PORTE PAGO
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W Especial
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“Golpilhas” lutam pelo título nacional em futsal
Tasquinhas e animação nos festejos de São Pedro
Equipa da Golpilheira está entre as quatro maiores do país e luta pela liderança
Em Porto de Mós, gastronomia e animação de mãos dadas
Quim Barreiros versus Fernando Rocha
Pároco condenou humorista e absolve cantor
| DIRETOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XXII nº 263 | Junho de 2012 |
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Nova creche nasce ainda este ano e custa 500 mil euros W pág. 6
QUIOSQUE DA BATALHA De José Manuel Matos Guerra
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Wpág. 8 Santamaria atuam nas comemorações do Reguengo do Fetal É um fim de semana gordo de atividades na freguesia e paróquia que assinala 500 anos
Wsuplemento Confira a mais recente edição do jornal escolar “AlfaBeto”
Ídolos da canção portuguesa nas Festas da Batalha 2012 Afinal, as festas que estiveram em risco de perder a dimensão de outros tempos, adotam um figurino diferente mas asseguram os nomes grandes da música do nosso país. A Câmara da Batalha assegura
a manutenção de festejos que se deverão prolongar por cinco dias, agora com entradas pagas. Tony Carreira é praticamente certo no cartaz e Pedro Abrunhosa é uma forte possibilidade.
O jornal do Agrupamento de escolas da Batalha chega-lhe agora através do seu mensário. Para ler e guardar.
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Opinião Espaço Público
junho 2012
Jornal da Batalha
Baú da Memória Onde é hoje a Praça 14 de Agosto Já há anos publiquei nesta secção uma outra fotografia da primeira feira de gado que se fez na que é hoje a praça 14 de Agosto de 1385 e que durante muito tempo foi conhecida por “praça nova”. Adquirida pela Câmara Municipal nos finais dos anos 30 ou princípios de 40 do século XX, passou a ser um novo e amplo espaço da Vila onde primeiro se realizaram feiras, a do gado para ali transferida
do “Rossio”, agora largo de Goa, Damão e Diu (as antigas possessões portuguesas na Índia), e mais tarde ocupada por edifícios, tendo há pouco beneficiado de obras que lhe proporcionaram o agradável aspecto que tem e a tornaram mais funcional. Como se vê na imagem, há 70 anos era enorme a quantidade de gado que se transacionava e esta feira extremamente concorrida por gente de toda a região.
É interessante verificar que por aquela altura se empreendeu, com este novo espaço, uma tentativa de alargamento da Vila, então confinada à cintura das casas que rodeavam o Mosteiro. Pouco antes, uma pequena parcela da Cerca passara também para o Município: o pequeno parque arborizado e mais alguns metros a norte e leste do monumento, altura em que a preciosa grilhagem de calcário,
hoje muito danificada, foi trasladada do jardim do terreiro conventual para o local onde está, marco de separação entre o que D. Júlia Charters Crespo cedera ao Turismo/Câmara e o que havia de deixar ao Seminário de Leiria. Parte dos cabeços em volta da Vila ainda estavam vazios de casario. José Travaços Santos
L Cartas
Instalações da Segurança Social na Batalha Dizia-me há dias, uma munícipe ilustre do Concelho: “venho transmitir-lhe o meu profundo desagrado com a qualidade das instalações para atendimento dos utentes da Segurança Social na Batalha. As mesmas, não só são de difícil acesso (escadas estreitas), como têm um intenso cheiro a mofo/bafio, uma humidade intensa no ar, o que para doentes de foro respiratório, como é o meu caso, se torna desencadeador de crises alérgicas (asma). Uma palavra de apreço para os dois funcionários, que tentam no meio daquele mau ambiente, prestar um atendimento digno”. Esta munícipe dizia ainda: “Caso assim o pretenda, faça chegar estas minhas palavras a quem possa alterar estas indignas condições de trabalho e acolhimento/ atendimento”. Sem dúvida que estas condições são desumanas. Passo a enumerar as minhas diligências ao longo de mais de quatro anos: No dia 2/10/2008, enviei um fax ao Diretor do Centro Distrital
Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Diretor Carlos dos Santos Almeida (C.P. nº 2830)
de Segurança Social de Leiria, dizendo que o Serviço Local da Batalha (propriedade da segurança social), não tinha acessibilidades para deficientes e não era digno para o exercício da atividade. Existiam e existem (ainda hoje, conforme pode comprovar se se deslocarem à Batalha), cheiros nauseabundos, insuportáveis, as instalações são pequenas, não existe sala de espera, existia lenha nas escadas e existiam cães e outros animais que provocavam cheiros desagradáveis. Já naquela data solicitava uma resposta e se possível urgente. No dia 4/12/2008, o Sr. Diretor da Segurança Social de Leiria, respondeu-me por fax dizendo: “pelo presente, informo V. Ex. ª., que, em relação às questões suscitadas no v/ fax de 2008/10/02, o problema está sinalizado, não tendo sido ainda encontrada solução, apesar de se terem desenvolvido esforços nesse sentido. Mais informo que estão a ser feitas novas diligências no sentido
de se procurar alternativa às atuais instalações, em colaboração com a Câmara Municipal da Batalha”. No dia 11/08/2010, por fax enviado ao Sr. Diretor da Segurança Social de Leiria, voltei a chamar á atenção para o facto de ainda nada ter sido resolvido. Apelei novamente para o facto de não existirem condições de acesso para deficientes. Informei que muitas pessoas de concelhos limítrofes, Porto de Mós e Leiria, se deslocavam a estes serviços diariamente. São muitas por mês, as pessoas que passam nestas instalações. De salientar que estes serviços locais da Segurança Social recebem mais de €1,2 milhões/ano. Apelava, nesta altura para a preocupação de querem retirar estes serviços do Concelho da Batalha. De acordo com diversas conversas havidas, só o esforço e a dedicação destes inigualáveis funcionários é que estas instalações ainda se encontram na Batalha. Decerto que não deve ser intenção da Segurança So-
Redatores e Colaboradores Armindo Vieira, Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Teresa Santos (962108783)
cial retirar estes serviços de atendimento? No dia 12/08/2010, o Exmo Sr. Diretor, Fernando Gonçales, respondeu-me por fax o seguinte: ..registo com apreço o seu gesto de cidadania vertido no fax que amavelmente me endereçou. Concordo em absoluto com a preocupação do Sr. De facto, já tivemos uma solução em cima da mesa, sugerida pelo Sr. Presidente da Câmara que tudo tem feito para ajudar a Segurança Social a resolver este problema. Reunimos com o Presidente da Loja do Cidadão e acertamos a criação de uma Loja do Cidadão em edifício junto ao Mosteiro. Acontece porém que o GESPAR (hoje IGESPAR) não autorizou pelo que tivemos que recorrer a um espaço alternativo por arrendamento, no centro da Vila. O senhorio, Sr. Crespo, veio a desistir da intenção de arrendamento o que inviabilizou, também essa solução. Neste momento continuamos empenhados em
Redação e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:
encontrar uma nova solução que passará, eventualmente pela criação de uma Loja do Cidadão em espaço alternativo. Estas são as informações de que disponho até ao momento”. Em resposta a este fax, no dia 13/08/2010, informei o Sr. Diretor da Segurança Social, da existência na Batalha de instalações novas, excelentes, junto da Conservatória e dos Bombeiros da Batalha. São escritórios com área de 70 a 150 m2. Informei ainda quem era o proprietário. Sei que foram efetuadas diligências por parte da Segurança Social e que foi contatado o respetivo dono. Até hoje não obtive qualquer resposta. Ultimamente enviei este pedido a Sua Excelência o Ministro da Solidariedade e Segurança Social, Exmo. Sr. Doutor Pedro Mota Soares. Venho mais uma vez, por esta via, solicitar ao Presidente da Câmara da Batalha, Segurança Social de Leiria e ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social que seja resolvida esta si-
Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos) Depósito Legal Nº 37017/90 Insc. no SRIP da I.C.S. sob o nº 114680 Empresa Jornalística Nº 217601 Produção Gráfica Semanário Região de Leiria Rua D. Carlos I, 2-4 - 2415-405 Leiria-Gare Apartado 102 - 2401-971 Leiria Telef.: 244 819 950 - Fax 244 812 895
tuação, para bem de todos o munícipes do Concelho e para que os Serviços de Atendimento de Segurança Social na Batalha não sejam encerrados, para que não tenhamos que nos deslocar para outros locais. Seria uma boa prenda para estes dois excelentes e simpáticos colaboradores, ou outros que venham a existir, que tão bem desempenham as suas funções na Batalha. Estamos em junho de 2012 e nada foi feito. Será que estão à espera que os funcionários da Segurança Social na Batalha aceitem ir para Leiria? Será que estão à espera que algum dos excelentes funcionários, entre com um atestado para depois dizerem que não tem pessoal e por isso serem obrigados a encerrar? Será que o Concelho da Batalha, em crescimento e onde muitos munícipes não tem meio de transporte, não merece instalações da Segurança Social mais dignas? António Caseiro Mestre em Fiscalidade
Impressão: Diário do Minho, Lda. Tiragem 3.000 exemplares Assinatura anual (pagamento antecipado) 10 euros Portugal ; 20 euros outros países da Europa; 30 euros resto do mundo.
Jornal da Batalha
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Atualidade Batalha
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“O Paulo Assim vive das memórias do Paulo Carreira” m Paulo Assim é o pseudónimo de Paulo Carreira. Nasceu em 1965, na aldeia de Casais de Além, freguesia de Calvaria de Cima, concelho de Porto de Mós. Habita na vila da Batalha e é desenhador de moldes. Profissão que, explica “requer muito esforço mental e muita disciplina; sobretudo, tem-me ensinado que a persistência é um valor acrescido, e que há sempre uma solução para qualquer problema”. Paulo Assim recebeu diversos prémios literários nas modalidades de conto e poesia. Já publicou “A Quinta-feira dos Pássaros”, (prémios Paul Harris 2005 (Faro) e Gaspar Fructuoso 2009 (Açores); “Celulose” (poesia: prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres em 2010) e ainda “Mão sobre os olhos” ( prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres em 2011). Recebeu o prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, 13ª edição, também em 2011, com o livro “Retrato a sépia” e já este ano venceu o prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal – contos. O que é que levou Paulo Carreira, desenhador de moldes, a decidir ser Paulo Assim o escritor? Foi um percurso natural e normal, muito ligado ao prazer da leitura. Digamos que o escritor já existia antes do desenhador. Sempre escrevi diários até certa idade e até um livro de aventuras quando me senti capaz de o fazer. O escritor para ser escritor não precisa de publicar, ao escritor basta-lhe escrever e algo me diz que é uma necessidade interior de aprisionar no papel as ideias e os sentimentos e tudo o resto que lhe vai passando pela vida. Digamos que é um vírus benigno que o atormenta. Quer dizer, benigno se conseguir conviver com ele. Há muitas diferenças entre Paulo Carreira e Paulo Assim? Não muitas. Tanto um como o outro têm uma relação de simbiose. O Paulo Assim vive das memórias do Paulo Carreira. O que acontece é que o Paulo Carreira, falando concreta-
mente da escrita, não disponibiliza muito do seu tempo ao outro, o escritor. O que é que o inspira? Para já, a infância. A infância, a pré-juventude que se segue e tudo o que está ligado ao passado, aquele desejo de retorno a épocas que não voltam mais, tradições e brincadeiras que se perderam, voltar à época da inocência, onde tudo nos parecia (e era) mais bonito e onde até um carreiro de formigas nos dava vontade de passar a tarde sem pôr os pés em casa. E roubar nêsperas com os colegas, mergulhar nos pequenos rios, mil e uma coisas que precisam de ser escritas, porque a memória não basta. Na verdade, e digo eu, apenas o passado existe. O presente é qualquer coisa de irreal, devido à velocidade do tempo (o que acabei de dizer já é passado) e o futuro é uma teoria. Daí me sentir muito bem no meio de uma feira de velharias ou antiguidades, ou dentro de uma casa antiga, onde to-
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dos os objetos emanam uma espécie de vida suspensa e desse modo, também, a tal inspiração. Há algo de autobiográfico nos seus livros, ou consegue separar a sua “realidade” daquela em que nascem as suas personagens? Há bastante. Em «A quinta-feira dos pássaros», apesar de ser um romance com muita invenção à mistura, não consegui pôr as memórias de lado. Nicolau, o personagem de onze anos que vai tomando consciência de uma certa mudança que está para chegar em Abril de 74, tem muito de mim: digamos que tem a minha consciência e o meu olhar. Nos livros de poesia «Retrato a sépia» e «Mão sobre os olhos» acontece o mesmo: mergulho no passado e na idade da inocência com muita facilidade. Talvez seja um sentimento de rejeição do conceito de morte. Nos últimos anos tem colecionado vários prémios com
as suas obras. Foi uma surpresa ou acreditava que isso mais cedo ou mais tarde viria a acontecer? Nunca pensei nisso muito a sério. A verdade é que a sorte dá muito trabalho, como se costuma dizer. É preciso, sobretudo, acreditar naquilo que se faz e ser persistente. A partir daí, as coisas vão acontecendo naturalmente. Que significado atribui a estes prémios? O do reconhecimento, sobretudo isso. É muito bom receber mensagens de parabéns e de contentamento, saber que há pessoas do Norte ou do Algarve ou dos Açores que me escrevem a dizer que ficaram maravilhadas com a minha escrita e com aquilo que transmito. Por outro lado, é uma responsabilidade muito grande provocar bons sentimentos nas pessoas: vão sempre querer mais, o que é normal, e o escritor Paulo Assim pode não estar à altura…
É natural de Calvariade Cima, mas vive na Batalha. Foi uma escolha acertada essa mudança? Às vezes penso que sim, outras vezes penso que não. A Batalha tem muito boa qualidade de vida, e isso até é ou já foi reconhecido a nível nacional, no entanto a sua dinâmica cultural está longe de me agradar. Bem sei que a cultura sempre foi o parente pobre dos outros sectores, e a Batalha não é uma cidade, mas acrescento um «mas»… Relativamente a eventos, deviam apostar mais nos artistas locais e da região, em vez de os irem buscar a centenas de quilómetros a preço de ouro só com a desculpa da qualidade… A paisagem e a vivência batalhense, o incontornável Mosteiro, influenciam a sua escrita? De que maneira? Não, por enquanto não. Mas o mosteiro é sem dúvida uma fonte inesgotável para a escrita, haja quem lhe pegue. Para mim, está muito acima da minha fasquia.
Como organiza a sua vida profissional e pessoal para encontrar tempo para escrever? Isso é complicado. Normalmente tiro algumas horas durante a noite, depois de jantar. O ideal seria um refúgio de eremita, onde só se ouvem o vento e os pássaros, mas isso não é possível. Quando escrevi o romance, abdiquei quase do Verão – adeus praia, ondas, azul do céu, gaivotas – para ficar fechado entre quatro paredes e ter o computador como companhia. Se valeu a pena? Com certeza. Já está a preparar um novo livro? O que nos pode dizer sobre ele? Não propriamente. Tenho-o na cabeça, e o mais difícil é mesmo começar. De resto estou sempre a escrever poesia, que depois junto, altero aqui, altero ali, e formo um livro pronto a seguir para a odisseia dos concursos – que é a única maneira que vislumbro de conseguir publicar.
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Batalha Atualidade
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Jornal da Batalha
Atualidade
Investimento de meio milhão de euros faz nascer nova creche ainda este ano m A Junta de Ação Social vai avançar com a construção de uma nova creche este ano. Trata-se da nova Creche Mouzinho de Albuquerque
Representa um investimento na ordem dos 500 mil euros e apenas aguarda a conclusão do processo burocrático para avançar. A Junta de Ação Social da Diocese de Leiria-Fátima vai avançar com a construção de um edifício de
raíz para a reinstalação da creche. A nova infraestrutura terá capacidade para 84 utentes e será edificada na rua Cerca Conventual, na vila da Batalha, muito próxima da zona envolvente da área desportiva da vila, num lote de terreno com a área de 1300 metros quadrados, ocupando esta a área de 706 metros quadrados, avança a direção. Os responsáveis da Junta de Ação Social referem que “a atual creche funciona num edifício muito antigo que não oferece boas condições de segurança aos utentes e fun-
p A nova infraestrutura vai substituir as atuais instalações cionários”. O objetivo da direção passa por concluir a obra ainda este ano. Quanto à estrutura orgânica o novo edifício,
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avança a Junta de Ação Social, “terá um único piso térreo, com 31 divisões distribuídas de acordo com os requisitos da legislação em vigor para a resposta social a que se destina”. Adiantam ainda os responsáveis da instituição que “entre outras, apresenta um hall de entrada / zona de receção das crianças e distribuição com área generosa. À direita funcionarão os berçários e as Instalações Sociais (IS) de apoio ao público em geral. À esquerda teremos a área administrativa e de direção técnica”. No que se refere à zona interior do edifício “mesmo
lado do berçário vamos ter as restantes salas 12/24 meses e 24/36 meses, todas elas com áreas muito significativas. As IS de apoio encontram-se próximas destas salas sendo que uma IS dará apoio a duas salas estando estas dimensionadas e apresentando as peças sanitárias em número suficiente para os fins a que se destinam”. Ainda de acordo
com o projeto, “a cozinha está dimensionada para o número de refeições necessárias para a população do equipamento, apresenta sentido de marcha em frente com as diferentes zonas bem definidas. Quanto ao espaço para os funcionários, este encontra-se localizado na zona de serviço com acesso direto para a cozinha e lavandaria”.
s registo A nova infraestrutura terá capacidade para 84 utentes e será edificada na rua Cerca Conventual, na vila da Batalha, muito próxima da zona envolvente da área desportiva da vila
Brevemente novas instalações em Moinho Novo, Cortes, Leiria
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Jornal da Batalha
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Atualidade Batalha
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Pároco condenou Fernando Rocha e absolveu Quim Barreiros m Pode o conhecido
tar e maldizer da nossa literatura, é um modo de ser do português”. Além do mais, adianta, Quim Barreiros cortou certas músicas do espetáculo e “ouvi o espetáculo todo e não ouvi nenhuma asneira nem foi malcriado”. O religioso adianta ainda que caso a paróquia tivesse de pagar pelo espetáculo, não iria contratar Quim Barreiros, mas esta atuação foi oferecida à paróquia. Em suma, resume José Gonçalves, Quim Barreiros teve “um certo cuidado e não cantou nada que pudesse chocar, não se ouviu nada disso, nada que pudesse escandalizar ninguém”.
artista Quim Barreiros integrar um cartaz de um festejo religioso? Aparentemente sim. Mesmo que o pároco responsável tenha pautado a sua atuação, no passado, pela crítica a espetáculos que infligem a regra do “politicamente correto”? A resposta parece ser igualmente afirmativa.
Efetivamente, a inclusão de Quim Barreiros no cartaz das festas da Santíssima Trindade, que decorreram na Batalha de 2 a 4 de junho, aguçou a curiosidade e espicaçou comentários. Na memória de muitos estavam ainda as críticas que o pároco José Gonçalves tinha efetuado ao espetáculo, laico, promovido em maio de 2006. Na altura, a linguagem do humorista Fernando Rocha, que como bem se sabe muito fica a dever ao português corrente,
motivou as críticas. A crítica veio expressa no boletim “Ecos do Domingo”, da responsabilidade da paróquia liderada pelo padre José Gonçalves e distribuído na missa do domingo seguinte ao evento. Assim, no boletim de 21 de Maio, um texto intitulado “A Batalha merece melhor”, disparou violentas críticas ao evento e sobretudo ao espetáculo do humorista. A atuação de Fernando Rocha aconteceu no final de tarde de dia 14 de Maio de
2006, no recinto da “Tuning Party”, junto ao Pavilhão Multiusos e as escassas dezenas de metros da residência paroquial. “Não sei se lá estariam senhoras, mas creio que não. Se estivessem, só tinham uma atitude: pegar no dito sujeito e enfiar-lhe a cabeça num bidom de lixívia… Para uma língua daquelas, não conheço outro remédio”, referia o texto publicado no boletim paroquial. O tom crítico era dirigido ao humorista, descrito como “malcriado,
s registo Como é habitual, durante os festejos foram distinguidas as oferendas melhor consideradas pelo juri. Deixamos a lista de premiados: 1.º Prémio – Carlos Silva Patrocínio – Jardoeira; 2.º Prémio – Rancho Rosas do Lena – Rebolaria; 3.º Prémio – Artur Jorge Monteiro – Golpilheira; 4.º Prémio – Alberto Sousa Moreira – Rebolaria; 5.º Prémio – Maria Emília Jordão – Arneiro]
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com uma língua mais suja que as águas de certos rios no verão”. Seis anos mais tarde, a paróquia acabou por integrar em festejos religiosos o conhecido cantor Quim Barreiros. O espetáculo decorreu a escassos metros da residência paroquial. O Jornal da Batalha questionou o pároco sobre a natureza do evento, atendendo às críticas do passado. José Gonçalves, contudo, considera que Quim Barreiros levou ao palco um espetáculo que
não inflige as regras da boa moral. O autor de sucessos como “Chupa Teresa” e de “Tomates no pito” – alguns dos sucessos que se ouviram no palco do largo junto ao salão paroquial - falou antes do espetáculo com o padre. “Falei com ele pessoalmente e disse-lhe para ter algum cuidado. E pelo que conversei percebi que é alguém educado e de respeito”, refere o pároco. José Gonçalves entende que o estilo de Quim Barreiros se integra num estilo de “can-
PARTICIPAÇÃO POPULAR. A verdade é que o recinto do largo onde decorreram as festas, estava repleto durante o espetáculo de Quim Barreiros. À medida que o cantor desfiava os seus sucessos, cheios de segundos significados com clara conotação, trocavam-se olhares cúmplices e sorrisos. Nada que não seja comum num espetáculo de Fernando Rocha. Mas a participação popular não se ficou por aqui. As Festas da Santíssima Trindade voltaram a encher as ruas da vila da Batalha com o colorido que lhes é característico. A tradição está enraizada e mais uma vez esta demonstração de religiosidade contou com uma extensa participação da população. É, afinal, a maior tradição de cariz religioso da Batalha e de 2 a 4 de junho, a crença dos fiéis da paróquia foi visível, com o desfile colorido e cheio de engenho popular que sempre caracterizaram estes festejos.
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Batalha Atualidade
Mosteiro alia teatro à visita
O Mosteiro da Batalha pode ser explorado, revivendo as histórias que encerra. Essa é a ideia da direção do monumento em parceria com o ator Tobias Monteiro. A 1 de junho, diversas crianças de escolas da Batalha, ajudaram o ator a recriar a história de D. Felipa de Lencastre e da ínclita geração. O que começou como leitura de uma história, acabou por desembocar, poucos minutos depois, na teatralização da narrativa por parte dos mais pequenos que se vestiram com trajes da época. “Pretende-se despertar a ideia de que criar pode passar por eles”, explica Tobias Monteiro. Este foi um ensaio para uma nova valência que se pretende acrescentar ao serviço educativo do monumento. “Queremos dinamizar a oferta educativa para as escolas da região e não só”, explica, admitindo a realização de atividades direcionadas a outros escalões etários, já em setembro. A falta de verbas estatais e a consequente necessidade de contar com o apoio das empresas locais é a pedra de toque para o sucesso deste projeto levado a cabo pela associação cultural “Kind of black box” de que Tobias Monteiro, natural da Batalha, é vice-presidente. “Queremos reunir o apoio de entidades privadas, para que a comunidade beneficie destes serviços”, refere.
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Entradas pagas garantem cartaz “gordo” nas Festas de Agosto m Os receios de um lento definhar das Festas da Batalha parecem já não ter fundamento. Um novo figurino deverá assegurar a edição deste ano e abrir portas para edições futuras]
Depois de muito se ter especulado quanto ao futuro das Festas da Batalha, festejos maiores do concelho da Batalha que há mais de meio século se realizam em agosto, eis que surge um novo figurino que parece assegurar a edição deste ano e marcar o futuro das festas. Ao contrário do que acontecia até aqui, os espetáculos musicais vão decorrer no antigo campo de futebol da Batalha, sendo as entradas pagas com preços ainda a definir. Tony Carreira é um dos nomes já tidos como certos no cartaz, sendo Pedro Abrunhosa uma das fortes possibilidades em equação, apurou o Jornal da Batalha. António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, adianta para já poucos pormenores sobre o alinhamento daquilo que deverão ser cinco dias de festejos (de 11 a 15 de agosto, tudo indica). Explica ainda assim que se ultimam con-
tactos, não confirmando a possibilidade de Tony Carreira integrar o cartaz – ainda que esteja a decorrer o procedimento que possa formalmente assegurar a participação do canto -, mas escusandose a confirmar o nome de Pedro Abrunhosa. O autarca prefere alongar-se em comentários ao cartaz apenas quando este estiver formalmente fechado. Ainda assim, é dado como certo que os espetáculos decorrerão no campo de futebol, com entradas pagas. O contexto não se alterou. A autarquia aposta numa estratégia de redução de custos, e António Lucas assegura que a verba a despender pelo município este ano ficará muito aquém dos mais de 100 mil euros de orçamento que marcaram as festas no passado. As finanças dos municípios já não se compadecem com este tipo de gastos, atendendo à queda da receita e à apertada legislação – nomeadamente
a Lei dos Compromissos – que o impedem. Como já tinha sido tornado público, a Gala Internacional de Folclore deverá regressar também este ano, bem como as atividades comemorativas do dia do município, a prova de atletismo e o encontro de emigrantes. Para já, a aposta da Câmara da Batalha parece passar por assegurar as festas com a dimensão do passado, in-
troduzindo os ingressos pagos, ajudando a suportar os custos, numa estratégia que alia ainda uma forte pressão negocial para garantir investimentos mais reduzidos na composição do cartaz. Assim, tudo indica que não foi o ano de 2012 que marcou o fim de uma tradição que sempre se vinha repetindo na vila. Agosto, tudo indica, continuará a ser sinónimo de festa, mesmo com crise.
sCrise cancela projetos Os projetos de criação da Casa da Juventude da Batalha, da Residência para Investigadores e o novo Arquivo Municipal, são vários projetos que a Câmara da Batalha suspendeu, consequência do atual contexto económico. Há fortes constrangimentos ao investimento, sendo que a abertura desses novos serviços acarretaria um acréscimo da despesa corrente e a contratação de novos funcionários. Algo que não pode acontecer por imposição legal, explica o presidente da Câmara da Batalha, António Lucas.
Jornal da Batalha Pais rejeitam encerramento da escola da Torre
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Batalha enviou um abaixo-assinado com mais de oitenta assinaturas à Direção Regional de Educação de Leiria, contestando os planos de encerramento da EB1 do Reguengo Fetal/Torre e respetivo jardim-de-infância. Os encarregados de educação reclamam que “enquanto não forem criadas as condições necessárias à transferência dos alunos para unidades educativas com melhor oferta de condições, se mantenha em pleno funcionamento as referidas escolas”. O eventual encerramento, no próximo ano letivo, é igualmente contestado pelo Conselho Geral do Agrupamento de Escolas da Batalha que, entre outros argumentos, considera não estarem assegurados os pressupostos necessários para a transferência de alunos, “nomeadamente ao nível da qualidade superior dos estabelecimentos escolares alternativos ou assegurado o transporte escolar para os alunos envolvidos”. Aliás, o parecer negativo por parte daquele órgão foi igualmente enviado pelos encarregados de educação aos responsáveis da DREC. A associação de pais recorda ainda que a Assembleia Municipal da Batalha se pronunciou contra o encerramento das escolas em junho de 2010. Entretanto, o Conselho Municipal de Educação também já rejeitou o encerramento.
António Caseiro Pós Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade Mestre em Fiscalidade Centro Comercial Batalha, 1º Piso, Esc 2, Ediİcio Jordão, Apartado 195, 2440-901 Batalha Telemóvel: 966 797 226 • Telefone: 244 766 128 • Fax: 244 766 180 • Site: www.imb.pt • e-mail: imblda@mail.pt
Jornal da Batalha
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Portagens na A19 podem vir a ter descontos m O número de veículos circulam na via continua a ser um segredo bem guardado. Mas o governo abre portas a descontos na A19. Permanece uma incógnita o volume de trânsito que circula na A19, autoestrada que funciona como variante ao IC2, entre São Jorge e Leiria. No último relatório referente ao tráfego nas autoestradas portuguesas, divulgado recentemente pelo INIR- Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias, os dados sobre esta via continuam a não figurar. Muito embora a divulgação desta informação seja uma obrigação legal, o número de veículos que lá circulam permanece um segredo bem guardado. Da mesma forma, os pedidos de informação levados a cabo no início de maio pelo deputado do PSD, Paulo Batista dos Santos, e que solicitam ao governo informação sobre o tráfego na autoestrada e os consequentes
impactos do trânsito do IC2 junto ao mosteiro, estão igualmente sem resposta. Ainda assim, de acordo com aquele parlamentar natural da Batalha, que reuniu com o secretário de Estado Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, no passado dia 13, o governo admitiu a possibilidade da adoção de descontos no preço das portagens em determinados horários para todas as classes de veículos, bem como descontos permanentes para os veículos pesados. O objetivo passa por conseguir aumentar o tráfego naquela via, desviando o trânsito da zona do Mosteiro da Batalha, monumento que é gravemente afetado pela trepidação e poluição causada pelos veículos que circulam a poucas centenas de metros de distância. O deputado acrescenta que o governo manifestou disponibilidade para estudar a criação de um nó de acesso do IC9 à A1. Uma obra que, a concretizar-se, facilitaria o acesso da população de São Mamede ao IC9.
Telmo Ferreira concorre ao PS Telmo Ferreira, jovem empresário da Golpilheira será, tudo indica, o novo líder da estrutura local concelhia do Partido Socialista. O ato eleitoral decorreu dia 15 de junho, já depois do fecho desta edição e ao que o Jornal da Batalha apurou, Telmo Ferreira terá sido candidato único para liderar o secretariado local do PS. De resto, a generalidade de órgãos locais concelhios do distrito foram sujeitos a eleições dia 15 de junho, à semelhança do que sucedeu na estrutura distrital do partido.
Recorde-se que Telmo Ferreira chegou a integrar as listas de candidatos a deputados nas últimas eleições legislativas, muito embora em lugar não elegível, enquanto candidato suplente.
Atualidade Batalha
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GNR apanha cinco a roubar pedreira Foi ao final da tarde de dia 4 de junho que a GNR apanhou em flagrante cinco homens que estavam a levar a cabo um furto numa pedreira desativada em Reguengo do Fetal. “A presença duma viatura sem ocupantes junto da Pe-
dreira, levou a patrulha da GNR a duvidar de possível conduta ilícita e no sentido de apurar as suspeitas, esta deslocou-se ao interior de um complexo da referida Pedreira e apanhou em flagrante delito cinco indivíduos a furtar metais e
motores elétricos”, explica a GNR em comunicado. Os supeitos de imediato fugiram a pé. A patrulha da Batalha da GNR pediu auxílio a outras patrulhas e foram detidos quatro dos cinco suspeitos. São quatro homens, com 24,25,28 e 34
anos, nacionalidade portuguesa, residentes do distrito de Santarém, tendo sido constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência, revela a GNR que garante que o suspeito a monte está já identificado.
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Santamaria abrem fim de semana de comemorações no Reguengo m Um concerto, conferências e um novo monumento, marcam mais uma etapa nas comemorações dos 500 anos de paróquia e freguesia p Manuela Galhardo entrega o certificado à vereadora da Cultura A banda Santamaria vai estar em concerto no Reguengo do Fetal, um evento integrado nas comemorações dos 500 anos de freguesia e paróquia. As comemorações, como já tem sido divulgado, prolongam-se até ao final do ano, mas dentro de dias contam com um rol de eventos assinalável. Assim, na noite de dia 23, sábado, no adro da igreja do Reguengo do Fetal, decorre o concerto marcado para as 22h30 daquela banda portuguesa de estilo eurodance formada em 1998 que gravou até ao momento uma dúzia de álbuns. Duas horas antes da entrada em palco dos Santamaria, entram em cena as tasquinhas
que prometem possibilitar um jantar com especialidades regionais. Mas as comemorações não se ficam por aqui. No domingo, dia 24, o centro paroquial Nossa Senhora dos Remédios recebe, pelas 14h30, uma conferência proferida pelo professor Saul António Gomes. Às 16 horas vai decorrer uma cerimónia religiosa. A missa será presidida pelo bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto. Pelas 18 horas está agendada a inauguração de um monumento alusivo à efeméride que está a mobilizar a freguesia. Por último, o dia de festa termina com um convívio, no Largo da Fonte, a partir das 19 horas.
Biblioteca distinguida pela UNESCO A Biblioteca Municipal da Batalha integra, desde sábado, dia 9 de junho, a Rede de Bibliotecas Associadas da UNESCO. A distinção foi entregue na XI Feira do Livro e do Jogo da Batalha pela própria Comissária Nacional da UNESCO, Manuela Galhardo que enfatizou o trabalho inequívoco que a Biblioteca da Batalha tem vindo a desenvolver ao nível da promoção da Cultura, dos valores da cidadania e ainda da inovação de alguns projetos implantados no concelho e na região. Criada internacionalmente em 1985, a Rede de Bibliotecas Associadas da UNESCO, visa a promoção da leitura e do livro como ferramentas essenciais para o desenvolvimento do saber, do entendimento e da cooperação internacional. No entender de Manuela Galhardo, ao promoverem o acesso à leitura e à informação, as bibliotecas associadas da UNESCO constituem-se como o meio ideal para a disseminação do conhecimento, desempenhando, por essa razão,
um papel fundamental na difusão da informação e no combate à iliteracia. O facto de a Biblioteca da Batalha registar grande dinâmica e de ter, desde a sua fundação, criado e dinamizado projetos amplamente reconhecidos, como por exemplo, o Biblioclube 24 (máquina que empresta livros 24 horas por dia, 365 dias por ano), os percursos diurnos e noturnos da Biblioteca Itinerante, os diversos projetos de acessibilidade à leitura aprovados pela Fundação Calouste Gulbenkian, as conferências e sessões temáticas realizadas ou a realização da Feira do Livro e do Jogo, são algumas das atividades mais visíveis desta dinâmica, agora reconhecida. Para Cíntia Silva, Vereadora da Cultura do Município da Batalha, a distinção atribuída pela UNESCO à Biblioteca Municipal “é um motivo de orgulho para todos os batalhenses e um sinal claro da dinâmica em prol do livro e da Cultura que esta unidade orgânica do município regista há anos”.
Momentos depois da entrega desta distinção, foram conhecidos os vencedores da edição deste ano do concurso “O fio da memória o conto”, iniciativa da Câmara da Batalha e do Jornal da Batalha. Mais uma vez foram distinguidos vários trabalhos que, em forma de conto, refletem sobre a riqueza histórica e património cultural do concelho. Foi ainda apresentada mais uma edição do livro que reúne os contos vencedores na edição do ano passado. Os vencedores da edição deste ano foram os seguintes: Na categoria - 2º CEB: 1º lugar para o trabalho “O Diário da Batalha” de Ana Sofia Filipe Barros do Agrupamento de Escolas da Batalha. Na categoria 3º CEB o vencedor foi Alexandre José Ferreira Vala, do Colégio de São Mamede com o trabalho “Aventura na Pia do Urso”. Por último, na categoria secundários, venceu o trabalho “História da batalha/Batalha” apresentado a concurso por Pedro Gilberto da Cruz Cerejo.
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Tasquinhas são o ex-libris das festas de Porto de Mós m As festas de São Pedro, em Porto de Mós, já extravazaram o caráter meramente concelhio, atraindo igualmente muitos batalhenses. Fomos conhecer melhor os festejos que arrancam dentro de poucos dias
Gastronomia e animação, complementadas com outras atividades, são os setores mais importantes das Festas de São Pedro deste ano que, de 23 de junho a 1 de julho, se realizam em Porto de Mós. Assim sendo, cerca de duas dezenas de tasquinhas, representando outras tantas coletividades do concelho, são o “chamariz” para estes festejos anuais, que se complementam com muita animação musical em dois palcos colocados no recinto, para o efeito. Para além das bandas locais, atuarão, entre outros, Função Pública, Irmãos Verdades, Quim
p Quim Barreiros Barreiros e Jorge Palma, que encerra os festejos, não esquecendo vários DJ’s. Para além disso, variadíssimas atividades se aliam às tasquinhas para que os visitantes que se desloquem à vila de Porto de Mós durante a semana em que de-
p Jorge Palma correm as festas, tomem conhecimento com algumas das actividades económicas do concelho, assim como o artesanato e o comércio. Distribuídas pelos vários dias haverá ainda provas equestres, futebol, uma corrida de carrinhos de ro-
lamentos e vacadas. MARCHAS POPULARES NA AVENIDA. No dia 28, véspera do dia de São Pedro, terá lugar o habitual desfile das Marchas Populares, que este ano, voltam à avenida de Santo António, dando
cor e alegria aquela artéria da vila, agora com um piso renovado. As marchas apresentam-se também no recinto dos festejos não final da tarde do dia 30. No dia 1 de julho, à tarde será celebrada missa campal no jardim municipal,
seguida de imponente procissão. Após esta celebração terá lugar o habitual festival de folclore de São Pedro, este ano em moldes diferentes, isto é, com a participação dos quatro agrupamentos folclóricos do concelho e, se estes o entenderem com a presença de um grupo convidado. No dia 29, dia de São Pedro, Feriado Municipal, o programa dos festejos pouco difere dos restantes dias, sendo que é equiparado aos fins de semana, com as exposições e as tasquinhas a funcionarem a partir das 12,00 horas.
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Fazer as festas com menos dinheiro O figurino das Festas de São Pedro, de Porto de Mós, mantém-se de há uns anos a esta parte e tudo leva a crer que assim continue, por se entender como uma aposta ganha, como refere o presidente do Fundo Social dos Trabalhadores do Município de Porto de Mós (FSTMPM), Rui Girão. “Estamos a fazer tudo por tudo para que esta seja mais uma aposta ganha”, e mais uma vez “procura-
mos trazer cada vez mais pessoas a Porto de Mós por esta ocasião”. Com o pensamento naqueles que nunca cá vieram “que nos venham visitar” e nos outros que voltem, os portomosenses também não são esquecidos pela organização, como adianta o presidente do FSTMPM “procuramos dar mais uma oportunidade aos portomosenses para que convivam e se reúnam”.
Rui Girão apresenta como a componente que mais pesa na popularidade das festas o sector das tasquinhas, dizendo que “as tasquinhas são aquilo a que poderemos chamar de exlibris das festas” e aquilo que “traz mais pessoas às festas de Porto de Mós”. Depois de salientar o facto das pessoas não dizerem “vamos às festas a Porto de Mós”, mas sim “vamos às tasquinhas de Porto de
Mós”, explica que é “a partir daí que os visitantes irradiam para as restantes atividades que as festas apresentam no seu programa”, quer sejam económicas nas várias vertentes, como exposição comercial e de artesanato, as diversões e os espetáculos, “porque todas elas complementam as tasquinhas”. Em relação ao orçamento disponibilizado para as festas deste ano, o presidente
do FSTMPM, diz que “realmente teve que se fazer um ajustamento na parte financeira”, pois “para trazermos pessoas às festas temos que ter animação e uma animação razoável”. Foi por isso, que a organização não descurou na programação que, “não será inferior ao ano passado”, no entanto, teve que se prescindir de algumas coisas, como por exemplo, “tivemos que reduzir no fogo-de-artifício,
na iluminação, que ficou apenas pelo recinto das festas, e numa ou outra actividade”, o que pode “denotar uma certa timidez nos festejos”, porque se houvesse mais dinheiro, “se calhar teríamos melhores espetáculos e mais atividades”. Mesmo assim “penso que as festas não perderam o brilho já alcançado anteriormente”, rematou.
Turismo da natureza, um sector a explorar Sabendo que a situação económica do país não é boa e o tecido industrial do concelho de Porto de Mós diminuiu substancialmente, apesar das boas intenções dos seus responsáveis, ao construir três áreas industriais, de que se destaca a da sede do concelho, há que pensar em alternativas. Das alternativas a explorar, pensamos que o turismo será um dos sectores a evidenciar, sobretudo num nicho de mercado que, atualmente está
a sofrer um aumento de procura, como é a área do turismo da natureza e este concelho tem potencialidades. Depois é aliar esta vertente com a cultural. Desde as três grutas, sendo que uma delas, a de Mira de Aire, obteve o galardão de Maravilha de Portugal da Natureza, até à estrada romana de Alqueidão Serra, passando pelas lagoas de Alvados e Arrimal, em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, não esquecendo as magníficas paisa-
gens da zona de São Bento e a Fôrnea, ao largo de Alcaria, fenómeno único no nosso país. Os moinhos de vento e os trilhos da antiga linha do caminho de ferro mineiro do Lena, agora transformada em ecopista, já bastante utilizada por muitos dos amantes do pedestrianismo e dos passeios de bicicleta. Seguindo o concelho na direcção do mar, encontramos outras paisagens, não menos belas, do vale do Andam e Picamilho.
Depois disso, poderemos então passar à parte cultural, não descurando os azulejos do Juncal e as olarias da zona da Moitalina, podendo visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, culminando numa visita ao belo castelo da vila de Porto de Mós. A partir daqui poder-seá promover o concelho e juntar-lhe algumas iguarias gastronómicas que se encontram nos restaurantes e tascas espalhados pela região.
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João Salgueiro Presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós
“Haverá promessas que não serão cumpridas”
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A projeção do concelho vem também um pouco através das festas de S. Pedro
Porto de Mós terá de perder três freguesias e teremos dentro em breve que tomar uma posição sobre o assunto Não temos dívidas com mais de 60 dias, e queremos ainda melhorar a nossa situação económica
Qual a importância das festas para o concelho, nomeadamente no que se refere à projeção e notoriedade de Porto de Mós? A importância é grande. Sabemos que as festas de São Pedro são motivo de atração do concelho de Porto de Mós, porque é nesta ocasião que muita gente se desloca à sede do concelho. As festas contribuem bastante para o desenvolvimento económico, dum modo especial para as coletividades locais, as grandes dinamizadoras das festas, uma vez que, muitas delas, vivem ao longo do ano com as receitas angariadas nas tasquinhas das festas de S. Pedro, um ponto alto destes festejos. Note-se que as coletividades que aqui instalam as suas tasquinhas, contam com a participação voluntária dos seus responsáveis
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e colaboradores durante todo o tempo das festas e por isso essa receita serve para o financiamento destas mesmas coletividades. Por tudo isto, a projeção do concelho vem também um pouco através das festas de S. Pedro que, em termos turísticos, atrai também muita gente ao concelho e à região. Apesar da crise, acha que os portomosenses têm razões para festejar? Penso que sim. A crise também se reflete na organização, porque este ano procurámos cortar alguma coisa, no entanto tentámos que se fizesse o mesmo ou melhor com menos, o que, quanto a nós, não se refletirá na qualidade das festas. A necessidade ligou-se ao engenho e tentamos fazer melhor com menos dinheiro, o que exige um es-
forço maior da organização. Contudo, não prejudicando as festas penso que a população, não estando desafogada, participará nas festas tal e qual… embora um pouco mais limitada. Qual o orçamento das festas deste ano? É inferior ao do ano anterior? Embora seja difícil quantificar o orçamento das festas, digo que reduzimos um pouco a verba disponibilizada e transferida para a organização, que é como se sabe o Fundo Social dos Trabalhadores do Município de Porto de Mós. Essa redução tem um valor de 2.500 euros, pelo que a verba transferida para a organização é de 45.000 euros. Isto não significa que as festas tenham perda de qualidade. Num contexto negativo
comooquevivemos,oquesublinharia como principais aspetos positivos no concelho a que presideequepermitemacalentar esperança no futuro? Porto de Mós tem vindo a receber, nos últimos anos, uma série de infraestrturas e obras que têm contribuído para uma melhoria significativa do concelho em várias vertentes. Sublinho a zona industrial, em que já está concluída a 3ª fase, que constitui uma mais valia no desenvolvimento económico do concelho, que passou também a receber melhores acessos rodoviários. Também em termos turísticos, o concelho poderá desenvolver-se, pois temos efetuado algumas obras, que darão resultado positivo. São elas a ecopista, o parque verde e outras, a que se alia a atribuição às Grutas de Mira de Aire, do galardão maravilhas da natureza.
Parece-lhe inevitável nas festas de 2013 tenha menos freguesias representadas? Parece-me que sim, por força da nova lei da reorganização administrativa, em que Porto de Mós terá de perder três freguesias e teremos dentro em breve que tomar uma posição sobre o assunto, uma vez que a lei está já em vigor. No entanto penso que nas festas de S. Pedro isso não se sentirá muito, porque quem ali está são as coletividades e não as freguesias embora as coletividades sejam parte integrante das freguesias, o facto é que as coletividades não irão acabar, pelo que as festas não serão prejudicadas. Como é que os atuais constrangimentos financeiros estão ainfluenciarasuaaçãonapresidência? Acha que vai ter de deixar promessas por cumprir?
Sim isso é um facto, haverá promessas que não serão cumpridas. Uma das promessas que ficará cumprida, se as coisas não se alterarem, é o facto de o Município ter uma excelente situação económica e quando digo excelente não exagero nada, tendo em conta a situação dos municípios no contexto nacional. O Município de Porto de Mós, neste momento não tem dívidas com mais de 60 dias, e queremos ainda melhorar a nossa situação económica. Quanto a obras teríamos efectuado outras se quiséssemos aumentar o endividamento. Temos um concelho equilibrado e temos muitas das obras feitas que servem de grande alavancagem para o desenvolvimento do concelho de Porto de Mós.
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Património Romances, Rimances, Xácaras, Quadras Populares (II) Quando se fala em folclore, em criação popular, em cancioneiros regionais, não quer dizer que a poesia, a música, as cantigas e as danças não tivessem tido autores, o que evidentemente seria impossível a não ser que tivessem caído do céu, mas que obedecem a determinados padrões de simplicidade, dalguma ingenuidade mas de muita autenticidade de sentimentos e duma beleza melódica que tem fundas raízes telúricas e por isso é expressão de tudo que é natural e expontâneo. O nome dos seus autores ou adaptadores, talvez pela sua modéstia, desapareceu, pura e simplesmente, na voragem do tempo. Simultaneamente, têm aspectos de criação colectiva, com achegas de vários lados, adaptações e alterações. Uma moda, das que os grupos folclóricos normalmente apresentam, tem, quase sempre, poesia, música e coreografia cada uma filha de pai diferente. Por outro lado, não pode dizer-se que uma dança, uma cantiga, um rimance é deste ou daquele lugar, que foi ali nado e criado, porque na realidade o que acontece é tomar-se pelo local da criação o da recolha onde se conservou até mais tarde ou onde a memória dalgum habitante o reteve até aos nossos dias. Quem criou os rimances e (ou) cantigas dos cegos, que ainda ouvi na minha meninice? Foi o povo e com isto quero dizer que umas vezes os próprios cegos os criavam, outros foram produto de autores que a esse afã literário se dedicavam imprimindo umas folhinhas, que se vendiam pelos mercados, feiras e festas, donde tiravam um mísero rendimento, e indo cantigas e rimances de boca em boca sempre se lhes acrescentavam uns pontos que
pios dos 40, e aí aprendera as “cantigas”. Um dos rimances que o Dr. José Alberto Sardinha então recolheu foi o “Donde vens tu, ó Carminda?”, entoado na voz bem timbrada e fresca da D. Júlia Domingues. Este rimance, aprendido com esta senhora, é muito bem interpretado por Bryan Carvalho e Sara Calé num dos espectáculos etnográficos criados pelo Rancho Folclórico Rosas do Lena e que se destinam a dar a conhecer uma face quase desconhecida do nosso folclore. “Donde vens tu, ó Carminda?” publicou-o o Dr. Alberto Sardinha naquele monumento da etnomusicologia estremenha que é o “Tradições Musicais da Estremadura”, edição de 2000 da “Tradisom”. Ei-lo: - Donde vens tu, ó Carminda, Ó Carminda, donde vens? - Venho d’além, da Portela, D’acompanhar minha mãe. - D’acompanhar minha mãe Eu venho agora aqui. Deixa-me passar, q’ué noite, Minha avó espera por mim. ora os distorciam ora enriqueciam. No fundo, foram coisas que caíram no goto popular e, em tempos de poucas ou nenhumas leituras de jornais e ainda longe dos modernos meios de comunicação, serviam para divulgar factos sensacionais, tragédias e tragicomédias. Eram inúmeras as ocasiões, na vida das aldeias, em que o povo cantava para exprimir sentimentos, estimular e coordenar tarefas, passar notícias de determinados acontecimentos, celebrar efemérides religiosas. Em pleno labor no campo, nas eiras, em casa, à lareira, cantava-se. Ora rimances, ora
cantigas de trabalho, ora cânticos religiosos, estes os únicos que se entoavam durante a quadra da Quaresma a evocar a Paixão do Senhor. Os progressos da comunicação moderna, mecânica e electrónica, expulsaram do convívio popular aquelas formas de transmissão oral e de manifestação de sentimentos. E não as mataram porque se refugiaram nos grupos etnográficos e folclóricos que surgiram no século XX, sobretudo na sua segunda metade, embora vários destes grupos não tenham consciência da importância do papel que desempenham ou não sabem aproveitar a imensa
riqueza patrimonial de que deviam ser fieis depositários e, pior do que desaproveitá-la, tem sido descaracterizá-la. Da primeira vez que grande etnomusicólogo Dr. José Alberto Sardinha investigou as manifestações populares da nossa região, particularmente no concelho da Batalha, pelos anos 80 e 90, teve como informadora, em 1988, também na zona da Rebolaria, D. Júlia da Silva Domingues que, curiosamente como a D. Júlia Frazão, a que me referi no último número, andara na monda e na safra do arroz, na Quinta da Várzea, da nossa freguesia, pelos finais dos anos 30 e princí-
- Eu não te deixo passar Sem uma fala me dares, Sem me fazeres uma jura Que comigo hás-de casar. - Eu não quero casar contigo, Nem contigo nem com ninguém. Tu governa a tua vida, Q’eu assim estou muito bem. - Dizes que’stás assim bem, Eu não te deixo assim estar. Deito-t’as mãos ao pescoço, Carminda, vou-te matar. - Dizes que me vais matar, Eu também quero morrer. Aqui morre uma desgraçada
Sem ninguém (le) poder valer. Ele seguiu para a frente Na Carminda ia a pensar, Carminda ficou mal posta, Inda lá torna a voltar. Tira o lenço da cabeça, A Carminda foi compor. – Em matei-te a ti Carminda Queria sê-lo teu amor. - Queria sê-lo teu amor, Queria sê-lo teu marido. Olha as juras que fizestes Que não casavas comigo. É possível que a história contada, num jeito muito popular, corresponda a uma história verdadeira. Noutros tempos, como nos nossos, passaram-se e passamse tragédias idênticas de amores não correspondidos, de amantes que se vingam por terem sido rejeitados, de traições e de violências que espantam pela loucura e pela crueldade de que dão fé. Onde se passou? Em qualquer ponto do País e em qualquer tempo. A fotografia, que se publica, da D. Júlia Domingues, tirei-a anos depois da gravação do Dr. Alberto Sardinha, a quem ela forneceu outras informações preciosas sobre o romanceiro. “Romance do cego” foi, na altura, igualmente gravado e vem publicado em “Tradições Musicais da Estremadura”. Como aconteceu com a D. Júlia Frazão, no número de Maio do “Jornal da Batalha”, é uma imagem para as memórias da Batalha e, também, uma forma de homenagear quem deu um contributo enriquecedor à preservação de valores insubstituíveis de nossa cultura popular. José Travaços Santos Apontamentos sobre a História da Batalha (112)
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Batalha Desporto
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Desporto Teco é novidade no Amarense O campeonato acabou há menos de um mês, mas o Amarense, quarto classificado da II divisão nacional de futsal, já prepara a próxima época. Teco Cadete vai representar o clube na próxima época. O jogador da União de Leiria alinhou, na última época, pela União de Leiria, na III divisão nacional, trocando agora de equipa por uma de escalão superior. Entretanto, Ruben, fixo que representou nas últimas épocas o clube batalhense, depois de passagens pelo Arnal e GD Batalha, vai reforçar a Mendiga, no campeonato da III divisão nacional.
Ciclismo regressou à vila
Foram nove voltas a um circuito de 9,5 quilómetros, perfazendo 84,5 Km, com nove contagens do Prémio da Montanha. Esta é a essência do desafio lançado no quinto grande prémio do Município da Batalha em ciclismo que se disputou dia 10 de junho. A prova, organizada pela Câmara da Batalha, contou com o apoio da Associação de Ciclismo de Santarém. Com numeroso publico longo da estrada a assistir e a aplaudir os ciclistas, que esperaram até à ultima volta para encontrar o vencedor do 5º Circuito de Ciclismo do Município da Batalha, que viria a ser o ciclista Paulo Oliveira/Xyami/Nova Vida, que se destacou seus mais diretos adversários, na ultima volta, cortando a meta isolado, instalada junto ao Pavilhão Multiusos. Célia Vieira sem adversárias à altura, venceu em Femininas.
Golpilhas na corrida pelo título nacional m Jogadoras da Golpilheira estão a disputar o título de campeãs a nível nacional. Competição decorre até ao final do mês. Para já, fica a certeza que a equipa do concelho está entre as quatro melhores do país Não está fácil a tarefa de conquista da Taça Nacional de Futsal Feminino por parte das “Golpilhas”, nome por que é conhecida a equipa do Centro Re-
creativo da Golpilheira. A competição reúne as quatro melhores equipas do país, grupo a que pertence a Golpilheira, que carimbou a participação nesta competição ao vencer a série B da Taça Nacional. No último fim de semana, a 16 de junho – já depois do fecho desta edição – a equipa liderada por Teresa Jordão terá disputado a partida decisiva para manter acesa a possibilidade de chegar à vitória na competição, deslocando-se ao difícil campo do Vermoin. Para já, em três jogos disputados, as “Golpilhas” somam duas derrotas e uma vitória. Dia
Talho
António Cerejo Rua António Cândido da Encarnação, nº 24 A 2440-036 Batalha Telefone: 244768405 Telefone (Residência): 244 765 872 Telemóvel: 967792920
3, a equipa do concelho da Batalha recebeu o Vermoin, tendo perdido por 1-3. Seguiu-se, dia 7, a vitória por 1-6 Posto Santo e nova derrota dia 10, por 4-1 frente ao Quinta dos Lombos. Independentemente do resultado alcançado, o certo é que a equipa da Golpilheira continuar a somar pontos no enriquecimento do currículo de competições alcançadas. Por cá, esta temporada, venceu tudo o que havia para vencer, disputando agora a supremacia a nível nacional, em plano de igualdade com as melhores equipas do país.
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Atualidade Batalha
Noddy e Hello Kitty “visitam” a Batalha
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Colégio leva ao palco mega-produção
m Os heróis dos mais
É um festival que pretende fazer as delícias da pequenada. E está prestes a chegar à Batalha. O Family Party é apresentado como sendo “o maior festival de animações infantis”. No total, aponta-se para mais de trinta atrativos para as crianças, com especial destaque para a Vila dos Pequeninos, a Rampa
Foto David Leal
pequenos estão a chegar à Batalha, num festival que decorre no Exposalão. Noddy e Hello Kitty são alguns dos “amigos” da pequenada com presença assegurada
de Snowtubing, os Meeting Greets com algumas das famosas mascotes do universo infantil – Hello Kitty, Madagáscar, Noddy – e ainda animações adicionais
como o Comboio Mágico ou o Play Bus que farão as delícias das crianças. Este festival vai decorrer no Centro de Exposições da Batalha – Exposalão dias 23
e 24 de julho e ainda a 30 de junho e 1 de julho. De acordo com a informação disponível no site do Exposalão, o preço do bilhete é de 8,5 euros.
O ponto de partida foi um conhecido programa de televisão. A comunidade educativa do Colégio de São Mamede fez o resto. O espetáculo, bastante bem conseguido, e denominado “A tua turma não me é estranha”, marcou o serão de dia 25 de maio, em plena FIABA – Feira Internacional de Artesanato e Gastronomia da Batalha. Caracterizações a rigor, um júri e apresentadores em tudo semelhantes ao programa da TVI, fizeram a delícia das centenas de pessoas que assistiram ao espetáculo. O Colégio de São Mamede refere que o evento contou com o empenho de alunos, docentes, encarregados de educação e mesmo ex-alunos. O objetivo passava por “reforçar a integração dos nossos alunos na comunidade escolar, assim como mostrar algum do trabalho extracurricular desenvolvido quer por alunos, quer por professores”, explica o Colégio. E terá sido alcançado.
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Batalha Necrologia / Publicidade
Clementina Sofia de Oliveira 78 ANOS 15.06.1933 - 25.05.2012 Natural de: Mosteiró – Vila do Conde Residente em: Reguengo do Fetal Foi sepultada cemitério Reguengo do Fetal Seus Filhos, Filhas, Genros, Noras, Netos e Bisnetos e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer de forma especial a todas as pessoas de suas relações e amizade que neste momento de dor e tristeza manifestaram o seu pesar. “Não nos despedimos enquanto estives-te por cá porque a morte não é um Adeus é sim um Até Já!” A todos, o nosso muito obrigado. Tratou: Funerária Espírito Santo - Batalha
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Joaquim Patrocinio dos Santos
José António Soares de Sousa
81 anos 29.11.1930 - 11.06.2012 Jardoeira – Batalha
70 anos 24.06.1941 - 07.06.2012 Cela de Cima – Batalha
Sua esposa: Rosa Monteiro Santos, filhos: Gabriel, Mª da Felicidade, Mª Jacinta, Isabel, Joaquina, Noémia e Jaime Monteiro Santos, netos e restante família, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer todas as manifestações de carinho. Agradecem ainda a todas as pessoas que se dignaram estar presentes naquele que foi o último adeus, ou que de outra forma lhe prestaram homenagem. A todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
José Menitra do Fetal Neto
Júlia Ferreira
84 anos 13.12.1927 - 12.06.2012 Reguengo do Fetal – Batalha
92 anos 28.10.1919 - 13.06.2012 Santo Antão – Batalha
Sua esposa: Júlia Santos Caixeiro, Mª Margarida Caixeiro Carvalho e Jílio José Caixeiro Neto, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer todas as manifestações de carinho. Agradecem ainda a todas as pessoas que se dignaram estar presentes naquele que foi o último adeus, ou que de outra forma lhe prestaram homenagem. A todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
LAR DE IDOSOS (a 1 km de Alcobaça)
Quartos individuais e duplos com WC privativo Assistência médica, de enfermagem e religiosa
Seus filhos: António, Deolinda, José, Vitor, Américo e Lucinda Ferreira Oliveira, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer todas as manifestações de carinho. Agradecem ainda a todas as pessoas que se dignaram estar presentes naquele que foi o último adeus, ou que de outra forma lhe prestaram homenagem. A todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
TERESA ANTUNES & SANTOS, FUNERÁRIA, Lda. Tel.: 244 704 324 / Telm: 917 258 679 Email: funerariasaomamede@gmail.com Sede: Rua José dos Santos, nº 2 São Mamede - Batalha
Mensalidades desde € 700,00 (Já c/ recibo para desconto em IRS) Contactos: 262 582 792 / 968 929 612 www.casadoeden.com
Jornal da Batalha
Serviço fúnebre completo Trasladações e Cremações Serviços de documentação ADSE, Segurança Social, Estrangeiro Funeral Social Micael Cantanhede 912 331 162 Paulo Pragosa 916 002 216 Marinha Grande | Batalha/São Jorge
Sua esposa: Mª da Saudade da Graça Soares, filhos: Mª do Céu, José Manuel, António José e João Manuel Soares Sousa, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer todas as manifestações de carinho. Agradecem ainda a todas as pessoas que se dignaram estar presentes naquele que foi o último adeus, ou que de outra forma lhe prestaram homenagem. A todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha
Maria Goreti Monteiro Machado Pires 55 Anos 04.02.1957 - 12.06.2012 Natural de: Batalha Residente: Picassinos – Marinha Grande
Seu Marido, Filha e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer de forma especial a todas as pessoas de suas relações e amizade que neste momento de dor e tristeza manifestaram o seu pesar. A todos, o nosso muito obrigado. Tratou: Funerária Espírito Santo - Batalha
CARTÓRIO NOTARIAL DA BATALHA Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas cento e trinta a folhas cento e trinta e uma, do Livro Cento e Oitenta e um - B, deste Cartório. José da Piedade Santos, NIF 136 111 831 e mulher Maria do Rosário de Matos Leal Santos, NIF 136 111 823, casados sob o regime de comunhão geral de bens, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, residentes no Casal da Ponte do Almagra, Golpilheira, Batalha, declaram que com exclusão de outrem, são donos legítimos possuidores do prédio urbano – outros, composto de parcela de terreno, com a área de mil e cem metros quadrados, cito na Estrada das Abrunheiras, Cova do Picoto, freguesia da Golpilheira, concelho da Batalha, a confrontar de norte com Joaquim Almeida Pereira, de sul com João Padriano Pragosa, de nascente com João Monteiro Jorge e de poente com caminho publico, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz predial sob o artigo 1.231, com o valor patrimonial de €1.830,00. Que adquiriram o identificado prédio, no ano de mil novecentos e oitenta, por doação verbal de Luis Grosso dos Santos e mulher Maria da Piedade, pais do marido, residentes em Ponte do Almagra, Golpilheira, Batalha, sem que no entanto ficassem a dispor do título formal, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que na consequência daquela compra verbal, possuem o referido prédio em nome próprio á mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos actos habituais de um proprietário pleno, ocupando o prédio, dele retirando todas as utilidades por ele proporcionadas, tudo na convicção de exercer um direito próprio, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o citado prédio por usucapião. Batalha, Vinte e oito de Maio de dois mil e doze. A funcionária com delegação de poderes Lucília Maria Ferreira dos Santos Fernandes Jornal da Batalha, ed. 262, de 18 de Maio de 2012
Funerária Santos & Matias, Lda. Serviços Fúnebres www.funerariasantosematias.pt.vu Telefone 244 768 685/244 765 764/967 027 733
E-mail: fune_santosematias@sapo.pt
Estrada de Fátima, nº 10 B - 2440-100 Batalha
Jornal da Batalha
junho 2012
Cultura Batalha
Museu programa férias para os mais novos
Cultura Mapone investiga as alcunhas do Reguengo m Numa freguesia com ampla história, de que forma eram conhecidos os seus habitantes? Que alcunhas criaram ao longo dos tempos? Essas são questões para as quais será possível obter resposta, graças à última obra de Manuel Poças das Neves (Mapone)
“O uso das Alcunhas na minha aldeia - Costumes do Reguengo do Fetal”, é lançada dia 17 de junho, às 15h00, no Centro Pastoral de Reguengo do Fetal.
A publicação, constitui uma preciosa recolha de informação, com vista a documentar etnograficamente, o historial sociológico da aldeia de Reguengo do Fetal, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos da criação da Paróquia, revela a Câmara da Batalha, entidade que edita esta obra de 100 páginas, resultado
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da investigação do conhecido gastrónomo natural do Reguengo do Fetal. Diz o autor que “o Reguengo não poderia furtar-se a esta sina…. Teve, tem e terá o seu ror de “alcunhas”, pelas quais foram, são e serão, designados e conhecidos os seus filhos, mesmo os nascidos em “berço d’ ouro” porque ali,
o Sol, quando nasce é para todos e basta um qualquer lembrar-se, lá fica crismado o menos ou o mais prevenido e respeitado cidadão. Mormente, a alcunha tem a sua incidência na altura da idade escolar. A alcunha, aponte-se, surge primeiramente como uma forma de distinção dos indivíduos, através de uma
característica que se revela particularmente identificativa de alguém, permitindo um reconhecimento rápido. É, como definem alguns autores, uma forma de organização dos membros da comunidade que conserva a memória do grupo acerca das composições familiares locais. Para além destas funções, a alcunha torna-se um reflexo de conhecimento de mundos em mudança e vivências das comunidades. Esta característica é particularmente importante, na medida em que contribui para o registo e conservação de traços culturais, como as profissões ou os costumes, que são, desta forma, prolongadas ao longo de gerações.
E que tal juntar o útil ao agradável? Esta é a proposta do Museu da Comunidade Concelhia da Batalha que programou diversas atividades lúdicas e pedagógicas destinadas ao público mais jovem. Entre os dias 10 e 13 de Julho, o programa de atividades é dirigido às crianças com idades entre os 6 e os 9 anos. Na semana seguinte, de 17 a 20 de Julho, são convidadas a participar nas ações das férias de Verão, as crianças dos 10 aos 12 anos. Os mais novos participarão em que incluem visitas-jogo, oficinas de expressão plástica e passeios temáticos e visitas a vários espaços culturais. As inscrições decorrem até dia 5 de julho junto do Museu. A participação custa 22 euros por semana ou 7,5 euros por dia.
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Batalha Saúde
junho 2012
Jornal da Batalha
Saúde
A importância da alimentação em viagem m O número de pes-
4. Ferver sempre o leite não pasteurizado antes de o consumir.
soas que efetuam viagem internacionais aumenta anualmente. De acordo com os dados estatísticos da Organização Mundial do Turismo, o número de viagens de turismo internacionais no ano de 2007 atingiu os 903 milhões, 2010 - 1 bilião, espera-se que em 2020 o número de viagens de turismo seja 1,6 biliões.
5. Informar-se, antecipadamente ou junto das autoridades locais de saúde, sobre peixe e marisco que possam conter biotoxinas venenosas. 6. Evitar lavar os dentes com água não potável. 7. Evitar gelados cuja proveniência não é de confiança, incluindo os dos vendedores ambulantes. 8. Evitar pratos que contenham ovos cruz ou mal cozidas.
p Há uma série de cuidados a ter em conta com a alimentação quando se viaja As viagens internacionais podem condicional vários riscos para a saúde, dependendo das características do viajante e da viagem. A súbita exposição a mudanças de altitude, humidade, temperatura ou da flora microbiana, podem alterar o estado habitual de saúde do viajante. Para além disso, podem ocorrer riscos graves em áreas onde o alojamento é precário, as condições de higienes sanitárias não são adequadas, dado que existem muitos locais higiénicosanitárias, onde os serviços de saúdes não sofreram grande desenvolvimento, ou onde não existe água potável
disponível e a alimentação não é de qualidade. Muitas doenças infecciosas importantes (como por exemplo a cólera, a criptosporidíase, a giardiase, as hepatites A e E, a listeriase, e a febre tifóide) são transmitidas por alimentos e/ou água contaminados. A diarreia do viajante é uma síndrome clínica associada ao consumo de alimentos e água contaminados que ocorre durante ou imediatamente após uma viagem. É o problema mais frequente de saúde do viajante, dependendo da duração da estadia, pode afetar até 80% dos viajantes que
se deslocam para destinos de alto risco. A diarreia pode estar associada a náuseas, vómitos, dores abdominais e febre. Várias bactérias, vírus e parasitas são conhecidos como causadores da doença, mas são as bactérias as responsáveis pela maioria dos casos, e os mais graves. Nos países com baixo nível de higiene e saneamento, com infra-estruturas deficitárias no controlo da segurança alimentar, incluindo bebidas e água de consumo, o risco de contrair a diarreia do viajante é mais elevado. Nestes paí-
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ses, os viajantes devem tomar precauções face a toda a alimentação e bebidas, incluindo hotéis e restaurantes de aparente boa qualidade, para minimizar o risco de contrair uma infecção por esta via. É importante que as pessoas dos grupos mais vulneráveis (recém-nascidos, crianças, grávidas, idosos e imunodeprimidos) tomem precauções rigorosas para evitar comer e/ou beber alimentos contaminados ou utilizar água com fins recreativos pouco seguras. Precauções para evitar alimentos e bebidas pouco seguros. Aconselhamos
desta forma algumas medidas a ter em conta: 1. Alimentos e bebidas servidas a uma temperatura de pelo menos 60ºC são geralmente seguras. 2. As bebidas frias engarrafadas ou empacotadas são em geral de confiança, desde que seladas. 3. Ferver a água de beber sempre que a sua salubridade for duvidosa; quando não for possível utilizar um filtro certificado, com manutenção adequada, e/ ou um agende desinfectante.
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9. Evitar gelo excepto se produzido com água devidamente desinfectada. 10. Evitar alimentos cruz, excepto frutos e vegetais que podem ser descascados ou desinfectados; evitar igualmente frutos cujo exterior não esteja intacto. 11. Evitar alimentos cozinhados que tenham sido mantidos à temperatura ambiente durante várias horas, por exemplo, comida de buffet deixada destapada, comida adquirida junto de vendedores ambulantes de rua ou de praia. Boa viagem. Dra.Halyna Tymchal USF Condestável
Saúde – Contactos Unidade de Saúde Familiar Condestável - Batalha Tel.: 244 769 920 Extensão de saúde do Reguengo do Fétal Tel.: 244 705 146 Extensão de saúde de S. Mamede Tel.: 244 704 354 Centro Hospitalar N.ª Sra. da Conceição - Brancas Tel.: 244 769 430
Jornal da Batalha
junho 2012
Saúde Batalha
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Clínica Dentária e Osteopática Direção Clínica: Dr.ª Ana Freitas Especialidades - Medicina Dentária – Dr.ª Ana Freitas e Dr.ª Silvia Eleutério Restauração, próteses fixas e amovíveis, branqueamentos e implantes - Osteopatia – Dr. Carlos Martins Tratamento de hérnias, ombros, tendinites e correção postural - Acunpuntura Médica - Dr. Francisco Fernandes Auricoloterapia, Tratamento de Dor e Estética - Psicoterapia e Hipnose Clínica – Dr. António Venâncio Autoajuda, depressões, baixa autoestima - Psicologia de crianças e adolescentes Problemas de hiperatividade, medos, crises familiares, dificuldades de aprendizagem. - Terapia da fala – Dr.ª Eva Pinto Problemas de dislexia, paralisia cerebral, gaguez, dificuldade em engolir e problemas de compreensão. - Aulas de preparação para o parto – Enf.ª Carina Carvalho (Enfermeira especialista do Hospital de Leiria) Acordos AXA, BES Seguros, Medis, Advance Care, Multi-Care, Tranquilidade, SAMS, CGD e outros
Contactos para marcações e informações: 911 089 187 ou 964 108 979 Rua dos Bombeiros Voluntários, Loja D Batalha
Centro Hospitalar Nª Srª da Conceição Rua Principal, Nº26 | Brancas | 2440 - 090 Batalha Tel.: 244 769 430 | Fax: 244 769 439 geral@centrohospitalarbatalha.com