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SÃO PAULO, 12 DE NOVEMBRO DE 2023
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B I B L IO T E C A S Cultura grátis As bibliotecas Hans Christian Andersen e Cassiano Ricardo apresentam suas próximas atrações. Nos dias 1º e 7 de dezembro, a Hans Christian terá o encontro “Contar Histórias e Mediar Leituras com Bebês e Crianças Pequenas”, com Renata Rossi. Além desse evento, os espaços vão receber sarau, oficina de teatro e muito mais. > VEJA + Página 3
TATUAPÉ Corrida e barulho na Rua Serra de Botucatu A Rua Serra de Botucatu, entre as ruas Itapura e Serra de Japi, no Tatuapé, volta a ser alvo de reclamações. Para moradores próximos, a via foi transformada em pista de corrida por alguns motoristas e motociclistas. Além disso, os mesmos condutores desrespeitam a lei de perturbação do sossego. > VEJA + Página 6
ESPORTES
CEs têm atividades A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Seme) está com inscrições abertas para o Clube Escola. O programa oferece aulas de futebol de campo, futevôlei, beach vôlei, beach tênis, beach soccer e taekwondo. > VEJA + Página 3
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2 OPINIA~ O GAZETA 40 ANOS ACONTECENDO editorial
Quem quer? A iniciativa privada e a Prefeitura poderiam se unir para deixar as praças da cidade mais conservadas e bonitas. Contudo, a ideia da administração, de levantar a bandeira da adoção dos espaços públicos, não teve a aceitação esperada. Com isso, o Programa Adote uma Praça ficou esquecido. De acordo com dados municipais, atualmente há cerca de 790 praças adotadas. Porém, outras 4.500 praças e canteiros, distribuídos pelas 32 subprefeituras, estão disponíveis para adoção. Conforme o plano, o interessado apresenta uma ideia que é analisada e aprovada pela subprefeitura. Depois, o Termo de Cooperação é firmado de forma on-line, em cerca de dez dias. De acordo com o IBGE, a cidade possui, aproximadamente, dois milhões de empresas. Número mais do que suficiente para ocorrer o acolhimento de muitas outras praças. Ou seja, dá a entender que, apesar de poder divulgar o nome da marca no local escolhido, empresários não se interessam pelo programa. Se não for isso, existe a possibilidade de que o problema esteja na burocracia imposta pela secretaria municipal responsável. Algumas análises de repente podem ajudar na obtenção de respostas para um desinteresse tão grande. Afinal, a cidade precisa urgentemente de um olhar mais cuidadoso para as suas praças. Usando apenas o Tatuapé como exemplo, é possível encontrar alguns espaços praticamente abandonados. A Praça Silvio Romero, que perdeu sua empresa madrinha, vive problemas constantes com o descarte de lixo. Flores ou gramas são encontradas em alguns pontos que receberam ações de paisagismo promovidas pela Paróquia Nossa Senhora da Conceição. No Largo Nossa Senhora do Bom Parto só existem círculos de concreto cheios de terra batida, construções que estão bem distantes de serem consideradas canteiros. Em muitos pontos há garrafas, embalagens e copos espalhados. As lixeiras, superlotadas nos fins de semana, representam a repetição do descaso. A praça acabou se tornando um ponto de passagem, pois não há nada para contemplar. Sem flores, plantas aromáticas ou árvores frutíferas, o local atrai usuários de narguilé, praticantes de jogos de tabuleiro, baralho e dominó, além de moradores em situação de vulnerabilidade, com suas barracas. Outra praça não menos problemática é a Coronel Sandoval de Figueiredo, próxima à estação do Metrô. Com uma grande circulação de linhas de ônibus, o local também tem uma elevada quantidade de ambulantes, motorizados ou não. Com isso, a sujeira se concentra em horários de pico, da manhã e da tarde, e às sextas-feiras. No fim de semana, além do lixo, a questão do barulho aflige moradores do entorno. Assim, temos uma pequena amostra de três áreas com grande fluxo de pessoas que mereceriam ser adotadas. Quem vive ou passa pelo bairro gostaria de ter orgulho de ver praças coloridas, modernizadas e cheias de vida. Elas voltariam a ser utilizadas para fotos e para passeios em família.
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BEM-ESTAR
opinião
Envelhecer bem
Enfrentamento da criminalidade
POR ANDRÉA LADISLAU
O
equilíbrio emocional é fundamental para afastar qualquer tipo de pensamento ruim. Mas sabemos que para atingir esse equilíbrio uma série de fatores estão envolvidos. A etapa da vida caracterizada como velhice é carregada de bonitas histórias, velhas lembranças e, em muitos casos, de sofrimento e tristeza também. Nas faixas etárias mais avançadas aumentam os relatos de transtornos depressivos e até suicídios. O envelhecimento apresenta fatores muitos distintos que podem apontar causas que levam a esse desequilíbrio emocional, visto que não se pode afirmar que existe uma causa única para o sentimento de perda demonstrado pelo idoso, mas um complexo de valores associados que devem ser ponderados e reparados por todos e pela sociedade. Estes sofrimentos psíquicos e o desejo de antecipar a morte podem ser motivados por diversas perdas específicas dentro de um processo de envelhecimento, como: perda da saúde, autonomia, produtividade, papéis sociais, perda de cônjuges, amigos, entre outras perdas pessoais. Diante deste cenário, não é raro encontrarmos idosos que sofrem de transtornos depressivos em diversos níveis de intensidade. A depressão é a desordem mais comum nesse segmento etário. Tanto que, a vulnerabilidade deles está concentrada no isolamento social, no fato de não serem, muitas vezes, incluídos na sociabilidade de lazer da família, na falta de diálogo e de alguém para ouvi-los, no
medo de se tornar um peso para os parentes, na dependência constante do outro e no alto número de medicamentos que precisam ser ingeridos todos os dias, tornando-os prisioneiros dos fármacos. Fatores que geram um conflito interno e uma insegurança que alimentam a angústia associada a uma tristeza profunda. Uma verdadeira enxurrada de sintomas como: solidão, pouca disposição, pessimismo em relação ao futuro, irritação sem motivo, autoacusação, insatisfações, além de distúrbios do sono e do apetite que podem fomentar ideias suicidas. A depressão ainda pode provocar fadiga persistente, mesmo sem esforço físico e demandar maior energia na realização de atividades simples e leves. Não se sentir mais útil é um dos maiores fantasmas do envelhecimento. Mas existe uma falsa impressão de que o idoso se considera no fim da vida porque passou pela adolescência, estabeleceu uma família, já enfrentou o pior da vida e agora não sente mais o mesmo ânimo do passado. Eles podem entrar na energia depressiva por não serem mais compreendidos e acolhidos pelas pessoas mais próximas. Muitos sentem a necessidade do diálogo, mas as conversas já não os comportam mais. Os assuntos em família ficam restritos a um núcleo em que esse idoso não se encaixa por estar "ultrapassado". Situações estas que, acabam por provocar um isolamento natural. Criam, portanto, a ilusão de que não são mais importantes em seu espaço de convivência.
Andréa Ladislau é doutora em psicanálise, psicopedagoga e membro da Academia Fluminense de Letras
espaço do síndico
S
e para as novas gerações o avanço da violência no Rio de Janeiro é chocante, para as velhas gerações – especialmente daqueles que frequentaram as reuniões da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Anpocs) há cerca de três décadas – não causa a menor surpresa. Aquela foi uma época de paralisia econômica, de desemprego e de aceleração da inflação. Também foi um período de acesso limitado a serviços governamentais essenciais e de carência de políticas públicas universais e eficazes. Foi, por isso, um tempo em que os números do IBGE apontavam um aumento de 95% nas taxas de brasileiros do sexo masculino de 15 a 24 anos mortos por armas de fogo (com o Estado do Rio de Janeiro liderando o ranking) e uma elevação no índice de 11,7 homicídios em 100 mil habitantes, em 1980, para 22,2 em 100 mil em 1991; e de elevação expressiva da população encarcerada. Foi, ainda, uma fase de proliferação de pesquisas e projeções mostrando que, para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, na outra ponta da linha havia uma redução de 2% nas taxas de homicídios; para cada aumento de 1% na desigualdade de renda, os índices de mortes violentas cresciam em 3%; e que, se o acesso ao ensino médio fosse universalizado, as taxas de homicídio no País poderiam ter uma queda de 40%. Arquivos oficiais, bibliotecas de universidades públicas estão repletos de levantamentos, de publicações da própria Anpocs, de teses acadêmicas e de documentos – todos de excelente qualidade e muitos bas-
tante atuais e em condições de fundamentar políticas públicas – elaborados por respeitáveis institutos de pesquisa e ONGs, como o Núcleo de Estudos da Violência (NEV/ USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Contudo, os problemas então registrados continuam sem solução à vista por diferentes razões – inclusive por omissão irresponsável das diferentes instâncias do próprio poder público. Apesar de tudo o que já foi dito, há um ponto que a meu ver ainda merece destaque: a falta de qualidade em matéria de formulação de políticas públicas no âmbito da segurança resultante do impacto corrosivo do presidencialismo de coalisão no processo decisório em termos nacionais, dificultando o enfrentamento do problema da violência de modo racional e eficaz. Pela Constituição, policiamento e segurança ficam a cargo dos governos estaduais, cabendo ao governo federal promover coordenação e transferir recursos. No entanto, o que está no papel não funciona na prática. No cotidiano do País, sempre há riscos de competências concorrentes, de duplicação de esforços, de indefinição de responsabilidades e de ausência de uma efetiva coordenação em decorrência de pressões políticas e partidárias de entes subnacionais controlados por feudos, facções e corporações empenhados em apropriar recursos públicos para sua clientela. José Eduardo Campos Faria é professor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
acontecendo
Pensando nas obras Apesar de questões das mais diversas continuarem presentes na vida de condôminos, síndicos estão às voltas com manutenções e benfeitorias que ficaram paralisadas por fatores externos. Até porque há um calendário de obrigações, sem pausas, que vem exigindo de muitos um "sprint" para alcançá-lo. Apesar dos desafios impostos, o síndico deve manter-se criterioso e bem respaldado antes de tomar qualquer decisão quanto às atividades relacionadas à manutenção. Saber priorizá-las adequadamente é um grande diferencial. Tudo no condomínio, especialmente questões que envolvem investimento financeiro, obras e impacto no dia a dia dos moradores, deve ser feito de forma planejada, com cronograma das etapas, sob orientação e consulta a especialistas e com anuência dos próprios condôminos. Um bom plano de manutenção preventiva, elaborado por uma empresa especializada ou engenheiros de forma customizada para o condomínio, deve sempre direcionar o síndico. Na ausência deste documento ou de um relatório de inspeção predial, o síndico deve ter em mente que segurança, saúde e cumprimento de leis devem vir antes. Obras de embelezamento e melhoria vêm na sequência. “O condomínio deve sempre atender primeiro aos requisitos de segurança, que deixam os usuários e a edificação vulneráveis, e as obrigações que são exigências de órgãos públicos e leis”, orienta Elvis Lima, da Merlini Engenharia. Lima conta que em outubro recebeu uma demanda muito grande
POR JOSÉ EDUARDO CAMPOS FARIA
para projetos de Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e serviços relacionados a combate e prevenção a incêndios, como a instalação de alarme de incêndio, item obrigatório para condomínios que não têm portaria 24 horas. Alinhamento de expectativa e boa comunicação com os condôminos e moradores é mandatório. Em momentos de intercorrências é preciso controlar a realização de ações e obras no prédio. Em função de determinados eventos, também é necessário reunir uma assembleia de moradores. Tudo deve ser esclarecido para que todos entendam não se tratar de má vontade e sim de cautela. Projetos necessários tiveram que entrar em segundo plano, cedendo a vez para o que deve vir sempre em primeiro lugar: segurança e saúde. “É importante que haja consciência coletiva no condomínio de que o síndico teve que se debruçar sobre o processo, estudar o tema e readequar o condomínio para uma nova realidade; e isso toma tempo”, lembra a síndica profissional. É importante não esquecer que existem momentos de crise. Todos tiveram que aprender a lidar com a pandemia, inclusive os síndicos. Conselheiros e administradoras podem participar do processo de comunicação com os demais moradores. Somente dessa forma é possível estabelecer o projeto de melhorias. Da mesma forma, todos podem definir, de maneira civilizada, os próximos passos das melhorias relacionadas a pinturas, manutenção, troca de extintores, entre outras ações.
CARNAVAL O Carnaval cresceu e conta com 676 desfiles cadastrados. Desse total, 448 já têm endereço, hora e dia para acontecer. A fase de registro de blocos terminou em 31 de outubro. A Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB) é responsável pela elaboração do Guia de Regras, planejamento, inscrição de blocos e organização da festa de rua, que tem público estimado em 15 milhões de pessoas. A festa de 2024 faz parte das comemorações pelos 470 anos da cidade de São Paulo. Serão oito dias de folia, que começam no primeiro fim de semana de fevereiro e termina no dia 18 do mesmo mês. Pré-carnaval: 3 e 4 de fevereiro. Carnaval: 10,11,12 e 13 de fevereiro. Pós-carnaval: 17 e 18 de fevereiro. É o maior carnaval de rua livre, democrático e descentralizado do País.
FOTO DA SEMANA DIVULGAÇÃO
Até o próximo dia 24, estão abertas as inscrições para o “Recreio nas Férias”, de janeiro de 2024, no CEU Carrão-Tatuapé. O evento recebe crianças e adolescentes até 14 anos, e acontecerá entre os dias 8 e 26 de janeiro. Para se inscrever, basta ir à secretaria, localizada na Rua Monte Serrat, 230, com documentos de identidade (do responsável e do participante) e preencher o formulário disponível, de segunda a sexta, das 8 às 20 horas; e aos sábados das 8 às 12 horas.
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Editor e Diretor Responsável: Jaime Braz Romano Diretora de Redação: Antonia Cristina Romano Revisão: Fabiana Nascimento Diretor-Comercial: Mauro Tadeu Silva Diretor de Arte: Gabriel Henrique Pinho Romano
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C EN TROS ESPORTIVOS
Prática esportiva gera saúde e bem-estar para a população Seja no campo, na areia, na quadra ou na piscina, o importante é não ficar parado
Os espaços estão abertos para inscrições na Avenida Celso Garcia, 4.200 e 4.142
TATUAPÉ Bibliotecas têm atrações nas áreas de literatura e música
A
As programações atendem bebês, crianças, jovens e adultos. Vale a pena conferir
s bibliotecas Hans Christian Andersen e Cassiano Ricardo apresentam suas próximas atrações. Nos dias 1º e 7 de dezembro, a Hans Christian terá o encontro “Contar Histórias e Mediar Leituras com Bebês e Crianças Pequenas”, com Renata Rossi. Nestes encontros serão abordados aspectos teóricos e práticos da mediação de leitura, com base nos conceitos do triângulo afetuoso, de Yolanda Reyes e escuta na leitura literária, de Cecilia Bajour. Assim como nas sessões de mediação de leitura, na formação estarão presentes o lúdico, as memórias afetivas, a escuta e o diálogo. Temas como a escolha dos livros, as chaves de leitura para uma boa mediação e a construção de sentidos a partir do coletivo fazem parte do programa que se propõe a capa-
citar os mediadores para atuar na formação de leitores. As inscrições para o dia 1º estão no link: https:// forms.gle/om6jTedcqtUfbzps6. Já para o dia 7, pelo https://forms.gle/ vUx7TD1hVTzWFTa17. Para o próximo dia 25, às 10h30, está sendo programada mais uma oficina de gibis. E para quem gosta de história em quadrinhos, a biblioteca avisa que foi contemplada para receber as criações de Maurício de Souza, da Turma da Mônica. E como as surpresas não param, amanhã, dia 13, às 15 horas, tem o “Sarau Hans”, com artistas narradores de histórias. Ao lado da Hans Christian, a Biblioteca Cassiano Ricardo terá uma oficina de teatro. Entre os dias 18 de novembro a 2 de dezembro, serão três encontros, aos sábados, das 10 às 13 horas, para
interessados a partir dos 14 anos. A “Oficina Teatral Museu Autobiográfico e Território Leste” busca, por meio de vivências, teatrais, estabelecer contato coletivo e fortalecer as individualidades dentro de territórios carregados de memória da cidade de São Paulo, especialmente na Zona Leste. Em jogos de iniciação teatral, improvisos e exercícios performáticos e de escrita, os participantes irão exercitar o denominado teatro documental. Com diversos jogos cênicos e performativos, terão um primeiro contato com a potência teatral como instrumento de autoconhecimento e pertencimento de si mesmo, além de conexão com o coletivo. As bibliotecas ficam na Avenida Celso Garcia, 4.142. Mais informações pelos telefones 2092-4570 e 2295-3447 ou pelo Facebook.
Para participar, basta ir presencialmente no CE de preferência com uma foto 3x4, cópia do RG, cópia do CPF e cópia do comprovante de endereço
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Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Seme) está com inscrições abertas para o Clube Escola. O programa oferece a crianças e adolescentes, no contraturno escolar, atividades físicas e esportivas organizadas e orientadas por meio de aulas regulares totalmente gratuitas. São oferecidas aulas de: futebol de campo, futevôlei, beach vôlei, beach tênis, beach soccer e taekwondo. Outras modalidades serão inseridas até o fim deste ano e ao longo de 2024, que deverá atender mais de cinco mil crianças, em diversos centros esportivos na cidade. Para participar, basta ir presencialmente no CE de preferência com uma foto 3x4, cópia do RG, cópia do CPF e cópia do comprovante de endereço. No futebol de campo e nos esportes de areia, são vários os CEs da Zona Leste participantes. São
eles: Centro Esportivo, Recreativo e Educativo do Trabalhador – Ceret (Rua Canuto de Abreu, s/nº). Aulas - terças e quintas, (das 8 às 9 horas; das 9 às 10 horas, das 14 às 15 horas; e das 15 às 16 horas. Centro Esportivo Tatuapé Brigadeiro Eduardo Gomes (Rua Monte Serrat, 230). Aulas - segundas e quartas, (das 8 às 9 horas; das 9 às 10 horas; das 14 às 15 horas e das 15 às 16 horas. Centro Esportivo Mooca - Salim Farah Maluf (Rua Taquari, 635). Aulas - terças e quintas, (das 8 às 9 horas; das 9 às 10 horas; das 14 às 15 horas e das 15 às 16 horas. TAEKWONDO A prática do taekwondo pode ser executada no Centro Esportivo Vila Manchester - Vicente Ítalo Feola (Praça Haroldo Daltro, s/nº). Aulas - segundas e quartas, das 10 às 11 horas; das 11 às 12
horas; das 14 às 15 horas e das 15 às 16 horas. Centro Esportivo Tiquatira Luiz Martinez ( Avenida Governador Carvalho Pinto, 02). Aulas - segundas e quartas, (das 8 às 9 horas; das 9 às 10 horas; das 16 às 17 horas e das 17 às 18 horas. Centro Esportivo Mooca – aulas às terças e quintas, das 8 às 9 horas; das 9 às 10 horas; das 15 às 17 horas e das 16 às 17 horas. Mais informações sobre os CEs podem ser obtidas por meio do link: https://encurtador.com.br/ AIJ17 ou das redes sociais @ semesportes. Os CEs possuem estrutura com piscinas, quadras poliesportivas, campos de futebol, quadras de tênis, pistas de skate/esportes radicais, ginástica, alongamento, caminhada e muito mais. Todas as aulas e atividades são gratuitas e ofertadas à população de todas as idades.
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ME S T R A D O N A U SP
Novas abordagens didáticas ajudarão a incluir migrantes
Educação pode prevenir de desastres socioambientais
A pesquisadora chama de neofalante aquele que aprende uma língua que não é sua
Os dados da pesquisa foram obtidos por meio de um cadastramento das escolas
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Ao destacar metodologias inovadoras para educação ambiental, trabalho coloca a escola em primeiro plano na formação cidadã
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e acordo com a Organização Mundial Meteorológica (OMM), há grandes chances de um dos próximos cinco anos ser o mais quente da história desde que começaram as medições de temperatura. Com o aquecimento global, desastres socioambientais também vêm se tornando cada vez mais frequentes. No Brasil, os impactos dos temporais em São Sebastião, em janeiro deste ano, e em Petrópolis, no início de 2022, reforçam a necessidade de políticas de mitigação. Em sua pesquisa divulgada pelo Jornal da USP, Patricia Matsuo, do Instituto de Biociências (IB) da USP, explora como a educação ambiental nas escolas pode auxiliar na conscientização e prevenção desses desastres. O trabalho, que é finalista do
Prêmio Tese Destaque da USP 2023 e vencedor do Prêmio Capes de Tese 2023, na categoria de Ensino, avalia práticas educativas inscritas nas quatro primeiras edições da Campanha #AprenderParaPrevenir, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). No total, foram analisadas iniciativas de 238 escolas, a maior parte do ensino público. A pesquisadora adotou um modelo mandala para classificar as abordagens de Educação em Redução de Riscos e Desastres (ERRD) em cinco categorias diferentes: cidadã, expositiva, comunicativa, experiencial e investigativa. As classificações foram feitas de acordo com as habilidades estimuladas e desenvolvidas durante a atividade. A mandala
foi idealizada para retratar a diversidade de classificação das abordagens didáticas, já que diferentes práticas podem ser alocadas em mais de uma categoria. Os dados foram obtidos por meio de um cadastramento voluntário das escolas, universidades e Defesas Civis de 118 municípios do Brasil. Essas informações podem ser acessadas no site do Cemaden. O ensino de educação ambiental nas escolas é essencial para a compreensão dos desastres climáticos como acontecimentos socioambientais – ou seja, agravados pelo processo de urbanização. A professora do IB e orientadora da pesquisa, Rosana Silva, afirma que esse entendimento torna-se importante no combate às injustiças ambientais.
Priscila Vasconcelos trabalhou durante um semestre com uma turma de 9º ano em uma escola estadual
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Jornal da USP divulgou uma dissertação de mestrado de Priscila Vasconcelos Silva. Pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, ela estudou abordagens didáticas para ajudar no acolhimento de alunos migrantes. Em uma escola da cidade, ela sugeriu aos alunos a produção de um podcast como forma de integrar os estudantes de outros países. Nesse contexto, a pesquisadora propôs o uso do termo neofalante para se referir àqueles que falam uma língua que não a sua língua materna. Em 2017, Priscila viajou à Galiza, Espanha, com uma bolsa de estudos para um curso de verão sobre língua e cultura. Lá, ela conta que se surpreendeu com o fato de que as pessoas, nas ruas, falam sobre questões relacionadas ao galego,
à política linguística e até mesmo sobre os neofalantes. O CONCEITO O conceito de neofalante surge em um contexto de questionamento sobre as hierarquias existentes entre diferentes tipos de falantes e se refere inicialmente às línguas minorizadas – isto é, pouco valorizadas no contexto mundial. O neofalante é um indivíduo que aprende na escola ou na socialização secundária uma língua que não é vista como sua. Durante a ditadura de Franco, foi proibido o uso de todos os idiomas que não o castelhano e, com isso, muitas pessoas não transmitiram o galego aos seus filhos. Por isso, o galego é considerado uma língua minorizada e aqueles que aprendem o idioma atualmente são chamados de neofalantes. Mas o conceito de neofalante
pode ser aplicado de diversas maneiras. A pesquisadora trouxe esse termo para a realidade brasileira para se referir a estudantes estrangeiros que vieram estudar aqui. Ela explica que esse conceito surgiu para questionar o que é um falante nativo. As outras denominações relacionadas aos neofalantes – como “língua não materna” – colocam o falante nativo como o detentor de todo o saber sobre a língua, criando uma hierarquia entre o falante nativo e o “outro”. Ou seja, neofalante é um termo de inclusão. Priscila trabalhou durante um semestre com uma turma de 9º ano em uma escola estadual de São Paulo, onde conheceu alunos imigrantes. Utilizou com os estudantes uma sequência didática baseada no Modelo Burela, que tem como fundamento o contato constante com os alunos.
COLÉGIO AMORIM‘ INOVA COM WEBSÉRIE INÉDITA NO BRASIL UM OLHAR PELA JANELA’ Produzida por alunos e professores, a obra oferece uma visão sensível da vida dos alunos durante a pandemia
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Colégio Amorim está revolucionando o ambiente escolar com um projeto inédito no Brasil que está atraindo a atenção de todos! Imagine uma websérie criada e produzida por mais de 100 alunos, incluindo atores, figurantes, assistentes de produção e a participação de renomados nomes do cinema. Isso mesmo, nossos alunos criaram o roteiro, e cada passo deles é supervisionado por uma equipe com larga experiência na área. O projeto “Um Olhar Pela Janela” acompanha a rotina de diversos alunos do Colégio Amorim durante o período de isolamento. Através de sete episódios, a websérie aborda temas como solidão, convivência familiar, amor, perfeccionismo, luto, empatia e a importância da arte na vida das pessoas. Sob a direção do professor de teatro, Luiz Rabelo, renomado ator, diretor e produtor cultural, a websérie se destacou pelo seu com-
promisso com a excelência artística. A produção contou com o apoio da produtora Barreto Filmes, que tem como objetivo, supervisionar e acompanhar todo o processo de produção, garantindo um resultado de alta qualidade. Um dos destaques é a participação da talentosa aluna/atriz Rebeca Guerra, que já é conhecida no mercado brasileiro e integrou o elenco da série “Turma da Mônica”. Sua contribuição enriqueceu ainda mais a produção, adicionando uma dimensão profissional ao projeto. Todos os figurantes são alunos da turma de teatro e os personagens principais são da Companhia de Teatro do Colégio Amorim, demonstrando o comprometimento do colégio em promover a educação artística dentro das atividades extracurriculares. A websérie promete tocar o coração do público e inspirar reflexão sobre os aspectos mais profundos da
CENA DO CAFÉ DA MANHÃ: direção e equipe de fotografia analisando o próximo plano
experiência humana durante tempos difíceis. Este projeto inovador demonstra que, mesmo em meio à adversidade, a arte e a criatividade podem florescer e unir comunidades. O projeto levou 17 meses de trabalho, desde a fase de pré-produção até a pós-produção, antes de ser lançado, com previsão para o final deste mês. O projeto faz parte de uma longa dedicação do Colégio Amorim em busca de novas estratégias, proporcionando aos nossos alunos uma educação completa. Nesse contexto, priorizamos o bem-estar dos alunos e trabalhamos para elevar sua autoestima, mostrando-lhes que são capazes de muito mais do que imaginam. Não somos apenas um ambiente de estudo, somos um ambiente agradável no qual usamos estratégias como conversas de conscientização, palavras de conforto e incentivo. Essa abordagem fez uma grande diferença em nossos resultados acadêmicos, olím-
UM OLHAR PELA JANELA: protagonista do primeiro episódio refletindo sobre o isolamento e as consequências dele picos, científicos, pedagógicos e esportivos. A websérie desempenha um papel fundamental no desenvolvimento integral de nossos alunos, especialmente no que diz respeito à comunicação, relacionamentos e vínculos. Dentro das nossas pa-
GRAVAÇÃO DO EPISÓDIO 5: cena da websérie com a personagem se preparando para uma aula on-line
redes, estamos desenvolvendo as potencialidades dos nossos alunos, proporcionando momentos felizes que são inesquecíveis, muito por conta dos profissionais que abraçam essa bandeira e fazem a diferença como educadores, comprometidos
com o futuro dessa geração. Junte-se a nós no Colégio Amorim e faça parte desta incrível jornada de aprendizado e crescimento! SERVIÇO: R. Cantagalo, 339 – Tatuapé colegioamorim.com.br WhatsApp: 11. 94755-8271
SALA DE AULA: professora entregando as provas durante a aula no episódio 6
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T ECN O LO G I A
D IS LE XI A
Cerca de 20 alunas foram vítimas de "fake nudes" criados por inteligência artificial
É comum aparecer na educação infantil e persistir na vida adulta
Celulares estão no centro dos Especialista fala sobre sinais debates sobre bullying digital e dificuldades do distúrbio Arquivo
A supervisão dos pais sobre o uso do celular pelos filhos é crucial para protegê-los de riscos
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s dispositivos eletrônicos e o mundo virtual são cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Jovens da geração Z praticamente já nasceram conectados e sequer conhecem um mundo sem internet. Para a doutoranda em bullying digital pela PUC e professora universitária, Ana Paula Siqueira, essa "imersão digital", ao mesmo tempo que abre novas possibilidades, desconecta as pessoas da realidade, impondo enormes desafios, principalmente para a educação e o combate a uma forma global de violência: o bullying digital. Os debates e as restrições sobre uso de celulares e tablets em sala de aula ocorrem em todo o mundo. Países como a Finlândia, Holanda, Portugal e Estados Unidos já proíbem total ou parcialmente o uso de
dispositivos eletrônicos no período escolar. O Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023 da Unesco, intitulado "A tecnologia na educação, uma ferramenta a serviço de quem?", já aponta os riscos dos eletrônicos para a educação de crianças e jovens. No Brasil, um projeto de 2015, em análise na Câmara dos Deputados, visa proibir o uso dos eletrônicos em classe, com exceção para os utilizados para atividades relacionadas às aulas. No Rio de Janeiro, alunos da rede municipal de ensino já estão proibidos de utilizar celular em aula. Paradoxalmente, foi no próprio Rio de Janeiro, em uma escola privada, que o uso de dispositivos eletrônicos por estudantes mostrou sua face mais perigosa.
Na última semana, cerca de 20 alunas foram vítimas de "fake nudes" criados por outros estudantes com uso de inteligência artificial e espalhados pela internet, por redes sociais. O abalo para as vítimas e os prejuízos para a reputação da escola ficaram evidentes. O colégio não conseguiu identificar ou evitar o problema. Para as escolas, estar em conformidade com a Lei 13.185/2015 (Lei do Bullying) é uma exigência e o próprio mercado vai extinguir as instituições que não se adequarem à lei e não estiverem preparadas para combater o bullying. Mas não basta a ação das escolas. A supervisão dos pais sobre o uso do celular pelos filhos é crucial para protegê-los de riscos como o bullying digital.
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dislexia é um distúrbio de aprendizado que afeta a habilidade de uma pessoa ler, soletrar, escrever e compreender o texto. Segundo estudiosos, é um problema neurológico e de origem genética, que ocorre em pessoas com inteligência dentro da faixa normal. De acordo com a neuropsicopedagoga Milena Andrade, a dislexia não é falta de inteligência e está relacionada, principalmente, a carga genética. “Alterações cerebrais, dificuldades de comunicação entre os neurônios e desenvolvimento tardio do sistema nervoso central, são algumas das causas que podem explicar a existência do transtorno”, esclareceu. SINTOMAS As características da dislexia podem variar de pessoa para pessoa, mas os sintomas comuns, descreve Milena, incluem dificuldades em cálculos, relações espaciais, nas direções (direita e esquerda), decodificar o texto, reconhecer palavras, planejar e administrar o tempo. Pessoas com o transtorno, completa a neuropsicopedagoga, podem segurar o lápis de forma incomum, tem limitação em aprender e ver as horas, coordenação motora pouco desenvolvida e frequentemente têm dificuldade em seguir instruções escritas, ler em voz alta fluentemente e podem evitar a leitura sempre que possível devido a frustração e ansiedade. A dislexia é comum aparecer ainda na educação infantil, antes da alfabetização, mas pode persistir na vida adulta. “Por isso a importância de atentar para os marcos do desenvolvimento para que a busca pelo diagnóstico seja feita o quanto antes. No caso de
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As características da dislexia podem variar de pessoa para pessoa, mas os sintomas comuns, descreve Milena, incluem dificuldades em cálculos, relações espaciais, nas direções, entre outros
adultos, é comum evitar atividades que exijam leitura ou matemática, exigindo muitas vezes o uso constante de estratégias alternativas para ter uma melhor compreensão”. São utilizados recursos como audiolivros, mídia audiovisual ou softwares de texto. Mesmo tendo alto índice de hereditariedade, informa Milena Andrade, os pais ou mães que têm dislexia não necessariamente terão filhos com essa característica. “Caso haja na família alguém com o transtorno, o ideal é fazer a investigação para um diagnóstico precoce vislumbrando uma intervenção o quanto antes”. DIAGNÓSTICO O diagnóstico é realizado por meio de avaliações educacionais e neuropsicológicas, e o tratamento geralmente envolve inter-
venções específicas para ajudar a pessoa a desenvolver habilidades de leitura e escrita. Milena orienta que o primeiro passo é buscar um psicopedagogo. “O profissional vai iniciar o processo de investigação, através de uma avaliação psicopedagógica, além de acolher, ouvir e compreender a queixa trazida”. Após a análise, o psicopedagogo encaminha para profissionais que farão outros testes para conseguir chegar ao diagnóstico preciso. O paciente pode ser conduzido para um fonoaudiólogo, neurologista, neuropsicológo, entre outras especialidades. Com o suporte adequado, muitas pessoas com dislexia podem aprender a superar seus desafios e levar uma vida bem-sucedida, acrescenta a psicopedagoga.
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SÃO PAULO, 12 DE NOVEMBRO DE 2023
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OB RAS DO METRÔ Moradores cobram informações e acordos justos de indenizações As intervenções geraram danos a parte dos imóveis. Metrô relata que acompanha
Apesar das novas faixas e do semáforo de alerta, quem vive próximo à Rua Serra de Japi pede lombada
RU A SERR A DE BO T UCATU Moradores reclamam de barulho e da velocidade de carros e motos
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Motoristas e motociclistas aceleram e produzem 'estouros' nos escapamentos
oradores denunciam que a Rua Serra de Botucatu, entre as ruas Itapura e Serra do Japi, virou uma pista de corrida de carros e motos. Durante os fins de semana, o barulho causado por motociclistas acelerando suas motos começa pela manhã e atravessa a madrugada. Do mesmo modo, motoristas aceleram durante a semana, a partir da Rua Itapura e, muitas vezes, sequer param no cruzamento com a Rua Serra de Japi. O morador Felipe do Nascimento Demonico afirmou que os condutores atravessam sem se preocupar com o sinal amarelo intermitente. Segundo Demonico, os infratores também ignoram as faixas que separam o fluxo na direção da Praça Silvio Romero e do Jardim Anália Franco. Conforme ele, o desrespeito costuma gerar uma série
22 de outubro de 2023
de acidentes, comprometendo inclusive a segurança de quem ocupa mesas e cadeiras do Ruas SP, na esquina. Vivendo na região há pelo menos 15 anos, o morador fez questão de citar a existência de uma creche no trecho em questão. Para Demonico, esse é mais um motivo para que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) volte a realizar um estudo de trânsito no local. “A situação atual pede uma atitude mais drástica para evitar a possibilidade de mais mortes no endereço. Portanto, a sugestão é a de que seja implantada uma lombada com a finalidade de também servir de faixa de pedestres para as crianças”, solicita. O morador avisou que os carros com som alto são mais raros na semana e mais comuns aos finais de semana. Demonico
A Rua Plácido de Castro está entre as estações Santa Clara e Anália Franco do Metrô, próxima ao VSE Cestari
afirmou não poder dizer se o problema se agravou. A verdade, declarou ele, é que a questão nunca foi resolvida. As faixas de segurança foram instaladas na Rua Serra de Botucatu, sentido centro, em 2019, para que ficasse caracterizada com clareza a rota do motorista. No mesmo ano chegaram os semáforos de alerta. Até que a CET fosse ao local, foram diversas cobranças, inclusive junto ao Conseg Tatuapé. Como há quatro anos, agora, moradores de casas e condôminos voltam a pedir mais fiscalização. O medo é tão real que basta olhar a frente dos comércios. Foram construídas barreiras de cimento e também colocados postes de concreto ou ferro nas calçadas. Clientes dos estabelecimentos esperam que os obstáculos absorvam os impactos.
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oradores da Rua Plácido de Castro, entre as estações Santa Clara e Anália Franco do Metrô, próximo ao VSE Cestari, reclamam da falta de informação, de decisões unilaterais da Companhia do Metropolitano e da indefinição em relação às indenizações. Cristiane Sanches São Marcos relata que os donos de imóveis esperam por um acordo sobre o pagamento, mas o Metrô adia indefinidamente. Conforme Cristiane, a Companhia sequer apresenta um prazo para que isso seja feito. A moradora lembra que as obras geram diversos danos a uma parte dos imóveis da rua, como o rompimento de canos, desestabilização de colunas de sustentação e rachaduras. Diante disso, apesar de os proprietários das casas pagarem contas exorbitantes, o ressarcimento do Metrô demora até
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cial às famílias. O órgão revelou que, ao final das obras, todos os imóveis são recuperados e reestabelecidos ao estado original para entrega ou indenização do proprietário. De acordo com a assessoria do Metrô, todos os imóveis do entorno dessas obras são monitorados com vistorias e uso de equipamentos de medições de movimentações e fissuras. Ao menor sinal de alguma movimentação que comprometa a estrutura, as medidas de segurança são adotadas imediatamente com os reparos e, quando necessário, a remoção das famílias para hotéis ou pagamento integral de aluguel. Os demais reparos são providenciados em etapas, de acordo com o estágio da obra. Por fim, a Companhia adiantou que, para a vistoria dos imóveis é necessária a autorização dos moradores.
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8 meses. Para Cristiane, é absurdo que a empresa não aceite pagar o valor de mercado. Até porque, segundo ela, após as obras será praticamente impossível recuperar os estragos causados até agora. Outra discussão estabelecida pelos moradores diz respeito ao fato de a Companhia não disponibilizar o monitoramento técnico do solo e dos imóveis. Por conta das perguntas sem respostas, as pessoas dizem terem se tornado reféns do consórcio de empresas formado pelo Metrô. METRÔ RESPONDE A Companhia do Metropolitano afirmou que monitora as realocações e indenizações de moradores em imóveis impactados pelos trabalhos de ampliação da Linha 2-Verde. Segundo o Metrô, são preservados os direitos de todos os envolvidos, além de ser mantido o protocolo assisten-
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Papel de destaque POR CAROL BORGES
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ittória Seixas ainda está no início de sua trajetória profissional. A atriz, porém, já compreende que a carreira artística é composta por altos e baixos. Após alguns “nãos” doloridos, ela recebeu uma confirmação que mudou a direção de sua vida: a chance de protagonizar a trama de “A Infância de Romeu e Julieta”, que vai ao ar no SBT. “É uma novela baseada em uma obra prima da literatura. Sempre foi um sonho trabalhar
Novo projeto
Neusa Borges, que pode ser vista na nova temporada de “A Divisão”, está escalada para “Clube Spelunca”. Em fase de gravações, a série tem estreia prevista para o ano que vem e irá ao ar no canal TNT.
Produção nacional
Com estreia marcada para o próximo dia 14, a série “DNA do Crime” é a primeira produção de ação policial da Netflix. O projeto tem criação e direção do renomado Heitor Dhalia. “O Brasil já mostrou que sabe produzir filmes incríveis sobre a realidade mais comum do crime no país. Agora, nós estamos explorando o crime nas nossas fronteiras, que é muito pouco visto nas telas”, afirma.
Emoções no saguão
A nova temporada de “Chegadas e Partidas” chegará ao GNT no próximo dia 30. O programa comandado por Astrid Fontenelle também ganhará uma exibição especial no “Fantástico”.
Mundo da fantasia
O cronograma de 2025 do Globoplay já conta com algumas
estreias agendadas. A plataforma de “streaming” disponibilizará a série original “Espécie Invasora”. A produção será recheada de suspense, fantasia e vampiros.
De volta
Conhecida pelo trabalho em “As Five”, Daphne Bozaski voltará às novelas. A atriz está no elenco de “A Vovó Sumiu”, próxima trama das sete. O folhetim tem estreia prevista para o ano que vem.
Olhar sobre a vida
O programa “Angélica 50 & Tanto”, que vai ao ar no GNT, estreia no dia 26 de novembro. Na produção inédita, Angélica vai conversar com convidadas que passaram por algo parecido com o que ela viveu durante esses anos. Marina Ruy Barbosa, Anitta e Paolla Oliveira são algumas das convidadas.
Nova estreia
Com Marco Luque como protagonista, o “sitcom” “No Corre” chega à grade do Multishow no dia 13 de novembro. A produção também estará disponível no Globoplay.
Mão na massa
Após participar de “Amor Perfeito”, Carol Castro já está envolvida com novos trabalhos. Ela grava a série “Vida de Jogador”, original Star+. Sem data de estreia prevista, a produção será estrelada por José Loreto.
Data de estreia
A série original “Betinho: No Fio da Navalha”, que estará disponível no Globoplay, estreia no dia 1º de dezembro. A obra criada por José Junior retrata a luta do sociólogo por grandes causas sociais, em especial o combate à AIDS e à fome. O projeto é estrelado por Julio Andrade.
Gente que chega
Evandro Mesquita estará no elenco de “Dona Lurdes, O Filme”, longa do Núcleo de Produção de Filmes dos Estúdios Globo. Na produção, ele fará par romântico da protagonista Lurdes, vivida por Regina Casé. Inspirado no livro “Diário da Dona Lurdes”, de Manuela Dias, o projeto é um “spin-off” da novela “Amor de Mãe”.
Tela dupla
A série documental “Prato
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Canal Zap
Vittória Seixas
SÃO PAULO, 12 DE NOVEMBRO DE 2023
no SBT. Agora é uma realidade. A oportunidade chegou no tempo certo. O SBT virou minha casa. Todos viraram minha família”, celebra. Vivendo a protagonista Julieta, Vittória tem recebido um intenso carinho do público. A jovem atriz já acumula mais de 300 mil seguidores no Instagram. “É tanto amor envolvido que não sei explicar. Minhas redes sociais mudaram completamente. Nas ruas, as pessoas já começaram a me reconhecer. Pedem fotos e autógrafos. Sou pura gratidão”, vibra. Feito Brasil”, com Rita Lobo, também irá ao ar no GNT. A produção, que estreia no dia 24 na tevê aberta, será exibida no dia seguinte, 25, no canal a cabo. Em quatro episódios, a apresentadora revela a riqueza nutricional e a variação dos “pê-efes” em diferentes regiões do Brasil.
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(Prime Video) Uma das maiores estreias do cinema de ação de 2023 chega ao Prime Video: "John Wick 4 - Baba Yaga" estreia no serviço de streaming para fechar a história do protagonista em busca de vingança. Na trama, Wick visita outros cantos do mundo para mostrar como a rede de assassinos segue influente e
como, apesar de tudo, ele ainda tem alguns aliados valiosos nessa guerra contra os poderosos. É dessa forma que nomes importantes do cinema de ação fazem sua estreia na franquia, como Hiroyuki Sanada, Donnie Yen e Scott Adkins. O filme ainda conta do Bill Skarsgard e a estreia da cantora Rina Sawayama como atriz.
Corrida espacial
Divulgação
Mês da consciência
O Globoplay disponibiliza, a partir do próximo dia 20, a série documental “Resistência Negra”. A série conta em detalhes a luta para a formação do Movimento Negro desde o movimento pela abolição até as ações afirmativas dos dias atuais. O projeto é liderado pelo “rapper” Djonga e a cantora Larissa Luz.
Novas disputas
A terceira temporada de “Fuja Se For Capaz”, do Gloob, estreia no próximo dia 21. Na nova leva de episódios, I.A.R.A está de volta, acompanhada de uma assistente e com novos desafios “dentro” de um cubo mágico. A cada partida, os fugitivos vão enfrentar enigmas e jogos em salas inspiradas nas seis faces coloridas do cubo.
(Apple TV+) A série de sucesso da Apple TV+, "For All Mankind", está de volta para uma quarta temporada. A história oferece uma visão alternativa da corrida espacial e vai avançar oito anos desde a terceira temporada. Agora, em 2003, a ação se concentra em Marte. Os astronautas estarão ocupados com a mineração de recursos valiosos no Planeta Vermelho. A trama da quar-
ta temporada foca na captura e mineração de asteroides ricos em minerais. Esses recursos têm o potencial de mudar o futuro tanto da Terra quanto de Marte. No entanto, tensões crescentes entre os residentes da base internacional em Marte ameaçam desfazer todo o progresso alcançado. O elenco conta com Joel Kinnaman, Wrenn Schmidt, Krys Marshall, Toby Kebbell e Daniel Stern.
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SÃO PAULO, 12 DE NOVEMBRO DE 2023
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