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DE OLHO NOS FATOS
Gazeta São Mateus
Parque São Rafael
ANO XX - Nº 375
Adriano Pinga na E ditorial
Iguatemi
2ª quinzena de Maio 2014
participa São
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
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É hora de parar de dormir
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ma dúvida cruel e aparentemente ainda sem uma resposta convincente vem crescendo nos corações e mentes. Quais as razões para os protestos, manifestações e greves que estamos vendo e tomando conhecimento nesses dias de maio que correm?
Opinião
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Aliados da Dilma começam a abandonar o barco
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inda que a presidenta Dilma Roussef (PT) ainda possa contar com grande tempo de exposição no horário eleitoral ele tende a diminuir na medida em que antigos parceiros de governo abandonam o barco para formar fileiras na oposição ou em oposição própria para aumentar o cacife e o valor de suas legendas numa futura nova composição governamental.
MEIO AMBIENTE Página 6
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iversas lideranças de São Mateus e região participaram da nova edição do Pinga Fogo na sede da Gazeta São Mateus, dia 23/05, com o deputado estadual Adriano Diogo (PT-SP) que tem longa e intensa presença na região. O encontro foi coordenado pela diretora do jornal, Lucy Mendonça. Respondendo a primeira pergunta chave feita pela
Nenhum avanço em nova reunião do Conseg 49 DP
m nova reunião do Conselho de Segurança – Conseg do 49º DP, dia20/5, o Capitão Tirsso da 5ª Cia PM/SP fez um desabafo que mais parecia ser uma resposta ao descontentamento geral da comunidade presente a reunião anterior a essa e registrada pela reportagem. Procurou demonstrar que a Polícia Militar atua, mas não faz alarde e propaganda disso. A mesa composta por José Ramirez, presiden-
te do Conseg, pelo delegado titular do 49o DP, Luiz Carlos Uzelin, pelo Tenente Moisés, da 2ª Cia PM/SP, pelo Inspetor Figueiredo, da GCM e por José Carlos, representando o subprefeito de São Mateus Fabio Santos que estava em outro compromisso. Ramirez abriu os trabalhos recolhendo algumas queixas que se repetiram, alguns encaminhamentos e, no restante do encontro, a fala do capitão. Página 5
diretora do jornal, Lucy Mendonça, do porque deveríamos dar a ele o voto, Adriano Diogo respondeu que só se deve votar naqueles em que se tiver confiança e certeza de comprometimento em resposta à primeira pergunta. “Acho que não se deve votar apenas no que se fala e se promete fazer, mas também pelo que a pessoa foi e é. Particularmente tenho dificuldade com relação a essa coisa de pedir voto. Página 7
Pote cigano para a prosperidade e riqueza
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O desabafo do capitão Tirsso
sta magia cigana para prosperidade e riqueza pode ser feita para se colocar em casa ou em ambiente comercial. Deixe seu pote bem próximo a porta de entrada para que chame a energia da fartura para dentro de seu imóvel.
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João Leite, vereador de Senador do Haiti recebe Embu das Artes visita título de cidadão paulistano lideranças em São Mateus
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companhado do ex-vereador Alessandro Guedes e Hamilton Clemente, o vereador e presidente do PT de Embu das Artes circula por São Mateus. Muito provavelmente busca apoio, pois será candidato a deputado estadual pelo seu partido nas eleições deste ano. Reeleito para um segundo mandato como vereador e como presidente do Partido dos Trabalhadores de Embu das Artes, João
Leite fez visitas a região e conversou informalmente
com a Gazeta São Mateus Página 8
Senador Jean Charles Moise, que lidera campanha pela retirada das tropas brasileiras do Haiti, recebe homenagem por iniciativa da vereadora Juliana Cardoso (PT) Página 6
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E ditorial
É hora de parar de dormir
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ma dúvida cruel e aparentemente ainda sem uma resposta convincente vem crescendo nos corações e mentes. Quais as razões para os protestos, manifestações e greves que estamos vendo e tomando conhecimento nesses dias de maio que correm? Partiremos do que pode ser entendido como premissas de que: para as greves trata-se de um braço de ferro entre empregados e empregador, em geral por uma participação maior no excedente com uma remuneração mais gentil para a força de trabalho; melhores condições de trabalho e vida ou ainda greves com caráter político mais amplo e menos corporativo. Greves também se dão em categorias de servidores do Estado pelos mesmos motivos. A dúvida é: são, sempre, justos os motivos ou tudo faz parte de outros objetivos e interesses. O de influir em resultados eleitorais, por exemplo, no modo até certo ponto mais mesquinho de ser ou para causas mais nobres e de interesses legítimos e amplos. Quanto as manifestações e protestos generalistas com focos mais fluidos, menos objetivos e que em geral dão demonstrações explicitas de certos descontentamento são protestos e manifestações que tem como destinatário e adversário nas escaramuças os governos. Não particularizemos aqui se federal, estadual ou municipal, apesar de ter uma ligeira compreensão de que protestos de desconfortos tenham o governo federal principalmente como destinatário. À ele são dirigidas as demandas e demonstrações de descontentamentos difusos. Protesta-se contra algo que não achamos correto; que poderia ser diferente ou ainda que poderia ser melhorado. Então onde estão os problemas? Ou o governo não é aquilo do que dele se espera ou os manifestantes
e a sociedade em geral estão com algum mal secular, de tal forma desconfortável que querem demonstrar isso apesar de supostamente não terem tanta razão para isso. As respostas precisam estar em algum canto. Ou o governo não presta ou os queixosos são injustos. Parece não haver meio termo e terceira via de resposta ao questionamento. Se o culpado é o governo havemos de lembrar que ele é fruto da escolha popular, infelizmente após campanhas nem tão transparentes e nem em condições justas de disputas entre os participantes. Aqui e ali, e de forma avassaladora, se pode sentir a presença da manipulação midiática e dos efeitos de mecanismos políticos e eleitorais nem sempre probos. Há que se entender que os que legislam tem mais facilidade e entusiasmo para legislar em causa própria, não em causa nossa. É este governo e seus anteriores, pois não se chega a atual situação sem lembrar de onde, por onde e com quem viemos que é parcialmente responsável pelo atual estado de coisas; afinal de campanha e campanha não se vê outra coisa que não propostas de corrigir os erros, arrumar as coisas e continuar melhorando o que no entendimento deles não está funcionando. Então porque não está bom? Uma possibilidade pode estar no fato de que independente de partido; se mais sujinho ou mais limpinho, se com cara de democrata ou autoritário, se com cacoetes de direita, centro e esquerda eles nunca saem do lugar comum em apresentar um cabedal de propostas frouxas, tênues, descompromissadas e, principalmente em setores que dizem vão melhorar, mas que pela sua natureza apresentam enformes dificuldades de aferição. Nunca vimos e talvez nunca veremos um estadista propor e fazer passar, por exemplo redução de sa-
G azeta S ão M ateus Expediente
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(Obs: Matérias assinadas não representam, necessariamente, a opinião do jornal)
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lários de todo e qualquer mandato em benefício à saúde. Nem veremos esse mesmo estadista, pois ele não existe, dizendo que acabará com a festa do financiamento da saúde privada com recursos públicos ou ainda que exigirá que pais e responsáveis das famílias que recebem o Bolsa Família também tenham que frequentar escolas ou outros espaços onde possam com certa regularidade aprenderem bons modos, educação, cidadania e noções de ética. Não, não veremos esse estadista. Veremos, sim é candidatos que às vésperas das eleições se dizem opção mais confiável e melhor que seus oponentes, mas que logo a seguir, entretanto estarão compondo governos com eles e se locupletando tanto quanto possível das benesses do Estado. Feita a queixa aos políticos tão a moda, resta registrar neste parágrafo o que entretanto parece ser o mais importante, ou seja, a irresponsabilidade da sociedade de uma forma geral. O fato é que tirando uma minoria abnegada, ativista e lutadora resta uma massa uniforme de muita gente boa, honesta e uma outra de gente ruim, desonesta que continuam achando que podem continuar dormindo em berço enquanto o gigante acorda, dorme de novo, acorda irritado, queima uns ônibus, pois tá na moda, e volta a dormir embalado com novas _ velhas_ promessas de que governo a ou b vão fazer as coisas melhorar. Já se foi esse tempo. É hora de abandonar o tchu, o tcha, o conforto ou desconforto de seus lares e conhecer, entender e tomar atitudes que possam corrigir o mal estar desse país. Foi e é assim em todos esses alguns outros países de gente cidadã onde se ainda não está bom, pelo menos não é um país tão de ponta como o nosso quando o assunto é lambança.
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(JMN)
Quero uma dose de paz E de amor E de felicidade E de sonho realizado Quero pra mim Quero pra você Quero pra todo mundo que sente bem, que faz o bem, que se preocupa com o que é bom
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ão i n i p O
Aliados da Dilma começam a abandonar o barco
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inda que a presidenta Dilma Roussef (PT) ainda possa contar com grande tempo de exposição no horário eleitoral ele tende a diminuir na medida em que antigos parceiros de governos abandonam o barco para formar fileiras na oposição ou em oposição própria para aumentar o cacife e o valor de suas legendas numa futura nova composição governamental. Como tem sido denunciada sistematicamente em editoriais neste jornal, essa prática deletéria e nociva de fazer oposição tentando a sorte nas eleições, qualquer coisa de não mais que seis meses, virá apenas jogo de cena para logo depois estar disponível para compor o governo de forma chantagista do tipo “sem meu partido ou minha corrente, vai ficar difícil governar esse país”. Trata-se de um jogo onde os partidos com essa pratica a esmagadora maioria nunca perdem nada, nem perdendo nas eleições. Já para o povo é um teatrinho que custa caro. Embora o seu partido faça parte da base aliada da Dilma, a senadora Ana Amélia (PP) do Rio Grande do Sul contou com a presença do tucano Aécio Neves no pré-lançamento de sua candi-
datura. Agora o bloco lá reúne PP, PSDB e Solidariedade (SDD) que estarão juntos na disputa local e na nacional. Para se ter ideia das consequências, o PP, que é um partido forte no RS, tinha pouco mais de um minuto de tempo na TV, com o acordo terá quase quatro minutos a mais. Se for ter mais tempo, tira de alguém. Da Dilma, com certeza, mas não para ai. No Rio de Janeiro, em breve será lançado o “Movimento Aezão” com fatias generosas do PMDB e da base aliada própria do governo do Rio que aderiram à campanha de Aécio Neves à Presidência. Somem-se representantes do PP, do PSD que já havia anunciado que iriam apoiar a Dilma e do PPS que não esteve na base do atual governo e que já se dispôs a acompanhar Eduardo Campos do PSB, ou seja, outro naco de tempo perdido pela atual presidenta Dilma. Com tantas defecções oportunistas, lembremo-nos, o Planalto já está com uma dor de cabeça que não cessa mesmo porque é também difícil de responder a esse movimento. Se cortar cargos que esses ocupam no governo corre-se o risco de ver a legenda toda do partido de quem se tira a boquinha se bandear para o campo adver-
Lucy Mendonça jornalista responsável pelo Jornal Gazeta São Mateus MTB 43029-SP
sário. Para evitar isso que é quase automático, não se tem muito que fazer e o governo têm que conviver com essas infecções por dentro de seu próprio corpo. Ou seja, não tem cura fácil pela frente. O que é importante é notarmos que até as três últimas eleições presidenciais o que se via era o PSDB perdendo aliados que se bandeavam para o adversário de então, o PT, que recebia adesões quase sempre de caráter fisiológico, mas que garantia mais tempo de TV e uma sensação de melhor governabilidade. Hoje a situação é exatamente o contrário até o apoio do PR à reeleição da Dilma não esta garantido. Diante desse quadro sempre presente nas eleições; do toma lá, da cá, o povo vai se iludindo com propostas mirabolantes dos partidos coligados e candidatos, que depois de eleitos, botam no gelo tudo que prometiam lindamente na TV. É também por essas que a reforma política deixou de ser um desejo de luxo; agora se trata de uma imperiosa necessidade. (LM)
O autor é presidente da Câmara Municipal de São Paulo. Contato: joseamerico@camara.sp.gov.br
Livros abrem as portas da cidadania
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ara quem não sabe ou duvida da importância da leitura, basta lembrar que uma das primeiras medidas de regimes ditatoriais é cercear a liberdade de imprensa ou proibir a leitura de obras literárias que levem à reflexão. Ao longo dos séculos, governos totalitários e defensores radicais de dogmas religiosos queimavam livros em praça pública. O fato é que leitores são cidadãos mais conscientes, com maior poder de discernimento e mais capacitados na hora de defender seu ponto de vista. A leitura expande os horizontes, aumenta o vocabulário e nos torna mais flexíveis para argumentar. A última grande pesquisa sobre hábito de leitura, empreendida pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência, constatou que existem no Brasil atualmente 88 milhões de leitores. Esse número corresponde a 50% da população brasileira com cinco ou mais anos de idade. Outro detalhe relevante: entre os cidadãos leitores, 46% cultivam o hábito de leitura de livros todos os dias. Esse levantamento, chamado Retratos da Leitura no Brasil (edição de 2012) demonstra, porém, que há cinco anos o número de leitores no país chegava a 95,6
milhões de pessoas. Ou seja, houve significativa retração no quadro de leitores – mesmo em cidades de estados desenvolvidos como São Paulo, Rio de Janeiro ou Paraná. Há um dado curioso registrado pelos pesquisadores. A queda do número de leitores foi apontada em todas as regiões brasileiras, com exceção do Nordeste, que ganhou 1 milhão de leitores entre 2007 e 2011. Desde
2012, 29% de todos os leitores brasileiros vivem nessa região, contra 25% em 2007. Na prática, a localidade, com certeza, assiste ao que os mestres de ensino vêm chamando de inclusão cultural. No restante do país, ocorre um fenômeno que se repete nos quatro cantos do mundo: os brasileiros estão cada vez mais trocando o hábito de ler livros (mais jornais, revistas e mesmo textos na internet) por atividades como ver televisão, assistir a filmes em DVD, reunir-se com amigos e família ou navegar na rede de computadores apenas como entretenimento. Dada a importância real da leitura na formação da cidadania, defendemos que os projetos de educação – desde o ensino fundamental e médio -, nos diversos municípios brasileiros, reforcem junto a pais e alunos a difusão do livro. Afinal de contas, a leitura começa no ambiente familiar e com programas eficientes na rede de ensino terá sequência nas salas de aula.
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1ª Quinzena de Maio de 2014
Gazeta São Mateus
Parque do Carmo melhorado será o maior legado da copa em Itaquera Até então, em meados de abril, como subprefeito de Itaquera, o arquiteto Guilherme Henrique de Paula destacou em uma de suas últimas entrevistas no cargo o Parque do Carmo, o enraizamento humano e melhoria no viário como os principais legados da copa do mundo em Itaquera. Acompanhe o resumo da entrevista concedida a J. Gerry
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om a abertura da Copa do Mundo prevista para ocorrer na Arena Corinthians em Itaquera, excetuando o impacto metropolitano com várias intervenções no viário, a região, propriamente dita, deverá ficar com algum saldo promissor só em médio e longo prazo. Esta é a conclusão da reportagem quando da entrevista com o subprefeito de Itaquera em abril. Formado em Arquitetura em 1970 no Rio de Janeiro, o paulistano Guilherme Henrique de Paula e Silva começou a trabalhar na Prefeitura de São Paulo em 1971 e após breves períodos onde trabalhou com desenvolvimento regional em Salvador, na Bahia e aulas voltou a Prefeitura até se aposentar em 2012. Escolhido pela atual gestão esteve à frente da subprefeitura de Itaquera desde o início em 2013. Mora na região nos últimos quatro ou cinco anos, três deles em Itaquera. Ao assumir percebeu os desafios de a região, segundo ele, esquecida por décadas, em receber altíssimos investimentos em curto espaço de tempo. Sobre as dificuldades da subprefeitura no atendimento lembra que a região exibe contrastes gritantes entre seus subdistritos de Itaquera, José Bonifácio Cidade Líder e Carmo. “Mesmo dentro de um mesmo subdistrito existem áreas dispares, portanto demandas distintas”. O subprefeito ensaia um raciocínio dizendo que o crescimento de Itaquera foi disperso geograficamente com o seu desenvolvimento populacional não necessariamente agregado ou nas proximidades da estação
de trem, diferentemente da região da Penha e São Miguel Paulista. “Esse crescimento marginal, com distensão social máxima, gerou áreas de carência total que são sentidas até hoje junto com áreas de desenvolvimento urbano de bom padrão”, observa. Esse contingente de populações carentes gera demandas excessivamente pesadas, parte delas de natureza habitacional. São quase 680 milhões de habitantes espalhados por um território de 56 km2, esclarece. Henrique diz que Itaquera reúne grandes e importantes demandas que foram represadas por décadas por um lado, com receita muito aquém do necessário por outro. “Todos sabem que a administração não conseguiu reajustar o IPTU e mesmo o congelamento da passagem de ônibus, somados a outros fatores criaram dificuldades orçamentárias. Entre outras medidas mudamos a relação com os fornecedores para que cumpram de forma completa e correta os contratos assinados, mudando a relação
de leniência que existia antes gerando agora economia para administração”, enfatiza. Sobre a copa - Sobre o legado da Copa, Henrique disse que desde o começo o prefeito, através da vice-prefeita\ _que esteve em Itaquera, o assunto foi e é tratado com muito cuidado. Na ocasião e posteriores os locais foram inspecionado s por conta das obras previstas. O subprefeito argumenta que apesar do evento ser em escala planetária ele envolverá não mais que 65 mil pessoas pontualmente que é a capacidade do estádio, entretanto as intervenções no viário que trará benefícios a toda região metropolitana poderá dar boa contribuição ao transporte público; uma demanda que põe em movimento mais de 2 milhões de pessoas diariamente para trabalhar e voltar para casa. Argumenta, também, que essas intervenções promoverá o que chama de enraizamento local e humano nas proximidades do polo institucional e por
tabela em outras localidades o que poderá ser sentido ao longo dos próximos três anos para os quais estão previstos investimentos substanciais. Explica ainda que investimentos e intervenções na ordem de 6 bilhões no prazo de dois anos, que estão em curso, cria impactos significativos na região “Itaquera está recebendo no polo institucional cerca de 6 bilhões, fora os bilhões que estão sendo investidos em Itaquera por conta das alças, do sistema viário, terminal do polo e ao longo de mais três anos para os quais já temos meio bilhão de reais contratados para enraizamentos de outras obras no território”. As mais visíveis como novas pistas e viadutos são obras de caráter metropolitano e estão ligadas a dinâmica metropolitana de São Paulo. Num nível mais próximo o subprefeito indica que estão sendo feitas obras em praças, novos campos de futebol e viário local com abertura de algumas ruas e asfaltamento de outras em diversas comunidades da região. Parque do Carmo - Como marca mais profunda e como destaque o subprefeito diz que o alvo foi o Parque do Carmo. “É onde estão os investimentos mais pesados. Estamos promovendo a iluminação, a segurança, reformas e adaptações no parque para que possa funcionar muito em breve durante o período noturno. Já para esses dias ele estará funcionando até às 21 horas. Considero que o Parque do Carmo é o legado mais humanista que a oportunidade da copa ofereceu a Itaquera”, finalizou. Edição
final de J. Mendonça Neto
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Eleição para presidente
Datafolha: branco e nulo vira voto na oposição
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mudança de cenário retratada pela pesquisa Datafolha é muito mais consistente do que a esboçada pelo Sensus na semana passada. Não foi apenas Aécio Neves (PSDB) que cresceu, mas toda a oposição. Mais importante, os votos não foram uma transfusão direta de Dilma Rousseff (PT) para o tucano, mas saíram principalmente da coluna de brancos e nulos. A corrida eleitoral segue como esperado: o desejo de mudança que primeiro inflou o não-voto vai transformando, aos poucos, o descontentamento desse eleitor em intenções de voto nos candidatos da oposição. Aumentaram seis pontos em um mês, segundo o Datafolha. Foram de 32% para 38% do eleitorado, empatando tecnicamente com Dilma, que oscilou de 38% para 37%. A diferença veio da soma dos que haviam dito que votariam em branco, anulariam ou não sabem responder: caiu de 29% para 22%. Significa que embora muitos eleitores estejam descontentes com os políticos em geral, eles parecem mais insatisfeitos com Dilma do que com seus adversários. À medida que os conhecem melhor, têm mais chance de declarar voto neles do que nela. Foi o que aconteceu com Aécio. O tucano teve uma exposição acima da média desde meados de abril, fruto de uma bem encenada coreografia que projetou a imagem do candidato. O PSDB primeiro oficializou sua précandidatura, depois antecipou seu horário de rádio e TV e ainda contou com duas pesquisas eleitorais favoráveis que repercutiram os movimentos anteriores. O resultado foi a soma de
quatro pontos na intenção de voto em Aécio, que passou de 16% para 20% no cenário mais provável do Datafolha, com três candidatos e oito anões. A dança dos números foi coreografada para o público em geral, mas tinha um alvo especial: a primeira fila de empresários. A alta de Aécio tem sido antecipada a eles desde antes de a Sensus vir a público. A preferência do empresariado provoca uma corrida paralela entre o tucano e Eduardo Campos (PSB). Antes de ir pedir votos na populosa Itaquera, o ex-governador de Pernambuco fez campanha direcionada e seletiva na avenida Paulista e arredores. Sua estratégia consiste em se vender a potenciais financiadores como um adversário mais difícil para Dilma no segundo turno, por agregar potencialmente toda a oposição e parte do lulismo. A resposta de Aécio foi tentar aumentar sua vantagem sobre Campos, para caracterizar-se como o oposicionista mais forte. Conseguiu, por enquanto. A diferença em favor do tucano, que era de seis pontos, agora é de nove. Aumentou 50%. Mas a disputa tem um efeito colateral que, no limite, pode até ajudar Dilma. Campos percebeu a manobra e respondeu através de sua vice, Marina Silva. Quando ela diz que a candidatura do tucano tem cheiro de derrota, embute, intencionalmente ou não, uma chantagem: a possibilidade de não apoiá-lo formalmente num eventual segundo turno de Aécio contra Dilma. Tudo somado, a pesquisa Datafolha mostra que a campanha está só começando e que o balé dos números terá muitos atos e piruetas.
Se crise piorar, vamos distribuir água MP abre inquérito para que morador de com canequinha, diz diretor da Sabesp rua não seja escondido durante Copa Em audiência na Câmara Municipal de São Paulo, Paulo Massato negou haver racionamento na capital e afirmou que, se a estiagem se agravar, a energia vai acabar antes da água
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diretor metropolitano da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Paulo Massato, negou dia 28/05, que haja racionamento de água na Grande São Paulo e disse que se a crise de estiagem do Sistema Cantareira se agravar vai “distribuir água com canequinha” aos moradores atendidos pela concessionária. “Nós já economizamos a retirada do Cantareira em 9 mil litros por segundo. Para obter o mesmo resultado seria necessário implantar rodízio de um dia e meio com água e cinco dias sem água. Se houver alguma crise maior, nós vamos distribuir água com canequinha. Porque não é possível ter alguma coisa mais drástica do que nós já estamos praticando”, disse Massato. Ele participou nesta quarta-feira de uma audiência pública na Câmara Municipal de São Paulo convocada pela Comissão de Política Urbana, já que a Sabesp tem há quase
quatro anos contrato com a Prefeitura de São Paulo para operar o serviço de água e esgoto na capital. Segundo Massato, a crise é decorrência de um fenômeno global que atingiu outros países, como Austrália, Chile e Estados Unidos, além da região Sudeste do Brasil. “Caso esse fenômeno continue, não tenho dúvida de que a crise será muito mais séria. Não tenho dúvida de que nós não teremos produção agrícola e energia elétrica no próximo ano”, disse Massato. “Eu diria que se acontecer esse cenário nós não teremos nem energia para tratar e elevar essa água. A energia vai acabar antes da água, se esse cenário persistir”, completou. Os vereadores haviam convidado a presidente da Sabesp, Dilma Pena, para explicar a redução da pressão da água na rede de distribuição da empresa no período noturno. A prática foi revelada pelo Estado em abril a partir de um documento da Prefeitura de São Paulo que classificou a
medida como “racionamento noturno”. Massato, que representou Dilma na audiência, negou. “Rodízio é quando não tem água na tubulação”, disse. Para o vereador José Police Neto (PSD), a Sabesp deveria dar mais transparência de suas ações à população, já que medidas como a redução de pressão e a reversão de água dos sistemas Guarapiranga e Alto Tietê para bairros da capital antes atendidos pelo Cantareira tem causado corte no fornecimento de água. “A questão não é o quanto tem se debatido, o quanto tem se estudado e o quanto não se quer restringir o consumo por medida de força. Mas a informação. É princípio básico prestar informação ao cidadão. No caso aqui, não é nem princípio, é cláusula contratual que pode ter sido violada. Aí, erra a Sabesp ao não informar e erra o município ao não fiscalizar o que é essencial”, disse Police Neto. Fabio Leite - O Estado de S. Paulo
Prefeitura e Estado assinam pacto com órgão para que população não seja retirada de locais onde vive
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Ministério Público (MP) abriu um inquérito para garantir que os moradores de rua que vivem na região central da cidade não sejam retirados dos locais onde vivem, circulam e dormem durante a Copa do Mundo. De acordo com o procurador geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, tanto a Prefeitura de São Paulo quanto o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) e o comando da Polícia Militar, assinaram o acordo com o Ministério Público. No dia 28 de maio, o MP lançou uma campanha para garantir os direitos da população de rua. A preocupação dos promotores da área de Direitos Humanos é a de que os moradores de rua, principalmente os que vivem no entorno do Vale do Anhangabaú, sejam retirados do local para que não “incomodem” os turistas, torcedores e a própria Fifa. O Anhang-
abaú, palco da Fan Fest, irá receber 45 mil pessoas nos dias de show e transmissão. “Tanto a Prefeitura quanto a Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Polícia Militar, manifestaram o compromisso de conservar atenção para a população de rua que não signifique a violação de seus direitos, seja na abordagem, na acolhida ou no encaminhamento”, afirmou Elias Rosa. Segundo ele, as autoridades municipais e do Estado não devem adotar medidas “higienistas”. Ainda de acordo com Elias Rosa, a expectativa do Ministério Público é de que os moradores de rua não sejam retirados de ondem vive. Mesmo com o acordo entre poderes, o promotor Eduardo Ferreira Valério, coordenador do Núcleo de Políticas Públicas e membro da Comissão de Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público, os promotores não serão “ingênuos” com o pacto. “Partimos do pres-
suposto de que são pessoas corretas, honestas e que não há interesse em prejudicar a população de rua neste momento”, afirmou. Para Valério, há preocupações maiores. “O contingente de turistas, chefes de governo e de Estado que estarão no Brasil chamarão mais a atenção das forças de segurança do que a população de rua”, disse Valério. Perfil dos centros de acolhida. O Ministério Público também apresentou uma síntese de um levantamento que avaliou a qualidade de 48 centros de acolhida para a população de rua. Todas as unidades são de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo. O estudo foi anexado a um outro inquérito, instaurado em 2012, das promotorias de Direitos Humanos e Inclusão Social e que investiga a qualidade do serviço. As informações foram levantadas pelo Núcleo de Atendimento Psicossocial (NAT) do MP. Rafael Italiani Estado de S. Paulo
Gazeta São Mateus
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Terrenos vazios viram fonte de alimento para comunidades de São Mateus
1ª Quinzena de Maio de 2014
Deixe a sua casa mais sustentável Confira 5 ideias para aplicar em seu dia a dia e deixar a sua casa mais sustentável!
Projetos auxiliam vizinhos a transformar terrenos baldios em hortas orgânicas, criando fontes de trabalho e produzindo alimentos frescos e saudáveis para bairros carentes
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o volante da caminhonete, Hans Temp aponta terrenos vazios na zona leste de São Paulo. Estão tomados pelo matagal – quando não, se transformaram em depósito de entulho. Com os vidros fechados por causa da chuva, voltamos de uma horta comunitária que a ONG Cidades Sem Fome, idealizada por Hans em 2004, ajuda a manter no bairro de São Mateus. Onde hoje se veem dezenas de canteiros com pés de alface, rúcula, alho poró, milho e muitos outros alimentos, há quatro anos havia muita tranqueira. “Nem sei quantos caminhões foram tirados daqui”, lembra Hans. Apesar do nome e sobrenome germânico, Hans é gaúcho. Estudou administração de empresas no Rio de Janeiro e veio para São Paulo depois de um curso de agroecologia na Alemanha. A experiência no país de seus avós mudou os rumos da sua vida. “Lá existe uma cultura muito forte de plantar coisas em casa. E não é porque não tenham dinheiro pra comprar comida”, analisa. “Por causa da guerra, o cara mais milionário cultiva uns pés de tomate por hobby ou flores pra enfeitar a casa.” Foi quando Hans teve um estalo: no Brasil há muitos espaços disponíveis dentro das cidades, um monte de gente que precisa trabalhar, ganhar dinheiro e comer – e não fazemos nada. Daí nasceu o projeto, que se propôs a aproveitar terrenos ociosos e transformá-los em terra produtiva. Com equipe reduzida, a ONG Cidades Sem Fome oferece assistência a 21 hortas apenas na capital paulista, todas elas em bairros carentes. Os agricultores são selecionados na própria vizinhança. “Normalmente, é gente com idade mais avançada, com 55 ou 60 anos, que acaba ficando fora do mercado de trabalho por ter pouca qualificação profissional”, define Hans. “Eles começam a plantar, têm alimento diversificado para seu autoconsumo e comercializam todo o restante. No final do mês, repartem o dinheiro.” Antes, porém, é preciso conseguir a terra. “Usamos espaços que não são aproveitados, mas que têm dono. São terrenos da prefeitura, de igrejas, da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e de empresas públicas.” Quando visitei a sede do Cidades Sem Fome, em janeiro, Hans me levou para conhecer duas hortas que ajuda a manter: uma delas embaixo de linhas de transmissão da AES Eletropaulo, no bairro de São Mateus, e outra, em cima
Gerardo Lazzari/RBA
Genival encontrou nas hortas seu ganha-pão: foi o primeiro presidente da associação de São Mateus, na zona leste
de oleodutos da Petrobras, em Sapopemba. Eles pedem autorização para usar a área, apresentam um projeto aos proprietários, assinam um contrato de comodato e, só quando está tudo devidamente legalizado, começam a trabalhar. Os terrenos que Hans me apontou enquanto rodávamos pela zona leste de São Paulo eram todos da Petrobras.
“Esses dutos existem pelo país inteiro, principalmente no litoral, onde estão as grandes cidades brasileiras”, contabiliza. “Daria pra beneficiar milhares de pessoas.” É sua utopia. Enquanto não pode concretizá-la, capricha nos espaços que já foram conquistados. Hans me leva até uma das hortas-modelo que lhe enchem de orgulho, coordenada por Genival Morais de Farias. Com 63 anos, seo Genival não está bem. Há pouco tempo foi atropelado por um ônibus e tem o braço esquerdo atravessado por pinos de metal. Os dois dias em que ficou internado, garante, foram os únicos em que não trabalhou na horta. “Estou aqui todo dia, de domingo a domingo.” Mas bastou receber alta para retomar a lida – e nem a tipoia azul que sustenta o braço ferido impede seo Genival de andar pra lá e pra cá, mexer a terra e mostrar sua obra para os visitantes. “Me encho de orgulho”, revela, com a desenvoltura de quem já concedeu muitas entrevistas e apareceu mais de uma vez em programas de televisão. “Essa é minha mata. Eu sempre gosto de ter uma mata dentro da horta porque traz muitas coisas boas da vida, as brabuletas, os passarinhos e as amoras pra comer.” Mas
as flores de seo Genival cumprem mais que uma função poética no terreno. “Os insetos vão nas flores e não vêm nas minhas hortaliças.” A variedade dos produtos cultivados no terreno também transcende a mera boa vontade de oferecer todo tipo de verduras, frutas e legumes para a clientela. “A biodiversidade se encarrega de fazer o controle das pragas”, anota Hans. “Mas, ainda assim, quando dá muito pulgão, a gente usa caldo de fumo, cinzas, sempre temos uma solução orgânica.” Tudo o que se colhe na horta do seo Genival é cultivado sem adição de agrotóxicos. E os vizinhos adoram. “Aqui você compra tudo verdinho na hora, não é que nem no supermercado”, diz um cliente que veio em busca de pés de alface, mas acabou levando também espigas de milho. “O preço é um pouquinho salgado, mas sei que estou comendo uma coisa que não tem veneno.” Consumo local Para Hans, não basta que a horta seja cultivada em regiões carentes – é importante que os produtos sejam comercializados no próprio bairro. “Não faz muito sentido fazer projeto social, pegar dinheiro público, montar uma horta maravilhosa, produzir uma alface linda e vender pra mulher do embaixador lá em Higienópolis.” O diretor da ONG lembra que o projeto tem ainda um viés de segurança alimentar. “A dieta do pessoal aqui está muito baseada em arroz, feijão, farinha, refrigerante e alguma mistura – quando tem. Com a horta, você consegue mudar os hábitos de quem mora no entorno.” Depois de conhecer o trabalho do seo Genival, mais consolidado, pedi a Hans que me levasse a uma horta em estágio inicial. A diferença é
gritante, inclusive no entorno. Paramos a caminhonete em frente a uma boca de fumo em Sapopemba e entramos por um portãozinho em meio a olhares desconfiados, mas respeitosos. Hans não se importa: quer apenas tocar o projeto adiante – e nos lugares que realmente precisam, como os rincões da zona leste. Ao contrário da horta-modelo do Cidades Sem Fome, a nova roça que Hans está ajudando a implementar ainda está com a terra avermelhada e cheia de pedras. “Ainda precisa de bastante trabalho aqui.” Isso não quer dizer que já não cresçam repolhos pelos canteiros que foram improvisados no lugar. “Vai ficar bonito igual à do seo Genival.” Se for verdade, os agricultores poderão tirar dali entre R$ 600 e R$ 1 mil por mês com a venda de hortaliças, como ocorre lá, além de ter algum alimento saudável e variado para compor as refeições todos os dias. A viabilidade econômica do projeto é uma das cartadas mais fortes de Hans na hora de argumentar com o poder público, com quem, conta, não tem tido uma boa relação. A prefeitura de São Paulo afirma que, paralelamente às ONGs, também presta assistência técnica aos agricultores da zona leste dentro do Programa Municipal de Agricultura Urbana e Periurbana (Proaurp). “Acreditamos que essas hortas têm grande potencial de abastecer localmente”, avalia Tiago Janela, diretor do Departamento de Agricultura e Abastecimento da prefeitura. “Se cada espaço ocioso dentro da cidade conseguir produzir hortaliças, é possível fornecer aos vizinhos e até a feiras na região.” Além da assistência prestada pelo Proaurp, a administração municipal mantém uma Casa de Agricultura na região e, em São Mateus, articulou a organização de uma cooperativa, cujo primeiro presidente foi justamente seo Genival. Mas Hans acha pouco. “Precisamos fazer mais modelos como este, deixar bem arrumado, e mostrar aos nossos dirigentes que esse projeto é viável. Assim poderão reproduzi-lo em escala no município todo”, propõe. As barrigas agradecem.
por Tadeu Breda, da RBA
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Pratique os 5 Rs do lixo: A maioria dos materiais do dia-a-dia de uma casa é reciclável (papel, metal, vidro, plástico, restos orgânicos), podendo ser separados e entregues em postos de coleta. Os impactos do lixo provêm da contaminação do ambiente pela disposição inadequada e pela cultura do desperdício e do descartável. Hoje, somente 14% dos municípios brasileiros têm programas de coleta seletiva, enquanto cerca de 20% do lixo do país ainda é jogado em rios e várzeas!
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9 Rs para ser mais sustentável: • Repensar hábitos e atitudes; • Reduzir o consumo e o desperdício; • Reutilizar para aumentar a vida útil do produto; • Reciclar e transformar em algo novo; • Recusar produtos que agridam a saúde e o ambiente.
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Economize energia: Todas as principais fontes de energia atuais causam impacto ao ambiente, além de estarem se esgotando: hidrelétricas, petróleo, nuclear, carvão, gás natural, termoelétricas. Reflita sobre seu consumo anual, eliminando gastos e uso desnecessário de eletrodomésticos. Os itens que mais consomem energia em casa são o chuveiro elétrico e a secadora de roupas. Dicas: • Instale a geladeira em local ventilado e não deixe a porta aberta; • ilumine a casa sem desperdício (uma lâmpada fluorescente de 20W ilumina mais do que uma incandescente de 60W, podendo durar dez vezes mais); • economize ao lavar e passar roupa; • não demore muito tempo com o chuveiro aberto; • evite aparelhos elétricos no horário de pico;
O Jornal Gazeta São Mateus trará todas as quinzenas este espaço para debates e informações sobre preservação e consciência ambiental em meio urbano, com ênfase especial a questão da destinação final de resíduos. Esta pagina conta com o apoio da EcoUrbis Ambiental S/A,concessionária publica responsável pela coleta,transporte e destinação final de resíduos domiciliares e de saúde na Área Sudeste da capital paulista,que abrange 18 das 31 subprefeituras,e o objetivo e contribuir para ampliar cada vez mais a conscientização e educação ambiental da população. Envie suas sugestões de pauta para gazetamateus@terra.com.br .
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Cuide da água: Ameaçada pela redução das reservas naturais, pela poluição (lixões, despejos industriais e domésticos) ou pelo desperdício, a água é um recurso finito cujo consumo mundial duplica a cada 25 anos. O volume diário de água usado por um habitante da região Sudeste do Brasil pode chegar a 360 litros. Boa parte disso é gasto em casa, e cerca de 80% do uso ocorre no banheiro (pia, chuveiro ou vaso sanitário). Gastamos também no consumo indireto, aquele embutido nos alimentos provenientes de irrigação e na fabricação de bebidas, por exemplo. Dicas: • Só o ato de fechar a torneira enquanto se escova os dentes poupa até 25 litros de água! • Elimine também os vazamentos. • Não deixe torneira pingando; • Use a vassoura para varrer a calçada e não a mangueira; • Use uma bacia ou o tanque fechado para lavar a louça; • Reduza o tempo de banho. Fonte: SOS Mata Atlântica
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Gazeta São Mateus
1ª Quinzena de Maio de 2014
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Nenhum avanço em nova reunião do Conseg 49 DP
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m nova reunião do Conselho de Segurança – Conseg do 49º DP, dia20/5, o Capitão Tirsso da 5ª Cia PM/SP fez um desabafo que mais parecia ser uma resposta ao descontentamento geral da comunidade presente a reunião anterior a essa e registrada pela reportagem. Procurou demonstrar que a Polícia Militar atua, mas não faz alarde e propaganda disso. A mesa composta por José Ramirez, presidente do Conseg, pelo delegado titular do 49o DP, Luiz Carlos Uzelin, pelo Tenente Moisés, da 2ª Cia PM/SP, pelo Inspetor Figueiredo, da GCM e por José Carlos, representando o subprefeito de São Mateus Fabio Santos que estava em outro compromisso. Ramirez abriu os trabalhos recolhendo algumas queixas que se repetiram, alguns encaminhamentos e, no restante do encontro, a fala do capitão. Aberta reunião a comunidade se manifesta Antes da fala do capitão, representante dos trabalhadores da saúde pública respaldado com representantes das nove unidades básicas de saúde na região reiterou as
queixas do encontro anterior sobre o que consideram um estado de grande insegurança, revelando que naquele mesmo dia haviam sido registradas saídas de profissionais das unidades em mudança para locais mais seguros. Segundo o interlocutor os problemas seguiam da mesma forma e com a mesma gravidade. “Vamos chegar a um ponto tão critico que daqui a pouco as comunidades não iram apenas reclamar da falta de médicos e sim de todos os outros profissionais que fazem um posto funcionar. Nessas condições poucos vão continuar trabalhando. E, sem funcionários não existirá a unidade básica”, finalizou. Outros participantes relataram comportamentos negligentes de alguns policiais e de demora exagerada no atendimento de certas denúncias a ponto de inviabilizá-las. A insistente ocorrência de bailes funks aos finais de semanas também foi objeto de reclamações. Ainda com a palavra entre os presentes houve reclamações quanto ao atendimento administrativo de demandas por iluminação, limpeza e manutenção de espaços públicos que antes
permitiam até caminhadas e que hoje são locais com ocorrência de assaltos e ainda sobre o abandono das escolas públicas sem segurança aos finais de semana. Em desabafo, Capitão Tirsso cobra participação e responsabilidade da sociedade O Capitão Tirsso, da 5ª Cia da PM/SP aproveitou o gancho com relação às seguidas queixas e informou que a 5ª companhia e a PM da região de uma forma geral vem tentando combater o abuso e as ocorrências de bailes funks em vias públicas há mais de anos e revela as dificuldades. “Na Rua Sonho por Sonho, por exemplo, coloco uma viatura as sextas, sábados e domingos ou em dias alternados antes mesmo do começo da aglomeração de pessoas, como forma de evitar que o baile se instale. Pois saibam vocês que as pessoas que queriam que o baile ocorresse ficam na rua de trás e de forma furtiva e a distância jogam pedras nas viaturas”. Disse ainda que a PM faz um serviço de inteligência monitorando tanto quanto possível as redes sociais e
percebe-se que eles se articulam migrando de lugar conforme a polícia vai atuando. “São 15 bailes simultâneos aos finais de semana e nem sempre nos mesmos lugares”, que dá um indicador das dificuldades. Mas não é só. O capitão tem razão quando chama vigorosamente às falas a falta de responsabilidade da própria comunidade na educação primária de filhos; crianças e jovens. Lembrou inclusive da fala recorrente do delegado seccional Dr. Antônio Mestre que em certa ocasião ouviu a queixa de um pai por ter sido incomodado pela polícia para que fosse a um determinado baile se responsabilizar pela filha de 13 anos. Algo tão absurdo e próximo disto, mas com outras palavras: “Estava assistindo jogo e a polícia foi me incomodar”. O capitão ainda ilustrou seus argumentos com a situação vivida na França nos anos 70 com o aumento da criminalidade. “Eles chegaram a triplicar a força policial, mas o crime não regrediu. Regrediu, apenas, quando outro ministro enfatizou a educação de pais e responsáveis para que assumissem corretamente seus papeis na educação de filhos”.
O capitão tem razão e este jornal já vem falando nisso há algum tempo. Sem envolvimento e comprometimento e até preparo das famílias focado nos pais ou responsáveis às medidas repressivas só não vão resolver. É inadmissível que pais continuem se omitindo de se educarem e de educarem seus filhos. Após enfatizar a necessidade desse comprometimento _uma espécie de chamada às responsabilidades da própria sociedade que não pode continuar achando que é obrigação da segurança resolver tudo, falou do rigor com que dirige a sua companhia e o empenho entre os seus comandados. “Claro que tivemos e possamos ter policiais que não cumprem suas obrigações, até casos que nos mesmos afastamos maus policiais. Já afastei 20, entre os quais três que eram bandidos e que estão cumprindo penas, mas a maioria sabe de suas responsabilidades de policial, assumem e agem”. O capitão indicava que para, além disso, o envolvimento responsável das pessoas de bem é essencial no trabalho da segurança. “Continuem denunciando de forma responsável”. Poderia ter dito
também não compactuem com pequenos, médios e grandes crimes que, em geral, todos temos conhecimento. Parecendo procurar dar uma resposta ao ocorrido no encontro anterior com a queixa dos presentes quanto à ausência das polícias, disse que não é político e não faz propaganda do trabalho que faz ou que a sua companha faz. Revelou até que a construção de parte da sede, por exemplo, foi feita com a força da mão de obra dos policiais e que nenhum pedreiro externo, por exemplo, esteve envolvido. Disse ainda que até o conserto das viaturas são pagas com seu cheque em algumas ocasiões. A reunião foi encaminhada ao seu final muito próxima de como começou. Sem respostas objetivas as suas demandas os profissionais da saúde foram embora, considerando que sequer foram ouvidos. Ou seja, a comunidade, sem resposta e encaminhamentos imediatos deixa transparecer que a questão da insegurança em São Mateus vai continuar na pauta do dia, o que, como lembrado, vai exigir o envolvimento responsável de todos.
Os carros mais roubados em São Paulo (e as regiões mais visadas pelos ladrões) O Pálio, da Fiat, é o modelo mais roubado da cidade. Já o bairro mais visado é Itaquera, bairro da Arena Corinthians, que fará a abertura da Copa
U
m levantamento elaborado pela empresa de rastreamento de veículos, Ituran, revelou os carros, motos e as regiões da cidade de São Paulo líderes de roubos e furtos no primeiro trimestre deste ano. Entre os carros, o Pálio, da Fiat, foi o carro mais furtado/ roubado no período na capital paulista. O modelo é seguido pelo Gol, da Volkswagen, e pela Saveiro, também da VW. Já entre as motos mais visadas entre os meses de janeiro a março, a YS 250 Fazer e a CG 150 lideram a lista. Em relação aos bairros, o Itaquera aparece com o
Divulgação
Comando de Policiamento de Área Metropolitana Nove Dicas de Segurança - Idosos
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Avise aos idosos para que não abram a porta, sem que antes indaguem sobre quem bate ou toca a campainha; Entre os carros, o Pálio, da Fiat, foi o carro mais furtado/roubado no período na capital paulista
maior índice de roubos e furtos de veículos na capital paulista. É nele, inclusive, onde fica a Arena Corinthians, estádio que abrirá os jogos da Copa do Mundo, a
menos de um mês. A pesquisa também constatou que, dos 10 bairros com maior incidência, apenas um (o Ipiranga) não faz parte da Zona Leste da capital.
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Horários mais perigosos O levantamento mostrou que houve um aumento de 22% nos furtos e roubos no país, em comparação com o mesmo período de 2013. Segundo a Ituran, este ano de 2014 houve, até março, mais de 800 casos registrados por mês. O estudo está em linha com os dados da Secretaria de Segurança, que apontou o aumento de 23% no total de roubos na cidade de São Paulo. A pesquisa ainda aponta que 20h e 23h é o período com maior índice de ocorrências: 21% de todos os roubos e furtos de veículos acontecem nessas três horas. Em segundo lugar ficou o período entre as 11h da manhã e 14h, com 15%. O dia campeão de roubos e furtos de veículos é quarta-feira, seguido pela quinta e pela terça-feira.
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As pessoas idosas costumam ser alvo fácil de criminosos, que oferecem “ajuda” para encobrir a intenção de furtar bolsas, carteiras ou pacotes;
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Podem também ser vítimas de golpes aplicados por malandros que oferecem “negócios da china”, “aposentadorias” e auxílio do INSS;
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Evite que idosos andem sozinhos pela cidade, para fazer compras ou efetuar pagamentos, estimule que saiam sempre acompanhados;
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Adapte barras de ferro em casa (especialmente no banheiro e escadas) para evitar acidentes;
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Incentive um acompanhamento médico
para uma melhor qualidade de vida;
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Boa alimentação e exercícios são importantíssimos;
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Recomende visitas ao oculista pelo menos anualmente;
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Seja solidário. Ajude em escadas, conduções, filas, etc;
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Não deixe que um idoso possa ser enganado. Se você presenciar algo errado avise a Polícia Militar;
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Oriente-os a não usarem roupas ou jóias que despertem a atenção de vigaristas;
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Oriente-os também a não conversar com estranhos e sempre que precisarem de ajuda procurarem um funcionário credenciado ou um policial militar;
Gazeta São Mateus
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1ª Quinzena de Maio de 2014
Senador do Haiti recebe título de cidadão paulistano Senador Jean Charles Moise, que lidera campanha pela retirada das tropas brasileiras do Haiti, recebe homenagem por iniciativa da vereadora Juliana Cardoso (PT)
A
sessão solene em homenagem ao senador haitiano Jean Charles Moise realizada na Câmara Municipal na noite de quinta-feira, dia 22 de maio, se transformou em ato político contra os dez anos de presença das tropas militares brasileiras naquele País. O senador, que visita o Brasil pela terceira vez, recebeu o título de cidadão paulistano em evento que reuniu 150 pessoas, dentre quais parlamentares e representantes de diversas entidades. A concessão do título, aprovado pela Câmara, é iniciativa da vereadora Juliana Cardoso (PT) e teve apoio do deputado Estadual Adriano Diogo (PT) e do Comitê “Defender o Haiti é Defender a Nós Mesmos”. Em audiência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Deputados, realizada em Brasília na véspera, foi aprovada resolução para colocar fim ao processo de ocupação de militares brasileiros. “Entendemos que é preciso substituir a repressão pela promoção. Por isso, foi aprovada resolução para a retirada gradual dos militares, substituindo essa ação por apoio à reconstrução do Haiti, cuja situação se agravou com o terremoto de 20120”, afirmou o deputado Federal Renato Simões. No seu pronunciamento o deputado Estadual Adriano Diogo (PT) estabeleceu um diálogo imaginário com a presidenta Dilma Roussef para demonstrar a falta de informações detalhadas sobre essa operação militar. “Trata-
Marcelo Ximenes/CMSP
se de um batalhão criado e treinado na selva amazônica durante a Presidência de João Figueiredo e que tem como filosofia lidar com situações de guerra”, disse o deputado. “Essa tropa não tem como filosofia a missão de paz”. GESTO INESQUECÍVEL Para a vereadora Juliana Cardoso, a homenagem significa um importante instrumento que fortalece a luta do senador e da causa do povo do Haiti. “A diplomacia do Haiti no Brasil chegou a questionar essa concessão, mas em conjunto com o Comitê e
os movimentos mantivemos essa decisão”, comentou. “Também por causa da recente vinda de haitianos à cidade de São Paulo, esse evento despertou interesse da mídia. Estamos com vocês até o fim”. Mostrando-se grato pela homenagem e pela calorosa acolhida, o senador haitiano lembrou que o seu País não está em estado de guerra e nem guerra civil. “Em vez de veículos de guerra, precisamos de tratores, em vez de soldados precisamos de agrônomos para orientar nossos agricultores”, afirmou. “Em nome de uma suposta desordem, a presença das
tropas garante a exploração de nossas riquezas naturais pelas oligarquias e pelos monopólios multinacionais. Retiram o direito do povo a autodeterminação de ter um país independente e soberano”. O senador também se mostrou preocupado com a situação dos imigrantes no Brasil. “No Senado ontem foi decidido que uma delegação virá a São Paulo para averiguar as condições como são recebidos e como vivem”, disse. “Em nome de todos os que lutam pela libertação de nosso povo, obrigado por esse gesto inesquecível”, acrescentou.
Livro Justa Palavra é lançado em tarde noite com centenas de leitores
R
mais. Pura diversão! A leitura fácil, envolvente e coloquial não deixa dúvidas. Está ai um talento na pena. O livro é a resultante de um cuidadoso trabalho que consegue flertar com os mais variados espíritos de leitura. Engraçado sem ser uma comédia e ajustado na medida em que atende as distintas classificações. Pode ser lida sem susto por jovens, adultos, idosos. Sérios ou brincalhões. Consegue atingir a todos com precisão cirúrgica não deixando sem amarração qualquer um dos seus ‘causos’. A procura e o afluxo de pessoas no lançamento só faz comprovar o enorme potencial para se comprovar tratarse de leitura agradável que, no mínimo, deverá provocar o autor para as próximas produções. Bem vindo Marcio, boa praça e também bom autor nessa fascinante seara da literatura. Teu espaço está conquistado com talento e esforço. Aguardemos os próximos.
ecém-lançado, o livro Justa Palavra de Marcio Costa pela RG Editora teve excelente aceitação no dia de seu lançamento que ocorreu no New Holiday Café e Locadora em Itaquera na tarde noite do dia 10 de maio. O seu autor deve ter muito credor na praça ou o que é mais provável é um tremendo boa praça, pois conseguiu a façanha de reunir mais de 250 pessoas durante o lançamento do livro. A maior parte deles comprou um ou mais exemplares devidamente autografados. Marcio Costa depois de sentar-se a mesa para os autógrafos só levantava por exigências fisiológicas ou quando a noite chegou para curtir o fim do dia na presença de amigos e familiares. O professor Marcio Costa é morador de Itaquera e após selecionar algumas de suas façanhas e experiências publicáveis, e ficcionar outras, fez publicar o livro de quase 90 páginas, mas que ao final deixa o leitor na mão. Cadê o restante? Onde encontro mais? Típicas exclamações de leitores quer mais; muito
Contatos com o autor: macbolla@ig.com.br
EPIDEMIA
Capital paulista já tem mais de 5 mil casos de dengue
O
total de casos de dengue registrados na cidade de São Paulo chegou a 5 093 neste ano, quase o triplo (2,8 vezes) do registrado no mesmo período no ano passado. Quatro pessoas morreram na capital por complicações da dengue em 2014 — o dobro de óbitos causados pela doença em todo o ano passado. Segundo um levantamento divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde nesta quinta-feira, houve um aumento de 13% nas notificações de dengue nesta semana em comparação com a semana passada. A secretaria afirma que a média de crescimento das semanas anteriores foi de 20%. A taxa de incidência da doença na cidade é de 45,3 casos para cada 100 mil habitantes, considerada baixa — o Ministério da Saúde classifica como baixa a ocorrência de 0 a 100
Marcio Costa autografa seu livro
casos por 100 mil habitantes. O índice, porém, é superior ao registrado em 2013 em São Paulo, que foi de 23,3. REGIÕES O distrito com maior número de casos na capital é o Jaguaré, na Zona Oeste, com 787 e taxa de incidência de 1.578,3 casos por 100 000 habitantes.
A Lapa, também na Zona Oeste, é o segundo, com 351 casos (533,9 por 100 000 habitantes). Na Zona Norte, os bairros mais atingidos são Tremembé e Jaguará. O primeiro registra 345 notificações (174,9 por 100 000 habitantes) e o segundo, 140 (75,8 por 100 000 habitantes). A incidência também está acima da média mu-
nicipal em distritos da Zona Leste, como Carrão (160,9 por 100 000 habitantes), Vila Jacuí (132 por 100 000 habitantes) e Cidade Líder (82,9 por 100 000 habitantes). Na Zona Sul, a doença avança em Santo Amaro (97,8 por 100 000 habitantes) e Campo Limpo (75,7 por 100 000 habitantes). (Veja.com)
Vista parcial dos leitores em fila de autografos
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Gazeta São Mateus
Adriano Diogo participa de Pinga Fogo na Gazeta
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Diversas lideranças de São Mateus e região participaram da nova edição do Pinga Fogo na sede da Gazeta São Mateus, dia 23/05, com o deputado estadual Adriano Diogo (PT-SP) que tem longa e intensa presença na região. O encontro foi coordenado pela diretora do jornal, Lucy Mendonça
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Adriano respondeu todas as perguntas com muita transparência
espondendo a primeira pergunta chave feita pela diretora do jornal, Lucy Mendonça, do porque deveríamos dar a ele o voto, Adriano Diogo respondeu que só se deve votar naqueles em que se tiver confiança e certeza de comprometimento em resposta à primeira pergunta. “Acho que não se deve votar apenas no que se fala e se promete fazer, mas também pelo que a pessoa foi e é. Particularmente tenho dificuldade com relação a essa coisa de pedir voto. Entendo ainda que nem deveríamos pedir esse voto e sim ser lembrado; ter um reconhecimento automático”, explica e critica o fato inegável de que o voto se insere num processo de alto financiamento, de interesses escusos, de troca de favores desde os mais simples e particularizados até o de altas finanças e interesses empresarias nem sempre legítimos. “Vejo essa relação com a política de forma a ser afetiva e de sinceridade, mas de maneira plena, não no varejo. As pessoas podem votar ou casar pensando na prenda ou no dote que vai receber, mas isso não é garantia alguma que a relação vá dar certo, Pode ser um grande desastre”, raciocina. Perguntado sobre uma questão emblemática para a região do ponto de vista ambiental que é a preservação do Morro do Cruzeiro, o segundo ponto mais alto da cidade, Adriano explicou que como deputado estadual e com as tarefas que desempenha na assembleia e no mandato tem pouco contato e interferência nas questões da prefeitura, mas que tem certo entusiasmo com o novo subprefeito Fábio Santos Silva que assumiu na região. Já o conhecia e em conversas com o novo representante da prefeitura que o procurou para se inteirar melhor disse que vale a pena ele buscar as questões que estavam previstas na revisão do Plano Diretor Regional esboçado anos atrás. Adriano destacou que três áreas de São Mateus; Vila Bela, Jardim das Flores, Parque Palanque e mais o Morro do Cruzeiro deveriam ser de sua máxima atenção e que especialmente para o morro deverá ter um olhar atento e criativo para manter e resgatar o local que tem como ser patrimônio importante para a cidade. “Mexer acertadamente com o Morro do Cruzeiro e das outras áreas
Dr. Fabio assessor jurídico da subprefeitura e Francisco da cordenaçao da saúde
Marcelo Doria presidente da CDL e Maurílio dos Reis líder comunitário do bairro Palanque
vai contribuir muito com a elevação da autoestima dos moradores de São Mateus”, considerou o deputado que acha que São Mateus tem sido maltratado ao longo dos anos. Voltando a se referir à ocupação Vila Bela, lembrou que o problema quase teve uma solução urbanística adequada ao final do governo da exprefeita Marta Suplicy. Na ocasião, lembrou, o suposto dono da área propunha entregar a terra a custo zero. “A Vila Bela precisa de ações aos moldes de porteira fechada, por completo, a exemplo do que foi o Jardim Conquista na ocasião”. Arguido sobre a questão da violência, além das considerações gerais de amplo conhecimento como educação dentro de casa, espaços de socialização e educação, cultura, segurança preventiva e eficiência policial, Adriano levantou a importância do viés social da questão que envolve o uso e ocupação urbana, diferenças de renda e oportunidades,
entre outros. Indicou que não existem saídas isoladas para a violência. “Acho também que os governos não deviam apenas administrar locais; a tarefa é, também, administrar as relações entre as pessoas”. Mais ainda, considera que a administração municipal, no caso, tem que cuidar das áreas centrais, notadamente nos casos de ociosidade de moradias onde existem mais de 50 mil apartamentos ociosos, mas, também, das periferias. Com relação a essas questões também sente falta de criatividade e de um pouco de utopia nas demandas das populações onde existe uma grande energia dispersa e desperdiçada. “Sentimos falta de projetos e ideias arrojadas para além de se buscar apenas as questões do dia-a-dia. Temos que ter projetos para mobilizar e construir a cidadania”, raciocina. “Do jeito que as coisas estão às pessoas foram transformadas em simples eleitores. Três meses de
Vereadora Juliana Cardoso com seu bebe Luis Eduardo, Marcelo Doria e Fatima Magalhaes do conselho tutelar
Deise Achiles assessora do Pedro Kaká e Damiana da Silva
calor máximo as vésperas da eleição e quatro anos de ar condicionado”, satiriza. Com relação à representação parlamentar Adriano reconhece que a maior parte das pessoas não se sente representada, seja no congresso, na assembleia ou nas câmaras de vereadores. “Chega a ser caricata essa relação”. Mesmo assim, Adriano tem esperança que para São Mateus, retomar propostas da revisão do plano diretor anos atrás e ajudar a consolidação do plano diretor em curso possa melhorar a situação. Muitas reservas com relação ao monotrilho Por considerar que a atividade política infelizmente deixou de ser uma atividade criativa para ser uma coisa burocrática e repetitiva não se está enfrentando adequadamente a discussão do monotrilho, por exemplo, da forma como se deveria. Adriano diz que a proposta do transporte foi de um governo, mas que teve que ser enfrentada pelo seguinte, ainda do PSDB, que percebeu, então, o tamanho das dificuldades dessa tarefa. Adriano aposta que este ano se resolve apenas o trecho já consolidado que chega até o parque São Lucas, passando pela Vila Prudente. “O restante ainda é uma miragem, tal o grau de dificuldades de se resolver assuntos como desapropriação, por exemplo”. “Vale lembrar”, continuou “que o transporte leve tal como proposto não é exatamente o mais adequado para transporte de grandes quantidades de pessoas”. Insinuou ainda que a extensão até a Cidade Tiradentes não estava prevista e, eventualmente, foi incluído em função das demandas históricas daquela comunidade por transportes mais eficientes. Adriano ainda acha que eles resolvem parcialmente o trecho consolidado, mas não terão coragem de colocar em funcionamento pleno por causa dos riscos dos problemas aparecerem ainda no período eleitoral. “Imagina se não funcionar direito? A operação do monotrilho é uma enorme vitrine no país inteiro, não querem correr o risco”. Tanto é assim, diz Adriano, que o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, em acordo com o governador preferiu rever completamente o projeto inicial, “imagino pela precária confiança que tinham no que estava sendo proposto”.
Cristina Mendonça, Adriano Diogo, Lucy Mendonça, Juliana Cardoso e seu filho Luis Eduardo, Marcelo Doria e Fátima Magalhães
Maurílio, Adriano Diogo, Francisco Marzulo, Nair Alves assessora política e Ari Batera da força cultural
Buscar um mandato no Congresso Nacional Indagado sobre suas prioridades caso seja eleito como deputado federal, Adriano lembrou inicialmente das enormes dificuldades das campanhas nos moldes que vinham ocorrendo, principalmente na questão do financiamento. “Devemos ter em mente que apenas 160 empresas conseguem decidir quem serão o presidente, os governadores e até os vereadores, Brasil afora. É muito poder, exatamente nas mãos de quem detém o capital”. Adriano tem sérias críticas a essa relação promíscua que se estabelece entre o eleito e seus financiadores e pelo fato da relação de campanha também junto ao eleitor ser balizada pela questão das trocas que em geral envolvem pagamentos em espécie ou favores presentes e futuros. É nesse sentido que é um entusiasta do financiamento público de campanha que, se não resolve totalmente as desigualdades de recursos em campanhas, pelo menos as diminuem. Adriano ainda registrou que é contra a perpetuação de mandatos com parlamentares se reelegendo aos mesmos cargos por eleições seguidas. Se sua presença tem importância em Brasília responde afirmativamente e tem razão. O que temos de despachantes de luxo e lobistas no congresso não se conta as dezenas. É muito mais. Adriano é daqueles que tem a política como prioridade e acha que pode dar boa contribuição em questões como direitos humanos, defesa de direitos, combate e denúncias de genocídios, violência arbitrária policial e cidadania. De fato, os que se batem por esses temas no congresso nacional ou são equivocados ou estão em minoria que precisa de reforço. Perguntado sobre o que achava das movimentações por uma nova assembleia constituinte através da decisão via plebiscito, disse
que apoia em função principalmente da necessidade de uma reforma política que de conta de resolver alguns vícios antigos, mas principalmente da influência do capital nas eleições. “Acho justo e necessário, tem que haver reforma política, sem isso teremos cada vez mais votos nulos e em branco e quando não se acredita nas instituições é o caos. Não dá para continuar também com 90% da representação política eleita baseada na capacidade de arrecadar dinheiro”. “Acho a ideia do plebiscito uma coisa boa que deve ser maturada e que, a meu ver, deveria ser capitaneada até pela presidenta Dilma”. Mais reflexivo, mais prudente, mas ainda político Com 65 anos de idade e alguns mandatos cumpridos, Adriano Diogo ainda entende que não existem saídas fora da política, entretanto ela tem que ser vista e praticada de forma séria e com dignidade. “Sou um parlamentar de esquerda com ligações com a igreja católica e com comunidades em toda São Paulo, principalmente Zona Leste e pelo interior do estado e quero continuar não tento vergonha nem envergonhando nenhum eleitor ou apoiador do meu mandato”. Adriano ainda questionou a legitimidade e a eficiência das recorrentes alianças políticas extensas e amplas em buscas das supostas governabilidades. Entende que também essa prática precisa ser discutida e revista, principalmente em se tratando de partidos com enraizamento nas maiorias, nos trabalhadores e nas comunidades. Ao final, Adriano voltou a lembrar das dificuldades de se eleger. Sem recursos abundantes de campanha à moda do que muitos concorrentes terão; seu passado, seu presente e sua postura terão que reunir muitos apoios militantes em busca de aproximadamente 150 mil votos. (JMN)
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1ª Quinzena de Maio de 2014
João Leite, vereador de Embu das Artes visita o Jornal Gazeta São Mateus
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Acompanhado do ex-vereador Alessandro Guedes e Hamilton Clemente, o vereador e presidente do PT de Embu das Artes circula por São Mateus. Muito provavelmente busca apoio, pois será candidato a deputado estadual pelo seu partido nas eleições deste ano
eeleito para um segundo mandato como vereador e como presidente do Partido dos Trabalhadores de Embu das Artes, João Leite fez visitas a região e conversou informalmente com a diretora do jornal Gazeta São Mateus. Chegou ao jornal em companhia de Alessandro Guedes que exerceu a vereança em São Paulo durante 10 meses entre 2013 e 2014 e Hamilton Clemente. A eleição do visitante em sua cidade foi decidida após o apoio obtido pelo prefeito da cidade, Chico Brito. João Leite disse que veio a São Mateus para conhecer a região e eventuais projetos que são desenvolvidos por aqui. Para isso fez visitas e contatos com lideranças locais. Diz ainda que percebeu que se trata de uma extensa área do mesmo tamanho de suas carências, entre estas a manutenção das praças que está, segundo ele, aquém do que poderia estar. Por se tratar de uma conversa informal João Leite defende que a realização da Copa deixará um bom legado, muitos de nós discordamos. Vamos à fala do visitante. “Li sobre a entrevista de dois alunos europeus, um da Itália e outro da Rússia que consideram o Brasil ser um país de gente boa e com boas expectativas, com liberdade de manifestação, etc., portanto, um país admirável”. “O problema é que somos um povo com
a autoestima muito baixa”, completa, supomos que para indicar que as críticas não são tão pertinentes assim. A respeito dos problemas mais recorrentes com a saúde, educação e segurança publica João Leite dá como exemplo do atendimento primário em sua própria cidade que considera satisfatório. “Nosso problema lá, como de outras localidades é a falta de hospitais gerais para médias complexidades. Os próprios profissionais consideram que para as altas complexidades quase sempre se há como e para onde encaminhar”, explica. Com relação à segurança o diagnóstico é praticamente o mesmo em todo canto. Da falta de educação básica – não a escolar, para a ociosidade, a falta de oportunidade e a saída através de pequenos ou grandes crimes. Focar na educação em casa ajuda a diminuir os níveis de violência apontou.
“De vez em quando me questionam sobre a redução da maioridade penal, mas entendo que o problema do jovem não está exatamente nele. Tá na questão social, na estrutura da família. Antes de mexer nisso, precisamos criar projetos para atender esses jovens com escola em tempo integral, alternativa de profissionalização e até mesmo entender melhor o que esse jovem quer”. Do ponto de vista da educação é entusiasta da gratuidade e instalação de novas universidades públicas. “O Estado precisa assumir a dianteira dessa questão. Existe um número muito grande de faculdades privadas com as públicas perdendo terreno. Isso precisa ser revertido”, indica. Entusiasmado chega a defender que os alunos oriundos da escola pública tenham acesso direto às universidades estaduais ou federais, propos-
ta, no mínimo, discutível. João Leite ainda falou sobre o seu gabinete itinerante a dificuldade que é discutir a política com a população, tal o tamanho da descrença por um lado ou da alienação por outro. A descrença tem muito a ver com os infindáveis casos de corrupção envolvendo políticos e agentes públicos que agora, segundo ele, estão sendo mais expostos em função até mesmo da transparência praticada pelo atual governo. A alienação, por sua vez está calcada na falta de informação e de educação primária mesmo sem o entendimento da importância da política. Alessandro Guedes responsabiliza as forcas midiáticas Para o ex-vereador Alessandro que acompanhava a conversa a descrença tem muito a ver com a forma com que a mídia, principalmente a
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grande, trata os assuntos que envolvem as ações dos legislativos e executivos sempre pelo lado pior, atrás dos defeitos e erros e não pelos acertos. Dá como exemplo a sua participação enquanto parlamentar na reintegração de posse do Pinheirinho que pode ser evitada por ação também do seu gabinete. Essa foi suspensa com a prefeitura apresentando saídas mais viáveis para as partes envolvidas, principalmente os que buscavam manter seus lares. Na ocasião o vereador foi agredido pela polícia e foi esse feito que teve mais destaque que qualquer outra coisa. “A imprensa poderia ter coberto uma boa ação, entretanto não divulgou isso e sim o incidente e não foi de forma tão enfática assim”. Alessandro procurava demonstrar que com esse comportamento a imprensa omite ou distorce o que podem ser boas notícias
privilegiando as que possam geram escândalos e indignação. “Nada contra até deve ser assim, mas precisa também mostrar todos os fatos, inclusive os bons”, reflete. Indagado sobre como foi sua passagem pela Câmara Municipal, Alessandro lembrou que a sua candidatura nasceu da necessidade de ter um parlamentar que após a eleição mantivesse relação e contato estreito com suas bases que é proposta do agrupamento Casa Rosada dentro do Partido dos Trabalhadores e destaca que a base do programa Braços Abertos da Prefeitura de São Paulo foi a partir de um projeto seu de acolhimento das pessoas em situação de rua que foi construído com a própria clientela e movimentos organizados. O projeto visa dar acolhimento habitacional, qualificação e preparo para melhora ra empregabilidade, amparo em termos de saúde, etc. Outra proposta do Alessandro em tramitação diz respeito à orientação sobre o risco das drogas. Resumidamente as escolas tratariam do tema durante uma semana com alunos a partir de 11 anos ou 5ª série envolvendo os sistemas de saúde, alunos, pais, professores, segurança em encontros, ações e trabalhos escolares a serem entregues pelos alunos ao final do esforço concentrado. Falta ser aprovado em segunda votação.
Gazeta São Mateus
1ª Quinzena de Maio de 2014
Aromaterapia para ter mais concentração
À
s vezes, mesmo com objetivos planejados e metas traçadas, as coisas parecem difíceis e nos sentimos “saindo dos trilhos”. Nessas horas, nos perguntamos: “mas por que não consigo alcançar meus sonhos, se todo um planejamento foi feito?”. Para que as coisas fluam é necessário ter foco e concentração naquilo que deseja. E a Aromaterapia pode ajudar você nesta tarefa. Por meio dessa terapia alternativa é possível ter mais força de vontade, disciplina e atitude para chegar aonde quer. Uma cabeça que pensa demais ou não foca em uma coisa só tende a se perder. São muitas ideias e pensamentos, e isso acaba atrapalhando a concentração. Confira abaixo como os aromas podem ser usados para ajudar a aquietar a mente super-ativa e permitir mais foco nos objetivos.
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Alguns óleos essenciais têm propriedades que ajudam a manter a concentração e acalmam a mente. Os principais são: Alecrim: é ótimo para quando há esforço mental excessivo. Ele ajuda a revitalizar as células cerebrais, fortalece a mente em casos de esgotamento e ainda estimula a memória.
Cipreste: tem ação calmante e tranquilizante. Ajuda a remover os bloqueios psíquicos, abrindo caminho para o novo. Eucalipto Citriodora: estimula a concentração e clareia a mente. Eucalipto Globulus: favorece a concentração e clareia as ideias. Gengibre: tem um efeito
estimulante e de equilíbrio. Laranja: é o que chamamos de “raio de luz” sobre os pensamentos confusos e dispersos. Tem efeito reanimador da mente, favorecendo uma perspectiva positiva. No entanto, como o óleo é cítrico, pode causar fotosenssibilidade. Após seu uso, não se exponha ao sol durante 12 horas.
ser um único óleo escolhido ou até três óleos, colocando duas
gotas de cada. Essa mistura deve ser adicionada à água da banheira, onde a pessoa permanecerá imersa por até 15 minutos. Caso opte pelo chuveiro, proceda da mesma maneira, colocando os óleos essenciais escolhidos no óleo vegetal, e adicione a mistura em um jarro de água. Depois, despeje o líquido no corpo, do pescoço para baixo. Este banho pode ser feito de duas a três vezes por semana. Vale lembrar que, nesse caso, é importante não se expor ao sol durante 12 horas, caso opte por usar algum óleo essencial cítrico.
coloque até 6 gotas do óleo essencial de sua preferência. Pode
MASSAGEM DE BEM-ESTAR Já se preferir, faça uma massagem. Em uma colher de sopa de óleo vegetal de semente de uva, coloque três gotas do óleo
essencial escolhido. Massageie a região dos ombros, nuca e têmporas, sempre em movimentos circulares, aplicando pouca pressão.
Isso vai ajudar a relaxar, tirar as tensões e descongestionar a mente, permitindo que ela mantenha o foco e a concentração renovados. Vale
lembrar que, nesse caso, é importante não se expor ao sol durante 12 horas, caso opte por usar algum óleo essencial cítrico.
AMBIENTES QUE ESTIMULAM O FOCO Para ter mais concentração em casa, no trabalho ou em qualquer outro lugar, você também pode usar um borrifador contendo 70% de água e 30% de álcool de cereais. Depois, acrescente até 50 gotas dos óleos essenciais de sua preferência. Agite bem
Pote cigano para a prosperidade e riqueza sta magia cigana para prosperidade e riqueza pode ser feita para se colocar em casa ou em ambiente com-
BANHO TAMBÉM PODE AJUDAR NA CONCENTRAÇÃO
Em uma colher de sopa de óleo vegetal de semente de uva,
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antes de usar o spray e borrife por todo o ambiente e ao seu redor. Os óleos essenciais também poderão ser usados em aromatizadores elétricos ou aromatizadores pessoais. No aromatizador elétrico, coloque de 10 a 15 gotas no to-
tal do(s) óleo(s) escolhido(s). Enquanto trabalha ou estuda, deixe o aromatizador na tomada para inalar o aroma e, assim, permitir que a mente foque melhor. No aromatizador pessoal (é um colar com um pingente de cerâmica, que absorve os
óleos), faça uma bolinha de algodão, pingue uma ou duas gotas do óleo escolhido e coloque dentro do pingente. Coloque no pescoço e use o dia todo. Agora é só focar no que deseja e seguir em frente!
ercial. Deixe seu pote bem próximo a porta de entrada para que chame a energia da fartura para dentro de seu imóvel.
Ingredientes: - 1 pote de vidro - um punhado de milho para galinha ( escolher bem os grãos deixando somente os melhores e sem imperfeições. - sementes de gergelim - canela em pau - cravo da índia - pimenta da Jamaica ( comprar na feira/ tem cheiro semelhante a cravo da índia) - amendoim - 7 moedas douradas ( lavadas e secas) - perfume flor de laranjeira ( comprar em casas de artigos religiosos para Umbando e Candomblé) - 1 vela de sete linhas ( esta vela possue sete cores e é de 7 dias) - 7 pedras imãns Colocar o amendoim no fundo do pote , por cima adicione o milho. Acrescente o gergelim, a canela, o cravo da índia e a pimenta da Jamaica. Coloque as moedas e os imãns por cima. Acenda a vela de sete linhas ao lado do pote, chamando pelo Povo Cigano e Santa Sara Kali pedindo que energizem seu pote da riqueza, para que ele atraia sorte, prosperidade e muita fartura para sua casa ou comércio. Após a vela se apagar coloque o pote no local desejado, pngando 7 gotas do perfume flor de laranjeira. Toda semana pingue 7 gotas de perfume, chamando pelos Ciganos e Santa Sara Kali, fazendo seus pedidos de prosperidade. Cuidado ao acender a vela ! Deixe-a longe de tudo que seja inflamavél. Faça seu ritual com segurança e boa sorte.
Aromas que atraem boas energias para a sua casa
Nota de pesar
E
O que a escola ainda pode fazer?
ssa semana passamos por um momento muiiiiiito difícil. No sábado véspera do dia das mães, aconteceu um acidente por volta da meia noite, bem próximo a Escola Estadual Jardim Iguatemi. Cinco alunos nossos , entre 15 e 18 anos, saiam de uma festa no carro do pai e bateram em um ônibus. Duas mortes aconteceram na hora, uma algumas horas mais tarde e hoje 15 de maio enterraremos mais um, o quarto aluno, o motorista de 15 anos continua internado . A escola esta transtorna-
da, professores, funcionários e alunos abalados, temos acompanhado os familiares nesta jornada difícil e dolorosa. Momentos de reflexão tem acontecido na escola nos diferentes períodos , no sentido de fazer cada aluno pensar como tem sido suas escolhas, a cada instante temos acudido alunos que se despencam no pranto e desespero. As imagens do acidente estão gravadas e não sai da cabeça. os cinco eram amigos e quantas vezes vieram a minha sala para os intermináveis conselhos, orientações e puxões de orelha. Pais convocados e orientados como ajuda-los quanto aos es-
tudos, chamados a pensar nas rotinas, nas regras e limites que precisam ser impostas aos filhos. Temos trabalhado com os alunos para que pensem no único mandamento com promessa: “Honra teu pai e tua mãe pra que os seus dias na terra se prolongue que o Senhor te da.” Êxodo 20:12. A formação desses meninos é continua e precisamos cada dia unir escola e família para garantir vida longa a esses garotos que se sentem super heróis e acham que nunca vai acontecer nada com eles. O sofrimento das famílias tem sido também o nosso e não tem sido nada
fácil atravessar mais esse momento. Temos orado para que Deus conforte o coração dessas famílias que tiveram perdas irreparáveis. Preciso acreditar que essa tragédia não foi em vão. Temos chamado a atenção dos alunos para que reflitam sobre o que , como e porque estão fazendo escolhas tão equivocadas .Peço a Deus força , coragem e sabedoria para continuar dirigindo nossa escola e que nosso trabalho cotidiano faça diferença na vida dessas crianças. Suzy Ribeiro- Diretora da EE. Jardim Iguatemi
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lém de melhorar o clima e dar uma carinha mais zen, os aromas ainda têm a função óbvia de deixar a sua casa mais cheirosa e aconchegante Saiba mais Os aromas têm grande poder sobre o cérebro humano. A memória olfativa pode trazer à tona sensações e lembranças que desencadeiam reações em poucos segundos. Isso torna importante aromatizar os ambientes para que eles tragam sensação de paz e conforto, por exemplo.
Além de melhorar o clima e dar uma carinha mais zen, os aromas ainda têm a função óbvia de deixar a sua casa mais cheirosa e aconchegante. Eles ajudam na adaptação de fuso horário, previnem doenças, espantam mosquitos e insetos, acalmam, ajudam na sedução, refrescam e deixam a sua mente trabalhar com mais tranqüilidade. Você pode aromatizar a sua casa de várias formas. Incensos, sprays e aromatizadores são grandes aliados. Basta você escolher a forma mais prática para a sua casa.
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1ª Quinzena de Maio de 2014
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