Apresentação
URBANISMO I Grupo II
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Ana Carolina Hasmann
Jessica Rangel Júlia Pattriota
Karina Fança
Este do
trabalho trecho
tem
02
como dos
Foram obeservados: conectividade, permeabilidade,
objetivo
arredores
analisar do
Poço
as da
identidade, proporcionalidade,
multimodalidade,
colaboração,
características Panela
urbanas
(imagem
1).
diversidade, identidade,
acessibilidade,
caminhabilidade,
iluminação e vegetação do local, com seu respectivo diagnóstico,
expressados em mapas e gráficos que ajudam na compreensão da situação local O estudo foi realizado seguindo os princípios do Espaço Urbano Cidadão pelas alunas Ana Carolina Hasmann, Jessica Rangel, Júlia Patriota e Karina França para a diciplina
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de Urbanismo I (2020.1).
Imagem 1; Fonte: Google Maps
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SUMÁRIO 1 2
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Leitura Urbana Local 4.1 Por Uma Cidade Preservada e Produtiva 4.1.1 Identidade 4.1.2 Proporcionalidade 4.1.3 Diversidade 4.1.4 Densidade 4.2 Por Uma Cidade Integrada e Inclusiva 4.2.1 Conectividade 4.2.2 Multimodalidade 4.2.3 Acessibilidade 4.2.4 Colaboração
Introdução
4.3 Por Uma Cidade Humanizada, Segura e Confortavel 4.3.1 Caminhabilidade 4.3.2 Permeabilidade 4.3.3 Iluminação 4.3.4 Vegetação
Conceituação 2.1 Espaço Urbano Cidadão 2.2 Rua Cidadã 2.3 Cidade Para Pessoas
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Leitura Integrada
6
Estratégias de Desenho Urbano
Caracterização da Área de Estudo 3.1 Aspectos Históricos 3.2 Aspectos Legislativos
1. INTRODUÇÃO
1
Introdução Este trabalho tem como objetivo a análise urbanística do bairro Poço da panela, mais especificamente as duas quadras que ficam no trecho da Avenida Dezessete de agosto entre a rua Marquês de Tamandaré e a Avenida Doutor Seixas (imagem 2).
Imagem 2: Ilustração feita pelo grupo
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Para saber a qualidade do espaço, a equipe coletou informações sobre a área que são divididas em vários aspectos como a identidade, proporcionalidade, diversidade, densidade, conectividade, multimodalidade, acessibilidade, colaboração, caminhabilidade, permeabilidade, iluminação e vegetação. Além de analisar os aspectos históricos e
primeiro a introdução, seguido da conceituação dos termos ‘Cidade para pessoas’, ‘espaço urbano cidadão’ e ‘rua cidadã’, o próximo capítulo, e o mais extenso do trabalho, aborda a leitura urbana do local, atentando a cada aspecto falado no parágrafo anterior, na sequência tem-se a leitura integrada e as referências usadas para compor essa pesquisa. POR UM ESPAÇO URBANO SUSTENTAVÉL PRESERVADO PRODUTIVO
HUMANIZADO SEGURO CONFORTÁVEL
“vi
el” iav “V
ECONÔMICO
ARQ. URB.
av el ”
AMBIENTAL
RUA CIDADÃ ESPAÇO URBANO CIDADÃO
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3
3
SOCIAL
INTEGRADO INCLUSIVO
Imagem 3: Ilustração feita pelo grupo
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Depois de reunir todas as informações, este estudo foi separado em seis capítulos, sendo o
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legislativos do bairro como um todo (Imagem 3).
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2
2.0 CONCEITUALIZAÇÃO TEMÁTICA 2.1 Espaço Urbano Cidadão 2.2 Rua Cidadã 2.3 Cidade Para Pessoas
Espaço Urbano Cidadão
O espaço urbano cidadão é aquele que coloca como prioridade as pessoas. Um local que não é apenas utilitário, ou nem mesmo utilitário, mas para o proveito dos que por la habitam. Sua sempre
função vai
pode ser
ser confortável
de
lazer para
ou caminhar
passagem, e
mas
permanecer.
É um espaço ideal, iluminado, acessivel, arejado, seguro e confortável, de forma que seja também convidativo e agradável tanto para aqueles que querem passar quanto para os que querem apenas passear (Imagem 4).
Imagem 4: Adobe Stock
Rua Cidadã
A vegetação também é uma grande aliada para movimentar as ruas e promover conforto ao amenizar temperaturas, que apesar de sua importância, ainda é tratada com desleixo; Um exemplo é o trecho da Avenida Boa Vista que vai da Rua da Aurora até a Rua Sete
Pode-se definir o conceito de rua como um espaço urbano que possibilita o deslocamento
de Setembro, onde, antes das reformas, não era visto nenhuma vegetação e, perto do
de veículos, pessoas e permite o acesso aos pontos da cidade.
meio-dia, se tornava muito quente e abafado, prejudicando a permanência.
O que diferencia da caracterização da rua cidadã das outras é que a mesma promove a
Para tornar os espaços públicos mais agradáveis, deve-se pensar também no mobiliário,
ideia de que o espaço bem planejado pode trazer diversos benefícios para os usuários
que inclui postes de luz, sinalização, cestas de lixo, bancos e etc. No nosso cenário
e serviços do local, sendo o espaço público pensado antes do espaço privado.
atual, seu uso é apenas pensado para os veículos e negligencia o pedestre, como
A rua são as veias que permitem circular vida na cidade, que para acontecer é essencial
vemos nas ruas do Recife, onde os postes de luz tem luminárias altas posicionadas
que haja movimentação e permanência, e para isso, os usuários precisam se sentir à
apenas para a passagem de automóveis, não iluminando as calçadas.
vontade ao usufrui-los.
Por último, temos a Interface, que modifica a estética da rua e ajuda a defini-la como
Ruas movimentadas são ruas seguras e para incentivar seu uso deve-se pensar nos
um espaço mais seguro ou intimidador. Interfaces de edificações que têm muros altos
elementos que constituem o conceito de uma rua cidadã.
desestimulam as pessoas a caminharem pela calçada, além de quebrar a relação das
A mobilidade, por exemplo, não trata apenas do veículo mas também do ciclista e
pessoas no interno com o externo. Como abordado no livro ‘Cidade para pessoas’ de
do pedestre. Para isso é essencial a divisão do espaço para os usos, priorizando os
Jan Gehl, uma interface mais aberta permite uma maior interação entre o espaço privado
transportes públicos (com faixas exclusivas) e os pedestres e ciclistas (Imagem 5).
e o público, além de que essa interação permite uma vigilância da rua.
Imagem 5: https://www.atriumcursos.com/post/o-que-o-conceito-de-ruas-completas-pode-acrescentar-ao-planejamento-urbano
Cidade Para Pessoas Cidade para pessoas são cidades planejadas pensando na dimensão humana, seus sentidos e mobilidades, poucas são as cidades que tem tal planejamento (Imagem 6,7), principalmente depois do Modernismo, quando a escala humana foi esquecida e os veículos foram colocados como protagonistas das ruas, além dos espaços privados que foram construídos como algo separado do espaço público, um exemplo bem conhecido é Brasília, onde a escala humana é desvalorizada. Como esse cenário, o movimento nas ruas diminuiu significantemente o que as tornou mais perigosas e menos atrativas para caminhadas. Isso poderia se reverter facilmente pois os custos de incluir o pedestre são muito baixos e a resposta é bem positiva.
Imagem 7: Adobe Stock
A cidade para pessoas deve ser viva, segura, sustentável e saudável, para alcançar esses quatro pontos a cidade precisa ter planejamento e práticas urbanas e arquitetos e urbanistas devem reforçar o espaço do pedestre dentro das cidades. Planos diretores são feitos com intuito de alcançar esses quatro pontos dentro de uma cidade e a cada dez anos são refeitos para atender as novas necessidades, levando em conta que cada cidade tem a sua pois cada uma apresenta uma carência diferente, um exemplo de lei dentro do plano diretor do Recife é a lei dos dozes bairros e se aplica a dozes bairros na zona norte do Recife que tem a intenção de integrar o espaço privado com o público e limitar os andares dos edifícios, pois um ponto bem observado é que quanto mais alto uma edificação menor o contato das pessoas dentro da construção têm com as pessoas nas ruas, esse foi um quesito levantado por Jane Jacobs em ‘Morte e vida das grandes cidade’, pessoas em andares mais próximos das ruas observam mais e dessa maneira se tornam vigiam, tornando a rua um lugar mais observado e seguro.
Imagem 6: Adobe Stock
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Aspectos Históricos O Poço da Panela é um bairro tradicional do Recife, com casarões históricos e calçamento de pedra original, é residido pela classe média e a circulação de pessoas e carros é baixo (o bairro é composto por residências e pequenos comércios). A vinda de famílias ricas no passado seu deu por um surto de cólera no estado de Pernambuco, muitos se refugiaram em suas casas de veraneio perto do rio Capibaribe, dado naquela época por
3 CARACTERIZAÇÃO GERAL DA ÁREA
ter águas medicinais.
3.1 Aspectos Históricos
O nome do bairro se deu quando houve um desabastecimento de água há 200 anos
3.2 Aspectos Legislativos
naquela área e como o rio não era uma opção viável (uma vez que as pessoas tomavam banho nas suas águas por ter propriedades medicinais), a população da área estava em desespero quando foi descoberto um olho d’água perto da igreja, onde fizeram uma estrutura para segurar as paredes do poço, cujo a forma lembrava uma bacia, então não só o poço como aa vizinhança inteira recebeu o nome de Poço da Panela.
O bairro tem um grande valor histórico para Recife, pelos inúmeros fatos que aconteceram lá. A história mais conhecida do bairro foi vivida pelo casal abolicionista José Mariano e Olegária Mariano que usou sua casa para o encontro do Clube do Cupim (grupo que ajudava alforriar, proteger e assistir escravos) e como ponte para levar escravos refugiados para barcaças no rio Capibaribe para o estado do Ceará (na época, o estado já tinha abolido a escravidão). Outra história bem conhecida foi protagonizada por Henry Koster, filho de ingleses, que registrou a mais antiga execução de piano em Pernambuco. O viajante francês Louis François de Tollenare escreveu em seu diário sobre o Poço: “é raro encontrar margens mais risonhas do que as do Capibaribe, quando se sobe em canoas até o povoado do poço da Panela”. Ainda hoje, o bairro deixa sua marca na história da cidade, recentemente (fevereiro de 2019) o Poço da Panela foi o responsável pelo primeiro transplante urbano da cidade do Recife, no final da Rua Marquês de Tamandaré uma área de mais de 3 mil metros quadrados, a beira do rio Capibaribe, era usada como lixão, eram jogados lixo doméstico e tralhas mas graças ao Coletivo Jardim Secreto, a Secretária Executiva de Inovação Urbana do Recife e as doações feitas pela Casa Cor, o espaço se tornou um ponto de convivência, de lazer, exercícios físicos e preservação da natureza.
Aspectos Legislativos IEP
Imóveis Especiais de Preservação:
IPAV
Imóveis de Preservação de Áreas Verdes:
ZEIS
Zona Especial de Interesse:
ZEPH
Zona Especial de Preservação:
ZAN
ZAC
Zona de Ambiente Natural::
Zona de Ambiente Construído (controlada):
Imovéis que são exemplos isolados de uma arquitetura significativa para o pratrimônio histórico, artístico e/ou cultural.
ARU
Área de Reestruturação Urbana:
SSA
Setor de Sustentabilidade Ambiental
Imovéis que isolados e em conjunto, possuam área verde contínua e significativa para amenização do clima e qualidade paisagística da cidade.
São áreas de baixa renda que recebem regramentos arquitetônicos e urbanísticos específicos.
São áreas formadas por sítios, ruínas e conjuntos antigos de relevância arquitetônica que recebem regramentos arquitetônicos e urbanísticos especifícos para a preservação necessária do patrimônio
Áreas não urbanizadas e com forte presença de remanescentes de mata nativas e unidades de conservação e encontram-se definidas em função dos cursos e corpos d'água formadores das bacias hidrográficas do Beberibe, do Capibaribe, do Jiquiá, do Jordão e do Tejipió e pela orla marítima, desde a faixa de praias até as águas com 10 metros de profundidade.
Caracterizada pela ocupação intensiva, pelo comprometimento da infra-estrutura existente e com o objetivo de controlar o seu adensamento, a área de análise está na subdivisão Zona Controlada II que compreende frações territoriais dos bairros Derby, Graças, Espinheiro, Aflitos, Jaqueira, Parnamirim, Casa Forte, Poço da Panela, Monteiro, Santana, Apipucos e Tamarineira, correspondendo aos 12 (doze) bairros componentes da Área de Reestruturação Urbana (ARU).
Legislação que estabelece as condições de uso e ocupação de 12 bairros da cidade do Recife, são os bairros Derby, Graças, Espinheiro, Aflitos, Jaqueira, Parnamirim, Casa Forte, Poço da Panela, Monteiro, Santana, Apipucos e parte da Tamarineira, cujas condições de uso e ocupação do solo obedecerão as normas estabelecidas pela lei, sendo algumas delas o limite de andares de uma edificação, uma maior conexão do edifício com a rua e aumento percentual do solo natural por lote. A Zona de Reestruturação Urbana é composta por setores cujo adensamento deve ser compativel com as características físicas e ambientais, sendo classificada em: O Setor de Reestruturação Urbana 1 configura-se como área adensada construtivamente, diversificada em usos, com habitações predominantemente multifamiliares e com as principais vias saturadas em termos de fluxo. O Setor de Reestruturação Urbana 2 configura-se como área que apresenta um acelerado processo de transformação no que se refere ao uso e à ocupação do solo, requerendo parâmetros urbanísticos capazes de evitar um desequilíbrio entre área construída e oferta de infra-estrutura e conservar elementos singulares ainda existentes em termos de sua tipologia arquitetônica. O Setor de Reestruturação Urbana 3 configura-se como área que margeia o Rio Capibaribe e apresenta tipologia predominantemente unifamiliar, requerendo parâmetros urbanísticos capazes de conservar elementos singulares ainda existentes em termos de sua paisagem natural.
Esta lei define limites e mecanismos de compensação e regulamentação urbana para os setores no entorno das unidades de equilíbrio ambiental (que são as praças e os parques) da cidade.
MAPAS SEGUNDO O SITE DA ESIG: ARU/USOS
HABITACIONAL/ LOTEAMENTO
ARU
USOS
HABITACIONAL
LOTEAMENTO
seus aspectos positivos e negativos, de forma que o estudo promova uma reflexão sobre o espaço público e sua integração, divididos em três etapas com doze subdivisões apontados nos gráficos, como por exemplo, a margarida abaixo.
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ESPAÇO URBANO CIDADÃO
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O AD Z I N MA O VEL U H UR TÁ SEG NFOR CO
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PRE PRO SERV DU ADO TIV O
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4
4.1 Por uma Cidade Preservada e Produtiva 4.1.1 Identidade 4.1.2 Proporcionalidade 4.1.3 Diversidade 4.1.4 Densidade 4.2 Por Uma Cidade Integrada e Inclusiva 4.2.1 Conectividade 4.2.2 Multimodalidade 4.2.3 Acessibilidade 4.2.4 Colaboração 4.3 Por Uma Cidade Humanizada, Segura e Confortavel 4.3.1 Caminhabilidade 4.3.2 Permeabilidade 4.3.3 Iluminação
Baseado no método do Plano Centro Cidadão, o trecho foi analisado de acordo com
INTEGRADO INCLUSIVO
LEITURA URBANA LOCAL
Leitura Urbana- Introdução
PR E PR SER OD VA UT DO IVO ID
EN
A identidade visual é baseada no conceito arquitetônico local, ou seja, sua
TID AD
E
COLA B
ORAÇ
padronização em questão de estilo construtivo. Com base nisso, é possível determinar
ESPAÇO URBANO CIDADÃO
ÃO
E IDAD
ILIDA DE
E ID AD
ACES SIB
UL TIM OD AL M
identidade, maior é a recorrência do mesmo tipo arquitetônico.
CAMIN
HABIL
IDADE
ÃO AÇ LI Z TA GE ÃO INAÇ ILUM
a padronização local e representar sua identidade no gráfico, então quanto maior a
E IDAD
O AD NIZ A EL M HU GURO RTAV SE NFO CO
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PERM
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DENS IDAD E DI VE RS ID AD E
Identidade
DE LIDA IONA C R PO PR O
UNIDADE DE MEDIDA: TIPOS ARQUITETÔNICOS GRAU DE IDENTIDADE: TIPOS ARQUITETÔNICOS SIMILARES
No trecho em questão foi possível observar a existência de seis tipologias diferentes, INTEGRADO INCLUSIVO
sendo elas: casa solta no lote, casa sem recuo lateral, edifício sobre pilotis, edifício pódio, casarão e sem ocupação. Apesar da tipologia ‘casa sem recuo lateral’ ser a mais presente com 27,7%, ela não domina o cenário, seguida por edifício pódio com 22,2% e por casa solta no lote com 16,6%. Um cenário que aparece repetidamente são os lotes sem ocupação com 16,6%, no momento, os mesmos eram casas residenciais que agora terá a ocupação de um mercado da rede Pão de açúcar. Durante a análise, foi possível ver uma repartição no gabarito da área, sendo a parte oeste-sul com construções mais verticais e a parte norte-leste com edificações mais horizontais ou inexistência da mesma. Pode-se concluir que a área tem baixa identidade.
16,6%
16,6%
27,7% 27,7% 22,2%
5,55% CASARÃO
EDF. PÓDIO
SEM OCUPAÇÃO
16,6%
11,1% EDF. SOBRE PILOTIS
CASA SOLTA NO LOTE
16,6%
CASA SEM RECUO LATERAL
22,2%
5,55% 22,2%
0m
25m
100m
MAPA DE PROPORCIONALIDADE
EN
de proporcionalidade, maior é o alinhamento dos gabaritos no lote estudado.
DE
VIDA
ECTI CON
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ABIL
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INTEGRADO INCLUSIVO
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por edifícios com 10 a 20 pavimentos com 28,6%, sendo composto por edifícios do tipo
AÇÃO
casas soltas no lote e casa sem recuo lateral (voltar ao mapa de identidade), seguido
ÃO
ESPAÇO URBANO CIDADÃO
GE VE
mais frequente, com 35,7%, foi construções com apenas o pavimento térreo formado por
ORAÇ
IN ILUM
No trecho analisado, foi observado que há quatro tipos de gabarito, o que se apresentou
E
COLA B
M UL TIM OD AL ID AD E ACES SIBILID A DE
relação ao alinhamento do gabarito na área de estudo em questão, quanto maior o grau
TID AD
DENS IDAD E DI VE RS ID AD E
ID
Proporcionalidade é o estudo que envolve o número de pavimentos das edificações em
PRO
PR E PR SER OD VA UT DO IVO
CIO POR
Proporcionalidade
E IDAD NAL
UNIDADE DE MEDIDA: GABARITO GRAU DE PROPORCIONALIDADE: PERCENTUAL DE VARIAÇÃO DOS GABARITOS
pilotis. Com a mesma quantidade de construções na área analisada, as construções com 3 a 4 pavimentos e acima de 20 pavimentos aparecem com 21,4%. A equipe notou que os edifícios com gabaritos próximos ou iguais aparecem juntas, um exemplo são as construções mais verticais que se apresentam em um trecho específico da área. Pode-se concluir que a proporcionalidade é baixa, considerando que as construções no trecho analisado são variadas e não há moda de nenhum gabarito.
21,4%
LEGENDA
21,4% 28,6%
TERREO 2 PAVIMENTOS 3 A 4 PAVIMENTOS
35,7%
5 A 10 PAVIMENTOS 10 A 20 PAVIMENTOS ACIMA DE 20 PAVIMENTOS Fonte: Google Maps
0m
25m
100m
Diversidade Diversidade é a relação da variedade de usos nos diferentes lotes em uma área, sua medida é feita a partir da multifuncionalidade de uma determinado local que no caso determina-se seu grau a partir da diferenciação dos usos como comércio e habitacional como no estudo em questão. Uma cidade multifuncional tem a ver com sua cultura local e seu desenvolvimento econômico e social. Para ser considerado um grau de diversidade grande o local estudado deve conter diversos usos para abranger as demandas da população local da área e da cidade em questão. Na área analisada foram encontrados quatro tipos de uso, sendo o mais presente o tipo de uso habitacional multifamiliar com 33%, todas essas edificações ficam próximas, os usos que mais aparecem sucessivamente são os terrenos vazios com 25% e comércio com 21% composto por lojas de imóveis, petshop e restaurante. Em seguida o uso mais visto na área foi habitacional unifamiliar com 17% e por último uso misto com 4% correspondente a uma locação que o térreo é um pet shop e o pavimento superior é uma residência. A equipe concluiu que a diversidade do trecho estudado é baixa, uma vez que não apresenta uma grande variação de usos e o serviço disponível na área são escassos.
Fonte: Google Maps
ESPAÇO URBANO CIDADÃO
MAPA DE DENSIDADE
ID
EN
ORAÇ
ESPAÇO URBANO CIDADÃO
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CTIV
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ÃO AÇ LIZ TA GE ÃO INAÇ ILUM
ILIDA DE
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O AD NIZ A EL M HU GURO RTAV O E S NF CO
EABIL
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razoavelmente grande pois apesar de conter comércios de 1 ou 2 pavimentos, muitas
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COLA B
por hectare com o grau direcionado a relação entre habitante e habitar. No estudo dos lotes propostos em estudo, pode-se entender que a densidade é
TID AD
ID AD
Densidade é o estudo que possui sua referência em relação a quantidade de habitantes
DENS IDAD E DI VE RS ID AD E
PR E PR SER OD VA UT DO IVO
ACES SIB
Densidade
ADE ALID CION R O P PR O
UNIDADE DE MEDIDA: NUMERO DE HABITANTES POR HECTARE GRAU DE PROPORCIONALIDADE: VALOR MAIOR OU MENOR DA RELAÇÃO HAB/HA
edificações são edifícios de grande porte com vários apartamentos por andar que INTEGRADO INCLUSIVO
chega até mais de 20, portanto calculando e estabelecendo a relação de habitante por hectare foi avaliado que a densidade populacional fica na faixa de 100 a 200, sendo essa média a alta, porém não certamente dividida em igual nos lotes. Pode-se concluir que a densidade da área dois é alta, uma vez que a densidade nas duas quadras estudadas tem mais de 100 habitantes por hectare.
LEGENDA
45,7%
54,3%
SEM HABITAÇÃO 1 10 HABITANTES/HECTARE 10 50 HABITANTES/HECTARE
Fonte: Google Maps Street view
50 100 HABITANTES/HECTARE 100 200HABITANTES/HECTARE 200 300 HABITANTES/HECTARE 400HABITANTES/HECTARE
0m
25m
100m
Conectividade
Unidade de medida: Metros lineares de vias adequadas para uso. Grau Porcentagem baseada na conservação, continuidade e largura de cada via.
Conectividade diz a respeito sobre as ruas, como um todo, e seu sistema, que se une e forma as veias da cidade e possibilita a conexão dos pontos. Uma cidade com boa conectividade é uma cidade com frequência de vias locais, urbanas e metropolitanas, em sua devida proporção e posição, de forma que proporcione uma locomoção prática e de fácil entendimento. No trecho estudado, só é presente dois tipos de vias, sendo um de eixo metropolitano, Avenida Dezessete de Agosto e quatro de eixo urbano corresponde as ruas Marquês de Tamandaré, Tapacurá e Luiz Guimarães e a Avenida Doutor Seixas. Pode-se concluir que a conectividade da área é média, pois há uma grande movimentação nas ruas apesar de não apresentar mais de dois tipos de via.
10,32% (100,2m)
Legenda
21,5% (209m) Vias de Eixo Metropolitano Vias de Eixo Urbano
Fonte: Google Maps
Vias Microlocais 68,1% (661,7m)
Multimodalidade
Unidade de medida: Metros lineares de vias com multimodalidade. Grau Percentual de metros lineares de ruas com multimodalidade (que abrigram o máximo de modais).
Multimodalidade é sobre a capacidade das vias de suportarem os diferentes tipos de transporte, são esses: veículos de uso particular, bicicletas, transporte público e a passagem de pedestres. No trecho em questão observamos na via metropolitana principal, a Avenida Dezessete de Agosto, que comporta todos os meios de transporte, no caso das bicicletas, não há uma faixa exclusiva para as mesmas. Nas demais, que dizem a respeito vias locais, vemos a existência de passagem de pedestre, transporte particular (transporte público não conseguiria transitar por essas vias devido a suas larguras) e ciclistas, mas também sem via exclusiva. Pode-se concluir que a multimodalidade do trecho é baixa, uma vez que apenas uma via comporta todos os meios, mesmo não sendo de forma adequada e a demais comportam apenas duas modalidades.
Legenda Vias
Vias de Eixo Metropolitano Vias de Eixo Urbano Fonte: Google Maps Street view
Vias Microlocais Passagem de Veículos
100%
Passagem de Pedestre Ponto de Onibus Ciclovias*
*Existe circulação de cilcistas apesar da ausênca de via exclusiva
Acessibilidade
Unidade de medida: Metros lineares de vias adequadas e acessíveis. Grau Porcentagem baseada na conservação, continuidade e largura de cada via.
A acessibilidade é um conceito que diz sobre a inclusão, não somente do portador de necessidades especiais, como do próprio pedestre em sua totalidade. Aborda sobre o quanto uma rua é acessível, portanto, caminhável, por todos que nela passam e mostra, mesmo que implicitamente, quais são as prioridades e funções de um local. A equipe observou que a maioria das vias do trecho estudado tem calçadas descontinuas (sendo 70% regulares), estreitas (com 80%) e com obstáculos, como postes e árvores de médio porte, sendo 90% delas, as calçadas da Avenida Dezessete de Agosto são as únicas da área analisada que estão em melhor estado para se caminhar. É notável como as ruas dessa área tem como protagonista os carros, deixando o pedestre em segundo plano ou esquecendo totalmente de sua existência, o que já é um desafio para um pedestre comum se torna impossível para portadores de necessidades especiais. Então pode-se concluir que a acessibilidade dessa área é baixa, uma vez que o pedestre não tem uma caminhada proveitosa ou segura como deveria ser.
Conservação 10%
Espessura
Continuidade 20%
Legenda Calçadas
10%
Largas Médias Estreitas
20%
Fonte: Google Maps Street view
70% 90%
80%
*Sem ruas acessiveis
Colaboração
Unidade de medida: Unidades de grupos ou entidades colaborativas. Grau Número de entidades ou grupos colaborativos.
Esse termo se refere à capacidade dos moradores do trecho se relacionarem com o trecho e entre si. Isso significa que quanto maior a quantidade de centros e grupos da comunidade, melhor, pois o local fica mais unido e cooperativo. Esses usos incluem: educação, templo religioso, comercial, serviços e moradia. Na área, que é predominantemente de uso residencial, ainda é possível encontrar alguns edifícios de serviçose comércio. Não há nenhuma edificação de uso religioso. Logo, a colaboração do trecho é mediana, uma vez que vemos poucos edifícios colaborativos e a predominância de residências.
Moradia Educacional Fonte: Google Maps Street view
Comercial Serviço
COLABO R
Caminhabilidade
AÇÃO
HABILID ADE
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No território estudado foi aferida a qualidade de caminhabilidade dentre
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ESPAÇO URBANO CIDADÃO
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NAL C IO POR PRO
PRE PRO SERV DU ADO TIV O
INTEGRADO INCLUSIVO
os seguintes parâmetros: a extensão de calçadas acessíveis; a extensão de fachadas cuja arquitetura tem um alto ou médio grau de integração com o espaço público. Avaliando em unidade de medida a conservação, a continuidade, a largura das calçadas e a permeabilidade visual dos lotes. E como resultado para o grau de caminhabilidade teve como base o percentual da continuidade, do grau de conservação, da largura das calçadas. Nesse contexto, a caminhabilidade na área específica é irregular, pois com variações de calçadas contínuas, em sua maioria são médias, quando não, com larguras estreitas ou largas e com pouca preservação delas, há edificações integração com a rua, tendo fachadas abertas ou parcialmente abertas.
Fonte: Google Maps Street view
0m
25m
100m
EN
TID AD
E
COLA B
ORAÇ
importância está relacionada a segurança das cidades, uma vez citada
M UL TIM OD AL ID AD E ACES SIBILID ADE
privado, como o pedestre se comunica com o interior do lote. A sua
ESPAÇO URBANO CIDADÃO
CAMIN
O AD NIZ A EL M HU GURO RTAV O E S NF CO
UNIDADE DE MEDIDA: PERMEABILIDADE VISUAL ALTA, BAIXA OU NULA. GRAU DE PERMEABILIDADE: PERMEABILIDADE VISUAL NO LOTE
HABIL
IDADE
INTEGRADO INCLUSIVO
por Jane Jacobs em ‘Morte e vida das grandes cidades’, que quanto
E IDAD
EABIL
PERM
ÃO AÇ LIZ TA GE VE ÃO INAÇ ILUM
A permeabilidade consiste na interação do espaço público com o espaço
E IDAD
CTIV
E CON
ÃO
DENS IDAD E VE RS ID AD E
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PR E PR SER OD VA UT DO IVO
C POR PRO
Permeabilidade
DE LIDA IONA
MAPA DE PERMEABILIDADE
mais “olhos da rua” tanto nas vias como dentro dos lotes, mais seguro o espaço público se torna, ter mais edificações de alta permeabilidade são muito necessárias no cenário que a nossa cidade se encontra. Uma via movimentada é uma via com vida e isso acontece quando é mais presente serviços e comércio no térreo das edificações. A qualidade da permeabilidade da área estudada foi medida a partir da relação visual das vias e do térreo das edificações. Como resultado, a permeabilidade da área é baixa, pois a maior parte das edificações tem muros altos ou permeabilidade quase nula.
PERMEABILIDADE ALTA
PERMEABILIDADE BAIXA PERMEABILIDADE NULA
Fonte: Google Maps Street view PERMEABILIDADE ALTA
PERMEABILIDADE BAIXA
PERMEABILIDADE NULA
0m
25m
100m
AÇÃO
ACESS IB
M
ÃO
plenamente, do espaço público no período noturno. Uma boa iluminação
INAÇ
M
TI UL
HABILID ADE
ÃO AÇ LIZ TA
A ID
AL OD
ILUM
atuando como instrumento de cidadania, permitindo aos habitantes desfrutar,
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A iluminação pública é essencial à qualidade de vida nos centros urbanos,
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pública irá priorizar a claridade onde ela é mais utilitária, exemplo as zonas INTEGRADO INCLUSIVO
de conflito entre veículos e pedestre. Em relação à área, percebe-se que quanto aos postes de iluminação, tanto para as vias quanto as calçadas, ambos separadamente possuem um percentual de 34% da quantidade total, porém é um quantitativo insatisfatório, pois permite que maior parte da via e calçadas fiquem na escuridão. Há também os postes de fiação, que possuem 34%. Todos esses percentuais tiveram em vista a unidade de medida dos postes de iluminação em escala do pedestre, com o grau de iluminação tendo como base o percentual de presença de postes de iluminação para o pedestre. Neste caso, o grau de iluminação foi considerado regular, pois há, mesmo que em pequena quantidade de postes, a necessidade de implantação de novos postes na área, precisamente os de iluminação para as vias e as calçadas.
Fonte: Google Maps Street view
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verde e para aumentar o contato do meio urbano com a natureza. Os seus benefícios são variados como amenizar o clima do local, considerando que
METROS LINEARES DE CALÇADAS ANALISADAS: 984m METROS LINEARES DE CALÇADA SOMBREADA: 421m
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o Recife tem clima quente e úmido, e diminuir a poluição sonora que o meio
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UNIDADE DE MEDIDA: METRO LINEAR DA CALÇADA SOMBREADA. GRAU DE PERMEABILIDADE: PERCENTUAL DE CALÇADA SOMBREADA .
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A arborização das cidades é essencial para torná-las em um ambiente mais
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Vegetação
DE LIDA IONA
MAPA DE VEGETALIZAÇÃO
urbano causa. A vegetalização também ajuda muito na saúde física e mental da população, sua importância pode ser vista quando as pessoas preferem morar ou trabalhar perto de parques ou de espaços verdes expressivos. A sua importância é vista na preferência das pessoas em morarem ou trabalharem perto de um parque ou espaços verdes e isso mostra como é essencial a nossa vida. Na área estudada, a vegetação foi mais vistas em áreas privadas e poucas sombreavam os espaços públicos (as arvores dentro dos lotes), sendo assim o sombreamento das ruas é quase nenhum.
21,34% ARVORES DENTRO DO LOTE QUE SOMBREIA A CALÇADA
71,4% SOMBREAMENTO
44,94% ARVORES DE MAIOR PORTE
LEGENDA TIPO ARBÓREO ARVORES DE MÉDIO E GRANDE PORTE ARVORES DE PEQUENO PORTE ARVORES DENTRO DO LOTE QUE SOMBREIA A CALÇADA SOMBREAMENTO
Fonte: Google Maps Street view
SOMBREAMENTO DA CALÇADA POR METROS LINEARES
33,7%
ARVORES DE PEQUENO PORTE
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5.1 LEITURA INTEGRADA
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Leitura Integrada A análise da área mostra que apesar da densidade alta, a forma como a população se distribui nesse trecho é irregular, isso pode ser visto na diversidade, construções parecidas se encontram próximas em relação a outros tipos de construções. A variação de tipos de edificações é baixa, mas mesmo assim não há uma identidade no local. A conectividade das vias do local é regular, apesar de não ter todas as vias da hierarquia, já a acessibilidade é irregular, pois as vias não atendem o pedestre corretamente e os transportes tem dificuldade para transitar nas vias menores e isso entra no quesito de multimodalidade que também é irregular, uma vez que as vias não atendem todos os meios de transporte e os que atendem, não são bem acomodados nas vias. Por sua vez, a colaboração é considerada regular, por apresentar diferentes usos, sendo o uso residencial o mais visto na área. A vegetalização da área pode ser considerada alta, uma vez que esse trecho tem forte presença de árvores de grande porte, apesar da péssima distribuição pela área. A permeabilidade é considerada baixa, uma vez que grande parte dos espaços privados tem pouco ou nula permeabilidade com o espaço público, o que torna a caminhada pela área menos agradável, a caminhabilidade é considerada regular, uma vez que tem trechos caminháveis e agradáveis de se andar e tem trechos que é impossível ser feito uma caminhada, outro fator que afeta as caminhadas é a iluminação que no trecho analisado foi considerado irregular pois poucos postes de iluminação são encontrados e a sua altura não condiz com a escala do pedestre.
Densidade alta, com mediana diversidade de usos, de baixa identidade local e relação de proporcionalidade baixa.
Visão do Futuro A visão do futuro que a equipe viu para o jardim secreto foi sua expansão. Apesar de ser ativamente usada e cuidada pelos moradores do bairro e por ONGs, o local ainda tem um desenvolvimento pequeno e com sua expansão poderia ser tornar um espaço
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Boa colaboração e conectividade, porém as vias possuem multimodalidade e nem acessibilidade ruins.
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usado não só pela comunidade como os moradores de outras áreas da cidade, além
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Alta vegetalização, caminhabilidade razoável, com iluminação deixando um pouco a desejar e baixa permeabilidade
de uma conexão maior entre a população e o rio Capibaribe. No Jardim Secreto, já tem atividades que incentivem a preservação da natureza, com sua expansão, mais pessoas poderiam aprender sobre a natureza e desenvolver atividades mais ecológicas.
6.1 REFERÊNCIAS
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Referências e links http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=600 http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=1146%3Aolegaria-mariano&catid=49%3Aletra-o&Itemid=1 http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=600 https://oreversodomundo.com/2015/12/01/panela-poco/ https://www.google.com/amp/s/poraqui.com/casa-forte/6-motivos-pra-frequentar-a-rua-marques-de-tamandare-em-casa-forte/amp/ https://www.google.com/amp/s/www.diariodepernambuco.com.br/noticia/vidaurbana/2019/08/moradores-do-poco-da-panela-contra-construcao-de-atacado-dos-presentes.amp.html http://oxerecife.com.br/2019/02/08/o-primeiro-transplante-urbano-do-recife-e-no-jardim-secreto-no-poco-da-panela/ SILVA, Leonardo Dantas. Poço da Panela (bairro, Recife). Pesquisa Escolar online. Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: . Acesso em: dia mês ano. Ex. 6 ago. 2009. VAINSENCHER, Semira Adler. Olegária Mariano (abolicionista). Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br//>. Acesso em: dia mês ano. Ex: 6 ago. 2009. https://oreversodomundo.com/2015/12/01/panela-poco/ http://oxerecife.com. br/2019/02/08/o-primeiro-transplante-urbano-do-recife-e-no-jardim-secreto-no-poco-da-panela/