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O Carreteiro 546

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PNEUS VEJA QUANDO A RESSULCAGEM PODE SER UMA BOA SOLUÇÃO

DESDE 1970 TRANSPORTANDO INFORMAÇÃO | www.ocarreteiro.com.br | ano 51 | Nº

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EXPECTATIVA DE UM ANO MELHOR

Distribuição gratuita para motoristas de caminhão

Profissionais do volante entram em 2022 atentos aos desafios da profissão

LANÇAMENTO

Arocs é o novo caminhão da Mercedes-Benz para fortalecer a marca no setor de mineração

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PRODUÇÃO 4.0

Nova linha F da Volvo é produzida dentro de avançados processos da indústria 4.0

SERVIÇOS EM ALTA

Avanço da conectividade em caminhões da marca superou expectativas da Scania em 2021 ocarreteiro.com.br 1

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EDITORIAL

COISAS DE ANO NOVO

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JOÃO GERALDO Editor

a cabeça da maioria das pessoas janeiro é considerado o mês que se tem maior esperança num futuro melhor, de expectativas; o recomeço de uma nova fase. Enfim, o início de um período para realizar pendências, alcançar maior progresso profissional e prosperar com saúde. Tudo se resume no tradicional “feliz ano novo”, porém, palavras e desejos nem sempre se concretizam e constantemente a realidade tem levado muita gente do trecho a admitir que era feliz e não sabia. Isso, anos atrás, quando se pagava um pouco menos pelo litro de óleo diesel ou pela manutenção do caminhão e tudo mais que é preciso para se manter na atividade. Também não se convivia sob ameaça de um vírus assombrando a todos como tem sido nos dois últimos anos. 2021 terminou com a doença enfraquecida, menos devastadora, mas ainda fazendo vítimas mundo afora. Fora a doença, 2022 começa com os velhos e conhecidos problemas dos transportadores, sendo o combustível um dos principais. Apesar do custo não ser visto por especialistas do setor de transporte como o maior responsável pela difícil situação de quem transporta, ao menos é o que mais tem incomodado a categoria. Se a condição já não era boa antes, piorou com o preço nas alturas. E para complicar um pouco mais, a condição da infraestrutura rodoviária tem contribuído para o maior consumo, bem como de gastos com pneus, molas e outros componentes do caminhão, além do aumento do tempo de viagem em certas rotas. Tudo entra na conta, porém não se trata de problema com solução de uma hora para a outra. Aliás, ainda sobre as estradas, segundo pesquisa da Confederação do Transporte (CNT), divulgada no início de dezembro, a má qualidade da malha viária provocou aumento de consumo de 955 milhões de litros de diesel nos últimos cinco anos. O ano começa repleto de esperanças, faz parte, e assim vamos nós iniciando a nova jornada, quase sem perceber que de uns tempos para cá o desejo de viver dignamente, e com menos dificuldades, foi se tornando maior a cada janeiro. E só para lembrar, no final de 2019, ainda sob reflexos da desaceleração da economia, não faltou motorista autônomo classificando-o como um dos piores dos últimos tempos. Era grande a dificuldades para manter o caminhão rodando, havia muita esperança para 2020. Veio a pandemia e piorou. Quem sabe 2022 se ja melhor. Venha o que vier, muita saúde e prosperidade a todos! ocarreteiro.com.br

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SUMÁRIO

14 AVANÇO DA CONECTIVIDADE

Adesão de transportadores à conectividade para análise de condução e redução de custos com manutenção do caminhão supera expectativas da Scania em 2021

18 MERCEDES AMPLIA LINHA PESADA

Arocs chega ao Brasil para reforçar presença da marca no segmento off road

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8 MOTORISTAS

Comemorar datas importantes com a família e amigos é desejo de todo motorista

26 VOLVO

Nova linha F da Volvo é produzida por avançados processos de tecnologia digital

REVISTA

DESDE 1970 TRANSPORTANDO INFORMAÇÃO

/OCARRETEIRO /OCARRETEIRO_ /OCARRETEIRO (11) 97362-0875 /REVISTAOCARRETEIRO

DIRETOR Edson Pereira Coelho REDAÇÃO | redacao@ggmidia.com.br Editor: João Geraldo (MTB 16.954) Reportagem: Daniela Giopato ARTE | arte@ggmidia.com.br Editor de Arte: Pedro Hiraoka

34 VW ELÉTRICO

Força, torque e silêncio do VW e-Delivery aliviam o trabalho do motorista

40 BALCÃO DE PEÇAS

Comércio pela internet facilita a busca e compra de peças de caminhão

44 AUTÔNOMAS

Projeto da Volvo na África ajuda mulheres motoristas a terem o próprio caminhão

48 TECNOLOGIA

DIGITAL Alexis Coelho Eduardo Arpassy COMERCIAL | comercial@ggmidia.com.br Erika Nardozza Coleta Eurico Alves de Assis Nilcéia Rocha ADMINISTRAÇÂO Ed Wilson Furlan DISTRIBUIÇÃO G.G. Ed. de Publicações Técnicas Ltda. Ricardo Lúcio Martins Rute Rollo ASSINATURA | assinatura@ggmidia. com.br Exemplar avulso: RS 11,00

ED. Nº 546 • DEZ/2021 - JAN/2022

Centro de testes vai acelerar desenvolvimento de veículos mais avançados no Brasil

52 IMPLEMENTOS

Fabricante de implementos renova linha de semirreboques com produtos mais leves

52 ROTA DO AGRONEGÓCIO

Empresa especializada em peças para carretas graneleiras se expande na rota do agronégocio

SEÇÕES 06 Notícias | 25 Boletim de pneus 43 Na Mão Certa | 64 Classificados

Publicação de: G.G. Editora de Public. Téc. Ltda. Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria CEP 04635-021-SP - Tel.: (11) 5035-0000 revista@ocarreteiro.com.br www.ocarreteiro.com.br A Revista O Carreteiro é dirigida a motoristas de ca­minhão, empresários donos de transportadoras, frotistas, chefes de oficinas e demais profissionais ligados ao transporte rodoviário de carga. A publicação é distribuída em cooperação com postos de serviços rodoviários “ROD” (Rede Oficial de Distribuidores da Revista O Carreteiro). É proibida a reprodução total ou parcial de matérias sem prévia autorização. Matérias e artigos assinados são de res­ponsabilidade dos autores e não representam a opinião da Revista O Carreteiro. Impressão e Acabamento: Grafilar. Distribuição gratuita nos postos de rodovia cadas‑­ trados no ROD.

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CAIXA REMANUFATURADA As vendas de caixa de câmbio Eaton remanufaturadas, identificadas como Ecobox, assim como de embreagens, cresceram 10% em 2021. Segundo a empresa, o aumento se deve a diferentes fatores, sendo um deles a facilitação de gerenciamento e fluxo de logística proporcionado pela digitalização do processo, como também a escassez de peças durante a pandemia. Ambos contribuíram para os clientes optarem por peças remanufaturadas. A remanufatura da caixa abrange a troca de componentes de desgastes como rolamentos, vedadores e anéis-trava. De acordo com a Eaton, o processo é bastante rígido para que a qualidade seja a mesma de um produto novo. “O

processo de remanufatura envolve a fábrica, distribuidor e o cliente final (oficina ou frota), por isso a devolução do casco (caixa de transmissão) retirada do caminhão - e que será substituída - é uma das etapas mais importantes e essencial que seja cumprida”, explicou Felipe Bolognesi, gerente de produtos e inteligência de mercado do Aftermarket da Eaton.

FILTROS ONLINE A Tecfil, fabricante de filtros automotivos, também começou a comercializar sua linha de produtos pela internet pelo Marketplace Tecfil. Como a empresa não realiza vendas diretas aos consumidores, a estratégia consiste em oferecer gratuitamente toda a estrutura para seus clientes - distribuidores e varejistas de autopeças de todo o Brasil – realizarem vendas online. Segundo Plinio Fazol, gerente de marketing e novos produtos da Tecfil, esse movimento representa um avanço na estratégia digital da companhia. "Para aqueles que querem iniciar uma jornada digital e não tem expertise, estamos disponibilizando uma plataforma pronta, com acesso a todo o nosso catálogo de produtos e o suporte necessário para criar a loja virtual", explicou. 6

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BEM-VINDO À SUA CASA SCANIA

onde tradição, qualidade e tecnologia estão a serviço da performance do seu VEÍCULO e do seu NEGÓCIO. Para superar as expectativas em disponibilidade, economia e produtividade, a Scania digitalizou toda a sua rede, combinando tecnologia, experiência, conectividade e gestão de dados a favor dos seus resultados, oferecendo um portfólio completo de peças e serviços personalizados para cada segmento de negócio. Dar valor para os serviços nas concessionárias é conservar o valor do seu Scania.

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PROFISSÃO

Embora não seja o desejo de motorista algum passar o Natal e outras datas importantes na estrada, salvo uma ou outra exceção, muita gente do trecho não consegue estar sempre ao lado da família nas comemorações, seja profissional autônomo, agregado ou empregado O J ÃOR EG O DLA 8

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FIM DE ANO E ESTRADA

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período entre o final e início de ano é sempre complicado para boa parte dos motoristas de caminhão, pois muitos não conseguem passar o Natal ou comemorar a virada ao lado da esposa, filhos amigos ou pessoas mais próximas. Muitos já se habituaram a essa condição enquanto outros fazem o possível para nessas oca-

siões estarem ao lado de familiares. Mas nem sempre é possível, restando seguir em frente e torcer por tempos menos difíceis nos próximos 12 meses, especialmente com mais segurança nas estradas e, de modo geral, com menos dificuldades para sobreviver na profissão. Autônomo, agregado ou com carteira assinada, todo motorista depende de ocarreteiro.com.br

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PROFISSÃO

Marcela disse que já perdeu a conta de quantas vezes passou fora de casa o Natal, Páscoa e outras datas importantes frete para garantir trabalho e ganho, especialmente nesse período em que por conta do Natal e festas há significativo aumento de movimentação de mercadorias. Essa tem sido, todo ano, uma rotina comum à grande maioria dos profissionais, embora para alguns às vezes a vida traz boas surpresas, para serem lembradas por toda a vida, mesmo que seja um Natal atrás do volante. Uma delas envolve a carreteira paranaense Marcela Pacheco Costa, 56 anos de idade e 25 na profissão. Ela foi uma das duas motoristas eleitas para dirigir um dos caminhões da Caravana Iluminada. A ação de Natal já se tornou tradição com os caminhões da Coca-Cola FEMSA nas ruas da cidade de São Paulo entre final de novembro a 27 de dezembro. Decorados com telas gigantes iluminadas por 2.000 pontos de microlâmpadas, os veículos foram puxados por cavalos mecânicos Mercedes-Benz Actros, personificados para a ação natalina.

Izabel comemorou o aniversário de um anos do seu filho dentro do baú do caminhão

Outra caminhoneira que teve a vida mudada no período de Natal de 2021 é Izabel Aparecida Alves de Souza. Filha de motorista de caminhão, viajava com o pai desde criança. Fez faculdade e deu aulas matemática, entre outras atividades, antes de finalmente assumir a profissão oito anos atrás. Casada com carreteiro, tem um filho de quatro anos, gosta do que faz e tem seu próprio caminhão. Izabel lembra já ter passado Natal fora de casa e também de ter comemorado dentro do baú do caminhão o aniversário de um ano do filho. Atualmente consegue conciliar trabalho e família e comemorar a data na sua casa, com a família, em Curitiba/PR. Por conta da Caravana Iluminada, o Natal de 2021 foi bem diferente e feliz, conforme garantiu. Marcela, por sua vez, é empregada de empresa e afirma que já estar habituada às viagens longas, especialmente no transporte de grãos do Centro-Oeste para o Porto de Santos e Rondônia com

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José Pedro está acostumado a dormir em casa e passar as festas com a família. Vai se aposentar mas seguirá na profissão

Claúdio Quintino tem seu caminhão gregado, faz viagens curtas e está sempre com a família nas datas importantes

pilotando um rodotrem de nove eixos. Por causa dessa maneira de viver muitos dias longe de casa, e gostar de dormir na cabine, ela revela já ter perdido a conta de quantas vezes passou o Natal, Páscoa e outras datas importantes longe de casa. “Sei quando saio, mas não sei quando volto, pois sempre acontece alguma coisa”, diz revelando ter faltado no casamento do seu filho, mesmo após a ceri-

mônia ter sido adiada duas vezes. Ainda de acordo com Marcela, embora motoristas se reúnam no Natal, muitos ficam chateados e até tristes de passar a data na estrada. "Mas não há ressentimento, quando se faz aquilo que gosta", afirma. Ela disse ter se sentido privilegiada por ter sido uma das ecolhidas para dirigir um dos caminhões da Caravana Iluminada e seu neto a ter visto. O caminhoneiro José Pedro Gerôni-

Caravana Iluminada de 2021 foi puxada cavalos mecânicos Actros

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PROFISSÃO

Marco Antonio é empregado e está satisfeito pois retorna todos os dias para casa

mo, 58 anos de idade e há 20 na profissão, sempre passa o Natal com familiares em sua casa, porque está acostumado a parar na época de fim de ano. Na ocasião que falou com a reportagem da revista O Carreteiro ele não sabia ainda se trabalharia no Natal. Contou que ao menos uma vez por semana ele dorme fora de casa e espera se aposentar dentro de dois anos para complementar o salário, mas afirma que continuará trabalhando na profissão. O paulista Cláudio Quintino, 53 anos de idade e 30 de estrada, já foi motorista empregado, mas hoje tem seu caminhão agregado a uma empresa. Disse que trabalhando desse modo dá pra sobreviver e se sentir feliz na profissão. Seu percurso diário varia entre 250 e 300 quilômetros, dorme em casa todas as noites e geralmente não trabalha no Natal. Sua queixa é a de todo dono de caminhão: o preço do diesel. Aos 64 anos de idade, 30 deles vi-

Francisco é empregado e disse que não pretende mudar sua condição, pois dessa forma ele está livre de preocupações vidos na estrada, Marco Antônio Flor também teve caminhão por 10 anos e trocou por uma casa em São Paulo. Disse que prefere trabalhar como empregado, dormir em casa todos os dias e estar sempre ao lado da família, principalmente nas datas importantes. Conforme disse, a empresa onde trabalha sempre oferece caminhão para os motoristas empregados, mas ninguém quer saber de comprar. Francisco de Assis, 64 anos de idade, afirma já ter feito de tudo na vida, até começar a dirigir caminhão 10 anos atrás para viver da profissão. Ele também trabalha como motorista empregado e garante que não quer nem pensar em ser autônomo. Embora ele não seja o dono, o caminhão que dirige é agregado e já tem carga fixa, livre de preocupações, conforme garante.

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CONECTIVIDADE

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ATIVAÇÃO EM ALTA Análise de dados da condução para reduzir o consumo de combustível - e de demais informações que ajudam a reduzir custos do caminhão - tem conquistado cada vez mais espaço entre transportadores no País

O J ÃO GEA R LDO

O

s transportadores brasileiros demonstram cada vez mais afinidade com as tecnologias que estão transformando o transporte rodoviário de cargas. Uma delas, cada vez mais presente nas frotas, é a conectividade, serviço oferecido no País desde 2017 pela Scania e que em outubro passado rompeu a barreira dos 50 mil veículos conectados. Desse total 2.000 são ônibus. O tamanho do crescimento da adesão ao serviço surpreendeu até mesmo os executivos da empresa, pois a expectativa era atingir essa marca somente no final de 2021. Na visão do diretor de serviços da Scania no Brasil, Marcelo Montanha, a percepção dos ganhos e o “boca a boca” sobre a eficiência da conectividade ajudam a alavancar a adesão aos serviços de conectividade. Na ocasião, 95% dos caminhões novos da marca eram entregues com o serviço ativado. Após ter batido a marca 50 mil veículos conectados antes dop prazo previsto, a meta da montadora passou a ser de encerrar 2021 com 52 mil. Assim como outras novas tecnologias empregadas no setor de transporte, o foco da conetividade é melhorar a produtividade por meio do gerenciamento à distância, acompanhando em tempo real várias funções do veículo e também do modo de condução. A conectividade é disponibilizada há anos pelas montadoras instaladas no Brasil, e também conhecida pela maioocarreteiro.com.br

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CONECTIVIDADE

Nossos pacotes trazem um exclusivo modelo de acompanhamento e avaliação do motorista, afirma Marcelo Montanha

ria dos motoristas e demais profissionais do setor de transporte, ao menos de ouvir falar. Cada empresa procura oferecer algum tipo de diferencial ou novidade. No caso da Scania, Marelo Montanha afirma que os pacotes de conectividade da montadora trazem um exclusivo modelo de acompanhamento e de avaliação de motoristas. "É uma poderosa fer-

ramenta para controlar e otimizar os hábitos de condução", afirmou. Feito pela internet (computador ou celular), o gerenciamento à distânciapermite a análise de dados do caminhão possibilita reduções de custos da operação tais como do consumo de combustível, do desgaste de pneus e da manutenção, além de preservar itens importantes na vida útil do caminhão. Do total de 48 mil caminhões Scania conectados até outubro passado, 2.500 são modelos produzidos antes de 2016, ano em que todos os veículos da marca passaram a sair da fábrica com o módulo eletrônico (Communicator). No entanto, os modelos anteriores também podem receber a conectividade pelo processo chamado de retrofit. Na visão de Marcelo Montanha, a Scania vive um momento histórico no mercado brasileiro na área de serviços. Ele credita os re-

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PLANOS DE MANUTENÇÃO Gerenciamento do veículo para análise de dados pode ser feito à distância pelo telefone celular ou computador

sultados positivos ao amplo e personalizado pacote de soluções disponibilizado o vínculo com a rede de concessionárias. Ainda de acordo com o executivo, trata-se de uma evolução contínua na transformação da forma de gestão de frota de clientes da marca; uma jornada em conjunto com o amadurecimento e o desenvolvimento do mercado. “Estamos ajudando o cliente a tirar mais rentabilidade, seja no uso inteligente dos dados da viagem, na forma de realizar a manutenção ou com a revolução causada pela conectividade no transporte”, complementou. A frota Scania global conectada supera os 500 mil veículos. Aqui no Brasil, a montadora começou a disponibilizar essa tecnologia em 2017 e frente ao avanço de adesões ao serviço, a expectativa da montadora é da frota do País atingir a liderança global de veículos da marca conectados até o final de 2022.

A montadora comemorou também em 2021 o aumento dos Programas de Manutenção Scania (PMS), com aumento de 30% nos primeiros 10 meses do ano em relação ao mesmo período de 2020. De acordo com a empresa houve um aumento de 17 mil para 22.100 planos ativos, sendo o programa com Planos Flexíveis, em que o próprio caminhão avisa quando deve parar, o de maior adesão dos transportadores. Uma recente novidade da Scania que ajudou a alavancar o crescimento dos PMS foi a mudança dos programas Premium Flexível Up. Isso significa manutenção dinâmica e individualizada do caminhão, com possibilidade de reduzir em até 25% os custos de manutenção. Toda toda vez que o caminhão entra na oficina ele passa a ser controlado por técnicos da Scania para ter atendimento agilizado e redução do tempo parado, além do cliente ter a opção de pagar apenas o que for utilizado na manutenção.

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LANÇAMENTO

NOVO PESO PESADO O Mercedes-Benz Arocs chegou ao Brasil para fortalecer a presença da marca no setor de mineração. Em testes desde 2018, o projeto recebeu diversas modificações para adequar o modelo às operações no País e mercados para onde será exportado JOÃO GERALDO

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ssim como Accelo, Atego, Axor e Actros, o Mercedes-Benz Arocs 8x4 traz familiaridade no nome, mas as semelhanças param por aí, porque seu projeto é pensado e desenvolvido exclusivamente para operações brutas, severas e pesadas, em condições

habitualmente encontradas na mineração e demais aplicações fora de estrada, como canaviais, florestas de madeira e obras, terrenos. Enfim, em terrenos onde robustez é palavra de ordem. Já conhecido na Europa em variadas aplicações, o Arocs 8x4 chegou mos-

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trando seu DNA para aplicações estritamente fora de estrada após ter sido desenvolvido pela engenharia da Mercedes-Benz do Brasil com base no projeto europeu. Por isso o veículo sai da linha de produção totalmente adequado às características de operações no País e

também em outros mercados da América do Sul, como Chile e Peru, para onde o modelo será exportado. O Arocs entra em cena para substituir o Actros 4844 8x4, modelo até então adaptado para atender operações na mineração. Por conta disso, sua concepocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

ção traz diversas soluções vindas de sugestões e solicitações de clientes da mineração. O processo desenvolvimento e testes começou em 2018 e segundo o diretor de engenharia da Mercedes-Benz, Daniel Spinelli, foram testados sete protótipos e realizados mais de 100 testes de validação até chegar à versão final. Com capacidade técnica para 58 toneladas de PBT, sendo 40 delas de carga líquida - e 150 toneladas de CMT conforme as condições de operação -, o novo pesadão da Mercedes ostenta maior produtividade por tonelada e maior disponibilidade como seus principais diferenciais no segmento. Sua concepção permite receber caixa de carga basculante assentada sem soldas nos pontos de parafusagem do chassi, com capacidade volumétrica para 20 ou 24 metros cúbicos. A tomada de força é de série e

opera em rotações mais baixas do motor basculando a caçamba em 28 segundos. O motor, por sua vez, é o OM 460 LA de 13 litros que entrega 510cv de potência a 1.880rpm e torque de 2.400 Nm a 1.100 rpm. Completa o trem de força a transmissão Mercedes-Benz Power Shift G340, de 12 marchas, totalmente automatizada. Desenvolvida para o mercado brasileiro fora de estrada, essa caixa faz trocas de marchas mais rápidas e com inteligência embarcada. Entre outras características, suas engrenagens são mais largas e conta com alavanca multifuncional na coluna de direção com funções Hill Holder e Hold, que acionam por três segundos o freio de serviço para facilitar partidas em rampa. A G340 disponibiliza três modos de operação, sendo a Economy indicada para condições de uso leve, em piso bom

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Painel envolvente, volante multifuncional e banco com amortecimento pneumático e amplo espaço, são alguns dos itens que tornam mais fácil a rotina do motorista e plano com o caminhão vazio; o Standard é recomendado para situações de uso intermediário, com o caminhão carregado, pavimento bom e rampas suaves. Em ambas condições, as trocas de marcha buscam melhor consumo de combustível. Já no modo Power Off-road, em condições e uso severo, pavimento com baixa aderência, rampas íngremes e caminhão carregado, a transmissão permite maior controle do veículo por meio do pedal do acelerador. O sistema de embreagem, com bi disco de 440mm, é calibrado para a aplicação na mineração, com torque máximo de até 3.300Nm. Cada disco tem espessura de 3 mm. Os eixos traseiros, com redução nos cubos e bloqueio de diferencial transversal e longitudinal de série, são dimensionados para até 20 toneladas de peso cada um. ocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

O sistema de freio eletrônico, com ABS e ASR, tem todo o conjunto de componentes monitorados e com aviso de alerta em caso de falha. Conta também com gerenciamento para o desgaste ser igual em todas as rodas. As cuicas são posicionadas na parte traseira do caminhão a 250mm de altura do solo para serem melhor protegidas de impactos, comuns em terrenos acidentados. Além do freio de serviço e Top Brake, o Arocs sai de fábrica equipado com retarder de cinco estágios e 900cv de potência de frenagem a 2.300rpm. O freio de estacionamento é eletrônico com acionanamento automatico quando a porta é aberta com o caminhão parado. A suspensão nos dois eixos dianteiros, independente para filtrar melhor as irregularidades do solo, é composta por molas parabólicas de 4 lâminas assimétricas.

Conta também com barras estabilizadoras nos dois eixos, cuja capacidade de cada um é para 9 toneladas. Na suspensão traseira, as molas parabólicas reforçadas têm 100 mm de largura e barras estabilizadoras, além de amortecedores de dupla ação. Os pneus, nas medidas 325/95 R24, são do tipo OTR (Off The Road) produzidos especificamente para atuar em terrenos fora de estrada. As diferenças entre a cabine do Arocs e demais modelos pesados da Mercedes-Benz vão além da grade dianteira com quatro aletas e dois spoilers laterais. Trata-se de outro projeto, disponibilizado na Europa nas séries S, M e L, totalizando nove versões. A unidade eleita para o 8x4 brasileiro é da variante M, com 2.300mm de largura, 1.600mm de altura à frente dos bancos, e túnel do motor com 170mm. Para

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O Arocs é preparado para 58 T de peso total, sendo 20 T em cada eixo traseiro e suspensão com molas parabólicas de 100mm de largura e amortecedores de dupla ação

maior proteção, a pintura externa da cabine é revestida com cinco camadas. Por ser mais moderna e mais larga até que a do Novo Actros, esta cabine poderá vir a equipar outros caminhões Mercedes no Brasil. Devidamente adaptadas ao mercado brasileiro, quem sabe até uma eventual atualização dos pesados da linha Axor. O Arocs 8x4 mede mais de três metros de altura a partir do solo, um caminhão alto conforme exigem as características de sua operação. Por esse motivo, para acessar o interior de sua cabine o motorista conta com quatro degraus. O filtro posicionado no alto, atrás da cabine, conta com sensor que avisa pelo painel de instrumentos do veículo a hora da troca. O cano de escape, por sua vez, é horizontal na altura do chassi para evitar emissão de calor na cabine. ocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

As diferenças da cabine em relação ao Actros e Axor vão além da grade frontal. Trata-se de outro projeto disponibilizado na Europa em oito versões Espelhos de aproximação e de rampa, posicionados na frente e laterais do veículo, facilitam a visão de pontos cegos fora do seu ângulo de visão do motorista. Quebra sol é item de série e os limpadores de para-brisam, uando estáticos, se posicionam sempre na posição vertical para evitar acúmulo de poeira e terra. Alinhadores de porcas das rodas, para verificar o torque dos parafusos, contribuem para ganho de tempo, assim como o tanque de diesel de 400 litros (em plástico flexível), instalados do mesmo lado do tanque de Arla, melhoram o espaço e facilitam o abastecimento . O cockpit do motorista conta com painel de instrumentos envolvente, com tela de 10,4cm e volante multifuncional com alavanca de marcha na coluna e piloto automático. Aparelho de ar condicionado é de série, com opão para digital.

Banco do motorista tem cinto de segurança integrado e amortecimento pneumático. Também são itens de série rádio MP3 com Bluetooth e conector USB, tomada de ar comprimido para limpeza interna, tapetes de borracha, rede traseira porta-objetos, preparação para câmera de ré e para rádio PX, além de dois porta-objetos internos com tampa, e capacidade total de 430 litros (2 x 215 litros) posicionados atrás dos bancos. Para o vice-presidente de vendas e marketing de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, Roberto Leoncini, o Arocs 8x4 será a nova referência no País em disponibilidade e produtividade nas operações fora de estrada, como também em conforto e praticidade. O veículo é produzido somente sob pedido e seu preço, cofnrome anunciado, é de cerca de R$ 1,1 milhão.

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BOLETIM DE PNEUS

GARANTIA E VALIDADE Exemplo: DOT 3003 (30 é a 30ª semana do ano e 03 representa o ano 2003. É importante ficar claro que a garantia é contra defeitos de fabricação e que depois de reformados a garantia passa a ser do serviço de reforma e honrada pelo recauchutador. Alguns fabricantes de pneus continuam dando garantia de seus pneus depois de reformados, desde que a reforma tenha sido feita em um recauchutador autorizado e com matéria prima original. Nesse caso o pneu passa a ter garantia da carcaça dada pelo fabricante e a do serviço pelo recauchutador. Portanto, é de extrema importância a escolha do pneu novo e também do recauchutador para fazer os serviços de reforma para se ter uma garantia ampla dos pneus. A quilometragem rodada ou número de reformas não entram nos sistemas de garantia, as quais cobrem somente defeitos originados na fabricação. A quilometragem é extremamente variável para cada caso. Nas situações de reclamação de garantia, o pneu será examinado por um técnico que vai definir onde ocorreu o problema e se foi originado na construção ou em decorrência do uso. Se for na construção será procedida a garantia.

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garantia de pneus é de 5 anos contra defeitos de fabricação a partir da sua data de produção, mas cabe saber que isso aber que isso não significa prazo de validade. Existe muita desinformação nesse quesito. Desde que seja armazenado da forma correta, longe de aparelhos geradores de ozônio, por exemplo (motores elétricos), e não exposto ao sol, não existe um prazo de validade pré-definido. Para saber a data de fabricação do pneu basta identificar o código DOT estampado na sua lateral. A sigla DOT significa Department of Transp or tat i on, órgão que regulamenta o setor detransporte nos EUA e que se tornou padrão para a indústria de pneus. O código DOT informa que o pneu está conforme os regulamentos do órgão dos Estados Unidos e começa sempre seguido por duas letras que representam a fábrica onde foi produzido. Mas no nosso caso, o que importa são os quatro últimos números, os quais representam a data de fabricação dos pneus produzidos a partir do ano 2000. Os dois primeiros números são a semana (52 semanas em um ano) em que foi produzido e os últimos dois são o ano.

Este boletim é de responsabilidade do consultor na área Automotiva Pesada, Guilherme Junqueira Franco, que tem a formação TTS - Truck Tire Specialist (Especialista em Pneus de Caminhão). Dúvidas: guijunqueirafranco@gmail.com ocarreteiro.com.br

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MONTADORA

PRODUÇÃO DIGITALIZADA Para atender ao grande número de possibilidades de configurações e de conectividade, os novos caminhões Volvo da linha F passaram a ser produzidos por processos digitais 4.0 mais avançados JOÃO GERALDO

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início da importação do modelo FH no segundo semestre de 1993, seguido da inauguração da fábrica de cabines em Curitiba/PR, em 1997, elevaram a imagem da Volvo à de uma inovadora fabricante de caminhões no País. E com a inclusão logo em seguida da operação brasileira no sistema industrial globalizado da marca, a montadora passou a modernizar cada vez mais seu parque industrial e oferecer veículos mais avançados e serviços aprimorados para os transportadores. A mais recente ação da empresa, em curso desde o final de outubro de 2021, são os avanços da aplicação da digitalização nos processos de produção dos novos caminhões FH, FM e FMX. Em outras palavras, um passo a mais à frente na utilização dos conceitos da indústria 4.0 na fabricação de veículos pesados. A tecnologia que passou a ser empregada pela empresa vai de encontro à maior variedade de configurações na nova linha pesada, as quais contam com mais de duas mil possibilidades distintas. A inteligência aplicada na produção permite a sincronia reunida de processos das três fábricas em Curitiba: motores e transmissões, de cabines e linha de montagem de veículos. Conforme contou Cyro Martins, vice-presidente de manufatura da Volvo, as fábricas operam de forma sincronizada e cada novo chassi é identificado por sistemas inteligentes que monitoram o trabalho dos vários pontos de produção da fábrica. “Reunimos em Curitiba a fabricação de veículos numa única unidade, o que traz ganhos em processos e qualidade”, afirmou. A conectividade presente nos novos caminhões exigiu adaptabilidade da linha de produção. O pacote de softwaocarreteiro.com.br

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MONTADORA

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A fábrica da Volvo conta há muito tempo com processos automatizados e nível de produção que a distingue dentro grupo, disse Cyro Martins

res dos veículos - carregados já nas operações de pré-montagem - reduziu para minutos o que poderia levar horas. Houve também substituição dos dispositivos pneumáticos por apertadeiras eletrônicas que dosam o torque exato dos parafusos, conforme o modelo do caminhão. Martins lembrou que há muito tempo a fábrica de Curitiba conta com processos automatizados e nível de qualidade de produção que a distingue até mesmo dentro do Grupo Volvo. Citou também a convivência com drones e suas diferentes aplicações, estações de produção digitalizadas, análise e simulação virtual de produtos e processos. “Mais uma vez, toda a fábrica se preparou para antecipar as tendências do segmento de veículos de transporte de carga”, finalizou. O gerente de projeto responsável pela industrialização dos novos veículos, Ronaldo Cristo, destacou que agora os robôs operam também na montagem do painel de instrumentos dentro da cabine. Outras operações como fixação do para-brisas, vidro traseiro, montagem do climatizador e colocação da escotilha dos caminhões já eram realizadas há tempo com auxílio de máquinas. Cristo destacou também o ganho de conforto e segurança das novas cabines, assim como da substituição de alguns componentes de aço por alumínio, deixando-as mais leves, mas sem perder resistência, e citou também a montagem do painel frontal com solda ultrasônica aplicada em plásticos e metais. A pintura das cabines da nova linha de caminhões, por sua vez, conta com novas tecnologias, especialmente de peças como a grade frontal, cujas programações pré-definidas de produção dão a sequência exata de tratamento, pintura e acabamento, explicou Ronaldo Cristo. ocarreteiro.com.br

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PNEUS

QUILÔMETROS A

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or representar um dos maiores custos do transporte rodoviário, assim como o consumo de combustível, o pneu se destaca entre os itens do caminhão que recebem grande atenção por parte dos profissionais do setor. Os cuidados têm por objetivo prolongar sua vida útil e, consequentemente, reduzir custos da operação. Além da reforma, outra prática para aumentar o ciclo de rodagem é a ressulcagem. Conhecido pela grande maioria dos

carreteiros, o processo remove a borracha do fundo dos sulcos para assegurar uma sobrevida ao pneu, podendo ainda, mais à frente, ser recauchutado e receber uma nova banda de rodagem. Assim como a reforma, a ressulcagem tem pontos a serem observados conforme observam especialistas em pneus de carga. O primeiro deles foca a segurança, sendo importante para isso considerar que o melhor momento para a realização da ressulcagem é quando o sulco

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OS A MAIS

A ressulcagem é uma opção utilizada por carreteiros para se buscar uma maior quilometragem do pneu antes da reforma ou pela troca por outro novo. A escolha por essa solução deve considerar pontos importantes para o pneu voltar a rodar em segurança, como profundidade mínima dos sulcos e indicação nas laterais de que o produto pode passar pelo processo JOÃO GERALDO

restante na banda de rodagem atinge 3 mm de profundidade. Durante o processo, normalmente são removidos até 4 mm de borracha do fundo dos sulcos. É importante que o trabalho de ressulvagem seja realizado por quem entende do assunto para se obter um bom resultado, pois serviço malfeito pode inutilizar o pneu. De acordo com Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental, fabricante de pneus de tecnologia alemã,

antes da ressulcagem é recomendada a análise do pneu por um especialista. “Ele vai verificar se o desgaste é uniforme e se certificar se não existem danos suficientemente profundos na banda de rodagem ao ponto de terem danificado a camada de borracha, e também o pacote de cintas estabilizadoras”, explica. Ainda segundo Astolfi, todos os pneus da marca Continental que aceitam ressulcagem vêm com a identificação regroovable (ressulcável, em português) ocarreteiro.com.br

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A ressulcagem deve respeitar a espessura mínima de 2 mm de borracha acima da cinta de proteção, para que o processo não inutilize o pneu

nas duas laterais. Por isso possuem uma camada mais espessa de borracha sobre a cinta de aço mais externa. No entanto, ele alerta que o mínimo de espessura de borracha restante acima da cinta de proteção (a cinta metálica mais externa do pneu) deve ser de 2 mm. “Caso essa medida, chamada de “undertread” (abaixo da banda de rodagem), não seja respeitada, o pneu pode ficar inutilizado, porque o pacote de cintas corre o risco de ser danificado”, justifica. O especialista da Continental resasalta ainda que cada pneu possui recomen-

dações específicas para que o processo de ressulcagem seja bem-sucedido, seguindo regras que normalmente estão nos manuais técnicos do fabricante. “Essas especificações variam para cada modelo de pneu, pois de acordo com sua construção e com o desenho de sua banda de rodagem, as medidas da largura e da profundidade de cada sulco podem mudar após a ressulcagem”, acrescenta. Embora os pneus ressulcados possam ser reformados posteriormente, o processo não é recomendado em todos os casos, uma vez que a espessura da borracha que protege o pacote de cintas fica reduzida e, consequentemente, mais susceptível à penetração de pedras e de outros objetos. De acordo com o Código de Trânsi-

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to Brasileiro (CTB), pneus com desgaste excessivo são considerados como veículo em mau estado de conservação, porque comprometem não só a segurança de quem está no interior do veículo, mas também de todas as outras pessoas que estão circulando pelas estradas e rodovias. Portanto, assim como os sistemas de freio e suspensão, os pneus também estão entre os principais itens de segurança do veículo. Por conta disso, conforme prevê a resolução 558 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a profundidade mínima dos sulcos é de 1,6 milímetro. Uma maneira de identificar é através da sigla TWI (de Tread Wear Indicator) no fundo dos sulcos dos pneus. As três letras indicam o nível de desgaste da banda de ro-

Pneus que aceitam ressulcagem são produzidos com camada mais espessa de borracha sobre a cinta de aço externa e trazem a indicação nas duas laterais

dagem e quando a borracha já encosta nelas é o sinal para fazer a troca. Abaixo dessa medida a infração é passiva de multa de grave, no valor de R$ 195,23 conforme artigo 230, XVIII do Código de Trânsito Brasileiro, e 5 pontos na Carteira de Habilitação. Se a autoridade de trânsito considerar crítico o estado do pneu, o veículo poderá ser apreendido, podendo haver também retenção do documento do veículo ou até mesmo a retenção do próprio veículo para regularização, dependendo do nível de segurança comprometida. ocarreteiro.com.br

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POTÊNCIA, TOR QU

Se depender do desempenho, conforto e facilidade de condução, o e-Delivery vai conquistar rapidamente todo motorista de caminhão que trabalha diariamente no trânsito urbano, porque força, torque e conforto se destacam no modelo elétrico da Volkswagen O J O Ã GERALDO 34

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OR QUE E SILÊNCIO

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cavalagem e torque acima dos padrões normais apresentados por caminhões movidos a diesel, silêncio e ausência total de trepidação da cabine são as primeiras características observadas ao acelerar o Volkswagen e-Delivery. Carregado vou vazio, 12 ou 14 toneladas de PBT, sobra de potência e alto desempenho são atributos percebidos até mesmo por quem não está acostumado a dirigir caminhão.

Unidades do e-Delivery foram liberadas pela VWCO para serem experimentadas somente dentro de um circuito fechado, mesmo assim foi possível perceber as principais qualidades do veículo e seu potencial para agradar o motorista. A performance da aceleração proporcionada pelos 300 kW (equivalentes a 409cv de potência) e do torque máximo de 2.150 Nm (desde a rotação zero) entregues pelo motor elétrico posicioocarreteiro.com.br

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Painel simples de instrumentos simples, com mostradores analógicos, tem indicador de regeneração da bateria que aproveita a energia gasta para desacelerar nado na parte traseira do chassi, lembra a condução de carro de passeio. Caixa de transmissão não existe e diferente do que se possa imaginar, o painel é bastante simples, sem qualquer complicação para entendimento do motorista. Basta virar a chave de ignição, selecionar a opção D (drive), liberar o freio de mão e acelerar. O e-Delivery desliza ligeiro e quieto pelo asfalto, com respostas imediatas de força e potência, em qualquer nível de aceleração. Quando o pedal de freio é acionado para reduzir a velocidade, a resposta instantânea apresenta a mesma intensidade na regeneração das baterias. Essa informação é apresentada em um dos mostradores analógicos do painel de instrumentos, bastante simples por sinal. O freio regenerativo de três estágios chega a aproveitar até 40% da energia gasta para desacelerar o veícu36

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lo, segundo afirmam os engenheiros e técnicos da VWCO. O desempenho do Delivery elétrico, conforme explicam, se deve à minuciosa calibração do veículo para operações severas. Por conta dessa característica técnica, as curvas de torque e de potência são capazes de atender diferentes gamas de aplicações. Um dosador da potência e do torque atua como cérebro e informa ao motor como ele deve atuar. O resultado é refletido na dirigibilidade diferente de caminhões convencionais destas categorias e até mais prazerosa. O conforto e comportamento vem também à suspensão pneumática nos eixos traseiros. A substituição das molas de aço por bolsas de ar tem por objetivo garantir maior proteção das baterias, mesmo estando estas assentadas sobre coxins. De acordo com engenheiros da VWCO, essa medida evita a ocorrên-

cia de trepidações e choques capazes de encurtar a vida útil das baterias. Produzidas com íons de lítio, livres de níquel, cobalto e manganês, são refrigeradas a água e com controle de temperatura para atingirem maior vida útil. Com as baterias totalmente carregadas o e-Delivery roda 250km ou um pouco mais dependendo do tipo de operação. A economia de energia também é possível com o veículo operando no modo econômico acionado. Identificado como Eco-Drive Mod, nesta condição sua performance é automaticamente ajustada à operação para disponibilizar apenas a energia necessária e assim aumentar sua autonomia. O trem de força elétrico exibe força e potência suficientes para arrancar em aclives com até 28% de inclinação sem dificuldades. Um sensor de inclinação (inclinômetro) analisa a topograocarreteiro.com.br

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Desempenho do e-Delivery é igual nas versões de 11 ou na de 13 toneladas com terceiro eixo

fia do piso e envia a mensagem para o motor. Essa operação é realizada de forma automática em conjunto com o sistema auxiliar de partida. E por questão de segurança, o sistema de direção conta com uma bomba hidráulica dupla para garantir normalmente a condução do veículo mesmo em caso de falha de um dos equipamentos. As entregas do o e-Delivery aos clientes começaram no segundo semestre. Sua missão é provar que vale quanto custa e proporcionando o máximo possível de eficiência e de redução de custos operacionais em relação aos seus irmãos de 11 e 13 toneladas de PBT movidos a motor diesel. De acordo com o vice-presidente de vendas, marketing e pós-vendas da VWCO, Ricardo Alouche, o custo de manutenção do e-Delivery chega a ser 30% menor, além de 10% a mais de dis-

ponibilidade se comparado com o modelo convencional, sem contar as emissões zero de CO2. “Além disso, por ser silencioso, o caminhão elétrico oferece a possibilidade de dupla jornada de trabalho nos grandes centros urbanos, entre outras vantagens”, complementou. Outro ponto relacionado pelo executivo está nas as soluções técnicas como, por exemplo, o carregador de baterias com capacidade para alimentar seis caminhões ao mesmo tempo. De acordo com Alouche, o e-Delivery tem garantia de de fábrica de um ano, mas quem adquire o carregador junto com o veículo recebe cinco anos de garantia para as baterias. O carregador mais simples garante até 80% de carga no tempo de 90 minutos, porém existe disponibilidade de aparelhos mais potentes que fazem o carregamentoem menor tempo. Por não ser o único caminhão movido

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a eletricidade à venda no Brasil produzido em série por uma grande montadora, a VWCO faz questão de destacar suasvantagens em relação a modelos importados. Entre elas Alouche destaca a capacidade de carga 60% maior, custo de propriedade 6% menor, 100% de garantia de peças de reposição e rede de atendimento com 150 concessionários, além dos pacotes de serviços e planos de manutenção e peças. Outro diferencial citado está na disponibilidade dos serviços digitais da plataforma RIO, cujas funções de monitoramento de consumo, desempenho, emissões, perfil de condução e nível de bateria, entre outros recursos, são os mesmos disponibilizados todos os caminhões da marca. O e-Delivery sai da linha de produção com a plataforma RIO instalada. Com o sistema habilitado, a garantia é de três anos ou até 150 mil

km para veículos com pacotes de três baterias. No caso de seis baterias, a garantia sobe para 300 mil km e adicional de um ano para o trem de força. Logo após o início das vendas e entregas, em outubro passado, Alouche dizia ter ficado surpreso com a alta procura pelo veículo por transportadores de todas as regiões do Brasil. Na ocasião, disse que já tinha confirmadas as vendas de 200 unidades para serem entregues até o final de 2021. Na ocasião esse total era composto porr 100 unidades para a Ambev, 26 para Femsa e 80 para clientes de pequenas, médias e grandes empresas. Conforme admitiu, sua expectativa de vendas era maior em relação a compradores do Estado de São Paulo. “Por isso, temos convicção de estarmos transformando o transporte. O e-Delivery dá início a um novo modelo de negócio”, concluiu. ocarreteiro.com.br

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Baseada em catálogo de montadoras de caminhão, empresa atua no comércio online de peças com grande foco no caminhoneiro, disponibilizando mais de 18 mil itens de 300 diferentes fabricantes da indústria de autopeças

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m tempos que tudo se compra e vende pela Internet, o comércio de peças para caminhões, inclusive os mais antigos, não poderia ficar fora dessa pratica. Assim, surgiu a GriGo, empresa de comércio de peças on-line para caminhões, resultado de um projeto concebido por quatro executivos da indústria automotiva, todos com grande especialização em pós-vendas e autopeças para veículos a diesel e implementos rodoviários. O objetivo, disse o gestor da empresa, Luis Marques, é disponibilizar peças para caminhões de diferentes idades e marcas, genuínas, originais, premium e econômicas no menor prazo possível. O foco da empresa está nos caminhoneiros e mecânicos, para reduzir o tempo do veículo. “A GriGo é uma startup sediada em São Paulo que surge para resolver um velho problema do mercado, como o

tempo gasto nos serviços de manutenção. Como um grande balcão virtual de peças diesel, disponibiliza em seu portfólio mais de 18 mil peças, de 300 fabricantes diferentes, que vão da linha comercial leve até a linha comercial extra pesada”, explicou Marques. Conforme destacou, além da agilidade para peça chegar ao destino, a oportunidade de encontrar componentes para veículos fabricados em diferentes épocas e até com redução de custos. A GriGo trabalha somente com peças para veículos a diesel, e para-choque a para-choque. As consultas ou pedidos para aquisição podem ser feitos de qualquer parte do Brasil pelo site ou aplicativo da empresa. A base de busca da empresa está no conjunto de catálogos das montadoras, por isso a facilidade para encontrar peças pela placa ou marca do caminhão, de modelos fora de produção e até mais

As peças podem ser encontradas pela placa ou marca do caminhão, de modelos fora de produção até os mais antigos ocarreteiro.com.br

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Estoque de peças da GriGo é formado por várias indústrias e distribuidores

antigos, tudo num só lugar, da linha comercial leve até a linha comercial extra pesada, com opções de marca e preço. “O estoque é formado por vários distribuidores e indústrias de autopeças, como se fosse infinito. Muitas vezes o lojista não tem a peça que temos em nosso estoque”, acrescentou Fábio Biselli, responsável por vendas e política comercial. Na prática, o que seria as equipes de vendedores de balcão das lojas do comércio convencional passa a ser feito pelas empresas parceiras. Pelo site o cliente encontra o preço e outras opções. “través da digitalização do segmento, queremos transformar a vida de milhares de motoristas autônomos e mecânicos da linha pesada", complementou Marques. "A empresa está preparada par realizar entregas expressas com hora marcada válida para clientes em um raio de até 100 km da capital paulista", acrescentou. Esse formato, explica Flavio Farias,

responsável pela logística, é indicado em casos de situações de emergência e imprevistos. A condição padrão é de entrega no dia seguinte (24hs) para todo Estado de São Paulo, pelo correio, Uber e outros meios, com o cliente podendo acompanhar o pedido pela internet. O pagamento pode ser feito com cartão, à vista ou a prazo, com o pix ou boletos, mas sempre meio eletrônico, garantindo alto índice de segurança e agilidade ao atendimento do cliente, explicou Luiz Fabiano Borges, responsável financeiro da empresa. O estoque de peças está no Estado de São de São Paulo, com previsão de estender para as capitais Belo Horizonte e Curitiba e Rio de Janeiro e interior paulista a partir de 2022, assim como os planos de expansão da cobertura para outras capitais do Sul do País e Centro-Oeste. A projeta atender Argentina e Colômbia, países onde 85% dos veículos a diesel em atividade são produzidos no Brasil

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FIM DE ANO E CUIDADOS COM O PRÓXIMO

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ntre o final e início de cada ano é um período em que refletimos sobre nossas vidas. É tempo de se reunir com familiares e pessoas queridas para celebrar mais um ano e comemorar as conquistas do período que passou. Uma iniciativa que transmite o significado desse período de festas é o cuidado com o próximo. Esta é uma função que você, carreteiro, pode cumprir de onde estiver, em qualquer rodovia do País. Basta manter o olhar atento ao seu redor para proteger o próximo. Crianças e adolescentes sozinhos na estrada são um grande indicador de que há alguma coisa errada.

Muitos meninos e meninas com menos de 18 anos são vítimas da exploração sexual nas estradas brasileiras. Este é um crime terrível, que só pode ser enfrentado com a ajuda de toda a sociedade. Por isso, se você identificar algo suspeito, faça a sua parte, denuncie pelo Disque 100. A ligação é gratuita e não é preciso se identificar. Neste início de mais um ano, desejamos a você, carreteiro, que se mantenha firme nesta profissão tão importante para o nosso País e tenha cuidado nas estradas. Contamos com você para atuar como um agente de proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

Para saber mais, acesse: Childhood Brasil – www.childhood.org.br Programa Na Mão Certa – www.namaocerta.org.br

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PROFISSÃO

DONAS DO NEGÓCIO Programa de treinamento de mulheres motoristas na África do Sul, com parceria da Volvo Trucks, tem por objetivo torná-las qualificadas para gerenciar seus próprios negócios no setor do transporte rodoviário de carga O J ÃOR EG O DLA

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mbora ainda não se tenha notícia de algo semelhante no Brasil, em outras partes do mundo a Volvo Trucks tem realizado ações para aumentar o número de mulheres motoristas. Na África do Sul, por exemplo, através de parceria com a empresa de materiais de construção Lafarge, o grupo sueco tem projeto em andamento com 10 mulheres selecionadas para dirigir caminhões. Trata-se da fase piloto do projeto Iron Women (Mulheres de Ferro) Volvo Trucks, cujo objetivo é replicar e cultivá-lo em outras áreas de operações em 44

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PROFISSÃO

Empresa de materiais de construção tem planos de acelerar as operações com caminhões conduzidos por mulheres

todo o país. As motoristas selecionadas são da província costeira sul-africana de KwaZulu-Natal e a iniciativa visa acelerar as operações de veículos pesados da empresa Lafarge conduzidos por mulheres. A Lafarge é uma das principais companhias do setor de materiais de construção da África do Sul. Sua atuação se dá na fabricação e abastecimento da indústria de construção local com cimento, concreto pré-misturado, agregados entre outros produtos. Como parte do programa, as candidatas passarão por treinamento intensivo pelo período de três anos na Academia de Transporte Comercial (CTA). O treinamento completo tem o propósito de capacitar as candidatas e torná-las profissionais proprietárias de caminhão. Para isso o curso inclui visão de negócios e foco em aspectos como tecnologia, finanças, empreendedorismo,

gestão empresarial e de transporte rodoviário, bem como legislação trabalhista e até práticas de RH. Depois de qualificadas, as profissionais proprietárias dos caminhões serão incorporadas como operadoras ativas em operações da construtora Lafarge. Os caminhões Volvo operados pelas 10 candidatas selecionadas são financiados pela Volvo Financial Services. “Acreditamos que as empresas de transporte de propriedade das mulheres tenhampotencial para florescer e fazer uma mudança real nas vidas dos participantes, de suas famílias e suas comunidades” disse a gerente geral da Lafarge Aggregates, Noriko Solomon. Em sua opinião, o projeto Mulheres de Ferro é mais um importante passo em direção à inclusão econômica e construção de comunidades acessíveis e sustentáveis para o futuro.

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Candidatas a empresárias proprietárias de caminhão têm de passar por treinamento intensivo pelo período de três anos em Academia de Tansporte O projeto Mulheres de Ferro começou na África do Sul em 2019 por iniciativa do vice-presidente do Grupo Volvo no país, Marcus Hörberg. Seu objetivo é melhorar a segurança no trânsito e gerar prosperidade por meio da educação de mulheres caminhoneiras. O executivo já tinha realizado a experiência parecida no Peru, em 2016, onde na época ele ocupava o cargo de diretor executivo da Volvo. Hörberg disse haver um grande en-

tusiasmo em relação às novas portas que se abrirão para as mulheres no setor de transporte, graças a esta iniciativa conjunta entre a Volvo Trucks e a Lafarge South África. “Apoiamos mulheres para que se tornem motoristas de caminhão qualificadas e gerenciem seus próprios negócios. Estou convencido de que essa iniciativa terá um impacto duradouro na vida de muitas pessoas ”, concluiu Hörberg. ocarreteiro.com.br

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INDÚSTRIA

ÁREA DE DESENV OL

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A diferença tecnológica entre veículos produzidos no Brasil com os de países mais avançados poderá ser reduzida com mais desenvolvimento de tecnologias e componentes. Parceria entre Mercedes-Benz e Bosch no mais avançado campo de provas do hemisfério Sul tem entre seus objetivos diminuir essa distância tecnológica

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NV OLVIMENTO O J ÃO GEA R LDO

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indústria automotiva instalada no Brasil avançou bastante nos últimos anos e reduziu a distância tecnológica em relação aos veículos produzidos nos países mais desenvolvidos. Porém, para especialistas do setor, resta ainda um caminho a ser percorrido para diminuir ainda mais as diferenças. Por conta disso apontam a necessidade de ampliar a gama de testes e acelerar o desenvolvimento de produtos e tecnologias. A diferença pode começar a ser tirada com ações realizadas por meio de estruturas similares às existentes na Alemanha, Estados Unidos, Japão e China. Nesse sentido, as empresas alemãs Mercedes-Benz e Bosch, instaladas há mais de seis décadas no País, se uniram para ter no Brasil o maior e mais avançado campo de provas do hemisfério Sul para veículos comerciais. O local definido foi o Campo de Provas de caminhões e ônibus da Mercedes, inaugurado em 2018 no município de Iracemápolis, no Interior Paulista. A parceria entre as empresas, firmada em 2019, deu origem ao Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis (CTVI), cuja previsão de inauguração para 2021 foi estendida para o primeiro semestre de 2022. Quando concluído, todo o complexo contará 22 pistas - inclusive um circuito oval com cerca de 2,6 km de extensão -, três faixas rolamento, uma de acostamento e curvas compensadas para altas velocidades. O CTVI vai possibilitar avaliações de ocarreteiro.com.br

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INDÚSTRIA

Centro de Testes Veículares vai realizar ensaios para o desenvolvimento de sistemas de segurança já disponíveis no Brasil e outros que virão por conta do Programa Rota 2030

segurança veicular, eficiência energética e novas tecnologias de assistência ao motorista. Toda a infraestrutura (boxes de oficina de protótipos e escritórios individuais para assegurar a privacidade e confidencialidade de projetos dos usuários) será oferecida também para outras montadoras, autopeças, empresas e públicos em geral do setor automotivo. Mesmo antes de ser totalmente finalizado, o Centro de Testes Veiculares já vem sendo utilizado por diferentes empresas. Segundo informações da Mercedes-Benz, desde abril de 2019 foram registradas mais de 100 locações da Pista Acústica para outras empresas envolvendo mais 330 testes para quase 30 marcas do setor automobilístico. Com a ampliação, além de testes para

caminhões e ônibus já disponíveis, também serão oferecidos testes para automóveis, comerciais leves e máquinas agrícolas. Karl Deppen, executivo que comandou a Mercedes-Benz do Brasil e unidades da América Latina até 31 de dezembro de 2021, frisou na ocasião que ao disponibilizar essa nova estrutura para outras empresas do setor automotivo, se contribui também para o desenvolvimento da indústria automotiva brasileira. Deppen destacou também importância de toda a estrutura estar concentrada em um único local, otimizando processos e assegurando ganhos de eficiência, agilidade e de produtividade. O Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis vai ampliar a gama de testes veiculares e acelerar o desenvolvimento de tecnologias e produtos.

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Entre as atividades no Centro de Testes o executivo da Mercedes-Benz à época relacionou os ensaios para desenvolvimento de sistemas de segurança veicular e controle de chassi, como Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP®), Frenagem Automática de Emergência, proteção de pedestres e ciclistas (AEB) e Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor (ADAS), além de eficiência energética e de condução autônoma e semiautônoma. Para o presidente da Robert Bosch América Latina, Besaliel Botelho, o Centro de Testes Veiculares está alinhado diretamente ao objetivo estratégico da empresa, de ter centros de competência locais para atender as demandas dos clientes. Conforme frisou o executivo da Bos-

ch, há muito tempo havia necessidade da empresa investir em uma área onde fosse possível testar e validar sistemas de segurança, assistência ao motorista e eficiência energética. Acrescentou tratar-se de itens já disponíveis no mercado nacional, bem como aqueles que virão por conta do Rota 2030 ou por demanda de legislações futuras. O Programa Rota 2030 - Mobilidade e Logística, é parte da estratégia elaborada pelo governo federal para desenvolvimento do setor automotivo no Brasil. Botelho acrescentou que depois de ter estudado diferentes possibilidades, a parceria ideal foi encontrada com a Mercedes-Benz para as duas empresas construírem juntas um Centro de Testes Veiculares que beneficiará toda a cadeia automotiva na América Latina. ocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

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MAIS TECNOLOG IA Após lançamento em 2019 da linha Pró-Nio, com a novidade da construção em liga de aço mais leve e resistente, a Librelato traz ao mercado a geração Evolut 2022, formada por semirreboques com menos peso, maior capacidade de carga e linhas mais aerodinâmicas

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JOÃO GERALDO

omo o próprio nome sugere, os novos implementos representam a evolução da linha Pro-Nio, tanto no design mais moderno e aerodinâmico quanto nos materiais e processos de produção. As novidades incluem também soluções técnicas e tecnologias capazes de disponibilizar semirreboques cada vez mais leves, seguros e com maior capacidade de carga e facilidade de operação. O novo semirreboque graneleiro ficou 400 quilos mais leve e seu eixo é

Semirreboque graneleiro da nova geração ficou 400 quilos mais leve

do tipo bitola larga com distância entre o apoio das molas 100mm maior em relação ao seu antecedente. Essa medida já era adotada para os semirreboques tanque e basculante. Na geração Evolut passou a ser item de série em todos os implementos que possuem chassi no conceito plataforma, incluindo os novos furgões de alumínio e lonado. De acordo com Fábio Rossi Tronca, gerente de engenharia do produto e pós-vendas da Librelato, o eixo mais

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OG IA, MENOS PESO

largo proporciona ao implemento um ganho de estabilidade de 5%. Também é novidade no semirreboque graneleiro os módulos parafusados, cuja vantagem é a modularização conforme a necessidade do transportador. Entre os componentes parafusados estão o engate tipo “G” nos perfis laterais do semirreboque, porta estepe, parachoque, protetor lateral e reservatórios, entre outros itens.“Facilitamos a manutenção do implemento e ganha-

mos agilidade adicional na linha de produção, além de aumento de capacidade produtiva”, afirmou Tronca. Outro ponto destacado pela fabricante é o fato do produto ser o único graneleiro em toda a América Latina produzido em célula com robôs. O processo possibilita a soldagem total do implemento em apenas 35 minutos, um ganho de 30% no tempo de produção, permitindo à Librelato finalizar diariamente até 25 unidades do modelo. ocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

Basculante da nova geração é apresentado ao mercado como o implemento mais leve da categoria e com capacidade de reduzir consumo em 2%

Tanto o robô quanto a célula robotizada (exclusivamente destinada à linha graneleira) foram desenvolvidos em parceria com empresa especializada em automação e robótica. Antes da instalação do equipamento na fábrica, apenas parte do semirreboque era soldada pelo processo robotizado. Outro novo produto da geração Evolut que perdeu 400 quilos é o semirreboque basculante, sendo a maior parte da redução obtida na caixa de carga. O implemento tem o mesmo desenho do anterior, porém com variação de espessura da chapa, possibilitando alterações conforme solicitação do cliente. As vendas de basculantes Librelato são totalmente técnicas, conforme lembrou Tronca, por isso cada unidade ne-

gociada atende a requisitos para atender o tipo de carga transportada, número de basculamento diário e a distância a ser percorrida, entre outros itens importantes na definição do produto mais adequado à aplicação. O basculante da geração Evolut é apresentado ao mercado como o mais leve da categoria, e também com maior capacidade para proporcionar redução de consumo de combustível em até 2% comparado ao modelo tradicional. De acordo com Tronca, uma das sugestões mais recorrentes de clientes para esse implemento resultou na adoção do Dolly modular rebaixado com engate esférico. Esta solução permite a abertura completa da tampa traseira durante o basculamento, sem necessidade de desaco-

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Dolly rebaixado com engate esférico é uma das soluções solicitadas por clientes. Caixa de carga manteve desenho da anterior, mas com variação da chapa plar o conjunto. E o novo cambão rebaixado permite giro de 90 graus do Dolly em relação ao conjunto dianteiro. Esta solução possibilita também a descarga sem o desacoplamento. A Librelato produz quatro linhas de basculantes para todas as aplicações. Os novos semirreboques lonados, produzidos nas versões de três eixos (juntos, distanciados e bitrem de seis eixos) são 200 quilos mais leves que seus os antecessores. A redução se deve à remodelação do assoalho, com menor peso, e mudanças aplicadas ao chassi e caixa de carga. A empresa manteve o fechamento frontal em chapas de alumínio. Outras novidades do novo implemento estão no padrão das lonas. Segundo a Librelato, foram desenvolvidas ocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

A nova geração de implementos contou com sugestões de clientes, disse o dirigente da Librelato, José Carlos Sprícigo

dentro das normas europeias, resultando em produtos mais resistentes . São as únicas no mercado brasileiro produzidas com materiais absorvedores de raio ultra violeta, retardante de chamas e elementos antifungo. A empresa destaca também no novo furgão lonado o sistema de amarração de carga, no qual redes e cintas suspensas facilitam o trabalho do motorista de arremessar as cintas, ou de subir no implemento para fazer a amarração. O semirreboque tanque Evolut, por sua vez, é 470 quilos mais leve e tem capacidade para 32 mil litros, dois mil de gasolina ou etanol acima da geração anterior. Ainda de acordo com a fabricante, o novo implemento carrega até 600 li-

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O engenheiro Fábio Tronca destaca o processo de produção, redução de peso e as novas soluções como principais destaques dos novos implementos tros de diesel a mais em relação aos produtos concorrentes. A maior capacidade para o transporte de carga líquida se deve ao formato cilíndrico, quebra-onda e corpo do tanque. E dependendo do modelo e quantidade de compartimentos internos, o ganho varia entre 7% e 10%. Com chassi modular, o tanque Evolut permite aplicação de itens opcionais parafusados conforme a necessidade da operação. Fábio Tronca lembra que as principais vantagens de equipamentos com uniões parafusadas em relação às versões soldadas estão na redução de custos e de riscos durante as manutenções. “As uniões parafusadas são tendência mundial, inclusive nos cavalos mecâni-

cos”, acrescentou. O novo tanque sai de fábrica equipado com protetor lateral para facilitar o acesso às tubulações do implemento, assim como outros itens para agilizar a operação de carga e descarga. “Para ter acesso à tubulação de descarga do tanque, o protetor deve ser removível ou escamoteável. No novo modelo há uma articulação simplificada que libera amplo acesso a todas as válvulas da tubulação de descarga”, acrescentou. A nova linha de furgões de alumínio, formada por semirreboque de três eixos e bitrem de seis, traz as mesmas soluções adotadas para os graneleiros e furgões lonados, como eixos de bitola mais larga com distância de 100mm entre o apoio das molas e suas respectivas vantagens. O assoalho reúne as mesmas características adotadas para o furgão lonado, como maior resistência e menor peso. Ambas as mudanças proporcionaocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO Box para vendas de peças de maior rotatividade começa a funcionar este ano nas rodovias

ram redução de 200 quilos na estrutura do implemento. O CEO da Librelato, José Carlos Sprícigo, destacou que o desenvolvimento da geração Evolut 2022 contou com opiniões e sugestões de clientes. De acordo com executivo, a empresa procurou ouvir os clientes para dar respostas ao mercado com a oferta de produtos mais adequados à operação que se destinam. Spricígo destacou também o investimento de 35 milhões de reais este ano em novos equipamentos de produção. Até mesmo o design do sistema de iluminação, considerado moderno, tornou mais fácil a identificação dos novos implementos da marca. Maior parte do aporte, conforme disse o executivo, foi destinada à tecnologia, processos de digitalização e automação dentro dos conceitos da indústria 4.0. “A nova geração Evolut será sinônimo de eficiência nas estradas. Com os

novos produtos os transportadores terão ainda mais produtividade em suas operações e garantirão mais rentabilidade ao carregar mais carga, consumir menos combustível e ter custos menores de manutenção em seus equipamentos”, finalizou o dirigente. A Librelato encerrou 2021 com 15 lojas Libreparts instaladas em diferentes regiões do País. Para este ano de 2022, a fabricante de implementos projeta dobrar o número de unidades. Além disso, está previsto também a instalação de 20 Boxes Libreparts. É uma novidade que se resume em lojas padronizadas e montadas em contêineres para atender principalmente motoristas de caminhão. Os boxes serão instalados em pátios de postos de combustíveis em rodovias, a cerca de 200 quilômetros da loja Libreparts. O objetivo do projeto é disponibilizar peças e componentes de maior rotatividade.

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Domingo no SBT

às 7h

“BOA INFORMAÇÃO É O QUE MANTÉM O PROFISSIONAL DO VOLANTE COM O PÉ NA ESTRADA.” Pedro Trucão Olá, parceiro! Trucão com Pé na Estrada traz, a cada programa, novidades, dicas, lançamentos, informações, o dia a dia do trecho e o bom bate-papo de sempre. No SBT todos os domingos às 7h e no site www.trucao.com.br a toda hora.

Abraço estradeiro!

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Oferecimento:

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AUTOPEÇAS

NA ROTA DO AGRONEGÓCIO

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Fotos DIVULGAÇÃO

Há mais de 27 anos atendendo frotistas do País, empresa se destaca na distribuição de peças e acessórios para semirreboques e cavalos mecânicos, especialmente nas regiões de produção e rotas de escoamento da safra de grãos D ER AÇÃO

A

ssim como o motorista precisa encontrar em seu caminho oficinas e lojas com itens relacionados ao motor, sistemas elétrico, de freio e suspensão, entre vários outros produtos para o bom funcionamento do caminhão, ele necessita também de locais especializados em produtos para eventual substituição e manutenção do semirreboque ou da carroceria.

Essa carência de locais especializados em peças e acessórios para carretas já existiu no passado, até pouco mais de 27 anos atrás, em junho de 1994, quando Adilson José de Almeida teve a iniciativa de fundar a primeira e maior loja especializada do ramo, em Presidente Prudente/SP. Atualmente são seis unidades focadas em itens para implementos. Todas as unidades estão estratégicamente instaladas na rota dos grãos, por isso contam com amplo estoque de peocarreteiro.com.br

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AUTOPEÇAS

Além de frotistas, as empresas atendem também autônomos, postos de molas e aplicadores de acessórios, entre outros comércios ligados a transporte

ças e componentes para suprir a demanda de carretas graneleiras com semirreboques de todas as marcas. As unidades disponibilizam componentes para freio, eixo e suspensão, como também acessórios, cardans, conexões pneumáticas, além da linha a elétrica e iluminação, engate escapamento, filtros, latarias, lubrificantes e quinta roda. "Temos tudo para carretas”, assegura Adilson José de Almeida, diretor da re-

de Dipecarr. As empresas atendem oficinas, aplicadores de acessórios, postos de molas, indústrias, postos de combustíveis e motoristas autônomos. Além de peças para carretas oferecem também itens para cavalos mecânicos. A segunda loja Dipecarr foi aberta no ano de 2008, em Campo Grande/MS. Com 8.000 metros quadrados é a maior do grupo e também onde se fica o Centro de Distribuição da empresa. O foco nos transportadores de grãos, cujo movimento de carretas graneleiras é maior no Centro-Oeste, entre janeiro e agosto devido ao escoamento da safra, levou à abertura de novas lojas na e região.

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Lojas reúnem mais de 10.000 itens para semirreboques e cavalos mecânicos de todas as marcas. Empresa vai inaugurar novas unidades na Bahia, Goiás e Minas Gerais Em 2001, a empresa inaugurou a unidade de Rondonópolis/MT, seguida pela de Cuiabá/MT, em 2014, e Sinop/MT em 2017. E para atender a região Norte do País, em 2019 foi aberta a Dipecarr de Vilhena/RO. Os próximos passos da empresa incluem abertura de lojas em Goiás, Minas Gerais e Bahia, além de um Centro de Distribuição em Cuiabá. As lojas disponibilizam juntas mais de 10.000 itens nacionais e importados dos principais fabricantes do setor de peças. A empresa também tem sua marca própria, a linha DIP, tida pelos clientes como produtos de alta qualidade, além de parceria com fornecedores das mais con-

ceituadas marcas do mundo. Entre os produtos importados, Adilson relaciona catracas de freio, componentes de iluminação, palhetas de para brisa, câmaras de freio, acabamentos e acessórios. "Também mantemos treinamento e formação constante de colaboradores, para assegurar a excelência e qualificação no atendimento, baseados em valores como ética, determinação, colaboração, organização e responsabilicade" complementou Adilson. A empresa faz cotações pelo site e vendas on-line via WhatsApp, e já adiantou que sua plataforma para a loja virtual está em desenvolvimento. ocarreteiro.com.br

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CLASSIFICADOS

Amigo motorista, mande sua mensagem para Revista O Carreteiro por email: redacao@ocarreteiro. com.br pelo site: www.ocarreteiro.com.br pelo whatsapp: (11) 95428-8803 pelo facebook: facebook. com ocarreteiro. cartas: Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria - São Paulo SP - CEP 04635-021

MAIOR DO MUNDO Localizada em Limeira/SP, em área de 55.000 metros quadrados e estrutura com 150 boxes - 120 para oficinas mecânicas de caminhão e carretas, 26 para funilaria, dois para pintura e dois para lavagem - a Maggi Caminhões se posiciona como a maior revenda Volkswagen do mundo. A unidade conta ainda com refeitório, área de descanso, sala de jogos e dormitórios para motoristas e funcionários. FROTA ELÉTRICA Caminhões elétricos também já fazem parte 64

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das operações da Magalu. Dos primeiros 23 VUCs JAC a entrarem em operação em outubro, a empresa encerrou 2021 com 51 unidades. Os veículos movidos a bateria são usados para abastecer lojas e entregas de produtos de maior porte, como móveis e eletrodomésticos. Atualmente o Magazine tem 23 centros de distribuição espalhados pelo Brasil e opera com cerca de 8.000 veículos de diversos portes.

Falar de boca cheia é feio, de cabeça vazia é pior ainda SONO AO VOLANTE Pesquisa da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) em parceria com a academia Brasileira de Neurologia e o Conselho Regional de Medicina, apontam que cerca de 42% dos acidentes de trânsito no Brasil acontecem por motivos relacionados ao sono. Além de longas jornadas ao volante, o sono pode ser afetado também por outras causas como a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), que fragmenta o sono, causa fadiga e sonolência durante o dia. ocarreteiro.com.br

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EMPRESAS QUE EM 2021 ANUNCIARAM NA REVISTA E SITE O CARRETEIRO REVISTA O CARRETEIRO

ndir suas nauguraco. delos da e ônibus ma rede s. VWCO kits pama linha a marca ra atenvizinhos.

SITE O CARRETEIRO

APERAM

ABTOX

CEPAM

AILOS

DAF

DAF

DIPECARR

GOODYEAR

ELBER

IPIRANGA

GOODYEAR

IVECO (CNH)

IPIRANGA

MAGNETI MARELLI

MAN

(COFAP)

MARELLI COFAP

MERCEDES-BENZ

MERCEDES-BENZ

RESFRI-AR

VOLKSWAGEN

SCANIA

SHELL LUBS RIMULA

VOLKSWAGEN

SUSPENTECH

VOLVO

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O modelo importado era equipado com motor Caterpillar de 6.6 litros

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É AQUI QUE A GENTE PEDE A MÚSICA?

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AMORTECEDORES COFAP, OS MAIS PREMIADOS DO ANO 2021 vai chegando ao seu final com muitos motivos para celebrar e, pelo que manda a regra, música não vai faltar! O Mecânico, Sindirepa e o Prêmio Inova são os principais prêmios do setor e, nos três, o júri é composto por quem mais entende do assunto: balconistas e reparadores. Se levar um desses prêmios já é bom, dois então, é ótimo. Agora conquistar os três, é só a Cofap mesmo! Então, em 2022, vamos continuar trabalhando para continuar sendo a sua principal escolha. #TAMOJUNTO

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No trânsito sua responsabilidade salva vidas.

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