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ASSINATURA 51 3710.4200 51 99253.5508
ANÁLISE, CURADORIA E OPINIÃO DE VALOR Quinta-feira, 13 de agosto de 2026 | Ano 25 - Nº 4158 | R$ 5,00 (dia útil) R$ 9,00 (fim de semana)
Business Park EM PELOTAS
Do Vale à expansão no Sul Empreendimento às margens da BR-386 inspira modelo de negócio ao lado da BR-116 Tradicional empresa do Vale do Taquari, Richter Gruppe amplia sua atuação no RS com a implantação do Pelotas Business Park. Complexo ocupará uma área de 25 hectares e terá capacidade para receber cerca de 180 lotes destinados a centros empresariais. Escolha pela Zona Sul
considera o volume de investimentos que a região recebe, o movimento de expansão econômica e a população, que supera 325 mil habitantes. Já no empreendimento em Estrela, hotel da rede Transamerica Fit é a aposta, sendo o primeiro da marca no estado. PÁ G I N A | 3 Mariele Agostini/DIVULGAÇÃO
Obras começam e balsa chega sábado PONTE DA ERS-129
Estado detalhou ontem o cronograma de reconstrução do pilar da estrutura sobre o Rio Guaporé. Investimento será de quase R$ 5 milhões. Canteiro de serviços começa a ser montado e flutuante reforça trabalhos a partir do fim de semana. Travessia dos pedestres será feita por embarcação da Portos RS C A D E R N O | R A LAUTENIR JUNIOR
CONCESSÃO EM DEBATE
RECURSOS PÚBLICOS
Duplicação da Via Láctea volta ao radar de Teutônia
Proposta combate bets por meio do corte de verbas
Após o leilão do Bloco 2 terminar sem propostas, o município e líderes empresariais reforçam a defesa pela duplicação integral dos 16,3 quilômetros da rodovia e cobra novas intervenções para melhorar a mobilidade e evitar o desvio de cargas para a área urbana.
Projeto na Assembleia proíbe o governo gaúcho, além de suas autarquias, fundações e empresas públicas, de destinar verbas de patrocínio ou publicidade a veículos de comunicação que veiculem propaganda de bets. Medida visa atingir a cadeia financeira.
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E D I TO R I A L
A B R E A S PA S
Sair do discurso
O
fracasso do leilão do Bloco 2 de rodovias não pode significar mais um adiamento para obras essenciais ao Vale do Taquari. A ausência de interessados na concessão da ERS-128, a Via Láctea, abre uma janela para revisar o modelo, mas não para postergar a solução. Teutônia tem razão ao defender que a discussão considere os 16,3 quilômetros da rodovia. Duplicar apenas parte do trecho, sem resolver acessos, marginais, iluminação e pontos críticos, pode produzir um efeito perverso: melhorar a capacidade de um segmento e empurrar o fluxo pesado para dentro da área urbana. Infraestrutura precisa ser planejada como sistema, não como uma soma de intervenções isoladas. O momento eleitoral amplia a responsabilidade dos candidatos ao governo do Estado. A Via Láctea precisa estar entre os compromissos concretos apresentados à região, com prazos, fontes de recursos e definição
“O tamanho da sua cidade não determina o tamanho dos seus sonhos”
Matheus Giovanella Laste mateuslaste@grupoahora.net.br
Se a concessão continuar sendo o caminho, o Estado precisa explicar como pretende torná-la viável” sobre o modelo de execução. Não basta reconhecer a importância da estrada. O Vale já conhece o custo da demora em infraestrutura. São impactos sobre segurança, mobilidade, logística e competitividade. Depois das enchentes, também é indispensável incorporar critérios de resiliência aos novos projetos. Se a concessão continuar sendo o caminho, o Estado precisa explicar como pretende torná-la viável. Se houver alternativa com recursos públicos, é necessário indicar de onde virá o dinheiro e quais obras serão priorizadas. O que não pode acontecer é a Via Láctea voltar ao esquecimento depois de mais uma tentativa frustrada. A região precisa de decisão, investimento e execução. Filiado à
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ACERVO PESSOAL
Francieli Cristina Daroit, 33, é natural de Nova Bréscia e mora em Encantado, onde atua como nail designer (profissional especializada em estruturar, esculpir, alongar e decorar unhas) e também como instrutora na área. Apesar dos desafios, sua trajetória profissional a levou para fora do país, rumo a oportunidades que um dia ela apenas sonhou
O que despertou o interesse pela área?
Minha história com as unhas começou muito mais pela necessidade do que por um sonho. Eu trabalhava como empregada doméstica, tinha acabado de passar por uma separação e era mãe de dois filhos pequenos. Naquele momento, precisava encontrar uma forma de aumentar minha renda e, principalmente, conseguir sustentar meus filhos e construir uma vida melhor para nós. Foi assim que comecei como manicure. O que era para ser uma renda extra começou a despertar algo muito maior em mim. Percebi que tinha habilidade, mas também entendi que, se quisesse crescer, precisaria buscar conhecimento. Comecei a investir em cursos e formações, muitas vezes fazendo escolhas difíceis para conseguir pagar por eles. Hoje, depois de oito anos de profissão e mais de 30 certificações, olho para trás e vejo que as unhas foram a porta de entrada para uma transformação completa na minha vida. Comecei porque precisava sobreviver, mas permaneci porque descobri o meu propósito.
Como foi se tornar também instrutora?
Foi uma consequência de nunca ter parado de estudar. Quanto mais aprendia e evoluía tecnicamente, mais sentia vontade de compartilhar aquilo com outras profissionais. Mas ensinar mudou completamente a minha visão sobre a profissão. Quando você atende uma cliente, transforma aquele momento e aquela pessoa. Me reconheço em muitas mulheres que chegam até mim inseguras, começando com pouco, com medo de não conseguir ou acreditando que não têm estrutura suficiente para crescer. Por isso, hoje não quero simplesmente ensinar alguém a fazer uma unha bonita. Quero mostrar que conhecimento pode trazer independência, autoestima, segurança financeira e liberdade de escolha. Quando uma aluna consegue suas primeiras clientes, perde o medo de cobrar ou me conta que começou a viver da profissão, eu lembro de onde vim. E entendo que ser instrutora carrega uma responsabilidade muito maior do que ensinar uma técnica.
Como surgiu a oportunidade de viajar para fora do país através da carreira?
Viajar para Barcelona para buscar conhecimento foi a realização de algo que antes parecia distante demais da minha realidade. Saí de Nova Bréscia, uma cidade pequena do
interior, e anos depois estava atravessando o oceano para estudar e me aperfeiçoar profissionalmente na Europa. Estar em Barcelona me trouxe novas técnicas, referências e uma visão diferente sobre o mercado internacional das unhas. Mas acredito que o maior aprendizado foi perceber que poderia ir muito além do que um dia imaginei. Hoje, quando estou ensinando uma técnica que busquei do outro lado do mundo, existe um significado muito especial nisso. Porque aquele conhecimento chegou até a minha cidade, até minhas clientes e, principalmente, até minhas alunas.
O que você diria para quem está começando na profissão e acha que “cidade pequena” é um limite?
Talvez essa seja a pergunta que mais representa a minha história. Vim de uma cidade com pouco mais de três mil habitantes, e não comecei com grande estrutura ou dinheiro sobrando. Comecei com o que tinha. Por isso, quando alguém me diz que mora em uma cidade pequena e que isso pode impedir seu crescimento, eu digo: o tamanho da sua cidade não determina o tamanho dos seus sonhos. Existem desafios: dificuldades financeiras, medo, insegurança, momentos em que pensamos em desistir. Mas você não precisa começar grande. Precisa começar e continuar.
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EXPANSÃO NO RS
Richter Gruppe leva modelo do 386 Business Park a Pelotas FELIPE NEITZKE
PELOTAS BUSINESS PARK EM NÚMEROS
25
hectares área do empreendimento
180 lotes
destinados à indústria e logística
30 mil veículos/dia movimento estimado na rodovia
325 mil
habitantes população de Pelotas
JUCA RICHTER CEO DO RICHTER GRUPPE
Empreendimento ocupará uma área de 25 hectares e terá capacidade para receber cerca de 180 lotes destinados a destinados à indústria e à logística Paulo Cardoso
centraldejornalismo@grupoahora.net.br
ESTADO
T
radicional empresa do Vale do Taquari, o Richter Gruppe amplia sua atuação no estado com a implantação do Pelotas Business Park. Localizado às margens da BR-116, o empreendimento ocupará uma área de 25 hectares e terá capacidade para receber cerca de 180 lotes destinados à indústria e à logística. Segundo o CEO da urbanizadora, Juca Richter, a escolha de Pelotas considera o volume de investimentos que a região recebe, o movimento de expansão econômica e a população, que supera 325 mil habitantes. A empresa também identificou uma demanda por áreas estruturadas para a instalação e a expansão de negócios. A intenção é replicar em Pelotas o modelo do 386 Business Park, em Estrela, contribuindo para uma ocupação mais eficiente e oferecendo infraestrutura adequada à instalação de empresas.
“Como desenvolvedores de negócios, elaboramos áreas para que o município possa se organizar e crescer, evitando a criação de vários pontos distribuídos de forma desordenada, que acabam afetando o desenvolvimento”, afirma.
Resultados A localização é outro fator considerado estratégico pelo executivo. Às margens de uma rodovia por onde circulam cerca de 30 mil veículos diariamente, o empreendimento deve proporcionar às empresas instaladas maior exposição de suas marcas. Para Richter, a presença do parque empresarial também tende a gerar reflexos no mercado imobiliário e na dinâmica de ocupação da região. “A expectativa é de um resultado muito satisfatório, que possa contribuir para transformar a dinâmica econômica da região.”
Proximidade com o governo As tratativas com o governo de Pelotas acontecem há meses, período em que a urbanizadora mantém reuniões com o poder público para avançar nas etapas necessárias à implantação do projeto. “Estamos sempre próximos da administração para deixar tudo conforme o exigido e, quando estiver tudo em ordem, estarmos prontos para executar. O desafio é grande, mas é o nosso negócio”, ressalta.
Escolha de Pelotas considera o volume de investimentos que a região recebe, o movimento de expansão econômica e a população, que supera 325 mil habitantes
Primeiro hotel Transamerica Fit do RS Em paralelo à expansão para Pelotas, o Richter Gruppe confirmou a instalação de um hotel da rede Atlântica no 386 Business Park, em Estrela. A unidade será operada sob a bandeira Transamérica Fit e tem conclusão prevista para o fim de 2028. O projeto foi definido pela Atlântica Hospitality International, em parceria com os grupos desenvolvedores Franscisco Freitas e Jean Branco, do Paraná e Santa Catarina, e a Richter Gruppe. Segundo o CEO da urbanizadora, será o primeiro hotel de uma rede nacional JÔ FOLHA/GRUPO A HORA/ARQUIVO
no trecho de 450 quilômetros da BR-386 entre Porto Alegre e Iraí e também o primeiro empreendimento desse perfil no Vale do Taquari. “A negociação atende a uma demanda antiga do setor produtivo e do turismo regional”, salienta. Com 102 unidades habitacionais, o Transamerica FIT Estrela busca atender principalmente à demanda do turismo de negócios na região, oferecendo estrutura para hospedagem, descanso e alimentação aos usuários da BR-386.
Como desenvolvedores de negócios, elaboramos áreas para que o município possa se organizar e crescer, evitando a criação de vários pontos distribuídos de forma desordenada, que acabam afetando o desenvolvimento.”
Às margens de uma rodovia por onde circulam cerca de 30 mil veículos diariamente, o empreendimento deve proporcionar às empresas instaladas maior exposição de suas marcas
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RESÍDUOS NO VALE
Duas empresas projetam milhões em investimentos na geração de biogás
O
desenvolvimento do Atlas dos Resíduos e do Potencial de Geração de Biogás do Vale do Taquari, um verdadeiro guia para novos negócios, é fruto direto do processo estadual da Consulta Popular. O estudo foi todo custeado com os recursos aportados pelo programa, executado pela nossa Univates, e agora a região, o Estado, o Brasil e o mundo possuem uma ferramenta ímpar para orientar políticas públicas – atenção, prefeitos e prefeitas! –, atrair no-
vos investimentos e impulsionar cadeias de soluções e energéticas sustentáveis ligadas ao biogás e ao biometano. E ao menos duas empresas já despertaram interesse em investir milhões nos resíduos do Vale. E o fato é: tem dinheiro na mesa. E muitas oportunidades. Segundo o estudo, o Vale tem capacidade de gerar 290 milhões de metros cúbicos de biogás e outros 152 milhões de metros cúbicos de metano por ano com a biodigestão dos resíduos industriais, orgânicos urbanos e
rodrigomartini@grupoahora.net.br
RODRIGO MARTINI da pecuária. É um tesouro a ser descoberto. Não por menos, e já de posse do recém-divulgado Atlas, ao menos duas empresas já demonstram interesse e estudos para investir na região. Em Arroio do Meio, por exemplo, a paranaense Enermac já apresentou projeto para investir cerca de R$ 45 milhões em uma usina de biogás e biofertilizantes com uso dos resíduos rurais. E a outra empresa está de olho no setor da suinocultura, e verifica áreas no outro lado do Taquari, entre Estrela e Teutônia.
“PONTE DO EXÉRCITO”
Um olhar quase tardio à nova travessia entre Arroio do Meio e Lajeado O debate sobre uma ponte fixa no mesmo ponto da “Ponte do Exército” no Rio Forqueta iniciou ainda nos governos dos ex-prefeitos Marcelo Caumo (União Brasil), de Lajeado, e Danilo Bruxel (PP), de Arroio do Meio. Com novos gestores à frente desses dois municípios, a proposta seguiu em debate até a assinatura do convênio com o Estado, em dezembro de 2025, que prevê recapeamentos internos e o custeio – com recursos do Funrigs – das novas vias de acesso à travessia. Não foi fácil ajustar as planilhas. Foram diversas reuniões com Estado e moradores. No entanto, e aos 45 minutos do segundo tempo, Arroio do Meio apresenta um “novo” e temeroso olhar à obra. O prefeito Sidnei Eckert (MDB) teme pela resistência da futura ponte e, também, do trecho da nova via que será construída para conectar a travessia e a estrada geral de Forqueta Baixa. Ele quer evitar constrangimentos e prejuízos. Não quer depositar recursos próprios – a ponte será rateada entre os municípios – em
TIRO
algo que, segundo ele, poderá ruir logo adiante, e mediante enchentes “normais”. Antes tarde do que mais tarde, Sidnei Eckert se posicionou publicamente sobre o temor. E outros atores precisam partilhar da preocupação e apresentar soluções e respostas. Afinal, falamos aqui de
R$ 14,3 milhões do Funrigs para as vias de acesso e outros R$ 7,5 milhões rateados entre as duas comunidades – Lajeado paga R$ 5 milhões e Arroio do Meio complementa o valor – para a construção da ponte. Um investimento de R$ 21,8 milhões. É muito pila para tamanha incerteza!
O assessor e a linguiça A polêmica sobre a carga horária dos assessores dos vereadores de Lajeado gerou novo capítulo na sessão plenária dessa semana. O vereador Ederson Spohr (MDB), cujo assessor foi filmado atuando como corretor de imóveis antes de ser exonerado, denunciou suposta
Em tempos de debates sobre pontes, o peregrino andou pelas bandas da Linha São Miguel, em Travesseiro, onde fotografou a bela ponte em estilo romana (três arcos) sobre o Arroio Travesseiro.
prática semelhante por parte do colega de câmara, Lorival Silveira (PP). Durante debate sobre projeto de lei, e após ser confrontado por Silveira acerca do ex-servidor, Spohr disparou com o microfone desligado. “E o teu (assessor) que passa os dias vendendo linguiça
e queijo”. Silveira nega irregularidades. “Dentro do horário de trabalho, que eu saiba, não. Mas, eu não acompanho o que ele faz nas horas de folga e descanso dele. Ele tem o ‘negocinho’ particular dele, mas fora do horário de expediente”, afirma o experiente vereador.
- O governo do Estado anuncia a contratação de uma embarcação para a travessia de pedestres no Rio Guaporé, no trecho ao lado da ponte bloqueada da ERS-129 entre Encantado e Muçum. O serviço deve iniciar na próxima semana. Ou mais de três semanas após o bloqueio total da travessia. - Chegou o orçamento: a reforma da ponte custará R$ 5 milhões aos pagadores de pedágio e a EGR projeta a conclusão em um prazo de 45 dias. Sem contar com as intempéries, claro... - Em resposta à Amat, o Exército Nacional confirmou o que já se previa nos bastidores: em função das dimensões da ponte bloqueada da ERS-129, não é possível utilizar a ponte provisória e metálica sobre a estrutura. A corporação também descartou o uso das passadeiras. - O primeiro empreendimento da Transamerica FIT no RS será em Estrela. O hotel ficará às margens da rodovia, no 386 Business Park. O investimento é de R$ 35 milhões e a inauguração em 2028. E as imagens, modelo de negócio e formas de investir serão divulgadas nos próximos dias. - Em tempo, os partidos têm até as 19h do dia 15 de agosto para apresentar à Justiça Eleitoral os pedidos de registro de candidaturas. Será que teremos novas desistências até este sábado?
Ame o Léo Encerrou ontem a campanha para arrecadar recursos ao menino Léo Wolschick Soares, de Santa Clara do Sul. Diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 2, ele precisa de R$ 8,6 milhões para ter acesso ao medicamento Zolgensma. E a
brava campanha arrecadou cerca de R$ 3,5 milhões. Um esforço hercúleo. Mas, é suficiente. A partir de agora, a família aguarda por algum aporte extraordinário de recursos ou uma decisão favorável junto ao Tribunal de Justiça do Estado.
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IDEB ANOS INICIAIS
Ranking por município
Dois Lajeados tem a maior nota do Vale Dos 36 municípios com resultado, 29 superam as médias do Brasil e do RS. Entre as instituições de ensino, melhor desempenho é da escola estadual Professora Helena Bohn, de Venâncio Aires Filipe Faleiro
filipe@grupoahora.net.br
VALE DO TAQUARI
D
ois Lajeados tem o melhor resultado do Vale no Ideb 2025 dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O município alcançou nota 8 no ranking da rede pública. Na avaliação por escola, a Construindo o Saber, da rede municipal, obteve o mesmo índice e divide a segunda posição entre 154 instituições da região. O resultado municipal avançou 0,7 ponto na comparação com 2023, quando ficou em 7,3. Também supera em 1,7 ponto as médias das redes públicas do
Brasil e do RS, ambas de 6,3. O ranking por município considera a linha pública, que reúne as redes municipal e estadual. Travesseiro e Vespasiano Corrêa aparecem na segunda posição entre os municípios, com 7,6. Ilópolis, Mato Leitão e Nova Bréscia alcançaram 7,3. Relvado e Santa Clara do Sul tiveram 7,2, enquanto Colinas ficou com 7,1. Encantado e Westfália completam o grupo com nota 7 ou mais. Dos 36 municípios com resultado no Ideb 2025, 29 superaram as médias nacional e gaúcha. O grupo representa 80,6% do total. Nenhum igualou a referência de 6,3. Sete ficaram abaixo: Forquetinha, com 6,2; Boqueirão do Leão, Canudos do Vale, Cruzeiro do Sul e Taquari, com 6,1; Tabaí, com 6; e Roca Sales, com 5,6. Coqueiro Baixo, Pouso Novo e Sério não tiveram nota divulgada em 2025.
Comparativo Na comparação com o Ideb anterior, 34 municípios tiveram nota nas duas edições. Desses, 19 avançaram, seis mantiveram o
Melhores do Vale Resultado das escolas públicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Ao todo, 50 instituições alcançaram nota 7 ou mais. Confira as dez melhores. 1º - Professora Helena Bohn (Venâncio Aires, estadual) Nota: 8,4 2º - Escola de Brasília (Bom Retiro do Sul, estadual) Construindo o Saber (Dois Lajeados, municipal) Mundo Encantado (Encantado, municipal) Nota: 8,0
resultado e nove recuaram. Vespasiano Corrêa teve o maior crescimento. O índice passou de 6,2 para 7,6, acréscimo de 1,4 ponto. Depois de Dois Lajeados, com alta de 0,7, aparecem Capitão, que subiu de 6,1 para 6,7, e Imigrante, de 6,3 para 6,8. Na outra ponta, Tabaí registrou a maior queda, de 7,2 para 6. Boqueirão do Leão e Putinga recuaram 0,6 ponto cada. Poço das Antas passou de 7,1 para 6,6. O Ideb combina o desempenho dos estudantes nas provas de Língua Portuguesa e Matemática do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) com o fluxo escolar, calculado a partir das taxas de aprovação. A nota varia de zero a dez. MATEUS GIOVANELLA
5º - Farrapos (Encantado, estadual) João Pádua da Rosa (Venâncio Aires, estadual) Nota: 7,9 7º - Universitário (Lajeado, municipal) Ireno Bohn (Mato Leitão, municipal) Cônego Albino Juchem (Venâncio Aires, estadual) Nota: 7,8 10º - Odila Rosa Scherer (Venâncio Aires, municipal) Nota: 7,7
Piores resultados Das 154 escolas com resultado, 48 ficaram abaixo das médias públicas do Brasil e do RS, de 6,3. Confira as cinco menores notas. 154º Professora Nelsa Pereira Braga (Tabaí, municipal) Nota: 4,8 153º Anita Ferreira de Moraes (Bom Retiro do Sul, municipal) Nota: 5,1 151º Antônio Domingos Cíceri Filho (Cruzeiro do Sul, municipal) Professor Emílio Schenk (Taquari, municipal) Nota: 5,2 150º La Salle (Taquari, municipal) Nota: 5,3
A escola Mundo Encantado foi a melhor no Ideb de 2023. Na avaliação dois anos depois, nota avançou de 7,7 para 8. Ficou empatada na segunda posição
148º Barão de Ibicuí (Taquari, estadual) Osvaldo Ferreira Brandão (Taquari, municipal) Nota: 5,4
Resultado da rede pública nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O indicador reúne escolas municipais e estaduais. 1º Dois Lajeados: 8,0 2º Travesseiro: 7,6; Vespasiano Corrêa: 7,6 4º Ilópolis: 7,3; Mato Leitão: 7,3; Nova Bréscia: 7,3 7º Relvado: 7,2; Santa Clara do Sul: 7,2 9º Colinas: 7,1 10º Encantado: 7,0; Westfália: 7,0 12º Arvorezinha: 6,8; Bom Retiro do Sul: 6,8; Imigrante: 6,8; Marques de Souza: 6,8; Venâncio Aires: 6,8 17º Arroio do Meio: 6,7; Capitão: 6,7 19º Estrela: 6,6; Muçum: 6,6; Poço das Antas: 6,6; Teutônia: 6,6 23º Doutor Ricardo: 6,5; Lajeado: 6,5; Paverama: 6,5; Putinga: 6,5 27º Anta Gorda: 6,4; Fazenda Vilanova: 6,4; Progresso: 6,4 30º Forquetinha: 6,2 31º Boqueirão do Leão: 6,1; Canudos do Vale: 6,1; Cruzeiro do Sul: 6,1; Taquari: 6,1 35º Tabaí: 6,0 36º Roca Sales: 5,6 Sem resultado: Coqueiro Baixo, Pouso Novo e Sério.
Helena Bohn lidera entre 154 escolas A Escola Estadual Professora Helena Bohn, de Venâncio Aires, lidera o ranking das instituições nos anos iniciais, com 8,4. A nota fica 2,1 pontos acima das referências nacional e gaúcha. A Escola de Brasília, de Bom Retiro do Sul, a Construindo o Saber, de Dois Lajeados, e a Mundo Encantado, de Encantado, dividem a posição seguinte, com 8. A Farrapos, de Encantado, e a João Pádua da Rosa, de Venâncio Aires, alcançaram 7,9. Outras três chegaram a 7,8: Universitário, de Lajeado; Ireno Bohn, de Mato Leitão; e Cônego Albino Juchem, de Venâncio Aires. Ao todo, 50 escolas tiveram nota 7 ou mais. Das 154 instituições avaliadas, 100 superaram as médias públicas do Brasil e do RS, de 6,3. Outras seis igualaram a marca. Portanto, 106 escolas, o equivalente a 68,8% do total, atingiram ou ficaram acima das duas referências. As outras 48 tiveram resultado inferior. Entre as escolas com nota, 102 são municipais e 52 estaduais.
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INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA
Impasse no Bloco 2 e eleições reacendem debate sobre a duplicação da Via Láctea FOTOS: LAUTENIR JUNIOR
CIC Teutônia promove encontros com candidatos ao governo do Estado para apresentar demandas da microrregião e reacender o debate sobre as concessões, com a duplicação da Via Láctea entre as principais reivindicações na área de infraestrutura Lautenir Junior
lautenir@grupoahora.net.br
TEUTÔNIA
A
duplicação da ERS128, a Via Láctea, volta à pauta política da região após o leilão do Bloco 2 de rodovias terminar sem propostas. O certame ocorreu em junho e não teve empresas interessadas. O governo do Estado ainda avalia alternativas para a concessão, enquanto entidades do Vale do Taquari defendem uma nova discussão sobre o modelo e a destinação dos recursos previstos para as obras. Em Teutônia, a discussão ganha espaço nos encontros promovidos pela CIC. O presidente Jairo Sperotto conduz uma agenda com candidatos ao governo do Estado. Marcelo Maranata e Juliana Brizola já participaram. Amanhã, 14, às 11h45min, a entidade recebe o vice-governador Gabriel Souza. A Via Láctea está entre as pautas da microrregião. Para Sperotto, o fim da primeira tentativa de concessão abre espaço para discutir de novo as necessidades da rodovia. “A entidade defende que o planejamento considere o crescimento de Teutônia, a circulação de pessoas e cargas e o impacto da estrada sobre a economia local”, diz.
EVANDRO BIONDO PREFEITO EM EXERCÍCIO DE TEUTÔNIA
A posição do município não mudou. A preocupação é que um projeto sem as intervenções necessárias transfira parte do fluxo para as vias urbanas.” A ERS-128 liga a BR-386, em Fazenda Vilanova, à RSC-453, em Teutônia. No projeto do Bloco 2, o Estado previa a duplicação de 3,7 quilômetros no oitavo ano da concessão. Outros 12,7 quilômetros também poderiam ser duplicados, caso o fluxo de veículos atingisse o nível estabelecido no contrato. O projeto revisado previa um pórtico free flow no quilômetro 18 da ERS-128, em Fazenda Vilanova, com tarifa de R$ 2,94 por eixo. O plano previa R$ 6 bilhões em investimentos, R$ 1,5 bilhão de aporte estadual e tarifa de R$ 0,18 por quilômetro.
VIA LÁCTEA EM DEBATE JAN. 2025 - Proposta do RS 3,7 km de duplicação + 2 km de marginais. MAR. 2025 - Município Solicita 16,3 km duplicados e mais intervenções. JUN. 2025 - Revisão 3,7 km previstos + 12,7 km condicionados ao tráfego. JUN. 2026 - Leilão Sem propostas, concessão não avança. AGORA - Município Mantém pedido de duplicação integral.
Duplicação da Via Láctea volta ao centro das discussões regionais após o leilão do Bloco 2 terminar sem propostas, enquanto Estado, município e entidades avaliam alternativas para garantir os investimentos previstos
Posição do município A proposta municipal é mais ampla. Teutônia defende a duplicação integral da Via Láctea no trecho de 16,3 quilômetros, com execução em duas etapas. A posição já foi apresentada ao Estado pelo prefeito Renato Altmann e pelo vice-prefeito Evandro Biondo. Em reunião anterior com a Secretaria de Parcerias e Concessões, o município sustentou que o projeto deveria contemplar toda a extensão da rodovia para evitar o deslocamento do fluxo pesado para dentro da área urbana. Com Altmann de férias, Biondo exerce a função de prefeito e mantém a posição do Executivo. “A posição do município não mudou. A preocupação é que um projeto sem as intervenções necessárias transfira parte do fluxo para as vias urbanas”, diz Evandro Biondo. Biondo também defende novos trechos de vias marginais, melhorias nos acessos e iluminação no trecho urbano. A discussão inclui ainda a nova ponte sobre o Arroio Boa Vista, prevista no projeto do Estado.
Bloco segue sem definição O resultado do leilão colocou o modelo de concessão sob novo debate. O Bloco 2 reúne rodovias do Vale do Taquari e do Norte do Estado. Na versão mais recente, o pacote previa R$ 6 bilhões em investimentos e aporte de R$ 1,5 bilhão do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). (RS Parcerias) A presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), Cíntia Agostini, vê dois caminhos. De um lado, o governo mantém a intenção de conceder as rodovias. De outro, deputados da CPI dos Pedágios discutem a criação de um fundo para financiar obras no Vale. “A intencionalidade do governo ainda é conceder. O Bloco 2 deu deserto e não temos clareza sobre como o Estado vai encaminhar essa questão. Ao mesmo tempo, existe o movimento dos deputados para criar um fundo para o Vale do Taquari com recursos que estavam previstos para as obras”, avalia Cíntia. Para a presidente do Codevat, a indefinição sobre a concessão não reduz a necessidade de investimentos. Ela cita Teutônia como um dos municípios que mais cresceram nos últimos anos e aponta impactos sobre segurança, mobilidade e logística. “As necessidades de obras são indiscutíveis. Teutônia foi um dos municípios que mais cresceu nos últimos períodos. Quando falamos em infraestrutura rodoviária, falamos de segurança, mobilidade,
CÍNTIA AGOSTINI PRESIDENTE DO CODEVAT
Quando falamos em infraestrutura rodoviária, falamos de segurança, mobilidade, custo do tempo e logístico. As demandas de Teutônia e da microrregião precisam continuar na pauta do Estado.” custo do tempo e custo logístico. As demandas do município e da microrregião precisam continuar na pauta do Estado”, afirma. Cíntia também relaciona o debate às enchentes que atingiram o Vale. Para ela, os próximos projetos precisam considerar a resiliência da infraestrutura diante de eventos climáticos. A discussão chega ao período eleitoral sem definição sobre o futuro do Bloco 2. Para Teutônia, a agenda com os candidatos representa uma oportunidade de colocar a Via Láctea no debate próximo governo estadual.
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VINI BILHAR
Instituto Mix Lajeado celebra 15 anos e lança EJA para ensino médio
O
Instituto Mix de Lajeado completa 15 anos de atuação com uma novidade: a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para o ensino médio. A liberação foi concedida pelo Conselho Estadual de Educação, com aval do MEC, permitindo à instituição ampliar sua atuação na formação educacional. O novo modelo será oferecido
em formato híbrido, combinando atividades online e presenciais. Os alunos terão acesso a biblioteca física e digital, salas de estudo, laboratório de informática e acompanhamento integral durante o processo de aprendizagem. A proposta permite maior flexibilidade, já que não há fechamento de turmas fixas. Cada estudante pode organizar sua rotina de estudos conforme disponibilidade,
podendo frequentar aulas pela manhã, tarde ou noite. Para ingressar, é necessário ter mais de 18 anos e ter concluído o ensino fundamental. Quem não finalizou essa etapa poderá realizar uma prova de proficiência. A duração média é de até 18 meses, sendo cerca de seis meses por série. Em casos de conclusão parcial, como apenas o terceiro ano, o prazo pode ser reduzido para até seis meses.
Sorvebom aposta em franquias Express para crescer no RS Com mais de 40 anos de história no Rio Grande do Sul, a Sorvebom inicia um novo ciclo de expansão com o lançamento do modelo Sorvebom Express. A primeira unidade será inaugurada no dia 5 de setembro, em São Gabriel, marcando o
início de uma estratégia voltada à ampliação da presença da marca em novas cidades. Fundada em 1983, a empresa consolidou sua trajetória com base em qualidade, inovação e proximidade com o consumidor. Hoje, conta com um
portfólio de mais de 150 produtos, incluindo sorvetes, picolés, açaís, milk-shakes, opções zero açúcar e veganas. O novo formato de franquia foi desenvolvido com operação mais enxuta, foco em autoatendimento e estrutura otimizada, facilitando a gestão e mantendo a identidade da marca. A proposta busca oferecer eficiência ao franqueado sem abrir mão da experiência do cliente. Com produção e logística próprias, a Sorvebom aposta em um modelo replicável e com suporte completo ao investidor. A iniciativa reforça o posicionamento da empresa para crescimento sustentável e maior proximidade com consumidores de diferentes regiões.
Sanvex aposta em venda técnica e atendimento especializado Cassiano Brandt, químico com experiência no setor industrial decidiu empreender e a partir de sexta, abre sua distribuidora de produtos de limpeza com foco técnico no Vale do Taquari. Após quase seis anos atuando como vendedor técnico na área de higienização profissional, na Launer Química, o empresário inicia agora um novo ciclo com negócio próprio. A loja reúne tanto produtos da linha doméstica, como detergentes, desinfetantes e lava-roupas, quanto soluções profissionais voltadas a empresas. O foco principal segue no atendimento corporativo, abrangendo escritórios, padarias, restaurantes e açougues, além da oferta de descartáveis, papéis e utensílios de limpeza. A
expertise adquirida com a Launer, seguirá alavancando os negócios do empreendedor. Boa parte do portfólio será da marca de produtos estrelense. Um dos diferenciais do negócio é a orientação técnica ao cliente, desde a escolha do produto até a forma correta de aplicação e diluição. A proposta é entregar não apenas mercadorias, mas soluções completas em higienização. Além do espaço físico, que será inaugurado sexta-feira, a empresa também oferece serviço de entrega em toda a região. O posicionamento prioriza produtos de maior qualidade, voltados a um público que busca eficiência e desempenho superior nos processos de limpeza. O endereço é Maurício Cardoso,35, em Lajeado.
Indicadores
Dólar: R$ 5,17 | Ibovespa: 167.491,06
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DEBATE NA ASSEMBLEIA
Projeto quer barrar verba pública para veículos que anunciam bets ARQUIVO A HORA
Proposta de parlamentar impede Estado, autarquias e empresas públicas de anunciar ou patrocinar veículos que divulguem apostas on-line
Paulo Cardoso
paulo@grupoahora.net.br
Colaboração
ESTADO
U
Exposição Outro ponto levantado pelo deputado é a exposição de crianças e adolescentes às apostas, especialmente por meio do patrocínio de clubes, competições e transmissões esportivas. Para ele, a presença constante das marcas contribui para a normalização dos jogos entre o público jovem. O texto atualmente tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia. Zucco afirma ter apoio de outros parlamentares para a aprovação, embora reconheça que a proposta deve enfrentar resistência de empresas de comunicação e do próprio mercado de apostas.
Posicionamento
Mateus Souza
m projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa do RS pretende restringir o uso de recursos públicos em veículos de comunicação que veiculem publicidade de apostas on-line, as chamadas bets. De autoria do deputado estadual Delegado Zucco (Republicanos), a proposta proíbe o governo gaúcho, autarquias, fundações e empresas públicas de destinar verbas de publicidade ou patrocínio a meios que divulguem esse tipo de conteúdo. Segundo o parlamentar, a proposta busca atingir a estrutura financeira que sustenta a publicidade das plataformas de apostas e reduzir os impactos
Público que identificaram o uso de plataformas de apostas em esquemas de lavagem de dinheiro envolvendo organizações criminosas.
Durante a Copa do Mundo, expansão das apostas ocorreu em poucas semanas
econômicos e sociais associados ao crescimento do setor. Zucco afirma que o avanço das bets contribui para o endividamento das famílias e para problemas relacionados à dependência em jogos. “Não há imposto que pague a vida de uma pessoa ou a tranquilidade de uma família”, afirma. O deputado cita estimativas que apontam milhões de brasileiros afetados pela ludopatia e sustenta que o problema já alcança milhares de gaúchos. Na avaliação dele, a publicidade contribui para apresentar as apostas como uma forma de
entretenimento ou oportunidade de ganho, minimizando os riscos financeiros. O projeto também relaciona
o avanço das apostas ao crime organizado. O parlamentar menciona investigações da Polícia Federal e do Ministério
No Vale do Taquari, o Grupo A Hora adota postura de não aceitar recursos de empresas de apostas. A justificativa está relacionada aos impactos no endividamento sobre a população, na preocupação com a saída de recursos da economia regional e também no risco à saúde mental das pessoas e seus familiares.
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GERAÇÃO MAIS CONSCIENTE
Grupo A Hora leva dois projetos à 20ª Feira do Livro FOTOS MAIRA SCHNEIDER
Evento reúne autores, artistas, estudantes e a comunidade em torno da leitura e da cultura até domingo, 16
Apresentações das peças teatrais dos projetos Leia e Educame ocorrem nesta quintafeira, no palco principal Maira Schneider
mairaschneider@grupoahora.net.br
LAJEADO
A
participação do Grupo A Hora na Feira do Livro ganha destaque nesta quinta-feira, 13, com a apresentação de dois projetos voltados à educação: o Leia e o Educame. As peças teatrais serão apresentadas no palco principal da feira. “São duas peças teatrais próprias. Uma trabalha o incentivo à leitura, especialmente a leitura no papel, e a outra trata da educação ambiental e da importância de
desenvolver, desde cedo, uma relação mais responsável com o meio ambiente”, explica o gestor de Projetos Especiais, Rafael Simonis. No caso do Leia, o incentivo à leitura também está presente nas páginas do jornal A Hora. O projeto conta com cadernos semanais, publicados às terças e aos sábados, além de uma edição mensal voltada aos professores, com conteúdos que podem ser utilizados em sala de aula. Para Simonis, iniciativas como essas mostram que o papel da comunicação vai além de informar. “A gente também pode criar experiências, levar conhecimento para as crianças e ajudar a formar novos leitores e uma geração mais consciente. Estar na Feira do Livro com dois projetos próprios, no palco principal, é uma maneira de colocar isso em prática.”
Projeto Leia conta com a mascote Nara, a capivara leitora
Cinco dias de festa literária A abertura oficial da 20ª Feira do Livro ocorreu nessa quartafeira, na Praça Marechal Floriano, e reuniu mais de 500 estudantes da rede pública municipal. O evento segue até domingo, 16, com uma programação que combina literatura, música, teatro, artes visuais e atividades culturais gratuitas para diferentes públicos. A feira celebra duas décadas de incentivo à leitura e à formação de novos leitores. Ao longo dos cinco dias, a expectativa é receber mais de dois mil alunos das redes pública e privada de ensino.
Durante a abertura, a secretária da Secel, Mariana Betti, destacou a diversidade da programação. “Ela tem como peça central a literatura, mas nós temos também muita música, peças teatrais, artes plásticas e artesanato.” A programação foi pensada para diferentes públicos. Além das atividades voltadas aos estudantes durante a semana, o fim de semana terá atrações para toda a família, como apresentações musicais, encontro de cosplay, exposição de artesanato e o encerramento com uma apresentação de orquestra. A diretora do Sesc Lajeado, Betina Durayski, ressaltou que a feira se consolidou como um dos principais eventos culturais do município. “É um momento de consagração da leitura e da literatura, onde conseguimos trazer escritores, autores, lançamentos de livros e outras manifestações artísticas, como música, dança e teatro. Tudo converge para sensibilizar as pessoas sobre a importância da leitura, da literatura e da escrita.” Neste ano, o evento conta com dez bancas de livros e a participação de escritores em atividades com estudantes. “Temos uma programação muito especial para todos os públicos. É uma oportunidade para que as pessoas visitem a feira, encontrem livros e fortaleçam o hábito da leitura”, reforça Betina.
Escritor presente O escritor Jonas Ribeiro, homenageado desta edição, agradeceu o reconhecimento e falou sobre a relação construída ao longo da vida com os livros. “Abri um largo sorriso quando soube que seria homenageado na 20ª edição da Feira do Livro de Lajeado. Espero fazer jus à grandeza do evento”, afirmou. Autor de diversas obras voltadas ao público infantojuvenil, Ribeiro participa de encontros com estudantes e sessões de bate-papo durante os primeiros dias da programação.
O hábito da leitura Entre os visitantes estava a estudante Larissa da Rosa Arias, 15 anos, que aproveitou a abertura para procurar novos títulos. Leitora de suspense e mistério, ela citou autores como Raphael Montes e Agatha Christie entre os preferidos. “Encontrei até mais do que estava procurando. Não dá para levar um livro só. Tem muitas opções e vou aproveitar para renovar minha lista de leituras”, contou. Segundo Larissa, os finais de semana são os períodos em que mais consegue se dedicar aos livros.
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Peça teatral é apresentada no Castelinho LUCIANE ESCHBERGER FERREIRA
Turmas do Ensino Médio participaram de ações do Programa Educação Ambiental da Escola Luciane Eschberger Ferreira luciane@grupoahora.net.br
LAJEADO
A
presentação teatral e oficinas temáticas mobilizaram os estudantes do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Presidente Castelo Branco. A programação da Caravana Educame ocorreu ontem pela manhã. As atividades integram o programa Educação Ambiental na Escola, do Grupo A Hora. Na abertura das atividades, o coordenador do Educame e autor do livro e da cartilha do programa voltado ao meio ambiente, Gilber-
to Soares, destacou aos estudantes o quanto promissor se torna o mercado de trabalho para os futuros profissionais. “Essa área está precisando muito de cabeças novas, de pessoas com muita energia e muito dispostas a se desafiar. As áreas da educação ambiental e do meio ambiente são uma oportunidade enorme para vocês.”
O personagem “Por Que?” abordou o tema água, seus usos e a necessidade de preservação dos mananciais e de atitudes que colaborem com a sustentabilidade. No final da apresentação, ele chamou outra personagem, Nara, a capivara leitora. Nara é a mascote do programa Leia, de incentivo à leitura, também do A Hora. Os
Estudantes do 2º ano participaram da programação
estudantes do magistério interagiram com os dois personagens.
Oficinas Uma das turmas do 2º ano participou das oficinas sobre água e jornalismo ambiental. A educado-
ra social Malta Fluck falou sobre o processo de captação, tratamento e distribuição de água potável. Explicou sobre o ciclo da água e as fontes, inclusive subterrâneas. Malta incentivou a utilização responsável deste recurso natural. Na oficina de jornalismo, os jovens foram incentivados a criar um jornal interno. Para tanto, receberam as técnicas básicas de entrevista e as informações essenciais ao texto jornalístico. Ao responder às seis perguntas – o que, quem, quando, onde, como e por que – o grupo simulou um texto sobre a própria oficina de jornalismo.
Placa A escola ganhou uma distinção, reconhecendo a instituição como parceira de jornada pela educação ambiental e recebe o título de embaixada do meio ambiente. A placa foi entregue por Gilberto Soares à vice-diretora do turno da manhã, Rosângela Petter Mello.
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PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS www.coquetel.com.br Manipulação psicológica cruel (ing.)
Avenida do Curriculum desfile de (?), resuCarnaval mo profisdo RJ sional
Letra na roupa do Robin (HQ) Nascido na cidade natal de Ivete Sangalo
Sufixo de "patriota" Tipo de arma
© Revistas COQUETEL 60 Treinador de futebol minutos (abrev.) paraguaio
Sidney (?), cineasta Tapete para o judô Técnica de automassagem japonesa
Emitir, em inglês (?) Collins, tenista Destino; direção
Massa de milho, acompanha a rabada
Caminho marítimo (pl.)
Refletir Cantora de "Snowman"
A primeira hora
Sílaba tônica de "cogita"
Asno, em inglês
3/ass — egg. 4/emit — rela. 5/vitae. 7/gavilán. 11/gaslighting.
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Solução M V I G A S L I G H T I N G R O T A U R D I Q M A V C E U R J U A Z E I R E N S E E G G L U M E T S N T A M R R E D U C A N D A R I O E M I T O E A S S D A N I E L L E S A R A M A N D A I A P U E I I Z U M A P E N S A R A C O N S E L H A D O A G I B O L O TA I G U A L A A S S 23/09 - 22/10 23/10 - 21/11
Virgem: Encerre um ciclo e alivie pesos. Recolhimento será produtivo enquanto uma virada profissional se aproxima.
22/11 - 21/12
23/07 - 22/08
Leão: Um grande recomeço começa hoje. Renove sua imagem, postura e objetivos. Notícias acelerarão seus planos.
Sagitário: Viagens, estudos e documentos avançam. Um plano distante ganhará forma. Sua influência estará em alta.
22/12 - 19/01
21/06 - 22/07
Câncer: Finanças e autoestima entram em novo ciclo. Negocie, valorize seu trabalho e parta para a ação.
Escorpião: Uma grande virada profissional se aproxima. Convites e mudanças podem surgir.
Capricórnio: Acordos financeiros e rotina de trabalho mudam. Clareza nos ajudará a construir bases firmes.
20/01 - 18/02
21/05 - 20/06
Gêmeos: Novas ideias e conversas transformarão planos. Cursos, viagens e trocas intelectuais estarão favorecidos.
Libra: Amizades e projetos se renovam. Novas pessoas chegarão e uma notícia poderá abrir caminhos.
Aquário: Parcerias passam por um divisor de águas. Relações podem se firmar ou mudar.
19/02 - 20/03
21/03 a 19/04 20/04 - 20/05
Touro: Casa e família entram em nova fase. Mudanças e decisões importantes trarão mais conforto e segurança.
23/08 - 22/09
Horóscopo Áries: Reinvente-se! Amor, criatividade e projetos ganham força. Uma ideia brilhante pode mudar seus rumos.
MAURÍCIO CONSTANTINO AGOSTINI, 98, faleceu ontem, 12. O velório ocorre na capela mortuária de Linha Campinhos, em Roca Sales. O sepultamento ocorre hoje, 13, às 9h30min, no cemitério da mesma comunidade. IRACEMA DA CRUZ REIS, 72, faleceu ontem, 12. O velório ocorre no Memorial Faxinal dos Pacheco, em Tabaí. O sepultamento ocorre hoje, 13, às 9h, no Cemitério Faxinal dos Pacheco. ALOÍSIO HOFSTETTER, 89, faleceu na terça-feira, 11. O sepultamento ocorreu no Cemitério Católico de Forqueta, em Arroio do Meio.
(?) de queijo, tira-gosto
Fica no mesmo nível
BANCO
Local da casa para visitas
Ilha italiana
ANIVA MALAKOWSKI KRUTZMANN, 85, faleceu ontem, 12. O velório ocorre no Necrotério da Comunidade Evangélica Martin Luther, em Teutônia. O sepultamento ocorre hoje, 13, às 15h, no cemitério da mesma comunidade. DORLI LUIZ CAPALONGA, 85, faleceu ontem, 12. O velório ocorre na capela mortuária da Barra do Guaporé, em Encantado. O sepultamento ocorre hoje, 13, às 9h30min, no cemitério da mesma localidade.
Perereca
Exame de urina Jogador do Paysandu
Cada um dos quatro símbolos do baralho
É obtido a partir do urânio (símbolo)
Que recebeu orientação
A cor da luz na aurora
Primeira mulher a vencer o "BBB" (TV)
obituário MARIA ANGELINA DE FREITAS, 89, faleceu ontem, 12. O velório ocorre no Necrotério Municipal de Teutônia. O sepultamento ocorre hoje, 13, às 9h30min, no Cemitério Municipal de Teutônia.
Europa (abrev.) (?) Thompson, atriz
Acidente Vascular Cerebral (sigla)
Instituição de ensino
Dê voltas
Trama; tece Áspero; ríspido
Ovo, em inglês
Novela em que Vera Holtz viveu Dona Redonda
Alimentos como leite em pó e salsicha Música de Caetano Veloso
Peixes: Trabalho, rotina e saúde entram em novo ciclo. Novos hábitos e oportunidades trarão mais organização.
OTERNO LEONARDO FICK, 86, faleceu na terça-feira, 11. O sepultamento ocorreu no Cemitério Católico Particular de Cruzeiro do Sul. NOELSA CORREIA BORGES, 48, faleceu na terça-feira, 11. O sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal do Florestal, em Lajeado.
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FOTOS: ARQUIVO PESSOAL
MMA
CT MÃO DE PEDRA CONQUISTA DUAS VITÓRIAS EM EVENTO NA CAPITAL
Equipe de Teutônia tem nocaute relâmpago de Ariel Jaeger e triunfo de Vinícius Rieger na decisão dos juízes Caetano Pretto
caetano@jornalahora.net.br
O
CT Mão de Pedra, de Teutônia, encerrou a participação no Master Fighting Championship (MFC) 6 com aproveitamento de 100%. Vinícius Rieger e Ariel Jaeger venceram seus respectivos combates na noite desse sábado, 8, no Clube Farrapos, em Porto Alegre, em um dos principais eventos de Artes Marciais Mistas (MMA) do Rio Grande do Sul. O MFC reuniu lutadores de diferentes regiões do estado e proporcionou um importante teste
para os representantes do Vale do Taquari, que voltaram para casa com duas vitórias e uma atuação de destaque. Natural de Imigrante, Vinícius Rieger foi o primeiro atleta do CT Mão de Pedra a lutar. Diante de Junior “Lobão”, controlou a maior parte do combate e buscou a finalização em quatro oportunidades. Após rounds equilibrados, a decisão ficou nas mãos dos juízes, que apontaram vitória do representante do Vale por decisão dividida. Na sequência, Ariel Jaeger, natural de Montenegro e morador do Vale do Taquari, enfrentou Dimitry Zebroski, apontado
como favorito para o confronto. O prognóstico, porém, durou pouco. Ainda no primeiro minuto do primeiro round, Jaeger acertou um golpe decisivo e venceu por nocaute, conquistando uma das vitórias mais rápidas da noite. Os resultados reforçam o trabalho desenvolvido pelo CT Mão de Pedra e consolidam o bom momento da equipe em competições estaduais. Para o treinador Dirlei Broenstrup, o “Mão de Pedra”, o desempenho dos atletas superou as expectativas. “Que noite. Até estava desacreditado, mas os meninos responderam da melhor forma. Não tinha como ser melhor”, comemora.
Ariel Jaeger venceu Dimitry Zebroski com um nocaute no primeiro round
Vinícius Rieger venceu Junior “Lobão” por decisão dos juízes
GOLFE DIVULGAÇÃO
TALENTO DO VALE DO TAQUARI CHEGA À SELEÇÃO BRASILEIRA Vicente Caliari encerrou o Tour Brasileiro Juvenil como segundo melhor atleta do país na categoria até 15 anos e agora mira o desafio continental na Argentina Ezequiel Neitzke
ezequiel@grupoahora.net.br
O jovem golfista Vicente Nietiedt Caliari, de 15 anos, encerrou a temporada do Tour Brasileiro Juvenil de Golfe 2026 como o segundo melhor golfista do Brasil na Categoria C, até 15 anos, de acordo com o Ranking Nacional da Confederação Brasileira de Golfe (CBGolfe). O resultado garantiu sua convocação para integrar a Seleção Brasileira de Golfe no Campeonato Sul-Americano Juvenil. A última etapa da competição foi disputada no Campo Olímpico
de Golfe, no Rio de Janeiro, sob condições desafiadoras, com muito vento durante os dias de disputa. As condições exigiram dos atletas grande controle técnico, concentração e capacidade de adaptação ao campo. Com regularidade ao longo da temporada e bons resultados nas principais competições nacionais, Vicente confirmou sua posição entre os principais jovens golfistas do país. Representando o Santa Cruz Country Club e o Vale do Taquari, o atleta vem construindo sua trajetória no golfe com dedicação aos treinamentos e participação constante em competições de alto nível. A convocação para defender o Brasil no Campeonato Sul-Americano Juvenil representa um momento especial na carreira do jovem atleta. A competição será disputada no final de setembro, na Argentina, no campo El Terrón Golf Club, reunindo os principais talentos juvenis
da América do Sul. “Será uma honra representar meu país e vestir a camisa da Seleção Brasileira. É a realização de um sonho e uma motivação ainda maior para seguir evoluindo no esporte”, destacou Vicente. Para alcançar esse resultado, o atleta também contou com o apoio de importantes parceiros. Vicente agradece especialmente ao Lajeadense Futebol Clube, pela cedência do espaço para os treinamentos, ao Santa Cruz Country Club, à Federação Riograndense de Golfe (FRGG) e à Confederação Brasileira de Golfe (CBGolfe) pelo apoio e incentivo ao longo da caminhada. A conquista da segunda posição no ranking nacional e a convocação para a Seleção Brasileira coroam uma temporada de muito trabalho e dedicação. Agora, Vicente se prepara para o desafio internacional de representar o Brasil, o Rio Grande do Sul e sua região no Campeonato Sul-Americano Juvenil.
Jovem golfista Vicente Nietiedt Caliari, de 15 anos, encerrou a temporada do Tour Brasileiro Juvenil de Golfe 2026 como o segundo melhor golfista do Brasil na Categoria C, até 15 anos
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por Luciane Ferreira
Proerd formava turma de Encantado Estudantes da 4ª série do Centro de Educação Encantado (Faterco) e da Escola Estadual Heitor Alexandre Peretti participavam da formatura no Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), da Brigada Militar. A cerimônia ocorreu no auditório Imigrante
do Centro Administrativo. Os policiais militares Regiane da Rosa do Couto e Alexandre Xavier da Cruz foram os instrutores. O Proerd surgiu em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1983. Em 1998, foi adaptado e colocado em prática na Brigada Militar gaúcha.
Iotti participava do lançamento da Festa à Fantasia
Cartunista animou os convidados na apresentação
O jornalista e cartunista Iotti, criador do personagem Radicci, participava do lançamento da 16ª Festa à Fantasia, assim como a garota-propaganda daquele ano, Jamile Silva Schmelzer. A apresentação das peças publicitárias e do site do evento à imprensa regional e aos apoiadores ocorreu no Unicshopping. A festa estava marcada para 16 de setembro daquele ano, nos pavilhões do Parque do Imigrante.
Intenção do programa era conscientizar os alunos sobre os perigos das drogas e da violência
Hoje é - Dia do Economista - Dia Internacional do Canhoto - Dia Nacional do Médico Psiquiatra Santo do dia: - Santos Ponciano - Santo Hipólito - Santa Dulce dos Pobres
Começava o Campeonato Interfirmas
Forquetinha inaugurava a escola Adolfo Hüfner O então prefeito de Lajeado, Alípio Hüfner inaugurava a Escola Adolfo Hüfner, no distrito de Forquetinha. O nome da instituição fazia uma homenagem ao pai do prefeito na época. Também participaram
da solenidade o secretário de Educação, Ruy Eckhardt, e o da pasta da Administração, Adalberto Rafael Loch. Depois do pronunciamento das autoridades locais e estaduais, foi servido um churrasco.
Autoridades do distrito de Forquetinha e do município de Lajeado participaram da solenidade
Lajeado promovia, à época, o Campeonato de Futebol de Salão Interfirmas, disputado por times formados por funcionários de empresas locais. Haviam se inscrito 16 equipes, entre elas CEEE, Motomecânica, Hexsel, Corsan, Lacesa, Heemann, Chevrolet, Olvebra e Weiand.
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KELLY KÄMMER
FILIPE FALEIRO
ARTIGO
Jornalista colunafaleiro@grupoahora.net.br
A caravana passa e não espera ninguém IMAGEM GERADA POR IA
T
oda geração carrega duas convicções. A de que enfrentou um mundo mais duro e a de que os mais jovens não suportariam metade daquilo que ela viveu. Foi assim com nossos pais, com os pais deles e, por certo, será conosco. O trabalho era mais sério. Os alunos respeitavam os professores. Ninguém reclamava de cansaço. As pessoas começavam por baixo e agradeciam pela oportunidade. O diploma garantia emprego. O chefe mandava e o funcionário obedecia. Ao olhar pelos anos, temos uma sala de edição. Aquela nostalgia corta as dúvidas, os medos, os fracassos e os conflitos. Por muito, preservamos a versão que construímos sobre nós mesmos. Com o tempo, a lembrança deixa de ser memória e vira régua para medir quem chegou depois. Esse é um grande perigo, pois esquecemos o trajeto que nos trouxe até aqui. Por isso mesmo, a pesquisa da Univates com 7 mil estudantes do Ensino Médio nas regiões dos Vales e da Serra oferece um antídoto para algumas dessas certezas. O estudo mostra jovens cansados, conectados, seletivos e inseridos no mercado de trabalho antes do que muitos adultos imaginam. Entre os entrevistados, 54,9% trabalham e estudam. Quando entram os estágios formais, quase dois terços conciliam formação e atividade profissional. Apenas 27,4% têm o estudo como ocupação exclusiva.
Isso já desmonta aquela ideia de desinteresse. O fato é o seguinte, essa turma que está chegando, tem mais oportunidades, tem mais condições de trocar de áreas de atuação. Por isso, são mais seletivos. Se não agrada o que estão enfrentando, se o líder é um baby boomer durão e pouco flexível. Tchau e benção.
Tempo de sobra para quem? No recorte regional, os jovens do Ensino Médio saem de casa cedo. Frequentam a escola, também trabalham, em especial aqueles das instituições públicas. A maioria ajuda nas despesas da casa e tenta encontrar algum tempo para si. Quando recusam um curso técnico ou uma atividade fora do turno, a explicação pode estar menos na falta de interesse e mais na falta de horas disponíveis. Há outro dado incômodo. Para 44,5%, os adultos não compreendem a pressão que eles sentem. Outros 39,6% apontam o cansaço mental e intelectual como marca do cotidiano. Reconhecer essa carga não elimina responsabilidade, prazo, cobrança ou entrega. O mercado de trabalho continua exigindo compromisso. A diferença está em ouvir antes de classificar qualquer sinal de desgaste como fraqueza.
Uma geração, várias realidades O maior risco está em tratar milhões de pessoas da mesma idade como se formassem um bloco. A própria pesquisa identifica diferenças entre estudantes das redes pública e privada. Na escola particular, 71,4% definem o desgaste como cansaço mental ou intelectual. Na pública, 45,5% falam em pressão e ansiedade sobre o futuro. De um lado, a educação financeira aparece como prioridade. Do outro, surge a necessidade de preparação para a vida adulta.
Roupa que não serve mais O conflito geracional começa quando transformamos as diferenças de linguagem em falta de compromisso. Piora quando experiência vira licença para desprezar aquilo que ainda não compreendemos. Belchior resumiu o movimento do tempo: “O passado é uma roupa que não nos serve mais”. Isso não obriga ninguém a jogar fora a própria história. O problema aparece quando tentamos vesti-la em todo mundo. Quem vive de nostalgia usa o retrovisor como para-brisa. Perde a caravana do presente e, quando percebe, se perdeu na estrada.
Corretora de Imóveis Construtora Diamond
Quando o imóvel deixa de ser um patrimônio e passa a ser uma escolha de vida Mesmo com o passar dos anos, muitas coisas se mantém dentro do processo de escolha de um imóvel. Mas nos últimos anos, vejo que algo mudou. Durante décadas, a lógica do investimento imobiliário foi construída sobre indicadores objetivos: localização, liquidez, potencial de valorização e preço por metro quadrado. Esses fundamentos continuam indispensáveis. Afinal, poucas decisões financeiras possuem impacto patrimonial tão relevante quanto a aquisição de um imóvel. Entretanto, um novo critério passou a ocupar espaço na mesma mesa onde antes se discutiam apenas números e metros quadrados: o bem-estar. Essa mudança revela algo maior do que uma tendência de consumo. Ela revela uma transformação na forma como as pessoas compreendem o verdadeiro valor de um patrimônio. Segundo o Índice FipeZAP, os imóveis residenciais brasileiros registraram valorização média de 6,52% em 2025, desempenho superior à inflação do período. O dado confirma que o mercado imobiliário continua sendo um dos instrumentos mais sólidos de preservação e crescimento patrimonial. Segurança, proteção contra a inflação e valorização permanecem como atributos centrais desse ativo. Mas há uma dimensão que não aparece nas planilhas. Depois de anos em que a casa deixou de ser apenas o lugar para dormir e passou a concentrar trabalho, descanso, convivência e lazer, as pessoas passaram a perceber que o espaço onde vivem influencia diretamente a qualidade da própria vida. O imóvel tornouse uma variável do bem-estar. Essa percepção já vem sendo estudada internacionalmente. O Global Wellness Institute define o Wellness Real Estate como o desenvolvimento de ambientes planejados para promover saúde física, equilíbrio emocional e conexões sociais. Em outras palavras, deixou de importar apenas o imóvel que se compra; importa, sobretudo, a vida que ele torna possível. É uma mudança silenciosa, mas profunda. Hoje, localização continua sendo importante. Mas localização deixou de significar apenas proximidade. Ela passou a representar tempo. Tempo economizado no deslocamento. Tempo disponível para a família. Tempo para caminhar, descansar, conviver e viver. Da mesma forma, uma planta inteligente deixou de ser apenas um diferencial arquitetônico. Tornou-se um instrumento de convivência. A iluminação natural deixou de ser um atributo estético para tornarse um fator relacionado à saúde. Áreas verdes passaram a representar qualidade de vida. Segurança passou a significar liberdade. Percebe-se, então, que alguns dos ativos mais valiosos de um imóvel não aparecem na escritura. Eles aparecem na rotina. Talvez essa seja a maior transformação do mercado imobiliário contemporâneo. Investidores continuam buscando valorização, mas compreendem que um imóvel capaz de proporcionar uma experiência superior de vida tende, justamente por isso, a preservar melhor seu valor ao longo do tempo. O bem-estar deixou de ser consequência do investimento; tornou-se parte dele. No fim, patrimônio não é apenas aquilo que acumulamos. Patrimônio é aquilo que amplia nossa liberdade, protege nosso tempo e melhora a maneira como vivemos.
Hoje, localização continua sendo importante. Mas localização deixou de significar apenas proximidade”
Quinta-feira, 13 de agosto de 2026 Fechamento da edição: 18h
MÍN: 12º | MÁX: 17º
O avanço de uma frente fria sobre o RS mantém o tempo instável no Vale, com céu encoberto e condições para chuva durante boa parte do dia.
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Reparo da ponte no Rio Guaporé custará quase R$ 5 milhões
Após a conclusão do canteiro de obras, uma balsa será utilizada para acessar o pilar e dar sequência ao restauro
FOTOS MARIELE AGOSTINI
Consórcio inicia recuperação do pilar danificado por enchentes; obra deve durar 45 dias e embarcação para pedestres começa a operar segunda-feira, 17 Matheus Giovanella Laste
Ainda em definição
centraldejornalismo@grupoahora.net.br
REGIÃO ALTA
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recuperação do pilar da ponte sobre o Rio Guaporé, na ERS129, entre Encantado e Muçum, começou ontem, 12, com a instalação do canteiro de obras. A intervenção, orçada em R$ 4,9 milhões, ficará a cargo do Consórcio CGJB Rio Guaporé, formado pela Construtora Giovanella, de Lajeado, e pela JB Participações, de Porto Alegre. A previsão da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) é concluir os trabalhos em 45 dias. As informações foram confirmadas em coletiva de imprensa online realizada pelo secretário estadual de Logística e Transportes, Clóvis Magalhães, e pelo diretor-presidente da EGR, Luis Fernando Vanacôr. A obra será
próprio quadro do Departamento Hidroviário do Estado e está autorizada pela Marinha do Brasil. Segundo Clóvis Magalhães, a operação deve começar na próxima segunda-feira, 17, após testes previstos para o fim de semana. “Ela não vai poder operar em períodos noturnos, porque isso aumenta muito o risco para embarques e desembarques, mas vai operar à luz do dia de forma ininterrupta”, explicou o secretário.
Máquinas iniciaram o trabalho no canteiro de obras no lado de Muçum na quarta-feira, 12
executada em duas etapas. A primeira consiste no escoramento do pilar com estruturas metálicas, com prazo de 30 dias. Na sequência, começa a reconstrução do pilar em concreto armado, até a entrega total da estrutura, dentro do prazo de 45 dias. Para viabilizar o trabalho junto à estrutura, a EGR também vai utilizar um flutuante (balsa) de apoio à obra, que vai aproximar equipes e materiais da região do pilar. Esse equipamento (distinto da embarcação destinada à travessia de pedestres) deve chegar ao local no sábado, 15.
Segundo a EGR, o problema estrutural está relacionado aos eventos climáticos extremos enfrentados pela região nos últimos anos. Vanacôr afirmou que a ponte sofreu os efeitos da enchente de setembro de 2023, de uma nova elevação do nível da água em novembro do mesmo ano e de outra cheia em maio de 2024. “Todas as vezes que a gente teve essa água praticamente quase chegando ao tabuleiro, passado o período das cheias, foram feitas inspeções nessas pontes, principalmente a do Guaporé”, disse o diretor-presidente da EGR.
Inspeções seguem A EGR informou que vai realizar uma nova rodada de inspeções nas pontes e viadutos sob sua responsabilidade, com prioridade para estruturas sobre rios mais propensos a cheias. “Estamos com o cuidado agora de fazer todo esse levantamento, principalmente nos rios da região do Vale do Taquari”, afirmou Vanacôr. Já para a travessia de pedestres, a embarcação a ser utilizada foi cedida pela Portos RS. Ela terá capacidade para seis passageiros, será conduzida por profissionais do
O local exato de operação da embarcação de pedestres ainda está em definição. “Não temos agora a condição de dizer exatamente quais são os critérios e as regras da operação, porque isso está sendo desenvolvido neste momento por técnicos habilitados em conjunto com a Marinha”, afirmou Magalhães. A operação também poderá ser suspensa em caso de mau tempo. O presidente da Amat, Álvaro Giacobbo, também participou da coletiva e avaliou que a chegada da embarcação deve aliviar a maioria dos problemas enfrentados atualmente pelos pedestres na travessia do rio. “Também já chegaram caminhões com material para começar a obra na ponte. Então, a gente vê que os trabalhos estão em andamento e logo a situação voltará a normalidade”.
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O nosso palco de protestos
diogofedrizzi@grupoahora.net.br
DIOGO FEDRIZZI
Nova ponte no Jacarezinho O governo de Encantado assinou nesta semana a ordem de início para a construção da nova Ponte do Jacarezinho e para a pavimentação da Linha Chiquinha. As obras representam um investimento de R$ 4,65 milhões. A nova ponte terá 80 metros de extensão e será construída
H
á lugares que, com o passar do tempo, ganham notoriedade por receber manifestações. Não está escrito na placa de trânsito, não aparece nos mapas turísticos, mas todo mundo sabe: quando a indignação toma conta, é para lá que as pessoas vão. Em Porto Alegre, um dos endereços clássicos é a Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini e à Assembleia Legislativa. Lembram os professores do CPERS? Tem ainda o Portão 8 do Estádio Beira-Rio, conhecido dos colorados indignados com as derrotas do time. Em Brasília, os exemplos são
tantos que seria preciso mais espaço para listar todos: Congresso Nacional, Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes, entre outros. Na Argentina, Buenos Aires tem a tradicional Praça de Maio, perto da Casa Rosada. E nós, encantadenses, não ficamos atrás. Também temos o nosso endereço oficial para a indignação: a praça de pedágio de Palmas, na rodovia 130. Desde os tempos do engenheiro Froés, da concessionária Sulvias, volta e meia nos reunimos por lá. Da última vez, gritamos contra o primeiro plano de concessão das
rodovias proposto pelo governo do Estado. A voz de prisão contra o vereador Cris Costa e o rompimento dos prefeitos da parte alta do Vale com a Amvat, que provocou o nascimento da Amat, também são episódios que permanecem na memória. Sábado, 15, às 10h, vamos para mais um protesto, movimento organizado pela Câmara de Vereadores de Encantado. Agora, o foco é a suspensão da cobrança da tarifa enquanto a ponte da ERS 129, na Barra do Guaporé, estiver interditada. Nem imagino ficarmos sem a Praça de Pedágio de Palmas. Onde iremos protestar?
De Coqueiro Baixo para a capital O jovem secretário de Administração de Coqueiro Baixo, Henrique Ongaratto, deixou a função para assumir como diretor do Departamento de Infraestrutura e Usos Múltiplos da Água (Dinfra), vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura, em Porto Alegre. O trabalho desenvolvido por
ele nas áreas de administração, defesa civil e projetos no governo coqueirense chamou a atenção. “Surgiu a oportunidade de contribuir em uma estrutura estadual por meio de algumas lideranças e aceitei o desafio”, conta. Jucinéia Venzo assume de forma interina a secretaria municipal. Henrique chegou a ser cotado
como candidato a prefeito nas últimas eleições, antes de o MDB escolher o pai Luciano para suceder Jocimar Valer no comando da Cidade da Canção Italiana. Agora, com ele mais perto do Piratini, quem sabe os representantes do governo se lembrem de destravar o projeto de asfalto até a BR-386.
ao lado da estrutura atual, com dois metros a mais de altura. O tráfego será mantido durante a obra. Na Linha Chiquinha, serão asfaltados 900 metros do acesso ao Belvedere Encantado. Aliás, Encantado já supera os 22 quilômetros de estradas do interior pavimentadas.
- A bancada do PSDB na Câmara de Vereadores de Encantado organiza mais um rodízio de suplentes. Quem assume primeiro é Olímpio Lisboa no lugar de Samuel da Silva. Depois, Mariane Almeida entra na vaga de Cris Costa. Por último, Aline Ganasini cede espaço para Daniel Furlanetto. Nas eleições de 2024, Mariane fez 168 votos, Olímpio 105 e Furlanetto 19. - Encantado recebe no domingo, 16, a Romaria Vocacional dos Jovens ao Cristo Protetor. A organização é da Paróquia São Pedro, com apoio do Movimento Onda, Cursilho Jovem e Catequese. A concentração inicia às 7h, no pavilhão da comunidade do bairro Lambari Baixo. A caminhada começa às 7h30min. O encerramento será com missa no complexo do Cristo Protetor. - Na coluna da semana passada, destacamos a participação do músico encantadense, Fernando Graciola, na 39ª Moenda da Canção, tradicional festival de Santo Antônio da Patrulha. E o resultado foi excelente. Assim como ocorreu no último Canto da Lagoa, o samba “Ziquizira” premiou Graciola e seu grupo com o terceiro lugar. A composição campeã foi a toada “Onde Mora o Coração”, interpretada por Zé Alexandre, carioca conhecido também por se apresentar no festival de Encantado.
Eu pergunto: Quantas cidades estarão representadas no protesto na Praça de Pedágio de Palmas no sábado?
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AULA PRÁTICA
Alunos de Nova Bréscia visitam Ilópolis para estudar sobre erva-mate Fotos Divulgação
Turma do 1º ano B da EMEF Madre Assunta conheceu o Museu do Pão, o Parque do Ibama e a Ervateira Ximango como parte de projeto para a Feira Municipal de Ciências NOVA BRÉSCIA
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turma do 1º ano B da EMEF Madre Assunta, de Nova Bréscia, realizou no início de agosto, uma viagem de estudos em Ilópolis. A atividade integra o projeto da Feira de Ciências da escola, que neste ano tem a erva -mate como tema central. A Feira Municipal de Ciências acontece no final do mês. Nos três pontos visitados (Museu do Pão, Parque do Ibama e Ervateira Ximango), os estudantes receberam explicações guiadas, o que permitiu contato direto com a história, a natureza e o processo de produção da erva-mate. O primeiro destino foi o Museu do Pão, instalado no antigo Moinho Colognese, no centro de Ilópolis. A edificação foi erguida por imigrantes italianos entre 1917 e 1930 para a moagem de trigo e milho e, décadas depois, foi restaurada e transformada em complexo cultural, hoje composto pelo moinho, pelo museu e por uma escola de panificação. Durante a visita, os alunos observaram equipamentos históricos utilizados no processamento de grãos e conheceram a trajetória da produção de farinha na região, colonizada majoritariamente por famílias de origem italiana.
Raízes de 500 anos No Parque do Ibama, a turma
Ervateira Ximango foi um dos locais visitados pelos estudantes do Ensino Fundamental da rede pública de Nova Bréscia
acompanhou a Reconstrução do Processo Histórico da Erva-Mate, roteiro que recria, por meio de réplicas de equipamentos e instrumentos, seis períodos da relação entre o ser humano e a erva ao longo de mais de 500 anos. A apresentação parte do uso indígena da planta, chamada de “caá” em guarani, quando as folhas eram sapecadas no fogo e socadas em pilões para o consumo em porongos com canudos de taquara. A partir daí, o roteiro mostra a evolução das técnicas de sapeco, secagem, cancheação e soque até a chegada de equipamentos mais sofisticados, trazidos com a imigração italiana e aperfeiçoados ao longo do século XX. A última parada foi a Ervateira Ximango, indústria que processa erva-mate em Ilópolis e recebe visitantes para acompanhar de perto as etapas de produção, da chegada da matéria-prima aos fornos de secagem até o empacotamento final.
A escolha do roteiro tem relação direta com a vocação econômica do município: segundo dados divulgados pelo governo municipal, Ilópolis é apontada como a maior produtora de erva-mate do RS, condição que rendeu à cidade o apelido de Capital Gaúcha da Erva-Mate. O município também integra a Rota da Erva-Mate, roteiro turístico que reúne sete cidades da região Alta do Vale do Taquari (Anta Gorda, Arvorezinha, Doutor Ricardo, Ilópolis, Itapuca, Putinga e Relvado) historicamente ligadas ao cultivo e à industrialização da planta. Com o material coletado durante a saída pedagógica, os alunos do 1º ano B vão desenvolver o projeto que será apresentado na Feira Municipal de Ciências, aprofundando o tema da erva-mate a partir da experiência direta com a história, a natureza e o processo produtivo conhecidos em Ilópolis.
Alunos puderam conhecer a evolução das técnicas de trabalho e produção
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APRESENTADO POR:
Inclusão que acolhe e respeita o tempo de cada aluno Rede municipal acompanha 31 estudantes e adapta estratégias para garantir participação e aprendizagem no ambiente escolar Diogo Daroit Fedrizzi diogo@grupoahora.net.br
A
inclusão na rede municipal de Encantado envolve professores, monitores, profissionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE), equipes pedagógicas e famílias. Atualmente, 31 estudantes que necessitam de acompanhamento são atendidos na EMEF Érico Veríssimo e no Centro Municipal de Educação Encantado. Mais do que garantir a matrícula, o desafio é assegurar a participação na rotina escolar, o acesso à aprendizagem e a convivência com os colegas, respeitando as características e o ritmo de cada estudante. As ações de inclusão e de suporte às famílias são fundamentais para garantir uma educação verdadeiramente equitativa e acolhedora na rede, ressalta a secretária de Educação e Inovação, Stéfanie Casagrande. Para ela, fortalecer essa política significa reconhecer as singularidades de cada estudante, oferecer condições adequadas para sua aprendizagem, desenvolvimento e participação na vida escolar e, ao mesmo tempo, acolher e orientar as famílias ao longo desse percurso. “Uma escola inclusiva se constrói com diálogo, respeito, profissionais preparados e uma rede de apoio comprometida, assegurando que cada criança e adolescente tenham seus direitos, suas potencialidades e seu pertencimento reconhecidos. Ainda temos muito a avançar, mas estamos no caminho para ampliar e consolidar essa política”, acrescenta Stéfanie. Na EMEF Érico Veríssimo, o processo começa pelo acolhimento. A diretora Josi Moretto Silva explica que a equipe
procura conhecer a história de cada criança e de sua família antes de definir estratégias. “Contamos com o Plano Educacional Individualizado (PEI). Trata-se de um instrumento pedagógico elaborado de forma criteriosa, a partir da análise individual de cada estudante, contemplando seus objetivos, suas potencialidades e os apoios necessários ao seu pleno desenvolvimento. Nosso trabalho transcende o laudo clínico: consideramos a criança em sua integralidade, em diálogo com sua família e sua trajetória, construindo coletivamente o percurso mais adequado para o seu crescimento”, explica.
Um olhar para cada estudante A professora Laura Cuciolli Araújo atua no AEE da Érico. Alguns estudantes frequentam o atendimento no mesmo turno das aulas, outros, no contraturno. As sessões duram, em média, de 45 minutos a uma hora, conforme a necessidade de cada criança. Atualmente, o atendimento contempla 14 alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência intelectual e outras necessidades. Antes de escolher um recurso ou atividade, Laura avalia o que o estudante já
consegue fazer, o que precisa desenvolver e quais estratégias podem facilitar o processo. “Inclusão, para nós, é olhar para o que a criança precisa, não apenas o que o sistema exige”, afirma. O trabalho também exige articulação com a sala regular, a monitora, a equipe pedagógica e a família, para que as estratégias desenvolvidas no AEE possam ser incorporadas a outros momentos da rotina.
Uma adaptação passo a passo
Inclusão, para nós, é olhar para o que a criança precisa, não apenas o que o sistema exige” LAURA CUCIOLLI,
PROFESSORA DA SALA DE AEE
A trajetória de Daniel Eduardo Isaack Muñoz Gomez, 8, mostra como esse acompanhamento pode favorecer a adaptação e a autonomia. Venezuelano, Daniel chegou à Érico em maio do ano passado, diagnosticado com TEA. Segundo a mãe, Yancelys Katiuska Gomez Avila, 32, ele nunca havia conseguido frequentar uma escola de forma regular na Venezuela devido a dificuldades de adaptação. O primeiro contato com a escola de Encantado ocorreu na sala de AEE. Durante uma semana, Daniel permaneceu no espaço acompanhado pela mãe. A equipe também precisou considerar a diferença de idioma. Como a família fala espanhol, FOTOS: JESSICA MALLMANN
Professora Laura desenvolve atividades com o aluno Daniel na sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) da EMEF Érico Veríssimo
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Acreditamos que, quando a criança se sente verdadeiramente acolhida e tem um plano feito sob medida para ela, ela se abre para aprender e é aí que a mágica acontece” JOSI MORETTO SILVA,
DIRETORA DA EMEF ÉRICO VERÍSSIMO
para que ele se sinta seguro e participe mais das experiências escolares.
Pequenas conquistas Sou imensamente grata à equipe da Érico. São várias professoras e profissionais que cuidam do meu filho” YANCELYS AVILA,
MÃE DO ALUNO DANIEL
Laura utilizou palavras simples para facilitar a comunicação. Na segunda semana, a presença da mãe foi reduzida e o tempo de permanência do menino aumentou gradualmente. Ao final do ano, ele já ficava na escola até as 15h. Hoje, permanece até as 16h30min e participa de praticamente toda a rotina escolar. “Respeitamos o tempo de adaptação e, depois, oferecemos espaços e pessoas para o Daniel interagir, e isso fluiu”, relata Laura. Uma monitora também acompanha Daniel desde a chegada à escola, passando pela sala de aula, recreio e almoço, além de auxiliá-lo nas atividades. O vínculo contribui
As mudanças também aparecem em ações cotidianas. No início, Daniel não conseguia permanecer no refeitório sem a presença constante de um adulto. Hoje, fica no espaço com mais tranquilidade e aceita alimentos que antes recusava. A equipe trabalha ainda a seletividade alimentar e, nesse processo, ele passou, por exemplo, da banana para a maçã. Outra conquista ocorreu na higiene pessoal. Neste ano, Daniel começou a escovar os dentes. Para Laura, avanços como esse representam ganhos de autonomia que ultrapassam o ambiente escolar. As estratégias também podem ser compartilhadas com a família, que passa a reproduzir algumas práticas em casa. A relação de Daniel com a escola também mudou. No início, precisava da mãe para permanecer no ambiente. Hoje, segundo Laura, há dias em que demora para querer ir embora.
Participação na sala de aula Na rotina da sala regular, a professora Ketrin Baldo Bassani procura criar situações que favoreçam a participação do estudante nos momentos coletivos. Em atividades
No refeitório, Daniel conquistou mais autonomia e tranquilidade durante as refeições
com livros, por exemplo, Daniel entrega os exemplares aos colegas. A tarefa é simples, mas permite que ele tenha uma função dentro da proposta e interaja com a turma. Ele também participa de contações de histórias, brincadeiras, montagens, ensaios e apresentações. “Os colegas brincam com o Daniel na escola e nas idas à praça. A convivência ocorre sem separação. Esse contato ajuda a fortalecer os vínculos e a participação do menino”, salienta Ketrin. Para Laura, essa convivência com os colegas é um dos principais resultados do processo de inclusão. Os estudantes passam a reconhecer as diferenças e a compreender que cada pessoa aprende de uma maneira. Ela cita uma conversa com um aluno do quarto ano. “O estudante perguntou se o Daniel aprendia mais ou menos do que outra colega. Eu expliquei que os dois aprendem de formas diferentes, sem relação de melhor ou pior”, conta. “Essa percepção e acolhimento pelos próprios colegas é inclusão de verdade”.
Uma nova experiência para a família Yancelys chegou ao Brasil há cerca de dois anos. A família passou seis meses em um abrigo em Boa Vista, capital de Roraima, e depois viveu em outras cidades antes de chegar a Encantado. A forma como Daniel foi recebido na escola também pesou na decisão de permanecer no município. Segundo a mãe,
na Venezuela o filho enfrentava dificuldades de convivência e ficava afastado das outras crianças. Em Encantado, encontrou uma realidade diferente. “Quando me disseram que Encantado é acolhedor, foi onde eu quis ficar, e ele pôde estudar aqui na Érico”, conta. Yancelys percebe mudanças na comunicação, na interação e na autonomia do filho. Daniel passou a brincar com outras crianças, participar de apresentações e realizar atividades que antes eram difíceis. “Sou imensamente grata à equipe da Érico. São várias professoras e profissionais que cuidam do meu filho”, afirma.
O desafio do pertencimento A escola deve ajudar cada estudante a construir seu próprio caminho, sem comparação com os demais, observa a diretora Josi. “Seu filho vai aprender no seu tempo, talvez demore um pouco mais, mas tem potencial. Essa é a mensagem que procuramos transmitir às famílias”, destaca, ao mesmo tempo em que reconhece a dedicação das coordenadoras pedagógicas Vanda Dorst e Diole Maisa de Siqueira, além da professora Laura. “Acreditamos que, quando a criança se sente verdadeiramente acolhida e tem um plano feito sob medida para ela, ela se abre para aprender e é aí que a mágica acontece”, garante Josi.
Professora Ketrin desenvolve atividades na sala regular
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Tradição Reafirmada
Município lança 13º Encontro Farroupilha com novo mapa Com 53 piquetes confirmados, edição deste ano ocorre de 11 a 20 de setembro e traz mudança no local de montagem por medida de segurança
Argel Leite/divulgação
ENCANTADO
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13ª edição do Encontro Farroupilha foi lançada oficialmente durante evento realizado no Porão 73. O lançamento reuniu representantes de piquetes, patrocinadores, apoiadores e a comunidade para a apresentação da programação, que ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque João Batista Marchese. A abertura foi marcada pela tradição. O Hino Rio-Grandense foi entoado ao som da gaita por Maurício e Mauri Horn, em um momento especial por reunir pai e filho. Mauri, além de pai de Maurício, é o patrono da edição deste ano do Encontro Farroupilha. Em outro momento marcante, as netas Rita e Luzia acompanharam o avô na gaita, tornando a celebração ainda mais memorável e reforçando a transmissão da tradição entre gerações. Conforme Maurício Horn, idealizador do evento, 53 piquetes estão confirmados para participar do Encontro Farroupilha deste ano. O número demonstra a força do tradicionalismo e a expectativa em torno da programação, que reúne famílias e participantes de
Mauri Horn e as netas Rita e Luzia, se apresentaram no lançamento do evento na última semana
diferentes localidades. Ao longo de dez dias, a programação contará com shows, apresentações, música, dança, cultura, gastronomia, encontros e atividades voltadas à valorização das tradições do Rio Grande do Sul.
Novo mapa prioriza segurança e organização A principal novidade desta edição é o novo mapa do evento, elaborado com foco na segurança e na organização dos espaços. Neste ano, os piquetes serão montados no estacionamento do Parque João Batista Marchese, em uma nova disposição em relação às edições anteriores. “Tomamos essa decisão como medida preventiva, pois alguns alertas previstos para o mês de
setembro podem comprometer a permanência de alguns piquetes no local tradicional. Nesse novo espaço, teremos mais agilidade e segurança na montagem, caso seja necessário”, explica Horn. Segundo ele, a mudança também busca favorecer a convivência entre os participantes. “Embora a disposição seja diferente das edições anteriores, todos estarão no mesmo espaço, proporcionando maior integração entre os participantes”, completa. O 13º Encontro Farroupilha é uma realização da Gaita Produtora. O evento conta com patrocínio Ouro de Sicredi; Prata de Baldo e Bratti Supermercado; e Bronze de Ciamed, Dália Alimentos e Loja Estampa Gaúcha. O apoio é do CTG Giuseppe Garibaldi, prefeitura de Encantado e do Grupo de Artes Nativas (GAN) Anita Garibaldi.
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CARINA MARQUES/DIVULGAÇÃO
U Iniciativa da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto é destinada a moradores do município
OLHAR ATENTO
Relvado abre concurso de fotos com prêmio de R$ 5 mil Participantes podem enviar até duas imagens; inscrição é gratuita e pode ser feita on-line ou presencialmente na Secretaria de Educação, Cultura e Desporto RELVADO
O
governo municipal abriu nesta semana as inscrições para o concurso de fotografia “Relvado: Entre Paisagens e Histórias”. A iniciativa é realizada com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). O concurso tem como objetivo incentivar a produção fotográfica e valorizar as belezas naturais, culturais e turísticas de Relvado, além de contribuir para a formação de um acervo de imagens do município. Podem participar fotógrafos amadores residentes em Relvado, de todas as idades (menores de 18 anos precisam de autorização do responsável legal). As fotografias devem ser produzidas dentro do território do município e retratar temas como meio ambiente, belezas naturais, atrações turísticas, flora, fauna, paisagens urbanas e rurais, e atividades tradicionais e culturais. De acordo com o edital, as imagens podem ser feitas com
câmeras digitais ou analógicas, celulares ou tablets, mas o uso de drones não é permitido. As fotografias também precisam ser inéditas: não podem ter sido publicadas anteriormente, inclusive na internet, nem premiadas em outros concursos até a data da inscrição.
Como participar As inscrições são gratuitas e seguem até 31 de agosto. Cada participante pode inscrever até duas fotografias, mas apenas uma imagem por pessoa poderá ser premiada. A inscrição pode ser feita on-line, por meio de formulário disponível no site da prefeitura, na aba Portal da Transparência - PNAB, ou presencialmente na secretaria de Educação, Cultura e Desporto, para quem não tiver acesso à internet. No ato da inscrição, é preciso informar dados pessoais e detalhes sobre a fotografia, como título da imagem, local do registro, equipamento utilizado e data em que foi feita. As imagens devem ser enviadas em alta resolução, nos formatos JPG ou JPEG, conforme os critérios técnicos do edital. O concurso vai premiar cinco fotografias, com premiação total de R$ 5 mil. O primeiro colocado recebe R$ 1,8 mil, o segundo R$ 1,3 mil, o terceiro R$ 900, o quarto R$ 600 e o quinto R$ 400. O resultado final será divulgado nos canais oficiais da prefeitura, conforme cronograma previsto no edital.
Galinhas inspiram descobertas
ma galinha no estúdio da Rádio Hora, em Encantado, chamou a atenção dos participantes e deu um tom diferente ao 48º episódio de O Segredo da Infância. Amélia foi a convidada especial do programa, que recebeu integrantes da EMEI Planalto. A diretora Cris Bertotti, as professoras Eveline Mucelin e Jaqueline Kunzel e as crianças Miguel Martínez, de 3 anos, e Cecília de Vargas, de 2, apresentaram o projeto “Do créqui da casca de ovo ao pulsar da vida”. O programa teve mediação de Ana Fausta Borghetti, facilitadora de processos de inovação, e patrocínio do Espaço Flores.Ser. A presença da galinha surpreendeu a audiência. Na EMEI Planalto, a brincadeira nasceu de uma curiosidade. Durante uma atividade de colagem, uma criança quebrou uma casca de ovo. O som chamou a atenção da turma. A partir do “créqui”, vieram as perguntas sobre a origem da casca e o que existia dentro dela. “O projeto nasceu de uma curiosidade”, contou Eveline. “Os alunos pegaram a casca e deu ‘creque’. Aí perguntaram: ‘É a casinha do pintinho? Cadê o pintinho, profe?’”. A pergunta abriu caminho para uma investigação sobre os animais e o ciclo da vida. As galinhas Amélia e Matilde chegaram à escola em 27 de fevereiro. Antes da construção da casinha,
ficaram na residência da diretora Cris. O espaço foi construído pelo avô de Miguel. Depois, as aves passaram a integrar a rotina da escola. Cris explicou que o nome do projeto representa esse movimento. “Pulsar é um verbo que indica movimento, como latejar e coração”, afirmou. Segundo ela, a escolha da expressão remete ao ciclo da vida observado pelas crianças. A presença das galinhas ampliou as experiências em sala. Os alunos passaram a contar os ovos, observar cores e investigar diferentes materiais. A cozinha também virou espaço de investigação. A professora Jaqueline contou que a turma preparou um bolo com os ovos das galinhas. A experiência começou com uma surpresa. “O primeiro ovo que quebramos era de duas gemas!”, relatou. O momento despertou curiosidade e encantamento. As crianças tocaram os ingredientes, perceberam texturas, provaram a massa e ajudaram no preparo. O contato com as aves também trouxe lições sobre convivência. As galinhas circulam pela praça DIOGO FEDRIZZI
da escola. Para Cris, essa rotina ajuda as crianças a desenvolver respeito e cuidado. “Elas aprendem a respeitar o espaço do outro”, afirmou. Eveline também relacionou a convivência com os animais ao processo de desfralde. Um episódio com uma das galinhas virou oportunidade de conversa. “Um dia, a galinha fez cocô no tatame e nós comentamos: ‘Viram que a galinha não usa fralda? Ela fez no chão, mas vocês fazem no banheiro’”, relatou. Durante o programa, Miguel também participou da conversa. Ao ser questionado sobre a ave que acompanhava o grupo, respondeu com segurança: “Amélia!”. Para Ana Fausta, o projeto mostra que conceitos previstos na educação infantil podem surgir de experiências concretas. Ela citou uma ideia associada à abordagem Montessori. “A gente só ama e cuida do que a gente conhece. Como vamos conhecer se não convivermos?”, questionou. Na prática, as crianças descobrem características dos alimentos e dos animais. Percebem que a gema é amarela e que a clara, transparente antes do preparo, fica branca depois de cozida. A matemática também aparece nas receitas culinárias. “Meia xícara, dois ovos, uma dúzia. Está tudo na documentação oficial brasileira, mas feito de forma sensível”, destacou Ana.
QR CODE ASSISTA AO PROGRAMA
Diretora Cris, Ana Fausta, professoras Jaqueline e Eveline com as crianças Miguel e Cecília. Na mesa, a galinha Amélia
Patrocínio: Realização:
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365 VEZES NO VALE
Patrocínio
365vezesnovaledotaquari@gmail.com
FÁBIO KUHN
Cinco motivos para conhecer o Paradouro Santa Inês
C
om uma grande variedade de produtos gastronômicos, o Paradouro Santa Inês se tornou uma parada estratégica para quem circula pela RSC-453, em Mato Leitão. Entre cucas artesanais, pizzas premium, tortas, salgados e panificados, o espaço reúne opções para diferentes momentos do dia. Separamos cinco motivos para você incluir o Paradouro Santa Inês no seu próximo passeio pelos Vales.
Cucas artesanais e gourmets As cucas artesanais e gourmets estão entre os destaques do Paradouro Santa Inês. Com recheios generosos e diferentes combinações, elas conquistaram os clientes e se tornaram uma das especialidades da casa. Ao todo, são mais de 50 sabores, que se revezam na produção diária.
Pizzas premium
Doces, salgados e panificados
Exclusivas do Paradouro Santa Inês de Mato Leitão, as pizzas da linha premium chamam atenção pelo tamanho e pela quantidade de recheio. As opções salgadas e doces chegam a pesar cerca de 700 gramas em média. São 24 sabores, comercializados congelados para o cliente levar para casa. A marca Santa Inês também possui uma linha comercial, com cinco opções salgadas.
Para quem procura um lanche rápido durante a viagem, o Paradouro Santa Inês reúne uma grande variedade de opções. O cardápio inclui sanduíches, salgados, pastéis, doces, cafés, sucos e chocolate quente no inverno. Na hora do almoço, também há opções de xis e prensados. O espaço ainda oferece panificados, bolachas e diversos produtos de mercearia.
Tortas e rocamboles
Novo espaço
O empreendimento também conta com uma linha de tortas e rocamboles, disponíveis em diferentes tamanhos e formatos. São cerca de 30 sabores, vendidos tanto em fatias quanto inteiros. Quem preferir pode saborear as opções no próprio paradouro, em um ambiente confortável, ou levá-las para casa.
O Paradouro atualmente atende em um espaço de 260 metros quadrados, com mesas e bancos para quem deseja consumir os produtos no local. Em 2026, uma ampliação foi iniciada para oferecer ainda mais conforto aos clientes. O novo espaço permitirá o atendimento com autosserviço no bufê ou serviço à mesa. Mesmo durante as obras, o atendimento segue normalmente.
SERVIÇO Paradouro Santa Inês Localização: Km 14 da RSC-453, bairro Santo Antônio, Mato Leitão Atendimento: segunda a sábado, das 7h às 19h WhatsApp: (51) 99999-3335 Instagram: @paradourosantaines