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Triênio 2011/2013
E
stamos na reta final dos preparativos para a 10ª edição da MEGALEITE. Uma marca significativa que acontecerá em um momento que nos parece dos mais propícios para a pecuária leiteira. A reunião das principais raças leiteiras mostrando toda sua evolução genética; a representatividade expressiva dos diversos elos da cadeia produtiva do leite, trazendo-nos os avanços científicos e as melhores possibilidades de tecnologia, colocados à disposição do nosso negócio. Por outo lado, a oportunidade preciosa de discutirmos os aspectos políticos, interagirmos com as principais lideranças que nos possibilita um cenário promissor, consistente, inspirando confiança e esperanças fundamentadas de um futuro sem as turbulências costumeiras dos últimos tempos. Gir Leiteiro, Holandês, Pardo-Suíço, Jersey, Simental e Guzerá leiteiros, Sindi e Bubalinos com suas programações específicas, mais do que o prestígio de suas presenças abrilhantando e viabilizando um encontro desta envergadura, estarão mostrando todo potencial e possibilidades de seus rebanhos e contribuição valorosa à pecuária leiteira de nosso país. O Girolando, vivendo a sua 24ª Exposição Nacional, de forma ininterrupta, honrada em compartilhar com as demais raças, a realização desta MEGALEITE estará mostrando nas pistas, torneios leiteiros e leilões o estágio atual de seu melhoramento genético. Em paralelo, franqueando todas as possibilidades e novidades de sua Associação, como o Sistema Web, o Sucesso da Raça Girolando 2013, os homenageados do Mérito Girolando, possibilidades de visitas às instalações do Centro de Performance Girolando (localizado nas dependências da fazenda do Instituto Federal do Triângulo Mineiro), onde estamos realizando a PréSeleção de Touros, orientações técnicas e muito mais. Simultaneamente, os nossos 10 Parceiros Masters estarão presentes para amplo atendimento com programações específicas sobre seus produtos e informações relevantes, enfim, o Parque Fernando Costa estará pronto para atender as necessidades e proporcionar esclarecimento sobre o agronegócio do leite. É com muita disposição que estamos trabalhando para que de 30 de junho a 7 de julho próximo possamos ter tudo pronto no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), para que, juntos, possamos realizar e vivermos uma semana intensa do leite, como um todo. Esperamos e contamos com a presença de todos. Um abraço fraterno. Maio de 2013
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Editorial
O
cenário para a pecuária leiteira está um pouco mais favorável este ano. Com a captação em queda desde dezembro passado, a concorrência entre os laticínios aumentou. Outros fatores que influenciaram essa firmeza do mercado foram: a entrada forte de grandes laticínios, com preços mais altos; demanda firme por leite e derivados e no atacado; reação dos preços dos lácteos no mercado internacional; e redução das importações no primeiro trimestre de 2013. Paralelo à produção mais consistente, a genética tem sido um investimento essencial para garantir mais leite ao mercado. As vendas de sêmen e de animais seguem em bom ritmo e devem ganhar força na Megaleite 2013, com vários leilões agendados e um shopping. Para quem não abre mão de adquirir genética provada, a divulgação do Sumário de Touros Girolando 2013 durante a feira é um guia importante na seleção. Esta edição da revista O Girolando traz, além dos preparativos da Megaleite, informações importantes para maior qualidade na produção e na genética. É o caso dos estudos de eficiência alimentar, que têm o objetivo de detectar animais que consomem menos e produzem mais, garantindo a sustentabilidade no setor. A necessidade de inserir o manejo de pastagem na seleção da fazenda é outro alerta dos especialistas. Na parte de sanidade, os cuidados com a higienização das ordenhadeiras e com o armazenamento dos alimentos para evitar micotoxinas são os destaques desta edição. Para quem acompanha as exposições, trazemos o resultado parcial do Ranking Nacional e de algumas feiras realizadas entre abril e junho. Aproveitem a leitura. Larissa Vieira Editora
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EXPEDIENTE: Revista O Girolando - Órgão Oficial da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando Editora: Larissa Vieira - lamoc1@gmail.com Depto. Comercial: Mundo Rural (34) 3336-8888, Míriam Borges (34) 9972-0808 e Walkiria Souza (35) 9133-0808 - ogirolando@ mundorural.org Design gráfico, ilustrações e arte: Jamilton Souza (34) 91870365, Yuri Silveira Fotos: Jadir Bison Revisão: Maria Rita Trindade Hoyler Conselho editorial: Leandro Paiva, Fernando Brasileiro, Milton Magalhães, Jônadan Ma, José Donato Dias Filho, Maria Inez Cruvinel, Mauricio Silveira Coelho, Miriam Borges Impressão CTP: Gráfica 3 Pinti (34) 3326-8000 - Distribuição gratuita e dirigida aos associados da Girolando, ABCGIL e órgãos de interesse ligados à cadeia produtiva de leite. Redação: Rua Orlando Vieira do Nascimento, 74 - CEP: 38040280 - Uberaba/MG - Telefax: (34) 3331-6000 Assinaturas: ogirolando@mundorural.org - Telefax (34) 33368888 - Walkiria Souza
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Preço do Leite ao produtor subiu 3,7% no pagamento de maio - 12 Megaleite 2013 celebra o melhoramento genético das raças leiteiras - 14
Seleção para Eficiência Alimentar: oportunidades e desafios para a pecuária de leite - 22
Micotoxinas: um problema que aparece apenas em pesquisas ou que pode estar causando prejuízos na minha fazenda? - 38
Mensagem da diretoria
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Editorial
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Novos associados
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A Avaliação Genômica funciona!
20
Programas de Melhoramento Genético de Rebanhos Leiteiros em Sistemas de Pastejo
26
Higienização na ordenha e qualidade do leite
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Você sabia?
42
Eu uso, eu convio, eu recomendo!!!
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Recordes de lactações podem ser consultados on line
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Exposições
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Ranking Nacional 2012/2013
59
Colostro
64
Transparência
74
Lançamentos e inovações
76
Giro Lácteo
78
Contatos Girolando
80
Controle leiteiro
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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIROLANDO TRIÊNIO 2011/2013 ESTES SÃO OS NOVOS CRIADORES, E ENTIDADES DE CLASSE QUE PASSARAM A INTEGRAR O QUADRO SOCIAL DA GIROLANDO NOS MESES DE ABRIL E MAIO DE 2013.
Presidente: José Donato Dias Filho 1º Vice-presidente: Fernando Antonio Brasileiro Miranda 2º Vice-presidente: Maurício Silveira Coelho 3º Vice-presidente: Jônadan Hsuan Mim Ma 4º Vice-presidente: Ivan Adhemar de Carvalho Filho 1º Diretor-administrativo: Milton de Almeida Magalhães Júnior 2º Diretor-administrativo: Adolfo José Leite Nunes 1º Diretor-financeiro: Maria Inez Cruvinel Rezende 2º Diretor-financeiro: Eugênio Deliberato Filho Relações Institucionais e Comerciais: João Domingos Gomes dos Santos
Conselho Fiscal Jeronimo Gomes Ferreira Silvio de Castro Cunha Júnior Marcelo Machado Borges Suplentes Conselho Fiscal Eduardo Jorge Milagre José Alberto Paiffer Menk Luiz Carlos Rodrigues Conselho Consultivo Antônio José Junqueira Villela Joaquim Luiz Lima Filho Nelson Ariza Roberto Antônio Pinto de Melo Carvalho Rodrigo Sant’anna Alvim Suplentes Conselho Consultivo Geraldo Antônio de Oliveira Marques Guilherme Marquez de Rezende Leonardo Moura Vilela Rubens Stacciarini Tomaz Sérgio Andrade de Oliveira Júnior
PROP. Nº CRIADOR
MUNCÍPIO
7357
Álvaro Augusto Presto de Paiva
Piau – MG
7351
Alexandre V. Diniz/Delson J. C. Diniz Junior
Belo Horizonte – MG
7341
Aldemar Celito Jahn
Niterói - RJ
5030
Arnaldo Henrique Guimarães
Divinópolis – MG
7327
Álvaro Furtado de Andrade e Outros
Arcos – MG
7325
André de Oliveira Martins
Lagoa-Santa – MG
7317
Agropecuária Água da Pedra LTDA
Belo Horizonte – MG
7312
Arlindo Ribeiro Soares
Colatina – ES
7306
Adalto Mambula Sales
Vilhena – RO
7301
Agrocefas LTDA
Ipatinga – MG
7303
Amarildo Pereira Barreto
Belo Horizonte – MG
Membros Natos
7331
Antônio Vieira dos Santos
Teófilo Otoni – MG
7316
Antônio dos Passos Romão
Alfenas – MG
Alisson Luis Lima Leandro de Carvalho Paiva
Representante do MAPA Superintendente Técnico
7285
Carlos Alberto Zanenga
Campo Grande – MS
Membros Efetivos
Membros Suplentes
7346
Carlos Dorio Cofler
Cariacica – ES
7320
Casa de Caridade Dom Orione
Araguaína – TO
7339
Domingos Tomas Gomes Bica
Rio de Janeiro – RJ
Limírio Cezar Bizinotto Marcello A. R. Cembranelli Milton de Almeida Magalhães Neto Valério Machado Guimarães
Juscelino Alves Ferreira Walter Roriz de Queiroz Tiago Moraes Ferreira Daniella Martins da Silva
7309
Daniel de Oliveira Domingos
Patos de Minas – MG
4035
Edson Viana Dias
Pres. Kubitschek – MG
7310
Eduardo Vicente Rabelo Amorim
Belo Horizonte – MG
7359
Flávio Henrique M. Campos de Souza
Rio Verde – GO
7308
Felipe Augusto Frizzo
Uberlândia – MG
7340
Gilberto Lopes Garcia
Penápolis – SP
7358
Gustavo Balduino e Outros
Franca – SP
7254
Hildecarlos Seixas de Souza
Salvador – BA
7286
Instituto Federal E.C.T. do Maranhão
Codó – MA
7342
Ivamildo Viana da Silva
Campo Grande – MS
7343
José Pedro Lino de Souza
Belo Horizonte – MG
7347
José Gervasio Vieira
M. Alegre de Minas – MG
7338
José Vilmar Ramos
Lagoa da Prata – MG
7352
Joana Mara Azevedo de Souza Pomarole
Lagoinha – SP
7326
Jordão Antônio Nunes
Bragança Paulista – SP
7354
João Francisco de Freitas Costa
Campina Verde – MG
7302
João Paulo Fernandes Milan
São José do Rio Pardo – SP
7332
Laisa Lenise Carvalho Fernandes
Barra Mansa – RJ
7318
Luiz Fernando Cesar Siqueira
Divisa Nova – MG
7315
Luiz Augusto da Silva Leal
Belo Horizonte – MG
7313
Matheus Leonardo
Ouro Preto do Oeste – RO
7307
Maria Cristina Medeiros Guimarães
Rio de Janeiro – RJ
7300
Marcelo Ricardo de Toledo
Taguatinga – DF
7264
Marcelo Candiotto Moreira de Carvalho
Sete Lagoas – MG
7322
Neiro Antônio Veloso
Santo Antônio do Monte – MG
7320
Nilton Cezar Barcelos
Uberaba – MG
7321
Rafael Piccolotto Domenico
São Gonçalo do Sapucaí – MG
7350
Regina Pizarro Drummond Gonçalves
Rio de Janeiro – RJ
7356
Reinaldo Zambone
Rio Claro – SP
7314
Thiago Sader Monteiro
Belo Horizonte – MG
7319
Vilmam de Melo Cavalcante
Palmas – TO
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Membros Conselho Deliberativo Técnico 2011/2013
CONSELHO DE REPRESENTANTES ESTADUAIS: AL – Paulo Emílio Rodrigues do Amaral AM – Raimundo Garcias de Souza BA – José Geraldo Vaz de Almeida BA – Luiz Tarquinio Duarte Pontes BA – Jorge Luiz Mendonça Sampaio CE – Cristiano Walter Moraes Rola DF – Dilson Cordeiro de Menezes DF – Erotides Alves de Castro DF – Ismael Ferreira da Silva ES – Rodrigo José Gonçalves Monteiro GO – Elmirio Monteiro Marques Júnior GO – José Mário Miranda Abdo GO – Léo Machado Ferreira GO – Itamir Antônio Fernandes Vale MG – Anna Maria Borges Cunha Campos MG – Carlos Eduardo Fajardo de Freitas MG – Horácio Moreira Dias MG – José Ricardo Fiuza Horta MG – Júlio Cesar Brescia Murta MG – Paulo Henrique Machado Porto MG – Salvador Markowicz Neto MS – Aurora Trefzger Cinato Real MS – Ronan Rinaldi de Souza Salgueiro
MS – Rubens Belchior da Cunha PA – Zacarias Pereira de Almeida Neto PB – Antônio Dimas Cabral PB – Yvon Luiz Barreto Rabelo PE – Cristiano Nobrega Malta PE – Eriberto de Queiroz Marques PR – Antônio Francisco Chaves Neto PR – Bernardo Garcia de Araújo Jorge PR – João Sala RJ – Filipe Alves Gomes RJ – Herbert Siqueira da Silva RJ – Jaime Carvalho de Oliveira RJ – Luciano Ferreira Guimarães RO – José Vidal Hilgert SE – Lafayette Franco Sobral SE – Ricardo Andrade Dantas SP – Adriano Ribeiro de Oliveira SP – Braulio Conti Júnior SP – Decio de Almeida Boteon SP – Eduardo Falcão de Carvalho SP – Pedro Luiz Dias SP – Roberto Almeida Oliveira SP – Virgilio Pitton TO – Eli José Araújo
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Rafael Ribeiro
Preço do leite ao produtor subiu 3,7% no pagamento de maio
Zootecnista Scot Consultoria
A
forte concorrência entre os Figura 1. - Preço do leite ao produtor (média nacional ponderada) em R$/litro. laticínios e a demanda firme na ponta final da cadeia seguem ditando o mercado de leite no país. Considerando a média brasileira, houve alta de 3,7% no preço médio pago ao produtor no pagamento de maio, referente ao leite entregue em abril, em relação ao pagamento anterior. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a média nacional ficou em R$0,907 por litro. Os valores máximos chegaram a R$1,170 por litro. A alta desde o começo do ano é de 9,4% para o produtor. O Fonte: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.br preço médio atual é 10,6% maior na comparação com o mesmo peos estados pesquisados. ríodo do ano passado. Veja a figura 1. Os reajustes no pagamento de maio ultrapasCom relação à captação, segundo o Índice saram R$0,07 por litro em algumas regiões do Brasil Scot para a Captação de Leite, o volume caiu 0,5% Central e Nordeste. em abril, na comparação com março (média nacioEm curto prazo, o movimento de alta no mernal). cado de leite deve continuar. A expectativa é de Os produtos lácteos tiveram mais um mês de queda na produção até meados de junho. alta tanto no atacado quanto no varejo. Este fato dá Para o pagamento a ser realizado em junho, sustentação ao mercado. 54,0% dos laticínios pesquisados acreditam em auPara maio, considerando a média brasileira, mento dos preços aos produtores e 43,0% acredios dados parciais apontam para uma queda na captam em manutenção. Os 3,0% restantes falam em tação em relação a abril. queda no preço do leite ao produtor. O preço do leite ao produtor subiu em todos
Relatório completo com análises mensais e conjunturas do mercado de leite: preços, custos, oferta, demanda, cenários para o curto e médio prazo, mercado internacional e clima, entre outros.
RELATÓRIO DO MERCADO DE LEITE www.scotconsultoria.com.br ou 17 3343 5111 12
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Megaleite 2013 celebra o melhoramento genético das raças leiteiras
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P
rincipal evento do setor leiteiro, a Megaleite (Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite) será realizada de 30 de junho a 7 de julho, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), e concentrará as disputas nacionais, interestaduais, estaduais e mostras das principais raças leiteiras do país: Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Guzerá leiteiro, Indubrasil, Jersey, Pardo-Suíço, Simental leiteiro, Sindi e bubalinos.
As grandes estrelas da mostra estarão na pista do Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), de 2 a 6 de julho. O Torneiro Leiteiro da raça Girolando será de 30 de junho a 3 de julho e distribuirá prêmios em dinheiro no valor total de R$ 30 mil. Além das disputas nos torneios leiteiros e julgamento, a programação contará com 13 leilões, um shopping de animais, palestras e fórum de debates. A programação da feira será aberta pela Jornada Técnica. As aulas ocorrerão nos dias 28 e 29 de junho, no Parque Fernando Costa. Voltada para criadores e profissionais do setor pecuário que buscam ampliar seus conhecimentos sobre a raça Girolando, a Jornada Técnica conta com aulas práticas e teóricas sobre padrão racial, melhoramento genético, cruzamentos e sistema on line da associação, entre outros assuntos. A abertura oficial da MEGALEITE será no dia 1° de julho, às 8h, com a solenidade de Hasteamento das Bandeiras. Logo em seguida, ocorrerá o Fórum de Debates, no Salão Nobre da ABCZ. No dia 2, haverá inauguração do Centro de Performance Girolando e entrega do Mérito Girolando. Na categoria “Mérito Mulher” será agraciada a criadora Magnólia Martins Silva. Natural de Monte Alegre de Minas (MG), ela comanda a Fazenda Valinhos, juntamente com o marido Daniel da Silva. O rebanho tem uma produção diária de 3000 Kg leite/dia de animais 100% Girolando. Magnólica está na atividade leiteira desde 1992. O “Mérito Criador” será entregue a Olavo Gonçalves, que é agropecuarista e selecionador de gado Girolando e Gir Leiteiro na Fazenda Santo Inácio, em Campo Florido (MG). Iniciou a cria-
ção da raça em 1990 e desde então realiza o Controle Leiteiro Oficial. O Girolando OG produziu a primeira fêmea Girolando a ultrapassar a barreira dos R$100 mil (Colônia Sansão OG) e as fêmeas 3/4 e 5/8 que mais produziram leite na raça (Fortuna OG e Esparta Windstar OG), sendo que a última já está alcançando a marca de 80.000 Kg em 8 lactações. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Eustáquio Andrade Ferreira, receberá o “Mérito Personalidade do Ano”. Andrade nasceu em 18 de junho de 1953, na cidade de Patos de Minas (MG). É engenheiro civil graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e criador de Girolando e Gir Leiteiro. Foi prefeito de Vazante (MG) e deputado estadual por três mandatos. Na categoria “Mérito Produtor de Leite”, a homenageada será a Companhia de Alimentos do Nordeste – Cialne. Fundada em 1966 por Francisco de Araújo Carneiro (Dico Carneiro), a Cialne é uma empresa que atua no ramo de agroindústria - pecuária e avicultura -, gerando aproximadamente 2000 empregos diretos no Ceará. Os ex-presidentes da Girolando também serão homenageados. São eles: José Facuri Dib, José Resende Lopes (in memoriam), Milton Carvalho Castro, José Roberto Gomes, Minoro Hélio Mauricio Yamamoto (in memoriam), Renato Miranda Caetano Borges, Renato Cunha Oliveira e Marcos Amaral Teixeira. A ABCZ promoverá o 3º Fórum Zebu Leiteiro. A 10ª edição da Megaleite terá a participação de visitantes internacionais, que estão interessados em levar a genética das raças leiteiras do Brasil.
A MEGALEITE sediará as principais exposições do setor: 24ª Exposição Nacional de Girolando e 24º Torneio Leiteiro Nacional de Girolando 15ª Exposição Nacional do Gir Leiteiro e Torneio Leiteiro do Gir Leiteiro 3ª Exposição Interestadual da Raça Holandesa Exposição Interestadual do Pardo-Suíço Exposição Integrada da Raça Jersey Mostra Especial e Torneio Leiteiro do Sindi 2ª Exposição do Guzerá com Aptidão Leiteira e Cruzamentos Mostra Especial e Torneio Leiteiro do Indubrasil Mostra e Torneio Leiteiro da Raça Simental Dupla Aptidão Mostra Especial e Torneio Leiteiro de Bubalinos
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PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR Início das inscrições da Raça Girolando: 29/04/2013 (segunda-feira) Encerramento das inscrições da raça Girolando com desconto: 31/05/2013 (sexta-feira) Encerramento das inscrições da raça Girolando: 16/06/2013 (domingo) SEGUNDA-FEIRA: 24/06/2013 • 08:00h – 22:00h – Entrada dos animais Girolando para o torneio leiteiro (início) QUARTA-FEIRA: 26/06/2013 • 08:00h – 22:00h – Entrada dos animais Girolando para julgamento (início) SEXTA-FEIRA: 28/06/2013 • 08:00h – 10:00h – Entrada dos animais Girolando para o torneio leiteiro (encerramento) TORNEIO LEITEIRO: • 12:00h – Reunião da comissão técnica com os participantes do 24º Torneio Leiteiro Nacional de Girolando • 14:00h – Início da fiscalização do torneio leiteiro de Girolando PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 08:00h – 18:00h – Jornada Técnica Girolando (palestras) SÁBADO: 29/06/2013 • 08:00h – 22:00h – Entrada dos animais Girolando para julgamento (encerramento) PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 08:00h – 18:00h – Jornada Técnica Girolando (aulas práticas) DOMINGO: 30/06/2013 • 08:00h – Pesagem e mensuração oficial dos machos Girolando, Local: Currais de manejo • 08:00h – Exame andrológico dos machos (acima de 18 meses de idade), Local: Currais de manejo • 17:00h – Sorteio dos Jurados de Girolando, Local: Sala Vip TORNEIO LEITEIRO: • 14:00h – 1ª ordenha do Girolando • 22:00h – 2ª ordenha do Girolando SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês SEGUNDA-FEIRA: 01/07/2013 JULGAMENTO: • 08:00h – Identificação dos animais Girolando • 18:00h – Reunião do Código de Ética da Girolando TORNEIO LEITEIRO: • 06:00h – 3ª ordenha do Girolando • 14:00h – 4ª ordenha do Girolando • 22:00h – 5ª ordenha do Girolando PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 08:00h – Hasteamento das Bandeiras • 09:00h – Abertura Oficial • 09h:30min – Fórum de Debates, Local: Salão Nobre da ABCZ SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês TERÇA-FEIRA: 02/07/2013 JULGAMENTO: • 08:00h – Início do julgamento do Girolando (machos 5/8-PS e machos 3/4) TORNEIO LEITEIRO: • 06:00h – 6ª ordenha do Girolando • 14:00h – 7ª ordenha do Girolando e 1ª ordenha do Gir Leiteiro
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• 22:00h – 8ª ordenha do Girolando e 2ª ordenha do Gir Leiteiro PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 13:00h – Inauguração do Centro de Performance Girolando. Local: IFTM – Campus Uberaba • 16:00h – Entrega da Medalha – Mérito Girolando, Local: Salão Nobre da ABCZ • 17:00h – Divulgação do Sumário da Raça Girolando 2013, Local: Salão Nobre da ABCZ • 19:00h – Missa em Ação de Graças, Local: Palanque Oficial da ABCZ LEILÕES • 21:00h – Leilão Noite das Campeãs, Local: Leilopec, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Embral, Transmissão: Terra Viva, Comercialização de animais: Girolando • 21:00h – Leilão Genética Consagrada Gir Leiteiro, Local; Terras de Kubera, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa, Transmissão: Canal Rural, Comercialização de animais: Gir Leiteiro SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês QUARTA-FEIRA: 03/07/2013 JULGAMENTO: • 08:00h – Julgamento da raça Girolando (fêmeas jovens 1/2 sangue e fêmeas jovens 5/8-PS) • 08:00h – Julgamento do Gir Leiteiro TORNEIO LEITEIRO: • 06:00h – 9ª ordenha do Girolando e 3ª ordenha do Gir Leiteiro • 14:00h – 10ª ordenha do Girolando (encerramento) e 4ª ordenha do Gir Leiteiro • 22:00h – 5ª ordenha do Gir Leiteiro LEILÕES: • 20:00h – Leilão Sucessores de Sucesso, Local: Centro de Eventos RKC, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa, Transmissão: Agrocanal, Comercialização de animais: Girolando SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês QUINTA-FEIRA: 04/07/2013 JULGAMENTO: • 08:00h – Julgamento da raça Girolando (fêmeas jovens 3/4 e fêmeas adultas 1/2 sangue) • 08:00h – Julgamento da raça Holandesa (gado jovem) • 08:00h – Julgamento do Gir Leiteiro • 08:00h – Julgamento do Guzerá Leiteiro TORNEIO LEITEIRO: • 06:00h – 6ª ordenha do Gir Leiteiro • 14:00h – 7ª ordenha do Gir Leiteiro • 22:00h – 8ª ordenha do Gir Leiteiro PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 15:00h – Desfile de Touros Especial Leite – Central ABS Pecplan, Local: Rod. BR 050 Km 196, Delta-MG • 18:00h – 3º Fórum Zebu Leiteiro, Local: Salão Internacional LEILÕES: • 14:00h – Leilão Joias do Girolando, Local: Centro de Eventos
RKC, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa, Transmissão: Terra Viva, Comercialização de animais: Girolando • 20:00h – Leilão Girolando Nova Geração e Prenhezes, Local: Tattersal Rubico Carvalho, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Embral, Transmissão: Ao Vivo pela TV, Comercialização de animais: Girolando • 20:00h – Leilão Matrizes do Futuro, Local: Centro de Eventos RKC, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa, Transmissão: Canal Rural, Comercialização de animais: Gir Leiteiro SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês SEXTA-FEIRA: 05/07/2013 JULGAMENTO: • 08:00h – Julgamento da raça Girolando (fêmeas adultas 5/8-PS e fêmeas adultas 3/4) • 08:00h – Julgamento da raça Holandesa (gado adulto) • 08:00h – Julgamento do Gir Leiteiro • 08:00h – Julgamento do Guzerá Leiteiro TORNEIO LEITEIRO: • 06:00h – 9ª ordenha do Gir Leiteiro • 14:00h – 10ª ordenha do Gir Leiteiro (encerramento) LEILÕES: • 14:00h – Leilão Minas de Ouro - Prenhezes, Local: Tattersal Rubico Carvalho, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa, Transmissão: Terra Viva, Comercialização de animais: Prenhezes de Girolando • 20:00h – Leilão Girolando Úbere Cheio, Local: Centro de Eventos RKC, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Embral, Transmissão: Novo Canal, Comercialização de animais: Girolando • 20:00h – Leilão MUT-VR, Local: Tattersal Rubico Carvalho, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa, Transmissão: Terra Viva, Comercialização de animais: Gir Leiteiro SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês SÁBADO: 06/07/2013 JULGAMENTO: • 08:00h – Julgamento da raça Girolando (progênies de pai e
mãe, 1/2, 3/4 e 5/8-PS) • 08:00h – Julgamento do Gir Leiteiro PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 19:00h – Festa de encerramento do Ranking 2012/2013 do Gir Leiteiro, Local: Sede da ABCGIL – Parque Fernando Costa LEILÕES: • 14:00h – Leilão Tropical FIV, Local: Centro de Eventos RKC, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Programa/Cássio Paiva Leilões, Transmissão: Agrocanal, Comercialização de animais: Girolando e Gir Leiteiro • 14:00h – Leilão Guzerá Linhagem Leiteira Uniube e Villefort, Local: Tatersal Rubico Carvalho, Modalidade: Presencial, Leiloeira: (a definir), Transmissão: Ao vivo pela TV, Comercialização de animais: Guzerá Leiteiro • 20:00h – Leilão 6º Nobrezas do Gir Leiteiro, Local: Centro de Eventos RKC, Leiloeira: (a definir), Transmissão: Ao vivo pela TV , Comercialização de animais Gir Leiteiro. • 20:00h – Leilão Divas do Girolando, Local: Tattersal de Elite da ABCZ, Modalidade: Presencial, Leiloeira: Embral, Transmissão: Terra Viva, Comercialização de animais: Girolando SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês DOMINGO: 07/07/2013 PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS: • 09:00h – Premiação das campeãs do 24º Torneio Leiteiro Nacional de Girolando • 10:00h – Desfile dos animais campeões da MEGALEITE 2013 Encerramento • 12:00h – Almoço de Confraternização e Solenidade de Premiação – MEGALEITE 2013 (encerramento do Ranking Girolando 2012/2013) • 16:00h – Saída dos animais SHOPPINGS: • 3º Shopping Minas de Ouro (Agropecuária Alambari e Girolando Mauá), Local: Leilopec, Comercialização de animais: Girolando, Gir Leiteiro e Holandês SEGUNDA-FEIRA: 08/07/2013 SAÍDA DOS ANIMAIS *Programação sujeita a alterações até a data do evento.
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Jenny DeMunck Product Support Manager, Genex/CRI USA
A Avaliação Genômica funciona!
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sucesso da Genômica, como qualquer teoria científica, é mensurado pela sua acurácia. E onde a acurácia do genoma está hoje, nós podemos com certeza dizer que a ciência está funcionando. Após examinar mais de 3.200 touros da indústria, que passaram de uma prova genômica, em agosto 2010, para uma prova de progênie, em dezembro de 2012, a redução média no valor Mérito Líquido Vitalício (MLV) foi de apenas $ 47. A Tabela 1
acurácia genômica, os touros da CRI da raça Holandesa são provenientes dos rebanhos do programa GENESIS, que tem maior confiabilidade. Os touros de prefixo CRI e Co-op estão no topo da indústria em confiança genômica. Eles têm em média apenas $ 17 de MLV de variação na transição de prova genômica para a de progênie avaliada e comprovada. Quanto mais profundo nos pedigrees de um touro e seus ancestrais você puder ir com o teste genômico, melhor será a precisão. Isso é Tabela 1: Médias das variações quando os touros Holandeses, até então genômicos, passaram a ter filhas em lactação. (* Comparando provas de agosto de 2010 e de- exatamente o que estamos fazendo com o zembro de 2012) programa GENESIS, e na maioria das situações com as mães dos touros, avós e irmãos são todos genomicamente testados. Os rebanhos Genesis foram construídos *3.254 touros da indústria foram avaliados, com um mínimo de 40 filhas em produção e 2.380 em torno do desejo de ser um líder em intouros da indústria foram avaliados, com no mínimo 10 filhas classificadas para Tipo. formação genética precisa. A estratégia da nossa cooperativa é aquela que engloba apresenta uma visão das variações médias de outras PTA a partir dos resultados genômicos para as protecnologias como a genômica, que são precisas e vas de progênie. sustentáveis. Quando olhamos a confiabilidade genômica das mais importantes companhias Tabela 2. Mudanças do MLV dos touros das maiores companhias de I.A., de touros gede I.A., os touros da CRI lideram por nômicos para touros com filhas nas provas. (* Comparando provas de agosto de 2010 e sua consistência. A Tabela 2 mostra dezembro de 2012) a média do MLV para avaliações genômicas, juntamente com as médias das provas com filhas e as médias de MLV. Em média os touros da CRI tiveram a diminuição de somente $ 21 no MLV. Touros genômicos da CRI provaram ser mais consistentes à medida que migraram de seus valores genômicos para as filhas avaliadas. *É necessário um mínimo de 40 filhas por touro em prova de produção para termos uma comparação Cada vez mais focados na elegível.
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Fernanda Samarini Machado
Pesquisadora da Embrapa Gado de Leite
Mariana Magalhães Campos
Pesquisadora da Embrapa Gado de Leite
Leonardo de Oliveira Fernandes Pesquisador da EPAMIG
Luiz Gustavo Ribeiro Pereira
Pesquisador da Embrapa Gado de Leite
Leandro de Carvalho Paiva
Superintendente Técnico da Girolando
Marcello Cembranelli
Coordenador Operacional do PMGG
Marcos Vinicius Gualberto Barbosa da Silva Pesquisador da Embrapa Gado de Leite
Seleção para Eficiência Alimentar:
oportunidades e desafios para a pecuária de leite
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os últimos anos, a pecuária nacional vem lidando com novos desafios, além do histórico aumento dos custos de produção, como: a crescente percepção dos consumidores quanto à segurança alimentar, o bem-estar animal e os impactos ambientais da agropecuária. Neste cenário de desafios e de margens de lucro cada vez mais reduzidas, os produtores e técnicos precisam buscar estratégias para o aumento da eficiência dos sistemas de produção, transformando as ameaças em oportunidades. A pecuária terá que se adequar para cumprir a missão de produzir mais alimento, de forma sustentável e rentável. O grande desafio, portanto, será aumentar a produtividade do rebanho bovino, minimizando os custos de produção e os prejuízos ao meio ambiente. Uma alternativa para vencer esse desafio é a identificação de animais mais eficientes no aproveitamento
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do alimento consumido. Como os gastos com alimentação representam o principal custo da atividade pecuária, diferenças entre os animais na conversão da dieta consumida em leite e carne são de grande relevância. Animais que utilizam os alimentos de forma mais eficiente necessitam consumir menos para atingir o mesmo nível de produção, e desta forma, são mais lucrativos e produzem mais alimento por unidade de área. Além disso, o aumento da eficiência alimentar proporciona menor desperdício e excreção de nutrientes, com implicações ambientais positivas. Na suinocultura e na avicultura, onde o custo de alimentação é facilmente quantificado, a importância da eficiência alimentar foi reconhecida há décadas. Estas espécies alcançaram significativos avanços nos índices de eficiência alimentar, tanto pelo melhoramento genético, como pelo aprimoramento do manejo nutricional. Como exemplo, entre 1980 e 2010, nos
Estados Unidos, os pesos dos frangos de corte com seis semanas de idade aumentaram de cerca de 1,13 kg para 2,50 kg, ao passo que as taxas de conversão alimentar (unidade de ração por unidade de ganho de peso) sofreram redução de cerca de 2,40 para 1,80. Pode-se ver claramente que, no período, o peso vivo dos animais mais que dobrou, enquanto o consumo de ração foi reduzido em 25%. Na bovinocultura brasileira, a seleção para eficiência alimentar vem sendo abordada somente nos últimos anos, e ainda está restrita à pecuária de corte. Este atraso no melhoramento genético para eficiência alimentar pode ser atribuído principalmente à dificuldade de mensurar o consumo alimentar, particularmente em sistemas a pasto. Embora a quantificação do consumo dos animais seja um grande desafio, os australianos e, mais recentemente, os americanos, canadenses e europeus têm investido anualmente milhões de dólares em pesquisas com eficiência alimentar, buscando aumentar a competitividade e sustentabilidade dos seus sistemas de produção de carne e leite. O que é eficiência alimentar? Várias medidas foram propostas ao longo dos anos para avaliar a eficiência alimentar, como: conversão alimentar e eficiência alimentar bruta. Em bovinos existe variação genética tanto na conversão alimentar como na eficiência alimentar bruta. Contudo, estes índices possuem limitações como características de
seleção, por estarem correlacionados com ganho de peso e peso à idade adulta. A utilização destas medidas compromete a eficiência produtiva de sistemas a pasto, por haver aumento no tamanho adulto dos animais e, por conseguinte, das suas exigências de mantença, além de comprometer a eficiência reprodutiva em condições nutricionais limitantes. Além disso, a eficiência de conversão alimentar não considera a mobilização de reservas corporais e, consequentemente, os animais que perdem condição corporal para produção de leite podem parecer mais eficientes. Assim, a seleção baseada na eficiência de conversão alimentar pode favorecer vacas com balanço energético negativo acentuado no início da lactação. Um índice alternativo para medir eficiência alimentar é o Consumo Alimentar Residual (CAR), definido como a diferença entre o consumo real e a quantidade estimada de alimento que um animal de-
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veria ingerir, baseado no seu peso vivo médio e no ganho de peso ou produção de leite. A estimativa da ingestão de matéria seca esperada pode ser predita a partir dos dados de peso e de produção, utilizando as normas e padrões de alimentação (por exemplo, NRC, 2001), ou por regressão, utilizando dados de alimentação real do ensaio, dentro de um grupo contemporâneo. Desta forma, animais mais eficientes têm um CAR negativo (consumo observado menor que o esperado) e os menos eficientes tem um CAR positivo (consumo observado maior que o estimado). Evidentemente, é importante assegurar que os animais metabolicamente mais eficientes não apresentem características indesejáveis de reprodução e saúde. As correlações genéticas entre a eficiência alimentar e outras características de interesse, tais como fertilidade, saúde, comportamento alimentar, escore de condição corporal, composição da carcaça e composição do leite, ainda precisam ser investigadas. Seleção genética para eficiência alimentar: onde estamos e os desafios futuros Os dados gerados em mais de uma década de pesquisa em gado de corte mostraram que a seleção genética para menor CAR é uma opção viável para melhorar a eficiência alimentar de bovinos de corte. Oportunidades semelhantes parecem estar disponíveis para melhorar a eficiência alimentar em gado de leite. Existe um limitado número de dados relacionados ao CAR para bovinos leiteiros, os quais geralmente contemplam animais Bos taurus de raça pura, indicando que estudos com raças zebuínas e Girolando são desafios para a pesquisa agropecuária tropical.
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Independente do parâmetro de eficiência alimentar a ser escolhido para uso nos programas de seleção genética de bovinos leiteiros, a medição da ingestão de alimentos é fundamental, por ser o ponto de partida. Coletar informações sobre consumo e outras características de interesse (ganho de peso, deposição de gordura, produção de leite, composição do leite, fertilidade, etc.), no maior número de animais possível, permitirá a organização de um banco de dados consistente e a inclusão das avaliações dessas características nos programas de melhoramento genético de bovinos de leite, bem como nos estudos genômicos, na busca de marcadores moleculares que permitam a identificação precoce dos animais mais eficientes. É importante garantir a padronização metodológica na obtenção dos dados técnicos pelas diferentes instituições de pesquisa, universidades, associações de criadores, fazendas comerciais e centrais de melhoramento. Neste momento, é necessária a soma de esforços para que sejam estabelecidos os procedimentos padrão de mensuração do consumo em ensaios de eficiência alimentar para bovinos de leite, com diretrizes sobre as instalações, duração do ensaio, tipo de dieta, idade dos animais, entre outros. Além disso, é preciso avaliar se há interação genótipo-ambiente para eficiência alimentar. Uma crítica frequente é que animais eficientes em condições de confinamento não necessariamente seriam os mais eficientes em condições de pastejo. Pesquisas que vêm sendo realizadas na Austrália confirmaram que o uso de touros com avaliações genéticas favoráveis para CAR em confinamento produziram progênie com menor CAR a pasto, ou seja, com maior eficiência ali-
mentar. É preciso confirmar com dados nacionais se a avaliação de eficiência realizada em confinamento é valida para animais em pastagem. Outra demanda é o estudo se fêmeas jovens mais eficientes para crescimento serão fêmeas adultas mais eficientes para produção de leite, bem como se touros mais eficientes para ganho de peso terão progênie mais eficiente para produção de leite. Com número suficiente de observações em gado de leite para CAR, em diferentes ambientes e regimes de alimentação, será possível responder a estas perguntas e estabelecer protocolos e padrões para avaliação genética de CAR em gado de leite. A mensuração manual do consumo diário é um processo laborioso, que limita a geração de dados, devido à alta demanda por mão-de-obra e instalações (baias individuais). O uso de tecnologias para registro automático do consumo (cochos eletrônicos) é extremamente útil para geração de dados em alta escala e de forma precisa. A busca por estratégias que viabilizem o uso de tecnologias para o registro automático dos dados de consumo alimentar e desempenho, possibilitará que a seleção genética para eficiência alimentar seja difundida no Brasil. Existe uma máxima em administração que diz:
“Não se gerencia o que não se mede.” Este é o nosso primeiro desafio rumo à formação do banco de dados de eficiência alimentar para a raça Girolando, o que representará um grande avanço para a pecuária tropical. A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, em parceria com a Epamig, com a Embrapa Gado de Leite e com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM), planejam incorporar os Ensaios de Eficiência Alimentar às provas de Pré-Seleção de Touros, a partir do próximo ano, com determinação dos valores de CAR para os animais avaliados. Esta parceria também buscará viabilizar a realização de ensaios de eficiência alimentar com novilhas em crescimento e vacas em produção, com o objetivo, a longo prazo, de estabelecer o valor genético para eficiência alimentar e incorporar esta característica no índice de seleção para a raça Girolando. Paralelamente, a essa ação, todos os indivíduos que forem mensurados para CAR serão submetidos à coleta de amostras de sangue. A partir dessas amostras, o DNA desses animais será extraído e enviado para genotipagem de marcadores moleculares, tornando possível implementar a seleção genômica para essa característica na raça Girolando.
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Adilson de Paula Almeida Aguiar
Zootecnista, professor de Forragicultura dos cursos de Agronomia e Zootecnia e de Pastagens e Plantas Forrageiras do curso de Zootecnia das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); Consultor Associado da Consupec - Consultoria e Planejamento Pecuário Ltda.; Investidor na atividade leiteira. CONSUPEC (0XX34) 3313-8316 escritorio@consupec.com.br www.consupec.com.br
Programas de Melhoramento Genético de Rebanhos Leiteiros em Sistemas de Pastejo
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m 2005 os sistemas de produção de leite no Brasil produziram 24,76 bilhões de litros (Embrapa, Gado de Leite, projeção), se posicionando como o sétimo maior produtor mundial de leite bovino (FAO, 2006). As estatísticas em relação à contribuição de cada sistema de produção - a pasto, misto e confinado - não são precisas, mas entre os especialistas existe um consenso de que mais de 90% do leite produzido vem de sistemas a pasto, considerandoos como sendo aqueles nos quais mais de 85% da alimentação do rebanho é proveniente da forragem produzida pela pastagem. O que chama a atenção nos dados citados pelo Anuário DBO Rural (2006) é a baixa produtividade por vaca e ainda mais que esta produtividade não tem aumentado significativamente desde 2001. No período, o volume produzido saltou de 1.127 litros/vaca/ano para somente 1.189 litros/vaca/ano, ou seja, um aumento de apenas 5,5%. Considerando sistemas de produção a pasto, aquela baixa produtividade reflete condições inadequadas de manejo da pastagem, tais como a escolha de espécies forrageiras não adaptadas às condições
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climáticas e de solos da região, a baixa tolerância às pragas e às doenças, a não correção e adubação do solo, à falta de controle de plantas invasoras; como também aos erros cometidos na condução do manejo do pastejo, tais como manejo do pasto com alturas ou condições de massa de forragem incorretas, erros na adequação da taxa de lotação à capacidade de suporte da pastagem (oferta de forragem ou pressão de pastejo), erros no programa de suplementação dos déficits nutricionais deixados pela forragem, exposição do rebanho à radiação solar e a altas temperaturas ambientais, problemas sanitários e vacas de baixo mérito genético. Considerando o mérito genético da vaca seria prudente a pergunta: “Será que temos selecionado as novilhas de maior mérito genético do rebanho para serem as mães das futuras gerações?” Pelos índices de produtividade parece que não. Entretanto, segundo o recém-editado Diagnóstico da Pecuária Leiteira em Minas Gerais e no Brasil, ano 2005, o professor Sebastião Teixeira Gomes (UFV, Viçosa) concluiu que entre 1995 e 2005 a produção/vaca em Minas Gerais teve aumento de 65%, mas que tal aumento aconteceu entre os produtores de mais de
1.000 litros de leite/dia, enquanto que a produtividade dos de até 50 litros de leite/dia permaneceu estagnada. Seria então prudente perguntar se nestes rebanhos onde houve aumento da produtividade/ vaca, os produtores têm acasalado suas vacas com os touros de maior mérito genético, selecionados para os nossos sistemas de produção ou se grande parte do aumento de produção foi devido em sua maior parte à melhoria das condições de meio ambiente. Os principais componentes de um programa de melhoramento genético de um rebanho leiteiro deveriam ser: a identificação dos touros e vacas superiores para serem os pais das novilhas de reposição; a inclusão das novilhas geneticamente superiores no rebanho e o descarte das vacas geneticamente inferiores. Existem várias características que podem ser avaliadas em um programa de melhoramento genético de rebanhos leiteiros e que podem ser divididas em características produtivas (produção de leite, proteína e gordura), características morfológicas ou de tipo (características lineares relacionadas ao padrão morfológico das matrizes) e características
funcionais (facilidade de parto, contagem de células somáticas, velocidade de ordenha, temperamento e longevidade). Entretanto, o ganho genético de uma característica particular será mais rápido se ela for a única característica considerada no programa de melhoramento. Por exemplo, o melhoramento genético para a produção de leite será mais rápido se outras características forem ignoradas. Uma das características que tem a maior influência na produtividade e no lucro de uma fazenda leiteira é a produção de leite ou de sólidos do leite por vaca (dependendo das exigências da indústria); portanto, este deve ser o primeiro e o principal objetivo de um programa de seleção de uma fazenda leiteira. Contudo, outras características como: velocidade de ordenha, forma e estrutura do úbere e tetas têm efeitos importantes no valor da vaca e, assim, em sua produtividade. Uma vaca de mérito genético superior não significa que ela seja capaz apenas de produzir altos volumes de leite, mas também de continuar produzindo por muitas lactações. Portanto, outros atributos, tais como a estrutura do seu úbere e pés e seu comportamento durante a ordenha, são importan-
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Jadir Bison
quantidades de leite com alto teor de sólidos, além de permanecerem sadias e com bom desempenho reprodutivo; deve ter resistência às doenças; ter rápido fluxo de liberação do leite; bom comportamento durante a ordenha; boa anatomia de úbere, tetas e pernas e ser longeva. Considerando as proposições anteriores podem ser levantadas algumas limitações para o aumento do ganho genético dos rebanhos leiteiros no Brasil. No Brasil um grande número de programas de melhoramento genético utilizando parâmetros de avaliação diferentes não tem seguido as tendências do que ocorre em outros países onde mais de 80% das vacas do rebanho em produção são avaliadas por uma única base de dados, facilitando comparações e avanços rápidos, como por exemplo, na Nova Zelândia. Na Holanda, do total de 1,8 milhão de vacas em lactação, 1,6 milhão (89%) estão registradas e 1,4 milhão (78%) participam do controle leiteiro oficial (ESTEVES, 2006) Para promover e garantir o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros é estritamente necessário o uso da inseminação artificial na reprodução; entretanto, no ano de 2004 apenas 6,56% das vacas do rebanho leiteiro brasileiro foram inseminadas (ANUALPEC, 2005) e em Minas Gerais, maior bacia leiteira do país, somente 13% dos entrevistados usava esta técnica (Diagnóstico da Pecuária Leiteira em Minas Gerais e no Brasil, ano 2005). Em países de pecuária leiteira desenvolvida entre 50 e 80% das vacas do rebanho são inseminadas artificialmente. Será que ao adquirir sêmen de um touro cujas filhas (progênie) foram avaliadas em sistemas de confinamento, aqui ou em outros países, o produtor escolhe a melhor opção se o seu sistema de exploração for a pasto? Na Nova Zelândia, vacas da raça Holandesa de origem estrangeira comparadas com vacas da mesma raça de origem neozelandesa produziram 1,3% a menos de sólidos do leite; foram 70 kg mais pesadas; apresentaram escore de condição corporal inferior e falharam em conceber em uma porcentagem nove vezes maior. As novilhas neozelandesas iniciaram sua puberdade 16 dias antes, com 20 kg de peso vivo a menos. As conclusões destes trabalhos foram que as linhagens estrangeiras não se adaptaram aos sistemas de pastejos da Nova Zelândia por serem muito pesadas, por pro-
tes componentes da superioridade genética. O ganho genético poderia ser aumentado pelo aumento do número de vacas que são descartadas anualmente por causa de seus baixos valores genéticos, permitindo que aquelas vacas possam ser repostas por novilhas geneticamente superiores. O ganho genético máximo na produção/vaca será alcançado com reposição de 25%. Entretanto, o ganho máximo na rentabilidade será alcançado com uma taxa de reposição de 20%. É essencial que toda novilha de reposição deve ser coberta por um touro com superioridade genética e com alta confiabilidade (mais de 80%). O controle leiteiro deve ser adotado para obter o mérito produtivo de vacas individualmente, com as finalidades de: identificar as melhores vacas que poderão ser usadas como mães das novilhas de reposição e descartar as vacas inferiores. Existe, em média, uma relação entre o índice de produção de uma vaca e seu valor genético, quando estes são comparados sobre um grande número de vacas, mas uma vaca individual pode ter um alto valor genético e um baixo índice de produção porque ela está mal alimentada ou tem mastite. Da mesma forma, uma vaca com baixo valor genético pode ter relativamente alto índice de produção porque tem sido bem alimentada e está muito saudável. Os objetivos de um programa de melhoramento genético para sistemas a pasto devem ser: selecionar vacas que tenham facilidade em pastar (elas devem ser capazes de caminhar e pastar) para converter eficientemente o pasto em grandes
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duzirem muito leite com baixa concentração de sólidos, por apresentarem maior demanda alimentar, por apresentarem pior condição corporal e serem menos férteis (HOLMES, 2005). No Brasil o controle leiteiro é adotado em apenas um pequeno número de propriedades, onde normalmente os animais estão registrados em uma associação de criadores, mas também nem sempre. Neste caso a associação de criadores é que coordena e conduz o controle leiteiro. Qualquer um que sair por este país para comprar vacas com controle leiteiro terá uma dificuldade tremenda em encontrar rebanhos com tal registro, ou quando encontrar os dados nem sempre são confiáveis. Os programas de melhoramento genético no Brasil deveriam desenvolver um parâmetro que transformasse o mérito genético dos animais em mérito econômico, tal como o índice de avaliação animal ou “Breeding Worth” (BW) adotado na Nova Zelândia. Lá este índice mede a habilidade esperada do animal converter PASTO em LUCRO. A base de alimento considerada é 4,5 t de matéria seca de pasto/vaca/ano. Por exemplo, de um touro com BW de 76,0 se espera que suas filhas dêem um lucro de US$ 76,0/ano a mais por lactação, que a média. Este
índice bonifica os conteúdos de proteína (principalmente), gordura do leite, fertilidade e longevidade da vaca, enquanto penaliza o volume de leite e o peso vivo da vaca, conforme a equação: BW = ($ 6,9/kg x Índice de Proteína BV) + ($ 0,9/kg x Índice de Gordura BV) - ($ 0,1/litro x Índice de Produção de Leite BV) – ($ 0,923/kg x Índice de Peso Vivo BV) + ($ 1,7/% x Índice de Fertilidade BV) + ($ 0,03/dia x Índice de Longevidade BV). No programa de melhoramento genético da Nova Zelândia, iniciado em 1950, vacas com alto mérito genético para a produção de leite em sistemas de pastejo, produziram mais sólidos no leite (20 a 40% acima da média); ingeriram mais alimento (5 a 15% a mais) e foram mais eficientes em converter alimento (pastagem) em leite (10 a 15% maior). E a produção de leite/ha foi 30% mais, apesar do aumento simultâneo na taxa de lotação de 1,4 para 2,7 vacas/ ha (HOLMES, 1998). Além dessas características, as vacas de alto mérito genético, selecionadas para a produção de leite a pasto, também foram mais leves. No sistema de produção de leite a pasto torna-se importante selecionar vacas de menor peso corporal, o que significa menor demanda de alimentos, mas de alta eficiência em converter pasto em leite.
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Dra. Poliana de Castro Melo Médica Veterinária Jurada EfetivaGirolando policame@yahoo.com.br
Higienização na ordenha e qualidade do leite
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Instalações A natureza da superfície de equipamentos e instalações apresenta uma importante influência na ação dos agentes de limpeza e sanificação, facilitando ou Divulgação
leite bovino é considerado o mais completo alimento para os seres humanos, particularmente nos primeiros estágios de vida, período em que é utilizado com exclusividade (GERMANO, 2001) devido à sua grande semelhança ao leite humano (WHITE, 1976; LOPES, 2002). Por definição do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) é, sem outra especificação, o produto oriundo da ordenha completa e ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e des-
cansadas. O leite de outras espécies de animais deve conter o nome da espécie de que proceda. Muitos patógenos podem ocasionalmente ser encontrados no leite e seus produtos derivados e causar doenças aos humanos, principalmente quando exigências de armazenamento, temperatura e higienização, além das boas práticas de fabricação, não são cumpridas. O controle da limpeza e do estado sanitário passa pela manutenção da higienização das superfícies que entram em contato com o leite, pois se os equipamentos não se encontram convenientemente limpos podem contaminar os alimentos. E se forem inadequadamente higienizados, os microrganismos não só persistem no equipamento, como se multiplicam, aumentando os riscos de contaminação (GONÇALVES, 2003; MIZUTANI, 2003).
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dificultando a higienização. Os finais das superfícies precisam ser lisos, livres de fendas e arranhões, construídos de materiais não tóxicos, à prova de danos, resistentes à corrosão, não absorventes e incapazes de migrar para os produtos alimentícios (FIGUEIREDO, 1999). O alumínio é um metal mole, com superfície que pode ser danificada facilmente, apresenta corrosão quando em contato com produtos cáusticos (desde que não tenham em sua formulação passivadores, inibindo a formação de aluminatos), reage com alimentos gordurosos, deixando mancha de óxido preta no produto. Produtos de cobre e ligas de cobre devem ser restritos ao contato com produtos não alimentícios (FIGUEIREDO, 1999; COSTA, 2001). No formato dos equipamentos os cantos devem ser arredondados, superfícies inclinadas, facilitando o escoamento de produtos de limpeza, com acesso fácil à inspeção periódica (FIGUEIREDO, 1999). Existe na ordenha um conjunto de normas e rotinas a serem seguidas para se conseguir esgotamento completo e profundo do úbere, com qualidade do produto final, e para que os diferentes métodos de ordenha não afetem a composição e o volume de leite. Porém, procedimentos relacionados com o manejo de ordenha, ambiente, limpeza das tetas, conservação e limpeza dos utensílios de ordenha, interferem diretamente no volume, composição e qualidade do leite. Limpeza, Higiene e Sanitização A limpeza inclui a lavagem prévia com água, a aplicação de detergentes, e o enxágue dos resíduos. Tem como objetivo básico a remoção dos resíduos orgânicos e minerais das superfícies (GERMANO, 2001). De acordo com o tipo de resíduo, realiza-se um plano para sua higienização, variando o tempo aplicado com a pré-lavagem, e tipo de detergente a ser utilizado. Não há dúvida que a limpeza diminui a carga microbiana por meio da ação mecânica da água e pela possível ação germicida dos detergentes ou do enxágue, quando feitos com água quente; entretanto, o número de microrganismos sobreviventes pode ainda ser elevado, o que faz da sanificação um procedimento obrigatório. A higienização é tecnicamente um procedimento aplicado ao controle que elimine ou reduza os perigos,
minimizando os riscos de transmissão de agentes causadores de doenças (SILVA, 1995). Após o processamento do leite ou de seus derivados, os equipamentos, utensílios, pisos, paredes e o ambiente de maneira geral, passam a apresentar uma carga elevada de resíduos com alto valor nutritivo, com a presença de carboidratos, gorduras, proteínas e minerais, passíveis de multiplicação microbiana (GERMANO, 2001). Para impedir a contaminação dos alimentos, toda área de manipulação de alimentos, equipamentos e utensílios, devem ser limpos com frequência e desinfetados sempre que as circunstâncias assim o exijam (BRASIL, 1991; GONÇALVES, 2003). Existem alguns pontos importantes que devem ser observados na higiene e sanitização de equipamentos que entram em contato com o leite, tais como: o tipo de material usado para a limpeza, a qualidade e concentração dos produtos químicos utilizados, a temperatura e o tempo de emprego dos mesmos, a natureza da superfície que sofrerá higienização, o tipo de sujidade, além da educação e treinamento corretos dos funcionários encarregados da limpeza(FEIJÓ et al, 2002; HOFFMANN, 2002). Para que os agentes de sanitização tenham efeito adequado, os resíduos orgânicos e minerais devem ser removidos das superfícies antes de sua aplicação. Assim, fica claro que o procedimento de higienização na indústria de alimentos deve ser efetuado em duas etapas distintas: a limpeza e a sanificação (GERMANO, 2001; HOFFMANN, 2002). Segundo GERMANO (2001), além da eficiência em eliminar os microrganismos de equipamentos e instalações, o processo de higienização não deve interferir nas propriedades nutricionais e sensoriais do alimento, e deve garantir a preservação da pureza e
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Equipamentos e instalações devem ser higienizados corretamente para evitar contaminação do leite
das características microbiológicas naturais e benéficas do alimento. As etapas para uma higienização eficiente, que serão discutidas pormenorizadamente a seguir, são: limpeza (pré-lavagem, utilização de detergente e enxágue), sanitização e avaliação do procedimento. A sanitização objetiva eliminar microrganismos patogênicos e reduzir o número de saprófitas ou alteradores a níveis considerados seguros. Esta é a última e indispensável etapa de um fluxograma geral de higienização. Enquanto o objetivo da limpeza é a remoção de resíduos orgânicos e minerais, a sanificação visa a eliminação das formas vegetativas dos microrganismos patogênicos e a redução de microrganismos decompositores até níveis seguros, de acordo com as normas da vigilância sanitária. Os agentes de sanitização não necessariamente eliminam as formas esporuladas (HOFFMANN, 2002). Se não houver uma adequada limpeza dos equipamentos, não poderá haver sanitização eficiente, pois os resíduos remanescentes protegerão os microrganismos da ação do agente sanitizante. Portanto, a sanificação não corrige falhas das etapas anteriores do procedimento de higienização. O programa de sanificação ocupa posição importante nas indústrias de alimentos, relacionando-se com princípios de biologia, química, ciência sanitária e tecnologia de alimentos (ANDRADE e MACEDO, 1996). A sanificação eficiente previne contaminações
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posteriores, diminuindo a possibilidade de perdas de alimentos. Enquanto a pré-lavagem e a lavagem com detergentes devem ser efetuadas imediatamente após o uso dos equipamentos e utensílios, a aplicação de sanificantes deve ocorrer imediatamente antes do novo turno. Este é um aspecto importante, pois após a lavagem e enxágue normalmente os equipamentos e utensílios ficam à espera de um novo turno para serem utilizados. Isto pode permitir que microrganismos patogênicos que ficaram aderidos à sua superfície, seja pela contaminação através do ar e água, seja pela presença de insetos e roedores, se multipliquem a níveis inaceitáveis (ANDRADE e MACEDO, 1996). Resistência dos microrganismos aos sanificantes As superfícies como o aço, vidro, polipropileno, plásticos, borracha, fórmica, ferro e madeira, onde há contato contínuo com alimentos, podem sofrer agregação de resíduos orgânicos decorrentes de má higienização. Os microrganismos podem aderir-se e multiplicar-se nesses resíduos, formando polímeros extracelulares e outros catabólitos; esta massa composta por resíduos, microrganismos e seus produtos extracelulares (polissacárides e água), recebe o nome de biofilme (SILVA, 1995; FIGUEIREDO, 1999). A adesão e a formação de biofilmes microbianos são indesejáveis sob diversos aspectos na indústria de alimentos. Os biofilmes podem diminuir a transferência de calor em trocadores de calor, dimi-
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nuir o fluxo em tubulações, desencadear processos corrosivos e, principalmente, tornar-se fontes de contaminação microbiana (GERMANO, 2001), podendo trazer malefícios à saúde do consumidor (bactérias patogênicas) ou reduzindo o tempo de prateleira dos produtos (microrganismos deteriorantes) (FIGUEIREDO, 1999). No que se refere aos aspectos microbiológicos, a adesão pode constituir-se de microrganismos alteradores e/ou patogênicos, que resultam em sérios problemas de higiene, de saúde pública ou de ordem econômica. A formação de biofilmes envolve cinco etapas (Figura 1): 1. Condicionamento da superfície pela absorção de material orgânico; 2. transporte de células e nutrientes para a superfície de adesão; 3. início do processo de adesão bacteriana, ainda reversível, por atração eletrostática; 4. crescimento celular, colonização e adesão irreversível; 5. o biofilme apresenta alta atividade metabólica, com libertação contínua de células localizadas na periferia (Duddridge e Pritchard, 1983). Ocasionalmente, pode ocorrer a libertação de pedaços de biofilme. Os desinfetantes são bastante menos eficazes em microrganismos presentes em biofilmes do que em microrganismos em suspensão. As pesquisas comprovaram que os microrganismos que aderem são entre 150 e 3.000 vezes mais resistentes do que os microrganismos que não aderem (LeChevalier et al., 1987). Apesar de esse mecanismo acrescido de resistência ainda não estar completamente explicado, têm sido sugeridas algumas hipóteses, nomeadamente: • a reação química do desinfetante com os componentes do biofilme, • a incapacidade do agente químico atingir todos os microrganismos do biofilme por problemas de difusão do desinfetante no interior da matriz polimérica e, Figura 1: Etapas de formação de um biofilme
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• o estado fisiológico dos microrganismos presentes no biofilme, conferindo-lhes maior resistência ao efeito de agentes antimicrobianos. Os vedantes de borracha são, também, locais propícios para o desenvolvimento de biofilmes, tal como as zonas mortas, juntas, cotovelos e válvulas. O número de bactérias na superfície aumenta com o período de tempo em que esses acessórios estão em uso. Melo (2011) verificou que 33% de bactérias isoladas de insufladores (teteiras) e mangueiras condutoras de leite em circuito fechado de ordenha, quando em biofilmes, foram mais resistentes ao hipoclorito de sódio na concentração de 150ppm (concentração utilizada para sanitização) após cinco minutos de contato, demonstrando que em uma fazenda se a limpeza e a higienização não forem adequadas, e se houver presença de biofilmes, o processo de sanitização irá falhar. Controle da qualidade do leite Do ponto de vista de controle de qualidade, o leite e os derivados lácteos estão entre os alimentos mais testados e avaliados, principalmente devido à importância que representam na alimentação humana e à sua natureza perecível. Os testes empregados para avaliar a qualidade do leite fluido constituem normas regulamentares em todos os países, havendo pequena variação entre os parâmetros avaliados e/ou tipos de testes. De modo geral, são avaliadas características físico-químicas e sensoriais, como: sabor, odor e são definidos parâmetros de baixa contagem de bactérias, ausência de microrganismos patogênicos, baixa contagem de células somáticas, ausência de conservantes químicos e de resíduos de antibióticos, pesticidas ou outras drogas. O leite ao ser sintetizado e secretado nos alvéolos da glândula mamária é “estéril”, ou seja, não deve possuir microrganismos patogênicos, mas ao ser retirado, manuseado e armazenado pode se contaminar com microrganismos originários do interior da glândula mamária, da superfície das tetas e do úbere, de utensílios, como os equipamentos de ordenha e de armazenamento e de várias fontes do ambiente da fazenda. Esta contaminação pode atingir números da ordem de milhões de bactérias por mL, podendo incluir tanto microrganismos patogênicos quanto deterioradores. A contaminação microbiana prejudica a qualidade do leite, interfere na industrialização, reduz o tempo de prateleira do leite fluido e derivados lácteos e pode colocar em risco a saúde
do consumidor. O estado de saúde e higiene da vaca, o ambiente do estábulo e da sala de ordenha e os procedimentos usados para limpeza e desinfecção dos equipamentos de ordenha, tanque de refrigeração e utensílios que entram em contato com o leite, são importantes com respeito à contaminação microbiana do leite cru. De grande importância é, também, a temperatura e o período de tempo em que o leite é armazenado. Se o leite não é refrigerado (4ºC) rapidamente após a ordenha, a população bacteriana poderá aumentar, atingindo números elevados que podem levar à deterioração. A contagem de células somáticas (CCS) do leite total do rebanho é um indicativo da prevalência de mastite e da qualidade da composição do leite. Rebanhos com baixas CCS apresentam menores perdas na produção e produzem leite com melhor qualidade composicional, tanto do ponto de vista nutricional quanto do processamento. Adicionalmente, tem sido mostrado que rebanhos com baixas CCS usam menos antibióticos para tratamento de mastite durante a lactação, e apresentam menor risco de contaminação do leite com resíduos. O leite pode conter resíduos de substâncias como antibióticos, desinfetantes e pesticidas administrados aos animais ou usadas no ambiente da fazenda. Antibióticos podem ser detectados no leite após serem administrados pelas vias intramamária, intramuscular, intra-uterina, oral e subcutânea. Os antibióticos são comumente usados para tratar mastite e outras infecções das vacas leiteiras. Todos esses resíduos prejudicam a saúde do consumidor e jamais
deveriam ser encontrados no leite. Este processo acontece quando falhas acontecem sobre tudo que aqui foi discutido. Considerações finais A qualidade do leite é, ainda em sua fase inicial, diretamente influenciada pela ação dos ordenhadores. O trabalhador responsável pelas atividades na sala de ordenha necessita de treinamentos básicos que devem ser realizados periodicamente. O ordenhador, assim como todos os outros trabalhadores, também é um profissional que precisa estar capacitado para a atividade e consciente de sua responsabilidade, principalmente no que diz respeito à saúde do úbere e à qualidade do leite. A primeira indicação é de que o ordenhador, homem ou mulher, seja uma pessoa sadia e limpa. O ordenhador não deve estar envolvido com muitas atividades dentro da propriedade, pois, estando sobrecarregado, pode desviar a atenção da atividade principal dentro de qualquer sistema de produção de leite - “a ordenha”. A qualidade do leite, assim como o controle da mastite contagiosa, dependem, em sua maioria, do manejo de ordenha. Este manejo que, no caso, está mais relacionado com práticas de ordenha e às medidas higiênicas aplicadas aos animais, ordenhadeira, vasilhames e local de ordenha, só poderá funcionar bem se houver participação efetiva dos ordenhadores treinados. Esses trabalhadores devem estar sempre com unhas e barbas aparadas, roupa limpa e mãos lavadas, e devem obedecer o horário de ordenha.
Referências Bibliográficas ANDRADE, N. J.; MACEDO, J. A. B Higienização na Indústria de Alimentos. 1. ed. São Paulo: Varela, 1996. 182p. BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Portaria n. 368, de 04 de setembro de 1991. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF. COSTA, C. R. Treinamento em Procedimentos de Higienização em Laticínios. Curitiba: 2001. DUDDRIDGE, J. E.; PRITCHARD, A M. Factors affecting the adhesion of bacteria to surfaces. Proceeding of the conference on Microbial Corrosion, Teddington, p.28- 35, 1983. FEIJÓ, L. D.; PINHEIRO, C. A.; SILVA, A. C. O.; CERQUEIRA, M. M. O. P.; SOUZA, M. R.; PENNA, C. F. A. M. Caminhões de Coleta a Granel: Monitoramento da Qualidade do Leite, da Higienização do Mangote e da Superficie do Caminhão Tanque. In: XIX Congresso Nacional de Laticínios. 2002, Juiz de Fora, MG. Anais... Juiz de Fora: Instituto de Laticínios Cândido Tostes, 2002. FIGUEIREDO, R. M. PRP – Programa de Redução de Patógenose SSOPs - Padrões de Procedimentos Operacionais de Sanitização – Manual de Procedimentos e Desenvolvimento. v. I. n. 6. São Paulo: Núcleo, 1999. 164p. GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 1. ed. São Paulo: Varela, 2001.629p. GONÇALVES, G. F.; PINHEIRO, C. L. V.; COSTA, E. P. D. Avaliação das Condições Higiênico-Sanitárias de Equipamentos Utilizados no Preparo de Alimentos em Três Hotéis no Município de Natal, RN. Higiene Alimentar, São Paulo, v. 17, n. 104/105, p. 85, jan/fev 2003. HOFFMANN, F. L. et al. Avaliação da Atividade Antimicrobiana "in vitro" de dois Agentes Sanificantes de Uso Industrial. Higiene Alimentar, São Paulo, v. 16, n. 94, p. 62-67, março 2002. LeChevalier, M. W., Babcock, T. M., Lee, R. G., Examination and characterization of distribution system biofilms, Applied and Environmental Microbiology, v.53, n.12, p.2714-2724, 1987. LOPES, M. O. Levantamento do Uso e Detecção da Presença de Antimicrobianos no Leite Produzido na Região Metropolitana de Curitiba, PR. Curitiba, 2002. 119 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná. MELO, P.C. ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO, GENOTÍPICO E FENOTÍPICO DE ESTIRPES DE Staphylococcusaureus PRODUTORAS DE BIOFILMES ISOLADAS DO AMBIENTE DE ORDENHA E DE CASOS DE MASTITE BOVINA. Tese de Doutorado (Medicina Veterinária) UNESP, Jaboticabal, SP, 2011. MlZUTANI, E. M.; CLEMENTE, E. S. Avaliação de Práticas e Produtos Desinfetantes para Manipuladores, Alimentos e Ambiente no Mercado Institucional e Varejista. Higiene Alimentar, São Paulo, v. 17, n. 104/105, p. 120, jan/fev 2003. SILVA JR., E. A. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Alimentos. 4. ed. São Paulo: Varela, 1995.475p. WHITE, A.; HANDLER, P.; SMITH, E. Princípios de Bioquímica. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1976
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Marcelo Hentz Ramos
Micotoxinas
Médico Veterinário, PhD, Rehagro
Um problema que aparece apenas em pesquisas ou que pode estar causando prejuízos na minha fazenda?
E
m climas tropicais e subtropicais, como o brasileiro, a umidade e o calor favorecem o desenvolvimento de fungos, que estão presentes em todo o ambiente. Associado a isso, o armazenamento inadequado em ambientes de alta umidade, baixa qualidade de forragem e más condições de fornecimento da alimentação propiciam ainda mais o crescimento destes organismos. Os fungos apa-
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recem em muitos alimentos, incluindo forragens e concentrados, e produzem substâncias chamadas “micotoxinas” que, quando ingeridas pelos animais, podem causar problemas de saúde e baixa produtividade. As micotoxinas estão muito mais presentes nas dietas de ruminantes do que se possa imaginar. Em baixos níveis de contaminação nos alimentos, os
prejuízos estão associados a perdas subclínicas, que causam queda na produção leiteira, ao aumento na incidência de doenças e baixo desempenho reprodutivo. Desta forma, muitas vezes o problema passa despercebido. Em alguns casos, as concentrações de micotoxinas nos alimentos são suficientemente altas para causar graves problemas, inclusive morte. Porém, na maioria das vezes os sintomas são inespecíficos e de difícil diagnóstico. Sinais de micotoxicose Uma grande variedade de fungos é capaz de produzir micotoxinas. Aspergillus, Fusarium e Penicillium são os representantes mais importantes na produção de micotoxinas que podem causar danos ao gado. Existem milhares de substâncias tóxicas produzidas por fungos, porém as mais comuns são a Aflatoxina, a Vomitoxina, a Toxina-T2, a Zearalenone e a Fumonisina. Aflatoxinas são compostos extremamente tóxicos, mutagênicos e carcinogênicos (potencial em provocar câncer). Sintomas de aflatoxicose aguda em mamíferos são perda de apetite, depressão, pêlo arrepiado e fígado aumentado. Sintomas de aflatoxicose crônica incluem redução na eficiência alimentar e na produção de leite e queda no consumo de matéria seca. Aflatoxinas diminuem a resistência a doenças e também a imunidade gerada pelas vacinas. Um trabalho americano mostrou que quando vacas leiteiras consumiram dietas contendo 120 ppb de aflatoxina a eficiência reprodutiva diminuiu. Quando a aflatoxina foi retirada da dieta, o leite aumentou 25%. Aflatoxinas são comumente encontradas no milho, amendoim e algodão. Vomitoxina é muito frequentemente encontrada em alimentos. É chamada assim porque causa vômitos em suínos. Ela está associada a baixo desempenho no gado de leite. Experimento canadense utilizando 18 vacas leiteiras no meio da lactação (média de 19,5 kg/d) mostrou que animais consumindo dietas contendo de 2,6 a 6,5 ppm de micotoxinas tenderam (P < 0,16) a produzir menos leite (13% menos) do que animais consumindo dietas sem micotoxinas. A vomitoxina é considerada como um marca-
dor de outras micotoxinas nos alimentos, ou seja, se há presença de vomitoxina certamente há presença de outras micotoxinas. A micotoxina T-2 é muito potente, mas ocorre em uma porcentagem baixa nos alimentos. Ela é associada à redução de consumo, redução no desempenho reprodutivo e morte. Muito comum é a presença de diarreia com sangue. A T-2 pode, também, baixar imunidade. A micotoxina Zearalenone (ZEA) possui uma estrutura química muito semelhante ao estrógeno. Muitos estudos mostram que ZEA causa aborto devido ao efeito estrogênico. Outros sintomas de intoxicação por ZEA incluem secreção vaginal, baixo desempenho reprodutivo e aumento de glândula mamária em novilhas. A Fumonisina B1 é produzida pelo fungo F. verticillioides. Vacas de leite recebendo dietas contendo 100 ppm de fumonisina durante 7 dias préparto e 70 dias pós-parto resultaram em diminuição da produção de leite (6kg/ vaca/dia a menos), devido principalmente ao declínio no consumo de matéria seca. Combate e prevenção Alguns cuidados podem ajudar a reduzir problemas com micotoxinas: - Remova a parte do alimento que esteja visivelmente contaminada por fungo antes de oferecê-lo aos animais. Se possível, não utilize o alimento contaminado. - Adicione aluminosilicato ou bentonite na dieta para reduzir os efeitos negativos das micotoxinas (ambos se ligam a micotoxinas no trato digestivo e reduzem sua absorção. Utilize 0,5% a 1% do consumo de matéria seca). - Utilize um inibidor de crescimento de fungos em alimentos que contenham 86% ou mais de matéria seca. Propionato de sódio, propionato de cálcio ou ácidos orgânicos podem ser utilizados a 0,2% em alimentos não ensilados. O aumento de produção normalmente acontece de uma até algumas semanas depois dos alimentos contaminados serem removidos ou a ingestão
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Jadir Bison
Alguns cuidados com o alimento fornecido ao animal podem ajudar a reduzir problemas com micotoxinas
reduzida. Prevenir a contaminação de alimentos por micotoxinas é quase impossível. Entretanto, algumas medidas podem reduzir as chances de contaminação: - Mantenha silos limpos; - Evite armazenamento de grãos e subprodutos com umidade superior a 13%; - Utilize inoculantes quando a umidade do silo estiver acima ou abaixo do recomendado. Uma prática pode ser a utilização de aditivos nos primeiros e últimos 20% do silo, pois estas partes estão sob maior risco de estresse devido à falta de compactação ou alta exposição; - Aumente a frequência de alimentação, dividindo a dieta em mais refeições por dia se os alimentos estiverem esquentando no cocho; - Mantenha a face do silo bem “raspada”. Só retire a quantidade que será utilizada naquela alimentação. Diagnóstico laboratorial Testes para micotoxinas devem ser considerados quando sinais de perda de desempenho e saúde existem e não podem ser explicados. Amostras de todos os alimentos devem ser coletadas. Comece testando a dieta total. Se as micotoxinas estiverem presentes na dieta completa, uma análise de cada ingrediente deve ser realizada na tentativa de encon-
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trar qual alimento está contribuindo com micotoxinas. Muito importante é a coleta de uma quantidade representativa do alimento, sendo que micotoxinas estão presentes em pequenas quantidades e podem ocorrer somente em alguns pontos do silo ou do alimento. A quantidade de micotoxinas não tem relação com a quantidade de fungos no alimento. Sugestão para coleta de alimentos: pegue 12 amostras de cada trato oferecido. Uma fazenda que alimenta o rebanho três vezes ao dia resulta em 36 amostras. Colete cerca de 500 g e misture bem. Coloque em um saco plástico com lacre zip, retire o ar e sele. Mande para o laboratório via Sedex (tempo é importante, já que fungos podem crescer na amostra). Conclusão Devido à escassez de laboratórios, logística, preço e tempo de retorno de resultado de análises, a palavra final quando o assunto é micotoxinas, nas nossas condições, é prevenção. Adaptado de: Adams, R. S.; Kephart, K. B., Ishler, V. A., Hutchinson, L. J. e Roth, G. W. Mold and mycotoxin problems in livestock feeding. Department of Dairy and Animal Science, The Pennsylvania State University. Whitlow, L. W. e Hagler, W. M. Mycotoxins in Dairy Cattle: Occurrence, toxicity, prevention and treatment. Department of Poultry Science. North Caroline State University.
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Leandro de Carvalho Paiva
Superintendente Técnico da Girolando
Que criadores e produtores de leite estão utilizando cada vez mais touros Girolando 5/8 e PS para fazer cruzamentos com vacas 7/8?
Já há algum tempo que a utilização de touros Girolando com composição racial de 5/8 Holandês + 3/8 Gir em cruzamentos com vacas 7/8 Holandês + 1/8 Gir passou a ser uma prática comum entre criadores e produtores de leite, com o objetivo de se produzir animais com composição racial de 3/4 Holandês + 1/4 Gir, com excelentes características econômicas, como produção, rusticidade e longevidade. Estes animais se enquadram perfeitamente em sistemas de produção semi-intensivos e intensivos, onde geralmente pre-
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dominam animais com mais de 70% de sangue Holandês. A prática deste cruzamento facilita também o manejo dos animais no sistema de produção, devido à padronização da fração de sangue, além de contribuir com o melhoramento genético do rebanho, principalmente quando se utiliza touros que participam do Programa de Melhoramento Genético da Raça Girolando (PMGG), submetidos ao teste de progênie. A seguir, fotos de algumas fêmeas com composição racial de 3/4 Holandês + 1/4 Gir, frutos deste cruzamento.
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Eu uso, eu confio, eu recomendo!!!
Marcello A. R. Cembranelli
Coordenador Operacional do PMGG
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omo na edição anterior da revista O Girolando, a cada nova edição estaremos promovendo a divulgação dos touros Girolando, com sêmen disponível e provado pelo Sumário de Touros Girolando/Embrapa Gado de Leite, procurando de uma forma simples e didática, auxiliar nossos criadores sobre a utilização do touro Girolando em seu rebanho. A ordem de divulgação será de acordo com o Sumário de touros. Esta iniciativa tem o apoio do Fundo de Investimento do Teste de Progênie. A seguir alguns dos cruzamentos mais utilizados com touros Girolando e seus respectivos produtos:
TURBANTE TOUCH DAS ARÁBIAS - RGD nº 0945 Touro 5/8 Hol + 3/8 Gir, provado, pertencente ao 6º grupo do teste de progênie, filho de Dinomi Melwood Touch TL, touro Holandês provado. Sua mãe Maravilha das Arábias, vaca 1/4 Hol + 3/4 Gir, possui lactação de 8217,71 Kg de leite em 365 dias, e avaliação positiva para produção de leite de 450 kg. Turbante produz filhas de média estatura, com bom arqueamento das costelas, garupas largas e compridas e
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com úbere posterior largo e tetos médios. Turbante Touch possui PTA leite de 196 kg.
FLORIN MARKER DOM NATO - RGD nº 1039 - Touro 5/8 Hol + 3/8 Gir, provado, pertencente ao 7º grupo do teste de progênie, com PTA leite de 192 Kg. Seu pai 528 Southland Marker ET, touro holandês provado para leite e tipo. Florin tem como mãe Famosa Oliveira, vaca 1/4 Hol + 3/4 Gir, possui lactação de 5031,41 Kg em 365 dias e valor genético para leite de 192 Kg. As filhas de Florin apresentam bom comprimento corporal, refinamento, bons conjuntos de pernas e pés, úberes altos e largos com tetos curtos.
MAGICAL MASCOT TE RANCHO ALEGRE – RGD nº 0454 - Touro 5/8 Hol + 3/8 Gir, provado, pertencente ao 2º grupo do teste de progênie, com PTA leite de 187 Kg. Magical é filho de Mágica Rancho Alegre, matriz produtora de filhos provados como Cowboy Addison Rancho Alegre e Maguito Mascot TE Rancho Alegre, possui lactação de 10457,30 Kg de leite em 365 dias e avaliação genética positiva para produção de leite de 1160 kg. As filhas de Magical apresentam excelente profundidade corporal, boa capacidade respiratória, úberes largos com tetos curtos. Para outras informações e acasalamentos consulte sempre os técnicos do Programa de Melhoramento Genético da Girolando (PMGG). Na próxima edição iremos falar um pouco sobre as características dos touros Tango Storm Renascer, Cowboy Addison TE Rancho Alegre e Zimbo das Arábias. Aguardem!
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criapropaganda.com.br
O MELHOR da
GENÉTICA das RAÇAS LEITEIRAS
10ª
EXPOSIÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DO LEITE
24ª
EXPOSIÇÃO NACIONAL DE GIROLANDO
30 DE JUNHO A 7 DE JULHO
DE 2013
FÓRUM NACIONAL DE DEBATES
Parque Fernando Costa Uberaba | MG
Realização:
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Apoio:
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Recordes de lactações podem ser consultados on line
O
s recordes das lactações encerradas até dezembro de 2012 já estão disponíveis para consulta on line no site da Girolando (www. girolando.com.br/index.php). É possível obter informações sobre desempenho das vacas que alcançaram melhor produção de acordo com os seguintes critérios: TOP 10 Dez maiores lactações encerradas do Girolando (classificadas por categoria de idade). Foram selecionadas as dez maiores lactações do Girolando entre os graus de sangue 1/4Hol+3/4Gir, 3/8Hol+5/8Gir, 1/2Hol+1/2 Gir, 5/8Hol+3/8Gir e 3/4Hol+1/4Gir, obedecendo a seguinte ordem: • Categoria de idade, sendo vacas jovens animais de primeira ordem de lactação com idade no parto máxima de 48 meses e vacas adultas animais de segunda ordem de lactação acima; • Para a classificação das matrizes foram utilizadas apenas as lactações válidas e encerradas até dezembro de 2012, padronizadas em até 365 dias de lactação. TOP 5 Cinco maiores lactações encerradas (clas-
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sificadas por grau de sangue e categoria de idade). Foram selecionadas as cinco maiores lactações, divididas por sangue (1/4Hol+3/4Gir, 3/8Hol+5/8Gir, 1/2Hol+1/2Gir, 5/8Hol+3/8Gir e 3/4Hol+1/4 Gir), obedecendo a seguinte ordem: • Grupo sanguíneo (grau de sangue); • Categoria de idade, sendo vacas jovens animais de primeira ordem de lactação para com idade no parto máxima de 48 meses e vacas adultas animais de segunda ordem de lactação acima; • Para a classificação das matrizes, foram utilizadas apenas as lactações válidas e encerradas até dezembro de 2012, padronizadas em até 365 dias de lactação. Cinco maiores produções vitalícias (classificadas por grau de sangue). Foram selecionadas em ordem decrescente as cinco maiores produções vitalícias por grau de sangue (1/4Hol+3/4Gir, 3/8Hol+5/8Gir, 1/2Hol+1/2Gir, 5/8Hol+3/8Gir e 3/4Hol+1/4Gir). A produção vitalícia de cada animal corresponde à somatória de todas as lactações encerradas ou em andamento, válidas, levando em consideração a data de encerramento da última lactação ou data do último controle realizado até dezembro de 2012.
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Franca sedia disputas da 44ª EXPOAGRO
No Estado de São Paulo, a cidade de Franca foi palco da 44ª EXPOAGRO. A feira contou em sua programação com a 8ª Exposição Interestadual de Girolando. O julgamento ocorreu nos dias 24 e 25 de maio, conduzido pelos jurados Juscelino Ferreira, Tatiane Tetzner e Arthur Patrus. A feira também teve Torneio Leiteiro entre os dias 21 e 24 de maio. Confira o resultado da pista: Melhor criador/expositor: Delcio Vieira Tannus Girolando 3/4 Melhor Fêmea Jovem: 000018 Turqueza Jayz GR Golden Riacho Proprietário: Eurípedes Jose Da Silva Melhor Vaca Jovem: 0365 Tannus Proprietário: Delcio Vieira Tannus Grande Campeã: 0365 Tannus Proprietário: Delcio Vieira Tannus Melhor Macho Jovem: Esplendor FIV Amendoa Goldwin Fube Proprietário: Eurípedes Jose Da Silva Grande campeão: Erdeiro Charmoso Tannus Proprietário: Delcio Vieira Tannus
Girolando 5/8 Melhor Fêmea Jovem: Lafe 300 Granada Sanchez FIV Proprietário: Pedro Ananias de Aguiar Melhor Vaca Jovem: Neve Taboo Maria Santíssima Proprietário: Delcio Vieira Tannus Filho Grande Campeã: RBC Centuria Proprietário: Roberto Antônio Pinto de Melo Carvalho Girolando 1/2 Melhor Fêmea Jovem: Atual Rhoelandt Teatro Demolidora FIV Proprietário: Francisco Rangel de Queiroz Melhor Vaca Jovem: Atual Bradley Betty FIV Proprietária: Francisco Rangel de Queiroz Grande Campeã: Atual Finest Brastemp TE Proprietário: Francisco Rangel de Queiroz
2ª Exposição Ranqueada de Girolando de Itapetininga
Realizada de 23 a 26 de abril, a 44ª Exposição Agropecuária e Industrial Itapetininga sediou a 2ª Exposição Ranqueada de Girolando da cidade. Confira o resultado: Melhor criador/expositor: Eugênio Deliberato Filho Girolando 3/4 Melhor Fêmea Jovem: Stela Aftershock Leitegen Proprietário: Manoel Benedito Corrêa Melhor Vaca Jovem: Delícia Goldwin II 3 Ypês Proprietário: Fernando Antônio de Macedo Grande Campeã: Delícia Goldwin II 3 Ypês Proprietário: Fernando Antônio de Macedo Girolando 5/8 Melhor Fêmea Jovem: Monaliza Aftershok Leitegen Proprietário: Manoel Benedito Corrêa Melhor Vaca Jovem: Princesa Stouder Morty Leitegen
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Proprietário: Manoel Benedito Corrêa Grande Campeã: Princesa Stouder Morty Leitegen Proprietário: Manoel Benedito Corrêa Melhor Macho Jovem: Himalaia I FIV Goldwyn Delib Proprietário: Eugênio Deliberato Filho Grande campeão: Projeto Leitegen Proprietário: Manoel Benedito Corrêa Girolando 1/2 Melhor Fêmea Jovem: Iemanja Jerrick da MU-MU Proprietário: José Alberto Paiffer Menk
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Expogrande 2013 sedia Jornada Técnica
O
Mato Grosso do Sul sedia a primeira edição da Jornada Técnica da Raça Girolando no Estado. Cerca de 100 pessoas, entre criadores, estudantes e profissionais do setor leiteiro, participam do evento, que ocorreu entre os dias 17 e 18 de abril, no Parque de Exposição Laucídio Coelho, em Campo Grande. O curso aconteceu durante a Expogrande 2013. Voltada para criadores e profissionais do setor pecuário que buscam ampliar seus conhecimentos sobre a raça Girolando, a Jornada Técnica contou com aulas práticas e teóricas sobre padrão racial, melhoramento genético, cruzamentos e sistema on line da associação, entre outros assuntos. A Jornada Técnica foi uma realização da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando e contou com o apoio do Núcleo dos Criadores de Girolando de Mato Grosso do Sul, Sebrae/MS, Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite, Seprotur, BRF, Sistema Famasul, além dos dez Parceiros Master da Girolando. O vice-presidente da Girolando, Fernando Brasileiro, foi homenageado pelos criadores sulmato-grossenses durante a entrega de prêmios da Expogrande. Brasileiro teve atuação importante na implantação do Escritório Técnico Regional da Girolando em Campo Grande, ocorrida ano passado, e sempre incentivou os trabalhos do Núcleo de Criadores de Girolando do MS em prol do desenvolvimento da raça na região. O Torneio Leiteiro teve como vencedor o pecuarista Carlos Jacob Wallauer, proprietário da vaca campeã e da terceira colocada. A vaca vencedora, Castanheira Sonic Renascer, produziu 160,320 kg de leite no total, uma média de 53,440 kg por dia. A segunda colocada do torneio, Morona GPL, do Grupo de Produtores de Leite, produziu 158,900 kg de leite. O torneio foi promovido de 14 a 17 de abril. O julgamento ocorreu no dia 19, sob o comando do jurado Nívio Bispo do Nascimento. No dia 20, aconteceu o desfile dos campeões e o banho de leite. Veja o resultado de pista da ExpoGrande:
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Melhor criador/expositor: Agro-Pecuária São Marcos Ltda. Girolando 3/4 Melhor Fêmea Jovem: Cristalina FIV Wildman da Água Cristalina Proprietário: Adão Paes Sandim Melhor Vaca Jovem: Andreia LUPPY QSM Proprietário: Agro-Pecuária São Marcos Ltda. Grande Campeã: Ginga Lins Proprietário: Waldir Junqueira de Andrade Grande campeão: Mister Netuno São Marcos Proprietário: Rubens Belchior da Cunha Girolando 5/8 Melhor Fêmea Jovem: Amante 2989 T116 QSM Proprietário: Agro-Pecuária São Marcos Ltda. Melhor Vaca Jovem e Grande Campeã: Caicara 2781 Impacto QSM Proprietário: Agro-Pecuária São Marcos Ltda. Grande campeão: Pentium Shottle FIV FZD Proprietário: Ronan Rinaldi de Souza Salgueiro Girolando 1/2 Melhor Fêmea Jovem: Renda Blitz FIV FZD Proprietário: Ronan Rinaldi de Souza Salgueiro Melhor Vaca Jovem: Jovita FIV Teatro Alegre Proprietária: Aurora Trefzger Cinato Real Grande Campeã: Isa Roy FIV LE Proprietário: Carlos Jacob Wallauer
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Expogrande 2013 sedia Jornada Técnica
Aula prática durante a Jornada Técnica
Encerramento do evento. Homenagem ao vice-presidente Fernando Brasileiro
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Banho de leite
Superagro 2013 Realizada em Belo Horizonte de 29 de maio a 9 de junho, a Superagro 2013 teve julgamento da raça Girolando na pista do Parque da Gameleira. O jurado responsável pelos trabalhos foi Cláudio Aragon. Confira o resultado: Melhor criador/expositor: Francisco Rangel de Queiroz Girolando 3/4 Melhor Fêmea Jovem: Sorana do Iaiá Proprietário: Adolfo Jose Leite Nunes Melhor Vaca Jovem: Xuxa Cuiabá da Sanquit Proprietário: Marcos Antônio Helmer Grande Campeã: 774108 da SS Riacho Proprietário: Eurípedes José da Silva Melhor Macho Jovem: Franco do Iaiá Proprietário: Adolfo Jose Leite Nunes
Grande campeão: Presidente LT do Curtume Proprietário: Luciano Teixeira de Melo Girolando 5/8 Melhor Fêmea Jovem: Fabíola Kingly 3 Ypês Proprietário: Ricardo Catão Ribeiro Melhor Vaca Jovem e Grande Campeã: Alemanha Lheros da Sianinha Proprietário: José Eustáquio Mendonça de Castro Melhor Macho Jovem: Cacique do Iaiá Proprietário: Adolfo Jose Leite Nunes Girolando 1/2 Melhor Fêmea Jovem: Atual Rhoelandt Teatro Demolidora FIV Proprietário: Francisco Rangel de Queiroz Melhor Vaca Jovem e Grande Campeã: Atual Bradley Betty FIV Proprietária: Francisco Rangel de Queiroz
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Superagro 2013 "Flashes"
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Ranking Nacional 2012/2013 Confira o resultado parcial da competição, que serå encerrada na Megaleite 2013
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Leandro de Carvalho Paiva Superintendente do SRGRG
D) Orientar criadores, técnicos e estudantes de escolas superiores de Agronomia, Veterinária e Zootecnia, nas práticas de julgamento de animais e outras atividades próprias desse certame; E) Despertar vocação para a empresa rural; F) Facultar ao comércio e à indústria, a exposição e demonstração de produtos e equipamentos destinados à agropecuária; G) Demonstrar os possíveis acasalamentos para formação da raça sintética Girolando (Puro Sintético - PS); H) Evidenciar, através dos animais expostos e do torneio leiteiro, o potencial de produção leiteira do Girolando; I) Fomentar a criação da raça Girolando.
COLOSTRO
ART. 2º - O presente regulamento tem por finalidade precípua a padronização dos critérios de avaliação de gado Girolando submetidos a julgamento, tornando uniforme a regulamentação para todos os eventos oficializados pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando. Através da adoção deste, serão estabelecidos padrões para o ranking nacional da raça, 12º ano do ranking, versão 2013/2014, iniciando-se em 07 de julho de 2013 e encerrando-se no último dia de julgamento da MEGALEITE 2014. CAPÍTULO II DAS INSCRIÇÕES
Estamos nos aproximando do final do Ranking Girolando de Exposições 2012/2013, que termina logo após a MEGALEITE 2013. Logo em seguida iniciaremos o Ranking Girolando de Exposições 2013/2014, com algumas alterações no regulamento. Para que todos os criadores e organizadores de exposições possam ter acesso às alterações com antecedência, divulgamos, a seguir, o regulamento já atualizado, versão 2013/2014, que deverá ser executado, na íntegra, em todos os eventos oficializados pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando. Este regulamento também se encontra disponível no site www.girolando.com.br. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIROLANDO REGULAMENTO DE EXPOSIÇÕES OFICIALIZADAS VERSÃO 2013/2014 - 12º ANO DO RANKING CAPÍTULO I DA EXPOSIÇÃO E SEUS FINS ART. 1° - As exposições de gado Girolando terão por finalidade: A) Verificar, pela apresentação de espécimes e produtos, os índices de desenvolvimento da pecuária nacional, comparando-os entre si, a fim de aquilatar o seu progresso e submetê-la à apreciação do público; B) Proporcionar maior aproximação entre selecionadores, criadores e produtores rurais, para troca de informações e possibilitar oportunidades de negócios de compra e venda; C) Pelo espírito de competição, motivar os selecionadores e produtores a aprimorarem a qualidade dos seus produtos;
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ART. 3º - As inscrições ficarão sob a responsabilidade da comissão organizadora do evento, feitas através de formulários próprios e devidamente preenchidos, verificando sempre os certificados de controle de genealogia e registro genealógico. § 1º – Acompanhará a ficha de inscrição, fotocópia do certificado de controle ou registro de nascimento ou definitivo, que deverá estar em nome do expositor e o RIL (Relatório Individual de Lactação), quando for o caso, para comprovação do controle leiteiro. § 2º – O cadastro dos animais que irão participar do julgamento, para efeito de impressão de catálogos e laudos, bem como para contagem de pontos da exposição e para o Ranking Girolando, deverá ser realizado, preferencialmente, no programa oficial da Girolando, por pessoa devidamente capacitada e credenciada para esta finalidade. CAPÍTULO III DO RECEBIMENTO DOS ANIMAIS ART. 4º - A entidade promotora se encarregará de receber os animais participantes do evento, formando as comissões que forem necessárias para assegurar o bom andamento dos trabalhos de julgamento e enquadramento dos animais neste regulamento. Parágrafo Único – A comissão de admissão dos animais que irão participar do julgamento deverá ser formada por quantos membros forem necessários, e preferencialmente no mínimo 01 (um) destes membros deverá ser jurado efetivo do CJRG ou técnico do SRGRG. Nenhum jurado que for designado para
efetuar o julgamento dos animais no evento poderá fazer parte desta comissão. ART. 5º - Os animais com idade acima de 24 (vinte e quatro) meses somente serão admitidos no recinto da exposição se tiverem o Controle de Genealogia Definitivo, para animais da categoria CCG (Cruzamento Sob Controle de Genealogia) ou Registro Genealógico Definitivo, para animais da categoria PS (Puro Sintético).
C) GIROLANDO - (5/8HOL + 3/8GIR) e PS (Puro Sintético). 02. CAMPEONATOS: Serão divididos, com base no sexo, grau de sangue e idade declarada no certificado de controle ou de registro, conforme tabela a seguir, de modo a estabelecer critérios para comparação nos julgamentos, constantes deste regulamento.
§ 1º – No julgamento e para contagem de pontos, cada expositor poderá concorrer com até 12 (doze) animais. § 2º – A partir do Ranking 2013/2014, após a MEGALEITE 2013, fêmeas com idade superior a 36 (trinta e seis) meses só poderão participar do julgamento de pista se estiverem em lactação. § 3º – Será exigido atestado de prenhez para fêmeas nulíparas acima de 24 (vinte e quatro) meses. § 4º – Será exigido exame andrológico para machos acima de 18 (dezoito) meses. § 5º – Fêmeas paridas com menos de 24 (vinte e quatro) meses de idade passarão automaticamente a concorrer no Campeonato Novilha Júnior (de 24 a 30 meses). § 6º – Para que a exposição seja ranqueada é obrigatório que todas as fêmeas tenham genealogia conhecida (GC), ou seja, livro fechado, comprovada através do Certificado de Controle ou de Registro, emitido pela Girolando. § 7º – Fêmeas não lactantes (secas), que já tiveram no mínimo 01 (um) parto, não poderão participar do julgamento. ART. 6º - Todos os animais inscritos, ao darem entrada no recinto deverão ser inspecionados por uma comissão de admissão, nomeada exclusivamente para esse fim, com o intuito de averiguar e conferir os dados fornecidos pelo expositor dos animais apresentados, bem como proceder à vistoria técnica dos animais que participarão do julgamento.
ART. 8º - Será considerada como data base para cálculo da idade dos animais a data do primeiro dia de julgamento. Parágrafo Único – Fica excluída de julgamento toda fêmea que tiver idade de 06 (seis) meses menos um dia e todo macho que tiver idade de 10 (dez) meses menos um dia ou idade superior aos limites máximos estipulados pelo presente regulamento.
CAPÍTULO IV DAS DIVISÕES ART. 7º - Os animais participantes da exposição deverão pertencer às categorias de Cruzamento sob Controle de Genealogia (CCG) ou Puro Sintético (PS) da raça Girolando, conforme o regulamento do Serviço de Registro Genealógico da Raça Girolando (SRGRG). Os animais serão divididos nas seguintes classes e campeonatos: 01. CLASSES: A) GIROLANDO - (1/2HOL + 1/2GIR); B) GIROLANDO - (3/4HOL + 1/4GIR);
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ART. 9º - Os machos, aprovados pela comissão de admissão, somente serão submetidos a julgamento, nos diversos campeonatos, observados os limites mínimos de peso, constantes na tabela de pesos mínimos inserida neste artigo, conforme a seguir. ART. 10º - 'Para julgamento dos machos, independente da faixa etária, o expositor terá que apresentar o RIL (Relatório Individual de Lactação) das progenitoras (mães) emitido pelo Serviço de Controle Leiteiro da Girolando ou por associações vinculadas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). § 1º – As lactações deverão estar validadas, com no mínimo 180 dias de duração, encerradas ou em andamento, conforme previsto no Regulamento do Serviço de Controle Leiteiro. § 2º – As mães com grau de sangue 1/4 Hol + 3/4 Gir deverão ter sua produção leiteira com o mínimo de 2.500 kg (em até 365 dias). As mães 1/2 Hol + 1/2 Gir, 5/8 Hol + 3/8 Gir, Puro Sintético, 3/4 Hol + 1/4 Gir ou 7/8 Hol + 1/8 Gir deverão ter sua produção leiteira com o mínimo de 3.750 kg, também em até 365 dias.
no recinto, tanto para machos quanto para fêmeas. 3.1) Para as fêmeas vacinadas entre 3 (três) e 8 (oito) meses de vida e cuja idade esteja entre 9 (nove) e 24 (vinte e quatro) meses, o atestado de exame negativo poderá ser substituído pelo certificado de vacinação contra a brucelose. 3.2) Todas as fêmeas com idade de 3 (três) a 8 (oito) meses deverão estar acompanhadas, obrigatoriamente, do certificado de vacinação contra a brucelose (Portaria IMA nº 243/97). B) GERAL 1) Não será permitida a entrada, no recinto, de animais que apresentarem sinais clínicos de doenças infecto-contagiosas e/ou parasitas externos. 2) Os animais destinados à exposição, feira e leilões, passarão, obrigatoriamente, na entrada do recinto, por pedilúvio e desinfecção, conforme normatização do órgão estadual responsável pela fiscalização sanitária animal. 3) Os casos omissos serão resolvidos pelas autoridades sanitárias competentes, em perfeito entrosamento com a comissão organizadora do evento. CAPÍTULO VI DO JULGAMENTO
§ 3º – Para o julgamento de machos, filhos de matrizes com idade máxima de 42 (quarenta e dois) meses que não possuem lactação encerrada, poderá ser apresentado o RIL da avó materna do reprodutor, desde que atendidos os requisitos de produção estabelecidos neste Artigo.
ART. 12 - A definição da modalidade de julgamento, jurado único ou comissão tríplice, a ser adotada para a exposição de Girolando, compete à comissão organizadora do evento, sempre obedecendo a este regulamento e ao regulamento do SRGRG.
§ 4º – Somente participam do julgamento machos com grau de sangue 3/4 Hol + 1/4 Gir, 5/8 Hol + 3/8 Gir ou Puro Sintético (PS).
ART. 13 - A escolha do jurado que atuará no julgamento será feita pela comissão organizadora do evento ou, quando solicitado, por indicação do Colégio de Jurados da Raça Girolando (CJRG), sendo que o escolhido deverá ser obrigatoriamente jurado efetivo pertencente ao CJRG e estar em dia com suas obrigações.
§ 5º – Não participarão do julgamento de pista os machos filhos de reprodutores com prova negativa para produção de leite nos respectivos sumários nacionais das associações de raças ou dos países de origem, devendo sempre ser consultados os últimos resultados divulgados. Filhos de touros em fase de teste ou sem avaliação genética poderão participar do julgamento. CAPÍTULO V DA DEFESA SANITÁRIA ANIMAL ART. 11 - Nenhum animal poderá dar entrada no recinto da exposição se não vier acompanhado do atestado ou certificado mencionado nas letras A e B deste artigo, emitido por médico veterinário credenciado, de conformidade com as exigências em vigor do Mapa. A) ATESTADOS OU CERTIFICADOS 1) Prova de Tuberculose negativa, realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias antes da admissão devida dos animais, para machos e fêmeas com idade a partir de 6 semanas. 2) Apresentação da GTA – Certificado de vacinação dos bovinos contra a Febre Aftosa, com vacina trivalente (OAC), na origem, entre 7 (sete) e 90 (noventa) dias da entrada dos animais no recinto. 3) Apresentação de atestado de exame negativo de soro-aglutinação, rápida ou lenta – exame de brucelose, realizado, no máximo, até 60 (sessenta) dias antes da entrada dos animais
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§ 1º – Para que a exposição seja ranqueada não poderá ocorrer a repetição do(s) jurado(s), de um ano para o outro, consecutivamente, com exceção da Exposição Nacional de Girolando, que tem regulamento específico. § 2º – O julgamento poderá ser realizado por um único jurado ou por uma comissão tríplice de jurados, a critério da comissão organizadora do evento. § 3º – Quando o julgamento for realizado por uma comissão tríplice não poderá ocorrer em nenhum momento a comunicação entre os jurados durante o julgamento dos animais, sendo que em caso de empate a decisão é do jurado com mais tempo de efetivação no CJRG. § 4º – No julgamento por comissão tríplice de jurados os comentários técnicos serão realizados de forma rotativa ou pelo jurado que mais se aproximar do resultado do campeonato. § 5º – Para a formação de comissão tríplice, a Coordenação do CJRG ou a Superintendência do SRGRG deverá indicar no mínimo 01 (um) dos jurados, sendo os demais jurados indicados pela comissão organizadora, com exceção da Exposição Nacional de Girolando, que tem regulamento específico. ART. 14 - Nenhum jurado poderá julgar animais de sua cria-
ção e/ou propriedade. ART. 15 - Os julgamentos serão públicos, não sendo permitido aos assistentes e expositores permanecerem na pista de julgamento, sob qualquer pretexto, bem como lhes é absolutamente proibido perturbar o andamento dos trabalhos. ART. 16 - O jurado tomará em consideração as indicações da ficha de julgamento, sendo-lhe facultada a comprovação dos dados nela contidos. ART. 17 - É expressamente proibida a divisão ou criação de outros campeonatos. ART. 18 - Após o julgamento de cada campeonato serão feitos comentários técnicos relativos à classificação, com terminologia zootécnica adequada, através de alto-falante, com microfone instalado na pista. Dos oito animais classificados, comentar-se-á somente do 1º ao 5º colocado de cada campeonato, iniciando-se do animal melhor colocado ao último animal. Parágrafo Único – O VEREDICTUM do jurado é inapelável. ART. 19 - O desacato ao(s) jurado(s) ou às autoridades da exposição, por parte do expositor, seu preposto ou empregado, implicará na retirada imediata dos animais de sua propriedade, sem prejuízo de outras medidas que sejam julgadas necessárias pela comissão organizadora.
artigo há a necessidade de pelo menos dois animais campeões em pista. ART. 25 - O título de Reservada Melhor Vaca Jovem será disputado pelas campeãs que não obtiveram o título anterior (Art. 24) e pela reservada campeã do campeonato de onde saiu a Melhor Vaca Jovem. ART. 26 - O título de 3ª Melhor Vaca Jovem será disputado pelas campeãs restantes que não obtiveram os títulos anteriores (Art. 24 e 25), pelas reservadas campeãs dos campeonatos que deram origem à Melhor Vaca Jovem e Reservada Melhor Vaca Jovem e pela terceira colocada quando a Melhor Vaca Jovem e Reservada Melhor Vaca Jovem saírem do mesmo campeonato. § 1º – A partir do Ranking 2013/2014, após a MEGALEITE 2013, somente poderão disputar o título de Melhor Vaca Jovem, Reservada Melhor Vaca Jovem e Terceira Melhor Vaca Jovem, as fêmeas que estiverem em lactação. § 2º – A partir do Ranking 2013/2014, após a MEGALEITE 2013, as fêmeas campeãs que estiverem em lactação, que não venham a participar da disputa do título de Melhor Vaca Jovem, por não haverem concorrentes (atendendo ao Parágrafo Único do Art. 24), poderão concorrer ao título de Grande Campeã, Reservada Grande Campeã e Terceira Melhor Vaca, desde que respeitadas às normas deste regulamento.
CAPÍTULO VII DA PREMIAÇÃO
ART. 27 - O título de Melhor Macho Jovem será disputado pelos campeões dos campeonatos, Bezerro Mirim e Bezerro Júnior.
ART. 20 - Em cada campeonato haverá um(a) campeão(ã), um(a) reservado(a) campeão(a) e terceiro ao oitavo prêmio, a critério do(s) jurado(s).
§ 1º – Para a disputa do título que é referido neste artigo há a necessidade de pelo menos dois animais campeões em pista.
ART. 21 - Os animais classificados em 1°. e 2°. lugares nos campeonatos receberão respectivamente os títulos de Campeã(o) e Reservada(o) Campeã(o). ART. 22 - O título de Melhor Fêmea Jovem será disputado pelas campeãs Bezerra Mirim, Bezerra Júnior, Bezerra Sênior, Bezerra Intermediária e Novilha Mirim. Parágrafo Único – Para disputa do título que é referido neste artigo há a necessidade de pelo menos dois animais campeões em pista. ART. 23 - Os títulos de Reservada Melhor Fêmea Jovem e Terceira Melhor Fêmea Jovem serão disputados pelas campeãs que não obtiveram o título anterior e a reservada campeã do campeonato de onde saiu a Melhor Fêmea Jovem. No caso em que a Melhor Fêmea Jovem e a Reservada Melhor Fêmea Jovem saírem do mesmo campeonato, participará também da disputa ao título de 3ª Melhor Fêmea Jovem a terceira melhor colocada do campeonato que deu origem à Melhor Fêmea Jovem e à Reservada Melhor Fêmea Jovem. ART. 24 - Concorrerão ao título de Melhor Vaca Jovem as fêmeas que se sagraram campeãs: Novilha Júnior, Novilha Sênior, Vaca 3 anos Júnior e Vaca 3 anos Sênior.
§ 2º – O campeão Bezerro Mirim ou o campeão Bezerro Júnior que não obteve o título de Melhor Macho Jovem disputará o título de Reservado Melhor Macho Jovem, juntamente com o reservado campeão do campeonato onde saiu o Melhor Macho Jovem. § 3º – O Melhor Macho Jovem e Reservado Melhor Macho Jovem não participam da disputa do Grande Campeonato de machos. ART. 28 - O título de Grande Campeão será disputado pelos campeões: Júnior Menor, Júnior Maior e Touro Jovem. Parágrafo Único – Para a disputa do título que é referido neste artigo há a necessidade de pelo menos dois animais campeões em pista. ART. 29 - Concorrerão ao título de Grande Campeã as fêmeas que se sagraram campeãs nos seguintes campeonatos: Melhor Vaca Jovem, Vaca 4 Anos, Vaca 5 Anos, Vaca Adulta e Vaca Vitalícia, executando-se os casos previstos no Art. 26, Parágrafo Segundo. Parágrafo Único – Para a disputa do título que é referido neste artigo há a necessidade de pelo menos dois animais campeões em pista.
Parágrafo Único – Para a disputa do título que é referido neste
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ART. 30 - Os títulos de Reservada(o) Grande Campeã(o) serão disputados pelas(os) campeãs(ões) que não obtiveram os títulos anteriores (Art. 28 e 29) e a(o) reservada(o) campeã(o) do campeonato de onde saiu a(o) Grande Campeã(o). ART. 31- O título de 3ª Melhor Vaca será disputado pelas campeãs restantes que não obtiveram os títulos anteriores (Art. 29 e 30), pelas reservadas campeãs dos campeonatos que deram origem à Grande Campeã e Reservada Grande Campeã e pela terceira colocada quando a Grande Campeã e Reservada Grande Campeã saírem do mesmo campeonato. ART. 32 - No julgamento de Melhor Úbere haverá um 1º, um 2º e um 3º prêmios, nomeados de Melhor Úbere, 2º Melhor Úbere e 3º Melhor Úbere, respectivamente, que serão exclusivos para vacas em lactação, separados por grau de sangue, e em dois campeonatos: Melhor Úbere Jovem: concorrerão os melhores úberes das fêmeas com até 48 meses de idade, eleitos pelo(s) jurado(s), e Melhor Úbere Adulto: concorrerão os melhores úberes das fêmeas acima de 48 meses de idade, eleitos pelo(s) jurado(s). Poderá ser procedida a ordenha dos animais em pista, para avaliação do úbere vazio, a critério(s) do(s) jurado(s). ART. 33 - Para a disputa do Campeonato Vaca Vitalícia, além da idade acima de 96 meses, as vacas terão que ter, no mínimo, duas lactações oficiais encerradas e válidas, e no mínimo dois produtos (filhos ou filhas) com genealogia conhecida (GC), ou seja, livro fechado. Tais documentos deverão ser apresentados juntamente com a inscrição do animal ou conferidos no Serviço de Controle Leiteiro e no Serviço de Registro Genealógico da Raça Girolando (SRGRG). ART. 34 - Para a disputa de Progênie de Pai deverão ser observadas as seguintes normas: A) Conjunto de progênie constituído de 03 animais no mínimo, permitindo-se 01(um) macho; B) Filhos do mesmo reprodutor e de propriedade do mesmo expositor, comprovados através do Certificado de Controle ou de Registro; C) O julgamento será feito por grau de sangue da progênie; D) Não podem fazer parte do mesmo conjunto de pai, irmãos próprios; E) Os animais para comporem os conjuntos de progênies deverão obrigatoriamente passar pela pista de julgamento em seus respectivos campeonatos, não tendo necessidade de serem premiados nos mesmos; F) O expositor não poderá dividir os animais filhos do mesmo reprodutor em dois ou mais conjuntos. Exemplo: 06 (seis) produtos do mesmo grau de sangue, filhos de um único touro, não podem ser divididos em dois conjuntos de 03 (três) animais. Somente pode participar um único conjunto com no mínimo 03 (três) animais. ART. 35 - Para a disputa de Progênie de Mãe deverão ser observadas as seguintes normas: A) Conjunto de progênie constituído de 02 (dois) animais no mínimo, permitindo-se 01(um) macho;
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B) Os animais do conjunto devem ser de propriedade do mesmo expositor, filhos de uma mesma matriz, comprovados através do Certificado de Controle ou de Registro; C) O julgamento será feito por grau de sangue da progênie; D) Não podem fazer parte do mesmo conjunto de mãe, irmãos próprios; E) Os animais para comporem os conjuntos de progênies deverão obrigatoriamente passar pela pista de julgamento em seus respectivos campeonatos, não tendo necessidade de serem premiados nos mesmos; F) O expositor não poderá dividir os animais filhos da mesma matriz em dois ou mais conjuntos. Exemplo: 04 (quatro) produtos do mesmo grau de sangue, filhos de uma única matriz, não podem ser divididos em dois conjuntos de 02 (dois) animais. Somente pode participar um único conjunto com no mínimo 02 (dois) animais. § 1º – Os conjuntos participantes dos campeonatos de Progênie de Pai e Progênie de Mãe serão premiados do 1º ao 8º prêmios, recebendo os títulos de Melhor Progênie, 2ª Melhor Progênie, 3ª Melhor Progênie e assim sucessivamente, até o oitavo conjunto premiado. Os comentários técnicos do(s) jurado(s) serão direcionados da Melhor Progênie à 5ª Melhor Progênie. § 2º – Os conjuntos premiados nos campeonatos de Progênie de Pai e Progênie de Mãe receberão pontuações conforme a tabela de pontos para julgamento deste regulamento. CAPÍTULO VIII DA CONTAGEM DE PONTOS ART. 36 - Objetivando determinar o Melhor Expositor e o Melhor Criador de cada grau de sangue e o Melhor Criador/Expositor Geral, será feita a contagem de pontos de acordo com a tabela apresentada abaixo, sendo estes valores multiplicados pelo fator proporcional ao número de animais julgados por grau de sangue separadamente. Exemplo: A) Nº de pontos obtidos pelo expositor no grau ½ sangue = 100 pontos; B) Nº de fêmeas ½ sangue julgadas = 50 = peso (fator) 0,5;
C) Total de pontos no grau ½ sangue = 100 x 0,5 = 50 pontos; D) Nº de pontos obtidos pelo expositor no grau 3/4 sangue = 100 pontos; E) Nº de machos e fêmeas 3/4 julgadas = 20 = peso (fator) 0,2; F) Total de pontos no grau 3/4 sangue = 100 x 0,2 = 20 pontos; G) Nº de pontos obtidos pelo expositor no grau 5/8 sangue = 100 pontos; H) Nº de machos e fêmeas 5/8 julgadas = 100 = peso (fator) 1,0; I) Total de pontos no grau 5/8 sangue = 100 x 1 = 100 pontos; J) Total de pontos para Melhor Expositor Geral = 50 + 20 + 100 = 170 pontos. § 1º – Para a contagem de pontos dos animais com composição racial 5/8 Hol + 3/8 Gir e Puro Sintético (PS) será atribuído um bônus de 15% (quinze por cento) por premiação obtida. § 2º – Serão declarados “Melhor Criador, 2º Melhor Criador e 3º Melhor Criador”, aqueles que alcançarem, respectivamente, a maior somatória de pontos, por grau de sangue separadamente, com os animais de sua criação. A criação do animal será devidamente comprovada através do Certificado de Controle de Genealogia ou Registro Genealógico, com origem conhecida. § 3º – Serão declarados “Melhor Expositor, 2º Melhor Expositor e 3º Melhor Expositor” aqueles que alcançarem, respectivamente, a maior somatória de pontos, por grau de sangue separadamente, com os animais de sua propriedade. A propriedade do animal será devidamente comprovada através do Certificado de Controle de Genealogia ou Registro Genealógico. § 4º – Será declarado “Melhor Criador/Expositor” aquele expositor que alcançar a maior somatória de pontos em todos os graus de sangue, com os animais de sua criação, e que obrigatoriamente sejam de sua propriedade, comprovada através do Certificado de Controle de Genealogia ou Registro Genealógico. § 5º – Gozarão de um bônus de 15% (quinze por cento) em sua pontuação, os animais submetidos ao Controle Leiteiro Oficial, com lactação válida de no mínimo 180 dias de duração, encerrada ou em andamento, dele próprio ou de sua mãe, comprovada através da apresentação do RIL (Relatório Individual de Lactação), no ato da inscrição, juntamente com os outros documentos, executando-se os casos previstos no Art. 10º, § 3º. § 6º – Os animais pertencentes aos conjuntos premiados nos campeonatos de Progênie de Pai e Progênie de Mãe, e que são filhos(as) de touros 5/8 Hol + 3/8 Gir ou Puro Sintético (PS) gozarão de mais um bônus de 15% (quinze por cento) em sua pontuação. § 7º – A partir do Ranking 2013/2014, após a MEGALEITE 2013, nas exposições ranqueadas onde o julgamento for efetuado por comissão tríplice de jurados, será atribuída uma bonificação de 15% (quinze por cento) na pontuação obtida pelos animais premiados.
CAPÍTULO IX DA OFICIALIZAÇÃO ART. 37 - As exposições oficializadas são divididas em quatro modalidades: 1) Torneio Leiteiro; 2) Mostra; 3) Exposição Homologada; 4) Exposição Ranqueada. ART. 38 - Para a oficialização na modalidade “Torneio Leiteiro” a organização do evento deverá seguir o regulamento específico para esta modalidade, respeitando-se também todas as normas contidas neste regulamento. ART. 39 - A modalidade “Mostra” caracteriza-se pela apresentação de animais Girolando, independentemente da quantidade, desde que devidamente registrados, com a finalidade de divulgação e fomento da raça e da pecuária leiteira regional. Parágrafo Único – Na modalidade a que se refere este Artigo poderá haver ou não julgamento de animais, não havendo contagem de pontos para a exposição ou para o Ranking Nacional de Girolando. ART. 40 - Para a oficialização de evento na modalidade “Exposição Homologada” deverão ser atendidos os itens a seguir, respeitando-se todas as normas contidas neste regulamento: a) Mínimo de 60 (sessenta) animais inscritos para julgamento; b) Mínimo de 05 (cinco) expositores; c) Obrigatoriamente 30% (trinta por cento) dos animais inscritos deverão possuir genealogia conhecida (GC), ou seja, livro fechado; d) Obrigatoriamente, todos os animais com até 24 (vinte e quatro) meses de idade deverão possuir genealogia conhecida (GC). § 1º – Os resultados obtidos em exposições homologadas não serão utilizados para a contagem de pontos do Ranking Nacional de Girolando. § 2º – O julgamento de animais Girolando em exposições homologadas será obrigatoriamente realizado por jurado efetivo, escolhido pela comissão organizadora do evento entre os jurados inscritos no Colégio de Jurados da Raça Girolando, na classe B. ART. 41 - Para a oficialização de evento na modalidade “Exposição Ranqueada”, deverão ser atendidos os itens a seguir, respeitando-se todas as normas contidas neste regulamento: a) Mínimo de 84 (oitenta e quatro) animais inscritos para julgamento; b) Mínimo de 07 (sete) expositores; c) Obrigatoriamente, todos os animais inscritos deverão possuir genealogia conhecida (GC), ou seja, livro fechado. § 1º – Os resultados obtidos em exposições ranqueadas serão utilizados para a contagem de pontos do Ranking Nacio-
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nal de Girolando, desde que atendidas as normas do regulamento do Ranking Nacional de Girolando e do regulamento de Exposições Oficializadas. § 2º – O julgamento de animais Girolando em exposições ranqueadas será obrigatoriamente realizado por jurado efetivo do CJRG, escolhido pela comissão organizadora do evento entre os jurados inscritos na classe A ou B, respeitando-se as normas deste regulamento. ART. 42 - Após o julgamento, a comissão organizadora da exposição se responsabiliza em entregar ao jurado uma cópia do catálogo e dos laudos de julgamentos, devidamente assinados, bem como as totalizações dos pontos e os resultados divulgados ou remetê-los diretamente à Girolando no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados a partir do término do julgamento. Parágrafo Único – O jurado deverá encaminhar a documentação recolhida, quando for o caso, e o relatório de julgamento, à Girolando, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados a partir do término do julgamento, para os devidos registros e conferência dos dados. ART. 43 - A comissão organizadora do evento deverá, obrigatoriamente, disponibilizar gratuitamente à Girolando uma área próxima à pista de julgamento ou em local de visibilidade privilegiada, previamente acordado, com dimensão mínima de 09 m² (3m x 3m), com a finalidade de promover a divulgação institucional da Girolando e empresas parceiras. ART. 44 - As exposições que não oferecerem condições adequadas para a realização de julgamento, mostra de animais ou torneio leiteiro, bem como não fornecerem a documentação solicitada nos prazos estipulados não terão os resultados oficializados.
C) Receber o volumoso e cama, nos locais e horários determinados pela organização da exposição; D) Conduzir os animais aos locais de inspeção, julgamento e desfile. Parágrafo Único – Serão premiados os melhores tratadores/ apresentadores, o pavilhão mais limpo e organizado, escolhidos por uma comissão designada para esta finalidade, a critério da comissão organizadora do evento. ART. 50 - O Código de Ética do Expositor de Girolando deverá ser aplicado na íntegra em todas as exposições oficializadas pela Girolando. O referido código encontra-se disponível no site www. girolando.com.br ou poderá ser solicitado junto à entidade. Parágrafo Único – Em exposições oficializadas, a critério da comissão organizadora, poderá ser utilizado o exame de ultrassonografia do úbere, desde que respeitadas as normas estabelecidas no Código de Ética do Expositor de Girolando. ART. 51 - Todas as pessoas presentes no recinto da exposição ficam sujeitas a este regulamento, qualquer que seja sua qualidade ou função, sendo que qualquer transgressão às suas determinações sujeita o infrator às penalidades determinadas pela comissão organizadora. ART. 52 - A Girolando fornecerá coletes personalizados de identificação animal, bem como outros materiais para realização de divulgação institucional durante o evento, sem custo, os quais deverão ser devolvidos no final do evento. ART. 53 - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela comissão organizadora do evento, obedecendo aos princípios do Serviço de Registro Genealógico da Raça Girolando (SRGRG).
ART. 45 - Cabe à comissão organizadora do evento cumprir todas as normas estabelecidas nos regulamentos oficiais da Girolando.
ART. 54 - O CJRG, a Superintendência do SRGRG, o Conselho Deliberativo Técnico (CDT) e a Diretoria Executiva da Girolando se reservam no direito de julgar e tomar decisões sobre assuntos não previstos neste regulamento e sobre quaisquer irregularidades apresentadas.
ART. 46 - A solicitação de oficialização de exposição deverá ser encaminhada à Diretoria Executiva da Girolando com antecedência mínima de 30 (trinta) dias e será incluída na agenda de eventos oficializados somente após sua aprovação.
ART. 55 - Este regulamento foi atualizado pela Superintendência do SRGRG, com base nas determinações do Conselho Deliberativo Técnico (CDT), passando a vigorar a partir do 12º Ano do Ranking (2013/2014), após a MEGALEITE 2013.
CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ART. 47 - Serão considerados expositores e receberão credenciamento aquelas pessoas ou entidades que tiverem animais expostos ou estandes estabelecidos. ART. 48 - Para distribuição aos expositores e visitantes, serão impressos catálogos dos animais inscritos e dos resultados dos julgamentos, de acordo com a modalidade de exposição adotada. ART. 49 - São deveres e obrigações dos tratadores e apresentadores dos animais: A) Apresentarem-se bem trajados, com coletes da Girolando ou da organização da exposição; B) Cuidar e zelar pela limpeza dos pavilhões e locais onde os animais estiverem expostos;
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Gestão 2011 – 2013
Dados dos Associados Associados ativos em 01/01/2011: Novos associados no período: Associados que retornaram ao quadro: Desligamento de associados: Associados ativos em 30/04/2013: Registros (janeiro/abril – 2013) RGD: RGN: RF: TOTAL:
2.138 926 69 404 2.729 17.972 10.914 503 29.389
Balanço Financeiro (janeiro/abril 2013) Receitas: R$ 1.895.144,14 Despesas: R$ 1.655.674,66 Resultado: R$ 239.469,48 Sistema Web (desde a implantação) Usuários: Associados cadastrados: Comunicações realizadas: Média diária de Comunicações: Número de animais inseridos: Cruzamento inseridos: Serviços liberados: Média diária de liberação de serviços:
1.840 1.512 49418 81 64.926 125.670 10.967 18
Pré-seleção de Touros Iniciada em maio, a Pré-seleção de Touros conta com a participação de 61 reprodutores, sendo 13 Puro Sintético, 33 animais 5/8 Hol + 3/8 Gir e 15 animais 3/4 Hol + 1/4 Gir. A prova acontece nas dependências do IFTM, em Uberaba (MG), onde está sendo construído o Centro de Performance Girolando. Os 30 melhores classificados nas avaliações irão compor o 15º grupo do Teste de Progênie. Eleição A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando comunica a todos os seus associados que, de acordo com os artigos 62 a 69 do Estatuto da entidade, haverá uma Assembleia Geral Ordinária, convocada para eleição da Diretoria e dos Conselhos Fiscal, Consultivo e dos Representantes Estaduais triênio 2014/2016. O prazo para registro das chapas completas, obedecendo às disposições estatutárias, é de no mínimo 60 dias antes do pleito, que será re-
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alizado na sede da Girolando, na Rua Orlando Vieira do Nascimento, 74 – Uberaba / MG. O texto do Estatuto, que regerá a eleição está disponível na página da Girolando na internet: www.girolando.com.br, poderá também, ser obtido diretamente na sede da Associação ou solicitado via correio. Ainda no referido Estatuto, art. 9º: - O associado FUNDADOR, HONORÁRIO E CONTRIBUINTE, brasileiro, pessoa física maior de 16 anos, inscrito no quadro social há mais de 06 (seis) meses e quite com a tesouraria, poderá: A) Votar e tomar parte nas Assembleias e reuniões, apresentar propostas ou indicações condizentes com os fins da entidade. B) Ser votado, desde que seja maior de 21 anos e inscrito no quando social a mais de 12 meses. A sugestão da Diretoria é que a Assembleia para Eleição seja realizada dia 1º de dezembro de 2013. Assim haverá tempo disponível para um período de transição com a Diretoria eleita que assumirá a partir de 1º de janeiro de 2014. Definida a data da eleição teremos que cumprir os demais prazos do estatuto. 1) As inscrições das Chapas completas deverão ocorrer do período de 09 a 20 de setembro de 2013. 2) A votação presencial na data da Assembleia (01/12/2013) prevalecerá sobre os votos por correspondência, que poderão ser enviados desde 30 dias antes da eleição e válidos se recebidos até o dia do pleito (as normas orientadas do processo de votação, como sempre, serão divulgados com antecedência). Recomendamos pelo menos a leitura dos artigos: 9º, 62º, 63º, 64º, 65º, 66º, 67º, 68º e 69º. Apenas como informação a proposta da atual diretoria para a modernização do estatuto em 2012 contemplava entre outras sugestões, a votação pela internet. A maioria dos presentes na ocasião da Assembleia optou por não apreciar as propostas, entendendo que embora a revisão fosse necessária, não era oportuna que fosse feita na atual Administração. A decisão da Assembleia Geral é soberana e assim o estatuto atual será obedecido orientando o pleito. De acordo com o exposto no Estatuto do Instituto Brasileiro Científico Cultural Girolando (IBCG), o presidente desta entidade será o presidente eleito da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando.
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Treinamento Real H A Real H – Nutrição e Saúde Animal realizou de 23 a 25 de abril, em Campo Grande (MS), o TECNICOM 2013. Mais de 60 pessoas entre diretores, gerentes, supervisores e promotores de vários estados participaram, e durante três dias, reuniões, apresentações e palestras técnicas foram organizadas para os profissionais da Linha Saúde e Linha Nutrição de grandes animais, e profissionais da Homeopet (linha para pets). O objetivo do TECNICOM é reciclar o conhecimento da equipe comercial sobre os produtos da Real H e seus resultados. Outro ponto essencial é a apresentação dos números de negociações e crescimento dos últimos doze meses, e o alinhamento das estratégias de trabalho para os meses seguintes.
Universidade do Leite Alunos de Santo Antônio do Monte (MG) receberam a Universidade do Leite, um programa da MSD Saúde Animal e que tem o objetivo a prestação de serviços diferenciados, focados no incremento da melhoria da qualidade e no aumento da produtividade da fazenda. A primeira aula aconteceu no dia 16 de maio, na Fazenda Boa Esperança e contou com a presença de 49 alunos de 14 fazendas da região. O primeiro módulo tratou sobre Saúde Neonatal. Tiago Lopes, Gerente de Produtos da Linha Leite da MSD Saúde Animal explica que a Universidade do Leite é levada até a propriedade e, a partir daí, o curral se transforma em local de aprendizado. O programa ajuda a melhorar o desempenho das propriedades, com o aumento de fatores importantes como: aumento do índice reprodutivo, aumento da produção, da produtividade e qualidade do leite, através da redução da contagem de células somáticas (CCS) e contagem bacteriana total (CBT). “Sou + Leite” A Elanco - divisão de saúde animal da farmacêutica Eli Lilly - lançou a campanha “Sou + Leite”. A ação está em consonância com a missão da Elanco de usar a ciência e sólidos sistemas de qualidade para desenvolver produtos e serviços que melhoram a saúde e o bem-estar dos animais. A ação envolve
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dezenas de produtores que contam sua história e falam sobre o que os motiva a trabalhar na produção de leite, de onde vem à inspiração e qual a contribuição da Elanco e do Lactotropin na sua atividade. Uma comissão julgadora irá escolher o vídeo mais inspirador e divulgará em junho o ganhador, que receberá como prêmio uma viagem para participar de uma das principais feiras de gado leiteiro do mundo, a World Dairy Expo, na cidade de Madison (Wisconsin/EUA) durante o mês de outubro. Cowboy Addison TE Rancho Alegre A pecuária de leite brasileira perdeu Cowboy Addison TE Rancho Alegre, touro Girolando 5/8 de propriedade de Hilton da Cunha Peixoto, nascido 07 de julho de 2000. Touro de destaque do Sumário PMGG – Girolando / EMBRAPA, Cowboy sempre esteve entre os primeiros do ranking para PTA Leite, deixando filhas produtivas e funcionais. Atual 10º colocado no Ranking PMGG, com PTA de 145 kg de leite e 91% de confiabilidade. A genética de Cowboy continuará sendo comercializada pela CRV Lagoa. Europa Os diretores da empresa Forcegen, distribuidora da Genes Diffusion, João Batista da Silva e Thiago da Silva e Silva, visitaram no mês de abril a sede da central da Genes Diffusion, localizada no Nordeste da França, região de agricultura e pecuária com clima temperado. Além da sede, visitaram as centrais de coleta e fazendas conveniadas ao grupo. Em destaque, podemos citar uma fazenda extremamente familiar, localizada à 70 km da fronteira com a Alemanha e 70 km da fronteira com a Bélgica, com produção de 2.400 kg/leite/dia. Composta por 60 vacas em produção e manejo de duas ordenhas. Obtendo uma faixa de proteína de 3,3, gordura de 3,99 e CCS de 100.000 células/ml. Com uma dieta composta de 9 kg de silagem de milho, 3 kg de feno de Luzerna, 4 kg de feno de ray grass, 1kg de concentrado para cada 3 kg de leite. Durante o inverno, os animais ficam no free stall, sendo levados no verão para piquetes com pastagem nativa.
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Democracia no campo O Governo de Minas lançou em maio o projeto Campo Novo, cujo objetivo é promover o melhoramento genético dos rebanhos das pequenas propriedades. A primeira etapa do projeto tem duração de 24 meses e a meta é atender 60 produtores no primeiro momento. Serão disponibilizadas, em média, quatro prenhezes sexadas de fêmea meio-sangue Girolando para cada produtor participante. Posteriormente, o número de produtores será ampliado. O projeto Campo Novo é do Governo de Minas, idealizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, desenvolvido pelo APL de Biotecnologia e Genética Bovina, com a parceria da ABCZ, Epamig, Emater, Fapemig, Fundação Triângulo, Coopervale, prefeitura de Uberaba, entre outros. Dia Mundial do Leite Para comemorar o Dia Mundial do Leite (1° de junho), a Câmara Setorial do Leite do Mato Grosso do Sul promoveu nos dias 28 e 29 de maio na Câmara Municipal de Campo Grande e na Assembleia Legislativa, o evento “Leite da Manhã". Os produtores levaram vários produtos derivados do leite para a degustação nas Casas Legislativas a fim de chamar a atenção dos deputados e vereadores para o mercado do leite no estado. O presidente da Câmara, Ronan Salgueiro, afirmou que o atual cenário não é ruim e que o preço pago ao produtor atingiu bons patamares. Mas, segundo ele, é preciso apoio dos parlamentares para a evolução da cadeia produtiva do leite. O Mato Grosso do Sul é muito conhecido como produtor de carne, mas está caminhando para tornar-se um polo de produção leiteira. Novidade Com o uso cada vez maior do descongelador eletrônico de sêmen e da IATF – Inseminação Artificial em Tempo Fixo, onde se descongela 10 doses por vez para agilizar o serviço e reduzir manuseio do botijão, necessita-se de uma pinça adequada para retirada simultânea de várias doses. A pinça FERTILIZE-IATF permite selecionar apenas uma ou 4, 5 palhetas, podendo retirar até 10 de uma só vez. Com uma relação custo/ benefício extremamente vantajosa, a inovadora Pinça Fertilize para IATF e sêmen sexado é um utensílio tecnicamente conveniente que, além de trabalhar como a
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pinça anatômica convencional (porém com uma maior superfície de contato, propiciando uma maior aderência à palheta) trabalha também utilizando uma presa especialmente desenvolvida para inseminação.
Aprendizado Universitários da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Anhembi Morumbi (FMV-UAM)/SP participaram na semana passada do programa “Dia & Noite de Campo – com a Mão na Roça” na fazenda da Escola Agrícola “Cônego José Bento” (EACJB), em Jacareí (SP). O técnico da Girolando Samuel Bastos ministrou palestra sobre a história e evolução da raça. No final das atividades, os universitários plantaram uma árvore de Pau Brasil para marcar o evento. O programa “Dia & Noite de Campo – com a Mão na Roça” foi sugerido pelo representante estadual da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando em São Paulo, Pedro Luiz Dias. O desenvolvimento dessa iniciativa contou com o apoio da Escola Agrícola e UAM. O programa de práticas de manejo na fazenda está sob a responsabilidade do professor Antônio Duarte, com o apoio da diretora da Escola Agrícola Tânia Moraes. A professora Thalita Cucki, coordenadora do programa por parte da FMV-UAM, acredita que ”ações de campo como essa iniciativa tem grande importância para a formação pessoal e profissional dos nossos universitários.
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Depto. Técnico Depto. Financeiro / ADM / MKT
Cargo e/ou Setor
Telefone
Leandro Paiva
Zootecnista - Superintendente Técnico do SRGRG
lpaiva@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Euclides Prata
Zootecnista - Sup. Técnico Substituto e Técnico do SRGRG
eneto@girolando.com.br
(34) 9972-3965
Fernando Boaventura
Zootecnista - Técnico do SRGRG
fboaventura@girolando.com.br
(34) 9248-0302
Gabriel Khoury
Zootecnista - Técnico do SRGRG
gkhoury@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Jesus Lopes Júnior
Zootecnista - Técnico do SRGRG
jlopes@girolando.com.br
(34) 9134-8666
José Renes
Zootecnista - Técnico do SRGRG
jsilva@girolando.com.br
(34) 9972-7882
Juscelino Ferreira
Zootecnista - Técnico do SRGRG
jferreira@girolando.com.br
(34) 9978-2237
Limírio Bizinotto
Zootecnista - Técnico do SRGRG
lbizinotto@girolando.com.br
(34) 9972-2820
Marcello Cembranelli
Méd. Veterinário - Coord. Operacional do PMGG e DPZ
mcembranelli@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Edivaldo Júnior
Técnico Agrícola - Técnico do PMGG e DPZ
ejunior@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Maurício Bueno
Zootecnista - Técnico do PMGG e DPZ
mvenancio@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Gustavo Gonçalves
Zootecnista - Técnico do PMGG e DPZ
gugoncalves@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Sérgio Esteves
Eng. Agrônomo - Departamento de Exposições e Ranking
salmeida@girolando.com.br
(34) 3331-6000
João Paulo Gimenez
Centro de Performance Girolando
-
(34) 3331-6000
Hilton Nunes
Superintendente Geral
hnunes@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Anderson Luiz Caldeira S. Alves
Superintendente Administrativo/Financeiro
asantos@girolando.com.br
(34) 3331-6006/9666-2176
Edlaine Boaventura
Faturamento
eboaventura@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Monalisa Vieira
Cobrança
mvieira@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Michael Paulino
Grife Girolando
mpaulino@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Renato Machado Lima
Contabilidade
relima@girolando.com.br
(34) 3331-6035
Danielle Peixoto
Secretária da Presidência e Diretoria
dpeixoto@girolando.com.br / diretoria@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Luana Cunha
Secretária da Superintendência Técnica e Colégio de Jurados
tsilva@girolando.com.br / lcunha@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Jean Carlos
Serviço de Controle Leiteiro
joliveira@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Nivaldo Faria
Expedição de Certificados
nfaria@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Luiz Fernando
Tecnologia da Informação
lmoura@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Larissa Vieira
Assessora de Imprensa
imprensa@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Consuelo Mansur
Comunicação e Marketing
cpereira@girolando.com.br / marketing@girolando.com.br
(34) 3331-6000
Camille Bilharinho
Ouvidoria
cbilharinho@girolando.com.br / ouvidoria@girolando.com.br (34) 3331-6000
ETR-BH (Belo Horizonte) Avenida Amazonas, 6020 – Parque da Gameleira – Belo Horizonte/MG – CEP 30510-000 Jesus Lopes Júnior
Coordenador Técnico
jlopes@girolando.com.br
(34) 9134-8666
André Junqueira
Zootecnista - Técnico do SRGRG
ajunqueira@girolando.com.br
(37) 9964-8872
Nilo do Valle
Zootecnista - Técnico do SRGRG
nvale@girolando.com.br
(31) 9954-7789
Gislaine Ribeiro
Secretária
etrbh@girolando.com.br
(31) 3334-5480
ETR-RJ/ES (Itaperuna) Avenida Presidente Dutra, 1099 – Cidade Nova – Itaperuna/RJ – CEP 28300-000 Fernando Boaventura
Coordenador Técnico
fboaventura@girolando.com.br
(34) 9248-0302
Érico Ribeiro
Zootecnista - Técnico do SRGRG
eribeiro@girolando.com.br
(28) 9939-1501
Lucas Facury
Zootecnista - Técnico do SRGRG
lfacury@girolando.com.br
(22) 9862-8480
Ariane Fernandes
Secretária
etrrj@girolando.com.br
(22) 3822-3255
ETR-SP (Jacareí) Av. Nove de Julho, 745 – Jardim Pereira do Amparo – CEP 12327-682 Euclides Prata
Coordenador Técnico
eneto@girolando.com.br
(34) 9972-3965
Samuel Bastos
Zootecnista - Técnico do SRGRG
sbastos@girolando.com.br
(12) 8120-0879
Márcia Keli
Secretária
etr_jacarei@girolando.com.br
(12) 3959-7292
ETR-GO/DF (Goiânia) Rua 250, s/n – Sala 5 – Setor Nova Vila – Goiânia/GO – CEP 74653-200
Escritórios Técnicos Regionais (ETRs)
Associação Brasileira dos Criadores de Girolando
Nome
Limírio Bizinotto
Coordenador Técnico
lbizinotto@girolando.com.br
(34) 9972-2820
Bruno Viana
Zootecnista - Técnico do SRGRG
bviana@girolando.com.br
(62) 8212-2984
Wanessa Silva
Secretária
etr_goiania@girolando.com.br
(62) 3203-5813
ETR-MS (Campo Grande) Rua Américo Carlos da Costa, 320 – Jardim América – Campo Grande/MS – CEP 79080-170 Juscelino Ferreira
Coordenador Técnico
jferreira@girolando.com.br
(34) 9978-2237
Dagmar Rezende
Médico Veterinário
drezende@girolando.com.br
(67) 9679-3440
Mariana Lacerda
Secretária
etr_campogrande@girolando.com.br
(67) 3342-9287
ETR-NE (Recife) Rua Costa Maia, 300 – Sala 114 – Cordeiro – Recife/PE – CEP 507011-360 Pétros Medeiros
Méd. Veterinário - Técnico do SRGRG
pmedeiros@girolando.com.br
(81) 9938-0070
Janaina Santos
Secretária
etr_recife@girolando.com.br
(81) 3032-3981
Telefone: (34) 3331-6000 Site: www.girolando.com.br E-mail: girolando@girolando.com.br
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Para quem é CRI, o futuro já chegou.
DIAMANTE BILLY DA CACÁ Girolando 3/4
A CRI participa ativamente dos programas nacionais de melhoramento genético para que a atividade de pecuária leiteira seja cada vez mais rentável no país. Durante a Megaleite deste ano serão divulgadas as provas dos já consagrados touros Girolando Diamante, Milagre e Ocidente. Garanta suas doses! Não deixe o destino determinar o futuro do seu negócio. Evolua mais rápido com a genética CRI.
BILLY x BOAGY-ET Sêmen Sexado
OCIDENTE LONDON DO MORRO MILAGRE DAS TRÊS PASSAGENS
Girolando 5/8 LONDON x OCIDENTE JFR
Girolando 5/8 IMPÉRIO x LANCE TL Sêmen Sexado
A escolha certa para o futuro do seu negócio.
www.CRIgenetica.com.br
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