League of Legends lança atualização para aumentar o cenário competitivo (Pag 4)
Counter Strike Global Offensive lança a atualização de dia das bruxas no mapa Cobblestone (Pag 5)
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EXPEDIENTE GaMes Victor Carvalho Pedro Quintão e Francisco Lacerda Victor Carvalho, Francisco Lacerda e Pedro Quintão Ana Marcia Paiva 1.000.000 de copias Distribuição Gratuita Victorcorrea2525@gmail.com EDITORIAL
Nos últimos anos os games vem ganhando muito espaço no cenário mundial de esportes, nessa revista estão alguns dos jogos mais jogados atualmente, como League Of Legends, Counter Strike Global Ofensive, BO4, etc. contemos memes sobre games, criticas sobre Black Ops, entrevista com um famoso jogador de CSGO (Fallen Insider) e muita cultura sobre essa nova modalidade que para 2024 é prevista para ser uma modalidade olímpica.
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League of Legends cria uma grande atualização para aumentar o cenário competitivo. O que é o Clash? “Em nossa última atualização, anunciamos os testes do Clash no APT. A partir deles, melhoramos o fluxo de jogo e criamos uma ferramenta de recuperação que nos dá a confiança de testar essas mudanças em escala maior. Para ajudar a deixar o lançamento do Clash pronto, todos ganharão um bilhete grátis para participar do teste com uma chave de 4 equipes (são duas partidas!) por um dia. Todos os participantes do Clash devem estar ranqueados e, no mínimo, com Honra Nível 2.”
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Recebeu uma atualização que trouxe conteúdo de Halloween para o game de tiro em primeira pessoa da Valve. Além das novidades para o Dia das Bruxas, o novo patch também corrigiu pequenos erros e bugs em alguns dos mapas, e trouxe mudanças na interface Panorama UI. A principal novidade para o Halloween aconteceu nos modos Casual, Demolition e Flying Scoutsman, onde os jogadores se transformarm em fantasma depois de morrerem, e vagar pelo mundo interagindo com ele. Outra possibilidade bacana é a de possuir os corpos de bots, e controlá-lo até o final da rodada. Os mapas também receberam galinhas de Halloween em todas as partidas não competitivas, assim como bolas de futebol no formato de abóboras que aparecem em locais aleatórios das arenas do game e munição em formato de doces. A Valve também aproveitou o lançamento para consertar bugs dos mapas Biome, Subzero e Cbble, que teve seu visual alterado para combinar com a temática de Dia das Bruxas. A nova UI do jogo também foi alterada para evitar problemas com elementos que não apareciam, ou eram mostrados de forma incorreta.
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Entrevista com Fallen O Adrenaline esteve presente no evento "Encontro das Lendas", em São Paulo, através da participação do colaborador Wellington "Wetto" Diesel. Durante o "Encontro das Lendas", Wellington realizou uma entrevista com o jogador profissional Gabriel "Fallen" Sguario Toledo, capitão do time de CS:GO da SK Gaming, da qual fez algumas perguntas relacionadas a periféricos para o capitão. Caso você não saiba, Wetto é especialista em periféricos e publica em nosso site análises e artigos sobre diversos tipos e modelos desses produtos. https://adrenaline.uol.com.br
WETTO: QUAL O PERIFÉRICO MAIS IMPORTANTE DO COMPUTADOR PARA VOCÊ, ALGO QUE VOCÊ PODERIA USAR OUTROS EQUIPAMENTOS RUINS, MAS ESSE AQUI PRECISA SER BOM? "Fallen": "Pra mim mouse é o principal, se você não tiver um mouse legal, faz muita diferença para quem está acostumado." "Mas eu acho que pra quem nunca jogou em nenhum momento, talvez ele pegue um mouse ruim e pra ele não faça diferença, mas pra quem sabe que um mouse dá diferença, sem dúvidas o mouse." "O segundo na minha opinião é o monitor, depois que você acostuma com monitor de frequência alta, com 144 Hz, você voltar pra outro é complicadíssimo."
"Então, pra mim, é nessa ordem: mouse e monitor." 5
WETTO: NÃO É CHATO EM CASA USAR UM BOM HEADPHONE E DAÍ CHEGAR NO CAMPEONATO E TER QUE USAR UM FONE INTRA-AURICULAR COM ABAFADOR POR CIMA? "Fallen": "É chato demais, o que acontece é que nos campeonatos você não pode usar esses fones normais pois não são abafadores, então você usa o intra auricular e por cima o abafador, e é ruim pra caramba porque normalmente esse abafador pressiona o fone no teu ouvido, então ele faz sempre uma pressão muito grande dentro do ouvido."
"O som é diferente e muitas vezes não consigo localizar a direção do som, aí tem vezes que a gente está jogando no palco, a gente perde o mapa e a galera fala 'O som tava uma ***** e a gente não tava entendendo nada'. E às vezes é muito barulho e não é o som que você está acostumado a treinar, então às vezes você sofre um pouco com isso."
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Call of Duty é uma das franquias mais vendidas em todo o mundo, independente do gênero que estamos falando nos games. Com propostas diferentes, variando em cenários futuristas e históricos, os jogadores são imersos em um formato de campo de batalha único, um título essencialmente focado na experiência multiplayer, com algumas mudanças em relação ao que vinha sendo entregue nos últimos anos. Mas será que essa aposta da desenvolvedora deu certo? O modo história fez falta? Nossa opinião começa agora, em mais uma crítica do Jornada Geek! Os variados modos de jogo Black Ops 4 chega com uma missão ingrata, que já foi muito criticada por outros títulos do mercado: substituir a ausência de um modo história tradicional pela vida longa do modo multiplayer. Mas é certo que essa decisão foi tomada com sabedoria pela desenvolvedora: os jogadores de CoD, em sua ampla maioria, se importam com os modos multi jogador, sendo a experiência singleplayer um “bônus”. É verdade que Black Ops 4 tenha um pequeno conteúdo narrativo através do QG do Especialista, que funciona como um tutorial do jogo. Nele, os jogadores utilizam os personagens para aprender o básico das mecânicas do jogo, enquanto conhecem um pouco da história de cada um. Ao todo, são dez especialistas que trazem mecânicas e funcionalidades diferentes ao jogo. Nada demais, mas esse modo está lá, de forma bem singela e pode ser jogado offline No entanto, o que todos querem saber é do multiplayer, e é ali onde o jogo realmente brilha. Tirando alguns problemas pontuais com servidores, o título realmente entrega diversão e variedade para os fãs. Além dos modos tradicionais (Assalto, Controle, Contra Todos, MME Chaos e Captura) e do modo Zombies, a Treyarch apostou em um battle royale, chamado de Blackout, para até 100 jogadores e, já adianto, é o melhor que joguei até hoje. Seja pelos combates frenéticos e táticos, ou pela comunidade 7
que ainda está “aprendendo” o novo modo, o Blackout é bem dinâmico e imprevisível. Ainda que tenha características tradicionais importadas de PUBG e Fortnite, como o mapa diminuir de tamanho conforme o tempo avança, ele é enorme e mesmo quando está com em sua capacidade máxima, é comum ficar alguns minutos sem encontrar com ninguém. A(s) melhor(es) experiência(s) Zombies Implementado já há alguns anos, o modo zombies de Call of Duty vem passando por melhorias, ano após ano, buscando a excelência. E coube à Black Ops 4 entregar a melhor até aqui. Além de trazer três histórias diferentes já no lançamento do jogo, a trilha sonora e a jogabilidade ajudam a dar ainda mais imersão no gameplay. Assim como nos outros anos, o modo segue a mecânica de enfrentar hordas, com zumbis ficando mais resistentes à medida que avançamos. São várias mecânicas distintas e itens com funções variadas, por isso, os dois tutoriais presentes ali são extremamente bem vindos. De quebra, ainda podemos visitar locais históricos, como o Titanic, o Coliseu e Alcatraz. Veredito Call of Duty: Black Ops 4 usa de uma fórmula de sucesso, que mesmo com um risco alto de desgaste, mantém-se em evidência graças às inovações impostas pela Treyarch. A ausência de um modo história tradicional faz um pouco de falta para jogadores casuais, mas as narrativas no QG do Especialista e no Zombies suprem essa falta de forma razoável. Para os fãs, um presente: mapas e personagens clássicos, novos modos e diversão.
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Como todo bom gamer desde 1995, eu jogava videogame com meus amigos. Mas não era online, pois em Promissão, minha cidade natal, nem se sabia o que era internet nessa época. Aliás, como era bom não ter isso. Na boa, qual a graça de jogar com seu melhor amigo a quilômetros de distância? Como fica a emoção de cada cena inesperada que desenrola o jogo? E o frenesi de conseguir resolver aquele puzzle dificílimo no Resident Evil? E o mais importante, como zoar o cara quando você faz aquele golaço no PES – que na minha época era Winning Eleven? Qual a graça de fazer isso sem o cara sentado do seu lado? Admiro as novas tecnologias e respeito quem as utiliza, mas nada, nunca, vai substituir a presença daquele parceiro de jogatina. Aquele que lia o detonado enquanto você penava para passar o chefão ou que fazia os combos mais absurdos no The King of Fighters com a mesma facilidade com que alguém passa manteiga no pão. Esse cara, jamais será o mesmo no seu fone de ouvido, isso eu garanto. Estamos próximos e ao mesmo tempo muito longe. O virtual se torna o padrão, e o real vira ficção. Ninguém mais liga na casa do amigo, prefere mandar por Whatsapp. Ninguém mais toca a campainha para brincar, envia solicitação de amizade no Facebook. Ninguém mais combina de jogar junto, entram em um servidor online com outros milhares de desconhecidos. O cúmulo desta geração é comprar um Need for Speed e não poder jogar na mesma sala, lado a lado com meu amigo, pois o jogo só roda multiplayer em um servidor online. O cara estava ali do meu lado, num “jogo de dois”, e não pudemos jogar. Como não pensar no abismo que a tecnologia está criando entre as pessoas? Sinto falta da época em que o meu PlayStation “deixava” eu dividir a TV com aquele bom amigo,
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porque agora a PSN manda cada um ficar na sua casa. Tรก certo isso?
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