CHAMADA PÚBLICA 2026 CINEMA BAIXADENSE: história, poética e modos de produção APRESENTAÇÃO Este edital é uma convocatória para a participação do módulo de CINEMA BAIXADENSE: história, poética e modos de produção, desenvolvido pela área de Educação do Instituto Moreira Salles em parceria com o Baixada Filma e a Licenciatura em Cinema e Audiovisual da FEBF/UERJ, no contexto da Escola Escuta. A formação percorre a história, as lutas, a poética, os modos de produção e as estéticas do audiovisual baixadense. Para apresentar essa trajetória, os encontros partem da valorização de experiências como cineclubes, TVs comunitárias, filmes colaborativos, além do direito à fabulação e à autoria, com destaque para o protagonismo das mulheres no cinema da região.
INFORMAÇÕES GERAIS As inscrições permanecerão abertas de 09 a 16 de setembro de 2026, até às 23h59, ou até atingirem o quíntuplo do número de vagas ofertadas, por meio do formulário online https://forms.gle/SnvaTDGC5bbja9xN6. Ao todo, serão disponibilizadas 20 (vinte) vagas. O módulo será realizado aos sábados, das 14h às 17h, e contará com 4 (quatro) encontros regulares, com duração de 3 (três) horas cada. Além dos encontros regulares, o módulo contará com uma aula inaugural com a equipe de Cinema do IMS, no dia 08 de outubro (quinta-feira), cujo horário será divulgado posteriormente. Dessa forma, o módulo será composto por 5 (cinco) encontros ao todo, sendo 4 (quatro) encontros regulares aos sábados e 1 (uma) aula inaugural, totalizando 15 (quinze) horas de atividades.
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Público alvo e distribuição das vagas A convocatória é aberta para pessoas maiores de 18 anos, audiovisual da FEBF, realizadores audiovisuais
estudantes de cinema e
independentes
oriundos de territórios
populares, preferencialmente da Baixada Fluminense. Serão priorizadas preferencialmente inscrições
de
pessoas
negras,
indígenas,
agentes
pertencentes
à
comunidade
LGBTQIAPN+, pessoas de baixa renda. Objetivo Apresentar um panorama do cinema realizado na Baixada Fluminense, situando-o a partir de um olhar de dentro do movimento, discutindo seus modos de produção, desafios e desejos que sustentam esse fazer cinematográfico coletivo.
Inscrição Para se inscrever neste edital, o proponente deverá preencher todo o formulário online, disponível neste link https://forms.gle/SnvaTDGC5bbja9xN6 , do dia 09 de setembro de 2026 até o dia 16 de setembro de 2026 às 23h59. NÃO
SERÃO
ADMITIDAS
PRÉ-ESTABELECIDO
POR
INSCRIÇÕES
ESTE
EDITAL,
FORA TAMPOUCO
DO
PRAZO
INSCRIÇÕES
REALIZADAS POR OUTROS CANAIS.
Cronograma de Inscrições:
Divulgação do Edital
09 de setembro
Inscrições
09 de setembro a 16 de setembro
Resultado da seleção
29 de setembro
Encontros
08 de outubro (quinta-feira cujo horário será divulgado posteriormente) 17 de outubro, 31 de outubro, 07 de novembro, 14 de novembro (sábados de 14h às 17h)
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Condições de participação ● Pessoas com a idade a partir de 18 anos; ● Ter disponibilidade para dedicar 3 (três) horas semanais para participação nos encontros e demais agendas do módulo; ● Ter disponibilidade para participar dos encontros no formato presencial; ● Ter preenchido todos os campos do formulário de inscrições online, incluindo dados pessoais, perguntas sobre histórico e motivação; ● Ter atenção ao e-mail cadastrado no formulário de inscrição para comunicações futuras; ● Assinar o termo de participação da formação (com o prazo de até uma semana após o envio). ETAPA DE CLASSIFICAÇÃO Comissão de Seleção O processo seletivo será realizado em duas etapas: habilitação das inscrições, com o objetivo de verificar o cumprimento das exigências previstas neste edital; avaliação das inscrições habilitadas segundo os critérios previstos neste edital, pela Comissão de Seleção, a ser constituída pela área de Educação do Instituto Moreira Salles. Ela é soberana, não cabendo veto ou recurso às suas decisões. A Comissão de Seleção do módulo “CINEMA BAIXADENSE: história, poética e modos de produção” aposta na composição de uma turma diversa, com múltiplos interesses e perfis sociais, como uma importante ferramenta de aprendizado mútuo. CRONOGRAMA DO MÓDULO As atividades acontecem nos dias 08 de outubro, quinta-feira, cujo horário será divulgado posteriormente, 17 de outubro, 31 de outubro, 07 de novembro e 14 de novembro aos sábados de 14h às 17h, no formato presencial, na Faculdade de Educação da Baixada Fluminense - FEBF. A formação prevê a participação integral nos seguintes encontros:
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08/10
Encontro com a equipe de Cinema do Instituto Moreira
Encontro Inaugural
Salles 17/10
Modos de produção e representação baixadense: Das Tvs comunitárias à prática cineclubista com Liliane Leroux e Igor Barradas e participação de Drica Carneiro
30/10
As poéticas e a fabulação do cinema baixadense com Ana Paula Alves Ribeiro e Catu Rizo e participação de Milena Manfredini
07/11
Outros circuitos cinematográficos e o movimento Baixada Filma com Giordana Moreira e Heraldo HB e participação de Átila Bee
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O direito à autoria no Cinema Baixadense / Cineastas
Um mergulho nas origens do audiovisual baixadense: contextos históricos, desigualdades territoriais e o surgimento de iniciativas que moldaram sua produção, das TVs comunitárias às práticas cineclubistas. O encontro discute também dramaturgia, território e regimes de representação, examinando como cineastas da Baixada Fluminense constroem modos próprios de narrar seus sujeitos, espaços e experiências. Este encontro investigará as poéticas do cinema baixadense e a fabulação que se recusa ao enquadramento caricato e estereotipado da região por meio da criação de uma mise-en-scène em que o território se faz personagem e se revela de forma inventiva, complexa e carregada de tecnologias ancestrais em seus modos de vida e criação. Um sol que se põe nos maciços do Gericinó, um vendedor de Aipim passando na sua rua, o bate-bola, a pipa voando no céu, rios sonhados, uma pista de skate desejada e os mistérios da ficção sendo construídos. Serão analisados obras e processos que fabulam as cidades baixadenses e constroem poéticas singulares nos convidando a conhecer e habitar um território sonhado de memória afro-ameríndia.
Foco nas estratégias de circulação: cineclubes, TVs comunitárias e espaços independentes como dispositivos de formação, difusão e resistência cultural. Debate sobre financiamento, editais, articulação política (como o BXD Filma) e os caminhos possíveis para fortalecimento do audiovisual na região. Olhar para o território não só como cenário, mas como algo que molda a forma de fazer cinema - influenciando linguagem, estética e
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Baixadenses com Sassá Souza e Anne Santos e participação de Getúlio Ribeiro
modos de produção. O encontro propõe discutir autoria a partir dessa realidade, questionando a ideia de criação individual e valorizando processos coletivos e ligados ao território. Serão apresentados trabalhos e trajetórias de cineastas da Baixada Fluminense que mostram caminhos de afirmação autoral, mesmo diante das dificuldades de acesso a recursos, circulação e reconhecimento. Quem tem direito à autoria? Como o surgimento de autores baixadenses alargam e atualizam o significado da autoria no cinema brasileiro? A metodologia inclui conversa guiada, análise de trechos de filmes e troca com os participantes, estimulando escuta e reflexão sobre suas próprias experiências. Como resultado, busca-se fortalecer o reconhecimento de pessoas da Baixada Fluminense como produtoras de conhecimento e narrativa, entendendo o cinema como ferramenta de memória, expressão e transformação social.
IMPORTANTE: Antes de se candidatar, certifique-se sobre sua disponibilidade para comparecer a todos os encontros agendados. Eventualmente, os encontros agendados podem sofrer alterações de data por conta de imprevistos. SELEÇÃO As pessoas selecionadas serão acionadas exclusivamente por e-mail. O resultado final será publicado no Instagram do Instituto Moreira Salles – Educação (@imseduca). DAS CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO Cada pessoa selecionada deve obter no mínimo 80% de presença (4 encontros) verificada por meio de lista de presença. Não serão permitidos acordos em relação à presença ou horário ao longo da formação. Serão abonados faltas e atrasos apenas mediante apresentação de justificativa médica ou legal. ATENÇÃO: É importante que a disponibilidade da pessoa participante esteja alinhada aos compromissos do módulo, para que os encontros sejam iniciados com pontualidade. O tempo máximo de tolerância será de até 30 (trinta) minutos de atraso. Após este tempo, será registrada a falta da pessoa participante.
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CERTIFICADO O recebimento do certificado de participação no módulo será condicionado ao preenchimento do formulário de avaliação e a obtenção de no mínimo 80% (4 encontros) de presença verificada.
SOBRE O PROJETO O Instituto Moreira Salles (IMS) consolida-se como guardião de um importante acervo organizado nas áreas de Arte Contemporânea, Fotografia, Iconografia, Literatura, Música e Coleção Walther Moreira Salles. Além disso, destaca-se por sua programação de exposições e mostras de cinema. Presente em Poços de Caldas (MG), Rio de Janeiro e São Paulo, o IMS atua como um polo de difusão cultural, preservação de acervos e com o fomento à criação contemporânea, em diálogo constante com a diversidade brasileira. A Escola Escuta é uma plataforma de formação do Instituto Moreira Salles voltada para o campo da cultura e da arte. É concebida na perspectiva de mobilizar diálogos entre territórios populares e seus protagonistas; entre agentes da cultura da metrópole fluminense; e com instituições culturais e organizações sociais. A Escola tem como propósito estabelecer fluxos de troca, ampliação de competências, repertórios e conexões, contribuindo com processos culturais mais democráticos e que favoreçam a diversidade. CINEMA BAIXADENSE: história, poética e modos de produção Fruto da parceria com o Baixada Filma e a Licenciatura em Cinema e Audiovisual da FEBF/UERJ, o módulo nasce para fortalecer a formação de estudantes da graduação e de cineastas
independentes da Baixada Fluminense, promovendo o encontro entre
universidade, território e campo audiovisual. A formação percorre a história, as lutas, a poética, os modos de produção e as estéticas do audiovisual baixadense. Para apresentar essa trajetória, os encontros partem da valorização de experiências como cineclubes, TVs comunitárias, filmes colaborativos, além do direito à fabulação e à autoria, com destaque para o protagonismo das mulheres no cinema dessa região da metrópole fluminense. Sobre o BXD Filma Baixada Filma é um movimento coletivo e manifesto em 2018, formado por um grupo de cineastas, atores, técnicos, cineclubistas, professores e pesquisadores que trabalham com
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cinema e audiovisual na Baixada Fluminense. O movimento luta pela descentralização dos recursos públicos e da política pública, pela valorização da produção local e reconhecimento
da
região
da
Baixada
Fluminense
como
um
importante
polo
cinematográfico independente. O grupo acredita na democratização da cultura audiovisual e na potência desta linguagem artística e comunicacional, como construtora de memória, pertencimento, imaginação e reinvenção de território. Sobre a FEBF/Curso de Cinema e Audiovisual Criada em 2025, a Licenciatura em Cinema e Audiovisual da FEBF/UERJ é uma graduação inovadora que nasce do encontro entre a universidade pública e a experiência histórica de um território onde o audiovisual é uma realidade viva. Implantado na Baixada Fluminense, o curso responde a uma demanda concreta da região e propõe uma formação singular, que articula cinema, educação, mercado, realização, pesquisa e extensão, reconhecendo a Baixada como polo de criação, pensamento e invenção audiovisual.
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MEDIADORES Liliane Leroux
Professora e Coordenadora da Licenciatura em Cinema e Audiovisual da FEBF- UERJ. Graduada em Ciências Sociais pelo IFCS/UFRJ, Doutora em Educação pela UERJ (bolsa CAPES) com pós-doutorado em Cultura em Periferias Urbanas (UERJ, bolsa CAPES). Criadora e co-coordenadora do Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas (NuVISU, CNPq/UERJ), e coordenadora do VIRALab e do CineMarias (FEBF/UERJ). Foi do conselho deliberativo da Socine, co-coordenou o GT Cinemas Pós-Coloniais e Periféricos da Associação de Investigadores em Imagem em Movimento (AIM). Foi co-coordenadora do ST Cinemas Pós-Coloniais e Periféricos da SOCINE. Codirigiu, com Rodrigo Dutra, o filme Armanda (2017).
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Igor Barradas
(Foto por Igor Cabral)
Igor Barradas é cineasta, cineclubista e educador, com mais de duas décadas de trajetória dedicada ao cinema e às narrativas da Baixada Fluminense. Desde seu primeiro curta, em 2001, desenvolve uma obra marcada pela relação entre território, memória e realidade social. Em 2002, fundou o Cineclube Mate Com Angu, em Duque de Caxias, fortalecendo a cena cultural da região. Formado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro e pela Escuela Internacional de Cine y TV, em Cuba, estudou roteiro com Eliseo Altunaga. Entre seus trabalhos premiados estão “Lá no Fim do Mundo...”, “Queimado” e “O Voo”, selecionado para festivais nacionais e internacionais.
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Ana Paula Alves Ribeiro
(Foto por Catu Rizo)
Antropóloga, Professora da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF Pedagogia, Departamento de Cinema e Audiovisual/Uerj), e do Programa de Pós-Graduação em História da Arte (PPGHA/Uerj). Bolsista do Programa de Incentivo à Produção Científica, Técnica e Artística, o PROCIÊNCIA/UERJ, é coordenadora do Programa de Extensão Museu Afrodigital Rio de Janeiro (Uerj), também fazendo parte do seu conselho curador e de redação. Desde 2024 dirige o Centro de Tecnologia Educacional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (TV Uerj, Rádio Uerj e Núcleo de Memória Audiovisual - o NuMA).
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Catu Rizo
(Foto por Maurício Monteiro)
Catu Rizo é cineasta nilopolitana, artista-pesquisadora e professora na Licenciatura de Cinema e Audiovisual da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF/UERJ); Bacharel em Cinema e Audiovisual e Mestra pelo programa de Cultura e Territorialidades, ambos pela UFF. Realizadora dos filmes: “Com o terceiro olho na terra da profanação” (2017), "A terra das muitas águas" (2020) e “Memória das águas” (2025) e "Guapi-Macacu, o filme" (2025). Ela faz parte do movimento Baixada Filma.
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Giordana Moreira
(Foto por Maria Paula Freire)
Giordana Moreira é Produtora Cultural com mais de 20 anos de experiência e Bacharel em Produção Cultural pelo IFRJ. Cria da Baixada Fluminense, onde fundou a Estamira Produção Cultural e cocriou a Roque Pense! rede de mulheres trabalhadoras da cultura. Atua na cultura urbana, música, audiovisual e artes visuais, na área da produção executiva, além da curadoria e formação em Produção Cultural.
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Heraldo HB
Heraldo HB é cineasta, animador cultural, educador popular e cineclubista. Atua com educação audiovisual popular na Baixada Fluminense através do Cineclube Mate Com Angu. Integra o Gomeia Galpão Criativo. Produz o site TelaBXD e é um dos produtores do Festival Mate Com Angu de Cinema. Tem quatro livros publicados, entre eles O Cerol Fininho da Baixada (Editora Aeroplano, 2013). Dirigiu alguns curtas e está em fase de distribuição de Amuleto, seu primeiro longa-metragem.
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Sassá Souza
(Foto por Sassá Souza)
Sassá Souza é mulher negra, cineasta, socióloga e produtora cultural, nascida e criada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Co-fundadora do Coletivo Negada (RS-BA) e da Facção Feminista Cineclube (RJ), atua no audiovisual fortalecendo narrativas antirracistas e feministas no Brasil. Participou de projetos de educação e etnodesenvolvimento baseados nas Leis 10.639/03 e 11.645/08, com foco em tecnologias e audiovisual em comunidades quilombolas e periféricas. Como documentarista, realiza filmes sobre questões étnico-raciais e antissexistas. Atualmente desenvolve projetos, montagem e distribuição de produções audiovisuais decoloniais no Brasil e América Latina.
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Anne Santos
(Foto por Anne Santos)
Anne Santos, 1983, Duque de Caxias/RJ. Formada em Ciências Sociais (UFF). Mestranda no Programa de Pós Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes (PPGCA UFF). Atua no campo das sonoridades, como técnica de som e artista sonora. Além disso, atua, também, nas aŕeas de curadoria, cineclube, formação e direção no audiovisual e cinema. É integrante do Coletivo Cineclube Mate com Angu. Atualmente, desenvolve sua pesquisa de mestrado sobre sonoridades da Baixada Fluminense.
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PARTICIPAÇÃO
Drica Carneiro
(Foto por Ramon Vellasco)
Adriana Carneiro de Souza é produtora, pesquisadora e cineclubista nascida na periferia do Rio de Janeiro. Fundadora do Cineclube Buraco do Getúlio, pesquisa coletivos artísticos nas periferias urbanas desde 2018. Em 2020, publicou o livro “Afetos Revolucionários: microbiografias de uma revolução periférica”, reunindo narrativas de artistas da Baixada Fluminense que transformam suas existências por meio da prática coletiva. É bacharel em Estudos de Mídia, especialista em Arte, Cultura e Educação e mestre em Psicossociologia de Grupos e Comunidades pela UFRJ. Atualmente desenvolve doutorado sobre coletivos audiovisuais feministas latino-americanos.
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Milena Manfredini
(Foto por Claudia Dantas)
Milena Manfredini é cineasta, antropóloga e artista visual. Mestre em Cultura e Territorialidades (UFF) e formada em Antropologia pela PUC-Rio, dirige e roteiriza filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais, além de museus e instituições de arte. Atua como curadora e professora, dedicando-se à formação de jovens cineastas negros e periféricos. Sua produção parte da memória negra como fundamento estético e compromisso político.
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Átila Bee
(Foto por Átila Bee)
Átila Bee é ator, bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Celso Lisboa e fundador da KarmaCírculus Cia de Teatro Negro e Ritualizado. Nascido em São João de Meriti (RJ), construiu sua formação em espaços como o Grupo Nós do Morro, o Studio Escola de Atores e O Tablado. Com trajetória no audiovisual, participou de curtas e longas-metragens, recebendo indicações a Melhor Ator em festivais e premiações como Gramado, Festival do Rio e Prêmio Grande Otelo. Também integra produções de streaming e estreou na televisão na novela “Dona de Mim”, da Rede Globo.
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Getulio Ribeiro
(Foto por Melise Fremiot)
Getulio Ribeiro é cineasta e fotógrafo iguaçuano com 20 anos de trajetória no audiovisual. Iniciou sua formação na Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, especializando-se em Direção, Roteiro, Edição e Direção de Fotografia. Fundador do coletivo Por Que Não? Filmes, possui uma filmografia premiada com obras como “O Que Vai Ser?”, “O Dia Que a Terra Não Acabou”, “Dias e Dias”, “Mente Aberta” e “Nós, Palhaças”. Assina a direção de fotografia de documentários como “@PrédioPosto 13 - Meu Nome é União” e “Lina”, premiado em roteiro e fotografia. Em 2025, dirigiu “Cordão de Prata”, destaque do cinema da Baixada Fluminense.
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DISPOSIÇÕES FINAIS Demais informações podem ser obtidas através do e-mail: educativo.rj@ims.com.br
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