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Gustavo Gutierrez - Architecture Portfolio - Medio Ambiente y RR.NN - RIBA Part 1 - Ulima - 2021

Page 1

O

R T A

F

O

L

I

O

MEDIO AMBIENTE Y RECURSOS NATURALES

GUSTAVO GUTIÉRREZ

2 0 2 0 3 0 2 0

P

Facultad de Ingeniería y Arquitectura

Carrera de Arquitectura - Área de Urbanismo y Medio Ambiente Ciclo 2021-2


TABLA DE CONTENIDO

­

­

­

­

­

­

­


MAPA CONCEPTUAL

Higienismo

Trabajo Individual - GC.5 - CG.6

Ludismo

Corrientes de pensamientos

Paisajismo

Sobreproducción Aumento Poblacional Ciudad Difusa

REVOLUCIÓN INDUSTRIAL

infl uye

Transporte

Uso de suelos

Tipologias

Migración a ciudades uyó infl

Ciudad

Ciudad Compacta

MEDIO AM RECU NATU

Urbanismo Materiales

Consumo de Energia

Iluminación

Contexto y emplazamiento

Edificios

ARQUITECTURA

Climatización

Historia

Construcción Sostenible

esta

n re

relacionados

Buen uso de recursos

laci o

Energia de reclaje Energia Incorporada

Arquitectura Vernácula

os

Arquitectura Holistica

Energia

Energia Operativa

nad

Lugar

Comunidad


Materiales Huella ecologica

InPuts y OutPuts Energia

SOSTENIBILIDAD Y ACV

Productos Ley del mínimo

Indicadores y Estrategias

Capacidad de carga os

Reciclaje

cio rel a

MBIENTE Y URSOS URALES

nad

Ineficiencia en manejo de la energia Cradle to Cradle

Desperdicio de materia

Calentamiento global

PROBLEMAS AMBIENTALES

SISTEMAS

Cambio Climático

relac io

nado s

Efecto invernadero

Salinización del suelo

Incendios de campo

Humano

Residuos Solidos

Contaminación de resursos hídricos

Origen

Abierto

Tipos de Sistemas

Cerrado

Natural

Cibernético

Aislado

Granizo Heladas

Sismos


REFLEXIÓN DEL CURSO

Medio Ambiente y Recursos Naturales


01

Grupal: Carrero - Diaz - Gutierrez - Hopkins - Lopez

TA01: PROBLEMAS AMBIENTALES


TA02: PROBLEMAS AMBIENTALES ¡ ¢ £ ¡ £


B L A N Q U E A M I E N T O D E C O R A L E S

Se produce cuando la temperatura del océano incrementa o es extremadamente fría. Si llegasen a blanquearse por completo, muchas especies estarían en peligro de extinción.

L o s c i e n t í f i c l a s e m i s i o n p r o v o c a n e l a d e m á s , a c o r a l e s d e c o r a l y a h a n

I N C E N D I O S F O R E S T A L E S A U S T R A L I A

E N

o s a d v i e r t e n q u e s d e c a r b o n b l a n q u e a m i e n t o m i t a d d e l o l a b a r r e r a d m u e r t o

e o , s e

Los incendios en Australia desde 2019, son el resultado de la combinación de sequías y olas de calor como efecto del cambio climático. La OMM señala la situación en Australia, que tuvo el año más cálido y más seco registrado De acuerdo con la OMM, se liberó 400 megatoneladas de dióxido de carbono

Hemos destruido el hábitat. Un escenario ideal para que se propague el virus. Se han notado disminuciones en los niveles de concentración de NO2, en ciudades que han establecido cuarentena total. Los animales fueron más libres en pandemia porque dejamos de invadir. mundo tomó un respiro de nosotros.

S A B A N I Z A C I Ó N E l i n c r e m e n t o d e l a e m i s i o n e s d e l e f e c t i n v e r n a d e r o c a u s a n m á i n c e n d i o s y u n a p é r d i d a d l a s e l v a : e s u n c í r c u l v i c i o s o

C A P A

D E

O Z O N O

s o s e o

Zonas del ecosistema pierden su resistencia natural, volviendose más inestables, más probable la sequedad y un cambio hacia un ecosistema con una pérdida masiva de miles de especies.

único límite en el que vamos en dirección correcta La capa de ozono es la que nos protege de los rayos ultravioleta dañina (causa del cáncer de piel) 1980: Se encuentra que a causa de la emisión químicos y gases, se produjo un hoyo en la capa ozono, pánico global por advertencia de científicos, las naciones tomaron acciones y logró volver a un estado seguro

de de los se

la El

C O V I D


S a b a n i z a c i ó n E n e l A m a z o n a s : Y a s e a p e r d i d o e l 2 0 % d e l a s e l v a a m a z ó n i c a D e b i d o a l c a l e n t a m i e n t o l a e s t a c i ó n s e c a d u r a m á s p o r e l l o , s u c e d i e n d o l a s a b a n i z a c i ó n . S i l a d e f o r e s t a c i ó n s u p e r a a l 2 5 % d e l a s e l v a , e s p r o b a b l e q u e v e a m o s u n p r o c e s o i r r e v e r s i b l e d e s a b a n i z a c i ó n .

C o n t a m i n a c i ó n

p o r

n u t r i e n t e s

L a b a h í a i n t e r i o r d e P u n o s e v e a f e c t a d o p o r l a c o n t a m i n a c i ó n p o r n u t r i c i ó n , c a u s a d o p o r u n m a l s i s t e m a d e d e s a g ü e , e l c u a l f o r m ó u n a c a p a d e l o d o f o r m a d o e n e l f o n d o d e l l a g o . L a s o l u c i ó n p o d r í a s e r e l c o n t r o l d e l a s d e s c a r g a s d e d e s a g ü e s y l a s a c c i o n e s d e r e c u p e r a c i ó n d e l e c o s i s t e m a a c u á t i c o .

BIODIVERSIDAD La especie mas afectada son los mamíferos y nos ubicamos 2dos con mayor problema. Costa: Cóndor andino, Oso andino (por destrucción de hábitat) Sierra: Pudu y aguila arpia (caza) Selva: Delfín rosado, mono choro de cola amarilla (Construcción de represas en su hábitat)

A G U A

D U L C E

P E R U


T E M A S

R E L A C I O N A D O S

A C I D I F I C C I Ó N

C O N T A M I N A C I Ó N P O R N U T R I E N T E S U n a d e l a s c a u s a s d e l a e u t r o f i z a c i ó n e s e l u s o d e f e r t i l i z a n t e s n i t r o g e n a d o s , e s t e a u m e n t a l a e m i s i ó n d e N 2 0 , q u e a p o r t a a l e f e c t o i n v e r n a d e r o .

A G U A D U L C E

A l

i g u a l q u e c o n l a f a l t a d e c o n c i e n c i a s o b r e e l a g u a ; l a s p e r s o n a s n o s e d a n c u e n t a d e l p r o b l e m a d e l a d e f o r e s t a c i ó n d e l a a m a z o n i a p e r u a n a y e l e f e c t o a l a r g o p l a z o

C L I M A

C A P A D E O Z O N O A u m e n t a d e l o s n i v e l e s d e r a d i a c i ó n u l t r a v i o l e t a e n l a t i e r r a y a l t e r a e l c i c l o d e f l o r a c i ó n y c r e c i m i e n t o d e c i e r t a s e s p e c i e s

E l f e n ó m e n o E l N i ñ o g e n e r a l l u v i a s q u e p r o d u c e n h u a y c o s , i n t e n s i f i c a n d o l o s y c o n v i r t i é n d o l o e n u n p r o b l e m a . M u c h o s r í o s s e e n s u c i a n a f e c t a n d o l o s h a b i t a n t e s q u e s e a b a s t e c e n

Nuestra generación debe empezar a cambiar porque seremos quienes estén en el planeta. Único objetivo de tener un hogar perfecto y sano.


TA02: PROBLEMAS AMBIENTALES

Trabajo Grupal - Referencias


02

Grupal: Carrero - Diaz - Gutierrez - Hopkins - Lopez

TA02: HUELLA ECOLÓGICA ¤


TA02: HUELLA ECOLÓGICA

Trabajo Grupal - Desarrollo

Ida

o

lio Ju

o

ni Ju

ril Ab

ro En e

ie

se t

ag o

M ar z

o En er

Fe

M ay

0 o

0

1102.2 ge CO2

vuelta

er

250

M ar

50

br

500

Fe

100

st o m br e

750

Ju lio

150

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1000

Ab ril M ay o

200

o

1250

o

250

er

5.7 Km -Recorrido de vuelta: 5.7 Km -Transporte: Vehículo particular -gr CO2: 5.7 (Km) * 104= 551.2 grCO2

br

Recorrido de ida:

zo

Consumo de energía

Consumo de agua

Análisis del consumo

-Recorrido de vuelta: 5.3 Km -Transporte: Vehículo particular -gr CO2: 5.3 (Km) * 104= 551 grCO2

El gráfico presentado representa el consumo de agua de un edificio de 3 pisos, son 2 departamentos familiares, de aprox. 5 personas por piso. Esto significa que el consumo aproximado por persona es de 5.8 m3 de agua

El gráfico de consumo de energía presentado, muestra el consumo de una vivienda de 5 personas, lo que significa que aproximadamente cada uno consume alrededor de 214.4 Kw.h

Alejandra Díaz B. Ida

Consumo de agua

10

100

0

0

pt ie m O bre N ctu ov br ie e Di mb cie re m b En re e Fe ro br er M o ar zo Ab r M il ay o Ju ni o Ju li Se Ago o pt st ie o m br e

200

Se

811 gCO2

20

m b O re ct u ov br ie e Di mb cie re m br En e e Fe ro br er M o ar zo Ab ri M l ay o Ju ni o Ju l Ag io os to

vuelta

300

N

Emisión: 416 gCO2

30

pt ie

-Transporte: Vehículo particular

400

Se

-Recorrido ida: 4Km

Consumo de energía

40

Análisis del consumo -Recorrido vuelta: 3.8Km -Transporte: Vehículo particular Emisión: 395,2 gCO2

Este gráfico representa el consumo de agua de 5 personas en una misma vivienda. Esto significa que el consumo aproximado por persona es de 7.4 m3 de agua

El gráfico muestra el consumo de energía de la misma vivienda con 5 personas. Esto quiere decir que cada uno consume alrededor de 74.4 Kw.h

GUSTAVO GUTIÉRREZ P.


Ida

Consumo de energía

Consumo de agua

400

10

200

0

0

N

1 618.4 grCO2

O ct u ov br ie e Di mb cie re m br e En e Fe ro br er M o ar zo Ab ri M l ay o Ju ni o Ju l A io Se go pt sto ie m br e

20

N

vuelta

-Recorrido de ida: 12.5 km -Transporte: bus -gr CO2: 12.4 (km) * 68= 809.2 grCO2

600

O ct u ov br ie e Di mb cie re m br e En e Fe ro br er M o ar zo Ab ri M l ay o Ju ni o Ju l A io Se go pt sto ie m br e

-Recorrido de ida: 500 m -Transporte: a pie -gr CO2: 500 (m) * 0= 0 grCO2

30

Análisis del consumo

-Recorrido de ida: 500 m -Transporte: a pie -gr CO2: 500 (m) * 0= 0 grCO2

-Recorrido de ida: 12.5 km -Transporte: bus -gr CO2: 12.4 (km) * 68= 809.2 grCO2

En el primer gráfico se muestra el En el segundo gráfico se muestra consumo de agua para una casa con el consumo de luz para la misma 4 habitantes, en el último mes se vivienda con 4 personas. En el muestra un aproximado de 4.25 m3. último mes se muestra un En los meses de julio, agosto y aproximado de 57.4 kWh. En los septiembre se puede ver una bajada, meses de agosto y septiembre se debido a que un familiar viajó puede ver una bajada, por el durante esos meses. mismo motivo que en el agua

SILVANA CARRERO M.

Ida

Consumo de energía

Consumo de agua 25

1,000

20 750

15 500

10

0

lio

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il

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Ju

Ju

M ay

zo

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Ab r

M ar

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0

tie m O bre N ctu ov br ie e Di mb cie re m br En e Fe ero br er M o ar zo Ab r M il ay o Ju ni o Ju A lio Se gos tie to m br e

1123.2 gCO2

Se

Vuelta

250

5

En er

Recorrido de ida: 5.4 km Transporte: vehículo particular Emisión: 5.4 (km) * 104 = 561.6 grCO2

Análisis del consumo

Recorrido de vuelta: 5.4 km Transporte: vehículo particular Emisión: 5.4 (km) * 104 = 561.6 grCO2

Por otro lado, este gráfico El gráfico presenta el consumo de agua de una vivienda de 4 representa el consumo de energía personas. Por ello el consumo de una vivienda de 4 personas. aproximado de agua por persona Por ello el consumo aproximado es 4.75 m3. Se puede ver un de energía por persona es 162.5 aumento de consumo durante los kw.h. meses de febrero y marzo debido a que es verano.

Adriana Hopkins C.


TA02: HUELLA ECOLÓGICA

Trabajo Grupal

Ida Consumo de agua

Consumo de energía

100

1,250

1,000

75

750

50

4.8km Taxi 4.8km * 104: 499.2 grCo2

500

25 250

0

0

Se Ago pt st ie o m O bre N ctu ov br ie e Di mb cie re m br En e Fe ero br er M o ar zo Ab r M il ay o Ju ni o Ju Ag lio os to

Vuelta

798.4 gCO2

Se Ago pt st ie o m O bre N ctu ov br ie e Di mb cie re m br En e Fe ero br er M o ar zo Ab r M il ay o Ju ni o Ju Ag lio os to

Km recorridos Tipo de vehículo Emisión del vehículo por km

Análisis del consumo

Km recorridos a pie Km recorridos en bus Tipo de vehículo Emisión del vehículo por km Emisión total

2.70m 4.4km Transporte público 4.4km * 68: 299.2 grCo2 (2.70*0) + 299.2: 299.2 grCo2

El gráfico presentado representa el consumo de agua de una casa de 3 pisos, de aprox. 6 personas y en el primer piso es alquilado para oficina a un grupo de 3 personas aprox. Esto significa que el consumo aproximado por persona es de 2.7 m3 de agua

El gráfico de consumo de energía presentado, muestra el consumo de una vivienda de 6 personas y zona alquilada para 3 personas aprox. lo que significa que aproximadamente cada uno consume alrededor de 97.77 Kw.h

Fiorella Lopez H.


Consumo de agua

Consumo de energía 250

Emisión de carbono

15

2000

200 1500

10

150

1000

100

5

500

50

0

Alejandra

Fiorella

Silvana

Gustavo

0

Adriana

0

Alejandra

Fiorella

Silvana

Gustavo

Adriana

Alejandra

Fiorella

Alejandra

Fiorella

Ranking de consumo y emisión general

Silvana

Silvana

Gustavo

Adriana

0

La comparación realizada es tomando en cuenta el mes donde hubo mayor consumo*

Gustavo

Adriana 0

200

400

600

Conclusiones

- Es posible decir que uno de los factores que más influyen en el consumo total de una persona es la distancia recorrida, ya que genera gran cantidad de CO2

- La época del año también es un factor importante. En los meses de verano el consumo de agua se incrementa por las altas temperaturas que incitan a que las personas tomen duchas mas veces. Mientras tanto, en invierno el consumo de energía aumenta y el de agua disminuye evidenciando que las personas tienden a permanecer mas tiempo en sus casas. - La cantidad de personas que viven en el mismo hogar influye porque aumentará más el gasto de energía y asimismo al calcular el gasto por persona se dividirá entre un número mayor probablemente reduciendo el gasto por persona porque no todos consumen la misma cantidad de energía. - Es notable ver si un familiar se va de viaje, las cantidades de consumo y emisiones pueden bajar considerablemente. También si es que se tiene una casa o departamento es importante, ya que las casas mayormente tienen jardin, por lo que se consume más agua. - Además el medio de transporte es un factor determinante en la cantidad de CO2 generada.


­

03

Grupal: Carrero - Diaz - Gutierrez - Hopkins - Lopez

TA03: ACV METERIAL

£


MATERIAS P - arcilla (Principal componente)

- con o sin arena

VENTAJAS Tiempo de larga duración y durabilidad. Comprar tejas de arcilla es más barato que otras cubiertas Se necesita poco mantenimiento. *-2

DESVENTAJAS No soporta grandes pesos ni golpes. Son pesadas, por ello, se deben utilizar en un techo reforzado. Aunque son baratas, su instalación es cara. *-2

-c

COMPOSICIÓN DE L

Minerales alumino-silicat meteorización de rocas co

El grano es microscópico escamas, permite almace plasticidad a la arcilla.

CARA

-Esta

-Ais

-Resi

3.4 %

En Perú: de 3 298 280 Viviendas, solo 260 274 (3,4%) tienen techos te tejas *-3

-Res

-Esta

-Aisl

-Respet *-Fuentes


permite ventilación y evita humedad

se adapta a ambientes salinos

PRIMAS - agua

combustibles u otros aditivos

mantenimiento trianual

soporta diferentes climas

*-1

LA ARCILLA

cubierta con tejas

tos formado por omo el granito.

cubierta con chapa metálica

o, con forma de enar agua, dando

Condensación entre chapa y aislamiento (no ventila)

*-1

Oxidación de anclajes en ambientes salinos

ACTERÍSTICAS

anqueidad al agua

slamiento térmico

Sin preparación para clima adverso

istencia a heladas

sistencia al fuego

Necesita mantenimiento continuo

anqueidad al aire

lamiento acústico

to al medioambiente

*-4 *-1

GRUPO 3: DIAZ, CARRERO, GUTIERREZ, LOPEZ, HOPKINS

1/4


INICIO

PERIOD CUATERN

ORIGEN

Descomposición de rocas que contienen feldespato Agregados de silicatos de aluminio hidratados

Primeras c (cocidas) EJ: granito Oxido de aluminio - al2oz Caolinita - 2SiO2 Agua pesada - 2H2O

ARCILLA

Recipient Vasijas

Masiva evolución de la arcilla como insumo y nuevas tecnologías de tejas.

Mayor enfoque a la estética

Ladrillos Alfareria

Adicionan pigmentos a las tejas

Instrumentos musicales Elaboración de papel Producción de cemento Procesos químicos y médicos Tratamientos de belleza Curar quemaduras Antifamatorio

*-10 *-11

*-Fuentes

1840 Primera teja con encaje

1920 Maquinaria,

For

Innovación Siglo XIX

Actual Arcilla usada para

Tejas de concreto

Tomaron importancia en la tecnología industria

S


Evolucion en ambitos muy variados (decorativo construcción, historia, cocina)

DO NARIO

cerámicas

tes

8300 a.C

6000 a.C

Arcilla secada al sol

Mesopotámicos Utilizaron arcilla para crear el ladrillo

Adobe Antes de

4000 a.C Tablillas arcilla

Alfareros

de

Escritura cuneiforme

Hornos hechos de arcilla

Construcciones

Evolución se regula y está más orientada a lo constructivo

TEJAS

rma acanalada Teja arabe

Siglo XV

Arcilla insumo

Utilizaron arcilla para construir edificaciones de tapial, adobe

como

640 a.C

2500 a.C

2000 a.C

3000 a.C

Barro para fabricar tejas

GRUPO 3: DIAZ, CARRERO, GUTIERREZ, LOPEZ, HOPKINS

2/4


*-Fuentes


Elementos reciclables

Productos cerámicos antes de la cocción -- regresan a la amasadora Producto cerámico después de la cocción -- relleno de carreteras y canteras Residuos industriales de madera -calefacción y reparación de palets

Plástico -- Desecho

Emisiones contaminantes (Kg) 200

150

100

50

GRUPO 3: DIAZ, CARRERO, GUTIERREZ, LOPEZ, HOPKINS

CO

2 O N

an ol

F

ol an

M et

Et

H

l to

ta

CI C

H

CO 2

0

3/4


TEJAS VEREA Esta reconocida empresa española productora de tejas cumple cuatro características importantes que se relacionan con el medio ambiente. Su producción anual es de 50 millones de unidades y gracias a su conciencia por el consumo y emisión de energías han reducido en 3,78% el impacto de fabricación de sus productos en el medio ambiente. *7 *9

A E

1) NATURALEZA

Verea produce tejas con materiales y energías nacidas de la misma naturaleza como el agua, el aire y el fuego. De la misma manera minimizan estas materias primas *7

2) DURABILIDAD

Desde los inicios de la civilización han sido utilizadas como medio de construcción. Mientras el tiempo pasa la teja gana valor y colores inalterables que a veces se intentan imitar. Además, su promedio de vida útil es bastante largo; gozan de gran dureza y son resistentes al viento y fuego.*8

Reaprovechamiento energético de horno a secadero.

Sustitución de vehículos de transporte

4) RECICLAJE La teja Verea se considera como producto no contaminable, cuando su ciclo de vida finaliza, es 100% reciclable, logrando utilizarse en su forma triturada en jardinería, pistas de atletismo, campos de tenis, de beisbol, etc. *7 *8

*-Fuentes

Beisb o

Ca m

Camp

o de

Presentan gran aislamiento térmico, lo que minimiza el consumo de energía en climatización. *7

l

3) EFICIENCIA ENERGÉTICA

Pis

J


INDUSTRIA RESPONSABLE

Reduciendo, reutilizando y reciclando los residuos

Restaurando el entorno

ACCIONES DE *7 EFICIENCIA ENERGÉTICA Aumento de la densidad de carga de material en el horno.

Minimizando consumos

¿CÓMO LOGRAN REDUCIR CO2? *7 Reducción de perdida de calor por mejor de los aislamientos de horno.

1. 2. 3. 4. 5.

1

Inversiones para el mejoramiento de emisiones directas producidos por los hornos Reducción a 0 en emisiones de CO2 derivadas de la electricidad Sustitución de lamparas convencionales por lamparas led Compra de variadores de electricidad para motores de gran consumo Sustitución de temporizadores de fotocélulas de activación

2

3

4

5

DATOS ADICIONALES Son los primeros fabricantes de teja en obtener la huella de carbono en España

m po

de

Te

ni

s

El sello de Registro de Huella de Carbono reconoce a Verea el compromiso de reducción de sus emisiones y su contribución a la lucha contra el cambio climático.

sd sta

s

eti

tl eA

Jardineria

mo

Reducción de la galga del plástico film Reducción del gramaje de la lámina de cartón y sustitución por cartón reciclado o reducción del ancho del fleje, sin comprometer la calidad del producto. Verea dispone de un sistema de retorno de su palets de madera a través de sus distribuidores. El resto de los materiales deben gestionarse a través de gestores autorizados para reciclaje y/o valorización de los mismos. GRUPO 3: DIAZ, CARRERO, GUTIERREZ, LOPEZ, HOPKINS

4/4


*-Fuentes: *-1 HISPALYT (2017, 6 diciembre). Tejas cerámicas según la Norma UNE-EN 1304. GlobalEPD. Recuperado de: https://www.aenor.com/Producto_DAP_pdf/GlobalEPD_008_001_ESP.pdf *-2 Mesalles, N. (2021, 21 mayo). Ventajas de la teja de arcilla para techos. Revista TYT. https://tytenlinea.com/ventajas-de-la-tejade-arcilla-para-techos/ *-3 I. (2017). En el país existen más de diez millones de viviendas particulares censadas. INEI. http://m.inei.gob.pe/prensa/noticias/en-el-pais-existen-mas-de-diez-millones-de-viviendas-particulares-censadas-10893/ *-4 D., N. (2019, 20 marzo). ¿Por qué vuelan los tejados? La Voz de Galicia. Recuperado de: https://www.lavozdegalicia.es/noticia/contenidos-patrocinados/2019/03/05/vuelan-tejados/00031551787237785601974.htm *-5 A. (2015, 17 julio). bloque de arcilla. fdocuments.ec. https://fdocuments.ec/document/bloque-de-arcilla.html *-6 Foscado, E. (2020a, julio 9). Responsabilidad Social. Tejas Verea. Recuperado de: https://tejasverea.com/responsabilidad-social/ *-7 Foscado, E. (2020, 11 agosto). Verea Verde. Tejas Verea. Recuperado de: https://tejasverea.com/verea-verde/ *-8 Daniel, K. (2017, 4 abril). Minimizing environmental impacts with clay roofing. Construction Specifier. Recuperado de: https://www.constructionspecifier.com/minimizing-environmental-impacts-with-clay-roofing/ *-9 Clay Roof Tiles Market Size | Says Industry Research Biz. (s. f.). WICZ. Recuperado 28 de septiembre de 2021, de https://www.wicz.com/story/43915102/clay-roof-tiles-market-size-share-2021-by-worldwide-industry-demand-regionaloverview-trends-evaluation-top-manufacture-business-growth-strategies-and-forecast-to-2027-with-cagr-of-5.7*-10 Historia, C. (2021a, junio 1). Si se tiene en cuenta la gran antigüedad del ladrillo, la teja Read more. CurioSfera Historia. https://curiosfera-historia.com/origen-e-historia-de-la-teja/ S. (2008). Historía y evolución de las Tejas. Historia *-11 Parra, https://blog.laminasyaceros.com/blog/histor%C3%ADa-y-evoluci%C3%B3n-de-las-tejas

y

Evolución

de

Tejas.


0


04

Grupal: Carrero - Diaz - Gutierrez - Hopkins - Lopez

TA04: INDICADORES DE SOSTENIBILIDAD

¥ ¡


Información general

LÁMINA 1 Miguel San

ictoria La V

Surco

I N

San Borja

D

IC

A

RE O D

S

Patrimonio Arqueológico

Puntos de acopio

Trans. Público

Plazas

Pob. Total Área Total

Densidad

Paraderos

Centros educativos

Área Verde

Industrias

Área pública

Metro

Residuos

Consumo de agua

Ciclovías

Centros de Centros salud culturales

Puentes


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Gustavo Gutierrez y Fiorella Lopez

La Victoria

San Borja

San Miguel

Surco

189 083 Hab. 8.74 km²

111. 928 Hab.

137 247 hab.

289,597 hab.

9.96 km²

10,72 km²

52.00 km²

12 huacas

1 huaca

4 huacas

5 huacas

22,050.8 Hab./Km²

11 370.18 hab/km²

12 803 hab/km²

9472 hab/km²

94.476 m²

1.324.341 m²

650,492 m²

2,020,000 m²

168.9 Lts/persona

248.1 Lts/persona

186,2 Lts/persona

225.3 Lts/persona

2.62 Área verde urbana/ hab.

11.86 Área verde urbana/ hab.

4.30 área verde urbana/hab.

5 área verde urbana/hab.

143938.00

39232.00

75497.00

172743.00 m²

Información destacada Comparando los 4 distritos: La densidad poblacional no va en proporción al área total del distrito. Por ejemplo, Surco presenta un gran área, pero menor densidad en comparación a La Victoria que tiene menor área y 3 veces mas densidad. San Borja teniendo casi la misma área que La Victoria cuenta con 14 veces mas área verde. A pesar de que Surco tiene casi el cuádruple de área verde que San Miguel, ambos tienen la misma cantidad de área verde urbana.


Comparación entre puntajes

22,5/30

21,5/30

19.5/

A1. Ocupación del suelo:

5/5

A1. Ocupación del suelo:

4/5

A1. Ocupación d

A2. Espacio público y habitabilidad

4.5/6

A2. Espacio público y habitabilidad

5/6

A2. Espacio púb habitabilidad

A3. Movilidad y servicios 2.5/6

A3. Movilidad y servicios

3/6

A3. Movilidad y

A4. Complejidad urbana

A4. Complejidad urbana

-1

A4. Complejida

4.5/5

A5. Espacios ve biodiversidad

A5. Espacios verdes y biodiversidad

+1 4.5/5

A5. Espacios verdes y biodiversidad

A6. Metabolismo urbano

2/3

A6. Metabolismo urbano

2/3

A6. Metabolism

A7. Cohesión social

3/4

A7. Cohesión social

4/4

A7. Cohesión so


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Gustavo Gutierrez y Fiorella Lopez

/30

del suelo:

2.5/5

A1. Ocupación del suelo:

blico y

5/6

A2. Espacio público y habitabilidad

y servicios

1/6

A3. Movilidad y servicios

ad urbana

0

A4. Complejidad urbana

erdes y

mo urbano

ocial

21.5/30

23.5/30 4.5/5 4.5/6 3/6 0

A1. Ocupación del suelo:

3.5/5

A2. Espacio público y habitabilidad

4.5/5

A3. Movilidad y servicios 2.5/6 A4. Complejidad urbana

+1

5/5

A5. Espacios verdes y biodiversidad

4.5/5

A5. Espacios verdes y biodiversidad

1/3

A6. Metabolismo urbano

3/3

A6. Metabolismo urbano 0.5/3

4/4

A7. Cohesión social

4/4

A7. Cohesión social

3.5/5

3


A1. OCUPACIÓN DEL SUELO 5/5 -Centros educativos (cantidad, calidad, accesibilidad) 0-0,5-1 -Comercio (cantidad: comercio zonal, vecinal, metropolitano. Calidad: variedad y calidad de productos. Accesibilidad económica.) 0-0,5-1 -Centros de salud (cantidad, calidad infraestructura y servicio) 0-0,5-1 -Edificios públicos (cantidad, seguridad, influencia en la zona) 0-0,5-1 -Zona arqueológica (Cantidad y calidad, eficiencia de uso) 0-0,5-1 A2. ESPACIO PÚBLICO Y HABITABILIDAD 6/6 (SI/NO) -parque (m2 de área, estado del parque, eficiencia de uso) 0-0,5-1 -calles (planificación, estado, flujo de vehículos) 0-0,5-1 -plazas (m2 de área, estado del parque, eficiencia de uso) 0-0,5-1 -veredas (planificación, estado, seguridad) 0-0,5-1 -estacionamiento (cantidad, estado y eficiencia de uso) 0-0,5-1 -carretera (planificación, estado, flujo vehicular)0-0,5-1 A3. MOVILIDAD Y SERVICIOS 6/6 (SI/NO) -Buses municipales/corredores (cantidad y accesibilidad, uso, calidad) 0-0,5-1 -metropolitano (cantidad y accesibilidad, uso, calidad) 0-0,5-1 -ciclovía (continuidad, calidad, seguridad) 0-0,5-1 -paraderos (cantidad y accesibilidad, calidad, seguridad) 0-0,5-1 -puentes (calidad, seguridad, accesibilidad y eficiencia de uso) 0-0,5-1 -metro (cantidad y accesibilidad, uso, calidad) 0-0,5-1


A4. COMPLEJIDAD URBANA -casas (poca densidad) -1 -casas y edificios medianos (media densidad) 0 -casas y residenciales/condominios (alta densidad) +1 A5. ESPACIOS VERDES Y BIODIVERSIDAD (M2) 5/5 -area en m2 (rango mínimo 135 000- máximo 267 000) 0-0,5-1 -calidad 1 -variedad de arboles y plantas 1 -seguridad 1 -biodiversidad de animales 1 A6. METABOLISMO URBANO 3/3 (SI/NO) -puntos de reciclaje fijos o móviles (en camiones) cantidad, accesibilidad, servicio 0-0,5-1 -puntos de acopio o móviles (en camiones) cantidad, accesibilidad, servicio 0-0,5-1 -industrias calidad y contaminación (industria contaminante -1, si no hay industria 0, industria no contaminante 1) A7. COHESIÓN SOCIAL 4/4 -apreciación personal: seguridad, eficiencia de espacios públicos, convivencia entre vecinos.

TOTAL: 30

RÚBRICA


SAN MIGUEL: Silvana Carrero


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Guatavo Gutierrez y Fiorella Lopez

Indicadores de sostenibilidad A1. Ocupación del suelo: Centros educativos: 1 Comercio: 1 Centros de salud: 1 Edificios públicos: 1 Zona arqueológica: 0,5

A2. Espacio público y habitabilidad parque: 1 calles: 1 plazas: 1 veredas: 1 estacionamiento: 0 carretera: 0,5

5/5

A5. Espacios verdes y 4.5/5 biodiversidad -area en m2: 0.5 -calidad 1 -variedad de arboles y plantas 1 -seguridad 1 -biodiversidad de animales 1

4.5/6

2.5/6 A3. Movilidad y servicios Buses municipales (corredores): 0,5 metropolitano: 0 ciclovía: 1 paraderos: 0,5 puentes: 0,5 metro: 0

A6. Metabolismo urbano puntos de reciclaje: 1 puntos de acopio: 1 industrias: 0

2/3

A7. Cohesión social 3/4 Apreciación personal: Delincuencia de baja a media. Hay buena relación con los vecinos, y buen uso de espacios y edificios públicos. Se realizan varias actividades interactivas.

+1 A4. Complejidad urbana casas y residenciales/condominios 1

Pienso que mi zona tiene una buena ocupación del suelo y buenos espacios públicos, con buen uso, distribución, calidad y cantidad de lugares y áreas verdes. Sin embargo, hay poca accesibilidad a la movilidad en general, ya que existe mucha informalidad. También considero que hay una buena recolección de desechos y respecto a lo social se tiene una buena convivencia, actividades y buena iluminación de noche.

22,5/30


SURCO: Gustavo Gutiérrez


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Guatavo Gutierrez y Fiorella Lopez

Indicadores de sostenibilidad A1. Ocupación del suelo Centros educativos: (19) 1 Comercio: 1 Centros de salud: 0.5 Edificios públicos: 0.5 Zona arqueológica 1

4/5

A5. Espacios verdes y biodiversidad Área: 161,170 m² (media) 0.5 4.5/5 Variedad de plantas: 1 Seguridad: 1 Biodiversidad de animales: 1 2/3

A2. Espacio público y habitabilidad Parque: 1 5/6 Calles: 1 Plazas: 0.5 Veredas 1 Estacionamiento: 1 Carretera: 0.5 A3. Movilidad y servicios Buses municipales: 1 Metropolitano: 0 Ciclovía: 1 Paraderos: 0.5 Puentes 0.5 Metro: 0

3/6

A6. Metabolismo urbano Puntos de reciclaje: 1 Puntos de acopio: 1 Industrias: 0

A7. Cohesión social 4/4 Seguridad: 2 Eficiencia de espacios: 1 Convivencia vecinal: 1 (Existe respeto y compromiso entre los vecinos, la seguridad es buena y los espacios públicos brindan un buen entorno)

-1 A4. Complejidad urbana Densidad: 9472 hab/km² : Baja

En conclusión, creo que la zona es la que vivo es bastante agradable pero existen aspectos sostenibles que no cumple como la densidad que es considerablemente baja. Otro punto en contra es la conectividad ya que a pesar de tener vías importantes, estas no cuentan con un buen sistema público de transporte. A pesar de ello, considero que la calidad de espacios publico, áreas verdes y servicios es buena y genera una convivencia grata.

21,5/30


SAN BORJA: Alejandra Díaz


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Guatavo Gutierrez y Fiorella Lopez

Indicadores de sostenibilidad A1. Ocupación del suelo: Centros educativos: 0.5 Comercio: 0.5 Centros de salud: 1 Edificios públicos: 0.5 Zona arqueológica 0

A2. Espacio público y habitabilidad parque 1 calles 1 plazas 1 veredas 0.5 estacionamiento 0.5 carretera 1 A3. Movilidad y servicios Buses municipales (corredores) 0.5 metropolitano 0 ciclovía 1 paraderos 0.5 puentes 0 metro 0

2.5/5

A5. Espacios verdes y biodiversidad 267 2000 m2: 5

5/5

A6. Metabolismo urbano puntos de reciclaje :1 puntos de acopio: 0 industrias: 0

1/3

5/6 4/4 A7. Cohesión social (Buena comunicación entre vecinos, seguridad en calles y zonas públicas, buen trabajo municipal : 4

1/6

0 A4. Complejidad urbana: 0

Considero que mi zona de residencia es una buena zona para vivir, con la excepción de tener como defecto su lejanía a ciertos servicios necesarios como transporte público, comercio accesible, etc. A pesar del defecto, que causa una decadencia al analizar los indicadores de sostenibilidad, otros factores como áreas verdes, áreas públicas, cohesión social, etc hacen que de cierta forma se equilibre el problema y sea buna la calidad de la zona

19.5/30


SAN BORJA: Adriana Hopkins


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Guatavo Gutierrez y Fiorella Lopez

Indicadores de sostenibilidad A1. Ocupación del suelo Centros educativos: 1 Comercio: 1 Centros de salud: 1 Edificios públicos: 1 Zona arqueológica: 0 A2. Espacio público y habitabilidad Parque: 1 Calles :1 Plazas: 1 Veredas: 1 Estacionamiento: 0,5 Carretera: 0

A3. Movilidad y servicios Buses municipales/corredores: 1 Metropolitano: 0 Ciclovía: 1 Paraderos: 1 Puentes: 0 Metro: 1

4.5/5

4.5/6

A4. Complejidad urbana

0

A5. Espacios verdes y biodiversidad 4.5/5 -Area en m2: 0,5 -Calidad: 1 -Variedad de arboles y plantas: 1 -Seguridad: 1 -biodiversidad de animales 1 A6. Metabolismo urbano puntos de reciclaje fijos o móviles (en camiones): 1 puntos de acopio o móviles (en camiones): 1 industrias: 1

3/5

3/3

4/4 A7. Cohesión social Seguridad, eficiencia de espacios públicos, convivencia entre vecinos.

Para concluir, tomando en cuenta este análisis., considero que mi zona es un buen ejemplo de zona sostenible, hasta cierto punto. Ya que al estar muy cerca de una avenida principal hay bastante comercio y es todo muy accesible y cercano; sin dejar de ser una zona ordenada, limpia y sostenible.

23.5


LA VICTORIA: Fiorella Lopez

La Victoria

San Luis

San Luis La Victoria San Borja San Borja


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Guatavo Gutierrez y Fiorella Lopez

Indicadores de sostenibilidad A1. Ocupación del suelo: Centros educativos: 0.5 Comercio: 1 Centros de salud; 0.5 Edificios públicos: 1 Zona arqueológica: 0.5

3.5/5

A2. Espacio público y habitabilidad 4.5/5 Parque: 1 Calles: 1 Plazas: 1 Veredas: 0.5 Estacionamiento: 1 Carretera: 0 A3. Movilidad y servicios 2.5/6 Buses municipales (corredores): 0.5 Metropolitano: 0 Ciclovía: 0.5 Paraderos: 0.5 Puentes: 1 Metro: 0

A5. Espacios verdes y 3.5/5 biodiversidad (m2) Área en m2 0 Calidad 1 Variedad de arboles y plantas 1 Seguridad 1 Biodiversidad de animales 0.5 A6. Metabolismo urbano 0.5/3 Puntos de reciclaje fijos o móviles 0.5 Puntos de acopio o móviles 1 Industrias -1 A7. Cohesión social Apreciación personal: 3

3

+1 A4. Complejidad urbana Casas y residenciales/condominios (alta densidad)

A partir de este análisis, considero que es una zona sostenible porque tiene acceso a varios servicios como diferentes transportes cercas, áreas públicas, organización en los puntos de acopio, etc. Sin embargo, lo que considero que más le resta es el desorden e inseguridad,, Por la av. Arriola, Aviación y Canadá si sacan el celular es muy probable que te sigan o te lo roben al instante. Además que solo en esas avenidas principales la contaminación es alta. Fuera de esas observaciones todo funciona normal.

21.5/30


GRUPO 3

Alejandra Díaz, Silvana Carrero, Adriana Hopkins, Gustavo Gutierrez y Fiorella Lopez

25

20

15

10

5

0

Silvana

Gustavo Alejandra Adriana

Fiorella

REFERENCIAS Mlv, A. (2013, 2 febrero). Municipalidad de La Victoria - Página principal. Municipalidad de La Victoria - Página principal. https://www.munilavictoria.gob.pe/ Municipalidad de Santiago de Surco. (2021, 5 octubre). Inicio – Municipalidad de Santiago de Surco súmate a la acción. Recuperado 8 de octubre de 2021, de https://www.munisurco.gob.pe/ Municipalidad de San Borja (2018, 6 octubre). Inicio – Municipalidad de San Borjahttps://www.munisurco.gob.pe/ Indicador: Generación de residuos sólidos en Lima Metropolitana. (s. f.). SINIA | Sistema Nacional de Información Ambiental. https://sinia.minam.gob.pe/indicador/1007 Indicador: Superficie de área verde urbana por habitante en Lima Metropolitana. (2018, 2 enero). SINIA | Sistema Nacional de Información Ambiental. https://sinia.minam.gob.pe/indicador/998 M.S.M. (s. f.). Catastro y zonificación. munisanmiguel. Recuperado 10 de noviembre de 2021, de http://www.munisanmiguel.gob.pe/servicios/catastro-y-zonificacion/ PLAN DE GOBIERNO DISTRITAL DE SAN BORJA. (s. f.). Recuperado 10 de noviembre de 2021, de https://declara.jne.gob.pe/ASSETS/PLANGOBIERNO/FILEPLANGOBIERNO/5915.pdf


0


­

05

Grupal: Carrero - Diaz - Gutierrez - Hopkins - Lopez

TA05: ACV PROPUESTA


ACV- FILTRO DE AGUA ALMACENAMIENTO DE MATERIAS PRIMAS

RO

DESECHO Y RECICLADO

COCCIÓN

MOLIENDA Y MEZCLA

AD

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MOLIENDA Y MEZCLADO

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ELEMENTOS RECICLABLES SECADO

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EMISIONES CONTAMINANTES (KG)

LECCIÓN

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200

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150

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Grupo 3: Alejandra Díaz, Gustavo Gutierrez, Adriana Hopkins, Fiorella López, Silvana Carrero


PROCESO ARCILLA

INICIO

MEZCL

+

PROCESO

RESULTADO

EFECTOS EN EL MEDI0 AMBIETE

Contaminación atmosférica 30%

Foco de bacterias 20%


ADO

FILTRO

º

PRODUCTO FINAL

º

Ruido 50%

Grupo 3: Alejandra Díaz, Gustavo Gutierrez, Adriana Hopkins, Fiorella López, Silvana Carrero


PURIFIQUA

DIMENSIONES

INSTALACIÓN

MANTENIMIENTO


PROPIEDADES

CARACTERÍSTICAS DEL AGUA FILTRADA

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