PORTE PAGO
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População do Celeiro manifesta-se contra o IC9
Carnaval da Batalha aposta no humor e na crítica social
Polémica com proibição do Carnaval na escola
Dezenas de pessoas saíram à rua exigindo alterações no traçado da nova via.
Apesar do frio, milhares de pessoas assistiram ao cortejo. Veja as imagens.
Alunos impedidos de se mascararem. Situação desagradou a vários pais.
| DIRECTOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XX nº 235 | Fevereiro de 2010 |
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QUIOSQUE DA BATALHA De José Manuel Matos Guerra
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Wpág. 10 Grutas da Moeda continuam na corrida das 7 Maravilhas Naturais Grutas da Moeda. Este é o único representante da Batalha na eleição das Sete Maravilhas Naturais de Portugal. O distrito de Leiria mantém em competição três grutas e o arquipélago das Berlengas.
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Escolas da Batalha vão receber obras no valor de 10 milhões As Escolas Secundária e Preparatória da Batalha irão ser alvo de uma intervenção de fundo. As obras deverão arrancar ainda este ano e incluem a demolição de alguns edifícios existentes e construção de novos. A
Parque Escolar, EPE, empresa que tem por objecto estas intervenções fala num investimento avultado e numa profunda remodelação da área das escolas. Confira o que pensa a comunidade educativa sobre este projecto.
Colectividade da sede de concelho aposta na criação de grupo de teatro No ano em que comemora 51 anos de existência, a ARB – Associação Recreativa Batalhense, está a desenvolver várias actividades, uma das quais a criação de um grupo de teatro. A ideia já é antiga, mas avança agora.
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Opinião Espaço Público
Fevereiro 2010
Baú da Memória
_ estatuto editorial
1. O Jornal da Batalha é um jornal mensal.
Professor Saúl Gomes, o Historiador da Batalha É uma memória do tempo presente mas cujo registo é preciso fazer tendo em conta a sua invulgaridade e a sua importância. Trata-se da obra do Professor Doutor Saul António Gomes e muito principalmente da parte substancial do seu extraordinário trabalho de investigador que vem dedicando á Batalha e ao seu aro. São mais de cinco mil páginas e vários estudos de grande fôlego, entre eles “O Mosteiro de Santa Maria da Vitória no século XV”, sua brilhante tese de Mestrado (a do doutoramento reportou-se a Santa Cruz de Coimbra), “Vésperas Batalhinas”, “Fontes Históricas e Artísticas do Mosteiro e da Vila da Batalha”, 4 volumes abrangendo o longo período dos séculos XIV a XVII, “O Livro do Compromisso da Confraria do Hospital de Santa Maria da Vitória da Batalha”, “Notícias e Memórias Paroquiais Setecentistas”, (nº 3 Batalha) e agora a “Golpilheira Medieval – Documentos Históricos”. Não há ninguém mais, nenhum investigador, nenhum historiador, que se tivesse debruçado desta maneira sobre a história batalhense, nem fazendo-o de forma mais rigorosa e tão pormenorizada e generosa como o Professor Saul Gomes.
Jornal da Batalha
2. O Jornal da Batalha tem como preocupação dominante a defesa dos valores. 3. O Jornal da Batalha é um jornal independente de quaisquer forças políticas e/ou económicas.
Autor de mais de cento e oitenta livros (!), a maior parte de centenas de páginas e alguns chegando às mil e tal páginas, como o grosso volume de “Porto de Mós – Colectânea Histórica e Documental – séculos XII a XIX”, de milhares de artigos científicos publicados em inúmeros jornais e revistas portuguesas e estrangeiros e conferencista de nomeada, além, evidentemente, de brilhante professor na Universidade de Coimbra, o seu labor imenso tem-se pautado por uma qualidade que lhe garantiu já um lugar entre as maiores figuras das Letras e do Pensamento portugueses. Em 3 de Maio, o notável historiador irá a Paris proferir uma conferência sobre o Mosteiro de Santa Maria da Vitória e, em 29 do mesmo mês, virá ao Centro Recreativo da Rebolaria, que festeja 50 anos, falar sobre a história local e regional. A fotografia, da autoria de António Luís Sequeira, mostra o Professor Saul Gomes a fazer uma evocação histórica da Batalha Real de Aljubarrota e da Família de Avis, num dos últimos 14 de Agosto, na Capela do Fundador.
4. O Jornal da Batalha rege-se, única e exclusivamente, pelos valores e princípios deontológicos que norteiam o exercício de uma Comunicação Social livre, democrática, aberta e responsável. 5. O Jornal da Batalha assume-se como palco privilegiado da reflexão necessária ao desenvolvimento do concelho da Batalha. 6. O Jornal da Batalha é pluralista na opinião. 7. O Jornal da Batalha é um espaço aberto a todas as opiniões, conscientes sobre temas de interesse para a região onde se insere.
José Travaços Santos
O Director
Homenagem a Eduardo Oliveira Um grupo de amigos, vai levar a efeito um jantar de homenagem a Eduardo Oliveira, no próximo dia 12 de Março, pelas 20,30 horas, no Restaurante Pérola do Fetal, no Celeiro, Reguengo do Fetal. Eduardo Santos Oliveira, tem dedicado toda a sua vida em prol de algumas entidades da Batalha, nomeadamente, Câmara
Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Director Carlos dos Santos Almeida (C.P.nº 2830) Coordenador Armindo Vieira (C.P. nº 6771)
Redactores e Colaboradores Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Henriqueta Ligeiro
Redacção e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:
Municipal, Bombeiros Voluntários, Arquivo Municipal, Associação de Propaganda e Defesa da Região da Batalha, Centro do Património da Estremadura (CEPAE) e outras. Para quaisquer esclarecimentos e inscrições, deverão os interessados contactar o telf. 918 460 852.
Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos) Depósito Legal Nº 37017/90 Insc. no SRIP da I.C.S. sob o nº 114680 Empresa Jornalística Nº 217601 Produção Gráfica Semanário Região de Leiria Rua D. Carlos I, 2-4 - 2415-405 Leiria-Gare Apartado 102 - 2401-971 Leiria Telef.: 244 819 950 - Fax 244 812 895
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Jornal da Batalha
Fevereiro 2010
Actualidade Batalha
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Actualidade
Revolução nas escolas da Batalha avança este ano e custa 10 milhões m As Escolas da Batalha, a partir do fim de deste ano, irão sofrer obras de beneficiação, sendo alguns dos blocos demolidos
As Escolas Secundária e Preparatória da Batalha irão sofrer, possivelmente com início ainda no corrente ano, uma intervenção de fundo, com a demolição de alguns edifícios existentes e construção de novos, segundo as “no-
vas exigências em termos regulamentares para os edifícios”, de acordo com as informações recolhidas pelo Jornal da Batalha, junto da Parque Escolar, EPE, empresa que tem por objecto estas intervenções. As obras têm uma duração prevista de um ano e meio, sendo que, até ao próximo “mês de Maio de 2010 será lançado o concurso de pré-qualificação referente à empreitada” e até ao final de 2010 “serão iniciadas as intervenções com um prazo de conclusão previsto de 18 meses”, explica a empresa. Esta
intervenção insere-se na Fase 3 do Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário. Embora não tenhamos conhecimento integral das obras a realizar, a verdade é que “a intervenção engloba a Escola Secundária da Batalha, Escola Profissional de Artes”, que já se encontram integradas e “a Escola Básica Mouzinho
de Albuquerque”, adianta a Parque Escolar, acrescentando que neste momento “está a decorrer a fase de projecto”, pelo que “ainda não é possível aferir os pormenores da intervenção”. No entanto, “a intervenção será profunda, abrangendo a criação de novos espaços e a recuperação/ readaptação dos existentes, de acordo com
s registo “Os alunos, cujas salas de aula estão a ser modernizadas, irão ocupar os monoblocos climatizados disponibilizados para o efeito”
as novas exigências em termos regulamentares para os edifícios”, disse. Nestas obras de requalificação, cujo investimento “se estima em dez milhões de euros”, a intervenção será feita de forma faseada, pelo que “os alunos, cujas salas de aula estão a ser modernizadas, irão ocupar os monoblocos climatizados disponibilizados para o efeito”, adianta a empresa. A empresa Parque Escolar tem “como objectivos de concretização a intervenção em 332 escolas até 2015”, sendo que “até ao momento, foi concretizada
a Fase Piloto, abrangendo 4 intervenções, e das 26 escolas que integram a Fase 1 estão concluídas 15, concluindo-se as restantes 11 escolas até Maio de 2010”. Para além disso, a Parque Escolar tem “actualmente em intervenção 75 escolas referentes à Fase 2 e até Dezembro de 2010 o Programa de Modernização irá abranger mais 100 escolas secundárias do país”. É neste último grupo que se inclui a intervenção da Batalha. Armindo Vieira armindo.vieira@jornaldabatalha.pt
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Batalha Actualidade
Fevereiro 2010
Jornal da Batalha
Agrupamento de Escolas concorda mas…. Fernando Sarmento, director do Agrupamento de Escolas da Batalha, fala num já longo processo que tem tido a autarquia batalhense e a empresa Parque Escolar como interlocutores. No final do passado ano lectivo, refere, foi confrontado, pela Directora Regional de Educação, “sobre a possibilidade de intervenção da Parque Escolar na Escola Básica Mouzinho de Albuquerque”. Considerou “a proposta interessante e positiva”, tanto mais que se perspectivava a intervenção na Escola Secundária e “haveria ganhos reais a nível de formulação de uma quadro geral integrado das obras a realizar, justamente decorrente da proximidade geográfica das mesmas”. Contudo, o responsável adianta que em Novembro do ano passado, foi-lhe solicitado pela Parque Escolar “um parecer sobre as obras a realizar, a partir de um esboço de plano apresentado”, tendo colocado na altura, algumas questões, “nomeadamente referentes à integração do 1º Ciclo do Ensino Básico e acentuei que emitiria o
meu parecer após a audição dos órgãos pedagógico e de direcção do agrupamento de escolas”. Uma vez apresentado, diz Sarmento, “o Conselho Pedagógico manifestou-se desfavoravelmente, face à monstruosidade do edifício, completamente desajustado e disfuncional face à acção educativa que é suposto aí desenvolver-se”, tendo proposto “uma separação clara entre os 1º, 2º e 3 ciclos do Ensino Básico, por um lado e o Ensino Secundário por outro”. Quanto ao Conselho Geral Transitório, “manifestou-se também pela separação física dos ensinos básico e secundário”, acrescenta. O Director do Agrupamento de Escolas, diz ainda que a Associação de Pais ter-se-á pronunciado “desfavoravelmente face à proposta apresentada, tecendo duras críticas ao modelo e configuração dos edifícios propostos” e, sobretudo, “à junção dos ensinos básico e secundário num mesmo espaço”. Mas, Fernando Sarmento vai mais longe e refere que “posteriormente se realizaram algumas reuniões para
ajustamento das diversas posições manifestadas” pelos intervenientes e interessados directos no edifício a construir, formulando então algumas considerações: “a equação de uma nova configuração dos espaços propostos, de modo a satisfazer os requisitos indispensáveis a uma articulação entre os três níveis de ensino básico”, matriz fundadora da constituição dos Agrupamentos como unidades de gestão e, por outro lado, “uma diferenciação ao nível do ensino Secundário, criando condições para uma diversificação das ofertas educativas e formativas e de percursos escolares alternativos de natureza profissionalizante”. São ainda apresentadas algumas sugestões do modo como devem ser implantados os edifícios e o que deverá ser colocado em cada um deles, assim como a criação de diversos espaços.
Maio de 2010: concurso de pré-qualificação
Final de 2010: arranque das obr
10.000.000 euros: custo estimado da intervenção
500.000 euros: investimento da
Parque Escolar, EPE: responsável pela intervenção
Até 2015: 332 escolas intervencion
Associação de Pais do Agrupamento de Escolas quer requalificação A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas da Batalha (APEEAEB) “considera urgente a requalificação do parque escolar da Batalha, nomeadamente da Escola Básica Mouzinho de Albuquerque na Batalha”, porquanto as instalações actuais “são inadequadas à boa prática do ensino das crianças e insuficientes ao nível de espaços de comuns”. A associação refere, por exemplo, “a ausência de espaços lúdicos e a utilização de placas de fibrocimento portadoras de amianto na cobertura de alguns espaços da Escola”. A substituição desse material, que “vários estudos sinalizam como substância causadora de vários problemas de saúde” é há muito reclamada. Em relação à unificação do espaço escolar, APEEAEB, diz desconhecer “os termos e os fundamentos da intervenção proposta”, pelo que “não está em condições de
se pronunciar em definitivo quanto ao eventual projecto de unificação das Escolas”, por isso remeteu recentemente “um ofício para a empresa Parque Escolar, solicitando esclarecimentos e naturalmente manifestando a nossa disponibilidade de colaboração”. Contudo, a Associação diz ter participado “apenas numa reunião de trabalho onde foi apresentado um esboço de projecto”, no qual “não estava claro qualquer unificação de escolas ou de espaços comuns”. Sobre esta matéria, “desejamos ter uma palavra, até porque está em causa a qualidade de ensino dos nossos educandos”. Quanto à requalificação das escolas, a associação julga ser “muito importante que os projectos avancem rapidamente”, porque está subjacente “uma melhoria das condições gerais das escolas, à semelhança do projecto que se está a desenvolver na construção do novo Centro
Educativo junto às piscinas”. Entende, no entanto, que “qualquer processo de integração dos diferentes níveis de ensino secundário, profissional e básico, deve salvaguardar a qualidade das aprendizagens e tratar de forma diferente os vários níveis ensino”. Para além disso, “compreendemos que alguns espaços comuns e equipamentos, como biblioteca, refeitório, recreios, etc., terão necessariamente de dispor de condições específicas, adaptadas aos alunos em função da idade e grau de ensino que frequentam”, pelo que, “estamos empenhados no projecto, mas atentos às condições pedagógicas do mesmo”, porque acima de tudo “estão os interesses das crianças”.
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Jornal da Batalha
Fevereiro 2010
Actualidade Batalha
Associação de Pais da Escola Secundária espera para ver A Associação de Pais da Escola Secundária da Batalha (APESB) ainda não tem uma posição formal sobre o processo de reformulação da zona escolar. Jorge Oliveira, presidente da APESB explica que o assunto “ainda não foi discutido em assembleia de pais”. Acresce que “ainda não tivemos acesso a qualquer maqueta ou projecto sobre a obra que se pretende realizar”. Também no que se refere à possibilidade da intervenção unificar as escolas, o presidente da associação remete qualquer posição para depois de conhecido o projecto. Ainda assim, em tese, “a ideia de espaços comuns não nos é muito simpática”, diz. “Imaginar casas
de banho ou balneários partilhados por crianças de seis anos e jovens de vinte não é uma perspectiva que nos agrade”, ainda mais “quando sabemos a escassez de funcionários com que as escolas se debatem”, acrescenta. Jorge Oliveira diz ainda que o “edifício escolar da Batalha tem um problema que exige solução urgente”, referindo-se à antiga Escola de Artes e Ofícios que funciona provisoriamente no espaço onde outrora funcionou a Câmara Municipal. No seu entender, a solução desse problema “deve passar pela integração física na escola mãe, a Escola Secundária da Batalha”. A finalizar, este responsável adianta
que “como pessoas conscientes e responsáveis, não podemos cegamente dizer não a uma obra, que sabemos ter como razão primeira a resolução daquele problema”. Sobre este assunto, o Jornal da Batalha procurou igualmente ouvir a presidente da Comissão Administrativa Provisória da Escola Secundária da Batalha, o que, após várias tentativas, se revelou impossível.
Meados de 2012: final das obras
ras Câmara da Batallha
nadas
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Deputado questiona Ministério O deputado à Assembleia da República, pelo PSD, Paulo Batista Santos, questiona o Ministério da Educação, relativamente à intervenção nas Escolas da Batalha. No requerimento, a que o Jornal da Batalha teve acesso, Paulo Batista Santos, diz que “importa conhecer com detalhe a forma de integração deste projecto alargado, quer em sede dos espaços físicos a construir quer quanto à eventual integração funcional das várias Escolas envolvidas”, assim como é necessário conhecer a opinião dos órgãos de gestão das Escolas e dos respectivos parceiros da Comunidade Educativa”, em particular das respectivas Associações de Pais e Encarregados de Educação, quanto “à nova versão do projecto de intervenção pela Parque Escolar, EPE nas referidas Escolas”. O deputado do PSD solicita ainda cópia do projecto ou de ante-projecto desenvolvido pela Parque Escolar, EPE, “na versão actual que contempla a intervenção nas Escola Secundária c/ 3 º Ciclo + EP Escola Secundária da Batalha e Escola Profissional de Artes Ofícios Tradicionais da Batalha + Escola Básica Mouzinho de Albuquerque”, bem como cópia da “fundamentação técnico-pedagógico da opção de integração de projectos, bem como pareceres dos respectivos órgãos de gestão”. Solicita igualmente cópia dos “pareceres das autarquias locais e das Associações de Pais, no caso de estas se terem pronunciado sobre o novo projecto”.
Câmara vai gastar 500 mil euros “Aguardamos que brevemente nos seja apresentado um pré projecto já com as alterações saídas das reuniões havidas com os respectivos órgãos das escolas envolvidas e o município”. É este, de acordo com Carlos Henriques, vereador com o pelouro da Educação na Câmara da Batalha, o ponto de situação do projecto. O autarca confirma que haverá “uma requalificação de todo o espaço escolar”, sobretudo centrada na integração da Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais na Escola Secundária. A necessidade de criar novos espaços e de adequar os espaços à nova realidade educativa, são as grandes preocupações. Um exemplo passa pelo facto de o campo de jogos e o pavilhão não serem suficientes para que os alunos tenham aulas de educação física com dignidade. Prevêse pois, explica, “a construção de um espaço coberto para a prática desportiva”. Para além disso, a Escola
Profissional “deixará as instalações camarárias, que ocupa há onze anos e que, na altura, foram cedidas por um ou dois anos”, refere. Sobre a possível unificação do espaço escolar lembra que “o que foi pedido pelas escolas é que haja algumas zonas comuns, como por exemplo, refeitórios e bibliotecas”. Já nos espaços de recreio, “a vivência em comum deverá ser acautelada”, mas o que se pretende “é uma requalificação e uma melhoria da qualidade das escolas”, mas também “uma melhoria de espaços de recreio e também procurar não misturar os alunos”. Embora não seja aconselhável, adianta, “não me preocupa que os meninos de oito anos estejam juntos com os de 18 anos nas escolas, porque há alguém que olha para eles”. O convívio “extra-escola preocupa-me muito mais”, sublinha, sobretudo caso “esse convívio não tenha acompanhamento de pesso-
as adultas, nomeadamente pais e avós, para que não haja desvios inaceitáveis”. Carlos Henriques diz não ter conhecimento do montante global envolvido nesta intervenção. Mais certo é o investimento da autarquia nessa requalificação, devendo situar-se na ordem dos 500 mil euros. Esta verba será canalizada para a aquisição de alguns espaços adjacentes e, ao mesmo tempo, “ iremos intervir na zona com um plano de melhoria de acessibilidades”.
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Batalha Actualidade
Fevereiro 2010
Jornal da Batalha
Carnaval proibido na escola gera polémica m A confusão instalou-se na manhã de 12 de Fevereiro na escola sede do Agrupamento de Escolas da Batalha. Máscaras e disfarces proibidos. Alunos exaltados e nervosos. Pais que acorrem à escola alertados com a situação. Estes foram os ingredientes para a confusão que se instalou. Na sexta-feira, 12, vários pais e encarregados de educação acorreram à escola sede do agrupamento para levarem mais cedo para casa os seus
filhos. A anormal afluência à escola surge depois da polémica proibição do uso de máscaras e disfarces de Carnaval na escola. “Avisam-se todos os alunos que não estão autorizados a trazer qualquer disfarce ou outros materiais relativos ao Carnaval”. Este era o teor de um ofício afixado na portaria da escola e que sintetizava a razão da confusão gerada nesta escola que tem cerca de 500 crianças dos primeiro e segundo ciclo. O problema foi despoletado pelo facto de alguns alunos terem ido mascarados para a escola depois da direcção do agrupamento o ter proibido na véspera.
A informação da proibição foi transmitida aos alunos na sala de aula e não formalmente aos encarregados de educação que não receberam nenhum documento escrito. A única informação prestada aos encarregados de educação foi o recado transmitido pelos alunos – caso estes o tenham de facto transmitido aos pais – e o ofício afixado na portaria da escola. Já quanto ao que se terá passado no interior da escola, não há, pelo menos para já, uma posição formalmente assumida pela associação de pais que a remete para depois da reunião com o responsável do agrupamen-
to que deverá ter tido lugar dia 19, já depois do fecho desta edição. Ainda assim, alguns pais, reportando-se aos relatos dos seus educandos, falam em alunos que, por estarem mascarados, foram impedidos de ir ao recreio. Uma situação que terá contribuído para o nervosismo e mesmo indisposição de algumas crianças que, consequentemente, foram levadas da escola pelos pais. PAIS CONTESTAM PROIBIÇÃO. Carla Valverde, uma das encarregadas de educação, enquanto esperava que o
“Mercado bem tratado” para sensibilizar feirantes A SUMA e o Município batalhense, de colaboração com a Escola Secundária da Batalha e Colégio de São Mamede, estão a promover uma campanha de sensibilização, destinada a feirantes, com vista à limpeza do espaço temporário de venda, a que se chamou “Mercado Bem Tratado”. Assim, no passado dia 1, alunos da Escola Secundária da Batalha, acompanhados de técnicos da SUMA e do Município da Batalha, distribuíram material informativo, no mercado semanal da Batalha, com a finalidade de “alertar feirantes e clientes
para a gestão partilhada de responsabilidades no que toca à utilização de espaços e equipamentos públicos”, é explicado numa nota que chegou à nossa redacção. Trata-se de uma nova acção de sensibilização que visa “acabar com os inqualificáveis níveis de insalubridade pública dos recintos após a realização das feiras e mercados”, refere o documento, adiantando que os comerciantes de feiras e mercados deverão adoptar “novos hábitos comportamentais, incutindo responsabilidades e, ao mesmo tempo, destacando a im-
portância que a limpeza assume em relação ao que mais os motiva: o negócio”. Novas acções de sensibilização estão agendadas para
os dias 5 de Abril, no mercado semanal da Batalha, e nos dias 4 de Março e 20 de Abril, no mercado de São Mamede.
filho – mascarado de mosqueteiro - saísse da escola, comentava considerar que a proibição não fazia sentido, “pois estes dias sempre foram de brincadeira. E a brincadeira faz parte do crescimento”. Já uma outra encarregada de educação, Mercês Santos, falava de uma “decisão tomada muito em cima da hora pela direcção que reconheceu que se deveria ter comunicado por escrito”. Deixava ainda o desejo de que este episódio “sirva de lição” uma vez que criou confusão e algumas crianças ficaram “alteradas”. A decisão da direcção do agrupamento de proibir os disfarces foi justificada por
Fernando Sarmento que alegou que alguns dias antes alunos usaram bombas de mau-cheiro e sprays. Uma situação que levou a algumas limitações. Contudo, assegura que os alunos mascarados não foram impedidos de ir às aulas. “Os alunos podem ir às aulas, os alunos estão na escola para ter aulas, este é um dia normal de aulas”, salientou, sublinhando: “Eu até gosto do Carnaval”. Fernando Sarmento admite, contudo, que os encarregados de educação deveriam ter sido formalmente avisados da proibição. Carlos S. Almeida
Fruta grátis chega às escolas Maçãs e peras grátis. O mês de Fevereiro marcou o arranque da distribuição de fruta, gratuita, às crianças que frequentam os jardins-de-infância do concelho da Batalha. A medida é suportada na íntegra pela Câmara da Batalha e consiste na distribuição, duas vezes por semana, de maçãs e peras. “Na base desta decisão pretende a autarquia da Batalha contribuir, com mais esta aposta, no fomento de hábitos alimentares saudáveis, acreditando-se que a Escola assume nesta matéria um papel de extrema importância”, adianta a autarquia. Ainda segundo o município, a fruta a consumir nos jardins-de-infância é originária do concelho da Batalha, “envolvendo-se nesta importante acção produtores locais que vêem, desta forma, os seus produtos frutícolas serem escoados”. Esta medida abrange 350 alunos e decorre até ao final do ano lectivo.
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Jornal da Batalha
Fevereiro 2010
Batalha Actualidade
Celeiro protesta contra IC9 da população do Celeiro ter saído para a rua para protestar contra o traçado da nova via, são conhecidos achados arqueológicos que podem desviar a estrada. Este assunto já chegou à Assembleia da República Um povoamento préromano em Arengões, Alcanadas, poderá ser determinante para o desvio do IC9 do perímetro urbano daquela aldeia da Batalha. O estudo prévio de um arqueólogo que atesta do interesse deste novo achado arqueológico foi um dos elementos que a Câmara da Batalha entregou dia 5 de Fevereiro numa reunião com responsáveis da Estradas de Portugal em que foi debatido o traçado do IC9 e do respectivo nó de acesso. A autarquia fez seguir para a Estradas de Portugal, ministra do Ambiente e ministro das Obras Públicas uma posição que sublinha a necessidade de aferir da importância do achado. O certo é que, caso seja considerado importante, este povoamento pré-romano deverá obrigar ao desvio da nova estrada do perímetro urbano na zona de Alcanadas, explica António Lucas, presidente da Câmara da Batalha. Na reunião de dia 5, acrescenta o autarca, foi ainda enfatizada a necessidade de a obra, ser “afinada” para que sejam minimizados os impactos sociais da nova via. Para António Lucas, só não existem alternativas para a demolição de uma só
habitação, situada na Torre. E no que se refere ao nó de acesso, foi reiterada a preferência pelo traçado há muito defendido pela autarquia, a necessidade de assegurar impactos mínimos e o acesso dos proprietários aos seus imóveis. “Da parte da EP notamos a receptividade para analisar estas situações equacionar alternativas”, refere António Lucas. “QUEREMOS UM MILAGRE”. O slogan tomou forma dia 3, no Celeiro. Cerca de meia centena de habitantes da aldeia responderam à chamada da Associação de Moradores do Celeiro e Lugares Limítrofes com o objectivo de contestar o traçado do IC9. A via e o respectivo nó de acesso estão programados para aquela localidade, já habituada a protestos por causa das linhas de muito alta tensão que a atravessam. A manifestação funcionou em jeito de preparação de argumentos para a reunião com a Estradas de Portugal, Câmara da Batalha e representantes da associação de moradores. Um encontro pedido pela a autarquia e precipitado pela entrega de um abaixo-assinado com 250 as-
Y Opinião
Eduardo Almeida Estudante do ensino secundário
Joaquim Dâmaso
m Poucos dias depois
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O Portugal visível sinaturas. Para António Encarnação, presidente da mesa da assembleia da Associação de Moradores do Celeiro e Lugares Limítrofes, o projecto actual é um “verdadeiro atentado”. Explica que ao atravessar a localidade, a via que integra a concessão rodoviária Litoral Oeste, vai afectar dezenas de habitações. Acresce que, refere, o nó de acesso ao IC9 vai ainda colidir com “uma urbanização licenciada há 15 anos e que tem já cinco casas construídas e duas por construir”. Muros de betão junto a habitações, garagens que ficam sem acesso e vizinhos que ficam separados pela rodovia, são algumas das situações que os moradores contestam.
Igualmente presente na manifestação esteve Horácio Moita Francisco, vereador do CDS-PP na Câmara da Batalha. Já António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, lamenta que estas reivindicações venham tão tarde. “A questão do corredor do IC9 foi resolvida em 2006 e nessa altura a Câmara tomou posições enérgicas uma vez que a opção escolhida contrariava a defendida pela autarquia”. Agora, “não vale a pena lutar por algo que não se pode conseguir”, adianta, lembrando que o executivo está empenhado em conseguir soluções que diminuam os impactos sociais da via. Carlos S. Almeida
s Deputados questionam governo O deputado Paulo Batista Santos questionou o Governo sobre o nó de acesso ao IC 9 na localidade de Celeiro, Batalha. O parlamentar pergunta ao Governo porque razão a solução técnica de nó de ligação ao IC 9 no Celeiro, proposto pela Câmara da Batalha foi alegadamente preterida por outra opção que, segundo a sua opinião, gera elevados danos patrimoniais e ambientes que estão a ser ignorados. Pergunta também, no caso de confirmar-se a mais recente opção no traçado do IC 9, como pretende o Governo minorar os danos causados e
indemnizar as populações locais. Também a deputada do CDS-PP Assunção Cristas, eleita pelo distrito de Leiria, dirigiu, ao Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional e ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, uma pergunta sobre o IC9 e a Subestação Eléctrica da REN no Celeiro. Que estudos justificam o traçado escolhido para o IC9 e por que razão foram preteridas outras hipóteses de traçado, são as questões que levanta.
O Mundo gira, e compete-nos a nós cidadãos do Mundo das sociedades cosmopolitas, que este não volte a girar para os actos terríveis do passado, como a proibição do usufruto das nossas liberdades. Se há coisas que Abril nos deu foram essas mesmas liberdades, que agora não podem estar nas mãos de um governo que para além de não saber governar, como está visível em grande parte das matérias da sua competência, ainda quer gozar desses nossos direitos! É preciso dizer basta, a esta ostracização da sociedade portuguesa, que necessita mais que nunca de se mobilizar, pela luta da democracia, pela liberdade e por uma maior e melhor oposição que faça ouvir os protestos dos portugueses. Se o problema de Portugal estivesse apenas inerente à questão da liberdade de expressão, era um mal que teria apenas uma frente de luta. Contudo em Portugal vivesse à volta de demasiados problemas nomeadamente o desemprego, a não existência de crescimento económico, o crescimento da dívida pública e do défice, a degradação do sistema de ensino, o insistir do governo nas obras megalómanas, o sistema de justiça que não funciona, entre outros. É necessário, trabalhar no sentido de um futuro melhor, para as nossas gerações vindouras, que devem ser livres de dizerem o que pensam o que acham, sem que ninguém lhes diga o que pensar. Eu sou apenas um jovem de tenra idade, sei que há uma geração que pensa como eu, que já não é esta a geração vindoura, já nos assumimos com a geração da mudança, a geração do romper com as políticas injustas destes 15 anos de governos do PS, que pelo menos nos últimos 5 anos nos têm oprimido as liberdades. Nós já somos a geração do presente, por isso temos e devemos mostrar a nossa diferença, pois ainda há jovens que olham para a política, e têm opinião sobre esta, não podemos deixar que essa opinião morra no esquecimento sem poder ser revelada. Dá voz à tua opinião e luta pelas tuas liberdades!
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Batalha Actualidade
Fevereiro 2010
Jornal da Batalha
Idosos de São Mamede aprendem a ler e a escrever m Desengane-se quem pensa que a aprendizagem escolhe idades. Um grupo de idosos de São Mamede provam o contrário São nove os idosos que, nas instalações do Centro Social e Cultural da Paróquia de São Mamede (CSCPSM), estão a receber aulas de alfabetização. Segundo Carina Brás, a técnica responsável da instituição, alguns dos idosos que frequentam as valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário, “manifestaram interesse em aprender a ler e a escrever”, porque “alguns sabiam ler e não
sabiam escrever, outros sabiam e já esqueceram e outros não sabiam nada”. Entretanto, a psicopedagoga Sofia Vieira “apresentou-nos um projecto para ministrar aulas de alfabetização a idosos”, que a instituição aceitou. Trata-se do PAI – Projecto de Alfabetização de Idosos, que “tem origem nos interesses dos utentes e nos objectivos do Centro”, como explica Sofia Vieira, ao Jornal da Batalha, acrescentando que se apresenta como “mais uma actividade disponibilizada pela Instituição, aos seus idosos” de forma a promover a saúde, proporcionando um bemestar, satisfação e “prazer nas actividades que desenvolvem, indo de encontro
às necessidades e interesses dos utentes”. Segundo um estudo feito para a elaboração do projecto, a população alvo situa-se numa faixa etária entre os 45 e os 90 anos, sendo na sua maioria do sexo feminino e que tiveram uma frequência
escolar nula ou quase. Sofia Vieira adianta que com este projecto, pretende-se promover a saúde e bem-estar dos idosos, “através de actividades de alfabetização, que serão apresentadas de acordo com os gostos e interesses dos
alunos”. Contudo, acrescenta, que assim o projecto promove “a consciencialização das pessoas do meio social onde estão inseridas”, ao mesmo tempo que se pretende “contribuir para a cidadania, proporcionar a integração
num grupo, e combater a solidão e a exclusão social”. Para além disso, ao promover “a auto-estima e a condição emocional de opinar no dia-aDia”, alargar-se-ão “os horizontes de interacção dos idosos com o meio, proporcionando um resgate da cidadania e a reconstrução social”. Este projecto não pretende ficar só pelos utentes do CSCPSM, mas também alargar-se a toda a população da freguesia de São Mamede, pelo que os interessados deverão contactar o Centro Social e Paroquial de São Mamede. Armindo Vieira
Jornal da Batalha
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Educação Batalha
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Rede de Escolas de Excelência debate as TIC
Ensino
Alunos da Secundária querem ajudar m O projecto chama-
do voluntariado”. Presente esteve também Bruno Neto, da Campanha internacional Pobreza Zero, que dissertou sobre os objectivos da campanha, e elogiou os jovens por “se encontrarem sensibilizados para tão nobre missão”. Por sua vez Cristina Amaro, a professora que lecciona a Área Projecto desta turma, explicou “o interesse que, logo no início do ano lectivo, os alunos demonstraram para desenvolverem este projecto”.
Professores, autarcas e especialistas, totalizando cerca de uma centena de pessoas, participaram na Batalha, na passada sexta-feira, dia 5, num seminário subordinado ao tema “Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na Escola”. A sessão decorreu no Auditório Municipal da Batalha e contou com a organização da Rede Escolas de Excelência (EXSCEL), um projecto do Centro de Estudos da Universidade Nova de Lisboa. Na sessão de abertura, Carlos Henriques, vereador da Educação da Câmara da Batalha, congratulou-se com a realização deste Seminário e disse que a rede “pretende fazer o melhor para os alunos das escolas dos concelhos envolvidos”. Já Rui Santos, coordenador EXSCEL, disse que “estamos a desenvolver um trabalho de aprendizagem”. Durante o Seminário foram apresentados diversos trabalhos desenvolvidos nas escolas instaladas nos concelhos que compõem a rede, todos relacionados com as TIC. Após as conclusões, Helena Pintor, presidente da comissão Administrativa Provisória da Escola Secundária da Batalha, referiu que este encontro traz “experiências enriquecedoras ao nosso ensino”. Por sua vez, António Lucas, presidente do Município da Batalha, depois de referir que se tratou de uma jornada agradável, explicou que muitas coisas “que se fazem nas escolas deviam ser divulgadas”, pelo que “a estratégia da divulgação e comunicação é fundamental”. A Rede de Escolas de Excelência está no terreno desde Setembro de 2008 e dela fazem parte os concelhos de Oeiras, Loulé, Castelo Branco, Batalha e Constância.
Armindo Vieira
Armindo Vieira
se “Conquista de Sorrisos”. Objectivo? Através do voluntariado ajudar os mais carenciados. Uma turma de alunos da Escola Secundária da Batalha (ESB) envolveu-se num projecto de ajuda aos outros, a que chamou de “Conquista de Sorrisos”. Trata-se da turma C do 12º ano que, na sua disciplina de Área Projecto, se propõe ajudar os mais necessitados, fazendo voluntariado e angariando fundos. São nove os alunos envolvidos mas o seu dinamismo e sensibilidade para esta área está a envolver outros alunos de outras turmas. A apresentação pública deste projecto teve lugar na passada terça-feira, dia 9, nas instalações da Escola Secundária da Batalha, tendo Eduardo Almeida, porta voz da turma, referido que os objectivos do projecto tinham a ver com o facto dos “mais desfavorecidos não terem muitos apoios” e, ao mesmo tempo, “procurarmos sensibilizar os nosso colegas e a comunidade para a pobreza que está mesmo aos nos-
Eduardo Almeida no uso da palavra sos pés”. Também Adriana Santos da mesma turma reforçou a ideia, ao mesmo tempo que informava a realização na Batalha, de uma feira solidária no próximo dia 16 de Maio, contando já com a presença de várias instituições de solidariedade e voluntariado do País. Cristina Graça, da Comissão Administrativa Provisória da ESB, elogiou os alunos pelo “sentido de responsabilidade que apresentam” e chamou a atenção para a “existência de focos de pobreza e
para a nossa indiferença”. Também Cíntia Silva, Vereadora da Câmara Municipal da Batalha, com o pelouro da Acção Social, congratulouse por “estes jovens estarem sensibilizados para a área social”, pois trata-se de “uma área muito importante”. Falou também do voluntariado como “uma missão de ajudar os outros”. Sobre o voluntariado falou também Lina Quitério, Técnica de Serviço Social da Santa Casa da Misericórdia da Batalha, onde “estes jovens têm partilhado essa experiência
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Batalha Actualidade
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Jornal da Batalha
Grutas mantêm a Batalha na corrida das maravilhas naturais m Moeda, grutas da Moeda. Este é o único representante da Batalha na eleição das Sete Maravilhas Naturais de Portugal
O presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, sublinha a relevância ambiental das Grutas da Moeda, ícone turístico do concelho que continua em competição, parte integrante da estratégia municipal de incremento da “capacidade de atracção de público”. Dia 8 de Fevereiro, a organização deu a conhecer o resultado da escolha de um painel de especialistas que determinou quais as 77 pré-finalistas. Foram escolhidos 11 locais em cada uma das 7 categorias a concurso. Três grutas e um arquipélago. Eis os “sobreviventes” do distrito de Leiria na
eleição das Sete Maravilhas Naturais de Portugal. O distrito de Leiria mantém em competição as Grutas de Mira de Aire e as Grutas de Alvados (concelho de Porto de Mós), as Gru-
tas da Moeda (concelho da Batalha) e o Arquipélago das Berlengas (concelho de Peniche). João Salgueiro, presidente do município do distrito que mantém duas candida-
turas na corrida, não esconde a satisfação com o resultado: “fico satisfeitos com a pré-selecção e espero que continuem [as grutas] até à final e que uma delas seja a vencedora”.
Rampas geram protesto no Mosteiro A instalação de rampas no Mosteiro da Batalha motivou um protesto pouco ortodoxo. Desconhecidos inscreveram grafitis nas rampas e em paredes, contestando as novas rampas que visam facilitar a mobilidade de pessoas com deficiência. As inscrições surgiram no passado dia 23 de Janeiro. Vários funcionários do monumento estiveram envolvidos nas operações de limpeza. “Que bela rampa” ou “Isto é uma aberração”, foram al-
guns dos escritos. Júlio Órfão, director do monumento, lamentou a atitude de protesto “cobarde”, frisando que existem outros canais mais apropriados para contestar. As operações de limpeza prosseguiram e acabaram por conseguir eliminar as inscrições. Entretanto, em vários locais do monumento permanecem instaladas várias rampas metálicas para facilitar o acesso a pessoas com deficiência.
Também o município de Peniche reagiu com agrado à selecção, referindo em comunicado que “o arquipélago das Berlengas vê deste modo reconhecido o seu rico património na-
tural, afigurando-se como um forte candidato à eleição final”. De fora da escolha do painel de especialistas ficam outras 26 candidaturas do distrito a maravilhas naturais. Entres elas conta-se o Maciço Calcário Estremenho, a outra candidatura da Batalha. Resta agora esperar que o distrito consiga manter alguma das quatro candidaturas ainda na corrida no grupo das 21 finalistas que vão ser sujeitas a votação do público. Um grupo de 21 personalidades irá agora eleger as 21 candidaturas finalistas, a divulgar já no próximo dia 7 de Março. Nesta lista de 21 Maravilhas finalistas terá que estar presente, no mínimo, um finalista de cada uma das sete regiões do país: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira. A votação pública decorre entre 7 de Março até 7 de Setembro, ocasião em que serão anunciadas as 7 Maravilhas Naturais de Portugal.
Centro Comercial assaltado Duas lojas foram assaltadas na madrugada de dia 4 no centro comercial Rino e Rino, perto da vila da Batalha. Segundo a GNR, os assaltantes “fizeram um primeiro buraco no exterior do edifício, que dava acesso directo à ourivesaria”, no entanto, “depararam-se com uma chapa de metal”, instalada para proteção do estabelecimento. Os assaltantes terão feito então um buraco poucos metros ao lado, numa parede que dá acesso a uma arrecadação.
“Entraram no centro comercial e partiram os vidros da ourivesaria”, de onde roubaram vários objectos. De seguida terão partido a porta de uma perfumaria, de onde levaram “vários perfumes de mulher”. Firmino Rino, proprietário do centro comercial, disse já ter gasto “40 mil euros em chapas de aço” colocadas “à volta de todas as lojas”, num “gradeamento” e em “iluminação externa”, que acende à presença de pessoas.
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Desporto
Atletismo é motivo de convívio m A Secção de Atletismo da UDB – União Desportiva da Batalha, comemorou o Carnaval, com um convívio da modalidade, tendo contado com apoios da Câmara Municipal da Batalha e da Associação Distrital de Atletismo de Leiria.
Foram cerca de duas centenas de alunos de varias escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico, dos concelhos da Batalha e Porto de Mós, que participaram neste convívio, que teve lugar no passado dia 13, na Zona Desportiva da Batalha, utilizando a pista de atletismo e o campo de futebol sintético. Durante este convívio, os jovens experimentaram as diversas áreas do atletismo, como corridas (velocidade, resistência e estafetas), saltos (em comprimento e barreiras), lançamentos (“vortex” e dardo) e marcha. Para além dos jovens atletas das escolas de Batalha, Golpilheira, Rebolaria, Faniqueira, Brancas, Quinta do Sobrado, Torre, Reguengo do Fétal e Ca-
sais dos Ledos, do concelho da Batalha, e Calvaria de Cima, Tojal de Cima e São Jorge, do concelho de Porto de Mós, estiveram presentes vários técnicos da UDB e da Associação de Atletismo de Leiria, pais e atletas de outros clubes. Vítor Neto, Responsável da UDB para o Atletismo, disse ao Jornal da Batalha, que foi “uma experiência gratificante pela participação”, uma vez que “tanto os pais como os miúdos estavam bastante satisfeitos”. O responsável adianta que “é intenção da UDB agendar este tipo de conví-
vios, com vista a cativar jovens para a modalidade”. A SECÇÃO DE ATLETISMO. A Secção de Atletismo da UDB foi criada em finais de Dezembro do ano passado, filiando-se na Associação Distrital de Atletismo de Leiria (ADAL) no dia 30 do mesmo mês. Na ocasião inscreveu 15 atletas e já no passado mês de Janeiro inscreveu mais 16, o que totaliza 31 atletas inscritos em vários escalões, como, Benjamins A e B com 15 atletas, Infantis com 6 atletas, Iniciados com 5 atletas, Juvenis com
2 atletas e Juniores com 3 atletas. Esta Secção tem como directores, Vítor Neto, Responsável Geral, Casimiro Gomes, Carina Marto, Oleksandr Yuriychuk, Patrícia Costa e Rosália Antunes e é orientada pelos técnicos, Vítor Neto, Casimiro Gomes, Prof. Josina e Prof. Joana. Os treinos, que se realizam na zona envolvente ao Campo de futebol sintético da Batalha, realizam-se às 17,00 horas, às Segundas e Quartas-Feiras, para Juniores, Júvenis e Iniciados; às 17,45 horas, às Ter-
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas cinquenta e oito a folhas cinquenta e nove, do livro Cento e Cinquenta e Oito -B, deste Cartório. Maria Luísa Pedroso Ventura Pragosa, NIF 129 605 026 e marido Joaquim Vieira da Silva Pragosa, NIF 129 604 836, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, residentes na Estrada Nacional 356, nº 45, no lugar de Vale Salgueiro, freguesia de Maceira, concelho de Leiria, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio urbano, composto de casa de arrumos, em mau estado de conservação, com a área coberta de vinte vírgula cinco metros quadrados, e logradouro com a área de noventa e nove vírgula cinco metros quadrados, sito na Rua Principal, no lugar de Casal do Arqueiro, freguesia e concelho da Batalha, a confrontar de norte, sul e de poente com Maria Luísa Pedroso Ventura Pragosa e de nascente com Estrada Principal, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 8.760, com o valor patrimonial e atribuído de € 1.970,00. Que, adquiriram o referido prédio no ano de mil novecentos e oitenta e cinco, por doação verbal de João Jacinto e mulher Joaquina Monteiro Pe-
droso, residentes que foram em Casal do Arqueiro, Batalha, sem que no entanto ficassem a dispor de titulo formal para proceder ao registo, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que, em consequência daquela doação verbal possuem o identificado prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando o prédio e dele retirando todas as utilidades, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram aquele prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, oito de Fevereiro de 2010 A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 235 de 15 de Fevereiro de 2010
ças, Quartas e Quintas-Feiras, para Infantis, Benjamins A e Benjamins B e aos Domingos às 10,45 horas, há treino para os mais jovens, quando não participam em provas oficiais. A primeira prova em que a Secção de Atletismo da UDB participou, foi uma prova de corta-mato longo e ocorreu no passado dia 24 de Janeiro, no Sítio da Nazaré. Estiveram presentes em representação da colectividade batalhense 17 atletas.
Torneio de ténis na Batalha A Secção de Ténis da UDB – União Desportiva da Batalha, levou a efeito, nos passados dias 6 e 7, a 14ª edição do Torneio de Ténis “O Condestável”, um torneio Sénior de nível C. Na modalidade de singulares masculinos, jogou-se um quadro de 32 atletas e sagrou-se vencedor o atleta Daniel Venâncio, do Centro Internacional de Ténis de Leiria, após ter derrotado na final, o atleta José Carlos Fernandes, da Associação Académica de Coimbra, por 6-4 / 6-4. A modalidade de singulares femininos foi jogada num quadro de 8 atletas, tendo a atleta Paula Falcão, do Clube Escola de Ténis de Leiria, levado a melhor, pois venceu, na final, a atleta da UDB, Ana Caseiro, por 6-2 / 6-3. Participaram neste torneio, que se disputou no Complexo de Ténis da Batalha, atletas que representavam clubes de Batalha, Leiria, Marinha Grande, Coimbra, Caldas da Rainha, Torres Novas, Almeirim, Pontinha, Carcavelos e Lisboa.
Tribunal Judicial de Porto de Mós 2º. Juízo Anúncio Processo: 144/10.0TBPMS Interdição/Inabilitação N/ Referência: 1687687 Data: 27-01-2010 Requerente: Ministério Público Requerido: Filipe Marcelino Moniz Faz-se saber que foi distribuída neste Tribunal, a acção de Interdição/ Inabilitação em que é requerido Filipe Marcelino Moniz, com residência em domicílio: Estrada António Coelho, 7, Torrinhas, 2440-211 Reguengo do Fetal, para efeito de ser decretada a sua interdição por anomalia psíquica. A Juiz de Direito, Dr(a). Carla Alexandra Alves Fraga O Oficial de Justiça, Sérgio Manuel Fernandes Nunes Jornal da Batalha, ed. 235, de 15 de Fevereiro de 2010
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Batalha Carnaval
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Jornal da Batalha
Frio não espanta festa m Milhares de pessoas saíram à rua na tarde de domingo de Carnaval para acompanharem de perto o cortejo carnavalesco que mais uma vez encheu as ruas da vila da Batalha. Apesar do muito frio que se fez sentir, a festa voltou a cumprir-se. Colectividades, ATLs e o Colégio de São Mamede marcaram presença. Mais uma vez, o humor e crítica social foram as tónicas dominantes e, tal como em anos anteriores, foram distinguidos os melhores participantes. Assim, de acordo com o município da Batalha, no que se refere a carros alegóricos o primeiro classificado foi o Centro Social Cultural e Recreativo das Brancas. O segundo classificado foi a Associação Cultural e Desportiva do Rio Seco. Em terceiro lugar ficou a Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Casais de São Mamede. No que se refere a conjuntos, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha ficou em primeiro lugar. A Associação Recreativa Batalhense foi segunda classificada e o Grupo de Cantares do Planalto de São Mamede em terceiro. Resta conferir as imagens da tarde de festa carnavalesca que publicamos nestas duas páginas.
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Batalha Carnaval
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carnavalesca na Batalha
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Batalha Cultura
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Cultura
Associação Recreativa Batalhense quer dinamizar o teatro m No ano em que
Foram bastantes os jovens que responderam ao apelo feito, com vista à criação do dito grupo, através de panfletos colocados em lugares estratégicos, “o que nos surpreendeu”, como disse ao Jornal da Batalha, Isabel Francisco Lacerda, professora de teatro e que faz parte dos órgãos sociais da ARB, que dará formação aos interessados. Esta responsável explicou que o seu sonho foi criar um grupo de teatro e “a oportunidade surgiu agora na ARB”, e com estes jovens irá, já neste mês, iniciar a formação “de técnicas de representação e tudo o que envolve essa arte”, assim como “aulas de expressão corporal e dramática, criação de personagens, experimentar vários trabalhos relacionados com o teatro” e, a partir daí “pensar um trabalho e prepará-lo”. Não há ainda uma peça definida para representar, porque “há necessidade de criar dinâmica”, até porque alguns “nunca tiveram qualquer experiência em teatro”, como adianta Isabel Francisco Lacerda, acrescentando que, no próximo Verão “teremos alguns tra-
Arquivo
comemora 51 anos de existência, a ARB – Associação Recreativa Batalhense, está a desenvolver várias actividades, uma das quais a criação de um grupo de teatro. A ideia estava há alguns anos na mente dos seus responsáveis, mas só agora se concretiza.
p O Teatro é uma das modalidades a iniciar este ano na ARB balhos para apresentar”, não dizendo se “de animação de rua ou de sala”. A ideia “é ter alguns trabalhos para apresentar na época alta”, porque o nosso objectivo “é fazer teatro, quer seja na rua ou numa sala”. A professora de teatro refere ainda que, apesar de haver muita animação na Batalha, os batalhenses “estão receptivos a esta actividade, porque o teatro faz falta na Batalha”. JANTAR SOLIDÁRIO. A ARB, celebrou no passado dia 28 de Janeiro o seu 51º aniversário, tendo comemorado a efeméride com um jantar e uma noite de fados, que teve lugar no dia 29, na Aldeia de Santo
Antão, onde estiveram presentes cerca de cem pessoas. Este convívio serviu para apoiar a APPC de Leiria (Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral), como na ocasião foi explicado pelos responsáveis da ARB, André Loureiro e Tiago Vieira. No final do convívio estes responsáveis entregaram à direcção da APPC, a quantia de quatrocentos euros, que “apesar de ser pouco, contribuímos para uma boa causa”, como referiu ao Jornal da Batalha, Simão Pereira, da ARB. Este responsável adiantou que esta associação tem já agendadas outras actividades que têm por objectivo
“dinamizar mais um pouco a colectividade”. Um passeio de BTT em Orientação, visitas de interesse cultural pelo país,
criar jogos de “paintball” entre associações do concelho da Batalha e uma mostra de novos talentos do concelho da Batalha, são
p A sede da Associação Recreativa Batalhense
algumas das actividades já em plano. Armindo Vieira
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Cultura Batalha
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Rosas do Lena festeja aniversário O Rancho Folclórico Rosas do Lena, da Rebolaria, Batalha, vai comemorar, de 27 de Fevereiro a 7 de Março, o 47º aniversário da sua criação e, bem assim, o 10º do seu Museu Etnográfico da Alta Estremadura. Do programa realçam diversas actividades, a saber: No primeiro dia, pelas 19,00 horas, será celebrada uma missa na Capela de Santo António da Rebolaria, seguindo-se um jantar convívio, com amigos e antigos elementos do agrupamento. Dia 28, domingo, pelas 15,00 horas, junto à porta lateral do Mosteiro da Batalha, serão entoados os Cânticos da Quaresma. No dia 2 de Março, a partir das 22,00 horas, leva a efeito na Casa da Cultura, na Rebolaria, o programa de José Travaços Santos, “Vila Heróica”, da Rádio
Batalha. Também na Casa da Cultura, mas no dia 3, pelas 21,30 horas, haverá uma palestra sobre Saúde, com a participação de Fernando Oliveira e no dia seguinte, mas na sede do Rosas do Lena, pelas 21,30 horas, haverá “Danças Tradicionais Europeias”.
O teatro também estará presente nestes festejos, com a representação da comédia “Uma candidatura à portuguesa”, pelo Grupo Cénico ASURPI, no dia 5. O 11º Encontro Nacional de Cantadores e Tocadores de Instrumentos Tradicionais, terá lugar, na sede do Rosas do Lena, no dia 6 pe-
Com a inauguração de uma exposição a que chamou “ Rebolaria e sua história”, o Centro Recreativo da Rebolaria (CRR) iniciou as comemorações dos seus 50 anos de existência. Trata-se de uma exposição constituída por fotografias, cartazes e recortes de jornais, que retrata bem a vida da colectividade, ao longo deste meio século de existência. Nesta mostra encontramos fotografias de todas as pessoas que presidiram ao CRR. Na ocasião, José Manuel Pinheiro de Sousa, presidente da colectividade, regozijou-se com esta comemoração, pois tratase de uma colectividade que “numa aldeia pequena como a Rebolaria tem-se pautado pelo dinamismo e por estar sempre em actividade”. Germano Pragosa, presidente da Junta de Freguesia da Batalha, a que pertence a Rebolaria, referiu que
Rui Pinheiro
Centro Recreativo da Rebolaria comemora 50 anos
a autarquia a que preside “associa-se a estas comemorações, porque a colectividade faz parte integrante de um lugar de gente laboriosa”. Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal da Batalha, começou por dizer que “cinquenta anos de uma colectividade é um marco importante na sua história”, pois desenvolve “muitas actividades e conta, no seu passado, com diversas iniciativas culturais”, de onde saíram “agrupamentos im-
portantes na cultura deste concelho”. Durante a abertura das comemorações um grupo de concertinas da Rebolaria, animou musicalmente a tarde. Do rol de actividades comemorativas da efeméride programadas para este ano, constam percursos pedestres, visitas culturais, colóquios, arraiais populares, noites de fados e outras. AV
las 21,30 horas. Os festejos comemorativos dos aniversários do Rancho Folclórico Rosas do Lena e do Museu Etnográfico da Alta Estremadura encerram no dia 7 de Março, com a apresentação de um “Museu Vivo”, a partir das 15,00 horas, no Museu Etnográfico da Alta Estre-
madura e às 16,30 horas um Encontro Regional de Folclore, com os Ranchos Folclóricos de Acipreste e de Casais de Santa Teresa. O Rancho Folclórico Rosas do Lena, ao longo destes 47 anos de existência, investigou uma grande parte do Cancioneiro Regional e registou várias gravações discográficas e num DVD, para além de efectuar uma grande recolha de trajos e jogos tradicionais, tendo salvaguardado um jogo único do país, o jogo do Mioto. Promoveu o ensino da música popular e o uso de diversos instrumentos musicais quase em desuso, preservou aspectos do artesanato regional, estudou a casa regional e os costumes mais distintivos do povo da região. Fundou o Museu Etnográfico da Alta Estremadura, recuperando uma casa quase em ruínas para
o efeito, ergueu de raiz uma sede com todos os requisitos e transformou um velho palheiro numa “casa da cultura” onde instalou vários serviços culturais. Por outro lado, obteve vários prémios e fez várias deslocações ao estrangeiro, onde participou nos maiores e emblemáticos festivais internacionais e mundiais da Europa, alguns deles mais de uma vez, nomeadamente, na Alemanha, Áustria, Croácia, Eslováquia, Espanha, França, Holanda, Itália (Sicília e Sardenha), Lituânia, Polónia e Sérvia. É o responsável pela organização do Festibatalha e das Galas Internacionais de Folclore da Batalha, que se realizam nos meses de Julho e Agosto. Armindo Vieira
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Batalha Cultura
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Jornal da Batalha
Livro revela Golpilheira medieval m Pedras que saíram para construção do Castelo de Leiria. Garimpeiros que no século XVIII ainda encontravam ouro nas águas que atravessavam a freguesia. Um importante povoamento romano. Eis alguns, apenas alguns, dos marcos históricos que estão inscritos na história da freguesia da Golpilheira Estas “revelações” em torno da história da mais jovem freguesia do concelho da Batalha foram conhecidas na verdadeira lição de história local da freguesia, proferida pelo historiador Saul António Gomes, dia
7 de Fevereiro, na sede do Centro Recreativo da Golpilheira. O pretexto foi a apresentação pública do livro “Golpilheira Medieval – Documentos Históricos”, da autoria do docente da Faculdade
de Letras da Universidade de Coimbra. A obra foi editada em parceria pelo Jornal da Golpilheira e Câmara da Batalha e foi inserida nas comemorações do quarto de século da freguesia da Golpilheira.
Mediação de Conflitos: Encontre a sua solução... Deixei-vos, no último artigo, uma frase de reflexão. Certamente que a mesma o fez pensar, a si, caro leitor, sobre a mais valia desta forma alternativa de resolução dos seus problemas. Neste segundo artigo desenvolve-se um pouco mais este tema da Mediação, em concreto, um dos seus pilares base, chave de uma boa Mediação: a comunicação! O que é comunicar? Porque comunicamos? Como comunicamos? A primeira resposta que nos sai, quase que instintivamente, é que comunicar é falar. Sim, é verdade, mas comunicar não é só falar. Podemos comunicar com gestos, olhares, escrevendo, com um simples aperto de mão. Diariamente comunicamos uns com os outros. Neste preciso momento estou a comunicar consigo, caro leitor!
Muitas vezes, e assim o é na Mediação de Conflitos, a comunicação não verbal é crucial, nas nossas vidas. Um olhar, um gesto, uma mudança de postura podem dizer muito mais do que mil e uma palavras! Os mediadores de conflitos são facilitadores de uma boa comunicação entre as partes, os mediados, fomentam o diálogo, tentando minimizar os freios que possam existir, e que sabemos, existem no nosso dia a dia. Quantas vezes queremos comunicar e, por um qualquer motivo, não conseguimos? Quantas vezes isso já lhe aconteceu? Estes freios à comunicação têm de ser ultrapassados. O Mediador de Conflitos ajuda-o neste sentido; ajuda-o a substituir a crítica negativa pelo feedback positivo, ajuda-o a estar mais aberto a tudo o que ouve para que possa compreen-
der melhor o que o outro lhe diz e ao mesmo tempo consciencializar-se de que, desta forma, será verdadeiramente, compreendido. O mediador é, portanto, chave no seio da Comunicação. Ele comunica e ajuda a comunicar. É esta a ideia que quero deixar neste artigo e apelo mais uma vez para uma reflexão: “É bom quando ouvimos e somos ouvidos!; É bom quando podemos falar abertamente!; É bom quando sentimos que nos dão atenção! Pensemos então na real importância da Comunicação no nosso dia a dia e como, sem nos apercebermos, muitos dos problemas que temos, não resolvemos simplesmente porque não comunicamos!” Filipa Padrão Caetano Jurista/Mediadora de Conflitos conflimed@gmail.com
A obra reúne 113 documentos que espelham a história de uma localidade que inicialmente foi conhecida como Alpentende. Luís Miguel Ferraz, director do Jornal da Golpilheira, justificou o lançamento
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desta obra com a importância da “preservação da memória colectiva, como contributo para a construção da identidade cultural das gentes desta região”. António Lucas, presidente da Câmara da Batalha,
esteve presente no evento realçando a importância deste tipo de publicações, enaltecendo ainda o facto da apresentação da obra de Saul António Gomes contar com tanto público, mais de 300 pessoas.
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Cultura Batalha
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Festa do Sentir aquém das expectativas m Pode sentir-se uma festa? A resposta parece ser afirmativa. O evento passou pela Batalha no início do mês Cerca de quinhentas pessoas passaram pelo Pavilhão Multiusos da Batalha, nos passados dias, 5, 6 e 7, afim de visitarem a primeira Festa do Sentir. Numa organização da Amarozen, a Festa do Sentir e foi apresentada como uma oportunidade para “a tomada de conhecimento sobre o tema que é tão abrangente e carente de outras visões mais simplistas”, como referiu Marina Amaro, do organização, acrescentando que havia “também a vertente do divertimento, do lazer, do convívio e da curiosidade”. A responsável adiantou ainda que “embora a iniciativa ficasse aquém das nossas expectativas, teve al-
gum sucesso”, o que se deve “às condições atmosféricas não serem as melhores, o que fez com que as pessoas não fossem ao Multiusos”. O evento, que se dirigia ao público em geral, contou com a participação de várias empresas, que se distri-
s registo O evento, que se dirigia ao público em geral, contou com a participação de várias empresas, que se distribuíram por diversos stands, onde se encontravam Perfumes, Chocolates, Terapia do Amor, Constelações Familiares, Limousine, Licores, Flores, Chás, Lingerie, Numerologia, Livros, Musica, Cabeleireiro, Maquilhagem, Bar com iguarias doces e outros.
buíram por diversos stands, onde se encontravam Perfumes, Chocolates, Terapia do Amor, Constelações Familiares, Limousine, Licores, Flores, Chás, Lingerie, Numerologia, Livros, Musica, Cabeleireiro, Maquilhagem, Bar com iguarias doces e outros. Durante os dias em que decorreu a Festa do Sentir, tiveram lugar alguns Workshops/conferências sobre diversos temas, nomeadamente: Terapia do abraço, Musica ao vivo, Palestra sobre Amor, Sexo e Tantra, Constelações Familiares, Palestra sobre Amar ou Sufocar, Terapia do Amor, Violinos, Maquilhagem, Danças do Ventre e entregas de brindes. Marina Amaro diz que “no próximo ano poderemos trazer uma segunda edição”, mas tudo isso “terá de ser muito ponderado, porque as despesas tendem a aumentar”. Armindo Vieira
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Batalha Economia
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Economia
SIMLIS assinala dez anos m A apresentação de um livro e a abertura da exposição “Dez anos a devolver vida ao rio”, no foyer do Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, assinalaram a comemoração dos dez de existência da SIMLIS – Saneamento Integrado dos Municípios do Lis, que teve lugar no passado dia 4.
Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raul Castro, enalteceu a contribuição da SIMLIS na “melhoria ambiental da região”, e mostrou-se com a esperança de que “mantenha a postura que tem tido até aqui”. Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da empresa, José Pedro Rodrigues, falou dos dez anos de vida da SIMLIS, dizendo que “a empresa está com plena segurança e maturidade”, pelo que pode-
mos testemunhar que “hoje estamos acima do desempenho previsto” e enalteceu o trabalho desenvolvido ao longo dos dez anos de actividade pelos funcionários e colaboradores. Para o responsável esta comemoração, reveste-se “de maior importância”, tendo em conta “o investimento de 94 milhões de euros, que a SIMLIS havia previsto concretizar o ano
passado”. A SIMLIS que é a empresa responsável pela gestão do Sistema Multimunicipal de Saneamento do Lis, ao longo destes dez anos construiu nove Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR’s) e 339 quilómetros de emissários. Tem a capacidade de tratar 16 milhões de metros cúbicos de efluentes por ano, provenientes dos cinco muni-
cípios que integram a sua área de intervenção. A empresa foi criada com vista a efectuar a recolha, tratamento e rejeição das águas provenientes dos municípios de Leiria, Marinha Grande, Porto de Mós, Ourém e Batalha, com o objectivo de solucionar os problemas relacionados com a qualidade da água da bacia do rio Lis, melhorar as condições de vida das popula-
ções e potenciar a revalorização ambiental da região. A EXPOSIÇÃO. São vários os painéis que compõem a exposição “Dez anos a devolver vida ao rio”, onde há a possibilidade de observar o percurso da empresa, a sua missão e responsabilidade social e, bem assim, diversas fotografias das obras mais relevantes, nomeadamente a ETAR Norte.
A Cave - O sonho tornou-se realidade Maria Vaz Vieira trabalha como cozinheira há cerca de 18 anos, e sua filha, Susana Vieira, servente de mesa há volta de 10 anos, no restaurante A Cave, na vila da Batalha. Há cerca de um ano, Susana Vieira, assumiu a gerência, continuando sua mãe, como cozinheira. O anterior proprietário e gerente terá adquirido uma outra casa, para além desta e de outra que já detinha e, manifestou desejo de deixar a Cave, porque era difícil gerir as três em simultâneo.
Sabendo do desejo que Maria Vaz Vieira tinha em ter um restaurante seu, propôs-lhe a cedência, o que ela aceitou chamando sua filha para gerir a casa. Ambas duas já tinham funções de chefia na Cave, cada uma na sua área de trabalho. Susana Vieira, em declarações ao Jornal da Batalha, diz que “procurámos manter a qualidade do serviço e, muitos clientes quase não se aperceberam da mudança de gerência”, porque as pessoas a trabalhar “eram
praticamente as mesmas”. O restaurante a Cave serve, em média, cerca de 60 refeições diárias, mantendo a qualidade do serviço com todos os pratos, especialmente com aqueles que são “a nossa imagem de marca, o bacalhau à casa e as espetadas com arroz de feijão”, como explica a empresária. É certo que “servimos mais almoços que jantares”, excepto ao sábado, em que “servimos mais jantares”, disse. Atendendo a que tem
“uma clientela certa”, Susana Vieira, diz que “a crise não é muito notada”, no entanto, vai adiantando que “a partir de meados do mês, os clientes cortam um pouco mais nas doses e nas sobremesas ou entradas”. Para além de Susana Vieira e Maria Vaz Vieira, trabalham mais duas pessoas no restaurante, que se encontra aberto todos os dias, sendo que, ao domingo, encerra a seguir aos almoços. Armindo Vieira
Patente também, até aos primeiros dias do próximo mês de Março, uma maqueta onde se pode apreciar o funcionamento daquela ETAR, a maior Estação de Tratamento da Região Centro. Esta mostra deverá percorrer todos os concelhos envolvidos, permanecendo cerca de um mês em cada. Armindo Vieira
Jornal da Batalha
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Economia Batalha
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s Fiscalidade
Iniciativas Emprego 2010
António Caseiro Técnico Oficial de Contas Licenciatura em Contabilidade e Administração, Pós-Graduação em
A representante da montra Mercado Regional recebe o prémio
Contabilidade Avançada e Fiscalidade
Mário Frota desafia autarquias m A ACILIS encerrou as comemorações do Dia do Comerciante com um jantar convívio na Batalha.
Um desafio às autarquias, para que seja criado um serviço municipal do consumidor, de modo a que os consumidores sejam mais informados sobre os seus direitos, foi deixado por Mário Frota, presidente da Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor (APDC), na Batalha, no passado dia 22 de Janeiro, num jantar promovido pela ACILIS – Associação Comercial e Industrial de Leiria, Batalha e Porto de Mós. O presidente da APDC, na sua intervenção, depois de tecer duras críticas ao actual código comercial, porque contém leis “avulsas” e que “não traduzem a realidade”, o referiu que a criação do serviço municipal do consumidor
poderia resolver “muitos dos problemas” levantados pelos consumidores, e, por outro lado, haverá um maior conhecimento dos direitos e com “maiores benefícios para o comércio”. O dirigente associativo adiantou que “só haverá vantagens na criação deste serviço municipal”, uma vez “traria vantagens para toda a gente, para além de ter sido uma promessa da Associação Nacional de Municípios Portugueses no ano passado, mas que não foi implementada”. Contudo, acrescentou que “nos tempos em que vivemos, as pessoas precisam de ser esclarecidas para fazerem cumprir a lei”. Mário Frota disse ainda não compreender “a razão porque ainda não foi criado, em Leiria, o Tribunal Arbitral de Conflitos de Consumo”, que já funciona noutras cidades de igual dimensão, para que “alguns processos possam ser resolvidos com mais celeridade”, e por isso “as pessoas não podem ficar caladas” e têm que continuar a defender os seus direitos, “num
mercado cada vez mais concorrencial, onde a informação tem que ser dada convenientemente nas várias vertentes”. Por sua vez, Paulo Sousa, presidente da ACILIS, referiu que a abertura do Centro Comercial LeiriaShopping, que se encontra agendada para o próximo mês de Março, será uma “ameaça aos três concelhos abrangidos pela Associação” e lançou um desafio aos comerciantes para “se unirem” de modo a “poderem enfrentar a concorrência” e ultrapassar as dificuldades em que está mergulhado o comércio tradicional”. Este jantar da ACILIS, que foi aproveitado para encerrar as Comemorações do Dia do Comerciante, serviu para entregar os prémios aos vencedores do 14º Concurso de Montras “O Natal no Comércio”, em que duas montras da Batalha foram premiadas – Mercado Regional, em 2º lugar e Perfumarias Jordão com uma Menção Honrosa. Armindo Vieira
IRS para os Bombeiros Sabia que, todos os anos, pode doar 0,5 porcento do seu IRS aos Bombeiros do nosso Concelho? Esta doação não tem quaisquer custos, pois aquele valor é retirado do IRS que já pagou ao Estado, isto é, do valor de IRS liquidado pela Direcção de Impostos e que deverá reverter para os Cofres do Estado, são entregues 0,5 por cento para os nossos Bombeiros. No caso de ter direito à restituição/reembolso de IRS, este ficará intocável, em nada ficando prejudicado. Para doar 0,5 por cento do seu IRS para os Bombeiros, basta que na sua declaração de IRS preencha o quadro 9 do anexo H com o nome da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho da Batalha, e o número de contribuinte que é 501239995. Ao actuar deste modo está a contribuir para uma causa justa e humanitária e os nossos Bombeiros agradecem por ajudá-los a servi-lo melhor. A Direcção da Associação de Bombeiros da Batalha, agradece desde já.
O Conselho de Ministros de 14 de Janeiro aprovou a “Iniciativa Emprego 2010” que deverá abranger 760 mil pessoas envolvendo 17 medidas que visam assegurar a manutenção de empregos, estimular a inserção de jovens no mercado de trabalho, criar emprego e combater o desemprego. No ano de 2010, irá ser mantida, a redução de 3 pontos percentuais das contribuições para a Segurança Social a cargo dos empregadores que sejam micro empresas e pequenas empresas, para os trabalhadores com mais de 45 anos. Redução em um ponto percentual da taxa contributiva para a Segurança Social a cargo das entidades empregadoras desde que se trate de trabalhadores que aufiram a Remuneração Mínima Mensal Geral em 2009 e de trabalhadores que auferiam salários até € 475 resultante de negociação colectiva e cujo aumento em 2010 seja de pelo menos € 25. De salientar ainda o apoio à contratação sem termo de jovens à procura do primeiro emprego e desempregados inscritos nos centros de emprego há mais de 6 meses, até aos 35 anos, sendo concedido um apoio directo no montante de € 2.500 em acumulação com a isenção do pagamento de contribuições para a Segurança Social a cargo da entidade empregadora, pelo período de 24 meses. Igual estimulo é concedido, nas mesmas condições, para os desempregados inscritos nos centros de emprego há mais de 6 meses, bem como no apoio à contratação de desempregados com mais de 40 anos, inscritos nos centros de emprego hà mais de 9 meses. Criação de um programa de estágios para desempregados não subsidiados, com mais de 35 anos e que tenham, concluído o ensino básico ou secundário através dos programa “Novas Oportunidades”, com incentivos apreciáveis.
Juros Moratórios Taxa supletiva 1.º Semestre 2010 De acordo com o n.º 2 da Portaria n.º 597/2005, da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, publicada no Diário da República, 1.ª Série – B, n.º 137, de 19 de Julho de 2005, informa-se que a taxa supletiva de juros moratórios relativamente a créditos de que sejam titulares empresas comerciais, singulares ou colectivas, nos termos do parágrafo 3.º do artigo 102 do Código Comercial, em vigor no 1.º semestre de 2010, é de 8,00%.
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Batalha
Jornal da Batalha
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Saúde
Enfarte: Conheça os sinais de alarme m O reconhecimento precoce dos sintomas é uma das mais eficazes formas de precaver o Enfarte Agudo do Miocárdio.
O Enfarte Agudo do Miocárdio constitui uma das causas importantes da mortalidade em Portugal. O reconhecimento precoce dos sintomas e sinais de Enfarte pelo doente ou por outra pessoa podem contribuir para a redução da mortalidade por esta patologia. O enfarte do miocárdio dá-se quando a corrente de sangue que irriga o mús-
culo cardíaco é reduzida ou cortada totalmente. Isto acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída, total ou parcialmente. O músculo sem irrigação começa a entrar em falência e deixa por isso de funcionar. A gravidade da lesão varia conforme a zona da artéria onde ocorreu a obstrução, sendo que este pode ocorrer em várias artérias simultaneamente e causar assim danos irrecuperáveis e muitas vezes incompatíveis com a vida. • Pressão e desconforto, dor e aperto no centro do peito que dura mais do que alguns minutos ou que vai e volta. • Dor do centro do peito
que irradia para os ombros, queixo, pescoço e braços, mais frequentemente para o braço esquerdo. • Desconforto no peito com sensação de cabeça leve, sensação de desmaio, suores e falta de ar. • Dores atípicas, vagas, no estômago, peito ou barriga. • Sensação grave de angústia e nervosismo acentuado. • Desmaio O tratamento procura diminuir o tamanho do enfarte e reduzir as complicações pós-enfarte. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos,
como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afectadas, e resposta de cada pessoa ao enfarte ser particular. O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de enfarte e mais precoce o seu tratamento. Tendo tudo isto em conta, é fundamental prevenir, adoptando estilos de vida saudáveis, e contribuir para um diagnóstico precoce. Enf. Annabell Talhadas, Enf. Inês Damásio, Enf. Mafalda Dionísio
p Estilo de vida saudável ajuda a evitar o enfarte
Frio mata mais que o calor em Portugal Portugal poderá adotar em breve um plano de contingência contra o frio, que mata mais do que o calor, tal como dispõe desde 2004 para as altas temperaturas, revelou hoje um responsável da DirecçãoGeral da Saúde (DGS).
De acordo com o chefe da Divisão de Saúde Ambiental da DGS, Paulo Diegues, a criação de um plano de contingência contra o frio “poderá vir a ser equacionada”, estando a mesma dependente dos recursos que são ne-
cessários. Desde 2004 que Portugal tem um plano de contingência para as ondas de calor, depois de, entre 30 de julho e 14 de agosto de 2003, o país ter estado sob o efeito de uma onda de calor que provocou 1953
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mortes. Este sistema pressupõe três níveis crescentes de alerta, a que corresponde um conjunto de medidas que visam minimizar os efeitos do calor. Apesar do “frio matar mais do que o calor em
Portugal”, não existe ainda qualquer plano específico, mas antes “um conjunto de recomendações” que são disponibilizadas à população em geral, principalmente através da comunicação social. A DGS está a acompa-
nhar as notícias sobre a morte de idosos associada ao frio, embora este organismo do Ministério da Saúde não disponha de dados sobre o número de idosos que já perderam a vida devido às baixas temperaturas.
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Jornal da Batalha
Património Recordando Joaquim Mouzinho de Albuquerque Uma página da História que começa a ser esquecida (2) No último número comecei a reproduzir um artigo que publiquei em 30 de Novembro de 1995 no “Correio da Manhã”, subordinado ao título “NATAL PORTUGUÊS NA GUERRA – Há Cem Anos”, em que refiro um dos episódios mais invulgares e de resultado dos mais espantosos da História de Portugal, que é das mais ricas em feitos quase sobre-humanos, e em que evoco o mais notável dos naturais do concelho da Batalha: Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, nascido na Quinta da Várzea em 12 de Novembro de 1855 e baptizado um mês depois no Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Trata-se do aprisionamento do Gungunhana em Chaimite no dia 28 de Dezembro de 1895. Lembrar figuras que se tornaram referência nacional pela coragem, audácia e espírito de doação total e de sacrifício da própria vida ao serviço dos interesses do País, conforme as exigências de cada época, e os factos em que foram os intervenientes decisivos, torna-se necessário e urgente num tempo em que estamos a assistir à sistemática e intencional desvalorização da ideia de Pátria e a perder, como consequência, o protagonismo na construção do nosso futuro. Servi-me do relato de Mário Gonçalves Viana, que descreve a marcha dolorosa da pequena força portuguesa até Chaimite, da chegada à fortaleza do tiranete vátua e da entrada de rompante de Mouzinho que, ante o espanto das centenas de guerreiros vátuas, aprisiona o seu temido chefe. Pelo pânico gerado pela extraordinária arremetida dos nossos militares ou por Gungunhana já não estar nas boas graças dos seus súbditos,
recordemos que sobre ele pendiam acusações de actos de extrema violência cometidos inclusivamente na sua tribo, os vátuas não reagiram e acabaram por aplaudir a acção de Mouzinho. Falta, porém, terminar o relato de Mário Gonçalves Viana, vindo a lume no seu livro “Mouzinho de Albuquerque”, da colecção “Figuras Nacionais” da Editora Educação Nacional. Eis a parte final: “(…) Os que até então lhe obedeciam, (refere-se aos guerreiros vátuas) por medo, vaiavam-no agora, vendo-o derrotado, e pressentindo que nada já tinham a temer dele… Naquela hora grave e dramática, Mouzinho de Albuquerque soube, por actos de inteira justiça, conquistar mais uma vez o respeito administrativo dos negros que diziam uns para os outros: “O côce branco sabe tudo, até adivinha quem devia mandar matar” (Os dois conselheiros do régulo, acusados também de crueldades cometidas sobre as tribos subordinadas e inimigos declarados de Portugal, Mahnune e Quêto). “Estava realizado o gran-
de feito, porventura o mais audacioso e decisivo de quantos registou a História colonial do século passado (XIX). A arrancada genial de Chaimite consumara-se no breve espaço de três horas (…)”. O Gungunhana pouco depois era trazido para Portugal continental, acompanhado pelas suas mulheres e outros familiares, e depois transferido para a Ilha Terceira, onde, sempre tratado com humanidade, não obstante ser o responsável pela morte de Portugueses e ter sido feroz inimigo do nosso País, comprovado agente dos interesses do imperialismo britânico que cobiçava os nossos territórios na África, acabou os seus dias em 23 de Dezembro de 1906. Na descrição do próprio Mouzinho sobre Chaimite e contrariamente ao que se tenta propalar, que até se entende quando se trata de entidades moçambicanas mas que não se entende nem se pode desculpar quando se trata de entidades portuguesas, as provas das barbaridades de Gungunhana estavam à vista nas cerca-
nias do seu refúgio: “A povoação de Chaimite, onde foi enterrado Manicusse, tinha umas vinte e cinco ou trinta palhotas cercadas por uma paliçada de 1,50 m de altura, tendo entrelaçados nas estacas muitos arbustos espinhosos. Era uma espécie de cidade santa dos Vátuas, e deviam ter-se ali passado cenas de grande carnificina, tanto antigas como muito recentes porque, ao aproximarmo-nos da povoação, encontrámos algumas caveiras humanas já brancas, ao mesmo tempo que se sentia um cheiro muito intenso a carne podre, e os pretos disseram depois que no mato estavam vários cadáveres. Dava ingresso na povoação uma única entrada de não mais de 40 centímetros de largura (…)”. Mouzinho e os militares portugueses, em que ressaltam nomes como os de Aires de Ornelas, Gomes da Costa, Freire de Andrade, Eduardo Galhardo, Paiva Couceiro, João de Azevedo Coutinho, Caldas Xavier, entre tantos outros, combatentes nas Campanhas de África, são das últimas grandes figuras de um Império que no sé-
culo XIX e ainda em grande parte do século XX fazia todo o sentido e que havia de desmoronar-se no último quartel do século XX. A posição de Portugal e os interesses do País, sobretudo nos finais de Oitocentos e princípios de Novecentos, assim o exigiam. Aqueles oficiais, de que Mouzinho foi o expoente, e milhares de soldados que os acompanharam, o melhor do Povo Português, souberam cumprir a sua missão, deixando o exemplo pela forma como o fizeram, com coragem e sacrifícios inauditos e inultrapassados e sem nada pedir e sem nada ou muito pouco receber. Este seu exemplo faz falta no tempo que corre de tantas demissões de carácter e de tão pouco civismo e de ainda menos amor por uma das suas ideias mais belas, e que só nos enobrece servir desinteressadamente: a da Pátria, comunidade de sangue, de memórias, de cultura e de afectos. Na estátua que a Câmara da Batalha há anos encomendou ao saudoso escultor Fernando Belo e que foi erguida na praça da nos-
sa Vila que tem o nome do Herói, não se esgotaram a nossas homenagens a Mouzinho de Albuquerque. Falta trazer os restos mortais para o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, onde têm merecido lugar ao lado dos Reis e Príncipes que iniciaram no século XV o Império Português, mas numa simples campa rasa, como pediu, nas naves da Igreja, e falta promover o acordo com Moçambique, desaproveitada que foi a ocasião da trasladação para lá dos restos de Gungunhana, para a vinda da apeada estátua equestre que estava na capital moçambicana. E, evidentemente, o restauro e o condigno aproveitamento do solar da Quinta da Várzea. Se queremos um futuro melhor, digno de um povo livre e empreendedor, temos de conhecer e de saber aproveitar as lições do Passado que nos possam transmitir e incutir valores como os do patriotismo, da audácia sem limites e do serviço generoso em prol do bem comum.
Consultas: As indicadas no número de Janeiro e, ainda: “Mouzinho de Albuquerque”, de António Ventura, edição da “Planeta Agostini”; “Livro do Centenário de Mouzinho de Albuquerque”, 1955; “História de Portugal”, (vols. IX e X) do Prof. Doutor Joaquim Veríssimo Serrão. A obra de Mário Gonçalves Viana foi editada em 1938.
Apontamentos sobre a História da Batalha (86) José Travaços Santos
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Diversos
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Cartório Notarial da Batalha
Cartório Notarial da Batalha
Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas oitenta e uma a folhas oitenta e duas verso, do livro Cento e Cinquenta e Sete -B, deste Cartório. Pedro José Monteiro Pragosa, NIF 176 261 184 e mulher Marisa João Moreira Matos, NIF 218 433 573, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ele natural da freguesia e concelho da Batalha, ela natural da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, residentes na estrada da Cela, nº 36, no lugar de Brancas, Batalha, declaram, que o outorgante marido, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor do prédio urbano, composto de casa de habitação de rés do chão e primeiro andar, quintal e logradouro, com a superfície coberta de oitenta e um metros quadrados, e descoberta de trinta metros quadrados, sito em Brancas de Cima, freguesia e concelho da Batalha, descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, sob o número sete mil novecentos e cinquenta e um/Batalha, (correspondente à anterior descrição quatro mil quinhentos e vinte, a folhas cinquenta e oito, do Livro B-Doze), inscrito na matriz em nome de Eugénia Augusta Rodrigues sob o artigo 1.534, com o valor patrimonial e atribuído de € 272,75. Que o referido prédio encontra-se registado na citada Conservatória, a favor de Eugénia Augusta Rodrigues, viúva, pela apresentação um, de quatro de Setembro de mil novecentos e setenta e um. Sobre o prédio encontra-se ainda registado um usufruto pela apresentação oito de seis de Novembro de mil novecentos e sessenta e quatro, a favor de Manuel Rodrigues, já falecido. Que, adquiriu o identificado prédio, por doação verbal da mencionada Eugénia Augusta Rodrigues, no ano de mil novecentos e oitenta, no entanto, tendo o facto aquisitivo sido meramente verbal, falta ao outorgante marido o título bastante para o respectivo registo do seu direito de propriedade na Conservatória do Registo Predial, estando ainda registado a favor da referida Eugénia Augusta Rodrigues. Que, em consequência da doação verbal efectuada, o outorgante marido, está na posse e fruição do mencionado prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando o prédio, nele depositando e guardando materiais e bens de consumo, tudo na convicção de exercer um direito próprio, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriu o citado prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, dezanove de Janeiro de 2010 A funcionária com delegação de poderes Assinatura elegível
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas noventa e sete a folhas noventa e nove, do livro Cento e Cinquenta e Sete -B, deste Cartório. PRIMEIRO: David da Silva Reis, NIF 173 377 157 e mulher Apolina de Sousa Vitoria Reis, NIF 173 377 165, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, onde residem no lugar sede, na Rua José dos Santos Suão, nº 8; SEGUNDO: Fernando Manuel Vieira Reis, NIF 122 296 699 e mulher Gracinda Maria Tomás Laureano Reis, NIF 110 061 080, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da dita freguesia de São Mamede, onde residem no lugar sede, na Estrada da Moita do Martinho. Declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores na proporção de duzentos e cinquenta e quatro/quinhentos e cinquenta e quatro avos indivisos para os primeiros e de trezentos/quinhentos e cinquenta e quatro avos indivisos para os segundos, do prédio rústico, composto de terra de cultura, com a área de quinhentos e cinquenta e quatro metros quadrados, sito em Covas da Lagoa, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte com Maria do Fetal Vieira, de sul com Câmara Municipal e António Oliveira Tomás, de nascente com Carlos Gomes Carreira e António Oliveira Tomás e de poente com Rua do Antigo Campo de Futebol, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 5.255, com o valor patrimonial de € 2,14. Que, adquiriram o identificado prédio, nas ditas proporções, no ano de mil novecentos e oitenta, por doação verbal de Raul Vicente, casado, residente na Rua da Encosta, nº 156, no lugar de Demó, Alqueidão da Serra, Porto de Mós, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que, em consequência daquela doação verbal, possuem o referido prédio em compropriedade há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram aquele prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, vinte e cinco de Janeiro de 2010
Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas noventa e quatro a folhas noventa e seis, do livro Cento e Cinquenta e Sete -B, deste Cartório. PRIMEIRO: Maria Celeste Carreira Tomás Marcelino, NIF 105 494 615 e marido António Augusto Vitoria Marcelino, NIF 120 383 560, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia de São Mamede, ele da freguesia de Reguengo do Fetal, ambas do concelho da Batalha, residentes na primeira, no lugar de Milheirices, na Estrada de Milheirices, nº 11; SEGUNDO: José Ribeiro da Silva, NIF 137 163 037 e mulher Maria Marques Carreira, NIF 173 361 714, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da dita freguesia de São Mamede, onde residem no lugar de Moita do Martinho, na Rua de São Martinho, nº 28. Declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores na proporção de setecentos e nove/mil trezentos e quarenta e nove avos indivisos para os primeiros e de seiscentos e quarenta/mil trezentos e quarenta e nove avos indivisos para os segundos, do prédio rústico, composto de pinhal e mato, com a área de mil trezentos e quarenta e nove metros quadrados, sito em Covas da Lagoa, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte com António Carvalhana, de sul e de poente com Câmara Municipal da Batalha e de nascente com Napoleão Neves Júlio, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 5.251, com o valor patrimonial de € 3,52. Que, adquiriram o identificado prédio, nas ditas proporções, no ano de mil novecentos e setenta, os primeiros por doação verbal de António Mendes Tomás e mulher Adelina Carreira da Rosa, e os segundos por doação de Emílio Rodrigues Carreira, viúvo, todos residentes em São Mamede, Batalha, sem que no entanto ficassem a dispor de títulos formais, mas desde logo entraram na posse e fruição do prédio. Que, em consequência daquelas doações verbais, possuem o referido prédio em compropriedade há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram aquele prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, vinte e cinco de Janeiro de 2010 A funcionária com delegação de poderes Assinatura elegível Jornal da Batalha, ed. 235 de 15 de Fevereiro de 2010
Manuel Gordinho Carreira 85 anos 13-08-1924 - 16-02-2010 Rio Seco – Reguengo do Fetal – Batalha Sua esposa, Emília Moniz Carreira, filhas, Alzira e Ofélia Gordinho Carreira, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm muito reconhecidamente agradecer todas as manifestações de carinho para com eles nesta altura de profunda dor e sentimento de perda. Agradecem ainda a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que descanse em Paz. Por fim, um agradecimento muito especial ao pessoal médico, enfermeiros e auxiliares do CHNSC (Brancas), bem como ao Apoio Domiciliário do CPA-Reguengo do Fetal por todo o carinho, profissionalismo e atenção com que trataram o seu ente querido. A todos, bem-haja. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
Manuel Pedreiras Rodrigues 83 anos 25-03-1926 - 23-01-2010 Cividade – Golpilheira – Batalha Sua esposa, Emília Pereira, filhos, Emília, Manuel, Alice, Fernanda, Joaquim, José, Alzira, António, Lurdes, Madalena, João, Mª Isabel e Paulo Jorge Pereira Rodrigues e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm desta forma agradecer todo o carinho e apoio que sentiram nesta altura de profunda dor e sentimento de perda e ainda agradecer a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que descanse em paz. Por fim, um agradecimento aos Bombeiros Voluntários da Batalha, pelo profissionalismo e atenção com que sempre trataram o Sr. Manuel. Por tudo e a todos, bem-haja. Tratou: Funerária Santos & Matias, Lda.
A funcionária com delegação de poderes Assinatura elegível Jornal da Batalha, ed. 235 de 15 de Fevereiro de 2010
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Jornal da Batalha, ed. 235 de 15 de Fevereiro de 2010
Cartório Notarial da Batalha
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Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas setenta e oito a folhas setenta e nove, do livro Cento e Cinquenta e Sete -B, deste Cartório. Maria Emília Rosário Cordeiro Marques, NIF 166 490 253 e marido António de Jesus Marques, NIF 166 490 660, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ela natural da freguesia e concelho da Batalha, ele natural da freguesia de Odivelas, concelho da Ferreira do Alentejo, residentes na Estrada Principal de Pernelhas, Alcogulhe de Cima, freguesia de Maceira, concelho de Leiria, declaram que, pela presente escritura rectificam a escritura de justificação outorgada neste Cartório Notarial, no dia vinte e sete de Novembro de dois mil e sete, exarada a folhas dezasseis e seguintes, do livro de notas para escrituras diversas número cento e cinco-B, no sentido de nela passar a constar que o objecto da justificação é mais precisamente o prédio misto, com a área global de mil e trezentos e setenta e sete metros quadrados, composto de terra de semeadura, oliveiras e árvores de fruto, e casa de habitação de rés-do-chão, sito em Casais dos Ledos, freguesia e concelho da Batalha, a confrontar de norte e poente com Jaime Patrocínio Pedrosa, de sul com Salvador Aparecido Batalha e do nascente com serventia e Maria de Lurdes Alves Cordeiro, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 933, e na matriz predial rústica sob o artigo 542, actualmente descrito na Conservatória de Registo Predial da Batalha sob o número sete mil quinhentos e setenta e três/Batalha. Que, por lapso, na referida escritura foi justificada apenas a parte rústica do prédio, na qual se encontra implantada a dita construção. Que em tudo o mais se mantém o inicialmente exarado. Está conforme o original. Batalha, dezoito de Janeiro de 2010 A funcionária com delegação de poderes Assinatura elegível Jornal da Batalha, ed. 235 de 15 de Fevereiro de 2010
Maria Marques Monteiro Cerejo 82 anos 15-08-1927 - 31-01-2010 Golfeiros – Batalha Seus filhos, António Cerejo Moreira Caseiro, Armando Cerejo Moreira Caseiro, José Cerejo Moreira Caseiro, Maria da Conceição Cerejo Moreira Caseiro, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm desta forma agradecer todo o carinho e apoio que sentiram nesta altura de profunda dor e sentimento de perda e ainda agradecer a todos aqueles que acompanharam a sua querida familiar até à última morada, esperando agora que descanse em paz. Por tudo e a todos, bem-haja. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
Óbitos Maria Marques Monteiro Cerejo, de 82 anos, viúva de José Vieira Moreira Caseiro, natural da freguesia de Batalha e residia em Golfeiros, Batalha. Faleceu no dia 31 de Janeiro, no Hospital de Alcobaça e foi a sepultar no cemitério de Batalha. Patrícia Alexandra Santos Vieira, de 30 anos, solteira, natural da freguesia de Calvaria de Cima e residia em Casais de Matos, Calvaria de Cima. Faleceu no dia 4 de Fevereiro, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Calvaria de Cima. António Frazão de Sousa, de 74 anos, casado com Hermínia Vieira Santos, natural da freguesia de Batalha e residia em Casal do Quinta, Batalha. Faleceu no dia 7 de Fevereiro e foi a sepultar no cemitério de Batalha. Maria Matias Patrocínio, de 84 anos, viúva de Francisco Monteiro Ribeiro, natural da freguesia da Batalha e residente em Jardoeira, Batalha. Faleceu no dia 7 de Fevereiro, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Batalha. João da Silva, de 75 anos, casado com Maria Emília Louro, natural de Lamego e residia em Casais d’ Alem, Calvaria de Cima. Faleceu no dia 8 de Fevereiro, na residência e foi a sepultar no cemitério de Calvaria de Cima.
Funerária Santos & Matias, Lda. Telefone 244 768 685/244 765 764 967 027 733
E-mail: fune_santosematias@sapo.pt
Estrada de Fátima, nº 10 B 2440-100 Batalha
Joaquim de Magalhães Franco, de 82 anos, viúvo de Idalina Maria Polainas Cheu de Magalhães Franco, natural da freguesia de Batalha e residia em Brancas, Batalha. Faleceu no dia 10 de Fevereiro, no Lar do Picamilho e foi a sepultar no cemitério de Batalha. José de Jesus, de 76 anos, casado com Maria Vitoria de Oliveira, natural da freguesia de Reguengo do Fetal e residente em Torre, Reguengo do Fetal. Faleceu no dia 15 de Fevereiro, na sua residência e foi a sepultar no cemitério de Torre. Manuel Gordinho Carreira, de 85 anos, casado com Emília Moniz Carreira, natural da freguesia de Reguengo do Fetal e residia em Rio Seco, Reguengo do Fetal. Faleceu no dia 16 de Fevereiro, no Centro Hospitalar Nossa Senhora da Conceição, em Brancas e foi a sepultar no cemitério de Torre.
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Fevereiro 2010
Jornal da Batalha