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Revista Grupo H Saúde Nº9

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N.º

Especial 2021 9 Edição PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL | GRATUITA

Alimentação saudável em teletrabalho 13

Ergonomia no posto de trabalho 7

A aplicação das ciências biológicas conjuntamente com as ciências da engenharia para obter um ótimo ajustamento do homem ao seu trabalho e assegurar, simultaneamente, a eficiência e o bem-estar.

A Vacinação para a COVID-19 10 Com a vacinação todos temos esperança que a pandemia esteja a chegar ao fim.

Stress, saúde e doença 24 O stress é um estado de ameaça ao nosso equilibrio interno, biológico, ecológico ou social, considerado ideal para a estabilidade e sobrevivência.


A SUA SAÚDE EM BOAS MÃOS, 24 HORAS POR DIA O serviço de apoio domiciliário por nós prestado é uma resposta social que consiste na prestação de cuidados alargados a quem deles necessite, no seu próprio domicílio. Mais informações 961357034 | ama@grupoh.pt | grupoh.pt

Empresa licenciada pela Segurança Social com o Alvará nº03/2014


ÍNDICE N.º

Outubro > Dezembro 2020

9 PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL | GRATUITA

Índice e Ficha Técnica....................................................................................................................................................................................................................3 Editorial | Dr. António José Henriques ................................................................................................................................................................................. 4 Gestão | Valorizem os momentos | Henrique Alves Henriques...........................................................................................................................6 Saúde | Segurança e Higiene no Trabalho | Ergonomia no posto de trabalho | Dr. Cláudio Rodrigues .......................................7 Academia H Saúde | Qual será o perfil do profissional do futuro? | Dr. Francisco Gonçalves ........................................................ 8 Saúde | Farmácia Alves | A Vacinação para a COVID-19 | Dra. Sofia Lourenço Silva ............................................................................. 10 Saúde | Nutrição | Alimentação saudável em teletrabalho | Dra. Maria Gama .......................................................................................13 Saúde | Estomatologia | É possível voltar a sorrir | Dr. João Cardigos ..........................................................................................................15 Saúde | Medicina Geral e Familiar | O bem-estar em tempos de pandemia | Dra. Fátima Lorvão ..................................................... 16 Saúde | Patologia Clínica | Sensibilidade à histamina | Dra. Ivone Mirpuri .................................................................................................... 18 Saúde | Psicologia | E depois da COVID? | Dra. Carla Ferreira ............................................................................................................................20 Academia H Saúde | Curso de Auxiliar de Medicina Dentária | Dra. Marta Ferreira Gomes .......................................................... 22 Saúde | Neurologia | Stress, saúde e doença | MD e PhD Isabel Lestro Henriques ...............................................................................24 Solideriedade | Associação Crescer a estuDAR | Sê tu a DAR | Marta Pais de Almeida ...................................................................... 25 Saúde | Fisiatria | Tendinopatia | Dra. Diana Ascenso ............................................................................................................................................26 Testemunhos ...............................................................................................................................................................................................................................28 Pessoas & Animais | Nuno Vaz de Moura .....................................................................................................................................................................30 Especialidades Médicas, Terapias e contactos.......................................................................................................................................................33 Todas as imagens são propriedade da Towerelephant | A publicação não respeita as regras do AO90 no entanto cada autor é livre de o respeitar ou não.

FICHA TÉCNICA Director: António José Rodrigues Henriques Nº de Registo: 127210 Propriedade: Grupo H Saúde - Policlínica Central da Benedita S.A. NIF- 501348786; Entrecolunas, Unip. NIF-507269543 - 86,11%; Presidente do Conselho de Administração: Dr. António José Rodrigues Henriques; Vogal: Dr. Nuno Miguel Alves Henriques; Registado na ERS - Entidade Reguladora da Saúde com nº E111471 Sede do Editor: Avenida Estados Unidos da América, nº72, 8ºDto, 1700-158- Lisboa Tiragem: 5000 exemplares Distribuição: Gratuita Impressão: Relgráfica, Artes Gráficas Lda, Benedita, Alcobaça, 2475-011 Algarão

Gabinete de Comunicação e Relações Públicas: Henrique Alves Henriques Colaboradores na edição: Dr. António José Henriques | Henrique Alves Henriques Dr. Cláudio Rodrigues | Dr. Francisco Gonçalves Dra. Sofia Lourenço Silva | Dra. Maria Gama | Dr. João Cardigos Dra. Fátima Lorvão | Dra. Ivone Mirpuri | Dra. Carla Ferreira Dra. Marta Ferreira Gomes | MD e PhD Isabel Lestro Henriques Marta Pais de Almeida | Dra. Diana Ascenso | Nuno Vaz de Moura Sede da Redacção: Towerelephant, Lda - Rua Palmira Bastos, 7, 7.ºA, 2810-268 Almada e.mail: redaccao.revistasaudehoje@gmail.com Gabinete de Imagem: Dots of Light, Lda Publicidade e Marketing: Media Style/ mediastyle.ca@gmail.com Periodicidade:Trimestral

ESTATUTO EDITORIAL A publicação periódica Grupo H Saúde adopta claramente um estatuto editorial que abordará temas sobre saúde destinados aos utentes e público geral, com o objectivo de informar sobre a temática da saúde/sua prevenção/novas técnicas clínicas e inclui o compromisso de assegurar o respeito pelos princípios deontológicos e pela ética profissional dos jornalistas/médicos/opinion makers, assim como pela boa fé dos leitores.

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l a i r o t i Ed

E agora? Aprendemos a conviver com um inimigo que não vemos. Parecia-nos impossível e muitos de nós demoraram algum tempo até conseguir interiorizar que a vida mudara. E pior do que tudo, mudara os nossos hábitos, a consciência, as rotinas. As coisas mais simples, como saudar e cumprimentar alguém, que faziamos desde crianças e quase em modo automático, no balanço dos gestos e afectos, passaram a ser re-pensadas e substituidas por um modelo de aparente “maior” segurança sem proximidades ou toques. Para proteger os mais velhos, tivemos de deixar de os visitar, não fosse acontecer transportarmos connosco o seu fim. Lavamos e desinfectamos as mãos vezes sem conta por dia, usamos máscara, medimos a distância entre nós com o olhar, 2 metros, um e meio. Aprendemos a viver assim. E agora, pergunto, que nada temos que se assemelhe à certeza do fim deste desconforto.

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Que faremos nós?

Tiramos a esperança da gaveta com o nome das novas vacinas e mantemo-nos firmes, cumpridores destes novos rituais. Procuramos manter-nos à tona e ao leme. Nenhum virús nos pode fazer naufragar. Temos que permanecer uns pelos outros, uns para os outros.

A enfrentar o flagelo transversal e inevitável que é a doença, o Grupo H continua a sua missão, com mais especialidades, mais médicos e técnicos nas suas fileiras, em 2021. Mais seguros, mais determinados, por si! n

A morte e a doença podem esperar, não temos pressa de perder a única hipotese de viver esta vida que o acaso concluiu. Permaneceremos todos diferentes mas a combater a mesma causa. Cada a olhar para as costas do outro. Cada um a proteger-se a si e a quem está ao lado: o outro, os outros todos, que não podemos infectar. Por ser esta a nossa melhor maneira de lhe desejar um Ano melhor, estamos aqui, mais fortes, mais sabedores, nunca a duvidar de que a vitória poderá tardar mas vai acontecer.

Dr. António José Henriques Director Editorial redaccao.revistasaudehoje@gmail.com


N OVOO S E RVI Ç

Academia H Saúde

O seu parceiro de crescimento A Academia H Saúde é um projeto idealizado e promovido pelo Grupo H e tem como objetivo desenvolver formação profissional de excelência, com base na promoção do desenvolvimento e da qualificação dos recursos humanos das empresas. Entidade formadora certificada nas seguintes áreas: • Comércio

(341); • Terapia e Reabilitação (726); • Trabalho Social e Orientação (762); • Serviços de Transporte (840); • Segurança e Higiene no Trabalho (862).

Diagnosticamos, Estruturamos, Implementamos e Avaliamos o seu Plano de Formação. Empresa certificada pela DGERT com o nº de certificado 1706/2015. Contactos | Lisboa, Leiria e Alcobaça | Tel.: 914 185 756 | E-mail: formacao@policlinicabenedita.com


Henrique Alves Henriques Director Executivo do Grupo H Saúde

Valorizem os momentos Não vou escrever sobre a Pandemia mas sobre algo que percebemos claramente que devemos mudar. Se antes viviamos com a ilusão de que planeávamos as nossas vidas, hoje temos plena consciência de que não é assim. que um abraço pode ser o ultimo e que quando nos reunimos com amigos não sabemos quando tal voltará a ser possível. Temos de mudar e a solução passa pela gratidão que devemos consolidar em nós. Sempre que um colega nos ajuda, sempre que alguém se dirija a nós com simpatia, sempre que nos reunimos com quem gostamos… Sempre que vivemos um bom momento ou algo nos corre bem. Todos os dias acordamos e nossas vidas fluem, numa corrida mais ou menos organizada. Resolvemos os problemas que vão sugindo e vamos tentando alcançar metas e objectivos. Não paramos para valorizar os momentos e deixar que a gratidão se instale nos nossos corações. Damos tudo por adquirido. Um telefonema da

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nossa mãe muitas vezes só nos interrompe. Não pensamos que esse telefonema um dia deixará de acontecer. Quantas vezes acabamos os dias com um sentimento de frustração por não termos conseguido isto ou aquilo. É a altura para pararmos e fazermos um balanço. Claro que devemos querer melhorar mas ao mesmo tempo dar valor ao que conseguimos na vida. Aos laços de amizade, de camaradagem e de amor que estabelecemos e conquistámos.

Valorizar as pequenas coisas

Na nossa cultura, a gratidão é um termo associado muitas vezes à obrigação, às vezes até desconfortável, que se tem para com alguém. No entanto, é muito mais do que isso e devemos exercitar a capacidade de sermos gratos. Devemos agradecer a quem nos ajudou, e inclusivé aos que complicaram a nossa vida, porque aprendemos muito com os

obstáculos. Agradecer pelo que temos e pelo que perdemos, pois é assim que crescemos e amadurecemos.

Comecem hoje

A gratidão é a emoção mais positiva de todas. Acordem e agradeçam o que têm, a saúde, a família, os amigos, o trabalho. Não pensem que são direitos vossos. Sintam-se gratos pela vossa vida. 1.Experimentem escrever um mail ou enviar um SMS a alguém que vos ajudou, mesmo que tenha passado algum tempo. 2.Anotem num papel três coisas pelas quais se sentem gratos. Isto vai ajudar a tomarem consciência dos momentos que vivem e do valor que estes têm na vossa vida. Vão ver que a gratidão os tornará mais felizes, mais produtivos e todos dão conta da mudança como se um verdadeiro milagre acontecesse à vossa volta. Vamos experimentar mudar? n


Dr. Cláudio Rodrigues Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho

“Deve aconselhar-se sempre com o seu médico antes de realizar qualquer tipo de exercício físico para ter a certeza que este é adequado a si”

Ergonomia no posto de trabalho

Saiba como se deve sentar Segundo informação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ergonomia é: “A aplicação das ciências biológicas conjuntamente com as ciências da engenharia para obter um ótimo ajustamento do homem ao seu trabalho e assegurar, simultaneamente, a eficiência e o bem-estar”. O objetivo da ergonomia é, pela análise da atividade humana, conhecer e compreender as interações entre o homem e o seu ambiente de trabalho, tendo por base os critérios nos quais a ergonomia se baseia, ou seja, o conforto e a segurança dos trabalhadores e/ou utilizadores, bem como a eficácia do trabalho. 1. Ajuste a cadeira de forma a que os antebraços fiquem paralelos ao chão. 2. Coloque o computador de forma a que a parte de cima do ecrã fique ao nível dos seus olhos. Se necessário, coloque um suporte. 3. Mantenha as pernas ao mesmo nível da cadeira, ou um pouco mais acima, mas nunca mais abaixo. Se necessário poderá utilizar um apoio para colocar os pés e elevar as pernas. 4. Encoste-se bem à cadeira de forma a que a sua coluna fique bem apoiada. Se se sentir melhor pode colocar uma toalha enrolada ou uma almofada na zona lombar.

A European Agency for Safety and Health at Work (2007), determina que existem fatores de risco/perigos associados ao trabalho sentado ao computador, que podem relacionar-se com: • As posturas adotadas, devido a natureza sedentária usualmente associada às tarefas desenvolvidas no trabalho ao computador, contribuem frequentemente para a adoção de posturas estáticas durante extensos períodos de tempo;

• Por sua vez, é também frequente a adoção de posturas penosas devido à configuração inadequada dos postos de trabalho e à atitude dos trabalhadores (cruzar as pernas); • As caraterísticas da atividade, como por exemplo a realização de movimentos repetitivos ao nível do membro superior, através da interação com o teclado e o rato, as exigências visuais e de concentração necessárias no trabalho com o computador n

Alguns exercícios que pode fazer

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Dr. Francisco Gonçalves Gestor de Formação da Academia H Saúde

Qual será o perfil do profissional do futuro? Olhando para esta questão, aquilo que pensamos logo é quais serão as profissões que estarão em destaque nos próximos anos, certo? De facto este é também um pormenor a ter em conta pois, para se ter uma ideia, segundo um estudo realizado pela Dell Technologies, 85% das profissões que existirão em 2030 ainda nem sequer foram inventadas. Ainda não sabemos quais as profissões que teremos em 2030, mas já sabemos quais são as competências dos profissionais

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esperadas pelo mercado de trabalho no futuro, que precisam ser desenvolvidas para acompanhar o avanço da tecnologia e as novas demandas. Para além de formação académica, o profissional do futuro terá também de possuir ética, autoconhecimento, competências, comportamentos, valores e capacidades alinhados à empresa. São e serão estes os aspetos diferenciadores competitivos do mercado no futuro.

As constantes alterações do mercado, os novos tipos de perfil de consumidor, o veloz avanço tecnológico e a globalização, originarão também alterações no tipo de profissional procurado pelas empresas. O profissional do futuro, será aquele que influenciará de forma positiva todos os que trabalham à sua volta, que valorizará cada colaborador individualmente, as suas competências, necessidades e desenvolvimento, e o que cada um pode acrescentar no trabalho em equipa.


Hoje em dia, as empresas tendem a romper com os métodos antigos de gestão, onde o colaborador é, meramente, aquele que realiza as suas atividades dentro da empresa de forma linear, que recebe as orientações sobre o seu trabalho por profissionais de nível hierárquico superior, onde o ambiente é impessoal e onde se valorizam mais os processos do que o capital humano. Esta alteração de paradigma faz com que a humanização das organizações se torne um aspeto essencial no mundo dos negócios e mercado de trabalho. Entre as características valorizadas pelas organizações, o

desenvolvimento humano do colaborador passa a ganhar enorme importância. Todos os profissionais devem procurar o máximo de conhecimento possível se quiserem percorrer um caminho de sucesso. A sede de aprender é uma característica comum entre os profissionais do futuro, que vêem na formação contínua oportunidades de crescimento e realização. O colaborador que não apresenta esse traço no seu perfil será visto como alguém que prefere ficar estagnado, sem interesse em estar por dentro das novidades do mercado.

Manter-se fechado para novas possibilidades é algo que definitivamente não pode fazer parte do profissional do futuro. Se queremos estar presentes no futuro temos de estar em constante aquisição de conhecimento, fazer cursos, especializações, formações, workshops, que nos permitam adquirir ou desenvolver técnicas, competências e ferramentas, capazes de gerar melhorias na nossa produtividade. Confie a sua formação à Academia H Saúde, no presente, para preparar o seu futuro! n

O profissional do futuro terá que ir além de seus conhecimentos técnicos, terá de desenvolver certas competências que o tornarão apto a trabalhar com a dinâmica atual e futura do mercado, nas quais destaco: • AUTOCONHECIMENTO É necessário identificar os pontos positivos e pontos a melhorar, potencializar as suas capacidades e competências, para assim, contribuir de forma positiva na empresa em que trabalha, tomar decisões seguras, ter foco, otimizar processos e alcançar resultados eficazes. • INTELIGÊNCIA EMOCIONAL É essencial que o profissional tenha capacidade de compreender e lidar com as suas emoções para, então, contribuir com seu próprio desenvolvimento e dos demais colegas de trabalho. • FLEXIBILIDADE O mercado e as estruturas organizacionais estão em constante alteração, nesse sentido, o profissional do futuro terá de ser flexível com os imprevistos e os novos desafios que vão surgindo e consiga transformá-los em oportunidades.

• COMUNICAÇÃO Esta será uma competência muito valorizada, além de saber expressar-se, o profissional do futuro deve também saber ouvir opiniões diferentes, perceber as necessidades de toda a empresa e passar e receber feedbacks construtivos. Uma organização composta por equipas que conseguem difundir um bom relacionamento interpessoal, mantém a alta performance e garante vantagem competitiva. • PROATIVIDADE O profissional do futuro deve tomar iniciativa, dar ideias para melhorar os processos de trabalho, contribuir com o desenvolvimento da empresa. • CRIATIVIDADE A procura pelo novo é a tendência e a inovação surge de ideias criativas. Profissionais criativos, capazes de pensar “fora da caixa” e propor soluções inéditas, serão os mais procurados.

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Dra. Sofia Lourenço Silva Farmacêutica

A Vacinação para a COVID-19 A atual pandemia da COVID-19 é uma crise global, com um impacto devastador. A COVID-19 pode causar doença grave e morte, com consequências que continuam desconhecidas a longo prazo em pessoas de todas as idades, incluindo em pessoas saudáveis.

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Após um melhor conhecimento do vírus foi possível iniciar o desenvolvimento de tratamentos e vacinas. Com o início da vacinação todos temos esperança que a pandemia esteja a chegar ao fim.

Como funcionam as vacinas?

As vacinas funcionam preparando o sistema imunológico (as defesas naturais do corpo) para reconhecer e defender contra uma doença (ex: vírus, bactérias).


reconhecerá o vírus e como já está preparado para o atacar, protege-a.

a disseminação da doença. Este fenómeno é conhecido como imunidade de grupo.

Como foi tão rápido o desenvolvimento da vacina?

A imunidade de grupo significa que pessoas que não podem ser vacinadas, por exemplo devido a alergias ou baixa idade, podem beneficiar da vacinação, uma vez que é mais difícil a doença espalhar-se na comunidade. Outra forma de obter a imunidade de grupo é através da imunidade natural desenvolvida pela população, depois de ter sido infectada.

As vacinas COVID-19 foram desenvolvidas e aprovadas em tempo recorde, não por terem menos requisitos de segurança. Todas as vacinas são avaliadas com os mesmos elevados padrões. Devido à união de esforços de vários países, foi possível obter fundos para a investigação e revisão rápida dos pedidos de autorização nos prazos mais curtos possíveis. Garantindo sempre pareceres científicos robustos, que permitiram estabelecer que os benefícios das vacinas se sobrepõem a quaisquer riscos.

Vacinas mRNA

As vacinas mRNA são uma classe nova de vacinas. Em vez de se utilizar o vírus/bactéria (parcial, inativo ou atenuado) é utilizado apenas uma sequência de mRNA que levará as nossas células a produzirem um “molde” da proteína específica do antigénio (neste caso a proteína Spike). Depois da produção, a célula vai apresentar na sua superfície esse “molde”, induzindo a resposta do sistema imunitário. As vacinas de RNA não implicam a alteração do nosso ADN, após a apresentação do antigénio a célula não voltará a produzir nem a apresentar na sua superfície a proteína do antigénio. As vacinas de RNA são muito seguras, uma vez que não utilizam agentes infecciosos.

Pretende-se gerar respostas a uma proteína específica do novo coronavírus, a proteína de pico (spike protein ou proteína S). Quando é administrada a vacina, é desencadeada uma resposta imune, ou seja, o corpo reconhece a proteína como um “estranho” (antigénio), atacando-a. O corpo fica, durante algum tempo, com memória deste “estranho”, e da resposta que deve dar para o atacar. Se uma pessoa for infectada pelo vírus mais tarde, o seu sistema imunológico

A Organização Mundial de Saúde considera que para existir uma hipotética imunidade de grupo, pelo menos 70% da população teria de desenvolver anticorpos (defesas específicas do nosso organismo), sendo um processo que necessitaria de muito tempo.

Se houver uma mutação do vírus, as pessoas vacinadas continuarão protegidas?

Os vírus sofrem mutações (o material genético do vírus muda). Isso acontece a diferentes ritmos para diferentes vírus e as mutações não afetam necessariamente a eficácia da vacina. A comunidade científica e as autoridades reguladoras monitorizarão o comportamento do coronavírus Sars-CoV-2 ao longo do tempo para saberem se a eficácia da vacina na proteção se mantém contra a infeção por novas variantes.

A vacina vai estar disponível na minha farmácia?

Quanto tempo durará a imunidade induzida por uma vacina?

Como a vacina faz parte do plano nacional de vacinação, não vai estar disponível nas farmácias, pelo menos por enquanto. No entanto, estão sempre a sair novas directrizes e as farmácias podem ser chamadas para auxiliar no processo de vacinação.

Benefícios da vacinação para a comunidade

Não se sabe atualmente qual o nível de proteção que pode ser alcançado com as vacinas, por isso temos de manter outras medidas de saúde pública, como distanciamento, uso de máscara e lavagem frequente das mãos, como componente fundamental para superar a COVID-19 n

Como o vírus é conhecido há tão pouco tempo, não existe informação suficiente sobre quanto tempo a imunidade conferida pelas vacinas vai durar após a vacinação, ou se haverá necessidade de doses de reforço periódico.

A vacinação protege as pessoas vacinadas, mas também as pessoas à sua volta que são vulneráveis às doenças. Quando pessoas suficientes são imunes à doença, é improvável

Fontes https://www.infarmed.pt/web/infarmed/vacinas https://vaccination-info.eu/en

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Dra. Maria Gama* Nutricionista

Alimentação saudável em teletrabalho Estes tempos não têm sido fáceis e no que diz respeito à alimentação, partilham bastantes vezes comigo que é um grande desafio manter uma alimentação saudável estando tanto tempo em casa. Seja porque nos apetece um doce todos os dias, seja porque não conseguimos ter uma rotina dentro de casa ou por nos apetecer passar o dia todo a petiscar. Na minha opinião, a questão de estar em

casa pode não ajudar a ter uma alimentação saudável, mas que tal vermos este tempo como uma oportunidade para o fazermos? Atenção que quando digo que não ajuda, refiro-me à questão de nos poder apetecer muito mais coisas do que habitualmente, uma vez que temos os alimentos à mão. Além disso, porque estando tanto tempo em casa, sem poder sair, torna-se cansativo e por vezes ficamos desmotivados.

Mas…. na verdade, acho que temos de ter força e encarar a nova situação de forma positiva, porque só assim vamos conseguir travar e impedir os danos colaterais. Uma das estratégias pode ser encararmos estes tempos como uma oportunidade para criar hábitos que antes nunca conseguimos. Quando falo em ser saudável, é ser saudável a todos os níveis, e não apenas na alimentação.

*Licenciada em Ciências da Nutrição, é responsável pelo projeto Põe-te na linha que tem como objetivo promover a adoção de uma alimentação e estilos de vida saudáveis. Além de consultas de nutrição, desenvolve diversos workshops e palestras. No âmbito do projeto dinamiza também o blog Põe-te na linha no qual partilha diversos conteúdos relacionados com o seu estilo de vida, nomeadamente receitas e dicas. Pode conhecer o seu trabalho no site www.poetenalinha.pt, instagram @poete.nalinha ou facebook.

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AMÊNDOA E D S A C PA N Q U E

INGREDIE

r (começar po tigela grande ientes numa red ing os s Misturar todo lver bem. nana) e envo e esmagar a ba a quantidad ente colocar rente bem qu eira antiade har e virar. zin co r ixa Numa frigid de que deseja, de preparado

NTES

ura 1 banana mad tural 1 iogurte na a a de amêndo 80g de farinh de espelta a inh far de 20g 1 ovo Canela q.b

PA PA S D E AVEIA NO FORN O

INGREDI

ENTES

3 colheres de sopa de flocos de av 1 colher de eia sobremesa de coco ralad Água, leite o ou bebida vegetal Maçã

Manteiga de

amendoim

Colocar os flocos de av eia e o coco Cobrir com ralado na fo água. rma. Cortar 3 fatia s de maçã e dispor por Juntar man cima. teiga de am endoim. Levar ao fo rno 20 min utos a 180⁰ C

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BOLACHAS DE C AJU Rotina

Primeiro passo, e acho que é fundamental! Levantar de manhã, tomar banho e vestir… não ficar até às tantas na cama ou de pijama. Encarar a semana como normal, de segunda a sexta-feira… e no fim-de-semana sim, encarar como sábado e domingo para ficar mais um bocadinho na ronha. Pelo menos a mim, esta rotina ajuda-me muito a ter motivação para encarar mais um dia, dentro de casa. Além disso, ficar de fato de treino o dia todo ou pijama, acho que só nos deita abaixo e deprime… portanto, arranjem-se. Com isto quero também dizer, tomar o pequeno-almoço. Se antes não havia tempo para fazer esta refeição em casa, agora há. E melhor que tudo… em família! Neste caso, pode vê-lo como uma oportunidade para adquirir novos hábitos familiares… ou seja, comerem todos ao mesmo tempo. Podem ver duas ideias de pequenos-almoços para vos inspirar:

Novas Receitas

Que tal começar a experimentar receitas novas e saudáveis, que nunca tenha experimentado? Pode ser uma estratégia para conseguir ter prazer a comer durante o dia e por isso mesmo, fugir de determinados alimentos que não são nutricionalmente interessantes, como bolachas, folhados, batatas-fritas, entre outros. Motive-se a fazer receitas para a família toda, saborosas, práticas… e mais importante que tudo, que a(o) satisfaça! Apesar de poder seguir receitas, dê asas à sua imaginação e adapte as receitas consoante o que existe em casa… ou seja, se não tem bacalhau para fazer uma quiche, use atum ou pescada. Se não tem grão, use feijão ou lentilhas. Torna tudo mais fácil perceber que há sempre alternativas saudáveis e que a falta de um ingrediente não inviabiliza a receita.

Snacks

Se por um lado, estar em casa permite controlar melhor o que comemos, por outro lado, pode ser mais provável que nos apeteçam alguns alimentos que normalmente não fariam parte do nosso dia-a-dia. Aquela vontade de petiscar, que por vezes é tão comum. Por isso mesmo, é importante conseguir ter alguns snacks que nos satisfaçam e que não sejam, por exemplo, bolachas de chocolate ou croissants. Podem cozinhar em grande quantidade algumas receitas para os vossos snacks de forma a não estar constantemente na

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100g de flocos de ave ia 100g de cajus

2 colheres de sopa ras as de mel 2 colheres de sopa de água Triturar os cajus num processador de aliment os. Juntar os flocos de ave ia, o mel e a água e mis turar até ficar bem envolvido. Fazer bolinhas, coloca r em papel de alumín io num tabuleiro de forn espalmar. oe Levar ao forno cerca de 20 minutos a 180⁰C (virar aos 10 minutos).

cozinha. Deixo-vos aqui algumas receitas que podem ser do vosso agrado, como as bolachas de aveia e outras.. Frutos secos, bolachas de milho ou arroz, ovos cozidos, iogurte natural, panquecas ou muffins são alguns exemplos de snacks que podem ter sempre em casa para ir comendo durante a semana. Além disso, pode também ter fruta desidratada, bolachas de arroz com chocolate, manteiga de amendoim, tâmaras... aqueles snacks para quando apetece um doce.

Sopa

um alimento que deve fazer parte dos nossos dias, seja ao almoço ou ao jantar. Se antes não havia oportunidade de comer um prato de sopa em todas as refeições, agora pode aproveitar para o fazer diariamente. Quem

sabe, experimentar receitas novas e que vão de encontro ao gosto familiar de todos.

Distraia-se

por aqui não tem sido fácil a parte de distrair ou conseguir ler ou ver séries, já que o trabalho é constante. Mesmo assim, acho que é importante que consigam fazer coisas que vos dêem prazer, nem que seja por 30 minutos. Aproveitem o tempo para se dedicarem a cuidar das vossas plantas, para aprofundarem os vossos conhecimentos de fotografia, pintura, história em cursos online que agora são tão comuns …enfim, do que vos interessar e gostarem. Estar mais tempo em casa pode não ser um pesadelo, desde que aproveite essa oportunidade e esse tempo -para fazer coisas que talvez antes nunca tenha tido tempo para fazer n


Dr. João Cardigos Médico Dentista na Policlinica da Benedita

Cirurgia pela técnica all-on-4®

É possível voltar a sorrir O que é a cirurgia de All-on-4® e no que consiste

Trata-se de um procedimento cirúrgico e protético que surgiu na década de 90 e que consiste na reabilitação do maxilar superior e/ou maxilar inferior com recurso a próteses fixas aparafusadas a 4 implantes dentários. Na primeira fase, isto é, na fase cirúrgica são colocados 4 implantes e caso haja estabilidade óssea suficiente é colocada uma prótese provisória aparafusada a esses mesmos 4 implantes. Durante a fase de cicatrização (6/9 meses), o paciente deve seguir os conselhos e cuidados rigorosos indicados pelo médico dentista. Assim e entre os cuidados a seguir, o paciente, deverá passar por uma fase de dieta mole e evitar trincar alimentos muito rijos de modo a não transmitir forças excessivas à prótese provisória nem aos implantes, caso contrário há um elevado risco de a prótese se partir bem como os implantes serem rejeitados. O objectivo nesta primeira fase é o de devolver

alguma estética e função mastigatória ao paciente uma vez que se procura colocar a prótese provisória o mais enquadrada no rosto e feições da pessoa, sendo para isso mandatário realizar previamente à cirurgia um protocolo fotográfico intra e extra-oral o mais detalhado possível. Decorrido toda a cicatrização, entramos na segunda fase, ou seja, na fase protética. Esta fase obedece, em primeiro lugar, à realização de moldes/impressões definitivas rigorosos de maneira a que a elaboração da prótese definitiva em laboratório seja o mais precisa possível. São necessárias, em média, 3/4 consultas até à entrega da prótese definitiva que poderá ser feita em diversos materiais. O objectivo final desta segunda fase é o de restabelecer na íntegra a estética e função mastigatória ao paciente de modo a se conseguir um tratamento estável a longo prazo. De salientar que para que se consiga manter um tratamento feito através da técnica All-on-4® deve ser feita uma manutenção periódica através de consultas de higiene oral indicadas pelo médico dentista n

Antes e depois

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Dra. Fátima Lorvão Médica de Medicina Geral e Familiar na Policlínica da Benedita

O bem-estar em tempos de pandemia Escrevo este artigo num dos piores momentos desta crise Pandémica. Estamos todos conscientemente apreensivos com o futuro, sem sabermos a cada o que nos vai acontecer. É necessário que conservemos a capacidade de nos adaptarmos às novas circunstâncias da vida, sem que a ansiedade e a angústia nos dominem. Um dos aspetos mais importantes para a nossa qualidade de vida na situação de insegurança que estamos a viver é mantermos o equilíbrio emocional, a saúde mental e cuidar da nossa saúde física. São também determinantes para a nossa estabilidade e a nossa autoestima, as boas relações interpessoais e não deixar de cultivar laços sociais positivos. Nos momentos mais adversos, como os que atravessamos, creio que a chave para melhorarmos o nosso bem estar, é conseguirmos fortalecer todos os nossos recursos positivos. Darei alguns exemplos: se gosta de música não se esqueça de a ouvir, de ler, de pintar; se pretende aprender um novo idioma ou outra coisa qualquer, é o momento e há milhares de cursos online completamente gratuitos.

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Hoje em dia, somos mais conscientes do impacto que têm os nossos hábitos/hobbies sobre o nosso bem estar. Para atingirmos este “bem estar” devemos esforçar-nos por isso, diariamente, sermos mais positivos, sabermos inspirar-nos e tirar partido do que nos faz feliz e dá ânimo.. Pequenos detalhes no dia a dia fazem mesmo toda diferença. Todos os pequenos gestos podem servir para isso , comecem por valorizar os momentos, os pormenores, as pequenas fagulhas de felicidade, de tranquilidade e conforto. Em suma, valorizem a vida n

Algumas dicas

O que pode fazer por si no dia a dia, pode começar com gestos saudáveis e da maior simplicidade : • Beber 8 copos de água • Sair, andar ao ar livre durante 15 minutos • Dizer 3 coisas que considera boas para si, todas as manhãs • Fazer qualquer coisa de lhe dê alegria • Evitar estar sempre ligado ao tablet ou ao smart phone. Não ver demasiada televisão, no máximo 2 horas por dia. • Praticar várias vezes ao dia 2 minutos de respiração profunda, de olhos fechados. Aproveite para pensar no mar ou no campo. • Rever ao fim do dia 3 coisas pelas quais se sinta agradecido • Ouvir 10 minutos de música calma


Prepare-se para ultrapassar estes difíceis tempos Em época de pandemia, o sistema imunitário (conjunto de defesas para a infeção), tem que estar reforçado.

Para quem trabalha a partir de casa: Tente destinar uma área A ansiedade crónica da casa só para o trabalho. Faça e o stress são dois processos regularmente intervalos para descansar emocionais que estimulam as glândulas os olhos e para fazer conscientemente adrenais e induzem níveis elevados de os movimentos respiratórios. Organize cortisol e tornam-nos mais vulneráveis à doença e as refeições e faça-as em ambiente calmo. à fadiga. É da maior importância fazer algo que ajude Afaste -se tanto quanto possível de notícias a gerir e reduzir os níveis de stress diário. Seja através nas últimas horas do trabalho. Desligue -se do de caminhadas ao ar livre, ou de exercício físico em casa; computador, telemóvel e outros antes de se cuidar de plantas ou de jardim, usar técnicas de respiração deitar. ou bio-feedback, ioga , técnicas de relaxe como a meditação Se não trabalhar: Não se esqueça de , ouvir música, ler um bom livro, um banho quente ou deixar a estimular o seu cérebro. Nunca se perde mente viajar para onde se sente bem, ou o que lhe fizer mais a neuroplasticidade. O cérebro pode sentido. Cuidar do seu interior com bebidas reconfortantes criar novas conexões neuronais como os chás ou infusões de plantas medicinais. Pequenos durante toda a vida. Faça Trabalhar a momentos de calma têm um efeito imediato apaziguador e na exercícios diários. mobilidade. Movimentar redução dos níveis de stress. o corpo, melhora na Force o sorriso. Mesmo com dificuldade, sorria. O sorriso é qualidade de vida e aumenta o um truque para enganar o corpo, o que reduz o stress. bem estar. O contacto regular com a natureza, com diversidade Descanso e O facto de incluir o movimento na sua de flora, com o mar têm um enorme efeito no sono reparador. Crie a rotina melhora a circulação e o fluxo de ânimo e uma enorme capacidade de evasão rotina de se deitar sempre linfa o que faz com que se excretem toxinas e estímulo de todos os sentidos, sendo à mesma hora e crie hábitos e melhora amplamente as defesas. necessário à qualidade de vida . saudáveis na hora de se deitar. A mobilidade das articulações é essencial Dormir restabelece corpo e para quem passe muito tempo na mesma mente, melhora o rendimento posição. Alongue-se e movimente braços A alimentação. físico e intelectual .Reduz o risco e pernas e dedos das mãos. Suba e desça Tente ter uma alimentação de doença. Os glóbulos brancos escadas, levante-se por cinco minutos a variada e aumente a proporção de aumentam durante o sono o cada hora que esteja sentado. Faça uma legumes nas refeições . sendo as refeições que ajudarão na defesa rotina de exercícios repetidos que rápidas uma solução simples e rápida no contra o vírus. melhorem a postura e a tensão, quotidiano reduza ao máximo os açúcares e as bebidas e que devem ser feitos ao alcoólicas. Evite ao máximo os alimentos processados. longo do dia . Esteja atento Contêm aditivos sintéticos, maior quantidade de sal, e evite ao máximo açúcares , gorduras e farinhas refinadas. São pobres em a exposição química nutrientes , fibras e minerais e modificam o nosso sentido de a partir dos alimentos gosto e paladar. Têm um impacto muito negativo na nossa saúde. (escolha os de origem Evite no dia à dia refrescos , bebidas açucaradas, biológica) , produtos de beleza farinhas refinadas, bolos , bolachas e pizzas industriais, (escolha os de baixa toxicidade) molhos comerciais. e os produtos de limpeza Beba 1 a 2 litros de água por dia para assegurar (provocam muitas disrupções uma boa filtração e bom funcionamento renal, hormonais, muitas sem nível de hidratação e de desintoxicação. reverso) e suscetibilizam Dê preferência a legumes frescos, sopas e nesta altura a infeções. do ano as couves de todo o tipo, bróculos, couve- flor, que contém glucosinolatos, que aumentam a atividade enzimática do fígado e desintoxicam o organismo.

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Dra. Ivone Mirpuri Médica Patologista Clínica especialista em Modulação Hormonal | Certificação em Medicina Anti-Envelhecimento pelo CENEGENICS, Las Vegas | Especialista em Medicina Anti-Envelhecimento e Modulação Hormonal pela WOSAAM e International Hormone Society

Sensibilidade à histamina É uma condição não reconhecida muitas vezes e que tem fácil tratamento, pelo que resolvi escrever sobre ela, pois aqui há dias apareceu-me uma senhora que desmaiava cada vez que bebia cerveja. O mesmo acontecia com o seu pai. Assim não bebiam cerveja nem bebidas alcoólicas por este motivo mas nunca souberam porque tal acontecia. Como o álcool não é bom para esta coisa das hormonas, sorte a desta senhora, no entanto poderia tratar-se de uma sensibilidade à histamina embora os desmaios sejam mais frequentes noutro contexto mais grave.

Vamos então começar pelo princípio: O que é a histamina ?

A histamina é um mediador da inflamação. Trata-se de um composto natural que desempenha importantíssimas funções no nosso organismo. É produzida em células especiais no nosso corpo, quando em presença de um alergénio estranho ou em processos traumáticos.

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É a histamina que vai desencadear todo o processo de reparação do organismo, aumentando a permeabilidade dos capilares para as células de defesa do sangue e outras proteínas, poderem exercer uma acção contra invasores estranhos nos tecidos afetados. São células especiais, produzidas pelos mastócitos, basófilos, plaquetas, neurónios e células no nosso intestino, que as armazenam em grãos. A produção é efectuada em praticamente todo o nosso corpo com especial incidência nas regiões de contato com o exterior, como na pele e nos tratos respiratório e gástrico. A histamina funciona pois como um mediador do sistema imunitário. Também existe nos alimentos, e alguns deles possuem uma quantidade elevada de histamina na sua composição. Para além dos alimentos ricos em histamina, há outros que funcionam como “libertadores de histamina” e que induzem a secreção de histamina pelas células do corpo.

A lista destes alimentos será apresentada em destaque no fim do artigo. Esta pode também ser acumulada no nosso corpo por deficiência da enzima que a destrói e metaboliza, a diaminoxidase, conhecida pela enzima DAO. Além de desempenhar um importante papel no sistema imunológico, protegendonos das infecções, contra vírus, bactérias, fungos ou parasitas, é ainda um importante neurotransmissor, fundamental para o bom funcionamento do cérebro e sistema nervoso central. É também a histamina que sinaliza a libertação de ácido clorídrico no estômago, para que se possa iniciar a digestão das proteínas A sensibilidade à histamina refere-se à existência de quantidades aumentadas de histamina no nosso corpo, o que vai levar a efeitos adversos não desejáveis. A quantidade aumentada é por aumento da produção ou


inibição da degradação, causando reacções indesejáveis. Estas reacções indesejáveis são muitas vezes confundidas com alergias, daí a importância do reconhecimento desta entidade, pois os sinais e sintomas podem ser idênticos, mas todo o estudo do doente é negativo para alergias, pois a origem desta histamina é de outra causa e não imunológica , produzida nos mastócitos e basófilos como já falámos. São por exemplo exemplos de sensibilidade à histamina as urticárias idiopáticas, em que não sabemos a causa, e o angioedema.

Quais os sintomas de alerta?

Os sintomas de excesso de histamina podem ser: rubor da face e calores por vasodilatação, hipotensão com aumento dos batimentos cardíacos pelo mesmo motivo, urticária, angioedema, rinite com rinorreia, otite media, comichões, por aumento da permeabilidade vascular, refluxo gastro esofágico e azias por aumento da secreção gástrica, cefaleia, não típica de enxaqueca, sintomas de ansiedade e ataques de pânico ligados ao aumento dos batimentos cardíacos, por baixa da tensão arterial, fadiga e confusão mental, podendo mesmo acontecer o desmaio. Vou explicar só muito brevemente porque isto acontece. Ou temos um aumento da entrada e produção de histamina no nosso corpo, ou temos um deficiente mecanismo de degradação dessa histamina produzida. Há duas enzimas que controlam a destruição da histamina. A Histamina N-metiltransferase (HNMT ou HMT) e a Dioaminoxidase (DAO). A DAO rapidamente se liga à histamina plasmática e elimina-a na urina. Actua a nível local, destruindo a histamina A HMT impede a ligação prolongada da histamina ao seu receptor na célula. Os anti histamínicos têm uma acção semelhante ligando-se ao receptor da histamina e impedindo assim a sua acção. Actuam assim a nível geral o que chamamos de sistémico, ao contrário da DAO, mas acabado o seu efeito os sintomas estão lá pois ela não elimina a histamina. Podemos assim controlar facilmente através da DAO, a sensibilidade à histamina, associada obviamente aos cuidados da dieta indicada, evitando os alimentos que nos farão ingerir mais histamina.

A DAO

É a primeira linha de defesa contra a histamina ingerida através da dieta ou libertada no intestino. Quando os seus níveis são adequados e a sua actividade é normal, só uma pequena quantidade da histamina extrínseca entrará na circulação. Ter pois atenção à quantidade de histamina que se ingere com os alimentos, ou ao bloqueio da sua degradação impedido por substâncias que medicamente são utilizadas frequentemente como as que referimos. Estas pessoas referirão uma maior sensibilidade à histamina, logicamente. O tratamento passa por restrição dietética, diminuindo a ingestão de produtos que contenham histamina e por aumentar a actividade a nível intestinal da DAO, o que requer suplementação, nestas situações, 15 mn antes da ingesta alimentar rica em histamina. Quem tem de fazer medicação que sabe inibir a actividade da DAO, deve ser sempre suplementado, independentemente da ingesta dietética, que é de facto fundamental e o tratamento primário. Nestas situações pode fazer-se uma vez ao dia. Como não poderia deixar de ser, trabalhando eu em modulação hormonal, tenho de fazer o link às nossas hormonas, desta situação. O estradiol na verdade tem um actividade inibidora sobre a actividade da DAO, enzima necessária à degradação da nossa histamina plasmática. Temos de perceber por isso que na menopausa, onde o estradiol está muito diminuído mas onde nós não temos nenhuma progesterona, as mulheres se encontram em “dominância” estrogénica, situação não desejável à nossa saúde, e daqui que também neste período, muitas mulheres aparecem com “alergias”, sendo que na maioria das vezes se trata de uma sensibilidade à histamina, por fraca actividade da actividade da DAO, que é estimulada pela progesterona (e testosterona). Recomendo usar a B6, pois é o cofactor da DAO, além de estimular a produção do GABA nosso ansiolítico natural. Todas as pessoas com défice de progesterona (ou testosterona), mulheres que apresentam tensão pré-menstrual por exemplo, a vulgarmente chamada TPM, estarão em excesso relativo de estradiol, pois este equilíbrio é fundamental, pelo que ter mais este factor em consideração é outro importante motivo para a preocupação do equilíbrio hormonal em todas as fases da vida e sua correcção lógica, para que mais uma vez se tratem as causas e não os sinais e sintomas n

Alimentos ricos em histamina e os que a induzem Alimentos geralmente fermentados que a produzem por actividade microbiana: Queijo; Carnes processadas e fermentadas e salsichas; Vinho e cerveja e vinagres; Extractos de leveduras; Couve fermentada (Sauerkrauft); Bananas, chocolate, molhos de soja, enlatados, abacates Também a histidina, aminoácido que os alimentos podem conter, pode ser convertida em histamina pelas nossas bactérias intestinais. Os frutos secos devem ser demolhados pois podem conter anti-nutrientes que inibem a actividade da DAO. Aconselho sempre a deixá-los de molho pelo menos 5 horas antes de as consumir. Cuidado sobretudo com os peixes não frescos conservados inadequadamente. Atum, cavala, e marisco por exemplo. Há alimentos que naturalmente contêm histamina como o espinafre e a berinjela. Outros desenvolvem a histamina no processo de amadurecimento, como o tomate e as cerejas. Há ainda os que não sabemos como nos fazem libertar histamina, como os morangos, a clara de ovo, álcool e citrinos. Pensamos que seja por mecanismo não imunológico. Existem substâncias que fazem com que o nosso corpo liberte mais histamina como os benzoatos e sulfitos (conservantes de alimentos), tartrazina e outros corantes naturais. Estes compostos sabemos que bloqueiam a acção da DAO e da HMT. Mais um motivo para evitar os “pacotes de” como eu costumo dizer. O álcool , como já falámos, anti-depressivos como a fluoxetina e a sertralina, analgésicos como aspirina e ibuprofeno, inibidores H2 como a cimetidina e ranitidina inibem também a actividade da enzima diaminoxidase, que destrói a histamina, fazendo com que as queixas possam surgir.

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Carla Ferreira Diretora de Recursos Humanos

E depois da COVID? É impossível esquecer quando saí à rua pela primeira vez, em Março de 2020. Na rua via nada para além de um peso que me acolhia o andar torpe, vagaroso, cuidadoso, assustado. Não sei ao certo quanto durou este meu primeiro confronto com a realidade mas, recordo o odor da rua, uma memória vagal que me acompanhará para sempre, recordo o vazio de gente e a estranheza, firme e violenta, dos meus caminhos de sempre. Questionei-me de que seria aquilo e depressa percebi que era medo, mascarado de coragem e quotidiano. Em vezes seguintes, já mais afoita e vencida pela realidade de uma pandemia emergente, percorri devagar algumas ruas da cidade. Não havia parques com crianças, não havia jovens a andar de bicicleta, não se viam velhinhas vagarosas ao sol da tarde. Não havia vida na rua. Havia casas, havia animais soltos e sozinhos, havia uma ou outra alma a beber os dias que nasceram nesta data histórica, escrita com um rigor absurdo, num calendário que ninguém escolheu. Passaram uns meses. Hoje saímos à rua e encontramos um mundo muito pior do que

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em Março. Milhares de mortos depois, muitos profissionais de saúde exaustos, muita solidariedade, muitas famílias separadas pela saudade e pela esperança. Teoricamente, deveríamos estar mais apreensivos neste preciso momento. Deveríamos olhar o mundo em desconfiança, evitar os encontros, reprimir os afectos, guardar a vontade de interagir, deveríamos morrer de medo, antes de adoecer com COVID. Mas tal não acontece. Tal não acontece porque o ser humano é dotado de uma capacidade forte de resiliência, o motor que nos permite avançar num território de guerra. Ninguém sabe como acontece, ninguém pensa no mecanismo, ninguém se debruça na forma como o nosso corpo e a nossa mente se reprogramam com a força do hábito, que nos permite crescer na adversidade. É uma das incógnitas da natureza, um dos milagres da vida. Deveremos olhar para ele. Os milagres da vida merecem um olhar atento para que possamos tomar consciência da capacidade

do ser humano, e do nosso brilhante mecanismo de adaptação interno. É um recurso, semelhante a outros que podemos observar na natureza, basta para isso lembrarmos por exemplo a teoria de Charles Darwin, profundo estudioso da natureza, que nos ensinou que as espécies se desenvolvem à medida das suas necessidades de sobrevivência. Que não nos assome o orgulho da superioridade, que não nos engula a ganância da perfeição. Somos seres adaptáveis mas imperfeitos, crescentes ao medo e à incoerência da volatilidade da vida, o que nos transporta ( ironicamente), para o mais perto que temos do nosso melhor: a nossa resistência e a nossa extraordinária aprendizagem e adaptação. Não trata de uma aprendizagem prazerosa, muitas destas aprendizagens morrerão com a era COVID, irão atenuar-se com a futura “normalidade”, se não totalmente, pelo menos em grande escala. Chamemos-lhe uma aprendizagem essencial, um desafio que o mundo nos lançou num repto sem igual. A boa notícia, se me permitem o abuso positivo


na linguagem, é que todos nós iremos olhar para as nossas faculdades de uma forma mais respeitosa e confiante. Ora vejam: imaginem que no passado alguém partilhasse esta premonição. Vos dissesse que viveriam os vossos dias longe de quem amam, isolados dos amigos, afastados dos vossos avós e dos vossos netos, impossibilitados de viajar, de conviver, de aproveitar o abraço, das pessoas e da vida, quiçá o que o mundo tem de melhor. Imaginem ainda que vos diziam que voltaríamos a um estado de emergência totalitária, onde o governo tomaria as rédeas da nossa liberdade, aquela que foi construida a pulso há muitos anos atrás, com sangue e com guerra, pelos Capitães de Abril e que agora nos escorre por entre os dedos como uma mão de areia, que quanto mais apertamos, mais se esvai sem percebermos como. Imaginem, por último, que vos diriam que a saúde do vosso país e a dinâmica

corrente dos vossos hospitais seria engolida por fatos isolantes completos e complexos, por onde o ar não entraria e os sorrisos não sairiam, onde o calor de uns olhos seriam substituídos pelo anonimato de uma máscara branca e incógnita. Por certo, teriam sorrido. Provavelmente teriam encaixado esta distropia no domínio da fantasia, da utopia, do cinema ou da fantasia. A má notícia, que também há, para além de muitas outras, é que o cenário é a realidade de 2020 e 2021. E na verdade, cá estamos. Quem por obra de arte, respeito, obediência ou sorte, consegue ir sobrevivendo ao vírus mais dramático dos últimos anos, está apto a efectuar uma auto análise que nos pode fazer crescer até a um patamar mais elevado da existência: conseguiremos certamente elencar prioridades com a sabedoria de um mestre, perceberemos com certezas o valor

do bem e o poder do mal, abriremos o nosso horizonte para os reais valores da existência humana, a importância do respeito pela natureza e pelo habitat animal, o valor da família, a extraordinária riqueza que é a nossa capacidade de crescer na adversidade. Infelizmente, para trás ficará um mundo velho. Ficarão todos os que não venceram a doença do século. Ficarão as saudades imensas das despedidas que não aconteceram, dos olhos que não acompanharam, das palavras apagadas pela eternidade. Ficará uma humanidade sofrida no cansaço dos dias, mortiça de tristeza por tudo o que se perdeu. E é por isso que quem avançar deverá celebrar e agradecer: o crescimento, a aprendizagem, o amor ao próximo, o desenvolvimento pessoal, a vida n

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Dra. Marta Ferreira Gomes Médica dentista na Clínica das Olhalvas

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A importância da formação certificada e acreditada Desde o início da minha carreira profissional em 2007 que me dedico ao desenvolvimento do meu conhecimento técnico-científico e especializado nas várias valências da Medicina Dentária. No processo da minha descoberta enquanto profissional médica destaquei-me do tão aclamado “distanciamento clínico”, assumindo uma postura de proximidade ao doente. O entendimento das ansiedades, necessidades e expectativas do doente não poderá ser realizado do ponto de vista Cartesiano mas sim de uma forma sistémica e complexa, vendo o ser humano como um Todo que não separa a mente do corpo físico.

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Isabel Lestro Henriques MD, PhD, Neurologist

Stress, saúde e doença emergência a ter uma resposta rápida e eficaz, como por exemplo quando um peão distraído se atravessa na estrada, ou mesmo quando recebemos boas mas inesperadas notícias. No entanto, hoje me dia, muitos vivem em permanente resposta de “luta ou fuga”, mesmo não estando constantemente em verdadeiro perigo. De tanto desencadear a resposta a pequenos stresses pouco espaçados, passamos a estar expostos quase de modo permanente à resposta neuroendócrina, incluindo a exposição crónica às hormonas de stress. Nestes casos, ultrapassamos a linha do equilíbrio e passamos a viver um estado de permanente resposta ao stress, sem que haja necessidade de novos estimulos stressantes para o manter. Este tipo de stress é por alguns autores designado como stress crónico.

O que é o stress?

O stress é um estado de ameaça ao nosso equilibrio interno, biológico, ecológico ou social, considerado ideal para a estabilidade e sobrevivência, quando este se encontra sujeito a factores adversos internos ou ambientais. Perante um evento ameaçador ou inesperado, o organismo reage, com um vasto leque de respostas fisiológicas e comportamentais que têm como objectivo restabelecer o equilibrio corporal. O stress é assim um estado de desequilíbrio, de alerta, que nos permite reagir rapidamente às situações adversas do dia a dia. No entanto, quando a situação de stress se mantém durante demasiado tempo ou surge de modo muito frequente, o stress pode transformar-se nocivo , com consequências na nossa saúde física e mental.

O que é que acontece no corpo e cérebro quando estamos sob stress?

O cérebro pode ser comparado a uma central de controlo e de integração da informação necessária à execução de todas as actividades humanas. Para isso, possui sistemas de informação, execução e afinação permanentes, que permite por exemplo a manutenção das condiçoes ideais de performance física

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e intelectual. Destes sistemas faz parte uma complexa resposta neuroendócrina mediada pelo sistema nervoso central, periférico e autonómico, que ativam uma resposta do sistema imunitário de autodefesa vulgarmente chamado na literatura anglosaxónia como “fight or flight” (luta ou fuga). Durante essa resposta, a frequência cardíaca aumenta, a respiração passa a ser mais rápida, os músculos contraemse aumentando a tensão muscular, e a pressão arterial aumenta. Estas são algumas das respostas do organismo que permitem que, por exemplo, quando de repente vamos distraídos e não vemos um degrau ainda assim, seja possível desequilibrar-nos mas não cair.

Há vários tipos de stress? Há algum stress que possa ser positivo?

O nosso organismo está preparado para aguentar pequenas quantidades de stress, sobretudo se este não se prolongar demasiado tempo. A presença de stress prolongado está associada a um maior risco de roptura do equilibrio homeostático e assim à ocorrência de sintomas. Podemos assim falar de um stress “protector” (ou positivo) que nos pode ajudar a manter alerta e centrado nas actividades. É aquilo, como já todos experimentámos ao estudar em vésperas de exames, que nos ajuda em situações de

No stress crónico, é frquente surgirem sintomas físicos, emocionais, comportamentais e cognitivos, sendo alguns dos mais frequentes, a irritabilidade, a dificuldade de concentração e de organização do pensamento, alterações do sono ou apetite, queixas digestivas, sentimentos de incapacidade, diminuição da autoestima.

Quais as causas mais frequentes de stress? . Dentro dos eventos que nos ocorrem na vida, foram associados à maior ocorrência de stress, a presença de uma doença crónica, de uma catástrofe natural ou induzida pelo Homem como as guerras ou pandemias, dificuldades monetárias extremas, profissões com risco de vida, sobreviventes de situações que lhe puseram a vida em perigo, vítimas de crimes, de stress familiar extremo, ou cuidadores de doentes graves. Do ponto de vista pessoal e das organizações, factores como insegurança na execução das tarefas, frustração ou aborrecimento frequente, solidão, atrasos frequentes, demasiado trabalho com pouco equilíbrio com o resto das actividades da vida (designados na literatura anglosaxónica como workaholics), burn out, demasiado sucesso (too much of good things) ou exagero de auto-obrigações, estão também associados a estados de stress crónico n


Solidariedade Marta Pais de Almeida Associação Crescer a estuDAR

Sê tu a DAR Acreditar sempre e ter esperança que o mundo pode tornar-se num lugar melhor e mais justo é o verdadeiro pilar desta associação a quem o Grupo H Saúde se junta dando visibilidade para que sirva não só de exemplo mas se torne um íman para todos os outros, jovens e adultos, que a ela se quiserem juntar. "Na sequência das circunstâncias a que fomos forçados a viver, a realidade e a maneira de olhar o mundo à nossa volta mudaram. Os passeios ao ar livre, a educação presencial, os encontros, as reuniões e as restantes atividades que envolvem contacto físico passaram a ser encarados como um privilégio. Acreditamos na bondade, na humildade e sobretudo na capacidade de se ser solidário.

Contudo, é sempre um fator desafiante quase em rota de colisão com os hábitos e rotinas. Crescer e deixar-se arrastar pelos caminhos já traçados da sua própria realidade, numa correria para atingir metas e para aproveitar ao máximo o que estas lhe concedem é normalmente o que sucede. No entanto e no meio de tanta “azáfama”, gostamos de acreditar em surpresas e 2020 foi um ano cheio, de boas e más... Fixemonos na parte boa, o mundo inteiro em sintonia, a aperceber-se de outras realidades que não a sua, a enaltecer o encontro presencial com os outros, a interiorizar que as crises vividas nos países em desenvolvimento não estavam tão longe quanto se pensava. A cortina que nos impedia de ver a realidade nua e crua foi levantada aos poucos. Confiantes no sentido de entreajuda que

foi despertado a nível mundial, queremos fazer parte, chegar aos locais de crise, onde a realidade é tão diferente da nossa, onde o espanto não tem limites ou a incredibilidade perante tantas situações de extrema pobreza. Onde um lápis, um caderno e uma borracha fazem a diferença. A campanha “Sê tu a DAR” é uma completa viagem por países carenciados como a Tanzânia, Moçambique e Cabo Verde... Com o objetivo de sensibilizar o mundo e fazer acontecer um futuro melhor que passa obrigatoriamente, pela aprendizagem, conhecimento, em suma, pela escola. Razão esta que está na génese de recolhermos material escolar para uma posterior entrega em 2021, através de donativos on-line, patrocínios e outras atividades nas redes sociais. Ajudem-nos a ajudar! n

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Dra. Diana Ascenso Médica Fisiatra/Especialista em Medicina Física e de Reabilitação na Policlínica da Benedita e na Clínica das Olhalvas

Tendinopatia

Em que consiste e qual o seu tratamento

Certamente já ouviu falar de tendinopatia, tendinite ou até tendinose. Neste artigo explicam-se as diferenças e as formas de tratamento desta patologia dos tendões. Os tendões são estruturas fibrosas, formadas por tecido conjuntivo, que conectam o músculo ao osso, transmitindo-lhe a força gerada pelo músculo. Das lesões tendinosas, a tendinopatia é a mais frequente, a qual se caracteriza por dor localizada, habitualmente persistente e perda de função. Geralmente resulta de lesões de sobrecarga ou esforço repetitivo podendo, ocasionalmente, ter origem em traumatismo

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direto sobre o tendão. A sua prevalência tem aumentado, sendo frequente entre as lesões desportivas e as doenças profissionais. Os fatores de risco para este tipo de lesão podem organizar-se em extrínsecos e intrínsecos ao indivíduo. Os fatores extrínsecos relacionam-se com o desempenho de determinadas atividades profissionais, desportivas ou recreativas, que de alguma forma causa um stress repetido sobre o tendão. Os fatores intrínsecos incluem características físicas individuais como: género, idade, altura, peso, anatomia, amplitude articular, força muscular, genética, entre outros. Sabe-se

ainda que certas doenças crónicas, a toma de alguns medicamentos e o tabagismo também contribuem negativamente para esta patologia. Historicamente, o termo tendinite foi usado de maneira indiscriminada ao longo dos anos para descrever a dor no tendão. O sufixo “ite” indica inflamação. Contudo, múltiplos estudos demonstraram que o processo patológico da maioria dos tendões dolorosos parecia ser degenerativo e não inflamatório. Nesse sentido, múltiplos investigadores sugeriram que se substitui-se o termo tendinite por tendinose, que melhor caracterizava as alterações degenerativas dos tendões.


A primeira abordagem de tratamento é conservadora e pode passar pelas seguintes opções (medidas gerais):

“Esta patologia tendinosa pode envolver qualquer tendão do corpo, contudo existem regiões anatómicas mais suscetíveis de lesão” Contudo, estudos recentes vieram constatar que, para além deste processo degenerativo tendinoso, efetivamente poderá existir algum componente inflamatório associado. Por tudo isto, à luz do conhecimento atual, os termos tendinites e tendinose parecem ser questionáveis, devendo ser utilizada a terminologia tendinopatia. Como foi referido anteriormente, as tendinopatias resultam, essencialmente, de esforços repetitivos com sobrecarga tendinosa que originam uma alteração estrutural do tendão, não havendo capacidade de cicatrização e reorganização estrutural, antes de nova solicitação do tendão. Esta patologia tendinosa pode envolver qualquer tendão do corpo, contudo existem regiões anatómicas mais suscetíveis de lesão. A destacar: ombro (ex: coifa dos rotadores);

cotovelo, punho e mão (ex: tendões flexores e extensores do punho e dedos); joelho (tendões quadricipital e rotuliano); tornozelo e pé (ex: tendão de aquiles); entre muitos outros. O tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível. As tendinopatias são lesões crónicas de recuperação prolongada. O paciente deve ter uma boa adesão terapêutica e cumprir ativamente as diferentes etapas do Programa de Reabilitação e de exercício, aumentando dessa forma o sucesso do tratamento. A estratégia terapêutica deve focar-se na reparação tendinosa, no fortalecimento muscular e no regresso do paciente às atividades profissionais, desportivas e recreativas. O paciente deve ser avaliado pelo médico que orientará as estratégias de tratamento de forma individualizada n

• Redução da sobrecarga no tendão doloroso, evitando a progressão da doença; • Medicação analgésica e/ou antiinflamatória (estes últimos por um curto período de tempo); • Aplicação de gelo na área dolorosa e numa fase inicial por um período inferior a 20 minutos; • Eventual utilização de ortótese. • Integração em Programa de Reabilitação, que consoante a situação clínica utilizará diferentes técnicas, nomeadamente: • Massoterapia (massagem transversal profunda, de fricção, entre outras); • Mobilização articular; • Técnicas de facilitação neuromuscular propriocetiva; • Alongamentos miotendinosos; • Fortalecimento muscular com especial destaque para o exercício excêntrico; • Agentes físicos como a termoterapia (calor/frio), ultrassom, laser, eletroterapia (correntes com fins terapêuticos), ondas de choque; • Técnicas infiltrativas com fármacos, hemoderivados ou punção seca poderão ser considerados em determinadas situações. Se estas medidas não forem eficazes e as queixas se mantiverem persistentes ao fim de 6 a 12 meses, o tratamento cirúrgico poderá ser equacionado. O tipo de cirurgia dependerá do local da lesão e da sua gravidade.

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Testemunhos

O reconhecimento e a gratidão Testemunhar o empenho, a dedicação, o bom profissionalismo, é importante e uma fonte de regozijo e de novas energias para todos os profissionais do Grupo H Saúde. O reconhecimento dos utentes e parceiros constitui a maior recompensa (só excedida pelo resultado de contribuir para a cura e solução dos problemas de saúde de todos) e qualquer sacrifício ou cansaço encontra uma grande compensação nas palavras gratas que são aqui tão sinceramente escritas. Bem-hajam todos os que deram a cara para este momento de gratidão e reconhecimento. Grupo H Saúde, uma referência incontornável nos cuidados de saúde de proximidade. Agradecemos e reconhecemos ao Grupo H Saúde a dedicação e o profissionalismo de excelência que tem prestado ao Crédito Agrícola. Há vários anos a cuidar da saúde dos seus Colaboradores com os mais elevados padrões de qualidade e confiança. Um Grupo com 39 anos e uma história que se funde com a do Crédito Agrícola, um Banco com mais de 100 anos de história a gerar valor para os seus Associados, Clientes, Colaboradores e Comunidades locais. Alcobaça, Fevereiro 2021 Crédito Agrícola Alcobaça, Cartaxo, Nazaré, Rio Maior e Santarém

Grupo H Saúde é significado de inovação. Nos tempos que correm uma ida ao médico deixa de ser um cenário de terror, a organização e higiene dos espaços está passos largos à frente das mais variadas clínicas e farmácias. Um staff sempre atento, disponível e muito competente. Eu e a minha família utilizamos e iremos continuar a utilizar os mais diversos serviços deste grupo. Parabéns e continuem o enorme trabalho de sucesso.

Dário Eustáquio, Empresário de Restauração, Nazaré

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"A Nazaré Qualifica, desde 2016, organiza eventos desportivos de praia nacionais e internacionais, eventos estes de grande dinamização económica para o concelho da Nazaré e região circundante. No ano de 2020, fruto da Pandemia de Covid-19, grandes desafios se colocaram a toda a sociedade. A Covid-19 atingiu todos os sectores económico-sociais do país, sendo que a organização de eventos foi praticamente suspensa por completo. As edições de 2020 destes eventos, revelavam-se de enorme importância, para dar um balão de oxigénio a sectores ligados ao Turismo, tão devastados com o confinamento resultante do combate à pandemia. A organização destes eventos careciam da aprovação da DGS e para a Nazaré a parceria com o Grupo H Saúde foi de extrema importância para que as autoridades nos dessem luz verde para a realização destes eventos. Para o nosso objectivo, o H Sáude, contribuiu com um plano organizado para a realização de testes Covid-19 com zaragatoa e a rápida divulgação dos resultados conforme exigido pelas autoridades. O Grupo H Saúde, disponibilizou para o evento, um posto móvel avançado de realização de testes Covid-19, garantindo as melhores condições aos mais de 1000 atletas e membros da organização envolvidos no desenvolvimento dos nossos eventos. Foram realizados testes durante os dias de competição, permitindo que estas se desenrolassem com as condições de saúde pública exigidas pelas autoridades. A parceria com o Grupo H Saúde, devido ao excelente desempenho do mesmo, estendeu-se à importante época de Ondas Gigantes. Dada a quantidade de surfistas internacionais que nos visitaram e as consequentes exigências de testes já referidos para as viagens, tornou-se imprescindível um parceiro na área da saúde que nos prestasse um serviço flexível e eficiente; o Grupo H Saúde é o parceiro certo. A parceria foi decisiva e será muito importante para nós." Pedro Pisco Responsável dos Eventos Internacionais da Nazaré Qualifica

A saúde é o bem mais precioso que possuímos, quando procuramos um médico, procuramos também segurança. No grupo H saúde, encontramos isso e muito mais, profissionais de excelência dedicados ao seu doente. Do corpo clínico aos restantes funcionários todos são de uma atenção e de um atendimento irrepreensível. A vasta oferta de especialidades assim como a celeridade na marcação de consultas é uma das grandes vantagens do Grupo, sobretudo nos dias que correm. Com o grupo H saúde, sentimos que estamos nas mãos dos melhores. Sara Antunes, Utente do Grupo H Saúde

“Quando nos deparamos com a dura realidade de ter covid-19 dentro de portas, para além dos planos de contingência e de todas as informações que já temos, o que é essencial é apoio, conhecimento, prontidão e confiança. Foi isto que senti e recebi por parte do Grupo H Saúde, na pessoa de Henrique Henriques, parceiro inexcedível que soube garantir toda a urgência que se impunha, transmitindo a segurança que nos foi essencial para prosseguir. Alda Gomes, Diretora Técnica do Centro de Bem Estar Social da Freguesia de Coz”


O ano de 2020 fica marcado pela pandemia da Covid 19, a maior emergência de saúde pública que alguma vez vivemos. As crises são momentos de assumir responsabilidades e dão ainda maior visibilidade às lideranças fortes. O grupo H saúde liderou a resposta na região, transformou dificuldades em oportunidades, reorganizou as suas operações e confirmou a capacidade de se adaptar mais depressa e de estar sempre ao lado das populações. Primeiro em Leiria e depois em Alcobaça, em parceria com os municípios, com a Affidea e em articulação com a ACES Oeste Norte, foi possível a instalação de um Drive-Thru, que no caso de Alcobaça dá uma resposta muitíssimo importante na região. A Affidea laboratórios, através de uma equipa altamente qualificada e de equipamentos com a tecnologia de PCR em tempo-real, deu uma resposta a todos os utentes que recorrem às clínicas do Grupo H e aos postos de colheita Affidea de toda a zona Oeste. Colocámos as nossas equipas e o nosso laboratório de Lisboa, ao serviço das necessidades de testagem, em lares, escolas, supermercados, bombeiros, fábricas, empresas, para além das pessoas que nos procuram com pedidos do SNS, seguradoras ou a título particular. Salientamos também a prestação de cuidados, que nunca parou, aos doentes hemodialisados do Centro de Diálise da Benedita. Continuámos sempre a dar resposta nas análises clínicas, cruciais na monitorização destes doentes. As nossas equipas foram levadas a um ponto próximo do limite, sobretudo no passado mês de janeiro (pico da pandemia), mas já estamos a olhar para o futuro. Estamos preparados para dar resposta à nova estratégia de testagem preconizada pela recente norma da DGS. Apostamos sempre na inovação e estamos a acompanhar os avanços da ciência, seja através da melhoria dos testes de diagnóstico por PCR, seja através da pesquisa de anticorpos e da monitorização, por exemplo, de quem já tomou a primeira dose ou ambas as doses da vacina, avaliando o seu grau de imunidade. Apesar de incerteza e das dificuldades que encontraremos nos próximos meses, temos a segurança e a confiança de fazer este caminho em conjunto com o Grupo H e consolidar a nossa posição de referência na região. Partilhamos das mesmas preocupações em dar resposta à recuperação da atividade não-covid, que ficou em certa medida suspensa, e que passa essencialmente por retomar consultas e exames de diagnóstico, onde se incluem as análises clínicas. Para todos estes desafios, o Grupo H, os seus colaboradores e os seus clientes, podem contar com a dedicação e o profissionalismo da Affidea, reforçando aquilo em que acreditamos, que nada é mais importante do que a saúde! Sérgio Fernandes Affidea - Diretor Operacional Laboratórios

Ao longo dos anos, a relação entre o Grupo H Saúde e a Fundação Maria e Oliveira, evoluiu de uma forma muito significativa e consistente. Passou de uma relação comercial para uma verdadeira e assumida parceria. É inevitável cair naquilo a que o leitor poderá considerar serem lugares comuns, ao descrever esta mesma parceria mas, o presente testemunho pretende ir além disso, pela realidade que pretende inscrever. Desde Março de 2020 a esta parte, tem-se a verificado um estreitamento da parceria nomeadamente, entre os responsáveis de cada uma das duas entidades, sendo que no que diz respeito ao Grupo H Saúde, esta está personificada na pessoa do seu director executivo, Henrique Henriques. Aqui chegado, permita-me consubstanciar, de uma forma mais concreta, o que acabo de descrever. A Fundação Maria e Oliveira é uma IPSS, sita na cidade de Alcobaça, com 107 anos e dentro das suas respostas sociais importa neste momento destacar a sua Estrutura Residencial para Idosos, que conta com 80 residentes e 60 colaboradores. No final do primeiro trimestre de 2020, à semelhança de muitas outras congéneres, a Fundação Maria e Oliveira procedeu à elaboração e execução de diversos planos de contingência de combate à COVID-19 e que incluem uma forte vertente de testagem preventiva.

Conheço o Grupo H Saúde há cerca de uma década, tendo realizado uma Audiologia. Desde o momento do atendimento, realização do exame e resultado, todos os intervenientes foram de um profissionalismo exemplar. Sai da clínica com a certeza que todos os profissionais sabem que os utentes são o motor de todo o Grupo H. Regressei lá esporadicamente, seja como utente ou acompanhante, sempre com a mesma opinião em relação a todo o staff profissionalismo e empenho. A nível profissional a medicina no trabalho é realizada pela Policlínica, onde o empenho dos intervenientes é notória. Em tempos de pandemia,os testes ao covid-19 tornaram-se uma realidade. Realizei alguns, todos negativos. Com a pressão existente era compreensível que a estrutura profissional do Grupo H não mantivesse o mesmo profissionalismo e empenho, algo que não aconteceu. Não se verifica qualquer diferença no atendimento seja na Clínica ou no Drive-Thru em Alcobaça. Atendimento de excelência. É de realçar que grupo de saúde com o prestígio do Grupo H saúde mantenha maioritariamente toda a sua base no concelho de Alcobaça A todos sem excepção o meu sincero reconhecimento pelo vosso empenho e profissionalismo. Muito Obrigado Henrique Bértolo Utente do Grupo H Saúde

Foi neste particular que o Grupo H Saúde se revela absolutamente essencial. Neste últimos quase 12 meses, a Fundação Maria e Oliveira levou a cabo centenas de testes de rastreio à COVID-19, nomeadamente a todos quantos estão adstritos à sua Estrutura Residencial para Idosos. O Grupo H Saúde, através dos seus colaboradores, levou a cabo mais de 95% desses mesmos testes, sempre com total disponibilidade e profissionalismo. Em variadas situações, em que a necessidade obrigava à disponibilização de profissionais, em menos de 24h, por parte do Grupo H Saúde, o seu director executivo, em todas elas, sem excepção, prontificou-se a dar reposta afirmativa. Assim, considero nunca ser demais sublinhar a total disponibilidade, capacidade e profissionalismo daqueles que compõem o Grupo H Saúde. Deixo um agradecimento sincero a todos, e em particular ao Henrique Henriques, um grande abraço. Muito obrigado a todos, na contínua afirmação da parceria. Júlio Moura Lourenço Presidente do conselho de administração da Fundação Maria e Oliveira

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Pessoas & Animais

Nuno Vaz de Moura Editor/ Agente Artístico

Os pássaros do amor e o amor pelos pássaros “Sendo que não sou veterinário estes são os conselhos de alguém que há muitos anos está habituado a conviver com esta espécie. Porém deverá leválos a um especialista para ver se não têm nenhuma doença (algumas podem ser transmitidas a humanos) e para um melhor aconselhamento” 30


Quando, em 1973, o zóologo alemão Carl Hagenbeck trouxe para a Europa uns coloridos pequenos papagaios, estaria longe de pensar no sucesso que teriam como animais de estimação. A espécie já era conhecida desde o final do século XIX, catalogada pelo intrépido Dr. Fisher que, inspirado pelo terno comportamento destas aves, lhe chamou de «agapornis», ou seja, os pássaros do amor. Muito dóceis e facilmente domesticáveis, os agapornis tornam-se numa companhia perfeita para quem esteja disposto a dar-lhes afecto. Estes não são pássaros que se tenham fechados numa gaiola apenas para admirar as cores e o canto, antes animais de companhia que querem festas e atenção. A sua grande energia e dependência emocional têm o seu lado negativo: caso não sejam entretidos facilmente deprimem e chegam a adoptar comportamentos em que arrancam as suas próprias penas. Assim, se não dispõe de tempo ou não tem especial interesse, não adopte este tipo de ave. Mas se sim, eis o que deve saber. 1. Pelo motivo mencionado acima, evite ter apenas um agapornis. Eles precisam de companhia. São monogâmicos e acasalam para vida. Sendo que não têm dimorfismo sexual, é praticamente impossível distinguir o macho da

fêmea. Só no comportamento se pode ter uma pista: as fêmeas tendem a ser um pouco mais agressivas. 2. Evite comprá-los já adultos ou em lojas de animais. Eles têm tanto de amorosos como de assustadiços. A relação de proximidade com um exemplar adulto será mais difícil. Prefira um criador profissional que os tenha alimentado à mão desde cria e adquira-os no momento em que eles começam a tornar-se independentes. 3. Reproduzem-se muito e facilmente com ninhadas de até 5 crias. Se não tem vocação para criador, o melhor será conseguir um casal do mesmo sexo. Eles tendem a não se importar e formam casais felizes. 4. São animais provenientes de climas quentes dando-se mal com o frio e, sobretudo, com as correntes de ar; 5. Necessitam de gaiolas grandes e resistentes. São muito inteligentes e têm uns bicos fortes, sendo que depressa encontram forma de se libertarem. 6. Mesmo com uma gaiola grande, devem ser soltos pelo menos uma vez por dia para que voem e brinquem. Destine um espaço da casa para esse efeito. Habitue-os com uma palavra que diz quando os vai soltar e outra para quando é para voltar à gaiola. Eles depressa adoptam o comportamento desejado.

7. Se tiver outros animais em casa faça atenção: os agapornis são muito ciumentos (territoriais) e poderão atacá-los. 8. Faça por colocar brinquedos novos na gaiola regularmente. Não é necessário comprar nada de especial: um ramo com folhas, um rolo de papel, pedaços de cartão e objectos semelhantes fazem as suas delícias. 9. É necessário ter uma caixa específica, suficientemente grande, para que se possam isolar, dormir e fazer ninho. Há vários modelos disponíveis à venda. 10. Adoram água. Faça para que tenham sempre uma banheira na gaiola grande o suficiente para que se banhem. Mas atenção: cuidado com o frio. 11. A alimentação é muito fácil: existem preparados de sementes já prontos nas lojas de animais. Depois basta acrescentar pedaços de fruta diversa, legumes, pão e bolachas. Nesta parte será em tentativa e erro. Vá introduzindo diferentes tipos e eles escolherão. Existem também, disponíveis para compra, suplementos vitamínicos e de cálcio. Sendo que não sou veterinário estes são os conselhos de alguém que há muitos anos está habituado a conviver com esta espécie. Porém deverá leválos a um especialista para ver se não têm nenhuma doença (algumas podem ser transmitidas a humanos) e para um melhor aconselhamento n

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Restaura a função intestinal em doentes com SII, com hipersensibilidade intestinal ou após a ingestão de medicamentos1

Ação mecânica2

Destina-se ao alívio e prevenção de diarreia crónica ou recidivante1 Normaliza a permeabilidade intestinal2 Melhora os sintomas de tensão abdominal, dor, 1 inchaço e flatulência NOVA APRESENTAÇÃO

NOVA

APRESENTAÇÃO

15 cápsulas

60 cápsulas CN: 185221.2

15 cápsulas CN: 192592.3 Indicação. GELSECTAN® destina-se a restaurar a função intestinal naqueles doentes que sofrem alterações, devido ao Síndrome do Intestino Irritável (SII), hipersensibilidade intestinal ou após ingestão de alguns medicamentos para alívio e prevenção de sintomas como diarreia crónica ou recidivante, tensão abdominal, dor, inchaço e flatulência. Apresentação. Blister com quinze ou sessenta cápsulas para uso em adultos. Composição. Xiloglucano, Proteína de Ervilha e Extrato de Grainha de Uva, Xilooligossacarídeos, Estearato de Magnésio (origem vegetal) e Sílica Precipitada Amorfa. Instruções de utilização. Ingerir a cápsula com líquidos. Dose. 1 ou 2 cápsulas, dependendo da gravidade dos sintomas, duas vezes ao dia (de manhã antes do pequeno-almoço e à noite antes do jantar) durante 2 a 4 semanas. O tratamento pode ser mantido se necessário. Advertências. • A consulta com um profissional de saúde antes de utilizar o produto não é necessária. No entanto, essa consulta é aconselhável em caso de sintomas graves ou persistentes ou quando há dúvidas sobre o diagnóstico, principalmente em idosos. • Este dispositivo médico não é um tratamento farmacológico. Se tal tratamento for recomendado por um profissional de saúde, este dispositivo médico pode ser administrado simultaneamente. • Embora não se conheçam efeitos secundários, recomenda-se que o produto não seja utilizado durante a gravidez ou nos primeiros meses de amamentação, salvo indicação em contrário de um profissional de saúde. • Não utilize o produto após ultrapassado o prazo de validade impresso na embalagem. • Não utilize o produto se o blister estiver aberto ou danificado. • Não conservar acima de 25°C. Não congele. • Mantenha o produto fora do alcance das crianças. Contraindicações. O GELSECTAN® não deve ser utilizado em doentes com hipersensibilidade conhecida a xiloglucano ou a qualquer outro ingrediente do produto listado na sua composição. Não deite este dispositivo médico na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como deitar fora o que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.

NOVENTURE, S.L. Calle Consejo de Ciento, 333 08007 Barcelona - Spain REF

Gelsectan Cápsulas

DISTRIBUTOR Norgine Portugal Farmacêutica, Unipessoal Lda. Edifício Smart; R. do Pólo Norte e Alameda dos Oceanos; Lote 1.06.1.1 – Escritório 1C Parque das Nações; 1990-235 Lisboa

0476

Rev.04: 02.05.2017

1. Instruções de utilização do Gelsectan®. 2. Balboa A, Ciriza C, Delgado-Aros S, et al. Documento de actualización de la Guía de Práctica Clínica sobre el síndrome del intestino irritable. Asociación Española de Gastroenterología. IMC International Marketing & Communications 2017:3-4. GELSECTAN® cumpre a legislação em vigor em matéria de produtos de saúde. PT/GEL/1217/0012a. Data de Revisão do material 04/02/2019 GELSECTAN é uma marca comercial da Noventure S.L., utilizada sob licença pelo grupo de empresas Norgine. NORGINE e o respetivo logótipo são marcas registadas do grupo de empresas Norgine. Material destinado a utilização exclusiva por profissionais de saúde.


Especialidades Médicas e Terapias Acupunctura

Dr. Francisco Fernandes CO

Cardiologia

Hematologia

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Dr. Davide Severino CMP CO Dr. Lourenço Coelho PCB Dr. Sidarth Pernencar CO

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Cirurgia Geral

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Dr. Franz Walter Boensch CO Dr. Amândio Matos PCB

Cirugia Vascular Dra. Viviana Manuel PCB

Consulta da Dor Dr. Nuno Alegre CO

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Estudo do Sono

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Fisiatria

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Gastroenterologia

Dra. Cátia Quintela CO PCB Dr. Pedro Russo CO PCB Dr. Samuel Fernandes CO PCB Dr. Rui Mesquita CO PCB

Ginecologia

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Medicina Desportiva

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Medicina Dentária

Dra. Elisabete Sousa CMP Dra. Joana Filipa Cunha CO PCB Dr. João Cardigos PCB Dr. João Castro PCB Dra. Liana Fernandes CO Dra. Margarida Mendes CO Dra. Mariana Bárbara CO Dra. Mariana Guerreiro PCB Dra. Marta Ascenso CO Dra. Marta Gomes CO Dra. Marta Oliveira CO Dra. Raquel Balbino CO Dra. Sónia Rita PCB Dra. Rita Carreira PCB

Medicina Geral e Familiar Dr. Dmytro Sychov PCB Dr. Joaquim Antunes PCB Dr. José Gomes PCB Dr. José Tomás PCB Dr. Osvaldo Parreira CMP Dra. Dina Ruivaco CMP Dra. Fátima Lorvão Figueiredo PCB Dra. Maria Ivone Cruz CO CMP

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Otorrinolaringologia

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Pediatria

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Pedopsiquiatria Dr. Carlos Gonçalves CO

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Provas Funcionais Respiratórias

Neurocirurgia

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Dra. Carla Ferreira CO PCB Dra. Cláudia Vitorino CO Dra. Helena Pedrosa CO Dra. Luísa Morgado CMP Dra. Paula Cardoso CMP Dra. Susana Henriques CO PCB

CMP - Centro Médico de Pataias | CO - Clínica das Olhalvas - Leiria | PCB - Policlínica Central da Benedita

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Psicomotricidade Dra. Sofia Ferreira CO PCB

Psiquiatria

CMP - Centro Médico de Pataias CO - Clínica das Olhalvas - Leiria PCB - Policlínica Central da Benedita

Dra. Ana Rosário Fonseca CO PCB Dr. Cláudio Laureano CMP PCB Dr. Mário Simões CO Dr. Sérgio Martinho PCB

Reumatologia Dr. Jorge Silva PCB

Terapia da Fala

Dra. Daniela Sousa PCB Dra. Margarida Cunha PCB Dra. Marta Violante CO Dra. Sandra Coelho CMP

Ama Care - Apoio Domiciliário Av. Estados Unidos da América 8.º B n.º 72 1700-178 Lisboa t. 262 925 610 tm. 961 357 034 e. ama@grupoh.pt

Centro Médico Diálise da Benedita Rua da Policlínica s/n 2475-151 Benedita t. 262 925 615 e. geral@grupoh.pt

Terapia Ocupacional Sara Marques PCB

Urologia

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Exames e Outros Seviços Centro de Enfermagem Centro de Fisioterapia Analises Clinicas Serviço de Médico Permanente

Centro Médico de Pataias

Av. da Lagoa, n.º 21, 2445-202 Pataias t. 244 585 040 · tm. 967 388 689 · f. 244 585 041 e. geral@centromedicopataias.com 2.ª a 6.ª - 08h00 às 20h00 Sábado - 08h30 às 13h00

Policlínica Central da Benedita

Rua da Policlínica s/n, 2475-151 Benedita t. 262 925 610 · tm. 969 655 534 · f. 262 925 619 e. geral@policlinicabenedita.com Horário: 2.ª a 6.ª - 08h00 às 21h00 Sábado - 08h00 às 13h00 Domingos e Feriados - 09h00 às 12h00

Exames

Exames Auditivos ECG - Electrocardiograma EEG - Electroencefalograma EMG - Electromiografia Exames de Gastrenterologia Polissonografia (Estudo do Sono) Provas Funcionais Respiratórias Testes Cutâneos de Alergias Teste Rápido COVID-19 IgG/IgM Teste Rápido COVID-19 TRAg

Clínica das Olhalvas

Rua das Olhalvas, Olhalvas Park, 1.º 2410-198 Leiria t. 244 843 720 · tm. 967 386 480 · f. 244 843 729 e. geral@clinicadasolhalvas.com 2.ª a 6.ª - 08h00 às 20h00 Sábado - 08h00 às 18h00

Farmácia Alves

Rua Rei da Memória, Bloco A, 134 Lj. E, R/C Dto. 2475-147 Benedita t. 262 925 510 · tm Whatsapp. 967 449 750 · Linha Azul 808 201 352 e. geral@farmacia-alves.com Todos os dias – 8h30 às 23h00 (inclusive domingos e feriados)

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