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Nº 4844 QUARTA-FEIRA 1-9-2021 DIRECTOR CARLOS MORAIS JOSÉ
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Caravela ao fundo Mais de 25 anos depois, o Café Caravela fecha portas. O lugar histórico de encontro das comunidades portuguesa, macaense, e não só, viveu ontem o seu último dia. Macau perde mais um pedaço de identidade. ÚLTIMA
LISBOA | MACAU
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FESTIVAL CUT
GRANDE PLANO
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EVENTOS
NADA PARA LER “PODERES” DO FACEBOOK À ESPERA DE ACÇÃO
OPINIÃO
ORIGENS DO VÍRUS LIU XIANFA
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Letras apagadas TURISMO DE MACAU LIVRARIA FECHA PORTAS EM LISBOA. RAEM FORA DA FEIRA DO LIVRO
O fim da representação do Turismo de Macau em Lisboa levou à ausência na Feira do Livro de Lisboa deste ano. A Delegação Económica e Comercial de Macau não deixa de lado a hipótese de voltar a participar no evento. A livraria fechou portas e, para já, não há planos de reabertura, estando “em análise” a continuação do projecto. Editores receberam cartas para levantar livros no prazo de um ano
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S livros que se editam em Macau, ou que versam sobre Macau, deixaram de ter o seu principal ponto de venda em Portugal. Isto, porque o fecho da representação do Turismo de Macau em Lisboa levou ao encerramento da livraria que funcionava nas instalações da Delegação Económica e Comercial de Macau (DECM) em Lisboa, na avenida 5 de Outubro. A decisão do Governo de Macau fez também com que as obras editadas na RAEM não estejam representadas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa. A DECM não está inscrita na APEL Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, entidade responsável pela organização do evento. Na lista de associados da APEL não consta nenhuma outra entidade ou editora ligada a Macau. Em resposta ao HM, a DECM garante estar “a equacionar a futura participação no evento”, enquanto
que a reabertura da livraria parece estar fora da equação, uma vez que os editores foram notificados para levantar as suas obras no prazo de um ano. “Foi dado início ao processo de transferência e liquidação do espólio da livraria da Representação do Turismo de Macau em Lisboa”, assegurou a DECM, sendo que “os livros consignados já se encontram em levantamento”. Este procedimento “tem vindo a desenvolver-se de forma muito positiva”, acrescentou a DECM. O HM fez ainda uma pergunta adicional sobre as razões que levaram ao encerramento da livraria e se há possibilidade de esta vir a abrir portas noutro local, tendo a DECM dito apenas que “está em aberto e em análise a possível continuidade da mesma”. Questionada sobre como será feita a promoção das obras de Macau em Portugal, a DECM apenas disse que o Governo da RAEM “continuará
a promover os produtos e serviços turísticos e culturais de Macau no exterior, tendo em vista o reforço da imagem de Macau enquanto destino de qualidade”.
Sem acerto de contas
Rogério Beltrão Coelho foi um dos editores contactado para levantar o que resta em Lisboa das obras editadas pela Livros do Oriente que não foram vendidas. No entanto, este lamenta que o processo não tenha tido uma discussão prévia. “A DECM tem todo o direito de tomar as decisões que julgue mais
“Não houve acerto de contas”, além de que “não se sabe em que estado estarão os livros.” ROGÉRIO BELTRÃO COELHO EDITOR
convenientes, mas este processo foi feito de forma estranha e sem qualquer diálogo prévio com os editores de Macau, que se limitaram a receber uma carta solicitando que os livros fossem levantados. Em circunstância alguma foi colocada a hipótese de uma alternativa em prol da continuidade da livraria.” O editor refere ainda que “não houve acerto de contas”, além de que “não se sabe em que estado estarão os livros”. O transporte e levantamento das obras também irá obrigar a uma “despesa inesperada, avultada e sem qualquer compensação”, lamentou. No caso da Livros do Oriente, há mais de mil obras por levantar, o que implica “contratar uma empresa para o efeito e transportá-los para fora de Lisboa para o armazém” da própria editora.
Uma livraria diferente
Na visão de Rogério Beltrão Coelho, a livraria que funcionava
nas instalações da DECM nunca funcionou na perfeição, pois cada cliente ou visitante tinha de se apresentar primeiro a um recepcionista. “Verificaram-se sempre vários factores que impediram que exercesse a sua função como qualquer outra livraria. A grande fragilidade foi a falta de promoção das edições de Macau.” No entanto, o editor destaca o facto de a livraria ter tido “o mérito de encaminhar para ela qualquer leitor de Portugal que contactasse as editoras interessado nos seus livros”. Além disso, “muitas vezes era a única oportunidade para dar a conhecer os livros de Macau e servir de ponto de encontro para quem, estando em Portugal, vive ou passou por Macau”. Tendo sido “o único posto de venda organizado dos livros de Macau em Portugal”, é agora difícil integrar estas edições em outras livrarias. “A intensa actividade editorial em Portugal, mesmo com pan-
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demia, não permite às livrarias do país ter disponíveis todos os títulos editados, optando [estas] pelos mais comercializáveis, designadamente os dos autores mais conhecidos. Portanto, não dá para encaixar os livros de Macau neste circuito comercial”, frisou.
Que solução?
Na opinião do editor da Livros do Oriente, “Macau precisará sempre
“Foi dado início ao processo de transferência e liquidação do espólio da livraria da Representação do Turismo de Macau em Lisboa.” DELEGAÇÃO ECONÓMICA E COMERCIAL
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de uma livraria em Lisboa, no Porto ou em Coimbra”, mas num espaço que seja “de fácil e atraente acesso”, e onde o leitor possa encontrar “os livros que quer”. Beltrão Coelho diz ainda que a aposta deveria passar também por um serviço de vendas online e por “muitas acções de promoção”. Só assim, e também com a presença na Feira do Livro de Lisboa, “se conseguirá manter e divulgar a presença lusófona de Macau e as edições chinesas produzidas” no território, apontou. João Botas, jornalista e um dos autores de obras sobre a história de Macau, diz ter ficado surpreendido com o encerramento da representação dos Serviços de Turismo de Macau em Lisboa e, por consequência, da livraria. “Respeito a decisão, mas não posso concordar [com ela], tendo em conta o elo especial que Portugal sempre teve e terá com Macau”, começou por dizer.
Com livros publicados com a chancela do Instituto Cultural e do Instituto Internacional de Macau, incluindo edições de autor, João Botas destaca o facto de, para alguém que escreve livros, ser sempre difícil o encerramento de uma livraria, tendo em conta “a especificidade” do mercado editorial de Macau. João Botas frisou também “as múltiplas manifestações culturais sobre Macau que esta delegação fez ao longo das últimas décadas
“As obras editadas na RAEM não estão representadas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, uma vez que a DECM não está inscrita na APEL.” ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDITORES E LIVREIROS
e que muito serviram para levar mais longe, de forma honrosa, o nome de Macau”.
Alterações espaciais
Numa entrevista concedida ao HM em Maio do ano passado, Paula Machado, então coordenadora da representação do Turismo de Macau em Lisboa, disse ter novos planos para dinamizar a livraria. “Acaba por ser um importante complemento às nossas actividades promocionais, pois participamos na Feira do Livro de Lisboa e na Festa do Livro de Belém. Nestas feiras acabamos por vender mais livros do que em nos outros meses do ano. Ainda assim, penso que ainda há muito a fazer para atrair mais pessoas às nossas instalações”, defendeu. Muito recentemente a livraria foi alvo de uma reestruturação, pedida por Paula Machado, tendo sido realizado um novo inventário, que implicou “a implementação de
um novo sistema informático e o abate de livros antigos e desactualizados”. Além disso, "foram feitas obras no armazém para podermos organizar os livros por ordem alfabética e por autor”. Na mesma entrevista, Paula Machado revelava a vontade de criar "um novo sistema de gestão das consignações em conformidade com o que se faz nas outras livrarias em Portugal”, bem como um site reestruturado para a venda de obras. Paula Machado não quis prestar novas declarações sobre o encerramento da livraria, por não se encontrar em funções. O presidente da Casa de Macau em Portugal, Rodolfo Faustino, também se recusou a prestar comentários sobre o encerramento deste espaço. O HM tentou ainda chegar à fala com outras entidades ligadas a Macau, no sentido de perceber se uma nova livraria poderá abrir portas, mas até ao fecho desta edição não foram obtidas respostas. Andreia Sofia Silva
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Síntese do Parecer dos Auditores Externos Para os directores da YF Life Insurance International Limited Referente a YF Life Insurance International Limited – Sucursal de Macau Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da YF Life Insurance International Limited – Sucursal de Macau relativas ao ano de 2020, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 29 de Abril de 2021, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo. As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2020, a demonstração de resultados, a conta de receita, a demonstração de alterações na conta da sede e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas. As demonstrações financeiras resumidas preparadas pela gerência resultam das demonstrações financeiras anuais auditadas e dos livros e registros da Sucursal. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas e os livros e registros da Sucursal. Para a melhor compreensão da posição financeira da YF Life Insurance International Limited - Sucursal de Macau e dos resultados das suas operações, no período e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria. Ieong Lai Kun, Auditor de Contas KPMG Sociedade de Auditores Macau, aos 29 de Abril de 2021
Resumo do Relatório de Contas de Macau 2020 Em 2020, os prémios totais anuais e individuais de novas empresas, tanto de seguros individuais como de grupo, gerados pela filial de Macau da YF Life Insurance International Ltd (YF Life) cresceram 56%, com mais de 1500 milhões de patacas, sendo de registar um crescimento do sector de gestão de património de 67%. A rentabilidade de prémios anuais ascendeu a mais de 3200 milhões de patacas, um aumento de 68%. Simultaneamente, a YF Life avançou substancialmente na expansão planeada dos recursos da agência, tendo o número total de consultores aumentado para 1036, um aumento de 6,8%. Ao entrar em 2021, em resposta às necessidades dos clientes, a YF Life irá continuar a melhorar os seus produtos de gestão de património e risco e as suas plataformas de serviço, assim como lançar vários produtos novos, incluindo os planos Infinity Saver 3, Infinity Wealth Builder, Guaranteed Return Saver e o novo plano essencial de seguro de saúde. A YF Life Insurance International Limited faz parte do grupo empresarial cotado em bolsa, Yunfeng Financial Group Limited, cujos principais accionistas são a Yunfeng Financial Holdings Limited1 e a Massachusetts Mutual Life Insurance Company1, uma das “cinco maiores sociedades mútuas de seguros de vida dos EUA” 2. A acompanhar a nossa robustez financeira e confiança inabalável, a YF Life está empenhada em ajudar os clientes a “traçarem o seu futuro”, oferecendo soluções profissionais e tecnológicas consolidadas de serviço de consultoria de gestão de património e risco. Manly Cheng Presidente Notas: 1) A Yunfeng Financial Holdings Limited e a Massachusetts Mutual Life Insurance Company têm uma participação indirecta no Yunfeng Financial Group Limited. 2) A categoria “cinco maiores sociedades mútuas de seguros de vida dos EUA” é classificada segundo os resultados agregados de “Seguro: Vida, Saude (Mútua)” com base nas receitas totais de 2020 e no ranking da FORTUNE 500 publicado em Junho de 2021.
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Toca a cerrar fileiras
RÓMULO SANTOS
COVID-19 GOVERNO APELA A ESCOLAS PARA AGIREM COM “RESPONSABILIDADE”
Antes do regresso às aulas, DSEDJ apelou a professores para a necessidade de criar uma barreira imunológica e recorda que os profissionais do sector são responsáveis por contribuir para um ambiente seguro para os mais jovens AFP
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RIEM uma barreira imunológica e adoptem comportamentos seguros face à pandemia da covid-19. Foi a principal mensagem deixada pelo Governo, antes do regresso às aulas presenciais do ensino não-superior, que está autorizado a partir de hoje. No documento divulgado ontem, na versão portuguesa, foi recordado que “os profissionais da área educativa têm a responsabilidade de criar um ambiente de aprendizagem saudável e seguro para os estudantes”. Por isso, a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) deixou a mensagem de esperança para que seja o sector a contribuir para “o estabelecimento conjunto de uma barreira imunológica comunitária, para que a sociedade de Macau possa retomar a vida normal”. A mensagem da DSEDJ refere ainda a possibilidade de as pes-
O Governo diz que “todos devem estar empenhados no desempenho das funções lectivas, assegurando continuamente o crescimento saudável dos estudantes”
soas serem vacinadas, embora não seja feito apelo directo à vacinação. “Sob a conjuntura de normalização da prevenção e do controlo da epidemia, todos os sectores da sociedade contribuem, unidos e empenhados, para a criação duma barreira imunológica de grupo, sendo esta uma responsabilidade moral de cada profissional da
área educativa”, pode ler-se na mensagem. “Actualmente, em todo o mundo, a inoculação é, na sua generalidade, considerada um meio eficaz e importante no combate à epidemia de Covid-19”, foi ainda acrescentado.
Desafios e surtos
Em relação às expectativas para o ano lectivo 2021/2022, a DSEDJ
admite que vão ser vários os desafios, num mundo que não é o mesmo depois da covid-19. “A epidemia de pneumonia causada pelo novo tipo de coronavírus alterou a ordem quotidiana da educação no mundo, fazendo com que o desenvolvimento educativo enfrente vários desafios”, é afirmado. No novo contexto, o Governo diz às escolas
que precisam “de se ajustar, constantemente, seguindo as alterações na epidemia” e que “todos devem estar empenhados no desempenho das funções lectivas, assegurando continuamente o crescimento saudável dos estudantes”. Porém, a segurança dos próprios é também vista como essencial: “devem também proteger-se a si próprios e aos seus familiares, fazendo, rigorosa e convenientemente, os trabalhos de prevenção epidémica”, é igualmente indicado. O apelo contra comportamentos de riscos em tempo da pandemia da covid-19 é feito depois de uma visita de estudo da Escola Hou Kong ter sido responsável pelo último surto na RAEM. Uma aluna de 12 anos que foi cantar ao Interior, mesmo depois da DSEDJ ter apelado para que as actividades fossem suspensas ou adiadas, foi infectada durante um voo, o que fez com que a família acabasse também infectada e toda a RAEM tivesse de ser testada, não havendo mais casos positivos. João Santos Filipe
LEI DOS ASCENSORES COM POUCO MAIS DE METADE DE CONCORDÂNCIA
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OI ontem divulgado o resultado da consulta pública sobre o Regime Jurídico dos Ascensores, cujo documento de consulta apresentado pelo Governo recebeu 55,6 por cento da concordância dos auscultados. Quanto ao conteúdo propriamente dito, a Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transporte revelou que “a maior parte das opiniões são pouco claras/neutras (56,7 por cento – 100 por cento)”. Em relação à entidade de manutenção e reparação, e à
entidade inspectora, registaram opiniões desfavoráveis de 46,6 por cento e 48,5 por cento, números ligeiramente acima das opiniões pouco clara ou neutras (45,5 por cento e 40,6 por cento). O Governo destaca que a produção da lei teve como base padrões actualizados da União Europeia e a legislação local sobre construção civil, partindo de um conjunto de instruções, lançadas em 2013, que nunca conseguiram garantir o papel fiscalizador por terem caracter voluntário.
As principais preocupações expressas na consulta pública prenderam-se com a imposição que a lei pode trazer ao nível do recrutamento de mão-de-obra, como engenheiros, sem aferir primeiro se existem no mercado profissionais suficientes, assim como entidades de manutenção, reparação e inspecção de ascensores. Aliada à dúvida se existem profissionais e empresas suficientes, está a incerteza quanto à capacidade para tratar o grande volume de trabalho que o regime legal poderá acarretar Assim sen-
do, algumas opiniões apontaram para a necessidade de formar talentos locais para reforçar o quadro de técnicos locais responsáveis pela inspecção e reparação de elevadores. A consulta pública decorreu entre 29 de Abril e 15 de Junho de 2021, abrangeu cinco sessões de esclarecimento destinadas ao público, ao sector dos ascensores, ao sector da construção civil e às associações cívicas e reuniu 415 opiniões. J. L.
Saúde Agnes Lam questiona gestão do Hospital das Ilhas
A deputada Agnes Lam está preocupada com o modelo de gestão privada para o Hospital das Ilhas. A questão consta de uma interpelação escrita partilhada ontem por Agnes Lam, depois de o Chefe do Executivo ter anunciado que havia negociações para que a gestão fosse assegurada por uma entidade privada. O nome do Peking Union Medical College Hospital foi depois avançado como uma das hipóteses. No entanto, Agnes Lam questionou o Governo sobre a decisão de privatizar a gestão, que diz nunca ter sido tornada pública, e os fundamentos que levaram a colocar esta hipótese. A legisladora defendeu igualmente a necessidade de haver uma consulta pública sobre um tema tão importante para o futuro do sector. No mesmo documento, Agnes diz ter recebido queixas de médicos locais não só preocupados com a possível falta de oportunidades de formação na instituição, mas também com a importação de mão-de-obra não residente.
LUÍS DIAS MARQUES FALECIMENTO A família de Luís Dias Marques tem o penoso dever de informar que este seu ente querido faleceu no dia 28 de Agosto de 2021 no Centro Hospitalar Conde de São Januário. Deixa pai, Joaquim Dias Ferreira Marques, mãe, So Lai Hung, esposa, Milk Chan, irmã, Ricardina Dias Marques e outros familiares. Mais se comunica que o velório terá lugar na Capela da Casa Mortuária Diocesana de Macau no dia 03 de Setembro de 2021 (Sexta-feira), devendo ser celebrada uma missa de corpo presente pelas 20:00 horas do mesmo dia. No dia seguinte, 04 de Setembro de 2021 (Sábado) será também rezada uma missa, pelas 10:30 horas, na mesma Capela da Casa Mortuária Diocesana de Macau, seguindo o corpo para a China onde decorrerá a cremação. A família enlutada agradece penhorada e antecipadamente a todos que queiram estar presentes nesses piedosos actos.
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1.9.2021 quarta-feira
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O cabeça de lista da “Poderes do Pensamento Político” é suspeito de violar a lei eleitoral ao ter promovido uma campanha de publicações pagas no Facebook. Em comunicado, a comissão eleitoral alertou que os candidatos não devem adquirir serviços de publicidade comercial em redes sociais ou órgãos de comunicação social sob pena de incorrerem no crime de desobediência qualificada
ELEIÇÕES NELSON KOT SUSPEITO DE FAZER PROPAGANDA ILEGAL NO FACEBOOK
O faroeste digital O primeiro candidato da lista “Poderes do Pensamento Político”, Nelson Kot está a ser investigado por alegada propaganda ilegal através da promoção de publicações pagas na rede social Facebook. O alerta foi dado ontem por leitores do portal Macau Concealers, após terem partilhado imagens de publicações “patrocinadas” do candidato às eleições do próximo dia 12 de Setembro. Segundo a mesma fonte, a Comissão para os Assuntos Eleitorais da Assembleia Legislativa (CAEAL) notificou de seguida o cabeça de lista da candidatura “Poderes do Pensamento Político”, que de imediato terá removido o conteúdo patrocinado. Ouvido pelo Macau Concealers, Nelson Kot apontou que a CAEAL “nunca esclareceu adequadamente os regulamentos afectos à publicidade comercial” e que existe outra lista de candidatura PUB.
HM • 1ª vez • 1-9-21
Nelson Kot apontou que a CAEAL “nunca esclareceu adequadamente os regulamentos afectos à publicidade comercial”
que também está “a gastar dinheiro” na divulgação de conteúdos nas redes sociais. No seguimento do incidente, a CAEAL emitiu um comunicado onde esclarece que “as candidaturas e os candidatos não devem adquirir serviços de publicidade comercial junto das redes sociais e
de quaisquer órgãos de comunicação social, para fins de propaganda eleitoral”. “O artigo 80.º da Lei Eleitoral para a Assembleia Legislativa prevê que, a partir da publicação da ordem executiva (8 de Março de 2021) que marque a data das eleições, é proibida a propaganda
Temos cinco anos Segundo Plano de Desenvolvimento Quinquenal está a ser elaborado
公告 ANÚNCIO 履行金錢債務案
第
PC1-20-0488-COP
Cumprimento de Obrigações Pecuniárias n.º
Autor: Réu:
號
輕微民事案件法庭
Juízo de Pequenas Causas Cíveis
BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL DA CHINA (MACAU), S.A., com sede em Macau, na Amizade, n.º 555, Macau Landmark, Torre ICBC, 18º andar. MACHON LUIS, com última residência conhecida em Macau, na Est Marginal I Verde F1 5 Flat J Ed Mei Lok Garden, ora ausente em parte incerta.
FAZ-SE SABER que pelo Juízo de Pequenas Causas Cíveis do Tribunal Judicial de Base da RAEM, correm éditos de TRINTA (30) DIAS, contados da data da publicação do anúncio, citando o Réu MACHON LUIS para no prazo de QUINZE (15) DIAS, findo o dos éditos, querendo contestar a acção supra identificada, na qual o Autor pede que a presente acção seja julgada procedente, por provada e, consequentemente, ser o Réu condenado a pagar as dívidas, as despesas e os juros de mora na quantia de MOP37.306,93 (Trinta e Sete Mil, Trezentas e Seis Patacas e Três Avos), a que acrescem os juros que se forem vencendo, à taxa de juros convencionais, após a propositura da acção e até integral pagamento, e as custas. Fica advertido de que não é obrigatório a constituição de advogado. Tudo como melhor consta do duplicado da petição inicial, que se encontra nesta Secretaria do Juízo de Pequenas Causas Cíveis, poderão ser levantados nas horas normais de expedientes. RAEM, 12 de Julho de 2021.
H
O Iat Seng, Chefe do Executivo, garantiu, em resposta a interpelações, que o Governo está a elaborar o segundo Plano Quinquenal de Desenvolvimento da RAEM, pensado para o período de 2021 a 2025. Recorde-se que o plano foi lançado por Chui Sai On, anterior Chefe do Executivo, em 2016. “O Governo da RAEM está a elaborar o ‘2º Plano Quinquenal (2021-2025) do Desenvolvimento Económico e Social da RAEM’, em articulação com o 14º Plano Quinquenal do país”, disse Ho Iat Seng em resposta ao deputado Joey Lao. O projecto para cinco anos deverá garantir uma participação de Macau, “de forma pró-activa” na “construção da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e na promoção da construção da zona de cooperação aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin”.
Face à estratégia em construção, o Governo diz-se “empenhado no desenvolvimento de diversas indústrias”, tais como “a saúde vocacionada para a investigação, desenvolvimento e produção de medicamentos tradicionais chineses, da indústria financeira moderna e tecnologia de ponta, bem como indústrias de convenções, exposições e comercial”.
Toca a aprender
Em resposta a interpelação escrita da deputada
eleitoral feita, directa ou indirectamente, através de quaisquer meios de publicidade comercial, em órgãos de comunicação social ou fora deles”, pode ler-se no comunicado.
Sob investigação
Na mesma nota, a CAEAL esclarece ainda que logo que se verifique que está a ser feita propaganda eleitoral através de publicidade comercial, o responsável está obrigado “a remover imediatamente os materiais de propaganda eleitoral”, sob pena de constituir o crime de desobediência qualificada. Caso haja indícios de infracção, acrescenta a CAEAL, o caso será encaminhado “à autoridade policial para efeitos de acompanhamento e de investigação” com o objectivo de verificar se “as pessoas em causa e as redes sociais envolvidas contrariaram, ou não, a lei”. Nunu Wu e Pedro Arede
Chan Hong, o governante máximo da RAEM frisou também que o segundo Plano Quinquenal de Desenvolvimento da RAEM “irá garantir maior estabilidade dos recursos de educação pública, visando apoiar as condições do funcionamento escolar”. Ho Iat Seng adiantou que existem 11 escolas localizadas em pódios de edifícios habitacionais cujos processos de transferência de instalações “estão a ser objecto de tratamento”. “Em um deles estão a ser realizadas obras de ampliação, cuja conclusão está prevista para o final de 2021. Num terreno concedido a uma escola está a ser construído um novo edifício escolar”, respondeu Ho Iat Seng. Ho Iat Seng não esteve presente na sessão plenária da Assembleia Legislativa, no passado dia 10, para responder presencialmente às interpelações dos deputados. As respostas escritas foram posteriormente divulgadas. Andreia
Sofia Silva
Património Centro de monitorização começa a ser construído este ano
Mok Ian Ian, presidente do Instituto Cultural (IC), garantiu, em resposta ao deputado Sulu Sou, que as obras de construção do centro de monitorização do património mundial deverão arrancar ainda este ano e que “os trabalhos estão em andamento”. Quanto ao Plano de Salvaguarda e Gestão do Centro Histórico de Macau, o IC diz ter concluído “a elaboração do projecto de regulamento administrativo”, estando a “avançar para a fase final dos trabalhos legislativos”. O projecto vai ser enviado ao Centro do Património Mundial para apreciação antes de entrar em vigor. Sulu Sou voltou a levantar questões sobre a preservação da paisagem do Farol da Guia, tendo em conta os projectos de construção nas zonas em redor. Mok Ian Ian explicou que “caso um projecto de desenvolvimento possa causar um potencial impacto ao valor universal do património mundial, o IC irá convidar uma terceira entidade na área do património mundial para avaliar esse impacto, conforme as normas e requisitos internacionais”.
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CTM ESCAVAÇÃO DESTRÓI LIGAÇÕES E CAUSA APAGÃO NA ZONA CENTRAL
ENSINO PANDEMIA ATRASA REGRESSO DOS ALUNOS
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ELO menos 30 alunos das Escola Pui Ching e Escola Sagrado Coração de Jesus vão falhar o regresso às aulas, de acordo com o canal chinês da Rádio Macau. Segundo os requisitos do Governo, os alunos que tenham estado no Interior, fora de Zhuhai e Zhongshan, nos 14 dias antes do regresso à escola têm de ser testados, só depois é que são autorizados a participar nas aulas presenciais. Com as orientações a terem sido anunciadas a 23 de Agosto e as aulas a começarem amanhã, houve famílias que não conseguiram fazer os alunos regressar imediatamente a Macau e tratar de todas as formalidades. É por isso que ainda há pelo menos 30 alunos das escolas em causa que vão ter de esperar mais uns dias. Apesar de tudo, segundo os dados da Rádio Macau houve 550 alunos testados, tendo o “processo corrido bem”. Segundo a direcção da Escola Pui Ching, os educandos não vão ter faltas e vão ser pensadas alternativas para que não sejam prejudicados no acesso ao conteúdos leccionados. Kuok Keng Man, vice-director da instituição, adiantou igualmente vai haver abertura do ano lectivo no auditório da escola e que este ano há 40 alunos matriculados com menos de três anos. Kuok revelou também que foram adquiridos equipamentos para controlar a saúde dos alunos.
Educação Defendida redução de turmas
Na sequência da entrada em vigor do novo sistema de avaliação do desempenho dos alunos, o director da Escola Choi Nong Chi Tai, Vong Kuoc Ieng, espera que seja feita uma revisão no sentido de reduzir ainda mais o número de alunos por cada turma. De acordo com o jornal Ou Mun, o responsável defende que a existência de turmas pequenas pode contribuir, não só para concretizar do novo sistema de avaliação, mas também para garantir a qualidade do ensino. Com a redução de turmas, explicou Choi Nong Chi Ta, os professores podem focar-se em promover um ensino mais “personalizado” e adaptado aos diferentes ritmos e capacidades dos alunos, permitindo até atribuir diferentes cargas de trabalhos de casa e de momentos de avaliação.
O cabo dos trabalhos As obras de construção na Rua da Sé deixaram o Centro de Macau sem telecomunicações durante várias horas, devido à destruição de um cabo. A CTM esteve no local a fazer reparações e diz que os custos vão ser discutidos com a construtora
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escavação numa obra na Rua da Sé destruiu um cabo de telecomunicações e causou um apagão que afectou mais de 1.000 utilizadores de serviços de comunicações e gerou 400 pedidos de esclarecimentos. O incidente aconteceu na segunda-feira, por volta das 17h00, e resultou em vários cabos de rede fixa de telefone, internet, serviços de televisão por cabo, entre outros, destruídos. O apagão afectou residências, espaços comerciais e serviços da Administração e obrigou a Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM) a fazer uma intervenção de emergência, que começou logo na segunda-feira e se prolongou até terça-feira, inclusive durante a madrugada. Nas reparações esteve envolvida uma equipa com cerca de 30 engenheiros. Segundo os dados apresentados pela CTM, ao canal chinês da Rádio Macau, por volta das 08h30, ou seja, cerca de 12 horas depois do início dos trabalhos de repa-
Declan Leong reconheceu ainda que os danos foram sérios e que a reparação é apenas uma solução temporária
ração, 90 por cento dos serviços tinham sido reestabelecidos. Contudo, muitos outros continuavam com problemas durante a maior parte do dia, como aconteceu na redacção do HM, que só voltou a ter acesso à internet cerca das 22h30.
Em contra-relógio
Após o sucedido, o vice-presidente do Serviço de Rede da CTM, Declan Leong, deslocou-se ao
local na manhã de ontem para acompanhar o andamento das reparações e fazer um ponto da situação. À emissora local, Declan Leong afirmou que tinham sido afectados cerca de 1.000 clientes da empresa e que houve mais de 400 pedidos de esclarecimento sobre o sucedido. Sobre as operações de reparação, o responsável afirmou que houve uma estratégia de dar prioridade aos serviços tidos
como mais importantes, como os centros de saúde e Administração Pública. Leong reconheceu ainda que os danos foram sérios e que a reparação é apenas uma solução temporária, o que significa que nos próximos dias a CTM vai pedir à empresa responsável pelas obras para fazer uma intervenção permanente. O representante da CTM também não quis entrar em detalhes sobre eventuais compensações e custos de reparação do serviço, limitando-se a dizer que era uma questão que irá ser discutida com a construtora, nos próximos dias. A CTM pareceu também afastar responsabilidades no sucedido, uma vez que segundo Declan Leong é disponibilizado às construtoras um mapa com a localização da passagem dos cabos e toda a informação considerada essencial para que não haja acidentes durante as escavações. João Santos Filipe
COMÉRCIO EXPORTAÇÕES CRESCERAM 5,2 POR CENTO NO MÊS DE JULHO
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M Julho, exportaram-se 1,12 mil milhões de patacas de mercadorias, o equivalente a uma subida de 5,2 por cento, relativamente ao mesmo período do ano passado. De acordo com uma nota divulgada pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) do total do montante, fazem parte 943 milhões de patacas resultantes da reexportação (+3,7 por cento) de máquinas e aparelhos e relógios de pulso
e ainda 176 milhões de patacas resultantes da exportação doméstica (+13,6 por cento) de produtos
de padaria, pastelaria e cobre. Em sentido inverso, importaram-se 15,39 mil milhões de patacas
de mercadorias, ou seja, mais 111,7 por cento, em termos anuais. Fazendo as contas desde o início do ano, o valor exportado de mercadorias até Julho situou-se em 7,83 mil milhões de patacas, representando um acréscimo de 29,5 por cento em relação a 2020. Já o valor importado de mercadorias, foi de 89,22 mil milhões de patacas, ou seja, mais 143,6 por cento em termos anuais.
Segundo a DSEC, o défice da balança comercial nos sete primeiros meses de 2021 fixou-se em 81,39 mil milhões de patacas, mais 50,80 mil milhões em relação a 2020 (30,59 mil milhões de Patacas). Quanto ao comércio de mercadorias com os países de língua portuguesa, registou-se uma tendência decrescente, tanto ao nível das exportações (-60,6 por cento) como das importações (-3,5 por cento). P.A.
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1.9.2021 quarta-feira
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CINEMA FESTIVAL DE CUT QUE CHEGA E
Os film
Programado para Dezembro, o Macao F Setembro. Segundo a directora de opera será feita uma selecção a exibir juntame
D
E S DE que deixou os comandos da Cinemateca Paixão, é a primeira vez que a CUT organiza em nome próprio, o Macao Films & Videos Panorama. Apesar de ainda não ter datas fixas, o festival, que conta com o apoio do Instituto Cultural (IC) e está programado para o início de Dezembro, assume-se uma vez mais como plataforma de exibição de obras locais do sector cinematográfico. “Acho que na última década, os produtores locais têm crescido e desenvolvido muito as suas apetências graças aos vários subsídios do Governo e ao trabalho independente que têm feito. Por isso, considero ser muito importante existir esta plataforma para exibir as suas obras”, começou por dizer Rita Wong ao HM. Para a directora de operações da CUT, apesar da visível evolução dos últimos anos, “ainda existe a necessidade de criar esta plataforma destinada aos produtores locais e ao seu trabalho”, até porque é uma fórmula que permite aos filmes de Macau “atravessar fronteiras” e ser vistos por realizadores e produtores profissionais de outras geografias. O período para submeter trabalhos começou na segunda-feira e estende-se até 25 de Setembro, sendo esperada a recepção de “mais de 50 filmes” realizados em Macau. A amostra servirá de base para criar uma selecção de filmes locais a exibir na secção “Local Indies Force” do festival. Para Rita Wong, os filmes de estudantes e recém-licenciados são os mais aguardadas e que criam maior expectativa.
“Estou muito expectante relativamente às obras que vão chegar, porque sempre que temos este tipo de iniciativa acabamos por ser surpreendidos, especialmente por parte de estudantes e recém-licenciados locais ou que estão a frequentar cursos no estrangeiro. Têm sempre surpresas guardadas para nós porque, além das iniciativas do IC, desenvolvem habitualmente outros trabalhos a título pessoal. Por isso estamos à espera de grandes surpresas”, partilhou Rita Wong. A selecção dos filmes que irão compor a lista final da secção local ficará a cargo de Joyce Yang, curadora veterana de Hong Kong que trabalha há largos anos com a CUT.
“Sempre que temos este tipo de iniciativa acabamos por ser surpreendidos.” RITA WONG CUT
“Convidámos a Joyce Yang para que ela possa ver como é que os produtores e realizadores de Macau estão a trabalhar actualmente e dê conselhos sobre o produto das obras locais”. As obras locais concorrem ainda ao “Grande Prémio do Júri”, que irá atribuir ao filme seleccionado um montante de 10.000 patacas. O melhor filme local será escolhido por um painel de júris composto por realizadores de Hong Kong, Taiwan e China,
Do bom e do melhor
Para além da secção “Local Indies Force”, o Macao Films & Videos Panorama inclui ainda sessões exclusivamente
quarta-feira 1.9.2021
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EM DEZEMBRO RECEBE OBRAS LOCAIS
mes da terra
Films & Videos Panorama está a aceitar filmes produzidos em Macau até 25 de ações da CUT, Rita Wong, são esperados mais de 50 trabalhos locais, dos quais ente com películas distinguidas em Hong Kong, Taiwan e da China dedicadas às obras produzidas e recomendadas pelas universidades do território. O objectivo, segundo Rita Wong, passa por auscultar novas tendências e promover o intercâmbio entre alunos e realizadores locais. “Vamos convidar as universidades a recomendar os melhores trabalhos audiovisuais produzidos ao longo do ano para serem exibidos no festival. Criámos esta secção porque PUB.
queremos saber o que aí vem. Estas sessões vão ser gratuitas e, através delas, pretendemos criar algumas dinâmicas de intercâmbio entre alunos e realizadores”, explicou. Outra secção será dedicada à exibição de filmes que fizeram parte do cartaz de festivais de cinema do Interior da China , Taiwan e Hong Kong e que contam igualmente com a curadoria de Joyce Yang. Apesar de
não ter adiantado que títulos irão ser exibidos em Macau, Rita Wong assegura que o que aí vem é “muito bom”. “Estou ansiosa por ver os filmes de Taiwan, Hong Kong e da China que serão seleccionados para o nosso festival. São todos fimes muito bons e devem ser vistos em Macau e servir de modelo. Já os vi e são trabalhos muito bons”, rematou. Pedro Arede
Planetário “Khrumka e o Foguetão Mágico” em exibição no Centro de Ciência O Centro de Ciência de Macau irá exibir hoje, sexta-feira e sábado duas sessões diárias do filme de animação “Khrumka e o Foguetão Mágico”. Ao longo dos 32 minutos a obra convida a audiência a explorar diversos fenómenos astronómicos como os eclipses na companhia de Khrumka e seu amigo Kippy. Decididos a descobrir os mais recônditos segredos do espaço, os dois
decidem partir numa inesquecível viagem de foguetão com o objectivo de explorar as características do Sistema Solar, sem esquecer os planetas e os corpos celestes neles incluídos. “Khrumka e o Foguetão Mágico” será exibido às 12h e às 16h de hoje, sexta-feira e sábado no Planetário do Centro de Ciência e está disponível em Cantonês, Mandarim e Inglês.
Dança Centro Cultural de Macau apresenta espectáculo “Morfose Latente” O Grande Auditório do Centro Cultural (CCM) de Macau recebe nos próximos dia 24 e 25 de Setembro o espectáculo de dança “Morfose Latente”. Fruto do projecto de intercâmbio cultural entre o coreógrafo chinês, San Jijia, e a Companhia Cidade de Dança Contemporânea de Hong Kong (CCDC), “Morfose Latente” promete apresentar ao público uma “visão vanguardista”
daquilo que pode ser um espectáculo de dança contemporânea. Encenado pelo coreógrafo de local, Keith Lao, “Morfose Latente” pretende ainda apresentar um retrato alternativo de Macau. “O jovem coreógrafo local leva ao palco um retrato da nossa cidade em três dimensões, reconstruindo-a de diversas formas, moldando novas perspectivas”, pode ler-se numa nota oficial do CCM.
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1.9.2021 quarta-feira
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AVISO
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Faz-se saber que em relação ao concurso público para «Empreitada de concepção e construção de habitação pública no lote A1 da Nova Zona de Aterro A», publicado no Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau n.º 26, II Série, de 30 de Junho de 2021, foi feita aclaração complementar conforme necessidades, pela entidade que realiza o concurso e juntos ao processo do concurso.
Faz-se saber que em relação ao concurso público para «Empreitada de concepção e construção de habitação pública no lote A2 da Nova Zona de Aterro A», publicado no Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau n.º 26, II Série, de 30 de Junho de 2021, foi feita aclaração complementar conforme necessidades, pela entidade que realiza o concurso e juntos ao processo do concurso.
Faz-se saber que em relação ao concurso público para «Empreitada de concepção e construção de habitação pública no lote A3 da Nova Zona de Aterro A», publicado no Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau n.º 26, II Série, de 30 de Junho de 2021, foi feita aclaração complementar conforme necessidades, pela entidade que realiza o concurso e juntos ao processo do concurso.
Faz-se saber que em relação ao concurso público para «Empreitada de concepção e construção de habitação pública no lote A4 da Nova Zona de Aterro A», publicado no Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau n.º 26, II Série, de 30 de Junho de 2021, foi feita aclaração complementar conforme necessidades, pela entidade que realiza o concurso e juntos ao processo do concurso.
A referida aclaração complementar encontra-se disponível para consulta, durante o horário de expediente, no Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, sito na Av. do Dr. Rodrigo Rodrigues, Edifício Nam Kwong, 9.º andar, Macau.
A referida aclaração complementar encontra-se disponível para consulta, durante o horário de expediente, no Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, sito na Av. do Dr. Rodrigo Rodrigues, Edifício Nam Kwong, 9.º andar, Macau.
A referida aclaração complementar encontra-se disponível para consulta, durante o horário de expediente, no Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, sito na Av. do Dr. Rodrigo Rodrigues, Edifício Nam Kwong, 9.º andar, Macau.
A referida aclaração complementar encontra-se disponível para consulta, durante o horário de expediente, no Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, sito na Av. do Dr. Rodrigo Rodrigues, Edifício Nam Kwong, 9.º andar, Macau.
Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, aos 26 de Agosto de 2021.
Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, aos 26 de Agosto de 2021.
Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, aos 26 de Agosto de 2021.
Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, aos 26 de Agosto de 2021.
O Coordenador Lam Wai Hou
AVISO Faz-se saber que em relação ao concurso público para «Empreitada de concepção e construção de habitação pública no lote A12 da Nova Zona de Aterro A», publicado no Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau n.º 26, II Série, de 30 de Junho de 2021, foi feita aclaração complementar conforme necessidades, pela entidade que realiza o concurso e juntos ao processo do concurso. A referida aclaração complementar encontra-se disponível para consulta, durante o horário de expediente, no Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, sito na Av. do Dr. Rodrigo Rodrigues, Edifício Nam Kwong, 9.º andar, Macau. Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, aos 26 de Agosto de 2021. O Coordenador Lam Wai Hou
O Coordenador Lam Wai Hou
O Coordenador Lam Wai Hou
O Coordenador Lam Wai Hou
AVISO N.º 115/AI/2021
AVISO N.º 116/AI/2021
AVISO N.º 117/AI/2021
-----Atendendo à gravidade para o interesse público e não sendo possível proceder à respectiva notificação pessoal, pelo presente notifique-se os infractores abaixo discriminados:---------------------------------------------------------1. Mandado de Notificação n.° 693/AI/2021:LAM I KEI , portadora do Bilhete de Identidade de Residente Permanente da RAEM n.° 12160xx(x), que na sequência do Auto de Notícia n.° 116/DI-AI/2019 levantado pela DST a 02.05.2019, e por despacho do Director dos Serviços de Turismo, Substituto, de 03.08.2021, exarado no Relatório n.° 750/DI/2021, de 07.07.2021, nos termos do n.° 1 do artigo 10.° e do n.° 1 do artigo 15.°, ambos da Lei n.° 3/2010, lhe foi determinada a aplicação de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas) por controlar a fracção autónoma situada na Baia da Praia Grande n.° s/n, Torre Lago Panoramico 26.° andar B onde se prestava alojamento ilegal.------------------------------------------------------------------ 2. Mandado de Notificação n.° 707/AI/2021:CHAN HENG CHEONG, portador do Bilhete de Identidade de Residente Permanente da RAEM n.° 12733xx(x), que na sequência do Auto de Notícia n.° 120/ DI-AI/2019 levantado pela DST a 04.05.2019, e por despacho do Director dos Serviços de Turismo, Substituto, de 03.08.2021, exarado no Relatório n.° 764/DI/2021, de 08.07.2021, nos termos do n.° 1 do artigo 10.° e do n.° 1 do artigo 15.°, ambos da Lei n.° 3/2010, lhe foi determinada a aplicação de uma multa de $270.000,00 (duzentas e setenta mil patacas) por controlar a fracção autónoma situada na Rua do Terminal Maritimo n.os 93-103, Edf. Centro Internacional de Macau, Bloco 4, 8.° andar E, Macau onde se prestava alojamento ilegal.-----------------------------------------------------------------------------O pagamento voluntário da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspecção destes Serviços, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicação, de acordo com o disposto n.° 1 do artigo 16.° da Lei n.° 3/2010, findo o qual será cobrada coercivamente através da Repartição de Execuções Fiscais, nos termos do n.° 2 do artigo 16.° do mesmo diploma.----------------------------------------------------------------------------------------Da presente decisão cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo conforme disposto no artigo 20.° da Lei n.° 3/2010, a interpor no prazo de 30 dias, conforme disposto na alínea a) do n.° 2 do artigo 25.° do Código do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 110/99/M, de 13 de Dezembro.---------------------------------------------------------------------------------------------Desta decisão pode os infractores, querendo, reclamar para o autor do acto, no prazo de 15 dias, sem efeito suspensivo, conforme o disposto no n.° 1 do artigo 148.°, artigo 149.° e n.° 2 do artigo 150.°, todos do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 57/99/M, de 11 de Outubro.-------------------------------------------------------------------------------Há lugar à execução imediata da decisão caso esta não seja impugnada.------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspecção desta Direcção de Serviços, sito na Alameda Dr. Carlos d’Assumpção n.os 335-341, Edifício “Hot Line” (Centro “Hot Line”), 18.° andar, Macau.---------------------Direcção dos Serviços de Turismo, aos 18 de Agosto de 2021.
-----Atendendo à gravidade para o interesse público e não sendo possível proceder à respectiva notificação pessoal, pelo presente notifique-se os infractores abaixo discriminados:---------------------------------------------------------1. Mandado de Notificação n.° 718/AI/2021:CHEANG KAM WAN, portador do Bilhete de Identidade de Residente Permanente da RAEM n.° 73546xxx, que na sequência do Auto de Notícia n.° 264/DI-AI/2019 levantado pela DST a 02.10.2019, e por despacho do Director dos Serviços de Turismo, Substituto, de 27.07.2021, exarado no Relatório n.° 775/DI/2021, de 14.07.2021, nos termos do n.° 1 do artigo 10.° e do n.° 1 do artigo 15.°, ambos da Lei n.° 3/2010, lhe foi determinada a aplicação de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas) por controlar a fracção autónoma situada na Taipa, Rua de Évora n.° 317, Prince Flower City, Bloco 1, Edf. Lai San Kok, 32.° andar C onde se prestava alojamento ilegal.-------------------------------- 2. Mandado de Notificação n.° 731/AI/2021:WU KAI CHON, portador do Bilhete de Identidade de Residente da RAEM n.º 51135xxx, que na sequência do Auto de Notícia n.° 185/DI-AI/2019 levantado pela DST a 08.07.2019, e por despacho do Director dos Serviços de Turismo, Substituto, de 03.08.2021, exarado no Relatório n.° 790/DI/2021, de 19.07.2021, nos termos do n.° 1 do artigo 10.° e do n.° 1 do artigo 15.°, ambos da Lei n.° 3/2010, lhe foi determinada a aplicação de uma multa de $250.000,00 (duzentas e cinquentas mil patacas) por controlar a fracção autónoma situada na Taipa, Rua de Seng Tou n.° 313, Urbanização da Nova Taipa - Fase I, Bloco 21, 29.° andar D onde se prestava alojamento ilegal.---------------------------------------------O pagamento voluntário da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspecção destes Serviços, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicação, de acordo com o disposto n.° 1 do artigo 16.° da Lei n.° 3/2010, findo o qual será cobrada coercivamente através da Repartição de Execuções Fiscais, nos termos do n.° 2 do artigo 16.° do mesmo diploma.----------------------------------------------------------------------------------------Da presente decisão cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo conforme disposto no artigo 20.° da Lei n.° 3/2010, a interpor no prazo de 30 dias, conforme disposto na alínea a) do n.° 2 do artigo 25.° do Código do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 110/99/M, de 13 de Dezembro.--------------------------------------------------------Desta decisão pode os infractores, querendo, reclamar para o autor do acto, no prazo de 15 dias, sem efeito suspensivo, conforme o disposto no n.° 1 do artigo 148.°, artigo 149.° e n.° 2 do artigo 150.°, todos do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 57/99/M, de 11 de Outubro.----------------------------------------------------------------------------Há lugar à execução imediata da decisão caso esta não seja impugnada.------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspecção desta Direcção de Serviços, sito na Alameda Dr. Carlos d’Assumpção n.os 335-341, Edifício “Hot Line” (Centro “Hot Line”), 18.° andar, Macau.---------------------Direcção dos Serviços de Turismo, aos 18 de Agosto de 2021.
-----Atendendo à gravidade para o interesse público e não sendo possível proceder à respectiva notificação pessoal, pelo presente notifique-se os infractores abaixo discriminados:---------------------------------------------------------1. Mandado de Notificação n.° 710/AI/2021:SUN XIAOJUN, portador do Passaporte da RPC n.° ED3150xxx e portador do Salvo-Conduto para Deslocação a Hong Kong e Macau da RPC n.° C26012xxx, que na sequência do Auto de Notícia n.° 109/DI-AI/2019 levantado pela DST a 26.04.2019, e por despacho do Director dos Serviços de Turismo, Substituto, de 06.08.2021, exarado no Relatório n.° 768/DI/2021, de 12.07.2021, nos termos do n.° 1 do artigo 10.° e do n.° 1 do artigo 15.°, ambos da Lei n.° 3/2010, lhe foi determinada a aplicação de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas) por controlar a fracção autónoma situada na Avenida Sir Anders Ljungstedt n.os 297-303, L’Arc MACAU, 35.º andar C onde se prestava alojamento ilegal.------------------------------------------------------------------ 2. Mandado de Notificação n.° 711/AI/2021:ZHENG RUIKANG, portador do Passaporte da RPC n.° ED3009xxx, que na sequência do Auto de Notícia n.° 109/DI-AI/2019 levantado pela DST a 26.04.2019, e por despacho do Director dos Serviços de Turismo, Substituto, de 06.08.2021, exarado no Relatório n.° 769/DI/2021, de 12.07.2021, nos termos do n.° 1 do artigo 10.° e do n.° 1 do artigo 15.°, ambos da Lei n.° 3/2010, lhe foi determinada a aplicação de uma multa de $200.000,00 (duzentas mil patacas) por controlar a fracção autónoma situada na Avenida Sir Anders Ljungstedt n.os 297-303, L’Arc MACAU, 35.º andar C onde se prestava alojamento ilegal.------------------O pagamento voluntário da multa deve ser efectuado no Departamento de Licenciamento e Inspecção destes Serviços, no prazo de 10 dias, contado a partir da presente publicação, de acordo com o disposto n.° 1 do artigo 16.° da Lei n.° 3/2010, findo o qual será cobrada coercivamente através da Repartição de Execuções Fiscais, nos termos do n.° 2 do artigo 16.° do mesmo diploma.---------------------------------------------------------------------------------------Da presente decisão cabe recurso contencioso para o Tribunal Administrativo conforme disposto no artigo 20.° da Lei n.° 3/2010, a interpor no prazo de 60 dias, conforme disposto na alínea b) do n.° 2 do artigo 25.° do Código do Processo Administrativo Contencioso, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 110/99/M, de 13 de Dezembro.-------------------------------------------------------------------------Desta decisão pode os infractores, querendo, reclamar para o autor do acto, no prazo de 15 dias, sem efeito suspensivo, conforme o disposto no n.° 1 do artigo 148.°, artigo 149.° e n.° 2 do artigo 150.°, todos do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 57/99/M, de 11 de Outubro.-------------------------------------------------------------------------------------------Há lugar à execução imediata da decisão caso esta não seja impugnada.------O processo administrativo pode ser consultado, dentro das horas normais de expediente, no Departamento de Licenciamento e Inspecção desta Direcção de Serviços, sito na Alameda Dr. Carlos d’Assumpção n.os 335-341, Edifício ‘‘Hot Line” (Centro “Hot Line”), 18.° andar, Macau.----------------------Direcção dos Serviços de Turismo, aos 18 de Agosto de 2021.
A Directora dos Serviços, Maria Helena de Senna Fernandes
A Directora dos Serviços, Maria Helena de Senna Fernandes
A Directora dos Serviços, Maria Helena de Senna Fernandes
quarta-feira 1.9.2021
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RELATÓRIO DE AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RESUMIDAS PARA À GERÊNCIA DA CHINA LIFE INSURANCE (OVERSEAS) COMPANY LIMITED – SUCURSAL DE MACAU (SOCIEDADE POR ACÇÕES DE RESPONSABILIDADE LIMITADA, REGISTADA EM REPÚBLICA POPULAR DA CHINA) Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da China Life Insurance (Overseas) Company Limted – Sucursal de Macau (a «Sucursal») relativas ao ano de 2020, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 27 de Abril de 2021, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo. As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2020, a demonstração de resulta-
dos, a demonstração de rendimento integral, a demonstração de alterações na conta de sede e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas. As demonstrações financeiras resumidas preparadas pela gerência resultam das demonstrações financeiras anuais auditadas a que acima se faz referência. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas. Para a melhor compreensão da posição financeira
da Sucursal e dos resultados das suas operações, no período e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria. BAO King To (Contabilista Habilitado a Exercer a Profissão) Ernst & Young - Auditores Contabilistas Habilitados a Exercer a Profissão Macau, 27 de Abril de 2021
RELATÓRIO DE ACTIVIDADES No ano de 2020, a Sucursal de Macau da China Life Insurance (Overseas) Company Limited (doravante designada por “Sucursal de Macau”) auferiu 11.27 bilhões de patacas em termos de prémios, e o lucro liquído anual foi 940 milhões . O montante total de investimento por parte das sucursais de Macau e Hong Kong no Projecto de Pre-IPO da Lung Ming Co., Ltd (adiante denominada por “Lung Ming Mining”) foi 200 milhões de dólares americanos. Em 2016, a Companhia transferiu o saldo total de investimento da sucursal de Hong Kong na Lung Ming Mining à de Macau, sendo 339 milhões de patacas de quotas e 895 milhões de patacas de empréstimos. Devido à mudança violenta da económica global, a queda significante do preço do minério de ferro bem como o ambiente não satisfatório de investimento do mercado global de capitais, Lung Ming não conseguiu ser listada em bolsas de valor como esperado. Tomando em conta a incerteza da recuperação do investimento no Projecto da Lung Ming Mining e
no princípio da prudência operacional e financeira, as provisões para a depreciação de activos relativamente a este investimento foi feita uma provisão para redução ao valor recuperável de 508 milhões de patacas em 2016. No ano de 2017 a companhia devolveu à sucursal de Hong Kong o saldo de 470 milhões de patacas do Projecto de Pre-IPO da Lung Ming Mining, e o saldo contabilístico passou a ser 398 milhões de patacas. Em 2018, as provisões para a deprecição de activos, relativamente a investimento em acções de Lung Ming Mining, da sucursal de Macau, foram 219 milhões de patacas e o saldo contabilístico passou a ser 178 milhões de patacas. No final de 2019 o saldo contabilístico de Lung Ming Mining foram de 178 milhões de patacas. Em 2020, as provisões para a deprecição de activos, relativamente a investimento em acções de Lung Ming Mining, da sucursal de Macau, foram 178 milhões de patacas até o fim do currente ano o saldo contabilístico passou a ser zero patacas.
Estamos em Macau há 31 anos, com a filosofia cooperativa de “Life Long Promise, Life Long Promise”, conseguindo o activo total de 72.5 bilhões de patacas até aos finais do ano 2020. Foram atribuídas à China Life Insurance (Overseas) Company Limited a avaliação A11 da Solidez Financeira de Seguros pela Moody`s e a avaliação A2 do crédito de Emitente de Moeda Local a Longo Prazo e da Solidez Financeira de Seguradora pela Standard & Poor’s. Nos finais de 2020, a companhia-mãe China Life Insurance (Group) Company ocupa o número 45 das 500 maiores companhias do mundo. No futuro, iremos continuar a envidar todos esforços no sentido de proporcionar aos cidadãos de Macau serviços de boa qualidade de seguros de vida e contribuir para o desenvolvimento e construção de Macau para retribuir o apoio e a confiança dos clientes. 1 até o dia 04 de Janeiro de 2021 2 até o dia 21 de Dezembro de 2020
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ECONOMIA INDÚSTRIA MANUFACTUREIRA ABRANDOU EM AGOSTO
CLIMA JOHN KERRY VISITA CHINA ANTES DE CIMEIRA DA ONU
Chá verde em Tianjin
O
crescimento do índice dos gestores de compras (PMI), referência para a indústria manufactureira da China, desacelerou, em Agosto, para 50,1 pontos, face aos 50,4 registados em Julho, de acordo com dados oficiais divulgados ontem. Quando se encontra acima dos 50 pontos, o PMI sugere uma expansão do sector. Abaixo dessa barreira pressupõe uma contracção da actividade. Embora os dados, revelados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas da China, revelem que o indicador continua positivo, a tendência é de queda, em relação aos pontos registados nos meses anteriores. Entre os cinco subíndices que compõem o PMI da manufactura, o da produção fixou-se nos 50,9 pontos - 0,1 ponto percentual a menos que no mês anterior - e o das novas
encomendas em 49,6, face a 50,9 em Julho, evidenciando o enfraquecimento da procura. O subíndice de emprego situou-se nos 49,6 pontos - igual ao do mês anterior. Nos negócios não manufactureiros, o índice caiu para 47,5 pontos, face a 53,3 pontos em Julho. O estatístico do GNE Zhao Qinghe explicou em comunicado que a “produção e a actividade das empresas chinesas desaceleraram consideravelmente em relação ao mês anterior” devido, em parte, a factores como as enchentes registadas no país asiático ou os surtos de covid-19 que atingiram diferentes regiões do país.
HM • 1ª vez • 1-9-21
1.9.2021 quarta-feira
PUB.
公告 ANÚNCIO 簡易執行裁決案 第 PC1-17-0400-COP-A 號 輕微民事案件法庭 Execução Sumária de Sentença n.º Juízo de Pequenas Causas Cíveis Exequente: BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL DA CHINA (MACAU) S.A., com sede em Macau, na Avenida da Amizade, Nº 555, Macau Landmark, Torre ICBC, 18º andar. Executada: KUAN LAI SEONG, com residência em Macau, 爺美刁斯拿地大 馬路13號寶來大廈第四座3樓H室. * Faz-se saber que nos autos acima indicados são citados os credores desconhecidos da executada para, no prazo de quinze dias, que começa a correr depois de finda a dilação de vinte dias, contada da data da segunda e última publicação do anúncio, reclamarem o pagamento dos seus créditos pelo produto dos bens penhorados sobre que tenham garantia real e que são os seguintes. Bens penhorados Verba n.º 1 Comparticipação pecuniária no desenvolvimento económico para o ano de 2018 Saldo: MOP$9.000,00 (nove mil patacas), que se encontra depositado actualmente no Banco Nacional Ultramarino, S.A., à ordem dos presentes autos. Verba n.º 2 Comparticipação pecuniária no desenvolvimento económico para o ano de 2019 Saldo: MOP$10.000,00 (Dez Mil Patacas), que se encontra depositado actualmente no Banco Nacional Ultramarino, S.A., à ordem dos presentes autos. Verba n.º 3 Comparticipação pecuniária no desenvolvimento económico para o ano de 2020 Saldo: MOP$10.000,00 (Dez Mil Patacas), que se encontra depositado actualmente no Banco Nacional Ultramarino, S.A., à ordem dos presentes autos. Verba n.º 4 Comparticipação pecuniária no desenvolvimento económico para o ano de 2021 Saldo: MOP$10.000,00 (Dez Mil Patacas), que se encontra depositado actualmente no Banco Nacional Ultramarino, S.A., à ordem dos presentes autos. RAEM, 26 de Julho de 2021.
O enviado especial dos Estados Unidos para as mudanças climáticas, John Kerry, visita a China, esta semana, visando a preparação da cimeira sobre a emergência climática da ONU, que ocorre no final de Outubro
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M comunicado, o Departamento de Estado dos Estados Unidos indicou que, entre 31 de Agosto e 3 de Setembro, Kerry vai realizar várias reuniões no Japão, primeiro, e depois na China, com “parceiros internacionais, sobre os esforços para abordar a crise climática”. A viagem “sustenta os esforços multilaterais dos EUA para aumentar as metas, antes da 26.ª Conferência das Partes (COP26) da Convenção - Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, que se realiza entre 31 de Outubro e 12 de Novembro, em Glasgow, no Reino Unido”. Depois de uma breve passagem pelo Japão, Kerry vai viajar para a cidade de Tianjin, no nordeste da China, onde “continuará a abordar os principais aspectos da crise climática”, apontou o comunicado. Trata-se da segunda viagem de Kerry à China este ano, após ter estado em Xangai, em Abril, com uma agenda focada no mesmo tópico, naquela que foi então a primeira visita de um alto funcio-
Trata-se da segunda viagem de Kerry à China este ano, após ter estado em Xangai, em Abril, com uma agenda focada no mesmo tópico, naquela que foi então a primeira visita de um alto funcionário dos EUA à China, em 20 meses
nário dos EUA à China, em 20 meses.
Uma outra capital
Tianjin tornou-se uma das cidades preferidas do executivo chinês para receber dignitários estrangeiros, devido à sua proximidade
com Pequim e em linha com os esforços de prevenção contra a covid-19. Em Tianjin, as autoridades chinesas também receberam, entre outras delegações, a subsecretária de Estado dos EUA Wendy Sherman e o líder dos
Talibã, no mês passado. A visita de Kerry também está em linha com a retoma dos contactos entre Pequim e Washington, cujas relações foram abaladas durante a administração do antigo presidente Donald Trump (2017-2021).
TECNOLOGIA XI PROMETE REDOBRAR ESCRUTÍNIO SOBRE EMPRESAS
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Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou ontem que a actual campanha regulatória para “prevenir a expansão irracional do capital” e “enfrentar o crescimento selvagem” do sector tecnológico “já está a dar frutos” e prometeu redobrar o escrutínio. “A implementação de todas estas regulações antimonopólio é absolutamente necessária para melhorar a economia de mercado socialista e promover a prosperidade comum”, afirmou Xi, na segunda-feira, durante uma
reunião do Comité Central do Partido Comunista da China. Xi sublinhou que o partido deve “orientar e supervisionar as empresas” e implementar “regulamentos eficazes e normas precisas”, com o objectivo de “servir os interesses gerais do desenvolvimento económico”. Nos últimos meses, o país asiático lançou uma ampla campanha regulatória contra as grandes empresas de tecnologia do país. O gigante do comércio electrónico Alibaba foi multado
num valor equivalente a 2.380 milhões de euros, a maior multa antimonopólio de sempre na China. A campanha afectou empresas dos sectores dos transportes, educação, jogos em rede e tecnológicas financeiras. As autoridades investigaram empresas como a Meituan e o Didi por supostos riscos para a segurança dos dados dos utilizadores e bloquearam planos da tecnológica Tencent de fundir as plataformas de jogos Huya e Douyu, para “evitar uma situação de monopólio”.
Estas medidas visam “proteger melhor os direitos e interesses dos consumidores” e promover um sistema com “concorrência ordenada” para, em última instância, “alcançar um desenvolvimento de alta qualidade que atenda ao interesse geral”. Durante anos, o sector tecnológico floresceu na China graças ao grande mercado do país, mas também devido à escassez de regulamentos, ou da sua aplicação.
quarta-feira 1.9.2021
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diário de um editor
JOÃO PAULO COTRIM
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HORTA SECA, LISBOA, QUARTA, 11 AGOSTO Vai alto o Verão e depositámos em lugar de Raúl Brandão o catálogo correspondente à terceira Bienal de Ilustração de Guimarães, com os escolhidos e premiados, além do mais, belo texto de Luís Miguel Cintra dedicado ao discretíssimo trabalho de Cristina Reis, além de rico conjunto de ensaios, resultantes de conferências. (Sim, entregámos um exacto mês antes do evento). Isto logo depois da edição dos «Ilustradores Portugueses na Biblioteca de Viana do Castelo (2014-2021)», selecção e organização do Tiago Manuel de quinze autores contemporâneos, aqui com antologias mínimas e ensaios de enquadramento. Dois sinais da vitalidade de uma disciplina que ainda procura influenciar os modos como vai sendo vista e arrumada. Temos por onde nos alegrar com o hábito feito de festivais e exposições e cursos e outros esmeros e brios. Além do que a prática da ilustração, mais política e radical, mais reflexiva e poética, de projecto e encomenda, pulsa e relumbra. Assombra. Oculta-se, em tais incumbências, um labor editorial não desprezável e pouco notado. Assim deve ser, aliás. Há mais lugares além do palco, da montra, das primeiras páginas, dos tops de plataformas. A compilação dos elementos díspares que vão compondo o livro, cada escolha em debate com os fazedores de formas, inventores de papel, com os faróis de minudências, enfim, a ordem que resulta da massa informe assenta no gesto criador do editor. Um gesto para sempre inacabado, imperfeito, em movimento. Raros são os encomendadores que entendem as subtilezas e complexidades, as variáveis e o peso das circunstâncias. Pouco mais importa que um prazo. O livro pode até ser produto, mas contém uma transcendência que merece respeito. Aceitemos com bonomia a ignorância. E quem sabe um dia oferecer a bondade de uma explicação. A capa BIG (algures na página), assinada pelo João [Silva], da DDLX, a partir de desenho do André [Letria], serve de oportuna ilustração desse movimento entre verdejantes selvajarias. HORTA SECA, LISBOA, QUARTA, 25 AGOSTO Fui puto de Legos. Poucos, que a vida de então não dava para mais. Meia dúzia de peças davam
Prova de vida me pôr na Lua, abrir velocidades, disparar sobre o Mal, erguer alturas desmedidas, construir castelos e absurdos. Tenho no céu da boca a recordação da aterragem dos primeiros paralelepípedos de pinos e encaixes na minha mão. Agora, não passa um dia em que uma peça, já não de plástico, não me aparece a ferir o pé descalço. Isto e aquilo, mais isto que aquilo, atitudes, um gesto, brutal esquecimento, humilhações, um incumprimento, um mau trabalho, friezas, avisos, pressões, desilusões, a notícia de que afinal. Para que não me esqueça: em certas vidas, as peças teimam
em não encaixar. Como se não pertencessem. EDUARDO VII, LISBOA, QUINTA, 26 AGOSTO Ei-la que chega, impante, a Feira do Livro. Muito por culpa do comunicado da APEL, que nos atribui estatuto de novedio, o Público (https://www.publico. pt/2021/08/26/culturaipsilon/ noticia/feira-prova-vidaeditoras-1975265) abre a sua peça connosco e dá azo a um sem número de mensagens, sinceras e fingidas e mais um leque de matizes onde se exercita o humano. Que importância ganham estes detalhes, o de ser a primeira
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vez que erguemos barraca a solo em evento que nos desgosta e de um jornal apontar lanternas a isso? Pouca. As autoridades alegram-se com a dimensão, atiram números, muitos números, sempre a somar, enchendo bocas e cabeças com o cultural, mas é de comércio que se trata. Vem daí mal ao mundo, que se venda livros? Nem por isso, mas quando toda a estratégia assenta no preço, nos descontos, nos saldos, nos livros do dia, na Hora H, esse convite à especulação, e outras invenções do demónio, acabamos por deixar claro que o interesse não será exactamente a promoção da leitura. Atraímos passeantes, muitos, muitos, com pipocas e hamburguesas e saladas saudáveis e cerveja artesanal em versão bem-pensante de feira popular. Onde se assinala aqui o movimento emergente das novíssimas pequenas ou nem tanto editoras, nadas e criadas por estes dias de fim do mundo? Por que raio continuam a chamar espaço dos pequenos editores a uma tenda de saldos? Pormenores, de novo, ainda que simbólicos. E nem nos devíamos queixar, pois somos associado silencioso e nada participante, mas não deixamos de reflectir. Enfim, entrámos aos 10 anos de idade, no comunicado e na Feira, graças à crise que baixou a níveis razoáveis o alugar do pavilhão que forrámos com títulos desafiantes. Diz o fraque e a cartola, façamos montra, cais de vidro, ponto de encontro, partidas e chegadas sem horários, livros-mala-deviagem, livros-abrigo, livrosnavio. Soubera eu como, filmava cada reacção: ao acontecer dos volumes por junto, tantos e tão poucos, as colecções que só se adivinhavam, a riqueza das capas, as que parecem tão antigas quanto as vanguardas, dos ziguezagues e piscadelas de olho ao leitor, sem o estupidificar, convites a entrar no jogo, com «buracos», sem capa, sem letra alguma a não ser na lombada, cores e formatos, volumes irmanados por folha, imagens de um lado e do outro poemas, os que se desdobram, recolhidos em caixa. Leitores das muitas identidades, é entrar, entrar, que temos ainda temas ocultos na voragem, o agreste e o difícil, o melancólico e o resto, imenso e movediço. Uma década a dizer nas entrelinhas: bons títulos – assim diz o cartão instagramático. Não está acontecendo, mas esta celebração desejava-se menos prova de vida, mais atirada para o renascer do que o soprar das cinzas, mais árvore e, portanto, vergôntea. Quem sabe, se com as chuvas.
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CINETEATRO RETURNAL | HOUSEMARQUE | 2021
Lançado em Abril deste ano apenas para PlayStation 5, Returnal é um third-person shooter de ficção científica em que a acção decorre no espaço. O jogador assume Selene Vassos, uma explorada espacial que fica presa num ciclo de repetição do tempo, durante uma das missões. Returnal é assim um jogo de andar aos tiros, por vezes muito difícil, devido ao sistema de gravação do progresso, mas com armas muito interessantes e bem conseguidas. João Santos Filipe
YUAN
Um filme de: Shawn Levy Com: Ryan Reynolds 14.30, 19.15, 21.30
THE CROCODILE THAT LIVED FOR 100 DAYS [A] FALADO EM CANTONÊS Um filme de: Shinichiro Ueda, Miyuki Fukuda 16.45, 18.00 SALA 2
PAW PATROL: THE MOVIE [A]
FALADO EM CANTONÊS Um filme de: Carls Brunker 14.30, 16.30
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LEGENDADO EM CHINÊS E INGLÊS Um filme de: Benny Chan Com: Donnie Yen, Nicholas Tse, Qin Lan 19.15, 21.30 SALA 3
CRAYON SHINCHAN: SCHOOL MYSTERY! THE SPLENDID TENKASU ACADEMY [B] FALADO EM CANTONÊS Um filme de: Wataru Takahashi 14.30, 19.30
ZERO TO HERO [B]
FALADO EM CANTONÊS LEGENDADO EM CHINÊS Um filme de: Jimmy Wan Com: Sandra Ng, Louis Cheung, Leung Chung Hang, Fung Ho Yeung 16.30, 21.30
7 4 3 5 1 9 0 1 5 4 7 8 9 8 4 6 2 3 3 9 8 7 6 0 FREE GUY 2 5 6 8 9 4 1 6 9 2 0 5 Propriedade 8 0 7Fábrica 1 de3Notícias, 2 Lda Director Carlos Morais José Editores João Luz; José C. Mendes Redacção Andreia Sofia Silva; João Santos Filipe; Pedro Arede, Nunu Wu Colaboradores Anabela Canas; António Cabrita; António de Castro Caeiro; Ana Jacinto Nunes; Amélia Vieira; Duarte Drumond Braga; Emanuel Cameira; Gonçalo 4 7M.Tavares; 2 0 Gonçalo 8 1Waddington; Inês Oliveira; João Paulo Cotrim; José Simões Morais; Luis Carmelo; Nuno Miguel Guedes; Paulo José Miranda; Paulo Maia e Carmo; Rosa Coutinho Cabral; Rui Cascais; Sérgio Fonseca; Teresa Sobral; Valério Romão Colunistas André Namora; David Chan; João Romão; Olavo 6 3 Paul 0 Chan 9 Wai 5 Chi; 7 Paula Bicho; Tânia dos Santos Grafismo Paulo Borges, Rómulo Santos Agências Lusa; Xinhua Fotografia Hoje Macau; Lusa; GCS; Rasquinho; Xinhua Secretária de redacção e Publicidade Madalena da Silva (publicidade@hojemacau.com.mo) Assistente de marketing Vincent Vong Impressão Tipografia 5 2Morada 1 Pátio 3 da4Sé, 6n.º22, Edf. Tak Fok, R/C-B, Macau; Telefone 28752401 Fax 28752405; e-mail info@hojemacau.com.mo; Sítio www.hojemacau.com.mo Welfare
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0 6 1 7 5 9 8 2 3 4 7 6 0 5 2 3 8
Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau, e o Aviso n.º 3/2021/CPC, relativo às Normas Técnicas Sucintas de Auditoria e às 6Instruções 9 5 1 3 7 Técnicas 4 para Aplicação das Normas Técnicas Sucintas 0 Auditoria, 7 4 se2 encontram 8 1 5disponíveis de na 5secção 3 referente 8 9 às0notícias 2 6recentes da Comissão Profissional dos 4 0 6 3 1 8 Contabilistas, 9 no sítio da internet da Direcção dos Ser2 1de Finanças 7 8 (www.dsf.gov.mo/cpc), 9 6 3 viços local 6 onde 8 5poderão 7 ser 4 consultados 0 2 e descarregados. Para quaisquer informações, 3 9 2 4 7 5 1 queira contactar a mencionada Comissão, 1 4os números 3 0 de6 telefone 9 78599 5343 através ou 8599 5344, durante o horário 8 2 9 1 5 4 0normal de expediente.
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25 de Agosto de 2021 O Presidente da Comissão Profissional dos Contabilistas Iong Kong Leong
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opinião 15
Liu Xianfa*
RASTREAMENTO DAS ORIGENS DO VÍRUS COVID-19 NOS EUA PELA COMUNIDADE DE INTELIGÊNCIA NOCIVA NO DIA 26 de Maio do ano corrente, o Presidente dos EUA, Joe Biden, tratando a China como meta, ordenou à comunidade de inteligência que concluísse um relatório de rastreamento das origens do vírus COVID-19 em 90 dias. Em 27 de Agosto, o Gabinete do Director de Inteligência Nacional dos EUA divulgou um chamado resumo do relatório de avaliação das origens do vírus, que não são plausíveis nem a exposição natural nem um incidente associado a um laboratório, caluniando erroneamente que a China “continua a atrapalhar a investigação global, resiste em compartilhar informações e culpar outros países” sobre as origens do vírus COVID-19. Entretanto, a Casa Branca, tentando trabalhar com parceiros com ideias semelhantes para pressionar a China, publicou no mesmo dia uma declaração, difamando a China que atrapalhasse a investigação global de rastreamento do vírus e rejeitasse os pedidos de transparência. Vemo-nos que, tanto o resumo do relatório quanto a declaração, recheados com os familiares “sabores americanos” de hegemonia, bullying e arrogância, são demasiado maliciosos e prejudiciais. Em primeiro lugar, o rastreamento da COVID-19 pela comunidade de inteligência dos EUA estabelece um péssimo precedente de politização do rastreamento do vírus. O rastreamento da COVID-19 é uma questão complexa da ciência, que deve e só pode ser realizado por cientistas de todo o mundo por meio cooperativo de pesquisas. O Presidente Biden exigiu que as conclusões chegadas dentro 90 dias, que é uma manipulação política anticientífica, que coloca a arrogância dos políticos acima das leis científicas. No entanto, O governo dos EUA, fora de sua agenda política, bem como da lógica política tradicional de seletividade,substitue o rastreamento científico pelo “rastreamento de inteligência” numa tentativa de enganar o mundo, contando com sua hegemonia para “tornar as falsificações em realidade” e negligenciando o consenso comum de “exposição natural” de comunidade científica internacional e à conclusão alcançada de que “vazamento de laboratório é extremamente improvável” pelo rastreamento científico. Se a comunidade internacional não se opusesse resolutamente a isso, os EUA provavelmente seriam mais inescrupulosos e irresponsáveis ao condenar outros países, e o mundo estaria, portanto, em caos sem fim. Em segundo lugar, o rastreamento da COVID-19 pela comunidade de inteligência dos EUA tem estado a desviar à direcção do rastreamento do vírus. Tanto a
Tal como disse o Presidente chinês Xi Jinping, “os grandes países devem comportar-se de forma condizente com o seu estatuto e com maior sentido de responsabilidade”
China como outros países, são vítimas da pandemia e todos nós esperamos que possamos descobrir a origem do vírus e interromper sua transmissão o mais cedo possível. A China sempre apoia o rastreamento do vírus com base científica. No início deste ano, especialistas da OMS deslocaram-se oficialmente à China para pesquisa do rastreamento do vírus, que faz parte do seu
esforço global de rastreamento. A China defende os princípios de abertura, transparência, ciência e cooperação, apoia totalmente o trabalho dos especialistas, dando um exemplo bom para o mundo. Enquanto os EUA, com o propósito de fatigar, chantagear e conter a China, seguem o caminho errado de recorrer à comunidade de inteligência para conclusões de rastreamento, ignorando as conclusões autorizadas no relatório conjunto da equipe de estudo OMS-China, negligenciando o forte apelo da comunidade internacional de interromper a politização de rastreamento, ficando silencioso o facto de que os casos da COVID-19 surgem em vários lugares do mundo e algumas evidências indicam os EUA como a origem do vírus. O comportamento desprezível dos EUA mina a atmosfera objectiva e justa, prejudicando a base de cooperação internacional de rastreamento. Se não se eliminasse o vírus político, o rastreamento do vírus com base científica não teria avançados. Em terceiro lugar, o rastreamento da COVID-19 pela comunidade de inteligência dos EUA tem estado a envenenar a atmosfera para a cooperação internacional no combate à COVID-19. De acordo com as estatísticas da OMS, a pandemia continua a espalhar-se pelo mundo, causando mais de 200 milhões de casos confirmados e 4,5 milhões de mortes. Nos EUA, a situação de pandemia também está recentemente a
piorar. A comunidade internacional precisa de dar as mãos no sentido de combater conjuntamente ao vírus mais do que nunca. Mas os EUA, fechando os olhos para a tragédia causada pela pandemia, obcecam-se ainda pela manipulação política do rastreamento do vírus, intimidam a OMS, silenciam especialistas e acadêmicos e criam um “efeito arrepiante”, prejudicando seriamente a cooperação internacional na luta contra a pandemia. Os malfeitos dos EUA são fortemente opostos pela comunidade internacional. Comparada com a prática perversa dos EUA, a China, agindo sob a visão de uma comunidade global de saúde comum, tem estado a promover vigorosamente a cooperação internacional no combate ao vírus e, desde agora, já doou vacinas a mais de 100 países e as exportou para mais de 60. O volmue total já atingiu a mais de 770 milhões de doses, sendo a primeira do mundo. Na primeira reunião do Fórum Internacional de Cooperação para Vacina contra a Covid-19, o Presidente chinês Xi Jinping prometeu que a China fornecerá 2 bilhões de doses de vacinas para o mundo ao longo deste ano e oferecerá 100 milhões dólares americanos à COVAX, fazendo uma contribuição substancial e criando uma atmosfera boa para lutar contra a COVID-19, ganhando elogios amplos em todo o mundo. Tal como disse o Presidente chinês Xi Jinping, “os grandes países devem comportar-se de forma condizente com o seu estatuto e com maior sentido de responsabilidade”. No entanto, os EUA, após a eclosão da pandemia, falharam em sua responsabilidade doméstica de proteger a vida e a saúde do seu povo, nem sua responsabilidade internacional condizente com seu estatuto. Exortamos mais uma vez que a parte dos EUA pare imediatamente as intenções de envenenar a atmosfera para a cooperação internacional de rastreamento da COVID-19 bem como enfraqueça a solidariedade global contra a pandemia, e retorne ao caminho correcto de rastreamento com base científica e da cooperação internacional contra a pandemia.
*Comissário do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China na RAEM
“A virtude, tal como os corvos, aninha-se nas ruínas.” PALAVRA DO DIA
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Anatole France
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A última tarde na esplanada Ontem foi o derradeiro dia do Caravela, um marco da comunidade portuguesa
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O dia 29 de Junho de 1995, com a transferência de soberania no horizonte e numa Macau bem mais turbulenta em comparação com os dias de hoje, abria a Pastelaria Caravela, no Pátio do Comandante Mata e Oliveira, bem no coração de Macau. Ontem, mais de um quarto de século depois, o espaço que se tornou num local de culto para as comunidades portuguesa e macaense abriu pela última vez. Segundo apurou o HM, a renda elevada, um trespasse fracassado e crise a que a pandemia votou Macau estiveram na origem do naufrágio. Nem a boia de salvação atirada pelo Governo, na forma de apoios às Pequenas e Médias Empresas, chegou para manter o Caravela à tona. O último dia decorreu com a languidez e calmaria que viria a ditar o encerramento. Sentado na esplanada, o advogado António Lobo Vilela, em Macau há 25 anos, é apanhado de surpresa pelo encerramento da Pastelaria Caravela. “A sério, vai fechar? Não fazia ideia”, comenta surpreendido. “É passagem obrigatória, faz parte do percurso normal de um português em Macau”, comenta o cliente que todos os dias não dispensa uma bica. A partir de agora, António Lobo Vilela não tem dúvidas de que a comunidade portuguesa ficará órfã do local no centro da cidade. Mas, sem dramas, antevê que a adaptação será rápida. “As pessoas vão lembrar-se do Caravela, mas haverá outro poiso”, projecta o jurista. Amélia António, presidente da Casa de Portugal em Macau, encara o fim do Caravela com emotividade. “Impressiona-me ver fechar este café, faz-me confusão. Tenho pena de ver fechar estes espaços, porque fazem parte da história da cidade e da sua diferença. Cada espaço destes que
desaparece é um bocadinho da história e da identidade de Macau que se vai apagando”, reflecte Amélia António.
Cenas de filme e teatro
Em mais de 26 anos, o Caravela coleccionou histórias, dramas, celebrações e tudo o que se possa imaginar num lugar habitado por pessoas em transição. No Pátio do Comandante Mata e Oliveira nasceram histórias dos Dóci Papiaçam di Macau, “em ambiente de plena cavaqueira”. Miguel de Senna Fernandes recorda “as belas tardes que ali se passaram” e garante que irá guardar boas memórias do Caravela. “Tenho muita pena que feche, porque as pessoas reuniam-se ali, conversavam, era um espaço de cavaqueira. Em Macau, são fundamentais espaços deste género, onde não é apenas a cusquice, mas sobretudo o convívio que marcam. As comunidades precisam sempre de espaços de referência onde possam conviver, e o Caravela era um desses espaços”, comenta o advogado e director do grupo de teatro que mantem vivo o patuá. Face aos factos consumados do encerramento, Miguel de Senna Fernandes
“Impressiona-me ver fechar este café, faz-me confusão. Tenho pena de ver fechar estes espaços, porque fazem parte da história da cidade e da sua diferença. É um bocadinho da história e da identidade de Macau que se apaga.” AMÉLIA ANTÓNIO PRESIDENTE DA CASA DE PORTUGAL EM MACAU
remata que “é mais um espaço que se perde, mais um que diz muito respeito às comunidades portuguesa e macaense”. Porém, nem sempre de felizes cenas se fez o espaço. Albano Martins, que foi contabilista da sociedade que fundou o Caravela, com Francisco Cordeiro, Francisco Gonçalves e Adriano das Neves ao leme, recorda como um dia ficou cravada uma bala na coluna de entrada da pastelaria. Um guarda prisional acabaria por perder a vida no Caravela, na sequência do tiroteio. Albano Martins estava em Pequim, quando foi informado do pânico que se instalara no pátio, em especial entre os empregados da pastelaria. O economista lembra, inclusive, que o Caravela era bastante frequentado por agentes da Polícia Judiciária durante a violenta época de guerra de seitas, facto que terá mesmo afectado o negócio porque alguma clientela receava ser apanhada por uma bala perdida de um ajuste de contas que não eram as suas. Na larga maioria dos dias dos primeiros anos do Caravela, o maior rebuliço era comercial, chávenas a tilintar e a máquina registadora a facturar, numa época em que “só o dinheiro das bicas dava para pagar todos os custos”, lembra o economista. Cenário que contrasta com a tarde de ontem. Com a esplanada a meio gás, conversas cruzadas entre bicas, super bocks e tostas mistas. Como quem não quer a coisa, o assunto do fim passa ao de leve entre a freguesia, cristalizado na frase uma cliente que exclama “acabou-se a esplanada!”. Com a chegada das 18h, a clientela habitual chega para beber um último copo, o da inadvertida despedida a um lugar que ficará para sempre ligado a tempos de mudança, a chegadas e partidas. Esta é só mais uma. João Luz com Andreia Sofia Silva
Associação Industrial e Comercial da Zona Norte de Macau considera que deve ser aberto um Centro Comercial no novo Posto Fronteiriço de Qingmao, que começa a funcionar a 8 de Setembro. Em declarações ao jornal Ou Mun, o presidente da associação, Wong Kin Chong, afirmou que a nova infraestrutura traz oportunidades comerciais “quase sem limites” que têm de ser aproveitadas. Segundo a associação, a nova fronteira vai acelerar a integração de Macau no projecto da Grande Baía.Além disso, há a possibilidade de atrair mais turistas e oportunidades de negócio, através da ligação com a linha férrea do Interior. No entanto, Wong considera que a vertente comercial, especialmente do lado de Macau, está a ser negligenciada, que é possível fazer mais para promover a economia e arranjar empregos. Para a Associação Industrial e Comercial da Zona Norte de Macau a fronteira pode finalmente concluir o
objectivo da Ilha Verde de desenvolver um comércio mais vibrante, a funcionar durante 24 horas por dia. Wong defende que os terrenos adjacentes sejam utilizados para construir áreas comerciais que complementem o espaço de convenções entre Macau e Cantão que o Governo planeia para a fronteira. O dirigente associativo entende que devem ser criadas linhas de autocarro e parques de estacionamento para servir o posto. Porém, lamentou que o mesmo não tenha acontecido na vertente comercial, que espera ver desenvolvida agora. Ao mesmo tempo, o presidente da associação vincou ainda que as zonas comerciais devem ser criadas a pensar nas Pequenas e Médias Empresas de Macau, e não tanto nas grandes superfícies. Segundo as explicações, a aposta nas PME vai incentivar não só o comércio local, mas criar oportunidades para os empresários jovens de Macau que enfrentam dificuldades para entrar no mercado. J. S. F.
FM Centro Unesco reabriu ontem
O Centro UNESCO da Fundação Macau reabriu ontem com a ressalva de que vai cumprir “rigorosamente” as orientações de prevenção e combate à pandemia emitidas pelos Serviços de Saúde e pela Direcção dos Serviços de Administração e Função Pública. Para entrar é necessário usar máscara, medir temperatura corporal e apresentar declaração de saúde. No comunicado emitido ontem, a Fundação Macau comprometeu-se ainda a “acompanhar a evolução pandémica, adoptando, atempadamente, as medidas mais adequadas”.