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OUTONO/INVERNO
A vacinação e o cuidado com a gripe
Para se proteger contra o vírus influenza, causador da gripe, a campanha 2026 de vacinação na capital paulista é oferecida para grupos prioritários, como pessoas em situação de rua, idosos com mais de 60 anos, crianças (com idade a partir de seis meses e menores de seis anos), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto) e imunossuprimidos. > VEJA + Página 4
DIA DAS MÃES
Empreendedoras transformam butecos em símbolos de resistência



Após vários estudos envolvendo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Secretaria das Subprefeituras e outros órgãos municipais, a Subprefeitura Mooca publicou na última quinta-feira, dia 7, uma portaria determinando a abertura de novas vagas para os “dogueiros” operarem na Praça Sílvio Romero. > VEJA + Página 3












O Comida di Buteco, um dos principais festivais gastronômicos do país, ganha um significado ainda mais potente no Dia das Mães, data em que chega ao seu último dia na capital. O evento tem sido uma vitrine importante para dar visibilidade e relevância a mulheres que, além de empreendedoras, são mães e têm em seus butecos sua forma de sustento, expressão e construção de legado. > VEJA + Página 3





POR THAÍS VIEIRA DE SOUZA
Atrajetória das nações é frequentemente moldada pelo conflito entre a realidade objetiva dos fatos e as narrativas construídas pelo poder. No Brasil, uma dessas dinâmicas reside na "Política de Segredo".
A estratégia robusta de Portugal em controlar a informação garantia sua exclusividade nas navegações. Esse controle foi reforçado após a descoberta do Brasil e da tal engenhoca de Gutenberg, que possibilitaria a “rápida” disseminação do conhecimento. Logo, a metrópole tratou de proibir oficinas tipográficas e vetou a alfabetização de sua preciosa colônia.
Enquanto a Espanha permitia gráficas no Peru e, posteriormente, universidades em suas colônias, Portugal ergueu uma barreira intelectual como ferramenta de controle, impedindo que a população tomasse consciência de sua própria força social e econômica. A barreira arrastou o atraso educacional por séculos. Em 1800, a alfabetização por aqui mal atingia 2%, enquanto nos EUA a taxa masculina já era de 70%.
A verdade é que a cultura forma uma base tão sólida que seus ecos ressoam ao longo dos séculos. A ignorância estrutural, instituída no início da nossa história, exerce influência até hoje e, tal como uma maldição, torna o povo presa fácil do populismo, dada a baixa capacidade de avaliar o custo real de medidas sedutoras dos governantes. Historicamente, essas decisões levaram ao empobrecimento do país.
O Brasil é endemicamente imediatista, comportamento que resulta em má alocação de recursos públicos. Por exemplo, o descontrole das contas e a baixa produtividade são "irmãos siameses da inflação".
O crescimento do Brasil mostrou-se medíocre pela ausência de visão estratégica. Os ciclos do açúcar, ouro e café foram apenas réplicas do extrativismo imposto por Portugal. Com um plano e visão de futuro, estes teriam sido muito mais expressivos.
Dizer que o Brasil foi programado para a ignorância é mais que atrevimento, é uma tentativa desesperada de livrar uma nação da inércia com a força de um chute do canhoto do Roberto Carlos em 3 de junho de 1997.
Thaís Vieira de Souza é autora de “A maldição da mandioca”

POR FERNANDA SALERNO
Amor de mãe cura tudo. Essa é uma das frases mais repetidas — e raramente questionada. A crença de que o amor materno, por si só, é suficiente, é uma das maiores injustiças dentro da já complexa relação entre mãe e filha. A partir daí, a mãe precisa ser tudo. Forte o tempo todo. Segura. Sem falhas. Sem dores. Sem dúvidas. Precisa dar conta, proteger, resolver... sempre. E a filha? Precisa ser grata. Compreensiva. Resiliente. Precisa entender, aceitar, perdoar.
Relações idealizadas são carregadas de culpa, peso e expectativas inatingíveis. O problema começa quando essa idealização sufoca a realidade. É preciso aceitar que nem todo amor acolhe. Nem toda presença é presente — há quem esteja ao lado sem nunca ter chegado perto. Há relações marcadas por controle disfarçado de preocupação, por silêncios que punem mais do que gritos e por uma ausência emocional que não vem necessariamente da falta de amor, mas da forma como ele se manifesta. É nesse espaço que se formam inseguranças profundas. Pessoas que aprendem a se ajustar, a se diminuir, a se moldar, implorando para serem vistas e que, sem perceber, se-
guem em busca de validação no amor, no trabalho e nas relações. Parece errado admitir que o amor também pode ferir. Mas pode. E reconhecer isso não é ingratidão e nem diminui o amor, só o torna mais leve e possível. Porque, no fim, se o amor de mãe nem sempre cura tudo, é a humanização que começa a curar a dor que nasce dele. Humanizar é reconhecer que, às vezes, quem feriu também estava ferida — e que por trás da mãe existe uma mulher real, com limites, medos e inseguranças. Mães que controlam, cobram ou silenciam, carregam histórias que não foram cuidadas. São mulheres que também não foram acolhidas, que tiveram que aprender a dar o que nunca receberam por inteiro. Quando a idealização morre, a relação nasce. No fim, não é sobre culpar nem absolver. É sobre enxergar. Enxergar que nem todo amor soube amar do jeito que se precisava ou se esperava. E, sim, isso dói e marca — mas não precisa aprisionar. Chega um ponto em que a história deixa de ser sobre o que faltou e passa a ser sobre o que se escolhe fazer com isso. É essa escolha que rompe o ciclo e permite parar de buscar fora o que só pode ser construído dentro. É quando já não se espera mais ser visto — porque, aos poucos, se aprende a se enxergar.
Fernanda Salerno é professora e autora de “O Amor Que a Dor Pariu”
O poder de começar pequeno

POR MARCELO DO REGO
Há dias que marcam a vida. Para mim, esse dia foi 24 de dezembro de 2018. Enquanto o mundo vibrava com o brilho do Natal, eu encarava o espelho interno que evitara por anos. A pergunta que rondava minha mente era direta, quase crua: que pai gostaria ser para meus gêmeos, Joaquim e Samuel, estando mergulhado na responsabilização do externo, em ressentimentos e nos fantasmas dos traumas do passado?
Sabia que não podia continuar sendo o mesmo homem que colecionava promessas vazias. Precisava fazer algo, qualquer coisa. E a verdade é que, quando tudo parece demais, o simples se torna o único caminho possível.
Foi então que as perguntas, as ferramentas silenciosas da consciência, começaram a cutucar meus medos. Pensei comigo, o que eu posso fazer, com o que eu tenho aqui, agora? A resposta não veio em forma de um plano grandioso. Olhando para a mesa de jantar, tomei uma decisão que parecia simples, mas na realidade, lá na frente, mudaria tudo: eu deixaria de tomar o refrigerante que mais gostava por 30 dias.
Parece pouco? Para alguns, talvez. Para mim, era como mover uma montanha. Não pelo refrigerante em
si, mas pelo que ele representava: costume automático, afeto infantil, fuga rápida, anestesia. Nos dias seguintes, comecei a perceber que me sentia menos inchado e mais disposto. Surpreendentemente, mexendo em um hábito, outros começaram a se rearrumar. Foi aí que entendi o padrão. E padrões, quando reconhecidos, deixam de ser prisão e viram mapa. Comecei pequeno, mudando um hábito. Depois, abandonei o açúcar como um todo, passei a tomar banhos gelados pra despertar o corpo, a ler mais pela manhã, a meditar, a escrever em um diário... Um fio puxa o outro, até que percebi que estava tecendo uma vida nova. Enquanto eu mudava, o mundo ao redor reagia, com algumas pessoas apoiando, outras debochando, outras tentando me puxar de volta para o “normal” que sempre me fez mal. A verdade é que crescer incomoda quem está parado. No fim, percebi que toda grande transformação, aquela que resgata, que fortalece, que devolve o brilho, nasce de um gesto quase imperceptível. E talvez outras pessoas estejam agora exatamente no ponto onde eu estive naquele Natal. Para elas, ou para você que me lê agora, faço a pergunta que mudou a minha vida: qual decisão simples você pode tomar agora e que lá na frente pode mudar tudo?
Marcelo do Rego é pai de gêmeos, maratonista, empreendedor e palestrante



POR LUCELMO LACERDA
Já foi comprovado que sofrer bullying na infância e adolescência aumenta significativamente a probabilidade de desenvolver depressão e ansiedade, além de comprometer o rendimento acadêmico e futuro profissional. Em outras palavras, trata-se de um problema complexo que afeta diretamente o bem-estar psicológico das vítimas. Para combater efetivamente esses ataques, o primeiro passo é garantir que a comunidade escolar compreenda com clareza o que caracteriza o bullying, facilitando sua identificação e permitindo que medidas adequadas sejam tomadas. Para quem os alunos devem reportar essas situações? É necessário que exista um canal definido na escola — seja um professor, um coordenador ou a direção — para que os casos sejam comunicados de forma segura e eficaz. Além disso, é fundamental estabelecer uma hierarquia de consequências. O bullying pode se manifestar de diferentes formas e intensidades: desde comentários
pontuais até casos mais graves de preconceito, cyberbullying ou violência física. Cada uma dessas práticas demanda respostas proporcionais, garantindo que as punições sejam justas e educativas. O engajamento familiar também desempenha um papel crucial nesse processo. As escolas devem promover a participação ativa dos pais, uma vez que a educação sobre valores começa em casa. No entanto, como nem todos os responsáveis cumprem essa função, cabe às instituições trazer o tema para o diálogo com as famílias. Nesse sentido, a Lei 14.811/2024, que criminaliza o bullying e o cyberbullying no Brasil, surge como um importante aliado, pois responsabiliza as famílias pelos atos de seus filhos e reforça a necessidade de um compromisso coletivo no enfrentamento do problema. Em resumo, combater o bullying exige mais do que campanhas pontuais: demanda um esforço conjunto entre escolas, famílias e políticas públicas efetivas. Se quisermos construir ambientes escolares verdadeiramente inclusivos e seguros, precisamos transformar o Março Laranja em um ponto de partida para ações concretas durante todo o ano.
Se depender desta gente, a Penha não ficará sem suas poucas árvores

Acomunidade jovem da Penha, principalmente os escolares, participou da passeata ecológica no bairro, realizada na terça-feira, tudo por amor às árvores e à vida, que algumas autoridades desconhecem o seu sentido, teimando em retirar as árvores que ornamentam e despoluem o já tão carente de verde que é o bairro da Penha de França. Ninguém melhor que as crianças, jovens, mães e seus filhos que deram exemplo aos "acomodados e omissos", que não se importam com que possa acontecer a si próprios e a seus descendentes... "A destruição desta vegetação fará falta à saúde dos moradores e que serve para purificar o ar que não é só do bairro, mas de todas as imediações” afirmou Rosana Kisil à imprensa que esteve presente no local, atendendo à solicitação dos organizadores da passeata ecológica. A conservação da última área verde da Penha foi a reivindicação da passeata ecológica realizada terça-feira, saindo e retornando em frente ao Mercado Municipal, no bairro. A luta da população começou desde que o contrato para a construção na área do terminal da Penha foi firmado em dezembro de 1985, ainda na gestão do então prefeito Mário Covas. A
destruição das últimas 150 árvores e dos 3 mil m² de grama que circundam o Mercado Municipal foi impedida até agora pelos apelos da população ao prefeito em exercício, Arthur Alves Pinto, e ao secretário das Administrações Regionais, Welson Barbosa, que adiaram o início das obras até a volta de Jânio Quadros. De acordo com um dos líderes da manifestação, André Kisil, duas alternativas foram propostas pelos moradores para o deslocamento da obra: junto ao córrego Tiquatira, 300 metros abaixo do Mercado Municipal, ou junto à estação Penha do metrô, onde já existe uma área desapropriada pela Prefeitura. Autoridades da CMTC, diz André Kisil, reconhecem que a Penha só tem esse jardim e local apresenta trânsito congestionado. Foi medida tomada em sala de gabinete, sem consulta ao povo da região. A população promete um abaixo-assinado que será levado ao prefeito Jânio Quadros, a fim de que providências sejam tomadas, para preservar o que resta do verde na região, toda a comunidade deve se conscientizar e participar. Não assistindo apenas de "camarote" como se viu na passeata realizada, muitos preferiram apenas à "assistir ao ato, mas poucos tiveram coragem de participar e de vida na região, e que se o verde desaparecer poderá 67 comprometer a nossa sobrevivência.
Ex-secretário Enrico Misasi, deputado Rogério Santos e outras lideranças
Recebemos na última quinta-feira, dia 7 em visita à nossa Redação lideranças do MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Entre eles, o presidente do Diretório Municipal de São Paulo, Enrico Misasi, o deputado estadual Rogério Santos e o ex-deputado Reinaldo Alguz. A comitiva veio acompanhada do presidente do Conseg Tatuapé, Guilherme Gonzalez. Além de presidente do MDB paulistano, Enrico Misagi, é ex-secretário da Casa Civil da Cidade de São Paulo e ex-de-
putado federal (2019-2023), Enrico Misasi, Ele é advogado formado pela Universidade de São Paulo e mestre em Direito Constitucional e lançou-se pré-candidato a deputado federal. O deputado estadual Rogério Santos está em seu primeiro mandato na Alesp. Teve dois mandatos como vereador na cidade de Osasco. Ele é graduado em Teologia e mestre em Teologia Sistemática pela PUC-SP. Perguntado sobre uma nova candidatura, Rogério disse que ainda estuda a melhor estratégia com suas bases.
Reinaldo Alguz, um verdadeiro mentor do grupo, já foi deputado estadual por quatro mandatos. Ele é fundador e presidente do Instituto Libcom (Liberdade e Comunidade), uma associação civil sem fins lucrativos sediada em São Paulo que já formou mais de 25 mil pessoas na sua Escola de Formação de Líderes, focando na "Liderança Virtuosa" e no bem comum. Reinaldo também ainda não se declara pré-candidato à Alesp.


A formação traz conteúdos práticos do dia a dia do empreendedor
APrefeitura de São Paulo está com inscrições abertas para um curso que ajuda a tirar o sonho de empreender do papel. Trata-se do Fábrica de Negócios, programa gratuito de capacitação empreendedora com 450 vagas distribuídas em 15 turmas presenciais em diferentes regiões da cidade. As inscrições podem ser feitas de 4 a 29 de maio pelo site da Agência São Paulo de Desenvolvimento (ADE SAMPA), onde é possível consultar os horários e locais.
Voltado a quem trabalha por conta própria ou deseja estruturar uma nova atividade, o curso já capacitou mais de cinco mil pessoas nos últimos cinco anos. A iniciativa auxilia a colocar em prática o desejo de 38% dos moradores de co-
munidades vulneráveis de ter o próprio negócio, segundo a pesquisa Sonhos da Favela 2026, do Data Favela, maior que a vontade de passar em um concurso público (16%) ou ter um emprego formal (6%).
CONTEÚDOS PRÁTICOS
Dados da plataforma DataSampa mostram que a abertura de negócios vem crescendo na capital. Em 2025, quase 500 mil novas empresas foram abertas na cidade, um crescimento de 58% em comparação ao ano de 2020, quando 314 mil novos CNPJs tinham sido registrados.
A formação traz conteúdos práticos do dia a dia do empreendedor, ajudando na organização de custos e definição de preços para serviços varia-
dos, como pet sitter, manicure, cabeleireira e doceira, por exemplo. Os participantes também aprendem a criar canais de venda online, desenvolver identidade visual e estruturar páginas de vendas, ampliando as oportunidades de renda.
As aulas acontecem em seis encontros, com início nos dias 8, 9, 10 e 11 de junho, conforme a turma escolhida. Os cursos serão realizados nos TEIAs Vergueiro, Centro, Interlagos, Heliópolis, Green Sampa, Butantã, Cachoeirinha e Jaçanã, além da UNISA Liberdade, Marista Escola Social Robru, Centro Social RC Vila Formosa, HUBFIEL, CEU São Pedro e CEU Guarapiranga. O curso oferece certificado de conclusão e kit lanche aos participantes.
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As novas licenças serão liberadas por 90 dias pelo Sistema Tô Legal
Após vários estudos envolvendo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Secretaria das Subprefeituras e outros órgãos municipais, a Subprefeitura Mooca publicou, na última quinta-feira, dia 7, uma portaria determinando a abertura de novas vagas para os "dogueiros" operarem na Praça Silvio Romero.
A portaria detalha o estudo técnico realizado com a finalidade de avaliar a viabilidade da implantação de 17 pontos destinados à atividade de comércio de alimentos em vias públicas, na modalidade Food Truck, mediante emissão de Portaria de Autorização por meio do Sistema Tô Legal. LICENÇA TEMPORÁRIA
De acordo com a publicação, “a licença será concedida a título precário, oneroso, pessoal e intransferível; não será concedida por prazo superior a 90 dias, não assistindo ao interessado direito de preferência para novas solicitações”. Segundo o documento, “tendo em vista que já existem seis Termos de Permissão de Uso (TPUs) ativos para Comida de Rua na Praça Silvio Romero, há, no local, possibilidade de instalação de mais 12 equipamentos no entorno da praça, sem prejuízo da organização do espaço público e da segurança”. Diferentemente da licença do Tô Legal, o TPU é um documento oficial que autoriza cidadãos e empresas a ocuparem uma área pública (como calçadas, praças ou vias) para atividades comerciais, como bancas de jornal, mesas de bares, comércios ambulantes, food trucks ou feiras.

Segundo o subprefeito da Mooca, coronel Valmor Racorti, "a medida que publicamos visa regulamentar e organizar o comércio de comida no local, que agora contará com um número limite de food trucks", sinalizou. Ainda segundo ele, as vagas serão divididas em três períodos (das 6h às 11h, das 12h às 17h e das 18h às 23h), sendo que os novos licenciados poderão optar por apenas dois períodos de funcionamento.
Racorti destaca que a Prefeitura procurou atender democraticamente aos anseios dos trabalhadores e também dos moradores do bairro, que reclamam há bastante tempo do volume excessivo de food trucks instalados no entorno da praça, ocupando as poucas vagas de estacionamento — alguns chegando a tapar as placas dos veículos para driblar a fiscalização e evitar multas da Zona Azul.


A vacinação ocorre em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados e feriados nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, no mesmo horário
OUTONO/INVERNO
As temperaturas baixas favorecem a disseminação de vírus e bactérias causadores de infecções
Com a chegada do outono e do inverno, é necessário redobrar os cuidados com a saúde. As temperaturas mais baixas favorecem a circulação de vírus e bactérias causadores de doenças respiratórias, como gripes, resfriados e sinusites. Crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis, devido ao sistema imunológico mais sensível. Durante esse período, é comum que as pessoas permaneçam mais tempo em ambientes fechados e pouco ventilados, o que facilita a transmissão de infecções respiratórias. Esse comportamento, aliado ao clima frio e ao ar mais seco, contribui para o aumento dos atendimentos por problemas respiratórios na rede de saúde do município.
GRIPE E RESFRIADOS O resfriado costuma surgir
mais devagar e gradativamente, cujos sintomas são congestão nasal, coriza, tosse, dor de garganta leve, mal estar moderado e geralmente febre baixa. Já a gripe aparece de forma repentina, com sintomas mais intensos. Além dos sintomas semelhantes aos do resfriado, a febre costuma ser mais alta (acima de 38.5º), dores no corpo e mal estar intensos. Para se proteger contra o vírus influenza, causador da gripe, a campanha 2026 de vacinação na capital paulista é oferecida para grupos prioritários, como pessoas em situação de rua, idosos com mais de 60 anos, crianças (com idade a partir de seis meses e menores de seis anos), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto) e imunossuprimidos. A vacinação ocorre em todas



as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados e feriados nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/ UBSs Integradas, no mesmo horário. No Tatuapé, a UBS Vila Santo Estevão está localizada na Rua Antônio Camardo, 678.
CUIDADOS
Além de vacinar-se contra a gripe, pneumonia, meningite e outras doenças contra as quais o SUS oferece imunizantes, deve-se lavar em as mãos ou higienizar com álcool gel, evitar contatos próximos com pessoas gripadas ou resfriadas e intensificar a etiqueta respiratória: ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir o nariz e a boca com lenço de papel. O uso de máscara também auxilia na prevenção.
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DIA DAS MÃES Mães empreendedoras transformam butecos em símbolos de resistência e acolhimento
No mês do Dia das Mães, Comida di Buteco evidencia a atuação de mulheres que lideram butecos e sustentam negócios familiares na cidade
Em sua 14ª edição em São Paulo, o Comida di Buteco, um dos principais festivais gastronômicos do país, ganha um significado ainda mais potente no Dia das Mães, data em que chega ao seu último dia na capital. O evento tem sido uma vitrine importante para dar visibilidade e relevância a mulheres que, além de empreendedoras, são mães e têm em seus butecos sua forma de sustento, expressão e construção de legado. Ao colocar esses estabelecimentos no centro da cena gastronômica e cultural, o Comida di Buteco ajuda a impulsionar histórias reais de superação, fortalecendo negócios familiares e ampliando o reconhecimento de quem, muitas vezes, construiu tudo a partir de desafios pessoais profundos.
O BAR COMO EXTENSÃO DA FAMÍLIA
Entre essas histórias de sucesso está o Bar do Berinjela, localizado na Praça Vinte de Janeiro, no Tatuapé, que foi vencedor do Comida di Buteco em 2013. Inaugurado na década de 1990, foi a “casa” onde Débora Regina Santarelli criou os filhos.
Conciliando a maternidade e o negócio que mantinha a família, Débora reuniu um time de peso, formado também pelo marido e a sogra na empreitada de fazer o Berinjela dar certo. O resultado é um buteco que se orgulha de seu ambiente fa-




miliar, onde toda a família, incluindo os filhos, participa da operação. Essa convivência influencia diretamente o jeito de receber o público e de conduzir o negócio, acredita Débora. “Como mulher e mãe, sempre tive a força necessária para seguir em frente, superar os desafios e proporcionar um ambiente acolhedor, familiar a todos os que frequentam o Berinjela. Eu acredito que esse, além da nossa cozinha, é o nosso grande diferencial”, conta ela.
AINDA DÁ TEMPO O Comida di Buteco deste ano entra na reta final e termina neste domingo, dia 10. Neste ano,
157 bares participam da competição em São Paulo e na região metropolitana, e ainda dá tempo de experimentar os petiscos e votar nos seus favoritos. Os petiscos custam R$ 40,00 em todos os bares e a dinâmica de avaliação segue a mesma das edições anteriores e serão analisados quatro quesitos: atendimento, temperatura da bebida, higiene e, claro, o petisco (que detém 70% do peso da nota). A cada edição, os últimos colocados deixam o circuito no ano seguinte, garantindo oxigenação e estimulando a competitividade. Elegendo então o melhor buteco da cidade.






Últimas vilanias
Daphne Bozaski chega ao fim de “Três Graças” com a sensação de dever cumprido. Na pele da vilã Lucélia, a atriz vibra com as emoções que encarou durante o folhetim das nove. “Eu me diverti muito, apesar das pessoas quererem me bater (risos)”, brinca. Ao longo do enredo, Lucélia foi intensificando suas vilanias. Por isso mesmo, a atriz sempre deixou a construção da personagem em aberto. “A direção sempre falava para não achar respostas logo no começo. Fui sentindo e vendo o que a novela ia trazer. Gostei de trabalhar com esse mistério”, aponta.
Em cena Otaviano Costa retornará à dramaturgia. O apresentador e ator estará no elenco da série “Delegacia de Homicídios”, do Disney+, na pele de um político. Com criação de José Junior, a produção contará com Marcello Melo Jr. no posto de protagonista.
Primeiros passos O Prime Video deu início as filmagens da segunda temporada de “Tremembé”. Gravada em São Paulo, a produção ficcional
é inspirada nas histórias reais envolvendo condenados por alguns dos crimes de maior repercussão no País na penitenciária conhecida como “prisão dos famosos”. Na nova leva de episódios, Dominique Scharf chega à ala feminina após ser condenada a 58 anos de prisão por crimes como roubo, estelionato, fraude e falsificação de documentos. Suzane von Richthofen segue como protagonista e enfrenta sua maior prova de fogo: descobrir se será aceita pela sociedade na vida fora da prisão. Elize Matsunaga também busca recomeçar no regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão. Na ala masculina, Thiago Brennand e Robinho, milionários condenados por crimes sexuais, chegam a Tremembé e passam a evidenciar contrastes no cotidiano entre os presos.
Nome de peso
Bruno Gagliasso estará na sétima temporada de “Impuros”, original Disney+. A produção nacional tem direção de Tomás Portella, René Sampaio e Tatiana Fragoso.
Clássico da literatura A série “O Primo Basílio” chega ao catálogo do Globo-
POR CAROL BORGES
El iana retorna ao comando do “Saia Justa”, do GNT. A apresentadora divide o sofá do programa do canal a cabo com Bela Gil, Erika Januza, Juliette e Tati Machado. “O ‘Saia’ é feito desse clima de acolhimento, de bate-papo entre amigas, sem tabu, e a gente está sempre aberta
play. A produção estreia dia 11 de maio.
No elenco
Lara Tremouroux fará o filme “O Diário de Um Mago”, original Netflix. A produção será protagonizada por Johnny Massaro e Rodrigo Santoro.
Na condução
Maria de Médicis irá dirigir a série “Tramas Cruzadas”, original Globoplay. A produção conta com Letícia Sabatella e Reynaldo Gianecchini no elenco.
Novos formatos
A novela “A Viagem” ganhará um “remake” em formato de filme. O projeto terá produção da Globo e contará com Carolina Dieckmann no papel da protagonista Diná, que foi por Christiane Torloni na versão de 1994.
Projeto nacional
Claudia Di Moura estará na série “Café com canela”, do Canal Brasil. Sem estreia prevista, o projeto ainda está em pré-produção.
Horário nobre Romulo Arantes Neto fará
OGrupo Educacional Drummond realizará novamente o Imposto de Renda Solidário. A ação acontece nos dias 16/06 (Unidade Ponte Rasa – Avenida São Miguel, 4335) e 23/05 (Unidade Tatuapé – Rua Prof. Pedreira de Freitas, 401). Para o atendimento é necessário leva dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal), que serão entregues para instituições de caridade.
QUEM PODE SER
BENEFICIADO
Contribuintes, pessoa física, que estejam obrigados a fazer a Declaração de Imposto de Renda 2025, ou que, mesmo não obrigados, queiram fazê-la; Não serão feitos espólio e partilha de herança; Preferencialmente vir com o CPF e a senha do gov.br; Opcionalmente trazer e-mail para o envio da cópia da Declaração, e/ou pendrive para gravação.
DOCUMENTOS
NECESSÁRIOS
Informes de rendimentos das fontes pagadoras; Comprovantes bancários informando saldo em contas, aplicações financeiras, e

demais informações financeiras; Recibos de procedimentos médicos e de consultas com psicólogos, e informes de Convênios; Dados pessoais dos dependentes, incluindo seus números de CPF, informes de renda e gastos dedutíveis; Docu-


para o novo e para a perspectiva do outro também”, afirma. Ao longo da temporada, Eliana pretende abordar temas atuais e relevantes da sociedade. “Assuntos que fazem parte do nosso cotidiano, mas sendo tratados de forma leve, sem respostas prontas, abraçando a diversidade das opiniões e a gente sendo sincera”, explica.
uma participação em “Quem ama cuida”, nova novela das nove. Na trama, ele viverá Pitucho, um homem que se envolve com Brigitte, papel de Tata Werneck.
Novo programa
A médica e ex-“BBB” Amanda Meirelles irá comandar o programa “Fala Doutor”, na Record News. A produção estreia dia 10, com foco em saúde e bem-estar.
Tempo bíblico Humberto Martins entrou para o elenco de “A Ira do Herdeiro”, da Record. Na produção, ele viverá o rei assírio Senaqueribe. O projeto ainda não tem data de estreia.
Sobe o som
A trama de “Rock Story” voltará ao ar. Com Nicolas Prattes e Rafael Vitti no elenco, a produção estreia dia 1º de junho, no Globoplay Novelas.
Passo das estrelas
A nova temporada da “Dança dos Famosos” acontecerá no segundo semestre. O quadro do “Domingão” retorna em agosto.


(Disney+) Uma viagem de trabalho se transforma em uma luta por sobrevivência em “SOCORRO!” da 20th Century Studios.
O filme do aclamado cineasta
Sam Raimi leva as dinâmicas de poder no ambiente de trabalho para uma história de sobrevivência com humor ácido. Quando um chefe arrogante
e sua funcionária subestimada ficam presos em uma ilha deserta após um acidente de avião, os papéis se invertem rapidamente. Rachel McAdams e Dylan O’Brien estrelam o filme e entregam um confronto intenso, ora sombrio, ora divertido, enquanto lutam pelo controle e tentam sobreviver.

(Netflix)
A Netflix destaca a série “Berlim E A Dama Com Arminho”, que tem Sevilha como um belo lugar para um
de arte valiosa, Berlim convoca sua gangue para planejar um crime explosivo.

"Lead Me Home", dos diretores Pedro Kos e Jon Shenk, traz para seus espectadores uma reflexão sobre a sociedade atual. A obra retrata a realidade de pessoas sem-teto, o seu cotidiano e a experiência de vida, que são algumas das possíveis razões que os levaram até onde estão e mostram-nos como se mantêm e como sobrevivem. Assisti-lo é importante para que possamos tomar consciência do que nos rodeia e de como essa concretude impacta nossas vidas. Ele interessa a todos, inclusive aos curiosos e amantes de Ciências Sociais, uma vez que abrange
diferentes pontos de vista sobre o assunto e abala a zona de conforto daqueles que estão alheios à questão, além de desmistificar ideias preconcebidas. Emanuel Candeias, jornalista da MDH Magazine, revista portuguesa especializada em cinema, televisão e games, afirma que "em muitos sítios dos EUA, em cinco anos, a população de sem-abrigos mais do que duplicou. Assiste-se atualmente a uma verdadeira maré de sem-abrigos, com mais de 500.000 pessoas a viverem sem-teto todas as noites nos EUA. Isto vem pôr em causa mais do que o direito básico de habitação, pois ao retirar-se a base que uma casa dá, elimina-se a estabilidade necessária para a resolução de muitos problemas da vida cotidiana".
Para aqueles que evitam pensar sobre a situação dos moradores de rua, vale ressaltar que ela afeta diretamente as nossas vidas
e a organização social em que estamos inseridos, mesmo que muitas vezes eles nos pareçam "invisíveis".
O documentário é desconfortável, mas extremamente realista. "Lead Me Home" nos traz a realidade através das câmeras e assisti-lo vale muito a pena, pois se trata de mais uma chance para vislumbrarmos o começo de uma solução.

mentos de aquisições e de venda de bens; Cópia da declaração do Imposto de Renda e do recibo de entrega do ano anterior (podem não ser necessários se o Contribuinte vier com a senha do acesso gov, conta nível prata ou ouro).





























