#iffolhaentrevista
Fonte da imagem: Arquivo pessoal
Professora de Informática do IFF Itaperuna, Michelle Maria Freitas Neto, escreveu o livro "A Melhor Companhia", que inaugura a Nova Série da Essentia Editora: "Pra começo de conversa". 1. Michelle, como nasceu a ideia de escrever um livro? Publicar um livro é um sonho de infância. Nas férias da escola, quando eu ainda estava no Ensino Fundamental, eu escrevia pequenas histórias usando uma máquina de escrever que meu pai deu aos meus irmãos. Sempre gostei muito das palavras. Na escola eu fazia redações quase toda semana e adorava usar a imaginação. É um sonho bom que estava guardado e agora tenho a alegria de realizar e compartilhar com vocês. 2. Qual foi sua maior motivação para escrever na quarentena? Os colegas da Essentia Editora tiveram a ideia de criar a série “Pra começo de conversa". A série contaria com ilustrações e deveria ter uma escrita des-
contraída e com ilustrações. Foi aí que resolveram fazer um projeto-piloto e aceitei o desafio de participar escrevendo uma ficção sobre Educação Profissional e Tecnológica. O trabalho começou em 2019 e foi finalizado em meio à pandemia. 3. Você pode falar um pouquinho sobre os personagens? O livro conta a história de 5 amigos que estudam no Instituto Federal. Cada um deles tem uma realidade diferente. Por meio da amizade, eles enfrentam dificuldades, vivem momentos de ansiedade e também revelam seus talentos. A história veio da imaginação, mas é cheia de situações comuns que acontecem nos corredores, como a corrida para não perder o ônibus, aquele frio na barriga que bate na hora de apresentar um trabalho ou ainda participar de uma competição esportiva representando a escola, cantar para uma plateia no auditório... Acho que os alunos do Instituto se sentirão dentro da história. 4. E o lançamento? Optamos por fazer o lançamento virtual no canal do IFF Tube no link: https://youtu.be/8k8Qb9CNQJU. Assim, as pessoas têm a oportunidade de conhecer a equipe da série, inclusive o ilustrador que deu vida à narrativa. O livro já está disponível no site da Essentia Editora para download no link http://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/li vros/article/view/15933/13079. Vou ficar muito contente com a leitura e a “companhia” de vocês. Entrevista por Sofia Ladeira, Thalia Mansores e Fabiana Carvalho
#iffolhaentrevista
Fonte da imagem: Arquivo pessoal
A professora Giselda Bandoli, coordenadora do projeto de Arte e Cultura "Literature-se: intervenção literária e criação da Academia de Letras do IFF Campus Itaperuna" conversou com o projeto IFFolha Itaperuna sobre a FLIFF (Festa Literária do IFF), um evento lítero-cultural realizado no encerramento do Módulo 2 das APNP. 1. Como surgiu a ideia de realizar a FLIFF? Para começar nossa conversa, recorro aos versos de Adélia Prado: “Quando nasci um anjo esbelto,/desses que tocam trombeta, anunciou:/vai carregar bandeira./Cargo muito pesado pra mulher,/esta espécie ainda envergonhada”. Sim, Adélia, eu também cumpro minha sina, que é espalhar poesia por aí. Uma das bandeiras que carrego é a promoção da literatura, tal qual o anúncio do anjo esbelto, por quem sou orientada, por isso a ideia de fazer uma Festa Literária do IFF.
A FLIFF é uma ação do projeto “Literature-se IFF: intervenção Literária e criação da Academia de Letras do IFF/Campus Itaperuna”. Na verdade, o projeto tem como objetivo trabalhar na perspectiva do letramento literário, buscando construir em nosso campus um centro de produção de cultura das Letras. Assim, nos espelhamos em muitas festas literárias que já ocorrem em muitas cidades, como a conhecida FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty. A ideia é promover debates acerca de obras de autores e autoras a partir de suas obras literárias. O evento foi pensado para ser a culminância de todas as atividades realizadas, homenageando um escritor/a reconhecidamente de projeção nas letras nacionais. 2. O que esperar do evento na versão online? O tempo de pandemia nos trouxe limitações, mas nosso desejo de realizar nossa Festa foi maior que os obstáculos que enfrentávamos. Levamos a sério os versos de Mário Quintana: “Se as coisas são inatingíveis... ora!/Não é motivo para não querê-las.../Que tristes os caminhos, se não fora/A presença distante das estrelas!”. Por isso tivemos também que nos ajustar a este novo tempo, promovendo o evento em uma versão online. Nossa expectativa é que nossa comunidade participe ativamente e aprecie nossa programação, que foi pensada para também estabelecer um link com o currículo escolar de nossos alunos. Para somarmos forças, buscamos
também estabelecer uma parceria com o projeto IFFolha Itaperuna, com o propósito de apresentar atividades lítero-culturais que promovessem discussões e reflexões sobre temas relacionados às obras de autores e autoras da nossa literatura. Como todo o projeto tem como escopo a promoção do protagonismo de nossos alunos e alunas na recepção e produção da literatura, é claro que nossos estudantes não poderiam ficar de fora do evento. Assim, além da participação deles nas atividades, teremos palestrantes que se destacam na área e a participação de um grande músico e poeta de Itaperuna. 3. Qual é o maior objetivo do evento? A FLIFF, como disse, é a coroação do projeto “Literature-se”, que buscou, mesmo em um cenário adverso, aproximar nossa comunidade escolar da literatura, resgatando nosso patrimônio cultural e literário através da promoção de inúmeras ações de intervenção literária. Como dizia o poeta Marcos Medeiros, queríamos alimentar nossa comunidade com poesia: “Se você me perguntar/Do como a alma alimento/De vento direi que não,/Pois não me dá bom sustento,/De poesia direi sim/Já que dá contentamento!”. Nosso objetivo maior é, como defende nosso grande Antonio Candido, que todos tenham “o direito à literatura”: todos, sem nenhuma privação, devem ter acesso aos bens culturais. Por isso, o projeto como um todo procurou estabelecer um vínculo entre estudantes e servidores com o universo literário. Objetivamos também alcançar o público externo ao nosso campus, já que todo o nosso trabalho tem também um caráter intervencionista.
Dessa forma, podemos contribuir com a promoção da cultura em nosso cenário local. 4. O projeto sofreu muitas alterações devido ao ensino remoto? O projeto foi pensado para ser realizado 100% presencialmente. Como todos, nós também tivemos que nos ajustar a esta nova realidade do ensino remoto e as ações foram realizadas também a distância. Na verdade, fomos desenhando outro projeto a partir daquele inicialmente proposto: muitas ações foram adaptadas, mas a essência continuou a mesma. Assim como os professores de todo o mundo, fomos nos reinventando. Eu me reunia com as alunas integrantes do projeto e íamos pensando nos ajustes e adaptações. Aliás, fica aqui o meu agradecimento às alunas Luana, Catarina e Esther, sem as quais este projeto não teria o sucesso que teve. Foi um trabalho desafiador, mas não menos gratificante. Foi maravilhoso ver nossa comunidade escrevendo textos literários, declamando poemas, participando de concursos poéticos, dentre muitas outras atividades. Tivemos como norte os versos de Cora Coralina: “Não te deixes destruir.../Ajuntando novas pedras/e construindo novos poemas./Recria tua vida, sempre, sempre./Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça”. Recomeçamos e, em um cenário de pandemia tão difícil para todos nós, avaliamos como positiva a experiência deste primeiro ano de nosso projeto. 5. O que esperar das próximas edições do evento?
De uma coisa sabemos: não vamos parar!! Nosso desejo é aprimorar o projeto, pensando em novas ações e estabelecendo novas parcerias. Vamos fazer valer os versos de Drummond: “O presente é tão grande, não nos afastemos/ Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas”. Esperamos que, na próxima edição, já tenhamos voltado ao ensino presencial e aí o nosso campus respirará Literatura: nosso auditório, nosso cineteatro, os corredores, o hall do Bloco B; enfim, todo o nosso espaço será um espaço poético. Entrevista por Sofia Ladeira, Thalia Mansores e Fabiana Carvalho
Buraco na Alma
Girassol
Quando a dor chega na alma E tira toda minha calma. Me causa um sofrer Que não se vai com o amanhecer. Ela me torna incapaz de te esquecer. Esse esquecimento não me acalma. E faz um buraco na alma E que me traz grande tormento. O tormento daquele amor. Que amei, mas que trouxe dor. Na minha vida fez um pavor. Amor que me tirou o fervor. Pelos momentos de dor Que ela me causou. E por que tanta dor? Se existia tanto amor? Poema por Pedro William Beliene
Oh meu girassol, Não me deixe aqui Eu preciso de você Para me fazer sorrir O seu beijo, seu cheiro E seu jeito de olhar Me deixam bobo em pensar Não consigo parar de te amar Tu és raridade, minha flor, Com suas pétalas de amor Te sigo para onde for Para que minha vida tenha cor Nos dias nublados e chuvosos Com menos medo você fica Não importa quantos jardins existam Sempre serei apaixonado por uma flor específica Poema por Rodrigo Vieira Rodrigues
Charge por Robson do Carmo
Charge por Yuri Caputo
Um conto de Label Black Era o ano de 1500, ao contrário do que as lendas contam não existiam dragões, mas a fome, a peste, a carnificina, o que torna homens bons em cruéis, isso existia. O reino de Label Black fora terrivelmente atacado por trinta dias e trinta noites seguidas. Seus Soldados lutaram corajosamente e violentamente para que ele fosse protegido. O Rei Walker, ao contrário da grande maioria das majestades de outros reinos, esteve ombro a ombro com seus guerreiros, inspirando, motivando, liderando, como um verdadeiro Rei. Ao fim da batalha entre reinos, a cidade estava devastada, apesar da vitória. O Rei Walker foi para seu trono para se recompor, logo em seguida reuniu-se com seu cavalheiro mais confiante, o mais bravo homem a seu serviço, que se chamava Arthur. Para esse cavalheiro, a honra em servir a seu rei e proteger o seu reino, estava acima de tudo, por isso foi-lhe confiada a missão de encontrar dois habilidosos homens para se preparar para a chegada do inverno. Apesar de a cidade ter um número consideravelmente alto de soldados, ela carecia de ferreiros e caçadores, ou pelo menos de pessoas experientes nessas áreas. - Nossos homens são perfeitamente capazes de suprir nossa necessidade com esses trabalhos, basta que alguém experiente os ensine. Em você, Sir Arthur, deposito a responsabilidade de buscar dois homens que nos ajudarão com a reconstrução e a proteção de nossa amada cidade. Precisamos manter nossas mulheres e crianças a salvo. Seu dever é encontrá-los, Borg O Ferreiro e Faith O Caçador, achando o caçador achará o ferreiro. É imperativo fazer com que venham ao nosso reino, assegure-os de que serão bem recompensados. Quando pode partir?! - perguntou o Rei Walker. - Agora mesmo, senhor - respondeu Arthur. Então o cavaleiro organizou as defesas de Walker e as da cidade antes de partir. Aran era o cavalo do rei Walker, um puro sangue inglês, marrom com uma listra branca na testa, rápido, forte e destemido, tudo o que o cavaleiro precisaria. Era o melhor animal de todo o exército, que agora estava aos serviços de Arthur, pois era de suprema importância que ele completasse a missão. Para tal, ele precisava do melhor. Aran carregava todo o equipamento e suprimento que ele pudesse precisar, incluindo o dinheiro para pagar aos homens que ele procurava. Depois de cinco dias de viagem, Arthur chega a uma aldeia na beira de um rio procurando por informações que o levem até o ferreiro. Ao entrar, ele foi surpreendido por uma mulher de altura média, cabelos pretos, pintura de guerra no rosto, diferente da maioria das outras na vila. Arthur e a Desconhecida começaram a conversar. - Procuro o mestre Borg, sabe onde poderia encontrá-lo? - O que quer com aquele velho!? Deixe-me adivinhar, O Rei Walker enviou você! - Como sabia? - Notícias correm como o vento. Sou Faith, a propósito. - Espere, disse que seu nome é Faith? - Isso mesmo. - Você é uma mulher e é bem mais nova do que eu imaginava... Preciso que venha comigo. - Por que o Rei estaria interessado em mim?
- Suas habilidades com caça! O rei precisa que você ensine aos súditos o que sabe, para que não morram de fome. - E o que eu tenho a ganhar com isso? - Além de ajudar aos outros, e servir vossa majestade? Dinheiro. Uma moeda por cada pessoa que você ajudar, mais um bônus quando estiver acabado. - Feito. - Preciso que me leve até Borg. - O que te faz pensar que eu o conheço? - Não diria o que disse, se não o conhecesse. - Está bem, passe a noite, descanse e alimente seu cavalo. Sairemos amanhã cedo. Arthur e Faith saíram juntos da aldeia. Depois de muito viajarem, no final daquele dia, eles chegaram a uma cabana solitária perto das montanhas. Os dois se aproximaram com cuidado. Arthur perguntou a si mesmo se aquele era o lugar certo, no meio do pensamento ele se esquivou rápido de uma machadinha que foi jogada em sua direção, a dúvida desapareceu. - Senhor Borg, meu nome é Sir Arthur de Label Black, venho a mando do rei Walker solicitar sua ajuda. - O que você está fazendo com essa mulher? - Qual o problema de vocês? - Longa história - respondeu Faith. - Escute, Senhor Borg, não tenho tempo para rixas antigas, preciso dos seus serviços e é necessário que o senhor venha comigo. - Não vou a lugar nenhum com ela. - Eu o desafio, combate homem a homem. Se eu ganhar o Senhor vem conosco, se eu perder, não vou tentar convencê-lo. - Está bem, eu aceito. Os dois homens se dirigiram a uma clareira enquanto Faith e Aran os observavam. - Quem acha que vai ganhar, Aran? - Hinn in in! - Tem razão. A luta foi feroz entre os dois. Apesar da experiência de Borg com armas mortais, Arthur conhecia a arte da guerra. O cavaleiro de Label Black saiu vitorioso apesar de ferido e exausto. - Não tenho força para apartar uma briga entre vocês dois, então se comportem na volta. Os dois valentes homens e a bela dama caçadora retornaram ao reino de Walker após seis dias de estrada. Borg ensinou aos moradores a arte de forjar armas de ataque e de defesa. Faith compartilhou seu dom pela caça. Por dever cumprido com excelência e maestria, Sir Arthur foi condecorado com a honraria de serviços prestados, pois graças a seus esforços o reino de Label Black continuará a ter seu nome na história, sendo lembrado como um feudo guerreiro e próspero, que apesar das dificuldades, nunca se rendeu e nunca desistiu. Conto por Wenderson Pereira Nunes
Charge por Lucas Santos
Tirinha por Marcos Vinicius Rangel
Tirinha por Miguel Pelegrini
O Medo Mayke era um menino sonhador. Sonhava em viajar de avião, mas também tinha medo de altura. No Natal do ano 2010, Mayke recebeu um convite de um amigo para passar o Natal em sua casa. O seu amigo morava no Ceará. Mayke ficou muito feliz com o convite e decidiu enfrentar seu medo. Então comprou sua passagem e foi se preparando até o dia da viagem. Quando chegou o grande dia, ele estava com muito medo, mas não podia desistir. Já no aeroporto, ouviu a chamada: "Voo 588: o avião está pronto para embarque". Mayke olhou para o avião, seu coração bateu forte. Logo após a chamada, decidiu entrar nele e deixar o medo para trás. Chegou ao seu destino, reencontrou seu amigo e teve um dos melhores natais. Após essa viagem Mayke nunca mais teve medo de altura. Conto por Yuri Dantas Passagem comprada
Humanidade
Flores lhe dei, Cartas lhe mandei, Você, porém, de bobo me fez Pobre coração Insistiu, insistiu Para ouvir um "não" Fortemente bateu Por alguém Que nem lhe correspondeu Não há outro jeito Nem repousar-me consigo Lágrimas inundam o travesseiro Não há saída Na verdade, há... Aquela viagem só de ida Comprei a passagem O farmacêutico indagou "Para que isso?" "És jovem!" Sim, sou, sim, Senhor Não é para suicídio O amor já me matou!
Tudo que me assombra Para alguns pode representar nada, Mas esse vazio aqui É uma coisa que não pode ser apagada. Um dia vai chegar, eu sei, Uma civilização Que vai acabar e tirar Toda a nossa razão. Mataram nossos pais Não teremos mais vida, Mas, se alguém daqui fugir, Será a última saída. Quando se ouve isso, Uma reflexão Ou até uma tristeza Flui em seu coração. Mas, se olharmos por outro ponto de vista, Seremos nós mesmos Essa raça que é tão mal vista.
Poema por Thalia Vitória Monsores
Poema por Thalles Luiz
Tirinha por Vinicius Vasconcelos Bona vox: um projeto parceiro do IFFolha Itaperuna O trabalho tem como objetivo estudar a importância dos cuidados necessários para possuir uma voz boa e saudável tanto no período de isolamento social quanto no momento do retorno às atividades presenciais e tem como público alvo os professores e os cantores. A primeira etapa consiste na aplicação de um questionário para o autoconhecimento do professor/cantor. Em seguida, são emitidos alertas sobre as consequências do mau uso da voz e dicas sobre o www.freepik.com assunto, por meio do Jornal IFFolha Itaperuna, promovendo posts e lives com Não é de hoje que a voz do professor é especialistas da voz, pelo Instagram e vista com descaso por muitos, apesar de pelo Facebook. ser um instrumento valioso que possibilita O projeto teve início em setembro de ao profissional um contato direto com seus 2020, e foi inspirado no trabalho já alunos. Todos nós sabemos que sem a realizado no IFF Itaperuna, também com voz a comunicação seria muito mais financiamento da FAPERJ pelo edital de complicada, embora não seja impossível. Jovens Talentos para a Ciência, “Vox A pergunta é: por que não dar a devida Bona: a importância da saúde vocal para importância para o assunto? o trabalho docente”, desenvolvido de Pensando nisso, a professora Fabiana 16/05/2016 a 16/04/2017 com a bolsista Carvalho elaborou o projeto Bona Vox: a Lara Martins, egressa de Informática. importância da saúde vocal para os atletas da voz, que conta com a participação das Sofia Ladeira e Thalia Monsores bolsistas Sofia Ladeira e Thalia Monsores.
AGRADECIMENTOS A TODOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA QUE ESSA EDIÇÃO ESPECIAL DO JORNAL IFFOLHA ITAPERUNA FOSSE REALIZADA À PROFESSORA RESPONSÁVEL PELO PROJETO DE EXTENSÃO: Fabiana Castro Carvalho de Barros ÀS PROFESSORAS RESPONSÁVEIS PELAS CORREÇÕES DE TEXTOS: Fabiana Castro Carvalho de Barros Giselda Maria Dutra Bandoli Luana Monteiro de Oliveira Cruz Patrícia Schettino Mineti AOS PRODUTORES DE CONTEÚDO: Lucas Santos Ferreira Marcos Vinicius Rangel de Souza Miguel Tobias Medeiros Pelegrini Pedro William Guilherme Beliene Rodrigo Vieira Rodrigues Sofia Martins Ladeira Thalles Pereira Luiz Thalia Vitória dos Santos Mansores Vinicius Vasconcelos Monteiro Wenderson Pereira Nunes Yuri Caputo Vieira Yuri Dantas Souza À EDIÇÃO GRÁFICA: Sofia Martins Ladeira Thalia Vitória dos Santos Mansores AOS BOLSISTAS E VOLUNTÁRIOS DO PROJETO DE EXTENSÃO: Gabriely da Silva Brito Giseli Curty da Cunha Castilho Isabella Meira Glória da Silva João Gabriel de Souza Schelk Sofia Martins Ladeira Thalles Pereira Luiz Thalia Vitória dos Santos Mansores CONTATOS IFFOLHA ITAPERUNA: Instagram: https://www.instagram.com/iffolhaitaperuna/ Facebook: https://www.facebook.com/jornaliffolhaitaperuna/ E-mail: iffolhaitaperuna@gmail.com