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Ed. 37 - Ano 05 - R$ 100
ON TRAVEL
Salar de Uyuni, um dos destinos mais fascinantes da América do Sul
ON TOUR
Equipotel: viagens, hospitalidade, gastronomia e toda a cadeia do turismo em um único lugar
ON AIR
LABACE 2026 reforça potencial da aviação executiva brasileira
PAULO MANCIO VICE-PRESIDENTE DE DESENVOLVIMENTO NO BRASIL DA MARRIOTT INTERNATIONAL E UM DOS PRINCIPAIS EXECUTIVOS DA HOTELARIA GLOBAL, EXPLICA POR QUE O BRASIL SE TORNOU PRIORIDADE PARA A MAIOR REDE HOTELEIRA DO MUNDO E COMO A ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA VEM TRANSFORMANDO O SETOR
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EDITORIAL
TEMPO DE CRESCER OTAVIO NETO
CEO Grupo On Media e Publisher HANDS ON
Em mais de quatro décadas cipais eventos de negócios do país: acompanhando o turismo, da hote‑ a Equipotel, com as tendências de laria às grandes feiras de negócios hospitalidade, gastronomia e servi‑ no Brasil e no exterior, aprendi que ços e a LABACE que reforça o pro‑ alguns momentos me‑ tagonismo do Brasil na recem atenção espe‑ aviação executiva. O TURISMO cial. O que vemos hoje Para quem busca BRASILEIRO VIVE é um deles. O mercado inspiração, viajamos UM NOVO CICLO brasileiro vive um novo até o impressionan‑ DE EXPANSÃO, DA ciclo de expansão, im‑ te Salar de Uyuni, um HOTELARIA ÀS pulsionado pelo cresci‑ dos destinos mais fas‑ GRANDES FEIRAS mento das viagens, dos cinantes da América DE NEGÓCIOS grandes eventos e dos do Sul, apresentamos investimentos. Não por a tradição gastronô‑ acaso, esta edição reúne alguns dos mica do Rufino’s Restaurante e os principais protagonistas desse setor. principais destaques da CASACOR Na capa, um dos executivos mais São Paulo. respeitados da hotelaria mundial: Completam esta edição nossos Paulo Mancio, Vice‑Presidente de colunistas, conteúdos sobre varejo, Desenvolvimento no Brasil da Mar‑ arte, moda, numerologia e temas riott International, que fala sobre sua que acompanham o estilo de vida carreira e os planos de expansão da e os negócios de quem está sempre maior rede hoteleira do mundo. em movimento. Acompanhamos dois dos prin‑ Boa leitura!
CEO e PUBLISHER Otavio Neto otavio@onnatv.com.br
REPÓRTER Vanda Fulaneto vanda_fulaneto@hotmail.com
EDITOR E JORNALISTA RESPONSÁVEL Luciana Albuquerque MTB: 53210/SP
CONSELHO EDITORIAL Adelson Coelho Luciana Albuquerque Professor Luís Marins Toni Sando Otavio Neto
DESIGN E DIAGRAMAÇÃO Celso Andrade
DEPARTAMENTO COMERCIAL Otavio Neto otavio@onnatv.com.br
PROJETOS ESPECIAIS E PROJETOS DIGITAIS Luiz Octavio Pinto Neto (JAKA) luizoctaviopn@icloud.com +55 (11) 98400-9130 FOTOS E ILUSTRAÇÕES Gregory Grigoragi, Divulgação, Pexels, Freepik (Magnific) ASSINATURA E DISTRIBUIÇÃO +55 (11) 91307-0979 (WhatsApp)
UMA PUBLICAÇÃO ON MEDIA E GESTÃO LTDA
Redação e administração: ON MEDIA E GESTÃO LTDA, inscrita no CNPJ(MF) sob o n° 55.157.837/0001-30, estabelecida à Av. Fernando Nobre, n° 11 Vila de São Fernando - Cotia/SP - Cep: 06705-500 Tel.: +55 (11) 91307-0979 (WhatsApp) A HANDS ON não se responsabiliza por conceitos emitidos nos artigos assinados. Não é permitida a reprodução total ou parcial sem a prévia autorização. Data de publicação: 01/07/2026
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COLABORADORES Adelson Coelho Fabio Porchat Jéssica Mendes Professor Luís Marins Suely de Souza Willy Herrmann
O N D E
T E M
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A C O N T E C E N D O ,
A CNC trabalha para garantir que o empresário tenha voz e força nas decisões que movimentam o COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO. Onde tem negócio acontecendo, tem representação e apoio. A CNC está em todo lugar e está com você.
P O R TA L D O C O M E R C I O . O R G . B R
T E M
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C N C .
INDEX
PAULO MANCIO Executivo é peça fundamental de um promissor capítulo de crescimento estratégico da Marriott International no Brasil
4 EDITORIAL
Tempo de crescer
8 SPEAKERS ON
Luiz Marins Energia, água, alimento e terras raras
12 SPEAKERS ON
Suely de Souza As influências dos meses universais, pela numerologia
16 ON DECOR
Na Casa Cor São Paulo 2026, a cozinha é protagonista
20 ON TRAVEL
Os espelhos d’água, hotéis de sal e paisagens surreais de Salar de Uyuni, na Bolívia
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GREG.GRIGORAGI
26 36 ON THE TABLE
58 SPEAKERS ON
40 ON AIR
60 WHATS ON
Rufino’s: 50 anos de tradição em peixes e frutos do mar
LABACE 2026: tendências e negócios da viação executiva
46 ON TOUR
Equipotel: tudo sobre o mercado de turismo em um único lugar
52 ON SPORT
Paulo Conegero Os ensinamentos da corrida para o varejo
Adelson Coelho A nova ordem global e os gargalos estruturais do Brasil Otavio Neto Um giro pelo mercado
66 ON ART
Fabio Porchat A obra de Isabel Galéry
68 ON STYLE
Vanda Fulaneto Escolha de Gentleman
70 GALERIA DOS NOTÁVEIS
Tirso de Salles Meirelles
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Em segurança, não existe expectativa. Existe preparo.
vigilância e segurança
SPEAKERSON
LUIZ MARINS
Antropólogo, consultor, palestrante e escritor com 37 livros publicados www.marins.com.br
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ENERGIA, ÁGUA, ALIMENTO E TERRAS RARAS Conversando com investidores internacionais interessados no Brasil, o que mais me chamou a atenção é que eles têm uma visão muito clara das vantagens comparativas de nosso país em relação aos países com os quais competimos e com os quais somos comparados (daí chamarmos de vantagens “comparativas”) como Indonésia, Turquia, Filipinas, Malásia, Índia, Vietnã, Mianmar e mesmo México e Argentina. As vantagens comparativas mais citadas passam pelo fato de sermos um país Ocidental Cristão; de não termos disputas de fronteira; de termos um único idioma; um sistema bancário eficiente com grande bancarização da população, mesmo a mais pobre, um Banco Central independente; um estoque genético riquíssimo que estimula a adaptação e a tolerância, com a maior população de alemães fora da Alemanha, japoneses fora do Japão, italianos fora da Itália etc.; terra, água e luz em abundância para produzir alimentos e além de termos os dois maiores aquíferos do mundo - Alter do Chão e Guarani - temos o maior percentual de energia renovável do
mundo com 86% da matriz renovável contra 30% da média mundial e ainda possuímos em nosso território 23% das terras raras, o segundo maior estoque de minerais estratégicos do mundo, esse tão falado grupo de 17 elementos químicos da tabela periódica que são fundamentais para a tecnologia moderna devido às suas propriedades magnéticas, ópticas e catalíticas únicas. Para entender a importância dessas nossas vantagens comparativas, é preciso lembrar que além da necessidade de minerais raros, a inteligência artificial (I.A.) é uma devoradora de energia por causa da complexidade matemática e da escala gigantesca de dados que processa. Para que modelos como o ChatGPT, Gemini, Claude e outros funcionem, milhares de processadores precisam trabalhar simultaneamente em capacidade máxima nesses gigantes modernos chamados Data Centers. E como os chips trabalham no limite, eles geram um calor imenso, exigindo uma enorme quantidade de energia e água para manter os sistemas de ar-condicionado e as bombas de água neces-
SempreJuntosBR é uma plataforma multi-setorial de networking, unindo empresários, líderes de mercado, profissionais liberais e empreendedores. Reconhecemos que o crescimento é fundamental, porém, cada vez mais exigente em termos de discernimento e conhecimento para escolhas assertivas e sustentáveis.
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sários para evitar que os computadores derretam. Só para ilustrar, um vídeo de dois minutos gerado por I.A. consome o equivalente à energia de um forno de micro-ondas ligado por 24 horas. Além dessas vantagens comparativas, não podemos nos esquecer de que somos responsáveis pela segurança alimentar do mundo de hoje, pois alimentamos mais de um bilhão de pessoas por dia no mundo. Somos hoje os maiores produtores e exportadores de café, suco de laranja, carne bovina, açúcar, etanol, soja etc., além de ser o maior produtor de carne de frango e o país que mais manda proteína para o mundo na atualidade. Só para ilustrar, a potência do agro brasileiro, de cada 10 copos de suco de laranja tomados na Europa, nove são do Brasil e de cada 10 xícaras de café, sete são do Brasil. A pergunta que esses investido-
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res nos fazem é por que com todas essas vantagens comparativas, de 123 países analisados por eles, 111 cresceram mais que o Brasil nos últimos 14 anos. Índia +140%, Vietnã +200%, China +230%... enquanto o Brasil acumulou queda de 9% na renda per capita. E eles mesmos nos respondem mostrando nossa dívida pública chegando a 100% do PIB e, portanto, uma enorme deficiência de gestão. Como sabemos no mundo empresarial, não basta ter bons produtos, é preciso ter boa gestão. Basta lembrar exemplos icônicos como a Alpargatas que entrou em sérias dificuldades tendo em seu portfólio as sandálias Havaianas, os encerados Locomotiva, a calça US TOP e o Kichute, ou mesmo a Lacta com Sonho de Valsa, Diamante Negro e BIS entre seus produtos. Sem uma boa gestão, não há empresa ou país que tenha sucesso. Assim, pensando em nossas enormes vantagens comparativas e, por mais difícil que seja o momento que estamos vivendo, é preciso não perder a esperança de que um dia acertaremos a gestão. Pense nisso. Sucesso!
O VISITE SÃO PAULO – assim como as demais entidades de destinos e Convention & Visitors Bureau em todo o Brasil – é uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela iniciativa privada, que trabalha com a missão de aumentar o fluxo de visitantes de um destino através da prospecção, promoção, apoio e incremento de eventos nacionais e internacionais. Além disso, por meio de seus profissionais técnicos, oferece apoio logístico, visitas de inspeção, capacitação dos profissionais de atendimento, produção de material promocional, geração de oportunidades entre associados, pesquisa e divulgação de eventos para planejamento e tomada de decisão. O resultado desse trabalho, que envolve toda a cadeia de turismo, eventos e viagens, contribui para o aumento das taxas de ocupação da hotelaria, recuperação da diária média e, consequentemente, para o desenvolvimento do destino. Em um mercado cada vez mais competitivo, é estrategicamente importante participar e manter um Convention & Visitors Bureau sólido, organizado e estruturado, que atue a médio e longo prazo não apenas nos novos eventos, mas também no apoio à manutenção dos já existentes no próprio destino. Por isso, precisamos do compromisso dos gestores dos hotéis associados, a fim de manter na parametrização do sistema de reservas o valor da contribuição do Room Tax. Com o seu apoio, toda a cadeia produtiva é beneficiada, e quem também sai ganhando é o visitante que, a negócios ou a lazer, encontrará em cada estada uma cidade mais estruturada e acolhedora.
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SPEAKERSON
AS INFLUÊNCIAS DOS MESES UNIVERSAIS, PELA NUMEROLOGIA, TÊM SIGNIFICADOS EM TERMOS DE SITUAÇÕES E ATITUDES SUELY DE SOUZA
Numerologista www.numerandos.com.br
Julho de 2026 será Mês Universal “8” (2026+7=10+7=17=8)
ARTIS GRATIA
O mês 8 traz uma vibração voltada para realizações concretas. As palavras-chave são: poder, resultados, justiça, colheita, prosperidade, autoridade e equilíbrio material. Como estamos num ano Universal 1, viveremos um período muito potente, pois 1 e 8 caminham juntos, sendo um a sombra do outro. Novas sementes estão sendo plantadas (Ano 1), mas é preciso administrar com sabedoria para construir resultados sólidos (Mês 8). É um período favorável para olhar para dinheiro, negócios, carreira, liderança e organização da vida prática. Há possibilidades positivas de crescimento financeiro; de reconhecimento profissional e expansão dos negócios; de colheita do que foi construído anteriormente; além de mais força para tomar decisões e desenvolver liderança e responsabilidade. Os cuidados consistem em evitar o excesso de controle e o autoritarismo; não colocar o material acima do emocional; ter muita atenção às questões de justiça, contratos e compromissos; e usar o poder com equilíbrio, conciliando o material com o espiritual, sem permitir que o emocional seja o comandante.
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Através de esforço e empenho é possível realizar grandes coisas e conhecer o sucesso. Tome a liderança, seja vigoroso, determinado e faça tudo com eficiência. Tenha um bom plano de ação e prossiga sem interrupção até o fim. Não deixe pequenas coisas ficarem no seu caminho. Julho de 2026 pode trazer uma energia de cobrança por resultados, ajustes econômicos, busca por eficiência e revelação de consequências de escolhas anteriores. É um período em que você pode sentir mais impulso para crescer, assumir responsabilidades e buscar reconhecimento. O momento é excelente para organizar negócios e projetos; para a tomada de decisões importantes e para a colheita de esforços anteriores. Por ser proveniente de um 17, esta é uma vibração de boa sorte, recompensas e crescimento. O período favorece a intuição, a criatividade, a meditação e as descobertas interiores. Ideias antigas podem se revelar e a comunicação ganha força, trazendo influência e poder de persuasão. Lembre-se de manter a fé, os pensamentos positivos e a confiança, pois a atitude otimista atrai resultados favoráveis. É um momento de superar obstáculos e conectar-se com o verdadeiro potencial interior.
ARTIS GRATIA
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Agosto de 2026 será Mês Universal “9” (2026+8=10+8=18=9)
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O mês 9 traz uma vibração de finalização de ciclos. É um período para colher aprendizados, liberar o que já cumpriu sua função e preparar espaço para um novo começo, pois o próximo mês será 1. Palavras-chave: encerramento, limpeza, desapego, perdão, compaixão, conclusão e transformação. O período é positivo para a conclusão de projetos e situações antigas; cura emocional e renovação; perdão e libertação do passado; maior sensibilidade e visão humanitária e inspiração artística e espiritual. Dentre os cuidados que o 9 exige estão evitar insistir em algo que já terminou seu ciclo, com melancolia ou apego, não carregar responsabilidades que pertencem a outras pessoas e fazer encerramentos com consciência. Agosto de 2026 pode trazer uma energia de balanço e fechamento, mostrando resultados de escolhas feitas anteriormente. É um mês para limpar, reorganizar e preparar terreno para novas fases. O Ano Universal 1 incentiva novos caminhos, mas o Mês 9 pede que deixemos para trás situações, hábitos ou relações que já cumpriram seu papel. É fundamental aceitar o fechamento de ciclos e lidar com o desapego para abrir espaço para novas possibilidades. Do contrário, corre-se o risco de repetir erros e viver preso ao passado, o que impede a evolução pessoal.
É um momento de finalizações, organização e desapego de tudo o que não é mais necessário, seja material, emocional ou relacionado a crenças ultrapassadas. Embora perdas possam ocorrer, elas devem ser vistas como parte do processo de preparação para um novo ciclo cheio de possibilidades. Não por acaso, o vazio existencial tende a ser maior neste período mensal, porque, através dele, a pessoa decide fazer um balanço sobre sua vida e, assim, refletir sobre o que merece ser mantido, o que deve ser transformado e o que precisa ser compreendido para ter paciência com o que ainda não é possível mudar. Por ser proveniente do 18 pede calma, precaução e cuidado pessoal. É importante diminuir o ritmo, cuidar do corpo, descansar e ouvir a intuição. Os sonhos e a criatividade ficam mais ativos, trazendo ideias e novos planos, mas é melhor esperar antes de colocá-los em prática. O mês também favorece a organização, a limpeza e a preparação para mudanças futuras. Deve-se ter atenção com documentos, negócios, decisões impulsivas e conflitos. Evite pressa, viagens arriscadas e situações desgastantes. Essa vibração traz oportunidade de colocar a vida em ordem, equilibrar a mente e permitir que novas direções surjam com mais clareza.
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A COZINHA VOLTA AO CENTRO DA CASA
Na Casa Cor São Paulo 2026, o ambiente dedicado ao preparo dos alimentos extrapola a função prática e se transforma em espaço de acolhimento, conexão e expressão estética Por Vanda Fulaneto
A 39ª edição da Casa Cor São Paulo, que acontece mais uma vez no Parque da Água Branca, traz como tema “Mente e Coração” e propõe uma reflexão sobre a casa como porto seguro e local de afeto, cura, autocuidado e saúde mental. Reconhecida como a principal plataforma cultural de arquitetura, paisagismo e design de interiores das Américas, a mostra, realizada anualmente, reúne alguns dos principais arquitetos, designers de interiores e paisagistas do país - ao
todo, 75 profissionais que assinam 70 ambientes. Entre os ambientes mais disputados pelos profissionais está a cozinha, o coração da casa, onde se criam memórias em torno da mesa, celebrando sabores e histórias. A tendência dominante é sensorial e acolhedora, com cores naturais, materiais autênticos, e texturas marcantes. Uma cozinha que abraça. Tons terrosos e profundos, verde musgo, cinza quente, terracota, bege e o toque do azul puro para equilibrar e acalmar a mente. O resultado são am-
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DIVULGAÇÃO
CAROLINA MOSSIN
O arquiteto boliviano Eduardo Baldelomar apresentou o projeto Chiquitano e a força ancestral da Chiquitânia (região de planície da Bolívia moldada pelo encontro entre povos indígenas e missionários jesuítas nos séculos XVII e XVIII)
A COZINHA DEIXA DE SER UM LABORATÓRIO DE CULINÁRIA PARA SE TORNAR O CORAÇÃO AFETIVO DA CASA, UM LUGAR PARA CONVERSAR E RESPIRAR bientes elegantes, funcionais e emocionalmente conectados com seus moradores. Madeira natural de volta, reabilitação de móveis antigos, louceiro da vó com tecnologia atual ganham destaque nos ambientes. Nada de excesso. Qualidade de material, minimalismo acolhedor, poucos objetos e texturas naturais são a pedida. Menos ruído visual, mais memória afetiva. Cozinha para ser laboratório, para cozinhar, conversar e respirar
Marcelo Salum foi destemido no uso de cores, o grande triunfo do projeto, imaginando uma cozinha profissional
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Serviço: CASA COR 2026 2 de junho a 9 de agosto de 2026 Terça a domingo e feriados das 11h às 22h Parque da Água Branca Rua Dona Ana Pimentel, 37, São Paulo
VITOR GULHERME
Renan Altera, da Altera Arquitetura, elevou a cozinha a um verdadeiro santuário de cuidados: usou pedra natural e paleta de cores autoral, com tons verdes e terrosos
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ONDE O
CÉU E A TERRA
SE ENCONTRAM
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Entre espelhos d’água, hotéis de sal e paisagens surreais, a Bolívia abriga um dos destinos mais impressionantes: Salar de Uyuni, o maior e mais alto deserto de sal do mundo, onde a natureza cria um espetáculo que desafia a percepção humana Por Jéssica Mendes
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ON TRAVEL
DIVULGAÇÃO
NO SALAR DE UYUNI, O VERDADEIRO LUXO NÃO ESTÁ NOS EXCESSOS, MAS NO PRIVILÉGIO DE CONTEMPLAR UMA DAS PAISAGENS MAIS EXTRAORDINÁRIAS DO PLANETA
Não é preciso sair do continente para conhecer o maior e mais alto deserto de sal do mundo, pois o deslumbrante cenário do Salar de Uyuni está em um país vizinho: a Bolívia. Localizado na região dos Andes, sua área se estende por cerca de 10.500 quilômetros quadrados, a mais de 3.650 metros de altitude, em uma paisagem que parece desafiar os limites entre céu e terra. Saindo de São Paulo, a viagem dura em média 12 horas, com conexões em La Paz ou Santa Cruz de la Sierra. Mas os números impressionantes são apenas uma parte do que faz do Salar de Uyuni um destino único. O lugar é consagrado pelo fenômeno conhecido como espelho, em que, durante a temporada de chuvas, entre os meses de dezembro e março, céu e terra parecem se fundir, gerando um espelho d’água exuberante e mundialmente admirado. Todos os anos, o Salar de Uyuni recebe mais de 300 mil turistas de todas as partes do mundo, que se encantam a cada quilômetro percorrido. “Historicamente, Uyuni sempre atraiu muitos viajantes da Europa, América do Norte e Ásia. Nos últimos anos, observamos também um crescimento consistente do mercado latino-americano, especialmente do Brasil, que passou a enxergar o Salar não apenas como uma extensão do Atacama, mas como um destino principal de viagem”, diz Roberta Gameiro, fundado-
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ra e diretora do Araya Atacama, agência de turismo especializada nos desertos sul-americanos. Seja para uma viagem romântica, uma expedição de aventura, uma jornada em turma ou solo com apenas uma mochila nas costas, o paraíso boliviano certamente renderá experiências e fotos difíceis de repetir em outros lugares do mundo, e os motivos são vários: “O Salar de Uyuni é um daqueles lugares raros que desafiam qualquer expectativa. Mesmo quem já viajou bastante pelo mundo costuma se surpreender ao chegar lá. O primeiro fator, na minha opinião, é a dimensão. Estamos falando da maior planície de sal do planeta, um cenário tão vasto que muitas vezes parece não ter fim. O segundo é a sensação de isolamento e imensidão, algo cada vez mais raro em um mundo tão conectado”, afirma Roberta. A jornada faz parte do espetáculo O percurso até o deserto é uma experiência à parte. O viajante percorre uma região extraordinária da Bolívia, passando por lagoas coloridas habitadas por flamingos, vulcões, desertos de altitude, campos geotérmicos, águas termais e formações esculpidas pelo vento. São paisagens que, por si só, já justificariam a viagem. Mas o destino reserva mais. “Ao chegar, é como se tudo o que viu antes
CKANDRADE
Muito além de um cartão-postal, Uyuni oferece uma jornada por paisagens irreais, hotéis de sal, céus infinitos e uma das experiências de contemplação mais impactantes da América do Sul
servisse apenas como preparação para aquele momento. A escala, o silêncio e a beleza do lugar são tão impactantes que até cenários que pareciam grandiosos ganham uma nova perspectiva. É um destino que desperta emoções muito fortes porque faz o viajante se sentir pequeno diante da natureza”, comenta Roberta. Para a diretora da Araya, o ideal é visitar a região entre março e maio, pois ainda é possível encontrar áreas alagadas que criam o efeito espelho, ao mesmo tempo em que parte do Salar já está seca e acessível. “É uma combinação rara dos dois cenários”, diz.
Turismo boliviano em foco Conhecida historicamente pela atuação nas áreas de mineração e gás natural, a Bolívia quer destacar ainda mais o turismo como fortaleza do seu desenvolvimento econômico. Tanto é que o governo anunciou neste ano a meta de receber 2,6 milhões de visitantes e alcançar US$ 3 bilhões em renda até 2030, elevando a contribuição do setor para a economia de 5% para 7%. Embora a infraestrutura turística ainda esteja em evolução, os avanços dos últimos anos são evidentes. O local passou a atrair um perfil de viajante em busca de experiências mais exclusivas e,
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ENTRE LAGOAS POVOADAS POR FLAMINGOS, VULCÕES, DESERTOS DE ALTITUDE E O FAMOSO EFEITO ESPELHO, O SALAR DE UYUNI É UM DOS DESTINOS MAIS DESEJADOS DO MUNDO
com isso, ampliou sua oferta de hotéis boutique e hospedagens construídas com blocos de sal, que combinam conforto, gastronomia regional e vistas privilegiadas para o deserto. Os roteiros incluem passeios privativos em veículos 4x4, observação astronômica sob alguns dos céus mais limpos do planeta e experiências fotográficas no famoso efeito espelho, transformando a viagem em uma imersão que alia aventura, contemplação e sofisticação. “Percebemos uma mudança no perfil dos operadores turísticos. Muitas empresas entenderam que existe um viajante disposto a explorar lugares remotos, desde que haja segurança, organização e alguns elementos de conforto durante a jornada. Mas acredito que existe um aspecto importante: Uyuni continua sendo um destino onde a natureza é a verdadeira protagonista. Parte do encanto está justamente nessa sensação de isolamento e de estar em um dos lugares mais remotos do planeta”, destaca. Entre as novidades da região está o parque temático Sueños y Leyendas, instalado junto ao Hotel Palacio de Sal, considerado o primeiro hotel de sal do mundo. Inspirado na cultura andina, o espaço reúne atrações, esculturas e experiências
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interativas que contam histórias e lendas locais, ampliando as opções de entretenimento para quem visita o Salar de Uyuni. O turismo é um dos segmentos econômicos mais importantes da região, afinal, movimenta uma infraestrutura extensa que inclui hotéis, restaurantes, motoristas, guias, artesãos, produtores locais, transportadoras e pequenos empreendedores. Em localidades remotas como a do altiplano boliviano, a atividade turística é tão vital para o desenvolvimento da economia, que influencia até na permanência das comunidades em seus territórios. “O turismo também estimula a capacitação profissional, especialmente em áreas como idiomas, hospitalidade, condução turística e gestão de empreendimentos”, pontua Roberta. No Salar de Uyuni, desenvolvimento e preservação ambiental caminham lado a lado. “Parte dos atrativos está localizada em áreas protegidas, como a Reserva Nacional Eduardo Avaroa, onde há controle de acesso, cobrança de ingressos e regras específicas para circulação dos visitantes. Esses recursos ajudam na manutenção das áreas e no financiamento de ações de conservação”, completa a diretora da Araya.
ON SPOT
BRASIL, A NOVA FRONTEIRA DA HOTELARIA Responsável por liderar a expansão da Marriott International no Brasil como Vice‑Presidente de Desenvolvimento, Paulo Mancio explica por que o País entrou definitivamente na estratégia global da companhia e como as mudanças no comportamento do consumidor estão impulsionando uma nova era da hotelaria Por Luciana Albuquerque
Fotos Greg.Grigoragi
Agradecimento JW Marriott São Paulo
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ON SPOT
A inteligência artificial podeOatuar nos bastidores Centro de tornando os processos mais Convenções Rebouças nãona está eficientes. Mas, linha isolado cidade, de frente, éda o atendimento do sistema de saúde personalizado que faz a ou da sociedade. diferença. continuará Ele fazEsse parte de tudo isso.diferencial Por isso,da sendo o grande nossas práticas indústria da hospitalidade de ESG dialogam
Além do portfólio de luxo e lifestyle da Marriott no mercado brasileiro, Mancio será responsável pela continuidade da expansão estratégica da marca City Express com o objetivo de levar hospedagem acessível e de qualidade a mais regiões do país
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com governança, integridade, políticas públicas e cultura organizacional
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ON na TV
Responsável por liderar os esforços de expansão e desenvolvimento da Marriott International no mercado brasileiro, Paulo Mancio assumiu, em fevereiro, o posto de Vice‑Presidente de Desenvolvimento no Brasil e terá papel decisivo na estratégia de crescimento da empresa, líder global em hospitalidade na região de Caribe e América Latina (CALA), onde atua como maior grupo hoteleiro. Formado em Engenharia Civil e Administração de Empresas, o executivo possui certificação especializada em Projetos e Construção Hoteleira e atua como professor de pós‑graduação em Gestão Imobiliária e Hospitalidade na Florida International University. Ao longo de sua carreira, ganhou relevância nos setores de hospitalidade e mercado imobiliário, sendo reconhecido por sua profunda visão de mercado e capacidade de execução, acumuladas em décadas de experiência em posições de liderança de grandes empresas, como Grupo Accor, DAMAC Properties, maior incorporadora de Dubai, e CB Richard Ellis (CBRE). Recentemente, a Marriott inaugurou sua propriedade de número 10 mil no mundo. O Brasil é um mercado estratégico que a gigante do setor já vislumbra a liderança e a nomeação de Mancio reforça o compromisso da companhia em ampliar sua presença no país e aproveitar todo o seu potencial de crescimento. O plano é chegar a 2030 com mais de 110 hotéis no Brasil. Com Paulo Mancio à frente do desenvolvimento no Brasil, a Marriott dará continuidade a iniciativas estratégicas em todo o país visando a expansão da presença da companhia no segmento de luxo, com projetos transformadores em pipeline, como o MARAEY, que trará à América do Sul o primeiro Ritz‑Carlton Reserve; de hospedagem acessível e de qualidade, conhecida como midscale, sob a marca City Express by Marriott; e na ampliação do seu portfólio all inclusive. Nesta entrevista exclusiva para a Hands On Magazine, Paulo Mancio revela os planos para impulsionar a ambiciosa agenda de crescimento da Marriot International no País, os segmentos que mais crescem e como as mudanças de comportamento do viajante brasileiro impactam a hospitalidade e o design hoteleiro de experiências. Hands On Magazine: O Brasil se tornou um mer‑ cado estratégico para a Marriott? Paulo Mancio: Brasil é um mercado estratégico para a Marriot, contando com a segunda maior base de membros do Marriott Bonvoy em Caribe e Améri‑ ca Latina (CALA), 15 hotéis em operação sob nove marcas globais e 17 projetos no pipeline, que juntos representam mais de 2.200 quartos. Sobretudo nos últimos dois anos, a companhia decidiu entrar no úl‑ timo grande mercado em que ainda não era líder: o Brasil. Fui contratado justamente para liderar esse plano de crescimento e expansão, trabalhando com as 42 marcas do portfólio do grupo. Minha principal responsabilidade é justamente gerar crescimento para a companhia. Isso significa expandir a presen‑ ça da Marriott no País, desenvolver novos negócios e fechar novos contratos. A expectativa é chegar a
2030 com cerca de 110 a 115 hotéis em operação no Brasil. Será uma presença extremamente relevante para a companhia. HO: O que motivou os investidores internacionais a olharem o Brasil de outra forma? PM: Esse movimento aconteceu por uma combina‑ ção de fatores. O brasileiro começou a consumir cada vez mais experiências e produtos premium durante as viagens ao exterior, desde hotéis de grandes marcas internacionais até gastronomia, moda e outros itens de luxo. Muitas pessoas de alto poder aquisitivo compravam e vivenciavam lá fora aquilo que ainda não existia aqui. Hoje, esse consu‑ mo também acontece dentro do Brasil. É a primeira lei da economia: oferta e demanda. Quando existe demanda, é preciso criar oferta. O investidor per‑
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ON SPOT
A Marriott é líder mundial da hotelaria premium e de luxo. Hospedar-se no Ritz-Carlton de Nova York, em frente ao Central Park, ou em um JW Marriott em Nova York, Los Angeles ou Miami é objeto de desejo de muitas pessoas
A Marriott International reúne um portfólio de mais de 9.800 propriedades sob mais de 30 marcas líderes em 145 países e territórios
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Eu me sinto respeitada, mas sei que isso é fruto de uma trajetória longa, de consistência e entrega. Precisamos criar mais espaços, incentivar, apoiar e dar visibilidade às mulheres que lideram para mudar esse cenário
cebeu rapidamente esse movimento e começou a desenvolver esses produtos no mercado brasileiro. Durante muito tempo, a hotelaria de Buenos Aires era mais desenvolvida do que a de São Paulo. Hoje, esse cenário mudou. As grandes marcas interna‑ cionais estão chegando ao Brasil.
pectativa é fechar entre 50 e 60 novos contratos nos próximos quatro ou cinco anos. Assinar entre sete e dez contratos por ano com essa bandeira será muito importante para o crescimento da Marriott no Bra‑ sil. Há inúmeras cidades de médio porte capazes de sustentar esse tipo de empreendimento.
HO: Depois de tantos anos na hotelaria, o que ainda surpreende você? PM: Estou vivendo um momento muito especial na Marriott. Sempre tive curiosidade de trabalhar em uma empresa americana pela disciplina, pelo foco e pela forma como conduzem os negócios. É impres‑ sionante o nível de organização. Recentemente, a Marriott inaugurou sua propriedade de número 10 mil no mundo. Nenhuma empresa do setor possui um portfólio desse tamanho. Isso exige muito foco, disciplina e consistência. Além disso, estou extre‑ mamente feliz por participar justamente do mo‑ mento em que a Marriott decidiu investir fortemen‑ te no Brasil. Sou apaixonado pelo Brasil e poder construir essa história no meu próprio país é extre‑ mamente gratificante. Também me motiva conti‑ nuar desenvolvendo o conceito de experiência na hotelaria, um tema do qual fui pioneiro há mais de dez anos. Eu fui um dos criadores do conceito De‑ sign for Experience. Participar dessa nova geração de experiências e ajudar a construir soluções para os clientes é algo que realmente me entusiasma.
HO: O midscale e o luxo serão os dois segmentos que mais crescerão na hotelaria brasileira? PM: Serão dois segmentos que vão crescer mui‑ to. O primeiro é o midscale, mas existe uma outra ponta que também está avançando de forma im‑ pressionante que é a hotelaria premium e de luxo. O brasileiro, nos últimos 20 ou 25 anos, aprendeu a fazer uma coisa que antes não fazia: viajar. Os meus pais não viajavam como nós viajamos hoje. Hoje, se a pessoa decide, na quinta-feira, que vai passar o fim de semana em Miami, em Buenos Ai‑ res ou em Bogotá, ficou muito mais fácil. E à medi‑ da que aprendemos a viajar, aprendemos também o que é bom. O brasileiro hoje conhece marcas, restaurantes, hotéis e experiências. Um exemplo dessa mudança de comportamento é que o bra‑ sileiro não tomava vinho há 30 anos e hoje é um consumidor importante desse mercado – que está dentro da oferta de experiências. Então, da mesma forma que o brasileiro aprendeu a consumir mar‑ cas como Louis Vuitton, Gucci e Salvatore Ferraga‑ mo, ou carros como Maserati, Ferrari e Volvo, ele também aprendeu a viajar e a valorizar grandes experiências de hospedagem. E a hotelaria soube captar esse movimento. Então existe uma realida‑ de muito interessante. De um lado, cidades como Limeira, Bebedouro ou Ribeirão Preto, comportam perfeitamente hotéis midscale. Do outro, capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília absor‑ vem muito bem empreendimentos premium e de luxo, segmento no qual a Marriott já tem uma pre‑ sença muito forte. O JW Marriott São Paulo é um excelente exemplo. É um hotel espetacular, locali‑ zado em uma região fortemente voltada aos ne‑ gócios, dentro do Parque da Cidade e ao lado do
HO: A Marriott está apostando fortemente no midscale no Brasil. Qual é a estratégia? PM: Existe um mercado enorme formado por pesso‑ as que viajam para cidades como São José do Rio Preto, Bebedouro, Limeira, Taubaté e tantos outros municípios do interior do País, em estados como São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Esse público bus‑ ca hotéis midscale, que atendam exatamente às necessidades dessas viagens. É nesse espaço que entra uma das nossas marcas, a City Express. Esta‑ mos entrando com muita força nesse segmento. No ano passado assinamos oito contratos e nossa ex‑
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Rochaverá Corporate. É um empreendimento que está performando muito bem. HO: O consumidor brasileiro tem características diferentes das de outros mercados quando se fala em hotelaria de luxo? PM: Sem dúvida. O brasileiro é extremamente co‑ nectado. É um consumidor apaixonado por mídias sociais, que acompanha as novidades em tempo real e tem acesso muito rápido à informação. Ele gosta de descobrir o que há de novo. Quando uma marca internacional chega ao Brasil, ele rapidamen‑ te cria interesse. É um consumidor de vanguarda, muito antenado. Gosto de fazer uma comparação. Também sou italiano e o público italiano é muito diferente. Ele demora mais para incorporar novi‑ dades. O mesmo acontece, em certa medida, com o argentino. Já o brasileiro absorve rapidamente uma nova tendência. Basta ela aparecer e, no dia seguinte, parece que todos já falam sobre o assun‑ to como se conhecessem aquela marca há anos. Por isso, quando conseguimos trazer um produto bem estruturado para o Brasil e estabelecer uma conexão com a sociedade brasileira, o potencial é enorme. Não podemos esquecer que este é um país com mais de 230 milhões de habitantes, a maior economia da América Latina e uma das maiores do mundo. É um mercado de consumo gigantesco. HO: A pandemia foi um divisor de águas para a mudança de comportamento do brasileiro em relação às viagens? PM: Sim. Eu falo sobre experiência na hotelaria há mais de dez anos. Mas hoje estamos vivendo um novo capítulo dessa história. Infelizmente, a pande‑ mia nos aproximou de uma realidade muito dura. Todos nós conhecemos alguém que perdeu um fa‑ miliar ou um amigo. Isso fez as pessoas refletirem. Muita gente passou a pensar: ‘Por que eu deixei para depois aquela viagem? Por que não apro‑ veitei mais a vida?’ As pessoas perceberam que adiar experiências pode significar nunca vivê-las.
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Hoje elas aproveitam muito mais. A roupa que es‑ tava guardada no armário passou a ser usada. O restaurante que ficava para outra ocasião passou a fazer parte da rotina. Basta olhar para cidades como Roma, Paris ou Nova York: todas estão lota‑ das. As pessoas decidiram viver agora. HO: Como essa transformação impacta direta‑ mente a hotelaria? PM: Estamos vivendo um novo comportamento hu‑ mano, muito ligado à busca por experiências, mas além de aproveitar mais a vida, as pessoas querem viver mais e melhor. Nunca houve tanta procura por tratamentos ligados ao rejuvenescimento e à qualidade de vida. Isso mudou completamente a hotelaria. Há 20 anos, quando desenvolvíamos um hotel, a academia era quase um espaço secundá‑ rio, com equipamentos básicos. Hoje, há hóspedes que escolhem um hotel pela academia. Eles que‑ rem equipamentos de última geração, integração com o Apple Watch, continuidade do treinamento que fazem diariamente e uma estrutura voltada ao bem-estar. Essa passou a ser uma decisão de com‑ pra. Hoje existem hotéis completamente dedicados a esse conceito de saúde, longevidade e bem-estar. O spa deixou de ser apenas um complemento da hospedagem para se tornar parte da experiência. Em São Paulo, por exemplo, um dos melhores spas da cidade está dentro do JW Marriott. É um espaço extremamente exclusivo, equipado com tecnologia de altíssimo padrão e pensado para proporcionar uma experiência diferenciada aos nossos hóspedes. Toda essa dedicação ao wellness faz parte da nova geração da hospitalidade. São pessoas que que‑ rem aproveitar melhor a vida, cuidar da saúde, viver mais e transformar cada viagem em uma experiên‑ cia completa. HO: O hotel deixou de ser apenas um destino e se tornou um ecossistema de experiências? PM: Sem dúvida. O hotel entendeu, e não foi fácil compreender isso, que deixou de ser apenas um lu‑
Mancio também terá papel fundamental na ampliação do portfólio All‑Inclusive da companhia, com base no forte desempenho do The Westin Porto de Galinhas e na recente assinatura do The Westin João Pessoa, consolidando ainda mais a liderança da Marriott neste segmento de lazer em crescimento
gar para hospedagem e passou a funcionar como uma plataforma, um verdadeiro ecossistema de so‑ luções. Durante muitos anos existiam basicamente dois mercados para a hotelaria: o viajante corpora‑ tivo, que chegava para uma reunião, assinava um contrato e voltava para casa, e o turista tradicional. Agora esses dois mundos se misturaram. A pessoa vem a São Paulo para trabalhar durante dois dias, faz as reuniões necessárias e depois estende a via‑ gem para aproveitar um show, uma corrida, uma maratona, um restaurante ou um fim de semana no Rio de Janeiro. Essa combinação entre negócios, lazer e entretenimento exige que a hotelaria esteja permanentemente preparada para novas deman‑ das. A gastronomia dos hotéis também passou por essa transformação. Lugares como o Neto, no JW Marriott São Paulo, ou o L40 Cozinha de Latitude, no W São Paulo, deixaram de oferecer apenas uma refeição. Tornaram-se experiências que ficam na memória das pessoas. É onde acontecem comemo‑ rações, encontros, celebrações. Tudo isso faz parte da nova hospitalidade. HO: Como evoluiu a relação entre hospitalidade e desenvolvimento imobiliário no Brasil? PM: Existe um movimento muito importante que começou há cerca de 30 anos no mundo: o sur‑ gimento dos branded residences, especialmente associados a marcas hoteleiras. Um investidor da Marriott tinha um empreendimento residencial em Nova York que não estava performando bem. Em conversa com a companhia, surgiu a ideia de lan‑ çar o projeto com a marca Ritz-Carlton. Foi o pri‑ meiro branded residence do mundo. Foi um projeto pioneiro que teve um enorme sucesso. A partir des‑ sa experiência nasceu um mercado que hoje cresce de forma extraordinária. Quando fui trabalhar em Dubai, imaginava que faria muitos hotéis. Na prá‑ tica, trabalhei muito mais com branded residences. Foi um período de enorme aprendizado profissio‑ nal. O consumidor quer morar melhor. Quando ele viaja para Nova York, Paris ou Amsterdã, conhece
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uma marca, cria identificação com a cama, com o café da manhã, com o atendimento, as cores e toda a experiência daquele hotel. Se ele tem condições financeiras, passa a querer levar essa experiência para a própria casa. Esse mercado é extremamen‑ te qualificado. Hoje, no mundo, imóveis associados a marcas de lifestyle chegam a valer entre 25% e até 80% mais do que empreendimentos convencio‑ nais. Em alguns casos, esse prêmio chega perto de 100%. Temos marcas extremamente sofisticadas na Marriott, como o St. Regis, que costumo comparar à Patek Philippe no universo da relojoaria. Morar em um St. Regis tornou-se um símbolo de status e um verdadeiro cartão de visita. HO: Em um momento em que a inteligência artifi‑ cial ganha cada vez mais espaço, o que a hospi‑ talidade ensina sobre comportamento humano? PM: Eu acredito profundamente na inteligência ar‑ tificial. É um dos maiores avanços tecnológicos que estamos vivendo. Na Marriott, a inteligência artificial já faz parte da operação e está presente em di‑ versos projetos. Mas existe um ponto fundamental: nada substitui a interação humana. Toda atividade que gera fricção pode e deve ser simplificada pela tecnologia. Isso já está acontecendo e é irreversí‑ vel. Por outro lado, na hotelaria aprendemos que o encantamento está justamente nos pequenos gestos, então aquilo que envolve relacionamento continuará sendo humano. Perguntar simplesmen‑ te se o cliente deseja fazer o check-in não cria ne‑ nhuma conexão. Ser recebido pelo nome hotel, ou‑ vir um “bom dia” genuíno, encontrar o colaborador que lembra da bebida que você pediu na última hospedagem... isso ninguém esquece. São atitudes simples, mas que conectam pessoas com pessoas. E essa conexão continuará sendo insubstituível. Na hotelaria vendemos serviço. A IA pode atuar nos bastidores, tornando os processos mais eficientes. Mas, na linha de frente, é o atendimento personali‑ zado que faz a diferença. Esse continuará sendo o grande diferencial da indústria da hospitalidade
Existe algo que o brasileiro tem em abundância, que não custa absolutamente nada e que faz toda a diferença: o sorriso. Quando você chega a um hotel no Brasil, normalmente encontra um sorriso, um bom dia, um acolhimento verdadeiro. Isso faz parte da nossa cultura. E o visitante estrangeiro percebe
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RUFINO´S
A CASA DO LOBO DO MAR
O restaurante especializado em peixes e frutos do mar, privilegia receitas com sabor natural dos pescados que são desejadas há mais de cinco décadas Por Vanda Fulaneto
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PEIXE COM GOSTO DE PEIXE: NO RUFINO’S A ESSÊNCIA DO MAR PRESERVADA É O SUCESSO DA CASA Em 1970 nasceu no Guarujá o restaurante Rufino’s, fundado pelo Capitão Rufino, um espanhol que nasceu em uma tradicional cidade de pescadores e marinheiros. Especializado em pescados e frutos do mar, o restaurante chamava a atenção por sua decoração ousada: em uma mesa, logo na entrada, ficavam expostos peixes inteiros, crustáceos, moluscos e outros frutos do mar. A originalidade e ousadia, tanto da ambientação como dos pratos servidos, logo fizeram do local um verdadeiro mito. Uma grife de pescados respeitada. O atendimento era outro diferencial. Capitão conhecia seus clientes pelo nome e, após cumprimentá-los nas mesas, seguia para a cozinha para preparar suas deliciosas receitas. O barco era seu laboratório. Nas suas andanças, o Capitão, sempre em contato com os barcos pesqueiros, descobria onde estavam os bons peixes. Passados mais de 50 anos e agora com duas unidades, uma no Guarujá e a outra na capital paulista, o Rufino’s mantém até hoje esses detalhes que o diferenciaram como um local de excelência gastronômica. Entre os clientes mais jovens que gostam muito das receitas da casa, poucos sabem que o nome do restaurante não é uma fantasia e sim a identidade de um homem de “carne e osso”, que passa a maior parte do seu tempo no mar. Rufino defende a essência do mar: peixe com gosto de peixe. Suas receitas privilegiam o sabor natural do pescado, não o molho. Azeite extravirgem, tomates frescos,
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especiarias, tudo na medida certa para não mascarar o gosto do mar. A única exceção é o Camarão à Húngara, preparado em cumbuca de barro ao forno, com creme de leite fresco e páprica. O cardápio mantém as receitas antigas, que são sucesso há décadas. As novidades só são introduzidas depois de muitos testes e com o aval de seus assistentes. “Gosto de modernidade, mas sempre vou devagar, não à toa, somos referência e fazemos sucesso há mais de 50 anos”, afirma o Chef e Capitão Rufino. Sardinha escabeche; casquinha de siri; ostras frescas; patinhas de caranguejo; vários tipos de saladas; pratos com frutos do mar, polvos de diferentes tipos; peixes inteiros, como pescada e linguado, e pratos autorais, como Camarão à Rufino’s; Camarão à Napolitana; Camarão à Paulista; Grelhado de frutos do mar; Peixe à Rufino`s; Moqueca de Peixe e Tranche de Salmão. Massas, como Spaguetti ao Vongole, e carnes, como frango grelhado ou filé mignon, completam o menu. No momento da sobremesa, há excelentes pedidas, como brownie, mil-folhas, pudins, entre outras delícias. A casa do lobo do mar, onde todo prato vale a pena. Serviço: RUFINO`S RESTAURANTE Rua Dr. Mario Ferraz, 377 São Paulo Tel.: (11) 3074-8800
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Camarão ao mango chutney
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Construído na Suíça, o PC-12 NGX, da Amaro Aviation, é a última geração do mais bem sucedido avião de sua classe
LABACE 2026 reforça o protagonismo do Brasil e acompanha a expansão da aviação de negócios no país Por Luciana Albuquerque
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AVIAÇÃO EXECUTIVA GANHA ALTITUDE HANDSON 37
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Nos últimos anos, a aviação executiva deixou de ser vista exclusivamente como um mercado de luxo para assumir um papel estratégico na conectividade empresarial. Em um país de dimensões continentais, como o Brasil, e com limitações de infraestrutura em diversas regiões, as aeronaves passaram a desempenhar função relevante para empresas, investidores e cadeias produtivas que dependem de deslocamentos rápidos e eficientes
O BRASIL É UM DOS MERCADOS MAIS RELEVANTES DA AVIAÇÃO DE NEGÓCIOS NO MUNDO, DETENTOR DA SEGUNDA MAIOR FROTA DO SEGMENTO EM OPERAÇÃO FLÁVIO PIRES, CEO DA ABAG, ENTIDADE PROMOTORA E ORGANIZADORA OFICIAL DA LABACE
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Nesse cenário, a aviação de negócios no país vive um momento de plena expansão. Dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG) mostram que o país registrou 94,8 mil movimentos de pousos e decolagens até março de 2026, crescimento de 12,18% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 84,5 mil movimentos. Flavio Pires, CEO da ABAG, destaca que a frota da aviação de negócios tem registrado uma entrada constante, nos últimos três anos, de cerca de 600 aeronaves por ano. “Atualmente, o Brasil possui uma frota total de 11.375 aeronaves, consolidando-se como a segunda maior frota de Aviação de Negócios do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O mercado continua em forte expansão: de março/25 a março/26, a frota de jatos cresceu 14,8% (chegando a 1.189 unidades em operação) e a de turboélices teve alta de 8,7%”, relata. Para ele, “sustentar esse ritmo requer uma infraestrutura capaz de atender a essa expansão, especialmente considerando que a aviação comercial conecta apenas pouco mais de 149 cidades no Brasil, enquanto a aviação de negócios liga mais de 5 mil municípios.” Maior feira de aviação de negócios da América Latina Com as aeronaves voando mais, o desafio e a oportunidade estão em acompanhar essa demanda, já que toda a cadeia aeronáutica é impactada, exigindo mais em serviços aeroportuários, combustível, manutenção e novas tecnologias. Para acompanhar a maturidade e o dinamismo do mercado brasileiro, o Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, será palco da 21ª edição da LABACE - Latin American Business Aviation Conference & Exhibition, a maior feira de aviação de negócios da América Latina e uma das principais do calendário internacional. Realizada entre os dias 4 e 6 de agosto, a feira reunirá fabricantes, operadores, investidores, fornecedores e executivos em um ambiente voltado à geração de negócios, relacionamento e apresentação das principais tendências do setor.
Geração de negócios Além do conteúdo técnico, a feira amplia as oportunidades de networking qualificado por meio de painéis, encontros de negócios e espaços de relacionamento que aproximam fabricantes, opera-
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Ao reunir, em um único ambiente, praticamente todos os elos da cadeia da aviação de negócios, a LABACE espera superar os US$ 150 milhões em negócios gerados ao longo dos três dias de evento em 2025. “Esse montante financeiro engloba de forma ampla a comercialização de novas aeronaves, o fechamento de contratos de serviços, além da venda de peças e equipamentos. Com o aumento operacional e o crescimento da frota, toda a cadeia de manutenção e tecnologia está muito aquecida”, relata Flávio Pires, CEO da ABAG, promotora e organizadora oficial da LABACE. A feira tornou-se um hub estratégico para toda a cadeia produtiva da aviação geral. “O público vai encontrar a principal plataforma de networking e negócios da América Latina, reunindo os maiores players globais: fabricantes, revendedores, operadores aéreos, oficinas de manutenção e fornecedores de tecnologia e infraestrutura”, adianta Flavio. “Em 2025, a feira recebeu mais de 14 mil visitantes, 150 marcas e 54 aeronaves expostas e, para este ano, a expectativa é de um ambiente ainda mais dinâmico”, completa. “Como destaque desta edição, teremos uma presença recorde do agronegócio. O produtor rural e o empresário desse setor têm usado a aviação executiva como ferramenta essencial de produtividade nas fazendas, e a feira será o ponto de encontro para buscarem novas aeronaves, peças e soluções tecnológicas para suas operações”, relata Flavio. Outro destaque da programação são as Education Sessions, conduzidas por especialistas nacionais e internacionais. Os encontros abordarão temas que vêm redesenhando a indústria, como inovação tecnológica, digitalização das operações, sustentabilidade, ESG, regulamentação, segurança operacional e novas soluções de mobilidade aérea.
A LABACE É UMA OPORTUNIDADE ESTRATÉGICA PARA REFORÇAR NOSSA MARCA, APRESENTAR NOSSAS SOLUÇÕES E FORTALECER O RELACIONAMENTO COM CLIENTES E PARCEIROS, ALÉM DE GERAR NOVOS NEGÓCIOS COM UM PÚBLICO ALTAMENTE QUALIFICADO JOÃO MELLÃO, CEO DA AMARO AVIATION dores, empresários, investidores e representantes de órgãos reguladores, favorecendo novas parcerias e investimentos. A área de exposição contará com dezenas de aeronaves em exibição estática, permitindo que compradores, operadores e investidores conheçam de perto os principais lançamentos e configurações disponíveis no mercado internacional. A
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GUILHERME MION RAMOS
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A Amaro Aviaton levará para a LABACE o Pilatus PC-12 NGX, última geração do mais bem sucedido avião de sua classe, e o Pilatus PC-24, um dos jatos mais versáteis e confortáveis do mundo
Amaro Aviation vai expor seu portfólio de soluções para aviação de negócios, que inclui compartilhamento de aeronaves, cartão de horas, fretamento e táxi-aéreo, gerenciamento, compra e venda de aviões e helicópteros, além de modelos personalizados de atendimento. A estratégia busca atender diferentes perfis de demanda, desde usuários que precisam de acesso pontual a aeronaves até clientes que optam pela gestão ou aquisição de aeronaves. “Desde a pandemia, o mercado de compartilhamento de aeronaves e cartão de horas começou a pegar tração e a crescer muito no Brasil. E vem se consolidando, como já é no mercado europeu e no americano há muitos anos”, conta João Mellão, CEO da Amaro Aviation. Além desses modelos que, segundo ele, devem revolucionar o mercado brasileiro, a empresa aposta fortemente na área de gerenciamento de aeronaves, vista como uma solução em que tanto a companhia quanto o cliente saem ganhando. “O cliente ganha colocando a aeronave no táxi aéreo, pois quando ele não está voando, ganha uma receita importante que pode diluir o custo operacional dele. E nós, como empresa, ganhamos também, porque ao colocar a aeronave dele na frota, ampliamos nossa capacidade de atendimento aos clientes, com mais aeronaves e nossa receita”, explica o empresário. A presença da Amaro Aviation na LABACE acompanha a estratégia de crescimento da empresa, que hoje opera uma frota própria e gerenciada de jatos e helicópteros e projeta ultrapassar a marca de dez aeronaves até o final de 2026. A expansão busca fortalecer sua atuação em um
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mercado no qual disponibilidade, flexibilidade operacional e capilaridade são diferenciais competitivos. Dentre os modelos apresentados na feira , um dos destaques é o Pilatus PC-24, considerado um dos jatos mais versáteis e confortáveis do mundo. “Além de oferecer uma cabine silenciosa e ampla, proporciona excelente espaço entre os assentos e tem como diferencial um bagageiro pressurizado, um dos maiores da categoria, que pode ser acessado durante o voo e permite transportar um grande volume de bagagens”, conta João. A AGS Holding (detentora da AGS Global Logistics) é presença confirmada e veterana na LABACE. O grupo empresarial brasileiro focado em logística internacional e transportes, é referência em especialização no mercado aeronáutico e de aviação executiva. Fundada em 1999 pelo empresário Alexandre Gulla, a companhia opera globalmente com escritórios em locais como São Paulo (sede), Rio de Janeiro, Manaus, Atlanta (EUA) e presença na Europa. Na edição de 2026 a AGS se prepara para apresentar soluções inovadoras door-to-door, que tornam a gestão de operações mais eficiente, segura e sustentável Serviço: LABACE 2026 Data e horários: 4 e 5 de agosto, das 12h às 20h; dia 6, das 12h às 19h Local: Aeroporto Campo de Marte Endereço: Av. Santos Dumont, 2241 Santana, São Paulo – SP Informações: labace.com.br
EXCELÊNCIA EM SOLUÇÕES NA AVIAÇÃO EXECUTIVA.
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A HOSPITALIDADE MUDOU DE PATAMAR Equipotel chega à 63ª edição refletindo as transformações que redesenham o mercado de turismo: tecnologia, eficiência, sustentabilidade e experiências cada vez mais personalizadas Por Luciana Albuquerque
O setor de hospitalidade brasileiro atravessa um momento de expansão impulsionado pelo fortalecimento do turismo, que bateu recorde em 2025, com quase 10 milhões de turistas estrangeiros e faturamento de R$ 228,1 bilhões, segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) – um crescimento de 5,8% na comparação com o ano anterior. O segmento de hospitalidade registrou R$ 28 bilhões e crescimento anual de 9,5%. O turismo corporativo também reforça sua importância para a economia nacional. Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), o segmento fechou o primeiro semestre de 2025 com um faturamento de R$6,5 bilhões. É nesse cenário positivo que a Equipotel chega à sua 63ª edição. Consolidada como um dos principais pontos de encontro do setor na América
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Latina, a feira reúne fornecedores, especialistas, entidades e empresários para discutir os rumos de uma atividade em constante transformação. “A Equipotel tem sido o reflexo de um turismo pujante que foca na hospitalidade e na experiência dos hóspedes e clientes. O crescimento da feira e do nosso setor tem sido gradativo e aponta um cenário de otimismo, pois novos empreendimentos e projetos de retrofit hoteleiro são fatores que impulsionam a indústria nacional”, observa Daniel Pereira, Product Manager Equipotel. Marcada para setembro, em São Paulo, a edição de 2026 reunirá 480 marcas expositoras e espera receber cerca de 22 mil visitantes qualificados. Ao longo de quatro dias, os visitantes terão acesso a muito conteúdo, experiências e oportunidades de negócios dividirão espaço com debates sobre os desafios que hoje mobilizam empresários,
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A Equipotel tem organização e promoção da RX
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gestores e especialistas, como a forma como hotéis, bares, restaurantes, resorts e outros empreendimentos se relacionam com seus clientes e estruturam suas operações. Cenário promissor Para Alexandre Sampaio, Presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e Diretor Coordenador do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, o momento é positivo, mas exige uma mudança de postura por parte de toda a cadeia. “O turismo vem registrando resultados históricos, tanto na movimentação de turistas nacionais quanto internacionais, e isso naturalmente estimula novos investimentos em hospedagem, alimentação e serviços”, observa. O dirigente pondera, porém, que o crescimento, por si só, não garante competitividade. “Para transformar esse crescimento em um ciclo sustentável, precisamos enfrentar alguns desafios estruturais. O primeiro deles é a qualificação e retenção da mão de obra, que continua sendo uma das maiores preocupações do setor.” Essa agenda passa também pela capacidade de construir um ambiente de negócios mais favorável para empresas de todos os portes. “Precisamos ampliar a produtividade por meio da inovação e da transformação digital, investir em eficiência energética e práticas sustentáveis e garantir um ambiente de negócios mais com-
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petitivo, com segurança jurídica, simplificação tributária e acesso ao crédito”, avalia Alexandre. Para ele, o momento vivido pelo turismo brasileiro cria oportunidades importantes, mas exige planejamento e articulação para que o crescimento observado hoje se sustente nos próximos anos. “O turismo é uma atividade de longo prazo, e a competitividade depende da capacidade de empresários e poder público caminharem juntos na construção de infraestrutura, conectividade e políticas que fortaleçam toda a cadeia produtiva”, alerta. Ponto de encontro das transformações Se a competitividade passa por qualificação profissional, inovação, tecnologia e novos modelos de gestão, a programação da feira foi desenhada justamente para conectar esses temas às demandas do mercado. Em vez de concentrar apenas uma vitrine de produtos e serviços, o evento amplia sua atuação como espaço de troca de conhecimento e construção de soluções para empresários, gestores e profissionais.
Alexandre Sampaio
ALEXANDRE BRUM
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Daniel Pereira
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autônomas para bebidas e outras tecnologias voltadas à automação dos serviços de alimentação. A aposta na inovação acompanha a própria história da empresa. Primeira fabricante brasileira do segmento a manter um setor permanente de robótica voltado à automação de processos, a Topema também foi pioneira na introdução de tecnologias como os fornos combinados no mercado nacional. Hoje, seus equipamentos incorporam sensores, softwares de controle e monitoramento em nuvem, permitindo uma gestão mais integrada das operações. Para Nelson Cury, inovar significa compreender as dificuldades enfrentadas pelos clientes e transformá-las em soluções práticas. “Temos um profundo conhecimento operacional e a contínua busca de conhecer mais o dia a dia de nossos clientes, o que nos traz oportunidades únicas de oferecer soluções que ninguém ao menos pensou.”
Segundo Daniel Pereira, a feira terá um crescimento de 15% em novas empresas, marcas e produtos. Ao mesmo tempo, a organização ampliou o caráter experiencial. “Serão mais de 16 experiências imersivas e interativas para um público que busca cada vez mais se atualizar”, adianta. Outro destaque deste ano são as principais associações do setor se envolvendo na Equipotel e participando ativamente dos debates do setor. “A gente sabe que muitas das discussões do setor passam pela Equipotel e este ano reforçamos ainda mais o compromisso das associações no fomento das oportunidades junto aos seus associados, que estarão em peso na feira. Teremos um
palco de discussões importantes para os novos rumos da hotelaria”, pontua Daniel. Para Sampaio, o protagonismo da feira não foi construído por acaso. “A Equipotel se consolidou como um dos principais ambientes de inovação da hospitalidade justamente por antecipar as transformações do mercado”, diz. “Nesta edição veremos temas como a ampliação do uso da tecnologia para melhorar a experiência do cliente e aumentar a eficiência operacional, com soluções de automação, inteligência de dados e digitalização dos serviços; a sustentabilidade, que já é parte da estratégia dos empreendimentos, seja na gestão de energia, água, resíduos ou na escolha de
JOHN ALBUQUERQUE
Em um setor pressionado por desafios como escassez de mão de obra, ganho de produtividade, eficiência energética e sustentabilidade, a cozinha deixou de ser apenas uma área operacional dos hotéis para assumir papel estratégico na experiência dos hóspedes e na competitividade dos empreendimentos. É justamente nessa direção que a Topema Innovations pretende concentrar sua participação na Equipotel 2026. Fundada em 1965, a empresa construiu sua trajetória desenvolvendo soluções para cozinhas industriais e, ao longo de seis décadas, ampliou sua atuação para tecnologias voltadas à automação, gestão de resíduos, economia de energia e digitalização de processos. “A gastronomia na hotelaria se transformou em grife do hotel. Para oferecer uma alimentação de qualidade é fundamental contar com equipamentos eficientes e produtivos”, explica o Presidente Nelson Cury. “São mais de 35 soluções que respondem a demandas cada vez mais presentes na hotelaria, produtividade, economia de recursos, segurança alimentar e sustentabilidade, de geração de água quente e processamento de resíduos, à automação de processos produtivos na cozinha e no serviço de bebidas”, resume. Na Equipotel, a empresa apresentará equipamentos de cocção, sistemas para banquetes, fogões de indução, fornos combinados, soluções para processamento de resíduos orgânicos, lockers inteligentes, aquecedores a biomassa, máquinas
Nelson Cury
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José Fernandes
fornecedores; e uma programação que reforça temas fundamentais para o futuro da hotelaria, como gestão de pessoas, capacitação profissional e o fortalecimento dos hotéis independentes, segmentos que terão papel importante na evolução da hospitalidade brasileira nos próximos anos”, completa Sampaio. Da tendência à prática Ao longo de mais de seis décadas, a Equipotel acompanhou diferentes momentos da hotelaria brasileira. Promovendo o encontro entre conhecimento, inovação e negócios. É essa convergência que reforça seu papel na construção dos próximos capítulos do setor. Diante disso, temas como automação, inteligência artificial, sustentabilidade, conectividade e gestão de pessoas aparecem com bastante força na programação. “Eficiência operacional, tecnologia e sustentabilidade são pilares estratégicos que precisam andar lado a lado. Levaremos à Equipotel o que há de melhor em conteúdo, fornecedores e experiências para uma hospitalidade eficiente”, relata Daniel Pereira, Product Manager Equipotel. As discussões que chegam aos auditórios da Equipotel encontram reflexo direto na rotina dos empreendimentos. Para quem está na operação, acompanhar essas mudanças deixou de ser uma questão de atualização profissional e passou a fazer parte da própria estratégia do negócio. É assim que José Fernandes, diretor-geral da Rede dos Sonhos
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Hotéis Fazenda, enxerga: “A inovação deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para quem deseja se manter competitivo”, diz. Para ele, “participar da Equipotel é muito mais do que conhecer novos fornecedores. É uma oportunidade de entender para onde a hotelaria está caminhando. Buscamos soluções que tragam mais eficiência para a operação, novas tecnologias, tendências de gestão e, principalmente, ideias que possam elevar a experiência dos nossos hóspedes.”
A EQUIPOTEL SE CONSOLIDOU COMO UM DOS PRINCIPAIS AMBIENTES DE INOVAÇÃO DA HOSPITALIDADE JUSTAMENTE POR ANTECIPAR AS TRANSFORMAÇÕES DO MERCADO Na visão do executivo, o desafio deixou de ser apenas investir em infraestrutura. “Acreditamos que os maiores avanços estarão na integração entre tecnologia e hospitalidade. Automação de processos, inteligência artificial aplicada ao atendimento, sustentabilidade, acessibilidade, personalização da experiência e soluções que aumentem a autonomia do hóspede são tendências que vieram para ficar. No turismo de lazer, a tecnologia deve atuar como facilitadora, sem substituir o atendimento humano, que continua sendo o grande diferencial. A competitividade está na capacidade de surpreender o cliente em cada detalhe da jornada”, finaliza Fernandes. Serviço: EQUIPOTEL 2026 Data e horários: 15 a 17 de setembro, das 13h às 20h, dia 18, das 13h às 18h Local: Expo Center Norte Endereço: R. José Bernardo Pinto, 333 Vila Guilherme, São Paulo – SP Informações: www.equipotel.com.br/pt-br
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Expert em transformação para o varejo, Paulo Conegero levou os ensinamentos da corrida para suas palestras e treinamentos
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AOS 42 ANOS, DECIDI CORRER
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e aprendi uma das maiores lições que nem 20 anos de varejo me ensinaram
Por Paulo Conegero, conselheiro, consultor, palestrante, treinador e maratonista Durante muitos anos, eu usei a palavra performance quase sempre dentro do mesmo contexto: venda, indicador, meta, conversão, ticket médio, recorrência, crescimento. Era o vocabulário natural de quem começou no varejo como vendedor de loja, passou por grandes marcas, liderou equipes, projetos e aprendeu na prática que resultado não aparece por acaso. Mas, nos últimos anos, a corrida começou a me ensinar outra forma de olhar para essa mesma palavra. Não comecei a correr para encontrar uma metáfora sobre negócios. Queria cuidar da saúde e criar mais disciplina. Logo descobri que o tênis ajuda, mas não corre por você. No varejo acontece o mesmo. Muitas empresas acreditam que uma nova
ferramenta, um sistema ou uma campanha resolverão os problemas de venda. A tecnologia ajuda, mas sem método, rotina e execução, continua sendo apenas mais um recurso subutilizado. Com o tempo, essa conexão entre corrida e varejo ganhou uma dimensão que eu jamais imaginava. Em janeiro, durante a NRF 2026, em Nova York, meu sócio, Daniel Gentil, e eu tivemos a ideia de reunir um grupo de varejistas para correr antes do início da programação, mas algo diferente aconteceu. As conversas fluíram de forma mais natural e as conexões continuaram ao longo da semana. Todo mundo percebeu que aquele encontro tinha uma força própria. Ali nasceu o Retail Runners.
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Paulo Conegero é CEO e fundador da P.CON e tem mais de 21 anos de experiência em varejo de moda, beleza, luxo e shopping
O varejo sempre falou de relacionamento, mas nem sempre criou ambientes para que ele acontecesse de forma natural. O Retail Runners nasceu justamente para responder a essa necessidade. Hoje reúne líderes, marcas e profissionais em torno de movimento, pertencimento e experiência. A corrida é o ponto de partida, mas o que se constrói em volta dela é uma comunidade. Depois levamos essa experiência para o VTEX Day, em São Paulo, reunindo mais de 120 pessoas em direção ao Parque Ibirapuera, em percursos de 6 e 8 km. A cena de tantos profissionais do varejo ocupando a rua, conversando em movimento e começando o dia com outra energia mostrou que a corrida cria um ambiente raro para o networking: o celular perde protagonismo, os cargos importam menos e as conversas acontecem com mais naturalidade. A jornada de vendas é uma maratona Foi justamente correndo que comecei a entender a maior lição que esse esporte poderia me ensinar sobre performance. Na minha primeira meia
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maratona, eu quebrei no quilômetro 14. A largada tinha sido boa, a energia estava alta e a vontade de fazer um bom tempo era enorme. Só que vontade não segura prova inteira. Quando acelerei sem método, meu corpo cobrou. Aquela experiência ficou na minha cabeça porque ela resume um erro comum no varejo: tentar resolver no sprint aquilo que deveria ter sido construído no treinamento. A venda também não começa no fechamento. Ela começa antes, quando a marca conhece o cliente, organiza sua base, entende comportamento, cria contexto, prepara o vendedor e sustenta relacionamento. Começa na venda identificada, no cadastro bem-feito, na leitura do histórico, na capacidade de personalizar uma abordagem e na disciplina de acompanhar o cliente depois da compra. O fechamento apenas revela o que foi preparado antes. Quando esse preparo não existe, o vendedor entra no momento final tentando improvisar confiança, argumento e urgência ao mesmo tempo. Por isso, eu costumo dizer que a jornada de vendas é uma maratona. Não no sentido de ser
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longa e cansativa, mas porque exige leitura de percurso. Tem momento de acelerar, momento de sustentar, momento de observar, momento de corrigir e momento de manter o ritmo mesmo quando o resultado ainda não apare eu. O varejo que depende apenas de arrancadas fica vulnerável; o que desenvolve método, ganha capacidade de repetir resultado. A corrida me mostrou que performance não nasce da intenção. Nasce de foco, método e disciplina. Quando passei a treinar com mais consistência, percebi que a evolução não vinha dos dias em que acelerava, mas da repetição bem-feita. Respeitar o ritmo também faz parte da evolução. No varejo, isso significa criar cadência sem esgotar a operação e buscar crescimento sem quebrar o time pelo caminho. Muitas marcas vivem em permanente estado de urgência. Campanhas, metas e cobranças fazem a operação acelerar, mas sem estrutura esse esforço gera apenas picos de resultado, não crescimento sustentável. Assim como um corredor não melhora apenas por correr mais rápido, uma loja não vende mais apenas porque recebeu uma meta maior. Resultado exige rotina comercial, acompanhamento dos números, equipe preparada, jornada organizada e disciplina na execução. O esforço é individual, mas a energia é coletiva Essa percepção também mudou a forma como eu vejo a liderança. Um bom líder não aparece apenas no fechamento do mês. Ele ajuda o time a treinar durante todo o percurso, transformando metas em rotina e acompanhamento. Assim como na corrida, os indicadores mostram se a evolução está acontecendo, na loja os sinais aparecem an-
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A CORRIDA É O PONTO DE PARTIDA, MAS O QUE SE CONSTRÓI EM VOLTA DELA É UMA COMUNIDADE
tes do fechamento do mês: contatos realizados, clientes ativados, retorno das mensagens, qualidade das abordagens, conversão por canal e recompra mostram se o resultado está sendo construído. Na corrida, cada corredor faz seu próprio percurso, mas o pelotão muda completamente a experiência. O esforço continua sendo individual, porém a energia coletiva incentiva, fortalece e faz todos irem mais longe. No varejo acontece o mesmo. O resultado depende da entrega de cada pessoa, mas a cultura que sustenta resultados consistentes é construída em grupo. Talvez por isso a corrida tenha entrado de forma tão natural na minha narrativa sobre varejo. Ela não apareceu como um tema separado, mas como uma lente para explicar aquilo que eu já vinha aprendendo há mais de duas décadas: venda não pode depender da sorte, cliente não pode depender do acaso e performance não se sustenta sem método. Antes de cobrar a linha de chegada, é preciso olhar com mais atenção para o treino que está sendo feito todos os dias
SPEAKERSON
A NOVA ORDEM GLOBAL ADELSON R. COELHO
CEO Arcoe Negócios
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E OS GARGALOS ESTRUTURAIS DO BRASIL
O cenário econômico global em 2026 ingressou em uma fase de elevada volatilidade e reconfiguração de forças. Os conflitos geopolíticos operam como vetores de choques de oferta que impactam diretamente os custos operacionais de setores vitais, enquanto as grandes potências renegociam seus espaços de influência. Para economias emergentes como o Brasil, o reflexo dessas dinâmicas externas acentua fragilidades estruturais históricas, sobretudo no tocante à sustentabilidade fiscal e à capacidade de atração de capital produtivo. A crise decorrente da guerra no Irã empurrou a economia global para uma nova fase de instabilidade energética. As maiores economias trabalham com medidas emergenciais de contingenciamento e proteção para mitigar os impactos inflacionários e os riscos de desabastecimento de combustíveis. Operadores do mercado global e analistas de risco alertam que um bloqueio prolongado ou severas restrições à exportação de combustível retido no Golfo Pérsico atuarão como um gatilho para uma
nova disparada nos preços do barril de petróleo. O impacto de choques dessa magnitude possui transmissão rápida para os índices de preços ao produtor e ao consumidor, forçando bancos centrais a manterem políticas monetárias restritivas e comprimindo as margens de lucro do setor industrial e logístico. No Brasil, o choque do petróleo manifesta-se de forma imediata na aviação comercial. O Querosene de Aviação (QAV), componente que historicamente representa cerca de 30% dos custos operacionais das companhias aéreas brasileiras, apresentou uma trajetória de forte valorização, dobrando de preço desde fevereiro de 2026. Como consequência direta do encarecimento do insumo, as principais operadoras aéreas nacionais estão revisando seus planejamentos, nota-se uma diminuição média de 93 voos por dia no país durante o mês de maio. Este cenário poderá ser agravado pela iminência do encerramento, em 31 de maio, dos incentivos tributários federais incidentes sobre o QAV.
FREEPIK.COM
O recente encontro de cúpula entre os líderes das duas maiores potências econômicas mundiais, Donald Trump e Xi Jinping, encerrou-se sem alterações significativas nas posições de soberania econômica de ambos os lados. Contudo, a relevância do evento reside no potencial estabelecimento de uma trégua duradoura na disputa tarifária e tecnológica entre Estados Unidos e China, caso isso aconteça, os agentes econômicos globais ganharão tempo precioso para se adaptarem a uma nova arquitetura de governança global. Para além dos ventos contrários do cenário externo, o Brasil depara-se com barreiras domésticas severas para a sustentação de um ritmo robusto de atividade econômica. A busca por um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mais elevado e pela consolidação da trajetória fiscal exige reformas estruturais profundas que consigam estancar o crescimento nominal da dívida pública. Contudo, o ajuste de gastos isolado é insuficiente; os próxi-
mos meses reservam uma agenda complexa e desafiadora para o ambiente político e econômico brasileiro. A convergência entre o choque nos preços do petróleo — impulsionado pelas tensões iranianas — e as reformas tributárias internas gera uma pressão imediata sobre os custos de transporte e a eficiência logística do país. Diante desse cenário internacional adverso, mitigar os impactos inflacionários dependerá diretamente da capacidade do Brasil de romper com a armadilha do investimento líquido negativo. Portanto, a criação de marcos regulatórios para o capital privado na infraestrutura básica deixa de ser apenas uma alternativa e passa a ser o passo decisivo para garantir a resiliência e o crescimento econômico
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OTAVIO NETO
CEO Grupo On Media e Publisher HANDS ON
ELENICE ZAPAROLI ENCERRA CICLO NO VISITE SÃO PAULO Após 21 anos de dedicação à Fundação 25 de Janeiro — Visite São Paulo Convention Bureau, Elenice Zaparoli encerrou, em maio de 2026, sua jornada como Diretora de Eventos da entidade. Ao longo de sua trajetória, atuou na captação de eventos e no fortalecimento de São Paulo como um dos principais destinos de turismo de negócios e eventos da América Latina. “Elenice deixa uma contribuição muito importante para a história do Visite São Paulo. Foram mais de duas décadas de dedicação, profissionalismo e trabalho em favor do fortalecimento do turismo e da indústria de eventos. Somos profundamente gratos por sua parceria, seu comprometimento e por tudo o que construiu ao lado da entidade”, afirma Toni Sando, CEO do Visite São Paulo.
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SÉRGIO SOUZA/PEXELS
SÃO PAULO SE FIRMA COMO PRINCIPAL DESTINO DO BRASIL
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São Paulo conquistou o primeiro lugar entre os destinos brasileiros que mais recebem eventos internacionais associativos, segundo o ranking ICCA 2025 (International Congress & Convention Association). Com 65 eventos cadastrados, a capital paulista também ocupa a 5ª posição nas Américas e a 35ª no panorama mundial, superando Xangai, Abu Dhabi e Nova Iorque. Para Toni Sando, CEO do
Visite São Paulo, o resultado confirma a importância do destino no mercado global de eventos. A cidade também foi eleita melhor destino para negócios e gastronomia no prêmio O Melhor do Turismo Brasileiro, lidera o Happy City Index 2026 na América Latina e aparece na sétima posição entre as melhores cidades do mundo para arte e cultura, segundo a Time Out.
LIONEL RICHIE APRESENTA MAIORES SUCESSOS DE SUA CARREIRA Seja em uma memória de infância, na pista de dança ou no rádio do carro, hits como “Easy”, “Hello” e “All Night Long (All Night)”, de Lionel Richie, estão presentes. Ocupando um lugar permanente na cultura pop, o cantor se apresentará em 19 de dezembro no Brasil, no Nubank Parque, em um show que promete emoção e nostalgia.
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8º FOHB: O FUTURO É HUMANO
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O Fórum Nacional da Hotelaria (FOHB) chega à sua 8ª edição como um dos encontros mais relevantes e estratégicos do setor no Brasil, reunindo lideranças, investidores e executivos que estão à frente das decisões que moldam o mercado. Com o tema “O Futuro é Humano”, o evento propõe uma reflexão sobre como inovação, tecnologia e novos comportamentos de consumo podem fortalecer aquilo que sempre foi o principal diferencial da hospitalidade: as pessoas. Tudo isso poderá ser visto em painéis de debates e palestras com um time renomado de especialistas, muito conteúdo estratégico e networking com os principais líderes da hotelaria nacional. No dia 14 de setembro, no Hotel Pullman da Vila Olímpia.
UFI PROMOVE CONFERÊNCIA NA EXPERIENCE EXPO, DA UBRAFE
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Organizada pela União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE), a 3ª edição da Experience Expo (EEX), agendada para os dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, receberá, paralelamente, dois eventos internacionais que reforçam a relevância estratégica do setor brasileiro no cenário internacional e evidenciam o reconhecimento da atuação institucional da UBRAFE no fortalecimento da indústria de eventos B2B. Nos dias 1 e 2 de dezembro, acontece a primeira edição brasileira da Conferência UFI da América Central e do Sul e, no dia 3, o inédito UFI Event Directors Summit. Os encontros promovidos pela The Global Association of the Exhibition Industry (UFI), em parceria com a UBRAFE, reunirão lideranças do setor de feiras e eventos para debater tendências, gestão, inovação e oportunidades de negócios.
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CIDADE CENTER NORTE AVANÇA NAS METAS ESG
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O Relatório de Sustentabilidade 2025 da Cidade Center Norte destaca avanços em suas metas ambientais, sociais e de governança. Pelo segundo ano consecutivo, o Shopping Center Norte, o Lar Center, o Expo Center Norte, a incorporadora Center Norte INC. e o Instituto Center Norte mantiveram neutralidade de carbono e reduziram em 3,3% suas emissões de gases de efeito estufa em comparação a 2024. Na esfera ambiental, 17,4% da água consu-
85º CONGRESSO MUNDIAL DA SKÅL PREMIA INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS 64
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mida provém de reuso e praticamente todos os resíduos gerados são destinados à reciclagem, compostagem ou coprocessamento energético. No âmbito social, mais de 20 mil pessoas foram atendidas por projetos do Instituto Center Norte. “Isso consolida e materializa uma agenda ESG cada vez mais integrada à estratégia do negócio”, diz Daniela Pavan, gerente executiva de Sustentabilidade da Cidade Center Norte e do Instituto Center Norte.
Agendado para 29 de setembro a 2 de outubro na deslumbrante Nelson Mandela Bay, na África do Sul, o 85º Congresso Mundial da Skål será palco da cerimônia de entrega do Prêmio Skål de Sustentabilidade 2026. Primeiro hoteleiro brasileiro a conquistar a premiação, José Fernandes, VP da ABIH-SP e Diretor-Geral da Rede dos Sonhos Hotéis Fazenda, reforçou, em vídeo promovido pela Skal International Brasil, a importância do reconhecimento de iniciativas de turismo que unem desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e inclusão social.
Business | Events | Lifestyle | M.I.C.E.
O PROGRAMA QUE GERA NEGÓCIOS E CRIA RELACIONAMENTOS
INÉDITO: Terça-feira às 21:30 pm | COMBRASIL TV e TV Aberta e às 23:30 pm | Canal Veza TV na Soul TV + REPRISES
www.onnatv.com.br | bit.ly/onnatv ON na TV
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Otavio Neto
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Tótem de Isabel Galéry, e no detalhe, a artista ao lado de Fábio Porchat
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ISABEL GALÉRY
@hands_on_magazine
Por Fabio Porchat*
Isabel Galéry tem uma trajetória artística assaz prolixa. Artista plástica e musicista consegue transpor os limites desses segmentos artísticos amalgamando-os por processo de interação, que eclodem em produto final de beleza rara e singela e sua performance percorre seu cotidiano sob essa aura artística. Sua primeira edição “O Resgate do Afeto”, em São João del-Rey (MG), em 2010, imediatamente ganhou o mundo, indo para a Itália como individual e pulverizando-se na Europa e América do Sul, numa sucessão de salões e pequenas exposições. Chegou de sua turnê pelo mundo amadurecida e transformada: agregou valores, ideias e formas. Em 2012, realizou uma exposição individual no Espaço Minas Gerais, de propriedade do jurista Wanderley Bonventi, na Avenida Paulista, em São Paulo, com curadoria da Supimpa Cultural e o subtítulo “Uma Visão Contemporânea de Minas Colonial”. Convidou a ceramista Lorena D’Arc para criar peças em estilo rocaille, estabelecendo um diálogo entre a cerâmica, as pinturas e as fotografias. Pintou totens, inventou técnicas e matérias para fazer aquarelas tridimensionais. Convidou músicos, instrumentistas e cantores, para fazer do vernissage um “acontecimento”, onde ela mesma se apresenta cantando. Em sua estreia em casa, “Do Som ao Signo”, mostra todo esse universo e mais. O maestro Márcio Miranda Pontes lança na vernissage sua “Coleção de Música Mineiras dos Séculos XVIII e XIX” e algumas das peças são apresentadas ao vivo.
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Artista plástica, musicista e criadora de experiências sensoriais, Isabel Galéry construiu uma trajetória que une imagem, som e emoção, levando sua obra do interior de Minas Gerais a exposições no Brasil e no exterior
Renovando-se sempre, “Do Som ao Signo” tem criado e recriado a si mesmo como um evento de complexidade cada vez maior deixando de lado o status de mera exposição para tornar-se a cada edição, um verdadeiro e sofisticado happening. Entre 2010 e 2020 apresentou-se em diversos eventos realizados pela Academia Latino-Americana de Arte e pela Supimpa Cultural, sob a tutela de Debora V. Veiga, em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Nova Lima, Brasília, São Vicente, Santos, entre outras, atestando a presença da sua obra no universo pictórico brasileiro. Aos poucos, Isabel Galéry transpôs os limites da individualidade, da técnica, das formalidades. E dos seus trabalhos pictóricos aos seus totens esculturais, imprime a marca indelével de sua arte e paulatinamente inscreve o seu nome no Pantheon cultural brasileiro * Presidente da Academia Latino-Americana de Arte e CEO da Supimpa Cultural HANDSON 37
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Cachecol pura lã. Fachinni Couro. Rua Professor Oswaldo Teixeira, 497. Tel.: (11) 97404-3876
ESCOLHA DE GENTLEMAN Referência quando o assunto é sofisticação, a cor caqui está presente em roupas masculinas que vão das formais às esportivas. O tom funciona como um excelente neutro, transmitindo uma elegância despretensiosa. Na psicologia das cores, o caqui representa estabilidade, sobriedade e conexão com a natureza, trazendo uma sensação de calma e aconchego. Nesta temporada, as peças ganham protagonismo e modernidade. Abuse da cor e aproveite o inverno com o visual perfeito.
Calça chino em malha moletom com corte de alfaiataria. Autral. Shopping Iguatemi. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso térreo. Tel.:(11) 98999-6395
Por Vanda Fulaneto
Boné Rua 100% algodão. PIET Union Made. www.piet.com.br
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Suéter em lã. Polo Ralph Lauren. Shopping Iguatemi Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso térreo. Tel.: (11) 3137-7399
Meia 100% lã. Iuman. Shopping Bourbon. Rua Palestra Itália, 500. Tel.: (11) 94013-8974
Jaqueta de gabardine strech com colarinho duplo. Lacoste. Shopping Bourbon. Rua Palestra Itália, 500, 1º piso. Tel.: (11) 3868-3595
Sapato mocassim de camurça. CNS. Rua Bartolomeu Paes, 755 Tel.: (11) 97330-9090
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GALERIA DOS NOTÁVEIS
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TIRSO DE SALLES MEIRELLES Presidente do Sistema Faesp/Senar e Vice-Presidente do Sebrae-SP
Renomado líder setorial do agronegócio paulista, atua na defesa dos produtores rurais e na construção de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor. Economista, administrador de empresas, jornalista e produtor rural, deu continuidade ao legado de seu pai, Dr. Fábio Meirelles, tornando-se referência na promoção de um agronegócio mais produtivo, inovador e sustentável. Sob sua liderança, o Sistema Faesp/Senar ampliou os investimentos em qualificação profissional por meio
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de três centros técnicos e de uma rede de sindicatos rurais presente em 86% do território paulista. Como Vice-Presidente do Sebrae-SP, contribuiu para expandir programas de gestão, capacitação e empreendedorismo voltados aos pequenos e médios produtores do interior. Também exerce o cargo de Vice-Presidente do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Fiesp, fortalecendo o diálogo entre o setor produtivo e os poderes públicos em defesa do desenvolvimento do agronegócio brasileiro.
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