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Aexposição frequente à própria imagem em vídeos, chamadas on-line e conteúdo para redes sociais tem levado um número crescente de pessoas a identificar supostas imperfeições e buscar soluções estéticas. Na prática, o que muda não é apenas a forma de se ver, mas o ponto de partida da insatisfação. Diante disso, procuramos o cirurgião plástico Vinicius Julio Camargo que nos contou que, esse movimento tem se tornado cada vez mais evidente nos consultórios. Confira em nossa seção de Beleza & Estética.
Em Celebridade, o ator Lázaro Ramos nos conta como encara seu primeiro vilão televisivo em “A Nobreza do Amor”. Ele que sempre foi reconhecido pelo sorriso fácil e pela energia carismática que transmite em cena e fora dela, agora se vê diante de um desafio diferente: dar vida a um personagem carrancudo, ambicioso e manipulador. Dê só uma olhada!
Será que dominar o segundo idioma após os 30 anos é realmente mais difícil? André Belz, especialista em carreiras e CEO da Rockfeller Language Center, aponta os mitos e verdades sobre aprender inglês na vida adulta. Confira em Comportamento.
Você sabia que a Doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo? Segundo o neurologista Edson Marquez, o Parkinson é uma doença progressiva que afeta principalmente os movimentos, em decorrência da redução da produção de dopamina no cérebro. Confira em nossa seção Saúde.
Ainda na seção Saúde, o psiquiatra do Instituto Maria Modesto, Mateus Nóbrega, explica os principais aspectos do transtorno bipolar, desde os sinais iniciais até as formas de tratamento. Confira.
Em Gastronomia, o destaque vai para uma das uvas tintas mais apreciadas pelos consumidores de vinhos, no Brasil, a Malbec que despontou no cenário mundial graças aos produtores argentinos, que apostaram nessa variedade para a elaboração de vinhos intensos, encorpados e repletos de camadas de aromas. Confira!
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Lázaro Ramos
Ator encara seu primeiro vilão televisivo em “A Nobreza do Amor”
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Proteção contra o cyberbullying
> Direiro
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Aprender inglês aos 30 anos
> Comportamento
Malbek: Uma das uvas tintas mais apreciadas
> Gastronomia
16 > Beleza & Estética
Busca por procedimentos faciais aumenta
24 > Saúde
Transtorno bipolar









































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Dirigido por Jon Favreau, Star Wars: O Mandaloriano e Grogu é um novo filme do universo de Star Wars, que acompanha o caçador de recompensas solitário, o Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu aprendiz Grogu, embarcando em uma nova e emocionante aventura. A trama dará continuidade aos acontecimentos vistos na série The Mandalorian sob o contexto da recente queda do Império e, enquanto a Nova República luta para estabelecer as fundações do governo baseadas na luta da Rebelião, o lendário caçador de recompensas Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu jovem aprendiz Grogu entram em uma missão para achar os esconderijos dos senhores da guerra Imperiais espalhados pela galáxia.

São Paulo recebe no próximo 16 de maio um dos maiores espetáculos tributo do mundo: God Save the Queen, reconhecido internacionalmente como o show em homenagem ao Queen mais consagrado da atualidade. Com mais de 25 anos de trajetória, o grupo argentino percorreu os principais palcos do mundo, conquistando público e crítica por sua fidelidade musical, excelência técnica e uma experiência de concerto que vai muito além de um tributo convencional. O espetáculo recria com precisão a potência sonora, os arranjos originais e a energia dos grandes shows do Queen.

Rancho Dutton é a continuação direta de Yellowstone. A trama acompanha a personagem Beth Dutton, filha do patriarca de John Dutton, e seu marido Rip Wheeler em seu novo rancho no Sul do Texas. Apesar das belas paisagens e do pacífico estilo de vida, Beth e Rip enfrentarão desafios complicados, especialmente envolvendo um rancho rival comandado por um proprietário rico.

Vivemos em uma sociedade intrinsecamente conectada, onde a atividade digital gera um rastro contínuo de dados pessoais. Essa “moeda” informacional, embora vital para a economia moderna, exige uma salvaguarda jurídica robusta, especialmente no que tange ao Direito à Privacidade e à Intimidade. Este artigo visa desmistificar a proteção de dados em um ambiente marcado pela emergência de novos ilícitos, como o cyberbullying, e práticas corporativas opacas.
A linguagem do Direito, historicamente complexa e repleta de tecnicismos e arcaísmos, muitas vezes dificulta a compreensão do cidadão comum. Contudo, a clareza é imperativa para que o titular dos dados possa exercer plenamente sua cidadania. É neste contexto que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) atua como um marco regulatório essencial no Brasil.
A LGPD não apenas estabelece as regras para a coleta, tratamento e armazenamento dos dados pessoais por empresas (controladores e operadores), mas também reforça o princípio constitucional da autodeterminação informativa. Essa legislação é crucial para combater práticas discriminatórias e potencialmente abusivas no cotidiano digital, como o geopricing (diferenciação de preço com base na localização do usuário) e o geoblocking (bloqueio de acesso a serviços em determinadas regiões), que utilizam dados de localização sem o devido consentimento ou transparência.
Um dos fenômenos mais perniciosos no ambiente digital é o Cyberbullying (ou bullying virtual), definido como qualquer forma de violência praticada por meio da Internet ou de dispositivos eletrônicos. Esta modalidade
de agressão representa uma grave violação do Direito à Imagem, Intimidade e Privacidade da vítima.
Nesse cenário, a LGPD se revela uma ferramenta indispensável. O controle sobre os dados de origem e a rastreabilidade do conteúdo ilícito, exigidos pela lei, facilitam a identificação e a responsabilização dos agressores. Ao exigir padrões rigorosos de segurança e compliance por parte das plataformas, a legislação busca prevenir e punir o cyberbullying . A proteção do Direito à Privacidade, portanto, transcende a mera esfera econômica, consolidando-se como um escudo fundamental contra a violência e a degradação da dignidade humana no espaço virtual.
A proteção de dados não é um capricho burocrático, mas sim o mecanismo democrático que garante ao cidadão o controle sobre sua própria narrativa e a segurança em sua vida digital, combatendo a opacidade e coibindo o uso de tecnologias para fins ilícitos e danosos.

Thiago Massicano, especialista em Direito Empresarial e do Consumidor, sócio-presidente da Massicano Advogados e presidente reeleito da OAB Subseção Tatuapé. Acompanhe outras informações sobre o Direito Empresarial e do Consumidor no site www.massicano.adv.br, que é atualizado semanalmente.
Será que dominar o segundo idioma após os 30 anos é realmente mais difícil? Dados recentes sobre o domínio do inglês no Brasil revelam uma realidade desafiadora para quem começa a aprendê-lo após os 20 ou 30 anos, mas também oportunidades claras de destaque: em estudo nacional com mais de 7 mil brasileiros, a pesquisa “Idiomas e Habilidades”, realizada pela Pearson em parceria com a Opinion Box, mostra que apenas 13% dos que estudam inglês se consideram fluentes no idioma; 49% se consideram em nível básico e 38% intermediário. Mais da metade dos brasileiros enfrenta barreiras como falta de tempo e dinheiro para estudar inglês de forma contínua. Em rankings internacionais, como o EF English Proficiency Index, o Brasil está na posição 75 de 123, com a maior parte da população em níveis considerados “baixa proficiência”.
NEUROPLASTICIDADE
A boa notícia é que a ciência já derrubou o mito de que o cérebro “para de aprender” na vida adulta. A neuroplasticidade, capacidade do sistema nervoso de se reorganizar a partir de estímulos, segue ativa ao longo da vida. “Começar a aprender inglês aos 30, 40 ou até mesmo após os 50 anos não é um impeditivo, é uma escolha estratégica. Adultos trazem foco, experiências profissionais e objetivos definidos, que podem acelerar o processo de aprendizado quando aliados a métodos eficazes e consistentes. O grande desafio hoje não é a idade, mas a constância e a escolha de um modelo de estudo que realmente funcione para cada estilo de vida”, afirma André Belz, especialista em carreiras e CEO da Rockfeller Language Center. O especialista aponta os mitos e verdades sobre aprender inglês depois dos 30 anos.
Mito: É tarde demais para aprender inglês depois dos 30. Verdade: A aprendizagem depende mais de motivação, método e prática do que da idade em si. Adultos têm habilidades metacognitivas que tornam o estudo mais estratégico.
Mito: Quem aprende mais jovem sempre será melhor que quem aprende depois. Verdade: Quem começa a aprender inglês mais cedo pode ter mais chances de desenvolver uma pronúncia próxima à de um falante nativo. No entanto, isso não significa que adultos não possam alcançar alto nível de domínio do idioma. Com estudo deliberado, prática frequente, contato com situações reais de comunicação e feedback constante, é possível compensar essa diferença e evoluir de forma consistente,

Para o especialista em carreiras, adultos trazem foco, experiências profissionais e objetivos definidos, que podem acelerar o processo de aprendizado
fatores que estão diretamente ligados ao ambiente de aprendizado e aos recursos oferecidos por cursos de inglês focados em conversação.
Mito : Você precisa morar no exterior para ser fluente.
Verdade: A imersão em outro país pode ajudar no aprendizado, mas não é a única forma de desenvolver fluência. Com um método estruturado, prática regular e exposição diária ao inglês, é possível construir fluência funcional mesmo no Brasil. Ambientes de aprendizado que estimulam a conversação, o contato constante com o idioma e o uso em situações reais contribuem para que o aluno evolua de forma consistente no domínio da língua.
Aprender inglês após os 30 anos não é apenas possível, como pode ser um diferencial vital para quem busca crescimento profissional, transição de carreira ou inserção em ambientes globais. Com motivação certa, métodos eficazes e prática contínua, adultos têm todas as ferramentas para dominar o idioma e transformar essa habilidade em vantagem competitiva.

































































por Caroline Borges / TV Press
Lázaro Ramos sempre foi reconhecido pelo sorriso fácil e pela energia carismática que transmite em cena e fora dela. Um sujeito alegre, que costuma levar leveza para os papéis e para o público, agora se vê diante de um desafio diferente: dar vida a um personagem carrancudo, ambicioso e manipulador. Essa mudança de registro tem exigido bastante do ator em cena para dar vida ao vilão Jendal, de “A Nobreza do Amor”. “É um lugar que não estou acostumado a estar. Geralmente, o sorriso de Lazinho está sempre presente. Mas isso tem sido um exercício cênico maravilhoso”, aponta.
Em “A Nobreza do Amor”, Jendal se declara rei de Batanga após um golpe. Obcecado por Alika, papel de Duda Santos, obriga a princesa a se casar com ele depois de ameaçar matar o casal real. Quando a princesa foge do reino sem consumar o casamento, Jendal oferece uma recompensa milionária por sua cabeça. “Nunca foi um sonho da minha vida fazer vilão. Meu sonho era fazer herói. Quando Elisio me convidou para o projeto, quis muito fazer. Está sendo uma descoberta e um prazer falar coisas absurdas e maldades, além de acompanhar esse universo que vem sendo contado”, explica.
VOCÊ COLECIONA UMA SÉRIE DE HERÓIS E MOCINHOS EM SUA TRAJETÓRIA NA TEVÊ. O QUE MUDOU DENTRO DE VOCÊ AO ACEITAR VIVER UM VILÃO PELA PRIMEIRA VEZ?
Mudou a percepção de que o vilão também é um território fértil para descobertas. Eu nunca tinha transitado por esse lugar, principalmente na televisão, e percebi que há um prazer em falar
absurdos, em explorar maldades, porque isso também revela muito sobre o ser humano. É como se eu estivesse começando de novo na profissão.
AINDA QUE TENHA UMA SÉRIE DE ATITUDES CRUÉIS, O JENDAL CARREGA TOQUES DE HUMOR. COMO VOCÊ DOSA ESSE TOM CÔMICO COM AS VILANIAS?
R – Ele é patético porque se leva muito a sério e isso gera humor involuntário. Mas ao mesmo tempo, é um homem ambicioso, manipulador e vaidoso. Esse contraste é o que dá vida ao personagem: rir dele, mas também temer o que ele pode fazer.
VOCÊ JÁ COMENTOU QUE NÃO DEFENDE O PERSONAGEM. COMO É POSSÍVEL INTERPRETAR ALGUÉM SEM JUSTIFICAR SUAS AÇÕES?
Eu não defendo porque ele comete atos condenáveis. O que eu faço é tentar entender suas motivações. A história do mundo está cheia de jendais, pessoas que, ao terem poder nas mãos, se tornam tiranos. Eu busco esse espelho histórico para dar verdade ao personagem.
VOCÊ CHEGOU A SE INSPIRAR EM FIGURAS REAIS PARA DAR VIDA AO JENDAL?
Ele dialoga diretamente com muitas realidades. A novela é divertida, mas também é um espelho. Ela nos faz refletir sobre o que fazemos quando temos poder nas mãos.
COMO FOI SEU TRABALHO DE CONSTRUÇÃO PARA ESSA NOVELA?
Tenho encarado essa novela muito pela ótica do teatro. Acho que isso traz profundida-

Lázaro Ramos é hoje uma das figuras mais emblemáticas do audiovisual brasileiro, transitando entre teatro, cinema e televisão com a mesma intensidade
de. No teatro, cada detalhe é pensado, e eu levo isso para a novela. Não é apenas sobre decorar falas, mas sobre construir camadas, entender intenções, dar densidade. Isso torna o trabalho mais difícil, mas também mais prazeroso. E essa novela tem um texto muito gostoso para se debruçar.
POR QUÊ?
O texto é incrível. Eu queria estar nessa novela pela beleza da história, pela importância de inaugurar uma estética nova, pela presença da pri-
Bem longe da estética de fábula das novelas das seis, Lázaro Ramos também pode ser visto na recém-chegada terceira temporada de “Os Outros”, original Globoplay. Na produção, ele vive Roberto, marido de Marta, papel de Mariana Lima. Agora ambientada no campo, a série leva o debate para além dos muros das cidades grandes e explora a antítese entre silêncio e paz do interior versus caos e inquietação do ser humano.
Um dos personagens que passa por este conflito e vai se deparar com muitos choques de valores é justamente Roberto. Frustrado e se sentindo descartado do trabalho, de onde foi recém-demitido, Roberto aproveita o momento para colocar em prática o plano de uma rotina mais sossegada e investe na compra de uma casa na serra. Marta, mesmo relutante, aceita a mudança, mas esconde um segredo.
“A série traz uma pergunta que é muito boa. A paz está onde? Está dentro da gente? Está no lugar que você vive? Está na maneira que você se relaciona com o lugar onde você vive?”, questiona Lázaro. Segundo o ator, as pessoas costumam criar a expectativa de que ir para um lugar mais tranquilo vai tornar tudo mais saudável e mais perfeito. Mas “Os Outros” mostra que não. Essa é, inclusive, a questão central que a série debate. “Nesse lugar, que parecia um paraíso idílico, ele encontra, uma vizinhança que não é fácil de administrar. Isso traz um dos temas mais incríveis da: como a gente consegue conviver em comunidade, conviver com a nossa vizinhança?”, aponta.
meira princesa negra. Eu me encantei pela fábula antes de saber quem eu seria dentro dela.
O FIGURINO PARECE TER SIDO UMA CHAVE PARA VOCÊ COMPREENDER JENDAL. O QUE A ROUPA REVELOU QUE O TEXTO AINDA NÃO TINHA MOSTRADO?
Quando coloquei aquelas joias grandes e pesadas, entendi o lugar que ele queria ocupar no mundo. O figurino me deu a dimensão da vaidade dele, da necessidade de ostentar poder. É como se cada peça fosse um símbolo da sua ambição.

Lázaro Ramos e Duda Santos

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Produtores argentinos apostaram nessa variedade para a elaboração de vinhos intensos, encorpados e repletos de camadas de aromas

A Alta Vista é reconhecida por combinar o savoir-faire francês com terroirs excepcionais e novos conhecimentos da enologia mundial
Uma das uvas tintas mais apreciadas pelos consumidores de vinhos, no Brasil, a Malbec, de origem francesa, despontou no cenário mundial graças aos produtores argentinos, que apostaram nessa variedade para a elaboração de vinhos intensos, encorpados e repletos de camadas de aromas.
Entre os produtores mais elogiados, figura a Alta Vista, bodega fundada em 1998, em Mendoza, pelo francês Patrick d’Aulan. Descendente de uma linhagem de produtores de vinhos em Champagne, Patrick implementou na Argentina a filosofia de vinhos de vinhedos únicos ao mapear o comportamento da uva Malbec em diferentes parcelas.
A Alta Vista é reconhecida por combinar o savoir-faire francês com terroirs excepcionais e novos conhecimentos da enologia mundial para originar mais de 40 rótulos entre tintos, brancos, rosés e espumantes classudos e de caráter tipicamente argentino, que são sucesso em todo o mundo. Confira alguns rótulos selecionados e sua harmonização.
ALTA VISTA VIVE EXTRA BRUT MALBEC ROSÉ (R$ 113,47)
Encanta pela elegância e frescor, traduzindo leveza e sofisticação. Com borbulhas finas e persistentes, apresenta notas florais delicadas e um su-

til toque de cereja. Em boca, revela caráter cítrico, bom volume e equilíbrio, resultando em um espumante vibrante e de agradável persistência. Harmonização: entradas leves, carpaccio, frutos do mar, vieiras e sobremesas à base de frutas vermelhas.
ALTA VISTA VIVE
MALBEC ROSÉ 2025 (R$ 81,71)
Leve, refrescante e cheio de charme. Apresenta aromas de frutas vermelhas silvestres, como cereja, combinados a um toque cítrico. Em boca, é fluido, com ótima acidez e final agradável e convidativo. Harmonização: carnes brancas, peixes, massas leves, frios e aperitivos.
ALTA VISTA VIVE
MALBEC 2024 (R$ 81,71)
A expressão de um Malbec jovem, vibrante e cheio de personalidade. No nariz, traz frutas vermelhas com destaque para ameixas maduras, acompanhadas por notas de baunilha e leve toque de café. Em boca, é suculento, com taninos macios e redondos, fácil e prazeroso de beber. Harmonização: cozinha argentina, tábuas de queijos e frios.
ALTA VISTA ESTATE PREMIUM
MALBEC 2023 (R$ 112,55)
Revela com clareza a expressão clássica da variedade, aliando intensidade e elegância. Apresenta aromas de frutas vermelhas frescas, como cerejas,
combinados a notas florais de violeta e discreta integração da madeira. Em boca, é carnoso e vibrante, com bom corpo, equilíbrio e final longo e preciso. Harmonização: carnes grelhadas ou assadas, pato, frango assado e queijos de média cura.
ALTA VISTA TERROIR SELECTION
MALBEC 2023 (R$ 208,87)
Destaca-se pela sua expressiva tipicidade e elegância. De cor violácea profunda, apresenta aromas envolventes de especiarias, frutas frescas e maduras, além de sutis notas minerais. Em boca, tem ataque fresco, evolui com amplitude e taninos suaves e bem integrados, culminando em um final longo e harmonioso. Harmonização: carnes vermelhas, cordeiro, massas com molhos intensos e queijos semiduros.
ALTA VISTA SINGLE VINEYARD ALBANEVE
MALBEC 2018 (R$ 443,65)
Expressa com autenticidade a força e o caráter de seu terroir de origem. Intenso e marcante, revela aromas de frutos do bosque, como mirtilos, combinados a delicadas notas tropicais que remetem à goiabada. Em boca, mostra-se estruturado e amplo, com acidez refrescante que equilibra sua potência. As notas de maturação agregam complexidade, com nuances de manteiga e baunilha, resultando em um vinho elegante e de grande personalidade. Harmonização: pratos intensos, carnes vermelhas grelhadas, cordeiro com ervas e vegetais grelhados e caramelizados.






























Uso intensivo de câmeras em redes sociais e reuniões on-line tem levado pacientes aos consultórios com queixas surgidas a partir da própria imagem em tela

A exposição frequente à própria imagem em vídeos, chamadas on-line e conteúdo para redes sociais tem levado um número crescente de pessoas a identificar supostas imperfeições e buscar soluções estéticas
Adecisão de fazer uma cirurgia plástica no rosto, que antes costumava partir de incômodos percebidos no espelho, agora tem outra origem: a câmera. A exposição frequente à própria imagem em vídeos, chamadas on-line e conteúdo para redes sociais tem levado um número crescente de pessoas a identificar supostas imperfeições e buscar soluções estéticas. Na prática, o que muda não é apenas a forma de se ver, mas o ponto de partida da insatisfação.
Ao se observar repetidamente em diferentes ângulos,
iluminações e enquadramentos, muitas pessoas passam a notar detalhes que antes não faziam parte da sua percepção e que, agora, motivam a procura por cirurgia plástica facial.
Segundo o cirurgião plástico Vinicius Julio Camargo, esse movimento tem se tornado cada vez mais evidente nos consultórios. “Hoje, muitos pacientes chegam com queixas baseadas na própria imagem em vídeo. São detalhes que passaram a incomodar depois dessa exposição constante”, explica.


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Um dos principais fatores por trás dessa nova demanda está na forma como as câmeras captam a imagem.
Lentes de celulares, principalmente as frontais, podem alterar proporções faciais, especialmente quando utilizadas a curta distância. Isso pode fazer com que o nariz pareça maior, o rosto mais arredondado ou o contorno da mandíbula menos definido.
Além disso, iluminação e enquadramento também interferem diretamente na percepção.
“A câmera não reproduz exatamente o que vemos no espelho. Dependendo das condições, ela pode acentuar sombras, volumes e até criar assimetrias que não existem”, afirma o cirurgião plástico.
QUEIXAS MAIS COMUNS
Com essa nova relação com a autoimagem, alguns incômodos têm se tornado recorrentes entre pacientes que buscam cirurgia plástica facial.
Entre os principais estão:
#1 nariz aparentemente maior ou desproporcional;
#2 falta de definição no contorno do rosto;
#3 sensação de flacidez facial;
#4 pálpebras caídas ou olhar cansado;
#5 assimetrias percebidas em vídeo.
De acordo com o especialista, muitas dessas queixas surgem ou se intensificam com a exposição frequente à própria imagem na tela.
AUMENTO DA PROCURA
Esse cenário tem impulsionado a busca por cirurgias como rinoplastia, blefaroplastia e lifting facial, além de procedimentos minimamente invasivos.
No entanto, o especialista faz um alerta: nem toda insatisfação vista na câmera representa uma necessidade real de intervenção.
“O mais importante é avaliar o paciente de forma global. A imagem digital pode gerar uma percepção distorcida, e a decisão por cirurgia precisa ser baseada em critérios médicos, não apenas na imagem da tela”, destaca.
O RISCO DE EXPECTATIVAS IRREAIS
Outro fator que contribui para esse aumento na procura por cirurgia plástica é o uso de filtros e edições, que criam padrões estéticos muitas vezes inalcançáveis.
A comparação constante com imagens modificadas pode intensificar a insatisfação e levar a decisões impulsivas.
“Existe um limite entre melhorar um aspecto que incomoda e tentar atingir um padrão que não é real. O papel do cirurgião também é orientar e alinhar essas expectativas. Cirurgia plástica exige avaliação individualizada”, reforça.
Segundo o cirurgião plástico, esse movimento tem se tornado cada vez mais evidente nos consultórios.

de si não é luxo, é necessidade. Pequenos


Na correria do dia a dia, muitas mulheres acabam se colocando em segundo plano. Entre trabalho, família e responsabilidades, o autocuidado vai sendo adiado — e, com o tempo, isso reflete não só na pele, mas também na autoestima e na qualidade de vida.
Cuidar de si não é luxo, é necessidade. Pequenos hábitos diários fazem toda a diferença: uma rotina de skincare bem orientada, uma alimentação equilibrada, momentos de pausa e atenção ao próprio corpo. A pele, por exemplo, é um reflexo direto do nosso estilo de vida. Quando bem cuidada, ela traduz saúde, vitalidade e confiança.
Mais do que estética, o autocuidado é um ato de respeito consigo mesma. É entender que, para cuidar de tudo ao seu redor, você também precisa estar bem. E isso começa nas escolhas simples, consistentes e conscientes que você faz todos os dias.
O SEGREDO
Na pele madura, os cremes vão além da hidratação: eles ajudam a manter firmeza, viço e conforto. Fórmulas com ácido hialurônico, peptídeos, antioxidantes e ativos estimuladores de colágeno são ótimas aliadas para suavizar linhas, melhorar a textura



e fortalecer a pele. O segredo está na constância e na escolha de produtos adequados para cada fase.
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Durante o mês das mães, preparei um presente especial: seguindo o perfil, você garante condições exclusivas e ainda pode ganhar uma hidratação facial para viver essa experiência de cuidado e renovação.
Permita-se esse momento. Sua pele, sua autoestima e seu bem-estar agradecem.

Dra. Carla Bocuto é biomédica com pós-graduação em Biomedicina Estética (IBECO, 2014-2015) e forte base acadêmica em morfologia, com graduação pela Anhanguera/UNIBAN (2010-2013) e estágios em biologia celular e histopatologia na UNIFESP. Especialista em harmonização facial e corporal, atua com procedimentos injetáveis e cosmiatria.
Endereço: Rua Itapura, 239, Ed Etoile, Tatuapé.

Contato: 11 98288-5834

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No Brasil, estima-se que cerca de 8 milhões de pessoas convivam com o transtorno bipolar, um transtorno mental caracterizado por alterações significativas de humor, energia e comportamento
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o transtorno bipolar está entre as principais causas de incapacidade no mundo, impactando diretamente a qualidade de vida dos pacientes quando não diagnosticado e tratado adequadamente.
Para esclarecer dúvidas sobre o tema, o psiquiatra do Instituto Maria Modesto, Mateus Nóbrega, explica os principais aspectos da doença, desde os sinais iniciais até as formas de tratamento.
PRINCIPAIS SINAIS DA DOENÇA
De acordo com o especialista, o transtorno bipolar é uma condição psiquiátrica crônica caracterizada por episódios de depressão e de mania. “Na fase depressiva, a pessoa pode apresentar tristeza profunda, desânimo, alterações no sono e perda de interesse por atividades. Já na fase maníaca, há aumento de energia, euforia, impulsividade, redução da necessidade de sono e, em alguns casos, comportamentos de risco”, explica.
OSCILAÇÕES DE HUMOR
O psiquiatra ressalta que oscilações de humor fazem parte da vida, mas no 1transtorno bipolar elas são mais intensas, duradouras e prejudicam o funcionamento da pessoa. “Não se trata apenas de ‘dias bons ou ruins’. Os episódios podem durar dias ou semanas e interferem no trabalho, nas relações sociais e na rotina, sendo muitas vezes desproporcionais aos acontecimentos do dia a dia”, afirma.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é clínico e deve ser realizado por um médico, preferencialmente um psiquiatra. “Não existe um exame laboratorial específico para identificar o transtorno bipolar. A avaliação é feita com base no histórico do paciente, nos sintomas apresentados e, quando possível, com o apoio de familiares”, destaca o especialista. Os psicólogos também têm papel importante no acompanhamento, mas o diagnóstico e a prescrição medicamentosa são de responsabilidade médica.
TRATAMENTO E CONTROLE
Segundo o psiquiatra, o tratamento geralmente envol-

O acompanhamento com especialistas é fundamental para o diagnóstico correto e o tratamento adequado
ve o uso de estabilizadores de humor, podendo ser associados a outros medicamentos, além de psicoterapia. “Com o tratamento adequado, é possível controlar os sintomas e proporcionar qualidade de vida ao paciente. A adesão ao tratamento e o acompanhamento contínuo são fundamentais para evitar recaídas”, reforça.
O acompanhamento com especialistas é fundamental para o diagnóstico correto e o tratamento adequado. Cuidar da saúde mental é essencial para viver com mais equilíbrio e qualidade de vida.













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A doença é mais comum a partir dos 50 anos, mas também pode acometer pessoas mais jovens, embora com menor frequência

ADoença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo. No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas convivam com a doença, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, e o número tende a crescer com o envelhecimento da população. Durante o mês de abril, dedicado à conscientização sobre a condição, especialistas reforçam a importância da informação para o diagnóstico precoce e o cuidado adequado.
De acordo com o neurologista Edson Marquez, o Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta principalmente os movimentos, em decorrência da redução da produção de dopamina no cérebro. “É uma condição que se desenvolve de forma lenta e que, muitas vezes, começa a dar sinais anos antes dos sintomas mais conhecidos aparecerem”, explica.
Entre os primeiros sinais, o especialista destaca que nem sempre o tremor é o principal indicativo. “Alterações no olfato e no paladar, mudanças no sono, constipação intestinal e até alterações sutis na audição podem surgir até anos antes. O tremor, que muitas pessoas associam imediatamente à doença, nem sempre é o primeiro sintoma”, afirma.
SINAIS INDEPENDENTEMENTE DA IDADE
A doença é mais comum a partir dos 50 anos, mas também pode acometer pessoas mais jovens, embora com menor frequência. “O envelhecimento é um dos principais
Segundo o especialista, a prática de atividade física, o acompanhamento com equipe multiprofissional e a atenção à alimentação são importantes aliados
fatores de risco, mas existem casos em faixas etárias mais baixas, o que reforça a importância de observar sinais independentemente da idade”, destaca Edson Marquez.
Em relação ao tratamento, o neurologista explica que há diferentes abordagens disponíveis. “O tratamento envolve principalmente o uso de medicamentos que ajudam a repor ou simular a ação da dopamina no cérebro, além de terapias complementares que auxiliam no controle dos sintomas e na manutenção da qualidade de vida”, pontua.
EQUIPE MULTIPROFISSIONAL
Além da medicação, outros cuidados são fundamentais. “A prática de atividade física, o acompanhamento com equipe multiprofissional e a atenção à alimentação são importantes aliados. Alguns estudos indicam que dietas ricas em ultraprocessados, açúcares e determinados componentes podem influenciar negativamente a saúde neurológica, por isso o acompanhamento profissional é essencial”, orienta.
Com a progressão da doença, podem surgir sintomas como dificuldade de mobilidade, alterações na deglutição e maior rigidez muscular, o que impacta diretamente a rotina dos pacientes.
O conhecimento é fundamental para o diagnóstico precoce e o cuidado adequado. Ao perceber sinais, procure orientação médica.

























