Lajeado, fim de semana, 10 e 11 de dezembro de 2016
Ano 14 - Nº 1738
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h

mático da história centenária.
Além de ganhar do Fluminense, secaoSport eoVitória.
EVENTOS TEMÁTICOS
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Lajeado, fim de semana, 10 e 11 de dezembro de 2016
Ano 14 - Nº 1738
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h

mático da história centenária.
Além de ganhar do Fluminense, secaoSport eoVitória.
EVENTOS TEMÁTICOS
prefeito eleito, Marcelo Caumo (PP), confirma a redução de 30% dos cargos. De 173, o governo passará a contar com 120. Projeto será encaminhado pela

ta-feira as programações de Natal. Em Estrela, decoração e shows atraem milhares.
Conexão

TEMPO NO VALE
Fim de semana no Vale: sábado com chuva passageira e domingo de calor
Mínima: 18°C - Máxima: 30°C
Pesquisa da FEE aponta o Vale do Taquari como uma das regiões com maior crescimento populacional. Fato se deve à imigração de moradores de outras cidades, em especial do Vale dos Sinos, da Fronteira Oeste e do Alto da Serra do Botucaraí. Número de pessoas que chegaram ao Vale do Taquari é de 19.330. Outras 13.089 deixaram a região
Páginas 4 e 5
atual gestão à câmara para alterar o quadro de funcionários. O progressista também confirma Ítalo Reali para cargo de assessoria especial no Gabinete.
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Magistério definiu na quinta-feira, 8, paralisação do magistério a partir de terça-feira, 13, faltando nove dias para o fim das aulas. No Vale do Taquari, professores se mostram insatisfeitos com medida e apontam baixa adesão ao movimento paredista.
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Diretor Geral Adair G. Weiss
Diretor de Conte˙do Fernando A. Weiss
Diretor de OperaÁıes Fabricio de Almeida
REDA« O
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS
MOEDACOMPRAVENDA
Dólar Comercial3,3733718
Dólar Turismo3,313,52
Euro3,563,56
Libra4,264,26
Peso Argentino0,220,21
Yen Jap.0,030,03
Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.
ÍNDICEMÊSÍNDICE MÊS(%) ACUMULADO ANO(%)
ICV Mes (DIEESE)10/160,375,74
IGP-DI (FGV)10/160,136,22
IGP-M (FGV)10/160,166,65
INPC (IBGE)10/160,176,36
INCC10/160,175,78
IPC-A (IBGE)10/160,265,78
Salário Mínimo/2016 R$ 880,00
TAXAS E CERTIFICADOS (%) MÊS ÍNDICE MÊS (%) ACUMULADO ANO (%)
TJLP7,5
Selic14.25%(meta)
TR 11/160,14281,8244
CDI(Mensal) 10/161,047411,5769
PrimeRate 11/16 3.25 3,25 (Previsto) Fedfundrate 11/16 0.50 0,25 (Previsto)
Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 1169,8 cotação do dia 09/12/2016
BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO
Ibovespa (BRA)60612-1,31
DowJones(EUA)181990,17
S&P 500 (EUA)2139-0,17
Nasdaq (EUA)54080,26
DAX 30 (ALE)110030,15
Merval (EUA)17197-0,22
Pesquisa da Fundação de Economia e Estatística (FEE) faz um diagnóstico relevante sobre a mão de obra trazida de outras regiões para atuar no Vale. A maior parte dos trabalhadores chega com pouca ou nenhuma formação. Por outro lado, pessoas com mais formação estão saindo da região. Maioria vai para a Serra Gaúcha, Região Metropolitana ou Litoral. Neste contexto, a partir das áreas de atuação das empresas do Vale, pode-se compreender esse movimento. Os trabalhos no comércio, na indústria alimentícia ou na prestação de serviços têm necessidades menores de qualificação da mão de obra. O treinamento, por vezes, ocorre dentro da própria empresa. Os trabalhadores com formação técnica obtêm vantagens perante
outros sem esse conhecimento. Podem galgar posições de mais destaque e com melhor remuneração. Também conquistam a segurança de se manter no mercado de trabalho apesar do momento turbulento na economia nacional.
Ao analisar os casos de trabalhadores com expertise, em especial

Ao analisar os casos de trabalhadores com expertise, em especial com formação superior, as ofertas em cidades maiores tendem a levar essa mão de obra.
Santini, deputado estadual pelo PTB
com formação superior, as ofertas em cidades maiores tendem a levar essa mão de obra. Os salários mais elevados, as chances de crescimento profissional, o reconhecimento/valorização e até mesmo a maior gama de atrações de lazer e entretenimento estão entre os motivos para a migração.
Ainda que o Vale exporte mão de obra diferenciada e importe trabalhadores com menos qualificação, a condição local é menos preocupante em comparação com outras regiões. Entre os 23 Coredes com taxas negativas, as perdas populacionais se concentram no Médio Alto Uruguai, Celeiro, Alto da Serra do Botucaraí, Fronteira Oeste e Missões. As taxas variam de -16,3% a -8,9%. Esse resultado se explica pelo perfil das localidades. Concentradas na atividade agropastoril, com poucas empresas,
há um número limitado de vagas para os trabalhadores. Com isso, famílias buscam outras cidades para conseguir o sustento. O Vale tem um panorama diferente e favorável. É apontado como região com potencial para crescer. No país, a condição anterior de pleno emprego se dissipou. Se apresenta um momento de recessão, com restrição nas contratações e crescimento das demissões. A diversidade nas atividades empresariais, em especial na indústria de alimentos, torna a região menos suscetível à instabilidade nacional. Diante dos números da FEE, se comprova essa tendência. O saldo migratório na área de atuação do Codevat teve taxas positivas. Significa dizer que mais pessoas passaram a morar nas cidades do Vale, atraídas, sobremaneira, pela oferta de emprego.
Com 43 assinaturas, protocolei requerimento para a instalação da Comissão Especial de Segurança Pública na Assembleia Legislativa. A Comissão foi imediatamente aprovada em Plenário e, em seguida, vamos instalá-la com o firme propósitodediscutirdeformaaberta, ampla e com a participação da sociedade, a crise da segurança no Estado.
Vamos debater e avaliar, em todos os níveis, a questão da falta de segurança e chamar as partes que tem responsabilidade à discussão e apresentação de sugestões. Se for o
cotação do dia anterior até 17h45min
Petróleo (dólar)/Brent Crude – barril – USD 53,89 em 09/12/2016

caso, buscaremos medidas alternativas para o combate da criminalidade.AComissãoéacertezadeque a sociedade não está sozinha na questão da segurança.
Como é nosso dever, o Parlamento vai buscar saídas. Não será uma “caça às bruxas”. O importante é que investiguemos, por exemplo, o destino dos recursos de segurança pública ao longo dos anos e eventuais ações indevidas ou omissões do Estado. É crescente a preocupação em relação ao aumento de cartéis de drogas e organizações criminosas,queresultanoaumentodequa-
se35%nonúmerodelatrocíniosno Estado.
Há quem defenda a criação de um sistema permanente de segurançapúblicaquenãosejaalterado nas trocas de governo; novas medidasparaenfrentaraviolência,solucionar o prende e solta e a questão do recorde de presos contabilizados em 2016 em mais de 35 mil segundo a Susepe.
O Presídio Central escancara a superlotação ao atingir, neste ano, sua lotação histórica, com mais de 4,6 mil apenados, número 2,5 vezes superior do que a capacidade que
é de 1.824 presos. Autoridades destacam que, além do aumento da criminalidade, a falta de vagas e a elevação do número de prisões são os principais fatores para o recorde de apenados no Estado. É preciso ainda discutir a situação das polícias civil e militar, fundamental para garantir a segurança. Preocupam o parcelamento dos salários e o corte de horas extras. Vamos, enfim, passar a limpo a questão da insegurança, com o objetivo de minimizar a crise e colaborar para reduzir o crescente medo da população.
Diferentemente do publicado na edição dessa sexta-feira, na matéria “Líder varejista sugere capitalismo consciente”, a Rede de Supermercados Imec teve um crescimento nominal de 14% e não de 1,4% como divulgado.





Adair Weiss
adairweiss@jornalahora.inf.br

“Negócios não têm a ver com fazer o máximo de dinheiro possível. Têm a ver com a criação de valor para as partes interessadas.” Essa frase consta na página 23 do livro CapitalismoConsciente, de autoria de John Mackei e Raj Sisodia, ambos respeitadíssimos no mundo corporativo moderno.
A obra foi indicada na reunião-almoço da Acil, quinta-feira, pelo diretor do Grupo Imec, Leonardo Taufer (foto). “Compartilhar coisas boas é tarefa de todos para a evolução dos negócios e das pessoas”, disse ele, após proferir uma “aula” sobre gestão e estratégia, transformações em curso na rede supermercadista lajeadense.
O valor central passa a ser o quadro de funcionários. “Não adianta colocar o cliente em primeiro lugar e esquecer do colaborador. É ele quem precisa estar motivado para atender melhor”, repetiu o palestrante. Simples assim. Pode parecer fácil, e a teoria costuma ser perfeita para o discurso. No Imec ela adentra na prática. A prova são as métricas de resultados: crescimento anual de 14,4% nas operações; redução de 40%
na rotatividade do quadro funcional e o fortalecimento das relações com o público externo. Os três denotam o acerto da gestão liderada pelo novo modelo gerencial no Imec, no qual o mérito igualmente tem relevância. Esforço e dedicação do colaborador são fundamentais para completar o ciclo virtuoso.

A clareza, espontaneidade e transparência de Taufer prenderam a atenção dos empresários. Ratificou a necessária compreensão de que o modelo de capitalismo selvagem – no qual o lucro está acima de qualquer coisa – pede passagem. A sociedade evoluiu, e as pessoas já não compram apenas preço, nem aceitam quem só persegue lucro. Querem saber como você trata seus empregados, quais valores compartilha com a sociedade e como sua empresa pensa e se posiciona.
Incorporar na gestão aspectos construtivos e promissores de capitalismo significa criar valor para si, mas também para os funcionários, clientes, fornecedores, investidores, a comunidade e o ambiente.
Aplicar os princípios

desse movimento inovador tende a criar estruturas sólidas e lucrativas. É uma redefinição consistente do capitalismo de livre-iniciativa, em uma análise valiosa tanto para os profissionais como para as empresas que apostam em um futuro mais cooperativo e mais humano.
Importante salientar que a liderança de um CEO não é, por si só, suficiente para adotar práticas inovadoras.
A pergunta do empresário Gilmar Borscheid – na plateia da palestra – foi nessa linha, pois a autorização precisa partir dos acionistas, ou seja, o dono do negócio deve estar de acordo.
Reside nesse princípio um importante alicerce para efetivar uma cultura e gestão conscientes. Os donos precisam ter clareza sobre o propósito maior e a integração de stakeholders– todas as entidades que impactam e são impactadas para haver o ganha-ganha.
Adentrando um pouco mais no livro, importante salientar aspectos como confiança, responsabilidade, transparência, integridade, igualitarismo, justi-

ça, crescimento pessoal, amor e cuidado como algumas das características comuns de uma cultura consciente. “As organizações florescem a partir do compromisso e da criatividade do ser humano.” (pág. 77)
A difusão desse novo paradigma faz entender que o modelo antigo de negócio é insustentável em vários sentidos. Portanto, precisa ser substituído por uma abordagem capaz de produzir valor com ética e justiça.
Particularmente, defendo o capitalismo e a meritocracia. Entendo ser um modelo capaz de recompensar o esforço, a criatividade e a dedicação das pessoas e empresas. E, diante da crise ética, o livro é uma obra oportuna para o contexto atual da humanidade.
Capitalismo Consciente, eis uma obra riquíssima aos empreendedores modernos e dispostos à evolução do modelo capitalista. Propõe uma interessante reflexão sobre os propósitos e valores que balizam nossa forma de ser e atuar no mundo.
Gostei da sugestão e ratifico a indicação de Taufer. Ainda não li todo livro, mas o suficiente para me identificar e perceber seu valor. Boa leitura!


Estudo da Fundação de Economia e Estatística (FEE) mostra o resultado dos movimentos migratórios no RS. O saldo de 6,2 mil imigrantes não surpreende diante do aumento populacional registrado no Vale do Taquari. Porém, a diferença de escolaridade entre os que escolhem a região para morar e os que buscam oportunidade em outras localidades mostra um cenário preocupante.
Vale do Taquari
Nos cinco anos abrangidos pela pesquisa, a região recebeu 1,7 mil trabalhadores com formação considerada alta e nove mil com pouca qualificação. No mesmo período, 2,2 mil profissionais com escolaridade elevada deixaram o Vale, contra 5,1 mil com escolaridade baixa.
Presidente do Codevat, Cíntia Agostini Cintia Agostini, diz que a região precisa analisar com
cuidados os motivos para a saída das pessoas qualificadas. Segundo ela, os números mostram que o Vale não oferece empregos de qualidade para profissionais com Ensino Superior completo ou oportunidades para empreender.
“Quando falamos em qualidade, abordamos não apenas uma remuneração adequada ao perfil, mas também a valorização do trabalho realizado por essa mão de obra qualificada”, ressalta.
Cíntia defende maior incentivo ao empreendedorismo e à inovação
Na época, via que Lajeado já não supria a necessidade de negócio e de remuneração na área”
Rodrigo Gattermann Pro ssional de Tecnologia da Informação
para manter esses profissionais no Vale.
“Quem uma lógica mais inovadora ainda tem dificuldade de se estabelecer aqui porque a região tem características interioranas e ainda está distante dos centros tecnológicos e culturais”, afirma. Outra questão é a menor disponibilidade de opções culturais, de lazer e de conexão com as tendências internacionais.
Segundo ela, a própria região precisa oferecer os elementos almejados por essa população e que
hoje estão disponíveis apenas nos grandes centros.
Mercado tecnológico
Natural de Colinas, o profissional de Tecnologia da Informação, Rodrigo Gattermann completou o curso superior na área na Univates em 2013. Logo depois da formatura, se mudou para Porto Alegre em busca de oportunidade de trabalho, para continuar os estudo, além de eventos e trocas de experiências com as comunidades de tecnologia.

“Na época, via que Lajeado já não supria a necessidade de negócio e de remuneração na área”, aponta. Segundo ele, o mercado de TI melhorou na região com os eventos voltados para a tecnologia e suas metodologias, quase inexistentes poucos anos atrás.
Mesmo assim, considera que as oportunidades de trabalho ainda precisam evoluir, principalmente em termos de remuneração.
Avalia que o avanço dos trabalhos remotos pode representar
oportunidades de free lance para profissionais da área, algo ainda raro na região. Para ele, a chave para melhorar o mercado de trabalho do setor no Vale é por meio de eventos para a área, da criação de redes de contatos e de mais divulgação.
Para a presidente do Codevat, as entidades regionais precisam elaborar um diagnóstico do que o Vale necessita e firmar parcerias com as instituições de ensino a fim de formar pessoas com as características desejadas.

Ressalta que tanto Univates quanto a Uergs e a La Salle criaram estruturas voltadas para o fomento ao empreendedorismo. Destaca ainda a iniciativa do Tecnovates. Para Cíntia, tais iniciativas já começam a alterar o cenário regional.
Cíntia afirma que a imigração para o Vale pode ser explicada pela oferta de trabalho na indústria e no comércio, além dos serviços públicos de qualidade. “São questões que atraem principalmente a população com menor renda.”
Foram esses dois fatores que atraíram a família da industriária Maria Dutra da Silva, 49. Ela saiu de Palmitinhos, oeste de Santa Catarina para morar em Lajeado com o marido e o filho faz 17 anos. “Escolhemos por ser uma cidade produtiva, com boas oportunidades de trabalho e uma população acolhedora.”
A família de Maria trabalhava com agricultura antes de se mudar para o Vale do Taquari. Em Lajeado, ela conseguiu emprego em três locais diferentes. Com Ensino Médio completo, hoje trabalha em uma indústria alimentícia. “Meu
marido se tornou empreendedor e meu filho, taxista.”

zinheiro Leonardo Alcântara, 32, escolheu Lajeado para constituir família. Formado no Instituto de Gastronomia de Porto Alegre, conheceu a lajeadense Raquel Sbaraine durante um período em que morou em Buenos Aires, na Argentina. Em 2012, ele e Raquel decidiram se mudar para o município. No início, Alcântara teve dificuldades de adaptação. “Eu sentia falta da vida cultural que uma cidade grande oferece, além dos problemas com o transporte público e a
Segundo ele, as opções na área da cultura evoluíram nos últimos gens, como um trânsito mais tranquilo e menos violência na comparação com as metrópoles. “Também tive dificuldade para encontrar emprego.”
Para Alcântara, a região é um local de oportunidades crescentes e oferece boa qualidade de vida para a família. Outro ponto positivo é a proximidade com Porto Alegre, uma vez que a a Capital oferece as mesmas opções das grandes cidades do centro do país.

Anova gestão municipal deve iniciar 2017 com quadro de funcionários públicos menor em relação à atual. Nessa quinta-feira, o prefeito eleito, Marcelo Caumo (PP), se encontrou com o atual chefe do Executivo, Luís Fernando Schmidt (PT), para tratar sobre um projeto de lei de readequação do ordenamento dos órgãos da administração. Matéria pode ir à votação ainda neste ano.
De acordo com a proposta confirmada por Caumo, o governo passa a contar com 109 Cargos Comissionados (CCs) e de Direção, Chefia e Assessoramento (DCAs). Hoje, a lei municipal – considerada irregular pelo Tribunal de Justiça – permite que o prefeito contrate até 159 servidores nas duas modalidades.
“Nem todos os 159 cargos estão ocupados hoje. Assim como nem todos os 109 serão ocupados em um primeiro momento. A ideia é iniciar a gestão com um quadro bastante enxuto e, a partir das necessidades que devem aparecer, vamos aumentando o quadro de forma gradual”, afirma o novo gestor.
Sobre as mudanças, Caumo cita a ação de inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público de Estado (MPE) contra a atual legislação, e que foi acatada pelo Judiciário gaúcho. “O município tem até o dia 20 de janeiro para aten-
der à decisão judicial que exige a extinção dos cargos considerados inconstitucionais. Por isso, também, a expectativa é alterar a lei ainda em 2016.”
O projeto sugerido pela equipe de Caumo já foi entregue ao atual prefeito. Está sob análise da Secretaria de Administração (Sead) e também da Comissão de Transiçãodoatualgoverno.Apro-
posta do novo gestor prevê quatro secretários a menos em relação ao número existente hoje. De 14, passam a ser 11. Com isso, o número de CCs será de, no máximo, 120, contra os atuais 173. Uma redução de 30,64%.
Segundo Caumo, a Secretaria de Governo (Segov) será extinta. Já a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seaab) será desmembrada e alguns setores serão coordenados pelas secretarias de Meio Ambiente (Sema), Obras e Serviços Urbanos (Sosur) e Desenvolvimento e Inovação (Sedei). Por fim, o prefeito eleito confirma a junção das secretarias de Cultura (Secultur) e Esporte (Sejel).

Cargos por decreto
A disposição específica de cada CC não deve constar no projeto de lei a ser encaminhado à câmara. Conforme o novo prefeito, a matéria só confirma o número total de cargos disponíveis, bem como as coordenadoriasechefiasprevistas para cada secretaria. “No entanto, a escolha de onde cada CC ou DCA atuará será feita mediante decreto. É um modelo semelhante ao de ”, informa.
Sobre a reunião com o atual prefeito, Caumo elogia a postura de Schmidt e demonstra confiança no encaminhamento, ainda em 2016, do projeto à câmara. “Ele se mostrou disposto para tal, e bastante preocupado com o bom andamento dos trabalhos de transição. Nos próximos dias, eles
des da Silva.
Os vereadores aprovaram, em sessão na terça-feira, que a nova ponte sobre o Arroio Sampaio, na divisa entre Mato Leitão e Santa Clara do Sul, receba o nome de José Henz.
A proposta havia sido encaminhada pelos vereadores do Partido Progressista (PP), Gerson Horn, Clair Sell Konrad, Almir Nicolay e Adriano Fagun-
O objetivo era homenagear o líder comunitário da região de Sampaio, que morreu em março de 2015. Na noite de 28 de junho de 2014, quando uma enxurrada derrubou a ponte, ele teria saído de casa para sinalizar o local.
Antes da atitude, Henz já havia ganhado destaque local por ocupar os cargos de presidente e tesoureiro na associação de
moradores, além de apoiar práticas esportivas como bolão de mesa, futsal, bocha e futebol. Durante décadas, ele ainda atuou na Assoessa.
Na terça-feira, 13, às 11h, ocorre a entrega da nova estrutura. Na ocasião, também será realizada a abertura da pavimentação feita em Vila Sampaio por meio de financiamento do BRDE.

Diretor de Trânsito: Carlos Kayser é vereador pelo Partido Progressista e também servidor concursado do Executivo, onde atua como fiscal da Secretaria de Planejamento (Seplan).

devem finalizar a exoneração dos atuais CCs, e tenho convição que a lei será aprovada ainda neste ano.”
Caumo cita poucos nomes. Segundo ele, a definição dos novos CCs deve ocorrer durante os primeiros meses de gestão. No entanto, confirma o vereador Carlos Kayser, do PP, como diretor do Departamento de Trânsito. Hoje, o cargo é ocupado por Euclides Rodrigues.
Outra nome confirmado é o de Ítalo Reali, empresário e presidente do Comitê Gestor do Centro Histórico, entidade responsável por, entre outras ações, um projeto de lei de iniciativa popular que avaliza obras em Áreas de
Coordenador de Ações Comunitárias: Ítalo Reali é empresário e presidente do Comitê Gestor do Plano de Revitalização do Centro Histórico.
Preservação Permanente (APP) próximas ao Rio Taquari, permitindo projetos de reformulação de prédios antigos.
Reali será convidado para assumir o cargo de coordenador de Ações Comunitárias, e será ligado ao Gabinete do Prefeito. “Será como um secretário de Governo. Com atribuição de manter uma ligação entre o Executivo e a comunidade”, explica Caumo. Já entre os secretários, Caumo confirma Vera Plein, na Educação (SED); Andréia Brizolara, na Administração (Sead); Tovar Grandi Musskopf, na Saúde; Lorival Silveira, na Assistência Social (Sthas); Luís Benoitt, no Meio Ambiente (Sema); e Guilherme Cé, na Fazenda (Sefa). Também estão pré-confirmados Douglas Sandri, na Sedei, e Carlos Reckziegel, na Cultura e Esporte.


Oaumento do preço dos combustíveis, anunciado nesta semana, impacta de forma direta no orçamento familiar e pode resultar na mudança de comportamento do consumidor. Para os proprietários dos postos de combustíveis a elevação é negativa para o negócio. Alguns empresários absorveram o aumento para não perder clientes e tentar trazer novos.
A nova política de revisão mensal de preços estabelecida pela Petrobras pode agravar ainda mais a situação desses atores. A medida aumenta ou reduz o valor dos combustíveis conforme a oscilação do mercado internacional. Anteriormenteogovernofederalfaziaocontrole do preço, promovia correção conforme necessário e como mecanismo de controle inflacionário.
A medida é considerada um “engodo” pelo o proprietário de posto de combustível, Evandro Fascina. Segundo ele, essa é uma artimanha usada pela Petrobras para cobrir rombos e fazer a população pagar essa conta. Segundo ele faz dois meses que o preço do barril de petróleo apresenta baixa se comparado com outras épocas. “Mesmo com a alta do dólar e com tributação brasileira o preço não acompanha o internacional do petróleo.” Segundo ele, o mercado deve se regular de forma própria, mas deve fazer isso de forma responsável. Conforme Fascina, os repasses de aumento e baixa no valor dos combustíveis anunciados não se efetivam na prática. A redução do valor da gasolina de R$ 0,05, anunciada faz poucos meses, não ocorreu para os postos. A queda foi de R$0,01. Já o aumento de R$ 0,14 repassados nesta semana, foi superior.
De acordo com ele, com a elevação fez o repasse de forma integral, nas bombas. Isso afastou clientes e gerou uma série de re-

Para empresários elevação é negativa para o setor e faz muitos reavaliarem a manutenção do negócio
clamações.Parareverterocenário resolveu retornar o preço anterior. Ele e o distribuidor absorveram parte do aumento. A ação será mantida até o fim do ano.
Na avaliação de Fascina, as oscilações que devem ocorrer ao longo dos meses desanimam o setor.
“Não é lucrativo e viável manter o negócio. Muitas pessoas não percebem, mas muitos postos têm sido colocados à venda por conta desses aumentos.”
A revisão mensal é um formato novo ao brasileiro. Para o economista da Univates, Eduardo Lamas, não haverá descontrole dos preços e altas expressivas. Segundo ele, esse modelo é positivo para a economia, porque será uma política de preço mais realista e conectada com o que está acontecendo no mercado internacional.
“Não acredito que irá acontecer o repasse só do aumento e não da queda.” Para ele, a cadeia envolvida é muito ampla e a falta de repasse das quedas pode fazer parte da tentativa de algum elemento desta cadeia tentar recompor a margem de lucro.
A política de preço da Petrobrás repassa flutuações internacio-
nais. Na avaliação dele, os preços devem alternar entre pequenos aumentos e quedas e não deve ter impacto expressivo na economia.
A gasolina é um item básico de consumo diário e não possui substituto direto. A ausência de um transportepúblicoeficientenaregiãodificulta ainda mais essa possibilidade.
Na avaliação do professor de economia da Univates, Marlon Dalmoro, na região, o aumento interfere diretamente no orçamento doméstico, mas não há um mecanismo de troca imediata.
Segundo ele, para encaixar esse incremento no orçamento a alternativa para a população é
adotar micro estratégias, como compartilhar o carro com o colega que faz o mesmo destino, evitar o passeio extra do fim de semana ou destinos curtos que podem ser feitos a pé.
Além disso, o consumidor deve ficar atento e buscar postos mais baratos. Outra forma de atuação é cobrar do seu fornecedor os repasses, especialmente quando ocorre redução.
Nesse processo de busca pelo menor preço é necessário avaliar o reconhecimento da marca e o serviço prestado. “No livre mercado o consumidor tem um papel importante de cobrar e avaliar as possibilidades e garantir um valor adequado.”
O Detran finalizou, na quarta-feira, o processo de reciclagem de 41 veículos no município de Cruzeiro do Sul. Um total de 24 toneladas de sucatas de motos, carros e veículos pesados, abandonados no depósito do município, tiveram a destinação ecologicamente correta, liberando espaço no pátio. As sucatas classificadas como inservíveis (abandonadas há mais de dois anos, sem condição de rodar) passaram por um processo de descontaminação, para a retirada de resíduos, como fluídos, baterias e fios. Após, as peças foram compactadas, trituradas e encaminhadas à siderúrgica, para reutilização. A reciclagem de material inservível é realizada de forma sistemática no Rio Grande do Sul desde 2010 e já destinou mais de 28 mil veículos e sucatas para reciclagem.
IBGE mantém estimativa de safra 14% maior em 2017
O IBGE divulgou prognóstico desafrapara2017.Osegundolevantamento manteve a estimativa do anterior, realizado em outubro, de que a safra de 2017 será 14,2% superior à deste ano. A safra total deverá ser de 183,9 milhões de toneladas. O IBGE estima que, neste ano, as três principais lavouras de grãos fecharão com queda de produção: soja (-1,5%), arroz (-15,5%) e milho (-25,5%).
Caso o consumidor constate preços acima dos praticados em algum posto de combustível basta denunciar ao Procon. O aumento dessa semana não gerou reclamações ao órgão. Segundo ao coordenador do Procon de Lajeado, Pedro Bezerra, na última vez houve registros.
De acordo com ele, ações de fiscalização não são realizadas e o procon local fica subordinado ao do Estado.
O órgão estadual estabelece a prática de um limite máximo no valor base. Para Bezerra o ideal seria neste período de elevação uma fiscalização efetiva dos preços.
Dos 26 principais produtos analisados pelo IBGE, apenas nove deverão fechar 2016 com crescimento em relação ao ano passado: aveia em grão (53,8%), batata-inglesa 3ª safra (3,1%), café em grão-arábica (23,9%), cebola (5,6%), cevada em grão (81,5%), feijão em grão 3ª safra (5,4%),mandioca(3,6%),trigoem grão (16,5%) e triticale em grão (30,4%).

Marcelo Caumo também já se reuniu com Zuchetti. Na segunda-feira, ele participou de audiência com o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo, para solicitar a manutenção da 16ª CRS no município.
Hoje, o órgão tem 65 funcionários e é responsável, entre outras atribuições, pela fiscalização e alvará de funcionamentos de hospitais e instituições ligadas à saúde.
Oprefeito de Estrela, Rafael Mallmann, confirmou a proposta de ceder um espaço para a instalação da 16ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS). Hoje, o órgão estadual está instalado em um prédio alugado em Lajeado, na rua Saldanha Marinho, esquina com av. Benjamin Constant, mas precisa deixar o imóvel do INSS em até 90 dias.
Mallmann ofereceu uma área dentro do antigo prédio da cervejaria Polar, no centro, e onde já funcionam a biblioteca municipal e a Secretaria de Educação. O local também é sede da Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat). Em Lajeado, o coordenador da 16ª CRS, Ramon Thiago Zuchetti, já visitou pelo
menos seis imóveis para evitar a mudança de cidade. Ele verificou um prédio localizado na av. Alberto Müller, em frente à antiga Scapini Veículos; outro na av. Acvat, um nos fundos do Shopping Lajeado, e ainda as antigas sedes do Xis Picanha, próximo à BR 386, e da Lojas Certel, na av. Alberto Pasqualini. Hoje, a 16ª CRS paga cerca de R$ 11 mil mensais de aluguel. A ideia, segundo o coordenador, é manter esse mesmo patamar de gastos. Já o INSS passará a cobrar até R$ 25 mil pelo aluguel do prédio em Lajeado. O valor é considerado alto pelo governo do Estado, e a permanência do órgão naquele local se tornou inviável.

Prefeito eleito em Lajeado,
Em assembleia nessa quinta-feira, 8, o Cpers sindicato decidiu iniciar uma nova greve a partir desta terça-feira, 13. A paralisação começa a nove dias do fim do ano letivo, programado para encerrar no dia 23. A medida foi tomada para cobrar o pagamento do 13º salário e para pressionar os deputados a reprovar o pacote enviado pelo governo do Estado.
Mesmo com a decisão sindical, a coordenadora da 3ª Coordenadoria Regional da Educação (3ª CRE), Greicy Weschenfelder, acredita em uma baixa adesão dos professores na região. “O sentimento dos professores é um momento inoportuno para greve.” De acordo com Greicy, muitas escolas ainda estão recuperando as aulas das outras paralisações deste ano.
Segundo a coordenadora, caso haja adesão ao novo movimento paredista, será necessário uma adequação do calendário. “Dizer que não vai afetar

seria ingenuidade, teremos de nos reorganizar e recuperar essas aulas em janeiro.” De acordo com ela, caso as adesões sejam parciais, caberá às escolas definir substitutos para os professores grevistas ou formas de recuperar as aulas.
O Daer havia anunciado para essa sexta-feira a assinatura do aditivo contratual para reinício das obras de pavimentação no trecho da ERS-482, entre Arroio do Meio e Capitão. No entanto, a autarquia protelou para a próxima semana a análise do documento por parte do Conselho Rodoviário e da equipe de assessoria jurídica.
Além do aditivo, o Daer também aguarda que a Construtora Giovanella, contratada em 2014 para completar os serviços iniciados em 1998, apresente caução. O gerente da empresa, Nilson Giovanella, afirma que apenas aguarda o aval da autarquia para dar reinício aos serviços de pavimentação.
O aditivo aguardado pela empresa autoriza a troca de material para a cobertura asfáltica. Essa alteração resulta do aumento de tráfego no trecho. O projeto original determinava um pavimento “frio”, utilizado para trechos de pouca circulação de veículos. O empreendimento prevê asfaltamento em 16,5 quilômetros da rodovia. A Construtora Giovanella assumiu só um trecho de 3,2 quilômetros da obra.
Na semana passada, a autarquia anunciou pavimentação de diversos trechos de acessos municipais pelo RS. Entre esses, o trajeto entre Arroio do Meio e Capitão. Essa obra foi colocada em uma lista para ser incluída em um novo pedido de recursos via BNDES.
Clima de desencanto
Entre os professores, o desejo de paralisar as atividades é menor do que em outros momentos. Mesmo os grevistas se mostram insatisfeitos com a decisão do Cpers, e avaliam a greve como pouco efetiva. Para muitos o mo-
mento escolhido para cruzar os braços não foi bem escolhido.
Mesmo assim, o presidente do 8º núcleo do Cpers, Oséas Souza de Freitas, ainda busca mobilizar a categoria em favor da medida. “Estamos entrando em contato com os professores e chamando
para participar do ato na terça-feira.” Freitas prefere não projetar sobre as adesões e garante que o magistério ainda está definindo um posicionamento. “Não temos muita perspectiva quanto à adesão, quando conversamos com os professores percebemos que eles ainda estão indecisos quanto à greve.”
Na última assembleia do 8º núcleo, foi levantada a hipótese de não entregar os cadernos e as notas dos alunos, impedindo assim o fechamento do ano letivo. Segundo Freitas, a proposta foi inviabilizada por questões legais. “Estudamos e chegamos à conclusão que não entregar os cadernos é ilegal. A greve é permitida, mas essa outra medida, não.”
Um dos principais alvos dos protestos é o pacote do governo para combater a crise financeira. O sindicalista vê como fundamental a medida adotada pelo sindicato. “Precisamos demonstrar nossa insatisfação com essas medidas.” Na terça-feira, 8, representantes do magistério organizam protesto em frente ao Palácio Piratini.
O terceiro sorteio da Lajeado Brilha premiou cinco pessoas com R$ 2 mil. Os sortudos ganham um cartão de débito aceito em qualquer estabelecimento comercial. A promoção, organizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), ocorreu na Casa Bertozzi. Para concorrer é necessário efetuar compras de valor igual ou superior a R$ 50 em uma das 118 empresas integrantes da promoção.
A Lajeado Brilha oferece premiação total de R$ 100 mil. No dia 28 será conhecido o ganhador de R$ 50 mil.

Os cinco sorteados foram Taís Dauernheimer, pela Rede Imec; Alessandra Becker e Ordete Maria Mall-
Sábado
Sol entre nuvens com pancadas de chuva
Mínima – 18ºC
Máxima – 25ºC
Após a chuva dessa quinta-feira em muitas partes do RS, o fim de semana será de tempo firme e temperaturas em elevação.
Segundo a coordenadora do Centro de Informações Meteorológicas da Univates, Fabiane Gerhard, no sábado, o tempo ainda não firma.
O sol pode aparecer por alguns intervalos, mas são esperados períodos de céu encoberto com pancadas de chuva. As temperaturas apresentam pouca alteração. “Variam entre 18ºC e 25ºC.”

Fim de semana pode ter chuvas passageiras, em especial no sábado
No domingo, o ar mais seco avança sobre o território gaú-
cho e proporciona um dia ensolarado ao Vale. As temperaturas ficam agradáveis ao
amanhecer, porém, aumentam no decorrer do período. As máximas passam dos 30ºC.
Os termômetros se mantêm em elevação na segunda-feira e alcançam 32ºC. A massa de ar seco permanece sobre o RS e, ao longo do dia, o sol aparece acompanhado de algumas nuvens. O amanhecer apresenta temperaturas mais amenas.
Segundo a Somar Meteorologia, nesta terça-feira, uma frente fria deve trazer chuva ao estado. Estão previstos volumes acima de 20mm em algumas regiões.
A expectativa é de que o tempo apresente rápida melhora e já esteja firme e ensolarado na quinta-feira.
Domingo
Dia ensolarado. Temperaturas elevadas na parte da tarde
Mínima: 18ºc
Máxima: 30ºc
Segunda-feira
Sol acompanhado de nuvens sem previsão de chuva
Mínima – 16ºC
Máxima – 32ºC
Após a passagem do sistema frontal, o calor ameniza. Porém, a partir da sexta-feira, as marcas voltam a se elevar gradativamente.
Essas projeções podem sofrer alterações devido à grande variabilidade entre uma e outra rodada dos modelos de previsão.


das Vigilância em Saúde intensificam trabalhos para monitorar proliferação do transmissor da dengue
As condições meteorológicas desta época redobram atenção ao aedes aegypti. Os dias quentes e úmidos formam condições perfeitas para proliferação do mosquito. Estrela e Teutônia realizaram nos últimos dias o Levantamento de Índice Rápido (Lira) e registraram focos positivos. Agora promovem o Levantamento de Índice (LI).
Lajeado inicia o Lira a partir de segunda-feira. A fiscalização ocorre até o fim da semana e
pode se estender. De acordo com o coordenador da Vigilância em Saúde, Fernando Diel, nesta semana, 20 agentes de saúde passaram por treinamento para aplicar as coletas das amostras e preencher o relatório de registro durante o Lira.
Neste período, cerca de três mil residências serão vistoriadas. O número representa 5% dos imóveis de Lajeado, selecionados por meio de software do Ministério do Meio Ambiente.
O levantamento auxilia na verificação do nível de infestação. Segundo Diel, desde abril,
Contemplados com uma casa no conjunto Nova Morada assinaram, na tarde desta sexta-feira, o contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal (CEF). O ato foi realizado no CTG Raça Gaudéria. Agora, a Caixa somente aguarda a autorização do governo federal para a entrega das chaves. Conforme a supervisora da Gerência Executiva de Habitação da Regional Vale dos Sinos da Caixa Econômica Federal, Marúcia Lopes, as prestações do Nova
Morada variam de R$ 80 a R$ 270 de acordo com portaria do Ministério das Cidades.
As pessoas com renda familiar bruta de até R$ 800 pagarão R$ 80 mensais; de R$ 801 a R$ 1,2 mil o valor equivale a 10% da renda familiar bruta e os que ganham entre R$ 1.201 a R$ 1,8 mil pagarão prestação correspondente a 25% da renda familiar bruta. No caso de beneficiário com renda de R$ 1,8 mil, a prestação será de R$ 270. O prazo de pagamento é de dez anos. Ao todo, 250 moradias foram construídas.
dias. Durante os trabalhos realizados no bairro Canabarro e Centro Administrativo, não foram encontradas larvas. No ano passado, os dois locais apresentaram incidência e foram considerados de risco.
Segundo o coordenador da Vigilância, Nelson Cardoso, agora as equipes trabalham no Levantamento de Índice (LI). Nessa
etapa, percorre todas as áreas da cidade, durante sete etapas ao longo do ano.
Nessa primeira, foram encontradas larvas no bairro Alesgut, em vala de um terreno baldio. A água da chuva acumulou no local. O espaço está sendo monitorado. Conforme ele, situações como essas são controladas por meio mecânico.
não há registros de focos do aedes em Lajeado. A ausência pode ser resultado do inverno, período menos propenso à proliferação. Além disso, a vigilância promove campanhas permantes para estimular a população a combater o mosquito.
O ano com maior número de focos encontrados foi 2014. De acordo com Diel, foram 25. Em 2015, caiu para dez. Neste ano, são 11.
Em Teutônia, a Vigilância em Saúde realizou o Lira nos últimos
Nos últimos dias, as equipes da Vigilância em Saúde de Estrela realizou o Lira. Foram encontrados sete focos positivos nos bairros, Boa União, Indústrias, Oriental, Imigrante, centro, Auxiliadora e Cristo Rei. O número chamou a atenção das equipes e tem mobilizado toda comunidade para intensificar as ações de controle. Na quarta-feira, 7, o Comitê Municipal de Combate ao Mosquito Aedes Aegypti realizou um encontro na câmara de vereadores.
De acordo com a coordenadora, Carmem Hentschke, os trabalhos nas escolas e as atividades específicas com os alunos neste fim de ano letivo serão retomadas.
Na avaliação de representantes das áreas da educação, as ações promovidas com os estudantes é o prin-
cipal caminho para eliminar o mosquito. Na avaliação do secretário da Educação, Marcelo Mallmann, as ações sistemáticas são uma das medidas mais importantes para combater o mosquito. Conforme Carmem, será estudada a possibilidade de implementar legislação mais rigorosa em relação à limpeza de terrenos baldios, locais onde o mosquito pode se proliferar devido ao acúmulo de lixo.
O primeiro foco positivo registrado em Estrela ocorreu em 2015. A partir de janeiro, foram encontrados novos, em cinco armadilhas. O município foi classificado como infestado. A partir disso, ações foram promovidas para orientar a população aos cuidados necessários para eliminar locais onde a larva se desenvolve.
O total de inadimplentes no país chegou a 58,5 milhões, em novembro. Número equivalente a 39% da população adulta brasileira. A quantia é 0,69% maior do que em novembro do ano passado, representando a entrada de um milhão de pessoas no período de um ano na lista de negativados. Apesar de elevada, a lista recebeu menos devedores do que entre 2014 e 2015, quando foram incorporadas dois milhões de pessoas.
Os dados são do indicador do Serviço de Proteção ao Crédito
(SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em nota, o presidente da confederação, Honório Pinheiro, atribuiu o resultado ao crédito mais rigoroso e aos efeitos do desaquecimento da economia. Para ele,nãosetratadeumamelhoria de cenário, mas de um comportamento de cautela do consumidor em assumir compromissos financeiros, e da dificuldade em obter financiamento.
“Se, por um lado, a recessão dificulta a capacidade de pagamento dos consumidores, em virtude do desemprego e da inflação alta, por outro, a maior restrição
aocrédito,comjurosaindaelevados e critérios de concessão mais seletivos, acaba impondo limites ao endividamento por parte dos brasileiros”, afirmou Pinheiro. A maior parte dos devedores em atraso está na região Sudeste - 24,2 milhões, seguido pela Nordeste, Sul, Norte e Centro- Oeste. De acordo com perfil de idade, prevalecem os devedores entre 30 e 39 anos. Na lista de inadimplentes, 49,6% ou 16,9 milhões estão nessa faixa etária. Já a participação dos jovens entre 25 e 29 anos é de 47,1%; entre 40 e 49 anos, de 46,3% e entre 65 a 84 anos, de 29,4%.
Levantamento feito pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS) aponta evolução nos valores doados por meio do Imposto de Renda (IR). Enquanto em 2013, os recursos destinados aos fundos municipais da Criança e Adolescente e do Idoso foram de R$ 279,3 mil, no ano passado, os alcançaram R$ 428,1 mil.
A evolução nas contribuições é comemorada por integrantes do CRCRS. Apenas em Lajeado, o dinheiro doado em 2015 foi R$ 103 mil maior do que em 2014. No ano passado, foram deixados R$ 193,3 mil nos cofres dos fundos municipais.
Mesmo com resultados melhores, os valores de doações ainda estão longe do potencial de recursos que podem ser destinados aos fundos municipais. Apenas em Lajeado, esse foi de R$ 2,4 milhões. Mesmo com o crescimento de doações, o índice de aproveitamento em relação ao potencial foi de R$ 7,8%.
Na maioria dos municípios do

Vale, os índices de retenção no comparativo com o potencial ficam entre 0% e 10%. A exceção é
Poço das Antas, cidade que em 2015 conseguiu reter 23,7% do IR.
Lá, 72 pessoas pagaram um total de R$ 172 mil de imposto no ano passado. Desse dinheiro, R$ 2,4 mil foram destinados ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. O município já liderava em 2013 o número de doações, quando foram retidos R$ 1,2 mil.
Em entrevista ao A Hora na sexta-feira, 2, a coordenadora da Comissão de Estudos de Respon-
sabilidade Social do CRCRS, Silvia Grewe, apontou que municípios maiores tendem a ter mais dificuldade em ficar com o dinheiro. Silvia coordena o estudo do Conselho e lidera uma campanha para conscientizar os contribuintes sobre a possiblidade de doação.
Quem declara IR pelo modelo completo pode destinar até 6% do valor devido para fundos de apoio à criança e adolescente e ao idoso. Esse dinheiro pode ser destinado em dois momentos, até o fim do
ano ou em abril, na Declaração de Ajuste Anual. Quem opta pela segunda data pode destinar apenas 3%.
Esse dinheiro é depositado na conta dos fundos que fazem a liberação para projetos sociais. Entidades como Slan e Apae estão
Quem pode doar?
entre as beneficiadas. Para esclarecer a população sobre o destino dos impostos, o governo estadual lançou a Campanha Escolha o Destino. No site odestino.rs.gov.br é possível saber detalhes de como fazer a doação e conhecer o destino do dinheiro doado.
Pessoas físicas que declaram IR pelo modelo completo e pessoas jurídicas que apuram o imposto pelo lucro real
Quanto é possível doar?
Pessoas físicas podem doar até 6% do IR devido para o Fundo da Criança e do Adolescente e para o Fundo da Pessoa Idosa, sendo possível dividir os valores para cada uma das instituições. Pessoas jurídicas podem doar 1% do imposto devido para cada fundo.
Quando doar?
As doações podem ser feitas até o dia 29 de dezembro.
Como doar?
As doações devem ser feitas aos fundos, por meio de depósito bancário identificado com o nome e o CPF do doador.
A Secretaria da Educação, Cultura e Desporto realiza mais uma edição do Concurso Melhor Ornamentação Natalina: Natal Luz e Vida. A atividade tem como objetivo incentivar a decoração natalina durante as
festividades de fim de ano. Todas as residências, lojas, comércio em geral e as entidades do município que tiverem alguma ornamentação natalina estarão inscritas, de forma automática, no concurso. A divulgação dos vencedores será feita no dia 21. Nas residências, a ornamen-
tação pode ser instalada na fachada, nos jardins ou pátios. Nas lojas, pode estar na fachada, vitrina ou no interior. Nos edifícios e nas entidades, poderá ser instalada na fachada e/ou jardim. A decoração deve conter obrigatoriamente luzes ou enfeites natalinos. Os adereços
deviam estar instalados até o dia 12, pois dessa data até 20 os participantes serão avaliados. Entre os critérios, serão observados criatividade e iluminação. No primeiro quesito, será levada em conta a originalidade dos materiais utilizados, montagem de um presépio e o
realce da ornamentação, tanto diurna como noturna. Na categoria iluminação, será considerada a riqueza decorativa das luzes, independente da quantidade. Os vencedores serão agraciados com um troféu. Serão premiados o 1° e 2º lugar em cada categoria.

AUnivates promove, neste domingo, mais uma edição do Dia sem Carro. O evento ocorre a partir das 15h, na rótula em frente ao Centro Cultural Univates, e conta com diversas atrações. O objetivo da iniciativa é conscientizar as pessoas sobre a necessidade do uso de transportes sustentáveis na região.
Dados do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran) apontam que, até dezembro de 2015, o número de veículos na região era de 234,4 mil, ou seja, cerca de 70% dos moradores do Vale têm um automóvel.
Estima-se que, enquanto a população cresce em média 1,3%, a frota aumenta 5,8%. Estatísticas alarmantes que, conforme o professor de Pavimentação e Transportes da Univates, João Rodrigo Guerreiro Mattos, geram sobrecarga das estradas e rodovias e afetam a saúde e bem-estar da população.
“Através das atividades do Dia sem Carro, é possível perceber que a melhora da situação está na inversão da lógica”, cita. Ao invés de usar o automóvel para sair de casa, enfrentar engarrafamentos e o estresse comum do trânsito, o motorista pode optar por praticar um exercício físico, e aliviar a pressão da rotina. Na região, essa mudança de hábitos é facilitada pela proximidade entre os locais. Deslocamentos a pé são possíveis em diversas situações. “Moro próximo ao centro e preciso pagar uma conta ou vou à faculdade: posso ir caminhando.”

Também há a bicicleta, que pode ser usada, inclusive, no deslocamento de um bairro a outro.
O que se torna complicado em distâncias maiores, pelo relevo da região. Porém, há possibilidade do uso do transporte coletivo.
“O serviço ainda deixa a desejar, por fazer muitas voltas, e demorar. Então gera uma competitividade desleal com o carro. Mas há alternativas.”
Ele cita que, em alguns horários, as empresas poderiam usar vans ou outros veículos menores.
Quando ainda há a necessidade exclusiva do uso do carro ou moto, é possível optar por períodos de menor fluxo.
“A pessoa pode pensar se realmente é necessário ir ao mercado naquela hora. Se pode deixar para depois.”
Melhora de vida
O professor Paulo Sehn, 33, descobriu faz dois anos que usar transportes sustentáveis ainda gera outros benefícios. Morador de Estrela, ele vem a Lajeado todos os dias de bicicleta. Leva em


Proporciono, não só a mim mesmo, mas ao próximo que viva num ambiente menos poluído.”
Paulo Sehn
Professor e ciclista
média 20 minutos para chegar à escola onde dá aulas, mesmo tempo que levava de carro. Mas não gasta quase nada em relação a antes.
Ele calcula que, por mês, chega a poupar R$ 400, que usaria para pagar a gasolina do carro. Nos 30 quilômetros que percorre todos os dias, ainda ganha condicionamento físico e transforma o mundo num lugar melhor para viver. “Proporciono, não só a mim mesmo, mas ao próximo que viva num ambiente menos poluído.”
Sehn garante que a segurança nas rodovias tem melhorado. “Há mais respeito dos motoristas. É impressionante como isso tem mudado.” Ele acredita que isso se deve ao aumento do número de ciclistas que, além de usarem a
bicicleta como meio de transporte, têm na prática um hobby.
A partir das 15h, serão prestadas orientações sobre cuidados com a saúde, principalmente acerca da hipertensão, doenças cardíacas, câncer de mama e de próstata. Também haverá aferição da pressão arterial e oficinas de culinárias, com receitas de bolo integral e água frutada. Entre às 16h e 17h30min, ocorre um treino funcional.
As Bicivates ficarão à disposição para quem quiser pedalar e os food truck Bruxelas Belgian Waffle, La Torre e Bendito Churros comercializarão lanches. Esta edição do Dia sem Carro integra a programação natalina da Univates, que segue até o dia 18, conforme pode ser conferido em www.univates.br/evento/natalunivates
Números
Dos
234,4 mil veículos da região, 56% são automóveis e 22% motocicletas
No estado, havia 6,3 milhões até outubro de 2016
A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao ConsumidorAmplo(IPCA),ficouem0,18% em novembro deste ano, abaixo do 0,26% do mês anterior. Essa também é a menor taxa para meses de novembrodesde1998.Em12meses, oIPCAacumulataxade6,99%,bem
abaixo dos 7,87% registrados em outubro.
A taxa acumulada em 12 meses continua acima do teto da meta de inflação do governo federal, que é 6,5%. Apesar disso, é a menor taxa desde dezembro de 2014 (6,41%). No acumulado do ano, de janeiro a novembro, a taxa é de 5,97%, segundo dados divulgados hoje (9) pelo IBGE.
Os alimentos registraram deflação (queda de preços) de 0,2% em novembro e foram os principais responsáveis pela redução do índice de inflação oficial de 0,26% em outubro para 0,18% em novembro.
Os dados IPCA foram divulgados nessa sexta-feira, 9, pelo IBGE. Entre os responsáveis pela deflação dos alimentos em novembro deste ano, estão feijão-carioca (-17,52%), tomate (-15,15%), batata-inglesa (-8,28%), leite longa vida (-7,03%), cenoura (-2,74%), alho (-2,24%), farinha de trigo (-1,34%) e feijão-preto (-0,77%).
Entre os produtos que tiveram aumento de preços, figuram cebola (6,09%), farinha de mandioca (4,26%), pescado (3,47%), frutas (3%), frango (2,91%), hortaliças (2,14%), café moído (1,68%), óleo de soja (1,63%), cerveja (1,05%), refrigerante (0,99%) e carnes (0,22%).


Redução no número de alunos em turmas do 6º ao 9º ano no interior motiva reestruturação escolar. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac, de Linha Berlim, receberá, a partir de janeiro, alunos apenas até o 5º ano. Os demais serão atendidos na escola Vila Schmidt, no centro. A mudança é alternativa para formar turmas mais homogêneas, alcançando média considerada ideal de estudantes por turma.
Estudo da Secretaria de Educação constatou que, a partir do próximo ano, a Olavo Bilac manteria turmas com três alunos da Berlim e Linha Paissandu. A análise traz comparativo com a Vila Schmidt e revela que a reformulação alcançará a média de até 18 alunos por sala. Segundo o secretário Gustavo Sieben, menos de 20 é considerado número positivo para atendimento escolar. A mudança não terá impacto nos cofres públicos porque não será necessário ampliar o quadro funcional. “Em nosso município, há uma disparidade enorme quanto ao número de alunos atendidos nos anos finais, por vezes, o número de alunos chega a ser cinco vezes maior, causando dificuldades

O transporte escolar continuará passando na localidade, com mesmo roteiro. Hoje, 94,6% dos estudantes utilizam o coletivo
serão mantidas para evitar deslocamento com alunos menores e para manter a identidade local de ensino.
Os dados e as justificativas foram apresentadas para o Conselho Municipal de Educação, composto por 12 integrantes da comunidade escolar. Otávio Landmeir e Evanete Inês Grave Horst, que administrarão a cidade, também tomaram conhecimento do assunto. O projeto de reestruturação foi aprova-
do pelo Legislativo. Sieben afirma que não haverá alteração no plano de ensino que deve ser igual em todas escolas municipais. Além disso, diz que a avaliação e tomada de decisões se assemelham a traços comparativos de padrões internacionais, que qualificam o ensino.
Vale do Taquari
O Daer havia anunciado para essa sexta-feira a assinatura do aditivo contratual para reinício das obras de pavimentação no trecho da ERS-482, entre os municípios de Arroio do Meio e Capitão. No entanto, a autarquia protelou para a próxima semana a análise do documento por parte do Conselho Rodoviário e da equipe de assessoria jurídica. Além do aditivo, o Daer também aguarda que a Construtora
Giovanella, contratada em 2014 para completar os serviços iniciados em 1998, apresente caução. O gerente da empresa, Nilson Giovanella, afirma que apenas aguarda o aval da autarquia para enfim dar reinício aos serviços de pavimentação.
O aditivo aguardado pela empresa autoriza a troca de material para a cobertura asfáltica. Essa alteração resulta do aumento de tráfego no trecho. O projeto original determinava um pavimento “frio”, utilizado para trechos de
pouca circulação de veículos. O empreendimento prevê asfaltamento em 16,5 quilômetros da rodovioa. A Construtora Giovanella assumiu só um trecho de 3,2 quilômetros da obra.
Na semana passada, a autarquia anunciou pavimentação de diversos trechos de acessos municipais pelo Estado. Entre esses, o trajeto entre Arroio do Meio e Capitão. Essa obra foi colocada em uma lista para ser incluída em um novo pedido de recursos via BNDES.
Teutônia
Cooperativa de recicladores retira sustento do lixo e amplia a renda familiar. Iniciou as atividades no município faz um ano e ingressou por meio de licitação. Hoje tem 15 cooperados, três administradores e uma visão de gerenciamento para aumentar projeção salarial com descartáveis. Elis Vanderli Schneider, 44, trabalha em serigrafia na indústria de calçados Paquetá. Estava na fábrica há três meses e aguardava aumento prometido para reajustar o salário. Recebia salário mínimo e ainda tinha despesas com transporte e alimentação. Cansada de esperar, ingressou na cooperativa onde um dos quatro filhos trabalhava.
Sair da indústria e mexer com resíduos descartados foi fácil, conta. O cheiro forte passou despercebido depois de algumas semanas. O rendimento depois do segundo mês animou e motivou a se dedicar. O dinheiro arrecadado com o lixo reciclado é dividido em partes iguais para todos. A média salarial chega a R$ 1,7 mil, com trabalho de segunda a sexta-feira, em horário comercial. Quando um dos recicladores falta ao serviço, o dinheiro que o cooperativado receberia é dividido entre os asso-

Schneider e Rosane Rossi
ciados que trabalharam.
Rosane de Fátima de Souza Rossi, 37, também está na empresa faz um ano. Ela era costureira de calçado e se sentia presa dentro ambiente fabril. Na cooperativa de reciclagem, encontrou mais liberdade e um sistema diferente com intervalos para lanches, confraternizações semanais e rendimento conforme empenho do grupo. “Antes podia até trabalhar mais, mas o salário era o mesmo. Aqui, quanto mais trabalhamos, mais recebemos”.
o salário mínimo na indústria e agora se dedicam à cooperativa de reciclagem administrativo. Os dados diários são computados para prestação de contas aos cooperados. Os valores dos materiais também ficam expostos na área de gestão. No setor de confraternização, o rendimento de cada associado está a mostra.
Francisco Leopoldo dos Santos, 31, trabalhava como vidraceiro, mas via o orgulho do pai Arlindo Francisco dos Santos, 70, ao gerar renda com reciclagem. Com a aposentadoria, o patriarca convidou o filho para ingressar no negócio. Com a perspectiva de crescimento, olhar sobre o trabalho social e por ajudar famílias, aceitou a proposta. Ele gerencia a produção, enquanto a irmã Débora dos Santos, 40, é responsável pelo setor
Segundo Francisco, a transparência e trabalho em conjunto são chaves para transformar o lixo em capital. Hoje, eles aproveitam cerca de 94.437 quilos de recicláveis por mês. Pneus, sacos, vidros e frascos de extin-
Arroio do Meio
Iniciou nesta semana a obra de fechamento e ampliação da Quadra Esportiva da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Arlindo Back, de Forque-
tores ficam na casa dos 25 mil quilos. Além disso, separam nove mil de resíduos sólidos industriais.
Diferente de anos anteriores, Francisco nota o aumento na geração de lixo, que demonstra a necessidade de ampliação da cooperativa. De janeiro a novembro, registraram 2.648 mil toneladas de lixo chegando ao pavilhão de reciclagem. Hoje trabalham 15 pessoas na produção. Com a projeção de aumento na geração de lixo, o número deveria ser ampliado. Entretanto, o planejamento esbarra na falta de espaço. A esteira por onde o lixo circula é limitada e não permite mais trabalhadores. O responsável pela produção acredita que em breve será necessário ampliação do pavilhão para qualificar o serviço. Hoje, os recicladores ocupam bancadas ao lado da esteira. A coleta é dividida por cada um. Além da renda mensal, muitos encontram dinheiro, celulares funcionando e até alianças, colares e brincos de ouro. Para eles, o trabalho no lixo propõe novo olhar para a cooperação, reciclagem e geração de renda.
ta. O investimento dessa etapa é de R$ 125,2 mil, sendo recursos próprios.
Serão construídos banheiros masculino e feminino e rampa interligando a quadra à escola. Segundo a diretora Rosemere
Ruppenthal, a quadra de 814m², inaugurada no início de 2013, num investimento de R$ 186,5 mil, é usada diariamente para a prática esportiva e de lazer.
Também é executado o fechamento da quadra esportiva de Palmas, que beneficia a escola Itororó e comunidade do distrito, e a cobertura da quadra da escola
Lajeado
A empresa de transportes Ereno Dörr anunciou, nessa quinta-feira, que extinguirá linhas de ônibus no bairro Carneiros e no Loteamento Verdes Vales. A alteração foi decidido na terça-feira, após a realização de uma assem-
bleia com moradores. Entre as razões apresentadas pela empresa para a diminuição do itinerário está a diminuição no número de passageiros, principalmente em horários intermediários. Vinte e sete usuários do transporte público participaram da assembleia.
No encontro, ficou decidido que serão dois horários colocados a pedido dos moradores: 9h30 e 15h30. Os usuários do transporte coletivo também concordaram com a extinção das linhas da 7h30, 8h30, 11h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30 e 18h30. Todas essas são no sentido Centro-
Tancredo Neves, no bairro Novo Horizonte. Juntas, as três etapas somam um investimento de R$ 280 mil.
-bairro. passam a funcionar a partir do dia dois de janeiro de 2017. A empresa pretende instalar cartazes nos coletivos para informar os passageiros, além de trabalhar a divulgaçaõ das medidas via imprensa local.
Santa Clara do Sul
O Departamento de Cultura promove o 5º Recital com apresentações de encerramento dos trabalhos dos alunos que participaram das aulas de música e teatro viabilizadas pela administração municipal. Será nesta segunda-feira, dia 12, às 20h, no Salão Paroquial. Pais, familiares e a população estão convidados a prestigiar o evento. Pede-se que o público traga lanches para a confraternização que será realizada após as apresentações.

Neste sábado, a partir das 10h, o acesso do Estádio Olímpico da Univates estará aberto para a primeira edição do Craques Solidários. São mais de 15 jogadores confirmados para a partida beneficente que terá todo o lucro revertido para a Apae de Lajeado. O jogo conta com a parceria do Grupo Independente, Richter Gruppe, Univates e do jogador do Grêmio Fred Xavier.

Na abertura, às 10h, ocorre jogo entre alunos da Apae e acadêmicos de Educação Física da Univates. Às 11h, o time de craques entrará no estádio. O radialista do Grupo Independente, Rodrigo Conte, é um dos responsáveis pela organização do evento. Para ele, será marcante para a região porque, além de ajudar uma entidade, as pessoas terão o contato com jogadores de destaque. “Fico emocionado com a oportunidade de ajudar uma



entidade que é destaque em âmbito estadual e que necessita e ajuda. Sabemos da seriedade do trabalho desenvolvido na Apae”, destaca.
Para José Paulo Richter, outro organizador, o esporte é a melhor forma de mobilizar as pessoas em prol de uma causa. “Lajeado está tendo a oportunidade de apoiar a Chapecoense e ser solidário com a Apae, por isso, convido a comunidade para prestigiar este belo evento.”






A diretora da Apae, Ana Paula Müller, afirma que as parcerias para organizar o evento são referência no município e de grande credibilidade. “Além de beneficiar integralmente a Apae de Lajeado, o evento deseja tocar as pessoas neste ano, pensando na solidariedade e em ações com o próximo”, diz a diretora. Os ingressos são limitados e estão à venda a R$ 20 no Posto Fascina, Posto Faleiro, Tonho Automóveis, Tokcell e Apae (La-
jeado), DMF Esportes (Lajeado e Teutônia), Lojas Dullius (Arroio do Meio e Cruzeiro do Sul), Moda Esporte (Santa Clara do Sul) e Casa Americana (Estrela). Cada pessoa deve levar um quilo de alimento não perecível. Toda a renda será destinada para a Apae de Lajeado. A Univates não fará cobrança de estacionamento. As confirmações e informações atualizadas do evento são publicadas na fanpage Craques Solidários.










Os campeões das categorias sub-17, feminino e força livre do Campeonato Aberto de Futsal de Lajeado (Cafusal) foram conhecidos na quinta-feira.
A competição foi promovida pela Sejel com apoio da administração municipal.
Na primeira decisão da noite, válida pela sub-17, Ferinhas da Bola e Griffus fizeram um jogo
equilibrado. Após empate em 3 a 3 no tempo normal, o título foi decidido nas penalidades. A estrela do goleiro Diego dos Santos, do Griffus, bilhou e ele defendeu a segunda cobrança do Ferinhas da Bola dando o título ao Griffus.
Na categoria feminino, o Eletro Diesel Hirt conquistou o hexacampeonato do Cafusal ao derrotar o Flamengo por 2 a 0.
Pela força livre, Posto JC, de La-
jeado, e ONG Cidadã/Asas Futsal, de Venâncio Aires, fizeram uma partida equilibrada. Aos 5 minutos, em cobrança de falta, Vini Gohl, abriu o placar para o ONG Cidadã. Instantes depois, também de falta, Seco marcou para o Posto JC. No lance seguinte, Negretti virou o jogo para o time lajeadense. Na segunda etapa, Seco em cobrança de pênalti, deu o título ao Posto JC.

Campeão: Griffus FC
Vice: Ferinhas da Bola
Terceiro colocado: Colégio Gustavo Adolfo
Disciplina: Ferinhas da Bola
Defesa menos vazada: Colégio Gustavo Adolfo
Artilheiro: Matheus do Couto (Griffus)
Atleta destaque: Diego Santos (Griffus)
Campeão: Eletro Diesel Hirt
Vice: Flamengo
Terceiro colocado: Tangerina Splash
Quarto colocado: Top 10
Disciplina: Tangerina Splash
Defesa menos vazada: Eletro Diesel Hirt
Artilheira: Viviane Ribeiro (Eletro Diesel Hirt)
Atleta destaque: Viviane Ribeiro (Eletro Diesel Hirt)
Campeão: Posto JC
Vice: ONG Cidadã/Asas Futsal
Terceiro colocado: Mercado 2 Guris
Quarto colocado: Coorevat
Disciplina: Barsemlona
Defesa menos vazada: ASDP
Artilheiro: Leandro Gabriel Felício, o “Biel” (ASDP)
Atleta destaque: Elisandro de Jesus, o “Kika” (Posto JC)
Muay Thai
A Rede Black Belt Pró Academias - Team Shark's participa do Campeonato Brasileiro de Muaythai - Brasil Open 2016. O evento ocorre neste fim de semana em Lages (SC)
A delegação estará composta pelosmelhoresatletasde2016nas categorias amador e pró-amador. Segundo o mestre Carlos Santos, o evento premia o trabalho desenvolvido pela academia em Lajeado. “Trabalhamos para colocar a cidade no ponto mais alto do mu-
aythai estadual.”
Atletas
Jefferson dos Santos, Igor Vianna e Caroline Romeiro (pró-amador), LeonardoAlmeida,FernandaAgnes, Milene Dick, Rhaony Pivoto, Mylena VargaseFelipeWitt(amador).
Regional Diamaju
ORegionaldaRegiãoAltadoVale doTaquari–CopaDiamajurealiza neste domingo, em Anta Gorda, o primeiro jogo da final. A partir das 15h,oJuventude,dePutinga,encara o Casta, de Anta Gorda. Às 17h, o dono da casa, Cruzeiro, encara o São José, de Coqueiro Baixo. A partidadavoltaocorrenopróximodomingo,emCoqueiroBaixo.

Você acredita que o Internacional escapa do rebaixamento? Por quê?
“Acreditoquenãoescape,poisestácomumgruposem poderdereação,semumlíderdentroeforadecampo, eporcontadasasneirasdosúltimosdiasporpartede diretores,aindatemtodososoutrosclubesesperando anossaqueda.ASérieBéconsequênciadoplanejamentomalfeitonodecorrerdoano.”
James Claiton Noll, 40, empresário, Lajeado

“Comotorcedor,nãogostariaquecaísse,masum rebaixamento,assimcomoumtítulo,nãoseconstrói em apenas um jogo, é uma sequência de fatores. Acredito que não escape do rebaixamento. É apenas um reflexo de tudo que foi construído nesteano.Umadiretoriaarrogante,perdidaesem omínimodehumildadesópoderialevaroclubea estecaminho.”
Edson dos Santos Júnior, 26, representante comercial, Lajeado

“Nãoescapa.Estafoiapiorgestãodahistóriado Internacional, só podia resultar no primeiro rebaixamentodahistóriadoclube.”
Décimo sétimo colocado com 42 pontos, o time precisa vencer o Fluminense e torcer por tropeços

Allan Giovani da Silva, 22, analista de manutenção, Lajeado
“OInternacionalescapasim.Afinal,devemossemprepensarpositivo,seiqueomomentoécomplicado,masacreditonomeuclubee,casoissoaconteça, apoiareimeutime.”
Raquel Zambiasi, 21, professora, Coqueiro Baixo

“Acredito no meu time sempre, e sei que os jogadoresvãodartudodesiparamanteronossoInternacionalentreospoucosquenuncacaíramparaa SérieB.”
Andryon Couto da Silva, 21, autônomo, Lajeado
do Sport ou Vitória (adversários diretos na briga) para seguir na primeira divisão
im de ano dramático para o Internacional. A necessidade de vencer o Fluminense e a dependência de outros resultados deixaram o clube em situação delicada. Diante desse cenário, torcedores da região avaliam as chances de o Inter de se manter na Série A do Brasileirão.

“Achoquenãoescapadorebaixamento,poiseleaté pode ganhar do Fluminense, porém, o Sport não perderáparaoFigueirense.Inclusiveotimecatarinensejáestárebaixadoeospernambucanosjogam com o estádio cheio. Sou colorada e, obviamente, nãogostariaquemeutimefosseparasegundadivisão,masarealidadeagenteprecisaenxergar.”
Rúbia Artus, 19, estagiária, Progresso

“Aesperançasemprepermanece,aindaquea situaçãoestejamuitodifícil.Masoapoioao timeseguefirme.”
Torcedor apaixonado, o taxista Josias Demichei, 27, fez inúmeras promessas caso o Internacional não caia para a segunda divisão, mas garante que só contará no domingo, após o jogo. “Promessa não pode contar antes, senão, não dá certo.”
Das 19 partidas em casa pelo Brasileirão, ele assistiu a seis e acredita que o momento do clube vive é de guerra. “Quem acompanhou de perto viu o que a direção fez para deixar o time onde está.” Demichei acredita em uma vitória do Internacional, mas salienta que os adversários diretos também vencerão os confrontos. “A esperança é a última que morre, mas o momento é delicado.”

Pâmela Viccari, 23, professora, Lajeado
Mesmo pensamento tem Elvis Leguissimo, 26, para quem o Internacional não será rebaixado. “A situação é complicada, mas tem ainda uma luz no fim do túnel, então, ainda acredito, pois time grande não cai.”
Ele conta que, no começo do ano, fez uma promessa para os amigos: caso se confirme a queda para a segunda divisão, vestirá a camisa do Grêmio. “Apostei, pois sei que isso não acontecerá. O Inter não cairá”, frisa.

A esperança é a última que morre, mas o momento é delicado.”
Josias Demichei Torcedor
um último trabalho realizado no

Para se livrar do rebaixamento à Série B, o Inter tem dois caminhos. Em ambos os cenários, a vitória sobre o Fluminense é imprescindível. Vencendo os ca-
Josias Demichei acredita na permanência do Internacional na primeira divisão do Brasileirão
Reportagem:
Ezequiel Neitzke

riocas, a equipe de Lisca escapa da queda se o Sport não vencer o Figueirense, em Recife, ou se o Vitória perder para o Palmeiras. Porém, nesse último caso, também será preciso tirar uma diferença de cinco gols de saldo. Em caso de empate ou derrota no Rio de Janeiro, o Inter não escapa da queda.
Lisca muda
Inter em treino
O Inter fez nessa sexta-feira o último treinamento da temporada no Estádio Beira-Rio. O Colorado segue na preparação para a última rodada do Campeonato Brasileiro, às 17h, de domingo, contra o Fluminense. O foco é a fuga do rebaixamento.
O treinador Lisca manteve a mesma escalação encaminhada nessa quinta-feira com: Danilo Fernandes, William, Paulão, Ernando, Alex, Rodrigo Dourado, Anselmo, Gustavo Ferrareis, Anderson, Valdívia e Nico López.
O Colorado volta aos trabalhos na manhã deste sábado, no CT Parque Gigante. No do-
mingo, às 17h, precisa vencer a equipe carioca no Estádio Giulite Coutinho, no Rio de Janeiro.
EquipesPGVSG
Palmeiras772329
Flamengo702017
Santos682123
Atlético-MG621711
Atlético-PR56176
Botafogo56163
Corinthians55157
Grêmio5314-2
Chapecoense5213-4
Ponte Preta5014-6
São Paulo49133
Fluminense49130
Cruzeiro4813-2
Coritiba46111
Vitória4512-1
Sport4412-8
Internacional4211-6
Figueirense378-18
Santa Cruz-PE318-19
América-MG287-34
Neste sábado, o Internacional conhece o presidente para a próxima gestão. A eleição ocorre das 9h às 17h. Os sócios habilitados podem participar da Assembleia Geral Eleitoral tanto presencialmente, no Gigantinho, como pela internet. Concorrem ao pleito Pedro Affatato (chapa 1) e Marcelo Medeiros (chapa 2).
O Internacional continuará em busca de punição ao Vitória no caso Victor Ramos. Nessa sexta-feira, o clube gaúcho emitiu nota oficial afirmando que estuda os recursos cabíveis após a Procuradoria do STJD decidir pelo arquivamento da denúncia por suposta irregularidade na transferênciaeregistrodozagueiro.Na manifestação, o Inter não indicou se irá recorrer ao próprio STJD ou partirá para outra instância.
Domingo/17h
FluminensexInternacional
VitóriaxPalmeiras
SportxFigueirense
GrêmioxBotafogo
São PauloxSanta Cruz
CruzeiroxCorinthians
Atlético-PRxFlamengo
Ponte PretaxCoritiba
SantosxAmérica-MG

A Copa Certel/Sicredi conhece neste domingo os campeões das três categorias. A partir das 10h, Arroio do Ouro e Águia Azul disputam o título veterano. Às 14h30min, inicia a decisão da categoria aspirante entre União Campestre e CAN. Depois, Juventude e Ser São Cristóvão disputam a taça da titular.

O título veterano será disputado a partir das 10h em São Jacó, Teutônia, casa do Águia Azul. Campeão da categoria titular em 1999, o time de Fazenda Vilanova está a um empate de ser o primeiro clube a conquistar os títulos nas duas categorias.
Comandado por Nestor Azevedo, o Águia Azul venceu seis dos 13 jogos disputados. Empatou quatro e perdeu três. Marcou 27 gols e sofreu 22. O artilheiro é Paulo de Vargas, com seis gols.
Já o Ser Arroio do Ouro, de Estrela, necessita vencer o jogo para ser campeão. O treinador Ivair Spiecker não conta com Neri da Silva, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Até o momento, a equipe venceu cinco partidas, empatou seis e perdeu duas. Marcou 23 gols e sofreu 22. Os artilheiros são Marcos Dresch, Marcelo Fell e Paulo Siebert, todos com quatro gols.

Até o momento, os times se enfrentaram em três oportunidades. Na primeira fase, cada equipe venceu fora de casa por 2 a 1. No domingo passado, o Águia Azul saiu vencendo por 2 a 0, tomou a virada por 3 a 2, fez 4 a 3, mas cedeu o empate nos instantes finais.

do CAN se consagrar pela primeira campeã do Regional Aslivata. No primeiro jogo da decisão, disputado no dia 27 de novembro, o representante de Encantado empatou em 1 a 1 com o União Campestre, de Lajeado Para ficar com o segundo título regional, o time lajeadense precisa vencer no tempo normal.



Comandado por Gustavo Zanatta, o “Mão”, o União Campestre tem todos os jogadores à disposição. O time aposta no ataque para ser campeão. Juntos, Julian Krindges, o “Schmia”, e João Moura marcaram 28 gols. O time que inicia o jogo é: Lucas Brandão, Jordan, Gui Hofstaetter, Vini, Claiton (Allan), Lucas Bauer, Andryon, Canhoto, Pepe, João Moura e Schmia. Comandado por Chico, o CAN tem o retorno do meia-atacante Lelinho. O técnico aposta na defesa para segurar o empate e ficar com o inédito troféu. Em 15 jogos, Juliano Bagatini sofreu 13 gols. O técnico inicia a decisão com: Juliano Bagatini, Marciano, Alexandro, Léo Luft, Rodrigo Bellotti, Guilherme Dalpian, Max, Léo Kapler, Seco, Guilherme Machado e Jean (Lelinho).

nais da região, o Ser São Cristóvão venceu o Regional em 1995. Também foi vice em 1994, 1996 e 2008, além de conquistar o municipal de Lajeado em cinco oportunidades.
Para se tornar campeão pela segunda vez, o time de Lajeado necessita vencer no tempo normal e nos pênaltis. O treinador Arlei Haefliger não conta com o volante Tomazinho, lesionado, e o goleiro Delvino Pitol, suspenso.
Ao contrário da experiência do adversário, o Juventude chega à decisão da principal categoria da Aslivata pela segunda vez. O representante de Westfália pode fazer história ao se tornar o único time da cidade campeão da principal competição do Vale do Taquari.
Fundado em 1963, o clube verde e branco é um dos maiores colecionadores de taças do município. São seis títulos do municipal de Imigrante, além de três taças do municipal de Westfália.


Na primeira partida da decisão, disputada no dia 27 de novembro, o Juventude venceu o Ser São Cristóvão por 2 a 1. Agora, precisa apenas do empate para ser campeão.



Adecisão da primeira divisão da Copa CTC
100 anos/Espaço3 Arquitetura do Clube
Tiro e Caça ocorreu em novembro, após nove meses de campeonato. A competição reuniu 12 clubes e o grande campeão foi o AC Banguzinho. Na Série Prata, o vencedor foi o Donos da Bola.
Foram registrados 454 gols em 106 jogos, média de 4,28 por partida. A artilharia ficou com Vanderlei José Pech, do AC Banguzinho, com 19 gols. A melhor defesa também foi do AC Banguzinho.

















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