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HISTÓRICO DA OBRA Embora muito novo, o Museu Cais do Sertão — inaugurado em 3 de abril de 2014 — guarda em seu acervo uma história rica culturalmente repassada por muitos anos. Dialogar sobre este espaço é primeiramente conhecer o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que percorre por todas as regiões e que deu início a criação do Museu. O nome ―Cais do Sertão‖ deu-se porque ele está localizado na beira do oceano, junto ao Marco Zero, onde nasceu a cidade de Recife, e por abrigar toda a riqueza do sertão nordestino. O prédio possui uma arquitetura extraordinária. Com 7 mil metros quadrados de área construída; 6 metros de altura, um grande vão para passagem dos pedestres, além de detalhes de cores, alvenaria e decoração. Foi tudo milimetricamente pensado.
É dividido em dois módulos: No módulo 1 está instalada a exposição de longa duração, e a sua estrutura é feita de concreto armado e cobertura metálica que mantém a aparência do antigo armazém que existia no local. O módulo 2, temos salas de exposição temporária, reserva técnica, auditório, dentre outros espaços, apresenta uma estrutura ainda mais sofisticada: um vão livre de 56m de extensão, recoberto por uma máscara de cobogó, remetendo à renda, à terra trincada e à visão do sertanejo da galhada na caatinga.
A R Q U I T E T O S
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FRANCISCO FANUCCI E MARCELO FERRAZ Francisco de Paiva Fanucci nasceu em 3 de
Marcelo Carvalho Ferraz nasceu em 29 de
abril de 1952 na cidade de Cambuí, Minas
agosto de 1955 em Carmo de Minas, Minas
Gerais. Em 1971, ingressou na Faculdade de
Gerais. Até os 17 anos, viveu na cidade
Arquitetura e Urbanismo da Universidade de
mineira de Cambuí, de onde saiu para cursar
São Paulo (FAU USP), curso que concluiu em
a FAU-USP, entre 1974 e 1978. . Em 1977,
1977. Em 1974, junto a colegas da faculdade
Marcelo iniciou estágio com a arquiteta Lina
(Antônio
Fábio
Bo Bardi nas obras do SESC Pompéia. Em
Calazans, José Rollemberg de Mello Filho,
1979, ao lado de Fanucci, Suzuki, Tâmara
Gal Oppido e José Geraldo Martins de
Roman e José Salles Costa Filho, fundaram o
Oliveira), criou o espaço de estudos e projetos
Atelier
Galpão, na Vila Madalena. Um ano mais
arquiteto colaborador de Lina Bo Bardi até o
tarde, iniciou estágio com o arquiteto e
ano da morte da arquiteta, em 1992. Entre
professor Júlio Katinsky. Nos anos seguintes,
1992 e 2001 dirigiu o Instituto Lina Bo e P.M.
trabalhou
arquitetos
Bardi – criado pelo casal Bardi. Em 2002,
Abraão Sanovicz e Joaquim Guedes. Entre
colaborou com Oscar Niemeyer no projeto do
1993 e 1995 leciona na Faculdade de
Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Entre
Arquitetura Brás Cubas, e a partir de 2002 na
2003 e 2004, dirigiu o Programa Monumental
Escola da Cidade, em São Paulo.
do Ministério da Cultura para a recuperação
Carlos
nos
Barossi,
escritórios
José
dos
Vila
Madalena.
Trabalhou
como
das cidades Históricas Brasileiras. Em 2006, lecionou
como
professor
convidado
na
Washington University in Saint Louis, USA. É professor da Escola da Cidade desde 2004.
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INFORMAÇÕES DA OBRA Data do início do projeto: 2008 Data da conclusão da obra: 2014 Área construída: 7.000 m2 Arquitetura e expografia: Brasil Arquitetura - Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz (autores); Pedro del Guerra (coautor); Anne Dieterich, Anselmo Turazzi, Beatriz Marques, Cícero Ferraz Cruz, Fabiana Paiva, Felipe Zene, Fred Meyer, Grabriel Mendonça, Gabriel Grinspum, Luciana Dornellas e Victor Gurgel (colaboradores); Laura Ferraz, Julio Tarragó e André Carvalho (estagiários) Museografia: Texto & Imagem - Isa Grinspum Ferraz (projeto curatorial e direção de criação); Marcelo Macca e Helena Tassara (curadores assistentes); Antonio Risério, Frederico Pernambucano de Mello, Paulo Vanderley, Pedro Castello Branco, Carlos Etchevame, José Miguel Wisnik, Bené Fonteles e Tom Zé (consultores) Produção executiva: Base 7 Realização audiovisual: Marcelo Gomes, Camilo Cavalcanti, Kleber Mendonça, Paulo Caldas, Lírio Ferreira, Sergio Roizenblit, Leandro Lima e Carlos Nader Artistas plásticos: Samico, Luís Hermano, Emmanuel Nassar, Calfi, Miguel Rio Branco e Derlon Almeida Tecnologias expositivas de museus: Peter Lindquist e Nicola Bernardo Interfaces digitais e aplicativos: Base 7 Info, 32 Bits e PKL Direção de arte: Tecnopop Iluminação cênica: Guilherme Bonfanti
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MUSEU CAIS DO SERTÃO INAUGURADO EM 3 DE ABRIL DE 2014
FONTE: brasilarquitetura.com
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IMPORTÂNCIA A importância do espaço é mostrar para o público diverso, de uma forma temática a cultura nordestina, através da história de Luiz Gonzaga e afins. A edificação tem o máximo de aproveitamento da paisagem em que se insere, respeitando e requalificando o tecido urbano em volta. Usa tecnologia mais adequada, pensando na economia de meios construtivos, o baixo custo de manutenção, a durabilidade dos materiais empregados, bem como a economia de consumo energético e de recursos naturais. Além disso, o tributo a um dos maiores ícones da cultura brasileira, a habitação conta com acessibilidade universal a todos os espaços, sendo assim, um local de muitas interações.
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OBJETIVO Objetos reais misturam-se a projeções. Chapéus, gibões e sanfonas dialogam com karaokês sertanejos, estúdios de gravação e oficinas de instrumentos de onde brotam velhos e novos baiões. Objetos de arte e religiosos dividem espaço com um imenso acervo de canções. Barcos, instrumentos de trabalho e antenas parabólicas complementam estações interativas. De forma lúdica e com os mais variados e modernos recursos expositivos e tecnológicos, o Museu Cais do Sertão retrata o sertão de Gonzaga e de milhões de brasileiros. O espaço exibe filmes, peças e espetáculos. O visitante pode interagir com jogos desafiantes, fazer cursos, criar músicas, ou simplesmente conhecer o desconhecido. O Cais é um importante espaço de convivência entre iguais e diferentes, como se autodefine.
FUNÇÃO Tem como função e compromisso a socialização do conhecimento disseminando, valorizando a cultura nordestina. A obra contem um espaço para reconhecimento a importância do estimulo a pesquisa, no intuído de dar visibilidade para instituições e pessoas que se dedicam aos conteúdos trabalhados, A universidade do Cais é o espaço de divulgação de atividades voltadas para o publico acadêmico, além da realização de encontros, palestras e workshops do próprio Museu.
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LOCALIZAÇÃO ARMAZEN 10 - AV. ALFREDO LISBOA, S/N - RECIFE ANTIGO, RECIFE - PE
FONTE: Google Maps, Editado
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ENTORNO No
entorno
da
obra podemos ter acesso a um
dos
pontos
turísticos
mais visitados de Recife, o Marco
Zero,
também
além
deste
encontramos
prédios institucionais, como a
Receita
Secretária
Federal, de
a
Ciência,
Te c n o l o g i a e M e i o A m b i e n t e do Estado de Pernanbuco e a Capitania dos Portos, etc.
FONTE: Google Maps
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FONTE: Mapa de Recife
FONTE: Google Maps, Editado M U S E U
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IMPLANTAÇÃO
FONTE: Arcoweb
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SETORIZAÇÃO 5 1
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FONTE: Arcoweb, Editado
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SETORIZAÇÃO
FONTE: Cais do Sertão
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SETORIZAÇÃO 2 1
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FONTE: Arcoweb
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SETORIZAÇÃO E VOLUMETRIA EXPOSIÇÕES A FEIRA TÚNEL DOS NOVOS BAIÕES
SERTÃO MUNDO TÚNEL DAS ORIGENS JÓAIS DA COROA
FONTE: Arcoweb, Editado
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VOLUMETRIA
FONTE: Arcoweb
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CORTES
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CORTE HUMANIZADO
FONTE: Arcoweb
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ESTÉTICA ARQUITETÔNICA
EXPOSIÇÕES
Destaca-se neste sentido o uso de elementos de entrada da ventilação e iluminação natural, os cobógos, além deste o uso de concreto aparente com pigementação amarelada, para representar o sertão e suas cores.
Se destaca a variedade de elementos expositivos da cultura nordestina. Entre estes as roupas, os instrumentos, entre outros.
MATERIAIS Além da durabilidade dos materiais empregados, bem como a economia de consumo energético e de recursos naturais – água, luz, ventilação e isolamento térmico – dentro dos limites aceitáveis para um museu de alta tecnologia expositiva.
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CONCRETO PIGMENTADO
SOMBRA E AR FRESCO
COBOGÓS PARA CONFORTO TÉRMICO
A execução reaproveita parte dos materiais originais, como a estrutura metálica da cobertura e alvenaria, embora a recomposição priorize o uso de concreto aparente, mantendo a linguagem dos materiais utilizados. Seu predomínio encontra explicação na performance estrutural, que permite grandes vãos livres, a resistência e durabilidade ao longo do tempo. Este último atributo é fundamental por se tratar de ambiente agredido pela maresia e corrosão. Mas há também a questão estética, que remete à simplicidade. No final, o concreto aparente atua simultaneamente como estrutura, fechamento e acabamento. ―Nas novas intervenções dentro do galpão, utilizamos o concreto pigmento em amarelo bem forte, muito quente. É uma tentativa de buscar a proximidade com a luz do Sertão, a tonalidade do solo e da pedra‖, conta Marcelo.
O bloco grande e elevado em concreto criou uma generosa área sombreada para o pedestre que caminha pela cidade. Um volume que revela a presença do oceano, do mar ao lado, quase como um convite para se aproximar da água. ―Essa área sombreada grande tem 60 metros de vão e 6 metros de altura. É uma grande sombra, na verdade, promovida como ato de gentileza do edifício para a região. Ou seja, é possível estar a beira do mar, sentindo a brisa na sombra de Recife. Realmente é um gesto bem amistoso do empreendimento com a cidade‖, diz Francisco.
As duas fachadas do edifício são contornadas e protegidas por um véu de cobogós. Sua escolha recai, inicialmente, por tratar-se de um elemento peculiar da arquitetura pernambucana e, depois, pela sua capacidade de filtrar a luz, servindo para amenizar o impacto da pedra amarela de concreto na cidade. Marcelo explica que os 2,2 mil cobogós com a galhada das árvores secas são uma referência à região nordestina seca. ―Quando a pessoa se embrenha no Sertão, ela enxerga tudo através do filtro dos galhos. Mas tem outra proposta, que é a de proteger os equipamentos do museu, todos de alta tecnologia e multimídia. Assim como as obras de arte, eles exigem controle de umidade e temperatura. Para isso, nos espaços internos, especificamos sistemas de ar condicionado‖.
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FONTE: otempo.com.br
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FONTE: brasilarquitetura.com
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CONCEPÇÃO DO PROJETO A concepção e o desenvolvimento do Museu ficaram a cargo de um grupo de especialistas, incluindo a pernambucana Isa Grinspum Ferraz, responsável pela curadoria e direção de criação. A ideia original é do antropólogo e poeta Antonio Risério. Isa, que também trabalhou na concepção do Museu da Língua Portuguesa, trouxe para
o Cais do Sertão o conceito de um espaço dinâmico de convivência, diversão e conhecimento, polo gerador de novas ideias e vivências.
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FONTE: Arcoweb
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FONTE: Arcoweb
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ROSETAS E ESTRELAS
ALFABETO ARMORIAL
ASSINATURAS
PADRÕES
FONTE: tecnopop.com
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FONTE: Cais do Sertão
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TERRITÓRIO VIVER Peculiaridades da vida no sertão revelam-se
FONTE: Cais do Sertão
aos olhos de quem chega ao Cais e visita a Casa do Transtempo. Imagens que provocam os sentimentos de dentro a manifestarem-se cá fora de diferentes maneiras. Objetos de uso cotidiano
que
temporalidades
remetem e
a
projeções
diferentes que
nos
transportam para outras formas de morar no sertão, na atualidade, mexem com o imaginário daqueles que nunca visitaram a região e aguçam as lembranças de quem um dia lá viveu
FONTE: Cais do Sertão
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TERRITÓRIO OCUPAR Composto por uma instalação com elevações
FONTE: Cais do Sertão
que representam aspectos da geografia do Nordeste, na qual são projetadas animações
sobre o universo do sertão. Nesse território, o público encontrará exemplares de peças nas áreas de paleontologia, arqueologia, ecologia, uma
representação
da
indumentária
do
vaqueiro, réplica do traje de Lampião e terminais multimídia com conteúdos interativos, que tratam dos diferentes temas sobre a ocupação do sertão.
FONTE: Cais do Sertão
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TERRITÓRIO TRABALHAR FONTE: Cais do Sertão
Aproximadamente cinquenta instrumentos que remetem ao universo do trabalho do homem sertanejo encontram-se nesse território do Museu. Instalações multimídia denominadas Enciclopédia dos fazeres permitem ao visitante navegar em informações sobre os objetos expostos e ter acesso a vídeos demonstrando o uso desses instrumentos no cotidiano.
FONTE: Cais do Sertão
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TERRITÓRIO CANTAR No coração do Museu, encontra-se o DNA do baião, linha do tempo interativa, que conta a história da invenção do gênero. O espaço
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dialoga com duas salas de projeção, conhecidas como Túnel das origens, onde apresentamos as sonoridades
tradicionais
que
inspiraram
a
criação do baião, e o Túnel dos Novos Baiões, com depoimentos e apresentações de músicos contemporâneos que beberam da fonte de Luiz Gonzaga e reinventaram o estilo. No Território, o rádio apresenta-se como principal objeto de informação e entretenimento, destacando a produção cultural brasileira com os programas de auditório, radionovela e os artistas de projeção no cenário nacional.
FONTE: Cais do Sertão
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TERRITÓRIO CRER FONTE: Cais do Sertão
O universo sagrado do homem sertanejo se faz presente no Cais nos espaços batizados como Bosque Santo e Túnel do Capeta. O simbólico, sem forma e tons definidos, possibilita que o público faça a sua própria interpretação de assuntos que mexem com o imaginário social e provocam diferentes interpretações para um mesmo tema.
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TERRITÓRIO MIGRAR O território do Migrar trata de um dos temas mais explorados
por
Gonzaga
em
sua
obra,
apresentando a ―diáspora‖ de milhares de famílias sertanejas pelos diferentes lugares do país. Um painel de xilogravuras do artista plástico J. Borges singulariza o espaço e amplia as relações com o tema
dos
deslocamentos
humanos.
Uma
instalação multimídia com 48 depoimentos de
migrantes
sertanejos,
anônimos
e
famosos,
denominada Retratos povoa esse território do museu, que, assim como o migrante, se divide
FONTE: Cais do Sertão
entre a cidade e o sertão, a lembrança e o esquecimento, a memória e a história.
FONTE: Cais do Sertão
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REFERÊNCIAS
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Disponível
em:
A B E R TA S , J a n e l a s . M U S E U C A I S D O S E R T Ã O . D i s p o n í v e l e m : http://www.janelasabertas.com/2014/07/18/museu-cais-sertao/. A c e s s o e m 1 0 d e m a r ç o d e 2 0 1 7 . A R Q U I T E T U R A , G a l e r i a . C A I S D O S E R T Ã O . D i s p o n í v e l e m : http://www.galeriadaarquitetura.com.br/projeto/brasil-arquitetura_/cais-do-sertao-luiz-gonzaga/175. A c e s s o e m e m 8 de março de 2017. E S I G . C A I S D O S E R T Ã O . D i s p o n í v e l e m : h t t p : / / w w w . r e c i f e . p e . g o v. b r / E S I G / . A c e s s o e m 1 2 d e m a r ç o d e 2 0 1 7 . T E C N O P O P. C A I S D O S E R T Ã O . D i s p o n í v e l e m : h t t p : / / w w w . t e c n o p o p . c o m . b r / c a i s - s e r t a o / . A c e s s o e m 1 0 d e m a r ç o d e 2 0 1 7 .
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