LANÇAMENTO DAF AMPLIA LINHA CF COM MOTOR DE 6.7 LITROS
Distribuição gratuita para motoristas de caminhão
DESDE 1970 TRANSPORTANDO INFORMAÇÃO | www.ocarreteiro.com.br | ano 51 | Nº
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EXPECTATIVA BOA
Indústria de caminhões projeta novo crescimento
IVECO DAILY EURO VI
Novo Iveco Daily tem a missão de manter o sucesso de vendas da marca no segmento de leves
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MERCEDINHO ACCELO
Perto de comemorar 20 anos de lançamento, Accelo mantém a tradição do Mercedinho 710
NOVO VW URBANO
Potência, baixo consumo e segurança tornam o Delivery Express ocarreteiro.com.br mais competitivo 1
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EDITORIAL
TRANSPORTE NOS EIXOS
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JOÃO GERALDO Editor
esde os tempos dos primeiros caminhões, uns 120 anos atrás, carregar mais por viagem tem sido tema de interesse de quem transporta. E não por acaso, a motivação persiste até hoje, mesmo diante de regulamentações e regras acerca de carga máxima transportada, como peso, quantidade de eixos e potência do caminhão, entre outros detalhes técnicos. A busca de soluções para aumentar a carga sem trazer ameaça à segurança, malha viária e não ferir a Lei da Balança tem sido um desafio constante, especialmente para os fabricantes de implementos rodoviários. Carretas dos tipos vanderleia, três eixos, canguru, bitrem, rodotrem e com 4º eixo, são frutos da busca por maior eficiência numa mesma composição, sendo esta última uma questão que se arrasta há anos. Em 2014, por exemplo, o Denatran classificou como ilegal o 4º eixo em semirreboque SL, decisão reforçada em 2018 pela portaria 38/2018 citando quais veículos poderiam receber ou ter eixos retirados. No entanto, muitas unidades com 4º eixo continuaram e continuam a circular asseguradas por decisões liminares e até autorizações vez ou outra questionadas por autoridades. Agora, a resolução 882 do Conselho Nacional de Trânsito sinalizou a legalização, porém dentro de critérios técnicos ainda a serem definidos. A mesma decisão autoriza a aplicação de cavalo mecânico 6X2 ou 4X2 para tracionar esse tipo de implemento de 58,5 toneladas de PBTC. O bitrem de 7 eixos (57 toneladas de PBTC) também poderá ser tracionados por cavalos mecânicos 6X2, veículo mais leve e de menor preço comparado ao 6X4. Em outras palavras, resolução agrada muita gente, mas depende ainda de portaria do órgão de trânsito antes de os semirreboques serem legalizados e produzidos. Até o fechamento desta edição, no início de fevereiro, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) elaborava uma norma com os requisitos técnicos de segurança possibilitando a modificação ou adaptação das carretas de quatro eixos modificadas. Estima-se cerca de 8 mil unidades em circulação. Essa questão que se arrasta desde 2014 deverá ter seu fim ainda no primeiro trimestre deste ano, quando a decisão do órgão de trânsito estiver totalmente regulamentada. Enquanto isso não acontecer, na prática a situação nas rodovias em relação aos quatro eixos continua a mesma. ocarreteiro.com.br
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SUMÁRIO
16 MERCEDES-BENZ ACCELO
Lançado em 2003 para substituir e manter o sucesso do Mercedinho, e prestes a completar 20 anos de mercado, o Accelo superou licenciamento de 80 mil unidades
20 VOLKSWAGEN DELIVERY EXPRESSS +
Semileve com novo motor Euro VI ganhou potência e mais itens de segurança 4
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Montadoras projetam novo crescimento de produção e vendas de caminhões em 2022
REVISTA
DESDE 1970 TRANSPORTANDO INFORMAÇÃO
/OCARRETEIRO /OCARRETEIRO_ /OCARRETEIRO (11) 97362-0875 /REVISTAOCARRETEIRO
DIRETOR Edson Pereira Coelho REDAÇÃO | redacao@ggmidia.com.br Editor: João Geraldo (MTB 16.954) Reportagem: Daniela Giopato ARTE | arte@ggmidia.com.br Editor de Arte: Pedro Hiraoka
26 LANÇAMENTO: DAF CF
DIGITAL Alexis Coelho Eduardo Arpassy
Caminhões DAF semipesados de 6.7 litros trazem proposta de conforto e segurança
COMERCIAL | comercial@ggmidia.com.br Erika Nardozza Coleta Eurico Alves de Assis Nilcéia Rocha
32 IVECO DAILY EURO 6
ADMINISTRAÇÂO Ed Wilson Furlan
Modelo Euro VI traz mais potência e tecnologia para o segmento de 3.5 toneladas PBT
38 VOLVO BATE RECORDES
Produção, licenciamentos e vendas de pesados são os maiores da história da Volvo no Brasil
44 PARCEIROS DE PESO
DISTRIBUIÇÃO G.G. Ed. de Publicações Técnicas Ltda. Ricardo Lúcio Martins Rute Rollo ASSINATURA | assinatura@ggmidia. com.br Exemplar avulso: RS 11,00
ED. Nº 547 • FEV-MARÇO/2022
Mercedes, Volvo e Volkswagen se unem para acelerar a eletromobilidade na Europa
50 IVECO PÉGASO
Adquirida pela Iveco, Pégaso foi marca de vanguarda na produção de veículos pesados
56 RENAULT MASTER
Nova linha de carga Renault Master traz modernidade à distribuição urbana
SEÇÕES 06 Notícias | 25 Boletim de pneus 61 Na Mão Certa | 62 Classificados 64 Tabelas | 66 Retrovisor
Publicação de: G.G. Editora de Public. Téc. Ltda. Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria CEP 04635-021-SP - Tel.: (11) 5035-0000 revista@ocarreteiro.com.br www.ocarreteiro.com.br A Revista O Carreteiro é dirigida a motoristas de caminhão, empresários donos de transportadoras, frotistas, chefes de oficinas e demais profissionais ligados ao transporte rodoviário de carga. A publicação é distribuída em cooperação com postos de serviços rodoviários “ROD” (Rede Oficial de Distribuidores da Revista O Carreteiro). É proibida a reprodução total ou parcial de matérias sem prévia autorização. Matérias e artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião da Revista O Carreteiro. Impressão e Acabamento: Grafilar. Distribuição gratuita nos postos de rodovia cadas‑ trados no ROD.
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MULHERES NA DIREÇÃO Longe de ser novidade, as mulheres estão conquistando cada vez mais espaço no comando de caminhões. Por paixão, sonho de viver na profissão ou por outro motivo qualquer, pouco importa, o fato é que de uns anos tem havido certa preferência pelo trabalho delas no volante, especialmente em grandes frotas com veículos de diferentes portes e PBT. Também não faltam ações de incentivo para facilitar o acesso delas à profissão. O Movimento “A Voz Delas”, criado pela Mercedes-Benz para conscientizar a sociedade sobre a importância da participação das mulheres no transporte, como forma de empoderamento e equidade de gênero na atividade, é uma dessas iniciativas. A ação mais recente da montadora, dentro do Movimento "A Voz Delas" foi a promoção “Na Direção dos Seus Sonhos”, que custeou cursos de formação de condutores para habilitação profissional na
categoria “C” de 30 mulheres. O grupo esteve na fábrica da Mercedes, em São Bernardo do Campo/SP, para participar de atividades como teste drive de caminhão em circuito interno da empresa, palestra e visita para conhecer a linha de montagem de caminhões. Entre as novas motoristas profissionais, se destacam aquelas com estreita ligação com a profissão, como filhas e esposas de motoristas, porém muitas no grupo são mulheres que há anos sonhavam poder um dia ser caminhoneiras. Para Ebru Semizer, gerente sênior de Marketing Comunicação & Inteligência de Mercado Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil, todas as novas habilitadas são vencedoras, pois demonstraram força e determinação em seus objetivos e desafios para viverem como desejam, ocupando seu próprio espaço, mostrando sua capacidade de desempenhar uma função tão bem quanto qualquer outro profissional.
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PESADÃO VW 41.460 8X4 Disponível desde o final de 2021, o Constellation rígido 41.460 8X4 é a novidade da Volkswagen para aplicações fora de estrada e mineração, construção pesada e aplicações madeireiras e florestais. Equipado com o motor MAN D26 de 13 litros, 460cv e torque máximo de 2.300 Nm produzido no Brasil, o trem de força é complementado pela transmissão automatizada V-Tronic Traxon de 12 e 16 velocidades calibrada para a operações off- road . Os eixos traseiros contam com redução nos cubos. O 41.460 8X4 é disponibilizado com diferentes entre-eixos na faixa de 5,2 e 5.8 metros. O peso bruto total de 41 toneladas e 125 toneladas de capacidade máxima de tração, colocam o 41.460 8X4 como modelo de maior capacidade de carga entre os caminhões rígidos produzidos
pela Volkswagen. Outros atributos do veículo estão no maior ângulo de ataque e para-choque metálico para evitar deformações e quebras; faróis com proteções e protetor de radiador, todos itens mandatórios em veículos destinados a operações fora de estrada. O banco do motorista conta com suspensão pneumática, cinto de segurança integrado e opções de forração em tecido ou couro sintético. A partir de março, todos os caminhões Volkswagen Constellation dos modelos rígidos 24.280, 24.330, 30.280, 30.330, começam a sair da linha de produção conectados com a RIO Box instalada de série. O serviço já era disponibilizado no elétrico e-Delivery e nos cavalos mecânicos Constellation e Meteor. Nos demais veículos da marca, o serviço continuará sendo item opcional. ocarreteiro.com.br
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EMPRESA INDEPENDENTE Em 10 de dezembro de 2021, a Daimler Truck & Bus passou a ser um fabricante de veículos comerciais separado do Grupo Daimler. Independente, a empresa pretende acelerar o desenvolvimento de veículos movidos a baterias e células de combustível, tanto por iniciativas próprias quanto por meio de parcerias estratégicas, entre outras ações. Na posição de um dos
maiores fabricantes de veículos comerciais do mundo, a Daimler Truck & Bus reúne sete marcas, sendo elas os caminhões das marcas BharatBenz, Freightliner, Fuso, Mercedes-Benz e Western Star, além dos ônibus Setra e Thomas Built Buses. O Grupo Daimler, por sua vez, continuará a atuar na produção de automóveis de passeio e vans.
CAMINHÕES PREMIADOS As montadoras Mercedes-Benz, Volkswagen e Volvo iniciaram o ano de 2022 com veículos de suas marcas destacados pelo Prêmio Top Truck TV como os melhores caminhões de 2021 em diferentes categorias. Entre os semileves, o escolhido foi o VW Delivery Express. A montadora venceu também na categoria Caminhão Leve do Ano com o Delivery 9.170. Entre os médios, o troféu ficou para o MercedesBenz Atego 1419, enquanto o Semipesado mais votado foi o VW Constellation 24.280. Já o prêmio de Melhor Caminhão Pesado ficou com o Volvo FH 540 e o Mercedes-Benz Arocs, um pesadão para
operações fora de estrada lançado no segundo semestre de 2021, eleito o Caminhão Extrapesado ficou também com o troféu de Melhor Caminhão do Ano. A Mercedes-Benz se destacou também ao ser premiada como a empresa com Melhor Performance Empresarial, e seu vice-presidente de vendas, marketing caminhões e ônibus, Roberto Leoncini, o Melhor Executivo de Montadora. Júri do Prêmio é formado por 13 jornalistas da área automotiva e os veículos que concorrem em cada categoria são indicados pelas próprias montadoras. A premiação aconteceu na segunda quinzena de dezembro de 2021.
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30 ANOS DA TRUCKVAN Fundada em 20 de janeiro de 1992 por Alcides Braga e Flávio Santilli, a Truckvan acabou de completar 30 anos de atividades no segmento de implementos rodoviários, no qual se destaca como a maior fabricante de unidades móveis do Brasil. Com portifólio de produtos para locação,a Truckvan também se projetou no mercado na produção de implementos rodoviários pesados. Nos últimos três anos, a empresa registrou crescimento constante de semirreboques, carrocerias sobre chassis e unidades móveis. De acordo com Alcides Braga, presidente da companhia, as metas para este ano são de prosseguir melhorando a performance quantitativa, o crescimento da produtividade e aumento da cobertura
em todo o território nacional. De acordo com Alcides Braga, entre as estratégias traçadas para 2022 constam investimentos audaciosos e prospecção do nome da Truckvan no mercado internacional . Como parte das comemorações de 30 anos, a empresa lançou a linha de produtos exclusivos “Black Edition”, edição limitada de implemento com linha de acessórios especiais e acabamento diferenciado.
INVESTIMENTO DE 1 R$ BI Depois de ter encerrado o ano de 2021 com excelentes resultados, em maior parte devido à nova estrutura organizacional adotada pela empresa, a Iveco confirmou o investimento de 1 R$ bilhão de reais destinado ao Brasil e América Latina. Previsto para ser encerrado em 2025, o investimento coincide com os 25 anos de operação da montadora no Brasil e também com o início da nova fase da montadora agora como parte do Iveco Group (veículos comerciais e especiais, trem de força e serviços financeiros). O novo ciclo de investimento tem como principal objetivo fortalecer a presença da marca na região, lançando as bases para
o crescimento futuro da marca. De acordo com o presidente da Iveco na América Latina, Márcio Querichelli, o aporte é destinado para o desenvolvimento de novos produtos, como as linhas Euro VI, serviços, treinamento de pós-venda na rede de concessionários, ampliação da linha de peças Nexpro e nacionalização/ localização no fornecimento de peças, componentes e incremento do processo produtivo, entre outras ações. "A Iveco não para. Teremos muitas novidades em 2022 e tenho certeza de que nosso crescimento sustentável ganhará mais fôlego e continuaremos avançando no mercado de transportes”, concluiu. ocarreteiro.com.br
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RUMO À ESTABIL ID
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BIL IDADE
Depois da queda de produção e de vendas provocada pela pandemia em 2020, os números da indústria de caminhões voltaram a crescer em 2021. Este ano o setor começou com perspectivas de prosseguir avançando, especialmente para atender a demanda do e-commerce, agronegócio e compras antecipadas por conta da fase P8 do programa de redução de emissões, em vigor a partir de 01 de janeiro de 2023 JOO Ã GEODLA R
O
emplacamento de 128.679 caminhões acima de 3,5 toneladas de PBT em 2021 superou as previsões iniciais da indústria de veículos comerciais, com o crescimento de 43,5% sobre o total registrado em 2020. A produção, por sua vez, atingiu 158.810 unidades contra 90.936 no ano anterior, um período de forte retração devido a pandemia que interrompeu um ciclo de três anos de recuperação após a crise econômica enfrentada em 2015 e 2016. O aumento de produção e vendas no ano passado ocorreu em todos os segmentos de carga a partir de 3,5 toneladas de PBT, sendo o maior crescimento registrado entre os modelos pesaocarreteiro.com.br
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Volkswagen Constellation 24.280 se destaca como o semipesado mais vendido no País
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dos, com 66.144 unidades licenciadas. Esse total representou quase metade de todos os emplacamentos de caminhões em 2021. O desempenho dos pesados deveu-se em maior parte ao setor do agronegócio, com destaque para o transporte de grãos. A expectativa dos fabricantes para este ano é de atingir o total de 140 mil caminhões licenciados, cerca de 10 % acima do ano passado. Boa parte desse resultado é esperada das vendas de cavalos mecânicos para tracionar carretas acima de 50 toneladas de PBTC para o transporte de produtos agrícolas. A previsão se estende também à antecipação de compras de caminhões por conta da fase P8 do programa brasileiro de emissões - equivalente à Euro 6 -, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2023 para todos os veículos a diesel. A muAlavancado pela alta produção, o transporte de grãos é uma das atividades que mais utiliza caminhões pesados
dança trará aumento de preços devido aos custos das montadoras por conta da implementação das novas tecnologias. A marca com maior número de caminhões licenciados em 2021, entre todas fabricantes e categorias - dos semileves aos pesados - é a Volkswagen. A montadora atingiu 37.462 unidades, seguida pela Mercedes-Benz com 33.089. As duas juntas somam 59% dos veículos produzidos acima de 3,5 toneladas de PBT. Na divisão de mercado do ano passado entre as duas fabricantes, a VWCO ficou com o maior volume de caminhões no segmento de semipesados, com o emplacamento de 16.741 unidades, das quais mais de 4.200 são do modelo Constellation 24.280. A Mercedes-Benz, por sua vez, sobressaiu-se no segmento de pesados Axor e Actros, com 15.899 unidades licenciadas, com destaque para o Actros 2651, com 3.467 emplacamentos. Na VWCO, os emplacamentos de 7.926 modelos pesados foram formados por 4.469 Meteor, 4.339 Constellation e 58 modelos MAN TGX. No entanto, quem vendeu mais caminhões pesados no mercado brasileiro em 2021 foi a Volvo, mais uma vez, ao re-
Marca tradicional de pesados, a Scania emplacou 15.611 caminhões ocarreteiro.com.br
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gistrar 21.823 unidades, das quais 8.935 são do FH 540. O modelo conquistou a posição de preferido da categoria pela nona vez nos últimos 13 anos no mercado brasileiro. A Scania, por sua vez, ficou com 15.611, contra 8.712 do ano anterior, um crescimento de 79,6% em relação ao total de 2020. A DAF encerrou 2021 com o emplacamento de 5.584 caminhões contra 3.831 alcançados no ano anterior, registrando 46,2% de crescimento. A meta da montadora, que completará nove anos de presença no mercado brasileiro este ano, é de aumentar em cerca de 20% o volume de vendas, especialmente em razão da maior disponibilidade produtos com os novos modelos da linha CF. A Iveco, atingiu 8.590 veículos licenciados, entre os quais 3.120 são pesados Hi-Road e Hi-Way. O resultado é quase o dobro das 1.599 unidades registradas em 2020. O crescimento é atribuido em
boa parte às ações da empresa nos últimos anos, caracterizada por investimentos, atualização e fortalecimento da linha de produtos, ampliação da rede de concessionários, de serviços e treinamento, tudo com foco na satisfação do cliente e imagem da marca. No fechamento do primeiro trimestre de 2021, os resultados de vendas da Daily, com crescimento de 30% em relação a 2020, seguido de grande aumento e emplacamentos de caminhões médios e semipesados sinalizavam um cenário positivo para a montadora. Durante o ano houve também destacado aumento de vendas de lotes dos cavalos mecânicos pesados Hi-Road e Hi-Way. Os números de produção e emplacamentos de caminhões são divulgados mensalmente pela Anfavea, a associação que reúne os fabricantes de veículos automotores no País, tendo como fonte o Renavam/Denatran.
Com mais de 5.500 caminhões da marca licenciados no ano passado, a DAF registrou mais um ciclo de crescimento no País
Modernização dos veículos, novos serviços e maior foco nos clientes contribuiram para alavancar as vendas da Iveco
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Em 2021, a Volvo comemorou o seu melhor resultado desde instalação no Brasil em 1980
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TRAJETO DE SUCES
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Produzido nas versões leve para 8, 9 e 13 toneladas de PBT, com terceiro eixo, a linha Accelo atingiu no final de 2021 o total de 80.920 unidades licenciadas no Brasil desde o lançamento em 2003
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SUCESSO
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o final de 2021, o MercedesBenz Accelo atingiu o total de 80.920 unidades vendidas no mercado brasileiro. O volume alcançado foi comemorado pela companhia como um importante marco na trajetória do modelo lançado em 2003 na versão 715C. Sua missão era ser no futuro o substituto do Mercedinho 710, modelo que se tornou ícone no segmento de caminhões leves no mercado brasileiro. O trajeto do modelo passa pelo lançamento em 2006 do Accelo 915 C, com opções de entre-eixos de 3.700mm e 4.400mm. Em 2011 chegaram as versões 815 (para 8,3 toneladas de PBT) e a 1016 (para 9,6 toneladas de PBT) e a retirada definitiva do mercado do Mercedinho 710. Para se juntar aos dois modelos leves da marca, em 2015 a linha foi ampliada com o lançamento do Accelo médio 1316 6x2 com terceiro eixo de fábrica e possibilidade de receber carroceria de até 8m de comprimento. O compromisso de ser um dia o substituto do Mercedinho 710, um campeão de vendas no segmento de caminhões leves, foi fundamental para o Accelo trazer certas inovações na época de seu lançamento, com destaque para a cabine com o conceito home office e interior próximo de um automóvel de passeio. Outros detalhes para reforçar essa tendência podiam ser notados no volante, coluna de direção com regulagens, cintos de segurança de três pontos e computador de bordo no painel com sistema de diagnose. O veículo disponibilizava também vidros elétricos, espelhos com regulagem elétrica, ar condicionado e degraus de acesso à cabine cobertos. ocarreteiro.com.br
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Mercedinho 608, lançado no Brasil em 1972, abriu caminho para o ingresso da Mercedes-Benz no segmento de caminhões leves O vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, Roberto Leoncini, reforça que o Accelo já nasceu com diversas novidades e foi também a primeira linha de caminhões leves a ser comercializada com opção de transmissão automatizada, no caso a caixa Eaton de seis velocidades. A versão mecânica, do mesmo fabricante, tem cinco marchas. “Quando a Mercedes lançou o Accelo, há 19 anos, havia o desafio de dar continuidade ao sucesso do caminhão 710, o queridinho do Brasil devido a características de agilidade e robustez nas atividades da distribuição urbana severas e também nas operações de curtas distâncias rodoviárias”, acrescentou Leoncini. Atualmente a linha Accelo é equipada com motor Mercedes-Benz OM
924 LA com 156cv de potência e torque de 610Nm na faixa de 1.200 a 1.600rpm. CARA CHATA PIONEIRO – Pode se dizer que a história dos caminhões Mercedes-Benz leves no Brasil começou com o 608D. O modelo trouxe várias novidades ao segmento quando foi lançado em 1972. Na época, era um veículo diferenciado, especialmente pela cabine avançada (cara chata) e o motor a diesel em um 6 toneladas de PBT. A mecânica simples e durável, mais a baixa desvalorização e bom valor de revenda contribuiram para tornar o 608D sucesso de mercado. Seu concorrente direto era o Ford F 350 a gasolina, com cabine convencional (com capô), substituído pela versão a diesel em 1976. Anos depois, em 1987, a Mercedes-
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-Benz lançou o Mercedinho com a nova cabine, mais espaçosa, e a nomenclatura 709. Seu substituo, o modelo 710, foi lançado em 2002 e trazia como novidade o motor motor intercooler. Em março de 1995 chegou o 914 seguido pelo 1114 com terceiro eixo de rodado simples. Em 2003, quando foi lançado o Accelo 915, as vendas do Mercedinho 710 já haviam atingido 85 mil unidades. A essa altura, a linha de veículos de carga para distribuição da Mercedes-Benz já contava com os modelos da família Sprinter produzida na Argentina e lançada no Brasil em 1996. De acordo com números divulgados pela a Mercedes-Benz, o maior volume de emplacamentos é do Accelo 815, com 30.579 unidades, seguido pelo modelo 1016 com 28.154 emplacamentos.
Lançado em 1972, o Mercedinho 710 se tornou um dos modelos hitóricos da marca no mercado brasileiro
O Accelo foi lançado há 19 anos para dar continuidade ao sucesso do Mercedinho 710, lembrou Leoncini
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A combinação de potência, economia de combustível e segurança são itens apontados pela fabricante como principais destaques do novo VW Delivery Express produzido a partir de janeiro 20
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JOÃO GERALDO
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Delivery Express+, veículo comercial produzido pela Volkswagen para o segmento de 3,5 toneladas de PBT, direcionado a operações
urbanas, ficou mais potente na nova versão com motor preparado para atender à norma de emissões do Proconve P-8, em vigor para veículos de sua cateocarreteiro.com.br
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goria movidos a diesel produzidos a partir de 01 de janeiro deste ano. A próxima fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, a P8 - passa a valer para todos os veículos pesados a diesel produzidos no País a partir de janeiro de 2023. Equivalente à norma europeia Euro 6, o Proconve P8 estabelece maior redução de agentes poluidores emitidos por veículos comerciais pesados a diesel em relação ao P7 (Euro 5). Os principais agentes poluidores são óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos, monóxido de carbono (CO) e material particulado. Segundo a engenharia da VWCO, as
melhorias técnicas aplicadas ao motor de 3 litros e 156cv de potência são capazes de resultar em até 5% de economia de combustível em relação à versão anterior de 2.8 litros. Produzido pela FPT, o novo propulsor apresenta torque máximo de 360Nm na faixa de 1.300 a 2.900 rpm, característica que proporciona melhores arrancadas e acelerações. Sua tecnologia de emissões é a SCR, cujo tanque de Arla 32 é integrado ao de combustível. Entre outras novidades, o VW Delivery Express+ conta com sistema de estabilidade, tecnologia para evitar derrapagens e reduzir o risco de perda de
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Motor Euro 6 de 3.0 litros de 156cv de potência e pacote de sistemas de segurança são destaques do novo Volkswagen Delivery Express+ produzido desde o início deste ano controle da direção, especialmente em pistas molhadas. O sistema trabalha em conjunto com os freios ABS e o Controle de Tração e Assistente de Rampa (acionado para partidas em ladeiras). Outros idispositivos de segurança presentes no veículo são os sensores eletrônicos que monitoram constantemente a trajetória do veículo e indicam qualquer potencial redução na aderência dos pneus ao solo. Caso haja necessidade, o sistema ativa automaticamente os freios de roda e ajusta o torque do motor até o atrito e o controle do movimento serem recuperados. A nova versão do Delivery Express+
tem sido motivo de boas expectativas por parte da VWCO, especialmente em relação ao fortalecimento da imagem do produto para quem opera veículos voltados a atender as demandas do e-commerce no País, conforme, reforça Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Serviços da Volkswagen Caminhões e Ônibus. “Estamos muito otimistas com as novidades do modelo para atrair cada vez quem tem investido em frota própria com o crescimento do e-commerce em todo o País. Temos a opção ideal para esse cliente: um veículo econômico, com capacidade de carga de caminhão e que pode ser dirigido com a mesma habilitação de um carro de passeio”, concluiu o executivo. Ainda sobre o segmento de semileves, a montadora produz o Delivery nas versões 4.160 para 4,2 toneladas de PBT e o 6.160 para 5,8 toneladas de PBT, sendo este segundo com rodado duplo no eixo traseiro. Em 2021foram licenciadas 3.545 unidades do Delivery Express. ocarreteiro.com.br
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CARGA URBANA
Novo Delivery Express traz expectativa de fortalecimento da imagem do produto E-DELIVERY NO EXTERIOR– O presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Roberto Cortes, anunciou no final de 2021, o início do programa de parceria com importadores para preparar a chegada do e-Delivery em países da América do Sul a partir do primeiro trimestre deste ano. De acordo com Cortes, o interesse na linha de produtos da marca tem sido grande também em outros mercados onde a VWCO atua. O executivo acrescentou ainda o início das exportações de caminhões Volkswagen para a República das Filipinas. Conforme adiantou na ocasião,
os veículos serão enviados completos da fábrica em Resende/RJ para serem montados no país de destino. A operação, por sua vez, será realizada através de um importador oficial. A operação representa a porta de entrada da marca no continente asiático. Além de 10 opções da linha Delivery, modelos Constellation e Volksbus também serão ofertados no mercado filipino, onde os veículos contarão com oito pontos de atendimento. O primeiro lote, com 40 unidades, já foi vendido. Os veículos comerciais da VWCO rodam em mais de 30 mercados internacionais.
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SANGRIA EM PNEUS trabalham em uma determinada temperatura, nunca frios. Também não podemos esquecer que para manter a pressão correta é importante as válvulas e tampas estarem sempre em perfeito estado. Esses dois pequenos componentes mantêm a integridade do pneu e muitas vezes até mesmo do veículo. As válvulas são mecanismos delicados que mantém o ar sob pressão no interior do pneu, por isso devem ser protegidas sempre por tampas, para evitar a contaminação por água e sujeiras, elementos que podem provocar vazamentos e fazer o pneu rodar com baixa ou sem nenhuma pressão, levando à perda da carcaça para futuras reformas e aumentando o custo operacional do veículo. Bom trabalho e até o próximo mês.
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angria é a prática de retirar ar quente do pneu, que com o uso sofre aquecimento e elevação da pressão interna, a qual, por sua vez, é prevista na construção do pneu e também na indicação de pressão correta de serviço. Por isso, todo pneu deve ser calibrado frio. Também nunca se deve colocar o calibrador num pneu que esteja quente, pois a pressão indicada não será a mesma colocada inicialmente quando o pneu encontra-se em temperatura ambiente. Se for retirado o ar do pneu quando ele estiver quente, com o objetivo de ajustar a pressão, a temperatura de trabalho do pneu aumentará ainda mais, porque haverá mais espaço em seu interior para as moléculas de ar se chocarem, aumentando a temperatura interna cada vez mais. É importante lembrar que quando se coloca o calibrador num pneu ainda quente, estamos medindo a pressão de ar e não a temperatura que ele se encontra. Podemos fazer inclusive uma analogia comparando com o feixe de molas, pois tanto os pneus quanto os feixes de molas
Este boletim é de responsabilidade do consultor na área Automotiva Pesada, Guilherme Junqueira Franco, que tem a formação TTS - Truck Tire Specialist (Especialista em Pneus de Caminhão). Dúvidas: guijunqueirafranco@gmail.com ocarreteiro.com.br
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LANÇAMENTO
FAMÍLIA EM CRE
Depois de estrear no segmento de caminhões para 29 toneladas de PBT, no início do ano passado, com o lançamento do rígido CF 8X2, a DAF começou 2022 com apresentação de novos semipesados 6X2 e 8X2, com potências na faixa de 280 a 300cv, com foco no motorista autônomo e pequenos transportadores
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linha de caminhões DAF CF semipesados, lançada no início de 2021, acabou de crescer com a chegada de novos produtos nas versões 6X2 e 8x2, ambas equipadas com motor de 6,7 litros. Disponibilizados nas potências de 286 e 305cv, os veículos são oferecidos em três diferentes cabines, das quais duas contam com cama, inclusive uma delas com opção de beliche. Os novos caminhões trazem com eles a proposta de se destacarem no disputado mercado de semipesados como veículos providos de elevado padrão de qualidade, eficiência, tecnologia, conforto e robustez. Em 2021, o segmento de
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caminhões semipesados atingiu vendas de 32.187 unidades, 25% do total de veículos acima de 3,5 toneladas de PBT licenciados no período no País. Além de ampliar a linha semipesada da marca, os novos caminhões fortalecem a meta da DAF de prosseguir sua caminhada de crescimento de produção e vendas no mercado brasileiro. A montadora tem também de exportação para países da América do Sul, especialmente para o Chile, Colômbia, Equador e Peru. Atualmente, a linha de montagem em Ponta Grossa/PR, produz diariamente 35 unidades. Os novos veículos, cuja principal novidade está na motorização de 6,7 litros, começaram a chegar à rede de conces-
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M CRESCIMENTO
sionários no início de fevereiro. A estratégia da montadora inclui os motorisautônomos e transportadores de pequeno porte tem como público de grande interesse da DAF, conforme destacou Luis Gambim, diretor comercial da companhia no Brasil. De acordo com o executivo, desde o início do projeto, cerca de três anos atrás, houve o compromisso de desenvolver um veículo para colocar o motorista em primeiro lugar, para um trabalho com menos cansaço e condução de forma mais segura. “Esses caminhões trazem uma evolução significativa, elevam o conceito de conforto da categoria. Nosso objetivo é entrar no mercado de forma gradativa”, complementou Gambim. Os noocarreteiro.com.br
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Linha DAF CF atua no mercado com caminhões chassi rígido e cavalos mecânicos 28
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Cabines da linha CF têm o mesmo painel envolvente e quadro de instrumentos com e acesso pelos comandos no volante multifuncional vos caminhões da linha CF, são todos automatizados de série com caixa de transmissão ZF AS Tronic de 12 velocidades. Opcionalmente a DAF, irá disponibilizar para CF 6X2 caixa mecânica de 9 velocidades. O eixo de tração, fornecido pela Meritor, têm duas opções de relação de diferencial: 3,73:1 ou 4,10:1. As duas novas versões do CF com motor de 6,7 litros serão comercializadas com três opções de cabines. A de menor tamanho (mais curta), identificada como a Day Cab, para uso diurno, não disponibiliza leito. Com 1,60m de altura interna, é uma novidade na linha CF exclusiva para a configuração 6x2. Já a Sleeper Cab, também com 1,60m de altura entre o piso e o teto tem cama,
enquanto a Super Space Cab, apontada pela montadora como a maior e mais confortável do segmento, oferece amplo espaço interno com altura de 2,23m metros do piso ao teto, 2,10m de largura e opção para beliche. O colchão dos novos CF mede 2,23m de comprimento e 68cm de largura. O painel envolvente segue a linha dos caminhões atuais, conta com instrumentos modernos acessados pelos comandos do volante funcional, o qual conta de diferentes ajustes. Os bancos, motorista e passageiro contam com amortecedor pneumático com ajuste manual e até oito tipos de regulagens, como apoio lombar, coluna e apoio para o braço. A cabine do DAF ocarreteiro.com.br
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CF disponibiliza também um gavetão geladeira com 33 litros de capacidade. Outros itens relacionados ao conforto são cortinas blackout, com opções para cortina central e iluminação interna é acionada e controlada por botões digitais e três níveis de regulagem. Os novos veículos contam com a assistência de performance do motorista, tecnologia vista por alguns como “dedo duro”, porém de grande importância para redução de consumo de combustível, pois mostra em tempo real como o caminhão está sendo dirigido e aponta melhorias para uma condução mais econômica, caso seja necessário. O motor de 6 cilindros e 6,7 litros, identificado como PACCAR GR-7, é pro-
duzido no Brasil pela Cummins e calibrado pela engenharia da DAF. Na versão de 286cv disponibiliza torque de 951 Nm entre 1.200 e 2.100rpm, enquanto o de 305cv entrega torque de 1.100 Nm na faixa de 1.200 a 1.900rpm. Teste drive promovido pela DAF, durante o lançamento dos novos caminhões possibilitou perceber a ampla faixa de torque do motor em suas duas potências e modelos de diferentes configurações de eixo. Como é de conhecimento dos carreteiros, o torque plano favorece a dirigibilidade do veículo e menor consumo de combustível. O sistema de injeção do PACCAR GR7 é o common rail e o freio motor, tipo borboleta, gera 224cv de potência. Ou-
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O motor do novo CF é produzido no Brasil, em duas opções de potência: 286 e 305cv tro detalhe está no tanque com capacidade para 650 litros de diesel e de 42 para Arla 32, integrados e produzidos em material plástico. Como itens opcionais, o DAF CF com motor de 6,7 litros oferece quebra sol verde translúcido, com acabamento prateado; buzina pneumática de teto, faróis em led e faróis auxiliares com função luz de curva, aviso sonoro de marcha à ré, espelho de aproximação frontal, climatizador de teto, suporte fixo para estepe airbag, rodas de alumínio e ar-condicionado inteligente com função auto, capaz de manter a temperatura e estável dentro da cabine. Com o recente lançamento, somados ao bitruck 8X2 e os cavalos mecânicos
4X2 e 6X2, equipados com motor PACCAR MX11 de 10,8 litros - nas potências de 410 e 450cv - lançados em março do ano passado, e mais os modelos pesados da linha XF, a DAF passou a contar com ampla gama de produtos acima de 16 a 35 toneladas de PBT. Em 2021 a DAF licenciou 5.600 unidades, volume que lhe garantiu 4,40% de participação no mercado brasileiro de caminhões. A expectativa para este ano é de continuar a jornada de crescimento e avançar mais cerca de 20%. A DAF começou suas operações no País em 2013 e nestes primeiros oito anos de presença no mercado brasileiro foram licenciados 17.450 caminhões da marca acima de 16 toneladas de PBT. ocarreteiro.com.br
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Manter fortalecida a participação da marca no segmento de veículos comerciais semipesados é uma das missões do novo Iveco Daily equipado motor P8 de maior potência, mais econômico e com maior nível de tecnologia 32
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Iveco aproveitou a norma de emissões P8 (ou Euro 6) válida a partir de 01 de janeiro deste ano, válida para comerciais de 3,5 toneladas de PBT com motor a diesel, e apresen-
tou a Daily 35-160 destinada a este segmento. Totalmente reformulada e mais competitiva, a nova versão vai além das exigências do Programa de Controle de Emissões Veículares, pois tecnicamente o produto espelha a atual fase de reestruturação e crescimento da montadoocarreteiro.com.br
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ra no País, com registros de recordes de vendas, satisfação dos clientes, maior oferta de serviços e ampliação da rede, além da maior disposição dos concessionários para investir na marca. A Iveco teve o cuidado lançar o Daily 35-160 Euro 6 não apenas como uma atualização da versão P7 (Euro 5), mas sim um novo produto com importante papel na rota de crescimento da marca no mercado brasileiro. Por conta disso, entre as novidades o produto traz um motor de 3.0 litros, 16 válvulas e 160cv a 3.500rpm e 3800Nm na faixa de 1.600 a 2.900rpm. Sua faixa verde de consumo se situa entre 1.500 a 2.400 rpm. Produzido pela FPT, o novo motor conta com turbo intercooler e injeção
eletrônica common rail de última geração. O sistema de pós-tratamento dos gases produzidos pela queima do diesel se presta dos sistemas SCR (que utiliza Arla 32) e EGR (recirculação dos gases). Outro destaque é o turbocompressor de geometria variável, conhecido como VGT. Também fazem parte das novidades da nova Daily 3.5 uma nova central eletrônica e cárter 34% maior, elevando para 9,3 litros com troca de filtros. O volume de lubrificante é justificado pela adequação do motor às condições do Brasil e de outros países da América do Sul para onde o veículo será exportado, como Argentina, Chile e Uruguai. De acordo com a engenharia da Ive-
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Mais econômico, o motor Euro 6 de 3,0 litros do novo Daily gera até 160cv de potência. Entre outros detalhes técnicos, o propulsor conta com sistema common rail de injeçao de diesel e turbo de geometria variável
A transmissão automática virá no momento mais adequado, afirmou Bernardo Brandão co, além do intervalo de revisões ter sido ampliado de 15 mil para 30 mil quilômetros, esse propulsor apresenta redução de consumo de combustível em torno de 6% e custo de manutenção preventiva até 22% menor que a versão Euro 5. Ricardo Coelho, diretor de engenharia da Iveco, destacou que a economia de combustível se deve em maior parte ao trabalho realizado pela engenharia no turbo GVT e no eixo traseiro. O trem de força do novo Daily 35-160 conta ainda com caixa de câmbio manual ZF 6S480 VO de seis velocidades à frente e relação de marcha mais longa. Outro ponto destacado pelo time da área técnica da montadora é o ganho de 200 kg de carga em relação à versão an-
terior, elevando o PBT técnico para 4,4 toneladas (1.850kg no eixo dianteiro e 2.550kg no traseiro), contra 4,2 da versão anterior. A performance do motor Euro 6 também possibilitou à engenharia alongar a relação de eixo do veículo. Visualmente, a Daily 35-160 seguiu o design global da família com a adoção da mesma grade frontal da linha lançada na Europa este ano. Na parte interna da caocarreteiro.com.br
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Para Ricardo Barion, o novo produto é importante para manter a marca forte no segmento. Márcio Querichelli afirmou que o veículo ficou acima da expectativa dos clientes bine, o foco foi tornar mais confortável e agradável o ambiente de trabalho do motorista, com a oferta de bancos com maior número de regulagens, assentos mais largos e novos encostos de cabeça. O painel de instrumentos, totalmente reformulado, conta com tela de 3,5 polegadas e mostra diversas informações do veículo, como do gerenciamento dos pneus por sensores. Também está presente veículo o sistema de frenagem semiautônomo. Por tratar-se de um veículo destinado a operar maior parte do tempo em rotas urbanas, o objetivo da
Iveco foi disponibilizar um cockpit o mais próximo possível ao de um automóvel. Por conta desta propósta, o diâmetro a "pega" do volante, assim como o silêncio interno na cabine fazem jus às semelhanças. Faltou apenas a transmissão automática. Bernardo Brandão, diretor de marketing da Iveco, disse que esta opção, virá no momento mais adequado. Ele acrescentou que o projeto resultou em um veículo perfeito para a necessidade do cliente: robustez de caminhão e conforto de carro de passeio. Ainda dentro da proposta de melhoria e de crescimento da marca, o veículo traz farois automáticos que acendem e apagam de acordo com a necessidade e foco no trajeto para auxiliar o motorista, inclusive nas curvas e limpador de para-brisa com velocidade regulada por sensor, conforme a intensidade da chuva. “Podíamos ter trazido um veículo somente atendendo a legislação Euro VI,
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Segundo a Iveco, o Daily chassicabine tem a robustez de caminhão e conforto de carro de passeio. A marca lidera as vendas da categoria com 35% de participação no segmento. Em 2021 foram licenciadas 4.181 unidades
mas fizemos evoluções e melhorias acima das expectativas de nossos clientes”, destacou Márcio Querichelli, presidente da Iveco na América do Sul. Ainda nas palavras do executivo, o novo produto é mais robusto, tem mais tecnologia, maior facilidade de aquisição e menor custo de manutenção. “Por tudo isso, o Daily P8 tem forte papel para continuarmos crescendo”, complementou.
O diretor comercial da Iveco, Ricardo Barion, reforçou a importância do lançamento para montadora se manter forte no segmento de veículos comerciais leves. “Com o Daily 35-160 trabalharemos para manter a liderança de mercado no segmento de leves. A cada três unidades vendidas no mercado brasileiro, 1,5 é Iveco Daily. Só no segmento de 3,5 toneladas, a versão chassi-cabine lidera com participação de 35%”, concluiu. Em 2021 o modelo teve o registro de 4.181 unidades licenciadas. ocarreteiro.com.br
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RE CORDES
A Volvo começou mais um ano na posição de montadora com maior volume de vendas de caminhões pesados. Pela nona vez, o FH 540 foi o modelo mais emplacado no mercado brasileiro. A montadora registrou também o melhor resultado de produção e vendas desde a sua instalação no País, no início de 1980 O J ÃO GEA R LDO
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Aumento de produção e vendas: dos mais de 66 mil caminhões pesados licenciados ano passado, 21.823 são Volvo
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mbora o ano passado pudesse ter sido ainda mais positivo para as montadoras, caso não fosse ainda fatores ainda creditados aos males causados pela pandemia, entre eles a falta de componentes na linha de produção, especialmente semicondutores, a Volvo comemorou seu melhor resultado no Brasil desde a instalação da fábrica em Curitiba/PR, no início da década de 1980. Dos 66.144 caminhões pesados licenciados ano passado, somando-se modelos de outras seis fabricantes (DAF, Ford, Iveco, Mercedes-Benz, Scania e VWCO), 21.823 são FH, FM, FMX e VM, a Volvo se destacou também como a marca com maior número de caminhões pesados licenciados ano passado no mercado brasileiro, com o volume de 17.980 unidades. E o FH 540, por
sua vez, garantiu pela nona vez o título de modelo mais vendido, com 8.935 unidades emplacadas. Também foi motivo de comemoração da montadora o crescimento de vendas do VM semipesado, com 3.843 unidades licenciadas contra 2.221 em 2020, um aumento 73%. Lançado em 1981, o semipesado da marca superou as 70 mil unidades vendidas, mantendo a montadora como terceira com maior em volume de caminhões emplacados nesta categoria, atrás da Mercedes-Benz, com 8.822 unidades e Volkswagen com 16.741. A Iveco ficou no quarto posto, com 2.708 semipesados licenciados. “A linha VM vem gradativamente conquistando o transportador brasileiro. Os destaques foram o VM Light Mixer, para betoneiras leves, e o VM City, para aplicações urbanas”, disse Alcides
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Empresa comemorou também desempenho dos modelos fora de estrada
PLANOS DE MANUTENÇÃO E SEMINOVOS O ano de 2021 foi bom para a Volvo também para a venda de planos de manutenção. De acordo com Alcides Cavalcanti, oito em cada 10 caminhões novos sairam da fábrica com algum tipo de plano de manutenção, pelos quais as revisões e reparos dos veículos são realizados na rede de concessionários. Atualmente a montadora conta com mais de 32 mil planos ativos. O negócio de caminhões seminovos
também se mostrou positivo para a empresa em 2021, com a venda de 1.200 unidades. Os veículos comercializados são inspecionados e revisados por técnicos da fábrica e entregues aos compradores com garantia de procedência e documentação regularizada. A Volvo oferece também garantia nacional com cobertura do trem de força (motor, caixa de câmbio e diferencial) por 80 mil quilômetros ou três meses.
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Licenciamento de 3.843 unidades representou avanço de 73% da linha VM, a terceira mais vendida do segmento de semipesados
Cavalcanti, diretor executivo de caminhões da Volvo do Brasil. Sobre os volumes de produção e vendas, o executivo afirmou que a companhia se preparou para o crescimento; contratatou mais funcionários e expandiu os turnos na produção. "Mesmo com os desafios no suprimento de peças, conseguimos entregar o maior volume", complementou Cavalcanti. Os bons resultados da marca ocorreram também em outros países da América do Sul, região com destacada recuperação de mercado durante o ano passado. No Peru, por exemplo, a Volvo cresceu 62% com a entrega de 1.628 caminhões e outros 1.355 no Chile (42% acima do resultado de 2020). Outro país com destacado avanço da marca foi o Peru, com 1.628 caminhões entregues (crescimento de 62% sobre o ano an-
terior devido a retomada da mineração). Outros mercados do continente, como Argentina, Uruguai e Bolívia também registraram crescimento de vendas da marca. No total, a Volvo entregou 25.808 caminhões na América Latina em 2021, 43% acima de 2020. Na visão do presidente do Grupo Volvo América Latina, Wilson Lirmmann, as expectativas para 2022 são boas, embora a indústria terá de conviver por mais algum tempo com a falta de componentes para os veículos. O aumento de custos também é citado, pois segundo ele vai exigir atenção durante todo o ano. No entanto, Lirmmann confirmou o aporte de 1,5 bilhão de reais para ser investido nas operações da companhia entre 2022 e 2025, principalmente em pesquisas, desenvolvimento de novos produtos e serviços.
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ACORDO ENTRE CONCORRENTES Preocupados com o abastecimento da frota de caminhões elétricos na Europa, nos próximos anos, os grupos que fabricam caminhões Mercedes-Benz, Scania e Volvo, entre outras marcas globais, fazem parceria para a instalação de mais de 1.500 pontos de carregamento em rodovias e centros logísticos O J O Ã R EG ALDO
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corrida para substituir o óleo diesel por outros meios de mover veículos comerciais sem poluir o meio ambiente tem motivado grandes grupos da indústria automotiva mundial a se unirem para trabalhar juntos, e de modo progressivo, em soluções para viabilizar um sistema de transporte livre de emissões na Europa, até 2050. As ações envolvendo parcerias de marcas como Mercedes e Volvo, Iveco e Nikola, entre outras conhecidas, já se encontram em andamento no desenvolvimento e produção de caminhões mais eficientes movidos a bateria e hidrogênio. Em dezembro de 2021, os grupos Daimler Truck (fabricantes dos caminhões das marcas Mercedes-Benz, Freightliner e Western Star); Volvo Trucks (Volvo, Mack e Renault Trucks) e TRATON (Volkswagen, Scania e MAN) confirmaram a assinatura de acordo vincu-
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Caminhões Scania, Mercedes e Volvo elétricos e hibridos já são produzidos e vendidos na Europa. Extrapesado da Mercedes movido a hidrogênio, ainda em testes, está previsto para depois de 2025 lativo de uma joint venture para instalar e operar rede pública de equipamentos de alto desempenho de carregamento para caminhões e ônibus elétricos de longa distância com bateria em toda a Europa. “Uma colaboração com concorrentes fortes como Daimler Truck e Volvo Group pode parecer incomum, no entanto, esta cooperação é de importância crucial e nos tornará mais rápidos e bem-sucedidos na implementação da ação necessária para enfrentar as mudanças climáticas", disse Christian Levin, CEO do Grupo TRATON. "Juntamente com nossas marcas Scania e MAN, assim como a indústria de veículos comerciais como um todo, faremos parte da solução quando se trata de um CO2 neutro mundo”, complementou o executivo. Os três grupos possuirão partes iguais na
parceria, porém continuarão a ser concorrentes em todas as outras áreas. Apesar de ter sido assinado em dezembro de 2021, o acordo vinculativo para criar uma joint venture entre os três grupos já tinha sido firmada em julho. Diante do crescente número de veículos comerciais elétricos na Europa, o objetivo é acelerar a construção de uma infraestrutura de carregamento com a instalação e operação de ao menos 1.700 pontos de carregamento em rodovias e centros logísticos num período de cinco anos. O início das operações está previsto para este ano após a conclusão de todos os processos de aprovação. O investimento conjunto é estimado em 500 milhões de euros, o maior da indústria de caminhões no continente. A ação conjunta dos três grupos automotivos vai de encontro à urgência da criação de uma
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rede de apoio aos transportadores na transição para a movimentação de veículos comerciais livres de CO2, especialmente no transporte de longa distância. Para atender às necessidades do setor de transporte no continente, um relatório do apontou a necessidade de instalação de milhares de pontos de carregamento de alto desempenho públicos, sendo 15 mil até 2025 e chegando a 50 mil até 2030. Espera-se que outros participantes da indústria, governos e formuladores políticas trabalhem juntos para acelerar a expansão da rede de recargas e contribuam para que as propostas e metas de redução de emissões sejam atingidas. CAMINHÕES NA EUROPA– Segundo a ACEA (European Automobile Manufacturers Association), entidade que reúne
os 16 maiores fabricantes de automóveis, caminhões, van e ônibus da Europa, a partir de 2040 somente caminhões com emissão zero poderão ser vendidos no continente. Assim como no Brasil, lá os veículos de carga pesados têm grande importância na cadeia logística do transporte, sendo responsável por 73% de toda carga movimentada via terrestre nos 27 países da União Europeia. De acordo com dados da ACEA, entre janeiro e novembro de 2021 foram registrados 219.595 caminhões pesados na Europa, crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2020. Exceto na Grécia (com 3,6% de queda nos registros), todos os demais mercados da União Europeia apresentaram aumento de volume, sendo as maiores altas na Itália (25,5%), Espanha (13,1%), Alemanha (9,8% e França (5,9%. ocarreteiro.com.br
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A Volvo Trucks, por exemplo, uma das primeiras a iniciar a produção de caminhões elétricos na Europa, tem como meta chegar em 2030 com metade de suas vendas globais seja de veículos movidos a bateria e livres de emissões. No segundo semestre deste ano, a empresa deverá entregar as primeiras unidades de um de lote de 125 caminhões FM Elétric encomendados pela DFDS, a maior empresa de transporte e logística do norte da Europa. Com PBT para até 44 toneladas, o modelo tem autonomia de até 300 quilômetros. Atualmente os pesados da marca contam com modelos das linhas FH, FM, FMX, FE e FL. A Daimler Truck, por sua vez, inaugurou na fábrica de Wörth, Alemanha, em outubro do ano passado a linha de produção do Mercedes-Benz e-Actros a bateria. Indicado para operações urbanas,
e 400quilômetros de autonomia, trata-se do primeiro caminhão da marca movido a baterias elétricas produzido em série. Nesta mesma planta serão fabricados também outros modelos a bateria, como o Actros LongHaul, com autonomia para 500 quilômetros, previsto para 2024 e o ônibus urbano e-Econic para o segundo semestre deste ano. A empresa trabalha também para viabilizar o uso do hidrogênio (célula de combustível) no transporte de longa distância, capaz do caminhão rodar 1.000 quilômetros com um só tanque de hidrogênio líquido. Denominado de GenH2 Truck, os testes do veículo com clientes começam a partir de 2023. Segundo a Daimler Truck. a opção pelo hidrogênio líquido ao invés do gasoso se deve à sua maior densidade energética, o que possibilitará ao GenH2
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Vendas de elétricos na União Europeia cresceram 25% em 2021. Para atender a demanda, estima-se a necessidade da instalação de 15 mil pontos de carregamento até o ano de 2025
Truck desempenho igual ou equivalente a caminhões convencionais movidos com motor a diesel. O início da produção em série do veículo está prevista para depois de 2025. Já o Grupo TRATON conta também com caminhões Scania movidos a bateria e hibrido na Europa. No final de 2021, a Scania Global afirmou que está produzindo veículos em série totalmente elétricos e testando ativamente caminhões a bateria mais pesados nas operações do cliente. De acordo com a fabricante, a transição para veículos com emissão zero está sendo possibilitada por melhorias rápidas na tecnologia de baterias, e os caminhões elétricos em breve terão o alcance necessário para uso generalizado em aplicações de longa distância. A empresa disponibiliza veículos totalmente elétricospara 29 toneladas de
PBT e híbridos de 36 toneladas, os quais estão em testes em operações no transportes de madeira, operações remotas e pesadas de de longas distâncias. Segundo o cronograma de lançamento, em 2023 a Scania terá caminhões pesados de 40 toneladas de PBT totalmente elétricos capazes de rodar quatro horas ou três horas com 60 toneladas. Já em 2024, entrarão no mercado os modelos estradeiros com carregamento rápido durante o intervalo de descanso de 45 minutos dos motoristas. Ainda conforme divulgou, até 2025 será possível eletrificar a maioria das operações, incluindo construção, mineração, transporte de longa distância e caminhões de madeira. Pelas suas projeções, será também o ano cujo volume de 10% das vendas da marca será de veículos eletrificados e de 50% até 2030. ocarreteiro.com.br
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uem gosta de caminhão tem sempre interesse em conhecer a origem e até mesmo um pouco da história de montadoras e veículos pesados fque fizeram história e contribuíram para o fortalecimento de marcas atualmente com grande projeção no mercado global de veículos comerciais. Uma dessas empresas é ENASA, fabri-
cante espanhola dos caminhões e ônibus Pegaso adquirida pela Fiat em setembro de 1990. Os produtos da marca tiveram grande importância para o fortalecimento da Iveco. Em fevereiro deste ano, a Pegaso completaria 76 anos de existência. Em 2016, no 70º aniversário da marca do cavalo alado, a Iveco lançou na Espanha uma edição especial do Stralis XP limitada a 70 unidades. A montadora italia-
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na, por sua vez, teve origem na Itália, em 1975, a partir da fusão de cinco empresas (Fiat Veículos Comerciais, Lancia Veículos Especiais, Unic e Magirus-Deutz) e cujo nome se refere à abreviação de Industrial Vehicle Corporation. A história da Pegado começou na Espanha em janeiro 1947, quando a ENASA (Empresa Nacional de Autocamiones) adquiriu a Hispano-Suiza, fabricante de automóveis também espanhola funda-
Em sua trajetória entre 1947 e 1990, quando foi adquirida pela Iveco, a Pegaso se destacou na produção de caminhões, ônibus e também no pioneirismo ao apresentar - no início da década de 1950 - o protótipo de um caminhão elétrico, e no final dos anos 80, um cavalo mecânico com as tecnologias incorporadas aos atuais extrapesados atuais da em 1904. Na aquisição, o acordo com a Hispano-Suiza não incluia a compra da marca, por isso em 30 de janeiro daquele ano o caminhão foi registrado como Hispano 66G. Seis meses depois, a ENASA mudou o nome para Pegaso, o cavalo alado da mitologia grega. O Pegaso II, primeiro caminhão com a marca nova estampada na parte frontal da cabine, começou a sair da linha de montagem no final de 1947. O veículo tiocarreteiro.com.br
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MONTADORAS
Em 1960, o Pegaso 1060 trouxe nova denominação aos caminhões da marca nha o trem de força composto por um motor a gasolina de 5,65 litros, 6 cilindros e 110cv de potência a 2.750rpm. A caixa de marchas tinha 8 velocidades. Com PBT de 14,2 toneladas, das quais 8 eram carga útil, o veículo atingia velocidade máxima de 72km/hora e com consumo variando entre 40 e 46 litros a cada 100 quilômetros rodados, à época tido como um caminhão econômico. Tanto o design cara chata da cabine quanto o espaço interno, eram superiores aos dos caminhões de outras marcas em produção naquele tempo. Assim sendo, a ENASA ateve-se apenas em promover mudanças para tornar o veículo mais eficiente e ainda econômico. A rotação do motor foi uma alterações, pois quando era produzido pela Hispano-Suiza o giro máximo atingia de 3.250rpm.
Porém, segundo consta no livro “Hispano-Suiza/Pegaso, um ciclo de caminhões e ônibus” publicação com a história da empresa, operações da ENASA não foram difíceis no início, principalmente diante das várias dificuldades enfrentadas com as instalações da fábrica destruídas pela Guerra Civil espanhola, ocorrida no período entre 1936 e 1945. A linha de produção dentro da antiga instalação da Hispano-Suiza, em Barcelona funcionou até ser transferida em 1955 para a fábrica de Madrid. O caminhão Z-207 foi o primeiro Pegaso produzido na nova planta, onde atualmente funciona uma das mais modernas unidades industriais da Iveco. Em 1957, a ENASA ampliou suas atividades ao comprar a SAVA, fabricante de comerciais leves e médios. Quando foi adquirida pela Fiat, em
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Eurocargo com as duas marcas e edição especial do Stralis Pegaso lançada em 2016 em homenagem aos 70 anos da marca. dos lados, Daily e modelos feitos na Espanha durante transição das marcas 1990, a ENASA contava com seis fábricas, sendo quatro na Espanha (Madri, Barcelona, Valladolid e Mataró), uma em Oldham (Inglaterra) e outra em Cumaná (Venezuela). Enquanto esteve em atividade, a Pegaso foi uma marca de destaque, com vendas na Espanha atingindo 80 mil caminhões e 20 mil nos outros dois países. Esse volume garantia à ENASA participação de quase 23% no mercado europeu de veículos comerciais acima de 6 toneladas. Após a negociação com a Fiat, por algum tempo os caminhões saiam da linha de produção com as marcas Pegaso e Iveco na cabine. São deste período os primeiros caminhões Eurocargo e também a Daily, produzida na Itália naquela época. Enquanto esteve em atividade, a ENASA desenvolveu também o protó-
Ekus: parceria com MAN e VW, em 1987
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MONTADORAS
Caminhão Hispano-Suiza apresentado em 1944 na feira de Valência
Pegaso II, o primeiro com o nome da nova fabricante. Abaixo, Iveco Eurotech-Pegaso
tipo de um midiônibus batizado de 5317 com suspensão pneumática, motor traseiro turbo de 170cv. Outro modelo foi o 6420 em parceria com a MAN. Outra ação, em 1984, foi a fundação da empresa Cabtec em parceria com a DAF. Com capital misto de 50% de cada parte, o objetivo foi desenvolver uma cabine de caminhão completamente nova, que entrou em produção partir de 1987. Essa cabine foi usada pelo DAF 95, o Pegaso Troner e o Strato, modelo da marca inglesa Seddon-Atkinson, que já havia sido adquirida pela ENASA em 1983. Em outra parceria, junto com a MAN e Volkswagen, em 1987 a empresa lançou no mercado espanhol o modelo leve Ekus. O pioneirismo também fez parte da história empresa, ao produzir o primeiro protótipo de um caminhão elétrico, em
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Caminhão elétrico com autonomia para 75 quilômetros ficou apenas no projeto 1952. Com autonomia para 75 quilômetros, o veículo podia ter a bateria carregada em cinco horas. Apesar de nunca ter sido produzido em série, o protótipo serviu de base para o desenvolvimento de trólebus. Outra demonstração pioneira foi a apresentação em 1989 do SOLO, um caminhão conceito bastante avançado para a época. O protótipo trazia sistema eletrônico computadorizado com controle geral do veículo e diagnóstico de avarias, assistência para otimização da condução, retrovisores com câmeras, tela com câmera infravermelho para melhorar a visibilidade, comunicação via satélite e motor eletrônico de 500cv entre várias outras novidades tecnológicas. A ENASA também fabricava carros e chegou a participar de campeonatos como o GP de Mônaco (1952), as 24 Horas de Le Mans (1953) e a
Protótipo do SOLO, apresentado em 1989
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CARGA URBANA
EM NOME DAS ENTREGAS URBANAS O Ã J GERALOD
Motor mais potente e econômico, novo design e maior grau de conforto são as principais novidades da linha Renault Master 2023 de veículos chassi-cabines e furgões 56
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Fotos DIVULGAÇÃO
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ortalecido pelo comércio eletrônico e a consequente demanda das entregas de mercadorias, especialmente em centros urbanos, o segmento de semipesados, especialmente de 3,5 toneladas, ganhou maior importância para os fabricantes de veículos chassis-cabine e furgões. Por conta desse avanço, os novos modelos produzidos a partir de 01 de janeiro desse ano estão mais econômicos, seguros e com maior volume de tecnologia de segurança. Entre os recentes lançamentos, consta o Renault Master 2023, cuja linha foi totalmente reformulada para manter garantida a posição de liderança do modelo ocupada desde 2014. Uma das mudanças de maior visibilidade para identificar os novos veículos está na aparência mais robusta - ca-
racterística mais adequada a um veículo de carga. As alterações no design se destacam especialmente na adoção de uma nova grade frontal com desenho vertical, para-choque envolvente e capô mais alto, entre outras modificações que identificam à distância a nova linha. A montadora providenciou novidades também do lado de dentro dos veículos, como um novo volante com teclas, bancos mais confortáveis e múltiplas opções de regulagem conforme o porte do motorista. O tanque de combustível comporta 100 litros de diesel e o de Arla 20, quantidade de reagente suficiente para até 6.100 quilômetros. No quadro de instrumentos, a tela do computador de bordo de 3,5 polegadas informa o motorista sobre consumo, velocidade média, autonomia e temperaocarreteiro.com.br
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CARGA URBANA
Versão chassi-cabine pode receber ccarroceria com capacidade para 8 metros cúbicos de carga
tura do motor. Já a central multimídia, por sua vez, é item opcional, com espaço a ela destinada para a instalação de uma tela de 7 polegadas com conectividade para os sistemas Apple Car Play e Androide e TV digital integrada. Além de valorizar a robustez e o conforto da nova linha, a fabricante destaca também componentes como o motor mais econômico e potente bem como sistemas de segurança ativa e versatilidade, todos itens de grande importância para veículos destinados ao transporte de carga. Versão elétrica está prometida para o segundo semestre deste ano
A começar pelo motor, este está posicionado como um dos grandes diferenciais da nova linha. Trata-se de um propulsor de 2.3 litros com turbo VGT e 136cv de potência a 3.500 rpm e torque de 36,7Kgfm a 1.500 rpm. Segundo o pessoal da área técnica da Renault, mudanças importantes como um novo no cabeçote, assim como bicos injetores desenvolvidos em conjunto com os pistões; maior pressão de injeção, nova árvore do comando de válvulas (com duplo comando), coletor redesenhado e radiador com maior capacidade trouxeram ganhos relevantes como 6cv a mais de potência e aumento de 16% no torque. Segundo a montadora, é possível obter redução de até 30% de consumo de diesel no uso misto e 24% na aplicação urbana. A transmissão é manual de seis velocidades, com a sexta marcha overdrive (mais longa) para situações de trafego em rodovias No âmbito da segurança ativa, os novos produtos tam-
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Painel de instrumentos conta com tela de computador de 3,5 polegadas para levar informações ao motorista
bém contam com mais tecnologia. A relação inclui itens de série em todas as versões, como o Controle de Estabilidade (ESP), Controle de Tração (TCS), Sistema Anti-capotamento (RMI), Controle Adaptativo de Carga (LAC), Sistema Estabilizador de Ventos Laterais (CWS), Assistente de Partida em Rampas (HSA), Assistente de Tração de Reboque (TSM)
e Assistente de Aderência Prolongada em Partida (EGD). O furgão oferece três opções de entre-eixos de 3.182mm a 4.332 mm e duas medidas de altura de teto. Com capacidade de 1.522kg e o transporte de carga de até 1,80m de altura (no caso da versão com teto H2) até 3,7 metros de comprimento. Os furgões são disponibilizaocarreteiro.com.br
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CARGA URBANA
Os furgões são disponibilizados com capacidade volumétrica de 8, 10,8 e 13 metros cúbicos. O chassicabine carrega de até 1,74 toneladas implementado com baú ou carroceria dos com capacidades 8, 10,8 e 13 metros cúbicos. Já a plataforma do chassi-cabine permite carga de até 1.740kg, em baú para 18 metros cúbicos ou carroceria com capacidade para 8 metros cúbicos. De acordo com o pessoal de marketing da Renault, 70% das vendas da linha Master são destinadas a pequenos transportadores. Em 2021, as vendas totais da Master no Brasil – único País fora da França a produzir essa linha de veículos comerciais – atingiram 9.230 unidades, sendo 1.454 chassi-cabine, 5.129 furgões, 1.448 ambulância e 1.199 unidades para o transporte de passageiros.
“Com a Master 2023, o cliente profissional Renault passa a ter um veículo ainda mais econômico, seguro e com design mais moderno, bem como passa a contar com todo o suporte da rede PRO+ que entrega uma verdadeira solução para os desafios de mobilidade do seu negócio”, disse Bruno Hohmann, vice-presidente Comercial da Renault do Brasil. Conforme o anunciado, o preço do chassi-cabine é R$ 187,6 mil e o do furgão R$ 207,9 mil. A linha Master para carga, assim como a de passageiros, é produzida na fábrica da Renault instalada em São José dos Pinhais/PR.
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o início de ano é muito comum vermos um grande aumento no número de veículos nas estradas. Férias e viagens com a família aumentam a circulação de pessoas em todo o Brasil, por isso é importante que todos os motoristas redobrem os cuidados e a atenção para evitar situações perigosas, consequentemente, acidentes. E você, carreteiro, que conhece tão bem os caminhos do nosso Brasil, é fundamental para essa prevenção! Mantenha seu olhar atento nas estradas e sua direção cuidadosa para proteger você bem como os demais usuários das estradas. E, além dos habituais cuida-
Foto SHUTTERSTOCK
INÍCIO DE ANO E OS CUIDADOS NAS ESTRADAS dos dentro da cabine do caminhão, também gostaríamos de pedir a você que continue atento às situações que acontecem ao seu redor: a exploração sexual de crianças e adolescentes. Infelizmente, trata-se ainda de um problema presente em postos de combustível, hotéis e outros locais de beira de estrada. Seja um agente de proteção dessa causa, você é valioso na proteção à infância. Caso suspeite ou presencie uma situação de violência nas estradas disque 100. Além disso, procure conscientizar outros motoristas a fazerem o mesmo. Estamos juntos para garantir uma infância e adolescência seguras para todos!
Para saber mais, acesse: Childhood Brasil – www.childhood.org.br Programa Na Mão Certa – www.namaocerta.org.br
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CLASSIFICADOS
Amigo motorista, mande sua mensagem para Revista O Carreteiro por email: redacao@ocarreteiro. com.br pelo site: www.ocarreteiro.com.br pelo whatsapp: (11) 95428-8803 pelo facebook: facebook. com ocarreteiro. cartas: Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria - São Paulo SP - CEP 04635-021 ELAS NA DIREÇÃO Além do interesse de transportadoras na contratação de motoristas mulheres, as ações de empresas estão contribuindo para o crescimento do sexo feminino na profissão. Um deles é o movimento ”A Voz Delas”, criado pela Mercedes-Benz para conscientizar a sociedade sobre a importância da participação das mulheres no transporte. Em dezembro de 2021, a montadora recebeu na fábrica de São Bernardo do Campo/SP, as vencedoras da promoção Na Direção Dos Seus Sonhos, projeto que custeou cursos de 62
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formação para habilitação profissional na categoria “C” para 30 mulheres. O grupo foi recepcionado por Ebru Semizer, gerente sênior de Marketing Comunicação & Inteligência de Mercado Caminhões da MercedesBenz do Brasil, por Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Caminhões, e João Moita, o “Embaixador da Voz das Estradas”
AMIGO E PARAFUSO A GENTE CONHECE MESMO NA HORA DO APERTO SERVIÇOS NA REDE A Volvo anunciou mais uma edição do VISTA (Volvo International Service Training Awards), competição mundial da marca de serviço e treinamento de profissionais da rede de concessionários de 95 países. Trata-se de uma estratégia da Volvo para aprimorar principalmente a qualidade de aos clientes da marca. A edição deste ano contará com 14.393 inscritos, dos quais 2.775 são da América Latina. A meta do Brasil este é de se classificar entre as quatro melhores equipes do mundo. ocarreteiro.com.br
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MERCADO DE CAMINHÕES
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Foto: DIVULGAÇÃO
O mercado total de caminhões em 2021 - veículos das categorias Semileves, Leves, Médios, Semipesados e Pesados - atingiu o licenciamento de 128.679 unidades. Esse total representou crescimento de 43% em relação aos 89.678 registrados em 2020, conforme números do fechamento do ano divulgados pela Anfavea, associação nacional que reúne os fabricantes de veículos. A Mercedes-Benz ficou com o maior volume de emplacamentos nos segmentos de semileves (até 3,5 toneladas de PBT) e Leves (5 a 10 toneladas de PBT). Na categoria Médios, a Volkswagen se destacou com 8.376 unidades das 11.185 licenciadas; e também ficou à frente entre os Semipesados, com 16.741 caminhões, seguida pela Mercedes-Benz, com 8.822. Já na Categoria Pesados, a liderança continuou com a Volvo, com 17.980 caminhões emplacados, seguida de perto pela Mercedes-Benz e Scania, respectivamente. Os números detalhados estão na página ao lado.
RANKING DE CAMINHÕES POR MARCA DEZEMBRO/2021 POS. FABRICANTE
QUANT.
PART.
1º
VW/MAN
3.469
28,94%
2º
MERCEDES-BENZ
3.017
25,17%
3º
VOLVO
2.133
17,80%
4º
SCANIA
1.675
13,97%
5º
IVECO
985
8,22%
6º
DAF
554
4,62%
7º
HYUNDAI
62
0,52%
8º
JAC
51
0,43%
9º
AGRALE
9
0,08%
10º
FOTON
6
0,05%
ACUMULADO 2021 POS. FABRICANTE
QUANT.
PARTIC.
1º
VW/MAN
37.460
29,41%
2º
MERCEDES-BENZ
37.158
29,18,%
3º
VOLVO
21.820
17,13%
4º
SCANIA
15.595
12,25%
5º
IVECO
8.623
6,77%
6º
DAF
5.600
4,40%
7º
HYUNDAI
489
0,38%
8º
JAC
281
0,22%
Fonte: FENABRAVE
LICENCIAMENTOS AVANÇAM 43%
O Volvo FH 540 6x4 foi o caminhão pesado mais vendido em 2021, com 8.935 unidades emplacadas. Com este resultado, chega a nove a liderança do modelo entre os pesados nos últimos 13 anos. O FH 540 lidera o ranking geral de caminhões no Brasil desde 2019
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LICENCIAMENTO 2021 SEMILEVES FCA (DODGE) IVECO MERCEDES-BENZ VOLKSWAGEN PEUGEOT/CITROËN OUTROS FABRICANTES LEVES AGRALE CAOA HYUNDAI FORD IVECO VOLKSWAGEN MERCEDES-BENZ OUTROS FABRICANTES MÉDIOS AGRALE FORD IVECO VOLKSWAGEN MERCEDES-BENZ OUTROS FABRICANTES SEMIPESADOS AGRALE/DAF FORD IVECO VOLKSWAGEN MERCEDES-BENZ SCANIA VOLVO OUTROS FABRICANTES PESADOS DAF FORD IVECO MAN/VOLKSWAGEN MERCEDES-BENZ SCANIA VOLVO OUTROS FABRICANTES
DEZ/2021 11.887
NOV/2021 10.472
JAN-DEZ/2021 128.679
362
300
6.575
39 81 201 30 2/8 1
13 60 191 32 0/1 3
2.230 655 3.023 467 119/55 26
1.228
1.208
12.577
4 62 4 152 336 613 57
6 51 3 97 327 643 81
30 489 53 1.166 3.952 6.568 319
1.001
1.067
11.185
3 1 99 705 191 2
5 4 102 745 203 8
11 25 941 8.376 1.800 32
2.983
2.783
32.187
2/2 2 295 1.475 739 0 469 1
1/5 3 288 1.344 744 0 399 2
6/16 41 2.708 16.741 8.822 1 3.843 9
6.311
5.110
66.144
552 0 352 923 1.144 1.676 1.664 0
501 0 292 833 1.035 1.024 1.423 2
5.584 6 3.120 7.926 15.899 15.610 17.980 19
Fonte: ANFAVEA
UNIDADES TOTAL DE CAMINHÕES
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ROSIVORTER
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DO BRASIL PARA O MUNDO
unto com as comemorações de 40 anos de existência, no segundo semestre de 2021, a Volkswagen Caminhões e Ônibus celebrou também quatro décadas da sua primeira exportação de caminhões, em 1981. Naquele ano, a montadora enviou do Brasil um lote de 37 unidades para o Chile, Paraguai e México. Hoje, quatro décadas depois, o volume exportado já superou a marca de 160 mil caminhões e ônibus despachados para mais de 30 países da América Latina, África e Oriente Médio. O suces-
so das exportações levou a VWCO a expandir suas operações em outros países com a inauguração da fábrica no México. A unidade produz no país as linhas Delivery, Constellation e Volksbus; o suporte aos clientes é dado por uma rede de 14 concessionários. A montadora exporta caminhões e ônibus em kits para África do Sul, onde mantém uma linha de montagem de veículos da marca com direção do lado direito, para atender o mercado local e também países vizinhos. (JG)
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O modelo importado era equipado com motor Caterpillar de 6.6 litros
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