ANÁLISE, CURADORIA E OPINIÃO DE VALOR
Terça-feira, 4 de agosto de 2026 | Ano 25 - Nº 4151 |
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Terça-feira, 4 de agosto de 2026 | Ano 25 - Nº 4151 |

Intervenção na barragem em Putinga diminuiu a pressão do volume de água sobre a estrutura.
A condição considerada sensível foi revertida e não oferece chance de colapso no momento. Município mantém monitoramento permanente após histórico de eventos em 1953 e 2024

LIGAÇÃO NA ERS-129
Pressão por ponte cresce em meio a “pare e siga”
EGR organiza tráfego em desvio por Roca Sales. Moradores cobram agilidade no projeto de recuperação.
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OPINIÃO | RODRIGO MARTINI
Candidatos do Vale na rede
Postulantes da região acumulam 220 mil seguidores no Instagram. Os três primeiros concentram 146 mil.
DESTINO DO LIXO Lajeado avalia futuro do aterro

Diagnóstico sobre destino dos resíduos domésticos fica pronto em até 90 dias.
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OPINIÃO | HENRIQUE PEDERSINI
Base dividida em Lajeado?
Aumento das críticas de parlamentares do Partido Liberal (PL) ao governo do Progressistas (PP) agita os bastidores.
Com o prazo das convenções perto do fim, o Vale chega à eleição de outubro com 14 nomes locais aptos à disputa por vagas aos parlamentos gaúcho ou nacional. É o menor número desde
Em 2018 foram 26
passado, 22. Nenhum se elegeu. Cenário reforça o debate sobre representação regional no projeto Pensar Eleições.
Catorze candidatos com domicílio eleitoral no Vale do Taquari estão aptos às disputas por vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. É o menor número desde 2014. Também é menos do que nas duas últimas eleições gerais, quando a região teve 26 candidaturas locais em 2018 e 22 em 2022. A região tem produção, população, universidades, entidades, cooperativas, empresas, hospitais, rodovias estratégicas e uma agenda permanente de reconstrução. Ainda assim, nem sempre consegue transformar isso em presença política.
Quando a região não ocupa espaço, precisa disputar atenção depois, muitas vezes em condição desigual em relação às outras localidades.”
Como consequência, a comunidade regional sofre com um distanciamento na discussão diária das grandes pautas nos parlamentos. Obras de infraestrutura, duplicações, pontes, habitação, prevenção a desastres, segurança, saúde, educação técnica e competitividade dependem de orçamento, articulação e influência.
Quando a região não ocupa espaço, precisa disputar atenção depois, muitas vezes em condição desigual em relação às outras localidades.
Esse cenário também cobra responsabilidade local. Partidos precisam formar líderes com vínculo real com o território. Entidades precisam estimular o debate público sem submissão a siglas e a população entender que voto regional é estratégia de desenvolvimento.
O projeto Pensar Eleições tem como propósito lançar luz sobre esse entendimento. A proposta do Grupo A Hora é ampliar informação, organizar debates e ajudar a comunidade a avaliar nomes, ideias e compromissos.

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de seus autores. Impressão Zero Hora Gráfica
“É
Celebradohoje,4deagosto,o Dia do Padre faz memória de São JoãoMariaVianney,oCurad’Ars, padroeirodossacerdotes.Seu testemunho fez dele referência paraamissãosacerdotal. Inspiradosporesseexemplo,os padressãochamadosaanunciar oEvangelho,acompanharas comunidadeselevaresperança àspessoas.Aos34anos,natural de Canudos doVale e há sete anosnosacerdócio,opadre EzequielEzidroPerin,párocoda ParóquiaSãoGabrielArcanjo, emCruzeirodoSul,falasobrea vocação,osdesafiosdamissão,a rotinaeaimportânciadafé
Lautenir Junior lautenir@grupoahora.net.br
O que significa ser padre para o senhor e qual o maior desafio?
Ser padre é um grande dom, uma grande graça. É muito bom ser padre. Um dos grandes desafios da vida presbiteral sempre foi transmitir o Evangelho. Hoje, através da mídia, onde anuncia-se a palavra de Deus. Que as ovelhas escutam e conhecem a voz do Bom Pastor. Vivemos num mundo em que tudo precisa ser imediato e rápido. Nós temos que falar de Deus que quer tempo, que age no tempo, e que veio morar entre nós. Esse é o Deus que nós anunciamos.
Como é a representatividade católica em Cruzeiro do Sul?
Segundo o IBGE, cerca de 80% da população ainda é católica. A paróquia reúne 18 locais de celebração. Procuro estar, pelo menos, uma vez por mês em cada comunidade. Cada uma tem seus responsáveis, enquanto o padre está presente nas missas, batizados, celebrações da Eucaristia e visitas aos doentes. A Igreja Matriz acolhe as grandes celebrações. Ela é a mãe, e os filhos voltam para casa.
Uma cidade marcada pela reconstrução após desastres climá -

ticos. Qual o papel da igreja neste cenário?
O ser humano precisa ter fé e acreditar. A vida espiritual é fundamental para superar os desafios. Existe um Deus que se faz presente e não abandona ninguém. Nem a morte é o fim. Há ressurreição e vida plena em Deus. A religião conecta aquilo que é divino. Existe em nós uma dimensão que vai além do físico.
Como conciliar a missão com a vida pessoal?
As pessoas precisam entender que o padre também é um ser humano. Um homem chamado a ser sacerdote, um pai que cuida, orienta e corrige. Que vive os momentos felizes e difíceis da comunidade. Também precisa descansar, cuidar da saúde e estar bem para servir melhor.
Como foi o início do seu ministério sacerdotal e como aprendeu a lidar com a solitude da vida de padre?
No começo foi mais difícil. No seminário tudo é vivido em comunidade e, depois da ordenação, a palavra do padre ganha força e responsabilidade. Se a solidão estiver voltada apenas para
si mesmo, ela pesa. Quando está vinculada a Deus, você está com o melhor amigo ao lado. Hoje não tenho dificuldade de viver sozinho. Até gosto.
Como foi sua caminhada até chegar a Cruzeiro do Sul?
Atuei na Paróquia Santo Inácio, em Lajeado, até 2019. Em 2020 fui para Nossa Senhora do Rosário, em Rio Pardo, auxiliando também em Encruzilhada do Sul. Em 2021 fui nomeado vigário da Paróquia São João Batista, em Santa Cruz do Sul. Em 2022, por uma questão de saúde do meu pai, retornei ao Vale do Taquari e desde então resido na Paróquia São Gabriel Arcanjo, em Cruzeiro do Sul.
Para finalizar, existe algum hábito que cultiva fora da vida religiosa e que o aproxima das pessoas?
Vou à academia durante a semana. É uma forma de desopilar, sair um pouco do ambiente religioso e buscar satisfação física e emocional. O ser humano tem dimensões física, espiritual e psíquica. Cuidar de todas elas faz parte do cuidado integral da pessoa.


Dezessete famílias permanecem no local após as duas cheias. Ginásio acolheu mais de 600 pessoas nas últimas semanas. Alguns núcleos familiares seguem para casa própria fora das cotas de inundação
LAJEADO
Oabrigo instalado no Parque do Imigrante, em Lajeado, entra na etapa final de acolhimento após as duas cheias que atingiram a região. Dezessete famílias, formadas por 49 pessoas, permanecem no espaço. No período mais crítico de elevação do Rio Taquari, mais de 600 moradores buscaram atendimento no local.
A secretária de Desenvolvimento Social, Eliana Heberle, diz que a expectativa é que o restante das famílias retornem às casas ainda hoje. A equipe, segundo ela, mantém diálogo com cada morador para definir os próximos encaminhamentos. Além disso, quatro núcleos aguardam a entrega de casas construídas por meio do programa “Uma Casa Por Dia”.
Outras pessoas ainda não têm endereço para retorno e recebem orientação sobre alternativas. Entre as opções, explica a secretária,
estão casa de passagem e outros espaços de acolhimento preparados para permanências mais longas. Segundo Eliana, o Parque do Imigrante cumpriu papel fundamental durante a emergência, mas não oferece condições para moradia permanente.
“A estrutura foi organizada para atender situações temporárias e, por isso, a administração busca alternativas para quem ainda depende de assistência. A meta é transferir as famílias remanescentes para locais mais adequados”, esclarece Eliana. Enquanto avançam as entregas das novas residências, outras soluções habitacionais são articuladas pelo poder público.
Entre quem aguarda a mudança está Débora de Linhares da Silva. Depois de passar pelo aluguel social e retornar para a antiga residência, na cota de 19
metros, ela precisou deixar o imóvel novamente. Agora, espera mais duas semanas para receber a casa definitiva, por meio do “Um Casa Por Dia”, iniciativa do Ministério Público e da Agência de Inovação e Desenvolvimento Local (Agil).
A expectativa transforma a reta final da espera. “São mais alguns dias de aflição, mas vale a pena porque logo vou estar na minha casa, em um lugar seguro”, afirma. Para ela, a nova etapa representa tranquilidade após um longo período de incertezas. Débora conta que a rotina no novo endereço será marcada por silêncio, privacidade e segurança. Os pertences estão organizados para a mudança. Falta apenas transportar os móveis. A expectativa concentra atenção nos detalhes do novo lar, cenário imaginado durante meses enquanto enfrentava as consequências das enchentes. A visita ao imóvel marcou um dos momentos mais emocionantes. “Nunca imaginei que esse dia iria chegar”, conta. Assim como ela, outras famílias devem permanecer no Parque do Imigrante até a entrega das unidades habitacionais. No momento, a Agil atua na finalização de itens nos terrenos, como instalação de equipamentos para fornecimento de energia elétrica. As moradias estão localizadas no bairro Floresta.



rodrigomartini@grupoahora.net.br
RODRIGO MARTINI
Abusca por números mágicos costuma nortear sonhos e perspectivas entre candidatos e agremiações partidárias. E na luta diária por votos e apoio, todos os espaços precisam ser diagnosticados e, se possível, ocupados da melhor forma possível por parte de quem coloca o nome à disposição do eleitor. Todo vota conta. E todos os canais precisam servir de elo entre os agentes políticos e os contribuintes. Muito embora o tête-à-tête, ou a presença física e o velho e bom aperto de mão ainda predominem nas campanhas pelo interior à fora, as redes sociais tomaram importâncias ainda incalculáveis no andar da carruagem. E como estão os nossos candidatos?
Bueno. Ao verificar as páginas no Instagram – a rede mais influente entre políticos e órgãos públicos – dos 14 candidatos identificados com o Vale do Taquari, é possível perceber um abismo entre os agentes. No topo do ranking, e mediante um trabalho que não iniciou da noite para o dia, o empresário Roberto Lucchese (MDB) aparece com 70,7 mil seguidores. Na outra ponta, e concorrendo ao mesmo cargo de deputado estadual, o vereador de Estrela Darlã Bellini (PSDB) aparece com só 322 seguidores. E outro dado instigante. Os 14 candidatos juntos possuem cerca de 220 mil seguidores. E mais da metade (ou 146 mil seguidores) pertence a apenas três candidatos. Eu reforço: as redes sociais, por si só, não ganham jogo. Mas, a plataforma virtual pode, sim, chacoalhar o tabuleiro físico e perturbar cenários. Sobre isso, é bom relembrar uma pesquisa Quaest, divulgada há seis meses, em que 39% dos brasileiros afirmaram utilizar redes sociais como principal fonte de informação política, superando a televisão, preferida por 34% dos entrevistados. Uma fonte que pode gerar votos e, também, rejeição. Portanto, caros candidatos, muito cuidado. Hoje em dia, os excessos ou a pouca interatividade nos ambientes virtuais podem custar caro e representar diferentes percepções e análises por parte dos eleitores e tribunais. É bom ficar ligado!














- A Univates e o laboratório Cepets (Tecnovates/Univates) realizam o Simpósio de Apresentação do Atlas dos Resíduos e Potencial de Geração de Biogás do Vale do Taquari”. O evento ocorre amanhã, às 14h, no auditório do prédio 11 da universidade.
- Mais de 100 produtores da região alta do Vale já foram beneficiados pelas consultorias da Associação dos Produtores e Parceiros da Erva-Mate do Alto Taquari (Appemat) e Sebrae/RS. O trabalho busca fortalecer a produção de uma erva-mate de Origem e Excelência.
- “Tic-tac, tic-tac, tic-tac”. Uma semana e meia e o governo estadual ainda não apresentou prazos ou plano B à travessia do Rio Guaporé, bloqueada na ERS-129 no trecho entre Encantado e Muçum. A região já ventilou a construção de uma ponte baixa (estiva) ao lado da ponte bloqueada, e também de uma pinguela. Além de sugerir a utilização de balsa e passadeiras do Exército. E, por ora, nada! - Candidata ao Senado Federal no RS, Manuela D’Ávila (PSOL) estará em Lajeado na manhã desta terça-feira. O encontro com correligionários ocorre no Volúpia Bar, das 9h15min às 10h45min. Vereadores de Encantado querem a suspensão da cobrança de pedágio na praça da EGR na ERS-129. Também pedem o congelamento dos recursos da EGR até a conclusão das obras de reforma na ponte sobre o Rio Guaporé, e avaliam pedido de multa diária à estatal e até mesmo responsabilização da direção.
O prazo às convenções partidárias encerra amanhã. Mas, tudo indica que todos os candidatos ligados ao Vale do Taquari já foram homologados e assim podemos celebrar uma primeira vitória. Se compararmos com a eleição de 2022, quando 22 candidatos – 16 a Estadual e 5 a Federal – estavam identificados com o Vale, a região hoje encara a luta pelas vagas na Assembleia e no Congresso com
um tanto mais de clareza. Desta vez, vamos “só” com 14 candidatos – 10 para Estadual e 4 para Federal – em uma região com 294 mil eleitores aptos ao voto. É um alento, reforço. A chance de vitória é maior, indica a matemática simples. Só resta saber se a calculadora eleitoral – ou a vontade do eleitorado regional – respeitará o mesmo raciocínio formal. Oremos!
O governo de Lajeado, por meio de representantes da Secretaria da Fazenda, participou ontem do encontro semanal das comissões internas da câmara de vereadores. Em debate, os dois projetos de lei que solicitam autorização para a abertura de duas operações de crédito que, juntas, somam um pedido de financiamento na ordem de R$ 100 milhões para obras estruturantes. Vice-prefeito da cidade, Guilherme Cé (Novo) já avisou que,
a depender de recursos próprios, tais obras podem demorar mais de 20 anos. Ou seja, o financiamento surge como forma de antecipar problemas e soluções à mobilidade urbana da cidade. E, para que as operações possam sair do papel, é preciso aprovação do Legislativo. Para isso, basta o “sim” da maioria absoluta. Ou seja, oito votos. Na teoria, um movimento simples para uma base de governo formada por 10 vereadores. Mas...
Os vereadores de Venâncio Aires terão R$ 306 mil cada um para indicar emendas impositivas ao orçamento municipal de 2027. É mais de meio milhão por vereador. O valor será dividido em três modalidades: R$ 153 mil para Emenda Individual Livre, outros R$ 153 mil para Emenda Individual da Saúde. Além disso, os parlamentares também indicam R$ 255 mil para Emendas de Bancada.
Ou seja, os vereadores decidem individualmente por R$ 561 mil, ou um total de R$ 8,4 milhões do orçamento anual do poder Executivo.
PONTE BLOQUEADA
Travessia no quilômetro 82 da ERS-129, entre, Encantado e Muçum, segue interditada para passagem de veículos e pedestres. EGR organiza tráfego em desvio por Roca Sales. Moradores cobram agilidade no projeto de recuperação e medidas alternativas
Karine Pinheiro karine@grupoahora.net.br
Gabriel Santos gabriel@grupoahora.net.br
VALE DO TAQUARI
Depois de dias de tráfego intenso e dificuldades nos desvios, a circulação nas rotas alternativas entre Encantado e Muçum ganhou uma nova organização com a implantação do sistema de pare e siga no desvio por Roca Sales. A medida busca melhorar o fluxo, mas não elimina os impactos provocados pelo bloqueio da ponte sobre o Rio Guaporé.
O sistema passou a operar nessa segunda-feira, 3, em dois pontos do desvio pelo interior de Roca Sales. A medida, coorde-
nada pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), busca aumentar a segurança e melhorar a fluidez do trânsito na rota alternativa utilizada devido à interdição da ponte da Barra do Guaporé, na ERS-129.
O controle ocorre no trecho mais estreito, onde equipes da EGR fazem a liberação alternada dos veículos nos dois sentidos. Segundo o diretor-presidente, Luís Fernando Vanacôr, a medida foi efetiva e deve permanecer nos próximos dias. “Seguiremos com o plano de 20 minutos para cada sentido. Vamos alterar caso haja necessidade, sempre conversando com os municípios”, diz.
A empresa orienta os motoristas a respeitarem a sinalização e as instruções dos operadores durante a travessia. O sistema permanecerá em funcionamento enquanto prosseguem as ações para restabelecer o tráfego pela ponte da ERS-129 sobre o Rio Guaporé, danificada pelas enchentes. O projeto para reconstrução do pilar deve ser apresentado amanhã, 5 de agosto.
Moradores de Muçum e Encantado fizeram um protesto na tarde de sábado, 1º, para cobrar agilidade na reconstrução do pilar da ponte sobre o Rio Guaporé. A estrutura está totalmente interditada desde o dia 24 de julho, após laudo técnico apontar o agravamento de fissuras e rachaduras no pilar de sustentação.
A mobilização ocorreu nos dois lados da ponte, com concentração


de manifestantes em Muçum e na localidade de Barra do Guaporé, em Encantado. Durante a manifestação, moradores utilizaram cartazes e entoaram gritos de cobrança direcionados ao governo do Estado, na busca por uma solução rápida para restabelecer a travessia.
De acordo com o empresário e ex-prefeito de Muçum, Aristides Coser, o objetivo foi chamar a atenção das autoridades para os prejuízos provocados pela interdição. “Precisamos dessa travessia urgente. O roteiro pelas rotas alternativas inviabiliza nossas ati-
vidades em Muçum e torna tudo muito mais difícil”, afirma.
Como medida emergencial, a EGR estuda a implantação de um escoramento metálico para reforçar o pilar e permitir o avanço das obras. Segundo Vanacôr, a expectativa é iniciar a recuperação logo após a conclusão do projeto. A previsão é de que os trabalhos tenham duração aproximada de 45 dias.

Seguiremos com o plano de 20 minutos para cada sentido.”
Vale do Taquari registra 17 mortes no trânsito no primeiro semestre de 2026
O Vale do Taquari contabilizou 17 mortes em 11 acidentes de trânsito no primeiro semestre de 2026, conforme dados divulgados pelo Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS). O levantamento integra o estudo de acidentalidade da autarquia, publicado nesta semana, que reúne informações sobre ocorrências registradas em rodovias, avenidas, ruas, estradas e outros acessos. Entre os municípios da região,
Estrela registrou o maior número de vítimas fatais, com quatro mortes. Na sequência aparecem Encantado, com três, e Lajeado e Teutônia, com duas mortes cada. Também houve um óbito em Arroio do Meio, Capitão, Cruzeiro do Sul, Marques de Souza, Mato Leitão e Muçum. No cenário estadual, o Detran-RS aponta que 514 pessoas morreram em 482 acidentes fatais registrados até abril de 2026. O estudo mostra ainda que a maior parte das ocorrências acontece nos fins de semana, especialmente aos sábados e domingos, e no período da noite.
As rodovias concentram 278 acidentes fatais, o equivalente a 62,1% do total registrado no Rio Grande do Sul. Entre as vítimas, os motociclistas representam o maior grupo, com 148 mortes, seguidos pelos condutores de automóveis, com 136 óbitos. O levantamento do Detran-RS utiliza informações do Sistema de Consultas Integradas (CSI), da Secretaria da Segurança Pública (SSP/RS), e considera acidentes com vítimas fatais registrados em diferentes tipos de vias em todo o Estado.
Ao todo, serão catorze nomes locais, mesmo número registrado em 2014. Ápice foi em 2018, quando 26 se colocaram a disposição do eleitorado. Campanha eleitoral inicia em 16 de agosto
Até quinta-feira, 5, partidos e federações podem promover convenções e homologar candidaturas para as eleições de outubro de 2026. O cenário, no entanto, já está desenhado no Rio Grande do Sul e também no Vale do Taquari. Catorze nomes com domicílio eleitoral na região estão aptos às disputas aos parlamentos federal e estadual, menor número desde o pleito de 2014. No fim de semana, ocorreram as últimas confirmações de candidatos ligados ao Vale. O MDB concentra a maior parte das indicações mais recentes. Carlos Ranzi concorrerá a uma cadeira na Câmara dos Deputados, enquanto Mateus Trojan e Roberto Lucchese estão no páreo por uma das 55 vagas na Assembleia Legislativa. Outra confirmação veio do Democrata, antigo PMB (Partido da Mulher Brasileira), cuja nomenclatura foi alterada no fim de 2025. Na nominata apresentada pela sigla para deputado federal, está o nome do Tenente Carlos Alberto Hampel. Morador de Arroio do Meio, ele concorreu a vereador pelo PL em 2024 e somou 197 votos, o que lhe deu a primeira suplência do partido.
Os quatro últimos indicados da região se somam aos 10 que já haviam tido seus nomes aprovados em outras convenções. Com isso, o Vale tem um número

de candidatos genuinamente locais abaixo das duas eleições anteriores. Em 2022, foram 22 nomes, sendo que nenhum acabou eleito. Já em 2018 foram 26 candidatos da região, todos sem êxito nas urnas.
No pleito de 2014, a região também teve 14 candidaturas locais. Naquela ocasião, Enio Bacci foi o único a conquistar mandato, ao se eleger deputado estadual depois de 20 anos e cinco mandatos em Brasília.
A partir de quinta-feira, 5, até o dia 15 de agosto, os partidos e federações precisam apresentar os pedidos de registro junto à Justiça Eleitoral para deferimento. Caso
haja indeferimento, o candidato pode recorrer para seguir apto às eleições.
As candidaturas registradas já constam no DivulgaCand, plataforma online do Tribunal Superior Eleitoral que apresenta dados dos postulantes aos cargos eletivos, como idade, profissão e município de origem, além de constar o desempenho em eleições anteriores, o patrimônio pessoal e, posteriormente, as despesas e receitas de campanha.
A propaganda eleitoral nas ruas será liberada em 16 de agosto, com o início da campanha. Os candidatos poderão participar de carreatas e passeatas entre 8h e 22h.
TODOS OS CANDIDATOS DO VALE HOMOLOGADOS
Bolacha Melo (PL)
Candidato a vereador em Lajeado (2008, 2012, 2016 e 2020), foi secretário municipal de Cultura
Carlos Ranzi (MDB)
Vereador por três mandatos em Lajeado (de 2013 a 2024), candidato a prefeito em 2024
Enio Bacci (PDT)
Vereador por um mandato em Lajeado (1993-1995), candidato a prefeito em 2004, deputado federal por cinco mandatos (de 1995 a 2015), deputado estadual por um mandato (2015-2018), foi secretário estadual de Segurança Pública (2007)
Tenente Hampel (Democrata)
Candidato a vereador em Arroio do Meio (2024)
As manifestações devem manter distância mínima de 200 metros de sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, tribunais, quartéis, hospitais, escolas e igrejas. Os comícios poderão ocorrer entre 8h e meia-noite. Também estarão liberados, a partir dessa data, os anúncios pagos em jornais, revistas e na internet. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa no dia 28 de agosto e será exibida até 1º de outubro.
O primeiro turno das eleições 2026 está marcado para o dia 4 de outubro, com a eleição de deputados federais, distritais e estaduais, e de dois senadores por Estado. Já o segundo turno está programado para 25 de outubro, nas disputas para presidente e governador, caso o candidato mais votado não atinja o mínimo de 50% dos votos válidos.
Airton Artus (PDT)
Prefeito de Venâncio Aires por dois mandatos (2009 a 2016), suplente de deputado estadual, exerceu a titularidade do mandato de 2023 a 2026
Darlã Bellini (PSDB)
Vereador de Estrela em segundo mandato (de 2017 a 2020 e desde 2025). Foi secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer (2025)
Fabiano Diehl (União Brasil)
Estreante nas urnas
Ju Cuciolli (PL)
Candidata a vereadora em Vespasiano Corrêa (2024)
Luis Benoitt (PL)
Vereador em Lajeado no primeiro mandato (desde 2025). Foi secretário municipal de Meio Ambiente por quase oito anos.
Maneco Hassen (PT)
Prefeito de Taquari por dois mandatos (2013 a 2020). Concorreu a deputado estadual em 2022. Presidente da Famurs (2020-2021), atuou como secretário de Comunicação Institucional do governo federal (2023-2024) e secretário nacional para Apoio à Reconstrução do RS (20242026).
Marcos Kayser (Novo)
Candidato a vereador em Estrela (2024)
Mateus Trojan (MDB)
Vereador em Muçum (2017-2020) e prefeito do município por um mandato e meio (2021 a 2024 e de 2025 a 2026)
Ramatis de Oliveira (PL)
Suplente de vereador em Lajeado, exerceu titularidade do mandato de 2025 a 2026
Roberto Lucchese (MDB)
Estreante nas urnas

Comissões consideram projetos de financiamento aptos e dentro da legalidade, mas vereadores querem ampliar debates sobre quais obras entram no pacote de R$ 100 milhões antes de levar propostas ao plenário
Filipe Faleiro filipefaleiro@grupoahora.net.br
Mesmo com parecer favorável, os dois projetos que autorizam o governo de Lajeado a contratar até R$ 100 milhões em financiamentos não têm data para votação. A análise técnica ocorreu na manhã de ontem, durante reunião conjunta das comissões parlamentares do Legislativo.
Conforme a presidente da comissão, Paula Thomas, os textos estão dentro das regras. “Neste momento, estamos avaliando as condições para buscar o crédito, não o mérito das propostas. Os projetos de lei tratam da questão financeira e não existe impeditivo legal. Importante deixar claro, aqui é autorização para o empréstimo, não o pacote de obras.”
A avaliação libera os projetos para votação, mas os vereadores decidiram manter os textos em debate. Uma nova reunião foi marcada para a próxima segundafeira, com convite à Secretaria de Planejamento, responsável pelos estudos do pacote de investimentos. O objetivo é cobrar mais informações sobre a lista de obras e sobre quais intervenções, de fato, poderão ser feitas com os créditos.
Presidente da Câmara, Neco Machado (PL) realça que não vai colocar os projetos na lista de aprovação nas próximas semanas. “Vejo esse pedido dos vereadores de uma maneira positiva. Representa que o assunto é importante e queremos ter certeza para votar. Então, não posso dizer se vai este mês ou até mais tempo.”
Na opinião dele, a preocupação está na definição das prioridades. Segundo ele, os vereadores reconhecem a importância das obras, mas consideram necessário entender o alcance real do pacote antes de votar.
“São obras importantes para a comunidade, mas estamos falando de R$ 100 milhões. É um valor muito alto para votar sem saber exatamente o que vai acontecer em termos de obras e da condição de

Reunião das comissões permanentes ocorreu ontem. Análise constitucional aponta regularidade nos projetos. No entanto, presidência não vai colocar textos em votação
pagamento”, afirma Neco. Encaminhadas em 20 de julho, as propostas do Executivo buscam operações junto à Caixa Econômica Federal. Um projeto trata do Avançar Cidades, de até R$ 60 milhões. O outro permite contratar até R$ 40 milhões pelo
Saiba mais
R$ 100 milhões
Teto das duas operações de crédito pretendidas pelo governo municipal.
Sem data
Projetos passaram pelas comissões, mas ainda não há previsão de votação em plenário.
Nova reunião Vereadores querem ouvir a Secretaria de Planejamento na próxima segunda-feira.
Lista de obras
Pacote reúne 30 itens. Desses, 26 são ligados à infraestrutura viária.
Ponto em aberto
Como a lista supera os R$ 100 milhões, o Executivo terá de definir quais obras entram primeiro.
Dívida atual Município informou saldo devedor de R$ 26,5 milhões em operações anteriores.
Fiscalização
Obras terão controle do município, Caixa, órgãos externos e empresa técnica independente.
Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa). Juntas, as duas linhas formam investimentos para obras viárias, mobilidade urbana, drenagem e equipamentos públicos.
Dois financiamentos em curso

Representantes do Executivo defendem a capacidade financeira do município. O secretário de Desenvolvimento Econômico, André Bücker, destaca que Lajeado tem duas operações de crédito em amortização, uma contratada em 2014, com encerramento em 2035, e outra de 2019, com pagamento até 2032. Também há um reparcelamento previdenciário previsto para
Finisa
Até R$ 40 milhões. Juros de CDI mais 0,64% ao ano. Prazo de pagamento de dez anos. Não há carência.
Avançar Cidades
Até R$ 60 milhões. Taxa fixa de 9% ao ano. Prazo de pagamento de 20 anos. Carência de 12 meses.
Diferença entre as linhas No Avançar Cidades, o pagamento às empresas ocorre por etapas concluídas, após fiscalização do município e da Caixa. No Finisa, o recurso entra na conta do município, com prestação de contas vinculada à finalidade do financiamento.
A carteira apresentada pelo governo municipal reúne 30 itens. Destes, 26 são ligados à mobilidade e à infraestrutura viária. A lista inclui alargamentos, desapropriações, acessos, passarela, rótula, abertura de vias, pavimentações, recapeamentos, reforma da rua Júlio de Castilhos e contratação de projeto para nova transposição da BR-386.
NECO SANTOS PRESIDENTE DA CÂMARA
São obras importantes para a comunidade, mas estamos falando de R$ 100 milhões”
terminar em setembro. O saldo devedor dessas operações soma R$ 26,5 milhões. No ano passado, o município desembolsou R$ 7,2 milhões para pagamento das três obrigações. Pelos cálculos apresentados, a nova operação ficaria dentro dos limites legais de endividamento. Conforme Bücker, os R$ 100 milhões foram definidos como balizador para um conjunto significativo de obras. Segundo ele, a administração precisou considerar os limites legais e a capacidade mensal de pagamento.
Pela estimativa da Fazenda, o comprometimento com parcelas de financiamento ficariam em torno de 2,14%. Pela lei, o município poderia ter até 11,5% do orçamento para contratação de créditos.
Bücker também reconhece que a arrecadação está abaixo do previsto. De acordo com ele, a receita livre de impostos está de 2% a 3% menor do que a estimada, em especial pelo desempenho do ISS. Mesmo assim, sustentou que o município não enfrenta dificuldade para pagar as parcelas atuais.
Os quatro itens fora do sistema viário direto são o novo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Santo Antônio, a contrapartida para o Parque do Imigrante, a drenagem na região da Central de Polícia e o estudo hidrológico de toda a cidade. Como o custo total das intervenções supera o valor pretendido com o financiamento, vereadores cobram clareza sobre quais obras serão feitas primeiro e quais ficarão fora. Jones Barbosa da Silva (MDB), o Vavá, questiona a ausência de garantia sobre a entrega de todas as obras listadas. “Quero entender o que vai acontecer, o que vai ser feito. Não podemos nos comprometer para a comunidade e depois não sair as obras”, destaca. Segundo ele, a autorização não pode funcionar como aval amplo sem prioridades. Marquinhos Schefer (MDB), antecipa voto favorável, mas cobra mais fiscalização. “Neste momento, estamos dando um cheque em branco para a prefeita. O que não podemos é repetir erros do passado para não perder recursos.”
Mesmo fazendo parte da base aliada, as principais críticas do projeto foram de Luís Benoit (PL). Para ele, o governo adota uma narrativa de que as obras são voltadas a melhorar a mobilidade urbana, mas, de fato, nenhuma tem esse potencial.
“Pavimentação não é mobilidade. Não tem abertura de novas vias, novas ligações. Temos o exemplo da Hermes Jaeger. É uma rua que existe. Bem conservada, os moradores conseguem o deslocamento. Isso não é mobilidade”, reforça. Para ele, parte das intervenções melhora a trafegabilidade, mas não representa obras estruturantes na escala necessária para reorganizar os deslocamentos urbanos. Outro exemplo, Benoit defende projetos mais arrojados, como resolver a ligação na rua Arno Eckert, em Conventos, e mesmo abrir uma nova conexão entre a ERS-130 e a Av. Castelo Branco.

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VINI BILHAR
Aretomada das aulas de 2026 marcou o início do segundo semestre letivo, com destaque para o Centro de Educação Básica Gustavo Adolfo (GA), que recebeu a comunidade escolar nesta segunda-feira. De acordo com a vice-diretora Rosilene Inês König, o período será marcado por uma agenda intensa de atividades pedagógicas e eventos.
Entre os destaques está o Dia do Canto da Rede Sinodal, programado para 10 de setembro, quando o educandário sedia o encontro que reúne escolas de diferentes regiões. Outro momento importante será o 24º Festival do Livro, que ocorre entre 28 de setembro e 6 de outubro, e promove incentivo à leitura e integração escolar.
A escola também celebrou o retorno do grupo de intercâmbio internacional, que passou três semanas nos Estados Unidos, com atividades acadêmicas na Universidade de Iowa, acompanhado pela coordenação do ensino bilíngue.
Além da programação de 2026, o GA já projeta o futuro: foi confirmado como sede do 36º Congresso da Rede Sinodal de Educação, em 2028, anúncio feito durante encontro em Santa Cruz do Sul. Paralelamente, a instituição inicia o período de matrículas e rematrículas, com foco no ano letivo de 2027.




Simpósio
atlas de resíduos e potencial de biogás no Vale
A Univates e o Centro de Pesquisa em Energias e Tecnologias Sustentáveis (CPETS) promovem, no dia 6 de agosto, o Simpósio de Apresentação Oficial do Atlas de Resíduos e do Potencial de Geração de Biogás do Vale do Taquari. O estudo integra o projeto Consulta Popular 2022/2023 e reúne dados inéditos sobre a produção de resíduos e as possibilidades de aproveitamento energético na região.
O evento ocorre às 14h, no Auditório do Prédio 11, no campus da Univates, e deve reunir lideranças, gestores públicos, empresários e

representantes da sociedade civil. A proposta é apresentar os principais resultados do levantamento técnico e estimular o debate sobre estratégias de planejamento e gestão de resíduos com base em informações regionais qualificadas. A iniciativa também busca fortalecer políticas e projetos voltados à sustentabilidade, incentivando o uso de tecnologias para geração de energia a partir de resíduos. A expectativa é que o atlas contribua para decisões mais assertivas, ampliando o potencial de desenvolvimento econômico aliado à preservação ambiental no Vale.
PA+ inicia atendimento 24 horas com foco em saúde e empresas
Após oito meses de preparação, entrou em operação nesta segunda-feira o PA+, pronto atendimento médico 24 horas em Lajeado. A unidade oferece consultas clínicas sem necessidade de agendamento, além de atendimento pediátrico mediante marcação, com foco em agilidade e disponibilidade para a população.
O serviço inclui pequenas suturas, aplicação de soro, atendimento domiciliar com ambulâncias e
suporte a empresas por meio da medicina do trabalho. Estarão disponíveis exames admissionais, demissionais, periódicos e toxicológicos, especialmente voltados a motoristas, centralizando em um único local as demandas corporativas. Com as novas exigências do eSocial, empresas terão na unidade um centro para organizar a documentação de seus colaboradores nos assuntos voltados a saúde ocupacional.
Instalado em dois andares no prédio da esquina das ruas Bento Gonçalves e Senador Alberto Pasqualini, o espaço busca atender uma demanda crescente, sobretudo em horários alternativos. Segundo o CEO do PA+, Agnaldo Machado, o modelo já consolidado em Estrela chega a Lajeado com estrutura comparável a grandes centros. A expectativa é tornar-se referência regional em saúde no Vale do Taquari.


Município se reúne com empresa contratada para avaliar se resíduos coletados devem continuar sendo depositados no bairro Conventos ou migrar para outra cidade
LAJEADO
Com uma média de quase 100 toneladas de lixo por dia, o aterro sanitário dá sinais de saturação. Mesmo com a compra de uma área ao lado, a pressão urbana, o avanço imobiliário e as falhas na separação levantam dúvidas sobre o melhor caminho para a destinação final. A partir de hoje, esse debate passa por análise técnica. O governo municipal se reúne com a Azimute San, empresa contratada por R$ 45 mil para elaborar um diagnóstico econômico e ambiental sobre o futuro do aterro. O estudo deve ficar pronto entre 60 e 90 dias.
Conforme o secretário de Meio Ambiente, Valmir Zanatta, a consultoria terá a missão de analisar se Lajeado mantém a destinação no aterro do bairro Conventos, usa a área adjacente, busca outro local dentro do município ou passa a transportar os resíduos para Minas do Leão. “A contratação da empresa
serve para apontar, com base técnica, qual alternativa oferece mais viabilidade. Estamos em um gargalo em espaço, geração de resíduos e dificuldade na separação”, reconhece.
Pelas análises dos últimos anos, há cada vez mais pressão sobre o sistema do aterro. Em 2022, foram geradas 19,9 mil toneladas de lixo. Em 2023, subiu para 23 mil toneladas. No ano seguinte, chegou a 34,9 mil toneladas, aumento de 75,3% na comparação com 2022.

Diagnóstico
Empresa contratada vai avaliar alternativas técnicas e econômicas para o futuro do aterro.
Prazo
Relatório deve ser concluído entre 60 e 90 dias.
Custo Contrato para o estudo é de R$ 45 mil.
Caminhos possíveis

Com recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente, há uma possibilidade de ampliar a capacidade do aterro. Segundo Zanatta, o espaço é adjacente à estrutura atual, separado por uma estrada. Caso o estudo indique a continuidade da destinação final em Lajeado, a área poderá ser usada.
Mesmo assim, o secretário afirma que a nova gleba não representa, por si só, uma solução definitiva. A estimativa inicial é de que ela possa garantir operação por duas ou três décadas, mas esse prazo também dependerá do diagnóstico técnico.
Pressão urbana
O avanço urbano no entorno de Conventos também pesa na análise. Conforme Zanatta, Lajeado teve expansão intensa nos últimos anos, com novos loteamentos e bairros mais
VALMIR ZANATTA SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE
Todos são responsáveis. Precisamos de mais consciência sobre o que fazer com o lixo.
Reduzir a geração de resíduos também precisa ser trabalhada enquanto sociedade”
próximos do aterro. Essa aproximação exige planejamento ambiental, social e econômico.
“Temos uma estrutura montada. Se o estudo disser que o melhor caminho é dar continuidade, precisamos otimizar o processo. Mas temos de buscar alternativas mais adequadas”, afirma.
O secretário também defende que a decisão sobre o aterro esteja ligada à reciclagem, à triagem e à educação ambiental. Para ele, a cadeia do resíduo depende de engajamento da sociedade.
“Todos são responsáveis. Precisamos de mais consciência sobre o que fazer com o lixo. Reduzir a geração de resíduos também precisa ser trabalhada enquanto sociedade”, reforça.
Aterro de Lajeado recebe quase 100 toneladas de resíduos por dia. Urbanização e expansão imobiliária aumentam a perspectiva de que será necessário ampliar área de destinação do lixo
Manter a destinação em Conventos, usar área adjacente, buscar novo local em Lajeado ou transportar resíduos para outro aterro.
Pressão sobre o sistema Lixo recebido pelo aterro passou de 19,9 mil toneladas em 2022 para 34,9 mil toneladas em 2024.


Entre incertezas e adiamentos de prazos, profissionais orientam cautela e planejamento
Vini Bilhar centraldejornalismo@grupoahora.net.br
Areforma tributária aprovada por meio da Emenda Constitucional 132 de 2023 deve provocar mudanças relevantes no mercado de locação de imóveis no Brasil, com efeitos distintos para pessoas físicas (CPF) e jurídicas (CNPJ). A criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

TAÍS
amplia a incidência tributária sobre atividades imobiliárias, incluindo os aluguéis, e tende a alterar a lógica de investimento no setor.
Para pessoas físicas, o impacto será mais seletivo. De acordo com a contabilista e consultora tributária Taís Altmann, nem todos os proprietários serão alcançados pelas novas regras. “Só será contribuinte do IBS e da CBS quem tiver mais de três imóveis para locação e receita anual superior a R$ 240 mil”, explica. Na prática, isso representa cerca de R$ 20 mil mensais em aluguéis. Segundo ela, é necessário cumprir simulta-
neamente os dois critérios, quantidade de imóveis e faturamento, para haver enquadramento.
Altmann ressalta que ainda há incerteza sobre a alíquota final, estimada entre 26,5% e 28%, mas destaca mecanismos de redução. “Há um redutor de 70% na base de cálculo da locação, o que diminui a carga efetiva. Além disso, existem abatimentos, como o de R$ 600 por imóvel, voltado ao aluguel social”, afirma. As medidas buscam suavizar impactos, especialmente no segmento residencial.
O ambiente, no entanto, ainda é de ajustes. Para a especialista Cristiana Schumacher, a fase exige atenção redobrada. “Empresas que fazem locação e venda de imóveis, como holdings patrimoniais, que antes operavam com recibos, terão que emitir nota fiscal a partir de dezembro de 2026”,
Mesmo com mecanismos de compensação, pode haver pressão sobre os preços dos aluguéis

explica. Segundo ela, a exigência foi adiada, inicialmente prevista para agosto, por falta de preparo dos sistemas da Receita. Schumacher também destaca que, a partir de dezembro, entra em vigor uma alíquota teste de 1% de IBS e CBS nas notas fiscais. “Não haverá cobrança efetiva neste momento. É um período de adaptação do sistema”, afirma. A partir de janeiro de 2027, a CBS passa a valer integralmente, enquanto o IBS será implementado de forma gradual a partir de 2029. Outro ponto relevante é o avanço no monitoramento fiscal.
“A Receita terá acesso a dados de mercado e ao Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), que funciona como um ‘CPF dos imóveis’.
Isso permitirá o cruzamento de informações e maior fiscalização sobre valores declarados”, explica Schumacher.

Na avaliação de Luciana Carvalho, sócia-proprietária da Pedó Imóveis, o momento ainda é de cautela. “A CBS começa em 2027, enquanto o IBS entra gradualmente a partir de 2029. O impacto depende do perfil do locador. A maioria dos proprietários residenciais não deve sentir mudanças imediatas”, afirma. Segundo ela, empresas e grandes locadores podem enfrentar alterações mais relevantes.
Carvalho avalia ainda que o impacto sobre imobiliárias tende a ser limitado no curto prazo. “A maior parte está no Simples Nacional e deve manter a carga atual. Com a redução de 70%, a alíquota efetiva da CBS pode ficar entre 8% e 9%, sem aumento tão expressivo”, observa.
Mesmo com mecanismos de compensação, pode haver pressão sobre os preços dos aluguéis. A inclusão da locação na base tributária pode elevar custos, que tendem a ser parcialmente repassados aos inquilinos, sobretudo em mercados mais aquecidos.
No Rio Grande do Sul, esse movimento ocorre em um cenário de expansão imobiliária. O aumento do crédito habitacional e a valorização urbana impulsionam a demanda por locação, especialmente em polos regionais como Lajeado, Estrela e municípios do Vale do Taquari. A região registra crescimento da verticalização e do número de imobiliárias, refletindo a atratividade do investimento em imóveis.
Taís Altmann e Cristiana Schumacher reforçam a importância da preparação em um assunto ainda marcado pela complexidade.

Intervenções reduziram o nível do reservatório e aliviaram a pressão sobre a estrutura entre Putinga e Ilópolis; município mantém monitoramento permanente após histórico de eventos em 1953 e 2024
Oprefeito de Putinga, Juliano Moretto, afirma que não há risco de rompimento da Barragem Santa Lúcia, localizada entre Putinga e Ilópolis. Segundo ele, informações que circulam nas redes sociais sobre um possível colapso da estrutura são distorcidas e não refletem a situação atual.
A condição considerada sensível foi revertida após a intervenção preventiva para reduzir a pressão exercida pelo volume de água sobre a estrutura emergencial instalada em 2024.
“Retiramos os tubos extravasores e deixamos o canal aberto para que toda a água que chega ao reservatório possa escoar. A intervenção também busca reduzir a possibilidade de infiltrações, que podem ocorrer quando o nível da barragem permanece acima do normal”, salienta Moretto.
Conforme o prefeito, apesar da melhora nas condições da estrutura, o monitoramento permanece contínuo, com avaliações técnicas e ações preventivas previstas no plano de contingência do município.

do reservatório, especialmente diante da previsão de novas chuvas.
O gestor menciona que o município foi notificado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Defesa Civil Estadual e Ministério Público para reduzir o nível da barragem. A orientação inicial previa o uso de bombas para retirar a água do reservatório. No entanto, Moretto afirma que descartou essa alternativa por considerá-la inviável diante do grande volume de água que chega ao lago. Segundo ele, a barragem recebe contribuição de diversas vertentes, o que faria com que o bombeamento levasse mais de cem dias para reduzir o nível

“Fui categórico ao dizer que as bombas não resolveriam o problema, porque o volume de água que entra é muito grande. Havia muita teoria e pouca prática na proposta apresentada. Optamos por abrir o canal extravasor e, hoje, o nível da barragem está normalizado”, afirma Moretto.
Histórico
A Barragem Santa Lúcia integra a história de Putinga desde a primeira metade do século passado. Inaugurada em 1949, a estrutura original rompeu em 12 de setembro de 1953, após o reservatório atingir um nível crítico. A água desceu pelo Arroio Putinga, que atravessa a área urbana do município.
Segundo Moretto, uma tragédia de maiores proporções foi evitada graças ao morador Augusto Franklin Gheno, que percebeu o risco e alertou a população sobre a possibilidade de rompimento.
“Na época, a cidade ainda estava em formação e tinha poucas casas. Mesmo assim, as moradias que ficavam próximas ao arroio foram atingidas pela força da água. Uma tragédia maior só não aconteceu porque um funcionário desceu o morro avisando os moradores para deixarem suas casas”, conta. Após o episódio, a estrutura foi reconstruída com menor capacidade de armazenamento. Porém, em 2024, um cenário
semelhante voltou a preocupar a comunidade durante o período de chuvas intensas registrado entre abril e maio daquele ano.
Com o grande volume de precipitações, a barragem não conseguiu dar vazão suficiente pelo canal extravasor.
A água passou por cima do barramento, provocando erosões, desmoronamentos e danos no entorno.
“Muitas pessoas ainda carregam o trauma daquele período. A cheia atingiu casas, comércios e ruas, deixando marcas profundas na comunidade”, afirma o prefeito.

Estrutura foi construída para abastecer a antiga usina hidrelétrica responsável pela geração de energia para Putinga e parte da região. A antiga casa de máquinas permanece preservada e representa parte da história do município. Hoje, a barragem está desativada e não possui finalidade operacional, sendo utilizada como ponto turístico e espaço de lazer. O local recebe visitantes para pesca, caminhadas e contemplação da paisagem.
A administração municipal trabalha na elaboração de um projeto para revitalizar a área, incluindo o lago, a antiga usina, caminhódromos e espaços de permanência para visitantes durante os finais de semana. Segundo Moretto, a intenção é buscar uma Parceria Público-Privada para viabilizar os investimentos.
“O objetivo é recuperar o potencial turístico da barragem e também trabalhamos com a possibilidade de reativar a geração de energia. Existem interessados em investir, mas os projetos acabaram sendo interrompidos devido aos danos estruturais. Primeiro, precisamos garantir a segurança. Depois, vamos retomar esse planejamento”, conclui.
















Programação especial encerrou a novena iniciada em julho e reuniu fiéis em um momento de fé, confraternização e pertencimento
Jéssica R. Mallmann jessica@grupoahora.net.br da equipe. “Eles sempre perguntam quem vai fazer a comida. Eu não faço sozinha, é a turma toda, mas fico com o comando geral”, afirma.
Há cerca de 40 anos, Clarice Mallmann dedica parte do seu tempo à cozinha da Paróquia Santo Inácio de Loyola. Aos 80 anos, ela continua coordenando a equipe responsável pelos tradicionais almoços comunitários e diz encontrar na convivência com os voluntários a motivação para seguir colaborando.
“Eu sempre digo que carrego minhas baterias nesses almoços e jantares que a gente faz. É muito gratificante”. O carinho da comunidade também aparece no reconhecimento ao trabalho
A dedicação de voluntários como Clarice ajudou a construir mais um capítulo da história da Paróquia Santo Inácio de Loyola, que neste ano celebrou 145 anos de fundação. O ponto alto das comemorações ocorreu no domingo, 2, com missa em ação de graças e almoço festivo, encerrando a novena iniciada em 23 de julho.
Pela primeira vez, todas as 16 comunidades da paróquia participaram juntas da programação religiosa. Integrante da comunidade e um dos organizadores da festa, Antônio Luiz Schnorr destaca que o formato fortaleceu o sentimento de unidade entre os fiéis.
“Reunimos todas as comunidades num novenário. Na primeira noite, contamos com a presença do bispo Dom Itacir. Já na segunda, tivemos a presença do bispo emérito Dom Aloisio Dili. E todas as demais noites, contamos com um sacerdote de uma comunidade diferente”, conta.
Parceira da celebração, a Sicredi Integração RS/MG também participou da programação por meio da Caravana 120 Anos, iniciativa que percorre eventos da região em comemoração ao aniversário da Cooperativa.
Segundo o gerente da agência Lajeado Centro, Paulo Wickert, a presença na festa reforça uma parceria construída ao longo de mais de 27 anos. “A Paróquia Santo Inácio mantém relacionamento com a Sicredi Integração RS/MG desde abril


de 1999. Estar presente neste momento é uma forma de valorizar essa história e reafirmar nosso compromisso com a comunidade”, afirma.
Considerada a “paróquia mãe” do Vale do Taquari, a Santo Inácio deu origem a outras 27 paróquias ao longo de sua história. Para a festa de encerramento, mais de 600 cartões foram comercializados.
Uma agência que acompanha o desenvolvimento da comunidade
A Agência Lajeado Centro é a unidade que representa os 120 anos

Eu sempre digo que carrego minhas baterias nesses almoços e jantares que a gente faz. É muito gratificante”.

da Sicredi Integração RS/MG. Localizada no centro da cidade, tornou-se a maior agência da cooperativa em estrutura física e número de associados, atendendo mais de 13,2 mil pessoas, com uma equipe de 32 colaboradores.
Além dos serviços financeiros, a unidade participa ativamente do desenvolvimento da comunidade, apoiando eventos e programas educacionais como A União Faz a Vida, Cooperativas Escolares e Finanças na Mochila.
Somente em 2025, por meio do Fundo Social e do Programa Fazer Juntos, a agência destinou mais de R$ 380 mil a entidades sem fins lucrativos, reforçando o compromisso da Cooperativa com iniciativas voltadas ao desenvolvimento local.




Polos de uma pilha
Período de orações com 9 dias
Opção de resposta contrária a "falso"
Animação (fig.) Brilhar; cintilar
O carro com o teto removível Fragmento de objeto desbastado com lima
Nervosa; irritada Intervenção
Antônimo de "concentrar"
(?) de contas: retaliação
Propaganda (?): é proibida por lei
Modelo; exemplar Material de cintos Legalizar (um
O uso tradicional do traje preto (BR)
Conterrâneo de Camões
Termo de Ajustamento de Conduta (abrev.)







Sistema político no qual coexistem diversos partidos A 9ª letra do alfabeto
A cidade dos objetos gigantes (SP) Estabelecimento onde se tingem tecidos
Relativa à idade (?) abaixo: desabar
Edward Albee, dramaturgo "A Festa no (?)", fábula infantil

Junto de, perto de (latim)
Unidade da taba (bras.) "(?) dos Apóstolos", livro da Bíblia Ferramenta do coveiro (pl.)
Átomo, em inglês
Primeiro elemento de uma série Motivo de desgaste do lápis








Áries: Organize a vida pessoal, fortaleça a base emocional e planeje novos passos.
Touro: Invista em projetos familiares e criativos; boas oportunidades de estabilidade.
Gêmeos: Mensagens e contatos impulsionam a carreira; priorize objetivos.
Câncer: Momento favorável para crescimento profissional e ganhos financeiros.
Leão: Amplie horizontes, estude, viaje ou aposte em novos conhecimentos.
Virgem: Hora de transformar padrões, reorganizar finanças e fortalecer parcerias.
Libra: Relacionamentos ganham destaque; diálogo e acordos favorecem o dia.
Escorpião: Foque na rotina e no trabalho; organização trará melhores resultados.
Sagitário: Criatividade, romance e lazer em alta; aproveite oportunidades.
Capricórnio: Dê atenção à família e ao lar; mudanças trarão mais conforto.
Aquário: Conversas, negociações e deslocamentos favorecem decisões importantes.
Peixes: Cuide das finanças e valorize seus talentos; segurança material cresce.



AMELIA RODRIGUES DOS SANTOS, 77, faleceu ontem, 3. O velório ocorre na capela mortuária do centro de Fazenda Vilanova. O sepultamento ocorre hoje, 4, às 10h, no Cemitério da Concórdia, em Fazenda Vilanova.
DIAMANTINA SOUZA DA SILVA, 80, faleceu ontem, 3. O sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal de Taquari.
LEONDIR DOMINGOS MARCHETTI, 80, faleceu no domingo, 2. O sepultamento ocorreu no cemitério de Linha Pedro Álvares Cabral, em Anta Gorda.
MARTA LORI SEIBT JUNG, 88, faleceu no domingo, 2. O sepultamento ocorreu no cemitério de Linha Harmonia Alta, em Teutônia.
VALDEMIRO BROILO, 62, faleceu no sábado, 1º. O sepultamento ocorreu no Cemitério Católico do bairro Hidráulica, em Lajeado.


CÉLIA BIASIBETTI BOUVIÉ, 78, faleceu no sábado, 1º. O sepultamento ocorreu no Cemitério Católico de Nova Bréscia.
RENATA SANTOS DE VARGAS, 45, faleceu no sábado, 1º. O
sepultamento ocorreu no Cemitério de Bom Retiro do Sul.
CARLOS LEOCIR MARTINS, 58, faleceu no sábado, 1º. O sepultamento ocorreu no Cemitério dos Almeida, em Taquari.





Ceat foi campeão do CERGS no vôlei feminino 12 a 14 anos pelo quarto ano consecutivo
A equipe feminina de voleibol do Colégio Evangélico Alberto Torres (Ceat) subiu ao lugar mais alto do pódio mais uma vez ao conquistar o Campeonato Estudantil do Rio Grande do Sul pelo quarto ano consecutivo na categoria 12 a 14 anos. Com o resultado, o Ceat será o representante do estado nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) que ocorrem de 20 a 26 de setembro, em Brasília.
A campanha vitoriosa se deu de forma invicta, superando adversários na fase classificatória e nas finais, que ocorreram no Complexo
Esportivo da Ulbra, em Canoas, na quarta-feira, dia 29 de agosto.
A equipe masculina da categoria também esteve presente nas finais e trouxe uma importante medalha de prata para casa.
Em agosto, a categoria 15 a 17 anos também entra em quadra pelo CERGS, no dia 7, em Passo Fundo, para disputar a etapa classificatória. As finais estaduais ocorrerão no final de agosto e a nacional em outubro, em Foz do Iguaçu. A equipe do Ceat nesta categoria é a atual campeã nacional da primeira divisão.

Alviazul perde para o Pelotas por 1 a 0 na Arena e volta a campo já nesta quarta-feira fora de casa
Acaminhada do Lajeadense rumo ao acesso à elite do futebol gaúcho começou com um tropeço. Diante da torcida, na Arena Alviazul, a equipe foi superada pelo Pelotas por 1 a 0 na estreia da Divisão de Acesso. O único gol da partida saiu aos 44 minutos do primeiro tempo, e deixa o Alviazul com a necessidade de se recuperar após a abertura da competição. Em um duelo equilibrado, o time comandado por Serginho Almeida buscou controlar a posse de bola e criar oportunidades, mas encontrou dificuldades para furar a marcação adversária. O Pelotas apostou em uma postura mais cautelosa e aproveitou uma das principais chances que teve antes do intervalo para construir a vitória em gol marcado por Thiago André.
Na etapa final, o Lajeadense aumentou a pressão em busca do empate. Com maior presença no campo ofensivo, criou volume de jogo e levou perigo em algumas chegadas, porém esbarrou na organização defensiva do adversário e não conseguiu transformar as oportunidades em gol. O Pelotas administrou a vantagem até o apito final e iniciou a competição com os três pontos.

Lajeadense chegou a criar chances mas não conseguiu superar a boa defesa do Pelotas
Agora, o foco do Lajeadense é a rápida recuperação. A equipe volta a campo na próxima rodada em busca dos primeiros pontos na Divisão de Acesso. O segundo jogo já ocorre amanhã, contra o Bagé, no Estádio Pedra Moura. A partida inicia às 19h. Somar fora de casa passa a ser fundamental para não perder contato com os primeiros colocados e manter vivo o objetivo de conquistar uma vaga na fase eliminatória da competição.

Competição começou neste domingo com nove partidas, apenas uma vitória de mandante e três empates sem gols na categoria Principal
Ezequiel Neitzke
ezequiel@grupoahora.net.br
OCampeonato Regional Certel Sicredi 2026 começou no domingo, 2, com rodada completa e equilíbrio em boa parte dos confrontos da categoria Principal. Das nove partidas disputadas, três terminaram sem gols, outras duas acabaram empatadas e quatro equipes conquistaram vitória. O principal destaque foi a goleada do Tiradentes por 9 a 0 sobre o Nova Berlim, em Canudos do Vale, resultado que colocou a equipe na liderança pelo critério de saldo de gols.
A grande atuação da rodada foi do centroavante Roberson, que marcou três vezes. O ex-jogador de Grêmio, Internacional, Juventude e Cruzeiro comandou o ataque do Tiradentes ao lado de João Moura, autor de dois gols e de uma assistência. Também balançaram as redes Jean Lucca, Uéslei Steffens, Dentinho e Gão, fechando a maior goleada da competição até o momento. O atual campeão Taquariense iniciou a defesa do título com empate sem gols diante do Gaúcho de Teutônia, enquanto o vice-campeão Poço das Antas foi o único mandante a vencer na rodada ao superar o Minuano por 2 a 0. Os gols foram marcados por Capela e
William Kochenborger, de pênalti.
Em Guaporé, o Juventude estreou com vitória por 3 a 0 sobre o Gaúcho de Progresso. Fabrício abriu o placar após jogada construída por Felipe Gedoz e Luquinhas. Ainda na etapa inicial, Lucini ampliou, novamente em lance iniciado por Gedoz e Luquinhas. Nos acréscimos do segundo tempo, Gui fechou o marcador. Outro visitante que saiu com os três pontos foi o Brasil, que venceu o Cruzeiro por 1 a 0, em Cruzeiro do Sul. O único gol da partida foi marcado por Ramon Reis, em chute de fora da área aos 17 minutos do primeiro tempo.
No bairro Montanha, em Lajeado, Marquinhos colocou o Boavistense em vantagem aos 24 minutos da etapa inicial. Quando a vitória parecia encaminhada, Gabriel Nascimento empatou para o Internacional, aos 44 minutos do segundo tempo.
Em Teutônia, Diego Costa abriu o placar para o Serrano ainda no primeiro tempo. Na etapa final, após pênalti sofrido por Laércio, Juninho converteu a cobrança e garantiu o empate do Canabarrense em 1 a 1.
Um dado curioso da rodada é que nenhum campeão regional foi derrotado na estreia. Taquariense, Juventude de Westfália, Boavistense, Canabarrense, Estudiantes e Gaúcho de Teutônia somaram

Em Venâncio Aires, São Luiz e Estudiantes iniciaram a Copa Certel Sicredi com empate em 0 a 0
um ponto. Já Brasil e Juventude de Guaporé começaram a competição com vitória. Na categoria Aspirante, os destaques ficaram para as vitórias de Imigrante, Taquariense, Internacional, Juventude de Guaporé, Serrano e Estudiantes. Nova Berlim e Tiradentes empataram em 2 a 2, assim como Cruzeiro e Brasil. Poço das Antas e Minuano ficaram no 0 a 0.
Juventude Westfália 0 x 0 Imigrante Taquariense 0 x 0 Gaúcho-Teutônia
Internacional 1 x 1 Boavistense
Juventude Guaporé 3 x 0 GaúchoProgresso
Juventude Westfália 0 x 2 Imigrante Taquariense 2 x 1 Gaúcho-Teutônia
Internacional 1 x 0 Boavistense
Juventude Guaporé 3 x 2 GaúchoProgresso
Canabarrense 1 x 1 Serrano
São Luiz 0 x 0 Estudiantes
Nova Berlim 0 x 9 Tiradentes
Cruzeiro 0 x 1 Brasil
RESULTADOS – PRINCIPAL RESULTADOS – ASPIRANTE
EC Poço das Antas 2 x 0 Minuano
Canabarrense 0 x 2 Serrano
São Luiz 0 x 1 Estudiantes
Nova Berlim 2 x 2 Tiradentes
Cruzeiro 2 x 2 Brasil
EC Poço das Antas 0 x 0 Minuano

Em 4 de agosto de 2006 era aberta a 5ª edição da Mostra Guaporé, no Autódromo Internacional Nelson Luiz Barro. Mais de cem expositores colocariam à disposição do público lingeries e joias folheadas, entre outros produtos. A abertura da feira contaria com a presença do então governador do RS, Germano Rigotto. Entre os atrativos do evento, desfile-show e gastronomia – com a feira de agronegócio. Os visitantes pagariam R$ 3,00 o ingresso e R$ 5,00 o estacionamento.
por Luciane Ferreira


Para atrair um grande público, a rainha Karina Possamai e as princesas Milena Zorzi e Graziela Dai Prai, acompanhadas dos diretores sociais Dulce e Telmo Martins fizeram visitas nos municípios para divulgar o evento.
- Dia Nacional da Campanha Educativa de Combate ao Câncer
- Dia do Padre (Dia do Sacerdote)

A notícia da volta às aulas, após as férias de inverno, destacava o movimento intenso de veículos nas imediações do Colégio Estadual Presidente Castelo Branco, no centro de Lajeado. Todas as vagas de estacionamento estavam ocupadas.

Santo do dia:
São João Maria Vianney
Corte e diretores em visita para divulgar evento
Em frente ao Castelinho, nenhuma vaga livre para estacionar
Nove granjas com sede no Alto Taquari, nos municípios de Estrela, Cruzeiro do Sul, Lajeado e Arroio do Meio, estavam inscritas para III Expointer, em Esteio. A participação havia sido viabilizada pela Associação de Criadores de Suínos do RS
(Acsurs), com sede em Estrela. As raças que iriam para exposição daquele ano eram Duroc, Landrace, Large White e Hampshire. No total, 656 animais seriam levados ao parque.
A Acsurs também organizava o Dia do Porco. Eram
esperados mais de 200 criadores para o terceiro ano do festejo. Até então, a festa era regional. Mas em 1976 passou a ter caráter estadual. A programação previa palestras e um dos temas abordados seria “inseminação artificial”.

Jornalista
Juntos, o Progressistas (PP) e o Partido Liberal (PL) somam oito vereadores em Lajeado. Isso, por si só, representa maioria entre as 15 cadeiras da Câmara. A base do governo ainda conta com dois integrantes do PSDB.
Na prática, porém, o cenário é diferente. De algum tempo para cá, o PL “pisou no acelerador” nas críticas ao governo e, muitas vezes, tem sido mais ativo do que o próprio MDB, maior partido de oposição, com quatro vereadores. Aliás, os emedebistas não disfarçam os sorrisos diante da turbulência verbalizada nas sessões, especialmente por Luis Benoitt (PL). Com tudo isso, até quando compensará ao governo ter o PL na mesma trincheira? E, para os liberais, seguirá fazendo sentido manter esse misto de cargos na administração e críticas à gestão?
Os projetos de financiamento de obras públicas de até R$ 100 milhões podem balizar o futuro dessa relação cada vez mais acalorada. E também a eleição da próxima Mesa Diretora. Aliás, as articulações nos bastidores já se intensificaram.


E no plural. A maior urgência é a ligação entre Encantado e Muçum, na ERS-129. O bloqueio total isola parte da região alta. Mais de uma semana depois, o problema persiste.
Ainda na ERS-129, há apreensão em relação à ponte entre Encantado e Roca Sales. A cada enchente, os pilares sofrem novos impactos. Existem também preocupações com pontes que sequer existem. Uma delas é a Ponte dos Vales, entre Estrela e Cruzeiro do Sul. O cro-
• “Não somos atendidos pela EGR em nada”, diz o presidente da câmara de vereadores de Venâncio Aires, Nelsoir Batisti.
• A rótula da Avenida Alberto Müller com a Avenida Parque do
Imigrante tornou-se uma aventura diária. Especialmente nos horários de maior movimento, formam-se filas duplas, surgem trajetos improvisados e aumenta o buzinaço. É importante que o setor de planejamento intervenha. • Para quem ainda tem dúvida
nograma ajustado gera apreensão quanto ao andamento dos trabalhos. Outro exemplo é a estrutura entre Travesseiro e Marques de Souza. Prevista para ser entregue em outubro, a travessia ainda está longe da conclusão.
sobre o que muda com o início da campanha eleitoral, em 16 de agosto, a resposta é: pouca coisa. A principal diferença é que os candidatos poderão pedir voto de forma explícita. O restante, em boa parte do país, já vem sendo feito há muito tempo.

FERNANDO RÖHSIG
Conselheiro de Administração
Durante muitos anos, acreditou-se que um bom conselho de administração ou consultivo era aquele que recebia o maior volume possível de informações. Hoje, essa lógica começa a ser questionada.
Uma pesquisa internacional da Society for Corporate Governance e da Board Intelligence, divulgada em 2026, revela que um dos principais desafios dos conselhos não é a falta de dados, mas o excesso deles. Metade das organizações pesquisadas informou que seus conselheiros consideram os materiais das reuniões longos demais, enquanto muitos apontam que os documentos ainda são excessivamente operacionais e pouco orientados à estratégia.
Esse resultado merece atenção dos empresários brasileiros. Governança corporativa não consiste em produzir relatórios volumosos ou apresentações extensas. Seu propósito é apoiar melhores decisões. Quando o conselho dedica mais tempo lendo centenas de páginas do que discutindo riscos, oportunidades e o futuro do negócio, algo precisa ser revisto.
A lição é clara. Bons conselhos fazem boas perguntas porque recebem boas informações”
A própria pesquisa mostra que as organizações mais maduras distribuem os materiais com antecedência adequada, utilizam plataformas seguras para compartilhamento das informações e investem na preparação das pautas para ampliar a qualidade das discussões estratégicas. Outro dado chama a atenção: embora a Inteligência Artificial comece a apoiar a elaboração de resumos executivos e documentos, sua adoção permanece cautelosa. A principal preocupação das empresas continua sendo a confiabilidade das informações produzidas e a proteção dos dados estratégicos do conselho.
A lição é clara. Bons conselhos fazem boas perguntas porque recebem boas informações. A governança cria valor quando transforma dados dispersos em inteligência para decidir. Nas empresas familiares, esse aprendizado é ainda mais relevante. Em ambientes onde o fundador concentra conhecimento e decisões, organizar informações estratégicas, estabelecer processos e qualificar o debate reduz riscos, fortalece a sucessão e amplia a capacidade de crescimento.
O verdadeiro ativo de um conselho não é a quantidade de documentos sobre a mesa. É sua capacidade de transformar informação em visão estratégica, decisões consistentes e valor sustentável para a empresa. Porque governança não se mede pelo volume de páginas distribuídas antes da reunião, mas pela qualidade das decisões tomadas depois dela.
Terça-feira, 4 de agosto de 2026
Fechamento da edição: 18h

