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Maio/2023

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Adotar um Animal de Estimação

Conheça algumas regras e descubra se está pronto para essa importante decisão Veja na pág. 5

ANO XII - EDIÇÃO: NO 120

www.infoleste.com.br

SÃO PAULO/SP - MAIO/2023

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SP registra 90 mil roubos nos primeiros três meses do ano

Os principais alvos dos bandidos são celulares, cartões de banco e carros. O governo de São Paulo alega que no mês de abril - depois de mais de um ano - houve queda de 4,5% no número de roubos, principalmente por causa do aumento do efetivo de policiais nas ruas. São quase 17 mil em todo o estado. O estado de São Paulo registrou 90 mil roubos apenas nos primeiros três meses de 2023. São em média 756 roubos por dia, 31 por hora. Fonte: Sbt.com.br

Estão abertas as inscrições para candidatos aos 52 Conselhos Tutelares da cidade de SP O período vai de 22 de maio a 12 de junho, pelo Portal SP 156 A cidade de São Paulo tem 52 Conselhos Tutelares (CT) ligados administrativamente à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) e distribuídos por todas as regiões do município. As inscrições para os candidatos estão abertas até 12 de junho.

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Milhões de brasileiros têm dificuldades de pagar suas dívidas A inadimplência, ou seja, as contas ou dívidas em atraso, atinge, segundo o CNDL, quatro entre dez brasileiros adultos. O número de dívidas em atraso no Brasil, em abril deste ano, cresceu 18,42% em relação ao mesmo período do ano passado. A dívida com os bancos é, segundo o CNDL, o principal motivo da inadimplência: 63,8% do total. Em média os brasileiros inadimplentes devem a duas empresas. Quase metade dos brasileiros na faixa etária a qual pertence o vendedor ambulante (25 a 29 anos) estão na inadimplência. Mas não são apenas os jovens que enfrentam o problema, nem os bancos são a única fonte das dívidas difíceis de pagar. Seu José Raimundo, de 67 anos, também é autônomo. Trabalha há anos como engraxate. Ele foi muito impactado pela pandemia. Ainda sem conseguir contar com uma aposentadoria – ele deu entrada no Benefício Assistencial ao Idoso, mas ainda não recebeu o aval da Previdência Social para receber o dinheiro – ele perdeu grande parte da clientela que usava seus serviços antes da covid-19. “Só por causa da pandemia, fiquei quase dois anos em casa. Depois fiquei doente, sem poder fazer nada. Fiquei três anos e pouco sem trabalhar. E aí foi atrasando tudo. Minha mulher sozinha pagando tudo: água, luz, telefone. O que eu mais atrasei foi a conta de água. Na hora que sair o benefício [da Previdên-

Quase 64% dos inadimplentes devem aos bancos

cia], eu vou conversar com a concessionária e parcelar. Não quero ficar devendo nada a ninguém. Não tenho essa índole de mau pagador”, conta o engraxate que retomou recentemente seu ofício. Três em quatro idosos com 65 a 84 anos estão com dívidas em atraso no país. Água e luz respondem por 11,1% das inadimplências, percentual parecido com o do comércio, que representa 11,6% das dívidas não pagas. E a inadimplência não poupa nem quem tem emprego formal. Alessandro Gonçalves tem 30 anos e trabalha como porteiro em um prédio comercial no centro da cidade do Rio.

Todo mês, ele precisa fazer malabarismos para garantir que seu dinheiro supra suas necessidades diárias. E isso envolve atrasar o pagamento de algumas contas. “É aquela dificuldade rotineira. Você tem uma conta pra pagar e não consegue. Chega no final do mês, pega o dinheiro pra pagar a conta e não consegue. O salário nosso, a gente faz uma conta e, quando chega no final do mês, não dá pra pagar. E aí a gente tem que atrasar as contas”. Renda Segundo Merula Borges, especialista em finanças da CNDL, a perda de renda é um dos motivos que levam as pessoas à inadimplência.

“Na pesquisa, quando as pessoas foram perguntadas sobre o motivo de elas terem entrado na inadimplência, elas disseram que tiveram perda de renda ou de si próprios, ou de alguém da família”, afirma Merula. “Isso é natural já que, quando a renda é menor, o espaço que os itens básicos ocupam no orçamento familiar é maior e as pessoas têm menos possibilidade de lidar com algum imprevisto que aconteça”. Segundo a especialista, quem tem renda menor também precisa de mais disciplina financeira para evitar a inadimplência. “Existe, sim, uma possibilidade de as pessoas se man-

terem adimplentes, apesar da renda mais baixa, mas é muito mais difícil. Então, o foco daquele que tem uma renda menor precisa ser em melhorar a qualificação, procurar cursos gratuitos, possibilidades de melhorar a própria renda para entrar em uma situação um pouco mais confortável”. Merula diz que são necessárias políticas públicas que ajudem os brasileiros a saírem dessa situação de inadimplência. O governo federal prepara um programa, chamado Desenrola, que pretende renegociar até R$ 50 bilhões em dívidas de 37 milhões de pessoas físicas. Por Vitor Abdala Agência Brasil


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