GAZETA DA ZONA LESTE nº 1.872
SÃO PAULO, 3 DE DEZEMBRO DE 2023
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Fila de espera para especialista Pacientes que são atendidos na UBS Artur Alvim não têm o que fazer se não esperar. Isso acontece quando eles precisam de algum tipo de especialista, como vascular ou cardiologista, por exemplo. A partir do órgão de regulação da unidade, a pessoa recebe um número de protocolo. No entanto, não faz a mínima ideia de quanto tempo ficará na fila. > VEJA + PÁGINA 3 Divulgação
Ano letivo já está definido
TATUAPÉ
Lgo. do Bom Parto recebe reformas
A Secretaria da Educação definiu o calendário de 2024. As aulas terão início no dia 15 de fevereiro e o término está previsto para 17 de dezembro. O encerramento do primeiro semestre será em 8 de julho. Dessa forma, as férias do meio do ano dos estudantes estão agendadas para o período entre 9 e 28 de julho. > VEJA + PÁGINA 3
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As obras de reforma do Largo do Bom Parto devem estar prontas em 60 dias, de acordo com o subprefeito Marcus Vinicius Valério, da Sub Mooca. O local vai ganhar novo piso, além de brinquedos, aparelhos de ginástica, entre outras ações. As intervenções vão custar mais de R$ 600 mil. > VEJA + PÁGINA 6
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3 de dezembro de 2023
GAZETA DA ZONA LESTE
editorial
ASSISTÊNCIA
opinião
Falta de respeito
Serviço deixa a desejar
Aliados de Lula para o STF e PGR
D
ificilmente alguém não se deparou com adegas ou casas de narguilé em algum dos endereços por onde passa. Elas estão junto de outros pontos comerciais, além de praças, postos de combustíveis e vizinhas a imóveis residenciais. Apesar desse avanço, nem todas seguem as regras desse tipo de comércio. Tradicionalmente, esses locais vendem pacotes, caixas ou garrafas de bebidas alcoólicas lacradas para serem consumidas em casa. Tanto é que, mais de 90% desses locais não possuem espaço para mesas e cadeiras direcionadas aos clientes. Contudo, parte desses empreendimentos passou a incrementar o atendimento, mesmo contrariando as normas. Nesse sentido, alguns proprietários decidiram autorizar seus clientes a consumirem os produtos na porta. A ideia agradou os consumidores, porém, trouxe problemas aos vizinhos. Isso porque os jovens compram as bebidas e ocupam os espaços públicos próximos. Para completar, levam seus próprios aparelhos de som. Do mesmo modo, fumam tabaco saborizado ou substâncias psicoativas ao ar livre. Diante disso, muitos moradores gostariam que a Secretaria das Subprefeituras incrementasse o departamento de fiscalização, pois muitos estabelecimentos não respeitam a quantidade de clientes que pode ocupar os espaços. Ao mesmo tempo, desrespeitam a lei de perturbação do sossego. Além da secretaria, cabe à Prefeitura resgatar a importância da GCM, ao invés de transferir as ações para a PM. A Guarda Metropolitana e os fiscais ainda precisam contar com o apoio de leis mais rígidas em relação aos comércios irregulares. Os órgãos públicos precisam voltar os olhos para a população que fica à mercê de ações de vandalismo, como a destruição de equipamentos públicos e a afronta contra moradores, com lixo nas portas das casas, sexo e uso de drogas. Já passou da hora da Prefeitura buscar a promoção da paz entre moradores e os proprietários de negócios na cidade. Para isso, é preciso que o executivo se mobilize e possibilite relações mais saudáveis. Se essa atitude não for tomada, os bairros nos quais funcionam uma grande quantidade de bares e restaurantes terão moradores em delegacias ou procurando batalhões da PM para combater “pancadões”. Por outro lado, se houver diálogo e respeito às leis, poderemos ter uma cidade mais inclusiva, e não só do ponto de vista das pessoas com deficiência, mas de consumidores que gostariam de chegar a um compromisso sem ter de “brigar” na rua, por conta do trânsito impedido, ou de ser obrigado a retirar mesas e cadeiras da passagem para pedestres.
POR WAGNER BALERA
Q
uem depende dos serviços de assistência do governo federal não pode esperar. Porém, para que o atendimento seja de excelência, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome deverá tomar diversas providências para a arrumação da casa. A mais importante é revisar o CadÚnico: o cadastro único dos programas sociais. Entendamos, porém, que essa proposta já foi repetida diversas vezes. E, até agora, nada de concreto aconteceu. Há mais de trinta anos, se intenta criar um banco de dados único. É o que consta dos Decretos n. 97.936 e n. 99.378, de 1990, pelos quais se determinava a implantação do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Já se pressupunha, como é óbvio, que tal base deveria ser a única a recolher dados de interesse para os programas sociais do Estado brasileiro. Com a elementar lembrança de que os programas não são do governo alfa, do governo beta ou do governo gama. Porém, esse Cadastro, cuja utilidade é indiscutível e cujo teor deveria conter os elementos da totalidade da comunidade protegida, esteve desde sempre repleto de omissões e inconsistências. Por essa razão, furando a proposta de unidade, certa norma operacional do SUS, de 1996, instituía o Cartão Nacional de Saúde, que implicaria no cadastramento nacional de usuários do SUS. Será que os dados disponíveis no CadSUS foram integrados aos do CNIS?
Dali vieram elementos amealhados pelo Programa Saúde da Família, pelo Programa dos Agentes Comunitários de Saúde e do Programa Bolsa Alimentação, registros que subsidiariam os planos assistenciais dos quais o mais conhecido, agora sob revisão, é o Bolsa Família. Já se sabe que a dispersão dos dados não interessa ao País, aos trabalhadores e aos programas. Ora, como se não fosse possível confirmar a existência de Cadastro Único, o ano de 2001 trazia a lume o Decreto n. 3.887, que instituiu o cadastro das famílias em situação de extrema pobreza. Tal Cadastro seria operado pela Caixa Econômica Federal. E, quase 20 anos depois, essa novela, que não poderia ter final feliz, punha a nu a inexistência de autêntico cadastro social digno desse nome. Alguém disse, utilizando-se de nome pomposo, que faltava interoperabilidade entre as bases de dados. Os governantes conseguiram, para seu próprio deleite burocrático, criar três cadastros distintos na seara da seguridade social: o CNIS, o CadSUS e o CadÚnico. Eis a que nível chegaram, em termos de incompetência. E reconhecem, agora, que tais dados são inconsistentes e repletos de informações que podem ser falsas. Que grande oportunidade se terá perdido com a tragédia da pandemia da Covid-19, que exigiu o comparecimento da mesma pessoa em locais de vacinação por diversas vezes, o que permitiria a alimentação reiterada de utilíssimas informações para que o verdadeiro cadastro único fosse, afinal, configurado.
Wagner Balera é professor titular na Faculdade de Direito da PUC e doutor em Direito Previdenciário
POR SERGIO CARREIRO DE TEVES
N
unca se poderia esperar diferente, já se esperava. Foi assim com o Cristiano Zanin, seu ex-advogado e assim está sendo com o Flávio Dino, para o Superior Tribunal Federal, e com o Gonet, para a Procuradoria Geral da República. Não se poderia esperar que fosse buscar seus inimigos, mas, que pelo menos buscasse pessoas de notável saber juridico e ilibada reputação, como exige a Constituição brasileira, e não amigos que até já receberam e conviveram com pessoas do PCC. Sem dúvida, aos poucos o cerco vai se fechando. Tudo começou com a liberação do Lula por uma decisão monocrática do Fachin, outro seu aliado e vamos em frente. Aos poucos as peças vão se encaixando de tal forma, que em um determinado momento estará tudo dominado, em todos os setores. Agora, o Lula consegue aprovar a possibilidade de indicações de funcionários para a Petrobras. Ele está conseguindo recuperar, vai fazer voltar para a Petrobras as usinas que já haviam sido desestatizadas. Assim tem mais campo para colocar seus correligionários e ter mais campo de manobra para assaltar a Petrobras, como foi antes. De passo em passo ele vai restabelecendo o comando perdido para Bolsonaro e desfazendo o que ele fez. Agora está tentando aprovar uma nova lei de imprensa, onde a empresa jornalística vai ser apenada e deverá indenizar pelas entrevistas de outras pessoas que venham a ofender as autoridades públicas, uma verdadeira tentativa de calar definitivamente a imprensa. Vejam quantas atitudes voltadas para o controle definitivo de tudo. É uma estatiza-
gazeta há 20 anos
COMPORTAMENTO
A
comunicação está presente no nosso dia a dia de várias formas: oral, escrita e, principalmente, não verbal, representando 70% da nossa linguagem corporal. Dessa forma, a capacidade de se comunicar afeta, e muito, os sentimentos e, consequentemente, a saúde mental. Os sentimentos são registrados pelo sistema límbico - responsável por todas as respostas emocionais -, que tem a função de realizar avaliações de afetividade e aversão, integrando os sistemas nervoso, endócrino, imunológico e psicológico. O sistema límbico também está ligado à memória: quando sentimos um cheiro, ouvimos uma música ou mesmo saboreamos um alimento. Então, quando um desses sentidos apresenta algum comprometimento, o emocional pode ser afetado e levar a um quadro de desestabilização da saúde mental, como, por exemplo, ansiedade e depressão. Somos seres sensíveis com histórias de vidas distintas. Conforme a Organização Panamericana de Saúde (Opas) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25% em 2020. A situação se agrava em países com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Mesmo em países de alta renda, apenas 1/3 dos cidadãos recebem cuidados formais de saúde mental. Até 2030, a depressão será mais incapacitante do que câncer, infarto, diabetes e obesidade mórbida. Todos os 194 estados membros da
OMS assinaram o plano de saúde integral da saúde mental, que compreende o período de 2013 a 2030, e se comprometeram com metas globais para transformar o problema. No entanto, essa mudança não está acontecendo na velocidade necessária. Nesse sentido, o trabalho multidisciplinar, com equipes integradas, auxilia no melhor diagnóstico, que, se for precoce, terá mais chances de obter resposta positiva. Otorrinos e fonoaudiólogos são profissionais que podem receber os pacientes com um olhar atento e uma escuta ativa. Para além da queixa, o médico pode realizar o encaminhamento ao psiquiatra ou psicólogo - que precisa ser desmistificado. Comunicação é emoção e passa pelo órgão dos sentidos. Então, nesta seara, os fonoaudiólogos audiologistas precisam falar sobre boa audição, habilitação e reabilitação auditiva, pois o ser humano escuta e interpreta com o cérebro, que está em rede interconectado com todo o sistema. A função deste profissional é reduzir riscos e desmontar barreiras de comunicação, como a falta de audição. No ano passado, a OMS lançou um novo padrão de combate à ameaça crescente da perda de audição. Para se ter uma dimensão, mais de um bilhão de pessoas entre 12 e 35 anos correm o risco de apresentar algum comprometimento auditivo em razão da exposição prolongada e excessiva à música alta, o que pode ter consequências devastadoras à saúde física e mental.
Christiane Nicodemo é fonoaudióloga no Hospital Paulista de Otorrinolaringologia
FOTO DA SEMANA
Sergio Carreiro de Teves é jornalista, professor e advogado atuante nas áreas civil, trabalhista, tributarista, administrativa e comercial
O QUE ERA NOTÍCIA EM 30 de novembro de 2003 EDIÇÃO Nº 874
INTERNET: relacionamento virtual é considerado traição?
Um olhar para a afetividade POR CHRISTIANE NICODEMO
ção geral, um controle central, um comando puramente ditatorial e diz que tudo é pela democracia. Para isso, ele precisa de aliados, por isso está cada vez mais aparelhando o Supremo Tribunal Federal que já é um “puxadinho” do Planalto, agora, com novos moradores como Flávio Dino. É um político nato, nada de jurista. Diz que vai abandonar sua participação política para ocupar o cargo e ser imparcial. Nada disso, ele vai é aumentar a politicada do Supremo, hoje já metido em tudo, haja vista as atuações de Alexandre de Moraes e seus colegas. É esse o nosso futuro Supremo. Como acreditar na justiça do Brasil? Dizia o ministro Marco Aurélio, o homem da batata quente na boca, que “processo não tem capa ” e “juiz só fala no processo”, mas a coisa está bem diferente. É preciso voltar para os tempos em que juiz não fazia justiça, juiz aplica a lei e a justiça. Deixar de falar e de participar de movimentos. Fechar-se em seu gabinete e estudar o direto e proferir as sentenças, realmente sem ler a capa, aplicar a lei e não fazer a lei, quem a faz é o legislativo. O Alexandre hoje não sabe o que fazer com mais de 1.000 presos, dos quais já morreu um e ainda vai morrer mais, e ele vai julgar de oito em oito. Quando chegará aos 1.000? Quantos não morrerão até serem julgados.
João Pedro Favaretto Salvador é líder de projetos do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da FGV Direito SP
DA REDAÇÃO
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oje existem cerca de 700 milhões de internautas em todo o mundo. Salas de bate-papo, chats reservados, programas de mensagens instantâneas e sites de encontro cada vez mais procurados pela maioria das pessoas que buscam uma companhia. O que normalmente deveriam ser visitado por solteiros, hoje conquista uma grande parte dos comprome-tidos. Esse número crescente de pessoas casadas, que frequentam salas de bate-papo na Internet em busca de prazer, faz com que o mercado cresça incessantemente, além de contribuir para o fim de muitos matrimônios. Mas será que ter um relacionamento virtual é considerado traição? Segundo Ângela “Detetive”, cerca de 25% dos casos investigados pela sua equipe de agentes secretos começaram pela Internet. “O que parece ser apenas uma brincadeira, muitas vezes termina num quarto de motel. As pessoas conversam, trocam fotos e o primeiro passo, é o encontro”, afirma. INFIDELIDADE Ângela explica que a maior parte dos casados e casadas que se envolvem com outras pessoas virtualmente não pensam estar fazendo nada de errado. “A maioria das pessoas diz que ama seus parceiros, mas o anonimato que a Internet pos-sibilita oferece um ambiente favorável para a busca de um
encontro erótico”, conta. A detetive alerta ainda que a Inter-net vai se tornar rapidamente a forma mais comum de infidelidade, e que o mundo dos encontros nunca esteve tão disponível para homens e mulheres casados que buscam uma escapadinha. “Outros fatores que facilitam a infidelidade virtual são o desejo de variedade e diversão tão próximos e a falta de inte-resse sexual do parceiro”, conclui Ângela, que atua há 40 anos no mercado e possui uma equipe de 15 agentes. PERIGO À VISTA Os infiéis virtuais que se cuidem. Softwares com capacidade de gravar e-mails, chats e mensagens instantâneas, além de monitorar os sites visitados pelo investigado, já foram criados nos Estados Unidos. Alguns mais avançados permitem que o “investigador” receba uma cópia de todos os e-mails do suspeito de traição diretamente em sua caixa de mensagem. Hardweres como câmeras digitais em forma de caneta e uma ferramenta que, por meio do teclado, grava todas as le-tras digitadas pelo suspeito de traição podendo armazenar até 32 mil caracteres, também já estão à disposição dos ame-ricanos. Além de sites que prometem acabar com as suspeitas de possíveis traídos. “Com os métodos tradicionais já é possível detectar algumas pistas, mas devido à grande demanda estou importando esses softwares e hardweres para otimizar o nosso trabalho”, afirma Ângela.
acontecendo DIVULGAÇÃO
Moradores do Tatuapé e familiares de estudantes da Escola Estadual Carlos Escobar praticamente não conseguem andar na calçada da Rua Honório Maia. O passeio está repleto de fissuras e buracos. Onde existem árvores, as raízes já quebraram todo o cimento que foi colocado ao redor das espécies. Com isso, pedestres cobram atenção do Estado, responsável pelo calçamento em frente ao estabelecimento de ensino e da Prefeitura.
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PISCINAS Os CEUs possuem piscinas com atividades programadas ou de recreação abertas ao público todos os dias, inclusive aos finais de semana. Atualmente, são 31 CEUs que estão com as piscinas em funcionamento, cuja programação ocorre dentro dos horários de atendimento dos equipamentos, sendo: de segunda a sexta‐feira: das 8 às 22 horas; sábado e domingo: das 8 às 20 horas; feriados: das 8 às 18 horas. Para uso das piscinas, os moradores podem fazer a carteirinha ou cadastro no CEU. São necessários documentos de identificação pessoal com foto (RG, CNH e RNE), uma foto 3X4 e comprovante de residência. É obrigatório o uso de roupa de banho. Informe-se sobre os dias e horários disponíveis para uso recreativo da piscina, quando ela não está sendo utilizada para cursos.
GAZETA DA ZONA LESTE
ÁRVORES Uma floresta aguarda a liberação da Enel para que a poda preventiva seja realizada. De acordo com a Prefeitura, através do Sistema de Gerenciamento de Zeladoria( SGZ), da Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB), é feito um levantamento de todas as ordens de serviço que estão paradas enquanto a Enel não libera os galhos em contato com a fiação. Ao todo, são 3690 árvores. A mais antiga da fila é de agosto de 2020. A partir daí, todos os meses foram registradas ordens de serviço para poda da Enel, formando esse estoque pendente. Em agosto de 2021 - um ano depois da primeira da fila, eram mais 48 árvores. Em agosto do ano passado, mais 1339. E este ano, no mesmo mês, outras 1262. A Secretaria das Subprefeituras encaminhou para poda 21.597 árvores.
IDOSOS Os idosos com dificuldade para realizar atividades cotidianas ou com problemas de saúde podem contar com os profissionais do Programa Acompanhante de Idosos (PAI), desenvolvido pela Prefeitura e que objetiva promover assistência integral à saúde deste público. O PAI conta com 51 equipes, compostas por assistente social, enfermeiro, médico, acompanhantes, motorista e profissional administrativo. Ao todo, 6.100 idosos são acompanhados pelo programa. Para participar, a pessoa deve ter mais de 60 anos, cadastro na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência, ter sido submetida a avaliação e apresentar os critérios de inclusão específicos do programa. O PAI disponibiliza atendimento domiciliar com a prestação de serviços por equipe técnica.
Editor e Diretor Responsável: Jaime Braz Romano Diretora de Redação: Antonia Cristina Romano Revisão: Fabiana Nascimento Diretor-Comercial: Mauro Tadeu Silva Não nós responsabilizamos pelas ideias ou opiniões emitidas em matérias assinadas
Impressão:
GAZETA DA ZONA LESTE
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ENCONTRO PEDAGÓGICO
Para se consultar com vascular paciente fica em fila de espera
Emei reforça a sua importância a quem mora no Pq. Maria Luiza
Na ficha, doente recebe número de protocolo e de ordem de atendimento
Professores e gestores do local promoveram diversos encontros na escola
O encontro pedagógico teve como objetivo resgatar as vivências e experiências ocorridas no território escolar DA REDAÇÃO
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O tempo que vai levar para a pessoa ser recebida pelo especialista é imprevisível
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em ensinar as crianças e cuidar do espaço. A família inteira de Anna marcou, de alguma forma, a construção da identidade do lugar, seja como aluno, funcionário, prestador de serviços e voluntário. Dando continuidade aos momentos de emoção, a bailarina Ester, ex-aluna do grupo de balé da Emei, aprovada na Escola Superior de Bailado do Teatro Municipal de São Paulo, além de dançar, contou mais sobre a sua trajetória profissional. Do mesmo modo, a ex-professora de dança, Geise Guedes, reforçou a importância da atividade na vida das crianças e dos pais. Além de tantas histórias, a Emei ainda mostrou o seu engajamento com o meio ambiente ao inaugurar sua horta e também plantar árvores, com a participação dos conselheiros do Cades Arifoca: Eder Francisco Silva, Isabela Minelli D’Andréa e Sônia Regina Martinez Shimada.
oportunidade de identificar a sua importância na unidade escolar a partir da representação de uma árvore, com seu caule, raízes, galhos e folhas. Na sequência, os professores da unidade se dividiram para falar sobre temas relacionados ao ensino. Samanta Perez Pedro falou sobre “Território e Identidade no Currículo da Cidade”. Anna Maria Pucci e Cristiane Guarino abordaram “Relatos de afeto – o humano na educação”. Já Emília Gonçalves de Lira e Josi Vitor de Souza Melo trataram de “Democracia e liberdade na educação”. Em seguida, Andréa, ex-diretora substituta da Emei falou sobre a sua carreira na unidade, na qual começou como agente escolar chegando à direção da instituição. Após o depoimento, Anna descreveu o forte vínculo que ela e sua família criaram pela escola. Inclusive, o jardim “Vovó Ismênia” é uma homenagem à sua mãe, pela dedicação
Emei Professora Olandya Peres Ribeiro, localizada na Rua Doutor Mariano Cursino de Moura, 395, Parque Maria Luiza, realizou um encontro pedagógico com o objetivo de resgatar as vivências e experiências ocorridas no território escolar. Nesse sentido, a Emei sedimentou o fortalecimento de sua identidade, privilegiando a escuta e a afetividade. Durante a programação especial, a escola reuniu professores – atuais e aposentados -, funcionários, ex-alunos e outros servidores que marcaram a história do local. A celebração contou com a organização da equipe gestora, formada por Fátima Teixeira Rizzo (diretora), Elaine Siciliano Cussi (diretora substituta), Claudia Mendes Ruescas (assistente de direção) e Vania M. Bragato. A abertura teve início com uma apresentação musical, com a participação de pais e crianças. Depois, cada presente teve a
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gência (Crue). De acordo com a SMS, o sistema busca realizar o agendamento prioritariamente na região onde o paciente é atendido, mas é possível que ocorra em outra área da cidade que tenha recurso disponível para atender com maior brevidade. Nesse sentido, o paciente tem a escolha de confirmar ou não o agendamento pelo aplicativo Agenda Fácil. Também pelo app, o usuário pode efetuar o agendamento caso haja vagas livres. Outra forma de contato é pela Central 156, que realiza contato por telefone com o paciente informando local, data e horário de sua consulta. A secretaria informou que o paciente deve ser esclarecido no momento da consulta médica sobre a prioridade do caso. A regulação da unidade entrega ainda o protocolo de agendamento e as orientações sobre o fluxo do serviço. A equipe da UBS fica à disposição para prestar os devidos esclarecimentos.
entrou em contato com a Secretaria da Saúde (SMS) para entender o processo da fila e do tempo. No caso, foi perguntado ao órgão se a pessoa aguarda, em média, dias, semanas, meses, um ano ou mais para a consulta. I.M lembrou que espera há mais de dois anos pelo atendimento do otorrinolaringologista. A redação indagou, também, sobre a possível falta de profissionais na rede de saúde. Do mesmo modo, interpelou a SMS sobre o fato de, muitas vezes, a pessoa ter de atravessar a cidade para uma consulta ou exame. O OUTRO LADO A secretaria esclareceu que o encaminhamento para as especialidades é feito levando em consideração vários critérios, como ordem cronológica e quadro clínico do paciente, seguindo análise do regulador conforme portaria 341/2020. A pasta frisou que os casos de maior gravidade clínica são priorizados pela Central de Regulação de Urgência e Emer-
acientes que são atendidos na UBS Artur Alvim (Rua Henrique Jacobs, 269), que necessitam de atendimento em consulta nas especialidades vascular e cardiologista, são colocados numa fila de espera. Uma das pessoas que aguardam disponibilizou os seguintes dados do encaminhamento FE 7/11/23 (nº 208), protocolo 428306047. Com problema de má circulação sanguínea nas pernas, I.M relatou que ninguém diz qual será o tempo de espera. Após entregar o papel com os números na mão do paciente, funcionários da área de regulação da UBS pedem ao doente para aguardar o retorno da Secretaria da Saúde. Conforme I.M, em momento algum buscam mais informações sobre a gravidade do problema apresentado. Depois, não há mais orientações à pessoa enquanto ela espera. Após conversar com alguns pacientes da regulação, a reportagem
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Processo 'rouba' etapas importantes da infância e traz consequências negativas no desenvolvimento social e emocional; hábitos simples que colocam as crianças como protagonistas devem ser incentivados
otinas sobrecarregadas, agendas lotadas de atividades, uso de roupas, acessórios e equipamentos eletrônicos inadequados para a faixa etária, além da exposição excessiva a vocabulários e conteúdos impróprios para a idade, são situações cada vez mais comuns na vida de crianças. Elas muitas vezes são estimuladas pelos pais e pela sociedade a adotarem hábitos e comportamentos que não são apropriados para a idade que possuem. Esse fenômeno é conhecido como adultização infantil e traz preocupação, pois implica em sérios riscos e pode acarretar enormes prejuízos para o desenvolvimento da criança. EXPERIÊNCIAS E RESPONSABILIDADES De acordo com especialistas, a antecipação de experiências e responsabilidades próprias da vida adulta acaba afastando as crianças de exercícios naturais e essenciais para o desenvolvimento de processos cognitivos, habilidades motoras e linguísticas, além de comprometer as relações afetivas da criança. Para a psicóloga, Renata Moraes Constante, o processo de adultização da infância tira da criança um importante espaço, colocando-a no papel de "mini adulto". Isso resulta em consequências negativas que podem afetar toda a vida da criança, como transtornos depressivos e ansiedade. "Tudo isso prejudica a socialização, estimula o materialismo e consumo excessivo, promove a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e até mesmo o amadurecimento sexual precoce", alerta.
De acordo com especialistas, a antecipação de experiências e responsabilidades próprias da vida adulta acaba afastando as crianças de exercícios naturais e essenciais para o desenvolvimento
CONCEPÇÕES PSICOLÓGICAS A infância é um período essencial na vida de um indivíduo, pois é quando ele adquire concepções psicológicas e morais que o acompanharão pelo resto da vida. Introduzir elementos do universo adulto nessa fase, sem a maturidade emocional para compreender plenamente o que está acontecendo, torna esse indivíduo vulnerável. Renata ressalta que a mídia tem desempenhado um papel influenciador nesse processo. "O estímulo às vezes ocorre de forma sutil e quase imperceptível, portanto, é fundamental
que os pais estejam atentos a essa questão", destaca a psicóloga. Para ela, o papel da família é crucial nesse momento. "É preciso observar com atenção o comportamento, o vocabulário, a forma como a criança se veste, analisar se a quantidade de atividades na agenda da criança é apropriada para sua idade e verificar se há uso excessivo de dispositivos eletrônicos e isolamento social", detalha. ESPAÇOS LÚDICOS Renata também oferece algumas dicas para os pais. "Procurem retomar hábitos e costumes que permitam à família apro-
veitar a infância dos filhos de maneira saudável. Invistam em brinquedos adequados para a idade, aqueles que são simples e permitem que a criança seja a protagonista. Tentem diminuir o uso de telas e eletrônicos e incentivem o convívio com outras crianças, frequentando espaços lúdicos, como parques e praças. E, acima de tudo, dediquem tempo de qualidade em família, conversando e orientando os filhos", sugere a psicóloga. TÉDIO E CONFLITOS A coordenadora pedagógica, Hannyni Mesquita, observa que a adultização ocorre quando se
diminui o tempo dedicado ao brincar, ao faz de conta, ao tédio e aos conflitos próprios da infância. "Não podemos subestimar a importância do brincar e do exercício da imaginação na vida de uma criança. A brincadeira é a ferramenta mais poderosa para que ela reinterprete o mundo, crie enredos, vivencie um espaço seguro e se prepare para os desafios que enfrentará na vida real, descobrindo e desenvolvendo-se em todas as áreas. Essa é a linguagem da infância", explica Hannyni. A coordenadora também faz um alerta sobre o uso excessivo de telas nessa fase da vida.
PEQUENOS ACORDOS "É fundamental que os pais definam limites claros para o uso de tecnologia. Isso não é fácil, mas é possível. O ideal é começar com pequenos acordos e mudar a cultura da própria família. Os pais devem aproveitar e dedicar tempo de qualidade para atividades em família que permitam uma conexão mais profunda, incluindo tempo para ouvir as preocupações da criança", completa. REFLEXÃO Em um mundo tão acelerado, a pedagoga lança uma reflexão: "Que pressa é essa que nos impulsiona a acelerar o processo de amadurecimento das crianças?" Hannyni afirma que é preciso com urgência repensar as prioridades e desacelerar. A humanidade avança de forma notável nas áreas da tecnologia, ciência e saúde, a fim de prolongar a vida e a velhice de maneiras inimagináveis. No entanto, em meio a essa busca incessante por estender o tempo de vida, o valor intrínseco e inestimável da infância está sendo negligenciado. "Estamos roubando de nossas crianças a fase mais importante do desenvolvimento humano. A infância é o solo fértil onde as sementes da imaginação, da solidariedade, da criatividade florescem; é um período de descobertas e aprendizado que não pode ser estendido artificialmente. Precisamos reservar tempo para nutrir e proteger essa preciosidade, pois a verdadeira riqueza de uma sociedade reside na capacidade de suas crianças explorarem e viverem plenamente essa fase única da vida", completa.
EDUCAÇÃO 'A TROCA DE ESTAÇÃO'
www.gazetavirtual.com.br
SÃO PAULO, 3 DE DEZEMBRO DE 2023
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Sentimentos que Os riscos de expor crianças às telas Segundo a OMS, hoje mais comuns do que nunca, as telas e se manifestam aparelhos eletrônicos têm graves efeitos no desenvolvimento infantil
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estreia de Caroline Grings na literatura leva às estantes infantojuvenis uma bonita e profunda história sobre empatia, resiliência e aceitação. A troca de estação é um convite à introspecção e reflexão a respeito da jornada humana na Terra, os caminhos que as pessoas percorrem e como as relações feitas ao longo da vida moldam cada existência. CRIANÇA SOLITÁRIA No enredo, a jovem Elena percorre diariamente um caminho simbólico, em representação à jornada da vida. Em algumas dessas andanças, depara-se com Maria, uma criança solitária e com sinais de abandono da avó que, vez ou outra, a acompanhava. Quando a mulher se aproxima da menina, a idosa, cansada e preocupada com o trabalho, vê a oportunidade de passar os cuidados da pequena à jovem, pois pensou que outra pessoa poderia fazê-los melhor. É assim que se inicia uma bela
jornada: Elena adota Maria e a ensina sobre questões práticas e emocionais, como a troca de estações – em analogia às fases da vida, o passar do tempo e as mudanças que o acompanham. O vínculo de afeto entre elas dá um novo significado ao caminho que juntas percorrem, já que o amor e a atenção de uma pessoa impactam positivamente no existir da outra ABSTRAÇÃO DA HISTÓRIA As ilustrações da catarinense Vanessa Martinelli dão ainda mais destaque e ludicidade à abstração da história que é carregada de simbologias. A autora sugere, por exemplo, que a menina seja a personificação da infância da protagonista; a jovem revisita o passado para ressignificar cicatrizes e amparar a criança interior. FICHA TÉCNICA Título: A troca de estação; autor: Caroline Grings; ISBN: 9786558724971; Páginas: 36; formato: 20 x 20 cm; preço: R$ 50,00
s férias estão chegando e esse é um ótimo momento para tirar os pequenos das telas. Celulares, computadores e televisões estão sempre presentes em nosso cotidiano, acostumando nossas mentes às informações rápidas e excessivas emitidas por esses dispositivos. Embora já seja parte de nosso cotidiano, não nascemos preparados para lidar com tanta informação durante a infância, podendo afetar o desenvolvimento infantil quando a introdução a telas não é feita com esmero. TELAS ELETRÔNICAS Os riscos de expor crianças às telas é tanto fisiológico quanto psicológico. Segundo a OMS Organização Mundial da Saúde, a exposição a telas eletrônicas, por qualquer período, não é recomendada para crianças menores de 2 anos. Caso aconteça, pode acarretar problemas no futuro para os olhos, comportamento, aprendizado e sociabilidade dos pequenos. Porém, embora não seja recomendado, o uso de telas tende a ser frequente. Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, mostrou que o uso de aparelhos eletrônicos por crianças aumentou de 15% para 59% nos últimos dois anos. MOMENTOS DE QUALIDADE O mais importante para o desenvolvimento infantil é manter a criança com estímulos que impulsionam o aprendizado. “Os pais devem se envolver com a rotina dos filhos, é importante ter momentos de qualidade e vivências. Trazer ideias de brincadeiras, jogos e interações é essencial”, mostra a psicóloga Vanessa Gebrim.
Para a especialista, se faz necessário dar o exemplo, não adianta tirar o tablet da criança se os pais estão o dia todo com os celulares em mãos
Para ajudar os pais que têm dificuldades na hora de gerenciar o tempo de tela dos filhos, a especialista lista as principais dicas sobre o assunto. Confira. #1 Comunicação é essencial: a principal dica para manter o desenvolvimento infantil dos filhos em dia é sempre ter um diálogo com os pequenos. “É necessário dar o exemplo, não adianta tirar o tablet da criança se os pais estão o dia todo com os celulares em mãos. O grande problema é o uso excessivo e não o uso, então o desafio é encontrar um equilíbrio que seja bom para todos. E, para encontrar isso, a melhor forma é sempre manter um diálogo aberto com seus filhos”, aconselha Vanessa. #2 Estabeleça regras: ter uma rotina definida, momentos para brincar, conversar e gradualmente apresentar as telas é uma boa alternativa. “Delegar as tarefas aos pequenos, incentivar
as descobertas, ensinar a lidar com frustrações, deixar a criança errar e mostrar que isso é natural, ajudar a guardar os brinquedos, jogar as roupas no cesto, também pode ajudar a criar senso de responsabilidade”, complementa. #3 Evite deixar a criança muito independente: é ideal que as crianças tenham autonomia para se tornarem adultos mais autossuficientes, no entanto, deve haver restrições. “Ficar exposta por muito tempo nas telas pode causar problemas emocionais, como depressão, ansiedade, falta de conexão com a família e amigos, euforia exagerada, que vêm do excesso de estímulos dos aparelhos”, alerta a psicóloga. #4 Incentive a saída das telas: é importante manter o lúdico na vida das crianças, com o intuito de protegê-las dos efeitos colaterais das telas. “Existem muitos benefícios de deixar as crianças longe das telas, como redução de
estresse e ansiedade, por permitir um momento de relaxamento e concentração, fazer coisas diferentes que saiam da rotina é muito saudável. Criar novos hábitos como brincar, viajar, ter algum hobbie especial, esportes e, principalmente, rotina. É preciso ter um horário estabelecido para o uso dos equipamentos. Assim, a criança começa a entender que há uma vida fora das telas”, diz Gebrim. #5 Eduque e divirta: a primeira infância é um processo de aprendizagem, mas também é o momento de aproveitar a infância dos pequenos, sem telas e aparelhos no meio. “Os bebês precisam de estímulos aplicados de forma certa. A falta ou o exagero podem ser negativos. Além disso, o uso elevado de telas como “recurso pedagógico” não é recomendado. É preciso evitar o excesso de estímulos com o propósito apenas de passar o tempo e não o de educar”, finaliza Vanessa Gebrim.
GAZETA DA ZONA LESTE
Página 6
TATUAPÉ
Largo do Bom Parto vai receber mais de R$ 600 mil em reforma Dinheiro provém de emenda parlamentar assinada pelo vereador Coronel Salles
3 de dezembro de 2023
EDUCAÇÃO
Ano letivo de 2024 já está definido com início e fim
Se o calendário for alterado, as atividades podem ocorrer em dias alternativos Divulgação
Divulgação
DA REDAÇÃO
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Vereador (ao mic.) fala sobre a importância da praça, ao lado do subprefeito Marcus Valério e do superintendente Helio Nozaki
cer o bairro. De acordo com o subprefeito, todo o piso do largo será trocado e haverá a revitalização de bancos e mesas. Sobre questões sociais, Valério afirmou existir uma ação conjunta com a Secretaria de Assistência Social. “Dessa forma são oferecidas vagas em albergues para que as pessoas possam receber apoio. Infelizmente, nem sempre todos aceitam”, completou. Mariane adiantou que o local ainda será contemplado com brinquedos, aparelhos de ginástica, piso podotátil e paisagismo geral, com flores e outras espécies de plantas. Ela explicou que não ocorrerá remoção de árvores, mas, se necessário, as podas serão
programadas. Em relação à iluminação, o largo precisará passar por ajustes. Porém, as ações são de responsabilidade do Ilume (Departamento de Iluminação Pública). Conforme Valério, a reforma deve estar pronta em 60 dias, se não existirem intercorrências. Na placa informativa instalada na praça, pela Prefeitura, está discriminado que o lugar será beneficiado com serviços gerais de manutenção preventiva, correção, reparações, adaptações e modificações, com fornecimento de materiais de primeira linha e mão de obra especializada. Placa idêntica foi colocada na Praça Júlio Botelho, no Parque São Jorge. Divulgação
Nas primeiras intervenções estão sendo retirados os pisos antigos e o Espaço PET começa a ser remodelado
Todas as unidades escolares devem garantir, no mínimo, os 200 dias letivos previstos na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) DA REDAÇÃO
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Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc) já definiu o calendário letivo de 2024. No próximo ano, as aulas na rede estadual terão início no dia 15 de fevereiro. O término está previsto para 17 de dezembro. As datas foram publicadas no Diário Oficial do Estado. De acordo com a resolução Seduc nº 59, o encerramento do primeiro semestre será em 8 de julho. Dessa forma, as férias do meio do ano dos estudantes estão agendadas para o período entre 9 e 28 de julho. A volta às aulas para o segundo semestre será em 29 de julho. Todas as unidades escolares devem garantir, no mínimo, os 200 dias letivos previstos na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). Se o calendário for
alterado por qualquer motivo, as atividades suspensas podem ser realizadas em dias alternativos, como sábado, durante o recesso escolar ou férias. Nesse caso, a decisão deve ser discutida pelo conselho escolar e homologada pela direção e diretoria de ensino. Cada unidade de ensino tem autonomia para definir a melhor data de reposição. AUTODECLARAÇÃO A Seduc lançou, em novembro, a 1ª Campanha de Autodeclaração das Escolas Estaduais. Estudantes a partir de 16 anos podem se autodeclarar, enquanto os com 15 anos ou menos devem ter sua declaração feita pelos responsáveis. Em uma primeira etapa, o Centro de Inclusão Educacional (Cinc), do Departamento de Modalidades Educacionais e Atendimento Especializado
(Demod), da Coordenadoria Pedagógica (Coped), promoveu uma série de orientações técnicas para interlocutores de educação para as Relações Étnico-Raciais presentes nas 91 Diretorias Regionais de Ensino do Estado. As escolas tiveram autonomia para promover ações para letramento racial e promoção da autodeclaração de raça/cor. Em algumas delas as iniciativas envolveram inclusive os grêmios estudantis. Estudantes interessados em fazer a sua autodeclaração podem procurar a secretaria da sua escola para formalizar o seu pedido. Aqueles com mais de 16 anos de idade, inclusive adultos matriculados na Educação para Jovens e Adultos (EJA), estão aptos a fazer a autodeclaração individualmente.
Implantação do Túnel Santos-Guarujá
DO GOVERNO FEDERAL
É O BRASIL NO RUMO CERTO
O Novo PAC é o maior programa de investimentos do país. Um compromisso do GOVERNO FEDERAL com SÃO PAULO que vai gerar empregos, renda e desenvolvimento para a região. Um conjunto de obras e ações que vão transformar a vida e o futuro dos paulistas:
Implantação do Túnel – Santos-Guarujá Extensão da Linha 2 Verde do Metrô – Vila Prudente-Penha-Guarulhos Trem de Passageiros – São Paulo-Campinas Novo Hospital Universitário de São Paulo e Ampliação do Hospital Universitário de São Carlos Milhares de moradias do Minha Casa Minha Vida
ACESSE GOV.BR/NOVOPAC E SAIBA MAIS
Foto: Autoridade Portuária de Santos – *Imagem Ilustrativa
a última quinta-feira, dia 30, o vereador Coronel Salles anunciou oficialmente a emenda parlamentar de mais de R$ 600 mil para o Largo Nossa Senhora do Bom Parto. A assinatura simbólica do documento pelo vereador, que determina o início das obras e também o direcionamento da verba, foi acompanhada pelo subprefeito da Subprefeitura Mooca, Marcus Vinícius Valério. Também registraram seus nomes no ofício Mariane Simões, coordenadora de obras da subprefeitura; Helio Nozaki, diretor superintendente da Distrital Tatuapé da Associação Comercial de São Paulo; e o representante da B&B Engenharia e Construções, responsável pelas intervenções. Salles fez questão de destacar a importância da praça para a região. Segundo ele, é um dos pontos mais tradicionais do Tatuapé, pois reúne famílias, crianças e jovens. Além disso, frisou o vereador, a área é frequentada por fiéis da igreja, moradores e visitantes que querem conhe-