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Revista Immensità 31

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Venda Proibida – Distribuição Gratuita

Ano 5 - No 31 - Jan/Fev/Mar - 2020

O meio ambiente é uma missão fundamental. Sustentabilidade e Eventos

PORQUE REALIZAR EVENTOS NO ESPAÇO IMMENSITÀ AJUDA O MEIO AMBIENTE. Página 14

Sustentabilidade e Rotary

Presidente do Rotary International 2018/2019 reforça que o meio ambiente é uma missão fundamental Página 16

Sustentabilidade e Negócios

Sustentabilidade - empresários conscientes. Página 18


EDITORIAL

Set/Out - 2017 | ImmensitĂ em Revista | 3


EDITORIAL

Por que a sustentabilidade é tão benéfica para quem cuida? Por Claudio Moyses

D

e que adianta a geração de atividades e ações de empresas e corporações visando suprir as necessidades dos seres humanos, se estas atividades ferem o meio ambiente, fazem exaurir os recursos naturais e prejudicam os próprios seres humanos? Há muito, os líderes políticos e empresariais já compreenderam que qualquer atividade exercida deve visar a preservação do meio ambiente, ou seja, ações sustentáveis para que os recursos naturais não se esgotem, podendo ser utilizados pelas gerações futuras e que a casa de todos nós esteja preservada e segura. Atualmente, empresas e organizações de todos os lugares do planeta estão conscientes de que sustentabilidade não é apenas um benefício ao meio ambiente, mas um retorno enorme, não somente com economias diretas que se adquire com reciclagem de produtos, economia de energia, mas também com ganhos indiretos. Quando a relação é com o consumidor, aí o interesse da organização passa a ser maior. A organização que se preocupa com sustentabilidade

transmite uma imagem aos consumidores, clientes e aos próprios colaboradores, de responsabilidade, de consciência e isso reverte em ganho direto para a sua marca e este ganho é imenso. Os empresários de sucesso já perceberam que é possível combinar os lucros com a sustentabilidade pois sem o foco na sustentabilidade, suas receitas irão diminuir no médio prazo e as chances de sucesso serão drasticamente reduzidas. Os governos estão estudando meios para reduzir alguns impostos, de acordo com os certificados que as empresas obtenham por preservar o meio ambiente e isso está vindo como uma avalanche em favor do planeta, que agradece. A Immensità em Revista traz nesta edição, algumas matérias sobre sustentabilidade que podem contribuir para aumentar a consciência sobre a responsabilidade de cada um em seus respectivos setores de atuação pois, a cada um cabe fazer sua parte e, assim, teremos um mundo melhor para nós, nossos filhos e os filhos de nossos filhos. Boa leitura Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 3


ÍNDICE

4

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Editorial Sustentabilidade

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Receitas Rigatoni Del Contadino

8 10 11 12 14

infofeiras.com.br Calendário de feiras

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Sustentabilidade e Rotary Presidente do Rotary International 2018/2019 reforça que o meio ambiente é uma missão fundamental

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Sustentabilidade e Negócios Sustentabilidade - empresários conscientes.

20 26 28

Aniversário de São Paulo História de São Paulo

30 33 34

Lazer e Cultura

Saúde Como escolher o medidor de glicemia Eventos Check list para contratação de espaços de eventos

Onde hospedar Wyndham Garden Convention Nortel Sustentabilidade e Eventos Porque realizar eventos no espaço Immensità ajuda o meio ambiente

Quem Esteve Immensità Aconteceu na Região Colégio Militar de São Paulo

Distribuição Relax

| Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

EXPEDIENTE IMMENSITÀ EM REVISTA Ano 5 – Nº 31 Jan/Fev/Mar 2020 Autor Corporativo: MORI Administração e Participação Ltda. Av. Luiz Dumont Villares, 392 Jd. São Paulo – São Paulo – SP Jornalista Responsável: Claudio Moyses MTB 0064687-SP Coordenador Responsável: Diego Baldo Ribeiro Diagramação e Projeto Gráfico: RAC Mídia Editora Ltda - ME Revisão: Argan Havanese Impressão: Grafilar Tiragem: 5.000 exemplares Periodicidade: Bimestral Distribuição: Gratuita Contato e Publicidade: revista@moriadm.com.br A Immensità em Revista ISSN 25262610 se isenta pelas opiniões nos artigos, notícias assinadas, entrevistas e anúncios. É destinada aos moradores e estabelecimentos comerciais da região norte de São Paulo, além dos hóspedes e visitantes do Nortel Centro Hoteleiro Norte e também aos visitantes e clientes do Espaço Immensità.


RECEITAS

RIGATONI DEL CONTADINO

Ingredientes (2 pessoas) 200 g de rigatoni 4 tomates médios 1 Colher (sopa) de manteiga 1 ½ colheres (sopas) de cebola triturada 70 g de ricota fresca 70 g de ricota defumada 20 g parmesão Folhas de manjericão frescas a gosto 150 ml de caldo de legumes Sal para cozinhar a pasta Orégano a gosto Modo de fazer

Para a massa

Cozinhe o rigatoni conforme as instruções da embalagem

Para o recheio

Passe as ricotas no processador formando uma pasta, tempere com sal e orégano e reserve.

Preparo do tomate

Faça um pequeno corte no fundo do tomate (em x ) de aproximadamente 1 cm. Coloque para cozinhar em água fervente em fogo alto por 3 minuto. Tirar a pele e a semente, pique os tomates e reservar.

Numa travessa aquecida coloque as massas, despeje o molho sobre a massa, pulverize o queijo parmesão e leve ao forno (150º) por aproximadamente 5 minutos. Decore com ramo de salsinha e flor de tomate

Para o molho

Coloque numa frigideira grande a manteiga e doure a cebola. Em seguida coloque os tomates, caldo de legumes e o manjericão deixe apurar.

Finalização

Recheie os rigatonis com a pasta de ricota.

‘Rigatoni del Contadino’ traz a ricota, ingrediente com sabor e história milenares Para a edição deste mês escolhi dividir com vocês o ‘Rigatoni del Contadino’, uma receita que pelo seu nome já revela a sua simplicidade. A tradução seria algo como ‘Rigatoni do agricultor’. De fato, é um prato simples, pela quantidade de ingredientes e modo de preparo fácil, mas é na simplicidade que muitas vezes extraímos os melhores sabores. Acredito que não só na cozinha, mas acho que também na vida, são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Voltando à gastronomia, a minha receita do ‘Rigatoni del Contadino’ leva entre os ingredientes, claro, a pasta tipo rigatoni, cebola, tomates frescos, ervas aromáticas e a ricota, nas suas versões tradicional e defumada, que fará parte do recheio da massa. Falando em ricota, esse é um ingrediente muito antigo, para não dizer milenar. Nas minhas pesquisas – ah sim, eu sou um eterno estudante, estou sempre pesquisando sobre gastronomia e tudo o que tem a ver com esse universo- descobri que a ricota remonta aos tempos dos povos egípcios e sumérios e foi sendo incorporada às outras culturas que vieram em seguida como a grega, romana até chegar a Idade Média, quando parece ter desparecido temporariamente. Segundo os mitos cristãos, foi São Francisco que a reintroduziu na alimentação no final do século XVII, ao ensinar a produção aos pastores. Uma história antiga também na literatura, o produto lácteo é mencionado na obra Odisseia de Homero. Em determinada passagem, a ricota é trabalhada e envelhecida na caverna do Ciclope.

Uma verdadeira iguaria, mesmo que produzida por um gigante assustador como Polifemo, mas era tão boa que tentou Ulisses e seus companheiros a desviar o caminho para saboreá-la. Hoje, podemos dizer que a ricota é um ingrediente universal, presente em diversas cozinhas. Em tempo, é bom lembrar também que a ricota não é queijo! Não sei se vocês sabem, mas ela é classificada como um laticínio. Isso porque ela é um subproduto da fabricação dos queijos, produzida somente a partir do soro de leite, ou seja, da parte líquida do leite que se separa da coalhada durante o processamento dos queijos. Esse soro de leite pode ser de vaca, ovelha ou cabra, são diversas qualidades. Enfim, a ricota é um produto versátil, com uma possiblidade infinita de combinações e receitas, seja de aperitivos, pratos principais ou mesmo sobremesas. Acima de tudo, sobremesas! Eu mesmo, tenho algumas receitas, mas esse assunto fica para uma próxima vez! Por ora, aproveitem a receita do ‘Rigatoni del Contadino’ e bom apetite! O Chef Aldo Teixeira é responsável pelos alimentos e bebidas do Espaço Immensità. www.chefaldo.com.br chefaldo@chefaldo.com.br Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 5


GLAMOUR

Fotos: Sublime Photo e Criativy EstĂşdio


Diga "SIM" ao charme, à elegância e ao glamour do Espaço Immensità. Inclua requinte, charme e suntuosidade ao seu momento único! Espaço Immensità, diferenciado para eventos diferenciados.

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Av. Luiz Dumont Villares, 392 Junto ao Complexo Nortel Centro Hoteleiro Norte Ligue (11) 5070-9000 • www.immensita.com.br


SAÚDE

COMO

ESCOLHER Este acessório pode fazer uma grande diferença no seu tratamento, por isso precisa apresentar resultados confiáveis

POR MÔNICA LENZI Farmacêutica, educadora em diabetes e criadora do portal diabetesevoce.com.br/ blog

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E

m 2006, abri uma farmácia especializada em produtos para tratar o diabetes e durante anos atendi esse público. Muitas pessoas chegavam com dúvidas sobre o medidor de glicemia, também chamado de glicosímetro. Certa vez, recebi uma senhora que não estava conseguindo verificar a glicose no sangue usando o aparelho que havia comprado dois meses antes. Fiz uma série de perguntas para ela e pedi que trouxesse o kit de medir a glicemia que ela usava para eu dar uma olhada. Com o acessório em mãos pude identificar o erro: ela estava utilizando glicosímetro e fitas reagentes de marcas diferentes. Não daria certo mesmo, pois ambos eram incompatíveis. Por isso, é importante conhecer o glicosímetro e seus acessórios. No Brasil, existem cerca de 70 modelos de medidor de glicose com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), daqueles que precisam de um pouquinho de sangue, tirado das pontas do dedo, onde encontram-se os vasos capilares. A automonitorização da glicose no sangue é recomendada para todas as

| Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

pessoas com diabetes, mas especialmente para aquelas que tomam insulina. Algumas pessoas necessitam medir com mais frequência do que outras e é importante definir junto com o médico a quantidade ideal para você. Saber a glicemia é fundamental para tratar a doença, afinal só conseguimos controlar aquilo que medimos. Sabendo a taxa e glicose no sangue é que você poderá calcular a dose de insulina a ser aplicada no momento; verificar se a alimentação está impactando seus níveis de glicose no sangue; se preparar melhor para a atividade física, entre outros motivos. É muito importante que você não faça nenhuma correção de sua glicemia sem antes fazer a medição e vale lembrar: siga a recomendação do seu médico para saber a quantidade de vezes que você deve fazer os testes de glicose, ok? Além disso, fique atento aos pontos abaixo, pois eles também podem interferir nos resultados dos testes de glicemia: • Sujeira ou resto de comida nas mãos; • Mãos molhadas com água ou álcool; • Armazenamento incorreto das tiras; • Falta de codificação ou troca do chip; • Uso de fitas vencidas.


Escolhendo seu aparelho A Anvisa é o órgão que regulamenta e aprova os medidores que são vendidos no comércio e distribuídos nas instituições públicas no Brasil. Em 2014 o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) analisou 15 modelos diferentes de glicosímetros comercializados aqui e apresentou um relatório sobre a análise dos

manuais de instrução de uso do aparelho e seus acessórios. Os resultados deste estudo demonstraram que os usuários não conseguem utilizar o produto de forma adequada com as informações fornecidas no manual, sinalizando um possível risco não controlado, ou seja, possibilitando o erro tanto na execução do teste, como na interpretação dos resultados.

Na Europa e nos Estados Unidos, são vendidos somente medidores de glicose que atendem aos critérios da ISO 15.197:2013. Estes critérios passaram a ser cobrados no final de maio de 2017, tempo necessário para adaptação dos fabricantes. O objetivo é minimizar erros de resultado, uso e interpretação. Confira a seguir quais são estes critérios:

?

O MEDIDOR DE GLICEMIA PRECISÃO: também conhecida como acuracidade. É

saber se os resultados dos medidores são tão precisos quanto os resultados de análises de sangue realizadas no laboratório. No laboratório, se utiliza somente a parte branca do sangue, já o medidor utiliza o sangue total (parte branca e vermelha). Pela ISO, é aceitável uma diferença de até 15% para resultados acima de 100 mg/ dL e mais ou menos 15 mg/dL para resultados abaixo de 100 mg/dL. Resultados imprecisos podem gerar erros. Por exemplo, se o aparelho apresentar um valor acima do real, o paciente pode aplicar uma dose de insulina alta e provocar uma crise de hipoglicemia.

FACILIDADE DE USO: alguns medidores precisam de chip ou código para poder realizar o teste e fornecer o resultado corretamente. Os modelos mais modernos já vêm codificado de fábrica, evitando erros de resultados caso não haja codificação adequada.

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CUIDADOS EM EVENTOS

Dicas para realizar eventos

A empresa MORI Administração e Participação Ltda, especializada em planejar e gerenciar eventos, deixa uma dica que poderá ser útil para quem trabalha neste segmento.

Check list para contratação de espaços de eventos

S

empre pensando na realização de eventos cada vez melhores, a Immensità em Revista, traz nessa edição, um check list completo elaborado pela empresa MORI Administração e Participação Ltda, para ajudar na hora da contratação de um espaço de eventos.

A escolha do local para eventos é fundamental para o sucesso do mesmo. Deste modo, segue itens que devem ser analisados antes da tomada de decisão por um espaço: Entrada independente para o espaço de eventos; Pé direito mínimo de 4 metros; Ausência de pilares nos salões para não prejudicar a visão dos participantes; Hall de entrada que permita montagem de recepção aos eventos; Existência de hotel no local para permitir hospedagem dos participantes; Estacionamento no local com vagas suficientes para atender os participantes; Restaurante no local com qualidade comprovada para atender ao evento; Possibilidade de exposição de veículos grandes no local do evento;

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Possibilidade de diversos eventos simultâneos no mesmo local; Sistema de isolamento acústico interno; Glamour, requinte e status que o espaço oferece aos eventos; Facilidade de vias de acesso ao local; Transporte público existente no entorno do local; Entretenimentos no entorno do local; Distância entre a via pública e o hall de entrada do espaço para segurança dos participantes; Conforto e segurança para quem chega ao evento (chuva, perigo de assalto); Ventilação natural nos banheiros possibilitando qualidade sanitária do ar; Piso frio ao invés de carpete, para proporcionar qualidade sanitária do ar nos salões; Equipe comercial eficiente e simpática; Equipe operacional competente e eficaz; Qualidade comprovada de satisfação dos clientes; Espaço de eventos com Certificado Ambiental Internacional atestando sua Alta Qualidade Ambiental.


INFOFEIRAS.COM.BR

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MAR FESPA

21

MAR

27

MAR

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EXPO CENTER NORTE

PRO MAGNO

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ABR ASPMU

PARQUE ANHEMBI

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ABR

EXPO PARQUES EXPO CENTER NORTE

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ABR

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MAR WTM

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ABR

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ONDE HOSPEDAR

WYNDHAM GARDEN CONVENTION NORTEL: UM SONHO DE CONSUMO.

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F

icar hospedado em um bom hotel, além de outros fatores, é também um símbolo de status. Todos nós conhecemos pessoas que, quando ficam hospedados em um hotel simples, costumam dizer “estou hospedado aqui pertinho”, sem dizer o nome do hotel. Por outro lado, quando ficam hospedados em bons hotéis, bradam alto o nome do mesmo, como para mostrar poder ou algo parecido. Sabemos da importância do status na vida das pessoas, e sabemos também que existem outros fatores que levam as pessoas a escolherem bons hotéis e listamos alguns itens que a maioria das pesquisas identificam: Bem estar que o alto padrão proporciona, tratamento que recebe dos funcionários, café da manhã diferenciado, locais adequados nas áreas comuns para receber convidados, conforto nos apartamentos, segurança, locais para uso diferenciado como sauna, piscina, fitness, entre outros.

exclusivo de taxis aos hóspedes, o que facilita a locomoção e a segurança dos passageiros que embarcam e desembarcam dentro do estabelecimento, longe do perigo das ruas. Além de todos estes diferenciais, as áreas comuns do Wyndham Garden Convention Nortel abriga o mais moderno espaço para eventos do Brasil, que é o Espaço Immensità, uma referência para a zona norte da capital paulista e uma das melhores opções da cidade de São Paulo. Venha conhecer Wyndham Garden Convention Nortel e se poder dizer em alto e bom tom que ficou hospedado aqui para seus amigos e conhecidos.

O Wyndham Garden Convention Nortel oferece estes benefícios e também transfer gratuito ao Shopping Center Norte, além de possuir um ponto

INFORMAÇÕES E RESERVAS Tel.: 11 2972-8111 www.nobilehoteis.com.br Av. Luiz Dumont Villares, 400 B Vila Guilherme – São Paulo – SP | 02085-000 Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 13


SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

PORQUE REALIZAR EVENTOS NO ESPAÇO IMMENSITÀ AJUDA O MEIO AMBIENTE. Todos nós conhecemos os trabalhos feitos pela ONU para a conscientização da população sobre a responsabilidade de todos para a sustentabilidade e os cuidados com nosso planeta. A Immensità em Revista separou as mais recentes publicações do site nacoesunidas.org sobre meio ambiente, conforme seguem: Além da ONU e diversas organizações ao redor do mundo que trabalham em prol do planeta, Rotary International sinaliza para que esta consciência seja uma forte bandeira dentre seus objetivos nos cinco continentes. O presidente do Rotary International, Barry Rassin, cuja gestão ocorreu no ano rotário 2018/2019, reforçou na Assembleia Internacional de San Diego/ USA realizada em janeiro de 2020, a importância do envolvimento dos rotarianos no mundo todo neste tema tão importante na atualidade. Área de solo fértil equivalente ao tamanho da Grécia é perdida anualmente, aponta PNUMA 16/12/2019

O Rotary International no Brasil, já deu mostras de que seus líderes abraçaram esta causa, onde diversos Rotary Clubs já realizaram vários projetos de conscientização como de trabalhos concretos em suas respectivas comunidades. Além disso, diversas lideranças rotárias escolheram o Espaço Immensità como local de seus eventos, ajudando assim, o meio ambiente pelo fato de seus eventos estarem em um Espaço de Alta Qualidade Ambiental.

EVENTOS ROTÁRIOS NO ESPAÇO IMMENSITÀ

Cartilha para crianças explica direito a um meio ambiente seguro, saudável e sustentável 21/11/2019

Posse do Governador Francisco Ferreira de Souza Filho

Posse do Governador Dante Pazzaneze Amato Filho

Campanha do Programa das Nações Unidas para p Meio Ambiente pretende diminuir uso de plástico em produtos de higiene e beleza. 13/11/2019 14 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

Posse do Governadordor Edson Cunha Borcato


Presidente de Rotary Internacional Diretor de Rotary Internacional Mark Maloney e sua esposa Gay Maloney

Mário Cesar Camargo responsável pela escolha do Espaço Immensità para este evento

O atual Presidente de Rotary International, Mark Maloney, foi recebido no Brasil em agosto de 2019 e o local escolhido para o evento foi o Espaço Immensità que é o primeiro empreendimento de Alta Qualidade Ambiental no país, tendo sido agraciado com o Certificado Ambiental Internacional AQUA n° 001.

Posse do Presidente do RCSP – José Roberto Martinez do Canto e sua esposa Luciana Oliveira Santos do Canto – Vila Maria

Posse da Governadora Maria Lúcia Giancoli e Salvador Strazzeri

Realizar eventos no Espaço Immensità, além do glamour, requinte e conforto que o mesmo agrega, o espaço proporciona ainda a certeza de que o evento está ajudando o meio ambiente. O Planeta agradece.

Espaço Immensità: Responsabilidade com o Meio Ambiente.

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Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 15


SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

PRESIDENTE DO ROTARY INTERNATIONAL 2018/2019 REFORÇA QUE O MEIO AMBIENTE É UMA MISSÃO FUNDAMENTAL www.rotary.org/pt/climate

O Presidente do Rotary Internacional 2018/2019. Barry Rassin e sua esposa Esther, moram nas Bahamas Foto: Alyce Henson

O

itenta por cento das Bahamas está menos de um metro e meio acima do nível do mar. O que significa que, se os oceanos aumentarem ao ritmo que os cientistas estão projetando, a casa do presidente do Rotary International, Barry Rassin, que fica no topo de uma colina em New Providence Island, poderá algum dia ser reclassificada como propriedade à beira-mar. “Olho para o meu próprio país e constato que as 16 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

mudanças climáticas são quase pessoais”, diz. “Ele vai desaparecer se não fizermos nada.” O meio ambiente não é uma das seis áreas de enfoque do Rotary, mas está profundamente ligado a cada uma delas. Diana Schoberg, escritora sênior da revista The Rotarian, conversou com Rassin para saber como e por que os rotarianos devem colocar o bem-estar do planeta em suas agendas.

“Queremos que o bem que fazemos seja duradouro. Queremos tornar o mundo um lugar melhor não apenas onde vivemos, não apenas para nós, mas em todos os lugares, para todos e para as gerações futuras”, afirma Rassin. A nossa série sobre o clima Os rotarianos entendem que o mundo inteiro é o seu quintal. Eles veem os efeitos das mudanças climáticas nas comunidades


em que estão presentes e não esperam para agir. Lidam com os problemas da maneira que sempre fazem: criando projetos, usando suas conexões para mudar normas e planejando para o futuro. P: Por que os rotarianos devem se preocupar com as mudanças climáticas? R: Somos pessoas que se preocupam com o mundo e querem que ele seja um lugar melhor. Não se trata apenas das seis áreas de enfoque - é mais amplo do que isso. Temos que olhar para o mundo como um todo e ver como podemos torná-lo um lugar melhor. Se estamos perdendo países devido a mudanças no nível do mar, se tempestades mais fortes estão afetando o abastecimento de água ou destruindo meios de subsistência, isso significa que mais pessoas que vão ficar em desvantagem. Portanto, cuidar do meio ambiente é a nossa maior missão, e devemos dar a ela a importância que merece. Como organização humanitária, é nossa obrigação falar sobre isso. Precisamos ter essa conversa. P: Que tipo de feedback você recebe dos rotarianos quando faz discursos sobre mudanças climáticas? R: Há muitas respostas positivas. Cerca de 95% das pessoas com quem falo dizem que já é hora do Rotary falar sobre o meio ambiente. Elas dizem que está na hora dos curadores da Fundação Rotária nos ajudarem a entender como o meio ambiente se encaixa às seis áreas de enfoque. As pessoas esperaram muito tempo por isso. Plantamos árvores, mas não temos uma conversa mais ampla. P: O que você diz para os outros 5%? R: Recebi uma carta muito negativa dizendo que eu estava

fazendo um ótimo trabalho até mencionar mudanças climáticas. Bem, o escritor falou “aquecimento global” na verdade. Mas como eu nunca usei essas palavras, ele reinterpretou o que eu disse. Para mim, no entanto, as mudanças climáticas são um tema que precisamos abordar. P: Que tipo de linguagem você usa quando fala sobre mudanças climáticas? Há ideias para que os rotarianos se mobilizem? R: Eu falo sobre o meio ambiente e a elevação do nível do mar. As pessoas não têm problemas com essa linguagem. Não uso as palavras “aquecimento global”. É a única coisa que irrita as pessoas. Elas dizem que tal coisa não existe. Eu não julgo. Apenas menciono os fatos e que as coisas estão mudando. O ano de 2017 foi devastador em termos de furacões. Estas coisas estão acontecendo. Chamem do que quiserem, mas temos que pensar no meio ambiente e falar sobre ele. Com a poliomielite, as pessoas dizem: “ok, isso é apenas assistência médica.” Mas quando começamos a falar sobre o meio ambiente, as pessoas perguntam se é político. Não estou falando de política, estou falando do nosso mundo e de como tornálo um lugar melhor. Com todas as pessoas que o Rotary tem no mundo, estamos em posição de fazer a diferença. P: Por que o Rotary está nessa posição singular de causar impacto? R: Nossos pontos fortes são o fato de estarmos presentes em 200 países e áreas geográficas e de nossos associados terem conexões com as pessoas certas. Veja o nosso programa de erradicação da pólio. Ele não é bem-sucedido porque fornecemos vacinas, mas sim porque os

rotarianos conseguiram falar com as pessoas certas, dar o apoio certo, fazer a coisa certa. Se fizéssemos o mesmo com relação ao meio ambiente, os governos iriam nos ouvir. P: O que mais os rotarianos podem fazer? R: Tenho perguntado aos rotarianos: o que vocês podem fazer na sua região? Nas Bahamas, por exemplo, podemos plantar mangues para tornar a região costeira mais resiliente a tempestades. Depois de fazer um discurso sobre o meio ambiente na Holanda, recebi um e-mail dizendo que, se precisarmos de ajuda nas Bahamas, eles são especialistas e podem nos ajudar. Há muitos rotarianos que querem fazer algo, mas não sabem o quê. Acho que isso faz parte do dilema. Os rotarianos são muito motivados a encontrarem soluções. Se uma aldeia não tem água, podemos proporcioná-la. Sabemos como fazer isso muito bem. Mas mudanças climáticas são um desafio complexo. Como podemos encontrar uma solução? P: Este é o momento do Rotary fazer a diferença no âmbito das mudanças climáticas? R: Acho que chegou a hora do Rotary iniciar esse diálogo. Creio que não iremos muito além disso neste momento. Um dos desafios que temos como organização é a nossa complexidade e a diversidade de coisas que fazemos. Portanto, para que todos se mobilizem em torno da mesma coisa, é preciso foco. Provavelmente será preciso que um presidente do Rotary coloque o tema como sua principal prioridade. Isso vai fazer com que o mundo se mobilize em torno dele. Para o Rotary ser relevante, temos que pensar no meio ambiente. Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 17


SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

SUSTENTABILIDADE EMPRESÁRIOS CONSCIENTES. Em sua carta anual sobre governança corporativa e investimentos a longo prazo, Larry Fink examina a relação inextricável entre lucro e propósito. A Immensità em Revista teve acesso à carta anual sobre governança corporativa e investimentos a longo prazo enviada por Laurence Douglas Fink à seus clientes, onde examina a relação inextricável entre lucro e propósito. Laurence Douglas Fink, um empresário americano, presidente e CEO da BlackRock, uma empresa multinacional americana de gerenciamento de investimentos, sendo a maior empresa de gerenciamento de dinheiro do mundo, com mais de US $ 6,5 trilhões em ativos sob gestão para seus clientes, anunciou nesta carta, uma série de iniciativas para posicionar a sustentabilidade no coração da estratégia de investimento de sua empresa.

18 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

A Immensità em Revista entende que estas iniciativas são essenciais pois incluem a sustentabilidade como parte integrante da construção do portfólio e gestão de risco, desestimulam aqueles que trazem risco para a sustentabilidade, como produtores de carvão para termoelétricas, e fortalecem o compromisso com a sustentabilidade nas atividades da gestão de investimento. Larry Fink, como é conhecido, ainda afirmou que empresas e conselhos que não estiverem produzindo divulgações de sustentabilidade eficazes, que não estiverem implementando estruturas para gerenciar essas questões, terão seus membros do conselho responsabilizados. Segue carta enviada por Laurence Douglas Fink para seus inúmeros e importantes clientes:

Estimado CEO, Como gestora de ativos, a BlackRock investe em nome dos clientes, e eu estou escrevendo para você como consultor e responsável fiduciário desses clientes. O dinheiro que gerimos não é nosso. Pertence a pessoas em dezenas de países que buscam seus objetivos financeiros de longo prazo, como a aposentadoria. Temos uma grande responsabilidade perante essas instituições e indivíduos – que são acionistas da sua empresa e milhares de outros –de fomentar a geração de valor no longo prazo. As alterações climáticas tornaram-se um fator decisivo nas perspectivas das empresas a longo prazo. Em setembro do ano passado, quando milhões de pessoas saíram às ruas para exigir medidas contra mudanças climáticas, muitos enfatizaram o impacto significativo e


duradouro que elas terão no crescimento econômico e na prosperidade - um risco que, até agora, os mercados têm sido lentos em refleti-los. Mas a consciência está mudando muito rapidamente, e acredito que estamos à beira de uma mudança estrutural nas finanças. As evidências sobre o risco climático estão forçando os investidores a reavaliarem os pressupostos básicos sobre as finanças modernas. Pesquisando uma vasta gama de organizações – incluindo o Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas da ONU, o BlackRock Investment Institute e muitos outros, juntamente com novos estudos da McKinsey sobre as consequências socioeconómicas do risco climático físico está aprofundando a nossa compreensão de como o risco climático irá impactar tanto o nosso mundo tangível como o sistema global que financia o crescimento econômico. Por exemplo, nos Estados Unidos, será que as cidades serão capazes

de suprir as necessidades de infraestrutura à medida que o risco climático muda o mercado de títulos municipais? O que acontecerá com as hipotecas de 30 anos – um pilar fundamental das finanças – se os credores não puderem estimar o impacto do risco climático para um horizonte tão longo, e o que acontecerá com as áreas afetadas por enchentes ou incêndios se não houver um mercado de seguros viável para esses eventos? O que acontece com a inflação, e por sua vez às taxas de juros, se o valor dos alimentos aumenta devido à seca ou às inundações? Como podemos modelar o crescimento econômico se os mercados emergentes veem sua produtividade cair como resultado das temperaturas extremamente altas e outros impactos climáticos? Os investidores estão cada vez mais considerando estas questões e reconhecendo que o risco climático é um risco de investimento. Na verdade, as alterações climáticas são quase sempre uma das principais questões que os clientes em todo o mundo abordam com a

BlackRock. Da Europa à Austrália, da América do Sul à China, da Flórida ao Oregon, os investidores estão perguntando como devem ajustar seus portfólios. Eles estão procurando entender tanto os riscos físicos associados às mudanças climáticas, como também as formas pelas quais as regulamentações climáticas terão impacto nos preços, custos e demanda em toda a economia. Estas questões estão conduzindo uma reavaliação profunda do risco e do valor dos ativos. E como os mercados de capitais projetam riscos futuros, veremos mudanças na alocação de capital acontecerem mais rapidamente do que as mudanças no clima. Num futuro próximo - e mais cedo do que muitos preveem - haverá uma realocação significativa de capital. Que outros empresários, formadores de opinião e líderes internacionais possam seguir este exemplo de conscientizar mais pessoas sobre a importância da sustentabilidade e cuidados com o nosso planeta. Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 19


ACONTECE NA REGIÃO

HISTÓRIA DE SÃO PAULO (São Paulo Virtual - saopaulo.gov.sp.br)

A

fundação de São Paulo insere-se no processo de ocupação e exploração das terras americanas pelos portugueses, a partir do século XVI. Inicialmente, os colonizadores fundaram a Vila de Santo André da Borda do Campo (1553), constantemente ameaçada pelos povos indígenas da região.

Nessa época, um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga onde encontraram “ares frios e temperados

como os de Espanha” e “uma terra mui sadia, fresca e de boas águas”. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú. O Sistema Colégio Militar do Brasil vem contribuindo, tradicionalmente, há mais de 130 (cento e trinta) anos, para a educação básica com o Ensino Fundamental e Ensino Médio a alunos dependentes de militares e civis e a solenidade bem representou esta bela tradição.

Foto de Militão Augusto de Azevedo da Igreja e Convento do Colégio (atual Pátio do Colégio), em 1862

20 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020


A data oficial reconhecida para a fundação da cidade de São Paulo é a da conversão de São Paulo, 25 de janeiro de 1554, quando foi rezada a primeira missa no local do colégio fundado pelos jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Anchieta, que se chamou “Colégio São Paulo de Piratininga”, dando origem ao povoado que se formou ao seu redor. O lugar escolhido foi estratégico, numa elevação entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú, garantindo proteção contra ataques e ampla visibilidade dos caminhos que levavam até lá. Atualmente, o local é conhecido como Pátio do Colégio e mantém parte da colina histórica preservada. Em 1560, o povoado ganhou foros de Vila e pelourinho mas a distância do litoral, o isolamento comercial e o solo inadequado ao cultivo de produtos de exportação,

condenou a Vila a ocupar uma posição insignificante durante séculos na América Portuguesa. Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711, a Vila foi elevada à categoria de Cidade. Apesar disso, até o século XVIII, São Paulo continuava como um quartel-general de onde partiam as “bandeiras”, expedições organizadas para apresar índios e procurar minerais preciosos nos sertões distantes. Ainda que não tenha contribuído para o crescimento econômico de São Paulo, a atividade bandeirante foi a responsável pelo devassamento e ampliação do território brasileiro a sul e a sudoeste, na proporção direta do extermínio das nações indígenas que opunham resistência a esse empreendimento

DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO AO PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO Em seus 466 anos de existência, uma pequena aldeia formada ao redor de um Colégio de Jesuítas transformou-se em uma das maiores aglomerações do planeta: a Região Metropolitana de São Paulo. Com 39 municípios e uma mancha contínua urbanizada de cerca de 1.700 quilômetros quadrados, a metrópole tem um eixo Leste-Oeste que cobre mais de 80 km de extensão urbana.

Na passagem do século XIX ao XX, a cidade já estava totalmente transformada. O comércio se diversificou, atraindo todo tipo de atividade, como casas de câmbio e hotéis. E a área urbanizada se espraiou para atender ao rápido aumento de população, principalmente com a vinda de imigrantes estrangeiros, em sua maioria italianos, portugueses, espanhóis, sírio-libaneses, japoneses e judeus.

No entanto, a cidade de São Paulo esteve contida durante os três séculos iniciais em seu sítio original, uma pequena elevação entre o rio Tamanduateí e o ribeirão Anhangabaú. O crescimento vertiginoso da urbs iniciou-se com a instalação da ferrovia Santos-Jundiaí, na segunda metade do século XIX. A posição estratégica da cidade, como passagem obrigatória entre o porto e as rotas de escoamento do café (então plantado em quase todo o interior paulista), levou à modernização radical de sua estrutura econômica e urbana.

A industrialização se acelera após 1914 durante a Primeira Grande Guerra, mas o aumento da população e das riquezas é acompanhado pela degradação das condições de vida dos operários que sofrem com salários baixos, jornadas de trabalho longas e doenças. Só a gripe espanhola dizimou oito mil pessoas em quatro dias.

Foto de Guilherme Gaensly da Rua Libero Badaró, em 1920

Os operários se organizam em associações e promovem greves, como a que ocorreu em 1917 e parou toda a cidade de São Paulo por muitos dias. Nesse mesmo ano, o governo e os industriais inauguram a exposição industrial de São Paulo no suntuoso Palácio das Indústrias, especialmente construído para esse fim. O otimismo era tamanho que motivou o prefeito de então, Washington Luis, a afirmar, com evidente exagero: “A cidade é hoje alguma coisa como Chicago e Manchester juntas”. A partir dos anos 30, ao atingir um milhão de habitantes, a cidade assume um perfil de metrópole industrial. Começa a verticalização da área central e a construção de vários bairros industriais e operários. Destaca-se a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura. Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 21


ACONTECE NA REGIÃO

A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu “Plano de Avenidas”, com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis

e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956. A cidade continua espraiandose de forma vertiginosa. O marco simbólico dessa metropolização acontece na comemoração do 4º Centenário da cidade de São Paulo, em 1954, sob o lema ufanista “São Paulo não pode parar”.

Nas décadas seguintes, a vinda de população imigrante e migrante para São Paulo acabou gerando a construção de bairros irregulares nos espaços vazios do sítio urbano. Isso gerou uma estrutura totalmente caótica de cidade. Atualmente vivem em São Paulo mais de 10 milhões de pessoas, sendo quase 01 milhão em favelas. Por São Paulo trafegam quase 06 milhões de veículos diariamente.

A IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DO CULTIVO DO CAFÉ Trazido ao Brasil no início do século XVIII, ocupou primeiramente as terras do Ceará. Posteriormente, na década de 80, foi introduzido no Rio de janeiro, de onde seu cultivo se irradiou para São Paulo e Minas Gerais. Penetrando pelo vale do rio Paraíba, a mancha verde dos cafezais, que já dominava a paisagem fluminense, chegou a São Paulo, que, a partir da década de 1880, passou a ser o principal produtor nacional da rubiácea (café). Na sua marcha foi criando cidades e fazendo fortunas. Foi no oeste paulista que a produção de café alcançou seu apogeu, em parte devido a terra roxa, a facilidade de comunicação e a existência do porto de Santos. O desenvolvimento da cafeicultura no interior foi fundamental para o desenvolvimento da cidade de São Paulo. São Paulo era a capital da província, portanto centro político e, ao mesmo tempo, era ponto de partida para o Rio de Janeiro e para Santos. Dessa maneira tornou-se o centro não só de decisões, mas principalmente centro financeiro. A cidade enriquecia graças ao desenvolvimento da cafeicultura. Esse enriquecimento se refletiu na instalação de casas bancárias 22 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

e de câmbio na cidade, de onde proveriam os empréstimos para a atividade industrial e de serviços. Em meados do século XIX, enquanto os países capitalistas desenvolvidos viviam o contexto da Segunda Revolução Industrial, o Brasil apresentava alguns avanços socioeconômicos, responsáveis pela transição da monarquia para república. O processo abolicionista e o crescimento de atividades urbanas, tornavam o regime monárquico cada vez mais obsoleto.

liberando capitais para outras atividades, estimularam ainda mais os negócios urbanos no Brasil, que já contava com 62 empresas industriais, 14 bancos, 8 estradas de ferro, 3 caixas econômicas, além de companhias de navegação a vapor, seguros, gás e transporte urbano. Nesse verdadeiro surto de desenvolvimento, destacase a figura de Irineu Evangelista de Souza, o Barão e Visconde de Mauá, principal representante do incipiente empresariado brasileiro, que atuou nos mais diversos setores da economia urbana.

O café, base de nossa economia, ao mesmo tempo em que preservava aspectos do passado colonial (latifúndio, monocultura e escravismo), tornava nossa realidade mais dinâmica, estimulando a construção de ferrovias e portos, além de criar condições favoráveis para o crescimento outros empreendimentos como bancos, atividades ligadas ao comércio interno e uma série de iniciativas empresariais. A aprovação da tarifa Alves Branco, que majorou as taxas alfandegárias, e da lei Eusébio de Queirós, que em 1850 aboliu o tráfico negreiro

Apesar de um início que parecia promissor, a “Era Mauá” não conseguiu durar muito tempo. Suas iniciativas modernizadoras encontravam um forte revés na manutenção da estrutura colonial agroexportadora e escravista e na concorrência com empreendimentos estrangeiros, principalmente ingleses. Esses, inescrupulosos pelo lucro, não mediam esforços, praticando as mais violentas sabotagens contra o empresário brasileiro, como o incêndio provocado que destruiu a Ponta de Areia em 1857. Outro fator que contribuiu para impedir a consolidação das iniciativas


de Mauá, foi a reformulação da tarifa Alves Branco pela tarifa Silva Ferraz em 1860, que reduziu as tarifas alfandegárias para máquinas, ferramentas e ferragens, favorecendo os interesses do capital estrangeiro. Para os setores mais conservadores do governo, o vanguardismo empresarial de Mauá associado ao seu posicionamento liberal e abolicionista, era visto como uma ameaça. Sua posição contrária à Guerra do Paraguai (1864-1870), criou mais inimizades no governo. Abandonado pelo próprio imperador, Mauá vê-se obrigado cada vez mais a se associar com os empresários britânicos, resultando na falência ou venda de suas empresas por preços reduzidos. Não resta dúvida de que a manutenção de características coloniais, com base no latifúndio monocultor escravista, representavam

um sério obstáculo para o progresso urbano-industrial. O crescimento do processo abolicionista e o fortalecimento da nova oligarquia não-escravista do oeste paulista, trabalhavam em detrimento do regime monárquico e dos interesses a oligarquia escravista. Apesar da predominância dos interesses agrários no país, devemos entender o desenvolvimento do Brasil dentro do desenvolvimento da economia mundial, e levar em consideração principalmente os interesses e pressões inglesas. Desde o início do século XIX a Inglaterra pretendia a redução e eliminação do tráfico negreiro para o Brasil. Depois de tratados e atritos, o tráfico de escravos foi suprimido pela Lei Eusébio de Queirós, em 1850. O fim do tráfico ocorreu em um momento de expansão da lavoura

cafeeira, criando um problema para os novos fazendeiros, que precisam de maiores quantidades de trabalhadores. Nas décadas seguintes o número de imigrantes, notadamente italianos, que chegaram ao Brasil para trabalhar na lavoura cafeeira, será responsável por uma das características marcantes de São Paulo, a diversidade de grupos estrangeiros. Cabe ressaltar que um número expressivo de imigrantes italianos chegou a São Paulo nas décadas de 80 e 90, portanto no final do século, apesar do pioneirismo do senador Vergueiro, que havia trazido imigrantes para trabalhar em sua fazenda de café em 1848. Apesar da importância desse pioneirismo, associado a um novo sistema de trabalho, denominado “parceria”, o caso de Vergueiro foi uma importante exceção.

A IMIGRAÇÃO E A DIVERSIDADE CULTURAL A pobreza dos tempos coloniais jamais levaria a imaginar a pujança e o dinamismo econômico, social e cultural, que são característicos de São Paulo. Quem construiu toda essa riqueza? Em primeiro lugar, o que se poderia chamar de “espírito bandeirante” de São Paulo. O que é notável desde os primeiros tempos coloniais é que, num território inóspito, uma população escassa de colonos portugueses intensamente misturada à populações indígenas nativas e, mais tarde, aos escravos africanos - para formar este mundo de mamelucos, cafuzos e mulatos da capitania e depois província colonial - fosse capaz, movida pelo gosto da aventura e pela ambição, de sustentar um empreendimento

de vulto e tão arrojado como a organização das “bandeiras”, que resultariam na redefinição do território nacional em suas fronteiras atuais. é essa população cabocla, essencialmente mestiça, que manteve por três séculos a cultura tradicional paulista, a cultura “caipira” encontrada ainda no interior do Estado. Mas engana-se quem vê nessa cultura uma forma de “atraso”. Feita de lealdade mesclada a uma sossegada e manhosa astúcia, esta é uma cultura de homens e mulheres que sempre souberam tirar proveito das circunstâncias, como instrumento de sua própria sobrevivência, nas condições de penúria proverbial que sempre foram, até o século XIX, as da

província paulista. é sobre essa cultura tradicional que vem se enxertar, na segunda metade do século XX, a imigração, que imprimiria à vida de São Paulo seu dinamismo insuperável. Qual é a base da mistura cultural do paulista? A resposta correta é: o Mundo! Afinal, no início da imigração, homens e mulheres de mais de 60 países se estabeleceram em São Paulo, em busca de oportunidades. Eles aqui foram acolhidos porque a província paulista necessitava de mão-de-obra para a lavoura cafeeira e, hoje, estima-se que São Paulo seja a terceira maior cidade italiana do mundo, a maior cidade japonesa fora do Japão, a terceira maior cidade libanesa fora do Líbano, a maior cidade portuguesa fora de Portugal Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 23


ACONTECE NA REGIÃO e a maior cidade espanhola fora da Espanha. A mistura de raças, etnias e culturas se acentuou com o correr do tempo e marcou profundamente a vida cultural, social e econômica da cidade. O final do século XIX e início do século XX marcaram um período de transformações mundiais. Guerras e revoluções resultavam em desemprego e fome na Europa. Populações inteiras rumavam para longe de suas terras, buscando refúgio às perseguições étnicas, políticas e religiosas. As informações da existência de uma terra nova e cheia de oportunidades chegavam em além-mar. Havia portanto mais que os portugueses, aqui presentes desde o Descobrimento, os negros africanos, obrigados a cruzar o Atlântico como escravos, e os índios, a atrair para a colonização do Brasil. Numa prudente política migratória, os monarcas brasileiros trataram de atrair novos imigrantes,

oferecendo lotes de terra para que se estabelecessem como pequenos proprietários agrícolas. Depois, com a Abolição da Escravatura em 1888, a opção foi a imigração em massa para substituir o trabalho escravo. Os imigrantes eram embarcados na terceira classe dos navios e vinham instalados nos porões dos vapores, onde a superlotação e as precárias condições favoreciam a proliferação de doenças, de modo não muito distinto dos antigos navios negreiros. A diferença era que, agora, já não se tratava de transportar escravos para o Brasil. Muitos imigrantes morreram pelo trajeto. Da Europa até o porto de Santos, a viagem demorava até 30 dias. O governo, apoiando a importação da mão-deobra, recebia-os em alojamentos provisórios. A partir 1887, passaram pelo complexo da Hospedaria do Imigrante, em São Paulo, perto de 3 milhões de pessoas. A Hospedaria tinha alojamentos, refeitórios,

berçário, enfermaria e hospital. O conjunto abrigava a Agência Oficial de Colonização e Trabalho, responsável pelo encaminhamento das famílias para as lavouras no interior. A partir de 1930 a Hospedaria passa a atender também ao movimento migratório interno. Trabalhadores vindos de outros Estados do Brasil são recebidos e atendidos. Hoje, o complexo abriga o Museu da Imigração que reconstitui a saga dos imigrantes e presta uma justa homenagem àqueles heróis anônimos que ajudaram a construir o Estado paulista. Na virada do século o imigrante constituía o grosso do operariado paulista. Em 1901 o Estado contava com cerca de 50 mil industriários. Menos de 10% eram brasileiros. A maioria absoluta era de italianos, seguidos de portugueses, espanhóis, alemães e poloneses, entre outros. Cada imigrante tinha um bom motivo para se aventurar nessa, então, terra desconhecida, mas cheia de esperança.

Imigrantes europeus posando para fotografia no pátio central da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo

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IMPRENSA

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Out/Nov/Dez/Abr - 2019 | Immensità em Revista | 11


QUEM ESTEVE

Personalidades que estiveram no Espaço Immensità

Empresa

Econ Construtora

Evento

Econ Construtora

Quem esteve:

Bruna Elise M. S. Correa – Marketing

Empresa

Central de Eventos

Evento

AFAS e DGPSUS – Sírio Libanês

Quem esteve:

Gislene Santos - Central de Eventos

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Empresa BR Brand

Evento

Convenção BR Brand 2019

Quem esteve:

Ana Leonor, Diretora Administrativa Financeira Gustavo Meireles, Diretor Presidente Ivana Menezes, Diretora Comercial Celina A. Moreira, Gerente Administrativa

Empresa

Cia da Natureza

Evento

Evento de Lançamento

Quem esteve:

Isabela Carolina Tosi

Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 27


ACONTECE NA REGIÃO

COLÉGIO MILITAR DE SÃO PAULO Fotos: Cb De Lima, Sd Ivonildo e Sd Falanga site cmsp.eb.mil.br

N

O Sistema Colégio Militar do Brasil vem contribuindo, tradicionalmente, há mais de 130 (cento e trinta) anos, para a educação básica com o Ensino Fundamental e Ensino Médio a alunos dependentes de militares e civis e a solenidade bem representou esta bela tradição.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

o dia 03 de fevereiro de 2020 foi realizado o lançamento da pedra fundamental das futuras instalações do Colégio Militar de São Paulo, no Campo de Marte, com a presença do Presidente Jair Bolsonaro e diversas autoridades civis e militares.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

“Não existe momento mais gratificante do que este do que lançarmos uma pedra fundamental para a feitura de uma escola comprovadamente de qualidade. O jovem bem formado será útil para si, para sua família e para seu pais no futuro e é isso que nós queremos”, pronunciou enfaticamente o Presidente Bolsonaro.

A solenidade contou com a presença e bênção do o Bispo da Região de Santana, Dom Jorge Pierozan, que enobreceu a cerimônia lembrando o nome de São José de Anchieta como padroeiro do Colégio Militar de São Paulo.

28 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

Em seguida ocorreu a assinatura do protocolo de intenções pelo comandante Militar do Sudeste e pelo Presidente da FIESP, Dr. Paulo Skaf.


Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A parceria entre o Exército Brasileiro e Fiesp/Sesi-SP foi muito útil para o Colégio Militar de São Paulo pois a Fiesp e o Sesi-SP, pelos esforços do Dr. Paulo Skaf, cederam os projetos de Terraplanagem, Implantação, Arquitetura, Estruturas de Concreto e Metálicas, Instalações Elétricas, Instalações Hidráulicas, Sistemas de Aquecimento e Climatização do futuro Colégio e uma maquete foi levada até o local, onde os presentes puderam visualizar como ficará o colégio no terreno. “Pretendemos que o Colégio Militar de São Paulo seja uma referência de educação em nosso país, capaz de bem encaminhar nossos jovens para suas destinações futuras”, enfatizou o General de Exército Marcos Antonio Amaro dos Santos, Comandante Militar do Sudeste, em seu pronunciamento.

Em seguida, os presentes se dirigiram para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército, comandado pelo Coronel Cav. Richard Wallace Scott Murray, onde o Colégio Militar de São Paulo iniciará suas atividades já neste ano de 2020, e permanecerá ali até 2023, onde passará a funcionar no Campo de Marte. A primeira turma será composta de 80 alunos do 6° ano do ensino fundamental, segundo valores, costumes e tradições do exército brasileiro e os mesmos estiveram presentes e realizaram o juramento do aluno e a saudação colegial Estiveram presentes nas cerimônias: o Ministro da Educação, Abraham Weintraub; o Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles; o Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, General de Exército Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira; o Ministro da Segurança Institucional, General de Exército Augusto Heleno; o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior; o Comandante da Aeronáutica, TenenteBrigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez; a secretária da Cultura Regina Duarte, Dr Paulo Skaf, entre outras autoridades civis e militares.

A Immensità em Revista deseja sucesso ao Colégio Militar de São Paulo e que o mesmo cumpra sua missão de elevar o nível da educação brasileira. Jan/Fev/Mar - 2020 | Immensità em Revista | 29


LAZER E CULTURA

DOLITTLE

Cinema

Depois de perder sua mulher sete anos atrás, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso veterinário da Inglaterra da Rainha Victória, se isola nas paredes da mansão Dolittle, com apenas sua coleção de animais como companhia. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Chernobyl) adoece gravemente, um relutante Dolittle é forçado a embarcar em uma aventura para uma ilha mística à procura de uma cura, reconquistando sua esperteza e coragem, encontrando velhos adversários e descobrindo incríveis criaturas. Classificação Indicativa 10 anos, contém violência e drogas lícitas. Elenco: Robert Downey Jr., Antonio Banderas, Michael Sheen.

FRANKIE

Alimentado pelo atrito das banalidades da vida moderna e a apreensão da morte, o filme retrata Frankie (ISABELLE HUPPERT) como uma famosa atriz e matriarca de uma grande família franco-inglesa, que inclui o atual e o exmarido, além dos filhos de dois casamentos. A seu pedido, sua família se junta a ela numa viagem para a ensolarada cidade histórica de Sintra, para passar um dia juntos. O passeio traz à luz segredos e a confusa dinâmica familiar com Frankie no centro. Classificação indicativa 12 anos, contém Conteúdo Sexual, Drogas Lícitas e Temas Sensíveis.

Elenco: Isabelle Huppert, Brendan Gleeson, Marisa Tomei, Jéremie Renier

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LAZER E CULTURA

LUTA POR JUSTIÇA

Bryan Stevenson (Michael B. Jordan) é um advogado recém-formado em Harvard que abre mão de uma carreira lucrativa em escritórios renomados da costa leste americana para se mudar para o Alabama e se dedicar a prisioneiros condenados à morte que jamais receberam assistência legal justa. Ao chegar lá, Bryan se depara com o caso de Walter McMillian (Jamie Foxx), um homem negro falsamente acusado de um assassinato, mas que nunca teve uma defesa apropriada por conta do preconceito racial na região. Classificação indicativa 14 anos, contém violência, linguagem imprópria e temas sensíveis. Elenco: Michael B. Jordan, Brie Larson, Jamie Foxx

Decoração e Cenografia para eventos.

www.moinhodasfloreseventos.com.br | 11 2359-4830 | 2364-4830


MARIA E JOÃO

Há muito tempo, em um campo distante, Maria (Sophia Lillis) leva seu irmãozinho João (Sammy Leakey) a um bosque escuro, em uma busca desesperada por comida e trabalho. Quando eles encontram Holda (Alice Krige), uma misteriosa mulher que reside na floresta, os dois irmãos descobrem que nem todo conto de fadas termina bem. Classificação indicativa 14 anos, contém violência e drogas Ilícitas.

Elenco: Sophia Lillis, Alice Krige, Samuel Leakey


LOCAIS DE DISTRIBUIÇÃO Master Churrascaria Praça Bento Camargo, 172

Rua Josefina Gonçalves, 09

Padaria São José Rua Imperador, 37

Bar do Zinho Rua Dias da Silva, 762

Padaria Queluz Rua Curuça, 1342

Banca Aureliano Leal Rua Aureliano, s/n

Confeitaria Paris Rua Vaz Muniz, 776

Jan/Fev/Mar- 2020 | Immensità em Revita | 33


RELAX

JOÃOZINHO

Preencha os espaços vazios com algarismos de 1 a 9. Os algarismos não podem se repetir nas linhas verticais e horizontais, nem nos quadrados menores (3x3). www.coquetel.com.br

© Revistas COQUETEL

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O professor pergunta ao Joãozinho: - Joãozinho, arroz é com S ou com Z? E o Joãozinho, prontamente responde: - Professor, aqui na escola eu não sei, mas lá em casa arroz é com feijão.

BÊBADOS

Três bêbados estavam bebendo ao lado de um morro quando perceberam que a bebida acabou. Foi feito, então, um sorteio para decidir quem iria subir o morro para comprar mais cachaça no bar. O bêbado sorteado subiu o morro cambaleando e com muito esforço e, no bar, comprou a cachaça colocando-a no bolso traseiro da calça. Na descida, já zonzo, escorregou e foi rolando até o fim do barranco. Quando parou, sentiu aquele frio na perna, olhou para os céus e clamou: “Que seja sangue, Senhor”.

CAIPIRAS. O homem da cidade chegou na roça e ficou sabendo que o matuto queria vender um burrinho. Interessado no animalzinho, perguntou: - Qual é o nome deste burrinho? - Num sei, não sinhô - Mas como que o senhor não sabe? O bicho não é seu? E o matuto: - Eu num sei o nome dele não, sô. Eu só chamo ele de Jorge.

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Solução

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34 | Immensità em Revista | Jan/Fev/Mar - 2020

SEQUESTRO

No Rio de Janeiro, um bando de assaltantes entra num baile de carnaval onde estão muitas personalidades. Achando que poderiam levantar um dinheiro fácil, escolheram três personalidades e os fizeram de reféns, sendo um político, um cantor funk e um jogador de futebol. Em seguida enviaram um recado dizendo que se não recebessem um milhão de reais de resgate, iriam matar os reféns. Como o dinheiro não veio, decidiram cumprir a promessa. Avisaram os reféns que eles tinham direito a um último pedido. O político disse que havia preparado um discurso de duas horas e que não gostaria de morrer sem antes declamá-lo. O cantor funk disse que estava para apresentar seu CD inédito na festa, e que gostaria de cantar as 12 músicas antes de morrer. Os assaltantes concordam com o pedido dos dois e perguntam ao jogador de futebol qual era o seu desejo e ele responde: - por tudo o que é santo, gostaria de ser o primeiro a ser morto.


EDITORIAL

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Fotos: Sublime Photo e Criativy Estúdio

Set/Out - 2017 | Immensità em Revista | 3


EDITORIAL

Set/Out - 2017 | ImmensitĂ em Revista | 3


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