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Domínios da ENEC I Temas I Subtemas

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CRATO - 1 3 5 2 3 9

ESTRATÉGIA de EDUCAÇÃO para a CIDADANIA do Agrupamento de Escolas do Crato Operacionalização em CIDADANIA e DESENVOLVIMENTO ao nível de turma

NOTA: Este documento foi elaborado com base nos documentos do Ministério da Educação e serve, apenas, de mera orientação. As abordagens apresentadas são sugestões que não se devem esgotar neste documento. Nenhum destes temas dispensa a consulta dos materiais disponíveis em: http://www.dge.mec.pt/areas-tematicas

1º Grupo de Domínio Obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade Pré/1º/ 2º/3º Ciclos

Domínios EPC

Temas Direitos Humanos (civis e políticos, económicos, sociais e culturais e de solidariedade)

Desenvolvimento/ abordagem dos temas A Educação para os Direitos Humanos, que está intimamente ligada à educação para a cidadania democrática, incidindo especialmente sobre o espectro alargado dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, em todos os aspetos da vida das pessoas, enquanto a educação para a cidadania democrática se centra essencialmente, nos direitos e nas responsabilidades democráticos e na participação ativa nas esferas cívica, política, social, económica, jurídica e cultural da sociedade. A 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) "como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver esses direitos e liberdades..." -Conceito alargado de cidadania e cidadão e a sua aplicabilidade aos vários contextos sociais (casa, escola, comunidade…). -Direitos das crianças no mundo (Declaração dos direitos das crianças). -Origem da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). -Organizações na defesa dos direitos humanos. -Conhecer os direitos consagrados na DUDH e o seu significado. -Direito à diferença. -Valores necessários à defesa dos direitos humanos (amizade, cooperação, solidariedade, respeito, tolerância, diferença - inclusão/ exclusão), liberdade, verdade/lealdade, igualdade, justiça, equidade, responsabilidade, democracia, paz, solidariedade). -…

•Educar para os direitos humanos e liberdades fundamentais, em todos os aspetos da vida. •Promover a educação para a cidadania democrática. •Refletir sobre os direitos e responsabilidades nos múltiplos contextos da vida. •Estimular a participação ativa nas esferas cívica, social, económica, jurídica, cultural e política da sociedade. •Estimular o desenvolvimento de uma consciência social. •Promover a identificação de necessidades na comunidade.


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Consultar o referencial em http://www.dge.mec.pt/areas-tematicas – tem a planificação para todos os níveis de ensino.

Igualdade de Género (Articular com o PES)

•Promover o debate sobre os Direitos Humanos promovendo o desenvolvimento da consciência cívica.

A Educação para a Igualdade de Género, que visa a promoção da igualdade de direitos e deveres das alunas e dos alunos, através de uma educação livre de preconceitos e de estereótipos de género, de forma a garantir as mesmas oportunidades educativas e opções profissionais e sociais. Este processo configura-se a partir de uma progressiva tomada de consciência da realidade vivida por alunas e alunos, tendo em conta a sua evolução histórica, na perspetiva de uma alteração de atitudes e comportamentos. -O que é a Igualdade de Género? -As diferenças existentes ao nível de papéis desempenhados pela Mulher e pelo Homem na esfera familiar, profissional e na sociedade em geral. -A forma como o processo de socialização dos homens e das mulheres pode reforçar os estereótipos sexistas. -As manifestações/transmissões sexistas que se (re)produzem na linguagem quotidiana e através dos meios de comunicação social. -As mensagens publicitárias que refletem/transmitem estereótipos sexistas. -A prepotência machista ou feminista como agente gerador de violência doméstica. -A crescente importância da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres. -A igualdade nas relações laborais. -O papel da Mulher numa sociedade ativa e que se diz inclusiva. - As questões académicas. - A participação política da Mulher. - As novas profissões e a importância da luta pela participação igualitária na realização das atividades coletivas sem diferenciação de trabalho ou de responsabilidade. - A prática da divisão de tarefas segundo o sexo. - A problemática dos salários desiguais. -Os Direitos de Maternidade e de Paternidade. -Análise da legislação vigente. -Atitudes e comportamentos a adotar. -…

•Educar para a igualdade de direitos e deveres, através de uma educação livre de preconceitos e de estereótipos de género. •Promover ações que ofereçam oportunidades educativas e opções profissionais e sociais a todos os alunos. •Refletir sobre a realidade vivida, tendo em conta a sua evolução histórica, na perspetiva de uma alteração de atitudes e comportamentos. •Promover a igualdade de oportunidades e educar para os valores do pluralismo e da igualdade entre homens e mulheres. •Desenvolver um esforço para a eliminação da discriminação em função do género e, consequentemente, de relações de intimidade marcadas pela desigualdade e pela violência. •Educar para os direitos humanos, para o respeito pelos direitos e pelas liberdades individuais na perspetiva da construção de uma cidadania para todos.


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Interculturalidade (diversidade cultural e religiosa)

A Educação Intercultural, que pretende promover o reconhecimento e a valorização da diversidade como uma oportunidade e fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais. Pretende-se desenvolver a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à humanidade. -Conceito de Interculturalidade. -Identificação da diversidade cultural e religiosa na comunidade escolar. -A multiculturalidade das sociedades atuais. -Benefícios e constrangimentos da multiculturalidade numa comunidade. -O papel das instituições públicas e o papel individual numa sociedade multicultural. -Compromisso pessoal com a mudança da sociedade atual. -Comportamentos a adotar. -Reconhecimento e valorização da diversidade como oportunidade e como fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais. -…

•Promover o reconhecimento e a valorização da diversidade como uma oportunidade e fonte de aprendizagem para todos. •Identificar a multiculturalidade como fator de desenvolvimento das sociedades atuais. •Desenvolver a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à humanidade. •Impulsionar uma cidadania consciente. •Utilizar o conhecimento para interpretar e avaliar a realidade envolvente, para formular e debater argumentos, para sustentar posições e opções. •Promover a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à humanidade.

A Educação para o Desenvolvimento, que visa a consciencialização e a compreensão das causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e mundial, num contexto de interdependência e globalização, com a finalidade de promover o direito e o dever de todas as pessoas e de todos os povos a participarem e contribuírem para um desenvolvimento integral e sustentável. Desenvolvimento Sustentável

1. Desenvolvimento; 2. Interdependências e Globalização; 3. Pobreza e Desigualdades; 4. Justiça Social; 5. Cidadania Global; 6. Paz.

•Identificar as causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e mundial •Consciencializar para o contexto de interdependência e globalização, com a finalidade de promover o direito e o dever de todos os povos •Contribuir para um desenvolvimento integral e


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-Conceito de Desenvolvimento sustentável. -O desenvolvimento à escala global. -As assimetrias e suas consequências. -Cidadania nacional, europeia e mundial. -Os excluídos da cidadania. -Princípios da democracia. -Liberdade e responsabilidade. -Solidariedade e justiça distributiva.

sustentável. •Compreender as causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e mundial. •Analisar as interdependências e vantagens e/ou desvantagens da globalização. •Promover a democracia e a participação livre e responsável.

Consultar o referencial em http://www.dge.mec.pt/areas-tematicas – tem a planificação para todos os níveis de ensino. Educação Ambiental

A Educação Ambiental pretende promover um processo de consciencialização ambiental, de promoção de valores, de mudança de atitudes e de comportamentos face ao ambiente, de forma a preparar os alunos para o exercício de uma cidadania consciente, dinâmica e informada face às problemáticas ambientais atuais. Neste contexto, é importante que os alunos aprendam a utilizar o conhecimento para interpretar e avaliar a realidade envolvente, para formular e debater argumentos, para sustentar posições e opções, capacidades fundamentais para a participação ativa na tomada de decisões fundamentadas no mundo atual. -Consciencialização ambiental, o que significa? -Problemas ambientais: Poluição, tipos de poluição, efeitos da poluição, alterações climáticas, biodiversidade, qualidade do ar, eficiência energética, etc.. - Os resíduos humanos: atividades humanas e o lixo; lixo, saúde e meio ambiente; o destino do lixo é o aterro sanitário; a reciclagem dos resíduos sólidos. -A reutilização de resíduos sólidos. -A importância da reciclagem e reutilização para o meio ambiente. -Política dos “3 Rs” ou “5Rs”. -Definição de atitudes e comportamentos para proteger o ambiente. -Práticas para sensibilização ética com o meio ambiente. -Grupos organizados e movimentos ambientais e ecológicos. -Conceito de Sociedade Sustentável. -…

•Promover o valor e o respeito pela natureza. •Sensibilizar para a mudança de atitudes e de comportamentos face ao ambiente. •Apelar ao uso dos recursos naturais com respeito ao próximo e ao meio ambiente. •Promover a compreensão da necessidade de ser sustentável. •Preservar os bens naturais. •Conhecer e aplicar a política dos “3 Rs” ou “5 Rs”. •Promover ações de recolha de resíduos na escola. • Sensibilizar para a separação dos lixos e utilização dos eco-pontos. •Desenvolvimento da Horta-Pedagógica.


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Saúde (promoção da saúde, saúde pública, alimentação, exercício físico) (Articular com o PES)

A Educação para a Saúde e a Sexualidade, que pretende dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, social e mental. A escola deve providenciar informações rigorosas relacionadas com a proteção da saúde e a prevenção do risco, nomeadamente na área da sexualidade, da violência, do comportamento alimentar, do consumo de substâncias, do sedentarismo e dos acidentes em contexto escolar e doméstico. -Conceito de saúde. -Conhecer algumas das principais doenças relacionadas com uma alimentação deficiente: doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, cancro, etc.. -Hábitos de vida saudável: a importância de posturas corretas, do exercício físico e do repouso para a saúde (estar bem sentado, brincar ao ar livre, deitar cedo…). -Cuidados a ter com o seu corpo. -Alimentação saudável e higiene como atuar? -Estratégia Integrada para a Promoção da Alimentação Saudável (EIPAS). -Conhecer a Organização Mundial de Saúde (OMS). -Projeto SOBE “Saúde Oral Bibliotecas Escolares”. -…

•Desenvolver hábitos de vida saudável. •Zelar pela higiene dos espaços de uso coletivo. •Promover atitudes e valores que suportem comportamentos saudáveis. •Valorizar comportamentos que conduzam a estilos de vida saudáveis. •Participar na vida em comunidade usando o sentido crítico e emissão de juízos. •Analisar e refletir sobre situações reais. •Desenvolver hábitos de vida saudável. •Zelar pela higiene dos espaços de uso coletivo. •Promover atitudes e valores que suportem comportamentos saudáveis. •Valorizar comportamentos que conduzam a estilos de vida saudáveis. •Participar na vida em comunidade usando o sentido crítico e emissão de juízos. •Analisar e refletir sobre situações reais. •Aumentar a qualidade da informação sobre saúde oral. •Consciencializar as famílias para a importância desta área da saúde. •Fazer a prevenção precoce da saúde oral, junto das crianças. •Utilizar a Biblioteca para promover a divulgação da saúde oral.


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Sexualidade (diversidade, direitos, saúde sexual e reprodutiva)

2º Grupo de Domínios Obrigatório, pelo menos, em 2 ciclos do ensino básico

(Articular com o PES)

Media

A Educação para a Saúde e a Sexualidade, que pretende dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, social e mental. A escola deve providenciar informações rigorosas relacionadas com a proteção da saúde e a prevenção do risco, nomeadamente na área da sexualidade, da violência, do comportamento alimentar, do consumo de substâncias, do sedentarismo e dos acidentes em contexto escolar e doméstico. Ter em conta: EDUCAÇÃO SEXUAL NO ENSINO BÁSICO – Lei 60/ 2009 de 6 •Promover conhecimentos, atitudes e valores que de agosto (projetos de Educação Sexual já enviados a todos) os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, -Ser pessoa social e mental. -A transformação do corpo •Educar para a proteção à saúde e para a -A transformação da mente prevenção do risco, nomeadamente na área da -A adolescência e as suas transformações físicas e psíquicas. sexualidade, da violência, do comportamento -Distúrbios comportamentais. alimentar, do consumo de substâncias, do -Os afetos, as emoções e o comportamento equilibrado. sedentarismo e dos acidentes em contexto escolar -…. e doméstico. •Fornecer informações rigorosas relacionadas com a proteção da saúde e a prevenção do risco, nomeadamente na área da sexualidade, da violência, do comportamento alimentar, do consumo de substâncias, do sedentarismo e dos acidentes em contexto escolar e doméstico. •Dotar os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bemestar físico, social e mental. A Educação para os Media, que pretende incentivar os alunos a utilizar e decifrar os meios de comunicação, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias de informação e comunicação, visando a adoção de comportamentos e atitudes adequados a uma utilização crítica e segura da Internet e das redes sociais. -Conceito de comunicação. -A evolução da comunicação. -As diversas formas de comunicação.

•Identificar, utilizar e decifrar os meios de comunicação, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias de informação e comunicação.


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-Ausência de comunicação. -A literacia digital. -Análise e a reflexão sobre o uso responsável das TIC. -Vantagens e riscos do uso das tecnologias digitais, como as questões das cyberdependências, bullying na internet, da privacidade e da impessoalidade das relações entre sujeitos. -Reflexão partilhada e criteriosa sobre o uso eficiente, responsável e cívico das ferramentas digitais. Instituições e participação democrática

•Fomentar a adoção de comportamentos e atitudes adequados a uma utilização crítica e segura da Internet e das redes sociais. •Analisar o contributo dos media para o desenvolvimento económico-social.

Parte-se do pressuposto de que a confiança nas instituições e a participação política são fundamentais para a construção de uma cidadania plena e de uma cultura política democrática. -O que é uma instituição? -Perceber o papel das instituições da sociedade civil na construção da democracia. -Exemplos de instituições e a necessidade da existência de regras para um bom funcionamento das instituições, enquanto espaços comuns. -Direitos e deveres do aluno nas diferentes instituições (família, escola e outras). -Significado das expressões “Eu devo…”, “Tenho dever de …” e também “Eu tenho direito a…” ? -Regulamento interno do Agrupamento (direitos e deveres do aluno). -Código de conduta do Agrupamento. -Regras de convivência nos diferentes espaços da instituição Escola. -Processos democráticos - O que significa “Viver em democracia” (origem da democracia). -Conhecer a existência e algumas das competências da Assembleia da República. -Como as decisões políticas afetam as nossas vidas? -Assembleias de Turma, o que são e para que servem? -A participação individual e colectiva na resolução de problemas comuns. -Propor assembleias de turma - necessidade de debater problemas comuns para encontrarem soluções. -Eleição do delegado e subdelegado de turma:

•Consulta e análise do Regulamento Interno, Estatuto do aluno e código de conduta •Promoção da gestão democrática e participativa dos alunos •Capacidade dos alunos na participação em processos eletivos que exigem apresentação de propostas •Desenvolvimento de um melhor entendimento sobre responsabilidades, direitos e deveres •Participação na elaboração das regras de disciplina e de conduta do ambiente escolar com base no código de conduta do agrupamento •Contribuir para uma convivência saudável dentro do espaço escolar •Argumentação baseada na discussão de temas específicos •Promoção da interação/ comunicação entre pares •Desenvolvimento do espírito critico


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.Perfil do delegado e subdelegado de turma; .Processo de eleição como forma de designar alguém para determinado cargo por meio de votação. Literacia financeira e educação para o consumo

A Educação Financeira, que permite aos jovens a aquisição e desenvolvimento de conhecimentos e capacidades fundamentais para as decisões que, no futuro, terão que tomar sobre as suas finanças pessoais, habilitando-os como consumidores, e concretamente como consumidores de produtos e serviços financeiros, a lidar com a crescente complexidade dos contextos e instrumentos financeiros, gerando um efeito multiplicador de informação e de formação junto das famílias. A Educação do Consumidor, que pretende disponibilizar informação que sustente opções individuais de escolha mais criteriosas, contribuindo para comportamentos solidários e responsáveis do aluno enquanto consumidor, no contexto do sistema socioeconómico e cultural onde se articulam os direitos do indivíduo e as suas responsabilidades face ao desenvolvimento sustentável e ao bem comum. -O dinheiro e o valor. -Reconhecer a importância do planeamento financeiro a médio e longo prazo. -Compreender sistemas e produtos financeiros básicos: meios de pagamento, contas bancárias, empréstimos… -Saber o que é a poupança e quais os seus objetivos. -Entender as responsabilidades decorrentes do recurso ao crédito. -Compreender a importância da ética nas questões financeiras. -Conhecer formas de se proteger da fraude financeira. -O que é o consumo? -Os critérios do consumo individual (como ganhar e gastar dinheiro, como poupar dinheiro, como doar tempo, talento e dinheiro). -Estabelecer prioridades sem comprometer o equilíbrio económico e social. -Conhecer os seus direitos enquanto consumidor. -Refletir / propor / analisar hábitos e atitudes de consumo responsável desenvolvendo sensibilidade e atitude crítica perante o consumo. -Manifestar uma atitude crítica face à promoção do consumo massivo de produtos.

•Fomentar a escolha criteriosas de bens e produtos, contribuindo para escolhas assertivas. •Sensibilizar para as responsabilidades enquanto produtor e consumidor. •Desenvolver atitudes sustentáveis e comportamentos solidários, tendo em vista o bem comum. •Permitir a aquisição de conhecimentos e capacidades fundamentais para tomar decisões sobre as suas finanças pessoais. •Formar consumidores de produtos e serviços financeiros conscientes e autónomos. •Aprender a lidar com a crescente complexidade dos contextos e instrumentos financeiros, gerando um efeito multiplicador de informação e de formação junto das famílias. •Obter, compreender e usar criticamente a informação com o objetivo de se tornarem consumidores mais críticos, exigentes e responsáveis.


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Segurança rodoviária

A Educação Rodoviária, que se assume como um processo de formação ao longo da vida que envolve toda a sociedade com a finalidade de promover comportamentos cívicos e mudar hábitos sociais, de forma a reduzir a sinistralidade rodoviária e assim contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações. -Comportamentos adequados como peão, passageiro e ciclista. -Cumprimento das normas e medidas de segurança. -Simbologia e sinalética. -Regras de circulação. -Uso de Equipamentos de Proteção Individual. -Responsabilização individual e coletiva na prevenção de acidentes.

Risco

•Sensibilizar para a adoção de hábitos sociais corretos, de forma a reduzir a sinistralidade rodoviária. •Identificar, conhecer e adotar comportamentos adequados à circulação e ao atravessamento enquanto peão e passageiro. •Identificar comportamentos adequados e inadequados enquanto ciclista.

“Os seres humanos inventaram o conceito de risco para os ajudar a compreender e a lidar com os perigos e as incertezas da vida.” Slovic, P. (2000) The perception of risk. Earthscan, London O risco, considerado um facto inerente à vida em sociedade, traduz-se numa multiplicidade de situações que afetam a vida de todos nós, colocando em causa a segurança e o bem-estar de cada um. Desde os fenómenos naturais, motivados por alterações climáticas, aos acidentes de natureza tecnológica, ambiental ou de viação, entre outros, que ocorrem no nosso quotidiano, o risco é uma contingência que acompanha a ação do homem. PROTEÇÃO CIVIL: -A importância de adotar e promover uma cultura de segurança. -Conceito de risco. -Identificar comportamentos de risco. -Tomada de consciência dos seus deveres perante situações de riscos coletivos, acidentes graves e catástrofes. -Comportamentos e atitudes adequados em situações de emergência. -A importância da Proteção Civil face aos riscos. -A estrutura de atuação da Proteção Civil. -Os diversos agentes e entidades cooperantes intervenientes na Proteção Civil. TIPOS DE RISCO: -Riscos Naturais

•Identificar e caraterizar comportamentos de risco como aqueles que provocam alterações no equilíbrio do organismo humano, conduzindo ao aparecimento de dependências, como tabagismo, consumo excessivo de álcool e toxicodependência. •Refletir sobre o modo como os comportamentos de risco afetam os processos vitais e as relações familiares e sociais. •Conhecer, reconhecer, avaliar e evitar o risco desnecessário implicando o domínio de saberes que reforçam a tomada de consciência e a decisão informada.


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-Riscos Tecnológicos -Riscos Mistos (incêndios, acidente de poluição) PLANO DE SEGURANÇA: -O que é? Objetivos, etapas e medidas de autoproteção. -Formas de prevenir o risco. Empreendedorismo

3º Grupo de Domínios

Opcional em qualquer ano de escolaridade

(nas suas vertentes económica e social)

A Educação para o Empreendedorismo, que visa promover a aquisição de conhecimentos, capacidades e atitudes que incentivem e proporcionem o desenvolvimento de ideias, de iniciativas e de projetos, no sentido de criar, inovar, ou proceder a mudanças na área de atuação de cada um perante os desafios que a sociedade coloca. A educação para o empreendedorismo é um contributo transversal às diferentes disciplinas e áreas não disciplinares que se consubstancia em atividades ou projetos, desenvolvidos de forma participada pelos alunos, concorrendo para a mudança na sua área de atuação enquanto cidadãos. -Conceito de empreendedorismo. -Como ser empreendedor. -Criação e planeamento de ideias/projetos. -Dinamização de Projetos que possibilitem o reforço das competênciaschave de um Empreendedor.

-Avaliar as oportunidades de forma a identificar aquelas que se enquadram nas atividades pessoais, profissionais ou de negócio que estão em desenvolvimento ou que se pretendem desenvolver. -Planear, organizar, analisar, comunicar, implementar, redigir, avaliar e memorizar. -Desenvolver projetos e respetiva implementação. -Trabalhar, cooperativamente, em equipa e com flexibilidade. -Identificar em termos pessoais as áreas fortes e fracas. -Agir proactivamente e responder positivamente a mudanças. -Assumir riscos. As principais atitudes para o desenvolvimento desta competência são: • Mostrar iniciativa; • Vontade de mudança e de inovação;

•Promover a aquisição de conhecimentos, capacidades e atitudes que incentivem e proporcionem o desenvolvimento de ideias, de iniciativas e de projetos. •Criar, inovar ou proceder a mudanças na área de atuação de cada um perante os desafios que a sociedade coloca.


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• Identificação de áreas para demonstrar todo o potencial empreendedor Mundo do Trabalho

O trabalho é uma das portas de entrada para a vida adulta. Por meio dele, o jovem vislumbra a possibilidade de concretizar sonhos, participar mais ativamente da vida social e conquistar autonomia financeira e pessoal. O trabalho é, ainda, fundamental para a formação da identidade social. Como adultos, reconhecemo-nos uns aos outros, entre vários aspetos, a partir das profissões que exercemos. É comum nos apresentarmos dizendo: “Meu nome é..., sou professora”; “Sou... e trabalho com vendas” etc.

“Qual a minha vocação profissional?” “O que é preciso fazer para começar a trabalhar?” “Como ter sucesso na profissão que eu escolher?” -O abandono da formação escolar básica, ingressando precocemente no mundo do trabalho, quase sempre em condições de subemprego, com prejuízos para o seu desenvolvimento. -Inserção do jovem no Mundo do Trabalho de forma mais qualificada e menos improvisada. -Iniciativa, comprometimento, responsabilidade, ética, relacionamento e comunicação interpessoal, capacidade de trabalhar em equipe, criatividade e resiliência são algumas atitudes esperadas do profissional. -Educação é condição essencial para entrada, permanência e crescimento no mundo do trabalho. O processo adequado de escolarização permite ao jovem a cessar melhores empregos, assegurar salários justos, obter garantias de direitos e satisfazer as demandas de produtividade. A defasagem na educação formal impacta negativamente a vida do indivíduo e o desenvolvimento do país. É importante, portanto, destacar que a preparação para o trabalho é uma das finalidades da Educação Básica, definida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (art. 22, lei no 9.394/96), e é missão da escola


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Segurança, Defesa e Paz

A Educação para a Segurança e Defesa Nacional, que pretende evidenciar o contributo específico dos órgãos e estruturas de defesa para a afirmação e preservação dos direitos e liberdades civis, bem como a natureza e finalidades da sua atividade em tempo de paz, e ainda contribuir para a defesa da identidade nacional e para o reforço da matriz histórica de Portugal, nomeadamente como forma de consciencializar a importância do património cultural, no quadro da tradição universal de interdependência e solidariedade entre os povos do Mundo. -Órgãos e estruturas de soberania e de defesa nacional. -Natureza e finalidade das suas atividades. -Identidade nacional. -Segurança, defesa e autonomia.

Bem-estar animal

•Identificar a natureza e finalidades dos órgãos de soberania. •Evidenciar o contributo específico dos órgãos e estruturas de defesa para a afirmação e preservação dos direitos e liberdades civis, em tempo de paz. •Clarificar o conceito de “identidade nacional”. •Realçar a matriz histórica e cultural de Portugal.

O conceito de bem-estar animal refere-se a uma boa ou satisfatória qualidade de vida que envolve determinados aspetos referentes ao animal tal como a saúde, a felicidade, a longevidade (Tannenbaum, 1991; Fraser, 1995). Um dos conceitos mais populares de bem–estar animal foi dado por Barry Hughes que o define como "um estado de completa saúde física e mental, em que o animal está em harmonia com o ambiente que o rodeia" (Hughes, 1976). Outra definição foi dada por Broom (1986) em que o bem-estar animal é definido pela "sua capacidade em se adaptar ao seu meio ambiente". No entanto há diversas expetativas sobre o que é mais importante para se obter essa qualidade de vida. Todas essas expetativas levam a que possamos perceber que há muitos aspetos a ter em atenção e que nenhum deles podem ser considerados certos ou errados, mas que apenas correspondem a diferenças de valores e de opiniões. Assim, o conceito de bem-estar animal tem de representar um consenso entre os cientistas e o público em geral. Tendo por base este consenso surgiram as cinco liberdades dos animais teoria criada pelo professor John Webster e divulgada pelo Farm Animal Welfare Council (FAWC): -livre de fome e de sede; -livre de desconforto; livre de dor, lesões ou doença; livre para expressar os seus comportamentos normais; livre de medo e aflição. Uma proposta recente pretende reformular as 5 liberdades de forma mais simples, como: liberdade nutricional, liberdade sanitária, liberdade ambiental; liberdade comportamental, e liberdade psicológica.


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-Perspetivas sobre bem-estar animal -Animais como sistemas biológicos -Natureza dos animais e os cuidados que exigem -Medidas de bem-estar animal (como devemos tratar os animais) -Direitos dos animais - Declaração Universal dos Direitos do Animal -Maus tratos aos animais -Causas solidárias Voluntariado

A promoção do Voluntariado, que visa o envolvimento das crianças e dos jovens em atividades desta natureza, permitindo, de uma forma ativa e tão cedo quanto possível, a compreensão que a defesa de valores fundamentais como o da solidariedade, da entreajuda e do trabalho, contribui para aumentar a qualidade de vida e para impulsionar o desenvolvimento harmonioso da sociedade. A criação de uma cultura educacional baseada na defesa destes mesmos valores reforça a importância do voluntariado como meio de promoção da coesão social. Consultar os sites_ http://www.dge.mec.pt/educacao-para-o-voluntariado https://juventude.gov.pt/Voluntariado/Paginas/default.aspx http://voluntarios.com.br/oque_e_voluntariado.htm -Conceito de voluntariado -O que é ser voluntário -A importância do voluntariado -Conhecer ações de voluntariado em Portugal -Promover ações de voluntariado -Tipos de voluntariado: Voluntariado Educativo - tem como objetivo transmitir valores como cidadania e solidariedade através da prática social, não se tratando de caridade, mas da busca por soluções de problemas de toda e qualquer ordem como: social, educação, transporte, habitação, cultura, lazer, ambiental entre outros. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 1º “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. Sendo assim o voluntariado educativo coopera para uma experiência formativa na vida do cidadão e/ou aluno integrando saberes escolares e desenvolvendo práticas sociais. Voluntariado Empresarial – o voluntariado empresarial são os programas de apoio à ação voluntária dentro das empresas. É a


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com as necessidades de educação para a cidadania diagnosticadas)

Outros (de acordo

organização da disposição para o voluntariado entre empregados e dirigentes, por vezes até incorporando os seus familiares, fornecedores, distribuidores, clientes, parceiros de negócios e mobilizar as pessoas de forma espontânea. Estimulando o envolvimento em causas de interesse coletivo. A principal vantagem das práticas de voluntariado empresarial para as empresas passa pela melhoria da imagem pública que poderá ter impactos positivos nos clientes e nos colaboradores. Durante estas atividades, estabelece-se uma proximidade entre os colaboradores, o que pode conduzir a uma melhoria do ambiente organizacional e, consequentemente, à melhoria da comunicação interna e do trabalho em equipa. Em Portugal, este género de voluntariado começou a se evidenciar no final da década de 90, ainda numa fase embrionária em termos de amplitude e estruturação. Apenas um reduzido número de empresas é que desenvolve ações de voluntariado, havendo uma forte direção para ações de apoio social. Já se encontram programas de voluntariado empresarial, nomeadamente em empresas de maior dimensão e com políticas organizadas de responsabilidade social.

(1)

(2)

Áreas Curriculares, Disciplinas, DAC, Projeto Educativo, Plano Anual de Atividades, Turmas, GAAF, Biblioteca Escolar, Biblioteca Municipal, AECs, Projetos da Escola (Eco-Escolas, PES, Clube Europeu, Clube da Música, CEM, Informat, Projeto Ciência a Brincar, Desporto Escolar, Clube de Artes, Parlamento dos Jovens), Entidades Exteriores (Associação de Pais, Câmara Municipal do Crato, Centro de Saúde, GNR, etc.) e outros. De acordo com os princípios, valores e áreas de competências do Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória e com as necessidades da turma. 23-11-2018 A coordenadora da Estratégia de Educação para a Cidadania de Escola Gregória Prata


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