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Tim Burton e suas maravilhas

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TIM BURT N E suas maravilhas

REQUISITADO

SEUS MAIORES SUCESSOS E PREMIAÇÕES HELENA X JOHNNY

O REAL MOTIVO DESSA FIDELIDADE AOS ATORES Edição 1 | Vol.1 | maio 2021 | Grupo tim tim por tim tim


SUMÁRIO INTEGRANTES, INTRODUÇÃO, OBJETIVO..................1

OS FENÔMENOS DEPP E CARTER.............................2

VIDA PESSOAL: ALÉM DA DIREÇÃO..........................3

NADA ALÉM DO ESPERADO: SEUS PRÊMIOS ..............4

BACKSTAGE: A ESTÉTICA.......................................5

FILME: ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS.................6

FILME: A NOIVA CADÁVER ....................................7

FILME: A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE.......8

FIME: EDWARD MÃOS DE TESOURA..........................9

FILME: O ESTRANHO MUNDO DE JACK...................10

FILME: PLANETA DOS MACACOS (2001).................11

FILME: A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA.........12

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................13


INTEGRANTES Alvaro Santos - RA:821134265 Sabrina Maria - RA: 821156581 Paulo Siviero - RA: 821127329 Marianny Vitoria da Silva - RA: 821111056 Luana Maria Ferreira Guimarães - RA: 821111925 Gustavo Tasca Dias - RA: 821160653 Maiara Rodrigues - RA: 821134051 Júlia Reis Caldas - RA: 821137373 Thayná de Araújo - RA: 821131639

INTRODUÇÃO O cineasta e escritor Tim Burton é realmente espetacular em todas as suas obras. Por isso nesse trabalho debateremos principalmente a estética na produção dos seus filmes, mostrando também as origens de toda essa criatividade ao falar de sua vida pessoal e profissional. Suas obras são tão impactantes e fazem tanto sucesso, que particularidades de muitos deles serão abordadas nesse E-Book. Ressaltando seu reconhecimento no mundo do cinema e enfatizando seu favoritismo por alguns atores que você, caro(a) leitor(a), com certeza deve conhecer.

OBJETIVO O Objetivo do e-book, além de trazer conhecimentos gerais sobre um dos maiores produtores e diretores da história do cinema, é trazer um pouco da cultura de Burton e de suas obras, fazendo uma breve análise do diretor e do conhecimento adquirido em aula e nas bancas. Através desse e-book esperamos trazer aos leitores um pouco da essência de Burton através do nosso conteúdo e estética, e causar a reflexão sobre os conceitos utilizados em suas obras. TIM TIM POR TIM TIM .1


OS FENÔMENOS

DEPP & CARTER Por: Luana Guimarães Tim Burton não só possui traços de animação característicos, mas como também tem a tradição de ter a participação de (quase sempre) os mesmos artistas em seus filmes. Artistas como Christopher Walken, Evan Green, e é claro… Helena Bonham Carter e Johnny Depp que são os rostos mais conhecidos nos filmes dirigidos por Burton. Assim como as ideologias de Walter Benjamin, que diz que ao produzir uma obra, existe uma aura que explica o conceito da arte. Neste caso pode se notar que, todos possuem uma aura que tem a características dos filmes, como traços de personalidade e estilo, que dão vida aos personagens, conforme Burton deseja. Burton e Depp, diferente dos outros astros tem uma relação muito especial, que já foi relatada que, desde a produção do seu filme de Edward Mãos de Tesoura em 1990 não houve mais a separação da dupla e há quem diga que, os dois juntos são a dupla mais extravagante e fantasiosa da sétima arte. E não para por aí, juntos produziram ao total nove filmes, como: Ed Wood, Sleepy Hollow, a refilmagem de A Fantástica Fábrica de Chocolate, a animação Corpse Bride, o musical Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street, Alice no País das Maravilhas, e Dark Shadows, filmes que levou os dois a concorrem a diversas premiações. E claro, não podemos de deixar de falar um pouco sobre a relação de Tim Burton com Helena Cárter, os dois além de terem sido casados por muitos anos, produziram juntos grandes sucessos do cinema americano. Helena deu vida a grandes personagens criado por Tim, participando ao total de sete filmes do diretor e produtor, sendo eles: A fantástica Fábrica de Chocolate, Alice no País das Maravilhas, A Noiva Cadáver, Peixe Grande, Desventuras em Séries, entre outros. Infelizmente o casamento veio a ter fim, mas as obras que produziram juntos jamais será esquecida pelos fãs e telespectadores. TIM TIM POR TIM TIM .2


VIDA PESSOAL

ALÉM DA DIREÇÃO Por: Sabrina Maria

Timothy Walter Burton é o primeiro de dois filhos de Bill Burton e Jean Erickson, nascido no dia 25 de agosto de 1958, em Burbank - Califórnia (EUA). Burton achava sua vida doméstica e escolar difícil, chegou a participar de um grupo chamado (O.O.S), também considerada sua infância peculiar pelos seus gostos diferenciados para sua idade na época, pois tinha uma fascinação imensa por filmes de terror e suspense, lia bastante os livros sombrios de Edgar Allan Poe. Outra figura que Burton admirava bastante era Vincent Price, após terminar seu estudo no colegial, ele ganhou uma bolsa de estudos pela Disney Studios para estudar no Instituto das Artes da Califórnia em Valencia. Ele estudou animação durante três anos e então foi contratado pelo Walt Disney Studios como aprendiz de animador, uma de suas primeiras animações foi The Fox and the Hound em 1981, mas acreditava que não tinha achado sua marca ainda. Durante este período chegou a produzir seus primeiros curtas metragem: a animação em stop-motion ‘’Vincent”, e também dois live action “João e Maria’’ e "Frankenweenie", a história de “Frankenweenie” acabou sendo considerada muito sombria para crianças na época o que causou sua demissão. Foi durante o set de filmagens de “Planet of the Apes” em 2001, que Tim Burton e Helena Bonham Carter se conheceram e logo iniciaram um relacionamento que durou cerca de 13 anos, o que colaborou uma longa parceria do casal no cinema. Tiveram dois filhos durante o casamento, Billy Raymond Burton e Nell Burton, mas no dia 23 de dezembro de 2014, anunciaram que tinham se separado de forma amigável e que continuam amigos.

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NADA ALÉM DO ESPERADO

SEUS PRÊMIOS Por: Paulo Siviero e Gustavo Tasca Alice no País das Maravilhas Bilheteria Mundial de 1,025,468,216 Orçamento de 200 Milhões Premiações, vencedor de 2 Oscar, 35 Vitórias e 62 nomeações. Na premiação mais aclamada no ramo de Hollywood (Oscar) o filme levou a premiação nas categorias, Best costume achievement e Best achievement in Art Direction (Melhor conquista de figurino) e (Melhor conquista em Direção de Arte). A Fantástica Fábrica de Chocolate Bilheteria mundial de 474.968.763 Orçamento de 150.000.000 Premiações, vencedor de1 Oscar, 15 vitórias e 52 nomeações no total O filme ganhou seu Oscar na categoria Best Achievement in Costume Design (Melhor conquista em figurino). Tim Burton chegou a ser nomeado junto com Richard D. Zanuck na premiação BAFTA Awards, na categoria Best Feature Film (Melhor Longa Metragem). A Noiva Cadáver Bilheteria mundial de 118.090.836 Orçamento de 40.000.000 Premiações, nomeado há 1 Oscar, 9 vitórias e 29 nomeações. O filme ganhou a premiação no Venice Film Festival (2005) na categoria Future Film Festival Digital Award (Prêmio Digital do Future Film Festival) e na Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, USA (2006) na categoria Best Animated Film (Melhor Filme de Animação). Edward Mãos de Tesoura Bilheteria mundial 86.024.005 Orçamento de 20.000.000 Premiações, nomeado há 1 Oscar, 9 vitórias e 23 nomeações. O filme ganhou a premiação no BAFTA Awards (1992) na categoria Best Production Design (Melhor Design de Produção) e Sant Jordi Awards (1992) na categoria Best Foreign Film (Melhor filme estrangeiro).

O animador, diretor, produtor e roteirista Timothy William Burton (Tim Burton) conquistou ao longo de sua carreira, um grande sucesso entre as suas produções desde o primeiro lançamento de sua obra até a sua mais recente, conquistando uma legião de Fãs atribuindo em suas obras um público abrangente, crianças, adolescentes e até mesmo pais de famílias. Todos os cineastas, atores e atrizes, almejam fortemente ser indicados ao Oscar e ainda mais ganhar um Oscar, que traz um significado muito importante nas particularidades de cada um deles. Um fato interessante sobre Tim Burton é que em uma de suas passagens pelo Brasil em 2016 ele demonstrou sua "Frustração" com a cerimônia de premiação. "O Oscar não é um prêmio que engloba a todos. Isso tudo...não é grande coisa. Eu odeio o prêmio" e comentou a falta de representantes negros a concorrentes ao prêmio. Sabemos que a representatividade de negros está tomando mais espaço em Hollywood, evoluindo para algo que inteire todos. Independente da sua cor racial e orientação sexual. Assim como o mundo está evoluindo, a indústria também precisa readequar seus critérios e seleção. (Até mesmo para obter um bom retorno financeiramente).

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BACKSTAGE

A ESTÉTICA Por: Maiara Rodrigues e Julia Reis

Em todas as produções do Tim Burton, é notório que ele sempre prioriza um visual de cores mais escuras, mais gótico, algo totalmente puxado para o sombrio, onde na maioria das vezes é utilizado para enfatizar as ideias de seus personagens. Tim, se apropria da semiótica, levando o telespectador observar não só a linguagem verbal mas a não verbal também, cada personagem produzido por Tim tem a sua peculiaridade, como por exemplo em “Edward Mãos de Tesoura” remete o encontro entre o belo e o feio, o grotesco e o sublime. Já em “Alice no País das Maravilhas” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, traz uma estética um pouco diferente com cores um pouco mais viva, mas ainda sim com o estilo escuro. Em ”A Noiva Cadáver” e “O estranho mundo de Jack” as cores e a estética empregadas são bastante similares, por se tratar de filmes em stop-motion dando uma sensação mais aprofundada em relação aos filmes. “A lenda do cavaleiro sem cabeça” e “Planeta dos Macacos (2001)” são bastante similares também, com tons mais escuros e sombrios.

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Alice no País das Maravilhas (2010)

Texto por: Maiara Rodrigues

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lice no país das maravilhas é um filme estadunidense dirigido por Tim Burton e baseado no clássico Alice no País das maravilhas, escrito por Lewis Carol. O seu lançamento ocorreu em 2010, e conta com a presença de um elenco bem marcante como: Johnny Deep (Chapeleiro Maluco), Helena Carter (Rainha vermelha), Mia Wasikowska (Alice), Anne Hathaway (Rainha branca). O filme se passa após 13 anos de sua história original. Alice já tendo 19 anos, quando Alice descobre que vai ser pedida em casamento e se desespera avistando um Coelho branco que já tinha visto antes em sua infância. A história nos traz diversas reflexões, sobre o fato de estarmos sempre em constante mudança como foi provado no momento em que Alice cai no buraco e se vê em um lugar totalmente diferente, e passa agir conforme a situação exige dela, ouvindo seus amigos e aprendendo a lidar com o diferente. Outro ensinamento é quando Alice pergunta para o Chapeleiro se ele a acha maluca, e a resposta dele é que ela é “ ouca, louquinha! Mas vou te contar um segredo: As melhores pessoas são assim”, afinal, o que é a loucura?

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A evolução estética presente nos filmes é perceptível desde a primeira aparição nas telas, visto as paletas dos personagens, o Chapeleiro extremamente alegre, cores vivas, chapéus grandes e chamativos, a Rainha Vermelha com tons mais escuros, sua pele totalmente branca com maquiagem escura e vestidos mais marcantes como os daquela época, já a Ra nha Branca totalmente ao contrário, com cores mais claras, neutras.

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Ao decorrer do filme, temos a clara percepção do que é considerado belo, visto que a Rainha Vermelha, tem uma cabeça grande, e exige que as pessoas a sua volta tenham algum problema parecido com o dela, e então a maioria de seus súditos inventam e aumentam alguma parte do seu corpo. Quando ela descobre que todos eles forjavam as coisas, fica muito brava e solta o famoso bordão “ ortem as cabeças” deixando clara o quanto estava decepcionada.

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Segundo Sã Martino, a estética se dá apenas ao âmbito de interação com a obra, e Tim Burton consegue trazer isso xplicitamente em suas obras, principalmente em Alice onde ele nos faz viajar ao mundo das maravilhas juntamente com ela, nos fazendo acreditar que tudo mostrado nos filmes é de alguma forma relacionado com a realidade.

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A Noiva Cadáver

(2005)

Texto por: Sabrina Maria

A Noiva Cadáver é um filme em stop motion – técnica cinematográfica conhecida pelo uso de apenas uma máquina fotográfica capaz de tirar inúmeras fotos. O seu lançamento ocorreu em 2005, produzido por Tim Burton e dirigido pelo mesmo em companhia de Mike Johnson. Contou também com a presença de um elenco excepcional como: Johnny Deep (Victor Van Dort), Helena Carter ( Noiva Cadáver), Emily Watson (Victoria Everglot), Richard E. Grant (Lord Barkis Bittern), Albert Finney (Finis Everglot) e Joanna Lumley (Maudeline Everglot). O filme tem como base uma antiga lenda folclórica judaica chamada “O dedo” do século XVII, situada na Rússia a lenda retrata sobre um jovem noivo que desliza sua aliança de casamento no dedo de um adáver enquanto recita os seus votos, assim como acontece com Victor na trama. A história proporciona que tenhamos reflexões sobre o medo de aceitar grandes mudanças, como o luto, saudade, amor etc. A obra possui cenas musicais, o que torna um clima mais descontraído, juntamente com um tom de comedia aliviando quando contém diálogos mais sérios durante a trama, como, por exemplo, o filme retrata como os casamentos arranjados aconteciam na época da era vitoriana que geralmente aconteciam por interesses financeiros e até mesmo questões de honra, e a problemática sobre a idealização do mor romântico retratado naquele período.

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No ecorrer do filme acompanhamos a história de Victor Van Dort e Victoria Everglot, dois jovens que são forçados a se casarem pelas suas famílias. Victoria precisa se casar por questões financeiras porque sua família perdeu todos os seus bens e Victor por questões de honra. Quando ensaiam seus votos de casamento, Victor fica extremamente nervoso e não consegue acertar de forma alguma seus votos de cor, então, decide ir até a floresta para ensaiar sozinho. Nisso enquanto recita seus votos de casamento ele acaba pegando um galho de arvore no qual acaba colocando o seu nel de casório, mas na verdade era um braço esquelético de um cadáver que foi brutalmente assassinada depois do seu casamento. Emily acredita que está casada com Victor e acaba levando para o mundo dos mortos, mas Victor fica extremamente assustado e logo quer oltar para casa.

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Segundo Stuart Hall, a cultura é uma representação que nvolve o uso de linguagem e signos, quando representamos algo colocamos um pouco de si, dando identidade, com isso, impondo práticas, hábitos e costumes no que estamos fazendo. Dessa maneira, a cultura é justamente um sistema de linguagem compartilhada e signos que produzem uma relação de modificação do eal, na qual conseguimos usar para criar manifestações artísticas para expressar críticas sociais, Tim Burton faz muitas dessas representações em suas obras e críticas de uma maneira leve para que tenha entendimento das crianças.

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A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Texto por: Alvaro Santos

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A Fantástica Fábrica de hocolate é um filme norte-americano, voltado para o público infantil, dirigido por Tim Burton. Baseado no conto de Roald Dahl, a trama tem como protagonista o jovem e humilde Charlie, que ganha uma competição junto de outras crianças, para num passeio na misteriosa fábrica de chocolates do criativo e excêntrico Willy Wonka.

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O filme acima de tudo, causa certo impacto tanto em quem assiste, quanto em quem vive a istória, por se tratar de uma fuga dos padrões estéticos culinários. Os doces de Wonka fazem sucesso justamente por fugirem desses padrões, os diferentes sabores, os formatos rebuscados, as cores vibrantes e os meios de pr dução nunca antes vistos, prendem a atenção dos personagens e dos espectadores. Além do impacto estético, vale ressaltar que, a comunicação dentro da fábrica causa curiosidade nos convidados, mostrando como é o primeiro contato com culturas e linguagens tão distintas das habituais.

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A divergência entre culturas no filme é aparente, a partir do momento em que harlie, por questões acima de tudo financeiras, evidencia no filme uma divergência cultural muito grande em relação às outras crianças. s elementos de suas casas e suas vestimentas, mostram como a desigualdade social interfere na cultura de cada país. Assim, reforçando o pensamento do historiador Edward Palmer Thompson, que relacionava a cultura como modos de vida diferentes, e não como algo global, que todas as sociedades estão encaixadas. Vale ressaltar que, o pai de Charlie, senhor Bucket, ressalta a necessidade da classe operária de estar inserida em um modelo de cultura, discussão trazida com mais ênfase por Raymond Willians, além de demonstrar a transição da primeira revolução industrial para a segunda, com o domínio de uma mão de obra qualificada.

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Vale ressaltar que, a forma com que Willy Wonka manipula a sociedade para atraí-los à sua fábrica também é notável. Fazendo uso das mídias de massa, como panfletos, televisão e rádio, que rapidamente informam grande parte das pessoas no mundo, assim movimentado o mercado das barras de choco ate. A partir do momento em que os espectadores e leitores são atingidos pela notícia, movimetação nas lojas acontece em instantes, demonstrando como os indivíduos chegam a nem pensar sobre a proposta do empresário, quando idealizam a oportunidade de estar dentro da misteriosa fábrica, que estava a anos fechada, o desespero por essa chance mínima oma conta do mercado de doces.

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Consequentemente, o filme rompe com a forma que os doces são demonstrados no cinema, assim conquistando o público e recebendo várias premiações. Além de demonstrar transições históricas e industriais, evidenciar os diferentes tipos de cultura, e tratar sobre manipulação de massa, tudo isso a nível global, de uma forma lúdica, misturando curiosidade e fantasia, com personagens que se mantém presentes até os dias de hoj .

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Edward Mãos de Tesoura (1990)

Texto por: Paulo Siviero

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O filme foi uma produção de im Burton na década de 90, com um elenco cheio de estrelas de Hollywood. Entres eles estão Jhonny Depp (como Edward, o personagem principal), Winona Ryder (Kim Boggs), Dianne Wiest (Peg Boggs), Vincent Prince (O Inventor) e coadjuvantes. Burton chegou a cogitar nomes como Tom Cruise, Jim Carrey, Robert Downey Jr e até mesmo Michael Jackson para interpretar Edward. O filme conta a história de suas particularidades.

e dward, um jovem que desconhece o convívio social, e como ele aprende a lidar com a sociedade apesar de

Assistindo com um olhar mais analítico, é possível captar algumas mensagens no decorrer do filme, é mostrado o quanto a população, baseada na própria cultura, tenta controlar nossas ações, persuadir nossos pensamentos e até mesmo modificar nossa personalidade. E segundo o que Peirce explica que a emiose, é ilimitada a um processo infinito; que todo pensamento é signo, de outro pensamento. Como a forma que construímos significados. Fazendo com que nós lembremos de que temos nossos valores e princípios e temos que saber lidar um com outro, como sociedade. Sem invadir e agredir o espaço e os direitos dos outros.

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Mesmo o filme tendo seu lado bscuro, como é mostrado pela aparência de Edward. Também é notado um humor leve em, falas e gestos dos demais personagens em torno da dramaturgia. Além do drama (que é o gênero principal do filme) Tim se aventura entre Humor e Romance com a estética também, como os cenários harmoniosos, alegres, coloridos e com toda certeza metódico também. O filme nos entrega uma boa estética vis al, temos dois ambientes que mesmo sendo “opostos” eles conversam entre si. Como podemos ver a vizinhança em torno da cidadezinha, personagens alegres, felizes e risonhos. Porém, ao mesmo tempo, os personagens são mesquinhos, orgulhosos, gananciosos e agressivos. Já o que foi mostrado sobre a estética sombria é totalmente o significado oposto da palavra, tanto visualmente quanto por representatividade.

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Burton consegue trazer algumas eferências de sua vida pessoal, para dentro do filme, como é o caso da cidade onde foi gravado as cenas do dia a dia de Edward, que nada mais é do que a cidade natal de Burton, localizada no sul da Califórnia. A trilha sonora do filme foi composta por The Cure, pois a ideia era trazer composições mais melancólicas e dramáticas, diversificando com canções um pouco mais leves, sinuosamente um pouco mais alegres no decorrer do filme. O filme foi estreado somente em dois cinemas mericanos. Porém, após uma ótima repercussão, o filme foi reproduzido em mais salas de cinemas.

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O estranho mundo de Jack (1990)

Texto por: Luana Guimarães

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O filme é conhecido por ser um clássico da Disney de terror infantil, O estranho mundo de ack, é um filme de stop-motion que possui uma estética totalmente relacionada a tim Burton, mas o filme foi somente produzido pelo cineasta, pois a direção foi realizada por Henry Selick.

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O filme conta a história de J ck, uma caveira que vive em um universo paralelo onde é considerado o rei do hallowen, sendo o responsável por promover a celebração da festa fantasmagórica no planeta terra, como em todos os outros hallowen, jack havia realizado um hallowen, mas ainda sim, estava descontente pois estava querendo algo novo, foi quando ao passear pela floresta, descobriu um portal que o levasse até a terra do natal e lá ele pode se encantar com o espírito natalino e as decorações iluminadas, foi quando jack quis mudar.

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Foi quando resolveu inovar as tradições natalinas, levando presentes ma abros para as crianças. A primeira sensação que o filme traz é o horror pelas figuras ilustrativas com traços macabros, mas claramente conseguimos sentir a linha tênue entre o terror e infantil, mantendo equilíbrio entre as cores góticas e o musical que ocorre durante o filme. Isso nos traz a reflexão de o que é belo, sendo que o belo pode ter diversas perspectivas sobre uma mesma coisa e depende muito da ótica de quem vê. Para jac , o lado sombrio era magnífico e belo, já na cidade natalina os biscoitos e os piscas-piscas eram o que dominavam a beleza. Mas partindo da perspectiva de cada um, por sua cultura e definição, possuíam visões diferentes do que era belo.

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Jack, ao conhecer o planeta terra fora da época do hallowen pode notar que ao trazer os costumes dele para o natal, causou horror nas crianças, por que a partir da cultura delas, esperavam o clima harmonioso e feliz do natal, não o sombrio do hallowen

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O Planeta dos Macacos (2001)

Texto por: Marianny Vitória

O planeta dos macacos é estrelado e dirigido por Tim Burton. Lançado em 2001, o filme norte-americano de ficção científica é um remake do filme de 1968. Por sua vez, foi um filme que teve bastante repercussão e gerou muitas premiações. Percebe-se que o melhor não é a história do filme em si, mas a forma com que Tim Burton construiu um planeta onde há uma raça desenvolvida de macacos que convivem de forma civilizada subjugando os humanos. Em seu final é aparente que os humanos são superiores em serem capazes de se guiar pela razão, coisa que os macacos fazem com dificuldade. Apesar de deslumbrar o público pelo planeta construído e liderado pelos acacos, o filme não consegue empolgar em momento algum. É um bom filme, mas nada além.

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Tim Burton se tornou um nome muito conhecido pelos mantes da sétima arte, seus filmes ao mesmo tempo que eram leves, por trás havia um visual sombrio. Esse remake de Planeta dos macacos de 1968, registrou a primeira imersão de Burton em seu mundo mergulhado em trevas.

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Toda a construção de arte envolvendo, maquiagem, figurino e enário, sem dúvidas é o grande espetáculo do filme. Os atores que interpretam chimpanzés, gorilas e orangotangos fazem muito bem e suas máscaras são bem convincentes. Não foi à toa que um ano após seu lançamento foi indicado ao prêmio Bafta como melhor figurino e melhor maquiagem. O filme por completo traz uma produção adequada com o avanço tecnológico de sua época. Por se tratar de uma ficção científica, o filme só se adequa a esse termo pelo fato da criação de um planeta liderado por macacos, os demais contexto de estética e texto, se aproximam muito da realidade. Ou seja, misturando ficção com a realidade. O Filme se passa em gravação nos estúdios com uxílio de chroma key, tendo uma edição impecável. Juntamente com as maquiagens e as máscaras aplicadas nos atores.

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Muitas vezes o telespectador sente a falta de um ritmo mais intenso, e de certa forma sente o filme apagado por uma ausência de personalidade no roteiro. No entanto, não deixa de ser interessante visualizar a onvivência entre os homo sapiens e os símios.

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Um diferencial foi retratar os símios da forma mais real possível, mostrando também as formas tradicionais que eles convivem; dos pés para as atividades do dia a dia, pulos ágeis e ataques de fúrias que são comuns entre eles.

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O que se pode extrair dessa experiência é a noção de que nem um filme obrevive sem personalidade própria, planeta dos macacos (2001) não houve nenhuma diferença entre gênero ou autor. Como telespectador, a grande massa sentiu falta de uma personalidade, tanto na trama, quanto na estética mas única do filme. Porém um filme agradável de se assistir e garantir a diversão

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A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999)

Texto por: Julia Reis

É um filme estadunidense de 1999, que mistura os gêneros fantasia, terror, suspense e até mesmo romance, dirigido por Tim Burton. Baseado no onto “The Legend of Sleepy Hollow” de Washington Irving, publicado em seu livro The Sketch Book of Geoffrey Canyon Gent. Sua primeira publicação foi em 1820 e é um dos contos mais antigos da ficção norte-americana, lido até hoje.

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A estética usada em A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça é típica dos filmes do diretor. Assim como o uso da semiótica na maioria de seus filmes, apesar de ser um filme tendo um lado obscuro, Tim se ventura entra a comédia e romance. O filme tem uma estética sombria com cores frias e um ar sinistro que envolve toda a trama, com as cores branco, cinza e preto como principais componentes do ambiente que dão um ar de melancolia. A pele branca dos personagens faz com que o filme fique mais sombrio ainda, os figurinos elhos altamente caprichados, típicos da época, e o mbiente dão a sensação de realmente se tratar de uma cidade assombrada velha do interior, a caracterização do cava eiro sem cabeça (Christopher Walken) é amedrontadora, com o seu cavalo negro, espada, dentes afiados e a pele branca ele passa um ar xtremamente assombroso ass m como a sua história.

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No decorre do filme acompanhamos a história do policial Ichab d Crene (Johnny Deep), que foi enviado pra Nova Iorque para investigar uma série de assassinatos cometidos por um misterioso cavaleiro sem cabeça na aldeia de Sleepy Hollow. Seus métodos investigativos serão testados neste caso, pois envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes. Durante o tempo que Ichabod passa no vilarejo, acaba conhecendo Katrina Van Tassel, filha de um dos fazendeiros mais ricos da cidade, e, encantado por sua beleza e herança, decide conquistar o coração da jovem.

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Referências Bibliográficas https://m.youtube.com/watch?v=lSX7RbQ-grw http://obviousmag.org/archives/2011/08/johnny_depp_ti m_burton_a_dupla_e_os_filmes.html https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Helena_Bonham_Carter https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Johnny_Depp https://www.adorocinema.com/filmes/filme-52933/ https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tim_Burton https://www.adorocinema.com/filmes/filme-29284/ https://teianeuronial.com/planeta-dos-macacos-2001/ https://cinemascope.com.br/especiais/tim-burton/lendado-cavaleiro-sem-cabeca/ https://www.imdb.com/title/tt1014759/awards? ref_=tt_awd https://www.imdb.com/title/tt0367594/awards? ref_=tt_awd https://www.imdb.com/title/tt0121164/awards? ref_=tt_awd https://www.imdb.com/title/tt0099487/awards? ref_=tt_awd https://epocanegocios.globo.com/Vida/noticia/2016/02/n o-brasil-tim-burton-diz-que-odeia-o-oscar.html


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Tim Burton e suas maravilhas by Iva Oliveira - Issuu