PORTE PAGO
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Jovens batalhenses em vídeo com David Fonseca
Preço da água vai subir 22 por cento até 2012
Concelho faz 510 anos e ninguém reparou
Três estudantes do concelho participaram em vídeoclip “estrela” no Youtube
Há um passivo de 2,55 milhões de euros que vai ser amortizado pelos utentes
Este mês de Março, vila e concelho assinalam o 510º aniversário
| DIRECTOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XX nº 236 | Março de 2010 |
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Presidente Cavaco Silva vem à vila da Batalha dia 10 de Abril W pág. 15
Eles vêm aí São robots, muitos robots. Vão conduzir, jogar futebol e muitas outras coisas que não são habitualmente associadas ao mundo das máquinas. E esta invasão de máquinas mais ou menos inteligentes tem data marcada. Será de 24 a 28 de Março.
QUIOSQUE DA BATALHA De José Manuel Matos Guerra
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Wpág. 19 Colectividade “salta” dos jogos tradicionais para a aposta no futsal Começou com a dinamização de jogos tradicionais. Há vários anos que o desporto na colectividade passa pela aposta no futsal. O Centro Cultural e Recreativo da Quinta do Sobrado e Palmeiros conta com 34 anos de actividades.
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Comerciantes na expectativa com novo centro comercial O investimento de milhões que promete 120 novas lojas não é uma sentença de morte para o comércio da Batalha, acredita o representante do concelho na ACILIS. Novo centro comercial abre dia 25 de Março.
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Opinião Espaço Público
Março 2010
Baú da Memória
Jornal da Batalha
_ editorial
A Batalha nos Anos 30
A importância da memória
Esta invulgar fotografia, que me foi amavelmente cedida pelo Sr. Carlos Silva, proprietário da mais antiga tipografia leiriense ainda em actividade, fundada por seu avô em 1902 e onde, em 1909, foi composto e impresso o primeiro jornal batalhense “A Batalha Nova”, deve ter sido tirada à volta de 1935 pelo piloto aviador e escritor coronel Pinto Correia. A reprodução é de António Luís Sequeira. No morro à esquerda vêse um dos pavilhões que foram erguidos para o hospital da Misericórdia e mais tarde demolidos tendo os seus materiais sido utilizados na construção dos estábulos da Praça 14 de Agosto de 1385, então designada por Praça Nova, o artístico chafariz que no final da década de 30 haveria de ser ampliado e colocado de frente para o Mosteiro, e o casario no extremo leste da avenida de D. Nuno Álvares Perei-
A memória, nos dias que correm, é um bem precioso. As notícias, as informações, tragédias, feitos e mesmo os faitdivers, sucedem-se a um ritmo alucinante. É, pois, fácil, deixarmo-nos absorver pela voragem dos tempos que nos concentra no presente e nos deixar esquecer o passado. É neste contexto que se percebe que vila e concelho da Batalha tenham, aparentemente, passado ao lado de uma efeméride que, não sendo fulcral, faz sentido lembrar. Este mês, a vila e o concelho cumpriram mais um aniversário, o 510º. Não há registo de nenhum evento que, por mais simples que possa ser, tenha marcado a data nos nossos calendários muito atarefados. O Jornal da Batalha relembra a data. Simplesmente porque esta é uma daquelas datas que importa não deixar pura e simplesmente relegadas para os mais ou menos empoeirados livros de História. Uma outra efeméride, a Batalha de La Lys, permite ao concelho receber a mais alta entidade portuguesa. Cavaco Silva, Presidente da República, vai presidir às comemorações que, dia 10, têm lugar na vila. Uma prova de que a História não pode ser esquecida.
ra e dos antigos largo de D. João I e rua Comendador Sales. Como moldura do Monumento, as grilhagens a oeste, sul e nordeste, esta depois de colocada, onde ainda está em estado lastimável, ao fundo do terreiro e largo do Infante D. Henrique. O ribeiro da Calvaria, antes de encanado, à direita, ao fundo à direita a praça de Mouzinho de Albuquerque, à esquerda a estrada para a Rebolaria e Golpilheira e terrenos da Cerca. A maior parte do casario desapareceu com o plano de urbanização. Há imensa informação sobre esta imagem, que deixarei para outra oportunidade a fim de lhe reservar o maior espaço possível no jornal. Creio que será de considerar a possibilidade de dotar a nossa Vila com uma réplica do antigo chafariz, que era uma obra de arte dos notáveis cantei-
ros batalhenses, e peço, de novo, às entidades competentes que num arranjo, que é não só indispensável como urgentíssimo, do terreiro e largo do Infante D. Henrique, se poupe e se valorize a grilhagem, a manter no mesmo local como
vedação que permite um certo recato e privacidade àquele espaço histórico e sagrado onde se ergueram o claustro de D. João III, terceiro claustro do Mosteiro, incendiado por altura das invasões napoleónicas há 200 anos, e a Igreja de Santa
Maria-a-Velha, campo santo onde ainda estão ossadas de antigos habitantes da Batalha, entre elas as dos mestres de maior nomeada dos séculos XV e XVI. José Travaços Santos
G gente da nossa terra
“Três casamentos na JAC da Batalha” Trata-se de uma notícia, que foi extraída do semanário “A Voz do Domingo”, de 9 de Março de 1941, que nos foi cedido por Cecília Calé Gaspar. Estes três casamentos dizem respeito aos seguintes noivos: Alfredo Vieira Monteiro, da Torre, Reguengo do Fetal, que teve como padrinhos José Pereira Grosso, António Alexandre Nunes Figueiredo, Ermelinda Rosa e Maria da Silva (o nome da noiva não se encontra na notícia).
Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Director Carlos dos Santos Almeida (C.P.nº 2830) Coordenador Armindo Vieira (C.P. nº 6771)
José da Piedade Monteiro e Ermelinda Monteiro Gomes, da Golpilheira, que tiveram a apadrinhar o acto, Manuel Monteiro, António Jordão, Silvina Gomes e Emília Menezes Pereira; Francisco da Silva Calé e Júlia de Jesus Pragosa, das Brancas. Os padrinhos foram, Padre Manuel Gonçalves, Francisco da Silva, Maria da Piedade e Maria da Conceição Franco. No mesmo semanário referia-se que o “Governo acaba de constituir uma grande Comis-
Redactores e Colaboradores Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Henriqueta Ligeiro
são Nacional para tratar das vítimas do ciclone”, que ocorrera no dia 15 de Fevereiro daquele ano. (imagem retirada do livro “Imagens do Século XX do Concelho da Marinha Grande”, de Patrícia Alexandra Balbino Grilo, C M Marinha Grande, Outubro de 2001e refere-se às consequências do ciclone no Pinhal de Leiria)
Redacção e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:
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Jornal da Batalha
Março 2010
Actualidade Batalha
Convívio de batalhenses em França
Actualidade
Cavaco Silva, dia 10, na Batalha m O Presidente da República vai estar no concelho para presidir às cerimónias que assinalam mais um aniversário de uma trágica batalha militar para as cores lusas
O Presidente da República, Cavaco Silva, preside à comemoração do Dia do Combatente, que tem lugar na Batalha, no próximo dia 10 de Abril. Este é um evento cuja organização está a cargo da Liga dos Combatentes. Nesta comemoração, assinala-se a passagem do 92º Aniversário da Batalha de
La Lys e a 74ª Romagem ao Túmulo do Soldado Desconhecido, patente no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha. Do programa, consta a celebração de uma missa de sufrágio pelos combatentes falecidos, na igreja do Mosteiro, pelas 11h40, após o que tem lugar a recepção ao Presidente da República, que preside à cerimónia, seguindo-se a prestação de Honras Militares. Haverá de seguida alocuções e uma condecoração. Após o desfile das forças em parada, segue-se na Sala do Capítulo, a deposição de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido e honras militares. Recorde-se que a Batalha de La Lys realizou-se a 9 de Abril de 1918, na região da Flandres (Bélgica), mar-
p Cavaco Silva preside à comemoração do Dia do Combatente cando para a posteridade a participação de Portugal na I Guerra Mundial. Na altura, o exército ale-
mão provocou uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, naquela que é a maior catástrofe militar
portuguesa depois da batalha de Alcácer-Quibir, em 1578.
GNR apanha falsos funcionários da ASAE São três homens, entre os 22 e os 29 anos de idade e tudo indica que se faziam passar por funcionários da ASAE. Mas as autoridades já desmontaram este esquema fraudulento. Pedro Lima foi o nome falso usado por um homem para se fazer passar por funcionário da ASAE - Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica num restaurante de Porto de Mós e assim dar o “golpe”. A proprietária acabou por acreditar que teria de pagar uma coima para evitar que o seu restaurante fosse encerrado. E pagou. O jovem não era da ASAE. O caso acabou por motivar uma queixa, a 26 de Fevereiro, na GNR. A GNR adianta
que este arguido “fez crer [à queixosa] que lhe tinha enviado em data anterior uma contra ordenação para liquidação de uma coima no valor de 199,80 euros” e que, caso não efectuasse o depósito imediato do valor numa conta indicada, “teria de proceder ao encerramento do estabelecimento”. “Pressionada deste modo, a vítima viria a efectuar o depósito através de código de entidade e referência fornecidos pelo agente do crime, tendo posteriormente verificado que havia sido burlada”, acrescenta o comunicado. As autoridades investigaram e dia 11 de Março, identificaram três jovens do concelho da Batalha, que se
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faziam passar por funcionários da ASAE. A identificação dos três alegados pela GNR foi consequência de duas buscas domiciliárias. Na altura, foram identificados e constituídos arguidos os três homens de 22,27 e 29 anos, suspeitos do envolvimento em “diversos crimes de burla onde se faziam passar por funcionários da ASAE”. Aos arguidos, sem antecedentes criminais, foi apreendido equipamento informático, vários documentos relacionados com movimentos bancários, diversos livros de registo e quatro telemóveis. “Estes indivíduos são os principais suspeitos deste e outros crimes análogos
p Suspeitos “imitavam” agentes da ASAE realizados ao longo de todo o país e participados a esta Guarda”, refere o mesmo comunicado. A GNR admite ainda que
“outras ocorrências idênticas possam ter acontecido sem que as vítimas participassem às forças de segurança”.
Vai realizar-se mais uma vez, no próximo dia 17 de Abril, o jantar convívio dos batalhenses emigrados em França, dum modo especial na região de Paris. Trata-se do 19º. Encontro dos Naturais do concelho da Batalha, que será presidido por António Lucas, presidente da Câmara Municipal da Batalha. O convívio deste ano terá lugar, em Saint-Maurdes-Fossés, no restaurante português “O Buçaco”, que como sempre, “tem um significado muito especial”. Neste encontro, tal como em anos anteriores, os batalhenses de França terão oportunidade de contactar com alguns eleitos autárquicos do nosso concelho, num diálogo que será por certo muito positivo. Da comitiva municipal farão parte, para além do presidente da edilidade batalhense, o vereador Horácio Moita Francisco, o presidente da Assembleia Municipal, José Vieira dos Reis e Fernando Lucas, presidente da Junta de Freguesia de Reguengo do Fetal. De acordo com uma nota que chegou à redacção do Jornal da Batalha, foram convidados também para participar na confraternização, o Embaixador de Portugal em França, Seixas da Costa, o Cônsul Geral de Portugal em Paris e o Maire de Joinville-le-Pont, Olivier Dosne. No final do jantar, de cuja ementa fazem parte a carne de porco à alentejana e lombo de porco com feijão verde e arroz, acompanhados do vinho português, haverá animação musical e baile. Os interessados em participar neste “convívio batalhense”, deverão inscrever-se, porque as inscrições são limitadas, contactando os organizadores, através dos telefones indicados: Joaquim Rosa Rodrigues, 01 48 89 87 88; José Pragosa, 01 48 55 13 04; António da Piedade, 06 11 71 39 67; e José Batista de Matos, 01 48 77 15 88.
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Batalha Actualidade
Março 2010
Visitar o novo museu vai custar 2,5 euros
Crianças com hidroterapia gratuita
p Novo museu deverá abrir ao público em Agosto
m Novo museu deve abrir em Agosto. Mas os preços já estão definidos.
O bilhete geral custará 2,5 euros. Alunos e crianças até 12 anos pagam 1,80 euros, o mesmo que os detentores do cartão Idoso/Sénior. O projecto de taxas do município, actualmente em discussão pública, já tem definidos os preços de visita ao Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. Agosto é o mês apontado pela autarquia para a abertura ao público do novo museu. Este projecto, que no final deve rondar os 900 mil
euros de investimento, tem vindo a arrastar-se no tempo. António Lucas reconhece-o: “temos essa percepção mas este não será um museu tradicional”. E porquê? A autarquia defende que aquele espaço vai funcionar como “montra do concelho”. O objectivo é aguçar o apetite do visitante, levando-o a outros pontos do concelho: a Pia do Urso, as grutas da Moeda por exemplo, ou a experimentar os circuitos pedonais entretanto dinamizados. E como se consegue isso? Para além da apresentação do espólio mais tradicional, com a aposta na tecnologia e na multimédia. E aqui radicam as razões dos atrasos, explica. Para além de inicialmente se
ter concluído que o imóvel onde está a ser instalado o museu teria ser bem mais do que simplesmente adaptado, pois sofria de problemas estruturais, foi necessário levar a cabo quase uma dezena de concursos públicos para outras tantas áreas de investimento no novo museu: construção, iluminação, maquetas interactivas, produção de filmes, são apenas alguns exemplos. António Lucas junta a este complexo puzzle a necessidade de reunir o espólio do concelho, disperso por particulares e instituições, para ilustrar a demora acrescida em todo o processo. Ainda assim, acredita agora que no verão o museu estará concluído.
s registo O museu ainda não abriu porque continua em fase de instalação. Mas a estátua de um senador romano, descoberta na década de 60 do século passado na antiga cidade romana de Collipo, freguesia da Golpilheira, teve de lá ser colocada mesmo antes do museu existir. A razão é simples: as quase três toneladas desta que é uma das “jóias da coroa” do espólio concelhio, obrigou à sua colocação no imóvel, com uma grua, pelo telhado, logo no início das obras. E lá está, no rés-do-chão do edifício. “Está no local mais nobre do edifício, tendo sido devidamente preservada e envolta em material de protecção e numa estrutura de madeira”, explica o presidente da Câmara da Batalha, António Lucas.
Concelho cumpre, discretamente, 510 anos São 510 anos. A 17 de Março de 1500 foi constituído o concelho da Batalha e dotado de jurisdição própria. No dia seguinte, a 18 de Março, a Batalha foi elevada a vila por carta de D. Manuel I. A Batalha, vila e concelho, estão pois de parabéns pela passagem de mais um
aniversário da sua criação formal. A efeméride passou despercebida, bem longe das comemorações de há precisamente uma década. Em 2000, a Batalha assinalou com pompa e circunstância o meio milénio de existência. Na altura, a comissão
Jornal da Batalha
executiva para as comemorações dos 500 anos do concelho e da elevação da Batalha a vila, organizou festejos que arrancaram a 11 de Março e terminaram oito dias depois. Exposições, concertos, workshops e animação diversa, para além de actos oficiais e atribuição de
galardões, fizeram parte do programa das festas. Este ano não houve registo de qualquer iniciativa para marcar formalmente mais uma década que se acrescenta ao meio milénio de existência. A data terá pois passado discretamente. Como noutros anos, os fes-
tejos continuam remetidos para a data da Batalha de Aljubarrota, o confronto entre tropas lusas e castelhanas, ocorrido a 14 de Agosto de 1385 e que está na génese do concelho que teve de esperar 115 anos para ser formalmente uma realidade pela mão do rei D. Manuel I.
Uma dezena de crianças do concelho da Batalha, conta, desde Fevereiro, com aulas gratuitas de hidroterapia. De acordo com o município local, que disponibiliza este serviço nas piscinas municipais, as aulas são direccionadas para crianças com necessidades educativas especiais oriundas das quatro freguesias do concelho. Um docente especializado “avaliou, inicialmente, o grau de dependência e apoio necessário, tendo formado três grupos de alunos”, refere a autarquia em comunicado.
Grutas da Moeda de fora da corrida das maravilhas As Grutas de Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós, e o arquipélago das Berlengas, concelho de Peniche, são as únicas maravilhas naturais do distrito de Leiria que permanecem em competição depois de conhecidas, dia 7, as 21 maravilhas finalistas para o concurso das Sete Maravilhas Naturais de Portugal. As Grutas da Moeda, na Batalha, única maravilha do concelho que permanecia em competição, foi afastada na selecção das 21 finalistas pelo painel de especialistas. A votação pública nas maravilhas naturais já arrancou na internet , por telechamada e sms. As maravilhas vencedoras serão conhecidas a 11 de Setembro.
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Jornal da Batalha
Março 2010
Actualidade Batalha
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Água sobe de preço para afogar passivo de 2,55 milhões m A empresa que explora o serviço de águas no concelho tem um prejuízo avultado. Cabe agora aos utentes ajudar a acabar com este deficit Há um passivo de 2,55 milhões que só agora vai começar a ser amortizado. Como? Através do aumento do preço da água. Nos próximos dois anos vão registar-se aumentos anuais a rondar os 11 por cento. A revelação foi feita pelo presidente da Câmara, António Lucas, na reunião da assembleia municipal que decorreu em Fevereiro, numa altura em que se debatia o projecto de taxas e receitas municipais para este ano. O grosso das taxas não vai sofrer aumentos, garantiu o presidente do município mas no caso das águas, a actualização do tarifário surge como incontornável.
Este aumento fica a deverse à necessidade de repor o equilíbrio financeiro da empresa responsável pela distribuição de água, um serviço que na Batalha é concessionado. Há uma dúzia de anos que, no concelho, cabe à empresa Águas do Lena o fornecimento de água aos munícipes. Uma actividade que, de acordo com o autarca, sempre foi deficitária e que nesta altura se reflecte num prejuízo acumulado de 2,55 milhões de euros. “A água da Batalha é das mais baratas do país”, justificou o autarca lembrando que se por um lado a concessão apenas previa aumentos das tarifas alinhadas pela taxa da inflação, por outro, obrigava à reposição do equilíbrio nas finanças da empresa. Sem os aumentos, corria-se o risco da empresa recorrer a tribunal para exigir que a autarquia cumprisse essa obrigação, explicou ainda. Os aumentos agora pre-
vistos resultam de um processo negocial com a empresa. O ajustamento do tarifário será ainda acompanhado com uma melhoria no serviço prestado, através de investimentos na ordem dos 380 mil euros. A criação de um “call-center” é uma das medidas previstas. NOVAS TAXAS EM DISCUSSÃO. O crescimento do preço da água é a face mais visível do projecto de taxas e receitas municipais para este ano e que actualmente se encontra em discussão pública. Os oito municípios da Área Metropolitana de Leiria – que como os restantes do país se vêem obrigados a mudar as taxas – ainda tentaram um esforço conjunto para elaborar um novo projecto de taxas. O concurso público foi lançado. A realização do estudo para a criação da nova tabela entregue e realizado. E pago: 125 mil euros. Mas o documento apontava para aumentos
generalizados que nalguns casos rondavam os mil por cento. A razão é simples: a legislação aponta para a necessidade de cobrar o real valor do serviço prestado. Isto é, a taxa deve reflectir todos os custos que lhe estão inerentes: despesa, os custos com os recursos humanos envolvidos, investimentos futuros e bem como a amortização dos equipamentos. Não pode ser cobrada uma taxa com um valor abaixo do seu custo efectivo. E era isso mesmo que apontava o documento que ficou na gaveta. Num cenário de crise e para contornar uma geral subida das taxas, as oito câmaras decidiram avançar internamente com o novo regulamento. O facto da lei contemplar a possibilidade de aplicar uma taxa de valor inferior ao custo real, sob a capa de incentivo, está a permitir a apresentação de uma substancial parte das taxas, ainda assim, abaixo do preço de custo.
Escola nega irregularidades nos incidentes do Carnaval O Conselho Geral do Agrupamento de Escolas da Batalha (CGAEB) considera que os acontecimentos de dia 12 de Fevereiro na escola sede do agrupamento “não revelam quaisquer procedimentos contrários às normas de gestão escolar”, previstos no regulamento interno. Esta tomada de posição está expressa num comunicado difundido pelo agrupamento no início do mês e enviado aos en-
carregados de educação, na sequência da polémica saída da proibição de uso de disfarces de carnaval na escola. O assunto foi analisado pelo CGAEB dia 26 de Fevereiro e o comunicado refere ainda que “a circunstância de se tratar de uma festividade, tradicionalmente próxima às crianças, deveria suscitar um maior envolvimento da Escola ao nível de realização de actividades específicas”. No mesmo documento é
igualmente sublinhado que “a ausência de informação detalhada junto dos encarregados de educação” sobre a proibição “motivou alguma incompreensão no seio da comunidade escolar”. É ainda recomendada “ao órgão de gestão do agrupamento e aos docentes em geral uma melhor articulação na forma de comunicação com os demais membros da comunidade educativa”. Recorde-se que de acordo
com o semanário Região de Leiria, um encarregado de educação do Agrupamento de Escolas da Batalha chegou mesmo a enviar para a Inspecção-geral da Educação uma carta a pedir a intervenção do organismo para averiguar os acontecimentos ocorridos na sexta-feira de Carnaval. Por outro lado, alguns pais ponderaram mesmo apresentar queixa do director às autoridades.
Corrida Solidária regressa dia 25 Mais uma vez, o Clube da Saúde da Escola Secundária da Batalha leva a efeito, no próximo dia 25 de Março, a partir das 12,15 horas, uma Corrida Solidária. A iniciativa, que já se realiza há 4 anos consecutivos, tem início junto dos portões da escola e percorre algumas artérias da Vila da Batalha. Esta corrida, em que são convidados a participar todos jovens, propõese ajudar as crianças portuguesas e timorenses, contando com uma parceria com os Médicos do Mundo e com o apoio da Câmara Municipal da Batalha, Bombeiros Voluntários, GNR e Órgãos directivos da Escola.
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Batalha Actualidade
Março 2010
Batalha insiste na video-vigilância m O município voltou a manifestar interesse na videovigilância na vila para precaver acções criminosas. O recado foi deixado junto do Governo.
O município da Batalha reiterou o interesse do concelho em contar com sistemas de videovigilância numa reunião com a secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo. No encontro, que decorreu em Leiria, António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, juntou-se aos argumentos de Caldas da Rainha, Leiria e Óbidos no pedido de implementação de um sistema de videovigilância. “Argumentando razões diferentes, as quatro autarquias manifestaram interesse neste processo”, afirmou Dalila Araújo no final de uma reunião, em Leiria, com representantes dos 16 municípios do distrito e da PSP, GNR e Serviço de
Estrangeiros e Fronteiras. Ao Jornal da Batalha, António Lucas explicou que a autarquia está esperançada em conseguir esta nova forma de segurança, recorrendo à tecnologia de vídeo, através da de contractos locais de segurança. “A videovigilância é instrumento fundamental para sensação de segurança e para os meliantes perceberam que aquele não é o sítio adequado para cometer crimes”, refere. O autarca assegura que o sistema oferece todas as garantias: “será gerido por gente competente , com mecanismos de segurança e sem beliscar a vida privada das pessoas. Quem perceber que está a ser vigiado – e haverá publicidade disso mesmo – terá actuações diversas e é bom que a comissão de protecção de dados perceba que este é um mecanismo preventivo”, conclui. Na Batalha, acrescenta, “seria muito fácil instalar a videovigilância”, pois a GNR já tem uma sala equipada e recursos para o efeito. “Um dos nossos eixos de acção é a segurança de proximidade e o estabelecer com as autarquias contratos
Y Opinião
José Batista de Matos dirigente associativo em França
Identidade Nacional Francesa e o fiasco governamental
locais de segurança (CLS), reflectindo sobre os novos instrumentos de prevenção da criminalidade”, declarou por sua vez a secretária de Estado, citada pela agência
Lusa, referindo que a reunião permitiu aferir “o sentimento dos autarcas relativamente à segurança e à estratégia de segurança”.
Plano de Leitura na Batalha Com o objectivo de incentivar o gosto pela leitura aos residentes do concelho, o Município da Batalha aderiu ao Plano Nacional de Leitura. Esta adesão visa a aquisição, por parte da autarquia batalhense, de várias obras literárias, referen-
ciadas pelo Ministério da Educação que depois serão “distribuídas pelos diversos estabelecimentos de ensino do concelho, cabendo aos docentes coordenar e desenvolver diversos trabalhos académicos que relacionam as diferentes matérias e as obras adquiridas”,
Jornal da Batalha
como refere uma nota distribuída à imprensa. O Plano Nacional de Leitura, da responsabilidade do Ministério da Educação, em articulação com o Ministério da Cultura e o Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares, destina-se “a criar condições
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para aumentar os níveis de leitura, essencialmente junto do público infanto-juvenil”, explica o documento, adiantando que tem como objectivo “elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o país a par dos nossos parceiros europeus”.
A comunidade Portuguesa de França pouco ou nada se interessou por este importante debate. Este, organizado pelo Governo Francês, sob a batuta do Presidente da República, Nicolas Sarkozi, teve a finalidade de retomar aquilo que fez, quando era Ministro do Interior no governo do Presidente Jacques Chirac, em embrulhar, mutilar e enganar os cidadãos franceses, a fim de serem mais vigilantes em relação aos sempre célebres e continuamente postos em causa: os emigrantes! Têm sido sempre eles, ao longo da história, os principais culpados de todas as doenças e males. A costumada falta de respeito para aqueles que, ao longo da história, também fizeram este grande país. A comunidade portuguesa que, desde 1846, tem feito o seu melhor, como é normal, para dignificar este grande país, aliás como o têm feito milhões e milhões de estrangeiros, não somente na sua capacidade de fazerem progredir este “seu” novo país, como ainda, e com mais bravura e sacrifícios, combaterem como soldados, ao lado dos seus novos camaradas de armas e amigos de França. Naquelas alturas, 1914-1939, a questão da origem nunca era posta em causa, uma vez que o principal, era vencer o inimigo que queria invadir ou apoderar-se desta França, a nossa França de hoje, o país da liberdade. Cheira sempre a esturro, quando se preconiza e faz uma lei para dividir as pessoa, as culturas, as histórias dos homens, que vivem em qualquer parte do mundo e, neste caso particular, nesta França de 63 milhões de almas que é dirigida por Nicolas Sarkozi e seus apaniguados, uma boa parte xenófobos. Esta discussão pública sobre a identidade nacional é um aborto! Foi um processo mau de mais, para um país como a França, quando esta é a Pátria da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1789. Mesmo os que sempre foram contra os emigrantes, sentiram que o “cordel era forte demais” e não passava no buraco. O que ficou, isso sim, foi o amontoar de ódio entre as pessoas, sobretudo as mais iletradas e incultas.
Jornal da Batalha
Março 2010
Batalha Actualidade
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Moinho de Vento comemora 25 anos
Bibliotecas escolares em rede
O Centro Infantil Moinho de Vento, um dos pólos de actividade da Associação de Propaganda e Defesa da Região da Batalha, encontra-se a comemorar 25 anos de actividade, cuja efeméride teve lugar no passado dia 1. Na ocasião, os responsáveis juntaram antigos alunos, fundadores e colaboradores, para recordar algumas histórias, visitar as instalações e cantarem os parabéns pelo aniversário. Pedro Oliveira, presidente da Direcção, na altura referiu que a instituição “vive porque tem apoios da Segurança Social”, caso contrário “não seria viável, com o tipo de mensalidades praticadas”, no entanto, acrescenta que “estas dificuldades têm que ser vencidas com muita imaginação e muito esforço das pessoas que aqui tra-
Vai constituir-se a Rede de Bibliotecas Escolares, que envolve as Bibliotecas do Agrupamento de Escolas da Batalha, da Escola Secundária e do Município da Batalha. A cerimónia de assinatura do Protocolo de Colaboração do Grupo de Trabalho Concelhio, tem lugar no Agrupamento de Escolas da Batalha, no próximo dia 26, segundo uma nota enviada à nossa redacção. De acordo com o documento, os objectivos da criação desta rede são: Criar e dar continuidade à organização e gestão de projectos de intervenção e cooperação nas áreas das bibliotecas/centros de recursos escolares; Desenvolver nas Escolas, em colaboração com a Biblioteca Municipal e as entidades formadoras, actividades de formação/ informação e autoformação nos domínios da biblioteconomia, animação, dinamização e promoção da leitura; Sensibilizar a comunidade para a importância das bibliotecas no processo de educação e formação dos cidadãos; Promover e estreitar a ligação entre os responsáveis da comunidade educativa local, a Câmara Municipal, a Biblioteca Municipal e/ou outros parceiros tidos por convenientes na prossecução dos objectivos do Grupo de Trabalho Concelhio; e Fomentar a ligação interescolas dos vários graus de ensino e potencializar recursos através de uma partilha e cooperação efectivas.
balham”. O responsável informou ainda que, “integradas nesta comemoração estão previstas diversas actividades a desenvolver ao longo do
ano”, nomeadamente, colóquios, visitas a estabelecimentos comerciais, assim como as festas de Natal e fim de ano. O Centro Infantil Moi-
nho de Vento, é frequentado por cerca de centena e meia de crianças, dos cinco meses aos 10 anos de idade, nas valências de creche, pré-primária e espaço de
ocupação de tempos livres, com o apoio de 29 funcionárias e uma voluntária, que é professora do ensino básico aposentada.
Solidariedade com a Madeira A tragédia e o infortúnio que assolou a Madeira, não passaram despercebidos aos jovens que frequentam o 3º ano do Centro de Catequese da Vila da Batalha. Ao tomarem conhecimento do caso, criaram um “movimento de solidariedade para com os habitantes da Madeira, com vista a tentarem minimizar a dor e o pesar que atingiu tantas famílias daquela ilha”, como explicou ao Jornal da Batalha, a catequista Flávia Monteiro. No âmbito do tema “Aju-
dar o próximo”, as crianças da Batalha “angariaram alimentos, roupas e brinquedos e foram enviados para aquele arquipélago através da campanha dos CTT, que fez o envio gratuito”, refere a catequista, que acrescenta que já na ilha, “os donativos foram distribuídos pela Protecção Civil e Cruz Vermelha”. Segundo Flávia Monteiro, esta campanha “foi um sucesso, pois envolveram-se, para além das crianças, também os pais e encarregados de educação”.
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Batalha Actualidade
Jornal da Batalha
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Comércio tradicional da Batalha apostado em resistir ao LeiriaShopping m O investimento de milhões que promete 120 novas lojas não é uma sentença de morte para o comércio da Batalha, acredita o representante do concelho na ACILIS O novo centro comercial da Sonae Sierra, o Leiria Shopping, que abre as portas ao público dia 25, vai ter um impacto negativo no comércio tradicional da Batalha. Contudo, o comércio da Batalha tem argumentos para contrariar este novo “gigante”. A convicção é do empresário Eduardo Jordão, representante do concelho
da Batalha na ACILIS - Associação Comercial e Industrial de Leiria, Batalha e Porto de Mós, que aponta a proximidade do comércio tradicional como um dos trunfos que, acredita, vão continuar a marcar a diferença. “É certo que a abertura do novo centro comercial terá impacto nos primeiros dois ou três meses”, refere este empresário que ainda assim está esperançado numa estabilização do mercado depois de ultrapassado este primeiro impacto. Admitindo que a abertura do novo centro comercial num ano de crise acarreta dificuldades acrescidas, Eduardo Jordão prefere sublinhar as características únicas do comércio
tradicional que as grandes superfícies não conseguem replicar: “A proximidade e o atendimento personalizado que caracterizam o comércio tradicional são vantagens únicas”, refere. Há apoios para a modernização do comércio e eles
s 120 lojas concorrentes O LeiriaShopping, que resulta da ampliação do centro comercial Continente, às portas de Leiria e a cerca de 12 quilómetros da Batalha, envolve um investimento de 97 milhões de euros, com uma área bruta locável de 44.395 m2 e conta com cerca de 120 lojas.
têm vindo a ser aproveitados também na Batalha. “O comércio tradicional não pode morrer e não vai morrer”, salienta. Sinal da vitalidade do sector no concelho é a próxima abertura de novas lojas na Batalha, reforça. Recorde-se que em Janeiro, Paulo Sousa, presidente da ACILIS, no jantar convívio de encerramento das comemorações do Dia do Comerciante, que decorreu na Quinta do Fidalgo – Tromba Rija, na Batalha, afirmou que a abertura do LeiriaShopping representa uma “ameaça”, mas devem ser aproveitadas pelos comerciantes “oportunidades como a vinda do Papa a Fátima e o Mundial de Futebol”.
Inês Serra Lopes debate a comunicação social A jornalista e comentadora política Inês Serra Lopes, vem ao Auditório da Batalha, no dia 31 de Março, às 21h30, participar num debate que visa debater o estado da Comunicação Social em Portugal. A convidada desempenha actualmente funções jornalísticas como Grande Repórter no Jornal “I”, tendo
um vasto currículo na área da Comunicação Social. Conta no seu vasto currículo colaborações com vários títulos escritos, destacando-se O Independente e o Semanário Económico. Publicou a obra “Camarate: A Verdade não prescreve”, editada pela D. Quixote. Este debate insere-se no âmbito da realização da ex-
posição “100 Anos de Imprensa no Concelho da Batalha”. A entrada é gratuita e a iniciativa resulta de uma parceria entre o Município e a Associação de Propaganda e Defesa da Região da Batalha, contando com os apoios do Jornal da Batalha e Jornal da Golpilheira.
Jardim Infantil Mouzinho de Albuquerque Quinta do Fidalgo - 2440 – Batalha
Agradecimento de Donativo O Jardim Infantil Mouzinho de Albuquerque quer agradecer um Donativo no valor de 450 euros, que nos foi entregue pela Direcção da A. P. D. (Associação Portuguesa de Dulmen) Port. Gemeinschaft, uma comunidade de Portugueses residentes na Alemanha. Em nome da Instituição, pretendemos desta forma, deixar a nossa gratidão ao Sr. Karl-Heinz Vollbracht e sua esposa a Srª. Teresa Vollbrach, representantes desta comunidade, por se terem lembrado de nós e se terem apercebido das nossas necessidades, após uma breve visita às nossas instalações. A Direcção Maria Hercília Sales de Oliveira Zúquete
Jornal da Batalha
Março 2010
Educação Batalha
Três jovens batalhenses contracenam com David Fonseca m Um “vídeo lipdub”, estrela de visualizações no Youtube, contou com a participação de três jovens batalhenses. Um vídeo “lipdub” caracteriza-se sobretudo pela sincronização da música com o playback feito pelos participantes e, por vezes, com a sua realização sem cortes.
O ISCTE-IUL foi a primeira universidade portuguesa a gravar um vídeo lipdub. Sem qualquer corte, o filme leva-nos ao interior da instituição enquanto dezenas de pessoas lhe dão vida com as mais diversas participações. A música que está na base do vídeo – semelhante a um videoclip – é “The 80’s” de David Fonseca. O músico leiriense também participa nesta produção. Marta Pragosa, aluna do primeiro ano de Gestão, Adriana Afonso, do segundo ano de Arquitectura e Elodie Zeferino, do segundo ano de Gestão, do ISCTE, são as batalhenses que participam neste vídeoclip. Marta falou desta
experiência ao Jornal da Batalha. “Foi um dia em grande”, conta. O vídeo foi produzido num sábado. “Começamos a “trabalhar” desde a manhã. Na sexta-feira anterior tínhamos tido um pequeno ensaio, nada que se compare ao atarefado dia 13 de Março”, lembra. “A manhã foi de ensaios, pequenos detalhes acordados e a triste notícia de que apesar de os 400 alunos inscritos, apenas 250 tivessem aparecido. No entanto isso não veio interferir no
resultado final. Foi depois do almoço que os ensaios ficaram mais sérios, “limámos as últimas arestas” e depois começámos a parte mais séria”, conta. Recorda ainda a experiência de filmar com David Fonseca: “avisaram-nos que a Sic ia estar a filmar atrás da nossa “camerawoman” e o David Fonseca vinha atrás, com uma expressão na cara completamente maravilhado. Pouco depois de ele ter visto esse ensaio começámos realmente a sério, para que se
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tudo corresse bem seria aquele take”. Foi ao segundo ou ao terceiro take que o vídeo foi terminado. “Nós ficamos maravilhados porque já eram perto das 16h30 e tínhamos chegado à universidade perto das 9h30 da manhã”. Uma vez terminado o vídeo “foi uma festa imensa”. “Houve uma pequena festa depois até à hora que nos mostraram o vídeo já com a música montada. E o resultado, de todo o auditório que estava a ver,
foi de uma enorme satisfação, aplausos de pé e no final reparamos que foi um grande dia, muito para além do vídeo, foi um dia onde conhecemos novas pessoas, criou-se um espírito ainda maior nos participantes e todos saímos daquela sala com um orgulho imenso da instituição onde estudamos”. “Foi mesmo especial e inesquecível”, remata Marta Pragosa. Carlos S. Almeida
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Batida às raposas em S. Mamede Numa iniciativa da Zona de Caça Municipal de São Mamede (ZCMSM) e de colaboração com o Clube de Tiro, Caça e Pesca de São Mamede (CTCPSM), teve lugar no passado dia 28 de Fevereiro uma batida às raposas. Contando com a participação de cerca de seis dezenas de pessoas, a batida desenvolveu-se nas zonas de Vale de Barreiras, Lapa Furada, Charneca e Lagoa Ruiva, onde se calcula que haja raposas. No entanto, o resultado cifrou-se no abate de apenas um daqueles mamíferos. Apesar do mau tempo que se fazia sentir na região, “a participação foi boa”, como explicou ao Jornal da Batalha, Luís Santos, da organização, adiantando que, para além da batida, “resultou num convívio interessante, que começou logo pela manhã” e continuou ao almoço e depois na sede do CTCPSM, onde “tivemos karaoke, jogos de cartas e filhós”. A organização sabe da existência de bastantes raposas na região, que se encontram “escondidas nos matos”, pois várias são as capoeiras “assaltadas por elas”. Na última batida, louve-se a acção dos batedores. A ZCMSM é gerida pela Junta de Freguesia e conta com a colaboração do CTCPSM. Armindo Vieira
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Jornal da Batalha
Ensino
Colégio vai do mercado à neve m São múltiplas as actividades desenvolvidas no último mês pelo Colégio de São Mamede. Começam no mercado e terminam na neve O mercado de São Mamede foi visitado por alguns alunos do grupo Eco-Escolas do Colégio de São Mamede, que procuraram sensibilizar os feirantes para que, no final, deixem o espaço limpo. Esta acção, resulta de uma iniciativa conjunta da SUMA e do Município batalhense, com a colaboração do Colégio de São Mamede e da Escola Secundária da Batalha, que foi chamada de “Mercado Bem Tratado” e que pretende sensibilizar os feirantes para a limpeza do espaço temporário de venda. Assim, no mercado de São Mamede, os jovens, empunhavam cartazes apelativos e gritavam palavras de ordem alusivas à sensibilização ambiental, enquanto técnicos da autarquia e da SUMA distribuíam “folhetos informativos e sacos para recolha do lixo”, como
refere uma nota enviada à nossa redacção. A iniciativa compreende os mercados da Batalha e de São Mamede e teve uma acção na Batalha, com alunos da Escola Secundária da Batalha, no passado dia 1 de Fevereiro, estando previstas mais duas, uma na Batalha e outra em São Mamede, respectivamente, nos dias 5 e 20 do próximo mês de Abril. PADRE BORGA NO COLÉGIO DE SÃO MAMEDE. Com vista a sensibilizar os Pais e Encarregados de Educação para o Projecto “Escola de Pais”, que o Colégio de São Mamede está a desenvolver, esteve ali no passado dia 22 de Fevereiro, o padre José Luís Borga. O conhecido sacerdote esteve no Colégio de São Mamede para participar no debate intitulado “Família/Escola – a importância da família para o sucesso educativo”, cujo tema “foi bem aceite pelos Pais, que aderiram muito bem, tendo mostrado disponibilidade para a actividade”, resultando num “momento de reflexão e aprendizagem”, como refere uma nota enviada à
p Alunos do Colégio de São Mamede participam em várias actividades nossa redacção. O projecto “Escola de Pais” visa aproximar a escola e a família, permitindo “criar um espaço de partilha/troca, onde todos aprendemos mais sobre a nobre missão de Educar”, pode ler-se no referido documento. DIA DA PROTECÇÃO CIVIL COMEMORADO EM SÃO MAMEDE..O Colégio de São Mamede comemorou o Dia Internacional da Protecção Civil, que teve lugar no passado dia 1, com a realização de um simulacro. A iniciativa, que serviu
para testar a operacionalidade do Plano de Prevenção e Emergência, pretende “continuar a desenvolver rotinas de comportamento e de adequação em situações de emergência”, ao mesmo tempo que procura “sensibilizar a comunidade escolar para a importância do conhecimento das regras e normas de actuação em situações que envolvem um elevado risco de ocorrência de acidentes, tais como os sismos”, refere uma nota que chegou à nossa redacção. Para este simulacro, foi utilizado um simulador
disponibilizado pelo Gabinete da Protecção Civil da Câmara Municipal das Caldas da Rainha. AVENTURA NA NEVE. Cerca de três dezenas de alunos do Colégio de São Mamede, pertencentes à Academia Aventura, participaram numa iniciação ao esqui. A actividade, que teve lugar nos passados dias 3 e 4, desenrolou-se na estância de ski Vodafone, na Serra da Estrela, tendo os participantes ficado alojados em “instalações cedidas pelo departamento de Desporto, Lazer e Cultura da Câma-
ra Municipal de Gouveia”, como refere uma nota enviada à nossa redacção. Os jovens “esquiadores” puderam usufruir de “aulas ministradas por monitores da própria estância e praticar a modalidade durante os dois dias que durou a actividade”, pode ler-se no documento, acrescentando que as expectativas em relação a esta iniciativa “foram amplamente superadas, tendo para isso contribuído a simpatia com que o grupo foi acolhido tanto em Gouveia como na estância”.
Alunos da Secundária trocam lâmpadas Os alunos da turma E do 10º ano do Curso Profissional de Técnico de Energias Alternativas, da Escola Secundária da Batalha, que constituem a auto-denominada equipa “Twist – a tua energia faz a diferença”, promovem nos próximos dias 25 e 26, uma campanha de tro-
ca de lâmpadas, associandose assim à campanha leva a efeito pela EDP. Trata-se de uma campanha que “visa levar o cidadão comum a utilizar equipamento eléctrico de elevada eficiência energética, através da oferta de lâmpadas mais eficientes em troca
das vulgares lâmpadas de incandescência de casquilho normal (E27 ou E40)”, como refere uma nota enviada à nossa redacção. Para além da troca de lâmpadas, haverá ainda “acções de sensibilização para a necessidade de reduzirmos os consumos da energia eléc-
trica com vista a preservar o meio ambiente”, como adianta o documento, acrescentando que “durante estes dois dias, entre as várias iniciativas, serão entregues aos alunos um número de lâmpadas economizadoras igual ao número de lâmpadas de incandescência que estes
trouxerem de casa”. A iniciativa será alargada ao stand da Escola Secundária da Batalha, que estará patente no FITEC – Fórum de Inovação Tecnológica e Emprego, que decorre na Exposalão, de 25 a 28 do corrente mês, onde “quem se apresentar naquele stand
com quatro lâmpadas vulgares receberá em troca quatro lâmpadas economizadoras”, explica a referida nota. A equipa “Twist” da Secundária da Batalha, deixa o convite para que “todos lutemos por um mundo mais saudável e sustentável”.
A Imprensa peri贸dica no distrito de Leiria e no concelho da Batalha
A import창ncia da Imprensa na Batalha
Breve Hist贸ria da Imprensa
Jornal da Batalha
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Actualidade Batalha
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Os robots estão a chegar m São robots, muitos robots. Vão conduzir, jogar futebol e muitas outras coisas que não sã habitualmente associadas ao mundo das máquinas. E esta invasão de máquinas mais ou menos inteligentes tem data marcada. Será de 24 a 28 de Março.] A robótica invade a Batalha. Será mais um, o décimo, Festival Nacional de Robótica e decorre na ExpoSalão, Batalha, iniciativa da Sociedade Portuguesa de Robótica. De acordo com a organização, a cargo do Instituto Politécnico de Leiria através da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, esta será uma oportunidade para todos os criativos da área apresentarem os seus robots e praticarem nas muitas provas do Festival. Decorrerão várias ligas de competição, nomeadamente, a prova de Condução Autónoma e as provas que seguem as regras oficiais do RoboCup: futebol robótico médio, futebol robótico júnior, busca e salvamento júnior, e dança júnior. Cada com-
competições, a que correspondem 138 equipas. No dia 24 de Março realiza-se, no grande auditório da ESTG, o encontro científico internacional denominado “10th Conference on Mobile Robots and Competitions”, onde investigadores nacionais e estrangeiros da área da Robótica se reúnem para apresentar trabalhos de investigação e desenvolvimento que abrange transversalmente toda a área da robótica. “Ao organizar este evento em Portugal, pretende-se não apenas motivar os alunos das escolas que participam na competição para uma área tecnologicamente avançada e altamente multidisciplinar, mas também dar um contributo positivo para o desenvolvimento da investigação em Robótica e Automação e uma maior divulgação da Ciência e Tecnologia no país”, refere a organização. Haverá também espaço dedicado a demonstrações de empresas, investigadores, escolas, universidades,
petição tem escalões próprios, podendo participar entusiastas a partir dos 8 anos. A organização já conta com seis centenas de inscritos nas diversas Empresa do ramo automóvel, destinada ao Aluguer e Comércio de viaturas do concelho de Alcobaça admite
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politécnicos, grupos de interesse, com o objectivo de divulgar soluções interessantes e/ou resultados de investigação na área da robótica e automação. Dia 24, realiza-se no
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grande auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão em Leiria, o encontro científico internacional denominado “10th Conference on Mobile Robots and Competitions”, onde
investigadores nacionais e estrangeiros da área da Robótica se reúnem para apresentar trabalhos de investigação e desenvolvimento que abrange transversalmente toda a área da
robótica. Paralelamente ao evento, decorre a 3ª edição do FITEC – Fórum de Inovação, Tecnologia, Formação, Qualificação e Emprego.
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Batalha Economia
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Jornal da Batalha
s Fiscalidade
Economia
Agência para a Energia assina protocolo na Batalha
Medidas excepcionais de apoio ao emprego para o ano de 2010 Portaria n.º 99/2010, de 15 de Fevereiro António Caseiro Técnico Oficial de Contas Licenciatura em Contabilidade e Administração, Pós-Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade
m Acordo permite a criação de cursos de formação complementar destinados a peritos qualificados. Estas são novas oportunidades de formação para os agentes que trabalham na área da refrigeração. A Agência para a Energia (ADENE) assinou, no passado dia 25 de Fevereiro, com a Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado (APIRAC), um protocolo que visa “a implementação de cursos de formação complementar destinados a pe-
ritos qualificados RCCTE e RSECE, nas áreas de caracterização, funcionamento, manutenção e inspecções de sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC)”. A cerimónia decorreu no stand da ADENE, que era dedicado ao Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE), que se encontrava patente no SINERCLIMA’10 – Salão Internacional de Energia, Climatização e Refrigeração, que decorreu de 25 a 28 de Fevereiro, na Exposalão, e foi organizado pela APIRAC. De acordo com a informação que foi disponibilizada, para além dos cursos de formação, o protocolo tem por objectivo “promover actividades de cooperação que refor-
cem interesses mútuos da ADENE e da APIRAC”, nomeadamente no que respeita “ao desenvolvimento de projectos conjuntos de cariz técnico e científico, em domínios em que existam valências adequadas”, estando ainda previstas “a realização de acções de formação, edição bibliográfica, normalização, investigação e desenvolvimento, conferências, colóquios e seminários”. Estão já agendadas várias acções como, “a elaboração de publicações técnicas, como o manual de procedimentos para manutenção de equipamentos AVAC e da criação de uma base de dados, com informações técnicas sobre esses mesmos equipamentos comercializados em Portugal”.
Loja da Exportação abre em Leiria Como forma de prestar serviços que fazem a fusão entre o trabalho desenvolvido pelo IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento) e a aicep Portugal Global, vai instalarse em Leiria a Loja da Exportação, que se dedicará “especialmente a fornecer apoio técnico às empresas exportadoras ou com potencial para iniciarem processos de exportação”, como refere uma nota enviada à nossa redacção. A Loja da Exportação de Leiria ficará instalada no Edifício NERLEI
e resulta de uma parceria entre a NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria e o IAPMEI, cuja negociação dos termos do acordo está a decorrer. Segundo a referida nota, esta parceria da “enquadra-se na política da Associação de procurar acolher nas suas instalações serviços públicos relacionados com a actividade das empresas”, aproveitando a dinâmica do espaço e “as sinergias decorrentes da junção desses serviços no mesmo local”. Foi essa a ideia subjacente à localização no Edifí-
cio NERLEI do “Cartório Notarial de Competência Especializada, em 2001, e do Centro de Formalidades das Empresas, em 2003, e que agora vai permitir receber a Loja da Exportação”. A Loja da Exportação de Leiria, será “a primeira a ser instalada em todo o País e deverá abrir em breve”, sendo uma das medidas do “Pacto para a Internacionalização que integra também o Conselho para a Promoção da Internacionalização”, pode ler-se no mesmo documento.
O Conselho de Ministros, através de resolução, aprovou a «Iniciativa Emprego 2010» destinada a assegurar a manutenção do emprego, a incentivar a inserção de jovens no mercado de trabalho e a promover a criação de emprego e o combate ao desemprego. Do conjunto de medidas que compõem esta Iniciativa no âmbito do eixo relativo à manutenção do emprego prevê-se, designadamente, a redução em um ponto percentual durante o ano de 2010 da taxa contributiva para a segurança social a cargo das entidades empregadoras, desde que se trate de trabalhadores que auferiam a remuneração mensal mínima garantida em 2009. A Portaria n.º 99/2010, de 15 de Fevereiro, emitida por Ministério do Trabalho e da Segurança Social, publicada no Diário da Republica, 1. ª Série, n.º 31, estabelece uma medida excepcional de apoio ao emprego para o ano de 2010 que se traduz na redução de 1% da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora. Em termos de âmbito pessoal, a medida aplica-se às entidades empregadoras de direito privado, contribuintes do regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem, relativamente a cada trabalhador ao seu serviço, sem prejuízo do disposto no número seguinte. Não têm direito à redução da taxa contributiva prevista na presente portaria: As entidades empregadoras, no que respeita a trabalhadores abrangidos por esquemas contributivos com taxas inferiores à estabelecida para a generalidade dos trabalhadores por conta de outrem, com excepção das entidades cuja redução de taxa resulte do facto de serem pessoas colectivas sem fins lucrativos ou por pertencerem a sectores economicamente débeis, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 199/99, de 8 de Junho; As entidades empregadoras, no que respeita a trabalhadores abrangidos por esquemas contributivos com bases de incidência fixadas em valores inferiores ao indexante de apoios sociais, em valores inferiores à remuneração real ou remunerações convencionais. As condições de atribuição são: O direito à redução da taxa contributiva está sujeito, cumulativamente, à verificação das seguintes condições: O trabalhador estar vinculado à entidade empregadora beneficiária por contrato de trabalho sem interrupção desde 2009; O trabalhador ter auferido, pelo menos num dos meses do último semestre de 2009, remuneração igual ao valor da remuneração mínima mensal garantida; A entidade empregadora ter a sua situação contributiva regularizada perante a segurança social. A redução da taxa contributiva é ainda aplicável às entidades empregadoras cujos trabalhadores tenham auferido em 2009, por força da aplicação de instrumento de regulamentação colectiva de trabalho, valores superiores à remuneração mensal mínima garantida até € 475, e cujo aumento em 2010 seja, pelo menos, de € 25. O período de concessão do benefício reporta-se às contribuições referentes à declaração das remunerações devidas nos meses de Janeiro a Dezembro de 2010, nas quais se incluem os valores devidos a título de subsídio de férias e de Natal. (Continua na próxima edição)
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Actualidade Batalha
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“Pátio do Avô” – Um pátio que virou restaurante m A ideia inicial era uma sala para petiscos e matanças do porco. Mas este projecto acabou por resultar num restaurante. Chama-se o “Pátio do Avô”.
Inicialmente previsto para fazer uma sala para petiscos e matanças do porco, como se encontrava a gastar “mais do que pensava, resolvi alterar o projecto e fazer um restaurante”, começou por referir ao Jornal da Batalha, Júlio Rodrigues, gerente do restaurante “Pátio do Avô”, da Moita do Martinho, São Mamede, pondo em prática assim, alguma experiência “adquirida nas Grutas da Moeda e aos fins-de-semana em Fátima”. Adquiriu a casa do avô que se encontrava à venda e, depois das obras, abriu o restaurante, dando-lhe o nome de “Pátio do Avô”, porque a sala foi construída precisamente no local “onde se encontrava o pátio da casa”. Confeccionando pratos regionais, como o cabrito e o borrego – muito utilizados nestas zonas serranas -, assim como o bacalhau,
p A entrada para o restaurante manteve-se porque outro peixe não havia, este restaurante serve em média, meia centena de refeições diárias, embora tenha de confeccionar outros pratos, como o polvo grelhado e a carne de porco preto. “Os pratos mais usados aqui na zona não são muito pedidos, sobretudo por uma faixa etária abaixo dos 55 anos”, disse Júlio Rodrigues, acrescentando
que, por exemplo, “a sopa de verde, confeccionada com «os miúdos» dos cabritos ou borregos, ninguém pede”. Contudo, os pratos que mais saem têm a ver com o bacalhau, que “apresentamos cozinhado de duas maneiras” – assado com batata a murro ou no forno, onde entra acompanhado de batatas e cebolada, tudo em cru, com miolo de broa
por cima -, o polvo grelhado e a carne de porco preto, que até está na moda”, diz o empresário, adiantando que a sopa é “de lavrador” e a sobremesa é o arroz doce. Explica ainda que a criação da Rota Gastronómica Serrana foi uma “coisa boa, pois serviu para dar a conhecer os pratos regionais”, no entanto, reconhece que estes pratos “não têm muita saída”, embora no “nos-
so caso quem quiser o nosso prato de bacalhau, pode pedi-lo e aguardar cerca de 30 minutos, que é o tempo da confecção”. Diz que ainda não nota muita crise, embora haja clientes “que em vez de pedirem 3 ou 4 doses para 3 ou 4 pessoas, pedem duas doses somente” mas, até ver “ainda são poucos a fazer isso”. O restaurante “Pátio do
Avô”, que abriu as suas portas em Julho de 1999, trabalha actualmente com três pessoas, esperando admitir pelo menos mais uma entretanto, encerra à terçafeira e recebe “alguns grupos, porque tem contratos com agências de viagens para isso”.
negócio desta empresa “está um rigoroso enfoque técnico e extrema qualidade na selecção e formação técnica dos seus recursos humanos”, tendo como preocupação cuidar “da visão e saúde ocular dos nossos clientes, antes ainda de nos preocuparmos com a escolha das
armações mais adequadas”, uma vez que tem “os melhores e mais rigorosos equipamentos de teste e avaliação visual” - para além de duas unidades móveis de checkup –, e só recruta “optometristas com a licenciatura completa e muitos têm mesmo o mestrado”. Estes são
“cuidados de que por vezes o grande público não se apercebe, mas que contribuem com um enorme valor acrescentado em termos do resultado final do nosso trabalho - que é garantir a melhor visão possível a todos os nossos clientes”, refere a nota enviada.
Armindo Vieira
Óptica Lince premiada A revista ÓpticaPro considerou as Ópticas Lince como uma das dez melhores lojas de ópticas do país, com base numa lista uma centena de estabelecimentos, enaltecendo assim “o trabalho dos melhores retalhistas nacionais do sector da Óptica”, como refere
uma nota enviada à nossa redacção. As Ópticas Lince “foram avaliadas – e premiadas com base na excelência dos seus serviços”, avaliados de acordo com alguns parâmetros específicos, nas áreas de “Inovação, Gestão e Decoração”, pode ler-se
no referido documento. Com uma loja na Batalha, a empresa Ópticas Lince, encontra-se sediada na Guarda, estando ainda presente em Matosinhos, Tomar, Ourém, Pinhel, Trancoso, Sabugal, Belmonte e Celorico. No centro da filosofia de
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Diversos
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Jornal da Batalha
Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro Rua Francisco Serra Frazão, lote B, 4º r/c dto - 2480-337 Porto de Mós Certifico para fins de publicação, que por escritura de justificação celebrada neste Cartório Notarial, no dia vinte e quatro de Fevereiro de dois mil e dez, exarada a folhas cento e vinte e uma do Livro de Notas para Escrituras Diversas Cento e Noventa e Oito – A; António Carvalhana e esposa Ilda Fernandes Pereira, casados sob o regime da comunhão geral de bens, naturais ele da freguesia de Aqueidão da Serra, concelho de Porto de Mós, ela da freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, residentes na Rua Manuel Francisco Pereira, 1, S. Mamede, Batalha, declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos seguintes bens: Dezoito: Metade indivisa do prédio rústico, únicos direitos de que são titulares, sito em Roupeiro, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de terra de cultura, quarenta oliveiras, pinhal com mato, com a área de treze mil e duzentos metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim Marcelino Gomes Carreira, do sul e poente com caminho, e do nascente com Faustino dos Santos Júnior e outro, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, direitos inscritos na matriz em nome da justificante mulher sob o artigo 2920, com o valor patrimonial IMT correspondente de € 1.118,07. Dezanove: Prédio rústico, sito em Areeiro, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de terra de cultura, duas oliveiras, pinhal com mato, com a área de dois mil e novecentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Vicente do Nascimento, do sul com Custódio Joaquim dos Remédios, do nascente com José de Oliveira Gomes e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome de Ilda Fernandes Pereira sob o artigo 4896, com o valor patrimonial IMT de € 608,77. Vinte: Prédio rústico, sito em São Mamede, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de pinhal com mato, com a área de quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Carreira Pedro, do sul com António Gomes Vieira, do nascente com António Ribeiro dos Santos Heleno e do poente com Manuel Prazeres dos Remédios, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 5284, com o valor patrimonial IMT de € 48,68. Vinte e Um: Metade indivisa do prédio rústico, únicos direitos de que são titulares, sito em Marquês, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de terra de cultura com doze oliveiras, com a área de quatro mil duzentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel da Silva, do sul e poente com serventia e do nascente com José Carreira Germano, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, direitos inscritos na matriz em nome da justificante mulher sob o artigo 6375, com o valor patrimonial IMT correspondente de € 615,18. Vinte e Dois: Prédio rústico, sito em Cabeço da Vila ou Cabeço da Vela, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de pinhal com mato, com a área de seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com Adelino da Silva Neves, do sul, nascente e poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 11821, com o valor patrimonial IMT de € 66,32. Vinte e Três: Metade indivisa do prédio rústico, únicos direitos de que são titulares, sito em Covão do Espinheiro, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de pinhal com mato, com a área de mil e novecentos metros quadrados, a confrontar do norte e poente com Manuel Rodrigues, do sul com Manuel Remédios da Silva e do nascente com António Francisco Pereira, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, direitos inscritos na matriz em nome da justificante mulher sob o artigo 12258, com o valor patrimonial IMT correspondente de € 211,77. Vinte e Quatro: Uma terça parte indivisa do prédio rústico, únicos direitos de que são titulares, sito em Sete Caminhos, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de pinhal, com a área de quatrocentos e quinze metros quadrados, a confrontar do norte com Francisco Luís Reis, do sul com caminho, do nascente com Manuel da Silva Covaneiro e do poente com Joaquim Vieira Conceição, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, direitos inscritos na matriz em nome da justificante mulher sob o artigo 15290, com o valor patrimonial IMT correspondente de € 35,22. Vinte e Cinco: Prédio rústico, sito em Lagoa Ruiva, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de terra de cultura e mato, com a área de mil e novecentos metros quadrados, a confrontar do norte com Gabriel Vieira, do sul e poente com caminho e do nascente com António José Bernardino, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 9685, com o valor patrimonial IMT de € 331,13. Vinte e Seis: Prédio rústico, sito em Lagoa Ruiva, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de eucaliptal e mato, com a área de quinhentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Gomes Pastilha, do sul com caminho, do nascente com Fernando Martins Pereira e do poente com José do Nascimento Gomes, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 9771, com o valor patrimonial IMT de € 66,32. Vinte e Sete: Prédio rústico, sito em Vale da Lapa, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de pinhal e mato, com a área de dois mil e quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com António Francisco Reis, do sul com Manuel Carvlhana, do nascente com Nuno Carvalhana e do poente com Manuel Amorim Vieira, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 10639, com o valor patrimonial IMT de € 462,88. Vinte e Oito: Prédio rústico, sito em Vaginhas de Cima, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de eucaliptal, com a área de quinhentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com José da Silva Laranjeiro, do sul e nascente com caminho e do poente com Manuel Custódio, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz em nome do justificante marido sob o artigo 3098, com o valor patrimonial IMT de € 88,42. Que os bens relacionados sob as verbas, Vinte e Cinco, Vinte e Seis e Vinte e Sete vieram à sua posse por doação verbal de Silvestre Carvalhana e esposa Vitória de Jesus, residentes em Covas Altas, Alqueidão da Serra, Porto de Mós, doação essa que teve lugar no ano de mil novecentos e quarenta e seis. Que os bens relacionados sob as verbas, Dezoito, Dezanove, Vinte, Vinte e Uma, Vinte e Duas, Vente e Três e Vinte e Quatro vieram à sua posse por doação verbal de Manuel Francisco Pereira e esposa Maria de Oliveira Fernandes ou Maria Fernandes de Oliveira, residentes em São Mamede, Batalha, doação essa que teve lugar no ano de mil novecentos e setenta e três. Que o bem relacionado sob a verba Vinte e Oito veio à sua posse por compra verbal a José Alves e esposa Maria Gomes, residentes em Lomba da Égua, Cova da Iria, Fátima, Ourém, doação essa que teve lugar no ano de mil novecentos e setenta. Não obstante não terem título formal de aquisição dos referidos prédios, foram eles que sempre os possuíram, os relacionados sob as verbas Dezoito, Vinte e Uma, Vinte e Três e Vinte e Quatro em compropriedade, desde aquelas datas até hoje, logo há mais de vinte anos, em nome próprio, gozaram todas as utilidades por eles proporcionadas, pagaram os respectivos impostos, cultivaram-nos, colheram os seus frutos, sempre com o ânimo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, fazendo-o ostensivamente, e sem oposição de quem quer que seja, posse essa de boa-fé, por ignorarem lesar direito alheio, pacífica, porque sem violência, contínua e pública, por ser exercida sem interrupção e de modo a ser conhecida pelos interessados. Tais factos integram a figura jurídica da usucapião, que os justificantes invocam como causa de aquisição dos referidos prédios, por não poderem comprovar a sua aquisição pelos meios extrajudiciais normais. Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro, vinte e quatro de Fevereiro de dois mil e dez. O Notário, Manuel Fontoura Carneiro Jornal da Batalha, ed. 236 de 17 de Março de 2010
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas noventa e quatro a folhas noventa e cinco, do livro Cento e Cinquenta e Nove – B, deste Cartório. José dos Reis Moreira, NIF 210 367 571 e mulher Maria do Rosário Ferreira Calé Moreira, NIF 210 983 051, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, onde residem no lugar de Casal do Quinta, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, ambos sitos na freguesia e concelho da Batalha: 1 - rústico, composto de vinha com uma oliveira, com serventia nascente-poente, com a área de oitocentos e sessenta metros quadrados, sito em Barrenta, a confrontar de norte com Ribeiro, de sul com Maria da Purificação S. P., de nascente com João Vieira Pragosa Júnior e do poente com Joaquim Pinheiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz, em nome do justificante marido sob artigo 5.484, com o valor patrimonial e atribuído de € 20,74. 2 - rústico, composto de vinha e semeadura com duas oliveiras, com a área de seiscentos e oitenta metros quadrados, sito em Reguengueira, a confrontar de norte com caminho, de sul e de poente com ribeiro – limite do concelho e de nascente com Joaquim do Rosário Pinheiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz, em nome do justificante marido sob artigo 5.513, com o valor patrimonial e atribuído de € 10,43. Que o marido adquiriu os referidos prédios, no ano de mil novecentos e quarenta por doação meramente verbal de Francisco Gonçalves Moreira e mulher Emília Clemente dos Reis, seus pais, residentes que foram no lugar de Catraia das Brancas, na dita freguesia da Batalha, não dispondo de qualquer título formal para os registar na Conservatória, mas desde logo, entrou na posse e fruição dos mesmos. Que em consequência daquela doação verbal, possuem os identificados prédios, em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram os identificados prédios por usucapião. Está conforme o original. Batalha, doze de Março de 2010. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 236 de 17 de Março de 2010
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Desporto
Quinta do Sobrado: dos jogos tradicionais ao futsal m Começou com a dinamização de jogos tradicionais. Há vários anos que o desporto nesta colectividade passa pela aposta no futsal
O Centro Cultural e Recreativo da Quinta do Sobrado e Palmeiros (CCRQSP), foi fundado em Fevereiro de 1976, segundo os estatutos, com um pequeno espaço onde se juntavam alguns dos fundadores, para pequenos jogos. Desde a época de 2004/2005 a desenvolver uma actividade desportiva na vertente do FUTSAL, esta colectividade conta com cerca de oito dezenas de atletas, “distribuídas por cinco equipas, sendo uma mista, três masculinas e uma feminina”, como refere ao Jornal da Batalha, Pedro Cerejo, vice-presidente da para a área desportiva, acrescentando que “a equipa feminina joga no escalão Sénior, enquanto a mista joga no escalão de Escolas”, sendo que “as restantes formam equipas de Iniciados, Juniores e Seniores”. O dirigente desportivo
adianta ainda que, tanto os atletas como as equipas técnicas trabalham em regime de voluntariado “sem auferirem qualquer vencimento”, assim como para o transporte das equipas, nas viaturas da colectividade “que é assegurado por directores ou técnicos”. Todas as equipas se encontram a disputar os campeonatos distritais da modalidade, nos diversos escalões. INÍCIO NOS JOGOS TRADICIONAIS. Pedro Jorge, presidente da Direcção, explica ao Jornal da Batalha que a colectividade se iniciou “com jogos tradicionais e populares e, também, com jogos de índole desporti-
va, entre colectividades do concelho”. Pouco tempo depois foi criado o Rancho Folclórico do Penedo, que “faz parte da Secção Cultural da colectividade, mas funciona como uma associação autónoma”, diz o responsável. No que diz respeito a património “o CCRQSP tem
as instalações onde funciona a sede, onde se incluem salas para reuniões, pequenos jogos e convívios, bar e o pavilhão gimnodesportivo”, adianta Pedro Jorge, que acrescenta que “este pavilhão foi totalmente construído com mão de obra gratuita, de sócios e amigos”, assim como “a
s Aposta na utilidade pública Quanto ao futuro do Centro da Quinta do Sobrado, o responsável refere que “estamos a elaborar todo o processo para que nos seja concedido o Estatuto de Utilidade Pública”, assim como, “no final da época desportiva iremos remodelar totalmente os balneários do nosso pavilhão”, para o que “já temos uma candidatura aprovada”
maior parte dos materiais que nos foram oferecidos por empresas do concelho, dos quais a cobertura total”. Para além das instalações “temos ainda duas viaturas”. A colectividade “não vive desafogadamente, como todas as outras do país”, diz o presidente da direcção, no entanto, vai referindo que as suas receitas provêm “dos subsídios atribuídos pelo Município e pelo Poder Central, através de candidaturas que formulámos, das quotizações dos 125 sócios e do bar que abre diariamente”. Acrescenta que, nos subsídios do Município se incluem “a utilização do nosso pavilhão para treinos e jogos por outras equi-
pas do concelho e, também, para a utilização das nossas instalações pelo ATL – que na Quinta do Sobrado sempre se realizou ali - para o que formulámos protocolos com a autarquia”. Há ainda “a considerar as receitas provenientes das tasquinhas e das festas anuais do clube”. Pedro Jorge vai mais longe ao referir que “se as autarquias e o poder central deixassem de subsidiar as pequenas colectividades, elas deixariam de existir, porque não teriam qualquer hipótese de sobrevivência”, contudo, remata que “o nosso passivo no próximo mês de Junho ficará a zero”.
Estremenho, a caminhada faz o percurso da Rota dos Moinhos. Para mais informações, deverão os interessados consultar a página electró-
nica do clube www.cvserradaire.com.sapo.pt.
Armindo Vieira
Trilhos do Pastor O Clube de Veteranos da Serra de Aire, leva a efeito, no próximo dia 28, uma prova de atletismo de montanha, denominada “Trilhos do Pastor”, com 29 quiló-
metros. Haverá, em paralelo, uma caminhada com 7 quilómetros. As inscrições são limitadas até 200 para atletas e 150 para caminheiros e haverá
troféus para os três primeiros de cada escalão e lembranças para todos os participantes. As duas provas terão início em frente do edifício da
Junta de Freguesia de São Mamede, terminando no mesmo local. Enquanto a prova percorre grutas, serras e vales no Maciço Calcário
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Batalha
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Jornal da Batalha
Saúde
Dê uma vida saudável aos seus rins
Governo apela aos médicos que ponderem antes de pedirem a reforma
m A doença renal
A ministra da Saúde apelou aos médicos que “pensem bem” antes de pedirem a reforma, sublinhando que ainda têm muito para dar e a sua experiência é importante para reforçar a formação dos mais novos. “Apelamos a que as pessoas pensem bem antes de fazerem o pedido da reforma, porque muitos dos médicos são ainda muito competentes e com muito para dar” disse Ana Jorge aos jornalistas, em Vilamoura, à margem do Encontro Nacional dos Médicos de Clínica Geral e de Família. Para a ministra, “não faz muito sentido os médicos que podem exercer pedirem a reforma, mas têm todo o direito de o fazer”. Destacou ainda a medida de exceção criada pelo Governo para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) poder contratar médicos reformados. “Como em determinadas especialidades há falta de médicos, estamos de certo modo a garantir que, enquanto cidadãos, têm direito a uma reforma, e oferecer-lhes a possibilidade de continuarem a trabalhar, fazendo um novo contrato connosco”, observou. Sem querer quantificar o número de pedidos de re-
crónica é uma doença progressiva que consiste numa lesão nos rins e que geralmente evolui para a perda progressiva e irreversível dos mesmos, sendo actualmente uma das doenças crónicas que ameaçam a saúde pública.
Em Portugal existem cerca de 800 000 pessoas com doença renal crónica, sendo a situação epidemiológica do nosso país uma das mais graves da Europa. A única forma de reverter esta situação é através da prevenção da doença. COMO É QUE SE PODE PREVENIR ESTA DOENÇA? Nos países desenvolvidos a hipertensão e a diabetes são as principais causas de doença renal e sabendo que é possível prevenir o aparecimento de hipertensão e de diabetes nos indivíduos de risco a prevenção começa aí. Assim sendo, alterações no estilo de vida, incluindo
exercício físico regular e uma dieta com restrição de sal, rica em legumes e fruta, ingerindo regularmente produtos não gordos previnem estas duas doenças nos indivíduos em risco (pessoas com historia familiar destas doenças). Quem tem o risco de ter doença renal crónica? Nem todas as pessoas têm o mesmo risco de desenvolver doença renal crónica. Esta é uma doença que atinge predominantemente os grupos etários mais elevados, pelo que as pessoas idosas têm maior risco de desenvolver a doença. As pessoas que tenham história familiar de doença renal, nomeadamente as pessoas que têm parentes próximos a fazer diálise ou transplantados renais têm também um risco maior. O QUE DEVEM FAZER AS PESSOAS EM RISCO? As pessoas em risco devem recorrer ao seu médico de família e fazer o rastreio de doença renal crónica. O diagnóstico é extremamente simples e os exames realizados destinam-se a avaliar a existência de lesão renal ou de diminuição do funcionamento dos rins, sendo que o diagnostico precoce é muito importante princi-
p O exercício físico é uma das melhores formas de prevenir a doença renal palmente nos casos em que existe tratamento para a doença causal. Sendo você uma pessoa em risco ou não, não se esqueça que prevenir as doenças como hipertensão arterial e diabetes, com uma
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forma antecipada que deram entrada no Ministério da Saúde, Ana Jorge disse que “não tem uma leitura pessimista” sobre o agravamento do SNS, “até porque há médicos que não vão conseguir obtê-la”. “Das centenas de pedidos, há uns que terão a possibilidade de a ter, outros não”, reforçou. A ministra da Saúde manifestou também esperança de que muitos médicos, “depois de analisarem as condições da reforma, decidam continuar a trabalhar”. Ana Jorge explicou que a contratação de médicos reformados não representará um duplo pagamento, mas sim um novo contrato, “cujas condições ainda não estão definidas”. “Não será um duplo pagamento, mas o que fica é uma espécie de congelamento da reforma”, sublinhou. Segundo Ana Jorge, o que o Governo aprovou recentemente “foi a possibilidade de se fazer um contrato com os médicos que peçam a reforma antecipada, para garantir que mantenham as condições reforma no momento, continuando a trabalhar”.
Jornal da Batalha
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Batalha Cultura
Jornal da Batalha
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Património
Insalubridade na Vila da Batalha Pela mão do Rui de Sousa Pinheiro, rebolariense/batalhense empenhado na defesa dos valores patrimoniais e culturais a quem se deve a descoberta da jazida de dinossauros entre o Casal Novo e os Forneiros, que havia de se revelar de particular importância pela raridade e sua ligação ao continente americano de um dos espécimes encontrados, chegou-me a cópia dum curiosíssimo documento sobre a salubridade do local e a saúde da população neste canto do vale do Lena onde está a nossa Vila, nos princípios do século XIX. Como todos sabem, a Batalha tem à sua beira o rio Lena e é atravessada pelo ribeiro da Calvaria, vulgo ribeiro do Cano, que se encontra encanado desde a Quinta do Fidalgo, onde recebe o ribeiro da Maria Linha que vem de S. Jorge, até desaguar no Lena junto à ponte que dá acesso à avenida dos Descobrimentos e esta, por sua vez, à Freiria e às Escolas. A secção que vai sensivelmente da rua Álvaro Sampaio, desde o local onde existiu uma antiquíssima azenha que era propriedade da família Monteiro, até à sua foz, foi encanada na década de 30 do século 20 e a restante, desde a Quinta do Fidalgo, na década de 60. Deste ribeiro partia uma levada que passava no patim ocidental do Mosteiro a caminho da Cerca. Era raro o quintal batalhense, e quase cada habitação tinha o seu, que não dispusesse de um poço, e não era preciso cavar muito para o abrir. No quintal da minha família, que se vê bem na fotografia que se publica no “Baú da Memória”, havia nada menos de três poços e uma fonte cuja água corria por uma
galeria com altura suficiente para um homem e que passava debaixo da antiga rua Comendador Sales, que também se vê na citada fotografia, e seguia para noroeste. Nele ainda me aventurei uns cinquenta metros sem lhe ter encontrado o fim. Quase ao lado estava um misterioso charco que é bem possível ser aquele a que se refere Francisco Luís Pereira de Sousa no vol. IV de “O Terramoto de 1755 em Portugal e um Estudo Demográfico”: “(…) No quintal do Padre Francisco Carvalho desta vila (antes de ser dos meus avós e pais fôra realmente de eclesiásticos), havia um charco ou cova à superfície da terra que costumava ter água nativa, que secou há dois anos, na véspera do terramoto rebentou (há sinais que nos passam despercebidos a dar conta da iminência dos sismos), ou nasceu nele água turva, e no dia do terramoto por cima do charco se moveu uma pedra que tira quatro carradas (o charco estava uns dois metros
abaixo da rua Comendador Sales já no nosso tempo), juntamente com água nativa clara limpa que de presente (século XVIII) corre para fora (…)”. No Mosteiro cada jardim tinha seu poço e a praça Mouzinho de Albuquerque ainda nos primeiros decénios do século 20 possuia um poço público. Ainda há nesta nobre praça da nossa vila uma casa (da família Saraiva Sequeira e agora na parte de Irene Trovão) que tem um nas suas fundações. Ora, com tanta água por aqui, o sítio não podia deixar de ser húmido e, evidentemente, doentio e tanto que chega a ter mais 10 ou 20 por cento de humidade do que os cabeços e montes circundantes e menos 3 a 4 graus de temperatura, sobretudo no Inverno. Em Dezembro de 1816, José Teixeira de Lima, médico na nossa vila, apresenta uma comunicação sobre a salubridade do aro em que exercia a sua acção clínica e sobre uma estranha doença
da pela que afligia um tal António Francisco, do lugar de Ataíja de Cima, e de que antes sofrera e fora curado Inácio Ferreira Rino da Rebolaria. Depois de algumas considerações sobre o exercício da Medicina, diz: “A Villa da Batalha se acha situada entre a cidade de Leiria e a Villa de Porto de Mós em lugar baixo, cercado de montes, e ficando alguns fronteiros ao Nascente um pouco mais retirados della lhe-deixão um espaço extenso e dilatada planície de Norte a sul por onde varejão facilmente ventos do Septentrião e Meio dia; ficando por isso também fácil a ser banhada pelo rio Lis (há aqui lapso dele ou do tipógrafo, pois, como é evidente, trata-se do Lena), que tendo a sua origem por cima da Villa de Porto de Môs corre do Sul para Norte, aqui visinho quasi um tiro de bala; cujas águas se-misturão as de um ribeiro, que com fluxo do Poente a levante corta transversalmente a mesma
Villa (trata-se do ribeiro da Calvaria), e de cujo curso suspenso em o Verão pelas prezas e diques feitos para as regas das terras e fazendas que lhe-ficão superiores resultão estagnação e charcos de água tão alterada, corrupta no centro da Villa, que até os mesmos animais recusam bebel-a: he por tanto aquela pantanosa, não havendo casa que não tenha aberto um poço de água, que enche, e cresce consideravelmente no Inverno, dominando por este motivo ali um Ceo frio e humido, consequentemente um ar pouco elástico, uma atmosphera crassa, espessa, pesada, sendo por este principio o germe de morbos asthenicos, e em que predominando a inercia, a atonia e o langor dos solidos, e consequentemente o lento viscido e indole pituitosa dos fluidos, dá ansa (o mesmo que azo) a enfermidades chronicas, articulares, catharrosas, hypocondriacas e nervosas, sendo os habitantes, além de outros morbos a que vive sujeito
o género humano, atacados na successão das Estações de febres biliosas, ou simples, ou complicadas com os catharraes, e muitas vezes epidemicas, tiphos, intermitentes, etc.”. Conservei a grafia e a redacção que para nós, hoje, são pinturescas. No fundo, diz o médico oitocentista que a humidade do sítio e as águas do rio e dos ribeiros, represadas e transformadas em charcos no Verão, constituem factores que desencadeiam doenças como as pulmonares, intestinais, articulares e reumatismais e, inclusivamente, nervosas. Há duzentos anos como no nosso tempo. Já no século XVIII se queixavam os habitantes que o curtimento dos linhos lhe apodrecia as águas, como agora nos queixamos doutras poluições e, cada vez mais na época estival, da secura dos cursos de água com nascentes totalmente dependentes das chuvas, o que obriga governos gerais e locais a tomar modernas providências no sentido de evitar que os rios e ribeiros, em vez de factores de vida, se transformem em causas de morte e de incómodo para as populações.
Consultas: As indicadas no número de Janeiro e, ainda: “Mouzinho de Albuquerque”, de António Ventura, edição da “Planeta Agostini”; “Livro do Centenário de Mouzinho de Albuquerque”, 1955; “História de Portugal”, (vols. IX e X) do Prof. Doutor Joaquim Veríssimo Serrão. A obra de Mário Gonçalves Viana foi editada em 1938.
Apontamentos sobre a História da Batalha (86)
José Travaços Santos
Jornal da Batalha
Diversos
Março 2010
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas noventa e duas a folhas noventa e três verso, do livro Cento e Cinquenta e Oito -B, deste Cartório. José Soares Magalhães, NIF 128 190 523, divorciado, natural da freguesia e concelho da Batalha, residente na Rua Ferreira Gomes, nº 4, no lugar de Moita, freguesia e concelho de Marinha Grande, declara, que com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor do prédio rústico, composto de semeadura, vinha e uma oliveira, com a área de mil trezentos e quarenta metros quadrados, sito em Brancas, freguesia e concelho da Batalha, a confrontar de norte com ribeiro, de sul com carreiro e José Magalhães Franco, de nascente com José Carreira e de poente com José Carreira Magalhães, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz predial rústica em nome do justificante, sob o artigo 5.855, com o valor patrimonial de € 17,73 e para efeitos de IMT e atribuído de € 515,93. Que, adquiriu o identificado prédio por doação verbal de seus pais Joaquim da Conceição Magalhães e mulher Júlia Batista Soares, residentes que foram no dito lugar de Brancas, no ano de mil novecentos e setenta e sete, à data solteiro, tendo posteriormente sido casado sob o regime da comunhão de adquiridos, não dispondo o justificante de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entrou na posse e fruição do mesmo. Que, em consequência daquela doação verbal, possui o identificado prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha dos frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriu o referido prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, dezoito de Fevereiro de 2010 A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível
Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas quarenta e sete a folhas quarenta e oito verso, do livro cento e cinquenta e nove –B, deste Cartório. Zulmira de Sousa Carpinteiro, NIF 173 376 495, e marido Armindo Rino Menezes, NIF 173 376 509, casados sob o regime da comunhão geral, naturais ela da freguesia de São Mamede, ele da freguesia da Batalha, ambas do concelho da Batalha, residentes em Casal do Rei, 10, Batalha, declaram, que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de um terço indiviso, do prédio rústico, composto de terra de cultura com oliveiras, sito no lugar e freguesia de São Mamede, concelho da Batalha, descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, sob o número quatro mil seiscentos e vinte e sete/ São Mamede, inscrito na matriz o referido direito em nome da justificante mulher sob o artigo 15.688, com o valor patrimonial correspondente à fracção de € 8,30 e para efeitos de IMT de € 242,57; Que a aquisição de um doze avos indivisos, se encontram registados na citada Conservatória a seu favor, pela apresentação cinco, de doze de Dezembro de dois mil e sete; Que adquiriram o direito aos restantes três doze avos indivisos no prédio, no ano de mil novecentos e setenta e dois, por partilha verbal por óbito de Carlos Francisco Carpinteiro, pai da mulher, residente que foi no lugar e freguesia de São Mamede, Batalha, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal para proceder ao registo, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que, assim, possuem o identificado direito no prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo, que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o referido direito de três doze avos indiviso no prédio, por usucapião. Este conforme o original. Batalha, quatro de Março de 2010 A funcionária com delegação de poderes, Assinatura ilegível, Jornal da Batalha, ed. 236 de 17 de Março de 2010
Jornal da Batalha, ed. 236 de 17 de Março de 2010
Extracto para Publicação Certifico, por extracto, para efeito de publicação, que por escritura de “Justificação” outorgada no Cartório Notarial de Cascais, a cargo do notário Luís Alvim Pinheiro Belchior, no dia oito de Março de dois mil e dez, lavrada a folhas cinquenta e quatro e seguintes do livro de notas para escrituras diversas número trezentos e sessenta e sete, Adelino Marques, titular do NIF 110015940, natural da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho de Batalha, e mulher Maria de Fátima Carreira Moniz, titular do NIF 159757150, natural da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho de Batalha, casados sob o regime da comunhão geral de bens, residentes na Estrada de Santa Iria, nº 25, Reguengo do Fetal, Batalha, declararam o seguinte: Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do prédio rústico, composto de terra de cultura, com dezassete oliveiras, mato, com a área de três mil oitocentos e vinte e cinco metros quadrados, a confrontar a Norte com Digna de Jesus Carreira, a Sul com Francisco Joaquim Pereira, a Nascente com Manuel Gomes Prior e a Poente com André Pereira Romão e outro, situado na Lagoa do Pereira ou Lagoa do Pereiro, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, não descrito na respectiva Conservatória do Registo Predial, inscrito na matriz da referida freguesia sob o artigo 5013 rústico, com o valor patrimonial IMT de € 710,01, a que atribuem o valor de setecentos e cinquenta euros; Que, por escritura de “Partilha” outorgada em dezasseis de Abril de mil novecentos e oitenta no Cartório Notarial da Batalha, lavrada a folhas noventa e quatro do livro C – sessenta e seis, foi adjudicada ao primeiro outorgante marido, metade indivisa do identificado prédio; E que em Outubro de mil novecentos e oitenta, por contrato verbal, o primeiro outorgante comprou, pelo preço equivalente de cento e vinte e cinco euros, recebido nessa data, a restante metade a Fernando da Rosa Pereira, NIF 137386630, e mulher Maria Vitória Marques, NIF 137386621, nunca tendo sido realizada a respectiva escritura de compra e venda; Que tomaram conhecimento que o vendedor faleceu, e desde essa altura que não conseguem localizar e determinar quem os actuais proprietários/herdeiros, pelo que não lhes é possível nos dias de hoje, formalizar o referido contrato verbal, e assim não possuem título que lhes permita registar na citada Conservatória do Registo Predial, a totalidade do identificado prédio, embora sempre tenham estado na detenção e fruição do mesmo, durante mais de vinte anos, e detenção e fruição estas adquiridas e mantidas sem qualquer oposição e ocultação, ou seja, de modo a poderem ser conhecidas por quem pudesse ter interesse em contrariá-las; Que tal posse assim mantida e exercida, o foi em nome e interesse próprios e traduziu-se em factos materiais conducentes ao integral aproveitamento de todas as utilidades da do prédio em causa, nomeadamente, roçando mato, podando as oliveiras e pagando os impostos a ele devidos; Que esta posse por ter sido sempre pacífica, pública, contínua e durante mais de vinte anos, facultou-lhes a aquisição por usucapião do direito de propriedade do referido prédio, direito esse que pela sua própria natureza não pode ser comprovado por qualquer título formal extrajudicial. Nestes termos, e não tendo qualquer outra possibilidade de levar a totalidade do direito de propriedade ao registo, vêm justificá-lo nos termos legais. Está conforme o original. Cascais, Cartório Notarial, oito de Março de dois mil e dez. O Notário Luís Alvim Pinheiro Belchior Jornal da Batalha, ed. 236 de 17 de Março de 2010
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Emília Moniz 86 anos 02-11-1923 - 13-03-2010 Rio Seco – Reguengo do Fetal – Batalha Suas filhas, Alzira e Ofélia Gordinho Carreira, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm muito reconhecidamente agradecer todas as manifestações de carinho para com eles nesta altura de profunda dor e sentimento de perda. Agradecem ainda a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que descanse em Paz. Por fim, um agradecimento muito especial ao CPAReguengo do Fetal por todo o carinho, profissionalismo e atenção com que sempre a trataram. A todos, bem-haja. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
Maria Isabel Jesus Simões Egrand 08-03-1958 - 27-02-2010 Arneiro – Batalha - França Seu marido, filha e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como era seu desejo, vêm muito reconhecidamente agradecer todas as manifestações de carinho para com eles nesta altura de profunda dor e sentimento de perda. Agradecem ainda a todos aqueles que acompanharam o seu querido familiar até à última morada, esperando agora que descanse em Paz. A todos, bem-haja.
Cartório Notarial da Batalha Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas cinquenta e seis a folhas cinquenta e oito, do livro cento e cinquenta e nove – B, deste Cartório. José Magno Ferreira Vieira, NIF 165806192 e mulher Olinda de Ascensão Oliveira Vieira, NIF 138725098, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia e concelho da Batalha, ela da freguesia de Vermoil, concelho de Pombal, residentes no lugar de Casal do Alho, Batalha, declaram, que o outorgante marido com exclusão de outrem, se declara dono e legítimo possuidor do prédio rústico, composto terra de cultura e oliveiras, com a área de dois mil seiscentos e cinquenta metros quadrados, sito em Casal do Alho, freguesia e concelho da Batalha, a confrontar de norte com serventia, de sul com Joaquim Sousa Moreira e outro, de nascente com Jaime Silva Santos e do poente com José Moreira Guerra, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, e inscrito na matriz predial em nome do justificante marido, sob artigo 10.257, com o valor patrimonial, para efeitos de IMT de € 2.504,30. Que adquiriu o referido prédio no ano de mil novecentos e sessenta e oito, à data solteiro, maior, por doação verbal de seus pais Luís Vieira e mulher Júlia da Conceição Ferreira, residentes que foram no referido lugar de Casal do Alho, sem que no entanto ficasse a dispor de título formal, mas desde logo, entrou na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela doação verbal, possui o identificado prédio, em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, o primeiro outorgante, adquiriu o identificado prédio por usucapião. Está conforme o original. Batalha, dez de Março de 2010. A funcionária com delegação de poderes Assinatura ilegível Jornal da Batalha, ed. 236 de 17 de Março de 2010
Funerária Santos & Matias, Lda. Telefone 244 768 685/244 765 764 967 027 733
E-mail: fune_santosematias@sapo.pt
Estrada de Fátima, nº 10 B 2440-100 Batalha
Óbitos Luís Filipe Santo Vala, 22 anos, solteiro, filho de Joaquim Luís Silva Vala e de Ilda Maria da Costa Santo Silva Vala, natural e residente em Tojal de Cima, Porto de Mós. Faleceu no dia 24 de Fevereiro, em Peniche e foi a sepultar no cemitério de Tojal. Maria Júlia Moita de Aguiar, 90 anos, viúva de António Ferreira Brito, natural da freguesia de Batalha e residia em Casais d’Além, Calvaria de Cima. Faleceu no dia 25 de Fevereiro, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Calvaria de Cima. Emília de Oliveira, de 69 anos, casada com António de Jesus Moreira, natural da freguesia da Batalha e residente em Rebolaria, Batalha. Faleceu no dia 28 de Fevereiro, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Batalha. Pedro Rodrigues Barbosa da Silva, de 90 anos, viúvo de Maria Marques da Silva, natural da freguesia de Cacia, Aveiro e residia em Cruz da Areia, Leiria. Faleceu no dia 2 de Março, no Lar Vida, em Fátima e foi a sepultar no cemitério de Leiria. Manuel Menezes da Silva, de 68 anos, casado com Ana Maria Ramos, natural de Cortes, Leiria e residia em Cortes. Faleceu no dia 8 de Março, no Centro Hospitalar de Coimbra, Covões e foi a sepultar no cemitério de Cortes. Emília Moniz Carreira, de 86 anos, viúva de Manuel Gordinho Carreira, natural da freguesia de Reguengo do Fetal e residia em Rio Seco, Reguengo do Fetal. Faleceu no dia 13 de Março, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Torre. Maria Iria Caseiro Gomes, de 71 anos, viúva de António da Encarnação dos Reis, natural da freguesia de Reguengo do Fetal e residia em Rio Seco. Faleceu no dia 14 de Março, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Torre. Justino Ferreira, de 74 anos, casado com Silva do Céu Machado Guerra, natural da freguesia de Semide, Miranda do Corvo e residia em Batalha. Faleceu no dia 14 de Março, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Batalha. Joaquim Amaro Monteiro, de 58 anos, casado com Maria Isabel Franco Monteiro, natural da freguesia de Batalha e residia em Alcanadas. Faleceu no dia 17 de Março, no Hospital de Santo André, em Leiria e foi a sepultar no cemitério de Alcanadas.
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Marรงo 2010
Jornal da Batalha