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Quando a personalidade se está a começar a desenvolver, a opinião alheia acaba por ter um grande peso na forma como se olha para si mesmo, que o diga Daniela
Desde cedo, a pressão social começa a fazer-se sentir, acabando por criar problemas a todos os níveis, afetando, sobretudo, a saúde mental. A constante comparação com a aparência alheia nesta era digital leva muitas jovens ao limite e os comentários, por vezes, extremamente negativos da parte dos seus pares só vem extremar uma situação já de si complicada. Daniela teve de passar por esse sofrimento durante a infância e a adolescência. “Quando era criança, sofri muito bullying devido ao meu peso na altura, o que desencadeou alguns traumas. Tudo isso tornou-me uma pessoa mais retraída, muito tímida e com muita vergonha de falar com os outros. Ficava sempre a pensar no que os outros poderiam estar a pensar de mim e acabei por desenvolver complexos de
SOFRI MUITO BULLYING DEVIDO AO MEU
Legal: 493831/22 Distribuição: Gratuita Circulação: Portugal Continental e Ilhas; Sede editor: Rua Dr. José Espírito Santo, n.º34 E, 1950-096 Lisboa Estatuto Editorial: igrejauniversal.pt/estatuto-eu-era-assim
EDITOR/REDAÇÃO: RUA DR. JOSÉ ESPÍRITO SANTO, 34E DIRETORA: Maria
Todas as fotografias e imagens que não estão devidamente identificadas, reservam-se os direitos de autor. Todas as fotografias respeitantes à IURD são da responsabilidade da mesma.Qualquer alteração relativa à grelha de programação do canal UNIFÉ TV é da inteira responsabilidade do mesmo.
Edição
É um sentimento de incapacidade, culpa, baixa autoestima, intrínseco à pessoa,
Ausência de autoestima
Sentimentos de incapacidade e inferioridade
Comparação constante e preocupação com a opinião dos outros
Falta de motivação
Procura contínua de reconhecimento e perfecionismo
mas que, em excesso e sem tratamento adequado, pode causar limitações na vida
Sensibilidade extrema a críticas
Falta de amor-próprio
Tendência para o isolamento
Comportamento defensivo e ansioso
Vitimização
FONTE: valesaude.com.br
QUE CHEGUEI A QUEIMAR-ME
inferioridade. Para além disso, tinha um amigo imaginário, que me colocava em situações de perigo. Mais tarde, na adolescência, comecei a ver vultos, a ouvir vozes e a ter pensamentos suicidas. A dor interior era tão intensa que cheguei a queimar-me na tentativa de encontrar algum alívio para o sofrimento que sentia”.
NOVA VIDA. No meio do sofrimento e do desespero vividos, Daniela acabou por encontrar num grupo de jovens da Universal, aquela aceitação e paz que sempre tinha procurado. “Um dia, conheci a Força Jovem (FJU). Lá ensinaram-me que eu não precisava de me preocupar com o que as outras pessoas pensavam ou falavam de mim. Ajudaram-me a superar esses complexos, a lidar melhor com a timidez e, principalmente, a encontrar a verdadeira paz, a alegria e o Espírito Santo”.

Daniela Ferreira
VERGONHA. Daniela era uma jovem retraída e muito tímida
DA DEPRESSÃO NÃO, VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO!
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Dietas rigorosas, remédios milagrosos e tratamentos inovadores que prometem o emagrecimento rápido e o rejuvenescimento desejado

Mil denúncias em 9 anos de procedimentos estéticos por pessoas não habilitadas
ASAE instaurou 240 processos-crime nos últimos 7 anos
ERS mandou suspender atividade de 19 estabelecimentos em 3 anos
Concentrarmo-nos tão somente na forma como nos vemos ao espelho, como os outros olham

voltados para a beleza exterior, promovidos por uma indústria que se alimenta do ideal da mulher perfeita, sempre jovem, esbelta e com uma aparência irrepreensível, sempre na moda e disposta a assumir todos os desafios, sem nunca falhar.
CONSTANTE. Esse sentimento promovido por uma sociedade consumista, em que os padrões de beleza estão em constante mudança, leva muitas mulheres a gastarem o que têm e o que não têm, correndo inclusive riscos a nível da saúde física e mental, para se tentarem encaixar nos moldes atuais de beleza. Diante de tantos perigos e da fragilidade da nossa saúde, deveremos, finalmente, compreender a responsabilidade e o

Edição


APRENDA A RESPEITAR O CORPO E A
VIDA QUE DEUS LHE DEU, FOCANDO-SE NA BELEZA INTERIOR
cuidado que temos de ter com a vida que Deus nos deu. Por isso, aprenda a ser uma mulher equilibrada e sábia, fazendo uso da inteligência para cuidar
do seu corpo e da fé para guardar a sua alma.
DOMINGO CONCENTRAÇÃO DE FÉ E MILAGRES
Reunião especial para quem deseja estabelecer a sua vida no Reino de Deus
Horários: 7h30 e 9h30
“Desde muito cedo, ouvimos que a aparência é importante, que é preciso causar boa impressão logo à primeira vista, que a mulher tem que ser bonita, tem que ser atraente, tem que dar conta de tudo e mais uma lista quase interminável de ‘tem que’. Fomos criadas no meio de tantas cobranças (...) e a cada ano que passa, o peso só aumenta (...). A luta pela boa aparência, então, (...) é uma guerra perdida, porque não ficaremos fisicamente mais bonitas a cada dia que passa. Isso é publicidade enganosa!
O nosso corpo deteriora-se com o tempo. Não há vitamina, exercício, plástica, laser ou creme que consiga impedir que a pele deixe de enrugar e os órgãos de envelhecer. Contudo, se a boa aparência fosse algo fundamental, por que motivo o Senhor Jesus é descrito na Bíblia como alguém que não
chamava a atenção pelos Seus dotes físicos? O homem mais cheio de beleza e glória não tinha uma aparência louvável neste mundo. (...) Então, por que motivo vai ficar tão presa àquilo que Deus não tem como preponderante? Porquê seguir um sistema que causa tanta dor?
Pare de fazer sacrifícios enormes pelo que é passageiro e terreno!
Pare de dar poder ao outro de te aprovar ou reprovar! (...). Pare, pare, pare!
Saia dessas competições inúteis e desses padrões cruéis que causam tanto sofrimento!”
Fonte: blogue Núbia Siqueira

É quando a pessoa se aproxima dos 50 que este medo mais se intensifica. Porém, atualmente, em qualquer idade pode ocorrer a fobia à velhice...

F ragilidade, solidão, doença, dependência física e a morte... existem vários receios que atormentam as pessoas que sofrem de gerontofobia. Mas, afinal, o que significa esta palavra que parece tão estranha? Derivada da palavra grega “geron”, que significa velho, facilmente chegamos ao conceito que conseguimos identificar de uma forma sem precedentes na sociedade moderna: o medo irracional ou a aversão extrema ao envelhecimento e às próprias pessoas idosas.
PRECONCEITO? Na verdade, este medo tornou-se tão real no nosso quotidiano que, de certa forma, acabou por se transformar numa forma de preconceito. “Estás a ficar velho(a)....”, é uma frase que muitas vezes dizemos de forma inocente, mas que carrega em si um peso negativo. Envelhecer deixou de ser um processo natural da vida humana, mas algo a evitar a todo o custo. Cremes antienvelhecimento, procedimentos estéticos inovadores, cirurgias, suplementação... existe um negócio que gera milhões por detrás do estigma
criado e da pressão sociocultural em torno do avanço da idade e que parece não recuar.
MEDO. Existe uma cobrança desmedida no que respeita a manutenção da beleza e juventude. E, embora isso ocorra predominantemente em relação ao sexo feminino, já é muito comum ver homens e cada vez mais jovens
a tomar medidas extremas para prevenir os sinais do tempo. Doença e envelhecimento não são sinónimos, mas a gerontofobia é um distúrbio psicológico, diagnosticado por um profissional, e quem dele sofre precisa de acompanhamento, de forma a não criar problemas de saúde mental, como a depressão e a ansiedade.
Edição
Conheça alguns dos sinais...
APARÊNCIA: Medo extremo das rugas, cabelos brancos e flacidez
ANSIEDADE: O verdadeiro pânico instala-se ao falar sobre envelhecer
REJEIÇÃO: As pessoas idosas causam desconforto e aversão
FUGA: A pessoa até evita
comemorar aniversários
ISOLAMENTO: Afastamento dos outros por medo de rótulos
PESSIMISMO: Encarar a velhice como fim da vida ou perda da autonomia
Acredita que a sociedade contemporânea tem preconceitos em relação ao envelhecimento?
Sim, pois é uma fase da vida que, para muitos, acarreta preocupação e insegurança quanto à forma como cada pessoa irá lidar com a mesma. As dúvidas sobre “como será esta etapa?” ou “como vou lidar comigo próprio nesta fase da vida?”, de certa forma, invadem a mente.
PR. MANUEL TEIXEIRA

RESPONSÁVEL PELO
GRUPO CALEBE
O ser humano aceita com facilidade esse processo? De certa forma, não aceita. É comum ouvir pessoas dizerem: “Quem me dera voltar atrás… Se pudesse voltar a ser mais novo…”. O pensamento de que já não serão valorizadas no seio familiar ou profissional leva muitas pessoas a sentirem constrangimento à medida que vão envelhecendo.
Como tem observado a forma de os membros do Calebe encararem o envelhecimento e como é que o grupo procura ajudá-los?
Os integrantes do Calebe encaram esta fase da vida com boa disposição, pois recebem motivação através de palestras e atividades, nas quais percebem que é possível entrar nesta etapa da vida de forma positiva. Afinal, viver bem e viver feliz é possível. Viver o espírito Calebe é viver com força e coragem!
GRUPO CALEBE
VIVA BEM! VIVA O ESPÍRITO CALEBE!
Junte-se a nós! Participe e desenvolva a sua vida. Todos os domingos, às 13h.


Mesmo que não saiba o que a palavra significa, com certeza já viu seres humanos a comportarem-se, literalmente, como animais...
Se em alguma altura foram consideradas marginais, atualmente são comunidades organizadas e ativas. Mas, o que levará uma pessoa a colocar umas orelhas, uma cauda sintética ou vestir uma fantasia de um animal e andar assim, normalmente, no seu dia a dia? Ou, então, sentir que tem uma profunda conexão com um animal, a ponto de acreditar que, na verdade, é ele? Rosnam, caminham em quatro apoios, saltam, brincam... tudo como se fossem cães, gatos, raposas, lobos, leões, tigres, panteras... entre a diversidade animal que existe (ou existiu) no planeta. Uma realidade alternativa ou mera excentricidade? A resposta não é conclusiva, mas o fenómeno social não é compreendido pela grande maioria, muitos fazendo troça, remetendo para os sinais de um mundo em decadência ou o reflexo de problemas de saúde mental.
OS PERIGOS. Ajudar pessoas mentalmente fragilizadas e encorajadas a tal ato, não é algo que vamos conseguir com palavras positivas ou forçando-as a

sair dessa situação. Apesar de a comunidade therian atingir adultos, vemos que o número de jovens e crianças tem vindo a crescer a cada dia que passa. Como entender profundamente o que acontece na
PODEM


Conheça algumas das hipóteses...
PERTENÇA: muitos jovens sentem-se rejeitados ou desconectados do mundo e encontram nesta comunidade um espaço de acolhimento
FUGA: trauma ou sofrimento podem ser motivos para uma tentativa de fuga da realidade
PSICOLÓGICO: alguns relatam ter instintos ou comportamentos mais próximos de animais, atribuindo isso à sua identidade
CRENÇA: há quem acredite que a sua alma é animal ou que viveu como um em “vidas passadas”


DECORADAS E CAUDAS SINTÉTICAS
SERVEM PARA
REPRESENTAR O SEU ANIMAL
mente do ser humano ou no seu interior? A resposta é que somente Deus pode dar abrigo a uma alma que está em fuga e em busca de pertencimento. A Palavra de Deus traz o equilíbrio àquilo que um dia se perdeu dentro de nós. A Palavra de Deus é a ajuda que o ser humano precisa. Por isso, seja criança, adolescente, jovem, adulto ou idoso, a Universal estende ajuda a todos que precisam. Unimos a força para abraçar a todos. Seja a escola Bíblica infantil (EBI), Força Teen (FTU), Força Jovem (FJU), todos estão capacitados a ajudá-lo ou ao seu familiar.

A tendência amorosa da sociedade atual tem recaído, infelizmente, nos relacionamentos com prazo de validade
Se, antigamente, namorar era algo sério, que, posteriormente, conduziria ao noivado e culminaria no casamento, hoje em dia, assistimos ao desenrolar de sucessivas relações frustradas, sempre em busca da alma gémea, daquela metade que irá completar o que está em falta. Como consequência deste mito, veem-se cada vez mais homens e mulheres frustrados na vida sentimental e completamente desacreditados no amor. “Quando se entra num relacionamento, quando se recomeça sem estar bem curado e realmente resolvido, não se consegue amar plenamente. Por dentro, as pessoas estão cheias de feridas emocionais, que só Deus e o tempo, muitas vezes, poderão trazer alívio. Mas, então, o que fazer com estas dores? Porque a primeira

coisa que acontece é passar a ter maus olhos para com o casamento, começando a ver tudo com desconfiança e maldade, consequência do sofrimento”, alertou a escritora Núbia Siqueira no decorrer de uma recente palestra da Terapia do Amor.

CURA.“Quantas vezes já escutámos mulheres que passaram por traições, abandonos e relacionamentos frustrados dizerem que 'já conhecem esse tipo de homem' — e o mesmo acontece no sentido inverso — sem ao menos darem uma oportunidade para que a nova pessoa mostre quem realmente é. Tudo porque ainda estão com os óculos do passado e passam a ver com essas lentes o mundo e as pessoas. Mas, não é por ter vivido que agora começa a ver o interior dos outros. Não, a pessoa só está magoada e o seu olhar está ferido. Por isso, é preciso ter a cura dos maus olhos antes de iniciar um novo relacionamento”, conclui.
Bp. Domingos Siqueira, Terapia do Amor
Alguns querem recomeçar, já outros não. Existem pessoas que estão decididas a não aceitar mais ninguém na sua vida porque ficaram tão frustradas, dececionadas e feridas, que não querem voltar a passar pelo mesmo sofrimento novamente, dizendo que nunca mais irão entregar o seu coração a alguém, nem confiar em ninguém. Porém, há outras pessoas que sofreram muito noutro relacionamento, mas que não desistiram e querem recomeçar, pois, ainda sonham com um casamento feliz e acreditam que existe uma pessoa que Deus preparou para elas. Então, é possível recomeçar? Sim, mas com Deus, com base na Sua Palavra e na Direção do Espírito
Santo. Porque senão você pode correr o risco de voltar a cometer os mesmos erros do passado. Afinal, está escrito: “Melhor é serem dois do que um (...) Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante (...) E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão (...)” (Eclesiastes 4.9-12). Não se preocupe, pois, Deus colocará no seu caminho exatamente essa pessoa que lhe irá ajudar!

Edição nº 52 I Junho de 2026



Pode até parecer impossível, mas João e Antónia perseveraram contra todas as dificuldades, conquistando a paz e a felicidade
Ocasal conheceu-se em 1976, quando vinha num barco com destino a Portugal. Desembarcaram em Lisboa e, desde aí, que estão juntos. Na altura, ficaram com familiares. “Até que conseguimos uma casa para nós e, depois de encontrarmos trabalho, fomos morar juntos. Foi um início muito atribulado porque fiquei grávida e acabei por ter quatro filhos. Para além disso, os vícios (jogo, tabaco e álcool), as más companhias e as traições entraram nas nossas vidas e eu só queria acabar com a minha vida para pôr fim àquele sofrimento. Entretanto, começámos a ir aos bruxos para tentar encontrar uma solução para os nossos problemas. Mas tudo piorou ainda mais, o meu marido discutia comigo e eu já nem tinha forças para o fazer”.
O CONVITE. Cansada de tanto sofrimento, Antónia ainda deixou o marido durante umas semanas, mas, acabou por ter de voltar para casa por causa dos filhos. “Só


que, cada um ficava no seu canto e fazia a sua vida. Mas, entretanto, recebi um convite de uma senhora para ir à Universal e posso dizer que cheguei lá muito mal e com uma filha com um problema de saúde. Fui sem o meu marido saber porque ele tinha-me proibido de ir a alguma igreja. Fiz correntes pela saúde da minha filha e, ao fim de três semanas, o meu marido acabou por ir também, isto depois de começar a ver as mudanças em mim. Desde aí, ele converteu-se e conseguiu libertar-se dos vícios”.
APRENDIZAGEM. “O nosso casamento começou a mudar quando eu pedi perdão ao meu marido e a todas as pessoas a quem tinha tratado mal. Limpei o meu interior e vi a minha filha ser curada, passando a haver paz no meu lar. A partir daí, eu e o meu marido fomos lutando juntos na fé. O casamento no Altar aconteceu em março de 1998 e estes últimos 28 anos de casados na presença de Deus foram muito melhores do que os primeiros, pois, estamos sempre juntos e cuidamos um do outro. Com 50 anos de união e 28 anos de casamento abençoados pelo Espírito Santo, todos os dias aprendemos algo que nos ajuda a melhorar a nossa vida sentimental”.
Horário: 20h
PARTICIPE NO SANTUÁRIO DA FAMÍLIA DE DEUS ou na Universal mais próxima!

Numa época em que a comparação online cresce a olhos vistos, como poderá o sexo feminino lidar com vidas aparentemente perfeitas
Uma perfeição que nasce não da realidade, mas sim da comparação alimentada diariamente por um sistema que faz da insatisfação e das redes sociais um terreno fértil para prosperar. Como consequência dessa comparação constante, muitas mulheres acabam por
Depois de uma infância e adolescência atribuladas, MAFALDA acreditava que nunca iria ser uma mulher realizada e feliz
Ofacto de crescer num lar onde existia violência, marcou a vida de Mafalda, levando-a a olhar para os rapazes como se fossem todos iguais e a nunca priorizar a sua vida sentimental. “Não queria sofrer, nem passar o que vi e vivi dentro de casa”. Para as outras pessoas, Mafalda aparentava ser uma pessoa alegre e feliz, “mas, quando estava sozinha, fechava-me
ver a sua saúde física, emocional, sentimental e espiritual seriamente afetada.
INADEQUAÇÃO. É esta a sensação que permanece no interior de muitas mulheres, que encaram a vida como um espelho que reflete o seu sucesso ou fracasso, deixando que as redes sociais as iludam acerca do seu

no quarto e chorava. Achava que não era, nem nunca iria ser feliz e que eu era o problema de tudo o que estava a acontecer”.
Durante a adolescência, Mafalda afastou-se de Deus e da Universal, passando a fazer as coisas à sua maneira, sem regras. “Por conta do sofrimento, passei a usar a mentira como escape, a fumar às escondidas e a experimentar bebidas, mas tudo isso trazia-me ainda mais peso. No fundo, tinha consciência
Edição nº
I
ncrível como as mulheres são suscetíveis aos sentimentos e sensações de que o que fazem nunca é o suficiente ou bom o bastante! Por mais que trabalhem e se doem, parece que tudo continua igual (...). E claro, muitas acham que a culpa de tudo que acontece de mau é delas. Então, entram no ciclo de cobrança interior, depreciação, até chegarem à exaustão emocional. Por isso, encontramos tantas mulheres sobrecarregadas, stressadas, adoecidas de tantas formas, inclusive com menopausa precoce e arrastando-se pela vida. E quando o problema
verdadeiro propósito. Mas, não são os recortes publicados de uma vida aparentemente perfeita e que, muitas vezes, não correspondem à realidade que fazem de nós, mulheres, o que verdadeiramente somos, pois, só sob o olhar Divino refletiremos o nosso derradeiro propósito.
CORAGEM. Romper com este ciclo comparativo exige
é interior e a cobrança sufoca a mente, não adianta (...) qualquer técnica para relaxar (...) pois, o problema é bem mais profundo do que um simples posicionamento. (...) É preciso mudar a forma de se ver e a forma de perceber a vida.
O 1º passo para uma vida mais leve é não se entregar às emoções ruins, porque nem tudo é como sentimos. (...) Logo, não preciso ficar presa aos sentimentos negativos, nem carregar comigo pesos que só dificultam a caminhada. Fazemos o que conseguimos. O que não conseguimos, confiamos em Deus, porque, “... aos Seus amados, Ele dá enquanto dormem” (SaImos 127.2).
não só maturidade emocional e escolhas constantes, mas, sobretudo, a visão de que o verdadeiro sucesso não nasce da aparência e sim da coerência entre valores, decisões e possibilidades reais. Por isso, deixe de procurar a aprovação externa e busque a validação interna que só Deus lhe poderá dar, através de uma vida espiritual saudável e equilibrada.
HOJE, POSSO SER UMA MÃE, UMA ESPOSA E UMA MULHER DE DEUS A EDIFICAR
de que estava a entrar num caminho que não me iria trazer nada de bom no futuro. Mas, sentia-me confortável e sem coragem de mudar, embora estivesse a sofrer”.

SINCERIDADE. Foi cheia de traumas, frustrações e cansada de viver, que Mafalda chegou de verdade a Deus. “Através da sinceridade, Ele aceitou-me e recebeu-me como filha. Foi nesse momento que passei a ver a vida com outros olhos, conquistei a paz e o gosto de viver, venci os traumas e as frustrações”. Nas reuniões do AutoAjuda, dedicadas às mulheres, Mafalda aprendeu muitas coisas que a ajudaram nas
suas batalhas, a ver-se como uma mulher diferente e uma esposa. “A mulher que antes não acreditava no casamento e numa família feliz, agora, é casada e tem uma filha linda. Hoje, posso ser uma mãe, uma esposa e uma mulher de Deus a edificar um lar. Na minha casa, existe paz, respeito, compreensão e felicidade. Agora, sou feliz e realizada, pois, tenho o principal e o mais valioso, o Espírito Santo, que transformou toda a minha vida e a minha história”. Mafalda Lopes
Existe uma tendência para escolher o caminho mais fácil e que exige menos energia física, mental e emocional...

Ela é perigosa e, infelizmente, influencia o comportamento de muitos homens. É, habitualmente, o motivo para as tensões e discussões entre o casal, que acabam por levar à dissolução de muitos casamentos. Conhecida como a “lei do menor esforço”, não é apenas aplicada ao género masculino, pois é uma tendência natural do ser humano, que o leva sempre a escolher a opção que exige o menor desgaste possível.
CÉREBRO DIFERENTE? Atalhos, respostas rápidas, soluções superficiais e decisões que tragam alívio imediato... são estes os comportamentos que estão na base da biologia humana. No comportamento masculino, quando essa tendência não é controlada, ela passa a influenciar negativamente o seu comportamento, tornando-se evidente na vida de muitos homens. Muitos fazem apenas o mínimo necessário, acabando dominados e a terem a vida pautada pela “lei do menor esforço”.


Aos 42 anos, Caetano assume que passou por uma verdadeira mudança interior, que o fez renascer como homem, em todos os sentidos
Fazia escolhas baseadas nas próprias vontades e procurava sempre aquilo que mais lhe agradava, sem pensar nas consequências espirituais que isso poderia acarretar. Era esta a forma de estar na vida de Caetano. “Há cerca de quinze anos conheci uma mulher. Namorámos, envolvemo-nos e desse relacionamento nasceu o nosso primeiro filho. Por causa da gravidez, decidimos viver juntos. No entanto, sem Deus no centro da nossa vida, o nosso lar tornou-se um verdadeiro campo de batalha”. Conflitos, desrespeito, agressões verbais e traições de ambas as partes, mas, apesar disso, o casal teve cinco filhos.
VIDA DUPLA. A viver uma vida dupla e cada vez mais distante de Deus, em 2023, Caetano imigrou para Portugal à procura de melhores oportunidades. “Porém, dentro de mim existia um vazio que nada conseguia preencher”. Convidado por um amigo para ir à Universal, Caetano começou a frequentar as reuniões. “Aos poucos, fui aprendendo sobre a fé inteligente e passei a compreender princípios que nunca tinha conhecido antes. Mesmo assim, eu ainda mantinha contacto com amantes, continuando preso aos mesmos erros”, admite. Foi num Jejum de Daniel que Caetano tomou uma importante decisão:

APRENDI QUE AS MELHORES DECISÕES NEM SEMPRE SÃO AS MAIS FÁCEIS
“abandonei as redes sociais, pois ficava horas em conteúdos promíscuos, que me afastavam de Deus e comecei a buscar verdadeiramente a salvação”.
180 GRAUS. A transformação real começou quando compreendeu que não podia continuar a fazer a própria vontade e esperar viver a Vontade de Deus. “Precisava de escolher entre o caminho fácil, que alimentava os meus desejos, e o caminho certo, que exigia renúncia
É NO CAMINHO QUE EXIGE RENÚNCIA, OBEDIÊNCIA E SACRIFÍCIO QUE
ENCONTRO A VERDADEIRA FELICIDADE

e obediência”, reflete sobre a postura que o levou a terminar o relacionamento extraconjugal. “Pedi perdão à mãe dos meus filhos e também a perdoei e, a partir desse momento, a minha vida deu uma volta de 180 graus”, confessa. Hoje, casado, com a família reconstruída, recebeu a bênção máxima, o batismo com o Espírito Santo, garantindo que vive numa alegria permanente.

LISBOA: Rua Dr. José Espírito Santo, nº 36
PORTO: Rua de Egas Moniz, nº 485