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Jornal da Batalha Setembro

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PORTE PAGO

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Estrondos assustam população do Celeiro

Novo hotel abre portas em Outubro

Secundária distingue melhores alunos

EDP fala em curto-circuitos e populares afirmam que foram explosões

Investimento privado de nove milhões de euros na recta final.

Jovem Paula Costa obteve as melhores classificações no último ano lectivo

| DIRECTOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XX nº 230 | Setembro de 2009 |

W págs. 4 a 7

QUIOSQUE DA BATALHA De José Manuel Matos Guerra

• Lotarias • Totoloto • Raspadinhas • Euromilhões Largo Mestre Mateus Fernandes APARTADO 24 Telf: 244 767 720 Fax: 244 767 228 2440-901 BATALHA

Wpág. 8 “Festa dos caracóis” regressa à freguesia do Reguengo do Fetal

Candidatos apresentam razões para votar neles a 11 de Outubro

Dia 25 arrancam as tradicionais festas em honra de Nossa Senhora do Fetal, conhecidas por incluírem procissões nocturnas iluminadas com cascas de caracóis.

Wpág. 20 Autoridades preparam chegada da pandemia de Gripe A ao concelho Com uma dezena de casos suspeitos mas não confirmados, o concelho continua a passar ao lado da pandemia. As instituições preparam-se para a doença.

Wpág. 9 Câmara contra refeições do Agrupamento entregues a privados A medida está a ser preparada pela Direcção Regional de Educação do Centro e esbarra na oposição do executivo camarário.


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Opinião Espaço Público

Setembro 2009

Jornal da Batalha

Espaço Público s Há 15 anos

G gente da nossa terra

Mais uma digressão coroada de êxito Foi a 30ª digressão ao estrangeiro, desta vez à Sardenha, Itália, que o Rancho Folclórico Rosas do Lena, da Rebolaria, Batalha, efectuou, de 1 a 13 de Agosto. O grupo batalhense deslocou-se àquele ilha italiana para participar no Festival Internazionale del Folklore Sa Corona Arrubia, onde foi bastante aplaudido pelos presentes e pelos agrupamentos que, com ele, participavam naquele importante festival. O Rancho Folclórico Rosas do Lena, da Rebolaria, Batalha, foi, como sempre o faz, um digno representante da Batalha e da nossa região, assim como do nosso país. Para José António Bagagem, presidente do agrupamento, esta viagem a Itália revestiu-se “de mais um grande êxito na história do Rosas do Lena, pois fomos bastante aplaudidos”. Ao longo dos seus 46 anos de existência, o Rancho Rosas do Lena, conta com algumas gravações em disco, cassete e dvd, rece-

p O Rosas do Lena junto ao grande cartaz que anunciava o festival na Sardenha beu várias condecorações e galardões, participou nos mais importantes festivais nacionais de folclore e participou, também, em festi-

vais internacionais e mundiais na Alemanha, Áustria, Croácia, Eslováquia, Espanha, França, Holanda, Hungria, Itália, Lituânia,

Polónia e Sérvia, em alguns deles por mais que uma vez.

“Sida mete medo Ensino está mal”. Este era o grande destaque da edição de Setembro de 1994 do Jornal da Batalha, que revelava o resultado de um inquérito efectuado à população jovem do concelho da Batalha, onde as maiores preocupações dos jovens eram a sida, a fome, a toxicodependência e a guerra. Diziam ainda que “o ensino em Portugal deixa muito a desejar”. Nas páginas interiores, podia ler-se que o “Rancho Rosas do Lena actuou nos Açores”, anunciava-se a abertura de um concurso público com o título “Lixo vai ser recolhido por uma empresa privada”, do regresso às aulas “Dois mil batalhenses de mochila às costas”, “Obras escolares levam 23 mil contos”, o “16º Acareg foi um êxito” e dizia-se que os “Canteiros da Batalha ficam um «brinco»”. Dava-se destaque ainda a “GDB: a hora é de mudança” e “Festas da Batalha – 94 não será para esquecer”. A encerrar, uma foto-legenda intitulada “GDB em Espanha”, dava conta da participação de uma equipa de futebol do GDB num torneio em Trujillo, para disputa do “III Troféu Virgem da Victória”, que a equipa local venceu.

Y janela indiscreta

Estragar assim, não!!!!! A foto retrata pão, misturado com bolos, latas, papel e outras coisas, que diariamente, à noite, se colocam em contentores do lixo na vila da Batalha. Desconhece-se quem coloca tudo isto, no entanto, entende-se que seria melhor fazer a entrega daquele pão a instituições de solidariedade da freguesia, porque, se trata de pão excedente do dia. Numa época em que há tanta gente necessitada, é pena estragar-se pão. LG (Enviada por correio electrónico)

Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Director Carlos dos Santos Almeida (C.P.nº 2830) Coordenador Armindo Vieira (C.P. nº 6771)

Redactores e Colaboradores Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Henriqueta Ligeiro

Redacção e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:

Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos) Depósito Legal Nº 37017/90 Insc. no SRIP da I.C.S. sob o nº 114680 Empresa Jornalística Nº 217601 Produção Gráfica Semanário Região de Leiria Rua D. Carlos I, 2-4 - 2415-405 Leiria-Gare Apartado 102 - 2401-971 Leiria Telef.: 244 819 950 - Fax 244 812 895

Impressão: Mirandela, S.A. Rua Rodrigues Faria 103, 1300-501 Lisboa Tiragem 3.000 exemplares Assinatura anual (pagamento antecipado) 10 euros Portugal ; 20 euros outros países da Europa; 30 euros resto do mundo.


Jornal da Batalha

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Batalha Espaço Público

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É um jovem atleta que acredita nas virtudes do desporto e almeja chegar longe na prática desportiva. Uma carreira interessante que importa seguir de perto.

É a melhor aluna do ano lectivo transacto na Escola Secundária da Batalha. Por isso merece destaque, tal como todos os outros que, pelo seu esforço, conseguem “vencer” no campeonato da educação.

Olivier Pedroso,

Paula Costa,

atleta

aluna

J baú da memória

_ editorial

Uma fotografia centenária

As razões dos candidatos

Esta imagem contém preciosas informações históricas e etnográficas sobre a Batalha dos finais do século XIX e princípios do século XX. No largo fronteiro ao Mosteiro, na época num plano diferente, onde naquele tempo se fazia o mercado do peixe, vê-se um pedaço da artística grilhagem de calcário, lamentavelmente destruída nos anos 60 do século há pouco findo, o quiosque, propriedade do Dr. Afonso Dias Padrão, um dos primeiros estabelecimentos com finalidades turísticas na nossa Vila, onde se vendia um guia do monumento elaborado por aquele distinto médico que deixou fama

pela sua competência e pela dedicação aos doentes, o chafariz de calcário erguido por aquela altura e também destruído na voragem do plano de urbanização e que ainda hoje poderia estar em frente do Mosteiro, as casas do morro, que desapareceram por volta dos anos 20, para darem lugar aos pavilhões para o hospital que não foram acabados tendo os seus materiais sido utilizados, nos anos 40, no estábulo e na praça do peixe na então “Praça Nova” (presentemente Praça 14 de Agosto de 1385), agora demolidos, e à direita, ao fundo, o muro da Cerca e as casas que com algumas modificações a minha geração ainda conheceu. Para a infor-

mação ser completa é preciso dizer que o chafariz, nos fins dos anos 30 do século XX, foi modificado no seu formato, mas mantendo o valioso trabalho dos artistas canteiros batalhenses, espalmado (até ali formava um ângulo como se vê na imagem) e inteiramente virado para o Mosteiro. Além do património construído, também o natural: os carvalhos cerquinhos e os pinheiros mansos (que deveriam ser das árvores preferidas para arborizar a Vila) a oeste e a norte, e o património humano e etnográfico. As pessoas fotografadas (quantos dos nossos leitores não terão ali os seus antepassados!) iam ou vinham do

mercado do peixe (reparem-se nos cestos e nas poceiras) e usavam, parece-me que todas, o trajo camponês distintivo da nossa região. Na maioria das figuras femininas vê-se o chapéu de prato que teve grande voga na Alta Estremadura. A completar o quadro, os burricos e as carroças. Desta fotografia e doutras da época fez a nossa Câmara Municipal, há poucos anos, valiosas reproduções, que tiveram o meu humilde apoio e a preciosa colaboração técnica do fotógrafo de arte António Luís Sequeira. José Travaços Santos

L Carta ao Director

Ninguém me escuta Confesso que estou surpreendido. O assunto não diz respeito directamente à Batalha, mas passa-se com a Presidência da República e portanto refere-se a todos nós. A confusão com as alegadas escutas e com as alegadas notícias “encomendadas” pela presidência, não ajudam ao bom-nome do país. Enquanto humilde cidadão, acho que era

devida uma explicação. Afinal, seja qual for a versão da história que se confirma, não merecia o povo português uma clara e transparente explicação? Nos tempos que correm, multiplicam-se as acusações, os argumentos e os contra-argumentos. É “natural” em tempo de eleições. Mas seria de esperar, digo eu, que a Presidência as-

segurasse o seu papel moderador e imparcial, clarificando este caso. Mas se calhar até estou errado. Fica o desabafo.

M. F. carta recebida por correio electrónico

Dia 11 de Outubro, somos novamente chamados a votar para escolher os autarcas que hão de gerir os destinos do concelho e das freguesias nos próximos quatro anos. Nesta edição, o Jornal da Batalha procurou auscultar os candidatos para que os eleitores possam tomar contacto com os principais argumentos de quem se propõe gerir os destinos dos restantes habitantes do concelho. Não é, certamente, tarefa fácil avançar com uma candidatura, alimentá-la com ideias, defendê-las e deixar nas mãos dos eleitores a decisão final. Exige coragem, confiança, vontade de servir os outros e determinação em defender aquilo em que se acredita. Deste ponto de vista, todos os candidatos estão de parabéns pelo serviço que prestam ao debate e à dinamização da democracia local. De igual modo, não é tarefa fácil escolher. Seleccionar entre os que se apresentam ao eleitorado aqueles que consideramos serem os melhores para a árdua tarefa autárquica que espera os eleitos para os próximos quatro anos. Para ajudar nesse processo de escolha, apresentamos o essencial das propostas de cada candidato. Obviamente que o trabalho que publicamos não substitui uma atenta e inteligente leitura e acompanhamento de outras iniciativas dos candidatos. Mas, julgamos, ajuda. Resta, como em tudo na vida, a decisão individual de cada um de nós. Algo que, se espera, seja feito em consciência.


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Especial Autárquicas

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Jornal da Batalha

Especial Eleições

Por que razão os batalhenses devem votar m Dia 11 de Outubro, os batalhenses são chamados às urnas para escolherem os novos responsáveis autárquicos. Em causa está a eleição do novo executivo camarário, dos responsáveis pelas quatro juntas de freguesia do concelho bem como dos deputados municipais. O Jornal da Batalha desafiou os candidatos à Câmara e às Juntas para darem conta dos argumentos que poderão convencer os eleitores a votarem em si. Por questões de economia de espaço, no que se reporta à Assembleia Municipal damos apenas conta da identificação de cada um dos cabeças de lista. Confira as respostas e decida em consciência.

Porque não devemos correr riscos desnecessários, votanAntónio Lucas, do no desPSD conhecido, quando podemos escolher, quem tem provas dadas, quem tem as melhores e mais capazes equipas, quem já demonstrou que a honestidade e competência é ponto de honra; Porque sabem que ninguém destas equipas se aproveitará dos lugares públicos para daí retirar benefícios pessoais;

Porque sabem que conhecemos muito bem a Lei, os circuitos do Estado e da Administração, facilitando a resolução de problemas; Porque sabem que iremos continuar a ter fortes preocupações de carácter social, através da implementação de mais programas e medidas que facilitarão a vida aos mais desfavorecidos, como é o caso, do apoio nos medicamentos, das isenções e reduções nas mensalidades de ATL e refeições das escolas, da criação de centros de convívio para idosos, da criação do banco de ajudas técnicas, da boa articulação

com as IPSS e colectividades, da criação do banco de voluntariado, da criação em parceria da loja social; Porque sabem que continuaremos a manter o concelho com elevados índices de qualidade de vida; Porque sabem que continuaremos a pagar a tempo e horas aos nossos fornecedores; Porque sabem que iremos aproveitar até ao último cêntimo, todas as verbas do QREN, para tornar o concelho da Batalha ainda mais desenvolvido e sustentável; Porque sabem que temos já garantidos, investimen-

tos apoiados pelo QREN no montante de 20 milhões de Euros; Porque sabem que connosco as termas serão uma realidade; Porque sabem que continuaremos a apostar fortemente na educação, no desporto e na cultura, áreas fundamentais para o desenvolvimento equilibrado de qualquer sociedade; Porque sabem que connosco a educação será sempre prioridade com qualidade, arrancando os ATL e refeições na hora certa, para melhorar as condições de vida das jovens famílias;

Porque sabem que implementámos o FINICIA e o Micro Crédito e tudo iremos fazer para continuar a criar boas condições para as empresas gerarem emprego e riqueza; Enfim, porque sabem que a porta da vossa Câmara estará sempre aberta.

O s Batalhenses conhecemme bem. D e c e r to que se reFrancisco cordam do Meireles, PS tempo em que era necessário madrugar à porta do Centro de Saúde para obter uma consulta para o dia; a partir do momento em que assumi a direcção do Centro de Saúde acabaram as madrugadas e os doentes constatam a melhoria no atendimento havendo já a possibilidade de marcar consultas e pedidos de me-

dicação via Internet; e todos sabem que os serviços funcionam bem, e apresentam índices que nunca antes tinham apresentado. Tudo isto se deve a uma gestão rigorosa dos recursos disponíveis. É assim que eu sou: rigoroso. Rigoroso em primeiro lugar comigo próprio – não exijo a ninguém aquilo que eu próprio não faça – rigoroso com quem trabalha comigo e rigoroso com os próprios utentes. Na minha concepção os bens públicos são para serem geridos com eficiência, rigor e justiça. E, como sou igual a mim próprio, será assim que irei presidir à Câmara

Municipal. A minha candidatura tem linhas de orientação e objectivos concretos. Porque o espaço é curto, apenas vou apresentar-vos 2 pontos: 1 - Na área da saúde (peço desculpa por este defeito profissional): gostaria que a Batalha tivesse no primeiro ano do meu mandato uma USF (Unidade de Saúde Familiar) instalada e operacional que responda integralmente aos problemas dos utentes com resposta no dia independente da presença ou não do Médico de Família. 2 - Gostaria de ver a Batalha com uma população

jovem, bem formada e dinâmica que não tivesse que procurar fora a sua realização pessoal. Claro que, para isso, há uma série de situações que terão que mudar: teremos que atrair investimento de qualidade para gerar emprego de qualidade; teremos que ter incentivos fiscais e aliciem os casais a fixar-se no concelho (por ex. baixar 1,5% no IRS de todos os munícipes); teremos que criar as condições sociais adequadas para que os casais tenham condições para educar os seus filhos, com berçários, escolas didacticamente equipadas, com educadores e profes-

sores profissionais e motivados. Não faço muitas promessas mas garanto-vos que porei todo o meu empenho, tempo e disponibilidade ao serviço da autarquia de modo a fazer melhor do que aquilo foi feito até agora. Não digo que o que foi feito foi mal feito, apenas que se pode fazer melhor!

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Jornal da Batalha

Autárquicas Especial

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São quatro as listas à Assembleia Municipal da Batalha. Os respectivos cabeças de listas são:

em mim para a Câmara Municipal? Porque somos defensores, da Coerência, da Dignidade e da Horácio Seriedade, Moita Francisco, ao contráCDS-PP rio do Candidato do PSD, que já têm 16 anos de poder + 4 de vereador, o que temos de considerar, ser muito tempo, para muito pouca obra feita. Para além, de ter vendido, a sua alma, a troco não sabemos de quê, nem porquê. Mas possivelmente, poderemos pensar? Por, acreditarmos e estar-

mos dispostos a trabalhar para encontrar soluções para os muitos problemas que afectam as populações do Concelho da Batalha, em suma, São Mamede, Reguengo, Golpilheira e Batalha. Porque, não queremos, nem desejamos, ver o adiamento de projectos prometidos há mais de 12 anos, e não cumpridos, não vamos, nem desejamos, fazer promessas em vão. O nosso lema, para cumprir é, Trabalho, Trabalho e muito Trabalho, na defesa do projecto em que acreditamos, “a Batalha em Acção, um projecto para o Concelho”.

A candidatura CDS/Independentes, liderada por Horácio Francisco e a sua equipa, assume ambicioso projecto para a Batalha, garantido estar já a trabalhar, para assim, que for eleita, tomar decisões inadiáveis, que, em “quatro anos, coloquem o Município da Batalha, na rota da Inovação e do Desenvolvimento sustentado”. Queremos acabar com os 12 anos de inércia do Sr. Lucas, agravados nestes últimos 8 anos, com a bandeira do PSD, o concelho, tem vindo a sentir a sua mudança pela negativa, devido ao incumprimentos das

suas promessas, nas áreas, da Juventude, Desportivas, Saneamento, Infra-estruturas, Socioeconómicas, este aparentemente, tem sido bom, a fazer a politica de charme, da hipocrisia e da demagogia. Em contraste, com a inovadora e progressão politica de crescimento e desenvolvimento que o CDS, levou a cabo, enquanto esteve à frente dos destinos do concelho. Cujos frutos, foram visíveis entre 1989 e 1997, na gestão de Raul Castro. Daí que, a candidatura do CDS/Independentes à Câmara, Assembleia e Juntas, sintam que, a Câmara

vai mudar, a Batalha vai ganhar. Também a população do concelho, aparenta estar com essa forte vontade, de recuperar o tempo perdido e fazer uma Batalha próspera.

A CDU, defende a modernização dos Serviços AdministratiJosé Valentim, vos, melhor CDU articulação com as Juntas de Freguesia, a valorização dos trabalhadores da Autarquia e o respeito pelos seus direitos. A Escola Pública, para o ensino de qualidade, com espaços físicos qualificados. A EAOTB, defendida pelo nosso deputado Miguel Tiago, integrada

nas Escolas Secundarias, deve ter assegurados os indispensáveis meios. No Âmbito da Protecção Civil a CDU agirá na defesa da Área Florestal, pela definição e execução de um Plano de Silvicultura Preventiva, para a Mancha Florestal, Serviços Municipais e meios para as operações de limpeza e prevenção de incêndios, criação e manutenção de linhas de corta fogo. No apoio aos BVB, garantindo a melhor cooperação com a sua Direcção e o Comando. Abertura de novos aceiros, caminhos florestais, reforço os pontos de água, eficaz ligação e envol-

vimento das populações. O desenvolvimento equilibrado e sustentado de todo o concelho, melhor uso os recursos disponíveis, os recursos hídricos, a qualidade da água, do ambiente, a qualidade das intervenções. A valorização do Rio Lena, das suas margens, na Vila da Batalha. As instalações do IVV, para a propriedade do Município, e para usufruto da população. Novos e qualificados espaços verdes, nomeadamente do espaço envolvente ao Mosteiro de St.ª Maria da Vitória. O rico património histórico, cultural, arquitectóni-

co, etnográfico e arqueológico exige a concretização do seu museu. Defendemos o investimento produtivo, a sua fixação no concelho, a concretização dos investimentos nas infraestruturas, nomeadamente, nas ZI. O melhor funcionamento dos Centros de Saúde, e reforço as suas valências. Melhores condições sociais para os deficientes, idosos, crianças e jovens. Adequado investimento na rede viária, o IC 9 e a variante do IC 2, serão vias estruturantes para o concelho, é inaceitável que tenham portagens.

O compromisso assumido pelos candidatos da CDU merece toda a Confiança, por isso são decisivos os eleitos da CDU.

Gestão e Contabilidade, Lda

Telemóvel: 966 797 226

•

José Vieira Reis, PSD

Miguel Chagas, PS

Nelson Guerra, CDS-PP

Hélder Gonçalves Ribeiro, CDU

António Caseiro TOC nº280 Pós Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade Rua António Cândido Encarnação, Edifício Jordão, Apartado 195, 2440-901 Batalha Telefone: 244 766 128 • Fax: 244 766 180 • Site: www.imb.pt • e-mail: imblda@mail.pt


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Especial Autárquicas

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Jornal da Batalha

Eu devo ser presidente da Junta porque… Y Freguesia da Batalha Os habitantes da Freguesia da Batalha, devem votar na candidatura do CDS/Ind., e em Joaquim Joaquim Matias Matias, CDS Cordeiro da Silva. Por este ir liderar uma equipa jovem, coesa, forte, com garra, que é, para além de tudo, determinada, dinâmica, inovadora e com provas dadas, sem vícios dos carreiristas políticos e do poder. Esta equipa, já decidiu aquilo que quer para a Batalha, já decidiu no que está disposta a abdicar para consegui-lo, para bem da freguesia e dos batalhenses. Já decidiu quais as prioridades em função disso. E tem a convicção que a Junta de Freguesia Vai Mudar, os Batalhenses vão Ganhar, Como o Condestável Vamos Lutar na base da Coerência, Dignidade e Seriedade, com uma política eficaz de trabalho, trabalho e muito trabalho. Esta equipa, quer que a Batalha seja uma referência Internacional, não só pela sua história, que a tem, mas também como uma freguesia que valoriza as suas gentes e aqueles que a escolham para se estabelecer, quer a nível empresarial, quer a nível residencial, e promoveremos a Batalha como um Destino e não como uma passagem. As áreas da Saúde, Cultura, Associativismo, Desportiva, Juventude, Educativa, Formação Profissional, Agrícola, Politica Social, Acessibilidades, Urbanismo, Ambiente, Turismo, Saneamento, Infra-estruturas, Económica, Comercial e Industrial, serão o foco da nossa intervenção.

C a r o s Batalhenses, se no próximo dia 11 de Outubro achardes que a minha equipa Joaquim merece a conde Jesus, PS fiança do vosso voto, garantovos que tereis na Junta de Freguesia uma equipa esclarecida, dinâmica e apostada em servir-vos; tereis uma equipa que pretende cumprir com rigor e eficiência as competências atribuídas à Junta e as que a Câmara lhe pretenda delegar; tereis uma equipa que vai mais além e exigirá tudo aquilo a que os Batalhenses têm direito para terem uma vida digna, saudável e justa em qualquer ponto da freguesia onde residam; tereis uma equipa com ideias para fazer evoluir social, cultural e economicamente esta freguesia que todos aprendemos a amar; tereis uma equipa colaborante com os outros órgãos autárquicos nas tarefas de bem servir; tereis uma equipa livre e não comprometida com qualquer outro poder que não seja aquele que a expressão dos votos lhe ditar. Digo-vos, na Batalha pode-se fazer muito mais e melhor. Não deixeis que outros decidam por vós: votem em todos os próximos actos eleitorais.

Eu, António Canhoto, nascido nesta freguesia, sempre concorri, nas Autárquicas, quer António como militante, Canhoto, BE quer como independente partidário de esquerda, hoje militante do Bloco de Esquerda, não farei como os que por aqui têm passado, controlados pela parte partidária, mas sim, tudo farei, se for eleito, auscultando os Munícipes e apreciando os seus problemas, para melhor realizar os investimentos e não aceitar, as diversas empresas que existem dentro dos serviços da Câmara, para não haver fregas e controlo das finanças. Faria com que os serviços a que hoje temos necessidade de recorrer tivessem condições, como o caso da Casa do Povo, onde nem sequer existe elevador ou escada de acesso para uma cadeira de rodas. Por isso vamos dizer já, basta de compadrio entre Câmaras, Juntas e desgoverno. Assim, peço que confiem na minha equipa.

Não diria que devo ser Presidente de Junta, porque já sou, … no entanto ao aceitar candidaGermano tar-me a novo Pragosa, PSD mandato, e depois do convite do partido que me apoia, PPD/PSD, como também do candidato à Câmara Municipal. Devo ser Presidente de Junta. Porque tenho vontade, tenho disponibilidade, gosto daquilo que faço. Ao longo deste mandato que agora termina, termina também o meu compromisso para com os eleitores sobre o meu “Manifesto Eleitoral”. Cumprimos na íntegra tudo o que enumeramos, diria mais, superamos as nossas próprias expectativas. As pessoas conhecem-me, sabem bem que podem contar comigo, no atendimento, no trabalho do dia-a-dia, na tentativa rápida para a resolução dos seus problemas, na confiança da continuação de uma boa gestão é razão suficiente para poder ser novamente candidato. A equipa que comigo se apresenta a estas eleições é gente trabalhadora, honesta muito exigente e cheia de vontade, vamos continuar a dar a esta Autarquia a visibilidade que ela merece, e os nossos concidadãos exigem. Ontem como hoje, no exercício destas funções serei sempre pela Batalha e suas gentes, comigo a Freguesia estará sempre em primeiro lugar, na solidariedade e na procura constante de uma boa qualidade de vida e bem-estar para todos.

A CDU defende um programa com os seguintes objectivos: O desenvolvimento equilibraManuela do e sustentável Ribeiro, CDU da Freguesia e do Concelho; Apoio e incentivo à fixação de novas actividades económicas e industriais. Rede Social de apoio às famílias, aos deficientes aos idosos, aos desempregados, transporte de deficientes e idosos; Salvaguarda dos aquíferos, a qualidade do ambiente, a conclusão da rede de saneamento, despoluição do Rio Lena; Ordenamento e desenvolvimento da actividade agrícola e florestal, uma comissão municipal com a participação dos produtores, desenvolvimento e promoção do turismo rural; Equipamentos colectivos de qualidade; Dinamização das colectividades o a sua participação na vida colectiva. O museu de espeleologia, arqueologia e etnografia, e a valorização do património arquitectónico, monumental, popular e ambiental; A qualidade do espaço urbano, da arquitectura, o equilíbrio das funções urbanas, infra-estruturas de lazer, o direito á mobilidade de portadores de deficiência, melhoria da circulação e segurança rodoviária, construção do IC 9 e da variante ao IC2, sem pagamento de portagens; Serviço de Atendimento Permanente, no Centro de Saúde da Batalha e aumento das suas valências; Com os eleitos da CDU sim, é possível uma Vida Melhor.

Y Freguesia de S. Mamede Os habitantes da Freguesia de São Mamede, devem votar na candidatura do CDS/Independentes, e em Carlos Valente, por este ser um homem atento e preocuCarlos pado com a freguesia onde Valente, CDS vive, tendo todas as condições para ser o próximo presidente de Junta. Principalmente por este ir liderar uma equipa jovem e dinâmica, que funcionará, como um todo e que pretende mais para S. Mamede. Uma equipa sem vícios dos carreiristas políticos e do poder. Constituindo um valor acrescentado fantástico e uma mais-valia, para

a execução destes ambiciosos projectos de fazer a mudança e o desenvolvimento, ou seja. Como o Condestável Vamos Lutar, assim a JUNTA Vai Mudar, SÃO MAMEDE VAI GANHAR. Porque vamos defender, com Coerência, Dignidade e Seriedade, uma politica eficaz de trabalho, trabalho e muito trabalho e não de falsas promessas, adiadas há 12 anos, nas áreas da Saúde, Cultura, Associativismo, Desportiva, Juventude, Educativa, Formação Profissional, Agrícola, Politica Social, Acessibilidades, Urbanismo, Ambiente, Turismo, Saneamento, Infra-estruturas, Económica, Comercial e Industrial.

Tenho um conhecimento profundo do espaço físico da freguesia e da sua população. Tenho uma ocupação profissional que me permite esSilvestre tar diária e continuamente Carvalhana, em contacto com os muníciPSD pes, tomando assim conhecimento imediato dos problemas e necessidades, podendo resolvêlos em tempo útil. Tenho uma experiência autárquica de vários anos já com provas dadas e obra feita. Tenho uma equipa competente, renovada, onde se conjugou a experiência de uns,

com a irreverência responsável de outros e que conta com vários apoios desde os cidadãos comuns, passando pelo candidato à presidência da Câmara da Batalha e dos candidatos a deputados pelo distrito de Leiria nas listas do PSD. Tenho projectos inovadores para o, ainda maior progresso de S. Mamede, e que fazem parte integrante do projecto de António Lucas para o concelho da Batalha.


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AutĂĄrquicas Especial

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m PSD e CDS sĂŁo os Ăşnicos partidos que concorrem Ă s quatro Juntas de Freguesia do concelho. O PS “falhaâ€? SĂŁo Mamede, a CDU e o Bloco de Esquerda apenas avançam na freguesia da Batalha. Os treze candidatos explicam por que razĂŁo devem ser eleitos presidente da Junta.

Y Freguesia da Golpilheira As razþes para acreditar numa mudança sustentåvel são mais que muitas. Se por um lado Ê preciso desenvolver e inovar, por outro Ê imprescindível não comprometer o futuro dos habitantes. É este futuro que nos preocupa, e este, Ê o mote principal Anabela da candidatura do CDS/Independentes à Lopes, CDS-PP freguesia da Golpilheira. Com a liderança de Anabela Lopes e toda uma equipa determinada e dinâmica nos mais variados níveis, sem dúvida, que seremos capazes, não apenas de ver, mas acima de tudo de vencer barreiras. São as pessoas que fazem parte desta equipa o factor chave para impulsionar mais-valias à freguesia, e com elas, temos ainda a certeza que os egoísmos e demais interesses altruístas serão deixados de lado. A realidade dos 12 anos de promessas não cumpridas, salta à vista de todos, e não apenas dos mais atentos. As necessidades ao nível estrutural são muitas, não apenas no que respeita à årea desportiva, mas tambÊm no que concerne aos aspectos sociais, culturais, infra-estruturais e económicos, associados à freguesia da Golpilheira. Dia 11 de Outubro serå o marco da mudança para todos aqueles que acreditam num futuro melhor, e que assim depositam a confiança em nós. Conscientes de todas as dificuldades, uma certeza indiscutível temos, tal como, o CONDESTà VEL vamos lutar e desta forma a JUNTA Vai Mudar, a GOLPILHEIRA VAI GANHAR.

Acima de tudo porque os objectivos primårios da minha candidatura hå 4 anos foram cumpridos, motivando-me a continuar. Conseguimos melhorar o atendimento e somos mais eficazes com os poucos Carlos Santos, recursos que temos ao dispor. PSD Neste momento lidero uma equipa renovada e dinâmica e os golpilheirenses sabem que não adianta prometer esta ou aquela obra, mas sabem que continuaremos a servir com voz activa e responsåvel em nome da população, para que os problemas se resolvam de forma råpida. Lembro, por exemplo, o papel fundamental que a Junta de Freguesia estå a ter para a construção do Pavilhão Desportivo, o Projecto Ê da nossa autoria e o Município avançarå com a obra (cerca de 600.000 ₏), assim que tiver autorização do Min. do Ambiente. Ainda posso lembrar a confirmação da unidade de convívio sÊnior que iremos montar com o apoio da CMB, antes do final do ano no piso inferior da Sede da Junta. Resumindo, se novamente for merecedor da confiança dos eleitores, continuarei a ser o que fui, abordando com frontalidade e estando presente onde me compete estar.

A razão da minha candidatura à Junta de Freguesia da Golpilheira deve-se ao facto de contar com uma equipa dinâmica, experiente, conhecedora da realidade da freguesia, um grupo de pessoas com valor, vontade e responsabilidade, sem JosÊ Carlos qualquer interesse pessoal e disposta a Ferraz, PS trabalhar com isenção para o desenvolvimento económico e social da freguesia. Porque a Golpilheira Ê de todos nós, dos cidadãos naturais, e de todos os que temos tido o prazer de receber, a todos chamaremos e com todos contaremos para participarem com a nossa equipa na definição de prioridades, identificação e resolução das situaçþes que contribuam para a segurança, melhoria da qualidade de vida, desenvolvimento e bem-estar efectivo da população da freguesia. Contamos com a confiança e o apoio de toda a população nesta equipa, sempre disponível para trabalhar e dar o seu melhor, apenas pela Golpilheira.

No mandato que agora termina não foram feitas obras de grande dimensão na Freguesia de Reguengo do Fetal mas foram feitas muitas pequenas obras. Como compromisso, caso seja eleito, proponho a colaboração e apoio às coFernando lectividades, a construção de um parque Lucas, PSD de merendas para o qual jå dispomos de espaço e projecto, a criação de novos espaços de estacionamento, a criação de espaços ajardinados, a recuperação de fontanårios antigos que no seu conjunto poderão criar um roteiro que atraia visitantes à Freguesia, o melhoramento do percurso pedestre com a criação de outras alternativas, a construção de um campo de tÊnis, a manutenção e abertura de caminhos rurais e certamente o mais importante compromisso a digna comemoração dos 500 anos da Freguesia de Reguengo do Fetal durante o ano de 2012. Tal como hå quatro anos atrås não me comprometo com realização de grandes obras, pois essas não são nossa competência nem a Freguesia tem capacidade financeira e tÊcnica para as executar, comprometo-me a ajudar a criar condiçþes que garantam à população melhor qualidade de vida e a fazer o melhor pela Freguesia.

Eu devo ser Presidente da Junta de Freguesia de Reguengo do Fetal porque acho que eu e a minha equipa podemos fazer muito mais e melhor, jå que actualmente a Freguesia do Reguengo do FÊtal estå numa situação de estagnação. Luís Ferreira, Eu e a minha equipa, actuaremos com PS dinamismo e competência para levar a freguesia a trilhar caminhos de maior bem-estar, levando os habitantes do Reguengo a sentirem o prazer de viver numa povoação que finalmente irå encontrar o caminho certo rumo ao futuro. Caros amigos e conterrâneos, esta Ê a nossa intenção. Vontade de trabalhar não nos falta, dêem-nos agora a oportunidade de demonstrar que somos diferentes e mais capazes de concretizar a modernização da nossa freguesia.

Y Freguesia do Reguengo do Fètal Os habitantes da Freguesia de Reguengo do FÊtal devem votar na candidatura do CDS/Independentes e em Mårio Fernandes, por este integrar uma equipa jovem, dinâmica, com vontade de trabalhar e com projectos de mudança e Mårio Fernande desenvolvimento de uma terra cheia des, CDS-PP de riquezas. É necessårio encontrar remÊdios para uma Freguesia que estå caída no esquecimento hå mais de 12 anos com promessas não cumpridas, e um deles, Ê criar estruturas que liguem as pessoas à terra, promovendo o Turismo Rural e de Habitação, o Social, a Agricultura, Educação, Cultura, Juventude, Desporto, a Economia e o produto do saber local. O Reguengo do FÊtal não poderå mais ser um ponto de passagem apenas, mas sim, um ponto de referência. Votando numa equipa jovem, mas com experiencia, abrem-se portas para uma mudança sustentada, e abrese caminho à fixação dos jovens na Freguesia, pois são estes, o motor do dinamismo e da inovação. Com Coerência, Dignidade e Seriedade, como o Condeståvel Vamos Lutar, prometendo trabalho e muito trabalho, por uma Freguesia mais próxima dos seus habitantes!

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Batalha Actualidade

Setembro 2009

Cuidados Continuados no Reguengo do Fetal m O Centro Paroquial de Assistência do Reguengo de Fetal (CPA) vai proceder à ampliação das suas instalações. A informação foi dada ao Jornal da Batalha pelo presidente da instituição e pároco do Reguengo do Fetal, padre Nuno Gil, ao dizer que “vai proceder a obras de ampliação”, nomeadamente “a instalação de uma nova cozinha, servindo o espaço onde esta funciona, para ampliação do refeitório”, para além da aquisição de novo equipamento. Estas obras representam um investimento na ordem dos cem mil euros, cujo “projecto será objecto de uma candidatura a fundos comunitários através

do Proder, na abordagem Leader”, como adiantou o sacerdote. As obras a realizar, para além de “serem uma necessidade para o actual funcionamento da instituição”,

como disse Nuno Gil, prendem-se já com o funcionamento da nova Unidade de Cuidados Continuados (UCC), que se prevê “venhamos a instalar dentro em breve”.

Para esta UCC será construído de raiz “um novo edifício”, cujo valor estimado da construção se cifra em cerca de um milhão e oitocentos mil euros, ficando “com uma capacidade

Jornal da Batalha Termas com concessão assinada

para trinta utentes e criará mais três dezenas de postos de trabalho”, sendo “uma valência muito importante para a instituição e para o concelho da Batalha”, devendo descongestionar o serviço já existente nas Brancas, com o qual “ficará a funcionar em rede”, explica o presidente do CPA. A instituição reguengueira já efectuou uma candidatura com vista à instalação desta UCC, que “constituirá mais uma valência desta instituição”, disse o responsável. O CPA de Reguengo do Fetal presta assistência a 35 crianças na valência de creche, 50 na educação pré-escolar, 52 idosos na valência de lar, 42 na de apoio domiciliário e 5 em centro de dia, contando com 65 pessoas ao seu serviço.

Já foi formalizada a concessão das Termas das Salgadas, Batalha, entre a Câmara da Batalha e o Ministério de Economia,. É o ponto final no longo processo burocrático visando reactivar aquela estância termal. O município estuda agora a necessidade de realização de um estudo prévio ou a possibilidade de avançar já com o projecto para a zona. O certo é que deverá ressurgir a estância termal onde funcionaram termas privadas até à década de 50 do século passado.

Biblioteca em projecto de permuta

Armindo Vieira

Batalha e Pedreiras geminadas em cultura Foi um simples dar de mãos entre as cinco pessoas que protagonizaram a geminação cultural entre as freguesias de Batalha e Pedreiras, na tarde do passado dia 29 de Agosto, no Salão Paroquial das Pedreiras. Os protagonistas foram Germano Pragosa e José Santo, presidentes das Juntas de Freguesia de Batalha e Pedreiras, Manuel Gregório Moreira e Pedro Miguel Pragosa, em representação dos Ranchos Folclóricos Rosas do Lena, da Rebolaria, Batalha e das Pedreiras e, ainda, o promotor da geminação, Aníbal Nobre, da Academia Antero Nobre. O presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, testemunhou o acto.

Tratou-se de “uma cerimónia simples”, como na altura referiu Aníbal Nobre, entre duas freguesias “que têm em comum a vocação cultural”. O maior concurso literário. Esta foi uma das acções programadas para a cerimónia de encerramento do XII Concurso Literário da Academia Antero Nobre, que é, segundo Aníbal Nobre, “o mais participado e internacional concurso literário de língua portuguesa”. Para a edição deste ano, foram recebidos 3420 trabalhos, nas diversas modalidades, como “Poesia obrigada a mote”, com o tema Exaltação à freguesia de Pedreiras; “Quadra Popular”,

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com o tema “Exaltação à freguesia da Batalha”; “Soneto”; “Sextilha Humorística”; “Pequeno-Conto”; e “Palavras 100 Letras”. Ainda falando em números, foram recebidos “trabalhos de 388 poetas e prosadores, provenientes de 15 países dos cinco continentes”, como refere a brochura que nos foi entregue.

O grande prémio deste concurso foi atribuído a Maria Amélia Brandão, a quem foi atribuído o “Grande Prémio – Dr. Jorge Silva Pereira”. A Academia Antero Nobre homenageou ainda duas personalidades, uma ligada à instituição – Jorge Silva Pereira, sócio fundador e hono-

rário – e a outra da freguesia de Pedreiras – José Silva Santo, presidente da Junta de Freguesia. No final actuaram os Ranchos Folclóricos Rosas do Lena, da Rebolaria, Batalha e das Pedreiras. Armindo Vieira

A Biblioteca Municipal da Batalha está a desenvolver um projecto de permuta de publicações com o objectivo de “enriquecer o fundo documental alusivo à história, às tradições e à cultura dos diferentes municípios portugueses”, explica o município em comunicado. As publicações já recebidas, adianta a autarquia, vão “permitir disponibilizar a leitores e a investigadores informação diversa sobre a realidade dos mais de 300 concelhos existentes”. Depois de inventariadas, estas publicações vão poder ser consultadas pelo público em finais de Outubro.


Jornal da Batalha

Actualidade Batalha

Setembro 2009

Gabinete ajuda desempregados do concelho m Funciona desde os primeiros dias do mês, um gabinete de inserção profissional na sede do concelho, assegurado pela Câmara da Batalha. De acordo com o presidente do município, citado pela agência Lusa, o gabinete de inserção profissional pretende apoiar os desempregados do concelho. “Para tudo o que sejam medidas que possam ajudar os desempregados, embora não sejam da nossa competência, estamos sempre disponíveis”, afirmou António Lucas, explicando que a iniciativa integra o conjunto de medidas anti-crise que o município anunciou em Abril. O autarca explica que aquele serviço entrou em funcionamento cerca de quatro meses depois porque “só agora foi possível assinar o protocolo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional”.

Segundo António Lucas, o concelho foi sempre dos que teve menos desempregados no país, mas, ainda assim, os números “são relevantes”. “Em Julho, o concelho tinha 473 desempregados”, referiu o presidente da Câmara Municipal, acrescentando que, no último ano e meio, o número de pessoas nestas circunstâncias “cresceu significativamente”. O autarca realçou que esse aumento registou-se até Abril, “estando desde esse mês a decrescer”, o que é um “sinal positivo”.

António Lucas manifestou-se, contudo, preocupado com o sector da cerâmica, o “que maior número de postos de trabalho tem no concelho”, e que, no seu entender, neste momento é o “mais vulnerável”. “A redução de encomendas, devido à conjuntura internacional, e o facto dos custos de produção serem superiores aos verificados nos países vizinhos e nos principais concorrentes, é o que mais preocupa”, declarou. O presidente da Câmara Municipal acrescentou que

o desemprego no concelho “atinge, sobretudo, os escalões etários mais elevados”, referindo que para esses o GIP “vai tentar encontrar empresas que os admitam”, assim como “desenvolver acções de formação para aumentar o seu nível de conhecimentos e competências”. No GIP, que funciona em cooperação com o Centro de Emprego de Leiria, é ainda possibilitada a realização do controlo das apresentações periódicas dos beneficiários das prestações de desemprego.

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Privatização de refeições contestada A privatização do serviço de refeições do Agrupamento de Escolas da Batalha não agrada à Câmara da Batalha. A medida está a ser preparada pela Direcção Regional de Educação do Centro e esbarra na oposição do executivo camarário. O assunto foi debatido recentemente em reunião da vereação. Carlos Henriques, vice-presidente e responsável pela área da educação, explicou que “a Câmara é contra esta Iniciativa porque os meios físicos e pessoais existentes funcionam bem, pelo que não faz sentido privatizar este serviço”. Aos argumentos da autarquia soma-se o facto de estar a preparar-se a transferência de competências nesta área do Ministério da Educação para o município, o que torna extemporâneo o recurso a uma entidade externa para assegurar as refeições. Uma posição que foi adiantada à DREC em Junho. Também vereador da maioria PSD e responsável da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas da Batalha, Paulo Batista Santos, adiantou tratar-se de “uma iniciativa inconsciente, uma vez que a Alimentação efectuada pelos profissionais que trabalham naquele estabelecimento de ensino nunca mereceu qualquer crítica negativa por parte dos encarregados de educação, ao contrário do serviço que é prestado por privados na Escola Secundária da Batalha”.


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Batalha Actualidade

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Estrondos reacendem receios com subestação

Foram dois estrondos, suficientes para inflamar os receios da população do Celeiro. A Câmara da Batalha teme pela segurança dos moradores e reclama o enterramento das linhas de alta tensão que atravessam a localidade. “Parece-me que poderá colocar em perigo os moradores e nada garante que não se possa repetir”, refere António Lucas, presidente da Câmara da Batalha. A EDP afirma que o susto da madrugada de dia 4 se ficou a dever a curto-circuitos, mas o argumento não parece ser suficiente para acalmar os receios: “Ainda que a explosão tenha ocorrido numa linha de 60Kv, que consequências existiriam se o sucedido tivesse ocorrido numa linha a 400KW”, questiona o autarca. O município questionou o Ministro da Economia e os responsáveis da REN e EDP sobre o problema da concentração de linhas eléctricas existentes no local e reclama o enterramento das linhas de alta tensão no perímetro urbano. António Lucas lembra que para além de evitar a repetição de acidentes deste género, a medida contribuiria para a diminuição dos

O misterioso íman

plosões, tenho pedaços de um poste eléctrico que se partiu com vestígios das explosões”, afirma Rogério Paulo que teme que o cenário se repita, ferindo algum morador.

m Dois violentos estrondos no início de Setembro, ressuscitaram o “medo” da população em relação aos perigos da proximidade da subestação eléctrica.

campos electromagnéticos e do ruído. A proposta não é nova, e o autarca retomaa pois, explica, “é necessário que se faça alguma coisa” para minorar o impacto da subestação eléctrica e das múltiplas linhas de alta tensão que atravessam a localidade. Foi junto à habitação de Rogério Paulo, responsável da Comissão de Moradores de Celeiro e Lugares Vizinhos, que tudo se passou. “Foi um grande susto”, diz o moradores que alertou

os serviços de emergência para o sucedido. Contesta ainda a explicação da EDP para o sucedido. À agência Lusa, Maria Antónia Fonseca, do Gabinete de Comunicação da EDP Distribuição, explicou que não se tratou de nenhuma explosão. “Aquilo que se ouviu não são explosões, mas o disjuntor da subestação a disparar. Como o equipamento é muito maior, o barulho é na mesma proporção”, declarou. “Eu tenho provas em como se registaram ex-

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IC9, o outro problema. Os problemas com a subestação somam-se a às várias infra-estruturas que teimam em atravessar-se na vida dos moradores do Celeiro. É que há uma nova estrada que ligará Nazaré a Tomar (o IC9) que está prevista para a localidade e o TGV chegou a estar previsto para o local. José Encarnação, emigrante em França há três décadas, lamenta que tenha canalizado as suas poupanças para a construção de uma habitação na terra que o viu nascer. É que agora tem a subestação como vizinha e múltiplas linhas eléctricas no horizonte. À porta uma estrada que liga a Batalha a Fátima com trânsito contínuo e a promessa de uma nova via – o IC9 – a atravessar-lhe o quintal, a poucos metros de casa. Teme que este seja o último ano em que possa atravessar o quintal para chegar à casa da irmã, que mora a cerca de 20 metros. Para o ano, quando regressar, pode já estar em construção o que denomina de autêntico “muro de Berlim”. José Encarnação não esconde a revolta pelo facto do IC9 aparentar estar a ser projectado para dentro da localidade para evitar passar em zonas ambientalmente mais sensíveis. “Se lá há carvalhos, aqui ao lado

também há, não faz sentido”, diz. “ É uma injustiça. É uma vida de trabalho para nada”. O Celeiro, afirma, “é uma terra que está esquecida em termos de infra-estruturas, mas para sermos castigados não há igual. Gostava que me mostrassem se há outro lugar como este tão castigado”. Já Rogério Paulo, da Associação de Moradores do Celeiro e Lugares Limítrofes, prefere a ironia para sintetizar o “castigo” da localidade que muitos temem possa vir a desaparecer, tantas são as situações que desmotivam os seus moradores: “Esta localidade é a melhor para se viver. É a localidade com mais interesse do país. IC9, TGV e a REN, todos os caminhos vêm dar ao Celeiro”. Por detrás do bom humor escondem-se as horas infindáveis a tentar contrariar os impactos negativos dos ruídos e receios de prejuízos para a saúde resultantes da imensa quantidade de linhas eléctricas que já chegam à subestação, no coração da localidade. E que deverão continuar a chegar. O amargo de boca é mesmo perceber que, no futuro, porventura, os filhos da terra não queiram viver nestas condições. “É o desejo de qualquer pai, mas…”, diz. Stephanie, filha de José Encarnação, admite a cada ano que passa o desejo de regressar se vai perdendo. A prima Christiane confirma. “O sonho do nosso avô era que este terreno fosse usado pelos netos”, diz. Tudo indica que é um sonho desfeito.

“Parece que há um íman que atrai para ali tudo o que é infraestrutura pública”, desabafa António Lucas, presidente da Câmara da Batalha que tem dificuldade em encontrar uma explicação para o facto de o Celeiro ser tão “sacrificado”. Lembra que o município bem tem tentado, por vezes com dificuldade em fazer valer as suas posições, para que os impactos destas infra-estruturas sejam diminuídos ao mínimo. Afinal “devia de haver solidariedade do país para com o esforço daquela população”. Já tentou indemnizações, deslocalizações, reduções de impostos, sem sucesso. Depois de várias diligências desembocou no melhor que se conseguiu até ao momento: compensações pagas pela REN aos moradores para efectuarem trabalhos de insonorização nas habitações. Já no que se refere ao IC9, o esforço tem sido semelhante. Os trabalhos que têm decorrido no terreno, tem tirado o sono a muitos moradores que temem que habitações sejam emparedadas ou mesmo demolidas. António Lucas assegura que o troço do IC9 ainda não é definitivo que o município continua a acreditar que o bom senso irá imperar e que as alternativas que tem apresentado – com menores impactos na localidade – sejam adoptadas.

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Entrevista

Batalha Entrevista

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Olivier Pedroso, atleta

“A sensação de ganhar é indiscritível”

Olivier Pedroso, nascido em França, mas Golpilheirense desde os cinco anos, é um nome promissor do atletismo nacional. Iniciou-se nesta modalidade desportiva com 14 anos mas, hoje, com 18, os Jogos Olímpicos já constam na lista dos seus objectivos. Estudante do Ensino Superior, em Gestão, e atleta a construir uma carreira profissional, um jovem que concretizou recentemente o sonho de “chegar em primeiro lugar à sua terra” quando venceu a Prova Mestre de Avis . Quantas horas treina por semana? Treino, em média, três horas por dia (uma de manhã e duas ao final da tarde). Normalmente, faço os bidiários quatro vezes por semana. O Domingo é a “folga”, o único dia em que tenho a certeza de

que treino só uma vez. Por que clubes já correu? Actualmente corro pelo Maratona Clube de Portugal. Porém iniciei-me na Juventude Vidigalense e agradeço muitíssimo ao Prof. Paulo Reis que sempre me apoiou. No que toca à próxima época, já recebi alguns convites importantes que estão a ser considerados pelo que poderá haver novidades nesta matéria. Quais são as provas ou competições em que já participou e que considera mais importante? O dia mais importante da minha curta carreira é, sem dúvida, o dia em que fui Campeão Nacional na disciplina dos 3000metros de obstáculos, pois trabalhei quatro anos para conseguir esse objectivo. A primeira

vez que representei Portugal teve, de igual forma, um grande valor para mim. A participação no Campeonato da Europa de Juniores em Novi Sad (Sérvia) foi um sonho tornado realidade, assim como o dia em que fiz os mínimos para esse mesmo campeonato da Europa. Também a minha estreia na 1ª divisão (equivalente à superliga no futebol), aos 17 anos, foi um ponto alto. Existe algum momento que o tenha marcado de um modo mais especial? Na realidade até tenho muitos. O mais especial foi, sem dúvida, o de correr com as cores de Portugal. Mas existe um momento, tenho a consciência de que 99,9% dos atletas não diria o mesmo, que foi ganhar a geral da prova da minha terra (Mestre de Avis) sendo apenas

júnior que me realizou pessoalmente. Quando era mais novo pensava “um dia hei-de chegar em primeiro lugar à minha terra”, o que concretizei este ano. Também nunca esquecerei o meu primeiro dia em Lisboa: a poluição mal me deixava respirar e o meu treinador pôs-me logo a treinar com o olímpico António Travassos e outros dois colegas de treino que são profissionais. Eu tinha 17 anos e, como é óbvio, levei uma “coça”: fui o caminho todo a chorar para casa e essa semana foi muito difícil, contudo isso fez-me crescer e hoje penso que “eu quero treinar é com eles”. A minha primeira ida ao estrangeiro como atleta foi igualmente marcante, assim como correr ao lado do Rui Silva na prova que o homenageia, onde estavam milhares de pessoas a gritar “Vai Rui” – nunca tinha visto nada assim em Portugal. Há ainda a salientar o facto que ter conhecido o meu actual treinador (Prof. Osvaldo Apolinário) revolucionou completamente a minha forma treinar e a forma como encaro o atletismo. Em que pensa antes de uma corrida? Agradeço sempre a Deus a preparação ter corrido bem e, naturalmente, peço-lhe forças para honrar a camiso-

la que visto e para que, caso ocorram dificuldades, não ter medo. Quais são os seus grandes objectivos? O meu grande desejo inicial é levar o atletismo de uma forma profissional, o que acabou de acontecer com a minha integração no Centro de Alto Rendimento do Jamor (estou-vos a dar a notícia em primeira mão). Vou para a fábrica de Campeões Portugueses onde, sem dúvida, a residente mais ilustre é a Super Campeã Vanessa Fernandes. Vou dedicar-me a 100% ao atletismo e já penso que tudo é possível: tenho o meu grande objectivo de carreira fixado, mas prefiro deixá-lo para mim e para o meu treinador para não criar grandes expectativas, até porque só o espero realizar entre 2016 e 2020. Uma “meta” que pretendo atingir a longo prazo e que posso referir é, caso surja a oportunidade, participar nos Jogos Olímpicos em 2016, pois 2012 ainda é muito cedo. Quero ir aos Jogos com os 3000m obstáculos, mas sonho, numa fase posterior, fazer a Maratona, a competição Rainha de Todos os Desportos. A curto prazo pretendo ir ao Europeu de Corta-Mato que se realiza em Dublin no próximo mês de Dezembro.

O que o motiva a “ir mais longe”? Alguma vez se sentiu desmotivado? Primeiramente queria ganhar na minha escola e a nível distrital, depois foi a minha cruzada a nível nacional... Agora estou na fase em que começo a olhar para os melhores europeus e quero derrotá-los. Quando se passa um patamar quer-se sempre o outro que está à frente. Já me senti muitas vezes desmotivado, mas felizmente a última vez já foi há algum tempo. Há alguma lição que tenha aprendido no atletismo? A principal é que às vezes até posso ser pisado e massacrado, mas tenho sempre de pensar positivo e que amanhã darei a volta por cima. O que sente ao ganhar ou perder? Para mim a sensação de ganhar é indescritível e, sem dúvida, vale a pena passar ao lado de muitas das diversões que a idade proporciona, o que para mim está longe de ser um sacrifico. Por outro lado, a derrota faz parte do crescimento e, como em tudo na vida, temos de aceitá-la para progredir. Bárbara Abraúl


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Batalha

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Festas da Batalha

Festas com enchente e lamentos pel m Um dos momentos altos da comemoração do Dia do Município da Batalha decorreu na Capela do Fundador do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, onde se assinalou mais um aniversário da Batalha de Aljubarrota, que ocorreu a 14 de Agosto de 1385. Após a deposição de flores junto ao túmulo de D. João I, foi a vez do historiador Saul António Gomes fazer uma alocução histórica, sobre o monumento batalhense, chamando-lhe “Templo da Memória” e, ao mesmo tempo chamou a atenção para as razões

dem hoje”. Parafraseando Miguel Torga, o historiador leiriense referiu que “todo o português devia peregrinar”, pelo menos uma vez na vida, “até ao Mosteiro de Santa Maria Vitória”, uma vez que recorda “um dos mais importantes feitos históricos da nossa independência”. Para além disso, muitas vezes “as comemorações dispensam a reflexão do historiador”, disse Saul António Gomes, considerando ainda que “num olhar repartido entre o passado e o presente do futuro”, que comemorar 14 de Agosto de 1385 é “um acto de cidadania e de afirmação da identidade”. O historiador terminou a alocução formulando o voto de que o Mosteiro da Batalha “no conteúdo histórico e simbólico que pre-

da exposição das Ordens Honoríficas Portuguesas, em colaboração com o Museu da Presidência da República. Trata-se de uma exposição, que decorreu até ao passado dia 13, onde se puderam apreciar as “Ordens Honoríficas” de que o Presidente da República é, por inerência do cargo, o GrãoMestre das Ordens Honoríficas Portuguesas. Estiveram patentes, com explicações anexas, as antigas ordens militares de Torre e Espada; do Valor, Lealdade e Mérito; Ordem de Cristo; Ordem de Aviz; e Ordem de Sant’Iago e Espada, as ordens nacionais do Infante D. Henrique e da Liberdade e as ordens de mérito: Ordem da Instrução Pública e a Ordem de Mérito Agrícola, Comercial e

p A Batalha de Aljubarrota comemorou-se no Mosteiro da Batalha “por que este monumento, no que comemora, parece tão esquecido e omitido na balança da actualidade portuguesa”, acrescentando, contudo, que “os feitos” da Batalha de Aljubarrota “encontram mais eco na alma do povo simples e sem grandes estudos que por aqui passa”, depois de feitas as preces em Fátima, do que “entre as elites académicas e os especialistas do património nacional, que tudo deci-

serva”, consiga “vencer as muralhas de silêncio e de omissão”. (O texto da intervenção do historiador pode ser lido na íntegra no site do Jornal da Batalha em www. jornaldabatalha.pt) Rota de São Nuno de Santa Maria. Durante a tarde, outras actividades se desenvolveram nesta comemoração, como a abertura, na Galeria Municipal Mouzinho de Albuquerque,

Industrial. No Auditório Municipal, teve lugar a apresentação do livro de Aníbal Nobre, intitulado “Lendas e Histórias da nossa História”, cuja apresentação coube a Palma Rodrigues e onde o autor escreve algumas lendas relacionadas com os quatro reis da dinastia de Avis, cujos restos mortais repousam no Mosteiro da Batalha (D. João I, Duarte, D. Afonso V e D. João II), os Infan-

tes D. Henrique e D. Pedro (príncipe Regente) e Nuno Álvares Pereira. Seguiu-se uma sessão solene onde foram entregues os galardões municipais, a várias personalidades, a saber Padre Virgílio do Nascimento Antunes; BAC – Batalha Andebol Clube; UDB – Associação Desportiva da Batalha; Associação Recreativa Amarense; Rancho Folclórico do Penedo; Associação Cultural Sons do Lena; Rancho Folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”; Nuno Pinheiro Maximiano; Joaquim Augusto Lima da Silva; e Afonso Marto, Armindo Vieira Jordão e José Ribeiro, directores da Associação de Melhoramentos da Batalha. Foram ainda atribuídas Medalhas de Assiduidade e Bons Serviços a alguns funcionários que se aposentaram, como, Raul Ferreira da Silva, Manuel Silva Vieira, Carlos Jorge Guerra de Almeida Coelho, António Ferreira Venceslau, Francisco Rodrigues Carvalho e Joaquim Vieira Franco. António Lucas, presidente do Município batalhense, no uso da palavra, realçou o desenvolvimento do concelho e anunciou a criação de uma rota de São Nuno de Santa Maria, em parceria com os Municípios de Ourém, Tomar e Porto de Mós. Durante esta sessão houve momentos musicais com a participação do pianista argentino, a residir na Batalha, Francisco Chirife. Encontro de emigrantes batalhenses. Com vem sendo hábito também este ano, teve lugar no Pavilhão Multiusos, o costumado encontro de emigrantes batalhenses que, no mês de Agosto, se encontram de férias na região.

p O convívio de emigrantes manteve-se

p O folclore da Estónia foi muito apreciado

p “Ordens Honoríficas”, uma exposição digna

pOs galardões voltaram ao Dia do Município


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Batalha

lo esquecimento do Mosteiro A acompanhar o repasto a animação musical do grupo de música popular e tradicional “Cancioneiro da Região da Magueixa” do Reguengo do Fetal. Já à noite o actor batalhense Tobias Monteiro, levou a efeito uma homenagem a D. Nuno Álvares Pereira, junto à estátua equestre do Condestável, que consistia num vídeo onde se entrevistavam algumas personalidades, se mostravam aspectos da batalha de Aljubarrota e se incluiu no espaço envolvente da estátua, uma representação do actor batalhense. À noite, o recinto das festas, no largo Infante D. Henrique encheu para assistir ao concerto da batalhense Suzana Pragosa, que regressou ao palco das Festas da Batalha, e de Paulo Gonzo. O dia do desporto de do folclore. No dia 15, feriado nacional, os festejos começaram com provas desportivas. Provas de atletismo nas classes de benjamins, infantis e iniciados, caminhada, Batalha, Golpilheira e Batalha e uma prova de atletismo denominada “Grande Prémio de Atletismo Mes-

tre de Avis – São Nuno de Santa Maria”. Durante a tarde teve lugar um torneio aberto de xadrez, jogos tradicionais e uma arruada com o grupo de percussão “Terra Nova”. Ainda durante a tarde teve lugar no campo de futebol sintético o I Torneio de futebol Inter-freguesias “São Nuno de Santa Maria”, havendo de seguida, visitas guiadas às instalações, em construção, do Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. À noite, no recinto das festas, teve lugar a XXIV Gala Internacional de Folclore da Batalha, numa organização do Rancho Folclórico Rosas do Lena, que se iniciou com o espectáculo etnográfico “A Batalha a Cantar e a Dançar, da Quaresma a Santo António”, seguindo-se a actuação dos agrupamento participantes, a saber: Rancho Folclórico Rosas do Lena, Grupo de Capoeira Ginga Camará, Brasil, Grupo de Folclore e Etnografia “Os Ceifeiros da Bemposta”, Loures, Grupo de Danças Folclóricas de IZMIR, Turquia, Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio, Braga e Grupo de Danças Folclóri-

cas Pääsuke, Estónia. Dia dos Xutos. O dia das Festas da Batalha mais esperado pela população batalhense e não só, foi o último, o dia 16. Durante a tarde realizaram-se jogos tradicionais no recinto das festas e caricaturas gratuitas, com a presença do caricaturista leiriense José Oliveira. No campo de futebol sin­tético jogaram-se o apuramento dos 3º e 4º classificados e a final do I Torneio Inter-freguesias “São Nuno de Santa Maria” e, no recinto das festas, actuou o Grupo de Danças Folclóricas Pääsuke, da Estónia. À noite o recinto das festas encheu para assistir ao tão desejado e anunciado concerto da banda “Xutos e Pontapés”, que se traduziu na maior enchente das Festas da Batalha dos últimos anos. Durante os três dias dos festejos, decorreu a 2ª Mostra das Actividades Económicas do concelho da Batalha e a gastronomia regional e local também esteve presente com várias tasquinhas. Armindo Vieira

p Saul António Gomes lamentou o “esquecimento” a que foi votado o Mosteiro

p Tobias Monteiro na “pele” de Nuno Álvares

p Aníbal Nobre apresentou lendas da história

p O folclore turco marcou presença nas Festas da Batalha

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Batalha actualidade

Setembro 2009

Reguengo prepara “invasão” de caracóis

Bombeiros reúnem em assembleia extraordinária

p A procissão das velas é um dos momentos altos dos festejos

m A festa de Nossa Senhora do Fetal realiza-se dentro de dias. Uma das mais conhecidas tradições do concelho está de volta.

Dentro de alguns dias vai realizar-se no Reguengo do Fetal a tradicional festa em honra de Nossa Se-

nhora do Fetal, bastante conhecida por nela constarem procissões nocturnas, cujo percurso é iluminado com cascas de caracóis. No próximo dia 25, segundo a tradição local, acontece a primeira procissão nocturna, com a imagem de Nossa Senhora do Fetal a descer do seu Santuário para a Igreja Matriz, onde permanece até ao dia 3 de Outubro, altura em que regressa ao Santuá-

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rio, num distância de cerca de oitocentos metros. O percurso de ambas as procissões, cujo início se prevê seja pelas 21,00 horas, é iluminado com inúmeras casacas de caracóis que, produzem um belíssimo espectáculo visual, pois a imaginação das pessoas envolvidas cria lindos quadros. A origem desta tradição remonta aos séculos passados, tendo nos últimos

anos sofrido grande impulso. Deve-se ao facto, da população da freguesia de Reguengo do Fetal se dedicar à agricultura, produzindo maioritariamente vinho, cereais e azeite. Como se sabe, o azeite era, para além de outras utilidades, usado na iluminação doméstica, pelo que foi esse o combustível também utilizado na iluminação das ruas de passagem da imagem de Nossa

Senhora do Fetal. Como as candeias seriam escassas, optou-se pela utilização de cascas de caracóis, que se enchiam de azeite e onde eram colocados pavios. No dia 4, nas imediações do santuário de Nossa Senhora do Fetal, depois da missa solene, haverá arraial onde a Filarmónica das Cortes, que abrilhanta as procissões, dará um concerto.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha, levam a efeito, no próximo dia 2 de Outubro, pelas 20 horas, uma Assembleia-Geral Extraordinária, para discutir o seguinte: Aprovação da alteração dos Estatutos da Associação; Assunção da obrigação de cuidar e ornamentar a campa da Associada Benemérita, Romana de Sousa Marques e do seu filho e trasladação do corpo deste; - Apresentação da página de Internet da Associação e Outros assuntos de interesse para a Associação. A minuta da alteração dos Estatutos para apreciação e discussão, poderá ser consultada, no Quartel, ou no site da Associação (www. bv-batalha.pt).


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Ensino Batalha

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Câmara atribui Bolsas de Estudo

Educação

Secundária distingue os melhores m Paula Costa vai entrar no curso de ciências farmacêuticas. Para trás deixa o registo de ter sido a melhor aluna da Escola Secundária da Batalha no último ano lectivo

Paula Costa, finalista do Cientifíco-Humanístico, foi a melhor aluna da Escola Secundária da Batalha, tendo recebido o diploma de mérito, acompanhado da verba de quinhentos euros, prémio instituído pelo Ministério da Educação. O anúncio foi feito no passado dia 11 de Setembro, na cerimónia de entrega dos Diplomas de Mérito aos alunos que se completaram o 12º ano com a melhor média final, no último ano lectivo. Para além desta aluna, foram ainda contemplados com o mesmo galardão, Joana Reis, do Curso Profissional Técnico de Cantaria e Diogo Ligeiro, do Curso Profissional Técnico de

p Paula Costa (ao centro) foi distinguida como melhor aluna do último ano lectivo Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Foram distribuídos ainda Prémios de Mérito, instituídos pela Escola, aos melhores alunos dos vários anos, quer sejam do 3º Ciclo do ensino Básico ou do Se-

cundário. Na ocasião, Helena Pintor, presidente da Comissão Administrativa Provisória, organismo criado por força da integração da Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais neste

estabelecimento de ensino congratulou-se com esta atribuição. Em declarações ao Jornal da Batalha, Paula Costa, explicou que o seu percurso se iniciou na Escola do 1º Ciclo da Quinta do Sobra-

do, passando pelo Colégio de São Mamede, culminou na Escola Secundária da Batalha e que “agora será outra etapa da minha vida, a entrada no Curso de Ciências Farmacêuticas”.

Tal como vem sendo hábito de alguns anos a esta parte, o Município da Batalha vai atribuir bolsas de estudo a alunos batalhenses que frequentam o Ensino Superior. O período de apresentação ou renovação das candidaturas iniciou-se no passado dia 1 e termina no próximo dia 15 de Outubro, de acordo com o Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo. Segundo uma nota do Município que chegou à nossa redacção, os interessados para terem acesso ao requerimento e respectivo formulário de acesso, deverão dirigir-se “à Câmara Municipal ou visitar a área de Educação / Bolsas de Estudo existente no endereço www.cm-batalha.pt”. O formulário e o requerimento, acompanhados dos “documentos comprovativos das condições de acesso à bolsa de estudo”, serão entregues no Edifício dos Paços do Município, pode ler-se na referida nota. Para qualquer esclarecimento adicional, poderão os interessados contactar a autarquia batalhense através do Gabinete de Desenvolvimento Social, pelo telefone 244 769 110 ou pelo e-mail redesocial@cmbatalha.pt.

Curso de agricultura biológica na Valorlis A partir do próximo dia 3, a Valorlis promove mais uma edição do curso de Agricultura Biológica, cujas sessões decorrem nas suas instalações, onde será disponibilizada uma horta para utilização dos formandos. Segundo uma nota enviada pela empresa à nossa redacção, “a agricultura biológica é um sistema que exclui a quase totalidade de produtos químicos de síntese como adubos, pesticidas

e reguladores de crescimento”, recorrendo à rotação de culturas, à luta biológica contra pragas e à associação de espécies, de modo “a manter a produtividade do solo, nutrindo as plantas e controlando insectos e ervas infestantes”. Para Miguel Aranda da Silva, administrador-delegado da Valorlis, a “regularidade com que tem sido possível fazer estes cursos, sempre com grande procura e excelentes resultados”,

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mostra que “as pessoas começam a querer, cada vez mais, mudar os seus hábitos, para por exemplo, terem uma alimentação mais saudável”, para além de encontrarem “claras vantagens ao nível da protecção do ambiente”, refere o documento. O curso, que terá uma duração total de 15 horas, será assegurado por Raquel Sousa, engenheira da Cooperativa Biosite, também responsável pelas acções

de compostagem doméstica promovidas pela Valorlis. As sessões decorrerão em cinco sábados, 3, 17 e 31 de Outubro, e 7 e 21 de Novembro, “havendo a possibilidade de fazer um segundo grupo, caso as inscrições o justifiquem”. O custo da inscrição é de 50 euros e “os interessados poderão fazer a sua inscrição na Valorlis, através dos contactos 244575540 ou compostagem@valorlis.pt”, pode lerse na referida nota.


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Batalha Economia

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Economia

Hotel Villa Batalha a funcionar em Outubro Tudo leva a crer que o Hotel Villa Batalha esteja “a funcionar nos primeiros dias do próximo mês de Outubro”. Esta é a convicção de José Monteiro, promotor da nova unidade hoteleira da vila da Batalha, em declarações ao Jornal da Batalha. “Conto que a inauguração oficial se faça até ao dia 30 deste mês”, a menos que “surja algum contratempo e tenhamos que a efectuar já em Outubro”, disse. Referindo que o concelho da Batalha “não tem nenhuma unidade hoteleira relevante”, o empresário, citado pela Agência Lusa, adianta que a Batalha “vive muito dos turistas que visitam o Mosteiro e ficam por uma ou duas horas, e o hotel pretende contrariar isso”. O empresário acredita que o novo hotel, irá potenciar “um melhor conhecimento do concelho”, pois este “não se limita somente ao monumento batalhense”, classificado pela UNESCO como Património Mundial e para além disso, é “o segundo

monumento mais visitado no país, mas não fixamos os turistas por falta de capacidade de oferta”. José Monteiro salienta a importância do hotel, com o crescimento que o turismo cultural regista, dizendo que se trata “do maior investimento privado feito no concelho”, e que há actualmente “uma faixa etária, a partir dos 40-45 anos, que procura mais a cultura e a natureza que a praia”. Por outro lado, a

nova unidade hoteleira da Batalha “está também preparada para receber todos aqueles que procuram estadias mais prolongadas, como alternativa à compra de uma casa de férias”, adiantou. O Hotel Villa Batalha, com 93 quartos, situado a menos de 500 metros do Mosteiro da Batalha, tem como públicos-alvo “os clientes nacionais e estrangeiros” de segmento médio/alto, mas também “em-

presas, organismos públicos, comunidade regional e visitantes que procurem o turismo de bem-estar e lazer, desportivo, religioso, histórico e cultural”, revela uma nota de imprensa da unidade. Além de um jardim envolvente de 20 mil metros quadrados, junto ao rio Lena, a unidade dispõe de ginásio, “spa”, biblioteca, sala de cinema e de jogos, oito salas de conferências e reuniões e dois restau-

s registo “Lay off” na Frazarte

rantes. No exterior, além de um percurso pedonal, a área contempla um jardim com plantas aromáticas, um campo para a prática de golfe e outro para o ténis, uma zona de espectáculos, uma esplanada ribeirinha e um solário com vista sobre o Mosteiro. Segundo José Monteiro, o Hotel Villa Batalha vai gerar 50 postos de trabalho.

Terapias alternativas mostram-se na Batalha Durante o fim-de-semana de 11 a 13 do corrente mês, decorreu no pavilhão Multiusos da Batalha, a Batalha Zen 2009 – 1ª Feira de Terapias Alternativas que, segundo Gastão Crespo, da Amarozen, entidade organizadora do evento, “foi um sucesso, uma vez que atingiu os objectivos esperados, tendo os stands presentes considerado a sua presença na feira bastante

positiva”. Em declarações ao Jornal da Batalha, este responsável explicou que a ideia de organizar esta feira, partiu de um grupo de terapeutas e é “o resultado da experiência na presença em diversas feiras a nível nacional”. A escolha da Batalha para esta realização traduz-se no facto de, devido à sua localização geográfica, “reunir as condições essenciais para o

sucesso deste evento”, para além da tradição na realização de eventos “de índole cultural e de valorização humana”, adiantou Gastão Crespo. Durante os dias em que decorreu a feira, que contou com a presença de diversas terapeutas nacionais e da região, foram apresentaram cerca de três dezenas de terapias diferentes, tendo particular destaque, “a medici-

na quântica, raiki, massagens indianas, tailandezas e shiatsu”, e ainda, “massagens de taças, acupunctura, produtos biológicos, auro soma, entre outras”, como disse o responsável. Esta não terá sido a primeira e última feira de terapias alternativas leva a afeito na Batalha, pois a Amarozen, devido “ao sucesso deste evento” está já “a considerar repeti-lo

aqui”, como referiu Gastão Crespo, acrescentando que a empresa se encontra para “estabelecer parcerias com outras autarquias”, no sentido de levar a cabo realizações deste âmbito que “possam divulgar as empresas da sua região ligadas à saúde alternativa ou complementar”. Armindo Vieira

A empresa batalhense Frazarte, que se dedica ao fabrico de faianças, entrou na situação de “lay-off” esta semana. Esta situação abrange três dezenas de trabalhadores e deverá ter uma duração de seis meses. José Frazão, gerente da empresa, citado pela Agência Lusa, diz que a situação teve início no passado dia 16, e prolonga-se por meio ano, após o que “os trabalhadores serão chamados se houver encomendas”. A empresa que produzia à volta de quinze mil peças por mês, encontra-se quase sem encomendas e, por isso, com muitas peças por escoar, pelo que o empresário adianta que ficou acordado com os funcionários trabalharem “em função das encomendas que chegarem”, pois o ideal seria que “a situação se normalizasse até Janeiro”, explica José Frazão. A empresa dedica-se ao fabrico de cerâmica artística e decorativa, no entanto, tem sofrido pressões de mercados que produzem outro tipo de peças de decoração, para que a Frazarte as comercialize, o que efectivamente tem feito, com “peças decorativas produzidas no Vietname ou Indonésia, com outros materiais”, observa o empresário. De acordo com a citação da Agência Lusa, a Frazarte, fundada em 1980, exporta a maioria da sua produção, cerca de 65 por cento, para os mercados russo, alemão e italiano, acrescentou o gerente, sublinhando que a empresa tem “os pagamentos em dia” e que a situação de “layoff” foi “pacífica” junto dos trabalhadores.


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Economia

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Cheque-Obra restaura Mosteiro da Batalha O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, da Batalha, é uma dos monumentos nacionais que, numa primeira fase, sofrerá trabalhos de restauro, ao abrigo do Programa Cheque-Obra. Para além do monumento batalhense, constam do mesmo programa e da mesma fase, o mosteiro de Alcobaça e a Capela de São Jorge. O programa, que será gerido pelo Fundo de Salvaguarda do Património, destina-se à recuperação de quase três centenas de monumentos classificados, com recurso a verbas de construtores, que se comprometem a doar 1 por cento das empreitadas adjudicadas pelo Estado, de acordo com o mecenato. De acordo com o programa, a escolha dos monumentos a restaurar é da responsabilidade do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. A apresentação do Programa Cheque-Obra, teve lugar no passado dia 25 de Setembro, no Palácio de Queluz o primeiro monumento a ser objecto de intervenção pelo ministro da Cultura, Pinto Ribeiro que, na ocasião, referiu que se trata de um fundo que receberá doações em espécie, a que chamamos o cheque-obra, como se fosse um cheque disco ou cheque livro . Citado pela agência Lusa, o responsável pela pasta da Cultura, explicou que se fazem parcerias entre o Ministério da Cultura, o Estado, algumas empresas “de

Sistema de Normalização Contabilística em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2010 (parte 2)

Técnico Oficial de Contas Licenciatura em Contabilidade e Administração, Pós-Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade

mentar sobre o assunto” para além do anúncio, “de que os Mosteiros da Batalha, de Alcobaça e Capela de S. Jorge, para não sair da região, também iriam ter obras ao abrigo do referido programa”. As empresas da região, Construtora Abrantina, Leirislena e Aníbal O. Cristina, fazem parte do grupo de dezasseis empresas que assinaram o protocolo. Armindo Vieira

Desenvolvimento rural tem 150 milhões para a região Até ao próximo dia 15 de Outubro, encontram-se abertas as candidaturas ao Programa comunitário Proder – Medida 3 Abordagem Leader, para projectos relacionados com o desenvolvimento rural, para a totalidade dos concelhos de Batalha e Porto de Mós e algumas freguesias dos concelhos de Leiria, Marinha Grande e Ourém. O anúncio do período de candidaturas, cuja entidade responsável nesta área é a ADAE – Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura, teve lugar na Batalha, no passado dia 4, por António Lucas, presidente da Câmara da Batalha

s Fiscalidade

António Caseiro

modo a que, como se fosse uma empreitada normal, eles fazem as obras de recuperação e restauro dos monumentos, mas o estado e o ministério da Cultura não têm de as pagar”, adiantando que, “eles doam isso e nós faremos um tratamento fiscal desta realidade”. Júlio Órfão, director do Mosteiro da Batalha, confrontado com este assunto, declarou ao Jornal da Batalha que “neste momento não me é possível avançar com qualquer outra informação comple-

e da ADAE. O autarca, na altura explicou que “à ADAE coube uma verba de 150 milhões de euros, dos 750 milhões que se encontram disponíveis para este tipo de projectos”, a nível nacional. Poderão candidatar-se a este programa comunitário os titulares de explorações agrícolas, micro-empresas, pessoas singulares ou colectivas de direito privado, autarquias, organizações não governamentais e parcerias entre entidades públicas e privadas, embora todos os projectos tenham de ser direccionados “para a diversi-

ficação da economia e criação de emprego ou vocacionado para a melhoria da qualidade de vida”, adiantou António Lucas, acrescentando que as propostas depois de apresentadas na ADAE até àquela data, “serão analisadas de 15 a 31 de Outubro”, e os projectos seleccionados “terão de executar as obras no prazo máximo de dois anos”. O autarca batalhense disse ainda que a ADAE estava “a negociar com o governo desde Janeiro de 2007”, a forma de aplicar as verbas, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (2007-2013).

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Os objectivos do SNC visam impulsionar a convergência das práticas de contabilização e avaliação dos activos e passivos entre os estados-membros da EU, bem como potenciar a comparabilidade das Demonstrações Financeiras (DF) do mesmo ramo de actividade económica. Pretende-se dotar os detentores de capital e os utilizadores das DF em geral com informação financeira fiável, transparente e comparável. Pode-se esperar com o SNC um maior investimento e financiamento por parte dos investidores estrangeiros promovendo uma melhor integração das empresas portuguesas nos mercados internacionais, já que qualquer investidor poderá avaliar e perceber os relatos financeiros de uma empresa de qualquer parte, já que os critérios utilizados nas suas DF são os mesmos. O SNC, é de aplicação obrigatória para os exercícios que iniciem em/ ou após 1 de Janeiro de 2010. Já era obrigatório o relato de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro tal como adaptadas na EU (IFRS) desde 2005 para as demonstrações financeiras consolidadas das entidades cotadas desde 2005. A estrutura normativa do SNC assenta em 3 níveis: 1º nível - Aplicação das normas internacionais de contabilidade (IAS/IFRS) - tal como adoptadas na União Europeia; 2º nível - Aplicação das normas de contabilidade e relato financeiro (NCRF) - normas nacionais que se aplicam a empresas com um

menor grau de divulgações tendo em conta o facto de as suas contas não se dirigirem aos investidores em mercados regulamentados e 3º nível - (Regime Simplificado) Aplicação de normas de Contabilidade e Relato financeiro para pequenas entidades (NCRF-PE) - normas que correspondem a uma simplificação adicional das NCRF. Neste nível enquadram-se as PME’s cuja dimensão não ultrapasse dois dos três limites seguintes: 1.000.000,00 euros de total de Vendas Líquidas e Outros Proveitos, 500.000,00 euros de total de balanço e 20 trabalhadores (número médio durante o exercício). Para as entidades constituídas em ano anterior à data da publicação deste Decreto-lei, os limites reportam-se às demonstrações financeiras do exercício anterior ao da publicação do mesmo, produzindo efeitos a partir do exercício em que este entra em vigor. Para as entidades que se constituam no ano de publicação deste Decreto-lei, os limites reportam-se às previsões para esse ano e produzem efeitos a partir do exercício em que este entra em vigor. Para as entidades que se constituam nos anos seguintes ao da publicação deste Decreto-lei, os limites reportam-se às previsões para o ano da constituição e produzem efeitos imediatos. Sempre que os limites sejam ultrapassados num determinado exercício, a opção deixa de poder ser exercida a partir do segundo exercício seguinte, inclusive. Todas as referências ao Plano Oficial de Contabilidade previstas em anteriores diplomas devem passar a ser entendidas como referências do Sistema de Normalização Contabilística. (Continua na próxima edição)


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Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro Rua Francisco Serra Frazão, lote B, 4º r/c dto 2480-337 Porto de Mós

Certifico para fins de publicação, que por escritura de justificação celebrada neste Cartório Notarial, no dia catorze de Agosto de dois mil e nove, exarada a folhas noventa e oito do livro de Notas para Escrituras Diversas Cento e Oitenta e Cinco - A: José Francisco dos Santos e esposa Alice da Encarnação Francisco, casados sob o regime da comunhão geral de bens, naturais ele da freguesia de Fátima, concelho de Ourém, ela da freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, residentes na Rua da Serração, S. Mamede, Batalha, declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos seguintes prédios: UM: Prédio rústico, sito em Valado, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de terra com pinhal, com a área de mil quatrocentos e oitenta e cinco metros quadrados, a confrontar do norte com António Oliveira, do sul com Manuel Gomes da Conceição, do nascente com caminho e do poente com Manuel Carreira Germano, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 14909, com o valor patrimonial de € 5,91. Que o prédio relacionado sob a verba UMA veio à sua posse por compra verbal a Virgínia de Jesus, viúva, residente em Bouceiros, Alqueidão da Serra, Porto de Mós, no ano de mil novecentos e cinquenta e quatro. Não obstante não terem título formal de aquisição do prédio relacionado sob a verba UMA, foram eles que sempre o possuíram, desde aquela data até hoje, logo há mais de vinte anos, em nome próprio, defenderam a sua posse, pagaram os respectivos impostos, gozaram todas as utilidades por ele proporcionadas, amanharam-no, colheram os seus frutos sempre com o ânimo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, fazendo-o ostensivamente, e sem oposição de quem quer que seja, posse essa de boa-fé, por ignorarem lesar direito alheio, pacifica, porque sem violência, contínua e pública, por ser exercida sem interrupção e de modo a ser conhecida por todos os interessados. Tais factos integram a figura jurídica da usucapião, que os justificantes invocam como causa de aquisição do referido prédio relacionado sob a verba UMA, por não poderem comprovar a sua aquisição pelos meios extrajudiciais normais. Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro, catorze de Agosto de dois mil e nove. A colaboradora com delegação de poderes. Ana Paula Mendes Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas vinte a folhas vinte e uma, do Livro Cento e Cinquenta e dois – B, deste Cartório. José de Sousa Gomes, NIF 177 193 476 e mulher Maria do Carmo Rino da Silva, NIF 254 924 905, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, onde residem na Rua Casal do Rei, nº 14, no lugar de Casal do Rei, declaram que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio urbano, composto de uma casa de habitação de rés do chão e anexos, com a área coberta de cento e sessenta e dois metros quadrados e cinquenta decímetros quadrados, e logradouro com a área de cento e cinquenta e quatro metros quadrados e cinquenta decímetros quadrados, sito na Rua do Casal do Rei, nº 14, no lugar de Casal do Rei, freguesia e concelho da Batalha, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz em nome do justificante, sob o artigo 8.654, com o valor patrimonial e atribuído de € 18.780,00. Que, adquiriram o identificado prédio por compra verbal a Maria Isabel da Silva Gomes, solteira, maior, residente que foi no dito lugar de Casal do Rei, no ano de mil novecentos e oitenta e dois, portanto há mais de vinte anos, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela compra verbal, possuem o prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando e habitando o prédio, nele depositando e guardando materiais e bens de consumo, tudo na convicção de exercerem um direito próprio, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o citado prédio por usucapião.

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas oitenta e cinco a folhas oitenta e oito, do Livro Cento e Cinquenta e um – B, deste Cartório. José Fetal Carreira, NIF 125 089 341 e mulher Maria Vitória Vieira Crespo, NIF 125 089 333, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, onde residem na Estrada Principal, nº 5, no lugar de Alcaidaria, declaram que com exclusão de outrem, se declaram donos e legítimos possuidores do prédio rústico, composto de terra de semeadura e vinha com uma macieira, com a área de mil e vinte metros quadrados, sito em Serrada, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, a confrontar de norte com António Oliveira Carreira, de sul com Bento Berto Vieira, de nascente com caminho e de poente com José Gomes Carreira Júnior, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial em nome do justificante marido, sob o artigo 208, com o valor patrimonial de € 9,05 e para efeitos de IMT de € 264,82. Que, adquiriram o referido prédio, no ano de mil novecentos e sessenta por doação verbal de Maria do Fetal Carreira, separada judicialmente de pessoas e bens, residente que foi no lugar de Rio Seco, na referida freguesia de Reguengo do Fetal, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal, possuem o identificado prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, os primeiros outorgantes adquiriram o acima identificado prédio por usucapião.

Batalha, vinte e quatro de Agosto de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial de Tomar

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

Extracto

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas quatro a folhas cinco verso, do Livro Cento e Cinquenta e três – B, deste Cartório. Virgílio Gomes de Oliveira, NIF 130 240 885 e mulher Maria de Lurdes Martins Nunes Bento, NIF 177 824 760, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ele natural da freguesia e concelho de Leiria, ela natural da freguesia e concelho de Póvoa de Varzim, residentes na Rua do Arieiro, nº 5, no lugar da Torre, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, declaram que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do urbano, composto de casa de arrecadação e arrumos, com a área coberta de doze metros quadrados, e logradouro com a área de cento e oitenta metros quadrados, sito na Rua do Arieiro, no lugar da Torre, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, a confrontar de norte e poente com Hermínio Gomes de Oliveira, de sul e nascente com Maria de Lurdes Martins Nunes Bento, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz em nome do justificante, sob o artigo 2.622, com o valor patrimonial e atribuído de € 1.460,00. Que, adquiriram o identificado prédio, por doação verbal de José Gomes de Oliveira e mulher Maria Rosa Gomes, ele já falecido, residentes no dito lugar da Torre, no ano de mil novecentos e oitenta e dois, portanto há mais de vinte anos, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que, em consequência daquela doação verbal, possuem aquele prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando o prédio, nele depositando e guardando materiais e bens de consumo, tudo na convicção de exercerem um direito próprio, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o citado prédio por usucapião.

A Cargo do Notário Licenciado José Alberto Sá Marques de Carvalho Carlos Alberto Simões de Carvalho Rodrigues, colaborador do Notário do referido Cartório, por competência delegada, certifico que, para efeitos de publicação, por escritura de hoje lavrada a folhas 4 e seguintes, do livro de notas número 216 - L, deste Cartório: Arminda da Conceição Mateus Pragosa e marido José Franco Pragosa, ela natural da freguesia de Alcaria, concelho de Porto de Mós, ele natural da freguesia e concelho da Batalha, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, residentes na Rua Principal, nº 78, Brancas, Batalha, contribuintes fiscais números 154 440 728 e 154 441 449. Declararam Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, do seguinte prédio: Urbano, sito em Brancas, freguesia e concelho da Batalha, composto de casa de habitação de rés-do-chão e primeiro andar e páteo, com a superfície coberta de noventa metros quadrados e logradouro com a área de cem metros quadrados, a confrontar de norte com Joaquim da Silva Pedroso, do sul e nascente com Herdeiros de Manuel de Sousa Capitão e de poente com estrada, inscrito na matriz sob o artigo 3.859, com o valor patrimonial de € 7.454,40 e atribuído de quinze mil euros. Que o referido prédio não se acha descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha e encontra-se na matriz em nome do justificante marido e veio à posse de ambos por doação verbal, feita em mil novecentos e cinquenta e cinco, por João Vieira Pragosa e mulher Maria Franco Pragosa, casados que foram sob o regime da comunhão geral e residente que foi em Brancas, Batalha, sem que dela ficassem a dispor de título suficiente e formal que lhe permita o respectivo registo. Que possuem o dito prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos, sem a menor oposição de quem quer que seja, desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente, da freguesia da “Batalha”, lugares e freguesias vizinhas, traduzido em actos materiais de fruição, conservação e defesa, nomeadamente, usufruindo dos seus rendimentos, suportando os encargos e obras da sua conservação, pagando os respectivos impostos e contribuições, agindo sempre pela forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, sendo por isso, uma posse pública, contínua, pacífica e de boa fé, pelo que adquiriram o dito prédio por usucapião. Tomar, 31 de Agosto de 2009. O Colaborador do Notário, Carlos Alberto Simões de Carvalho Rodrigues Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Jornal da Batalha

Batalha, quatro de Setembro de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Batalha, treze de Agosto de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas sessenta e sete a folhas sessenta e oito verso, do Livro Cento e Cinquenta e dois – B, deste Cartório. Maria Irene Meneses Coelho Pereira, NIF 152 457 950, solteira, maior, natural da freguesia e concelho da Batalha, residente na Rua Padre Joaquim Coelho Pereira, nº 630, no lugar e freguesia de Golpilheira, Batalha, declara que, com exclusão de outrem, é dona e legítima possuidora do prédio urbano, composto de casa de arrecadação e arrumos, com a área coberta de vinte e seis metros quadrados e cinquenta decímetros quadrados, e logradouro com a área de mil trezentos e vinte e cinco metros quadrados, sito na Rua Padre Dr. Joaquim Coelho Pereira, no lugar e freguesia de Golpilheira, concelho da Batalha, a confrontar de norte e poente com Maria de Lurdes Meneses Coelho Pereira e outra, de sul com António dos Santos Vieira Jordão e de nascente com estrada municipal, nº 545, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial em nome do justificante, sob o artigo 1.180, com o valor patrimonial de € 1.920,00. Que, adquiriu o identificado prédio, no ano de mil novecentos e setenta e oito, por doação verbal de Afonso Maria Coelho Pereira e mulher Emília Meneses Coelho Pereira, seus pais, residentes que foram em Golpilheira, Batalha, sem que no entanto ficasse a dispor de título formal, mas desde logo entrou na posse e fruição do mesmo. Que, em consequência daquela doação verbal, possui o identificado prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando o prédio, nele depositando e guardando materiais e bens de consumo, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriu o referido prédio por usucapião. Batalha, vinte e oito de Agosto de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009


Jornal da Batalha

Cultura/Diversos Batalha

Setembro 2009

Mosteiro celebra Jornadas do Património

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas noventa e uma a folhas noventa e duas verso, do livro Cento e cinquenta e dois –B, deste Cartório. Joaquim Pereira da Silva, Nif 164603344 e mulher Maria Luísa do Rosário Valério, Nif 175164681, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, onde residem no lugar de Casal do Quinta, declaram que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio rústico, composto de terra vinha com uma oliveira, com a área de mil novecentos e trinta metros quadrados, sito em Freiria de Cima, na referida freguesia da Batalha, a confrontar de norte com Joaquim Ferreira da Silva, de sul com Maria Amélia Salles Anjos Diniz, de nascente com António Vieira Trovão e de poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz sob o artigo 1.776, com o valor patrimonial e atribuído de € 38,84. Que adquiriram o identificado prédio no ano de mil novecentos e sessenta, por doação verbal de António Pereira da Costa e mulher Júlia da Silva, pais do justificante, residentes que foram na dita freguesia da Batalha, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal possuem o identificado prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha dos frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o referido prédio por usucapião. Batalha, três de Setembro de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes. Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial Alexandra Heleno Ferreira Rua Dr. António Justiniano da Luz Preto, nº 31, Ed. Conde Ferreira, Loja 6 2490-552 Ourém Extracto Certifico, para fins de publicação e em conformidade com o seu original, que por escritura de Justificação lavrada neste Cartório, em seis de Agosto de dois mil e nove, de folhas cinquenta a folhas cinquenta e uma verso do respectivo Livro de Notas para Escrituras Diversas número Noventa e Cinco, José Ribeiro Vieira, NIF 121.592.146 e mulher Isilda Vieira, NIF 121.592.138, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de S. Mamede, concelho de Batalha, onde residem na Travessa Serapião, nº 1, Crespos, declararam: Que são com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios: 1 - Rústico, composto de terra de cultura e mato, com a área de seiscentos metros quadrados, sito no lugar de Cova, freguesia de São Mamede, concelho de Batalha, a confrontar do norte com António Vieira de Carvalho, do sul com Joaquim Pedro Vieira, do nascente com estrada e do poente com serventia, inscrito na matriz sob o artigo 8736, com o valor patrimonial de € 116,71 e a que atribuem igual valor. 2 - Rústico, composto de eucaliptal, pinhal, mato e oliveiras, com a área de quatro mil novecentos e noventa metros quadrados, sito no lugar de Cova da Campainha, freguesia de São Mamede, concelho de Batalha, a confrontar do norte com Adriano Vieira, do sul e do poente com caminho e do nascente com Joaquim Pedro Vieira, inscrito na matriz sob o artigo 9040, com o valor patrimonial de € 883,76 e a que atribuem igual valor. Somam os bens o valor de € 1.000,47. Que os indicados prédios não se encontram descritos na Conservatória do Registo Predial de Batalha e vieram à posse de ambos por doação verbal feita por Joaquim Pedro Vieira e mulher Marta de Jesus Vieira, residentes em Vale de Barreiras, S. Mamede, Batalha, em mil novecentos e oitenta, sem que dela ficassem a dispor de título suficiente e formal que lhes permita fazer o respectivo registo. Que possuem os indicados prédios em nome próprio, há mais de vinte anos, sem a menor oposição de quem quer que seja, desde o seu início, posse que sempre exerceram, sem interrupção e ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente da freguesia de São Mamede, lugares e freguesias vizinhas, traduzida em actos materiais de fruição, conservação e defesa, nomeadamente usufruindo dos seus rendimentos, cultivando e recolhendo os respectivos frutos, limpando-os de mato, pagando os respectivos impostos e contribuições, agindo sempre pela forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, sendo por isso uma posse pública, pacífica, continua e de boa fé, pelo que adquiriram os ditos prédios por usucapião.

Subordinadas ao tema “Vi(r)ver o Património”, as Jornadas Europeias do Património celebram-se no nosso país, nos próximos dias 25, 26 e 27 de Setembro, tendo, como habitualmente, a coordenação nacional do IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico). Na Batalha, estas Jornadas realizam-se no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, que tem programadas diversas actividades para aqueles dias. Assim no dia 25, às 10,00, 14,00 e 15,30 horas, têm lugar visitas guiadas pelos espaços do Mosteiro, procurando que as pessoas se identifiquem com o Monumento. As visitas destinam-se ao visitante ocasional não necessitando de marcação prévia. À noite, a partir das 21,00 horas, funcionará uma Oficina de História das Artes, sobre “Grafitti antigos no Mosteiro da Batalha”, presidida pelo Dr. Jorge Estrela. A entrada será pela porta de saída dos visitantes, como vem sendo habitual. Esta oficina é destinada ao público em geral, mas limitada a cerca de 20 pessoas. As inscrições deverão fazer pelo telefone 244 765497 ou pelo endereço electrónico mosteiro.batalha@ippar.pt. No dia 26, sábado, haverá visitas idênticas às do dia anterior, nos mesmos horários e condições. À tarde, pelas 17,30 horas, uma caminhada subordinada ao tema “À Descoberta da Cerca Conventual da Batalha”. Trata-se de uma actividade que pretende oferecer a todos aqueles que desejem participar, uma primeira abordagem à história da ocupação do espaço na zona que correspondeu ao território da cerca conventual da Batalha, desde a sua constituição até ao presente. A meio do percurso haverá um piquenique. Esta actividade tem início nas traseiras do Mosteiro, junto ao sítio da antiga portaria. Os interessados deverão fazer-se acompanhar de um pequeno lanche para o piquenique e levar calçado adequado/confortável para o caminho. No dia 27, domingo, far-se-ão as visitas guiadas como nos dois dias anteriores.

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

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Ourém, seis de Agosto de dois mil e nove. A Colaboradora da Notária, por competência delegada, nos termos do artº 8º do Estatuto do Notariado Eugénia Maria Vieira Arrabaça Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas sessenta e cinco a folhas sessenta e seis verso, do livro Cento e cinquenta e dois –B, deste Cartório. Ana Maria Pinheiro da Conceição, Nif 231838700, solteira, maior, natural da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, residente em 17 Copper Beach Dr. Rocky Hill, Connecticut, Estados Unidos da América, declara que, com exclusão de outrem, é dona e legítima possuidora do prédio rústico, composto de vinha, cultura com oliveiras e mato, com a área de mil quatrocentos e sessenta e cinco metros quadrados, sito em Vale do Forno, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, a confrontar de norte com Joaquim Neto, de sul com Maria Isabel Pinheiro Conceição, de nascente com caminho e de poente com Manuel Mira da Rosa, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz predial rústica em nome da justificante, no artigo 2.277, com o valor patrimonial de € 10,81, para efeitos de IMT de € 313,01. Que adquiriu o identificado prédio no ano de mil novecentos e cinquenta e seis, por doação verbal de Afonso Maria da Conceição e mulher Maria de Jesus Pinheiro, residentes que foram em Reguengo do Fetal, não dispondo a justificante de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entrou na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal possui o identificado prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha dos frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriu o referido prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, vinte e oito de Agosto de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes. Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas sessenta e três a folhas sessenta e quatro verso, do Livro Cento e quarenta e nove – B, deste Cartório. Manuel Gomes Gregório, NIF 136 112 129 e mulher Arminda Ribeiro Pereira, NIF 136 112 137, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ambos naturais da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, onde residem no lugar de Barreirinho Velho, declaram que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de doze trinta avos indivisos do prédio rústico, composto de terra de cultura com vinte oliveiras, pinhal e mato, sito em Cova Alta, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte e poente com caminho, de sul com Manuel Valente Júnior e de nascente com César dos Santos, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz predial rústica, sob o artigo 1.322, com o valor patrimonial e atribuído correspondente à fracção de € 16,79. Que, adquiriram aquele direito no referido prédio, no ano de mil novecentos e oitenta e oito, por compra verbal a Arminda Ribeiro dos Remédios, divorciada, Maria Alice Ribeiro Remédios de Carvalho, viúva, Júlio Ribeiro dos Remédios e mulher Maria da Conceição Remédios, e Maria Ribeiro da Silva, viúva, todos residentes no Vale de Ourém, na dita freguesia de São Mamede, não dispondo os justificantes de qualquer título formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela compra verbal, possuem o mencionado direito no prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o direito no identificado prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, vinte e quatro de Junho de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009


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Batalha

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Jornal da Batalha

Saúde

Município e escolas preparam chegada da Gripe A m Com uma dezena de casos suspeitos mas não confirmados, o concelho continua a passar ao lado da pandemia. As instituições preparam-se para a doença No concelho da Batalha não há casos de gripe, embora haja alguns casos suspeitos, sem confirmação, pelo menos foi essa a informação que o Jornal da Batalha, obteve da Autoridade de Saúde do Concelho, Vítor Sousa. No concelho da Batalha “não há gripe, em actividade, que nos tenha sido comunicada”, no entanto foram “atendidos nos SAG´s (Serviços de Apoio à Gripe), cerca de uma dezena casos suspeitos, não confirmados”. Mas, as autoridades sanitárias do concelho, não se poupam a esforços para minimizar, os efeitos, nomeadamente reuniões com profissionais de saúde, professores e outros profissionais. A aquisição de material para diminuir propagação, como: toalhetes papel, dispensadores de gel desinfectante, assim como “a adaptação do Centro de Saúde para circuito adequado para atendimento de casos com suspeita de gripe A”, são medidas

a tomar. Para além disso, foi já “elaborado um plano de contingência, com a divulgação de folhetos, cartazes e outras informações, nas escolas, IPSS e outras instituições”, explica Vítor de Sousa. Contudo, deixa o seguinte conselho: “Em caso de suspeita de Gripe, não se dirija aos Serviços de Saúde de Imediato, primeiro telefone para a Saúde 24, através do nº 808 24 24 24, e siga as instruções”. Município elabora Plano de Contingência. No Plano de Contingência do Município da Batalha, enviado a várias instituições e escolas do concelho, encontramos explicações sobre os sintomas desta gripe que “são semelhantes aos da gripe sanzonal”, enumerandoos de seguida, assim como o modo de contágio, chamando a atenção, entre outros, para o facto de vírus “permanecer activo nas superfícies de 2 a 48horas”. Também o motivo que facilita o contágio é ali explicado, como o período do mesmo que pode ir de “1 dia antes de iniciar os sintomas até 7 dias depois do início dos sintomas”. Passa depois às medidas de protecção individual, como desenhos e legendas que, no fundo, são as medidas que devem ser tomadas contra a

sim como nas salas de aula “ se encontra loção desinfectante com doseadores e toalhetes”.

gripe, e aconselha o contacto com a linha saúde 24 (808 24 24 24) caso surjam sintomas associados à gripe. Contingência também no Agrupamento de Escolas. Segundo informação obtida junto do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas da Batalha, foi também ali elaborado um Plano de Contingência. Para além disso, fizeramse reuniões “com professores e pessoal não docente” e também “com alunos para lhes dar as instruções fundamentais”, como refere Fernando Sarmento, director do Agrupamento, que acrescenta que “os alunos estão a lavar as mãos quatro vezes ao dia”.

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Por outro lado, os professores “titulares de turma e directores de turma terão reuniões com os encarregados de educação”, explica o responsável, estando ainda “em perspectiva, reuniões com pais orientadas pelo Delegado de Saúde”. Escola Secundária tem Plano… A Escola Secundária da Batalha tem elaborado e implementado um Plano de Contingência (PC), de acordo com a informação prestada ao Jornal da Batalha, por João Carvalho, professor e coordenador do Clube de Saúde e da Equipa de Educação para a Saúde daquela escola. Este responsável esclarece que o PC foi elaborado,

“tendo por base as orientações dos Ministérios da Educação e da Saúde”. Para além disso, este estabelecimento de ensino, que conta com o apoio da Autoridade de Saúde do concelho da Batalha, levou a efeito reuniões com os professores e com o pessoal não docente. Já com os alunos, as orientações sobre este assunto foram efectuadas aquando da sua recepção. Há uma reunião geral para os pais e encarregados de educação, no próximo dia 18, onde se tratará do assunto. Segundo João Carvalho, é recomendado aos alunos a frequente lavagens das mãos e “foram colocados nos blocos, bar e biblioteca aplicadores de desinfecção”, as-

…Colégio de São Mamede também. Tal como foi recomendado pelos Ministérios da Educação e da Saúde, também o Colégio de São Mamede elaborou e implementou já um Plano de Contingência, como explica ao Jornal da Batalha, a professora adjunta do Coordenador do Plano, Cláudia Vieira. “Para além da elaboração do Plano, efectuamos sessões para a sua divulgação com os professores e funcionários”, sendo que, para os pais e encarregados de educação, “temos dado alguma informação e agendámos uma sessão de esclarecimento, com a presença da autoridade de Saúde do concelho da Batalha, Vítor de Sousa, no próximo dia 21”. Por outro lado, é recomendado aos alunos “a lavagem das mãos com frequência e foram colocados diversos equipamentos de desinfecção em vários locais do Colégio”, adianta a responsável, que acrescenta, ter-se “criado uma sala de isolamento e solicitado a colaboração dos pais e encarregados de educação”. Armindo Vieira


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SERVIÇO DE ATENDIMENTO COMPLEMENTAR Consulta Médica e Apoio de Enfermagem Equipa Médica especializada em Urgência Hospitalar

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Tac, Raio-x, Ecografia, Eco-doppler, Mamografia e Osteodensitometria

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Estudo do Sono

Estudos poligráficos do sono em ambulatório Polissonografia convencional

Pneumologia – Dr. Orlando Santos

Consultas Médicas de Pneumologia Exames complementares de Diagnóstico: Espirometria/Provas funcionais respiratórias completas/Testes cutâneos de Alergia Neurologia – Dra. Pureza Dias Psiquiatria – Dr. Cláudio Laureano Ginecologia/Obstetrícia – Dra. Andreia Antunes Urologia – Dr. António Oliveira

Medicina Interna Medicina Dentária

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Dra. Delfina Carvalho, Dr. Manuel Carvalho, Dr. Manuel Orfão Dr. Álvaro Machado Dr. Miguel Melo Dr. Rui Mesquita Dra. Fátima Matias, Dr. Gonçalo Ramos Dra. Teresa Ferreira Dra. Ana Freitas Dra. Delfina Carvalho, Dr. Manuel Carvalho, Dr. Manuel Orfão Dr. Tropa de Sousa, Dr. Francisco Domingues Dr. Manuel Carvalho Dr. Alfredo Sá Dra. Patrícia Coelho, Dr. Francisco Domingues Dra. Filipa Ponces Dra. Maria do Carmo Migueis Dr. Nuno Oliveira Dr. Ernesto Moura, Dr. José Mouzinho Dr. António Cruz Dra. Anabela Vieira Dr. Tiago Santos Dr. António Cabeço Dra. Andreia Salvador Dr. Tropa de Sousa Dr. Crisóstomo

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Batalha Cultura

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Património

O que se cultivou ao longo dos séculos na Batalha? (1)

José Travaços Santos

Se atendermos que Portugal é uma dos países que se situam no extremo sul da Europa, posição em que emparceira sobretudo com a Grécia e com regiões como a Andaluzia e a Sicília, facilmente perceberemos a razão da sua flora. Todo o nosso País está abaixo do paralelo 42º e a nossa região abaixo do paralelo 40º que “passa” no norte do distrito de Leiria, “atravessando” a Serra do Sicó, “correndo” depois pelo centro de Espanha, cerca de Toledo, pela Ilha Menorca das Baleares, pela Sardenha, pelo sul de Itália e pelo norte da Grécia. É este o paralelo mediterrânico por excelência. Além da altitude nada é tão determinante no que respeita à flora como a latitude. Ora, zona de influência mediterrânica que se cruza, aqui, com a influência atlântica, a floresta local e as culturas agrícolas eram próprias deste espaço geoclimático, a que se foram juntando diversas espécies importadas, ora trazidas ainda antes da nossa nacionalidade ora depois dos Descobrimentos ora por efeito da moderna globalização. Sabemos que desde tempos imemoriais o nosso território, e refiro particularmente a parcela onde nos encontramos, estava

coberto em área substancial de pinheiros mansos, carvalhos cerquinhos, azinheiras, sobreiros, medronheiros, zambujeiros, castanheiros, entre outros, e que desde a antiguidade se cultivavam a oliveira e a vinha. Nas plantas herbáceas proliferavam naturalmente alecrins, alfazemas, acantos, rosmaninhos e um sem número de plantas, imensas com virtudes medicinais, próprias das latitudes mediterrânicas. Mas nada melhor do que os documentos para nos certificarmos sobre a vegetação espontânea ou cultivada, na Batalha desde a sua fundação, que o mesmo é dizer desde o início da construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória. No próprio Mosteiro vamos encontrar, gravadas no calcário, referências a algumas árvores e plantas herbáceas, como é o caso do medronheiro (túmulo do Infante D. João), azinheira (túmulo do Infante D. Henrique) e carvalho cerquinho (túmulo do Infante Regente D. Pedro). Em capitéis e em grande número de ornatos, folhas de carvalho e o acanto. No pórtico das Capelas Imperfeitas, o cardo. Contudo, a grande fonte onde podemos beber substancial informação sobre o que por cá se cultivava é a monumental obra do historiador Professor Doutor Saul António Gomes “Fontes Históricas e Artísticas do Mosteiro e da Vila da Batalha”. Logo do primeiro volume, respigamos a carta, datada de 5 de Julho de 1397, dada pelas autoridades do concelho de Leiria a Frei João, do Mosteiro da Batalha (recordamos que o Mosteiro tinha sido doado à Ordem Dominicana em Março de 1388, mal principiadas as obras), contendo a descrição dos bens

p Pormenor do túmulo do Infante D. Henrique, na Capela do Fundador, reproduzindo a azinheira, verdadeira árvore emblemática da nossa região. (Fotografia das Escolas da Batalha). que foram de Maria Fernandes Meira, no termo da dita vila (Leiria, termo a que pertencia a Batalha), os quais o Rei comprara para deles fazer doação ao mencionado Mosteiro, em que se registam “herdades de vinhas e oliveiras e um pinhal”. Muito curiosa é a carta, datada de 11 de Maio de 1401, em que D. João I outorga aos oficiais e moradores do Mosteiro de Santa Maria da Vitória (primeira designação da povoação que havia de ser a Batalha) o direito de poderem utilizar-se da água da Freiria (oportunamente irei falar desta fonte), para seus gastos e mantimentos. Pois, nesta carta é referido o linho, essencial durante séculos para a confecção de roupas de vestir

e de cama, a propósito dos danos que o seu curtimento provocava no rio Lena, “porqumto, e reproduzo as palavras originais do documento revelado pelo Professor Saul Gomes, aa aguoa do dito ryo he lixosa e danosa para beberem della ho tempo quemto de Verão por os linhos que se deitam em ella” (…). Ora aqui, também, outra informação preciosa, já naquele tempo, pelo Verão, em virtude do linho e ainda de maus usos que do rio se faziam, as águas ficavam poluídas, impróprias para serrem bebidas. Em 11 de Fevereiro de 1403 num emprazamento feito pelo Convento de S. Domingos de Évora a Martim da Fornalha e a sua mulher,

moradores na Golpilheira, de cinco courelas de herdade na Abrunheira, termo de Leiria, é fixado um foro anual de 40 alqueires, sendo metade de trigo e a outra metade de cevada. Em 5 de Junho de 1409, num emprazamento feito pelo Mosteiro a João Lourenço do Algarve, pedreiro, registam-se três talhos de vinha nas imediações do Mosteiro. Noutro emprazamento, em 19 de Fevereiro de 1414, a Martim Vasques de Almeida a a sua mulher, o Mosteiro cede-lhes uma herdade para nela fazerem uma vinha. No mesmo documento, fala-se no Ribeiro do Freixial (Freixheal) o que sugere a existência de freixos. Numa venda feita em 1 de Maio de 1423 por Afonso Domingues (não se trata evidentemente do célebre mestre da Batalha) dito Corvinos e sua mulher a Afonso Lourenço e mulher, moradores nas Piedosas, Alcanadas, são nomeados oliveiras, zambujeiros (azambujeiros), carvalhos e cerejeiras, aí existentes. Em 8 de Abril de 1430 João Afonso, dito Escabelado, doa ao Mosteiro um casal, que possuía na Cumeira, Aljubarrota, com uma cerrada (terreno murado), vinha e pomar. Em 6 de Dezembro de 1433 regista-se uma azenha construída junto ao Mosteiro, sendo doada a Martim Vasques, aparelhar das obras de pedraria do Mosteiro, metade, devida ao Rei, de todo o pão (farinha) que aí moesse. Em vários documentos fala-se em trigo e cevada. Ainda não havia o milho que os descobridores iriam trazer da América vários decénios depois. O mesmo aconteceria com a batata, completamente desconhe-

cida dos nossos antepassados de Quatrocentos. Em 3 de Agosto de 1440 citam-se dois pinhais existentes nas zonas de Vila Facaia e da Jardoeira. É uma lista longa, em que se repetem, sobretudo, as vinhas, cultura extremamente espalhada entre nós. Mas ainda damos um salto até ao penúltimo ano do século XV (já no II volume da preciosa obra do Professor Saul Gomes) para dar conta de figueiras e doutras árvores, em 19 de Setembro de 1499, no Casal do Marra, e ao primeiro ano do século XVI, para dar conta de “umas casas com uma laranjeira e um poço”, junto à casa das medidas das obras do Mosteiro, em 18 de Janeiro de 1501, documento já publicado no III volume das “Fontes Históricas e Artísticas do Mosteiro e da Vila da Batalha”. Que espécie de laranjeira é esta? Os nossos navegadores, na data, ainda não tinham trazido a laranjeira doce do Oriente, esta laranjeira designada pelo nome do nosso País em diversos países mediterrânicos. Em 1501 ainda teria de ser a laranjeira introduzida pelos árabes, segundo creio. Conforme a tradição, que não sei se corresponde à realidade, as primeiras laranjeiras vindas do Oriente foram plantadas nos jardins do Mosteiro de Alcobaça. Mas temos de ficar por aqui. Até para o mês que vem, se Deus quiser. Obras consultadas: “Fontes Históricas e Artísticas do Mosteiro e da Vila da Batalha”, vols. I, II e III, do Professor Doutor Saul António Gomes; “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira” (edição dos anos 40); “Encyclopedia Poryugueza Illustrada – Diccionario Universal”, publicação dirigida pelo Professor Maximiano Lemos

Apontamentos sobre a História da Batalha (81)


Jornal da Batalha

Diversos Batalha

Setembro 2009

Tribunal Judicial de Porto de Mós 2º. Juízo

Óbitos

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Lucinda de Jesus Carreira, de 86 anos, viúva de Carlos Vilaverde Lucas, natural da freguesia de S. João Baptista, Porto de Mós, residia em Calvaria de Cima, Porto de Mós. Faleceu no dia 2 de Agosto, no Hospital de Alcobaça e foi a sepultar no cemitério de Calvaria de Cima.

Processo: 508/09.2TBPMS Interdição/Inabilitação N/ Referência: 1464915 Data: 30-03-2009 Requerente: Ministério Público Requerido: João da Silva Franco Faz-se saber que foi distribuída neste Tribunal e juízo, a acção de Interdição em que é requerido João da Silva Franco, com residência em Rua São Mateus, Nº 18, Alcanadas, 2440-120 Reguengo do Fetal, para efeito de ser decretada a sua interdição por anomalia psíquica. Passei o presente e outros de igual teor para serem afixados. O Juiz de Direito, Dr(a). Margarida Alfaiate A escrivã adjunta, Maria do Amparo Cordeiro Jornal da Batalha, ed. 230, de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas sessenta e uma a folhas sessenta e duas, do Livro Cento e Cinquenta e um – B, deste Cartório. Joaquim de Oliveira, NIF 104 908 432, viúvo, natural da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, onde reside na Rua Senhora do Monte, nº 2, no lugar de Casal dos Lobos, declara que: que, com exclusão de outrem, se declara dono e legítimo possuidor do prédio rústico, composto de olival com trinta e cinco oliveiras, atravessado por caminho, com a área de mil quatrocentos e sessenta metros quadrados, sito em Casal dos Lobos, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte com Francisco dos Reis Neves, de sul e de poente com caminho e de nascente com António Marques Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica, sob o artigo 727, com o valor patrimonial e atribuído de € 19,55. Que, adquiriu o referido prédio, no ano de mil novecentos e sessenta e sete, ainda no estado de solteiro, tendo posteriormente sido casado sob o regime da comunhão de adquiridos, por doação verbal de seus pais, António Pires de Oliveira e mulher Maria Laureana de Oliveira Tomás, residentes que foram no dito lugar de Casal dos Lobos, não dispondo o justificante de título formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entrou na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal, possui o identificado prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriu o identificado prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, dez de Agosto de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala

Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas dezoito a folhas dezanove, do Livro Cento e Cinquenta e dois – B, deste Cartório. Maria de Fátima Ferreira dos Santos, NIF 201 887 860 e marido Júlio Rodrigues da Silva, NIF 165 805 510, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ambos naturais da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, onde residem na Rua de Cima, nº 4, no lugar de Demó, declaram que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de metade indivisa do prédio rústico, composto de terra de cultura com oliveiras, sito em Casais de São Mamede, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha sob o número cinco mil novecentos e noventa e cinco/São Mamede, sem inscrição em vigor quanto ao referido direito, e inscrito na matriz predial rústica em nome da justificante mulher, sob o artigo 5.797, com o valor patrimonial e atribuído correspondente à fracção de € 2,64. Que, adquiriram o referido direito no prédio, no ano de mil novecentos e setenta e três, por doação verbal de Américo dos Santos e mulher Emília da Conceição Ferreira, pais da mulher, residentes que foram no lugar de Casais de São Mamede, na referida freguesia de São Mamede, não dispondo os justificantes de qualquer título formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal, possuem o direito no identificado prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o identificado direito no prédio por usucapião. Batalha, vinte e quatro de Agosto de dois mil e nove. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 230 de 17 de Setembro de 2009

América Ferreira Monteiro, de 98 anos, solteira, natural da freguesia de Golpilheira e residia em Casal Mil Homens, Batalha. Faleceu no dia 7 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Golpilheira. Emília Ermelinda Jorge Bastos de Almeida, de 52 anos, casada com Vitor Manuel Vieira de Almeida, natural da freguesia de Batalha e residia em Santo Antão, Batalha. Faleceu no dia 7 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Batalha.

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António da Conceição Matos Alcanadas – Batalha N. 24.07.1924 - F. 17.08.2009

Sua esposa, Emília de Jesus Oliveira, filhos, Zulmira Oliveira Matos Frazão, Amadeu Oliveira Matos, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm reconhecidamente, agradecer a forma como se sentiram acarinhados neste altura de dor e sentimentos de perda. Agradecem ainda a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que descanse em paz. Por tudo e a todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha

José da Conceição Matos, de 83 anos, casado com Celeste Monteiro Matos, natural de Alcanadas e residente em Alcanadas, Batalha. Faleceu no dia 8 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Alcanadas. Artur Carreira de Carvalho de 47 anos, solteiro, natural da freguesia de Reguengo do Fetal e residia em Piqueiral, Reguengo do Fetal. Faleceu no dia 10 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Torre, Reguengo do Fetal. António da Costa Miguel Lino de 46 anos, solteiro, natural de Torre, Reguengo do Fetal e residente em Torre. Faleceu no dia 12 de Agosto, na sua residência e foi a sepultar no cemitério de Torre. João António Vieira, de 97 anos, viúvo de Maria Paula Ramalho dos Santos, natural de Reguengo do Fetal e residente em Reguengo do Fetal. Faleceu no dia 14 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Reguengo do Fetal.

João António Vieira

Reguengo do Fetal – Batalha N. 11.11.1911 - F. 14.08.2009 Seus filhos, netos, bisnetos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer a todas as pessoas amigas que os acarinharam neste momento de profundo pesar, e ainda a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à sua última morada, esperando agora que o Senhor lhe dê o merecido descanso. Por fim, um agradecimento especial ao Lar Nossa Sra. do Fetal por todo o profissionalismo e atenção com que sempre o trataram durante o período em que se manteve nessa Instituição. Por tudo e a todos, um bem-haja.

Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha

Maria Cândida de Jesus, de 83 anos, viúva de José Bernardo Ferreira, natural da freguesia de Azoia e residia em Vale do Horto, Azóia. Faleceu no dia 16 de Agosto, no Centro Hospitalar Nossa Senhora da Conceição, Brancas, Batalha e foi a sepultar no cemitério de Azóia. Maria Eugénia Santos de 73 anos, solteira, natural da freguesia de Batalha e residia em Casal do Quinta, Batalha. Faleceu no dia 17 de Agosto, na sua residência e foi a sepultar no cemitério de Batalha. António da Conceição Matos, de 85 anos, casado com Emília de Jesus Oliveira, natural de Alcanadas e residente em Alcanadas, Batalha. Faleceu no dia 17 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Alcanadas. Francisco Alves Pereira, de 84 anos, casado com Maria do Rosário, natural da freguesia de Cortes e residia em Casal Branco, Cortes. Faleceu no dia 20 de Agosto, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Cortes.

José da Conceição Matos

Alcanadas - Rguendo do Fetal - Batalha N. 07.06.1926 - F. 08.08.2009 Sua esposa, Celeste Monteiro Matos, filhos, Maria Goretti Monteiro Matos, Rui Monteiro de Matos, Aida Maria da Conceição Matos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm reconhecidamente, agradecer a forma como se sentiram reconfortados nesta altura de consternação e sentimento de perda e ainda agradecer a todas as pessoas que os acompanharam no último adeus ao seu querido familiar, esperando agora que o Senhor lhe dê o Eterno Descanso. Por tudo e a todos, muito obrigado.

Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha

Júlia do Rosário Silva, de 87 anos, viúva de Francisco Rosário Coelho, natural da freguesia de Batalha e residente em Faniqueira, Batalha. Faleceu no dia 24 de Agosto, no Lar das Almoínhas e foi a sepultar no cemitério de Batalha. Júlia da Conceição Cláudio, de 86 anos, viúva de Alfredo Moita Aguiar, natural da freguesia de Batalha e residia em Casais de Além, Calvaria de Cima, Porto de Mós. Faleceu no dia 28 de Agosto, na sua residência e foi a sepultar no cemitério de Calvaria de Cima. Tratou: Funerária Santos & Matias, Lda – Batalha

Maria Isabel Ribeiro Correia Vala Batalha F. 26.08.2008

1º Aniversário de Falecimento Faz um ano que nos deixou mas as boas lembranças e a saudade permanecem sempre nos nossos corações. Eterna saudade de seu marido e filhas.

Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha

Funerária Santos & Matias, Lda.

Farmácias de serviço

Farmácia Ferraz

Telefone 244 768 685/244 765 764 967 027 733

E-mail: fune_santosematias@sapo.pt

Estrada de Fátima, nº 10 B 2440-100 Batalha

Lg. Paulo VI, Batalha Telefone 244 765 124

Farmácia Moreira Padrão R. D. Filipa de Lencastre, Batalha Telefone 244 765 449/244 767 683

21/09 a 27/09 05/10 a 11/10 28/09 a 04/10 12/10 a 18/10


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