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Hoje Macau 12 NOVEMBRO 2021 #4890

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DESEMPREGO

Parcas melhoras

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Mão cheia de empréstimos

hoje macau Nº 4891

SEXTA-FEIRA 12-11-2021 DIRECTOR CARLOS MORAIS JOSÉ

Contas agridoces

O orçamento para 2022 foi ontem aprovado, apesar das muitas críticas deixadas pelos deputados. Redução do investimento nas obras públicas, nenhuma referência ao Cartão de Consumo e a omissão do subsídio de 7.000 patacas para idosos, foram alguns dos pontos negativos apontados pelos legisladores que, no entanto, não deixaram de aprovar a proposta na generalidade. PÁGINAS 2-3

MOP$10

QUARENTENA

A MALDIÇÃO DO TESOURO PÁGINA 7

ILUSÃO

VALÉRIO ROMÃO

EGOÍSTAS

GONÇALO M. TAVARES

ÚLTIMA ANEL, XU ZI WEI

CHINA

ALERTAS NO PACÍFICO

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PUB.

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TAP SEAC | OFICINAS NAVAIS

HÁ VANGUARDA EVENTOS


2 assembleia legislativa

12.11.2021 sexta-feira

GCS

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A

BORDANDO o futuro concurso público para a concessão das licenças do jogo, a deputada Song Pek Kei defendeu que o Governo não deve fazer “cortes radicais” e deve tratar a matéria de forma “simples”, para assegurar a estabilidade e os postos de trabalho do sector. “O Governo deve ter em conta os interesses gerais, não fazer cortes radicais e tratar esta matéria de forma simples, porque a revisão legislativa deve ter como objectivo principal a salvaguarda do mercado de emprego e a estabilidade do

ORÇAMENTO DE 2022 APROVADO APESAR DE CHUVA DE CRÍTICAS

Ouvidos de mercador

Os deputados aprovaram ontem na generalidade a lei do orçamento para 2022, apesar das muitas críticas apresentadas. A redução do investimento nas obras públicas, falta de medidas para gerar receitas e ausência de referências ao cartão de consumo e ao apoio aos idosos estiveram entre as principais falhas apontadas. Sem se comprometer ou debater ideias, Lei Wai Nong admitiu discutir o assunto em sede de comissão Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração (PIDDA). Perante o aumento do número de desempregados, também Song Pek Kei foi crítica em relação

à diminuição do investimento nas obras públicas, apontando que é necessário que o Governo “invista mais” para estabilizar o mercado de trabalho e a economia.

Jogo de paciência Song Pek Kei diz que não deve haver “cortes radicais” às licenças

sector do jogo”, defendeu, vincando que as concessionárias, as salas VIP e os casinos satélite são a principal base do jogo de Macau. Recorde-se que na proposta de alteração à lei do jogo em Setembro, o Governo disse querer rever o número e prazos das concessões, bem como proibir as subconcessões. A deputada lembrou ainda que as receitas do jogo

representam, actualmente entre 70 e 80 por cento das receitas financeiras do Governo e que o sector conta com mais de 80 mil trabalhadores, devendo as decisões relativas ao sector privilegiar “a estabilidade social e o desenvolvimento económico de Macau”. Para orientar o desenvolvimento do sector, Song Pek Kei sugeriu ainda que o Governo faça um “ba-

“O orçamento deve ser capaz de estabilizar a economia e encontrar mais postos de trabalho. Tendo em conta a experiência de outras regiões, é necessário que o Governo invista mais para que a

lanço do passado”, dando especial relevância às salas VIP enquanto “característica de Macau”. Sobre o desenvolvimento do sector, a deputada vinca que o Executivo deve “orientá-lo e desenvolvê-lo num trilho correcto e planeado”, de forma a desenvolver Macau enquanto Centro Mundial de Turismo e Lazer e contribuir para a diversificação económica.

Jogar para não jogar

A pensar no concurso para a concessão de licenças de jogo, Song Pek Kei sugeriu ainda que o Governo crie

sociedade se desenvolva, mas o PIDDA não aumentou. Se as obras dos particulares já são poucas e o Governo reduz as obras públicas, muitos trabalhadores vão ficar sem emprego”, vaticinou.

RÓMULO SANTOS

A

Assembleia Legislativa (AL) aprovou ontem, na generalidade, a proposta de Lei do Orçamento de 2022, que prevê retirar 30 mil milhões de patacas da reserva financeira extraordinária para cobrir despesas e alcançar receitas brutas do jogo de 130 mil milhões. No entanto, e apesar de ter recebido o voto favorável de todos os deputados, as críticas fizeram-se ouvir. “Espero que o Governo poupe o que deve poupar e gaste onde deve gastar”, começou por dizer Leong Sun Iok, o primeiro a intervir durante o período de discussão. Dada a tónica, o deputado criticou o facto de o orçamento prever, por um lado, um aumento de 31 por cento de despesas relacionadas com a investigação científica e, por outro, uma redução ao nível das obras públicas, materializada em menos 100 milhões de patacas alocadas ao

um fundo específico para a construção de elementos não jogo. Como exemplo, a deputada defendeu a criação de um “fundo de desenvolvimento para a construção de uma cidade inteligente” e um “fundo para startups”

que permitam injectar mais investimentos neste tipo de actividades. Nesse sentido, defendeu que o Executivo “não deve limitar a curto prazo”, o desenvolvimento de elementos não jogo, alargando esses projectos à zona de cooperação na Ilha da Montanha e à Grande Baía. Sobre as condições dos funcionários do sector, foi sugerido um maior equilíbrio entre o tempo gasto no trabalho e em família, aumentando períodos de descanso e concedendo subsídios para quem tem de cuidar de crianças. P.A.


sexta-feira 12.11.2021

“O orçamento deve ser capaz de estabilizar a economia e encontrar mais postos de trabalho.”

em que a ordem é para cortar nas despesas, a deputada quis também saber o que explica o aumento dos investimentos em empresas de capitais públicos como a Macau Investimento e Desenvolvimento, S.A..

SONG PEK KEI DEPUTADA

Dar a volta ao texto

Suicídio Serviços sociais fazem “omeletes sem ovos”

Preocupada com o aumento do número de suicídios e outras problemáticas associadas à pressão gerada pelo prolongar da pandemia de covid-19, a deputada Lo Choi In apontou que o Governo deve aumentar os apoios destinados às instituições de cariz social. Segundo a deputada, com as diversas medidas de austeridade adoptadas pelo Governo, as instituições profissionais cívicas foram “gravemente afectadas” e que isso limita a cobertura e a profundidade dos seus serviços. Isto, quando, apesar de não ter havido cortes no financiamento, o número de casos disparou. “As autoridades não reduziram os salários e o número de trabalhadores, mas (…) os pedidos de assistência aumentaram significativamente e é difícil fazer omeletes sem ovos. A falta de verbas limitou gravemente o desenvolvimento dos diversos trabalhos, reduziu significativamente a qualidade dos serviços e impossibilitou o acesso dos utentes aos serviços de apoio”, afirmou.

Do lado das receitas, e perante a diminuição dos rendimentos afectos ao jogo, Ip Sio Kai, Pereira Coutinho e Song Pek Kei apontaram que o orçamento é parco em ideias para encontrar novas fontes de rendimento. Como sugestão, os deputados colocaram a hipótese de o Executivo apostar na venda de terrenos ou na emissão de obrigações. Por seu turno, Ron Lam propôs ao Governo repensar algumas medidas de apoio à população que se mantêm inalteradas desde 2008, como os cheques pecuniá-

Ella Lei e Ron Lam questionaram o Governo sobre as razões para não terem sido reservadas verbas destinadas aos idosos rios ou a isenção de rendas para vendilhões. “Concordo com as medidas de apoio, mas não devemos ajustá-las? Há vendilhões que abrem a banca só para passar o tempo

Lei Wai Nong não se comprometeu e admitiu discutir o assunto apenas em sede de comissão

e (…) o valor da compensação pecuniária não é pouco, sobretudo quando muitos dos que recebem o cheque não residem em Macau”, apontou. Na resposta, o secretário para a Economia e Finanças, começou por dizer que o orçamento deve ser “pensado de forma integral”. Sobre as propostas apresentadas, nomeadamente quanto ao apoio aos idosos, Lei Wai Nong não se comprometeu e admitiu discutir o assunto apenas em sede de comissão. Foi dito ainda que o Governo está a ponderar emitir obrigações para aliviar a crise económica e que a zona de cooperação em Hengqin será uma das soluções para revitalizar a economia de Macau. Pedro Arede

COVID-19 DEFENDIDO APOIO A EMPRESAS COM ELEVADA TAXA DE VACINAÇÃO

N

O seguimento do início do plano de inoculação da 3.ª dose da vacina contra a covid-19, a deputada Wong Kit Cheng defendeu que o Governo deve aproveitar a oportunidade para atribuir apoios às empresas que apresentem elevadas taxas de vacinação. “Há que estudar medidas para as empresas em que a taxa de vacinação já tenha atingido um determinado nível, nomeadamente,

conceder-lhes apoio ou, caso se registem alterações da situação de pandemia, dispensá-las das medidas restritivas ou da suspensão do funcionamento”, disse no período dedicado às intervenções antes da ordem do dia. GCS

Em uníssono com José Pereira Coutinho, a deputada lamentou ainda a ausência de referências a uma nova ronda de cartões de consumo, sobretudo numa altura em que o subsídio de previdência central de 7.000 patacas destinado aos idosos continua omisso do orçamento. “No ano passado houve cartões de consumo para substituir a perda do apoio da previdência central, mas nas medidas de apoio deste orçamento, não há referências ao cartão de consumo (…) que pode servir de motor para acelerar a economia”, disse Song Pek Kei. Também Ella Lei e Ron Lam questionaram o Governo sobre as razões para não terem sido reservadas verbas destinadas aos idosos, quando a pandemia continua a criar muitas dificuldades à população. Numa altura

assembleia legislativa 3

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Além disso, a deputada apontou que devem ser concedidos mais incentivos aos vacinados “no dia-a-dia”, tendo por base a aceleração do reconhecimento mútuo e da interligação com o Interior da China e Hong

Kong no âmbito dos registos de vacinação. Com o objectivo de aumentar a taxa de vacinação, Wong Kit Cheng sugere ainda que o Executivo conceda um período de descanso após a vacinação. Também Zheng Anting pediu que o Governo crie “o quanto antes” um sistema de reconhecimento mútuo de vacinação com o Interior da China e Hong Kong, para prepare a abertura das fronteiras no futuro. Para que a

normalização de movimentos entre Macau e as regiões vizinhas seja uma realidade, o deputado sugere que o Governo concretize o “registo autenticado” dos cartões Macau Pass e implemente a função de rastreamento no código de saúde. “[Estas medidas podem] reduzir os custos sociais, como a realização de testes em massa de ácido nucleico, o confinamento, a suspensão do sector dos serviços e das aulas, etc”, vincou. P.A.


4 publicidade

12.11.2021 sexta-feira

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Notificação n.º 00118/NOEP/DJN/2021 Considerando que não se revela possível notificar os interessados, pessoalmente, por ofício, telefone, ou outra forma, para o efeito do regime procedimental nos respectivos processos administrativos sancionatórios, nos termos do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 52/99/M, de 4 de Outubro, e do artigo 68.º e n.º 1 do artigo 72.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 57/99/M, de 11 de Outubro, o signatário notifica, pela presente, ao abrigo do n.º 2 do artigo 72.º do Código do Procedimento Administrativo, os infractores constantes das tabelas anexas a esta notificação, do conteúdo das respectivas decisões sancionatórias: Nos termos do n.º 4 do artigo 36.º, n.º 1 do artigo 37.º, artigo 38.º, artigo 39.º e n.os 1 e 2 do artigo 55.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos, aprovado pelo Regulamento Administrativo n.º 28/2004, e em conjugação com o n.o 2 do artigo 5.º do Código do Procedimento Administrativo, o Presidente do Conselho de Administração para os Assuntos Municipais do Instituto ou seus substitutos exararam despachos nas respectivas informações, tendo em consideração as infracções administrativas comprovadas e a existência de culpa confirmada. Assim: 1. Foram aplicadas aos infractores constantes das Tabelas I a VI, as multas previstas no n.º 2 do artigo 45.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e no artigo 2.º do Catálogo das Infracções, aprovado pelo Despacho do Chefe do Executivo n.º 106/2005, no valor de MOP 600,00 (cada infracção), sendo definido para o pagamento que este seja efectuado nas seguintes prestações: 1) Primeira prestação: no valor de MOP 300,00 – no prazo de 10 (dez) dias, contados a partir da publicação e afixação da presente notificação; 2) Última prestação: no valor de MOP 300,00 – no prazo de 40 (quarenta) dias, contados a partir da publicação e afixação da presente notificação. Os factos ilícitos exarados nas acusações, provados testemunhalmente, constituem infracções administrativas ao disposto no n.º 1 do artigo 13.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e previstos no n.º 7 do artigo 2.º do Catálogo das Infracções, porquanto resultam da prática de actos de “nos espaços públicos, abandonar resíduos sólidos fora dos locais e recipientes especificamente destinados à sua deposição”, tendo sido os infractores notificados do conteúdo das acusações. (Cfr.: Tabela I) Os factos ilícitos exarados nas acusações, provados testemunhalmente, constituem infracções administrativas ao disposto no n.º 1 do artigo 4.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e previstos no n.º 23 do artigo 2.º do Catálogo das

Infracções, porquanto resultam da prática de actos de “colocar ou abandonar no espaço público quaisquer materiais ou objectos”, tendo sido os infractores notificados do conteúdo das acusações. (Cfr.: Tabela II) Os factos ilícitos exarados nas acusações, provados testemunhalmente, constituem infracções administrativas ao disposto na alínea 1) do n.º 1 do artigo 2.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e previstos no n.º 13 do artigo 2.º do Catálogo das Infracções, porquanto resultam da prática de actos de “cuspir escarro ou lançar muco nasal para qualquer superfície do espaço público, de instalações públicas ou de equipamento público”, tendo sido os infractores notificados do conteúdo das acusações. (Cfr.: Tabela III) O facto ilícito exarado na acusação, provado testemunhalmente, constitui infracção administrativa ao disposto no n.º 2 do artigo 9.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e previsto no n.º 12 do artigo 2.º do Catálogo das Infracções, porquanto resulta da prática do acto de “não limpar de imediato o espaço público poluído com dejectos de animais de estimação que se está a acompanhar”, tendo sido o infractor notificado do conteúdo da acusação. (Cfr.: Tabela IV) O facto ilícito exarado na acusação, provado testemunhalmente, constitui infracção administrativa ao disposto no n.º 2 do artigo 11.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e previsto no n.º 15 do artigo 2.º do Catálogo das Infracções, porquanto resulta da prática do acto de “proceder à deposição de resíduos sólidos domésticos não devidamente acondicionados ou sem garantir que estejam estanques e adequados à respectiva remoção sem derrame”, tendo sido o infractor notificado do conteúdo da acusação. (Cfr.: Tabela V) O facto ilícito exarado na acusação, provado testemunhalmente, constitui infracção administrativa ao disposto na alínea 1) do n.º 1 do artigo 14.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos e previsto no n.º 6 do artigo 2.º do Catálogo das Infracções, porquanto resulta da prática do acto de “não cumprir as recomendações técnicas para evitar a queda de pingos de águas provenientes de aparelho de ar condicionado, após o decurso do prazo fixado pelo presente Instituto para o efeito, de acordo com as circunstâncias do caso concreto”, tendo sido o infractor notificado do conteúdo da acusação. (Cfr.: Tabela VI) 2. Além disso, os infractores podem ainda apresentar reclamação contra os actos sancionatórios para o autor do acto, no prazo de 15 (quinze) dias, a contar da data da publicação da notificação, nos termos dos artigos 145.º, 148.º e 149.º do

Código do Procedimento Administrativo, sem prejuízo da aplicação do disposto no artigo 123.º do referido código. Para efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 150.º do mesmo Código, a reclamação não tem efeito suspensivo sobre o acto. 3. Quanto aos actos sancionatórios, os infractores podem apresentar recurso contencioso no prazo estipulado nos artigos 25.º e 26.º do Código de Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 110/99/M, de 13 de Dezembro, para o Tribunal Administrativo da Região Administrativa Especial de Macau. 4. Sem prejuízo da aplicação do disposto no artigo 75.º do Código do Procedimento Administrativo, para efeitos do disposto n.º 2 do artigo 55.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos, os infractores deverão efectuar o pagamento das multas aplicadas, dentro do prazo de pagamento das prestações acima referidas, na Divisão Jurídica e de Notariado do IAM (Núcleo Operativo do IAM para a Execução do Regulamento Geral dos Espaços Públicos), sita na Rua do Dr. Soares, n.º 6, Edifício Soares (Casa Amarela, junto do Edifício do IAM, sito na Avenida de Almeida Ribeiro), Macau. 5. Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 55.º do Regulamento Geral dos Espaços Públicos, a falta de pagamento de uma prestação implica o vencimento de todas as outras, caso em que, se o pagamento do valor global em dívida não for feito nos 30 (trinta) dias subsequentes à data do vencimento da primeira prestação em falta, submete o IAM o processo à Repartição das Execuções Fiscais da Direcção dos Serviços de Finanças, para cobrança coerciva, nos termos do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 52/99/M e do artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 30/99/M. 6. Não é de atender a esta notificação, caso os infractores constantes das tabelas anexas tenham já saldado, aquando da presente publicação, as respectivas multas, resultantes da acusação. Para informações mais pormenorizadas, os interessados poderão ligar para o telefone n.º 8399 3248 ou dirigir-se pessoalmente ao referido Núcleo Operativo deste Instituto. Aos 3 de Novembro de 2021. O Presidente do Conselho de Administração para os Assuntos Municipais José Tavares

Tabela I Nome

Sexo

N.º do Bilhete de Identidade de Residente de Macau

N.º da acusação

Data da infracção

Data em que foi exarado o despacho de aplicação da multa

黃海丁 WONG HOI TENG 陳志明 CHAN CHI MENG 李釗雄 LEI CHIO HONG 黃玉芬 黃少強 WONG SIO KEONG 莫壽祺 MOK SAO KEI 譚華達 TAM WA TAT 張嘉榮 CHEONG KA WENG 歐陽振華 AO IEONG CHAN WA 吳嘉燕 NG KA IN 鍾建輝 CHONG KIN FAI 梁濠慈 LEUNG HOU CHI 梁嘉俊 LEONG KA CHON 譚兆龍 TAM SIO LONG 歐漢深 AO HON SAM AGUILAR JOHN NOEL GARCIA

M

7443***(*)

2-000283TU/2021

2021-04-08

2021-06-21

M

1229***(*)

2-000145TK/2021

2021-03-23

2021-06-07

M

5088***(*)

2-000151TZ/2021

2021-03-17

2021-06-07

F

1252***(*)

2-00485WB/2021

2021-02-03

2021-06-07

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5122***(*)

2-000127TK/2021

2021-03-11

2021-06-21

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7371***(*)

2-000196TU/2021

2021-03-09

2021-06-21

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2-000090US/2021

2021-03-07

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1256***(*)

2-000175UI/2021

2021-02-20

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2021-01-27

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2-000045TK/2021

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2-000050TH/2021

2021-01-14

2021-05-27

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2-000040TH/2021

2021-01-10

2021-04-19

M

5190***(*)

2-000502TD/2020

2020-12-22

2021-04-07

M

1428***(*)

2-000403TK/2020

2020-10-09

2021-04-07

張成 CHEONG SENG 陳何桂霞 CHAN HO KUAI HA 張成 CHEONG SENG 蕭崇基 SIO SONG KEI 張成 CHEONG SENG 胡光強 WU KUONG KEONG 張成 CHEONG SENG 許金華 HOI KAM WA

M

7243***(*)

2-000070TE/2021

2021-02-09

2021-03-31

F

1295***(*)

2-000110UI/2021

2021-01-31

2021-04-19

M

7243***(*)

2-000048UN/2021

2021-01-29

2021-04-19

M

1346***(*)

2-000019UR/2021

2021-01-26

2021-04-19

M

7243***(*)

2-000073UB/2021

2021-01-15

2021-04-07

M

7309***(*)

A019202/2021

2021-01-13

2021-04-07

M

7243***(*)

2-000002TS/2021

2021-01-01

2021-04-07

F

1273***(*)

2-00984WB/2020

2020-04-17

2021-04-07

Tabela III Nome 陳景華 CHAN KENG WA 陳麗春 CHAN LAI CHON 李劍豪 LEI KIM HOU

Sexo

N.º do Bilhete de Identidade de Residente de Macau

N.º da acusação

Data da infracção

Data em que foi exarado o despacho de aplicação da multa

M

7385***(*)

2-000197UB/2021

2021-03-09

2021-06-21

F

1310***(*)

2-000066UM/2021

2021-01-29

2021-04-07

M

5088***(*)

2-000056UJ/2021

2021-01-24

2021-04-23

N.º da acusação

Data da infracção

Data em que foi exarado o despacho de aplicação da multa

2-000138UJ/2021

2021-02-28

2021-04-23

Tabela IV Nome 黎金華 LAI KAM WA

N.º do Bilhete de Sexo Identidade de Residente de Macau M

Tabela V Tabela II

Nome 許建好 HOI KIN HOU 張成 CHEONG SENG 鄭培根 CHEANG PUI KAN 李永雄 LEI WENG HONG

5142***(*)

Data em que foi Data da infracção exarado o despacho de aplicação da multa

N.º do Bilhete de Identidade de Residente de Macau

N.º da acusação

F

7432***(*)

2-000117US/2021

2021-03-20

2021-06-07

M

7243***(*)

2-000110UN/2021

2021-03-17

2021-06-21

Sexo

M

7352***(*)

2-000121TO/2021

2021-03-03

2021-06-21

M

1306***(*)

2-000103TF/2021

2021-02-19

2021-06-21

Nome 容達成 IONG TAT SENG

Sexo

N.º do Bilhete de Identidade de Residente de Macau

N.º da acusação

Data da infracção

Data em que foi exarado o despacho de aplicação da multa

M

5151***(*)

2-000087TK/2021

2021-02-06

2021-04-19

Tabela VI Nome 彭榮基 PANG VENG KEI

www. iam.gov.mo

Sexo

N.º do Bilhete de Identidade de Residente de Macau

N.º da acusação

Data da infracção

Data em que foi exarado o despacho de aplicação da multa

M

5055***(*)

2-02874WB/2019

2019-07-24

2021-03-01


sexta-feira 12.11.2021

LAG PODER DO POVO ENTREGA TRÊS PEDIDOS

A

Associação Poder do Povo entregou ontem uma carta ao Chefe do Executivo com três pedidos. Definição de um prazo máximo de espera para atribuição de habitação económica, o aumento para 12 mil patacas do cheque pecuniário no próximo ano e a injecção contínua no regime de previdência central não obrigatório. Os pedidos foram feitos a pensar nas Linhas de Acção Governativa (LAG), que o Executivo vai apresentar na terça-feira. O secretário-geral da associação, Lam Weng Ioi, indicou que apesar de o Governo de Ho Iat Seng ter feito avanços na questão da habitação económica, face ao Executivo de Chui Sai On, foi lamentado que ainda não haja calendário para que os candidatos da habitação económica saibam quando podem ocupar as casas. “Pelo menos, queremos que o relatório das LAG do próximo ano possa elaborar a questão do prazo de espera máximo para a ocupação, ou ainda regulamentos e orientações com previsões sobre o tempo de espera para aquisição de fracções de habitação económica”, afirmou o responsável. Lam Weng Ioi apontou também que o cheque pecuniário de dez mil patacas já foi lançado há alguns anos, sem aumentos, o que resultou na perda de poder de compra devido à inflação. “Esperamos que o valor do cheque pecuniário possa atingir a doze mil patacas para corresponder à inflação,” justificou Lam Weng Ioi. Por outro lado, Lam recordou que desde o ano passado que o Governo suspendeu a injecção de 7000 patacas nas contas individuais do regime de previdência central não obrigatório. “Se calhar a injecção do regime de previdência central não obrigatório para quem ainda está a trabalhar não é significativa, mas para os idosos reformados pode ser a fonte de rendimento principal. Sete mil patacas equivalem a dois meses do subsídio de idosos, por isso, esperamos que o Governo reinicie a injecção no próximo ano,” afirmou Lam.

Fisco Alterações à lei até Janeiro

Os deputados traçaram 4 de Janeiro do próximo ano como o limite para acabarem a discussão das alterações à lei da troca de informações em matéria fiscal. A primeira reunião aconteceu ontem, e Vong Hin Fai, presidente da 3.ª Comissão, que está a analisar o diploma na especialidade, garantiu que tudo vai ser feito para respeitar o pedido de Kou Hoi In, presidente da Assembleia Legislativa. “Vamos tentar terminar o trabalho no prazo definido pelo presidente da AL, 4 de Janeiro, e ter o parecer elaborado” disse. O diploma está a ser alterado para que a RAEM acompanhe o enquadramento legal exigido ao nível da troca de informações em matéria fiscal pelo Fórum Global sobre Transparência e Troca de Informações para Fins Fiscais. Entre as alterações, está o alargamento do âmbito da aplicação da lei, a instituições como fundos de pensões privados, que antes estavam excluídos.

política 5

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ALOJAMENTO ILEGAL DEPUTADOS PREOCUPADOS COM ABUSOS CRIADOS COM NOVA LEI

O diabo está nos detalhes Alteração à lei permite que se possa acolher familiares e amigos “bem” conhecidos. Porém, os legisladores temem que a vertente dos amigos possa ser utilizada para contornar a lei

S

EGUNDO a revisão proposta pelo Governo à proibição de prestação ilegal de alojamento, a disponibilização de dormidas gratuitas a pessoas “bem” conhecidas, devido a motivos “familiares, profissionais de estudo ou relações pessoais” não é considerada ilegal. No entanto, os deputados da 1.ª Comissão Permanente da Assembleia Legislativa temem que termos como “relações pessoais” possam ser utilizados de forma abusiva, para continuar a prestar um serviço ilegal. A questão foi colocada ontem, durante a primeira reunião do grupo de trabalho, e vai ser apresentada nos encontros com os representantes do Governo, explicou Ella Lei, presidente da comissão. “Se uma pessoa presta alojamento a outra, e

existe uma relação familiar ou pessoal, então considera-se que não é alojamento ilegal. Os deputados acham que as pessoas podem abusar desta regra para contornarem a lei”, explicou. De acordo com a proposta, o alojamento ilegal acontece sempre que alguém acolhe uma pessoa que esteja no território com um visto com uma duração inferior a 90 dias, a troco de

“Os deputados acham que as pessoas podem abusar desta regra [de excepção de alojamento para familiares e “bem” conhecidos] para contornarem a lei”

dinheiro, sem ter uma licença de pensão ou hotel.

Mais informações

Porém, para analisarem o diploma, os membros da comissão pretendem ainda receber mais dados do Governo, nomeadamente o tipo de vistos de quem recorre ao alojamento ilegal, mas também a condição dos prestadores deste serviço, para se saber se são maioritariamente residentes ou não-residentes. “Queremos saber os tipos de vistos que detêm os prestadores de alojamento ilegal e os seus ocupantes. Pretendemos também obter dados sobre os alojamentos a baixo custo”, afirmou Ella Lei. Os legisladores querem ainda ser informados sobre os principais desafios na cobrança da multas e nas operações conjuntas entre a Direcção de Serviços de

Turismo e o Corpo de Polícia de Segurança Pública. “Queremos perceber o estado da cooperação inter-departamental, porque no passado recebemos queixas de moradores sobre este aspecto. Sabemos que os Serviços de Turismo são a entidade que executa a lei, mas queremos perceber se há problemas durante a investigação e na cooperação com o Corpo de Polícia de Segurança Pública”, revelou a presidente da comissão. “Será que durante as investigações são descobertos outros crimes que depois podem criar problemas na investigação conjunta? E como é que está a ser feita a cooperação? São perguntas que os deputados querem deixar”, sublinhou.

João Santos Filipe


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Moradores Elogios ao regime de importação de mão-de-obra

DESEMPREGO PROCURA DE SUBSÍDIO CAI EM 2021 E TRIPLICA EM 2020

A crua realidade

O desemprego está a abrandar, mas a pandemia levou à corrida ao subsídio do Fundo de Segurança Social em 2020, altura em que o valor dos apoios mais do que triplicou, passando de 14,43 milhões de patacas para 52,31 milhões

A

situação do desemprego tem melhorado ao longo deste ano com uma quebra de 3,6 por cento no número de indivíduos a receber o subsídio. Os dados foram apresentados na segunda-feira por Iong Kong Io, presidente do Conselho de Administração do Fundo de Segurança Social, ao canal chinês da Rádio Macau, e citados pelo jornal Cheng Pou. De acordo com Iong, nos primeiros dez meses do ano houve um total de 3.813 pessoas a receberem subsídio de desemprego, no que representou um valor de 36,88 milhões de patacas. O número de pessoas a recorrer a este apoio social demonstra

uma redução de 143 indivíduos face aos 3.956 apoiados nos primeiros três meses do ano passado. Os dados anunciados por Ieong mostram assim uma quebra de 3,6 por cento. Em relação às despesas com o subsídio, no final de Outubro do ano passado, estas cifravam-se em 43,24 milhões de patacas, o que significa uma redução de 15 por cento. “Os dados mostram-nos

que em comparação com o ano passado a situação do desemprego abrandou”, afirmou o presidente do Conselho de Administração do Fundo de Segurança Social. Ainda de acordo com o dirigente, desde o ano passado foram adoptados procedimentos para que os pedidos sejam aprovados o mais rapidamente possível. Ao mesmo tempo, em vez de se pagar

Em 2019, o último ano sem pandemia, o número de requerentes do subsídio de desemprego foi de 3.511 requerentes, porém, no ano passado subiu para 12.141

o subsídio uma vez por mês, o valor permaneceu o mesmo, mas é pago em duas tranches, a cada 15 dias, de forma a “facilitar o pagamento”, foi explicado.

Crise económica

Os dados do FSS mostram também um agravar das condições de vida da população com o primeiro ano da pandemia, e as restrições de circulação, que atingiram gravemente a indústria do turismo. Em 2019, o último ano sem pandemia, o número de requerentes do subsídio de desemprego foi de 3.511, porém, no ano passado subiu para 12.141. Nem todos, entre os 12.141 requerentes, terão tido os pedidos aprovados, mas o montante anual gasto com este subsídio cresceu de 14,43 milhões de patacas para 52,31 milhões de patacas, ou seja, mais do que triplicou. Nos termos das leis em vigor, o subsídio de desemprego equivale a uma prestação diária de 150 patacas. Cada residente pode, por ano, receber 90 dias de subsídio, o que equivale a um limite máximo de 13.500 patacas por ano. O subsídio é pago a cada 15 dias, ou seja, 2.250 patacas de cada vez. Caso um residente receba as 13.500 patacas, tem de voltar a esperar um ano até poder a voltar a receber um valor semelhante. João Santos Filipe

QUADROS QUALIFICADOS JUVENTUDE CHINESA QUER NOVA MENTALIDADE

O

presidente da Associação de Nova Juventude Chinesa de Macau, Chao Weng Hou, considera que os residentes devem deixar de pensar que os não-residentes vêm para o território roubar empregos. A declaração foi citada ontem pelo jornal Cheng Pou, no âmbito da consulta pública do Regime de

Captação de Quadros Qualificados, lei que o Governo considera essencial para a diversificação económica e para a atracção de especialistas galardoados com o prémio Nobel. Sobre o documento da consulta, Chao mostrou-se preocupado com o que diz ser a falta de políticas e orientações

claras sobre a forma como vai ser feita a captação de talentos. Segundo a explicação do dirigente associativo, falta apresentar um mecanismo com os procedimentos administrativos, critérios de avaliação, documentos exigidos e duração do processo para que os quadros qualificados sejam importados. Chao

defende assim que o Governo precisa de ser mais claro na forma como quer implementar esta política. Ainda sobre a contratação de quadros qualificados e especializados, Chao sublinhou que há regiões vizinhas muito bem-sucedidas na matéria. Porém, apontou que a competição é muito

elevada. Por isso, indicou que sem salários muito elevados, subsídios altos, boas condições de habitação e políticas de residência menos restritas a RAEM não tem hipótese de ser competitiva. O responsável recordou também que no passado as políticas para atrair quadros qualificados falharam sempre.

O presidente da União Geral das Associações dos Moradores de Macau, Chan Ka Leong, elogiou o documento de consulta do Regime de Captação de Quadrados Qualificados e considera que vai permitir resolver a questão da contratação de mão-de-obra altamente especializada. Ao jornal Cheng Pou, Chan afirmou que este regime vai ser fundamental para promover a diversificação da economia, que actualmente é demasiado dependente do jogo e que, por isso, é positivo. Contudo, o representante dos Moradores apelou ao Executivo para comunicar melhor o conteúdo e ser mais transparente sobre os quadros qualificados que vão ser importados, de forma a diminuir as dúvidas dos residentes sobre a nova lei. Segundo Chan Ka Leong, o Governo precisa de vincar muito bem que a importação vai ser feita para áreas onde não há recursos locais e que as pessoas vindas do exterior vão servir também para formar os trabalhadores locais.

AMCM Empréstimos para habitação caem em Setembro

Segundo dados divulgados pela Autoridade Monetária e Cambial de Macau (AMCM), no mês Fevereiro, tanto os empréstimos hipotecários para habitação, como os empréstimos comerciais para actividades imobiliárias, decresceram relativamente ao mês anterior. Os empréstimos à habitação aprovados para os residentes locais decresceram 1,8 por cento, atingindo um total de 3,37 mil milhões de patacas. Já a componente não residente, cresceu 91,9 por cento “de uma base relativamente baixa”, para 58,3 milhões de patacas. Em termos trimestrais, a queda foi de 3,7 por cento, em comparação com o período entre Junho e Agosto. O número de novos empréstimos comerciais para actividades imobiliárias caiu 19,7 por cento relativamente a Agosto, atingindo 3,09 mil milhões de patacas.


sexta-feira 12.11.2021

acordo com o canal chinês da Rádio Macau, a responsável apontou que a organização do Grande Prémio impulsiona a recuperação económica e o aumento de visitantes. Contudo, a secretária destacou que a afluência não vai ser feita à custa das medidas de prevenção da

pandemia. Na mesma ocasião, cerimónia religiosa tradicional (Pai San) do Grande Prémio, desejou que o Interior da China e Hong Kong retomem a circulação sem restrições tão brevemente quanto possível e para que Macau possa receber turistas vindos da RAEHK.

GCS

Grande Prémio Elsie Ao Ieong confiante em boa afluência A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Elise Ao Ieong, indicou que nas últimas semanas o volume dos visitantes ultrapassou os 30 mil, por isso, acredita que o número vai ser mantido durante o fim-de-semana do Grande Prémio de Macau, entre 19 e 21 de Novembro. De

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Covid-19 Detectado caso de recaída durante a quarentena Uma residente de Macau que se encontrava em quarentena acusou “positivo fraco” para a covid-19 na quarta-feira. Segundo o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, como já tinha sido diagnosticada com a doença no exterior, foi

classificada como recaída e não como caso confirmado. A paciente de 48 anos, entretanto encaminhada para o Centro Clínico de Saúde Pública, chegou a Macau no dia 3 de Novembro a partir de Manila, Filipinas, local onde trabalhou “por longo período de tempo”.

De acordo com o Centro de Coordenação, a residente foi diagnosticada com covid-19 no dia 30 de Agosto, nas Filipinas, e antes de viajar para Macau os três testes de ácido nucleico que realizou deram todos negativos. Actualmente, não apresenta qualquer tipo de sintomas.

GCS

QUARENTENA VIAJANTES VINDOS POR SINGAPURA FICAM NO HOTEL TESOURO

Uma viagem com castigo FRONTEIRAS QUATRO PESSOAS EM AUTOGESTÃO POR VIAJAREM COM INFECTADO

Q

UATRO indivíduos que estão em Macau foram obrigados a autogestão de saúde, até à próxima quarta-feira, por terem apanhado o mesmo voo que um caso confirmado no Interior da China, e fizeram três testes de ácido nucleico que deram resultado negativo. O alerta para esta situação foi dado na quarta-feira à noite, através do mecanismo conjunto de Prevenção e Controlo de Zhuhai-Macau que avisou os Serviços de Saúde que os quatro indivíduos em autogestão terão apanhado o mesmo voo (entre Fuzhou e Zhuhai) que uma pessoa que teria acusado positivo fraco num teste de ácido nucleico, enquanto fazia quarentena em Putian. O paciente infectado revelou ter sido diagnosticado com novo tipo de pneumonia coronavírus em Singapura no passado mês de Agosto. O centro de contingência afirmou ontem que “este caso positivo, identificado na província de Fujian, é provavelmente uma recaída já que quando o doente apanhou o voo a 3 de Novembro, o resultado do teste de ácido nucleico realizado no dia seguinte foi negativo, tornou-se fracamente positivo apenas em 6 de Novembro, julgando-se por isso que não exista um elevado risco de infecção”.

Isolados num hotel “especializado” e obrigados a fazer 10 testes de ácido nucleico nos primeiros 10 dias de quarentena. É esta a nova realidade para quem viaja de Portugal, ou de qualquer outra zona de alto risco, para Macau

O

Governo reviu as medidas de observação médica para quem viaja para Macau vindo de Singapura, como acontece com as ligações áreas entre a RAEM e Portugal, tornando-se obrigatório cumprir quarentena no Hotel Tesouro a partir de 1 de Dezembro. As novidades foram apresentadas ontem, por Leong Iek Hou, coordenadora do Núcleo de Prevenção de Doenças Infecciosas e Vigilância da Doença. “Os indivíduos com diferentes riscos serão distribuídos por instalações diferentes. Os indivíduos de risco máximo ficam no Centro Clínico do Alto de Coloane. Os indivíduos de risco elevado secundário têm de ir para os hotéis especializados, sem poderem fazer escolha”, explicou Leong. Segundo Liz Lam, dos Serviços de Turismo, os indivíduos de risco elevado secundário são “todos os que viajam vindos de Singapura”. Ainda de acordo com a responsável, o primeiro espaço designado como especializado é o Hotel Tesouro, o mesmo que estava a ser utilizado para isolamentos e que há

dois meses registou um surto entre os trabalhadores de segurança. A escolha surgiu após a avaliação dos Serviços de Saúde e, neste momento, estão a decorrer obras na unidade hoteleira. “Escolhemos o Hotel Tesouro porque tem 500 quartos, uma capacidade grande, que facilita muito as operações. Também está fora das zonas residenciais, o que facilita as operações dos SSM”, justificou Lam.

“Não há rotulagem nem discriminação [criado pelo isolamento em hotéis diferentes]. A situação epidémica no estrangeiro está grave e, por isso, adoptámos medidas.”

As pessoas que vierem do Interior, Hong Kong e Taiwan podem continuar a escolher o hotel para cumprir quarentena.

Revisão das medidas

Além da divisão das pessoas em quarentena por hotéis diferentes, foram anunciadas quatro novas medidas para os isolamentos. Quem vier de Singapura tem de fazer 10 testes nos primeiros 10 dias da quarentena. Leong Iek Hou explicou que o objectivo é detectar os casos o mais cedo possível. Questionada sobre se as mudanças da política podiam ser vistas como discriminatórias, o cenário foi recusado: “Não há rotulagem nem discriminação. A situação epidémica no estrangeiro está grave e, por isso, adoptámos medidas”, defendeu Leong. Nas outras alterações constam ainda a divisão clara de tarefas entre os serviços públicos, a reali-

zação de testes e gestão de circuito fechado para os trabalhadores dos hotéis em quarentena e a obrigação de fazer a reserva de hotel antes de viajar para Macau. Desde o início da pandemia até à passada segunda-feira, 58.060 pessoas cumpriram quarentena. No pico das quarentenas, 12 hotéis estiveram reservados para o efeito, onde foram detectados 25 dos 77 casos de Macau. João Santos Filipe

471.702 JÁ FORAM VACINADOS

• Até ontem pelas 16h tinha sido vacinadas 471.702 pessoas, entre as quais 90.093 com 1 dose, 380.742 com 2 doses e ainda 867 pessoas com a terceira dose. Além disso, as autoridades anunciaram a abertura de um centro de testes em Hengqin, que vai servir 100 alunos que circulam diariamente entre Macau e Zhuhai.


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Vanguarda na cidade D EXPOSIÇÕES TAP SEAC E OFICINAS NAVAIS ACOLHEM ARTE CONTEMPORÂNEA

ANEL, XU ZI WEI

Duas exposições, com 81 obras de 22 artistas de 9 países. “Abraço na Diversidade” e “Simbiose”, são duas mostras que se tocam na partilha de visões contemporâneas com obras de artistas chineses e de países de língua portuguesa

OIS blocos geográficos, uma língua vanguardista. Estão em exibição duas exposições de arte contemporânea que entre a Galeria do Tap Seac e o Centro de Arte Contemporânea de Macau – Oficinas Navais N.º 1 celebram a expressão artística moderna de artistas oriundos de países de língua portuguesa e criadores Grande Baía de Guangdong - Hong Kong – Macau. As mostras compõem os dois lados da Exposição Anual de Artes entre a China e os Países de Língua Portuguesa. Perto do local onde, reza a lenda, os portugueses atracaram em Macau pela primeira vez, o Centro de Arte Contemporânea de Macau – Oficinas Navais N.º 1 acolhe a mostra “Abraço na Diversidade” até 31 de Dezembro de 2021, onde vão estar expostas 36 obras/conjuntos de arte contemporânea com linguagens artísticas que incluem pintura, instalação, fotografia, escultura e vídeo. No total, o centro de arte contemporânea recebe obras de 17 artistas da lusofonia. A representar Portugal a mostra reúne trabalhos de Catarina Castel-Branco, Diogo Muñoz, Isabel Nunes, João Santa-Rita, Nuno Nunes-Ferreira, Rita GT e Sarah Ferreira. De Angola chegam obras de Ana Silva e Keyezua, e do Brasil para Macau vem a visão de Fernanda Lago.

PALESTRA FESTIVAL DE ARTES DISCUTE LITERATURA AFRICANA E BRASILEIRA

A

“Literatura Feminista nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa” é o tema da palestra marcada para domingo, entre as 15h e as 17h, na Sala de Conferências do Centro Cultural de Macau. O evento será apresentado pela professora Jin Xinyi do Departamento de Português da Faculdade de Estudos Hispânicos e Portugueses da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim. Sem citar nomes de autoras, o Instituto Cultural refere que a litera-

tura de cariz feminista de escritoras africanas é “uma parte fundamental e indispensável do universo da literatura em língua portuguesa”. Além disso, afirma que “depois do século XX” despontaram muito “poucas poetisas e escritoras provenientes de países africanos de língua portuguesa, contando-se pouco mais do que 20 autoras”. Porém, a escassez de autoras é um factor que o IC descreve como facilitador para o registo histórico das obras.

A segunda palestra, intitulada “Literatura Brasileira e a Imagem do Brasil na Literatura Mundial”, terá lugar também na Sala de Conferências do Centro Cultural de Macau, no dia 27 de Novembro, também entre as 15h e as 17h. Desta feita, a tarde literária será dirigida pelo professor Zhang Jianbo, do Departamento de Português da Faculdade de Letras da Universidade de Macau. Ao longo de duas horas será abordada a história da evolução da literatura brasileira e os seus diferentes estilos

literários, como a literatura do período colonial, período romântico, período do realismo e a literatura moderna. Além do percurso histórico, Zhang Jianbo irá dar a sua visão sobre o panorama da literatura brasileira e as suas mudanças ao longo dos tempos. As duas palestras serão conduzidas em mandarim, com tradução simultânea para português. Os interessados podem inscrever-se online através do “Sistema de Inscrição em Actividades” do Instituto Cultural.

Zhang Jianbo

Jin Xinyi


EM FLOR, KIT LEE

A “delegação” artística de Cabo Verde é composta por trabalhos da autoria de Abraão Vicente, David Levy Lima e Euclides Eustáquio Lima. Timor-Leste, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe são representados por um artista cada, a saber, Ino Parada, Nú Barreto, Gonçalo Mabunda e Kwame Sousa, respectivamente.

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OS DESTROÇOS, KAREN YUNG

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Baía na Praça

O Centro de Arte Contemporânea de Macau – Oficinas Navais N.º 1 acolhe 36 obras/conjuntos de arte contemporânea com linguagens artísticas que incluem pintura, instalação, fotografia, escultura e vídeo A arte contemporânea local está representada por Leong Chi Mou, Lei Ka Ieng e Kit Lee, Tang Kuok Hou, Wong Iek e Jeff Wong, Yung Lai Jing e Karen Yung. Do Interior da China, a outra cara metade de “Simbiose” é composta pelas obras de Chen Yuan Long, Jiang An, Liu Xiang Lin, Xu Zi Wei e Zhang Chi. João Luz

PÁSSAROS PRESTANDO HOMENAGEM À FÉNIX, ZHANG CHI

No capítulo local, a Área de Exposição da China e de Macau será a Galeria do Tap Seac, onde está patente, desde ontem e até ao fim do ano, “Simbiose”. A mostra reúne trabalhos de cinco artistas locais e cinco artistas da Grande Baía de Guangdong - Hong Kong – Macau. No total, “Simbiose” é o somatório de 45 de criações artísticas numa variedade de meios e formas, incluindo pintura a óleo, pintura acrílica, pintura a tinta em papel, fotografia, instalação interactiva de imagens criada por computador, instalação eléctrica, instalação de escultura tridimensional, instalação de luz LED e espelho, e instalação de arte performativa.

DST FESTIVAL DE LUZ APRESENTA EM DEZEMBRO GALA DE 'DRONES'

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REZENTOS 'drones' vão ‘actuar’ em dez sessões, em Dezembro, no centro da cidade, durante o Festival de Luz, anunciou ontem a Direcção dos Serviços de Turismo (DST). Ao longo de cinco noites, nos dias 4, 11, 18, 20 e 25 do próximo mês, os espectáculos de dez a 15 minutos terão temas diferentes, a destacar "caraterísticas festivas, turísticas e culturais", contando cada noite com duas exibições do mesmo programa, indicou, em comunicado.

A "Gala de Drones Brilha sobre Macau", na zona do lago Nam Van, vai contar com a participação de "cinco equipas oriundas de Shenzhen, Tianjin, Cantão e Pequim", sendo que três destas equipas bateram recordes mundiais do maior número de 'drones' [aparelhos não tripulados] em voo simultâneo e do tempo de voo mais longo, referiu. Os casos de covid-19 registados no território em Setembro e Outubro levaram ao adiamento

desta gala para Dezembro, o que resultou num ajustamento dos temas dos espectáculos de modo a celebrar "o dia comemorativo do estabelecimento da Região Administrativa Especial de Macau [em 20 de dezembro] e do Natal", de acordo com a mesma nota. Assim, a gala integra "tecnologia e arte" para mostrar uma cidade "segura e apropriada para visitar" e o "intercâmbio entre Macau e as cidades do Interior da China".

U Fest Concertos de músicos locais em campus universitários

O Festival This Is My City criou este ano o evento U Fest, “um programa de mentoria e formação que procura partilhar com os estudantes universitários a experiência do festival ao longo dos anos”, informou ontem a organização. Assim sendo, amanhã, a partir das 15h, os alunos da Universidade Cidade de Macau irão organizar o seu próprio festival. No dia 19 de Novembro, sexta-feira da próxima semana, às 18h, é a vez de os estudantes da Universidade de São José tomarem as rédeas do evento e fazerem o seu próprio festival no campus universitário da Ilha Verde. Os dias de música vão ser o resultado de workshops dados em ambas as instituições de ensino. O cartaz é composto por bandas locais, como Ryan Carroll, Iat e Gabriel, Sax Experience, MATT.ET e Ari & The Gabion Sisters.


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Notificação n.o 006/DCN/DZVJ/2021 (Aviso sobre as decisões administrativas sancionatórias) Considerando que não se revela possível notificar os interessados, pessoalmente, por ofício ou outra forma, para o efeito do regime procedimental nos respectivos processos administrativos sancionatórios, nos termos do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 52/99/M, de 4 de Outubro, e do artigo 68.º e n.º 2 do artigo 72.º do Código do Procedimento Administrativo, de acordo com a alínea 2) do n.º 3 do artigo 49.º da Lei n.º 7/2003 -Lei do Comércio Externo e do n.º 2 do artigo 72.º do Código do Procedimento Administrativo, o IAM notifica, pela presente, os interessados a seguir, do conteúdo das respectivas decisões administrativas sancionatórias: De acordo com os respectivos autos de notícia, fotografias, documento comprovativo de apreensão, e testemunhas, entre outros, o IAM verificou que os interessados abaixo discriminados, não transportaram as mercadorias provenientes do exterior da RAEM e sujeitas ao controlo sanitário e fitossanitário para o local de inspecção sanitária e fitossanitária. Com o exposto das provas e processos, o Presidente do Conselho de Administração para os Assuntos Municipais do IAM, José Tavares, nos termos do artigo 19.º do Regulamento Administrativo n.º 40/2004, confirmou no despacho exarado em 21 de Junho de 2021 que os interessados abaixo mencionados praticaram a infracção prevista n.º 1 do artigo 15.º do Regulamento Administrativo n.º 40/2004, e decidiu aplicar uma multa no valor de MOP1,000.00 (mil patacas), respectivamente, aos interessados abaixo indicados, sendo as mercadorias apreendidas e declaradas perdidas a favor da RAEM, de acordo com o n.º 3 do artigo 15.º do mesmo Regulamento. Nome do interessado

Tipo e n.o do documento de identificação

N.º da acusação

Data de prática da infracção

張春仲 ZHANG, CHUNZHONG

Salvo-Conduto da R.P.C. para Hong Kong e Macau C1223XXXX

A002/DCN/DZVJ/2021

27/03/2019

Horário de instalação das barreiras do Grande Prémio O “68º Grande Prémio de Macau” será realizado nos dias 19 a 21 de Novembro. Devido à realização deste evento, serão instaladas as barreiras a partir do dia 16 de Novembro em horas diferentes e vedado o trânsito rodoviário nas vias a seguir indicadas, que serão reabertas progressivamente, logo após a conclusão das corridas, no dia 21 de Novembro até à madrugada do dia 22. A Comissão Organizadora do Grande Prémio de Macau solicita a melhor compreensão dos condutores e residentes, bem como o respeito pela sinalização provisória e pelas instruções da Brigada de Trânsito.

Data

Hora de Instalação

Arruamento Est. de Cacilhas

黃德松 HUANG, DESONG

Salvo-Conduto da R.P.C. para Hong Kong e Macau C9883XXXX

黃蘭英 HUANG, LANYING

Salvo-Conduto da R.P.C. para Hong Kong e Macau C2117XXXX

A015/DCN/DZVJ/2021

28/06/2019

梁華志 LEONG WA CHI

Bilhete de Identidade de Residente Permanente da R.AE.M. 5069XXX(X)

A010/DCN/DZVJ/2021

16/10/2019

Salvo-Conduto da R.P.C. para Hong Kong e Macau C2117XXXX

A016/DCN/DZVJ/2021

黃兰英 HUANG, LANYING

A014/DCN/DZVJ/2021

04/05/20219

16 de Novembro (3.a feira)

15:00

Est. D. Maria II Rua dos Pescadores

Av. da Amizade 10:00 Est. de Cacilhas

07/11/2019

Nos termos do artigo 145.º, do n.º 1 do artigo 148.º e do artigo 149.º, do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 57/99/M, os interessados podem apresentar reclamação contra as decisões sancionatórias em causa ao Presidente do Conselho de Administração para os Assuntos Municipais deste Instituto, no prazo de 15 (quinze) dias, contados da data seguinte à recepção das notificações sobre as decisões sancionatórias, sem prejuízo da aplicação do artigo 123.º do mesmo Código. De acordo com o n.º 2 do artigo 150.º do mesmo Código, a reclamação de acto não tem efeito suspensivo.

17 de Novembro (4.a feira)

Os interessados podem ainda interpor recurso contencioso contra os actos administrativos acima referidos, no prazo previsto nos artigos 25.º e 26.º do Código de Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 110/99/M, para o Tribunal Administrativo da RAEM.

15:00

Sem prejuízo da aplicação do artigo 75.º do Código do Procedimento Administrativo, os infractores deverão pagar as referidas multas no prazo de 15 (quinze) dias, na Tesouraria da Divisão de Assuntos Financeiros (DAF) do Departamento de Gestão Financeira (DGF), no Edifício do IAM, sito na Avenida de Almeida Ribeiro, n.º 163, r/c, Macau, durante o horário de expediente, caso contrário, este Instituto, nos termos do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 52/99/M e do artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 30/99/M, comunicará à Repartição das Execuções Fiscais da Direcção dos Serviços de Finanças para, de acordo com a lei, se proceder a cobrança coerciva. Para informações mais detalhadas, os interessados ou quaisquer outros particulares que provem ter interesse legítimo podem contactar a Divisão de Conservação da Natureza (DCN) do Departamento de Zonas Verdes e Jardins (DZVJ), sita no Parque de Seac Pai Van, Coloane, e consultar os processos. Para quaisquer informações, queiram ligar para a linha de consulta da inspecção fitossanitária das plantas de decoração: 6222 8993, dentro do horário de expediente. Em 1 de Novembro de 2021. Chefe do Departamento de Zonas Verdes e Jardins Chio Wai Meng www. iam.gov.mo

Est. dos Parses

Av. da Amizade

Est. D. Maria II

18 de Novembro (5.a feira)

10:00

Av. da Amizade

Local de instalação Depósito de Pólvora (Rampa) Saída da garagem do Museu das Comunicações Saída da Companhia das Águas de Macau Entrada e Saída das garagens do Edifício Jubilee Court (Junto à estação de gasolina) Entrada e Saída das garagens do Edifício Cheng Pak Kok Saída da garagem da Autoridade Monetária de Macau Rua de Nagasaki até a intersecção da Avenida da Amizade (Ao lado do Edf. Jardim San On) Entrada da oficina de automóveis (Junto ao Museu das Comunicações) Ponte da Amizade – saída para a Av. da Amizade


sexta-feira 12.11.2021

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APEC XI ALERTA PARA O REGRESSO À MENTALIDADE DE GUERRA FRIA

Ambiente País empenhado na transição verde

O Presidente chinês, Xi Jinping, disse esta quinta-feira que a China trabalhará incansavelmente para dar a sua contribuição para promover a transição verde global. Xi fez as observações num discurso na Cimeira de CEO da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC) via videoconferência. O Presidente observou que a acção de redução de carbono da China é uma profunda transformação económica e social. "Por mais formidável que seja a tarefa, trabalharemos incansavelmente para fazer nossa contribuição para promover a transição verde global", disse. Xi apontou ainda que a acção de redução de carbono da China também exigirá investimentos maciços, criando assim enormes oportunidades de mercado e espaço para cooperação. As comunidades empresariais em toda a Ásia-Pacífico são calorosamente bem-vindas para se juntar a nós neste esforço, afirmou. "Juntos, podemos inaugurar um futuro de desenvolvimento verde", rematou Xi Jinping.

segurar o funcionamento das cadeias de abastecimento e continuar a liberalizar o comércio e os investimentos. “A China vai permanecer firme no avanço das reformas e na abertura, visando adicionar ímpeto ao desenvolvimento económico”, assegurou.

Não muito pacífico

“A região da Ásia-Pacífico não pode e não deve recair no confronto e divisão da era da Guerra Fria.” XI JINPING PRESIDENTE CHINÊS

A tarefa mais urgente na região é fazer um esforço total para combater a pandemia, acrescentou. No conjunto, os membros da APEC somam 3 mil milhões de pessoas e cerca de 60 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Mas tensões profundas dividem o grupo de 21 nações e territórios, que incluem membros com interesses divergentes entre si, como os EUA, China, Taiwan, Rússia e Austrália.

PCC Resolução histórica aprovada

A reunião de alto nível do Partido Comunista da China (PCC) adoptou uma resolução sobre as principais realizações e experiências históricas dos esforços de 100 anos do PCC, de acordo com um comunicado divulgado esta quinta-feira. A resolução foi adoptada na sexta sessão plenária do 19.º Comité Central do PCC, realizada em Pequim de 8 a 11 de Novembro, segundo o comunicado. Na sessão, ouviu-se e discutiu-se um relatório de trabalho entregue por Xi Jinping em nome do Bureau Político do Comité Central do PCC e também foi explicado o projecto da resolução para a sessão. Foi ainda revista e aprovada uma resolução sobre a convocação do 20.º Congresso Nacional do PCC que terá lugar no segundo semestre de 2022, em Pequim.

Covid-19 Mais 62 casos detectados

A China detectou 62 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, 47 por contágio local e os restantes oriundos do estrangeiro, anunciaram ontem as autoridades de saúde do país. Os casos locais foram detectados nas províncias de Liaoning (21), Henan (13), Heilongjiang (sete), Hebei (três), Yunnan (dois) e Jilin (um). Os restantes 15 casos foram diagnosticados em viajantes provenientes do estrangeiro, nos municípios de Xangai (leste) e Tianjin (nordeste) e nas províncias de Yunnan (sul), Hubei (centro), Guangdong (sudeste) e Guangxi (sul). A Comissão de Saúde da China adiantou que o número total de casos activos é de 1.246, entre os quais 20 graves. Desde o início da pandemia da covid-19, o país registou 98.001 casos da doença e 4.636 mortos.

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Presidente chinês, Xi Jinping, alertou ontem para o ressurgimento de uma mentalidade de Guerra Fria no leste do Pacífico, numa altura em que os Estados Unidos tentam conter a ascensão da China. O comentário de Xi, à margem da cimeira anual do Fórum de Cooperação Económica da Ásia–Pacífico (APEC), surge semanas depois de os EUA, Reino Unido e Austrália anunciarem uma nova aliança de segurança para a região, que inclui o fornecimento de submarinos nucleares para a Austrália. Pequim condenou aquele acordo. A intervenção de Xi foi feita através de um vídeo pré-gravado. O Presidente chinês vai participar numa reunião virtual com outros líderes do Pacífico, incluindo o Presidente dos EUA, Joe Biden, no sábado. Xi disse que as tentativas de traçar fronteiras na região através de linhas ideológicas ou geopolíticas fracassarão. “A região da Ásia-Pacífico não pode e não deve recair no confronto e divisão da era da Guerra Fria”, frisou. O Presidente chinês defendeu que a região deve as-

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HM • 1ª vez • 12-11-21

HM • 1ª vez • 12-11-21

ANÚNCIO Execução Ordinária n.º Exequente: Executado:

CV2-16-0233-CEO

ANÚNCIO 2º Juízo Cível

BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL DA CHINA (MACAU) S.A. (中國工 商銀行(澳門)股份有限公司), com sede em Macau, na Avenida da Amizade, nº 555 – Macau Landmark, Torre ICBC, 18.º andar. LAO IOK PANG (劉煜鵬), casado, com ultimo endereço conhecido em Macau, na Rua de Paris, n.º 10-38, -Edifício “Centro Comercial Cheng Feng”, 8.º andar “A”, ora ausente em parte incerta.

Nos autos supra identificados, foi designado o dia 30 de Novembro de 2021, pelas 14:45 horas, neste Tribunal, para a venda por meio de propostas em carta fechada, dos bens penhorados abaixo identificados: Bens penhorados (1) Denominação da fracção autónoma: “A3”, do 3.º andar “A”. Situação: Em Macau, na Rua Nova de S. Lázaro, S/N. Fim: Para habitação. Número de matriz: 073845. Número de descrição na Conservatória do Registo Predial: 22839, do Livro B. Número de inscrição do proprietário: 306717G. (2) 1 aparelho de ar-condicionado da marca “Gree” (3) 1 aparelho de ar-condicionado da marca “Rasonic” (4) 1 armário de chão (5) 1 estante (6) 1 cama (7) 2 sofás (8) 1 máquina de lavar da marca “Panasonic” (9) 1 exaustor da marca “Panasonic” (10) 1 frigorífico da marca “Panasonic” (11) 1 esquentador da marca “Berlin” (12) 1 exaustor de cozinha da marca “Hitachi” (13) 1 esterilizador de louças da marca “Cristal” Valor a anunciar para a venda dos bens n.º 1 a n.º 13 acima mencionados: MOP$4.543.900,00 (Quatro Milhões, Quinhentas e Quarenta e Três Mil, Novecentas Patacas). Os preços das propostas devem ser superior aos valores a anunciar acima indicados. Os interessados na compra devem entregar a sua proposta em carta fechada, com indicação nos envelopes das propostas, da seguinte expressão: “proposta em carta fechada”, “2.º Juízo Cível” e o “Processo Número: CV2-16-0233-CEO”, na Secção Central deste Tribunal, até o dia 29 de Novembro de 2021, até 17:45 horas, podendo os proponentes assistir ao acto da abertura das propostas: É fiel depositário Sr. WONG SENG FONG, residente em Macau, Taipa, na Rua de Nam Keng, Nova City, Torre 4, 13.º andar C, que está obrigado, durante o prazo dos edital e anúncio, a mostrar os bens acima mencionados a quem pretenda examiná-los, podendo fixar as horas em que, durante o dia, facultará a inspecção. Quaisquer titulares de direito de preferência na alienação dos bens supra referidos, podem, querendo, exercer o seu direito no próprio acto da abertura das propostas, se alguma proposta for aceite, nos termos do art.º 787.º do C.P.C.M. Macau, aos 29 de Setembro de 2021. ***

Proc. Execução Ordinária n.º

CV2-16-0229-CEO

2º Juízo Cível

Exequente: Banco Industrial e Comercial da China (Macau) S.A. (中國工商銀 行(澳門)股份有限公司), com sede em Macau, na Av. da Amizade, nº 555 – Macau Landmark, Torre ICBC, 18º andar. Executado: Lou Kin Hang (盧健恆), divorciado, com última residência conhecida em Macau, na Rua Central da Areia Preta, nº 135 – edf. Polytec Garden, bloco VI, 30º andar AP, ora ausente em parte incerta. *** Nos autos supra identificados, foi designado o dia 14 de Janeiro de 2022, pelas 14:45 horas, neste Tribunal, para a venda por meio de propostas em carta fechada, o bem penhorado abaixo identificado: IMÓVEL PENHORADO Denominação: Fracção autónoma designada por “A5” do 5º andar “A” Situação: Rua Nova de S. Lázaro s/n Fim: Para habitação Número de matriz: artº 073845 Número de descrição na Conservatória do Registo Predial: nº 22839 do Livro B. O valor da base da venda: MOP$6.130.000,00 (Seis Milhões, Cento e Trinta Mil Patacas). O preço da proposta deve ser superior ao valor da base da venda acima indicado. *** É fiel depositária Chong Im Wa, com domicílio em Macau, na Av. da Amizade, nº 555 – Macau Landmark, Torre ICBC, 18º andar, que está obrigado, durante o prazo do edital e anúncio, a mostrar os bens penhorados a quem pretenda examiná-los, podendo fixar as horas em que, durante o dia, facultará a inspecção. Os interessados na compra devem entregar a sua proposta em carta fechada, com indicação nos envelopes das propostas, a seguinte expressão “proposta em carta fechada”, “2º Juízo Cível” e o “Processo Número: CV2-16-0229-CEO”, na Secção Central deste Tribunal, até o dia 12 de Janeiro de 2021, até 17:45 horas, podendo os proponentes assistir no acto da abertura das propostas. * Quaisquer titulares de direito de preferência na alienação do bem supra referido, podem, querendo, exercerem o seu direito no próprio acto da abertura das propostas, se alguma proposta for aceite, nos termos do art.º 787.º do C.P.C.M. Aos 26 de Outubro de 2021.


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ofício dos ossos

VALÉRIO ROMÃO

Tenho Facebook basicamente desde que a plataforma chegou a Portugal. A primeira coisa que notei, à medida que o número de utilizadores ia aumentando, foi a facilidade em encontrar amigos de que se tinha perdido contacto. Toda a gente estava – ou estava a entrar – no Facebook. E durante algum tempo foi simpático ver ressurgir das sombras do passado uma catrefada de gente que já apenas habitava o subsolo da memória. Recentemente decidi fazer uma pausa. Desliguei o Facebook uma semana e, quando o voltei a reactivar, passei a ir lá muito menos vezes e a demorar-me pouco tempo em cada visita. O modelo de negócio do Facebook é basicamente o mesmo que o do Google: maximizar o tempo de estadia do utilizador para desse modo incrementar tanto quanto possível a quantidade de anúncios que vê e em que clica. Não interessa propriamente se o utilizador fica mais tempo ou volta mais vezes por causa dos gifs de gatinhos ou da desinformação acerca das vacinas. Há oitocentos mil engenheiros, sociólogos, psicólogos comportamentais

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12.11.2021 sexta-feira

Uma ilusão de pertença

e especialistas de áreas por categorizar cuja missão na empresa é fazer com que cada utilizador passe o maior tempo possível ao ecrã do telemóvel. Desde que seja a fazer scroll no feed, pouco importa o conteúdo. E eu estava a passar muito tempo no Facebook. O algoritmo é exímio a fazer-nos perder tempo. Desperta em nós a ansiedade de estarmos a perder qualquer coisa de terrivelmente importante – não estamos – quando nos afastamos do ecrã. É uma noção difusa, pois o «importante» aqui traduz-se na sensação de que na nossa ausência acontecem coisas que de algum modo aproximam as pessoas que a elas assistem e interagem com elas – botando likes, partilhando-as, etc. É um problema de comunhão,

empatia e identidade. Um tipo gosta de se sentir compreendido, respeitado, admirado. Gosta de se sentir parte de qualquer coisa. O Facebook e a sua legião de programadores e cientistas consegue transformar – admiravelmente – aquela salganhada de conteúdos numa constelação de sensações capazes de criar um sucedâneo de sentido e de comunhão. Mas esse conjunto de sensações com rosto de experiência não corresponde de todo à verdade das coisas, ou seja, a experiência de comunidade aparentemente palpável. De vez em quando temos sinais disso, quando damos conta por qualquer razão que alguém nos bloqueou – o Facebook não nos avisa disso; aliás, não nos avisa de nada

O FACEBOOK, PROMETENDO A MÁXIMA DIVERSIDADE E TRANSPARÊNCIA, É NA REALIDADE UMA CÂMARA DE ECO CONSTRUÍDA DE FORMA A PROPORCIONAR UMA ILUSÃO DE EXTERIOR. E, COMO EM TODAS AS ILUSÕES, É MAIS FÁCIL PERCEBÊ-LAS ESTANDO DE FORA

que nos possa perturbar, pois isso poderia diminuir o tempo que passamos na plataforma –, ou quando nos apercebemos que o like é uma unidade monetária sobrevalorizada. A sensação de que fora do Facebook não se perde grande coisa é acompanhada de uma lucidez acrescida: a de que o Facebook, aparentemente capaz de induzir uma leve anestesia na confusão dos dias, faz exactamente o contrário; o desfile incessante de notícias, indignações e radicalismos de todo o tipo reforça num sujeito razoavelmente normal a sensação de que o mundo é um lugar estranho e, em muitos casos, inóspito. Esse reforço, por sua vez, acaba por encaminhar o sujeito para contextos onde se sente mais confortável, seja do ponto de vista político, religioso ou simplesmente do ponto de vista afectivo. O Facebook, prometendo a máxima diversidade e transparência, é na realidade uma câmara de eco construída de forma a proporcionar uma ilusão de exterior. E, como em todas as ilusões, é mais fácil percebêlas estando de fora.


sexta-feira 12.11.2021

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GONÇALO M. TAVARES

Legendas sem Fotografias (8)

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FICÇÃO, ENSAIO, POESIA, FRAGMENTO, DIÁRIO

entre oriente e ocidente

Família, infância

ARTES, LETRAS E IDEIAS

Somos muito egoístas, não somos?

RECORDAÇÕES DE P. Feira popular, P. e pais, 1950, casa dos espelhos. P. está de saia em frente a espelhos que a multiplicam. Somos muitos e esta foto assustame. Somos pessoas a mais. Eu ali não sei o que me assustava mais, se ver que eu não estava sozinha, que tinha muitas irmãs, mas que eram falsas, que só existiam ali, no espelho…ou se me assustava ainda mais ver os vários pais e mães que tinha à minha volta, também reflectidos pelos espelhos. Agora penso a olhar para isto: será que conheci bem a minha mãe e o meu pai? Penso agora se o que eu via deles não era uma destas imagens falsas, de espelho. Onde estava o meu pai? Se calhar, a família é um pouco isto: estamos na feira popular, numa casa de espelhos, e vemos centenas de imagens dos nossos pais e nossas. Por vezes, para resistirmos a tudo, agarramo-nos a uma imagem da nossa mãe ou do nosso pai e ficamos com ela, como se fosse a única. Por mim, isso está muito bem. Vejo pouco diferença entre uma imagem e a coisa verdadeira. É como nesta fotografia, é difícil dizer exactamente onde está o meu pai. Ou onde está a minha mãe. Por isso, eu vou escolher a imagem que quiser. Aquela que me deixar mais confortável. Todos fazemos assim, quando somos crianças e depois quando crescemos. Não há mal nenhum nisso. Temos de escolher a imagem que nos acalma mais. Não a imagem que nos dá mais pesadelos. Todos temos de nos defender, não é? RECORDAÇÕES DE P. P. e prima A. (morreu neste ano em que estamos). Aqui à frente dos pastéis de Belém, 1956. Quantas pessoas morreram este ano? Muitas, não foi? Mas a minha prima morreu mais. Nós somos muito egoístas, não somos? a partir da Natureza Fantasma de Marco Martins e Companhia Maior ILUSTRAÇÃO ANA JACINTO NUNES


6 7 2 4 8 0 9 3 5 1 5 9 3 5 9 0 4 2 7 1 8 6 6 3 8 0 1 2 5 4 6 9 3 7 1 7 14 1 6[f]7utilidades 3 9 8 4 0 2 5 8 4 9 3 6 7 1 5 2 4 0 8 0 2 5 1 0 9 3 7 8 6 4 2 7 0 4 8 5 6 2 1 3 7 9 0 3 1 2 4 8 1 7 9 0 5 6 3 4 8 TEMPO POUCO NUBLADO MIN 17 0 2 4 5 6 3 1 8 7 9 2 5 7 9 3 8 0 6 5 2 1 4 9 6

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7 2 1 8 3 0 2 6 1 9 4 0 6 9 4 5 5 7 7 2 6 1 2 0 8 7 5 6 8 4 9 3 7 2

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SOLUÇÃO DO PROBLEMA 30

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PROBLEMA 31

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4 0 6 7 2 8 9 0 3 5 8 9 1 2 5 6 6 7 4 5 9 3 1 4 0 6 2 8 7 9 3 1 MAX 24 8 4 7 3 5 1 0 2

UM33DISCO 6 32 4 7 9 5 6 1 95 37 8 28 03

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1 8 3 2 0 5 1 3 8 4 5 1 7 9 7 8 6 1 2 0 6 4 6 4 0 2 9 3 www.hojemacau.com.mo 9 7 0 2 3 4 5 7 8 3 9 1 5 9 6 0 4 6 2 5 8 7 1 3 8 2 5 7 4 9 4 2 5 9 0 0 6 2 5 8 6 7 4 3 HUM 35-70% UV 6(ALTO) 9 1 0 6 3 0´ 2 1 6 7 4 8 3 1 8 9 7 5 9 2 7 4 0 6 7 5 3 1 8 4

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34HIGH AND RISING | DE LA SOUL 3 FEET 5 7 4 1 9 3 2 6 0Enquanto 8 3 na 2 costa 5 9oeste1 dos 4 Estados Unidos, no final dos 2 9 6 0 4 8 7 5 6anos 3 807 a 8revolução 1 5 do0 hip 9 hop lutava contra o sistema, o 1racismo 4 9e a5violência 0 2 policial, 3 8 e falava directamente com 8 0 2 7 6 4 5 as 1 ruas dominadas por crime e 7narcotráfico, 6 1 3 em8Nova 0 Iorque 9 2 os De La Soul lançavam 3 5 8 9 7 6 4o seu 0 primeiro disco “3 Feet High 4and2 Rising”. 5 6 A3 injecção 1 8 de 7 9positividade, 1 0 4 festa, 2 cores 7 6e flo3

res acrescentou um elemento psicadélico ao género. “The 36Magic Number” e “Me Myself 7and1 I” 5catapultou 4 0 2o trio 8 de 3 Brooklyn para a popularidade 0universal. 3 2 Quase 6 9 em5simultâ7 1 8neo,9 em3 Queens, 7 1 surgiam 0 4 os 2 A Tribe Called Quest e a festa 6estava 2 feita. 8 3 4João9Luz 1 0

6 4 7 12.11.2021 sexta-feira 8 1 0 3 9 9.20 BAHT 0.24 YUAN 1.25 5 2 CINETEATRO

0 6 1 4 7 3 5 2 9 8

SALA 1

C I N E M A

[B] 8ETERNALS Um filme de: Chloe Zhao Com: Angelina Jolie, Gemma Chan, Madden, 7 Richard Salma Hayek 14.30, 18.15, 21.15 3 BATTLE AT LAKE 2THE CHANGJIN [C] (FALADO EM PUTONGHUA 6LEGENDADO EM CHINÊS E INGLÊS) Um filme de: Chen Kaige, Tsui Hark, Lam 9 Com: Wu Jing,Dante Jackson Yee, Duan Yihong, Zhang Hanyu, 4 Zu Yawen 14.30, 21.00 1MY HERO ACADEMIA: WORLD 0HEROES MISSION [B] 5 SALA 2

(FALADO EM JAPONÊS LEGENDADO EM CHINÊS E INGLÊS) Um filme de: Kenji Nagasaki 19.00 SALA 3

ANITA [C]

(FALADO EM CANTONENSE LEGENDADO EM CHINÊS E INGLÊS) Um filme de: Longman Leung Com: Louise Wong, Lau Chun Him, Fish Liew, Louis Koo, Lam Ka Tung 14.15, 19.15

VENOM: LET THERE BE CARNAGE [C]

Um filme de: Andy Serkis Com: Tom Hardy, Michelle Williams, Naomie Harris, Woody Harrelson 16.45, 21.45

6 2 5 8 3 9 1 0 4 6 9 85 4 3 0 7 5 2 6 1 98 4 8 10 9 4 2 35 89 7 0 6 57 5 6 02 39 16 6 9 4 5 85 21 73 7 5 THE BATTLE AT LAKE CHANGJIN 9 5 07 18 6 7 30 49 8 2 4 5 7 0 2 6 3 8 9 1 6 74 59 4 10 22 0 38 97 8 1 8 9 5 6 7 2 4 0 3 Propriedade Fábrica de Notícias, Lda Director Carlos Morais José João 0 2 6 4 1 3 4 8 9 7 Nunu 2 Wu 6 Colaboradores 1 5 3 Anabela 0 Canas; António5Cabrita; 6 António 4 Editores 8de 3 1 Luz;0José9C. Mendes 2 7Redacção Andreia Sofia Silva; João Santos Filipe; Pedro Arede, Castro Caeiro; Ana Jacinto Nunes; Amélia Vieira; Duarte Drumond Braga; Emanuel Cameira; Inês Oliveira; João Paulo 2www. 0 81 33 Gonçalo 5 9M.Tavares; 69 72Gonçalo 4 Waddington; 1 2 0 1 9Cotrim; 5 José3Simões 6 Morais, 7 8Julie4Oyang; Luis Carmelo; Nuno Miguel Guedes; Paulo José Miranda; Paulo Maia e Carmo; Rosa Coutinho Cabral; Rui Cascais; Sérgio Fonseca; Teresa Sobral; Valério Romão Colunistas André Namora; David Chan; João Romão; Olavo 3 5 8 0 2 1 5 2 6 8 Rasquinho; 0 1 Paul 4 Chan 9 Wai 7 Chi; 3 Paula Bicho; Tânia9dos7Santos0 Grafismo 1 8Paulo4 Borges, 5 6 3 Santos 2 Agências Lusa; Xinhua Fotografia Hoje Macau; Lusa; GCS; Rómulo hojemacau. Xinhua Secretária de redacção e Publicidade Madalena da Silva (publicidade@hojemacau.com.mo) Assistente de marketing Vincent Vong Impressão Tipografia 4 3 1 0 com.mo 3 1 7 9 Welfare 4 0Morada 8 Pátio 2 da5Sé, 6n.º22, Edf. Tak Fok, R/C-B, 3 4Macau; 6 Telefone 2 728752401 8 9Fax 28752405; 5 1 0e-mail info@hojemacau.com.mo; Sítio www.hojemacau.com.mo 9 5 36

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sexta-feira 12.11.2021

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confeitaria

opinião 15

João Romão

TURISMO LENTO É VERDADE que vão emergindo novos conceitos de vida e de viagem associados à lentidão e ao usufruto tranquilo do tempo, normalmente ditos em inglês para acentuar o toque de modernidade, mas ainda assim a maior parte dos turistas tem pressas, pouco tempo disponível, muita coisa para ver e fazer numa visita inevitavelmente curta. Tal como o “slow living”, slow cooking”, slow city”, também o conceito de “slow travel” apela a um abrandamento do ritmo que acrescente prazer, sabor, qualidade àquilo que se faz. Fazer menos mas melhor, demorar mais a preparar e saborear os momentos, impondo uma certa lentidão no quotidiano. É difícil fazê-lo quando viajamos, sobretudo em cidades: há um ritmo próprio da urbanidade, sobretudo nas grandes metrópoles, que impõem longas e demoradas deslocações diárias para o trabalho, com a ruidosa azáfama dos transportes e dos congestionamentos vários a animar e a marcar a cadência de cada dia. É nesse contexto de relativa aceleração que temos que nos enquadrar mesmo enquanto visitantes, com os nossos planos do que há para conhecer no pouco tempo disponível, em sítios que conhecemos mal mas onde queremos ver e fazer o máximo, já que as despesas para ali estar foram feitas com antecipação. Se em ambientes rurais ou em áreas menos urbanizadas o conceito de “lentidão” é relativamente fácil de associar a uma certa tranquilidade no usufruto dos tempos de lazer - na realidade, essa ruralidade também implica uma certa escassez de alternativas de actividades que convida a que tudo se faça mais devagar - nas cidades, pelo contrário, há um permanente apelo à velocidade, ao movimento, à aceleração, que não só é induzido pelo ritmo quotidiano de quem lá vive mas também pelas nossas motivações de turistas com planos e agendas quase sempre mais preenchidos do que a realidade do tempo disponível nos permite. Esse frenesim é pouco compatível com a preferência por formas não-motorizadas de transporte - os transportes suaves, que vão hoje fazendo o seu caminho até uma aceitação mais ou menos generalizada, também em centros urbanos. Andar a pé, de bicicleta ou de patinete começa a ser hoje uma opção facilmente disponível em muitas cidades, quer para quem lá vive, quer para quem visita. São formas de mobilidade com menor (ou nulo) impacto ecológico e também menores impactos sobre o espaço urbano, quer em termos de poluição do ambiente, quer em termos de ocupação de um espaço público cujo planeamento foi nas últimas décadas largamente influenciado pela necessidade de acomodar a garantir a circulação de um número massivo e sempre crescente de automóveis. Para quem conhece mal as cidades e procura breves mas relevantes descobertas numa visita curta, estas formas de transporte, que obrigam também a uma autonomia

Se há sinais de que a população sobretudo a mais jovem - começa a mudar hábitos para se adequar às exigências ambientais contemporâneas, também não deixam de se confirmar os sinais de que no universo dos negócios as prioridades continuam a ser outras

máxima de cada pessoa na identificação dos percursos e previsão da sua duração, podem ser vistas como um obstáculo ao usufruto dos atractivos do território. Mas esta opção também pode ser vista como uma oportuni-

dade para se marcar melhor o ritmo da visita, para aumentar a flexibilidade das opções e a liberdade dos caminhos a seguir. Diferentes turistas terão certamente diferentes preferências e essa foi a razão pela qual procurei estudar o assunto na cidade de Barcelona, onde a autarquia local - não por acaso governada por uma formação chamada Em Comum - disponibiliza gratuitamente toda a informação e dados estatísticos recolhidos com financiamento público local. Nesse estudo (em parceria com a investigadora chinesa Yahua Bi e recentemente publicado no jornal “Sustainability”) identificámos uma dupla clivagem geracional - uma que se vai diluindo e tenderá a desaparecer em breve e outra cuja evolução futura está por conhecer. A primeira tem a ver com a utilização de ferramentas digitais na obtenção de informação para preparação da viagem e decorrentes aquisições de serviços: se numa primeira fase esta era uma opção assumida sobretudo pela população mais jovem, hoje está generalizada a quase todas a gente. Na realidade, os resultados que obtivemos sugerem que apenas as pessoas em situação de reforma não recorrem de forma generalizada à internet e outras tecnologias da informação e comunicação para a preparação das suas viagens. A segunda clivagem tem a ver com as opções de transporte: apenas na faixa etária mais jovem (abaixo dos 24 anos) se observa uma preferência generalizada pelas formas não motorizadas de transporte. Na realidade,

é também a população mais jovem (mas neste caso abaixo dos 34 anos) a que tem maior propensão a utilizar transportes públicos. Se estes comportamentos característicos de uma geração que convive mais directamente com os previsíveis impactos das alterações climáticas em curso corresponde a uma resposta cívica e política a estes problemas ou se se trata apenas de uma questão económica (transportes públicos e/ou não motorizados são mais baratos do que os taxis) é uma questão que o tempo se encarregará de esclarecer. Em todo o caso, as tendências são hoje claramente identificáveis - tal como é clara, já agora, a maior propensão dos turistas de negócios para a utilização de transportes individuais (automóveis), independentemente da idade. O nosso estudo permitiu ainda identificar outras formas de conservadorismo com manifestos impactos negativos sobre o ambiente: independentemente das respectivas idades, turistas com viagens organizadas por empresas ou outras organizações promotoras de deslocações em grupo (como excursões de estudantes ou empresas) são também menos propensos a utilizar formas não motorizadas de transporte. Se há sinais de que a população - sobretudo a mais jovem - começa a mudar hábitos para se adequar às exigências ambientais contemporâneas, também não deixam de se confirmar os sinais de que no universo dos negócios as prioridades continuam a ser outras, lentas na mudança e uma mudança que parece inevitável e inadiável se ainda queremos preservar a vida no planeta.


‘‘Se nos vendemos tão baratos, porque nos avaliamos tão caros?’’ PALAVRA DO DIA

HOJE MACAU

EVERGRANDE CONSTRUTORA VOLTA A EVITAR INCUMPRIMENTO À ÚLTIMA HORA

Padre António Vieira

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12.11.2021

Crime Funcionário de loja de malas burla clientes

A

gigante chinesa da construção Evergrande, que atravessa uma grave crise de liquidez, voltou ontem a conseguir pagar, à última hora, juros sobre títulos de dívida, evitando assim entrar em incumprimento. Segundo a agência Bloomberg, a empresa, cuja potencial falência pode abalar a economia da China, conseguiu pagar os juros sob títulos emitidos nos mercados estrangeiros. Os mercados reagiram bem à notícia, com as acções do grupo a subirem 6,75 por cento na Bolsa de Valores de Hong Kong. A dívida da Evergrande ascende a 260 mil milhões de euros – valor superior ao Produto Interno Bruto (PIB) português. A sua situação financeira é acompanhada com preocupação, porque o potencial colapso pode abrandar o crescimento da segunda maior economia mundial. Na quarta-feira, cumpriu-se o período de carência de um mês para efectuar o pagamento de títulos em dólares - no valor equivalente a 128 milhões de euros -, mas os credores receberam o dinheiro, revelou a Bloomberg. Esta semana, a empresa arrecadou 124 milhões de euros com a venda de uma participação numa empresa de serviços da Internet, a HengTen Networks Group. Determinados a limitar a especulação no sector imobiliário, os reguladores restringiram o acesso do crédito às empresas, visando reduzir os níveis de alavancagem. Embora alguns cidadãos chineses tenham investido as suas poupanças em novas casas, muitos outros também compraram apartamentos como investimento nos últimos anos, sem qualquer intenção de residir ou alugar os imóveis. As imobiliárias chinesas costumam receber pagamentos dos compradores antes de concluírem a construção, colocando o dinheiro em risco se os projectos forem abandonados ou suspensos.

sexta-feira

Sinais do tempo Governo emprestou mais de 2 mil milhões sem juros às PME em 2020

O

Governo emprestou mais de dois mil milhões de patacas às pequenas e médias empresas (PME) em 2020, ano marcado pela crise provocada pela pandemia de covid-19. Segundo dados das autoridades consultados pela agência Lusa, estas empresas receberam no ano passado 2.011.212.798 de patacas no âmbito do Plano de Apoio a PME, praticamente o mesmo montante aprovado entre 2003 (quando começou) e 2015 e cerca de dez vezes mais em relação ao valor anual médio dos empréstimos aprovados entre 2016 e 2019. Os pedidos de ajuda das PME de Macau no âmbito do plano de apoio abrandaram este ano, mas Outubro foi quando se verificou o maior número (107), tendo mesmo triplicado em relação a alguns dos meses anteriores. Em 2021, até Outubro, o Governo de Macau tinha aprovado 109.100.000 de patacas em empréstimos sem juros. O comércio a retalho, a construção e obras públicas, restaurante e hotéis foram as actividades económicas mais beneficiadas em 2021, à semelhança do que sucedera desde o início do programa de apoio.

O Plano de Apoio às PME foi lançado em Maio de 2003 para ajudar financeiramente, com empréstimos sem juros, as empresas que sentiram o impacto económico devido ao SARS-CoV, detectado em Fevereiro daquele ano. Em 2020, com a pandemia do novo coronavírus, o SARS-Cov-2, o Governo reforçou os apoios económicos, com os empréstimos sem juros a servirem para financiar a aquisição de equipamentos, obras de renovação, fundo de maneio da empresa e aquisição de direitos de propriedade intelectual, entre outros. Actualmente, o montante máximo da verba está fixado em 600

Os pedidos de ajuda das PME de Macau no âmbito do plano de apoio abrandaram este ano, mas Outubro foi quando se verificou o maior número (107), tendo mesmo triplicado em relação a alguns dos meses anteriores

mil patacas, sendo que o Governo ainda presta um segundo apoio às empresas que tenham reembolsado totalmente a verba de apoio concedido anteriormente.

Em défice

Apesar dos poucos casos (77) de covid-19, as restrições fronteiriças e consequente diminuição de visitantes na capital mundial do jogo em casinos obrigou as autoridades a avançarem com medidas excepcionais de apoio à população e empresas. O orçamento do Governo de Macau para 2022 vai continuar a registar um défice orçamental, suprido pela mobilização da reserva financeira, de 30,3 mil milhões de patacas. O Governo prevê despesas de 99,4 mil milhões de patacas e receitas de 100,1 mil milhões de patacas. No orçamento para o próximo ano, o Executivo vai dar continuidade aos apoios às empresas e à população definidos desde o início da pandemia, num montante de 20,4 mil milhões de patacas. O Governo propõe ainda a manutenção de um conjunto de medidas de dedução e isenção fiscais, no valor total de 3,09 mil milhões de patacas.

Doze clientes de uma loja de bens de luxo no NAPE foram burlados em cerca de 280 mil renminbis por um funcionário do estabelecimento. De acordo com o jornal Exmoo, o suspeito de 28 anos aceitou depósitos para compra de malas de luxo de clientes que estavam no Interior de China, sem que estes tenham recebido qualquer material, levando a perdas de dezenas de milhares de renminbis. As autoridades alegam que o esquema começou em Abril, e que o suspeito mantinha contacto com as vítimas através da conta de WeChat da loja, através da qual tentava vender os bens, convencendo os clientes a transferir dinheiro para a sua conta pessoal. O suspeito foi detido na quarta-feira quando tentava sair de Macau através das Portas do Cerco e, segundo as autoridades, terá confessado o crime, acrescentando já ter gasto todo o dinheiro.

Jogo Terceiro trimestre pior do ano para a Galaxy

A operadora de jogo Galaxy anunciou ontem um EBITDA (lucros antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) no terceiro trimestre de 55,9 milhões de euros, o pior resultado no ano. No primeiro trimestre de 2021, o grupo, com seis casinos em Macau, tinha apresentado 859 milhões de dólares de Hong Kong (HKD) de EBITDA, quando no segundo trimestre registara 1,1 mil milhões de HKD. Ainda assim, o resultado apresentado ontem à bolsa de Hong Kong demonstra uma melhoria face ao período homólogo de 2020, quando a Galaxy tinha registado um EBITDA negativo de 943 milhões de HKD. A operadora de jogo divulgou ainda receitas de 4,2 mil milhões de HKD, um aumento homólogo de 176 por cento, mas uma diminuição de 23 por cento em relação ao segundo trimestre de 2021.


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Hoje Macau 12 NOVEMBRO 2021 #4890 by Jornal Hoje Macau - Issuu