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PORTE PAGO

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Construtores apostam na reabilitação urbana

Poder de compra no concelho voltou a descer

Colégio de São Mamede assaltado duas vezes

Jantar anual da ARICOP traça cenário do sector da construção

Batalhenses são sétimos no distrito na capacidade aquisitiva

No espaço de um mês cofre foi arrombado duas vezes

| DIRECTOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XXI nº 256 | Novembro de 2011 |

W págs 4 e 5

Variante abre ao trânsito 14 anos depois de ter sido prometida W pág. 9

Batalha vai ter pista para apostas de cavalos?

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Wpág. 13 Nani estrela em jantar sportinguista A estrela portuguesa do Manchester United falou aos adeptos leoninos reunidos na Batalha

Wpág. 13 Benfica inaugura casa na vila da Batalha Vice-presidente do clube encarnado marcou presença na abertura. Foi a concretização de um sonho, afirmam os responsáveis locais.

Wpág. 6 Clube escolar de saúde fecha portas Novos moldes de funcionamento do agrupamento de escolas encerram clube que apostava na dinamização de actividades saudáveis.


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Opinião Espaço Público

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Jornal da Batalha

_ Prémio

Baú da Memória Obra de arte destruída na Batalha Em 5 de Abril de 2009 a Batalha passou a dispor de mais um monumento, pequeno mas muito significativo, constituído por uma âncora duma das nossas fragatas e por um artístico painel de calcário executado por uma das nossas mestras canteiras, a escultora Alzira Antunes, o conjunto oferecido pelo curso de 1959 da prestigiosa Escola Naval, curso que comemorava o seu cinquentenário e que tivera por patrono elRei D. João I. À iniciativa associara-se a Câmara Municipal. Passando a ser uma feliz presença da gloriosa Marinha de Guerra no espaço histórico da Vila, que evocava a ligação do Mestre de Avis à epopeia dos Descobrimentos, em cujo reinado se começaram a preparar e se realizaram as primeiras navegações, e a do próprio Mosteiro como seu primeiro monumento, dera azo, também, a mais uma belíssima manifestação de

Obra sobre o pórtico do Mosteiro premiada

arte dos afamados canteiros batalhenses. Aquele conjunto era, e é, um motivo de orgulho para todos aqueles que prezam a história Pátria e a memória dos nossos antepassados e se sensibilizam com

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO CONCELHO DA BATALHA EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL N° 01 /2011 a eleger para o triénio de 2012 a 2014 A Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Concelho da Batalha, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto da Associação e em cumprimento do disposto no seu artigo 63º, n.º 1, torna pública a Abertura do Processo Eleitoral, que permitirá aos associados eleger através de voto secreto os membros dos órgãos associativos, desde que no pleno gozo dos seus direitos. Aviva-se que, em conformidade com o preceituado nas disposições conjugadas dos artigos 9.º, n.º 1, al. b) e c) e n.º 2 e artigo 64.º dos Estatutos e só poderão exercer os direitos estatutários inerentes ao processo eleitoral (votar ou ser eleitos para membros da associação), os Associados efectivos que: Tenham sido admitidos há mais de seis meses e não tenham quotas em atraso por um período superior a 12 meses; Sejam maiores de dezoito anos ou emancipados; Não façam parte dos órgãos associativos de outras Associações congéneres; Não tenham sido destituídos

Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Director Carlos dos Santos Almeida (C.P.nº 2830) Coordenador Armindo Vieira (C.P. nº 6771)

as obras de arte. Infelizmente, um destes dias o painel de calcário foi completamente estilhaçado num incompreensível acto vandálico, o que está a merecer dos batalhenses os mais vivo repúdio.

Onde se descurou a educação cívica e se deixaram de incutir no espírito das pessoas os valores civilizacionais e os princípios de generoso serviço em prol do bem comum, de respeito pelos bens colectivos e

dos Órgãos Associativos da Associação por irregularidades cometidas no exercício das suas funções; Não sejam trabalhadores remunerados da Associação; Não tenham qualquer impedimento ou motivo de inelegibilidade nos termos da lei. Poderão ser apresentadas candidaturas segundo o sistema de lista completa para a Mesa da Assembleia-geral, Direcção e Conselho Fiscal, nas quais se especificarão a identificação completa dos candidatos, respectivo número de Associado, bem como a indicação do órgão e cargo para que são propostos, devendo incluir os suplentes; não pode qualquer Associado subscrever ou integrar mais que uma lista, nem integrar mais que um órgão da Associação. As listas a submeter à eleição, deverão ser acompanhadas da declaração dos candidatos, onde expressamente manifestem a sua aceitação, e subscritas por um número mínimo de vinte e cinco Associados Efectivos no pleno gozo dos seus direitos. São rejeitadas as listas que não contenham todos os elementos exigidos, que contenham candidatos inelegíveis ou que não contenha o número total de candidatos. Findo o prazo adiante referido para o efeito, afixar-seá à porta dos quartéis as listas com a indicação das que tenham sido admitidas ou rejeitadas. Neste sentido, deverá obedecer-se ao seguinte Calendário:

Redactores e Colaboradores Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Teresa Santos (962108783)

de convívio fraterno entre cidadãos, criou-se uma vazio propício aos piores sentimentos e aos actos da maior baixeza. Em que se transformou o nosso País! José Travaços Santos

1. Publicação do Edital de Abertura do Processo Eleitoral, que deverá ser publicado no site da Associação, no quartel e secção e afixado na Câmara Municipal e Juntas de Freguesia do Concelho – 30.10.2011; 2. Publicação em Jornal local; 3. Período para a apresentação candidaturas por listas – 1.11.2011 a 20.11.2011 (a apresentar na sede, dirigida à Presidente da Assembleia Geral); 4. Período de análise das candidaturas – 21.11.2011 a 25.11.2011; 5. Afixação no quartel e Secção das listas admitidas ou rejeitadas – 26.11.2011; 6. Publicação do edital de convocação para eleição, por iniciativa do Presidente da Assembleia – 06.12.2011; 7. Afixação das listas definitivamente admitidas – 12.12.2011; 8. Realização da Assembleia Geral para eleição dos elementos para os Órgãos Associativos – 16.12.2011 (seguida de promulgação); 9. Tomada de posse dos elementos eleitos – 06.01.2012.

À obra, da autoria do historiador francês Jean-Marie Guillouët, relacionada com o pórtico do Mosteiro da Batalha e denominada “O Portal de Santa Maria da Vitória da Batalha e a arte europeia do seu tempo”, foi atribuído, pela Academia Portuguesa de História, o prémio “Fundação Calouste Gulbenkian - História da Europa 2011” foi atribuído pela Academia Portuguesa de História. A atribuição deste prémio foi comunicada ao autor, no passado dia 18 e a cerimónia de entrega ocorrerá no próximo dia 7 de Dezembro, pelas 15,00, na sede da Academia Portuguesa de História, em Lisboa. Recorde-se que este livro, editado pela Textiverso e primeira obra da colecção “Portugália Sacra” foi apresentado na Batalha, no passado dia 14 de Agosto, onde esteve, para além do autor o historiador Saul António Gomes.

Batalha, 29 de Outubro de 2011 A Presidente da Assembleia Geral, a) Colette Pedrosa de Sousa

Redacção e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:

Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos) Depósito Legal Nº 37017/90 Insc. no SRIP da I.C.S. sob o nº 114680 Empresa Jornalística Nº 217601 Produção Gráfica Semanário Região de Leiria Rua D. Carlos I, 2-4 - 2415-405 Leiria-Gare Apartado 102 - 2401-971 Leiria Telef.: 244 819 950 - Fax 244 812 895

Impressão: Diário do Minho, Lda. Tiragem 3.000 exemplares Assinatura anual (pagamento antecipado) 10 euros Portugal ; 20 euros outros países da Europa; 30 euros resto do mundo.


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Actualidade Batalha

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Actualidade

Batalhenses voltam a perder poder de compra m E o poder de compra dos batalhenses voltou a descer. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística que se reportam ao índice de poder de compra, revelam que os habitantes do concelho da Batalha voltaram a divergir da média nacional em termos de poder de compra. Em 2009 o poder de compra dos batalhenses era 80,68% da média nacional, revela o Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio divulgado este mês pelo INE. Este dado confirma a tendência de divergência em relação à média nacional e que já vinha sendo notada em anos anteriores. É que em 2007 o poder de compra na Batalha era de 82,7 por cento da média do país, mais baixo que os 87 por cento de 2005. A verdade é que a generalidade dos concelhos da região tem vindo a perder poder de compra em relação à média nacional e a Batalha manteve o sétimo lugar entre os concelhos do distrito de Leiria (ver quadro). Em 2005, éramos sextos a nível distrital (atrás de Marinha Grande com 104,76%; Caldas da Rainha 103,55%; Leiria 99,32%, Nazaré 97,76% e Peniche 91,7%), tendo descido para o sétimo posto em 2007. Os números referentes a 2007 apontavam igualmente para a manutenção da Marinha

Grande na liderança do distrito com 101,99 por cento da média nacional. Aliás, no distrito, este era o único concelho que mantinha o poder de compra acima da média de Portugal. Caldas da Rainha (99,92%), Leiria (99,87%), Nazaré (89%), Peniche (87,36%) e Alcobaça (82,78%) eram os concelhos mais bem posicionados que a Batalha. Dois anos mais tarde, o topo da tabela alterou-se. A Marinha Grande caiu para o terceiro posto com uma descida significativa. Enquanto isso, Leiria, agora líder, e Caldas da Rainha, conseguiram manter bem semelhantes os valores de poder de compra, o que implica que em 2009, o distrito de Leiria deixasse de contar com qualquer concelho com um poder de compra acima da média do país. Em 2009, dos 308 municípios portugueses, 39 situavam-se acima do poder de compra per capita médio nacional. O município de Lisboa apresentava o índice de poder de com-

António José Pereira TOC nº 39586 --------------------------------------Contabilidade e Gestão Unipessoal, Lda.

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p O poder de compra dos batalhenses permanece abaixo da média nacional

pra mais elevado (232,5), mais do que duplicando o índice nacional, mas, nas 16 primeiras posições correspondentes a um índice superior a 120, ainda se encontravam mais seis municípios da área metropolitana de Lisboa: Oeiras (185,3), Cascais (150,6), Montijo (136,9), Alcochete (132,6), Almada (122,2) e Loures (121,6). No território metropolitano do Porto, destacavam-se os municípios do Porto (178,8), de Matosinhos (130,6) e de São João da Madeira (129,1).

Índice de poder de compra no distrito de Leiria (2009) 1 2 3 4 5 6

Leiria Caldas da Rainha Marinha Grande Nazaré Peniche Alcobaça

99,91 98,73 91,56 87,41 86,08 82,70

7

Batalha

80,68

8 9 10 11 12 13 14 15 16

Óbidos Bombarral Pombal Porto de Mós Ansião Pedrógão Grande Castanheira de Pêra Alvaiázere Figueiró dos Vinhos

77,54 75,35 73,43 68,72 65,03 60,30 59,91 58,47 57,07

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Batalha Actualidade

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Variante da Batalha abre 14 anos depois de prometida m Na meia noite de sábado, dia 19, abriu ao tráfego o lanço do IC 2 – Variante da Batalha (A19). A Variante da Batalha atravessa os concelhos de Porto de Mós, Batalha e Leiria e tem uma extensão de aproximadamente 14 quilómetros.

A nova via, que assume agora a denominação de A19, é uma auto-estrada com portagens. Surge 14 anos depois de ter sido prometida, em 1997 pelo então primeiro-ministro, António Guterres. O intuito inicial

era o de proteger o Mosteiro da Batalha, reduzindo o trânsito que circula nas imediações do monumento, assim estancando a sua degradação em consequência da trepidação e dos gases dos automóveis que circulam a poucas centenas de metros de distância. Agora que entrou em funcionamento, esta nova via obriga ao pagamento de portagem. Uma possibilidade que chegou a ser contestada localmente. Em 2008, o PSD da Batalha contestou a introdução de portagens, considerando que o Governo (na altura liderado por José Sócrates) tinha cedido “às pressões privadas” ao pretender colocar portagens num troço que deveria ser gratuito para fo-

mentar o desvio de trânsito da zona do mosteiro”. Também o executivo camarário, pela voz do seu presidente, António Lucas, contestou a decisão. Contudo, a realidade demonstra que os protestos não foram tidos em conta e a circulação neste lanço está sujeita a um regime de cobrança de portagem. Mais: o pagamento apenas é possível com recurso ao sistema exclusivamente eletrónico, sem possibilidade de pagamento manual no local, sendo este apenas possível em regime de póspagamento. Assim, para poderem circular neste novo troço, os utilizadores devem possuir ou adquirir um dispositivo eletrónico nas lojas da Via

Verde ou nos balcões do CTT, ou proceder ao pagamento voluntário da taxa de portagem dirigindo-se aos balcões dos CTT e da rede Payshop, no prazo de cinco dias úteis, contados a partir do segundo dia após a passagem, bastando para isso indicar o número da sua matrícula. Contudo, na semana seguinte à entrada em funcionamento da Variante, quem quisesse pagar as porta-

gens nos CTT ou nas lojas Payshop não o conseguia fazer. A Estradas de Portugal esclareceu que alguns problemas técnicos impediam a transferência dos dados das passagens na A19 aos CTT. E não era certo quando passaria a ser possível efectuar o pagamento. Fonte da Estradas de Portugal aconselhava os utentes a consultarem os CTT para saberem a partir de quando será possível pagar.

s Quanto custam as portagens? Um automóvel ligeiro paga 60 cêntimos para se deslocar da Batalha (o nó de acesso está situado junto à zona industrial da Batalha) a Leiria. Caso se dirija para São Jorge (a A19 termina em Chão da Feira, São Jorge) pagará 55 cêntimos.

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Batalha céptica com nova Variante A Câmara da Batalha, que sempre reclamou a via para evitar que o trânsito continuasse a passar junto ao Mosteiro, continua céptica quanto à eficácia da Variante da Batalha no que se refere à capacidade de desviar o trânsito das proximidades do Mosteiro da Batalha. António Lucas, presidente da Câmara, refere que “a expectativa que temos é que o trânsito pesado não vá utilizar a Variante e use o IC2, continuando a gerar impactos negativos no Mosteiro”. António Sousa, responsável da ANTRAM na zona centro confirma que o grosso do trânsito pesado vai procurar evitar a A19 para não aumentar os custos de uma actividade já em dificuldades. Há ainda outras ques-

tões que continuam a preocupar o município da Batalha. A quantidade de acidentes que se continua a registar no cruzamento do IC2 e da antiga EN356, que dá acesso à Zona Industrial da Batalha. Com os nós de acesso à A19 naquela zona, a autarquia teme que a sinistralidade aumente. António Lucas defende a construção de uma rotunda no local. O autarca adianta igualmente que continuam por resolver alguns problemas com a drenagem de águas pluviais na A19. Algo que espera venha a ser resolvido em interlocução com a concessionária.


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Batalha Actualidade

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Clube de Saúde do Agrupamento de Escolas em mudança m A actual direcção do

Por força de uma nova dinâmica, criada pela actual direcção do Agrupamento de Escolas da Batalha (AEB) o Clube de Saúde deste Agrupamento (CSA) deixou de funcionar, pelo menos nos moldes como funcionava, no presente ano lectivo de 2011/2012. Para nos fazer um balanço da actividade do CSA, o Jornal da Batalha procurou o professor João Carvalho, que foi o coordenador do clube, desde o seu início no ano lectivo 2006/2007, que começou por referir que a extinção do clube não tinha nada a ver com uma ruptura ou com a sua actuação, mas sim com “uma nova metodologia de trabalho da nova direcção do Agrupamento”. João Carvalho explicou que o CSA surgiu por proposta do Departamento de Filosofia e Formação Pessoal e Social, com o objectivo de “promover a saúde integral na comunidade escolar”, assim como “outras actividades relacionadas com a sexualidade, alimentação, exercício físico e ambiente”. Contudo, o ex-coordenador revela também que houve actividades que “ultrapassaram os muros da comunidade escolar”, nomeadamente “conferências,

Arquivo

Agrupamento de Escolas ditou novas regras de funcionamento, sendo o Clube de Saúde um dos sacrificados

p A corrida solidária foi das actividades com maior envolvimento mostras e interacções com a comunidade local, exposições e concursos”, sendo que a que “deu maior visibilidade exterior foi a realização das corridas solidárias”. João Carvalho recorda que o Clube de Saúde, poucas vezes “necessitou de dinheiros da unidade de gestão da Escola para as actividades, pois conseguimos sempre apoios para as nossas iniciativas”. Afirmando que “o balanço foi positivo”, o professor e ex-coordenador do CSA diz estar ciente de que “a acção do Clube deixou marcas bastante positivas, quer no meio escolar quer no local”, adiantando que por certo algumas das “actividades que iniciámos se irão manter no futuro”. Aproveita ainda, para, em nome da equipa que coordenou, e que, orgulhosamente, lembra, agradecer às diver-

sas entidades que apoiaram, directa ou indirectamente, as actividades desenvolvidas, pois “sem esses apoios não seria possível concretizá-las”, e são elas Centro de Saúde da Batalha, Órgãos de Gestão da Escola, Município da Batalha, Misericórdia da Batalha, Guarda Nacional Republicana do Posto da Batalha, Bombeiros Voluntários da Batalha, Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Leiria, Governo Civil de Leiria, Instituto Português da Juventude, algumas empresas e população em geral. Reconhece ainda a todos os que, com dedicação apoiaram, e lamenta aqueles que, de forma vencida, olharam para o lado ou perderam a oportunidade de fazer ser melhor a realidade social e o futuro.

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A DIRECÇÃO DO AEB ESCLARECE. O Jornal da Batalha contactou a Direcção do AEB, com vista a esclarecer os motivos desta alteração de funcionamento, tendo o Director, professor Luís Novais, começado por referir que “o clube não «caiu»”, mas é “uma das peças de um puzzle que pretende ir ao encontro das necessidades do Agrupamento de Escolas da Batalha”. Para além disso, há no AEB um novo projecto, denominado “Educação para a Saúde e Sexualidade”, que “tem como objectivo incutir nos jovens competências e valores, no sentido destes adoptarem e manterem estilos de vida saudáveis e deste modo construírem o seu projecto de vida”, explica Luís Novais. Em relação às actividades a desenvolver pelo novo

projecto, o responsável pelo AEB informou que “ao longo ano lectivo a Coordenadora do Projecto enviará as actividades a desenvolver”. AS ACTIVIDADES. O ex-coordenador, em jeito de balanço, relata as inúmeras actividades desenvolvidas ao longo da existência do Clube de Saúde, a saber: - 5 corridas solidárias, cujo produto se destinou a crianças de Angola, Moçambique e Timor-Leste, a uma iniciativa missionária de Fátima, aos Médicos do Mundo e à APPC de Leiria; - 8 colheitas de sangue; - Três campanhas de recolha de tampas de plástico que permitiram a aquisição de 4 cadeiras de rodas, entregues à Escola e a pessoas carenciadas; - 1 campanha de recolha de tampas de metal, destinadas

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à Associação de Neurofibromotose; - 1 campanha de recolha de radiografias a favor da AMI; - 5 jornadas comemorativas do Dia Mundial da Alimentação com oferta de maçãs; - Distribuição gratuita de maçãs, dois dias por semana, de Janeiro a Abril do ano lectivo 2010/2011, a toda a comunidade escolar; - 4 teatros-debate, com o grupo de teatro profissional USINA, com vista à promoção da educação sexual e prevenção de comportamentos de risco, destinados à comunidade escolar; - Muito para cima de uma centena de palestras destinadas a alunos, algumas das quais também destinadas aos pais, ligadas à saúde sexual, comportamentos de risco, alimentação/hábitos alimentares, toxicodependência e outros consumos, com a colaboração do Centro de Saúde da Batalha e de Voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa; - Colaboração com outros departamentos ou grupos escolares, no sentido de implementar actividades ou jornadas, com ligações específicas à saúde e ao ambiente; - Passeios pedestres de colaboração com o Clube EcoEscolas; - Implementação do projecto de prevenção/contenção da Gripe A na comunidade escolar; - Implementação, de acordo com a lei, no ano lectivo 2010/2011, do projecto de educação para a sexualidade no meio escolar. Armindo Vieira


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As contas da austeridade na Golpilheira m A questão era: “Austeridade: Que fazer deste Estado?”. A resposta foi ensaiada na Golpilheira, num debate - organizado pelo Jornal da Golpilheira e Revista Invest - integrado na 18.º Semana Cultural da Golpilheira. António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, Paulo Baptista dos Santos (deputado do PSD) e Ribeiro e Castro, deputado e ex-líder do CDS-PP, foram os protagonistas numa noite de discussão sobre a situação do país. Várias dezenas de pessoas compareceram no debate que decorreu dia 8, na sede do Centro Recreativo da

Golpilheira. Muito embora tenha sido o último a intervir, Ribeiro e Castro colocou a tónica naquele que é o actual esforço enfrentado por Portugal: “fazer furos ao cinto”. O ex-líder dos centristas lembrou que há mais de uma década que existiam sinais da necessidade de levar a cabo políticas que evitassem a deterioração da situação financeira do país. Como tal não aconteceu, teremos de efectuar o ajustamento num contexto de recessão. Sinteticamente, Ribeiro e Castro lamentou que enquanto a economia crescia se tenha optado por aumentar a dívida em vez de sanear as contas do país. Paulo Baptista dos Santos, deputado do PSD na Assembleia da República, sublinhou o crescente peso do Estado na economia nacional, lembrando que actualmente o sector público absorve cerca de metade da riqueza produzida no país. O deputado deixou ainda a convicção de que a verba inicialmente

p Ribeiro e Castro argumenta que a austeridade é inevitável destinada a Portugal no âmbito do plano de assistência internacional poderá revelar-se insuficiente. Antes, já António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, lembrou que a redução nos gastos estatais vai implicar uma redução das receitas municipais. A verdade é que os custos correntes das autarquias

têm crescido, numa altura em que, para além do corte nas transferências estatais, existe uma travagem acelerada das receitas provenientes da actividade imobiliária, salientou. António Lucas considerou existir margem para alguns cortes no Estado, sobretudo ao nível da burocracia. E deixou alguns exemplos.

Tratar o ar do novo pavilhão polidesportivo da Golpilheira vai custar 250 a 300 mil euros. “Haveria necessidade de gastar este dinheiro?, questionou o autarca referindo-se à verba destinada às medidas de implementação de sistemas de tratamento do ar e eficiência energética do novo pavilhão a construir

em breve junto à colectividade e que implica um investimento na ordem dos 1,5 milhões de euros. Na altura em que enunciava um rol de medidas burocráticas desnecessárias, lembrou ainda que o licenciamento de um muro na vila da Batalha chega a implicar a consulta de cinco entidades públicas diferentes.

refere. O autarca não tem dúvidas de que se trata de quem conhece bem a zona. “O casal estava a trabalhar e eles conhecem bem os hábitos das pessoas”, refere Silvestre Carvalhana que recorda que uma outra habitante da freguesia lhe contou que há dias estava em casa e ouviu alguém a mexer nos estores: “al-

guém andava por lá”, assegura. Para o presidente da Junta é necessário reforçar a visibilidade da GNR na zona. “Não sei se têm os meios necessários, provavelmente têm pouca gente, mas este problema existe há muito tempo e só vai piorar”, vaticina.

Colégio assaltado duas vezes no espaço de um mês No espaço de um mês, o Colégio de São Mamede sofreu dois assaltos. O último ocorreu no fim-de-semana de 12 e 13 de Novembro. Desconhecidos deixaram a sua marca em portas, paredes e vidros. Objectivo: o cofre. Uma rebarbadora terá sido utilizada para violar o cofre e furtar cerca de 2.500 euros do seu interior.

Tal como no assalto de Outubro – quando foram furtados 12 mil euros - , um buraco na parede foi o método utilizado para aceder ao cofre. António Madama, director do colégio, em declarações à estação de televisão TVI revelou que o dinheiro roubado era destinado a visitas de estudo e tinha sido entregue pelos

alunos ao colégio. António Madama alimenta a suspeita de que o assalto foi levado a cabo por alguém que conhece bem o colégio. Silvestre Carvalhana, presidente da Junta de São Mamede, partilha da mesma convicção. “Isto é ladrão caseiro”, diz. Para o presidente da Junta local, estes assaltos são apenas

mais um sinal que acrescenta razão aos seus recorrentes apelos: é necessário reforçar a presença das forças de segurança na freguesia. “Ainda ontem [terça-feira dia 15] assaltaram outra casa em pleno dia, durante a tarde em Casal Suão. Como havia pouco dinheiro, levaram ouro, não lhes interessa mais nada”,

António Caseiro TOC nº280 Pós Graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade Centro Comercial Batalha, 1º Piso, Esc 2, Ediİcio Jordão, Apartado 195, 2440-901 Batalha Telemóvel: 966 797 226 • Telefone: 244 766 128 • Fax: 244 766 180 • Site: www.imb.pt • e-mail: imblda@mail.pt


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Batalha Actualidade

Associativismo em debate A sexta edição do Fórum do Associativismo do Concelho da Batalha decorre dia 26 de Novembro, a partir das 14h30, nas instalações da Zona Desportiva da Batalha – Sala de Formação dos Balneários. Voluntariado e Cidadania Activa é a temática escolhida para este ano, enquadrada no tema escolhido pela União Europeia para 2011: Actividades Voluntárias que Promovam uma Cidadania Activa. Serão apresentados por especialistas diversos casos relacionados com a temática proposta. No final terá lugar a assinatura dos Protocolos de Apoio Municipal ao Associativismo, terminando o encontro com uma visita guiada ao Museu da Comunidade Concelhia da Batalha.

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Pedro Redol é o novo director do Mosteiro

Pedro Redol é o novo director do Mosteiro da Batalha. A nomeação do novo director, em regime de substituição, foi tornada pública dia 9, em Diário da República e surge na sequência de um despacho do IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico),

datado de 27 de Outubro. O ex-director do Convento de Cristo, em Tomar, e técnico superior do Mosteiro da Batalha assume assim as funções que até ao final de Outubro eram desempenhadas por Júlio Órfão que entretanto se aposentou, depois de 19 anos na direcção do monumen-

to. Pedro Redol nasceu em Tomar, em 1965. Foi director do Convento de Cristo, entre 1999 e 2002. Entre 2005 e 2008 foi director do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra. É licenciado em História e mestre em Arte, Património e Restauro.

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“A Estrada da Vida” a vida de Cremilde Monteiro em verso A Estrada da Vida é um pequeno livro de poesia, onde a autora relata em “versos simples, saídos do coração”, o percurso da sua vida. A apresentação da obra teve lugar no passado dia 6, nas instalações do Centro Recreativo da Golpilheira, enquanto decorria a 18ª Semana Cultural da Golpilheira. Na ocasião, Luís Miguel Ferraz, depois de explicar que um dos grandes sonhos de Cremilde Monteiro era ver os seus versos publicados em livro, referiu que esta pequena publicação de 80 páginas, “não nos mostra uma grande obra literária, mas mostra, isso sim, uma grande força de vida”. António Lucas, presidente do Município da Batalha, se mostrava visivelmente satisfeito, pois ajudou “a concretizar um

sonho” e este era um dos muitos “momentos agradáveis de ser autarca”. A autora, bastante emocionada, agradeceu as palavras elogiosas e todo o apoio recebido. Cremilde Monteiro, nasceu numa família humilde e aos 14 anos emigrou para a Alemanha. Tinha o sonho de ser enfermeira, o que não conseguiu, pois “uma aparente crise epiléptica foi o princípio de um longo calvário de hospitais, exames e estudos…”, refere-se na sua biografia. Hoje, apesar de vigiada por especialistas, dedica-se à escrita e trabalhos manuais “sobretudo à pintura”.


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Kartódromo quer casino e pista de cavalos

Uma pista para corridas de cavalos (com apostas), um casino e mesmo uma pista para corridas automóveis de fórmula Indie. Estes são alguns dos projectos que estão a ser equacionados para acres-

centar à zona onde actualmente está instalado o kartódromo da Batalha, EuroIndy. O kartódromo EuroIndy, em Pinheiros, é um complexo desportivo destinado à prática do karting, inau-

gurado em 1993. Agora, os seus responsáveis admitem diversificar a actividade. Isso mesmo deram conta numa sessão pública da V Semana Nacional de Business Angels que decorreu recentemente na Marinha

Grande. Os business angels – investidores que arriscam em novos negócios – presentes na sessão que decorreu na cidade vidreira, puderam ouvir um consultor do kartódromo de António Pragosa explicar a importância de conseguir avançar com a actividade na região. Um dos pontos centrais do projecto – que o porta-voz do empresário da Batalha assegurou estar já a ser analisado pelo município – passa pela criação de uma pista de corridas de cavalos e respectivas apostas. Actualmente a legislação não permite esta actividade, mas o empresário batalhense aponta a receptividade governamental para rever a legislação como um ponto forte a favor do projecto. A vertente do jogo ganharia ainda outra dimensão

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“Rua Asseada” é tema de campanha

com a instalação de um casino naquele complexo. O porta-vozdoempresário António Pragosa revelou que este é um projecto que ainda está numa fase embrionária, mas não deixou de sublinhar a relevância económica que ele poderia acarretar para a região, atendendo à sua centralidade, bem como ao longo historial de actividades desportivas levadas a cabo pelo EuroIndy. Na altura, Francisco Banha, presidente da Federação Nacional das Associações de Business Angeles, sublinhou que existem verbas para apostar em boas ideias: “Quem tem bons projectos tem a oportunidade de os apresentar de forma profissional”.

Com vista ao correcto acondicionamento, separação e deposição dos resíduos, o Município da Batalha conjuntamente com a SUMA, empresa responsável pela recolha dos resíduos no concelho da Batalha, leva a efeito uma iniciativa denominada “Rua Asseada”. Com esta campanha, que se inicia no próximo dia 24, “espera-se que os responsáveis dos estabelecimentos interiorizem a ideia de que a limpeza e asseio de cada rua são um convite à entrada nos estabelecimentos que nela se situam”, refere uma nota enviada às redacções, pelo que “a abordagem ao público-alvo basear-se-á em estratégias de contacto próactivo e na distribuição de porta-chaves e folhetos informativos, que fomentam a consciencialização imediata para o problema e para a adopção de simples gestos para a sua resolução”.


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Novas oportunidades da Batalha entrega diplomas Cerca de três centenas e meia de adultos que frequentaram o Centro de Novas Oportunidades da Escola Básica e Secundária da Batalha (CNO), receberam os seus diplomas no passado dia 18. Na cerimónia, que ocorreu no espaço Polivalente do Agrupamento de Escolas da Batalha (AEB) e a que presidiu Gonçalo Xufre, presidente da ANQ – Agência Nacional para a Qualificação, estiveram presentes, a presidente do Conselho Geral e o Director do Agrupamento, respectivamente Ana Barraca e Luís Novais, o presidente da Câmara Municipal da Batalha, António Lucas, e a vereadora da Câmara Municipal de Porto de Mós, Anabela Martins. Na ocasião, Ana Barraca, explicou que o CNO da Batalha “nasceu em 2006, um pouco a medo” e que no fundo se tratou de “uma boa aposta e nota-se pelo traba-

lho desenvolvido ao longo de todos estes anos”. A reforçar estas palavras, Luís Novais adiantou que o “CNO da Batalha já certificou desde o seu início 1173 formandos”, e continua a realizar sessões “com vista à certificação de muitos mais”. Depois de referir que o “saber não ocupa lugar”, António Lucas disse que o programa das Novas Oportunidades “era um programa bastante importante”. Por sua vez, Gonçalo Xufre, começou por dizer que estava ali “porque é importante não tomar decisões sem verificar no terreno o que se passa”, para logo adiantar que “são tempos turbulentos, os que temos no nosso país”. Depois de explicar que o programa Novas Oportunidades “não vai terminar”, porque “vamos manter os Centros que trabalham de gosto”, o presidente da ANQ , referiu que “as certi-

p Ao centro Gonçalo Xufre, presidente da ANQ ficações profissionais terão que continuar” e este programa “tem coisas boas e essas teremos que as manter e até, se possível, melhorar”. O CNO, para além dos grupos em funcionamento

Chucha-Rolhas em convívio Vai realizar-se no próximo dia 25, mais um encontro dos “Chucha-rolhas”, nome pelo qual são conhecidos os batalhenses. Trata-se do 27º Encontro de Batalhenses, vulgarmente apelidados de “ChuchaRolhas”, que este ano se realiza no Restaurante “Quinta do Fidalgo-Tromba Rija”, a partir das 19,30 horas. Este encontro, tal como os anteriores, serve para

reunir todos os Chuchas e cumprir o tradicional encontro anual, porque “mudam-se os tempos mas nunca se mudam as vontades”. O mote do jantar-convívio desta ano é: “Viver a Batalha, ontem, hoje e amanhã”. A organização apela à participação de “todos os chucha-rolhas”, informando que se “assegura o apoio de uma baby-sitter com

as adequadas brincadeiras, para as crianças”. Para quaisquer informações e para as inscrições, que deverão fazer-se até ao próximo dia 20, os interessados poderão dirigir-se aos seguintes contactos: Germa no P ragosa , 913814481; Vasco Oliveira, 912290335/962079199; Cláudio Nazário, 918703006 e Rosi, 966788841.

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na Escola Básica e Secundária da Batalha, actualmente desenvolve itinerâncias no concelho da Batalha (Torre, Reguengo do Fetal e Calvaria de Baixo), em grande parte do concelho de Por-

to de Mós (Juncal, Pedreiras, Arrimal, Serro Ventoso, Mendiga e Cabeça Veada) e ainda no concelho de Leiria (em Azoia, Pernelhas, Parceiros, Barracão, Arrabal e Caranguejeira), tendo ain-

da parcerias com algumas empresas para a melhoria da qualificação escolar e ou profissional dos seus colaboradores. Armindo Vieira

Recolha de Alimentos do Banco Alimentar O Banco Alimentar Contra a Fome de Leiria-Fátima, vai levar a efeito nos próximos dias 26 e 27, mais uma campanha de recolha de alimentos. Esta campanha, integrada na Campanha Nacional de Recolha de Alimentos coordenada pela Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, e tem lugar nas superfícies comerciais da região. Os alimentos recolhidos, serão distribuídos nas zonas de recolha que, neste caso, decorre nos concelhos de Leiria, Batalha, Porto de Mós, Marinha Grande, Ourém, Pombal, Ansião, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande, em seis dezenas de supermercados. De acordo com uma nota enviada à nossa redacção, “estes alimentos vão integrar um plano semestral, com distribuição mensal a 54 IPSS”, que acolhem, cuidam ou assistem “pessoas comprovadamente carenciadas, nas mais diversas valências da solidariedade social, na região de Leiria”.

Nesta campanha, “contamos com mais de 1.400 voluntários, nas lojas, armazém e transportes, coordenados por chefes de equipas, identificados com camisolas do Banco Alimentar”, adianta o documento, acrescentando que “o transporte, dos locais de recolha para o n/armazém em Parceiros, é assegurado por viaturas cedidas por empresas e entidades, também identificadas”. O Banco Alimentar agradece desde já “todas as contribuições” e disponibilizase para prestar quaisquer esclarecimentos ou informações, através dos contactos: ba.leiriafatima@bancoalimentar.pt ou 916322050, 961290022.


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Dia de Espanha comemorado em São Mamede

p O Dia da a Hispanidade e o Halloween marcaram o início das actividades

m Para além da comemoração do Dia de Espanha, o novo Acordo Ortográfico serviu de mote à Escola de Pais.

No Colégio de São Mamede, os alunos do 7º ano que optaram pela disciplina de Espanhol, comemoraram o “Dia de la Hispanidad”, elaborando “trabalhos que foram expostos num local de passagem de toda a comunidade escolar”, como explica uma nota enviada à nossa redacção. Assim, no passado dia 12 de Outubro, data em que se comemora a efeméride, os alunos produziram “um documento de identificação com os seus dados pes-

soais”, sendo-lhes dada “a liberdade para escolherem a apresentação estética que considerassem mais adequada, incentivando assim a sua criatividade, com o intuito de desenvolver as competências da expressão escrita, bem como o alargamento dos conhecimentos da cultura hispânica”, adianta o documento. Segundo a nota referida, para além da “importância da vertente pedagógica de ensino/aprendizagem” que encerra o reconhecimento de quem se esforça por atingir os melhores níveis de desempenho académico, “o factor motivacional da iniciativa foi ressalvado”. “El Día de la Hispanidad” é celebrado com distintos actos comemorativos em Espanha e “em todos os países que detêm o espanhol como língua oficial”, sendo que neste estabelecimento de ensino, “com a colaboração da professora de Geografia, os alunos localiza-

ram geograficamente todos os países “hispanohablantes” e assinalaram-nos no planisfério”, lê-se também no documento em causa. VISITA A FÁBRICAS. Os alunos do 1.º ciclo do Colégio de São Mamede, deslocaram-se, no dia 20 de Outubro, a Pombal, a fim de visitar duas unidades fabris. Segundo uma nota enviada à nossa redacção, esta visita “às unidades Cuétara e Sumolis, tinha por finalidade comemorar o Dia da Alimentação”. “A visita teve um âmbito interdisciplinar, permitindo aos alunos verificar métodos e processos de confecção e embalagem de diferentes tipos de bolachas e de refrigerantes, bem como regras e normas de higiene e saúde alimentar”, refere o documento. APRENDER A ESCREVER! No âmbito do Projecto “Escola de Pais” “o Colégio de

Adriano Manuel Solicitador

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São Mamede, trouxe os pais à escola, para um aula de Língua Portuguesa”, refere uma nota que chegou à nossa redacção, acrescentando que a iniciativa teve lugar “no dia 27 de Outubro”. Nesta aula, “os pais sentiram o que é ser aluno de Língua Portuguesa no Colégio, já que a acção foi dinamizada pelo Departamento de Estudos Linguísticos e Literários” adianta o documento, especificando que “a mesma tinha como propósito ensinar aos pais algumas das novas regras do acordo ortográfico, agora começado a implementar nas escolas”. “A avaliar pelos exercícios realizados no final da sessão, os “alunos” estiveram atentos e empenhados, já que obtiveram sucesso na sua execução”, lê-se na nota, que finaliza dizendo que “este tipo de actividades, que apela ao convívio e à troca de experiência, é sempre salutar”.

HALLOWEN. O grupo disciplinar de Línguas Estrangeiras, disciplina de Inglês, do Colégio de São Mamede, associou-se mais uma vez, à comemoração do Halloween ou Noite das Bruxas. De acordo com a nota enviada à nossa redacção “este ano, a noite de Halloween decorreu no salão da Junta de Freguesia de S. Mamede”, com “um desfile de bruxas e outras “criaturas”, onde não faltaram os alunos de todos os anos de escolaridade bem como os encarregados de educação”. Tratou-se de “uma noite animada que contou com a presença da academia de dança que abriu a noite com uma coreografia, que contou com a participação dos alunos do pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos”, refere o documento, explicando que “findo o desfile, os alunos do 1.º ciclo apresentaram a canção “knock, knock, trick or treat?”, preparada nas au-

las de inglês”. Num espaço contíguo, “os alunos do 1.º ciclo (finalistas) e do 9.º ano, vendiam doces, crepes e bebidas para angariarem dinheiro para as suas viagens finais”, cuja actividade “contou com o envolvimento dos respectivos directores de turma”, lê-se na nota respectiva. O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todos os anos no dia 31 de Outubro, véspera do dia de Todos-os-Santos. A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditava que no último dia do verão (31 de Outubro), os espíritos saíam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objectos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.


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Construção e Obras Públicas confiantes na reabilitação urbana Apesar do sector da construção civil e obras públicas se encontrar bastante debilitado, por força das medidas de austeridade impostas ao país, os responsáveis da ARICOP - Associação Regional dos Industriais de Construção e Obras Públicas de Leiria, manifestaram alguma esperança em melhores dias. Isso mesmo deram conta durante o jantar comemorativo dos 35 anos da associação que decorreu dia 5. Joaquim Sismeiro, presidente da Assembleia Geral, começou por dizer que gostaria de “transmitir uma mensagem positiva, reconfortante e repleta de esperança”, mas a actual situação económica e financeira, “não me permite essa ousadia, pois todos conhecemos e sentimos os inúmeros problemas que afectam o sector onde desenvolvemos a nossa actividade”.

p Paulo Gonçalves presidente da Aricop Para além disso, é bastante conhecida “a influência recíproca” entre o estado da economia no seu todo e “o estado das actividades produtivas, quais sejam, a construção civil e as obras públicas”, acrescentou o dirigente associativo. Por sua vez, Paulo Gonçalves, presidente da direc-

ção, referiu que devido a “uma conjuntura nacional e internacional extremamente desfavorável” a relevância da actividade “se esbateu deixando de mobilizar diariamente milhões de pessoas, comprometendo a actividade de muitas empresas”. Salientando que a

ARICOP conhece bem o problema do sector na nos-

sa região e até “tem alertado publicamente e feito sentir as preocupações a quem de direito”, Paulo Gonçalves adianta que “à manifesta falta de obras, acrescem outros problemas que estrangulam o sector”, como o Código dos Contratos Públicos, as restrições no acesso ao crédito e a reabilitação urbana, que poderiam “constituir uma oportunidade para os empresários da construção”. Como factor negativo, foi apontado também “o atraso nos pagamentos às empresas por parte do Estado”, que deveria dar o exemplo, impondo-se que o Estado, como

pessoa de bem, “garanta a regularização destes atrasos mediante recurso, designadamente, aos fundos que constituem a assistência financeira ao país”. A resrição no acesso ao crédito foi outro dos problemas identificados. Já a reabilitação urbana é tida como importante, pois “poderá constituir uma oportunidade de ouro para o sector”, devido ao vasto património edificado. Armindo Vieira


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Enchente na inauguração da Casa do Benfica

A Casa do Benfica na Batalha abriu portas dia 22 de Outubro. E foi pequena para albergar as dezenas de sócios e simpatizantes que acorreram à cerimó-

nia presidida por Domingos Lima, vice-presidente do Sport Lisboa e Benfica. Na altura, António Caseiro, da Comissão que gere aquele espaço, lembrou que

a Casa do Benfica número 241 (que agora abriu na Batalha, na Célula B) pretende proporcionar “as condições necessárias para elevar o nome do clube. É a realiza-

ção de um sonho antigo”. Nota ainda para a presença da águia, símbolo do clube e que é presença habitual no Estádio da Luz.

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Sportinguistas regressaram à Batalha O habitual jantar-convívio organizado dos sportinguistas que decorre na Batalha, decorreu este ano no passado dia 19. Pela primeira vez, desde que este convívio arrancou há 31 anos, o presidente do Sporting Clube de Portugal, faltou ao encontro. Uma pequena intervenção cirúrgica motivou a ausência, explicou Godinho Lopes, numa mensagem de vídeo gravada. No entanto, o ex-jogador sportinguista – actualmente no Manchester United – Nani, esteve “presente” através de uma intervenção em direto, por telefone. “No final vamos celebrar. O Sporting está sempre no meu coração. É o melhor clube do mundo”, disse o internacional português. Na sua intervenção, Godinho Lopes pediu aos órgãos sociais, aos atletas e a todos os adeptos

para darem “as mãos para ajudar um nosso antigo atleta e, estamos certos, um sportinguista de coração”. “O Carlos Martins tem 11 anos de formação no Sporting e não deve ser esquecido neste momento”, afirmou Godinho Lopes, aludindo à doença que afecta o filho de Carlos Martins, internacional português atualmente ao serviço do Granada, de Espanha. Premiados com os “Rugidos de Leão” de 2011: João Matos (futsal), André Santos (futebolista profissional), João Pereira (futebolista profissional), Gilberto Borges (hóquei em patins), Diogo Chen (ténis de mesa), Frederico Santos (andebol), Paulino Coelho (comunicação social), Joana Ramos (judo), Diogo Neves (kickboxing) e Augusto Baganha (antigo atleta e dirigente).


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Necrologia / Publicidade Batalha

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Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro Rua Francisco Serra Frazão, lote B, 4º r/c dto - 2480-337 Porto de Mós Certifico para fins de publicação, que por escritura de justificação celebrada neste Cartório Notarial, no dia três de Novembro de dois mil e onze, exarada a folhas cento e quarenta e duas do livro de Notas para Escrituras Diversas Duzentos e Cinquenta e Três – A. José Carreira Vicente e cônjuge Maria de Fátima de Oliveira Craveiro, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais ele da freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, ela da freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho de Leiria, residentes em Perulheira, S. Mamede, Batalha, Nifs: 101 432 917 e 130 503 550, declararam: Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores, do prédio rústico sito em Milheirices, freguesia de S. Mamede, concelho da Batalha, composto de terra de pinhal, eucaliptal e mato, com a área de três mil e cinquenta e quatro metros quadrados, a confrontar do norte com Estrada, sul com Herdeiros de Manuel Mendes Laureano, nascente com Herdeiros de Manuel Conceição Mendes e poente com Hermínio Carreira Rodrigues, inscrito na matriz sob o artigo 17,663, com o valor patrimonial de IMT € 2.646,90. Que adquiriram este prédio por compra verbal a Vitorino dos Santos Novo e esposa Maria Almira Logrado Coelho Novo, residentes em Vale de Ourém, São Mamede, Batalha, compra essa que teve lugar no ano de mil novecentos e oitenta e nove, já casados entre si. Não obstante não terem título formal de aquisição do referido prédio, foram eles que sempre o possuíram, desde aquela data até hoje, logo há mais de vinte anos, em nome próprio, defenderam a sua posse, pagaram os respectivos impostos, gozaram todas as utilidades por ele proporcionadas, cultivaram-no e colheram os seus frutos, sempre com o ânimo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, posse essa de boa-fé, por ignorarem lesar direito alheio, pacífica, porque sem violência, contínua e pública, por ser exercida sem interrupção e de modo a ser conhecida pelos interessados. Tais factos integram a figura jurídica da usucapião, que os justificantes invocam, como causa de aquisição do referido prédio, por não poderem comprovar a sua aquisição pelos meios extrajudiciais normais. Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro em Porto de Mós, três de Novembro de dois mil e onze. A Colaboradora com delegação de poderes, Ana Paula Cordeiro Pires de Sousa Mendes Jornal da Batalha, ed. 256, de 18 de Novembro de 2011

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Seus filhos, netos e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer de forma especial a todas as pessoas de suas relações e amizade que neste momento de dor e tristeza manifestaram o seu pesar. A todos, muito obrigado. Tratou Funerária Espírito Santo, Batalha

Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro Rua Francisco Serra Frazão, lote B, 4º r/c dto - 2480-337 Porto de Mós Certifico para fins de publicação, que por escritura de justificação celebrada neste Cartório Notarial, no dia dezoito de Novembro de dois mil e onze, exarada a folhas dez do livro de Notas para Escrituras Diversas Duzentos e Cinquenta e Cinco – A. Joaquim da Silva Pereira da Costa, casado com Maria Teresa Menezes da Silva sob o regime da comunhão geral de bens, naturais da freguesia e concelho da Batalha, lá residentes na Rua Principal, 40, Golfeiros, Nifs: 103 682 376 e 122 297 385, por si e na qualidade de procurador de sua referida esposa, declarou: Que ele e sua esposa, que representa, são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos seguintes bens: UM: Prédio rústico sito em Brejo, freguesia e concelho da Batalha, composto de pinhal e terra de semeadura, com a área quatro mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte com José Pedreiras e outros, do sul com Francisco Silva Pereira da Costa, do nascente com ribeiro e do poente com Joaquim Carreira dos Santos, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz sob o artigo 645, com o valor patrimonial IMT de € 727,70. DOIS: Prédio rústico sito em Charneca, freguesia e concelho da Batalha, composto de pinhal e mato, com a área oito mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com António Almeida Monteiro, do sul e nascente com José da Silva Calé e do poente com José da Silva, não descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha, inscrito na matriz sob o artigo 7063, com o valor patrimonial IMT de € 1.053,97. Que os prédios vieram à posse dele marido por doação verbal de Júlia da Silva Pereira e marido José Pereira da Costa, residentes que foram em Golfeiros, Batalha, doação essa que teve lugar no ano de mil novecentos e cinquenta e três, ainda solteiro. Não obstante não terem título formal de aquisição dos referidos prédios, foram eles que sempre os possuíram, desde aquela data até hoje, logo há mais de vinte anos, em nome próprio, gozaram todas as utilidades por eles proporcionadas, pagaram os respectivos impostos, cultivaram-nos, colheram os seus frutos sempre com o ânimo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, fazendo-o ostensivamente e sem oposição de quem quer que seja, posse essa de boa-fé, por ignorarem lesar direito alheio, pacífica, porque sem violência, contínua e pública, por ser exercida sem interrupção e de modo a ser conhecida pelos interessados. Tais factos integram a figura jurídica da usucapião, que o primeiro outorgante, nas indicadas qualidades, invoca, como causa de aquisição dos referidos prédios, por não poderem comprovar a sua aquisição pelos meios extrajudiciais normais. Cartório Notarial de Manuel Fontoura Carneiro, dezoito de Novembro de dois mil e onze. A Colaboradora com delegação de poderes, Ana Paula Cordeiro Pires de Sousa Mendes Jornal da Batalha, ed. 256, de 18 de Novembro de 2011

António de Jesus Casal do Alho - Batalha 1ª Ano de Falecimento 14.11.1929 | 30.11.2010

Maria de Lurdes Silva Capitão

Rui Manuel Oliveira Grosso 10º Ano de Falecimento Aqueles que amamos nunca morrem, Apenas partem antes de nós. E tu querido filho partiste para uma viagem sem regresso. Recordamos-te com muita saudade. Os teus Pais e Irmã Descansa em Paz

75 anos Brancas – Batalha 13.06.1936 | 26.10.2011 Seu marido, Joaquim Cerejo Matias, filhos, José António, Maria Cecília e Paulo Matias, noras, genro, netos e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida, agradecer todas as manifestações de carinho nesta altura de profunda dor e sentimento de perda. Agradecem ainda a todos os que a acompanharam até à última morada, esperando agora que descanse em Paz. Por fim um agradecimento especial a todo o pessoal do Centro Hospitalar N. Sra da Conceição e do Lar de Fanhais pelo carinho e profissionalismo com que trataram a sua familiar, aquando da permanência nessas instituições. Por tudo e a todos, bem-haja. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha

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