais conselhos. Uma reunião deve ser chamada nos próximos dias, para depois tentar um encontro
com representantes da EGR.
“Vamos tentar uma mobilização política para alterar essa forma de não participação da sociedade”, afirma Calvi. A ideia é pressionar a classe política, desde o Legislativo, para evitar as mudanças.
Segundo Calvi, a diretoria da EGR tem evitado reuniões com os Corepes nos últimos meses. Ele garante o descontentamento com as propostas do governo estadual. “Ninguém quer participar de algo que não tenha vez e voz e não faça diferença nenhuma.”
Encantado
A administração municipal recebeu a confirmação de emendas cadastradas na área da saúde. Elas são provenientes dos deputados Danrlei de Deus (PSD-RS), no valor de R$ 200 mil; Paulo Pimenta (PT-RS), R$ 250 mil; e do ex-deputado, hoje prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Júnior. O montante no valor de R$ 550 mil será utilizado para compra de equipamentos. Também foram aprovados projetos na CEF pelo Ministério das Cidades, para o recapeamento asfáltico da av. Lelio Natal Crippa com a Leonel Sangalli, até a altura do campo de futebol, no bairro Lago Azul.
Os vereadores Marco Aurélio Wermann (PV) e Ernani de Castro (PMDB) estiveram na capital federal em busca de recursos para o município. Entre as reuniões de articulação, protocolando futuros projetos e pedidos, Ernani comemorou o encaminhamento de emenda parlamentar do deputado José Fogaça (PMDB) no valor de R$ 150 mil para o Hospital Estrela.

Vale do Taquari
Instituições de ensino e hospitais podem perder a filantropia. Isso interfere nos atendimentos pelo SUS e agrava a crise nos hospitais. Na educação, pode pôr fim à concessão de bolsas de estudo em instituições privadas.
O relator da Reforma da Previdência, o deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), propõe o fim da filantropia. A sugestão tem o objetivo de reduzir a concessão gerada nos cofres da Previdência Social, resultantes das isenções concedidas.
Com a filantropia, hospitais, escolas e universidades são isentas de pagar a cota patronal de 15% ao INSS. Segundo Maia, a desoneração custou no ano passado cerca R$ 12,45 milhões aos cofres da Previdência.
O critério para um hospital obter título de filantropia é o volume de atendimentos via SUS, pelo menos cerca de 60% e 20% de gratuidade. Já as universidades concedem bolsas de estudo para estudantes.
Diante da intenção, entidades estão engajadas para impedir o avanço da medida na comissão especial que avalia a Reforma da Previdência.
De acordo com o presidente da Federação das Santas Casas, André Lagemann, todas as federações representativas dos hospitais filantrópicos estão em uma campanha intensa junto aos par-
lamentares.
Se a proposta for aprovada, afirma, deve gerar o “caos” no atendimento da população. Os hospitais filantrópicos são responsáveis por 70% dos atendimentos do SUS. No Vale do Taquari, há cerca de 20 hospitais nessa situação. São 245 em todo RS.
Conforme ele, em todo país, o maior prejuízo ocorrerá no RS, por ter maior rede filantrópica de casas de saúde. A possibilidade pode agravar as dificuldades financeiras das instituições.
Segundo ele, os repasses estão em dia. “A crise financeira do Estado está longe de ser resolvida, isso mantém um cenário de incertezas. Enquanto perdurar essa dificuldade, o calendário de pagamentos sempre será incerto.”
Conforme Lagemann, sem a filantropia, será necessário criar um novo modelo de remuneração aos hospitais. Na avaliação dele, isso poderá recair sobre o próprio usuário do SUS, ferindo os princípios do sistema.
Ele considera que outra alternativa para manter os atendimentos será os municípios, em conjunto com Estado e União, construírem uma rede própria de hospitais.
No RS, as instituições filantrópicas são responsáveis por cerca de 520 mil atendimentos ao ano.
Na avaliação do diretor-executivo do Hospital Bruno Born, Cristiano Dickel, o resultado na maior instituição de saúde do Vale é incalculável. O HBB tem filantropia em virtude do volume

de atendimentos pelo SUS. “Com certeza iríamos parar de fazer esses atendimentos.”
Para o diretor do Colégio
Evangélico Alberto Torres (Ceat), Rodrigo Ulrich, a proposta é uma afronta às instituições. De acordo com ele, mais de cem alunos são beneficiados com bolsas de estudo no Ceat.
O fim das isenções pode reduzir ou terminar com essas
bolsas. Entre os efeitos gerados, aponta que mensalidades podem subir e não descarta a redução de turmas.
Segundo ele, a isenção da cota patronal foi concedida na década de 90. Ulrich destaca que o trabalho filantrópico é exercido desde a fundação do colégio.
Conforme o diretor, uma pesquisa do Fórum Nacional de Instituições Filantrópicas (Fonif) mostra que, para cada real de isenção tributária, as entidades
entregam R$ 5,36 em serviços à população.
Nas instituições de Ensino Superiorparticulares,asituaçãonãoédiferente. Das 15 universidades comunitárias do RS, 14 precisarão fazer mudançasnomodelodeatuação. Sem a filantropia, a concessão de bolsas de estudo, entre elas, as do Prouni, será encerrada. Na região, a LaSalle,de Estrela,eaUnisc,de SantaCruzdoSul,sãofilantrópicas.

Lajeado
O ex-vereador e ex-secretário municipal, Antônio Altair Dossena, conhecido como “Banha”, morreu na manhã desse sábado, vítima de problemas cardíacos. Ele havia sofrido um infarto na quarta-feira da semana passada, em casa, e desde então estava internado na UTI do Hospital Bruno Born (HBB). Separado, ele tinha 58 anos e deixa duas filhas, duas netas e um neto.
Dossena atuava no setor público desde o início da década de 90. Naquela época, foi subsecretário do Interior durante gestão do ex-prefeito, Erni Petry. Como vereador, foi eleito em 1992 e em 2000. Nesse período, em 2001, assumiu a presidência da casa, pelo PP. Já no pleito de 2008, assumiu como suplente.

Na legislatura passada, entre 2013 e 2016, chegou a trabalhar alguns meses como assessor parlamentar do vereador, Ernani Teixeira, à época no PDT. No entanto, já em função dos problemas de saúde, Dossena acabou se licenciando do cargo.
Ele também foi secretário municipal em 2006, durante a primeira gestão da ex-prefeita, Carmen Regina Cardoso. Naquele ano, assumiu a então Secretaria de Esporte e Lazer (Sejel), hoje extinta pelo novo governo. Dossena também trabalhou na Rádio Independente, no fim da década de 90 e início de 2000, onde era repórter da Unidade Móvel.
O ex-vereador ficou marcado por problemas na Justiça. Em 28
de setembro de 2006, ainda secretário, disparou com arma de fogo contra clientes do Restaurante Skinão, na rua Osvaldo Aranha, próximo ao Rio Taquari. Ficou 42 dias preso preventivamente, e foi condenado a sete anos e dois meses de prisão no regime inicial semiaberto por quatro tentativas de homicídio e desacato. Já em maio de 2015, ele foi condenado pelo STF. A pena foi de dois anos em regime aberto, convertida para 730 horas de serviço comunitário e multa equivalente a cinco salários mínimos. Ele foi acusado de crime eleitoral na Operação Higia II, que prendeu o ex-vereador, Márcio Klaus, por compra de votos e uso indevido da máquina pública. Dossena era o coordenador de campanha.

Indústria
Um dos sócios da Laticínios Rancho Belo morreu na manhã desse domingo, no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Rosário do Sul. Cleomar Henicka, 43, chegou à casa de saúde às 22h15min do dia 14, após a ação do MP. Antes de ser encaminhado, passou por atendimento em duas instituições da região.
Henicka era casado e tinha três filhos. O corpo do empresário foi velado na igreja São José Anchieta, em Rui Barbosa, Arroio do Meio. O enterro ocorreu no cemitério do bairro Bela Vista.

Conforme funcionários da empresa, com sede em Travesseiro, por volta das 12h30min do dia 14, Henicka teria tentado o suicídio. O fato aconteceu em uma área nos fundos da indústria, próximo a uma caldeira.
Brigada Militar (BM) e MP, que chegaram por volta das 8h ao estabelecimento, ainda estavam averiguando o local. Um soldado ajudou a retirar Henicka, que estava pendurado em uma corda. Ele teria caído e batido a cabeça.
Ele foi levado até o hospital de Marques de Souza. De lá, médicos o encaminharam ao Hospital São José, em Arroio do Meio. Às 22h15min, ainda na terça-feira, a vítima deu entrada na casa de saúde de Rosário do Sul, distante 350 quilômetros do Vale do Taquari. Nesse domingo, por volta das 7h50min, os médicos confirmaram a morte do empresário, sem informar a causa exata.
“Foi desespero”, avalia um fun-
cionário que atua faz pouco tempo na empresa. “Ele se dedicava muito para a empresa”, reitera. Ex-prefeito de Travesseiro, Ricardo Rockenbach, esteve no velório. Ele lamenta a forma como a operação foi conduzida pelos órgãos de fiscalização. “Era uma pessoa extremamente sensível”, diz. Para ele, houve exagero na forma como o MP abordou o empresário. Durante a operação, o MP não
encontrou produtos vencidos ou alterados na sede da empresa. Para os promotores, o empreendimento é suspeito de comercialização de produto lácteo impróprio para consumo humano. Advogado e proprietários negam qualquer fraude. No fim desta semana, após ouvir mais de 40 pessoas, a promotoria deve encaminhar denúncia junto à Comarca de Arroio do Meio.
Sócio de Henicka, o empresário de Travesseiro, Eduardo Grave, permanece preso de forma preventiva no presídio de Arroio do Meio. De acordo com o advogado, Ronaldo José Eckhardt, o investigado será ouvido pelo MP amanhã. Na semana passada, o defensor antecipou que o cliente estava “tranquilo”, e que ele “tem todas as análises de laboratório” referentes aos produtos.
Durante a operação, também foi preso preventivamente o empresário, Evandro Luís Kafer, um dos sócios da A. C. Tressoldi Transportes Ltda, com sede no bairro Cristo Rei, em Estrela. Kafer também será ouvido pelo MP amanhã. O advogado dele, Evandro Mariani, aguarda acesso aos autos do processo para se manifestar sobre o caso. “Ele garante não ter participação”, antecipa o jurista.

OHospital São José, de Arroio do Meio, será referência em traumato-ortopedia. A especialidade era ofertada pelo hospital de Taquari, administrado pelo Isev, que perdeu o incentivo financeiro estadual para prestar o serviço depois de uma série de problemas identificados pelos municípios atendidos.
Consultas e procedimentos desmarcados de última hora eram os principais. “A situação deixou de ser esporádica e se tornou rotina”, relata o coordenador da 16ª Coordenadoria Regional de Saúde, Ramon Zuchetti.
O problema também acontecia no atendimento de outras

especialidades como cirurgia vascular e otorrinolaringologia. O hospital de Arroio do Meio também deve assumir as duas áreas.
A mudança foi definida pela
Comissão de Intergestores Regionais (CIR) composta por representantes de 37 municípios.
De acordo com Zuchetti, faz um ano que o hospital de Taquari perdeu a referência em trauma-
Os médicos faltavam ao trabalho e não faziam consultas e procedimentos. Com isso, as secretarias municipais precisavam reagendar. Em cada especialidade com incentivo, o Isev precisa cumprir uma agenda de 240 consultas e 30 procedimentos cirúrgicos por mês.
Conforme Zuchetti, a instituição não abastecia o
to-ortopedia, devido a esses problemas.
O atendimento inicia em Arroio do Meio mediante aprovação do Conselho de Intergestores Bipartite (CIB). A próxima reunião do grupo ocorre em abril.
A expectativa é de que o atendimento inicie em maio. “Esse é um processo mais avançado. Encaminhamos os papéis ao Estado no ano passado.” Nos próximos meses, serão avaliadas a transferência das outras duas especialidades médicas.
Por enquanto, o Isev continua prestando atendimento em otorrinolaringologia e em cirurgia
banco de dados com informações oficiais. “Em alguns meses, fizemos a consulta da produção em Taquari e aparecia zerado.” Segundo ele, foram oferecidas oportunidades para resolverem a situação.
Os problemas se repetiam. Desde o ano passado, médicos e demais funcionários estavam com salários atrasados.
vascular. “Vamos manter para a população não ficar desassistida nas duas áreas.” A única especialidade que continua com o hospital é cirurgia geral. A instituição recebia cerca R$ 50 mil do Estado em relação a cada especialidade.
De acordo com Zuchetti, outros hospitais da região foram consultados para assumir as especialidades. “Ninguém tinha interesse. A maioria das instituições cobrava garantias dos repasses dos incentivos pelo Estado. Mas não podemos assegurar que esses recursos seriam pagos em dia.”



Ogás de cozinha terá um novo reajuste. A partir de hoje, os botijões de 13 quilos, de uso residencial, ficam 9,8% mais caros. Esse é o segundo aumento dos últimos seis meses. O preço do produto passou por revisão foi em 1º de setembro do ano passado. Na época, subiu cerca de 10%.
De acordo com o gerente de uma distribuidora de Lajeado, Leonardo Auler, a companhia ainda não repassou o aumento. Hoje o valor do botijão de 13 quilos é de R$ 55. Ele acredita que pode subir para cerca de R$ 58 a R$ 60.
Conforme Auler, nas últimas revisões, a correção não foi repassada ao consumidor e por isso, desta vez, ela deve ser integral. Além do repasse feito pela Petrobrás, o valor da unidade muda conforme o município.
O estoque da empresa está baixo. Nesta semana, Auler deve adquirir novas unidades. Com isso, ele acredita que o novo valor será repassado ao consumidor até o fim da semana.
Estabelecimentos pagam a conta
A proprietária de uma lancheria em Arroio do Meio, Joice Muncio Compagnoni, paga R$ 60 pela unidade de 13 quilos. Todos os meses, ela precisa adquirir ao menosumaparaoestabelecimento. “São 12 botijões por ano. Cada um ao custo de R$ 60. Compro do

fornecedor mais barato e mesmo assim está muito caro e não tem como ficar sem.”
De acordo com ela, o aumento será absorvido pelo estabelecimento e não será repassado ao consumidor. Além do consumo na lancheria, ela terá que desembolsar mais para o consumo doméstico.
O município tem três distribuidoras. Em uma delas, são comercializadas 1,2 mil unidades todos os meses. De acordo com o proprietário, Elcio Lutz, a companhia ainda não repassou o aumento para a empresa. “Acredito que vai passar de R$ 60 para R$ 65.”
Conforme ele, a concorrência é um dos motivos que faz a variação de preços mudar em cada cidade. “Em Lajeado, o preço é mais baixo, provavelmente porque tem mais concorrência.”
Em Estrela, em uma distribuidora, o preço da unidade deve passar de R$ 59 para R$ 64. Nas três cidades consultadas, o reajus-
te será repassado de forma integral ao consumidor.
Em 2016, o valor do gás de cozinha em botijão de 13 quilos passou por três reajustes nacionais. O preço para o consumidor variou cerca de 25%.
O novo aumento foi anunciado na sexta-feira pela Petrobrás. Por meio de nota, a estatal afirma que a legislação garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados.
Dessa forma, as revisões de preço nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.
terá que devolver mais de R$ 100 mil aos cofres públicos
partir da publicação no Diário Eletrônico do Tribunal.
Em sessão da 1ª Câmara de terça-feira, 14, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) considerou regulares, com ressalvas, as contas de gestão, referentes ao exercício de 2015, do prefeito de Encantado, Paulo Costi. A decisão não é definitiva, cabendo recursos ao TCE-RS a
Acolhendo o voto do relator do processo, conselheiro Algir Lorenzon, o Tribunal determinou o ressarcimento aos cofres públicos da quantia de R$ 137.380,49, referente a irregularidades nas planilhas de composição de custos do transporte escolar e na contratação de
serviços terceirizados. O prefeito também deve pagar multa de R$ 1, por inobservância a normas da administração financeira e orçamentária.
Na mesma decisão, o TCE-RS recomendou ao atual gestor que evite a ocorrência das falhas apontadasepromovaacorreçãodaquelas passíveis de regularização. Ex-prefeito
Para auxiliar os agricultores a apostar cada vez mais em outras atividades, inicia hoje a 17ª Expoagro Afubra, em Rio Pardo. É considerada a maior feira da agricultura familiar no país. A abertura ocorre às 9h, com a presença do governador José Ivo Sartori. A feira se estende até quinta-feira.
Segundo o presidente da Afubra, Benício Werner, o clima é de otimismo, amparado na projeção de uma safra recorde de grãos (milho e soja), na qualidade do tabaco colhido neste ciclo e na redução da taxa de juros nos bancos. “Esperamos um crescimento nas vendas e no público”, projeta.
Para Werner, a exposição é um local de conhecimento e informação. Os produtores têm à sua disposição o que existe de novo em termos de culturas, tecnologias e equipamentos. As palestras técnicas, as lavouras demonstrativas, exposição de máquinas, de animais, entre outros, abrem o leque de opções para a pequena e média propriedade diversificar as culturas.
De acordo com o dirigente, a lavoura do produtor é diversificada, no entanto, a renda obtida por hectare no cultivo de tabaco desbanca as demais alternativas como a criação de suínos, leite, aves, reflorestamento e produção de grãos. “O produtor sempre optará pela cultura que lhe traga mais renda. E, até o momento, o tabaco continua sendo essa atividade, em pequenas áreas de terra.”
Conforme Marco Antonio Dornelles, coordenador-geral e vice-presidente da Afubra, a

destaca alternativas para o fumicultor produzir outras culturas
Produção de

municípios
73 mil produtores
292 mil pessoas no meio rural
157 mil hectares
280 mil toneladas produzidas (52% da produção nacional)
R$ 2,56 bi de receita aos produtores
US$ 1,6 bi em exportações (2015)
Uso de agrotóxicos 1,1 quilo por habitante

Fonte–SindiTabaco
feira pela primeira vez terá um tema central – “A floresta e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável”. “Oferece oportunidades de diversificação econômica nas propriedades”, enfatiza. Para ele, essa tem sido uma necessidade tanto para agricultores como aos municípios para manter o equilíbrio financeiro.
Para Dornelles, a floresta nativa oferece renda aos produtores ao mesmo tempo em que cumpre a sua função ambiental de proteger nascentes, matas ciliares e abrigar diversas espécies animais e vegetais.
Na edição anterior, foram registrados 80 mil visitantes e o volume de negócios chegou a R$ 39 milhões. Foram mais de 400 expositores entre empresas, instituições de pesquisa, entidades ligadas à agricultura e pecuária, geração de energia, produtos veterinários, novas culturas, sementes, máquinas e implementos.
A cultura está presente em 574 dos 1.191 municípios da Região Sul. Abrange 144.320 famílias e cerca de 576 mil pessoas no meio rural. De acordo com dados da safra 2015/16, os 293
mil hectares plantados renderam 539 mil toneladas produzidas e R$ 5,2 bilhões aos produtores.
Para o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, a produção de tabaco é uma tradição de inquestionável importância financeira e social. O RS tem sete dos dez maiores produtores do país, com destaque para Venâncio Aires, terceiro maior do Brasil. Ao todo, 236 municípios gaúchos plantam tabaco e o RS responde por 52% da produção brasileira.
As propriedades dos fumicultores têm área média de 15 hectares. No entanto, apenas 17% é ocupado com a cultura. O restante é destinado à diversificação. O processo de beneficiamento envolve 40 mil pessoas. Cerca de 90% da produção é exportada para 90 países, colocando o Brasil na primeira posição do ranking mundial de exportação desde 1993. Bélgica, China e Estados Unidos estão entre os principais destinos do produto.
A cadeira produtiva envolve 154 mil produtores de fumo (615 mil pessoas) em todo país. Gera R$ 5 bilhões de receitas às famílias, além de R$ 12 bilhões de impostos ao governo.
Assistência técnica, financeira, fornecimento de insumos, garantia de compra de toda produção e transporte estão entre as vantagens do sistema integrado citadas pelo produtor Ivanor José Ogliari, de Boqueirão do Leão
Para este ciclo, projeta colher 350 arrobas. Foram cultivados 35 mil pés em 2,5 hectares. A estimativa é de vender cada arroba (15 quilos) por R$ 145. “Nenhuma outra cultura é tão rentável quanto o fumo em nossa região. Não precisamos de grandes áreas e com a mão de obra familiar é possível garantir um bom lucro anual”, destaca. A diversificação tem como base a subsistência, proveniente do cultivo de frutas, feijão, milho, criação de aves, suínos e gado. Entre os motivos para não deixar de cultivar tabaco, estão a incerteza quanto ao rendimento financeiro e a garantia de mercado.
Segundo Ogliari, neste ciclo, a saca de milho caiu de R$ 40 para R$ 25. Enquanto isso, os custos aumentaram.Nocasodofumo,projeta uma queda de R$ 19 na arroba, comparado com a safra anterior. “A perda será compensada pela produção maior”, calcula. Precisaria plantar oito hectares de milho paraobteromesmorendimentode um hectare de fumo, finaliza.
Onde: Parque Exposições - BR 471, Km 161
-Rincão Del Rey, Rio Pardo
Entrada: gratuita
Horário: das 8h às 18h
Quando: de hoje até quinta-feira
Programação: acesse www.afubra.com.br

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podem sacar o abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) desde sexta passada. A retirada pode ser feita nas agências da Caixa, nos caixas eletrônicos por meio do Cartão do Cidadão, nas



casas lotéricas e nos correspondentes bancários.
O banco também pagará os rendimentos das cotas do PIS para os trabalhadores cadastrados no programa antes de 4 de outubro de 1988.
Quem é correntista da Caixa teve o dinheiro depositado na terça-feira, 14, na conta-corrente. Para saber se tem direito a receber o benefício, de até um salário mínimo, o trabalhador pode consultar o site do banco ou ligar no 0800 726 0207, opção 1.
O abono é pago ao trabalhador com pelo menos cinco anos de cadastro no PIS/Pasep, que recebeu uma média mensal de dois salários mínimos e trabalhou pelo menos 30 dias em 2015. Os dados do trabalhador precisam ter sido informados corretamente pela empresa ao Ministério do Trabalho, na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do ano-base 2015.
Pelas novas regras estabelecidas pelo governo federal, o valor do benefício agora é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Quem trabalhou um mês em 2015 receberá um doze avos do salário mínimo. Quem trabalhou dois meses receberá dois doze avos e assim por diante. Só receberá o valor total quem tiver trabalhado todo o ano de 2015.

Vitóriacontaa
éopaideCaio
Terça – Pedro, Olavo, Ciro e o delegado pensam em procurar Valdir e Fininho para esclarecer todos os crimes de Magnólia. Magnólia é humilhada na prisão. Antônio cuida de Letícia. Mileide e Venturini preparam Robinson para discursar. Pedro tenta beijar Helô, mas ela impede. Bruno pede Jéssica em casamento. Pedro afirma a Laura que será apenas seu amigo. Augusto fica intrigado com o comportamento de Vitória na presença de Leonardo. Salete é ameaçada por seu envolvimento com Leonardo. Laura deixa a casa de Pedro com Stelinha. Vitória conta a Augusto que Leonardo é o pai de Caio. Hércules revela a Magnólia que armou contra Salete.

Bangu I, no Rio de Janeiro, ou Franco da Rocha I, em São Paulo
(?) mudo, formato do premiado filme "O Artista"
Desprezível Adotar (ordem)
Cada divisão do edifício
Desvia para baixo Forte; saudável (pop.)
Especialista em um assunto (fig.)
A obra artística cujo primeiro objetivo é gerar lucro
Antiga banda brasileira de rock
A maior cidade do mundo árabe
Terça – Lázaro se nega a ajudar Léo e o gerente do posto de gasolina chama a polícia. Gui diz a Lorena que cancelou o cartão de crédito roubado. Haroldo cede às investidas de Marisa. Roberto recomenda que Nicolau faça os exames de controle. Daniel avisa a Gui que a situação de Júlia é complicada. Lorena repreende Alex por ter furtado o cartão de Gui. Eva fica surpresa quando Manu propõe dividir o apartamento. Gordo convida Eva para passar uns dias em sua casa. Romildo enfrenta Alex. Gui pede ajuda a Lorena para conseguir uma prova para tirar Júlia da cadeia. Haroldo fica estarrecido quando Marisa lhe conta que os dois passaram a noite juntos. Lorena pede uma arma para Romildo com a intenção de se defender de Alex.
Felino comum no hemisfério norte
Galileu, no Santo Ofício Encaminha
Símbolo de "aceleração" (Fís.)
Apêndice da ânfora Tramar; arquitetar
Instrumento de cordas abaulado
A índole da vilã

Urna, em inglês Proctológico (Med.) Causados por entupimento de bueiros, atrapalham o tráfego urbano em dias de forte chuva Região do corpo que fica dolorida durante a ressaca
"A Escrava (?)", de Bernardo Guimarães
Elementos Arte islâmica originalmente usada para enfeitar as paredes de mesquitas
5/cairo. 6/alaúde.
2013 jogos e exercícios para você se lembrar de tudo
"O Fantasma da (?)", musical da Broadway
Terça – Não perca as emoções finais.
– Tânia
a paixão por Ricardo e Joana a conforta. Rômulo afirma que processará Vanderson. Juliana pilota a motocicleta que foi da mãe. Tânia visita Ricardo e comenta sobre o passeio de Juliana na motocicleta. Krica e Cleyton fazem compras para os filhos, e ele se desespera com as dívidas. Tânia e Ricardo saem de carro à procura de Juliana e Jabá. Luíza se irrita com a relação entre Lucas e Martinha. Tânia e Ricardo sofrem um acidente.
despertando o lado carismático da sua personalidade. Númerodasorte:330


(abrev.)


al,emconjunçãocomVênus,vocêtende a se dedicar ao autoconhecimento, movido por amor próprio e desejo de mudança. Número da sorte: 567

BANCO CP PAVIMENTO NAURN NAEACT VITAMINADO TAASAOS FERAALAU D E NREUSRA COMERCIAL IRAAIR A G O B A REPERFU EM LINCEOEN FATORESST ARABESCO
NAS BANCAS E LIVRARIAS

21/08 a 20/09



mentada do ponto de vista das diversões e dos encontros entre amigos. Número da sorte: 667
21/12 a 20/01
18/3/2017 Sábado


Concurso nº 1913

Quina
Concurso nº 4337 05-22-31-44-73 Premiação
Concurso nº 5163




comunicativa, em conjunção a Vênus, sua interlocução ganha força e poder de persuasão, revelando uma fase especial para a defesa dos seus interesses. Número da sorte: 107
Peixes
21/02 a 20/03
Sua capacidade empreendedora recebe uma injeção de energia com a entrada do Sol na área material, levando-lhe a trabalhar em busca de oportunidades no decurso dos próximos dias. Número da sorte: 215
A HORA · TERÇA-FEIRA, 21 DE MARÇO DE 2017
PATROCÍNIO:

Sábado
Boqueirão do Leão
As três primeiras equipes classificadas à próxima fase da Taça da Amizade, competição que integra Boa Vista do Sul, Brochier, Colinas, Imigrante, Poço das Antas e Westfália nhecidas no domingo. Juventude, de Westfália, Ecas, de Imigrante, e Serc Poço das Antas, de Poço das Antas, empataram e abriram 9 pontos para o Riograndense – primeiro time fora da zona de classificação.
Os três clubes dividem a liderança do grupo B com 10 pontos. Fluminense (3 pontos) e Riograndense (1) disputam a última vaga. Na chave A, o Boavistense está bem encaminhado. A equipe de Boa Vista do Sul lidera o grupo com 12 pontos, 8 a mais que o lanterna Juventude, de Brochier. A classificação segue com 11 Amigos (7), Rui Barbosa e Palmeiras (6), e Juventude, de Brochier (4).
Teutônia

• Grêmio 5 de Junho 2 (0) x (1) 2 Independente
• São José 1 (3) X (1) 2 Internacional
Cruzeiro do Sul
• Tamoio 1 (0) x (1) 0 Bom Fim
• Canarinho 1 (2) x (0) 0 Independente
• 22 de Novembro 2 (0) x (2) 2 XV de Novembro
Arroio do Meio
• Rui Barbosa 3 (3) x (0) 1 Amigos
• Sete de Setembro 0 (2) x (2) 2 Palmense
• Cruzeiro 3 (1) x (2) 5 Esperança
Copa Integração

• Juventus 2 x 2 Pouso Novo
• Travesseirense 2 x 1 Juventude
• São José 3 x 2 Guarani
Roca Sales
• Copalto 2 x 2 Juventude
• Esperança 0 x 2 Toma 10
• Real Lions 1 x 13 Botafogo
• Flamengo 6 (4) x (2) 1 União
• Esperança 4 (1) x (1) 0 Saidera
• Atlético Gaúcho 3 (2) x (1) 2 Bangu
• Gaúcho 1 (3) x (0) 1 Catarinense
Taça da Amizade
• Palmeiras 4 (0) x (0) 2 Juventude Brochier
• Boavistense 2 (5) x (0) 0 Rui Barbosa
• Serc Poço das Antas 1 (3) x (2) 1 Riogran-
• Ecas 2 (2) x (2) 2 Juventude Berlim
• Flamengo A 5 x 0 Amizade
• Internacional 1 x 0 Achados e Perdidos
Após cinco rodadas, a classificação tem um líder isolado. O Esperança goleou o Saidera e foi a 13 pontos. É seguido por Atlético Gaúcho e Bangu, ambos com 10 pontos. Catarinense (9), Gaúcho (8), Ribeirense e Flamengo (3), Saidera (2) e União (sem pontuar).

Na categoria aspirante, o Atlético Gaúcho lidera com 12 pontos.
Depois vêm Gaúcho (10), Catari-
nense e Saidera (8), Ribeirense (6), Flamengo (5) Bangu (4), Esperança (3), e União (1).

No domingo, o Botafogo goleou o Real Lions por 13 a 1 e disparou na liderança do municipal com 9 pontos. A equipe é seguida de Copalto (7) e Juventude (5), que empataram em 2 a 2 no domingo. O Toma 10, que venceu o Esperança por 2 a 0, fecha a zona de classificação com 4 pontos. Esperança (3) e Real Lions (sem pontuar) fecham a tabela.
Bom Retiro do Sul
• Rudibar 6 (7) x (2) 1 Floriano
• Grêmio 4 (1) x (4) 4 Aecosajo
Depois de três rodadas, Rui Barbosa e Esperança dividem a liderança com 7 pontos. O Palmense tem 6. Fechando a zona de classificação, está o Amigos, com 3. Sete de Setembro, com 1, e Cruzeiro, sem pontuar, completam a tabela.
Na categoria aspirante, Rui Barbosa lidera com 9 pontos. Depois vêm Sete de Setembro e Palmense (7), Esperança (3), Amigos e Cruzeiro (sem pontuar).
Maior goleada foi registrada em Roca Sales: Botafogo 13 x 1 Real Lions
Após vencer o clássico de Travesseiro por 2 a 1 – gols de Laerte Martini e Rodrigo Castro, o Juventude assumiu a liderança com 6 pontos. Em segundo lugar, vem o 7 de Setembro, com a mesma pontuação. Demais classificados são Pouso Novo (4), Guarani, Travesseirense e São José (3) e Juventus (1).
Grêmio

Otécnico Renato Portaluppi pode contar com um retorno no jogo de sábado, contra o Juventude. O volante Maicon, que se recupera de lesão muscular na panturrilha direita, sofrida antes do Gre-Nal de 4 de março, está sendo preparado para voltar ao time nesta semana. Segundo o médico Paulo Rabaldo, Maicon ainda sente desconforto muscular, por isso, a volta aos treinos é tratada com cautela.
Para o jogo de amanhã, contra o Novo Hamburgo, Lucas Barrios é dúvida. Durante a partida contra o Veranópolis, o centroavante sentiu dores no adutor da coxa e passará por exames.
O zagueiro Pedro Geromel já realiza corridas no gramado do CT, mas ainda sente dores na costela. Na próxima semana, pode ser liberado para treinos mais intensos. Outro jogador que pode ficar à disposição de Renato em breve é o atacante Beto da Silva.
O Novo Hamburgo, líder do Gauchão, abriu ontem a venda de ingressos para o jogo de amanhã. A partida inicia às 21h45min no Estádio do Vale. Os bilhetes serão comercializados no local do jogo e em lojas parceiras. Sócios em dia e conselheiros do Novo Hamburgo não pagam. Estudantes e idosos têm direito à meia-entrada. Para os gremistas, o ingresso custa R$ 50.

Após voltar a vencer pelo Gauchão, o Internacional voltou aos trabalhos ontem já pensando no compromisso do meio de semana pelo Estadual. Amanhã, a equipe enfrenta o Ypiranga, às 19h30min, no Colosso da Lagoa, em Erechim. Para a partida, o técnico Antônio Carlos Zago tem o retorno do zagueiro Paulão e do volante Charles, ambos cumpriram suspensão na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo. Os atletas devem substituir Ernando e Anselmo respectivamente. Com isso o esquema táctico, com Uendel na lateral-esquerda e três atacantes devem ser mantidos.
A partida valerá o título da Recopa Gaúcha. Isso porque a competição é decidida pelo campeão do Gauchão em 2016 e o campeão da Super Copa
Gaúcha, ambos conquistados pelo Inter. De acordo com a Federação Gaúcha de Futebol, o Ypiranga adquiriu o direito de disputar a Recopa por ter sido vice-campeão da Super Copa Gaúcha.
A audiência sobre o caso Victor Ramos está com data marcada. O caso pode ter seu desfecho no dia 4 de abril no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS). A instituição atendeu a pedido do Inter para que o julgamento ocorresse antes do início da Série B, em maio. Apesar da data não constar ainda no site do tribunal, a informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Inter. O julgamento será no mesmo dia em que o Colorado completará 108 anos.
Divisão de Acesso
Com o apoio de 700 torcedores, o Lajeadense recebeu o lanterna Panambi e fez o dever de casa. Venceu por 1 a 0 – gol de Cidinho. O próximo compromisso será amanhã, em Farroupilha, diante do Brasil. Em casa, o Alviazul volta a jogar no domingo, às 16h, quando recebe o São Luiz, de Ijuí Com a vitória, o time pulou para a terceira colocação com 7
pontos. Um a menos que os líderes Glória e União Frederiquense. Na quarta colocação, estão Brasil e São Luiz, ambos com 6. A tabela de classificação segue com Esportivo (4), Tupi (1) e Panambi (sem pontuar).
A partida começou bastante disputada. Aos 20 minutos, o Lajeadense teve a melhor chance de abrir o placar. Cidinho chutou de primeira, mas o goleiro
Deloni salvou em cima da linha.
Aos 26 minutos, o mesmo Cidinho, dentro da pequena área, desperdiçou outra oportunidade de marcar.
Aos 3 minutos da segunda etapa, Flávio Torres lançou Cidinho, que chutou na saída do goleiro Deloni. O representante do Vale do Taquari pôde ampliar em outras três oportunidades, mas pecou nas finalizações. A mais evidente foi o pênalti desperdiçado por Flávio Torres, aos 43 minutos de jogo.

Lajeado, terça-feira, 21 de março de 2017
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