PORTE PAGO
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“Mega-agrupamento” avança com fusão de escolas
A vida nas redes sociais vista pelos batalhenses
PSD contesta fecho de serviço de Finanças
Uma só unidade vai reunir as escolas públicas do concelho
Estamos cada vez mais ligados em rede. E porquê?
Partido socorre-se de um relatório com quatro anos para dar alerta
| DIRECTOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XX nº 239 | Junho de 2010 |
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QUIOSQUE DA BATALHA De José Manuel Matos Guerra
• Lotarias • Totoloto • Raspadinhas • Euromilhões Largo Mestre Mateus Fernandes APARTADO 24 Telf: 244 767 720 Fax: 244 767 228 2440-901 BATALHA
Wpágs. 11 a 14 Especial: Um olhar mais verde
Somos 16.056 Confira a actividade de algumas das instituições com ligações directas ao concelho, bem como um olhar ambientalista para a nossa realidade nesta área.
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Ganhámos 1.074 habitantes mas perdemos 5,8 por cento dos jovens
Regresso das termas das Salgadas vai custar 3,5 milhões de euros O complexo termal das Salgadas contempla um edifício de dois pisos que, além dos balneários, terá ginásios, gabinetes médicos, diversas salas de tratamento, hidromassagem e um SPA.
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Opinião Espaço Público
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_ editorial
Baú da Memória
Crescemos, e agora?
Uma lápide com duplo interesse histórico A quem entra na igreja do Mosteiro de Santa Maria da Vitória pela porta do Sul, depara-se-lhe uma lápide de calcário, a mais de dois metros do chão, na parede da esquerda. A placa está quase desfeita. Contudo, reveste-se de duplo interesse histórico, porque assinala a trasladação em Outubro de 1416 dos restos mortais da Rainha D. Filipa de Lencastre, que falecera em Odivelas em Julho do ano anterior, para a Batalha, atestando que ali, numa possível cripta existente naquele local em frente da capela de S. Miguel, a excelsa Rainha tivera sepultura provisória até à definitiva na Capela do Fundador, que à data da sua morte ainda não fora acabada, e atesta ainda, pelas marcas da fúria dos invasores, as destruições que os soldados napoleónicos perpetraram no monumento durante a terceira invasão em 1810/1811, estão a completarse agora duzentos anos. Esta lápide deu azo a mais um precioso estudo do Professor Doutor Saul António Gomes (que em 19 de Junho vem à Rebolaria falar-nos sobre a história local) que, de parceria com outro professor universitário, Doutor António Manuel Rebelo, o publicou no nº 46 da revista oficial da diocese de Leiria/Fátima. Trata-se, como não podia deixar de ser, de mais uma investigação rigorosa e aturada dos valores e da história do Mosteiro. E, evidentemente inédita. O estado de degradação da pedra não permitiu, porém, a análise completa e definitiva deste “primeiro epitáfio latino de D. Filipa de Lencastre no Mosteiro da Batalha”. A fotografia é do Dr. Luís Miguel Ferraz. José Travaços Santos
G Iniciativa
Festibatalha Vai realizar-se no próximo dia 4 de Julho, na vila da Batalha, a 5ª edição do Festibatalha, promovido pelo Rancho Folclórico Rosas do Lena, da Rebolaria. O festival, que se distribui pelo Largo do Condestável e pela Praça de D. João I, inicia-se pelas 15,30 horas com a mostra e venda de produtos regionais, com representações da Alta Estremadura, Estremadura Central, Beira Litoral e Douro Litoral e artesãos ao vivo. Um pouco mais tarde, haverá um festival de folclore com a participação dos Ranchos Folcló-
Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Director Carlos dos Santos Almeida (C.P.nº 2830) Coordenador Armindo Vieira (C.P. nº 6771)
Redactores e Colaboradores Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Henriqueta Ligeiro
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ricos Rosas do Lena, “Os Oleiros”, das Caldas da Rainha, de Gens, Gondomar, “Os Camponeses de Vila Nova”, Coimbra, seguindo-se um bailarico popular. À noite, exibir-se-ão marchas populares dos concelhos de Alvaiázere, Leiria e Porto de Mós. O agrupamento da Batalha, no dia 7 desloca-se, naquela que é a sua 29ª digressão no estrangeiro, à Estónia, onde vai participar no 23º Festival CIOFF Báltica 2010, sendo o primeiro grupo português a estar presente neste prestigiado festival de folclore internacional.
Redacção e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:
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Já somos mais de 16 mil. Os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística são claros e demonstram que, embora como estimativa, a população residente no nosso concelho aumentou de forma significativa. Não deixa de ser um indicador precioso da atractividade da Batalha. Na realidade, entre 2001 e 2009, o concelho “ganhou” mais de um milhar de residentes. Múltiplas serão as razões que levaram ao crescimento da população. Ainda assim, é evidente que um concelho que não cria as condições sociais, culturais, económicas e materiais que permitam traçar um percurso de vida com futuro, tenderá a perder o poder de “sedução” à fixação de população. E a Batalha apresenta níveis de crescimento demográfico bem assinaláveis. Ainda assim, os dados apontam igualmente algumas pistas que podem servir de aviso: o número de jovens está a diminuir e a população idosa a crescer. Para além de ser revelador das tendências que necessariamente terão de direccionar as políticas públicas, deixa perceber os custos que, enquanto comunidade, teremos que nos preparar para sofrer com um crescente envelhecimento da população. Mas este é um problema que está longe de ser meramente local.
Impressão: Grafedisport Tiragem 3.000 exemplares Assinatura anual (pagamento antecipado) 10 euros Portugal ; 20 euros outros países da Europa; 30 euros resto do mundo.
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Actualidade Batalha
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Actualidade
“Mega-agrupamento” já está no papel e escolas vão fechar m Escolas em obras, outras que fecham, cursos em risco e uma nova unidade de gestão. O universo escolar do concelho está em plena convulsão Está preto no branco. Há um despacho do secretário de Estado da Educação, a 21 de Abril, que autoriza a fusão da Escola Secundária da Batalha e do Agrupamento de Escolas da Batalha. Tudo indica pois que o há muito falado “megaagrupamento” de escolas vai mesmo ser realidade na Batalha. Para que se possa ter uma ideia da dimensão da nova estrutura de gestão escolar, basta referir que terá a seu cargo mais de dois
mil alunos – se levarmos em conta a população estudantil actual – um número superior aos habitantes da mais jovem freguesia do concelho: Golpilheira. Será uma estrutura que terá a função de gerir um em cada oito batalhenses. Ainda sem data prevista para a formal entrada em funcionamento da Unidade de Gestão - Agrupamento de Escolas, é certo que existirá uma única unidade de gestão administrativa: a Comissão Administrativa Provisória, cuja composição é, para já, desconhecida. Este é um processo que decorre paralelamente com a intervenção na zona escolar da Batalha, agendado para arrancar ainda este ano e com uma duração prevista de 15 meses. Entre-
tanto, já integrada na Escola Secundária, a Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha está confrontada com sérias dificuldades em assegurar o curso de Cantaria no próximo ano lectivo. As oficinas terão de sair do Mosteiro no verão e só depois das obras agendadas para o final do
ano, existirão novas oficinas. Ainda assim, Luís Jordão ex-director da escola e agora vice-presidente da comissão administrativa da secundária, garante que caso se registem inscrições no curso de Cantaria, terá de ser encontrada uma solução. Contudo, admite que as inscrições possam escassear pelo facto da escola ter
s Registo: Fecho de escolas abre polémica A possibilidade de encerramento das escolas de Alcanadas, Casal Vieira e Torre não conta com o apoio da Câmara da Batalha que reivindica a necessidade de diálogo com as autarquias antecedendo este tipo de decisões. O município argumenta mesmo que a medida contraria o teor da Carta Educativa do concelho – ratificada pelo próprio ministério da Educação – que estipula que este tipo de encerramentos só acontecerá uma vez terminados os novos centros educativos, o que ainda não aconteceu. Entretanto, a oposição ao encerramento deverá ficar expressa num abaixo-assinado que será encaminhado para o Ministério.
sido integrada. “Este ano lectivo será um teste sério”, refere.
REFORMULAÇÃO PREOCUPA PAIS. Por outro lado, a reformulação da rede escolar do concelho está a preocupar a associação de pais. Já promoveu várias reuniões para debater o previsível encerramento de escolas do 1º CEB da Batalha em Alcanadas, Torre e Casal Vieira, no âmbito das medidas que visam o encerramento dos estabelecimentos de ensino com menos de 21 alunos. E esta quinta-feira, dia 17, já depois do fecho desta edição, esta mesma Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas da
Batalha promove, às 20h30, nas instalações da Escola Básica 1,2 Mouzinho de Albuquerque, uma reunião para debater igualmente o processo de fusão das escolas e as obras previstas. Também o deputado batalhense na Assembleia da República, Paulo Batista Santos (PSD) questionou o Governo sobre a matéria manifestando a sua “incompreensão com o anúncio de encerramento de escolas no concelho da Batalha”. O parlamentar social-democrata considera um erro o encerramento generalizado de escolas de uma forma “cega”, sem a necessária articulação com as autarquias locais e sem envolvimento dos Pais e Encarregados de Educação e demais membros da Comunidade Educativa.
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Batalha Actualidade
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Já somos mais de 16 mil no concelho m Desde 2001, a Batalha “conquistou” mais de um milhar de novos residentes. Ainda assim, o número de jovens diminuiu e o de idosos cresceu.
Só Leiria superou, no distrito, o concelho da Batalha no que se refere ao crescimento da população residente na última década. De facto, desde 2001, o concelho da Batalha “seduziu” mais de um milhar de novos residentes, o que lhe permitiu, no final do ano passado, ultrapassar a barreira dos 16 mil habitantes. Em 2001, éramos 14.982. Visto à lupa, este crescimento resulta num aumento de 1074 habitantes, para 16.056, isto é, mais 7,2%. A conclusão sai da análise dos últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) – referentes à estimativa de população residente por concelhos a 31 de Dezembro de 2009 – quando comparados com os dados saídos do últimos censos, em 2001. Os dados permitem ainda perceber, no concelho da Batalha, uma tendência para o envelhecimento da população. Muito embora o grosso da população se centre no escalão etário dos 25-64 anos (54,76%), em 2001 essa percentagem era ligeiramente inferior
(52,65%). Os maiores de 65 anos também são em maior proporção, representando 18,9 por cento, contra 17,4 por cento em 2001. Consequentemente, os mais jovens são agora em menor número, mesmo em termos absolutos. Em 2001, a Batalha contava com 4.488 residentes com menos de 25 anos. Agora são 4.227. Ao invés, a população com mais de 65 anos cresceu de 7.651 para 8.171. A nível distrital, Leiria, Batalha e Caldas da Rainha são os concelhos que mais cresceram em termos de população residente na última década. Ao invés, os concelhos do norte do distrito, sem excepção, estão a perder residentes. O quadro demográfico saído desta comparação deixa claras duas tendências: crescimento no litoral, e decréscimo de residentes no interior. Assim, Leiria “ganhou” neste período de tempo 9.600 residentes, saltando para 129.191 residentes, o que corresponde a um crescimento na ordem de 8 por cento. A Batalha surge em segundo. Caldas da Rainha, cujos 3.530 novos residentes correspondem a um crescimento na ordem dos 7,1%, consegue o terceiro posto em termos de taxas de crescimento. INTERIOR DEPRIMIDO A destoar no quadro de “sedução” de novos habitantes que parece caracterizar o litoral, está a Nazaré: pelas contas do INE, perdeu 713 residentes, e conta agora com 14.383
Deputado lidera concelhia do PSD
habitantes. Mas este crescimento negativo (-4,7%) está longe dos níveis alcançados na quase generalidade dos concelhos do interior norte do distrito de Leiria. Aí, Castanheira de Pêra, com um decréscimo de 14,6% na população residente (perdeu 530 residentes, contando agora com 3.110), é campeã indiscutível. Alvaiázere, que passou de 8.320 residentes em 2001 para 7.617 no final do ano passado, alcança o pouco desejado segundo lugar no ranking da depressão demográfica, com -8,4%. Seguem-se Pedrógão Grande (4.028 residentes, -7,4%), Figueiró dos Vinhos (6.752 residentes, -6,7%) e Ansião (13.427 residen-
tes, -1,1%). Ainda assim, na contabilidade final, o distrito conseguiu captar residentes, saltando de 459.715 em 2001 para os actuais 480.951, isto é, cresceu 4,6%. Para além dos três primeiros do ranking, ao nível deste valor médio cresceram ainda os concelhos de Pombal (6,5%) e Porto de Mós (4,6%). O vizinho concelho de Ourém – do distrito de Santarém – conseguiu o maior crescimento da região. Com mais 4.188 residentes (são agora 51.133), atingiu uma taxa de crescimento na ordem dos 8,9%. Carlos S. Almeida
Ministras de Portugal e Espanha reúnem na Batalha Gabriela Canavilhas, ministra da Cultura e a sua homóloga espanhola Ángeles González-Sinde, vão estar na Batalha em Julho, para participar no 3º Encontro Ibérico de Gestão do Património Mundial.
O evento está agendado para decorrer dos dias 7 a 9 do próximo mês e deverá contar com a participação de diversos representantes portugueses e espanhóis dos monumentos e sítios classificados patri-
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mónio mundial, para além da UNESCO e especialistas internacionais. O encontro é uma organização do O Instituto Português de Gestão de Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR)
e da Comissão Portuguesa da UNESCO, com o apoio do Centro Nacional de Cultura. De acordo com a UNESCO, o evento pretende “dar informação sobre os novos desenvolvi-
mentos em relação à aplicação da Convenção do Património Mundial”, para além de dar oportunidade aos gestores e técnicos responsáveis pelo património mundial, a troca de ideias e experiências.
Paulo Batista Santos é o novo presidente da concelhia da Batalha do PSD. O acto eleitoral decorreu sexta-feira, dia 21de Maio, e o novo líder da concelhia e deputado na Assembleia da República encabeçou a única lista submetida a sufrágio. De acordo com nota do PSD da Batalha, “a lista vencedora recolheu o apoio maioritário, apenas contou com um voto em branco, tendo votado 53% dos militantes da secção do PSD da Batalha”. A nova estrutura concelhia do PSD, com mandato até 2012, compreende ainda Silvestre Carvallhana, presidente da Junta de São Mamede, como presidente da Mesa da Assembleia, acompanhado na vice-presidência por Fernando Ribeiro, presidente da assembleia de freguesia da Batalha, e como secretários, António Pereira Costa e Jorge Oliveira. A direcção da concelhia eleita, além do novo presidente, o deputado Paulo Batista Santos – que sucede ao empresário João Bastos - , tem como vice-presidentes os vereadores da câmara municipal da Batalha Cíntia Silva e Carlos Henriques, seguindo-se os presidentes das juntas de freguesia da Batalha e Golpilheira, respectivamente Germano Pragosa e Carlos Santos. As prioridades da nova direcção da concelhia passam pela aproximação da estrutura local do partido “dos seus autarcas eleitos”, bem como uma “aposta na credibilidade da acção do partido junto das populações”. Acções de debate com a sociedade são outras das acções previstas, com principal destaque para os temas do emprego jovem e o apoio às pequenas é médias empresas.
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Feira do mundo rural junto ao Mosteiro Arranca esta sexta-feira, dia 18 e termina no domingo dia 20 de Junho, junto ao Mosteiro da Batalha, a III Feira do Mundo Rural da Batalha, numa iniciativa que pretende dar a conhecer e valorizar os produtos de qualidade existentes na região da Alta Estremadura. Mel, azeite, produtos biológicos, flores e doçaria são alguns dos produtos à disposição do público. Em complemento à Feira do Mundo Rural, a Praça Mouzinho de Albuquerque recebe a presença de alguns canteiros que trabalharão ao vivo a Pedra, divulgando, assim, esta arte ancestral da região da Batalha. Na componente da animação, destaque para o espectáculo da Agrupamento de Escolas da Batalha, “Escolas a Cantar”, que assinalará a conclusão do presente ano-lectivo e no dia seguinte, Sábado, às 21h30, no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, o espectáculo “La Venexiana”, que integra a 28º edição do Festival Música em Leiria. Ainda nesse mesmo dia, mas às 16h30, a Galeria Mouzinho de Albuquerque recebe a exposição de escultura da autoria de Cristina Maria Ferreira intitulada “Percursus”.
PSD contra eventual encerramento de serviço das Finanças m O serviço local de Finanças da Batalha pode encerrar em breve? O PSD da Batalha acredita que sim Em comunicado, o PSD já fez saber que discorda da medida. Para isso socorre-se de um relatório que tem quatro anos. De acordo com um comunicado da estrutura local do partido, o encerramento é uma consequência das medidas propostas no Relatório Final da Comissão Técnica do PRACE - Programa de Reestruturação da Admi-
nistração Central do Estado. De facto, o relatório da Comissão Técnica do PRACE, de Julho de 2006, preconiza a junção dos serviços locais de finanças da Batalha e Porto de Mós e a criação de mais um balcão em Leiria. Na altura, o documento apontava para cerca de 53 mil processos como volume de serviço do balcão da Batalha e 72 mil para Porto de Mós. O relatório tem quatro anos, mas são os sinais de que poderá ser aplicado que parecem preocupar os social-democratas. “O recente anúncio de encerramento dos serviços locais de Viseu 2 e de Alcântara (Lisboa),
são um pronuncio que o governo socialista pretende dar continuidade ao processo de extinção destes serviços públicos”, teme o PSD da Batalha. Neste cenário, a estrutura local do PSD, liderada pelo deputado Paulo Batista dos Santos, “manifesta a sua veemente oposição ao eventual encerramento” daquele serviço, apontando ao invés que “se esperaria uma requalificação dos serviços públicos, como é o caso do serviço local de Segurança Social, e nunca o encerramento dos existentes”. O crescimento populacional e os bons níveis de encaixe fiscal no concelho são argumentos utilizados para contestar o
eventual encerramento. O município não vê com bons olhos um eventual encerramento, muito embora não tenha qualquer informação oficial sobre o caso. António Lucas, presidente da autarquia, recorda ainda assim, que quando o relatório foi conhecido, o executivo tomou uma posição contrariando o eventual encerramento tendo mesmo iniciado um processo visando elevar a categoria do serviço local de finanças, atendendo aos bons indicadores que apresenta. “Não faz sentido acabar com algo que funciona e tem clientes, seja em que área for”, considera.
Resignação nas portagens da Variante “Seria chover no molhado”. É desta forma que o presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, dá por encerrada a reivindicação de ausência de portagens na Variante da Batalha ao IC2, actualmente em construção. O autarca admite que face à intenção governamental de colocar portagens
em todas as vias com configuração de auto-estrada, seria inútil insistir que a nova variante se acrescentasse à lista de SCUT do país. Contudo, acredita que com portagens, a via não servirá o objectivo principal para que foi criada: “O objectivo principal era desviar o trânsito da
zona frontal do Mosteiro e mitigar o impacto do tráfego no monumento e isso não vai ser atingido”, afirma. No seu entender, boa parte dos automobilistas vão continuar a utilizar o IC2, evitando assim o pagamento de portagens.
António Caseiro TOC nº280 Pós Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade Centro Comercial Batalha, 1º Piso, Esc 2, Ediİcio Jordão, Apartado 195, 2440-901 Batalha Telemóvel: 966 797 226 • Telefone: 244 766 128 • Fax: 244 766 180 • Site: www.imb.pt • e-mail: imblda@mail.pt
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Batalha Actualidade
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Jornal da Batalha Município apoia colectividades
Quanto custa “ressuscitar” as termas? m 3,5 milhões de euros. Este é o preço para que a estância termal das Salgadas volte a ver a luz do dia O tratamento para o reumatismo, doenças de pele e de senhoras eram estas as áreas da saúde para as quais as águas termais das Salgadas, eram indicadas. As termas encerraram em meados do século passado. Mas as termas estão de regresso. O lançamento do concurso público para as obras que pretendem implementar um projecto que aposta na agregação das vertentes da saúde, bem-estar e lazer, deverá acontecer ainda este ano. O complexo termal das Salgadas contempla um edifício de dois pisos
que, além dos balneários, vai dispor também de ginásios, gabinetes médicos, diversas salas de tratamento, hidromassagem e um SPA. Para já, o estudo prévio do projecto aponta para um investimento na ordem dos 3,5 milhões de euros. A obra vai nascer junto à actual unidade de cuidados continuados da Misericórdia da Batalha, pretendendo funcionar numa “lógica de complementaridade”. “Para aproveitar sinergias e rentabilizar bem os dois equipamentos”, justificou António Lucas, acreditando que o investimento vai ser “mais uma alternativa ao turismo do concelho”. “Trata-se do primeiro passo consolidado para o turismo residente e não turismo de passagem, muito característico da Batalha e que é fundamental inverter”, considerou o autarca.
LONGO PROCESSO No âmbito do projecto de reactivação das termas, a Câmara Municipal requereu o ano passado à DirecçãoGeral de Energia e Geologia a atribuição da concessão de exploração de águas minerais, que foi aprovada por um período de 50 anos. Antes, o município promoveu, durante 18 meses, “através de análises constantes”, a monitorização de um furo de água no local, num terreno com um hectare propriedade da autarquia. “Foi efectuado um relatório por um médico hidrologista e foi obtido o parecer favorável da Direcção-Geral da Saúde”, acrescentou António Lucas, salientando que ambos “concluíram que a qualidade da água é excelente”. O autarca adiantou que o investi-
mento conta com um financiamento de um milhão de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, verba que o “município não quer desperdiçar”, mas admitiu existirem algumas dúvidas sobre a possibilidade de a Câmara recorrer ao financiamento bancário. “A 31 de Dezembro de 2009 tínhamos 96 por cento de capacidade de endividamento disponível, o que eram boas notícias. Com a nova legislação, vamos ficar com possibilidade de endividamento zero”, explicou António Lucas, apontando ainda a impossibilidade de admissão de pessoal sem autorização da tutela. “Para gerir um equipamento precisamos de pessoal”, referiu, questionando, a este propósito, onde “está a autonomia do Poder Local”.
GNR apanha casais do roubo por esticão O esquema era simples: Abordar idosos que ostentam objectos em ouro e com o pretexto de pedir direcções, roubar por esticão os objectos de valor, fugindo deixando as vítimas feridas em consequência da violência do roubo. E foi o caso de uma idosa de 75 anos, vítima de roubo por esticão em Pinheiros, Batalha, que levou a GNR a deter dois casais que, tudo
indica, já têm um historial de roubos semelhantes em vários pontos da região. Tudo se passou na manhã de dia 26 de Maio. A GNR, através de denúncia telefónica, foi avisada que um fio de ouro tinha sido roubado instantes antes a uma senhora de 75 anos em Pinheiros. O roubo foi levado a cabo com o recurso a uma viatura automóvel e
com o uso de violência. As autoridades detectaram a viatura perto da localidade de Cruz da Légua. Apesar da ordem para parar, os suspeitos continuaram em fuga até à Zona Industrial da Amarela, Porto de Mós. Abandonaram o veículo e prosseguiram a fuga a pé. A GNR acabou por deter dois casais, residentes no concelho de Leiria, pelas 11h40 desse dia. Elas com 26
Comercialização e Reciclagem de Consumíveis informáticos Com a garantia dos produtos O.C.P. gmbh
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e 31 anos de idade, eles com 22 e 30 anos. Para além do fio roubado, as autoridades apreenderam a viatura e um “pé-de-cabra” entre outros objectos. Os dois casais são suspeitos de estarem envolvidos em casos semelhantes ocorridos em Porto de Mós, Leiria, Marinha Grande, Pombal, Montemor-o-Velho, Soure e Torres Novas.
No passado dia 31 de Maio no Sala de Sessões da Câmara Municipal da Batalha foram assinados protocolos de apoio ao associativismo, cujo valor total ultrapassa os trinta mil euros. Estes valores destinam-se aquisição de equipamentos, compa r ticipação em colóquios e debates, diversas actividades culturais, diversas actividades desportivas, realização de eventos, festas de aniversário das colectividades entre outros. Foram dezasseis as colectividades e instituições contempladas que, apresentaram em devido tempo a respectiva candidatura, sendo que algumas delas não foram contempladas, devido à Comissão de Avaliação das Candidaturas do Apoio ao Associativismo, entender que não deviam ser contempladas por diversas razões, que foram justificadas às respectivas associações.
Padre Ramos deixa Paróquia O padre António Ramos vai deixar a Paróquia de São Mamede, por “motivos de saúde”, sendo substituído pelos padres João Carlos Roma Leite Rodrigues e Jovanete Paulo Vieira, da Congregação dos Marianos da Imaculada Conceição, segundo o despacho do bispo da diocese, D. António Marto.
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Actualidade Batalha
Escritor inglês regressa ao Mosteiro
“Fio da Memória” estimular os jovens a escrever Mais de três dezenas de contos escritos por jovens alunos das Escolas EB1/2 Mouzinho de Albuquerque e Secundária da Batalha, foram analisados pelo júri do Concurso “O Fio da Memória – O Conto”, promovido pelo Município da Batalha em parceria com Jornal da Batalha, cuja divulgação dos premiados e consequente entrega de prémios teve lugar no passado dia 12 de Junho, na Praça Mouzinho de Albuquerque, no decorrer da Feira do Livro e do Jogo. O júri desta segunda edição do concurso, composto por Fátima Gaspar, Carlos Santos Almeida e Rui Borges da Cunha, resolveu classificar os seguintes contos:
m Já tinha visitado a Batalha há vários séculos. Regressou por uma tarde pela mão do “Jardim da Isabel”.
Sir William Beckford regressou à Batalha. Foi dia 29 de Maio. Já tinha estado por cá, sendo que na sua segunda passagem por Portugal, visitou os Mosteiros da Batalha e Alcobaça, de 3 a 14 de Junho
de 1794. Mais de dois séculos volvidos, como actividade de final de ano do Projecto Educativo o Jardim da Isabel, da Batalha, e em parceria com o Mosteiro da Batalha, uma recriação histórica voltou a trazer o escritor à vila. Pais e alunos daquele estabelecimento de ensino saíram à rua trajados a rigor. Não faltaram monges, populares e o rico quadro social que espelhava uma época. No final da visita ao Mosteiro, já nas Capelas
Imperfeitas, toda a “comitiva” pode contar com um concerto de música da época, executado pela classe de música de câmara da Escola de Artes SAMP. O dia terminou com a realização de um jantar digno da corte oitocentista, não só pela decoração da sala (salão da colectividade da Quinta do Sobrado), como pela ementa servida e pela animação que não esqueceu as danças palacianas executadas pelos alunos daquele estabelecimento de ensino.
Historiador contesta militar batalhense Mouzinho de Albuquerque “seria hoje condenado por crimes contra a humanidade”. A opinião é do historiador Paulo Jorge Fernandes, autor de uma nova biografia do militar batalhense que prendeu Gungunhana e garantiu o domínio português sobre Gaza (Moçambique). Intitulado “Mouzinho de Albuquerque - Um soldado ao serviço do Império”, o livro procura “contextualizar Mouzinho na mentalidade da época em que viveu”. O historiador, citado pela agência Lusa, refere: “Procurei explicar Mouzinho de Albuquerque (1855-1902) à luz do quadro mental e social da época”. “Mouzinho de Albuquerque hoje seria condenado por crimes contra a humanidade, falando de uma forma ligeira, mas na sua época os seus
actos não foram interpretados de tal forma, pois o contexto mental e social era diferente”, referiu ainda o investigador da Universidade Nova de Lisboa. No seu entender, o interesse de Mouzinho está “em ter sido uma figura ilustrativa de uma certa maneira de pensar e olhar para o país num contexto de crise e questionamento das instituições” e por outro lado, “pela apropriação feita logo em vida pelo regime monárquico constitucional”. “Há um interesse não tanto pela sua acção, que foi extraordinária, mas pela apropriação que fazem três regimes políticos: a Monarquia, a I República e o Estado Novo”, disse. “Uma apropriação feita ainda em vida, que visou transformar os seus feitos em algo mais do que aquilo
que representam”, considera. O investigador sublinhou que a detenção do régulo Gungunhana, conhecido como “o Leão de Gaza”, em 1895, “foi um golpe de sorte e não passou de uma bravata militar em que não participaram mais de meia centena de homens e não houve qualquer chacina dos dois lados”. Referindo-se à tese de suicídio do militar dentro de um coupé de aluguer na estrada das Laranjeiras, em Lisboa, o autor afirmou: “ninguém se suicida com dois tiros”. Fernandes refere, na obra editada pela Esfera dos Livros, três hipóteses para a morte do militar: “um assassinato político”, “suicídio” com reticências e, “um comum roubo, como chegou a ser apontado pela imprensa”.
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CATEGORIA 2.º CICLO ENSINO BÁSICO: 1.º “O Maior Tesouro”, de Marisa Pereira; 2.º “A Lenda do rio Lena”, de Tiago Vieira; 3.º “Uma vida por baixo de outra vida”, de Vítor Macedo. CATEGORIA 3.º CICLO ENSINO BÁSICO: 2.º “Cavalo Mistério”, de Marta Bastos; Nesta categoria, o júri resolveu somente atribuir
o segundo lugar, por entender que “a fasquia e o rigor devem ser mais elevados e perante os trabalhos concorrentes, foi deliberado atribuir só segundo lugar”, justificou Rui Borges da Cunha. Para a categoria Secundário não foram apresentados quaisquer trabalhos. O LIVRO DOS PRIMEIROS CONTOS. Tanto os contos premiados como os restantes que participaram na primeira edição do concurso foram editados num livro, que foi apresentado e distribuído na mesma sessão, com os jovens autores – somente os premiados -, a autografarem alguns livros, para memória futura. CONCURSO “LEITURA DE IMAGENS”. Na mesma ocasião foram entregues os prémios de um concurso, organizado pela Rede de Bibliotecas Escolares do concelho da Batalha, destinado aos alunos dos estabelecimentos de ensino que constituem a rede. Deste concurso, em que os alunos tinham que escrever um texto interpretativo de uma imagem que lhes era apresentada, sagraramse vencedores Beatriz Bagagem e Pedro Marques.
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Batalha Actualidade
Junho 2010
Viagem à Batalha ligada em rede m Estamos cada vez mais ligados em rede. E porquê? Bem, as redes sociais estão a ganhar terreno. Uma das que mais se afirma em Portugal é o Facebook. Logo depois do HI5, sobretudo utilizada pelos mais jovens, o Facebook ocupa o segundo lugar do ranking. Em Portugal, 1 em cada 3 pessoas possui presença nas redes sociais, revelam os mais recentes dados. O Jornal da Batalha partiu à descoberta dos batalhenses que usam o Facebook, essa rede social em grande crescimento, e procurou obter uma imagem suficientemente abrangente para perceber por que razão esta “amizade” em rede é cada vez mais sedutora. Seja para manter o contacto com amigos ou conhecidos, seja por razões profissionais. Acresce que faz agora exactamente dois anos, o Facebook adoptou também a sua versão na língua de Camões, o que, certamente, facilitou a sua expansão. O batalhense Pedro Almeida, investigador na área das novas tecnologias da comunicação, confirma o “crescimento exponencial verificado nesta rede nos últimos dois anos”. Assim, esta rede é também “um instrumento de trabalho importante, nomeadamente, sempre que se necessita de encontrar pessoas cujo contacto se perdeu ou se procura pela primeira vez”. Na sua opinião, “com a devida disponibilidade, é, também, um excelente espaço para acompanhar as actividades de amigos e conhecidos”. Acresce ainda que a informação disponível no Facebook “é igualmente relevante para ser “consumida” por outras aplicações permitindo a disponibilização de novos serviços personalizados e ajustados aos utilizadores com base na sua informação na rede social”. Há portanto uma nova realidade a emergir. Horácio Moita Francisco, vereador do CDS na Câmara da Batalha, é um dos utilizadores das redes sociais. E
considera que “em pleno século XXI, temos a obrigação moral e ética, em nome do princípio cívico, de cidadania educacional e cultural, de estarmos familiarizados com as novas realidades como seja as denominadas auto estradas da informação. E estas redes sociais, são sem dúvida um meio importante para troca de ideias e de debates em muitos dos casos”.
OS PRÓS E OS CONTRAS. Também a cantora popular Linda reconhece as vantagens da presença nas redes sociais: “apesar de haver desvantagens e críticas quanto à troca de amizades na internet, se houver precaução e se souber retirar destas redes o essencial, o objectivo de lá estarmos, é vantajoso estar lá presente”. Mas há desvantagens, como reconhece o jornalista Miguel Ferraz: “exigem muito tempo útil para serem exploradas e isso é complicado para quem trabalha ou estuda. Talvez sejam, por isso, causa de dependências e até problemas escolares ou laborais, se não houver capacidade para o uso controlado. Pode servir de passatempo a quem não tenha outro mais interessante. Pode ser mera curiosidade, para uma visita esporádica ao “mundo” das presenças virtuais. Encaro-o mais nesta última perspectiva, embora reconheça a sua relativa utilidade na partilha de informação....” Ainda assim, há vantagens, porventura menos evidentes. Que o diga Cátia Biscaia. Esta comunicóloga confessa que usou o Facebook para criar um grupo que reivindica uma hora de espaço televisivo ao ex-ministro Medina Carreira. Objectivo? “Para poder extravasar o meu descontentamento com a economia portuguesa, apesar do meu conhecimento em economia ser meramente empírico”, explica. Jorge Novo, formador, aponta ainda uma ainda menos óbvia mas bastante prática, vantagem: “A grande vantagem do Facebook é o botão de “ocultar ...” , pois permite deixar de ver coisas que não nos interessam”. Carlos S. Almeida
Jornal da Batalha
1. Há quanto tempo usa o Facebook? 2. Para que lhe serve esta rede social? 3. Encontrou novos amigos? “É como chegar a casa e ir à caixa do correio tradicional”
“Foi um reestabelecimento de laços, que não se perderá mais”
Linda, cantora de
Maria da Luz
“Serve para receber e partilhar notícias”
música popular e to-
Moreira,
Cátia Biscaia,
cadora de concertina
professora
comunicóloga
1. Não sei ao certo, talvez há cerca de um ano. 2. Tal como outras redes sociais, esta serve-me e foi criada para a troca de contactos com o povo e também profissionais da música e do espectáculo. Como o meu trabalho é saber o que o povo gosta e ter retorno dos meus álbuns discográficos, é um dos meios para promoção, partilha e saber opiniões. 3. Sim, muitos amigos da música, com quem já troquei muitas informações e contactos. 4.Um fim-de-semana. São os únicos dois dias em que posso não conseguir ir ao computador, o que também não é provável. Todos os dias, no final do dia, acedo à internet, para tentar responder de imediato a solicitações quer seja de redes sociais ou e-mail. É como chegar a casa e ir à caixa do correio tradicional. 5.Sim, Hi5. Tal como no Hi5, no Facebook chego a ter duas contas: a da Linda e a do Fan Club, sendo que já tenho gestora para ambos os meus fan club. No entanto, dedicome mais às minhas várias páginas Web: www.linda.com.pt; www. bandalinda.com, www.lindaproducoes.pt e www.fbstudio.org
1. Desde Julho de 2009. 2. Para divulgar o meu trabalho, a pesquisa, a escrita (livros publicados), palestras efectuadas, interesses, gostos, o património, a beleza que nos rodeia... E, também tenho tentado divulgar a Batalha. 3. Encontrei novos amigos mas, sobretudo amigos que não sabia onde estavam e com que não contactava há 21 anos nuns casos e há 30 anos noutros (que agora, estão espalhados pela Gra-Bretanha, pelos Estados Unidos, por França... e que redescobri). Foi um reestabelecimento de laços, que não se perderá mais. 4. Horas. 5.Estou inscrita no Hi5, no Twitter e no Linkdin, mas, não uso.
1. Há cerca de dois anos. 2. Serve para reencontrar os amigos e conhecidos, perdidos no tempo, e saber como estão. Serve para me manter em contacto com os amigos de todos os dias, e fazermos algumas brincadeiras. Serve para receber e partilhar notícias que considero interessantes dentro da minha área de estudos. Serve, ainda, para partilhar alguns aspectos da minha vida, se bem que nada de muito, muito pessoal. 3. Não. Apenas tenho na minha lista pessoas que já conhecia. Depois tenho alguns amigos que são figuras públicas, e associações que não conheço directamente, mas que já tinha ouvido falar. 4. Esta rede não é vinculativa. Posso passar muito tempo sem ir. Por exemplo, quando estou de férias, tento manter-me afastada do computador o maior tempo possível. No entanto, se não estou de férias acedo quase todos os dias, se tiver oportunidade. 5. Sim. Ainda tenho o Hi5 activo, mas nunca mais lá fui, desde que conheci o Facebook. Também tenho conta no LinkedIn, YouTube... Já tive Twitter, mas já fechei a conta. Tenho ainda dois Blogs e estou a prepararme para abrir uma conta no Flickr.
Jornal da Batalha
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Actualidade Batalha
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4. Quanto tempo é capaz de passar sem usar esta rede social? 5. Usa outras redes sociais? Quais? “Reencontramse sempre aqui ou ali amigos e conhecidos”
“Permite-me, em alguns casos, encontrar as pessoas que procuro”
“Uma rede de correio fantástica e divertida”
“Uso muito pouco e raramente”
“Passo bem sem utilizar”
Horácio Moita Francisco, Vereador
Pedro Almeida,
do CDS no Município
professor, investigador
da Batalha e presi-
na área das tecnologias
Irene Gomes,
Luís Miguel Ferraz,
Jorge Novo,
dente da concelhia
da comunicação
pintora
Jornalista
formador
1. Desde de Agosto/Setembro de 2008
1. Em termos sociais, para acompanhar as actividades dos amigos, receber e partilhar algumas informações de interesse (links úteis, informação de eventos, projectos,...).Em termos profissionais, permite-me, em alguns casos, encontrar as pessoas que procuro na ajuda ao estabelecimento dos primeiros contactos e acompanhar as actividades profissionais de alguns colegas. Em termos académicos esta rede já utilizada como uma plataforma de suporte a algumas actividades lectivas. Por último, em termos de investigação científica, recorro ao Facebook para a criação de Mash-ups com aplicações desenvolvidas nos nossos grupos de investigação.
1. Não recordo desde que tenho o “face”.
2. Para comunicar e partilhar algumas ideias, debates entre muitos outros assuntos com alguns amigos e conhecidos. 3. Sim, nestas redes sociais reencontram-se sempre aqui ou ali amigos e conhecidos de longa data, com quem não falávamos há muito tempo. 4. Actualmente no máximo um dia, no principio consultava uma ou duas vezes por semana. 5. Sim: Twitter, hi5, Limpar Portugal, Plantar Portugal, entre outras.
2. Para partilhar o meu trabalho com os meus amigos, e é uma rede de correio fantástica e divertida. 3. Sim amigos de amigos. 4. Abro de quando em vez, é como ir à caixa do correio... 5. Não. Esta já leva algum tempo a gerir, outras redes não faria sentido para mim.
1. Há ano e meio 1. Não recordo, talvez há um ano... 2. Basicamente, aderi por receber constantes convites... mantive pela “presença” na rede, posteriormente como espaço de partilha esporádica de informação, no prolongamento do trabalho como jornalista. Mas uso muito pouco e raramente. 3. Amigos mesmo, os que já tinha e se vão adicionando. Pessoas novas, continuam desconhecidas, pois não uso com intensidade, ao ponto de “meter conversa” com quem está...
2. Comunicar com amigos e conhecidos, e partilhar informações com grupos de pessoas que têm os mesmos interesses. 3. Novos amigos não. Encontrei os amigos que também utilizam o Facebook. 4. Como não utilizo os jogos, ou passatempos, passo bem sem utilizar. 5. O hi5, mas pouco.
4. Meses... 2. Não tenho uma utilização muito intensiva no sentido de procurar novas amizades. 3. Face ao pouco tempo disponível que tenho a minha utilização não é muito intensiva. 4. Sim, em especial o twitter, que aliás integro no Facebook, e o LinkedIn para manter contactos profissionais.
5. Acho que também cheguei a criar perfis no HI5, no Netlog, no WAYN e outros do género, também pelos convites e pela curiosidade em ver o que era. Mas não uso. Ultimamente, tenho usado o Twitter, que não é bem rede social, mas serve para colocar a circular as notícias do Jornal da Golpilheira e receber informações várias de outras fontes...
Memórias em rede “Pretende ser espaço de partilha das memórias da Batalha”. É desta forma que Ana Rita Bagagem, historiadora, professora e colaboradora do Arquivo Histórico Municipal da Batalha, explica o essencial do espaço “Memórias da Batalha” que surgiu há cerca de dois meses precisamente no Facebook. Por lá encontram-se várias fotos antigas que permitem perceber a evolução da vila, para além de permitir a evocação de tempos passados. Com mais de 200 seguidores, este espaço “surgiu de forma espontânea, resultado da facilidade proporcionada pela rede social Facebook e pela necessidade de partilhar documentos históricos, muitas ve-
zes restritos a investigadores, mas cujo interesse é comum a todas as pessoas”, explica a historiadora. Afinal, explicita, “ao longo dos últimos 50 anos, a Batalha sofreu alterações urbanísticas e, evidentemente, sociais. Existem inúmeros documentos que retratam essas alterações e pareceu-me interessante partilhá-los, de forma aberta, directa e informal. A intenção é simplesmente divulgá-los e, sendo o Facebook uma rede social aberta, os seguidores poderão colocar comentários ou questões, partilhando conhecimentos”. Satisfeita com a receptividade deste “projecto”, refere que “a divulgação da cultura, e da história em particular, sem-
pre estiveram muito restritas aos meios académicos, às instituições ou a publicações específicas, por vezes difíceis de encontrar. No Facebook, as pessoas podem seleccionar a informação que pretendem receber e, mesmo sendo pouco interessadas pela cultura ou pela história, acabam sempre por espreitar páginas dedicadas a estes temas e aumentar os seus conhecimentos”. Há, contudo, muitas outras páginas sobre a Batalha. Experimente a usar a palavra “Batalha” no campo de pesquisa do Facebook, e parta à descoberta.
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Batalha Actualidade
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Bombeiros da Batalha comemoram 32 anos de vida
Jornal da Batalha
Y Opinião
José Batista de Matos
Homenagem a um médico na Batalha
m Duas novas viaturas, onze novos bombeiros, mais de meia centena de condecorações por assiduidade, para além do convívio, foi o balanço da comemoração do 32º aniversário do Bombeiros da Batalha.
Na sessão solene comemorativa, que teve lugar no passado domingo, dia 16 de Maio, o comandante Fernando Oliveira, questionou
os bombeiros presentes se sabiam “o que é ser bombeiro?”, dando a resposta de seguida que “ser bombeiro é um estado de alma”. Depois de referir que os bombeiros portugueses “são especiais”, porque “a troco de nada se oferecem à comunidade”, podendo até “dar a sua vida por outra vida”, José Ferreira, representante da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), criticou a alteração à fase de combate aos incêndios florestais. “A fase Bravo, a segunda mais crítica, foi adiada de 15 de Maio para 1 de Junho devido às condições atmosféricas”, contudo, “três dias depois da apresentação do dispositivo
distrital”, os bombeiros foram dispensados “por mais 15 dias, sem que tivessem sido ouvidos, porque o ‘São Pedro’ continua a mandar chuva”. Esta mudança de atitude “coloca em causa o principal desafio dos bombeiros, que é serem reconhecidos”, disse. Nesta altura foi atribuída, a Manuel de Jesus Bastos, medalha de serviços distintos, grau prata, da LBP, porque “ao longo dos 32 anos do Bombeiros da Batalha”, sempre “colaborou com eles a troco de nada”, adiantou José Ferreira. Já Carlos Guerra, segundo comandante distrital de operações de socorro de Leiria, referiu que “o dispo-
sitivo de combate a incêndios é igual ao ano passado”, envolvendo outras unidades como os sapadores florestais. No entanto, acrescenta, que “é nos bombeiros, nas horas difíceis, naqueles homens e mulheres de farda vermelha, que vimos a principal força de combate”. Por sua vez, António Lucas, presidente da Câmara Municipal da Batalha, depois de agradecer o empenho dos bombeiros, disse que esta é a instituição mais apoiada pela autarquia “porque é aquela que presta o melhor serviço ao concelho”. Armindo Vieira
O Dr. Francisco Meireles, nome bem conhecido no concelho da Batalha e não só, foi até há pouco tempo, Director do Centro de Saúde. Foi sempre uma personalidade controversa e eficaz, destemida e, sobretudo, sem complexos às críticas que inevitavelmente e amiudadas vezes lhe faziam, na sua qualidade de director daquele Centro de Saúde. Por motivos de sua própria escolha, decidiu procurar novos horizontes e desafios. Mesmo tarde, duas personalidades de Alcanadas, Alberto da Conceição e Rogério Silva, promoveram, há uns dias, no restaurante Pérola do Fetal, uma homenagem pública, num jantar, onde se juntaram os seus amigos e pacientes, num clima de amizade e emoção. Alguns dos antigos e actuais pacientes disseram publicamente, com as lágrimas nos olhos, o seu obrigado ao director, ao médico, ao amigo, ao companheiro. Mais de 60 pessoas, de todos os horizontes pessoais do concelho e não só, de pé aplaudiram o dr. Meireles, que estava emocionado porque, pensaram muitos “o bem paga-se com amor!”. Enfim, foi-lhe paga uma dívida colectiva, que há muito se impunha, na hora da despedida, do seu médico eleito ao homem! Até à próxima Senhor Director. Felicidades!.
Junta da Batalha passeia idosos e pensionistas Cerca de quatro centenas e meia de idosos e pensionistas da freguesia da Batalha, distribuídos por nove autocarros, visitaram algumas terras da nossa região, a expensas da Junta de Freguesia da Batalha. A partida da vila da Batalha deu-se cerca das 8 horas, em direcção a São Martinho do Porto, com uma pequena passagem em frente ao mar, seguindo-se para Peniche onde, depois de uma breve visita ao Cabo Carvoeiro, se visitou o Forte que, tantas tristezas trouxe a muitos
portugueses. Desta cidade piscatória, os batalhenses rumaram em direcção ao Bombarral, em cujo parque teve lugar o almoço, que os participantes levaram de casa. Após o repasto, foi tempo de visitar a Quinta dos Loridos, nos arredores da vila de Bombarral, onde foi construído o Jardim Oriental Buddha Eden, que ocupa uma área de cerca de 35 hectares, onde se encontra um lago artificial e milhares de estátuas em pedra, algumas delas de tamanho gigante.
Já no regresso, foi tempo de passar pela praia da Foz do Arelho, onde se merendou. Houve ainda tempo para se dançar e divertir ao som das concertinas de alunos da escola de música do Rancho Folclórico Rosas do Lena, da Rebolaria, dirigidos pelo seu mestre Joaquim Ruivo. Cerca das 21 horas, os idosos e pensionistas da freguesia da Batalha chegaram aos seus lugares e a suas casas. Armindo Vieira
Jornal da Batalha
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AMBIENTE Especial
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Ambiente António Lucas, presidente da Câmara da Batalha
“Ambiente é a rubrica mais significativa do município” Que importância tem a componente ambiental no orçamento anual da autarquia? É a rubrica mais significativa do município em termos orçamentais, englobando a recolha e o tratamento de resíduos sólidos urbanos, a recolha e o tratamento de efluentes, diversos investimentos no ciclo urbano da água, manutenção e construção de espaços verdes e todas as acções inseridas no âmbito da limpeza da floresta.
Um olhar mais verde Depois de vários anos de trabalho visando umas crescente consciencialização da sociedade para a questão ambiental e para a necessidade de adopção de políticas sustentáveis, eis que a tarefa nos surge como longe de terminada. Não obstante os resultados promissores alcançados pelas principais entidades que actuam no terreno, nomeadamente ao nível da pedagogia e sensibilização ambiental, o deficit da nossa actividade humana em relação ao planeta recorda-nos da missão imensa que
ainda nos espera. O Jornal da Batalha, consciente do seu papel, centrado na comunicação isenta e rigorosa, mas também consciente e pedagógica, pretende enfatizar as grandes tarefas que, enquanto comunidade, se esperam que cumpramos. É nesse sentido que neste suplemento que publicamos nestas páginas, espelhamos a actividade de algumas das instituições com ligações directas ao concelho, bem como um olhar ambientalista para a nossa realidade nesta área.
Quais são, no seu entender, os grandes desafios nesta área para um município como a Batalha que ainda estão por concretizar? Destaco a renovação de algumas redes de abastecimento de água e a conclusão dos investimentos, em sede de recolha de efluentes domésticos. É previsível que, no futuro, a factura municipal pela disponibilização dos serviços de abastecimento de água e de saneamento venha a crescer? É. Em primeiro lugar porque nos últimos 12 anos, subiu apenas de acordo com os índices da inflação, sendo as nossas tarifas das mais baixas em vigor. Em segundo lugar porque a Câmara tem vindo a subsidiar fortemente o tratamento de efluentes e os custos com recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos, tornando-se cada vez mais difícil, direi mesmo quase impossível, mantermos esta situação. Acredita que as populações serão re-
ceptivas à eventual necessidade de aumentar a sua comparticipação financeira visando suportar o esforço de uma política ambiental mais racional? Temos consciência que a situação das famílias não é nada fácil nos tempos que correm e no futuro próximo. No entanto, é essencial para os sistemas que sejam equilibrados económica e financeiramente, o que não acontece, devido ao crescimento exponencial verificado nos últimos anos, a par do aumento da qualidade, veja-se, por exemplo, a situação dos R.S.U., que há 12 anos eram depositados numa lixeira e hoje são tratados convenientemente. Há 12 anos gastávamos 150 mil euros por ano, hoje gastamos 750 mil. Com os efluentes domésticos gastávamos 150 mil euros por ano e hoje gastamos 700 mil. São apenas alguns números que ilustram bem o aumento destes serviços para o município. O aumento da consciência ambiental influencia a definição das políticas públicas municipais? De que forma? Sentindo cada vez de forma mais intensa a pressão da população para as questões ambientais. Mesmo que não tivéssemos essas preocupações (o que não é o caso), seríamos arrastados inequivocamente para esta matéria do Ambiente que, estou certo, irá nos próximos anos continuar a estar na ordem do dia das políticas municipais.
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Especial AMBIENTE
Junho 2010
O seu lixo vai produzir electricidade
Jornal da Batalha
Sabia que: A Valorlis desenvolve, desde 2007, o projecto de Compostagem Doméstica, que possibilitou já a valorização de 4.265 toneladas de resíduos, através da utilização de 5.587 compostores, que foram distribuídos gratuitamente aos munícipes pela empresa nas acções de formação realizadas. Estas acções têm como objectivo ensinar aos participantes como produzir o seu próprio composto, através de um processo natural de aproveitamento de resíduos orgânicos, e, da mesma forma, promover a redução da quantidade de resíduos depositados em aterro, contribuindo para a ampliação das práticas saudáveis e amigas do ambiente. Até ao momento foram realizadas acções de formação em Compostagem Doméstica em 43 freguesias dos seis municípios da área de influência da Valorlis.
Sabia que: Já está em fase de testes a mais recente inovação da região, visando uma adequada valorização dos resíduos que produzimos. Se é certo que entendemos o lixo como sendo o fim de linha dos produtos que consumimos, a verdade é que há mais “vida” para além do simples lixo. Veja-se o caso da Central de Valorização Orgânica (CVO), projecto que envolve a Valorlis em parceria com a Resioeste. A nova unidade está concluída, devendo servir duas dezenas de municípios – entre eles a Batalha – e 719 mil habitantes.
POUPANÇAS: Toneladas Papel/cartão 4721
O que vai fazer esta nova unidade em concreto? Resultado de um investimento na ordem dos 20 milhões de euros, criando 25 a 30 postos de trabalho, a CVO “irá transformar, através de um processo mecânico e biológico, a matéria orgânica resultante dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) num produto final denominado composto. O tratamento mecânico consiste em separar a fracção orgânica de outro tipo de resíduos (papel, embalagens, vidro, etc.), passíveis de serem valorizados. No tratamento biológico os restantes resíduos são submetidos a um processo de de-
2008
composição controlado, efectuado com a acção de microrganismos, dando origem ao composto com aproveitamento energético do biogás, resultante do processo. A energia eléctrica produzida será disponibilizada à Rede Eléctrica Nacional”, explica a Valorlis. Esta é a “segunda a central de digestão anaeróbia de resíduos existente no país, e a primeira a utilizar este tipo de tecnologia”, refere ainda a empresa. A CVO vai ainda permitir melhorar os indicadores nacionais e comunitários no que se refere à valorização orgânica de resíduos.
2009
árvores poupadas 70.815
Toneladas Papel/cartão 5261
árvores poupadas 78.912
Alumínio 11
tv ligada (anos) 269
Alumínio 14
tv ligada (anos) 342
Aço 162
latas 0.33 lt 9.470.951
Aço 195
latas 0.33 lt 11.400.219
Plástico 1072
t-shirt´s XL 4.375.510
Plástico 1267
t-shirt´s XL 5.171.429
Vidro 4271
garrafas 0.75l 12.202.857
Vidro 4455
garrafas 0.75l 12.728.571
A Valorlis tem também apostado na divulgação e formação da agricultura biológica, e desenvolveu até à data nove acções de formação, que envolveram 232 pessoas. A agricultura biológica é um sistema que exclui a quase totalidade de produtos químicos de síntese como adubos, pesticidas e reguladores de crescimento, recorrendo à rotação de culturas, à luta biológica contra pragas e à associação de espécies, de modo a manter a produtividade do solo, nutrindo as plantas e controlando insectos e ervas infestantes. Na sequência do Projecto de Compostagem Doméstica da Valorlis os cursos de agricultura biológica permitem às pessoas utilizar o composto produzido, utilizando técnicas que permitirão aumentar e melhorar a produtividade das suas hortas, sem recorrer a produtos químicos, e contribuindo para a produção de alimentos cada vez mais saudáveis.
Separação do lixo continua a crescer A separação do lixo, permitindo que este seja reciclado, é um hábito que está crescentemente interiorizado entre nós. Os dados comprovam que continuam a aumentar os resíduos que são separados e consequentemente reciclados. Um simples gesto acaba por ajudar, e muito, o ambiente. Basta dizer, para que tenhamos uma ideia, que 5261 toneladas de papel e carão recicladas em 2009, na área da Valorlis – que abrange os concelhos de Batalha, Porto de Mós,
Leiria, Marinha Grande, Pombal e Ourém – significou que cerca de 79 mil árvores foram poupadas. De acordo com dados da empresa, de 2008 para 2009, os resíduos enviados para a reciclagem cresceram 9,4 por cento (4,3% no caso do vidro, 11,4% em papel e cartão e um crescimento de 19,4% nas embalagens). Confira agora o quadro que lhe permite concluir o nível de poupanças ambientais associados a estes valores de reciclagem:
Especial AMBIENTE Jornal da Batalha
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Especial AMBIENTE
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Reflorestação do Lis e Lena para um melhor ambiente
Um plano de reflorestação das margens os rios Lis e Lena está a ser desenvolvido pela SIMLIS em parceria dos os Municípios envolvidos e Administração da Rede Hidrográfica do Centro (ARH Centro). Este plano iniciou-se no concelho da Batalha, mais propriamente na freguesia da Golpilheira, no passado mês de Abril, nas margens do rio Lena, numa acção que envolveu a SIMLIS – Saneamento Integrado dos Municípios do Lis, S.A., a ARH Centro, a Câmara Municipal da Batalha (CMB) e a Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico daquela freguesia. Nesta acção de reflorestação das margens do rio Lena, que se desenvolveu entre a Ponte de Almagra e a Canoeira, participaram cerca de seis dezenas de crianças daquela escola e respectivos professores, durante toda uma manhã, em cujo percurso, se plantaram cerca de 300 novas árvores ribeirinhas, nomeadamente freixos, salgueiros e amieiros, sendo que “todas elas são plantas autóctones”, isto é, “nativas e próprias da região e deste ambiente natural”, como referiu na altura, ao Jornal da Batalha, Sandra Vieira, técnica da SIMLIS. Segundo aquela técnica, o objectivo da iniciativa é o de “sensibilizar para a pro-
tecção dos ecossistemas ribeirinhos, bem como promover a requalificação deste troço”, pois “com a realização de acções deste tipo visamos a conservação dos espaços fluviais, com vista à aplicação das exigências da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água”. Para além deste troço, “todo o percurso do rio Lena, como também o do rio Lis, serão objecto deste plano de reflorestação, adianta Sandra Vieira. Este projecto “é desenvolvido em parceria com os municípios da Batalha, Leiria, Marinha Grande e Porto de Mós”, explica Sandra Vieira, acrescentando que “conta com o acompanhamento e supervisão da ARH Centro, entidade com a qual a SIMLIS irá estabelecer uma parceria no
sentido de realizar intervenções”, nos rios Lena e Lis ao nível da requalificação destes ecossistemas ribeirinhos”. A próxima acção a desenvolver no concelho da Batalha tem lugar em Novembro deste ano, pois, como refere a responsável da SIMLIS, “cabe-nos a todos, sobretudo aos habitantes mais próximos, proteger este ambiente ribeirinho e cuidar da fauna e da flora locais com mais carinho do que temos feito até agora”, estando programada para aquela altura “uma saída de campo destinada a toda a população, para a replantação das árvores que tenham secado e para se apreciar no local o trabalho que está a ser feito”.
CUMPRIR ATÉ 2015. Como se sabe, a gestão dos recursos hídricos é uma das principais questões, quando se fala do cumprimento da Directiva - Quadro da Água, em que o Estado Português é obrigado a atingir um bom estado ecológico das massas de água superficiais até 2015. A prossecução e implementação de medidas e acções que permitam um adequado equilíbrio entre o desenvolvimento económico e a protecção e preservação das condições ambientais são, pois, de capital importância para o desenvolvimento sustentado da região, porque durante as três últimas décadas, no espaço da bacia hidrográfica do rio Lis, tem-se vindo a verificar um apreciável crescimento urbanístico, como resposta ao pujante desenvolvimento e crescimento de muitas actividades económicas. A forte pressão urbana e industrial, caracterizada por uma população de cerca de 220.000 habitantes e pela existência de diversos sectores de actividades económicas, dos quais se destaca, por razões ambientais, o sector das suiniculturas, tem sido geradora de algum stress ambiental, sobretudo ao nível dos recursos hídricos e dos ecossistemas a eles associados.
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Especial AMBIENTE
Jornal da Batalha
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“Consciência ambiental implica conciliar desenvolvimento e ambiente” As questões ambientais há muito que fazem parte da agenda mediática, entram no currículo escolar e, paulatinamente, são assunto inscrito nos programas políticos. O que falta para que o ambiente seja efectivamente uma prioridade? Falta compreender que o ambiente é o suporte da vida. Não há actividade económica, nem qualidade de vida, sem recursos naturais, os quais são finitos. Quando isto for intuído, por toda a sociedade, os poderes políticos serão forçados a inverter as políticas.
Nuno Carvalho Presidente da Oikos Associação de Defesado Ambiente e do Património da Região de Leiria
Como avalia as políticas ambientais que são levadas a cabo na nossa região? A região tem feito alguns progressos, nos últimos anos, em termos de gestão de resíduos e de abastecimento e tratamento de água. Ao invés, em termos de
ordenamento do território, quer em termos urbanísticos, quer em termos florestais, as políticas têm sido muito más. Quais são, no seu entender, os grandes desafios na área do ambiente que a região tem de resolver no imediato? Deve inverter por completo as políticas urbanísticas e florestais que têm sido seguidas, e requalificar o que for possível. Algo positivo já se fez nalgumas cidades e vilas. Em termos florestais, é urgente estancar a eucaliptização a que o distrito vem sendo sujeito sob pena de destruirmos grande parte dos nossos solos, recursos hídricos e biodiversidade. Devem ser concluídas as infraesturas de tratamento de águas residuais nas bacias do Oeste e Lis e da subbacia do Arunca. No caso do Lis é imprescindível a rápida construção da ETES, sem a qual não se
resolve o problema da poluição das suiniculturas. A consciência ambiental não implica abdicar de alguns sectores de grande relevo entre nós, como é o caso das suiniculturas e a exploração de inertes? Não. A consciência ambiental implica conciliar desenvolvimento e ambiente. A que se chama desenvolvimento sustentável. O que implica é que esses sectores sejam geridos de forma integrada, dentro das capacidades do recurso, e cumprindo a legislação em vigor para esses sectores. Há oportunidades de negócio que possam ajudar a alavancar a economia regional e, simultaneamente, ajudar o ambiente? Quais? Há sectores que podem ser mais favoráveis ao ambiente, como é o caso das energias renováveis ou do turismo de natureza. Contudo, um e outro, devem
ser programados e implementados de forma racional e integrada, ao mesmo tempo que devem canalizar recursos para a conservação da natureza. A proliferação de parques eólicos na nossa região tem sido benéfica para o ambiente ou acarreta mais inconvenientes que benefícios? A produção de energia eólica, é muito positiva para o ambiente, mormente devido às emissões de gases com efeito de efeito que evita sejam lançados para a atmosfera. Contudo, a instalação dos parques eólicos, sobretudo em Áreas Protegidas, deve obedecer a rigorosos critérios, sob pena de se tornar mais prejudicial do que benéfica. Infelizmente, o que tem acontecido, nalguns casos, é que os critérios de implantação não foram os melhores violando mesmo legislação e planos de ordenamento do território.
“Os ambientalistas não fizeram nenhuma lei” A acção da OIKOS tem sido bem entendida pelos responsáveis locais? Pensamos que sim. A Oikos mantém boas relacionais institucionais com as autarquias e demais instituições da região, dentro daquilo que tem sido a sua postura de sempre, por um lado, uma postura construtiva de colaboração com as diversas instituições no sentido da resolução de problemas e da melhoria de políticas, por outro, uma postura de vigilância permanente. Tem desenvolvido diversos projectos, sobretudo na área da educação ambiental, com diversas autarquias da região o que atesta, em nossa opinião, esse entendimento da acção da Oikos.
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Como tem sido a receptividade da acção da OIKOS junto da população? Pensamos que tem sido boa. Concorda que existem alguns fundamentalismos ambientais que dificultam a actividade económica?
Não concordo. Observo que os ambientalistas não fizeram nenhuma lei. Apenas exigem que as leis sejam cumpridas. O que se vê cada vez mais, infelizmente, são fundamentalismos económicos, na maioria dos casos em favor de interesses privados, de muito poucos, em detrimento dos interesses colectivos. Porque terá que haver diferenças entre a legislação ambiental e as restantes? Se estar do lado da lei é fundamentalismo, o que dizer dos que a violam, em proveito próprio, prejudicando toda a sociedade? É essa actividade económica promotora do desenvolvimento?
Que conselhos daria para que, no nosso quotidiano, possamos ser mais “amigos” do ambiente? Os grandes desafios da actualidade são o clima a água e os solos. Quanto ao clima, cidadãos, empresas e instituições, públicas e privadas, devem fazer tudo para reduzir os consumos energéticos, quer de electricidade, quer de combustíveis. Quanto à água, devem ser tomadas medidas, por todos, de poupança, e de não poluição. Os solos, devem proteger-se através de boas práticas agrícolas e florestais e, não construção em solos de qualidade.
Jornal da Batalha
Junho 2010
Educação Batalha
Alunos promovem feira agrícola
Educação
Estudante estuda degradação do Mosteiro m A aluna Fátima Gomes, do 10º C, da Escola Secundária da Batalha, participou na IV Mostra Nacional da Ciência, que teve lugar no Museu da Electricidade, em Lisboa, de 27 a 29 do passado mês de Maio, afim de apresentar o trabalho “Influência dos factores ambientais na degradação do calcário do Mosteiro da Batalha”. p Fátima Gomes na Mostra Nacional da Ciência com trabalho sobre impacto ambiental no Mosteiro Trata-se um trabalho integrado no Plano de Actividades da Escola, e desenvolvido no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia, apresentado ao 18º Concurso Jovens Cientistas e Investigadores 2010, que tinha por objectivos, promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Inves-
tigação e Inovação. Das conclusões deste trabalho consta, que permitiu obter resultados que evidenciaram “uma concentração elevada sobretudo de dióxido de carbono”, no entanto, também demonstrou a presença, embora em valores mais baixos do “dióxido de enxofre e do dióxido de azoto, no interior e exterior do Mosteiro da Batalha”. A presença do IC2 nas
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imediações do monumento não será alheia ao s resultados obtidos, pois ali “passam diariamente imensos automóveis, cujo funcionamento liberta estes gases”, e tendo em conta que “estes gases são os principais responsáveis pela formação das chuvas ácidas, compreende-se que a meteorização exterior, em alguns locais do monumento, seja bastante maior do que a interior”.
Saliente-se que nos claustros, por serem abertos, “a sua rocha apresenta também alguma meteorização, embora em menor escala”, tendo-se verificado que “os gases podem sofrer transporte pelo vento e por vezes, as chuvas ácidas caem em locais que à partida não têm poluição atmosférica”. Em declarações ao Jornal da Batalha, Fátima Gomes, referiu estar bastante satis-
feita por esta participação, pois “embora não tenha ganho qualquer prémio valeu pelo convívio e conhecimento de outros casos ali apresentados”. O trabalho da jovem batalhense fazia parte dos 94 projectos expostos, que foram seleccionados entre mais de três centenas. Armindo Vieira
Cerca de 300 alunos dos 5º e 6º anos do Agrupamento de Escolas da Batalha dinamizaram uma feira agrícola, integrada no Plano de Actividades da Escola Mouzinho de Albuquerque, no âmbito da Disciplina de Educação Visual e Tecnológica. A feira teve lugar no passado dia 14 de Maio, na Praça D. João I, na Batalha. Segundo Ângelo Moita, professor coordenador do projecto, em declarações ao Jornal da Batalha, esta acção tem por finalidade a venda de produtos hortícolas “num intercâmbio Escola/Comunidade local, em que as verbas revertem a favor de uma instituição de solidariedade”, neste caso “a Loja social da Batalha”. São vários os objectivos do projecto, nomeadamente identificar indicadores visuais e tecnológicos de qualidade de vida, intervir em iniciativas de defesa do ambiente, património cultural e consumidor, divulgar produtos regionais e preservar as tradições e respeitar e sensibilizar a comunidade local para as questões ambientais. Para além disso pretende-se “contribuir para a formação integral do aluno, reforçar a imagem da comunidade escolar, promover o convívio e o trabalho de grupo e, respeitar valores promovendo a solidariedade e a partilha”, adianta Ângelo Moita
Batalha e Trujillo unidas em fotografia São cinco os estudantes que constituem o Grupo de Fotografia do 12º B da Escola Secundária da Batalha, no âmbito da Área Projecto e que promoveram uma mostra de fotografia, com imagens da vila Batalha e da cidade de Trujillo, geminadas desde 1992. Na cerimónia de abertura, que se iniciou com um momento musical interpretado pelo jovem guitarrista André Ferreira, Liliana
Marques, da organização, explicou os motivos que levaram à realização da mostra e da participação neste Grupo no âmbito da Área Projecto. Diogo Carapito falou dos objectivos da realização e da dificuldade que tiveram durante a visita a Trujillo, que apesar da “simpatia com que nos receberam, tivemos de ‘trabalhar’ durante os três dias com a constante presença da chu-
va”, no entanto “valeu a pena”. O jovem estudante aproveitou para referir, que o sucesso do trabalho se deve também “ao professor António Palmeira, do Instituto Português da Juventude, que nos apoiou e incentivou”, para além de outros apoios. Durante a visita guiada à exposição, João Morgado, o jovem que esteve por detrás da objectiva, explicou o modo como se desenvol-
veu o trabalho, pois “não nos limitámos a chegar e retratar o lugar, procurámos apresentar a nossa marca”, pelo que “houve algum trabalho de casa para encontrar os melhores lugares”. O jovem acrescenta que está orgulhoso “por conseguirmos fazer este trabalho e por termos alcançado o objectivo”. Os jovens que constituem este Grupo de Fotografia são Diogo
Carapito, João Morgado, Inês Pereira, Liliana Marques e Mariana Reis. A mostra esteve patente na Galeria Mouzinho de Albuquerque, de 3 a 10 de Junho e vai seguir para Trujillo, onde estará patente ao público, “onde vai contribuir para acentuar a ligação entre as duas localidades”, como refere Diogo Carapito. Armindo Vieira
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Batalha Economia
Junho 2010
Jornal da Batalha
Economia
Grutas da Moeda apostam em actividades paralelas m As Grutas da Moe-
depois no Centro de Interpretação Cientifico-Ambiental, “respostas às múltiplas questões que surgem sobre o que é uma gruta, como se forma, etc.”. Para além disso e complementando as visitas de estudo, “temos disponível um serviço gratuito de animação que é assegurada pela nossa equipa de animadoras sócioculturais”, em que “a aprendizagem das crianças é feita de uma forma divertida, sem descurar a componente pedagógica”.
da e o CICA querem aumentar o número de visitantes, por isso criaram diversas actividades paralelas, como percursos pedestres, parcerias e um “transfer” a partir de Fátima. O empreendimento Grutas da Moeda, em São Mamede, é, sem dúvida, um dos pólos de maior interesse turístico da região, daí o facto de criar o Centro de Interpretação Científico-Ambiental (CICA) – cuja abertura ocorreu a 18 de Dezembro passado -, com vista a que melhor se perceba a formação do Maciço Calcário Estremenho e, bem assim, das grutas. As Grutas da Moeda, descobertas em 1971 por dois caçadores que perseguiam uma raposa, situam-se numa zona de grande fluxo turístico, a cerca de dois quilómetros de distância de Fátima e quinze da Batalha, recebem anualmente cerca de cento e cinquenta mil visitantes. UM PROJECTO PARA MELHOR ENTENDIMENTO. O CICA é um projecto que surge para “funcionar como um complemento ao espaço temático ‘Gruta da Moeda’”, sendo esta “o ponto de partida para a concepção do projecto”, que é “uma forma de dar resposta às questões de cariz cientifico–ambiental suscitadas, precisamente, pela sua existência”, como refere ao Jornal da Batalha, Mariete Ferreira, do Departamento de Comunicação e Relações Públicas da empresa. Com cerca de 180 metros quadrados, este espaço, que engloba duas salas distintas “vocacionadas para a sensibilização ambiental”, tem carácter informativo, didác-
tico e científico, consistindo “num espaço interactivo onde alunos, turistas e o público em geral podem encontrar informações rigorosas, relacionadas com as ciências da Terra”, interagindo com equipamentos e exposições que facilitam “o entendimento dos fenómenos geológicos e ambientais do Maciço Calcário Estremenho”, explica a responsável. Os visitantes poderão encontrar neste espaço, informação sobre “as diferentes aplicações/utilizações da rocha calcário e seus derivados na Indústria do Vidro e da Alimentação, na Agricultura e na Construção Civil, entre outras”, assim como vários plasmas onde “se pode visionar a arte de trabalhar a pedra, tanto na sua forma artesanal como industrial”; e ainda “uma exposição interpretativa que oferece uma viagem pela pré-história, através da observação de rochas e fósseis”. Podemos encontrar ainda “uma maqueta muito fiel do Maciço Calcário Estremenho”, para uma melhor percepção dos “diferen-
tes constituintes desta plataforma rochosa e de toda a área geográfica abrangida pelo Maciço”, assim como fotografias aéreas deste grande relevo “para uma melhor compreensão da sua dimensão”. Note-se que esta viagem “começa por uma visita guiada ao interior da Terra – vista à gruta - onde é possível desfrutar de uma paisagem repleta de formações cársicas de inegável beleza”. PARCERIAS. Com vista a promover e a melhorar as visitas ao CICA e à Gruta, o empreendimento tem vindo a assinar diversos protocolos de parcerias. A primeira parceria subscrita visa “estabelecer laços
de cooperação visando a possibilidade de organização e desenvolvimento de programas e projectos de interesse comum, na área científica, pedagógica e tecnológica”, e é com o Instituto Politécnico de Leiria. A outra é com uma unidade hoteleira da Batalha, neste caso o Hotel Villa Batalha, que tem por objectivo criar Roteiros Temáticos na região, sendo que um já está em vigor. Trata-se de um roteiro temático, “com a natureza como pano de fundo, e que prevê a realização de um percurso pedestre no Planalto de S. Mamede”, com cerca de 6 quilómetros, com “uma visita ao Eco Parque Sensorial Pia do Urso, culminando numa visita às Grutas da
s Desde 1971 As Grutas da Moeda foram descobertas devido à perseguição de uma raposa. São compostas por 12 galerias, com uma extensão visitável de 350 metros e uma profundidade de 45 metros. A temperatura no seu interior, mantém-se constante ao longo do ano, rondando os 18º C
Moeda e ao CICA”, explica Mariete Ferreira. A ideia é “prolongar a estadia de quem visita esta zona do centro do país”, diversificando as ofertas, havendo assim uma “maior promoção turística, mais eficaz, e que contribuirá para o desenvolvimento das industrias que dependem, directa ou indirectamente, do turismo”, adianta aquela responsável. VISITAS DE ESTUDO. De acordo com a informação prestadaporMarieteFerreira, quase diariamente são recebidas no empreendimento Grutas da Moeda e CICA, visitas de estudo de alunos, do primeiro ao terceiro ciclo, de diversos estabelecimentos de ensino do país, que ali vêm procurar “aprofundar conhecimentos e temáticas que fazem parte dos programas curriculares”. Os alunos “adquirem conhecimentos sobre as características geológicas, numa visita à gruta, onde têm a possibilidade de “visualizar a beleza das diversas formações calcárias (estalactites e estalagmites)”, encontrando
ACTIVIDADES. O CICA e as Grutas da Moeda promovem um percurso pedestre, denominado “Nos Trilhos da Raposa”, com uma extensão de seis quilómetros e duração prevista de duas horas e meia. Este percurso realiza-se no Planalto de São Mamede e tem como pontos de partida e chegada o Largo das Grutas da Moeda e a possibilidade de visitar um moinho de vento, totalmente recuperado e que mantém a traça original. Tem ainda um programa espacial para as escolas, assim como para as associações, IPSS e outros que, ao longo do ano poderão beneficiar das diversas actividades, nomeadamente exposições temáticas, concursos, experiências laboratoriais e workshops. Tem um serviço de “transfer”, em que diariamente um autocarro faz o percurso pelos hotéis da cidade de Fátima, transportando gratuitamente todos os turistas que queiram visitar as Grutas da Moeda. Trata-se de um serviço que está disponível de Abril a Setembro. Nos restantes meses este serviço de “transfer” também existe, mas somente mediante solicitação por parte dos Hotéis. Armindo Vieira
Jornal da Batalha
Junho 2010
Economia Batalha
José António Tenente na abertura de perfumaria na Batalha
s Fiscalidade
Portaria nº 125/2010, de 1 de Março
m O estilista José António
António Caseiro
Tenente esteve no passado dia 29 de Maio na Batalha, para participar na abertura da nova loja da Perfumaria Jordão, onde se podem encontrar os perfumes da gama “Amor Perfeito”, uma criação do estilista.
Técnico Oficial de Contas
Este novo estabelecimento, encontra-se no Largo de Goa Damão e Diu, na vila da Batalha, e apresenta-se como um espaço aberto, airoso e mais central, fazendo jus aos 20 anos de actividade da empresa. Susana Jordão, proprietária do estabelecimento, disse ao Jornal da Batalha que a abertura deste novo espaço surgiu pelo facto de aquela loja “se encontrar à venda e num local de maior visibilidade para os nossos produtos”, pelo que “optámos por mudar”. Em declarações ao Jornal da Batalha, José António Tenente, referiu que entrou para o mercado dos perfumes “por sugestão de um distribuidor, com bastante experiência”, por entender que “havia espaço para um projecto desses com assinatura de José António Tenente, em parceria com empresas nacionais”. Depois de analisar a sugestão, o estilista aceitou o desafio, pois “poderia ser um grande potencial e uma mais valia para o universo da marca”, disse. A razão dá presença de José António Tenente na abertura do novo espaço na Batalha, deve-se ao facto de “achar que devo estar presente em eventos deste tipo e, ao mesmo tempo, ver no local a apresentação
Licenciatura em Contabilidade e Administração, Pós-Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade
do produto da minha marca”. Instado a pronunciar-se sobre plano da moda no nosso país, o estilista explicou que “tem duas realidades distintas”, uma da criatividade dos projectos e a outra da comercialização e distribuição. Enquanto que “na primeira estamos muito bem, ao nível do que se faz noutros países”, na outra “as coisas estão menos bem, porque estamos mais limitados”, diz Tenente, adiantando, contudo, que “o mer-
cado é pequeno e estamos numa fase de crise, o que agrava a situação”, mas independentemente disso “sempre houve uma dificuldade em que a moda nacional chegasse ao público, de uma maneira fácil e apetecível como chegam outras marcas”. Por vezes “o público tem a ideia errada” de que a moda nacional “é difícil, cara e só para alguns”. Armindo Vieira
Batalha com novo estabelecimento de cafetaria Chama-se “Bouquet d’Aromas” e situa-se na Célula B, na vila da Batalha, este novo estabelecimento de cafetaria, cuja abertura ocorreu no passado dia 29 de Maio. Trata-se duma empresa familiar, cuja gerência é detida por Joaquim Sousa Silva e conta com a participação de cinco pessoas. Neste novo estabelecimento batalhense, poderão encontrar-se, para além de todo o serviço de cafetaria, bolos, pão quente, baguetes, pizzas,
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saladas frias e refeições rápidas, tudo de fabrico próprio e diário. Segundo Carina Órfão, uma das responsáveis, em declarações ao Jornal da Batalha, antes de abrir “fizemos uma sondagem e verificámos que havia falta deste tipo de serviços”, dum modo especial “de pão quente”. A aposta num serviço de qualidade é um dos lemas da casa, pois “o nosso pasteleiro conta com alguns anos de experiência no fabrico de
padaria e pastelaria, em bons estabelecimentos”, refere a responsável, acrescentando que “temos de refazer a casa, pois estava encerrada já há algum tempo”. O “Bouquet d’Aromas” representa um investimento “que ultrapassa os cinquenta mil euros”, como adianta Carina Órfão, não quantificando números exactos. AV
Para as contratações referidas nas alíneas a) e b), os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades: 1) Isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora, pelo período de 36 meses; 2) Apoio directo no montante de € 2.500, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora, pelo período de 24 meses. Para as contratações referidas nas alíneas c) e d), os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades: 1) Nas situações de celebração de contrato de trabalho sem termo, mediante o apoio directo no montante de € 4.000, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora durante o período de 36 meses; 2) nas situações de celebração de contrato de trabalho a termo, numa redução de 65% das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora, durante a vigência do primeiro ano do contrato, e redução de 80% nos anos seguintes. O apoio à contratação a termo de desempregados com mais de 40 anos, encontra-se mencionado no artigo 5.º da Portaria. É concedido um apoio à entidade empregadora que celebre contrato de trabalho a termo com desempregado com mais de 40 anos que se encontre inscrito em centro de emprego há mais de 9 meses. O apoio consiste numa redução de 50% das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora durante a vigência do primeiro ano do contrato e redução de 65% nos dois anos seguintes. A concessão deste apoio depende, relativamente à entidade empregadora, da verificação cumulativa, das seguintes situações: a) o nível de emprego no mês da contratação ser superior ao verificado a 31 de Dezembro de 2009; b) A entidade empregadora manter, ou aumentar, o nível de emprego atingido por via do apoio concedido; c) Manutenção do contrato de trabalho durante o período de tempo pelo qual foi celebrado ou renovado. O apoio à contratação sem termo de ex-estagiários encontra-se descrito no artigo 6.º da Portaria. O artigo 7.º da Portaria refere-se ao Apoio à redução da precariedade no emprego. Os apoios concedidos à entidade empregadora consistem, em alternativa, numa das seguintes situações: a) Isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora, pelo período de 36 meses; b) Apoio directo no montante de € 2.500, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora, pelo período de 24 meses. Quanto ao Apoio à redução da precariedade no emprego são concedidos apoios à entidade empregadora que celebre contrato de trabalho sem termo com jovem até aos 35 anos de idade, inclusive, independentemente do seu nível de habilitação e qualificação, desde que aquela celebração ocorra na sequência da conversão de contrato de prestação de serviços em curso ou de contrato de trabalho a termo cujo prazo de duração tenha terminado. Os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades: a) Isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora, pelo período de 36 meses; b) Apoio directo no montante de € 2.500, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade. As Portarias produzem efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2010 e devem ser devidamente estudadas.
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Publicidade Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas quarenta e seis a folhas quarenta e sete, do Livro Cento e Sessenta e Três –B, deste Cartório. Maria Vieira da Rosa, NIF 178 573 191 e marido Silvino Vieira Pedro, NIF 165 741 180, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, ele da freguesia de Alqueidão da Serra, concelho de Porto de Mós, residentes no lugar de Vale do Ourém, São Mamede, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio rústico, composto de pinhal e mato, com a área de mil e quarenta metros quadrados, sito em Covão da Figueira, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte e de poente com Manuel Gomes de Oliveira Vicente, de sul com Francisco Carreira e de nascente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 1.654, com o valor patrimonial de € 5,66. Que adquiriram o referido prédio, no ano de mil novecentos e setenta e seis, por compra verbal a Maria Gomes do Rosário e marido Manuel Vicente Júnior, residentes que foram em Vale de Ourém, São Mamede, Batalha, não dispondo os justificantes de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela compra verbal, os outorgantes possuem o prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o identificado prédio por usucapião. Batalha, dois de Junho de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas quarenta e quatro a folhas quarenta e cinco verso, do Livro Cento e Sessenta e Três –B, deste Cartório. César Augusto da Silva Novo, NIF 207 654 859 e mulher Elisabete Vieira Rodrigues, NIF 200 824 406, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, residentes na Rua Ribeiro do Carvalho, nº 65, Cova do Picoto, Golpilheira, Batalha, que o marido, com exclusão de outrem, se declara dono e legítimo possuidor do prédio rústico, composto de terra de regadio, com a área de cinco mil metros quadrados, sito em Sardinheira, freguesia e concelho da Batalha, descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha sob o número seiscentos e quinze/Batalha, inscrito na respectiva matriz em nome do justificante no artigo 9.789, com o valor patrimonial de € 2,89. Que o referido prédio encontra-se na citada Conservatória pela apresentação quinze de vinte de Setembro de mil novecentos e oitenta e dois, a favor de Joaquim Pereira Gomes, casado com Emília Henriques Valéria, sob o regime da comunhão geral, residentes Faniqueira, Batalha, actualmente já falecidos. Que o primeiro outorgante, adquiriu o identificado prémio, no ano de mil novecentos e oitenta e sete, por doação verbal de seus pais José Pereira Novo e Júlia de Jesus Silva, não tendo no entanto ficado com qualquer titulo formal, mas desde entrou na posse e fruição do mesmo, que os seus pais, por sua vez, haviam adquirido o dito prédio por compra verbal no mesmo ano, àqueles Joaquim Pereira Gomes e mulher. Que tendo estas transmissões, sido meramente verbais, não existem consequentemente, quaisquer títulos formais que as comprovem. Que, assim, em consequência da doação verbal, o primeiro outorgante está por si e antecessores que legitimamente representa, na posse e fruição do mencionado prédio, em nome próprio há mais de vinte anos, posse que sempre foi exercida sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé, o primeiro outorgante invoca que durante aquele período de tempo, adquiriu o identificado prédio por usucapião. Batalha, um de Junho de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas vinte e nove a folhas trinta, do Livro Cento e Sessenta e Três –B, deste Cartório. Arminda Vicente da Rosa, NIF 166 721 972 e marido Joaquim de Jesus Eusébio, NIF 139 724 699, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, onde residem no lugar de Casal do Meio, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio rústico, composto de terra de cultura, pinhal e mato, com a área de três mil e novecentos metros quadrados, sito em Covão da Figueira, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte e sul com caminho, de nascente com José Rosa Vicente e de poente com Manuel Gomes de Oliveira Vicente, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha e inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 1.652, com o valor patrimonial actual de € 23,00. Que adquiriram o referido prédio, no ano de mil novecentos e sessenta, por doação verbal de José da Silva Rosa e mulher Maria de Jesus Vicente, pais da mulher, residentes que foram em São Mamede, Batalha, não dispondo os justificantes de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal, os outorgantes possuem o prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o identificado prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, vinte e oito de Maio de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
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Jornal da Batalha
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas oitenta e nove a folhas noventa e uma, do Livro Cento e Sessenta e Dois –B, deste Cartório. Manuel Vieira do Rosário Rodrigues, NIF 129 631 124 e mulher Maria Vitória Rodrigues dos Reis Vieira, NIF 121 141 217, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, onde residem na Rua do Centro, nº 10, no lugar de Torre, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios: Um - prédio rústico, composto de terra de cultura, vinha e uma oliveira, com a área de trezentos e cinquenta metros quadrados, sito em Castanheiro, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, a confrontar de norte com Manuel Pereira, de sul com caminho, de nascente com Belmiro Rodrigues Marcelino e de poente com José Rodrigues dos Reis, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha e inscrito na matriz predial rústica em nome do justificante, sob o artigo 5.477, com o valor patrimonial de € 4,90; Dois - prédio rústico, composto de terra de cultura, pinhal e mato, com a área de sete mil e duzentos metros quadrados, sito em Vale Cardeal, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, a confrontar de norte com Manuel Oliveira Marcelino, de sul com serventia, de nascente com José Rodrigues Neto Reis e de poente com Manuel Soares, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica em nome do justificante, sob o artigo 9.196, com o valor patrimonial de € 21,37; Três - prédio rústico, composto de terra de cultura com oliveiras, com a área de mil duzentos e dez metros quadrados, sito em Carvalheira, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, a confrontar de norte com caminho, de sul com José Rodrigues dos Reis, de nascente com Francisco Vieira Romão e de poente com José Rodrigues dos Reis, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica em nome do justificante, sob o artigo 8.659, com o valor patrimonial de € 7,80; Quatro - prédio rústico, composto de terra de cultura, com a área de duzentos metros quadrados, sito em Covão do Corvo, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte com José da Cunha Correia, de sul e de poente com José Rodrigues dos Reis e de nascente com Manuel Luís dos Reis, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica em nome do justificante, sob o artigo 1.021, com o valor patrimonial de € 1,89; Cinco - prédio rústico, composto de pinhal e mato, com a área de mil novecentos e vinte metros quadrados, sito em Covão do Corvo, freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, a confrontar de norte com José da Silva Correia, de sul com José Rodrigues dos Reis, de nascente com Manuel Luís dos Reis e de poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial rústica em nome do justificante, sob o artigo 1.020, com o valor patrimonial de € 9,81. Que adquiriram os referidos prédios, no ano de mil novecentos e sessenta, por doação verbal de António Rodrigues Marcelino e mulher Maria Joana, residentes que foram no dito lugar de Torre, não dispondo os justificantes de qualquer titulo formal para os registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição dos mesmos. Que em consequência daquela doação verbal, possuem os identificados prédios em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamentos das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram os identificados prédios por usucapião. Está conforme o original. Batalha, dezanove de Maio de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas trinta e uma a folhas trinta e cinco, do Livro Cento e Sessenta e Três –B, deste Cartório. Manuel Carreira, NIF 192 983 504 e mulher Maria Angelina de Jesus Vicente, NIF 192 983 490, casados sob o regime da comunhão geral, naturais, ele da freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, ela da freguesia de Alqueidão da Serra, concelho de Porto de Mós, residentes na Rua dos Marianos, nº 2, no lugar de Crespos, na dita freguesia de São Mamede, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios sitos na freguesia de São Mamede, concelho da Batalha: 1 - rústico, composto de terra de cultura, pinhal e mato, com a área de mil cento e trinta metros quadrados, sito em Casalinho, a confrontar de norte com Luís Vicente, de sul com João Vieira Pedro, de nascente com Rosa de Jesus e de poente com limite de Porto de Mós, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz sob o artigo 11.009, com o valor patrimonial e atribuído de € 6,79; 2 - rústico, composto de terra de mato com oliveiras, com a área de seiscentos e cinquenta metros quadrados, sito em Cabecinho, a confrontar de norte com Fernando de Jesus Neto, de sul com Manuel Carreira, de nascente com António Gomes Botas e de poente com Luís Vicente, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 13.414, com o valor patrimonial e atribuído de € 2,64; 3 - rústico, composto de pinhal com mato, com a área de setecentos e cinquenta metros quadrados, sito em Chouso Novo, a confrontar de norte com Manuel Vicente, de sul com José Inácio, de nascente com António Canhoto e de poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 11.797, com o valor patrimonial e atribuído de € 3,27; 4 - rústico, composto de pinhal com mato, com a área de cento e cinquenta metros quadrados, sito em Barroco, a confrontar de norte com José Inácio, de sul e nascente com Maria dos Anjos Vicente e de poente com João Vieira Pedro, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 11.671, com o valor patrimonial e atribuído de € 0,76; 5 - rústico, composto de pinhal com mato, com a área de quatrocentos e oitenta metros quadrados, sito em Picareiros, a confrontar de norte com António Vicente, de sul com Manuel Meireles, de nascente com Jesuina Vicente e de poente com Francisco Vieira, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 11.549, com o valor patrimonial e atribuído de € 1,89; 6 - rústico, composto de terra de cultura com oliveiras, com a área de mil e quatrocentos e noventa metros quadrados, sito em Cabeça da Mulher, a confrontar de norte com João Pedro Fetal, de sul e de poente com caminho e de nascente com José Vicente Novo, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 11.039, com o valor patrimonial e atribuído de € 5,28 7 - rústico, composto de terra de cultura, com a área de quinhentos e trinta metros quadrados, sito em Demó, a confrontar de norte com João Carreira da Piedade, de sul com João Vieira Pedro, de nascente com Joaquim Gago Vicente e de poente com caminho público, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 10.939, com o valor patrimonial e atribuído de € 4,53; 8 - rústico, composto de pinhal e mato, com a área de quatrocentos e cinquenta metros quadrados, sito em Barreiros, a confrontar de norte com José de Jesus Pastilha, de sul com caminho, de nascente com João Vieira Pedro e de poente com Maria Gertrudes, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 10.856, com o valor patrimonial e atribuído de € 1,89; 9 - rústico, composto de terra de cultura, com a área de mil e cinquenta metros quadrados, sito em Vale da Ameixoeira, a confrontar de norte com Manuel Vicente Vieira, de sul com Adelino Carreira, de nascente com caminho e de poente com António Carreira da Rosa, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 7.243, com o valor patrimonial e atribuído de € 9,56; 10 - rústico, composto de terra de cultura, oliveiras e mato, com a área de quatrocentos e oitenta metros quadrados, sito em Cunca, a confrontar de norte com Luís Vicente e de sul, nascente e poente com João Vieira Pedro, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 13.762, com o valor patrimonial e atribuído de € 1,89; 11 - rústico, composto de pinhal, com a área de seiscentos e oitenta metros quadrados, sito em Cabeça da Vela, a confrontar de norte e de sul com José Carreira de Carvalho, de nascente com Diamantino Vieira e de poente com Joaquim da Silva Mamede, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 14.981, com o valor patrimonial e atribuído de € 2,77; 12 - rústico, composto de terra de mato com oliveiras, com a área de seiscentos metros quadrados, sito em Cabecinho, a confrontar de norte e poente com Manuel Carreira, de sul com José Vicente e de nascente com António Gomes Botas, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz sob o artigo 13.413, com o valor patrimonial e atribuído de € 1,89; Que adquiriram a verba doze no ano de mil novecentos e sessenta e dois por permuta verbal com João Vieira Pedro e mulher, residentes em Bouceiros, Alqueidão da Serra, Porto de Mós, e as restantes verbas no ano de mil novecentos e sessenta e dois, por doação meramente verbal de Joaquim Vicente e mulher Virgínia de Jesus, pais da mulher residentes que foram no dito lugar de Bouceiros, Alqueidão da Serra, Porto de Mós, não dispondo os justificantes de qualquer titulo formal para os registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição dos mesmos. Que em consequência daquelas permuta e doação verbal, possuem os identificados prédios e direito predial em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamentos das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram os identificados prédios e direito predial por usucapião. Batalha, vinte e oito de Maio de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas sessenta e sete a folhas sessenta e oito, do Livro Cento e Sessenta e Um –B, deste Cartório. Vítor de Jesus Franco, NIF 107 883 791 solteiro, maior, natural da freguesia e concelho da Batalha, residente no lugar de Jardoeira, Batalha, declara, que com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor do prédio rústico, composto de terra de semeadura e pinhal, com a área de seiscentos metros quadrados, sito em Sardinheira, freguesia e concelho da Batalha, a confrontar de norte com José Cunha, de sul com António de Sousa Júnior, de nascente com Eng. António de Almeida Monteiro e de poente com ribeiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 195, com o valor patrimonial actual de € 4,53. Que adquiriu o referido prédio, no ano de mil novecentos e oitenta e nove, por compra verbal a Álvaro de Sousa Carreira e mulher Georgina Conceição Carreira, residentes em A-dos-Pretos, Maceira, Leiria, que por sua vez o haviam adquirido por partilha verbal por óbito de Agostinho Carreira Vicente, residente que foi em Casal do Marra, Batalha, não dispondo o justificante de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entrou na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela compra verbal, o outorgante possui o prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriu o identificado prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, vinte e três de Abril de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
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Desporto
BAC festeja aniversário O Batalha Andebol Clube, leva a efeito dias 26 e 27 de Junho, a festa do comemorativa do seu 10º Aniversário e bem como do encerramento da época desportiva. As diversas actividades programadas vão decorrer no Pavilhão Gimnodesportivo da Batalha. Confira o programa do evento:
Golpilheira falha final da Taça
SÁBADO, 26
m Depois de uma derrota pesada na primeira mão, a tarefa da equipa era difícil. O empate na segundamão não foi suficiente para repetir a façanha alcançada há três anos O objectivo era repetir a presença na final da Taça Nacional de Futsal feminino. Na época 2006/2007 chegou à final, tendo perdido frente à formação do Benfica. Desta feita, já se sabia que a tarefa seria difícil. Na tarde do passado domingo, dia 13 de Junho, confirmou-se que não era desta que se repetia a presença na final. O Centro Recreativo da Golpilheira defrontou, no pavilhão da Batalha, a equipa do Vermoim, de Vila Nova de Famalicão. A turma da Golpilheira ainda conseguiu um empate, a três golos. Contudo, a desvantagem na pri-
TORNEIO DE ANDEBOL – MINIS 14h30 Batalha Ac – Ac Lamego 15h30 Abc De Braga – Ac Sismaria 16h30 3º E 4º Lugar 17h30 Final meira-mão, em casa do clube nortenho, deitou por terra as aspirações da equipa liderada por Teresa Jordão. De facto, ao ter perdido por 8-3 na primeira-mão, o CR Golpilheira tinha a vida muito difícil para o jogo da Batalha. Seria necessário um resultado muito dilatado para ultrapassar a meia-final e isso acabou por não acontecer.
Ainda assim, esta está a ser uma boa época para a equipa. Basta lembrar que o C.R.Golpilheira venceu, mais uma vez, a Taça Distrital. Foi no dia 25 de Abril, frente à equipa da Caranguejeira, no pavilhão da Pocariça. A vitória da equipa do concelho da Batalha foi carimbada com dois golos enquanto que a formação de Leiria apenas conseguiu, por uma vez, chegar ao golo.
DOMINGO, 27 14h00/18h00
JOGOS DE ANDEBOL 18h00 Entrega de Lembranças 18h30 Merenda / Convívio
G Direito de resposta
Polidesportivo - Artigo sob o titulo “ Futsal de Alcanadas pode acabar” publicado na V/ edição de Maio de 2010 O papel das colectividades locais na dinamização da cultura e do desporto tem sido, é e continuará a ser, fundamental para o desenvolvimento equilibrado de qualquer sociedade. O papel dos Municípios deve ser o de facilitador e potenciador do trabalho das colectividades, com vista à obtenção desse desiderato. É por este prisma que o Município da Batalha vê o Associativismo, apoiando fortemente os projectos válidos que as colectividades anualmente nos apresentam e felizmente são muitos. Não obstante a crise que o País e o Mundo atravessam, o volume financeiro destinado a estas actividades, tem vindo a crescer
no concelho da Batalha. O papel dos dirigentes deve ser enaltecido e valorizado, porque dão um contributo inigualável à nossa comunidade. Tendo consciência deste papel, o Município da Batalha instituiu um seguro de responsabilidade civil para todos os voluntários do concelho onde obviamente se incluem os dirigentes associativos. Obviamente que gostaríamos de possuir mais infraestruturas desportivas, no entanto “Roma e Pavia não se fizeram num dia”. Temos vindo e continuamos a fazer fortes investimentos na área do desporto. Recentemente construímos o campo de futebol sintético, temos em construção os balneários e
brevemente iniciaremos a construção do circuito de manutenção e espaços verdes envolventes ao campo de futebol. Estamos a falar num investimento global de cerca de 1,4 milhões de Euros. Encontra-se em fase de projecto o Polidesportivo coberto da Golpilheira e um novo Polidesportivo coberto na zona escolar da Batalha, promovido pela “Parque Escolar” que servirá não só as escolas, como também a comunidade, ou seja as colectividades. No que re sp eita ao Polidesportivo das Alcanadas, efectivamente foi-nos comunicado, como se prova nos e:mails abaixo enviados, que existiam
fissuras no piso. De imediato os serviços da Câmara analisaram a situação e comunicaram ao Centro Recreativo qual a solução e respectivos custos. A partir daí não obtivemos mais qualquer informação sobre a matéria. Sendo da responsabilidade do Centro Recreativo de Alcanadas a gestão daquele espaço, é óbvio, que a responsabilidade pela sua manutenção é também dessa entidade. Não nos colocamos à margem do problema e continuamos, como sempre estivemos disponíveis para apoiar a resolução da situação, bastando para o efeito que o Centro Recreativo apresente uma candidatura para o efeito, o que até ao momento, não
aconteceu. No que concerne à utilização dos espaços desportivos do Concelho, desde há longos anos que a distribuição das horas de utilização é efectuada por consenso, em reunião com todos os dirigentes. O sistema tem funcionado, permitindo rentabilizar os espaços existentes, a prática desportiva de largas centenas de atletas e ainda a obtenção de bons resultados desportivos. Não será a situação ideal, é certo, mas é a que é possível termos. Mais informo que o Centro Recreativo de Alcanadas recebeu nos últimos anos os seguintes apoios no âmbito do desporto/Futsal:
ÉPOCA DE 2007/2008 (Protocolo de 21/01/2008) € 5.000,00 (Aquisição de viatura para transporte de atletas) ÉPOCA DE 2008/2009 (Protocolo de 22/11/2008) € 9.250,00 ÉPOCA DE 2009/2010 (Protocolo de 28/11/2009) € 6.000,00
Com os melhores cumprimentos O Presidente da Câmara António Lucas
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Batalha
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Jornal da Batalha
Saúde Novos preços de medicamentos em Julho
O Tabagismo no feminino
m Nos finais dos anos 60 e 70, à medida que as desigualdades entre sexos diminuíam, as mulheres começaram a adquirir alguns comportamentos que inicialmente pertenciam ao sexo masculino. Um desses hábitos foi o consumo de tabaco. O novo estatuto da mulher impõe que conjugue a vida familiar com a profissional, a qual vai gerar situações de stress, aparecendo o cigarro como um dos aliados para combater estas situações, por vezes difíceis. O efeito da nicotina no organismo manifesta-se por, relaxamen-
to, aumento da concentração, redução do apetite e da ansiedade e facilita a interacção social. Para a fumadora o tabaco é uma fonte de prazer, bem-estar e conforto. Apesar da população feminina ter conhecimento que o consumo de tabaco tem efeitos nocivos no seu organismo a prevalência do tabagismo tem vindo a aumentar principalmente entre as camadas mais jovens, comparativamente com a diminuição de fumadores do sexo masculino. As consequências para a saúde da mulher do consumo de tabaco são múltiplas: doença pulmonar obstrutiva crónica, cancro do pulmão, pâncreas, bexiga entre outros. O número de mulheres vítimas de cancro do pulmão aumentou consideravelmente no Reino Unido, Japão, Noruega, Polónia
Suécia, assim como nos Estados Unidos e Canadá. O consumo do tabaco é ainda um factor de risco para o aparecimento do cancro do colo do útero e da mama, menopausa precoce a que se poderá associar a osteoporose, alterações do ciclo menstrual. As mulheres fumadoras que tomam a pílula têm um risco acrescido de aparecimento de doenças cardiovasculares. Envelhecimento precoce da pele, mau hálito, dedos e dentes amarelos, são outras das consequências do tabagismo que se podem reflectir na sua auto-imagem. O consumo de tabaco interfere com a fertilidade. Na gravidez os riscos de patologia da placenta, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso no recém-nascido, mal formações congénitas entre outras, são mais frequentes
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nas mulheres fumadoras. A mulher é mais resistente ao abandono do consumo de tabaco comparada com o homem, porque recorre ao tabaco nos estados emocionais negativos, tem medo de engordar, sendo também maior o número de recaídas. Por outro lado, a indústria do tabaco comercializa marcas de cigarros onde alegam baixa percentagem de nicotina e de alcatrão. Pelo que muitas mulheres optam por estas marcas pensando serem menos prejudiciais. Na prática estas vantagens são ilusórias, não havendo confirmação científica do menor A Responsável pelo Tabagismo do ACES Pinhal Litoral II Dra. Maria Manuel Açafrão
O Governo anunciou que a portaria que define a revisão de preços dos medicamentos entra em vigor a 01 de julho e que, a partir dessa data, a indústria não pode colocar nas farmácias remédios com preço antigo. “A portaria que define a revisão de preços dos medicamentos será publicada hoje em Diário da República. O modelo de revisão do preço, que será implementado a partir do dia 1 de julho, cumpre as mesmas regras relativamente ao período de transição de preços que presidiram a anteriores alterações na formação do preço dos medicamentos”, refere um comunicado do Ministério da Saúde enviado à agência Lusa. A partir da entrada em vigor do diploma, “a Indústria Farmacêutica não poderá colocar nas farmácias, nem nos distribuidores (grossistas), medicamentos com o preço antigo”, refere ainda a nota. Segundo o Ministério, os distribuidores que tenham medicamentos com preço antigo têm um período máximo de 60 dias para escoar o produto. “Após este prazo as empresas farmacêuticas terão que a remarcar os medicamentos com os novos preços”, adianta. Fonte da indústria farmacêutica explicou à Agência Lusa que o atraso na publicação da portaria dificilmente irá permitir que as empresas apresentem as listas com os preços dos seus medicamentos, comparandoos com os praticados em Itália, Espanha, Grécia e França.
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Batalha Cultura
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Jornal da Batalha
Património
A ocupação humana no termo da Batalha (2) Há, com certeza, inúmeras dificuldades na investigação e identificação segura dos povos que habitavam o território, que hoje é o nosso País, quando os Romanos se estabeleceram na Península Ibérica. Mas também se tem descurado, incompreensivelmente, a investigação em profundidade dos sítios povoados que os Romanos, mantendo os seus primitivos habitantes, senão fundadores, ou aniquilandoos ou expulsando-os, ocuparam, transformando-os depois em povoações importantes cujos restos chegaram até aos nossos dias. É este o caso de Collippo. Fundado e habitado por Túrdulos que, segundo a análise etimológica do topónimo, teriam vindo da Ásia Menor e teriam afinidades com Hititas e Cananeus, pelo menos afinidades culturais, e não nos esqueçamos que os Fenícios eram Cananeus, talvez um milénio antes da invasão romana. Teriam os Túrdulos e os Lusitanos algum grau de parentesco ou eram simplesmente o mesmo povo? Como se sabe, os Romanos dividiram a Península Ibérica em três regiões administrativas: Lusitânia, que incluía todos os actuais territórios portugueses entre o Douro e Guadiana e a maior parte da Extremadura espanhola, a Tarraconense que abrangia o nosso território a norte do Douro, grande parte de Castela e a Catalunha, e a Bética, correspondendo à actual província espanhola da Andaluzia. Ora, foi na Bética que um dos reinos túrdulos se estabeleceu, sendo conhecido pela Turdetânea, e o outro, ou outros, do Guadiana ao Douro. Acima do Tejo os romanos designavam-nos por “Túrdulos Velhos”, talvez por corresponderem aos Túrdulos mais antigos da Península. A Lusitânia, desenhada pelos romanos, era limitada exactamente pelos Guadiana e Douro. É curioso reproduzir o que diz a “Encyclopedia Portuguesa Ilustrada – Diccionário Universal”, dirigida pelo Prof. Doutor
Maximiano Lemos: “TÚRDULOS: Antigos Lusitanos, que habitavam entre os rios Guadiana e Tejo (…)”. Há, porém, uma sombra enorme que paira sobre estes povos que antecederam os romanos e que estes, por uma estratégia de domínio ou conveniência administrativa, separaram, repartiram ou juntaram conforme as suas conveniências. Iremos encontrar semelhanças de táctica política no reagrupamento das tribos nas antigas possessões portuguesas e europeias nos outros continentes. Além da filologia, em que é mestre o Professor Batalha Gouveia, restam-nos a investigação arqueológica em profundidade, importante e imprescindível em estações como a de S. Sebastião do Freixo, e o concurso da antropologia e da própria ciência médica na investigação, até onde as distâncias do tempo o permitirem, dos códigos genéticos das populações e dos parentescos que se suspeitam. Derrotados os romanos peninsulares e ocupadas as suas terras pelos suevos, alanos, visigodos e afins, sucede-se um curto período de duzentos ou trezentos anos até á invasão muçulmana. Eram os novos invasores constituídos por gentes diversas desde a Síria até à Arábia e aos Norte de África e mesmo de convertidos ao Islamismo doutros pontos do Mediterrâneo. Desembarcados na Península em 711 e vencendo as tropas do rei visigótico e cristão Rodrigo junto de Guadalete, conduziram uma hábil guerra relâmpago que em breve os tornava senhores da maior parte do território peninsular. Exceptuou-se o extremo norte e é precisamente daí que havia de partir a penosa e demorada reconquista cristã começada em 718 por Pelágio e só
p Mascarão de bronze encontrado em S. Sebastião do Freixo (Collippo), que ao tempo da sua publicação estava no Gabinete de Etnografia de Leiria e que devia vir para o Museu da Comunidade Batalhense, reproduzido na obra do Prof. Jorge Alarcão “Portugal Romano”. finda em Portugal com a conquista da última praça do Algarve em 1249, no treinado de D. Afonso III, e em Espanha com a conquista de Granada, em 1492, pelos Reis Católicos. A nossa região só é libertada do poder islâmico a partir da fundação, em 1135, pelo nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, cujo nono centenário do nascimento se deveria ter comemorado no final do primeiro decénio deste século, do Castelo de Leiria. Mas até 1195, data da última investida muçulmana e das derradeiras tentativas da tomada da fortaleza leiriense, ainda reina certa insegurança por cá. Dura a ocupação árabe, na Alta Estremadura, pouco mais de qua-
trocentos anos. E o que se passou durante este tempo nas terras que a compõem na actualidade? É um mistério. As antigas populações, nativas e cristãs, permaneceram durante o domínio sarraceno ou refugiaramse no Norte? Haveria núcleos moçárabes (cristãos sob o domínio árabe que, em grande parte dos casos, embora mantendo-se fiéis á sua Fé, adquiriram hábitos dos invasores)? Diz o Prof. Doutor Saul António Gomes, na magnífica “Introdução à História do Castelo de Leiria” (2004, ed. da Câmara de Leiria), que “o território de Leiria, à data da chegada dos cavaleiros e povoadores de D. Afonso Henriques, era considerado terra despovoada, erma e bravia. Esta versão é afirmada em diplomas autênticos de carácter solene (régios, pontifícios, episcopais, monásticos e particulares), pelos escribas e/ou cronistas do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e pelo próprio testemunho a posteriori de inquirições judiciais que unanimemente referem ter sido o primeiro rei português que fundou Leiria”. Sendo assim, não restavam por cá as velhas populações nem novas populações formadas nos tempo da ocupação muçulmana. Que era feito dos descendentes dos Túrdulos/Romanos? Teriam emigrado para o Norte? Se emigraram, voltavam agora os sucessores a reocupar o território que fôra dos avós. Repovoar com cristãos foi a política dos nossos primeiros reis e, nessa imigração maciça, apoiada por diversas concessões e regalias, além dos “retornados”, outros, inclusivamente estrangeiros, vieram constituir o novo fundo populacional da região.
A Batalha enquadra-se, porém, num segundo quadro de imigração e repovoamento tardios. Iniciada a construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, foi necessário trazer uma autêntica multidão de obreiros desde os cabouqueiros, aos pedreiros, aos canteiros, aos mestres, para nela participarem. E com eles outros profissionais indispensáveis a uma povoação nascente. Muitos viriam da própria região, outros doutros pontos do Reino e ainda outros, os mais especializados, do estrangeiro. E é curioso verificar que também Mouros chegaram com esta imigração trecentista/quatrocentista, razão desta Mouraria que se situava onde hoje estão a Igreja Matriz e o edifício da capela da Santa Casa da Misericórdia. De imensos destes “imigrantes” se povoaram os lugares e aldeias que hoje são da paróquia batalhense, diversos ainda guardando o nome dos seus primeiros moradores.
Obras Consultas: “Encyclopedia Portugueza Illustrada – Diccionario Universal”, dirigido pelo Prof. Doutor Maximiano de Lemos; “Introdução à História do Castelo de Leiria”, Prof. Doutor Saul António Gomes; “História de Portugal”, 1º Vol., Prof. Doutor Joaquim Veríssimo Serrão; “História de Portugal”, Dr. António Matoso; “História Universal”, Prof. Doutor Macedo Mendes; “História Summaria de Portugal”, Dr. Eurico de Seabra; “Portugal Romano”, Prof. Doutor Jorge Alarcão; “Apontamentos para a História da Batalha”, 2º vol.; “Portugal Pré-Histórico – seu Enquadramento no Mediterrâneo”, Doutores Veiga Ferreira e Manuel Leitão. Apontamentos sobre a História da Batalha (91)
José Travaços Santos
Jornal da Batalha
Necrologia / Diversos
Junho 2010
23
Óbitos Florinda de Jesus Soares, 90 anos, viúva de José Maria Vieira, natural da freguesia de Reguengo do Fetal e residente em Torre, Reguengo do Fetal. Faleceu no Lar Nossa Senhora do Fetal, Reguengo do Fetal, no dia 18 de Maio de 2010, e foi sepultada no cemitério de Torre.
Deolinda de Jesus, de 86 anos, viúva de António Fernandes, natural da freguesia de Maceira e residente em Pocariça, Maceira. Faleceu no dia 27 de Maio, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi sepultada no cemitério nº1 da Maceira. Acácio de Oliveira dos Santos, de 49 anos, era natural de Vale do Horto, Azoia e residia em Moinho de Vento, Batalha. Faleceu no dia 27 de Maio, no Hospital de Cantanhede e foi sepultado no cemitério de Azóia.
Maria Júlia Marto de Sousa
Joaquim Reis Baptista Peixe
Joaquim Reis Batista Peixe, de 70 anos, casado com Maria da Conceição Reis Santos, natural da freguesia da Batalha e residente em Quinta do Sobrado, Batalha. Faleceu no dia 26 de Maio de 2010, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi sepultado no Cemitério de Batalha.
N. 27.01.1930 - F. 09.06.2010 80 anos Golpilheira – Batalha
N.01.04.1940 - F. 26.05.2010 Quinta do Sobrado - Batalha
Agradecimento
Agradecimento
Sua esposa, filhos, enteados, netos e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm por este meio agradecer a todos aqueles que se incorporaram no funeral do seu ente querido ou que de alguma forma manifestaram o seu apoio e carinho neste momento difícil.
António Correia Brito, de 47 anos, casado com Luisa Maria dos Santos Frazão Brito, natural de Calvaria de Cima, Porto de Mós e residia em Calvaria de Baixo, Batalha. Faleceu no dia 30 de Maio, no Casal do Relvas, e foi sepultado no cemitério de Calvaria de Cima.
Seus filhos, José, João, António e Carlos Sousa Vieira Jordão, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida agradecer todas as manifestações de carinho nesta altura de profundo sentimento de perda. Agradecem ainda a todos os que acompanharam a sua querida familiar até à última morada, esperando agora que o Senhor lhe dê o Eterno Descanso. Por tudo e a todos, bem-haja. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
António Cordeiro Ascenso, de 85 anos, viúvo de Maria Cristina da Piedade Ribeiro, natural da freguesia de Juncal e residente em Aindainho, Juncal, Porto de Mós. Faleceu no dia 1 de Junho, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi sepultado no cemitério do Juncal. Maria de Lurdes Rino Ferreira, de 75 anos, viúva de José Pereira Marques, natural da freguesia de Batalha e residia em Jardoeira, Batalha. Faleceu no dia 2 de Junho, no Lar de Turquel e foi sepultada no cemitério de Batalha. Luciano Santos Ferreira, de 75 anos, casado com Maria do Carmo Ferreira, natural da freguesia de Batalha e residia em Casal do Alho, Batalha. Faleceu no dia 6 de Junho, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi sepultado no cemitério de Batalha. Álvaro Manuel Neto Carreira, de 43 anos, solteiro, natural das Torrinhas, Reguengo do Fetal e residia em Marrazes, Leiria. Faleceu no dia 9 de Junho, em Salamanca, Espanha e foi sepultado no cemitério de Torre. Maria Júlia Marto de Sousa, de 80 anos, viúva de Afonso Tomás Vieira Jordão, natural da freguesia de Batalha e residia em Casal do Vieira, Batalha. Faleceu no dia 9 de Junho, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi sepultada no cemitério de Batalha. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, Lda., Batalha
Maria Júlia Matias Amado
Álvaro Manuel Neto Carreira
N. 17.09.1929 - F. 23.05.2010 80 anos Batalha
N.18.09.1966 - F. 09.06.2010 43 anos Torrinhas – Reguengo do Fetal
Agradecimento
Agradecimento
Seus filhos, netos e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que os acarinharam neste momento de dor e tristeza, ou de outra forma manifestaram o seu pesar. A família reconhecida agradece todas as demonstrações de solidariedade, pela perda do seu ente querido. A todos, muito obrigado.
Sua companheira, pais, irmãos, sobrinhos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer todas as manifestações de carinho nesta altura de profundo pesar e sentimento de perda. Agradecem ainda a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que descanse em paz. Por tudo e a todos, bem-haja.
Tratou: Agência Funerária Espírito Santo
Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, Lda. – Batalha
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas quinze a folhas dezasseis verso, do Livro Cento e Sessenta e Quatro –B, deste Cartório. José Ferreira Bento, NIF 159 210 267 e mulher Isabel Maria Guerra Duarte, NIF 114 651 809, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia e concelho da Batalha, ela da freguesia e concelho de Leiria, residentes na Rua da Faniqueira, nº 32, Faniqueira, Batalha, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio urbano, composto de casa de habitação de rés do chão e anexos com superfície coberta de cento e oitenta e quatro vírgula cinquenta e cinco metros quadrados e logradouro com a área de novecentos e doze metros quadrados, sito na Rua da Faniqueira, nº 32, Faniqueira, freguesia e concelho da Batalha, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante sob o artigo 8.778, com o valor patrimonial de € 50.210,00. Que adquiriram o solo do referido prédio, no ano de mil novecentos e setenta, por doação verbal de Manuel Bento e mulher Margarida de Jesus Ferreira, pais do marido, residentes que foram no referido lugar de Faniqueira, Batalha, não dispondo os justificantes de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal, possuem o identificado prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando o prédio, nele fazendo benfeitorias, habitando-o, nele depositando e guardando materiais e bens de consumo, tudo na convicção de exercer um direito próprio, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o citado prédio por usucapião. Batalha, dezasseis de Junho de dois mil e dez. A funcionária com delegação de poderes Assinatura Ilegível Jornal da Batalha, ed. 239 de 16 de Junho de 2010
Deolinda Rosa Oliveira
Luciano Santos Ferreira
N. 08.11.1939 - F. 24.05.2010 70 Anos Arneiro - Batalha
N. 24.04.1935 - F. 06.06.2010 75 anos Casal do Alho – Batalha
Agradecimento Seu marido, filhos, netos e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que os acarinharam neste momento de dor e tristeza, ou de outra forma manifestaram o seu pesar. A família reconhecida, agradece todas as demonstrações de solidariedade, pela perda do seu ente querido. A todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Espírito Santo
Agradecimento Sua esposa, Maria do Carmo Ferreira, filhos: Ana Maria, Ana Isabel, Luís Miguel e João Paulo Vieira Ferreira e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer o apoio que sentiram nesta altura de profundo pesar e sentimento de perda. Agradecem ainda a todos os que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que o Senhor lhe dê o Eterno Descanso. Por tudo e a todos, bem-haja. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, Lda. – Batalha
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Funerária Santos & Matias, Lda. Serviços Fúnebres www.funerariasantosematias.pt.vu Telefone
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Estrada de Fátima, nº 10 B - 2440-100 Batalha
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