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Gazeta São Mateus - Edição 286

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16 anos de olho nos fatos

ANO XV - Nº 286

2ª Quinzena de Março/2009

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Movimento acompanha desapropriações para a Jacu Pêssego

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movimento em defesa das famÌlias que residem em reas situadas no traÁado previsto para a extens„o da Jac˙ PÍssego em direÁ„o ao ABC conta com a participaÁ„o de algumas lideranÁas de S„o Mateus. Entre elas est Hamilton Clemente que È dirigente do Masce ñ Movimento Ambiental, Cultura e Ecologia. Em entrevista ele informa que a finalidade do movimento È manter atentas as famÌlias quanto ‡s condiÁıes e os valores oferecidos pela desapropriaÁ„o, processo capitaneado pela Dersa.† CritÈrios e valores tÍm gerado preocupaÁıes ......................................................Pág. 8

EDITORIAL

A crise do capital parasita Saindo do lusco fusco da analise pontual vamos buscar a origem dos problemas que enfrentamos n„o nas suas nuances e pontualidades. Pág. 2

OPINIÃO

Liderança contesta insinuações em matéria da subprefeitura

Criança deve ou não trabalhar? Afinal crianÁa pode ou n„o trabalhar? Sequer tenho tempo para pesquisar o que dizem as leis a respeito, mas tenho a impress„o que o trabalho infantil È proibido e sÛ permitido em alguns casos. Pág. 2

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a 2™ quinzena de fevereiro, a Gazeta publicou em sua p gina 7, matÈria assinada pela assessoria de imprensa da subprefeitura de S„o Mateus que em seu terceiro par grafo registrou que ìDezenas de pessoas entre homens, mulheres e muitas crianÁas, incitadas por um lÌder, estavam motivadas a terem sua moradia atravÈs desse atoî. N„o concordando com essa afirmaÁ„o, J. Fagundes se apresentou na redaÁ„o como o lÌder a quem a matÈria se referia. ìN„o estava l incitando ninguÈm, mesmo porque com a necessidade extrema porque passam aquelas mais de 65 famÌlias, eles prÛprios poderiam e podem tomar qualquer tipo de atitudeî, esclarece. Pág. 6

Jardim Santo André completa 43 anos Durante este mÍs a comunidade do Jardim Santo AndrÈ e Jardim S„o Francisco em S„o Mateus est sendo convidada a se mobilizar para as comemoraÁıes do 43∫ anivers rio das vilas. Um culto ecumÍnico j ocorreu, mas ainda est„o previstos plantio de rvores, ato cÌvico e show. Pág. 3

Jardim Tietê e o drama do Córrego dos Machados

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oradores se queixam para o subprefeito de S„o Mateus, ClÛvis Luis Chaves sobre a demora nas obras no cÛrrego Riacho dos Machados cujo contrato reza que dever„o ser entregues em abril prÛximo. Recentemente uma grande enchente invadiu casas e causou prejuÌzos aos moradores. Restam bueiros e galerias entupidos e o receio dos moradores de que t„o logo n„o estar„o livres de problemas................ Pág. 6

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Seccional informa: Delegacia do Idoso está em pleno funcionamento A

ntonio Carlos Palhares, delegado titular da 8™ Seccional da Capital disse em entrevista ao jornal Gazeta S„o Mateus, que a Delegacia do Idoso j est em funcionamento no Parque do Carmo e explica os casos mais corriqueiros que ela pode atender. ................................... Acompanhe a entrevista na página 05

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Delegado da 41º DP pede apoio da comunidade

duardo Yelo È o novo delegado titular no 41∫ DP da Vila Rica na 8™ Seccional de PolÌcia Civil e em r pida entrevista disse que os problemas com o uso indevido de cartıes de crÈdito est„o entre as ocorrÍncias. O delegado n„o descarta que algumas das ocorrÍncias podem ter origem na ma fÈ dos prÛprios propriet rios dos cartıes que simulam um eventual saque indevido e depois pedem o ressarcimento dos bancos. ìClaro que essa hipÛtese È plausÌvel e na investigaÁ„o desse tipo de crime consideramos essa possibilidadeî. Pág. 5

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Mauá pedirá revitalização de trecho não incluso no Rodoanel

Prefeitura de Mau esta pedindo ao Dersa (respons vel pelas obras do Rodoanel e pelas reformas da av. Papa Jo„o XXIII e da estrada Jacu-pÍssego) que realize a revitalizaÁ„o de um trecho com 700 metros que liga a saÌda do Rodoanel M rio Covas ‡ estrada do Guaraciaba. A intenÁ„o È de que as vias recebam novo asfalto, guia, sarjeta e calÁada. Pág. 7

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Gazeta São Mateus

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Opinião

ditoriais

Criança deve ou não trabalhar?

A crise do capital parasita

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„o era apenas uma marolinha, chegou e est batendo em cheio na economia brasileira. Com alarde e observaÁıes pontuais setores da sociedade brasileira d„o um ritmo e temperaturas diferentes para a situaÁ„o a depender do seu, nem sempre confesso interesse: minar ou ninar o governo Lula. Vale lembrar que a sucess„o presidencial est batendo as nossas portas e os interessados j est„o em marcha. Saindo do lusco fusco da analise pontual, estas que s„o feitas diariamente por economistas, n„o economistas, palpiteiros, videntes, representantes do grande capital, dos empres rios ou dos trabalhadores vou me esforÁar nesse texto para buscar a origem dos problemas que enfrentamos n„o nas suas nuances e pontualidades. Pois bem, essa È uma crise do sistema capitalista, consolidado h pouco mais de 200 anos na Inglaterra. Nele, tanto o trabalho como o produto do trabalho se transformam em mercadorias, em valores de troca, em dinheiro como forma final. … a destruiÁ„o maciÁa do dinheiro a convuls„o desse sistema. O capitalismo sofreu grandes transformaÁıes e sempre vieram apÛs graves crises e convulsıes. A primeira na depress„o dos anos 1873-1895 com a quebradeira de pequenas e mÈdias empresas numa disputa frenÈtica de mercado em ambiente de grande concorrÍncia. O que veio a seguir foi um novo sistema dominado principalmente pelo capital financeiro, uma associaÁ„o intensa entre a grande ind˙stria e os grandes bancos. Estavam envolvidos na Època os grandes cartÈis dos setores elÈtricos e quÌmicos surgidos na Època, especialmente na Europa. A disputa por novos mercados ou colÙnias por esses Estados desembocou na Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1919, que colateralmente permitiu o surgimento de um novo tipo de Estado, o socialista onde a idÈia era se construir uma democracia nova: n„o a dos grandes empres rios que se conhecia e criticava, mas a dos trabalhadores. A segunda grande mudanÁa veio com a depress„o nos ano 1929-1939 que desembocou na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Depois dela definiu-se dois campos: o socialista, com base na URSS, seguido pela China, e o capitalista, sob a hegemonia dos EUA. A crise em curso parece indicar uma nova convuls„o. Os EUA viveram trÍs dÈcadas de expans„o econÙmica depois da Segunda Guerra e tentaram enfrentar a estagnaÁ„o econÙmica e a alta de preÁos com medidas radicais. Romperam os acordos que regulavam estritamente os fluxos financeiros e as variaÁıes das moedas nacionais; elevou suas taxas de juros atÈ as nuvens, enquanto mantinha a guerra fria. Do ponto de vista econÙmico-financeiro o resultado foi a financeirizaÁ„o da economia centrada nos EUA. Resumidamente o valor agregado ao produto nacional pelo setor financeiro foi entre 10 e 15% entre 1980 e o ano passado, entretanto a participaÁ„o nos lucros do mesmo setor no mesmo perÌodo foi de 10% para mais de 40%. Alguma coisa n„o combinava. Como agora atÈ os capitalistas est„o lembrando, vou citar aqui o que diz Marx sobre o capital: O ìcapital di-

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nheiroî assalaria trabalhadores, compra m quinas, equipamentos e matÈrias-primas e, pela exploraÁ„o da forÁa humana de trabalho, torna-se ìcapital produtivoî. Produz, ent„o, o ìcapital-mercadoriaî. As mercadorias s„o levadas ao mercado e vendidas, transformando-se novamente em ìcapital-dinheiroî. E, com esse ìcapital-dinheiroî, compramse m quinas, forÁa de trabalho, etc. O ciclo, ent„o, recomeÁa. Diante do desprezo com a equaÁ„o acima, o problema foi que com a idÈia da financeirizaÁ„o se acreditou que o sistema seria capaz de gerar riquezas sem que o dinheiro desse ìessa voltinha no mundo de produÁ„o de bens e serviÁosî, como muito bem equacionado pela economista Leda Paulani, da Faculdade de Economia e AdministraÁ„o da Universidade de S„o Paulo. Depois do fracasso é bom lembrar da China A China mostra um caminho diferente ‡ financeirizaÁ„o. Diferente do Brasil, n„o achou que precisaria desarmar e desregulamentar os caminhos das finanÁas globais como trilha para o desenvolvimento. Ao contr rio, estabeleceu um controle cambial rigoroso e forÁou o dinheiro aplicado de fora no paÌs a dar a ìvoltinhaî pelo processo produtivo. Com isso, †um enorme crescimento prÛximo aos 10% nas trÍs ˙ltimas dÈcadas. Uma segunda diferenÁa com relaÁ„o ao Brasil foi adotar a estratÈgia de crescimento do paÌs, que era pobre, sobre o sistema produtivo estatal. Apesar de reduzirem o n˙mero de suas empresas estatais para algo prÛximo de 150 mil, introduziram no sistema p˙blico a concorrÍncia e o aproveitamento do mercado, ao lado, n„o acima das empresas de Estado. Mais ainda, manteve o controle p˙blico nas reas de desenvolvimento tÈcnico e cientÌfico que elevou o paÌs ao primeiro plano. Hoje, enquanto o Brasil È basicamente e cada vez mais exportador de commodities industriais e agrÌcolas, a China exporta chips, equipamentos de telecomunicaÁ„o, inform tica e outros. E para concluir Falei aqui sobre crises e suas saÌdas belicosas. N„o È o caso da China que neste momento de crise n„o se coloca de forma agressiva, visto que disputa com os EUA a hegemonia mundial. Isso È alguma garantia para evitar saÌdas, que conforme vimos, nem sempre s„o resolvidas em conversas e negociaÁıes. Claro que as saÌdas n„o dependem somente da China, outras poder„o vir e atÈ mesmo algumas n„o muito boas como uma eventual fus„o financeira cada vez maior entre China, se relaxar em suas estratÈgias e os EUA. Agora quanto aos neoliberais que pregavam o Estado mÌnimo por conta da crenÁa de que o mercado se autoregularia estes passaram a defender que o Estado intervenha com quanto for preciso e necess rio para a vaca n„o ir para o brejo. Tradicionalmente diante das crises do sistema capitalista a soluÁ„o È cada vez mais concentrar capital socializando os prejuÌzos nas costas dos trabalhadores. Em curso, a crise, entretanto, n„o tem desfecho aparente. … possÌvel e necess rio atÈ que os trabalhadores busquem outra saÌda. ¿ esquerda. (JMN)

Luci Mendonça Diretora do Jornal

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final crianÁa pode ou n„o trabalhar? Se quer tenho tempo para pesquisar o que dizem as leis a respeito, mas tenho a impress„o que o trabalho infantil È proibido e sÛ permitido em alguns casos na condiÁ„o de aprendiz supervisionado por escolas, como È o caso dos ofÌcios tÈcnicos em que os jovens est„o aprendendo, mas, mesmo ai, trata-se de jovens n„o crianÁas de atÈ 12 anos. A exploraÁ„o do trabalho infantil ent„o, nem se fala, È combatida em todo mundo dito civilizado. Diante da d˙vida se crianÁa trabalha vou aguardar as respostas e quem souber pode, por favor, me esclarecer. Por enquanto fico com a impress„o que tenho de que n„o trabalha e nem pode trabalhar. Mas È ai que a porca torce o rabo. Se n„o podem trabalhar, como fica a situaÁ„o

das crianÁas que trabalham com o entretenimento? As crianÁas que atuam como atores e atrizes em novelas e crianÁas como a tal de Maisa do programa Silvio Santos? S„o crianÁas com certeza, mas ser que, sÛ porque est„o na mÌdia de entretenimento, divertindo È claro, podem ser consideradas artistas antes de serem crianÁas? Ser que nesses casos onde as crianÁas est„o trabalhando, pois ensaiam, lÍem roteiros, gravam cenas demoradas elas sÛ o fazem porque tem alguma autorizaÁ„o especial dada pela JustiÁa? Imagino que sim, afinal a quebra das regras escritas nos Estatutos da CrianÁa e do Adolescente por uma empresa de telecomunicaÁ„o seria um prato cheio para os paladinos dos direitos. Imagino atÈ que deve ser isso mesmo, trabalham com autorizaÁ„o das respectivas Varas da Inf‚ncia e do Adolescente que libera caso a caso. A quest„o se crianÁa deve trabalhar, ou n„o nunca sai da boca do povo. O que escuto de argumentos de que o trabalho n„o mata ninguÈm; de depoimentos de pessoas que, com o orgulho, dizem ter comeÁado sua lida pela sobrevivÍncia na mais tenra idade s„o aos quilos. Ainda escuto outros tantos com sÈrias crÌticas a existÍncia do ECA. Em geral s„o argumentos do senso

comum, nem certo nem errado, apenas senso comum que n„o aprofunda a reflex„o sobre o assunto. Em tese e na pr tica, os Estatutos da CrianÁa e do Adolescente È uma legislaÁ„o que visa proteger crianÁas e adolescentes. Uma faixa et ria que comparada ‡s outras da populaÁ„o È a mais fr gil. Sempre È valido lembrar que no comeÁo da industrializaÁ„o, eram exatamente as crianÁas os trabalhadores preferidos dos donos das ind˙strias, pois exigiam pouco e trabalhavam muito chegando a mais de 12 horas di rias e, na maioria dos casos dormiam no prÛprio ch„o da f brica sem ocupar muito espaÁo. Muito lucrativo, n„o È mesmo? Proteger crianÁa e adolescente È obrigaÁ„o mesmo da sociedade que os gera e cria. Se eles est„o sendo bem cuidados e se merecem esses cuidados È tambÈm outra quest„o que est na boca do povo e n„o È agora que vamos discutir isso aqui. A reflex„o que tento fazer neste texto tambÈm n„o diz respeito exatamente ‡ quest„o se o trabalho pode ou n„o atrapalhar o crescimento desse ser humano. OuÁo opiniıes de lado a lado. Do senso comum dizendo que o trabalho n„o mata ninguÈm e do outro lado que crianÁa precisa crescer e estudar e n„o trabalhar. De

ambos os lados os argumentos tem l suas lÛgicas e explicaÁıes. O que se trata aqui È de saber qual È e o que diz a lei e em que caso ocorre ‡s exceÁıes. E se elas existem ser que s„o adequadas? E mais, ser que È pertinente a proibiÁ„o do trabalho infantil? Ou ser que estamos confundindo a correta proibiÁ„o da exploraÁ„o do trabalho infantil com a proibiÁ„o a qualquer tipo de trabalho? Mais ainda: se È proibido, porque alguns trabalham, os artistas, digamos assim? Se È proibido, porque tanta gente faz forÁa para que suas tenras crianÁas se tornem modelos de comerciais, pequenos cantores, pequenos atores e atrizes em busca de reforÁar o rendimento familiar? Por fim, colocada em competiÁ„o com outras crianÁas por um lugar ao sol ao atÈ mesmo numa foto de revista, como fica o psicolÛgico dessa crianÁa com as frustraÁıes que vai passar ao longo dessa busca por espaÁo? Ali s, quem È o respons vel e quem cuida dos desequilÌbrios a que s„o cometidos esses pequenos astros e estrelas quando a vida avanÁa e a gracinha vai embora? S„o apenas inquietaÁıes que esta escriba resolveu compartilhar †nesta ediÁ„o com vocÍs. (LM)

Previdência Social Alguns direitos trabalhistas que refletem na aposentadoria do trabalhador

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a justiÁa do trabalho s„o muito comuns os pedidos de reconhecimento de vÌnculos empregatÌcios, pagamento de horas extras ou atÈ mesmo de sal rios pagos por fora. No entanto, ocorre constantemente o chamado acordo trabalhista, ocasi„o em que, para receber algum dinheiro para sanar necessidades financeiras, o trabalhador acaba abdicando de alguns direitos que podem refletir no valor de sua aposentadoria, seja ela atual ou futura. Isso ocorre porque o INSS, ao calcular o valor de uma aposentadoria, leva em conta alÈm da idade do trabalhador, o valor de sua remuneraÁ„o que È ‡ base de c lculo da contribuiÁ„o previdenci ria. Vale lembrar que remuneraÁ„o engloba o sal rio, as horas extras, comis-

sıes, inclusive os chamados pagamentos por fora, que s„o os valores que o empregador paga ao empregado alÈm do que consta no registro de sua Carteira de Trabalho. Assim, quando a real remuneraÁ„o do trabalhador n„o È formalizada, o INSS desconsidera tais valores e o benefÌcio, seja de aposentadoria ou auxÌlio doenÁa, È fatalmente calculado a menor, trazendo prejuÌzos ao obreiro. Portanto, no caso do trabalhador ainda n„o aposentado, deve tomar muito cuidado ao ingressar com alguma reclamaÁ„o trabalhista, devendo requerer ao Juiz que declare por sentenÁa, sua real remuneraÁ„o na empresa. J o trabalhador aposentado, apÛs declarar sua real remuneraÁ„o perante a JustiÁa do Trabalho, deve requerer a revis„o de sua aposen-

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tadoria perante o INSS, que dever providenciar o reajuste do benefÌcio. Em caso de recusa do Ûrg„o federal, cabe ao trabalhador recorrer ao Poder Judici rio, com reais chances de corrigir o valor de sua aposentadoria ou ouRoberto dos Santos Flório: Advogado em tro benefÌcio conSão Paulo, pós-graduando em Direito cedido pelo INSS. … Previdenciário pela Escola sempre importante o Superior de Advocacia trabalhador lutar pelos seus direitos, pois na maio- qual ser o padr„o de vida ria dos casos, È a aposenta- daquele que trabalhou pratidoria quem vai determinar camente uma vida inteira.

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2ª Quinzena de Março/2009

Gazeta São Mateus

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POLÍTICA

Jardim Santo André completa 43 anos

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urante este mÍs a comunidade do Jardim Santo AndrÈ e Jardim S„o Francisco em S„o Mateus est sendo convidada a se mobilizar para as comemoraÁıes do 43∫ anivers rio das vilas. Um culto ecumÍnico j ocorreu na manh„ do dia 11, mas est„o previstas ainda plantio de rvores, ato cÌvico e show. No s bado, dia 28, em frente ‡ Obra Social Agostiniana, na Rua Dom Matheus de Abreu Pereira, a partir das 9 horas uma concentraÁ„o marca o inÌcio do plantio de 43 rvores no Morro do Cruzeiro. J no dia 29, domingo, tambÈm ‡s 9 horas um ato cÌvico e show de encerramento tÍm palco no campo de futebol Cruzeirinho, na Rua Jorge Carlos de Almeida. A iniciativa È do Conselho Comunit rio de SeguranÁa ñ Conseg do 55∫ DP do Parque S„o Rafael e da 1™ Cia do 38∫ Batalh„o da PolÌcia Militar do Estado de S„o Paulo junto com a comiss„o de festejos. † Uma breve história do Jardim Santo André †No comeÁo eram todas fazendas e o Jardim Santo AndrÈ pertencia a Juta da famÌlia de Carlos Ferreira de Bastos, com ela o Jardim Sonia Maria, Silvia Maria e Ana Maria em lembranÁa das filhas de Rua Ferreira de Barros. Dividida em quinhıes, cada um dos filhos da famÌlia Ferreira de Barros ficou com um pedaÁo e Carlos vendeu posteriormente para Dr. Fausto GonÁalves Gaspar, da Princal, a parte onde hoje est o Jardim Santo AndrÈ que o loteou inicialmente em ch cara do Morro do Cruzeiro. Fundados em 11/03/1966 o Jardim Santo AndrÈ e o Jardim S„o Francisco somavam 1549 lotes com 38 ruas oficiais. O nome S„o Francisco foi em referÍncia ‡ faculdade onde estudou e Santo AndrÈ em homenagem aos amigos que moravam na cidade vizinha no ABC. Enquanto o loteamento do Jardim Santo AndrÈ caminhava o S„o Francisco, por conta de sua localizaÁ„o n„o vingou. No comeÁo n„o havia mais que sete casas quando um acidente com a queda de um avi„o

aconteceu no Morro do Cruzeiro. Dizem que era um padre que dirigia a aeronave. A partir daÌ o povo comeÁou a fazer romarias ao local onde depositavam cruzes, daÌ o nome do morro. Como curiosidade, dizem os mais antigos, que as cruzes n„o permaneciam no local. Fantasia. Acham que o padre depois de morto as recolhia. Com o inÌcio da industrializaÁ„o no ABC e a instalaÁ„o das montadoras de automÛveis na dÈcada de 60 os moradores buscando ficar prÛximo das empresas foram ocupando lentamente o

Jardim Santo AndrÈ, apenas e ent„o, uma vila dormitÛrio. Com o n˙mero crescente de trabalhadores morando no local as ind˙strias ofereceram conduÁ„o para levar e trazer os trabalhadores. Com o transporte mais famÌlias se interessaram em ocupar a regi„o. AlÈm do transporte havia outras atraÁıes, os loteadores ofereciam a quem comprasse os terrenos na incipiente vila telhas e tijolos para estimular a construÁ„o e a fixaÁ„o no local. Realizavam-se, ent„o, os primeiros sonhos da casa prÛpria. Numa estratÈgia de vendas, os loteadores tambÈm promoviam aos finais de semana a ida de novos eventuais compradores interessados atravÈs de um caminh„o que os deixava na parte baixa do loteamento. Alguns aproveitavam essas ocasiıes e passavam o dia construindo suas casas. A comunidade ia crescendo e para dar conta de sua fÈ ‡s missas eram celebradas por conta do esforÁo da comunidade que ia buscar o padre em S„o Mateus, o mesmo ocorria com as outras religiıes. Sem energia elÈtrica, velas

e lamparinas iluminavam as casas dos moradores. N„o havia gua encanada eram poÁos perfurados por especialistas que tambÈm construÌam fossas para o esgoto. Com gente no local, pequenos comÈrcios foram abertos. A primeira padaria e a primeira farm cia iniciadas nos anos 70 atÈ hoje est„o nos mesmos lugares. Olarias era outra das atividades que tinha muita demanda na Època. Foram com tijolos delas que o Jardim Santo AndrÈ se levantou. †SÛ mesmo a partir de 1968 comeÁou a ser colonizado mais intensamente,

entretanto, foi a partir dos anos 80 que as melhorias comeÁaram a surgir para atender o n˙mero crescente de moradores. Enquanto a gua n„o era ligada por domicÌlio era comum as mulheres buscarem gua nas minas prÛximas e lavarem suas roupas nas barrancas dos cÛrregos. Ainda limpos e razoavelmente preservados, os cÛrregos e riachos serviam tambÈm como rea de lazer. Dentro do Jardim Santo AndrÈ tambÈm existiu durante um perÌodo um aterro de lixo domiciliar. Na Època a prefeitura mandou colocar tubos fincados ao solo para dar vaz„o aos gases que entravam em combust„o quando em contato com atmosfera na saÌda dos canos. Com a invas„o daquele espaÁo anos depois o aterro foi desativado. Desmatamento do Morro do Sabão Com muitas rvores e animais silvestres o Morro do Sab„o foi dando lugar a uma ocupaÁ„o desordenada e em menos de cinco anos o desmata-

mento estava quase completo. Com o desmatamento as ruas e os acessos morro acima ficavam escorregadios e intransit veis durante as chuvas. DaÌ o nome morro do Sab„o. Primeiros transportes públicos A primeira empresa de transporte p˙blico a servir a regi„o foi o Expresso Santa Rita que ia da vila em direÁ„o ‡ cidade de Santo AndrÈ. Eram tempos sem asfalto e com muita dificuldade para trafegar. Em seguida a CMTC ñ Companhia Metropolitana do Transporte Coletivo apÛs demanda da populaÁ„o conseguiu viabilizar uma linha em direÁ„o ao Terminal de S„o Mateus. Mas foi só na década de 90 Que o Jardim Santo AndrÈ experimentou uma grande explos„o demogr fica. Houve na ocasi„o muitas ocupaÁıes e em acordo com o governo municipal da Època v rios mutirıes de construÁ„o foram realizados, por exemplo, o S„o Francisco, Sete, Oito, Parque das Flores. Onde antes havia n„o mais que 1500 lotes passaram para quase 20 mil. Um posto de sa˙de foi fundado na Època depois vieram escolas na rea infantil, creches municipais e escolas num bairro que ainda tem muitas carÍncias e muito que conquistar. Mas ainda é preciso preservar Uma parte da Mata Atl‚ntica secund ria pode ser encontrada entre S„o Mateus, Cidade Tiradentes e a cidade vizinha Mau . S„o diversos pontos de vegetaÁ„o nativa incluÌdas num projeto de APA ¡rea de PreservaÁ„o Ambiental, nela incluÌ-se o Morro do Cruzeiro, um dos mais altos da cidade e que abriga as nascentes do Rio Aricanduva, Limoeiro e Palanque. A prefeitura de S„o Paulo atravÈs da Secretaria do Verde tenta preservar a rea que alÈm de abranger as cabeceiras dos rios ainda conserva um pouco da biodiversidade inicial. A grande tarefa de todos È proteger a regi„o toda da devastaÁ„o e do crescimento desordenado.

Unicef faz convênio com entidades locais pela infância

A Unicef celebrou no dia 7 pela manh„ nas dependÍncias da Unicastelo, em Itaquera, convÍnio com entidades da regi„o que englobam escolas, associaÁıes, entidades e movimentos para a construÁ„o de pÛlos articuladores de polÌticas voltadas ao apoio a crianÁas e adolescentes.

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ilvio Manoug Kaloustian pela Unicef, Cl udio Grineberg pelo FÛrum para o Desenvolvimento da Zona Leste, QuÈsia Gama Cruz, pela Vara da Inf‚ncia e Juventude de Itaquera, M rcia Teixeira Roque Vieira pela Escola Estadual Jardim Beatriz, de Vila Progresso e JosÈ MaurÌcio Monteiro dos Santos pelo movimento cultural de um grupo de jovens da mesma regi„o compuseram a mesa proposta pelo diretor de EducaÁ„o do FDZL, professor Valter de Almeida para a cerimÙnia de assinatura do convÍnio entre a Unicef e entidades. Na platÈia, representantes da universidade, diretores de outras escolas locais, de entidades

como as Obras Sociais Dom Bosco, membros do Conseg e representantes da OAB. Segundo Valter de Almeida, a comunidade se organizou para dar sustentaÁ„o ‡ proposta de Plataformas dos Centros Urbanos da Unicef que È, nada mais nada menos, que a articulaÁ„o e a formaÁ„o de pÛlos atravÈs dos quais entidades da sociedade civil e do poder p˙blico possam servir de base de apoio para a geraÁ„o e divulgaÁ„o de aÁıes que visem ‡ construÁ„o da cidadania e a busca de direitos de crianÁas e adolescentes. Conforme lembrou na abertura, dezenas de iniciativas s„o tomadas no mesmo sentido por entidades ou movimentos, entretanto com pouca articu-

laÁ„o entre si. O que se espera, obviamente, È que com a troca de experiÍncias e apoios recÌprocos entre as iniciativas os resultados sejam melhorem. Para Silvio Manoug, que explicou parte dos trabalhos desenvolvidos pela Unicef em diversos paÌses, a instalaÁ„o das plataformas dos centros urbanos È complementar as boas iniciativas j existentes. Caber a Unicef prestigiar e, eventualmente, capacitar e dar visibilidade maior as iniciativas. O fato de celebrar no dia o acordo n„o significa que a ades„o de outras entidades n„o possa ocorrer. Tanto È assim que, durante a semana seguinte, entidades, movimentos e escolas da Cidade A E Carvalho e da Vila RÈ, localidades entre as subprefeituras de Itaquera e Penha tambÈm aderiram ao projeto no sentido de aumentar a quantidade de plataformas. Durante reuni„o na segundafeira, dia 9, na Escola Estadual Milton Cruzeiro que j faz parte dessa segunda plataforma, dirigentes de outras entidades decidiram participar. AtÈ o fechamento desta ediÁ„o o Sesi CAT M rio Amaro e a Fatec da ¡guia de Haia j haviam aderido ‡ iniciativa. † Oradores destacam importância da iniciativa Para o Padre Rosalvino Moran, da Obras Sociais Dom

Bosco ficou o alerta para que a iniciativa n„o seja letra morta com a necessidade de operacionalizar de fato as aÁıes. Rosalvino lembrou, com tristeza, outras iniciativas que n„o saÌram do palco das idÈias. Ressalvada as consideraÁıes do padre, os outros membros saudaram a possibilidade de, a partir da participaÁ„o da Unicef, as aÁıes ganhar corpo e eficiÍncia, mesmo ficando claro para todos que o resultado depender sempre do grau de empenho na feitura dos diagnÛsticos das situaÁıes locais e na adoÁ„o de medidas eficazes. Antes, porÈm, alguns representantes de escolas presentes aproveitaram a oportunidade para narrar parte das dificuldades atuais com suas clientelas, com destaque para a desestruturaÁ„o familiar e do uso intensivo de drogas. Alguns desses relatos deram um panorama aproximado das dificuldades por que passam dirigentes e educadores diante do problema. No detalhamento, por exemplo, a falta de vagas foi lembrada como falta de garantia de direitos, na contrapartida, entretanto, foi lembrado de que as salas de aulas n„o podem a pretexto do cumprimento da lei, tornar-se um depÛsito de crianÁas e adolescentes sob responsabilidade de professores.

*Tirando o Pijama* Petebista nega ataque ‡ sub - A respeito da nota publicada ontem, Adilson Amadeu (PTB) negou ter chamado o subprefeito da Mooca, o oficial da reserva da PM Rubens Casado, de ìcoronel de pijamaî. ìO que eu disse com clareza È que h pessoas ocupando os cargos (nas subs) que n„o conhecem a regi„o em que est„o, e poderiam ser mais ˙teis em outras funÁıesî. Colegas de plen rio, porÈm, dizem que a ìcutucadaî teve dose a mais de ironia. *PSC pescando gente* A mais de um ano e meio das eleiÁıes de 2010, partidos ìnanicosî j comeÁam campanha para atrair filiado - e candidatos. O PSC faz propaganda no r dio alegando ser ìo partido que elegeu deputados com a menor votaÁ„oî. *Parabéns pra vocês* O ex-ministro da Casa Civil, JosÈ Dirceu (PT) completou 63 anos ontem, com festa na capital. Amanh„, a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) faz 64. E o governador JosÈ Serra completa 67 anos na quinta-feira. *Eliminações no BBB dos políticos *** Credo o bicho est pegando em S„o Mateus. A danÁa das cadeiras j comeÁou entre os assessores de polÌticos. Aqueles que deram a cara a tapa na campanha para vereadores. Agora È hora do pared„o. *Um ano atrás: dentro, agora: fora!*** Muitos est„o violentamente decepcionados com seus polÌticos. Pessoas que defenderam as cadeiras de certos candidatos agora est„o no olho da rua. Na campanha centenas de bicos e indicaÁıes de trabalho foram criadas para esses assessores. Bom a eleiÁ„o passou, junto est„o indo tambÈm os empregos dos caras. *Matam-se nas campanhas, depois...*** Por isso que eu sempre defendi que os polÌticos tÍm que pagar muito mais muito bem seus cabos eleitorais. Em mÌseros carguinhos p˙blicos n„o resolvem. T aÌ, vocÍs se matam, deram suas caras a tapa ganhando uma mixaria e agora? ¡rea com vocÍs, pode uma coisa dessas! *Uns vão, outros vem. * As promessas, agora com eles eleitos tem que ser cumpridas. Quanto aos cargos p˙blicos, quero deixar bem claro que s„o pagos com nossos impostos para os cabos eleitorais fazerem polÌtica para seus chefes. Agora s„o trocados, v„o uns vem outros, com o povo pagando o sal rio deles e os polÌticos sÛ lucrando com isso. … uma vergonha. *Nessa venda de fidelidade para os políticos*** Mas infelizmente essa È

a pr tica deles. O cidad„o tem que ter vergonha na cara, parar de se vender para polÌticos. Estamos cansados de ver essa pratica vergonhosa. Os coitados se iludem confiam no tal polÌtico e de repente, quando menos esperam, l vem sua exoneraÁ„o. Um cala boca bem grande. ì VocÍ n„o serve pra mais nadaî. *Mas, têm alguns que não merecem mesmo.* Pessoas sem o mÌnimo de qualificaÁ„o entram de peito estufado nos Ûrg„os p˙blicos. Sem fazer concurso. Mas pra que se foi o polÌtico quem o colocou l ? A queda tambÈm vem r pida porque o lugar deve ser ocupado por outra pessoa em outros acordos. Chorar o leite derramado n„o adianta. *Mas quem tem valor tem que se fazer respeitar*** Meus amigos daqui pra frente, se respeitem, se valorizem. J que È para pagar que seja um valor adequado, n„o uma merreca. Que tal os deixar sozinhos fazer suas campanhas? Vamos ver se eles conseguem. Est ai meu recado, pra quem deu o sangue na campanha para certos vereadores. Meus pÍsames. *A dança das cadeiras *** F bio Belucci, coordenador da sa˙de em S„o Mateus, tambÈm esta nos deixando. N„o sei bem porque, parece que ele n„o concordou com algumas mudanÁas na secretaria de sa˙de. De qualquer forma Dr. F bio, fica aqui registrado nossos agradecimentos pelos bons serviÁos prestado na nossa regi„o. Muito sucesso na sua nova empreitada. *Ferro nos malfeitores de idosos*** Vai um recado pra aqueles que maltratam os idosos. No 53o DP, Parque do Carmo, j est em pleno funcionamento a Delegacia do Idoso. E vocÍ que se sente prejudicado da um pulinho l , os delegados v„o te atender com maior carinho. E para aqueles que est„o te prejudicando: ferro. *Com o lixo fora de lugar...*** O Riacho dos Machados, trinta anos, continua esperando um tratamento digno. A Construtora Araguaia est devagar quase parando. Porque ser ? Vamos minha gente! O povo n„o ag¸enta mais tantas enchentes. Agora convenhamos, como o povo e porco. Demais! Eu vi uma quantidade enorme de lixo no leito do cÛrrego. Quem ser que joga? Por causa de tanto lixo n„o tem prefeito que v dar jeito nas enchentes. O povo joga lixo demais nas ruas. Gente! Vamos colaborar lugar de lixo È no lixo, n„o na esquina do vizinho. Confesso que estou assustada com a quantidade de sof que tenho visto passeando pelas ruas de S„o Mateus. Esse lixo que vocÍ joga em qualquer lugar acaba voltando pra dentro da sua casa. Por isso È hora†da gente se conscientizar n„o jogando lixo em qualquer lugar.


Gazeta São Mateus

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2ª Quinzena de Março/2009

Divirta-se

Dura Realidade

Comédia Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, tem apresentações gratuitas nos CEUS

São Paulo tem 2,6 mil mulheres vivendo nas ruas, diz secretaria

E

ncenada pelo N˙cleo N3, formado pelas prestigiadas Cias. Teatro de la Plaza, Teatro Por Um Triz e Cia. PatÈtica, a peÁa foi criada a partir da pesquisa das linguagens da Commedia DellíArte e do Teatro de AnimaÁ„o. A montagem e voltada para toda a famÌlia e tem direÁ„o de HÈctor LÛpez Girondo. Resultado da uni„o de trÍs renomadas companhias de Teatro de AnimaÁ„o, o espet culo SONHO DE UMA NOITE DE VER√O, de William Shakespeare, realiza temporada nos CEUS (Centros Educacionais Unificados) de fevereiro a abril, com entrada franca. Encenada pelos Grupos Teatro de la Plaza, Cia. PatÈtica e Teatro Por Um Triz, que compıem o n˙cleo N3, a peÁa foi criada a partir da pesquisa das linguagens da Commedia DellíArte e do Teatro de AnimaÁ„o. Trata-se de uma ousada encenaÁ„o com 10 artistas sobre o palco e uma enorme estrutu-

ra cenogr fica, com mais de 30 figurinos, m scaras e bonecos de distintas tÈcnicas. A montagem tem a possibilidade de circular pelos teatros da periferia de S„o Paulo graÁas ao PrÍmio de Fomento ao Teatro para a Cidade de S„o Paulo que o N3 ganhou no ano passado. A escolha de circular pela periferia, segundo nos conta o prÛprio diretor HÈctor Lopez Girondo, se origina na necessidade de brindar a um p˙blico que n„o tem acesso ‡s grandes produÁıes, ‡ possibilidade de assistir a um cl ssi-

co de grande porte (14 pessoas entre artistas, tÈcnicos e pessoal de apoio), porÈm numa releitura atualizada que permite a compreens„o do texto e situaÁıes, as quais foram transladadas da Atenas cl ssica a um desmanche do sÈculo XXI. A peÁa conta as vicissitudes de dois casais de namorados perdidos numa devastada floresta, transformada em desmanche de uma sociedade pÛsindustrial. Assim, o ˙ltimo vestÌgio de vida vegetal possui m gicos poderes amorosos, e

o Rei dos Elfos ir utiliz -lo para consertar os amores dos mortais. ImpossÌvel alguÈm imaginar no sÈculo XVI o estado crÌtico em que se encontraria o meio-ambiente cinco sÈculos mais tarde. PorÈm Shakespeare localiza a origem dessa crise na briga entre os seres m gicos da floresta. A montagem apresenta uma arrojada estÈtica visual baseada na inquietante realidade ambiental, na qual os elementos da universalidade n„o se perderam. O espet culo tem preparaÁ„o para Commedia Dell¥Arte de DÈborah Serretiello e coordenaÁ„o musical de Loop B. Miguel Nigro assina os bonecos, cenografia e figurinos. O trabalho foi duplamente contemplado em 2008 pelos projetos ProduÁıes InÈditas SESI e Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de S„o Paulo. Dia 27 de março, sextafeira, às 10h e 15:30h CEU SÃO RAFAEL R. Cinira Polonio, 100. Telefone: 6752-1023

Espaço Feminino

Madeira, metal, água, fogo, terra. Que tipo de mulher é você?

M

uito antes dos fÌsicos e biÛlogos falarem de ìteia da vidaî e descobrirem que o universo È mesmo uma gigantesca teia na qual tudo est sempre interagindo com tudo, os chineses j criavam teorias e explicaÁıes para o mundo ao seu redor baseadas nesta compreens„o. A an lise dos elementos da natureza e sua influÍncia no nosso jeito de ser, por exemplo, est relacionada com a astrologia chinesa. O calend rio chinÍs apresenta n„o sÛ ciclos animais com duraÁ„o de 12 anos, como tambÈm ciclos de elementos com duraÁ„o de cinco anos: fogo, gua, metal, terra e madeira. O seu elemento È determinado pela data de seu nascimento e influencia sua personalidade de acordo com o tipo especÌfico de energia. Veja qual elemento essencial você é: Água 5/2/62 atÈ 12/2/64 15/2/72 atÈ 22/1/74 25/1/82 atÈ 1/2/84

VocÍ È uma pessoa sensata e calma, conhecida por seus vastos conhecimentos e suas idÈias profundas e filosÛficas. Sua natureza sensÌvel e capacidade de persuas„o permitem que vocÍ enfrente com calma situaÁıes tensas. As pessoas contam com vocÍ para acalmar seus nervos abalados. Mas, em sua tentativa de manter a paz, vocÍ pode ser conciliadora demais e ceder aos desejos dos outros ‡ custa de suas prÛprias necessidades. Madeira 3/2/54 atÈ 11/2/56 13/2/64 atÈ 20/1/66 23/1/74 atÈ 30/1/76 2/2/84 atÈ 8/2/86 Os nascidos nos anos de madeira s„o tipicamente nobres e refinados amantes da beleza e das artes. Sua autoconfianÁa n„o provÈm de seu egotismo, mas de seu espÌrito generoso e seu amor ‡ vida. VocÍ È respeitada por sua natureza compassiva e compreensiva. Contudo, tende a aceitar mais do que pode suportar e, ‡s vezes, isso gera raiva ou frustraÁ„o. Sua autoconfianÁa significa que sabe o que quer

e que pode agir seja com ast˙cia ou atÈ com forÁa para chegar l . Metal 28/1/60 atÈ 4/2/62 6/2/70 atÈ 14/2/72 16/2/80 atÈ 24/1/82 VocÍ È ambiciosa, energÈtica e trabalha incansavelmente para atingir os objetivos que estabeleceu para si prÛpria. As pessoas gostam de sua companhia porque È confi vel e perspicaz. Mas a persistÍncia, sua marca registrada, tambÈm pode se transformar em teimosia. VocÍ tende a ser um pouco inflexÌvel, ter uma mentalidade tacanha e atÈ mesmo austera demais. N„o relaxa com facilidade e entre seus colegas provavelmente sua fama È de ser uma viciada em trabalho. Fogo 12/2/56 atÈ 17/2/58 21/1/66 atÈ 29/1/68 31/1/76 atÈ 6/2/78 Se vocÍ nasceu sob o elemento de fogo, a paix„o È sua forÁa propulsora. VocÍ È aventureira, alegre, inovadora e decidida. Seu enorme carisma

tem ajudado a conquistar muitos amigos e admiradores. Mas o efeito que exerce sobre as pessoas È em duas direÁıes: a forÁa de sua vontade poder afast -las t„o facilmente quanto atraÌ-las. Quando vocÍ est magoada ou zangada, sua lÌngua È ferina e, se n„o encontrar um escape melhor para sua raiva, sua natureza apaixonada poder dirigir estas emoÁıes para dentro, fazendo-a ter comportamentos autodestrutivos, como abusar de comida e lcool. Terra 18/2/58 atÈ 27/1/60 30/1/68 atÈ 5/2/70 7/2/78 atÈ 15/2/80 A express„o ìsal da terraî È perfeita para quem nasce nos anos de terra. VocÍ È honesta demais, trabalhadora e extremante respons vel. Tem uma cabeÁa boa e um forte senso equilÌbrio e estabilidade. Mas sua grande autodisciplina pode priv -la de imaginaÁ„o ou aventuras. VocÍ desiste prontamente de passar uma noite com seus amigos na cidade para ficar em casa, pondo em dia seu tal„o de cheques.

Flores Violeta - Destino, Paz e Beleza

A

s violetas s„o hoje as flores mais produzidas, comercializadas e colecionadas no mundo. Essas belas flores, de cor viva e brilhante È uma das preferidas nos jardins e nas varandas. Sua floraÁ„o vai desde a primavera atÈ o fim do ver„o, e se mantÈm com suas flores durante duas ou trÍs semanas. Sua fragr‚ncia doce È agrad vel e fortemente exalada no ambiente, em especial quando se trata da flores branca. Sua essÍncia È muito utilizada no setor de perfumaria. AlÈm disso, as pÈtalas das podem ser comidas. A sua cultura È relativamente simples e È muito ˙til para cobrir os mais difÌceis do jardim, onde È possÌvel formar pequenos tapetes com suas flores, que

cobrem os solos de maneira muito alegre e elegante.A melhor localizaÁ„o da violeta no jardim È onde n„o h a incidÍncia de raios solares diretos, visto que essa plante prefere a sombra. A violeta precisa ser irrigada regularmente, pelo menos duas a trÍs vezes por semana, evitando que o terreno chegue de permanecer seco. N„o possui exigÍncias excessivas com relaÁ„o ao solo, embora seja melhor um terreno fresco e calc rio. Cresce tambÈm em condiÁıes selvagens, em prados e lugares ˙midos, de onde podem ser colhidas. Essas flores comeÁam a florir na pri-

mavera. Na GrÈcia Antiga as flores violetas eram usadas em homenagem aos noivos recÈmcasados. H uma lenda, tambÈm

grega, que afirma que, ao transformar sua amante em vitela, Zeus fez com que os campos se cobrissem de violetas de modo a honr -la, aliment -la e perfum -la. As Violetas foram tambÈm, as flores escolhidas por Josefina para homenagear Napole„o, fato este que tornou essas flores bastante popular. Essas flores representam lealdade, modÈstia e simplicidade, sugerindo paz, sorte e beleza. … indicada para presentear os amigos. Se vocÍ percebe que seu amigo est triste, dÍ-lhe flores de presente...

Elas representam 20% do toral de moradores de rua na capital. Violência doméstica, vício e desemprego as levam a abandonar seus lares.

M

oradores de rua em S„o Paulo: do total de 13 mil, estima-se que 20% s„o mulheres. Dados da Secretaria Municipal de AssistÍncia e Desenvolvimento Social indicam que a populaÁ„o de rua da capital paulista aproxima-se de 13 mil moradores. Desse total, cerca de 20% s„o mulheres, o que corresponde a 2,6 mil que tiveram de optar pela realidade de viver sob pontes e marquises. †ìS„o mulheres vÌtimas de violÍncia domÈstica (fÌsica e psicolÛgica), viciadas em entorpecentes ou desempregadas, cuja vida n„o faz mais sentido. A maioria perde por completo a identidade e a autoestimaî, informa a psicÛloga do Centro de Acolhida ComeÁar de Novo, M rcia Aparecida Rodrigues, um dos locais da capital que acolhem moradores de rua. †Nem por isso algumas moradoras de rua de S„o Paulo tÍm menos coragem e independÍncia do que a chamada mulher moderna. ìSustento os meus filhos sozinha, estudo computaÁ„o e tenho um corte novo de cabelo que ficou o m ximoî, conta, aos risos, Joana (nome fictÌcio), 21 anos, que vive desde o comeÁo deste ano no centro de acolhida Reencontro, em Santo Amaro, onde vai passar este domingo (9), Dia Internacional da Mulher. †ìLuto por um futuro seguro para mim e para os meus filhos. Agora que sei da import‚ncia do planejamento familiar, n„o vai ter homem que me engane de novoî, emenda. Joana pernoita com mais 80 mulheres no albergue Reencontro, um dos poucos na cidade que atendem exclusivamente mulheres e seus filhos. As moradoras tempor rias tÍm direito a duas refei-

Áıes por dia, podem se inscrever em cursos profissionalizantes e recebem o suporte de uma equipe mÈdica formada por psicÛlogos e ginecologistas. Pelo menos quatro vezes por ano, clÌnicas de estÈtica oferecem serviÁos gratuitos ‡s moradoras do albergue. ìElas fazem as unhas e pintam os cabelos. Adoram se embonecarî, conta a coordenadora da instituiÁ„o, Cl udia Foroni Fender. ìS„o mulheres que, apesar de todos os preconceitos que vivenciam diariamente, resolveram lutar e viver.î Segundo Cl udia, cerca de 20% das mulheres que passam pelo albergue Reencontro saem de l empregadas e com moradia fixa. Diferentemente do sexo masculino, majorit rio em ruas e albergues, as mulheres costumam ser mais dependentes de seus parceiros e mais ligadas ‡ vida domÈstica. M rcia explica que, quando a mulher deixa o lar e parte para uma vida andarilha, È porque nada mais vale a pena. ìMuitas mulheres podem sofrer violÍncia domÈstica e, mesmo assim, apanham caladas para n„o pÙr a perder a vida matrimonial. No entanto, quando chegam ao ponto de deixar os filhos para tr s e decidem morar nas ruas, È porque nada faz mais sentidoî, argumenta. De acordo com dados da Secretaria Municipal de AssistÍncia e Desenvolvimento Social, um terÁo das pessoas que vivem na rua optam por dormir ao relento, debaixo de pontes ou sob papelıes nas calÁadas. Entre os motivos que fazem com que as mulheres de rua n„o aceitem a ajuda de albergues est„o, segundo dados oficiais, a burocracia para conseguir uma vaga, a desconfianÁa em relaÁ„o aos vizinhos nas camas e ainda a proibiÁ„o de consumir lcool.

Homenagem à Mulher Brasileira

P

arabÈns ‡ mulher brasileira que, a despeito de seguir sendo agredida fisicamente, discriminada e assediada moralmente no seu trabalho e na sua isonomia salarial,†que enfrenta o preconceito†e o machismo absolutamente medieval, negligenciada que È pelos Ûrg„os p˙blicos, respons veis que s„o pela sua sa˙de - dezenas de milhares de mulheres ter„o as suas vidas ceifadas ainda neste ano†em raz„o do c‚ncer de mama e do c‚ncer de†colo uterino, apenas como exemplo -, continua sendo guerreira e heroÌna e, paulatinamente, rompendo paradigmas, vai com sua sa-

bedoria, inteligÍncia, car ter, Ètica e profissionalismo ocupando espaÁos que, sem duvida nenhuma lhe È de direito e, de†inquestion vel merecimento. †Dr. David Neto Médico e Jornalista www.davidneto.com.br/blog


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SEGURANÇA I

Linha dura no 55º DP Parque São Rafael M

ais uma vez a 55™ Delegacia de PolÌcia do Parque S„o Rafael, em S„o Mateus tem novo delegado titular. Desta vez trata-se de Luiz Antonio Ribeiro Lobo (foto), 18 anos como delegado e que em quase toda sua trajetÛria como policial que somado a outros tantos anos atuou em distritos de v rias regiıes de S„o Paulo, que entende estar na aproximaÁ„o com a populaÁ„o, a chave do sucesso do trabalho policial. A vasta experiÍncia que adquiriu em distritos o faz reconhecer que sem informaÁıes das comunidades o trabalho de uma delegacia pode se tornar apenas um mero Ûrg„o de registro de ocorrÍncias e atendimentos dispersos as pessoas que a procuram. Mudou pouca coisa desde que chegou. Em termos de recursos humanos, apenas ele e trÍs outros policiais em departamentos especÌficos vieram se somar aos funcion rios que j trabalhavam no distrito. Algumas modificaÁıes vÍm sendo feitas, tanto em termos de procedimentos, quanto na estrutura do prÈdio,

visando dar melhor condiÁ„o para que os trabalhos sejam executados. Criou tambÈm um serviÁo de inteligÍncia especÌfico da delegacia que consulta, cruza e ajuda a construir e entender as informaÁıes estatÌsticas centralizadas na polÌcia para toda a capital e o Estado. Esse mapeamento e compreens„o da regi„o onde atua ajudar a tornar mais eficiente o trabalho policial, entende o delegado. Furto de autos, onde eles normalmente s„o abandonados, locais de maior incidÍncia e tipos de veÌculos envolvidos, por exemplo, ajudam o delegado a entender como e onde agem os bandidos e assim poder intervir melhor. Nos ˙ltimos dois meses algumas prisıes foram feitas com base nessas observaÁıes. Sobre o trabalho em conjunto com a PM, frisa que ìse a gente n„o tiver empatia com a PM praticamente nada funciona e, por vezes, essa atenÁ„o pode ser dada nos pequenos detalhesî. Como exemplo diz que disponibilizou no distrito uma mesa e cadeiras onde os policiais militares

que prejudica o trabalho da delegaciaî. Naturalmente, entende que se a lei exige esses procedimentos n„o cabe a ele n„o fazÍ-lo, mas deixa como sugest„o para que em uma cidade do porte de S„o Paulo essa perÌcia possa ser feita em outros locais, descentralizados e distribuÌdos pelas diversas regiıes da cidade. A colaboração da comunidade é fundamental

podem fazer suas anotaÁıes durante as ocorrÍncias que s„o registradas no distrito. ìPode parecer uma coisa simples, mas precisamos lembrar que os policiais militares quando na delegacia, ‡s vezes ficam por longos perÌodos de pÈ fazendo anotaÁıes em pranchetasî. Com relaÁ„o ‡ delegacia, Luiz Antonio viabilizou acordos com supermercados locais de forma que atualmente os funcion rios que tem que estar nos plantıes n„o precise se

Novo delegado da 41º DP pede apoio da comunidade

D

elegado por aptid„o e por tradiÁ„o familiar, afinal na famÌlia s„o cinco na mesma funÁ„o, Eduardo Yelo È o novo delegado titular no 41∫ DP da Vila Rica na 8™ Seccional de PolÌcia Civil desde o final do ano passado. Em r pida entrevista a Gazeta disse que desde a sua chegada, problemas com o uso indevido de cartıes de crÈdito s„o os mais corriqueiros entre as ocorrÍncias. N„o deixa de ser surpreendente, crimes desse tipo em um determinado distrito da cidade de S„o Paulo ser significante. Depois os furtos em residÍncias e comÈrcios. Quanto aos problemas com os cartıes o delegado n„o descarta que algumas das ocorrÍncias podem ter origem na ma fÈ dos prÛprios propriet rios dos cartıes que simulam um eventual saque indevido e depois pedem o ressarcimento dos bancos. ìClaro que essa hipÛtese È plausÌvel e na investigaÁ„o desse tipo de crime consideramos essa possibilidadeî.

J para os furtos em residÍncia e comÈrcios e as ocorrÍncias com drogas, a inteligÍncia da delegacia est trabalhando com os dados disponÌveis para tentar encontrar elementos em comum e junto com o mapeamento das reas de maior incidÍncia possa ajudar a encontrar os respons veis. Naturalmente, entende o delegado, da mesma forma que quase todos os delegados entrevistados ao longo dos anos nesta Gazeta, que È a den˙ncia anÙnima da comunidade de bem a melhor maneira de se combater os crimes. ì… a comunidade que tem mais chances de conhecer os problemas e onde eles ocorrem. AtÈ sugiro que quando os casos forem de competÍncia da polÌcia que essas pessoas, se assim o desejarem, enviem uma carta para o nosso endereÁo com as informaÁıes. N„o precisa assinar e se identificarî. O delegado prefere atÈ mesmo a carta porque, diferente dos telefonemas, ela j serve como registro inicial para ser analisada e que podem sugerir investigaÁıes que levem os criminosos ‡s garras da justiÁa. ìGostaria muito que as pessoas entendessem que s„o elas que conhecem melhor as diversas realidades dos bairros, dessa forma podem nos ajudar muito. … importante lembrar que, em geral, os po-

liciais de determinada delegacia, como È o nosso caso aqui, n„o moramos na regi„o, portanto, quem conhece melhor o local È a prÛpria comunidade. Se ela participar, na rea da seguranÁa faremos a nossa parteî, apelou. Mesmo recÈm chegado ‡ delegacia, o delegado Yelo disse ter uma boa relaÁ„o com o comando da PM e que a convivÍncia entre as duas polÌcias È harmoniosa. ìEstou estreitando relaÁıes com o comando para alÈm da parceria. Queremos que os policiais militares sejam mais que isso, que sejamos amigosî. Yelo tambÈm defende a participaÁ„o ativa da sua delegacia nas reuniıes do Conseg local. Convidado a deixar alguma mensagem no encerramento da entrevista, o delegado Yelo fez uma reflex„o que considera que qualquer crianÁa ou adolescente que tiver uma relaÁ„o mais intensa e de convivÍncia com animais domÈsticos, cachorro ou gatos, tem menos interesse em se envolver com a criminalidade. Aparentemente ele faz essa afirmaÁ„o a partir de observaÁıes que fez ao longo do tempo. Para ele, recolher um animal da rua, acolhe-lo em casa, e se relacionar com ele ocupa tempo e preenche um lado afetivo importante. O endereÁo da delegacia para quem tiver interesse em enviar carta È: Avenida InconfidÍncia Mineira, 688 ñ Aricanduva - S„o Paulo ñ SP - 03911-000.

ausentar da unidade para almoÁar. AlmoÁam no local e, enquanto uns o fazem, os outros, em forma de rodÌzio, mantÈm o atendimento. Para o delegado todo o atendimento da delegacia ainda poderia ser melhor n„o fossem alguns procedimentos burocr ticos que s„o exigidos por lei. D como exemplo um flagrante de posse de maconha: o material recolhido precisa atravessar a cidade atÈ a Cidade Universit ria o que leva em mÈdia duas horas em funÁ„o do tr‚nsito, para ser periciado. AlÈm disso, acrescenta o delegado, um laudo desses costuma demorar atÈ 5 horas. ìEsse È um tempo em que uma viatura e alguns policiais ficam fora da regi„o o

A exemplo do que repetem quase todos os delegados entrevistados pela Gazeta, o titular do 55∫ DP coloca na comunidade grande parte da responsabilidade com a seguranÁa. … dela que deve partir o registro de todas e quaisquer ocorrÍncias para que os Ìndices sejam os mais fiÈis possÌveis ao que ocorre. TambÈm d grande import‚ncia ‡s den˙ncias que podem ser anÙnimas. ìApesar de a polÌcia trabalhar com dados, fazer suas investigaÁıes, sÛ mesmo com a participaÁ„o da comunidade denunciando È que podemos ter um quadro mais real da situaÁ„oî. D como exemplo: ìSe numa determinada rua, tem diversos furtos, tr fico de drogas e outros crimes e as pessoas n„o informarem sÛ com muita sorte poderemos tomar conhecimento do que est acontecendo ali. Cabe a popula-

Á„o apontar os problemas e a nÛs, no que diz respeito ‡ seguranÁa, resolvÍ-losî. RecÈm chegado o delegado fez quest„o de conhecer o local onde atua, e do que viu, concluiu que existem muitas comunidades carentes onde, segundo ele, falta a presenÁa do Estado. ìN„o estou falando de agora n„o, da atual gest„o. … uma ausÍncia que vem de muitos e muitos anosî. S„o mazelas sociais que muitas vezes n„o tendo por onde se exprimir acaba chegando ‡ delegacia e a companhia da PolÌcia Militar, ìmuitos casos em que nÛs da PolÌcia Civil e, tenho a impress„o que tambÈm a PolÌcia Militar tem que se deparar s„o de natureza social, n„o, necessariamente de seguranÁaî, enfatiza. No dia-a-dia o delegado se deparou com Ìndices menores de criminalidade quando comparado com Èpocas anteriores, entretanto destacou o roubo de carros e o tr fico de drogas como os mais reincidentes. ìEstamos estudando todos os casos para tentar ser mais eficiente em nossas operaÁıes, entretanto, quero lembrar que o combate aos delitos est„o sendo feitos o tempo todo. Se a populaÁ„o de bem ajudar, denunciando e indicando onde e quais tipos de problemas est„o ocorrendo podem ter a certeza que a polÌcia ira agirî, conclui.

Capitão Mauro Rodrigues fala das ações no Parque São Rafael

O

Capit„o Mauro Rodrigues da 1™ Cia. do 38∫ BPM/M participou da entrevista acima com o novo delegado titular do 55∫ DP e confirmou o bom relacionamento entre as polÌcias que espera ser mantido e ampliado. Informou ainda que por conta da operaÁ„o Satura, realizada no segundo semestre do ano passado em S„o Mateus com a presenÁa ostensiva da polÌcia durante meses, alguns bons reflexos foram sentidos em S„o Rafael. ìN„o estamos na pior das situaÁıes, os Ìndices de crimes na regi„o baixaram quando comparado a outros perÌodosî. ìDa nossa parte, a PM utiliza as informaÁıes disponÌveis no sistema Infocrim e os dados s„o estudados tambÈm dentro da companhia, a partir desses estudos sabemos onde operar e ajudar na prevenÁ„o, alÈm de manter permanentemente a abordagem pessoal quando sempre acabamos por encontrar uma ou outra evidÍncia de ocorrÍncia de crimesî, explica o comandante. … durante esse policiamento preventivo e de abordagem, que È premissa da PM garantida por lei, que algumas importantes prisıes s„o feitas. Para o comandante as linhas gerais de atuaÁ„o dos policiais militares s„o definidas na companhia, entretanto o policial em exercÌcio de suas

funÁıes tem suas peculariedades e, dentro da legalidade, pode usar de formas diferentes com o objetivo de ter sucesso no combate ‡ criminalidade. Da mesma forma que o delegado, o comandante tambÈm acha que È a partir das informaÁıes da comunidade de bem que o crime pode ser combatido com mais eficiÍncia, para isso lembra que existe disponÌvel para a populaÁ„o, diversos canais de comunicaÁ„o com as polÌcias, inclusive com garantia de anonimato. Completando a entrevista, o capit„o Mauro lembrou que alÈm das abordagens, a PolÌcia Militar tem para si a responsabilidade com as rondas escolares, com o tr‚nsito e os serviÁos de r dio patrulha e polÌcia comunit ria e que a sua companhia vem dando conta dessas obrigaÁıes satisfatoriamente. † Capitão promove outra disputa de xadrez Em continuidade a pr tica definida dentro do projeto Se Esse Bairro Fosse Meu, que teve inÌcio com plantio de milhares de rvores no S„o Rafael, uma evidente demons-

traÁ„o de responsabilidade comunit ria, o capit„o Mauro vai promover no dia 25/04 pela manh„ na Escola Municipal Cidade de Osaka outro enfrentamento com diversos jogadores ao mesmo tempo em disputa do xadrez. ExÌmio jogador, o capit„o Mauro durante o ano passado, jogou simultaneamente com mais de 20 alunos de escolas p˙blicas da regi„o. A expectativa È que este ano mais uma dezena de escolas se somem as outras dez que j se decidiram pela participaÁ„o para que nesse perÌodo, os alunos das escolas possam em conjunto com o Capit„o Mauro, fazer uma atividade esportiva e cultura que tambÈm serve para aproximar a PolÌcia Militar da comunidade.


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Realizações da Subprefeitura de São Mateus, gestão Clóvis Luis Chaves

Jardim Tietê e o drama do Córrego dos Machados

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m 12/03 a reportagem da Gazeta esteve no Jardim TietÍ para escutar dos moradores as queixas e reclamaÁıes quanto ‡ lentid„o das obras no CÛrrego Riacho dos Machados e tambÈm ouvir o subprefeito ClÛvis Luis Chaves, que atendendo a todos se rendeu ‡s evidÍncias e, tanto quanto possÌvel, se comprometeu com providÍncias. E n„o eram poucas. O Jardim TietÍ tem algumas lideranÁas que ao longo do ˙ltimo ano tem se mostrado preocupadas quanto ao ritmo das obras empreendidas pela Construtora Araguaia que, por contrato, tem atÈ abril prÛximo para entreg -las concluÌdas. Ocorre que diante do que pouco que foi feito, È o ritmo lento que os preocupa e est„o cobertos de raz„o. Mesmo depois de procurarem com certa insistÍncia as autoridades visando cobrar agilidade, a comunidade se viu as voltas com uma enorme enchente no dia 23 de fevereiro com as guas do cÛrrego transbordando com sujeira pelas ruas Padre Luiz Rossi, Vitotoma Mastroroza,

Barreto, ambos do PSDB que pouco fizeram para ajudar a resolver os problemas, quanto o reconhecimento de outros, mais empenhados, como o deputado estadual Adriano Diogo e o ex-vereador Beto CustÛdio e a atual vereadora petista Juliana Cardoso. Apesar do reconhecimento dos que ajudam e dos que atrapalham a prioridade dos moradores, conforme informou Lourival Delfino, a lideranÁa que registra em blog a trajetÛria de luta daquela comunidade nesta quest„o, È a soluÁ„o do problema n„o a divulgaÁ„o dos polÌticos. Vai mais longe, a lideranÁa diz n„o ter vÌnculos com qualquer partido, mas n„o dispensa quem pode ajudar. Subprefeito anda pela região e ouve moradores Durante a sua vistoria o subprefeito, que foi antecedido por alguns caminhıes da subprefeitura que fazia alguns rescaldos por l conforme registrado por Lourival Delfino, andou pelas ruas, viu o estado de calamidade que ficaram bueiros, galerias e atÈ algumas casas e ouviu dos moradores

CÛrrego do Riacho dos Machados lembrando que havia estado em reuni„o com a Sabesp um dia antes dessa sua visita. Indagado pela reportagem, o subprefeito ClÛvis reconheceu que as reivindicaÁıes s„o justas. ìEssa comunidade luta a mais de 30 anos. … um local relativamente nobre com uma parte j licitada e onde a prefeitura est intervindo, mas tem outra parte onde existe uma pendÍncia judicial; uma rea prevista para a desapropriaÁ„o que se transformou em precatÛrio e que demora em resolverî. LideranÁas ao lado do prefeito tentavam explicar que, provavelmente existe uma legislaÁ„o que d um perÌodo grande de carÍncia para aquele tipo especÌfico de caso de desapropriaÁ„o. Ao fundo pode-se ouvir um dos moradores se queixando ìSe tivermos que esperar esse tempo todo isso aqui nunca ser arrumadoî. Foi durante esse di logo que a reportagem quis saber qual gest„o havia feito algo pelo local quando a lideranÁa explicou a relaÁ„o com os parlamentares acima.

O subprefeito Clovis se compromete em encaminhar as demandas para a Sabesp

Áo do subprefeito de S„o Mateus. Segundo ele, uma comiss„o est em contato com Jo„o Francisco Apra, identificado por ele como chefe de gabinete do prefeito Kassab para que ela traga o prefeito atÈ o local para conhecer o

Bueiros entupidos e esgoto ‡ cÈu aberto infernizam a vida e colocam em risco a sa˙de dos moradores do Jardim TietÍ

Edson Mendo Leit„o, Adriano GonÁalves, Antonio Sampaio DÛria e outras invadindo casas, estragando mobÌlias revirando lixos e trazendo doenÁas tÌpicas de gua servida para alguns moradores que tiveram contato com a gua na ocasi„o. Diante da apreens„o quanto ‡ conclus„o das obras e o desastre recente a comunidade, atravÈs de suas lideranÁas, tem promovido encontros com autoridades, tem denunciado os descasos e atÈ registrado em udio e vÌdeo os problemas e os esforÁos para resolvÍ-los. Na visita ao local houve desde queixas a polÌticos como Dalton Silvano e Gilson

depoimentos sobre o sufoco que estavam passando e as cobranÁas para que se tomem providÍncias. O mesmo ocorreu com a reportagem que abriu seu microfone. NinguÈm aliviou. Apesar de reconhecer as responsabilidades distintas entre a construtora, a subprefeitura e a Sabesp a press„o È mesmo feita na Prefeitura. Muitos diziam que pagavam impostos e queriam atendimento decente. O subprefeito se comprometeu diante dos moradores e da reportagem a encaminhar algumas demandas para a Sabesp e lamentava n„o ter tido conhecimento um pouco antes do estado em que se encontrava o Jardim TietÍ e

De volta ao subprefeito ele respondeu que enquanto a obra est em andamento ele sÛ pode entrar para fazer limpeza. Praticamente nenhuma obra È possÌvel. Asfalto, por exemplo, que pode ser quebrado depois por conta de obras maiores. Diante da pergunta da reportagem sobre o que fazer a partir das queixas que estava ouvindo, o subprefeito se comprometeu a analis -las e no que foi possÌvel vai tentar atender. Liderança quer a presença do prefeito Para Lourival Delfino o que a comunidade quer È a presenÁa do prefeito tambÈm, apesar de reconhecer o esfor-

problema e trazer soluÁıes. TambÈm, ainda segundo a lideranÁa, que o chefe de gabinete havia cobrado agilidade da Construtora Araguaia. O microfone aberto ao povo TarcÌlia de Jesus Paiva, moradora da Rua Vitotoma Matroroza informou que a comunidade sempre teve problemas normais, mas, agora, atÈ o tr‚nsito de caminhıes em uma rua vem causando rachaduras nas casas e destoa de uma posiÁ„o da SPtrans, tempos atr s, que indeferiu pedido para que circulasse uma linha de transporte p˙blico por ali. Segundo a SPtrans o local n„o comportaria tran-

sito. ìPor que agora circula atÈ caminhıes carregados da Prefeitura?î, intriga-se a moradora. Secundada por outras mulheres a moradora ainda disse que È comum ‡s enchentes com as chuvas, mas que, efe-

ìQuando transborda o esgoto que pagamos para ser devidamente canalizado e tratado volta para as nossas casasî, inconforma-se outro morador. Com relaÁ„o ‡s providÍncias da Sabesp, Filomena Araujo denuncia que em certa ocasi„o

O subprefeito Clovis ouve as reclamaÁıes dos moradores

tivamente, essa enxurrada de fevereiro surpreendeu a todos causando mais prejuÌzos que as anteriores. Os v rios focos possÌveis de criadouro de dengue tambÈm foi denunciado pelos presentes, inclusive sobre os telhados de uma escola p˙blica na regi„o. ìQuando est muito calor, apÛs as 18 horas, convivemos com uma invas„o de mosquitos nos laresî, reclamam. Mais grave ainda foi ‡ informaÁ„o de que diversos moradores mesmo pagando para a Sabesp pelo fornecimento de gua e coleta de esgotos, o serviÁo È mal feito. Segundo eles o esgoto coletado nas casas s„o despejados logo ‡ frente dentro do cÛrrego.

a empresa, diante dos reclamos do moradores, despejou um lÌquido azul na rede de forma a identificar o mesmo lÌquido com essa coloraÁ„o mais para frente nos encanamentos. ìO resultado È que ninguÈm da comunidade nem os tÈcnicos da Sabesp conseguiram ver para onde foi o lÌquidoî, o que pode indicar que deve haver alguns vazamentos de esgotos n„o detectados pala empresa. Enfim, os problemas do Jardim TietÍ s„o muitos, mas o que mais constrange a comunidade È a lentid„o com as obras que foram prometidas para abril prÛximo, mas que a uma simples olhada d para ver que est longe de terminar.

Liderança contesta insinuações em matéria da subprefeitura

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a 2™ quinzena de fevereiro, a Gazeta publicou em sua p gina 7, matÈria assinada pela assessoria de imprensa da subprefeitura de S„o Mateus com o tÌtulo ìSubprefeitura S„o Mateus coÌbe ocupaÁ„o irregularî e, em seu terceiro par grafo

registrou que ìDezenas de pessoas entre homens, mulheres e muitas crianÁas, incitadas por um lÌder, estavam motivadas a terem sua moradia atravÈs desse atoî. N„o concordando com essa afirmaÁ„o, J. Fagundes se apresentou na redaÁ„o como o lÌder a quem a matÈria se referia. ìN„o estava l incitando ninguÈm, mesmo porque com a necessidade extrema porque passam aquelas mais de 65 famÌlias, eles prÛprios poderiam e podem tomar qualquer tipo de atitudeî, esclarece. Pelo contr rio, afirma ainda, ìfaÁo parte das pessoas que necessitam de moradia e estou ajudando a organizar as pressıes legitimas ao poder p˙blico para tentar conseguir soluÁıes para o grave problema de to-

par na Avenida Sapopemba, È uma das formas que elas endos nÛsî. Desde quarta-feira passa- prÛximo ao Conjunto Pro Mo- contram. Minha posiÁ„o denda, dia 4/3, segundo Fagun- rar Rio Claro est reservada tro do movimento È de abrir des, j est em poder da para a Jacu PÍssego durante a um canal negociaÁ„o e n„o de subprefeitura de S„o Mateus primeira reuni„o apÛs a ocu- confrontoî. Para Fagundes, tal como um cadastro das famÌlias que paÁ„o com a Prefeitura. Anprecisam de moradia. A prÛ- tes, durante anos, afirma o lÌ- colocado na matÈria da subprefeitura fica a imprespria lideranÁa fez o cas„o que ele estaria madastro com o maior rigor nipulando o povo para possÌvel, lembrando que “Identificando-se como fazer algo errado. ìN„o inicialmente eram mais liderança, Jota Fagundes, se trata disso, conheÁo de 120 famÌlias interessadas na ocupaÁ„o do ter- contesta notícias veiculadas de perto a prec ria situaÁ„o das famÌlias e alreno e que, atravÈs do cada Subprefeituraî guma coisa precisa ser dastro, caiu pela metade. feita e as famÌlias est„o O cadastro serviria para que o gabinete da subpre- der, a rea esteve abandonada fazendo. A ocupaÁ„o, que n„o feitura de S„o Mateus entras- e aparentemente sob respon- È decidida apenas por mim, È se em contato com a Cohab sabilidade da Limpurb e, uma das formas de pressiopara tentar viabilizar saÌdas eventualmente, sem o recolhi- nar, tal como continuaremos para a necessidade dessas pes- mento de impostos. ìA neces- fazendo agora, mesmo fora sidade extremada daquelas da rea cobrando do gabinesoas. Fagundes reconhece que famÌlias È angustiante e ocu- te da subprefeitura a abertusÛ tomou conhecimento de par uma rea para pressionar ra de negociaÁıes com quem que a rea que tentaram ocu- o poder p˙blico por moradia possa dar alguma esperanÁa

‡quela comunidadeî. Apesar de se posicionar seguramente pela negociaÁ„o institucional, Fagundes assume que È imprevisÌvel os desdobramentos dessa reivindicaÁ„o, caso as autoridades n„o apresentem alguma possibilidade de soluÁ„o. Ele se assume como lideranÁa a serviÁo das necessidades daquela comunidade que s„o as mesmas que a sua, entretanto, os encaminhamentos s„o decididos e assumidos por todos. Logo depois saiu da redaÁ„o em direÁ„o a subprefeitura de S„o Mateus para cobrar do Izaltino Augusto do Nascimento, um dos assessores o prometido contato que o gabinete iria fazer com a Cohab depois de ter o cadastro em m„os.


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Realizações da Subprefeitura de São Mateus, gestão Clóvis Luis Chaves

Canalização e tratamento de esgoto no Parque das Flores

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Programa CÛrrego Limpo, projeto do Governo do Estado, da Prefeitura de S„o Paulo e da Sabesp, tem o objetivo de aprimorar os sistemas de coleta de esgoto. A Sabesp executa obras para ampliar as redes j existentes, eliminar os lanÁamentos irregulares em cÛrregos e galerias de guas pluviais, assim como melhorar as condiÁıes dos sistemas de envio de esgotos para as estaÁıes de tratamento, alÈm disso, tambÈm favorece ao aumento de residÍncias conectadas ‡ Sabesp, ou seja, mais esgoto coletado e tratado. Com o apoio da Prefeitura de S„o Paulo, o Programa CÛrrego Limpo est em pleno desenvolvimento em S„o Mateus. Um bom exemplo È o trabalho realizado no Parque das Flores, no Parque S„o Rafael. A limpeza, manutenÁ„o e desobstruÁ„o das redes de esgoto acontecem apÛs um processo de filmagem, que verifica defeitos e ramais que n„o est„o conectados ‡ rede. Esse trabalho È de extrema import‚ncia pois, evita que o esgoto fique a cÈu aberto, assim como regulariza todas as redes irregulares de gua de chuva e esgoto. Esse esgoto que antes ia direto para o cÛrrego, ainda sem nome, que faz parte da cabeceira do CaguaÁu, a partir dessa intervenÁ„o, a rede de esgoto È interligada ao coletor tronco e o esgoto levado para tratamento. O objetivo È que 100% dos imÛveis do Parque das Flores estejam conectados ‡ rede da

Sabesp, ou seja, totalmente regularizados. Segundo o Subprefeito de S„o Mateus, ClÛvis Luiz Chaves ìa meta n„o È atingir o 100% sÛ no Parque das Flores, mas chegar muito prÛximo a isso em toda a regi„o de S„o Mateus, atualmente temos apenas 12% de esgoto tratado, isso È muito pouco quando falamos em sa˙de p˙blicaî. AlÈm da tecnologia e dos procedimentos dos profissionais da Sabesp, a colaboraÁ„o da populaÁ„o na conservaÁ„o das instalaÁıes È fundamental. A rede coletora, por exemplo, È imprescindÌvel para afastar os esgotos, evitar doenÁas e despoluir o meio ambiente, principalmente os cÛrregos e rios da cidade. Com a conex„o da rede coletora, alguns cuidados devem ser tomados. Nos serviÁos de desobstruÁ„o das tubulaÁıes de esgotos s„o encontrados absorventes, papel higiÍnico, fraldas, ponta de cigarro e restos de alimentos. Isso porque muitos clientes usam a rede de forma indevida. Um outro problema È

fazer a ligaÁ„o da rede de esgotos ‡ saÌda de gua das chuvas. Como a instalaÁ„o n„o È dimensionada para esta finalidade, È comum ocorrerem refluxos de esgotos e inundaÁıes internas. Por isso È importante que a populaÁ„o contribua com o trabalho do poder p˙blico, n„o depositando lixo e entulho em margens ou dentro dos cÛrregos, assim como cuidar das instalaÁıes em suas residÍncias. A aÁ„o de jogar lixo na rua provoca um grande desequilÌbrio ao meio ambiente e ‡ sa˙de da populaÁ„o, pois a sujeira acumulada provoca mau cheiro, transmite doenÁas, atrai ratos, baratas alÈm de contribuÌrem com as enchentes. Para combater a poluiÁ„o, as aÁıes s„o integradas e abrangem a interligaÁ„o de imÛveis ‡ tubulaÁ„o da Sabesp, prolongamento de redes coletoras e a retirada de lixo e entulho dos cÛrregos. A primeira ligaÁ„o de esgotos È sempre gratuita. Os moradores devem observar se o imÛvel est abaixo do nÌvel da rua

A Subprefeitura S„o Mateus promoveu nas semanas de 09 a 20 de marÁo diversas operaÁıes tapa buraco em toda a regi„o. Entre elas est a operaÁ„o que aconteceu na avenida Ragueb Chohfi, altura do 5600. ApÛs diversas solicitaÁıes de munÌcipes, e a estiagem das chuvas, foi possÌvel realizar o tapa buraco no local. Essa È uma operaÁ„o de emergÍncia, pois para que os problemas sejam sanados È necess rio uma obra maior, com construÁ„o de galerias de guas pluviais e recapeamento. A construÁ„o de galerias far com que a gua das chuvas n„o passe por cima da rua. Resolvido esse problema, o recapeamento ser possÌvel.††††††††††† Outra aÁ„o da subprefeitura, dessa vez com o apoio dos agentes da CET (Companhia de Engenharia e Tr fego), foi a reconstruÁ„o de uma lombada na avenida Bento Guelfi, em frente ao CEU Alto Alegre. Essa foi outra reivindicaÁ„o da comunidade, que alÈm da lombada aguarda pela sinalizaÁ„o e iluminaÁ„o da via. Assim como essas vias, v rias outras receberam a operaÁ„o tapa buraco. Caso queira solicitar a operaÁ„o tapa buraco na sua rua ou no seu bairro, faÁa uma solicitaÁ„o na PraÁa de Atendimento da Subprefeitura S„o Mateus, localizada na avenida Ragueb Chohfi, 1400. †

Buracos e vandalismo em trecho sem acostamentos na estrada do Guaraciaba

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150 a 400 mm. Em virtude da entrada de frentes frias, as temperaturas no paÌs s„o mais amenas nessa estaÁ„o; as mÌnimas variam entre 12∫C a 18∫C e as m ximas oscilam entre 18∫C e 28∫C. Entre outras caracterÌsticas do outono, podemos citar a diminuiÁ„o da umidade do ar, alÈm do fato dos dias e das noites terem a mesma duraÁ„o. No hemisfÈrio norte, uma das caracterÌsticas principais da estaÁ„o È a mudanÁa da coloraÁ„o das folhagens das rvores, que passam a apresentar tons amarelados e avermelhados. … no outono que ocorrem as grandes colheitas, visto que as frutas j est„o bastante maduras e comeÁam a cair no ch„o.

Prefeitura de Mau esta pedindo ao Dersa (respons vel pelas obras do rodoanel e pelas reformas da av. Papa Jo„o XXIII e da estrada Jacu-pÍssego) que realize a revitalizaÁ„o de um trecho com 700 metros que liga a saÌda do Rodoanel M rio Covas ‡ estrada do Guaraciaba. A intenÁ„o È de que as vias recebam novo asfalto, guia, sarjeta e calÁada. O novo trecho cujo recapeamento a Prefeitura sugere compreende 400 metros da estrada do Guaraciaba e mais 300 metros da Papa Jo„o XXIII, n„o inclusos no atual projeto de intervenÁ„o do Dersa. Segundo o secret rio de Mobilidade Urbana, Renato Moreira, o tr‚nsito neste trecho deve aumentar apÛs o inÌcio das operaÁıes do Rodoanel. ìTeremos demanda de

moradores de Mau e de Santo AndrÈ para o Rodoanel, e de caminhıes com destino ‡s ind˙strias daquela reaî. Na estrada Papa Jo„o XXIII tambÈm existem uma Cadeia P˙blica e uma unidade da Fun-

daÁ„o Casa. De acordo com Moreira, as vias atÈ est„o no cronograma da operaÁ„o tapa-buracos. ìMas, em vista do tr‚nsito previsto para o futuro, È importante que as vias passem por toda uma revitalizaÁ„oî. Moreira vai sugerir a obra com o Dersa, e acredita n„o haver dificuldades, uma vez que, para fazer a revitalizaÁ„o, o Dersa n„o precisar realizar desapropriaÁıes ou criar novas vias.

Prolongamento da Jacu- Pêssego - Trecho Sul

s obras de prolongamento da avenida Jacu- PÍssego, Trecho Sul, est„o chegando a S„o Mateus. O trecho ligar † a Zona Leste a Mau e dever trazer ainda mais desenvolvimento para a regi„o. Ainda

SEGURANÇA II

Seccional informa: Já está funcionando a Delegacia do Idoso

e consultar a Sabesp sobre a possibilidade de ligaÁ„o. † Tapa buraco e reconstrução de lombada

A coloração amarelada Mauá pedirá revitalização de trecho não incluso das folhas é uma das no Rodoanel características do outono

outono È a estaÁ„o que marca a transiÁ„o entre o ver„o e o inverno. Ela se inicia entre 22 e 23 de setembro no hemisfÈrio norte e entre 20 e 21 de marÁo no hemisfÈrio sul. O hor rio de inÌcio da estaÁ„o È definido pelo instante em que o Sol atinge o ZÍnite de um ponto situado no Equador, de forma que a rea iluminada pelo Sol seja igual nos dois hemisfÈrios. Por ser uma fase de transiÁ„o entre o ver„o e o inverno, o outono apresenta caracterÌsticas de ambas as estaÁıes: reduÁ„o de chuvas, mudanÁas bruscas no tempo, nevoeiros em algumas regiıes, entre outras. No Brasil, os Ìndices pluviomÈtricos durante o Outono variam geralmente entre

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n„o È possÌvel perceber a movimentaÁ„o, mas a Dersa (Desenvolvimento Rodovi rio S.A.) j est se preparando para o inÌcio dos preparativos. DesapropriaÁıes e indenizaÁıes s„o os assuntos principais nas rodas de conversa

das pessoas que atualmente moram prÛximos ao percurso por onde passar a nova avenida. Foi pensando em esclarecer todas as d˙vidas dos moradores que a Dersa instalou um posto de atendimento na Subprefeitura de S„o Ma-

teus. Com o objetivo de esclarecer as d˙vidas dos munÌcipes, duas funcion rias da Dersa atendem das 8 ‡s 17 horas. Quem quiser pode entrar em contato com o CID - Centro de InformaÁıes da Dersa pelo telefone 08007266300.

Seccional homenageia a diretora do jornal Lucy MendonÁa, por bons serviÁos prestados a comunidade

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ntonio Carlos Palhares, delegado titular da 8™ Seccional da Capital disse em entrevista ao jornal Gazeta S„o Mateus, que a Delegacia do Idoso j est em funcionamento no Parque do Carmo e explica os casos mais corriqueiros que ela pode atender. Acompanhe. GSM ñ Como foi ‡ inauguraÁ„o e onde est localizada a Delegacia do Idoso de nossa regi„o? Palhares ñ SÛ recentemente conseguido inaugurar a delegacia que fica na rea do 53∫ DP no parque do Carmo, pois sÛ agora consegui reunir os recursos humanos para trabalhar l . Temos um titular, JosÈ Carlos Bueno

impossibilidade tenta dar outros encaminhamentos. GSM ñ Mudando um pouco de assunto como esta a seccional? Palhares ñ O trabalho aqui n„o È f cil, temos muitos funcion rios que n„o moram nas redondezas, mas estou procurando montar um time mais permanente, eu, por exemplo, n„o quero sair daqui e gostaria de poder continuar desenvolvendo e passando a minha experiÍncia de mais de 47 anos de polÌcia para fazer de nossa seccional e de nossa polÌcia uma polÌcia melhor e mais eficiente. Para isso tambÈm estamos tentando criar melhores condiÁıes de trabalho para todos.

O deputado Fernado Capez sendo homenageado pela seccional

trÍ s delegados plantonistas, uma assistente social e demais funcion rios. Agora È para valer. GSM ñ Em que situaÁıes mais corriqueiras os idosos passam a ser casos de polÌcia? Palhares ñ De v rias formas, sendo os mais comuns estelionatos cometidos pelas prÛprias famÌlias. Temos conhecimento da ocorrÍncia de muitos casos onde filhos e parentes querem tomar os bens de pais ou avÛs idosos, incluindo dinheiro de aposentadorias sem o consentimento e a concord‚ncia deles. Qualquer ameaÁa nesse sentido o idoso pode procurar a delegacia especializada agora no Parque do Carmo ou a delegacia mais prÛxima que vai tomar as primeiras providÍncias e enviar para a especializada. Insistimos muito que em caso de ameaÁas ou prejuÌzos dessa natureza, outras pessoas podem denunciar anonimamente para investigarmos. GSM ñ A violaÁ„o dos direitos do idoso È analisada pela delegacia tambÈm a partir do Estatuto do Idoso? Palhares ñ Realmente, nos procuramos atender o que est disposto no Estatuto. Mesmo situaÁıes fora do estatuto nÛs procuramos atender. Temos diversos casos que se trata de assistÍncia social e pequenos abandonos e n„o de crime. Por essa raz„o temos na delegacia a assistÍncia social que analisa esses casos para encaminhar as providÍncias. Em geral, para os pequenos casos de abandono, por exemplo, a assistÍncia social tenta fazer uma reaproximaÁ„o entre os idosos e suas respectivas famÌlias ou, na

TambÈm deve melhorar em mÈdio prazo com a chegada de novos policiais, investigadores e escriv„es, enfim, novos funcion rios para nos ajudar em todas as delegacias da seccional. GSM ñ E quanto ‡ delegacia da mulher? Palhares ñ Conforme prometi cerca de cinco meses atr s continuo empenhado tentado viabilizar a instalaÁ„o de outra delegacia da mulher, sÛ que desta vez, se possÌvel, bem mais prÛxima do centro de S„o Mateus. N„o desisti n„o e acho que a delegacia da mulher acontecer . GSM – E quanto aos crimes em S„o Mateus, como est„o os Ìndices? Palhares ñ Diminuindo. CaÌram os roubos de carros e os assaltos. Continuamos com diversos problemas com drogas, entretanto s„o realizados no conjunto de todas as delegacias da seccional flagrantes di rios. O combate aos delitos continua e nesse sentido insisto para que a populaÁ„o de bem continue denunciando mesmo que anonimamente para que tomemos as providÍncias. GSM ñ Pra finalizar, parece que foi um sucesso a festa de fim de ano, n„o? Palhares ñ Sucesso, com certeza. Milhares de pessoas participaram e cerca de 30 entidades regularmente constituÌdas levaram brindes para distribuir entre os seus assistidos. Para este ano devemos melhorar ainda mais a festa e estamos cadastrando entidades interessadas desde que elas estejam regulares, tenha diretoria honesta e esteja dentro de nossa rea de atuaÁ„o.


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Movimento acompanha desapropriações para a Jacu Pêssego

Amilton Clemente e Douglas

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movimento em defesa das famÌlias que residem em reas situadas no traÁado previsto para a extens„o da Jac˙ PÍssego em direÁ„o ao ABC conta com a participaÁ„o de algumas lideranÁas de S„o Mateus. Entre elas est Hamilton Clemente que È dirigente do Masce ñ Movimento Ambiental, Cultura e Ecologia. Em entrevista ele informa que a finalidade do movimento È manter atentas as famÌlias quanto ‡s condiÁıes e os valores oferecidos pela desapropriaÁ„o, processo capitaneado pela Dersa.† CritÈrios e valores tÍm gerado preocupaÁıes. Embora, conforme noticiado por esta Gazeta, em outras ocasiıes, a Dersa ñ Desenvolvimento Rodovi rio S/ A j tenha explicitado os critÈrios: um para propriet rios legais com o reembolso em valores de mercado; outro para reas irregulares, mas com benfeitorias e ainda outro para locais de risco e que nunca deveriam ter sido ocupado, os moradores nunca se sentem seguros e, agora, s„o os valores que vem sendo questionados. ìA minha posiÁ„o pessoal e do movimento È que essas desapropriaÁıes contemplem

as necessidades dos moradores e se faÁam em valores justos e vi veis para que as famÌlias que tiverem que sair possa fazÍ-lo em condiÁıes mÌnimas de se viabilizarî, explica a lideranÁa que, fazendo um mea culpa, assumiu que desde algum tempo tem grandes preocupaÁıes com relaÁ„o ‡ preservaÁ„o do meio ambiente. Hamilton admitiu em entrevista gravada que em outras ocasiıes, por conta da ocupaÁ„o no Jardim da Conquista, por exemplo, suas preocupaÁıes eram outras. Com relaÁ„o ‡ desapropriaÁ„o, Hamilton lembra que parece que a Dersa e a prefeitura, l tr s, por ocasi„o da primeira audiÍncia para discutir o projeto e o traÁado da Jacu PÍssego n„o contavam com a capacidade de intervenÁ„o e participaÁ„o da comunidade. Talvez, por isso, uma sÈrie de irregularidades, segundo a lideranÁa, foi cometida como, por exemplo, a n„o divulgaÁ„o ampla do edital de convocaÁ„o e nem com prazo factÌvel para conhecimento e participaÁ„o dos interessados. AlÈm disso, a foto aÈrea a partir da qual seriam discutidos o traÁado e as intervenÁıes era de 1997, bastante defasada em relaÁ„o a realidade mais re-

cente. A mobilizaÁ„o do povo com mais de 2000 pessoas presentes inviabilizou a audiÍncia firmando novo acordo para ocorrer em outro momento. ìEles transferiram para a cidade de Mau , onde sequer os dados que deveriam ser de conhecimento dos moradores e interessados estavam disponÌveis. Nem o antigo prefeito de Mau , sabia o que estava por ocorrerî, exclama. FaÁa-se justiÁa. Segundo Hamilton, em S„o Mateus, pelo menos os documentos ficaram a disposiÁ„o na subprefeitura. Pessoalmente em diversos encontros, com o apoio das entidades que lhe deram credibilidade Hamilton inviabilizou as discussıes superficiais sobre o assunto. … preciso aprofundar os prÛs e contras do projeto. ìSe S„o Mateus vai ter um desenvolvimento como toda a cidade, tambÈm vai ter problemas com poluiÁ„o sonora e do ar em funÁ„o do n˙mero de caminhıes que dever trafegar pela regi„o. Vamos acompanhar para que as compensaÁıes sejam significativasî, enfatiza.

Indagado sobre as ocupaÁıes que ocorrem mesmo apÛs o conhecimento p˙blico de que determinada rea n„o ser para moradia, Hamilton diz n„o concordar com essas ocupaÁıes, principalmente quando promovida por pesso-

onde segundo ele, o† processo atual com a assinatura de um contrato de uso com opÁ„o de compra junto a Cohab, com os moradores pagando prestaÁıes ainda est longe de ser regularizaÁ„o. Para dar uma dimens„o do problema,

as que visam tirar algum proveito futuro com indenizaÁıes, entretanto reconhece que mesmo para os casos de ocupaÁ„o mais recente o poder p˙blico ter que viabilizar alternativas de mudanÁa de

Hamilton ainda lembrou a existÍncia de 1000 barracos no S„o Francisco, onde atÈ recentemente o poder p˙blico estava oferecendo valores irrisÛrios para que os moradores desocuparem o local.

justada para R$ 800 milhıes pudesse ser maior. Hoje È algo em torno de menos de 1%. De qualquer forma os valores iniciais faziam alus„o aos R$ 200 milhıes iniciais previstos, agora os valores tem que ser sobre a verba reajustada. Na mesma direÁ„o, o movimento entende que se os impactos ser„o em S„o Mateus È para o distrito que devem ser direcionados os recursos e as compensaÁıes. Hamilton se referia a uma possibilidade de algo prÛximo de R$ 1,6 mil de compensaÁ„o sobre os valores iniciais serem usados no plantio de rvores no Parque do Carmo e n„o em S„o Mateus. ìNada contra o plantio de mais rvores na Apa do Carmo, entretanto queremos as compensaÁıes onde os impactos ser„o geradosî. A esse respeito o movimento est pedindo audiÍncia como secret rio municipal do meio ambiente, Eduardo Jorge, sem data agendada para esclarecimentos. ìTambÈm n„o vamos aceitar isso. J chega o Ex-

moradia para as famÌlias. Hamilton lembra que existem ocupaÁıes com mais de 15 anos de existÍncia, o caso do Iguatemi e as ocupaÁıes que est„o em litÌgio, como È o caso da Vila Bela e os casos de processo inicial de regularizaÁ„o como È o caso de parte do Jardim da Conquista,

Que o movimento deseja Segundo o entrevistado se a Dersa firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a presenÁa do MinistÈrio P˙blico onde se comprometa a ressarcir em melhores condiÁıes os ocupantes j ajuda. ìVale lembrar que no Jardim S„o Francisco a Sehab queria pagar apenas R$ 1,8 para os moradores desocuparem e foi atravÈs da defensoria p˙blica que conseguimos barrar essa injutiÁaî. … nesse sentido que um compromisso p˙blico com a presenÁa do MP seria um avanÁo nas negociaÁıes. Outra reivindicaÁ„o do movimento È que o Ìndice de percentagem sobre o valor total da obra que agora foi rea-

presso Tiradentes que ainda estamos atr s das compensaÁıes. A mitigaÁ„o ou a compensaÁ„o dos estragos tem que ser usadas aqui em S„o Mateus e n„o abrimos m„o dissoî, enfatiza. † Movimento vai atrás de apoio na Assembléia No dia 27 de marÁo, uma caravana de moradores dever ir atÈ a AssemblÈia Legislativa para expor os problemas com a Jacu PÍssego que est„o ocorrendo na regi„o. Todos os deputados foram convidados e o aluguel dos Ùnibus, faz quest„o de explicar ser atravÈs da coleta entre moradores, comerciantes e demais simpatizantes pela causa.

Escola Estadual Iguatemi, onde vai passar um viaduto por cima

Outra preocupação do movimento …quanto aos n˙meros de famÌlias que ser„o desalojados. Os n˙meros atuais n„o batem com as estimativas. ìPassa de cinco mil famÌlias atualmente. Em audiÍncia p˙blica falaram que no Jardim Conquista seriam 42 famÌlias, o cadastro mais atual, entretanto, conta com mais de 500. Na Vila Bela, falaram em 166 terrenos, mas j tem mais de 300. Em Mau chegou-se a 184 residÍncias cadastradas, ainda lembrando que em expressiva quantidade de residÍncias n„o moram apenas uma famÌliaî, esclarece.

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Edital de Convocação Convocamos a todos os membros interessados a participarem da assemblÈia de fundaÁ„o da AssociaÁ„o Beneficente ProvaÁ„o do Jardim Sapobemba que ocorrer no dia 03/04/2009. As 10:00hs, na sede da entidade a rua Ministro ApolÙnio Sales, n∫ 847 ñ Jardim TietÍ ñ SP (capital)

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Gazeta São Mateus

2ª Quinzena de Março/2009

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* Felicidades ao casal * Casamento Priscila e Gilberto – 07/02/2009

O

casamento È um compromisso eterno unindo duas pessoas que se amam. Ele possibilita o amadurecimento de uma uni„o que acima de qualquer outro relacionamento, È um compromisso eterno. Com muito amor, o matrimÙnio È o mais nobre de todos os relacionamentos. Marido e mulher s„o sempre os melhores amigos, confidentes, amantes, mestres, ouvintes e crÌticos. Nos momentos difÌceis, o amor de um pelo outro sempre ser superior. O ma-

trimÙnio enriquece todas as fases da vida com muitas alegrias, fortalecendo ainda mais o relacionamento e mantendo a tristeza bem longe. O casamento compreende e perdoa os erros que a vida nos tr s, tornando possÌvel um recomeÁo entre os dois, com muito amor, carinho e paciÍncia. Quando duas pessoas se unem num matrimÙnio, um espÌrito ˙nico os une, fortalecendo ainda mais essa uni„o. O casamento È a promessa feita no coraÁ„o de duas pessoas que se amam.

Alma de Mulher Nada mais contraditÛrio do que ser mulher... Mulher que pensa com o coraÁ„o, age pela emoÁ„o e†vence pelo amor. Que vive milhıes de emoÁıes num sÛ dia e transmite†cada uma delas, num ˙nico olhar. Que cobra de si a perfeiÁ„o e vive arrumando† desculpas para os erros, daqueles a quem ama. Que hospeda no ventre outras almas, d a luz e†depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou. Que d as asas, ensina a voar mas n„o quer ver partir†os p ssaros, mesmo sabendo que eles n„o lhe pertencem. Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu† amor nem perceba mais tais detalhes. Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso† as dores que sente na alma, sÛ pra ninguÈm notar. E ainda tem que ser forte, pra dar os ombros para†quem neles precise chorar. Feliz do homem que por um dia souber, entender a† Alma da Mulher!!! (Autoria: Fátima Ayache)

Curiosidades Trevo de Quatro Folhas

D

iz a lenda, que a raridade de um trevode-quatro-folhas o transformou em um poderoso amuleto. Os antigos magos druidas, que habitavam a Inglaterra por volta do ano 300 a.C., acreditavam que quem possuÌsse um desses trevos poderia absorver os poderes da floresta e a sorte dos deuses - com isso, tambÈm adquiria o dom da Prosperidade. Ainda segundo a lenda, para que se tenha sorte com o trevo-dequatro-folhas, È preciso ganh -lo de presente e depois presentear trÍs pessoas. O trevo de 4 Folhas È o

sÌmbolo mais tradicional de boa sorte. Quando se ganha um trevo de quatro folhas, diz a tradiÁ„o, a pessoa recebe votos de prosperidade, sa˙de e fortuna. Ainda segundo as tradiÁıes, a cada trevo que se colhe, brotam seis novos, multiplicando a sorte para todos. Existem muitas curiosidades a respeito desta planta. Uma delas descreve que cada folha do trevo tem um significado: ESPERAN«A - F… AMOR - SORTE. O n˙mero de folhas - quatro - representa um ciclo competo, como as 4 estaÁıes, as 4 fases da lua ou os 4 elementos da natureza: Ar, Fogo, Terra e ¡gua.

Podemos fazer um belo amuleto com o trevo-dequatro-folhas: basta colher a folha, cortar bem rente ‡ haste e colocar dentro de um livro grosso para secar bem retinha. Depois È sÛ plastificar ou colocar num saquinho pl stico e carregar dentro da carteira ou da bolsa.

Plantas medicinais ARRUDA Propriedades terapêuticas: Adstringente, analgÈsica, antiasm tica, antiepilÈptica, antiespasmÛdica, anti-helmÌntica, anti-hemorr gica, anti-histÈrica, antiinflamatÛria, antinevr lgica, bactericida, calmante, carminativa, cicatrizante. Indicações terapêuticas: NormalizaÁ„o do ciclo menstrual, sarna, piolhos, conjuntivite, leximaniose. Acredita-se que a mais importante virtude da arruda È oferecer maior resistÍncia aos capilares sang¸Ìneos, evitando-se assim possÌveis hemorragias. RECEITAS Vermífugo ñ Picar duas folhas e coloc -las em 100ml de lcool de cereais dentro de um vidro de cor ‚mbar. Depois de 9 dias, tomar 6 gotas da tintura em uma colher de sopa de gua a noite antes de dormir, durante 10 dias. Combate a piolhos ñ Lavar a cabeÁa 2 vezes ao dia com o ch morno (20 g para cada litro de gua). Enxaguar com xampu ou sabo-

nete. Parasitas, piolhos e lêndeas ñ Socar em um pil„o 4 folhas de Arruda. Juntar com um copo de vinagre branco, uma colherinha de sal marinho e deixar em maceraÁ„o por trÍs dias. Coar e aplicar o lÌquido no couro cabeludo com um chumaÁo de algod„o. Deixar agir por duas horas sem se expor ao sol para evitar queimaduras. Lavar os cabelos como de costume e repetir este processo trÍs vezes na semana. Sarna ñ Ch das folhas (20g para 1 litro de gua). Tomar 3 xÌcaras ao dia. 1 copo de folhas frescas picadas em 1 litro de lcool. Deixar por uma semana: passar no local afetado pela sarna. Conjuntivite ñ DecocÁ„o de 2 colheres das de sopa de folhas em 1/2 litro de gua por 5 minutos. Uso externo. Coar, esperar amornar e aplicar compressas de algod„o v rias vezes ao dia sobre os olhos.

Macerar as folhas e deix -las de molho durante 4 horas. Lavar os olhos com gua de arruda. Estresse (esgotamento) ï Ch das folhas (l5 g para 1 litro de gua). Tomar 2 xÌcaras ao dia. ï AmenorrÈia (ausÍncia do fluxo menstrual fora do perÌodo de gravidez) ï Ch das folhas (5 g para 1 litro de gua). Tomar 1 xÌcara ao dia. Normalizar o ciclo menstrual ñ Socar em um pil„o duas folhas grandes de Arruda e adicionar uma xÌcara de ch de gua. Deixar em maceraÁ„o por uma noite e coar no dia seguinte. Tomar em jejum durante os oito dias que antecedem a menstruaÁ„o.

Os signos deram um jantar... O Ariano foi a um supermercado, voltou em cinco minutos e serviu lasanha congelada, batata frita e refrigerantes. O Taurino tirou a porcelana e a prataria do arm rio, preparou aquela receita que est na famÌlia h anos, abriu aquele vinho que estava esperando uma ocasi„o especial e o cafezinho foi preparado em cafeteira italiana. Depois, todo mundo escutou uma boa m˙sica ao sabor de um licorzinho delicioso. O Geminiano pediu tudo pela Internet enquanto perguntava pelo telefone que pratos deveria servir. Foi sÛ ir ‡ porta e desembrulhar os cinco tipos diferentes de pratos que ele encomendou. O Canceriano foi pra cozinha, chamou a avÛ e preparou tudo com muito amor e serviu em pratos decorados com rosas. Quem n„o comeu

tudo n„o ganhou sobremesa. O Leonino deu um conjunto de louÁas decorado com rosas de presente para o canceriano e pediu para ele preparar o jantar dele tambÈm. Virginiano abriu a geladeira que estava cheia de sobras. O jantar acabou sendo uns sanduÌches e pastas para pÙr nas torradas. NinguÈm reclamou. O pessoal ficou muito mais ‡ vontade e estava uma delÌcia. O Libriano contratou um buffet. Os pratos estavam t„o lindos que ninguÈm queria tocar na comida. O Escorpiano fez um jantar ‡ meia-luz, cheio de receitas com mais pimenta que despensa de baiano. Quem teve coragem, provou e acabou passando mal. Quem n„o teve coragem, perdeu uma comida porreta, porque deu piriri, mas atÈ que estava boa. O Sagitariano enfeitou a

casa inteira, escolheu umas m˙sicas legais e ficou chateado porque ninguÈm trouxe a comida. O jeito foi todo mundo ir para a churrascaria. Cada um pagou o seu. O Capricorniano fez um jantar impec vel, mas o pessoal ficou chateado, porque toda vez que tem jantar na casa dele È o mesmo prato. O pior È que tem hora para recolher o prato e servir a sobremesa. Quem n„o acabou a tempo ficou sem sobremesa. O Aquariano esqueceu do jantar. O pessoal chegou e ele ainda estava de pijama. A sorte È que o virginiano estava l e fez sanduÌches com as sobras dele. Todo mundo se divertiu. O Pisciano serviu um cuscuz maluco que o pessoal devia comer com a m„o. NinguÈm nem sentiu o gosto direito por causa do cheiro de incenso.

Para conseguir um olhar misterioso e sensual, Sâmia Maluf ensina a preparar um kajal em casa A aromaterapeuta fala da tradição oriental de pintar os olhos

N

o Oriente MÈdio, pintar os olhos È uma tradiÁ„o que vai alÈm da beleza. Segundo a aromaterapeuta e aromatÛloga S‚mia Maluf ñ fundadora e propriet ria da By Samia Aromaterapia ñ, os antigos orientais usavam o Kajal ñ pÛ ou bast„o para pintar os olhos ñ como fator de proteÁ„o contra doenÁas oft lmicas e problemas inflamatÛrios em geral e atÈ contra maus espÌritos: ìAtÈ hoje alguns povos, como os berberes, povo origin rio do deserto prÛximo a Marrakesh, ainda aplicam Kajal nos olhos dos bebÍs para fortalecÍ-los espiritualmenteî, comenta S‚mia. Mesmo as mulheres do Oriente MÈdio, que cobrem o corpo totalmente, usam Kajal para pintar os olhos. ìAs marroquinas, por exemplo, andam com o corpo todo coberto, mas s„o muito vaidosas. VÈus, burca e trajes escuros sÛ n„o

cobrem os olhos, eis o porquÍ do uso do Kajal ainda hojeî. Na Õndia, Egito e no Marrocos, entre outros paÌses orientais, usa-se o produto em pÛ ñ feito de carv„o (carbono) e especiarias bem moÌdas ñ e aplica-se com um palito. As prÛ-

prias orientais fazem seu prÛprio Kajal em pÛ. Todas as receitas incluem carv„o, ora sozinho, ora com cravo, canela ou pimenta, j que o cosmÈtico tem funÁ„o bactericida. ìA receita mais simplificada utiliza apenas carv„o vegetalî, diz S‚mia. Ela d a dica: - Triture um pedaÁo de carv„o vegetal atÈ ficar bem moÌdo. … preciso, depois, filtrar o pÛ em panos finÌssimos ñ cambraia, por exemplo, semelhante ‡ fralda de bebÍ ñ, para que n„o sobre nenhum resÌduo que machuque o olho. … imprescindÌvel que o pÛ fique muito fino. Coloque o pÛ em um pote pequeno, limpo e tampado. - Para aplicar, ëmolheí um palito de unha arredondado e lixado no pÛ e aplique-o na parte inferior da p lpebra, com o olho fechado. Pode ser usado tanto na parte inferior quanto na superior dos olhos.

Banhos de ervas

O

s banhos de ervas s„o grandes aliados da magia e todos podem tirar o m ximo partido dos seus efeitos benÈficos. Normalmente, todas elas podem ser encontradas em farm cias ou em casas de produtos naturais. Para os banhos m gicos, faÁa uma infus„o com 3 colheres (sopa) da erva escolhida em 2 copos de gua. Coe e acrescente a infus„o ‡ gua do banho. CAMOMILA - Os resultados deste banho s„o uma profunda sensaÁ„o de repouso e de limpeza espiritual. Para tirar ainda maior partido,

humedeÁa dois pedaÁos de algod„o na gua do banho e coloque-os sobre os olhos. HORTELÃ - Serve para tonificar os m˙sculos e renovar as energias. ORÉGÃO - … indicado para aliviar dores musculares e reum ticas, e alÈm disso estimula o intelecto e a clarividÍncia. ALFAZEMA - O banho de alfazema tem uma grande vantagem, pois vocÍ j sai dele suavemente perfumada. Para hidratar o corpo, pingue na gua do banho 5 ou 6 gotas de Ûleo de amÍndoa doce.

SÁLVIA - Erva de efeito antiinflamatÛrio , que ajuda a combater cravos e espinhas. O banho de s lvia È recomendado especialmente para quem tem pele oleosa. FLOR DE LARANJEIRA - O banho com esta erva d uma gostosa sensaÁ„o de frescura e descanso. A flor de laranjeira È tambÈm adstringente e fecha os poros excessivamente dilatados. MELISSA - TambÈm conhecida como erva-cidreira, proporciona um banho repousante e perfumado. Tomado antes de dormir, garante um sono tranquilo.

“O amor não começa e termina do modo que pensamos. O amor é uma batalha, o amor é uma guerra; o amor é crescimento contínuo.” (James Baldwin)


Gazeta São Mateus

Página 10

2ª Quinzena de Março/2009

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