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DE OLHO NOS FATOS
ANO XXII - Nº 392
Gazeta São Mateus
Parque São Rafael
Iguatemi
1ª Quinzena de abril de 2015
CÂMARA NO SEU BAIRRO
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Câmara Municipal faz sessão em São Mateus
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or iniciativa da atual legislatura, a Câmara Municipal de São Paulo resolveu promover um dia de sessão em cada bairro ou, principalmente, em cada região administrativa da cidade de São Paulo. No dia 11 foi à vez de São Mateus. Para o CEU São Mateus acorreram mais de 600 pessoas que ouviram discursos e apresentaram pautas e reivindicações ao colegiado presente durante a manhã e início da tarde. Aos moldes solenes das sessões na sede principal da Câmara, o presidente Antônio Donato informou sobre a dinâmica do dia que incluiu abertura dos trabalhos por ele próprio seguido das falas da senadora Marta Suplicy ex-petista e atualmente sem partido e o secretário municipal de relações institucionais Alfredo Padilha que falou ao final do expediente. Diversas outras autoridades estiveram presentes, entre eles o subprefeito de São Mateus, Fábio Santos.
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Ciranda d’água em São Mateus Em comemoração ao Dia Internacional da Água no dia 25 de março, as unidades estratégicas Saúde da Família da Supervisão Técnica de São Mateus realizaram a VI Ciranda da Água de São Mateus
Alunos da Escola Iguatemi elaboraram perguntas aos vereadores
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evento que desde 2010 acontece anualmente apresenta projetos que tratam da água como elemento de promoção da saúde através de palestras, apresentações de dança, música, atividades lúdicas e muita informação. Este ano os alunos da Emef do CEU São Mateus apresentaram coreográfica da canção “De gotinha em gotinha” do grupo Palavra Cantada, enquanto que as agentes comunitárias de saúde e agentes de promoção ambiental da UBS Recanto Verde do Sol fizeram uma adaptação da música Beijinho no Ombro para Baldinho no Ombro em alusão ao uso racional e seguro desse recurso. Página 3
Artigo
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o longo desta semana os mais de dois mil alunos da Escola Estadual Jardim Iguatemi participaram de atividades para discutir os principais problemas da região de São Mateus, zona leste de São Paulo. As 48 dúvidas, sugestões e críticas foram entregues aos vereadores no sábado (11/4) durante o Câmara no Seu Bairro – programa elaborado pelo legislativo paulistano para aproximar a população dos parlamentares.
A Comunidade aguarda ansiosa por resposta
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o dia 11/04/2015 foi realizado no CEU São Mateus a quinta edição do Projeto Câmara no seu Bairro. Estiveram presentes vinte e dois vereadores, a senadora Marta Suplicy, o secretário Padilha e mais de seiscentos munícipes que reivindicaram moradia, regularização fundiária, saúde, educação, dentre outras demandas da região.
E ditorial
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Corrupção e crise fazem prestigio do governo cair Página 2 ão Não fique doente, pois não i n i p O terá para onde correr Página 2
Procon vai notificar supermercados que cobram por novas sacolinhasPágina 8 Reflexão: Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa Página 8
Gazeta São Mateus
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E ditorial
ão i n i p O
Corrupção e crise fazem prestigio do governo cair
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se dar crédito às pesquisas de opinião de grandes institutos como é o caso do Datafolha, e não há porque se duvidar dos resultados porque estes, se manipulados, trairiam e operariam contra sua principal finalidade são más notícias que estão reservadas a presidente Dilma Roussef. Recentemente esse instituto pesquisou a popularidade da presidente e a percepção que os brasileiros têm da crise. Dilma vinha sendo rejeitada desde o início deste seu segundo mandato muito por conta da crise que começa a se instalar, mas, principalmente por conta dos efeitos à partir das revelações das lambanças feitas principalmente pela base de apoio ao seu governo envolvendo o PT e o PP em escala maior e os diretores da Petrobras, estatal, que foram indicados pelas forças politicas que orbitam a administração recente pilotada pelo Partido dos Trabalhadores. Não há mais nenhuma sombra de dúvida de que os malfeitos com a estatal e as chances enormes de outros malfeitos estarem presentes em outros órgãos diretos ou indiretos do governo fizeram com que o sentimento generalizado da população seja de indignação e revolta, parte dela expressa na manifestação recente do dia 12 de abril quando ruas e praças de parcela importante de cidades brasileiras foram tomadas em sinal de protesto. Em meados de março as pesquisas indicavam que 62% dos entrevistados consideravam o governo da presidente Dilma Roussef ‘ruim ou péssimo’. Agora em abril é 60%, indicador que está dentro de uma margem de erro na metodologia adotada pelo instituto. Variaram de 24% para 27% os que acham esse governo razoável e mantiveram-se em 13%, os que disseram que é ‘ótimo ou
bom”. Não tem como achar ai algum sinal de melhora, portanto considerar como um leve recuo ou estagnação o crescimento da camada que protesta contra o governo por causa de um número menor de manifestantes, em abril, é enganoso. Enganoso, também e principalmente porque é da natureza das manifestações de protestos contra o governo, no caso, de oscilarem entre uma ação ou outra. Apenas em momentos de ruptura revolucionária e no ápice da guerra de movimentos que as quantidades de manifestantes em protestos se mantêm ou ampliam. Voltando aos números que até então entendemos como confiáveis, em meados de março 77% das pessoas consultadas diziam que a inflação iria aumentar, contra 78% das pessoas que dizem a mesma coisa agora. Na outra ponta os mesmos 6% que afirmavam que a inflação iria cair se manteve. No meio do caminho, dos que podiam apostar que a situação ainda vai melhorar estavam 15% na tomada de março e 14% agora. Na mesma conjuntura tem um universo que era de 69% e que passou para 70% daqueles que acham que a taxa de emprego vai aumentar. Os que otimistas diziam que vai diminuir foi de 12% para 10%. O resumo de tanta conta é que não há notícias boas para o planalto. Na gênese dessa mal estar os problemas do país que historicamente tem sido elencado como principal a saúde, agora recebe a companhia da corrupção como um dos principais problemas. Vale lembrar que o tema corrupção não era lembrado em 2011, mas veio a tona nas jornadas de junho de 2013 e se manteve em julho de 2014 durante a Copa do Mundo do famigerado sete a zero e agora já tem tanto peso quanto a saúde nos corações
e mentes dos brasileiros. Se a Petrobras e os assuntos que a envolvem tornou-se um fardo pesado para da presidenta isso é revelado na desconfiança de pelo menos 83% dos entrevistados. Que sabia dos problemas na estatal e nada fez, 57% dos entrevistados. Apenas 12% acreditam na ignorância da presidente quanto as lambanças, equanto 26% admitem que ela sabia, mas que nada podia fazer. A questão é, com quais ingredientes, fatos ou iniciativas o crédito da mandante do país aumentará. Trata-se de uma incógnita. Um desses ingredientes poderá vir do balanço da estatal que tem que ser publicada em breve e que aponte poucas perdas e danos e aponte para alguma trajetória de recuperação. Resumindo a ópera o governo perde prestigio em intensidade só pouco menor do que o partido que lhe dá sustentabilidade. O PT pena para recuperar o prestígio e confiança que um dia lhe foi concedido. Um forte sinal de que tempos bicudos virão é o prestigio decrescente de sua principal liderança, o ex-presidente Lula que agora já não consegue mais continuar ileso à ilações de seu comprometimento com os problemas e que ainda pode remotamente ser atingido em investigações. Caberá a ele a dádiva da dúvida e a capacidade de comprovar que não tem culpas no cartório. Ao final dessa leitura dos números parece que muita coisa mudou. Lideranças ou partido de preferência nacional, agora descem a ladeira, mas isso não quer dizer, entretanto, que o que está retratado enquanto tendência seja a melhor coisa para o Brasil. Longe disso, uma vez que as alternativas disponíveis não são para animar qualquer ser consciente. (JMN)
Não fique doente, pois não terá para onde correr
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fato é que nesses dias da primeira quinzena de abril estamos no ‘cada um por si, Deus por todos’, mesmo diante do fato prescrito na constituição que cabe aos governos cuidar de sua população onde o direito a segurança, ao transporte público de qualidade, da educação e da saúde e outros também estão longe de estarem garantidos. Pois bem nada desses direitos tem funcionado adequadamente em quase todo lugar e também aqui em São Mateus. Tanto é assim que na última sessão da Câmara na semana passada, dia 11, que foi feita no CEU São Mateus, em um universo de 114 inscritos, 30 moradores e lideranças, em sua esmagadora maioria, só reclamou. E reclamou muito, um pouco de cada coisa. Embora a pauta tivesse que ser circunscrita as responsabilidades da prefeitura municipal sobrou ferro também para o governo do Estado. Tudo fragilizado. É público e notório que uma epidemia de dengue vem se instalando e para desgraçar ainda mais vem se acentuando a ausência de atendimento médico público e gratuito nas tantas unidades de saúde mais ou menos espalhadas pela região. Ninguém me convence de que o crescimento da ocorrência de casos de dengue tem a ver com a falta de água. As pessoas, no sufoco, começaram a reservar água onde e como podiam, tentando se aproveitar, inclusive, das chuvas do período, muito porque o governo do Estado, alertado desde pelo menos três anos antes, não tomou providências para enfrentar a escassez e as dificuldades de abastecimento que mais cedo ou mais
tarde iria chegar. E chegou. Armazenando de forma errada e sem os cuidados primários para evitar criadouro para mosquitos da dengue estamos experimentando e pagando pelos nossos erros. Nossos pelo descuido de armazenamento e o do governo por omissão. Com a dengue atacando o futuro paciente _que se tornará paciente, caso doente, não tem onde conseguir ajuda. Isso pelos simples e preocupante fato de que não se encontra atendimento ágil nas unidades de saúde dos três distritos de São Mateus. Fenômeno que em maior ou menor grau se repete em toda a cidade. Em geral a demora em conseguir passar por um clínico geral leva folgado acima de 60 dias. Não adianta, caro leitor, você contar com o socorro para as suas dores nesse período e em outros também, sejamos sinceros. Caso você não tenha uma assistência médica particular com a prestação paga regularmente será pedir para ficar frustrado e sem socorro. Parece haver uma ‘política deliberada’ de esvaziar as unidades básicas de saúde. Para se chegar aonde não sei ao certo. Deve ser aquelas coisas lá da política econômica, afinal também estamos diante de uma crise se instalando. Se algum consolo pode haver é o fato de termos consciência que isso não ocorre apenas na cidade de São Paulo e faz parte do cotidiano de tantas outras cidades importantes do país. Mais duro ainda, é ficar sabendo que no dia 15, o Senado Federal, cujos senadores, familiares e funcionários tem assistência médica privada pago com
Lucy Mendonça jornalista responsável pelo Jornal Gazeta São Mateus MTB 43029-SP
dinheiro de nossos impostos, aprovou uma medida provisória que anistia em R$ 2 bilhões os planos de saúde, referente a multas aplicadas a esses planos pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Esperemos que a presidente Dilma Roussef, aquela mesma que muita gente quer tirar de lá vete a medida. Ela tem 15 dias a partir de agora para proibir ou seguir junto para mais essa injustiça com a população. Em São Mateus só não digo que as unidades de saúde ficam às moscas, porque ainda é intenso a circulação dos moradores na vã esperança de algum tipo de atendimento médico. Esse é para aqueles que conseguiram esperar durante muito tempo pelas suas consultas. Não ficam às moscas porque ainda existem nessas unidades alguns funcionários abnegados, esforçados que tentam tanto quanto possível reconfortar o infeliz que foi atrás de ajuda e não encontrou. O que sei dizer é que desejo a vocês que não sejam acometidos por enfermidades, nem sejam atacados pelos mosquitos da dengue de forma a se contaminarem. Eu não poderia ajudar muito e do jeito que estão as coisas nem a prefeitura, nem o estado, nem a federação, portanto nem o prefeito, nem o governador, nema presidente e todos os seus séquitos e auxiliares que estão cobertos com assistência médica pagas com o dinheiro público, portanto, meu e seu. Saúde a todos! (LM)
Idosos têm direito à meiaentrada em várias atividades Este direito é assegurado por uma lei federal que não contempla aposentados com menos de 60 anos. Contudo, redes de cinema e teatro podem oferecer o desconto como cortesia para estes clientes
G azeta S ão M ateus
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Lei Federal nº 10741/2003, conhecida como Estatuto do Idoso, estabelece que os idosos têm pelo menos 50% de desconto no pagamento de atividades culturais, de lazer, artísticas e esportivas. A Lei Federal nº 12933/2013, Lei da Meia Entrada, garante o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, pessoas com deficiência e jovens entre 15 e 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos. Idosos não são amparados por esta lei por já contarem com o Estatuto do Idoso. Ou seja, para o benefício da meia-entrada o consumidor deve se enquadrar numa das seguintes situações: - ter mais de 60 anos - ser estudante - possuir entre 15 e 29 anos e ser comprovadamente carente
- ser deficiente físico - ser acompanhante de deficiente físico durante o evento. Leis regionais que garantem a meia-entrada - Lei Estadual (SP) 10.858/01, alterada pela Lei 14.729/12: concede meiaentrada em estabelecimentos que proporcionem lazer e cultura, praças desportivas e similares aos professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino, desde que apresentem carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite; - A Lei Municipal (São Paulo/SP) nº 12325/1997, que previa o desconto igual ao de idosos para aposentados, não está vigente pois foi declarada inconstitucional pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). - Lei Municipal (Porto Alegre/RS) 7366/1993: reg-
ulamentada pelo Decreto 11.110 a lei determina a concessão do benefício de meiaentrada para os aposentados em Porto Alegre. Na cidade os aposentados e pensionistas do INSS, cuja aposentadoria ou pensão não sejam superiores a 03 salários mínimos, têm direito a pagar 50% do valor dos ingressos em cinemas, teatros, espetáculos esportivos, circenses, ou de outras áreas de cultura, lazer e entretenimento. Se acontecer com você Se o consumidor tem o direito à meia-entrada negado, pode adquirir o ingresso com valor integral e requerer posteriormente a devolução da quantia paga a mais em relação aos 50% de desconto através do Procon ou do próprio Poder Judiciário. Para isto, deverá apresentar o ingresso e a identificação que garante o desconto. www.idec.org.br
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Ciranda d’água em São Mateus
Em comemoração ao Dia Internacional da Água no dia 25 de março, as unidades estratégicas Saúde da Família da Supervisão Técnica de São Mateus realizaram a VI Ciranda da Água de São Mateus
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Subprefeitura de Guaianases realiza Combate à Dengue no Jd. Aurora A próxima ação será realizada no próximo dia 18/04, das 9h às 13h
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evento que desde 2010 acontece anualmente apresenta projetos que tratam da água como elemento de promoção da saúde através de palestras, apresentações de dança, música, atividades lúdicas e muita informação. Este ano os alunos da Emef do CEU São Mateus apresentaram coreográfica da canção “De gotinha em gotinha” do grupo Palavra Cantada, enquanto que as agentes comunitárias de saúde e agentes de promoção ambiental da UBS Recanto Verde do Sol fizeram uma adaptação da música Beijinho no Ombro para Baldinho no Ombro em alusão ao uso racional e segura desse recurso. Durante o evento foi exposto o projeto Consumo Consciente levado a cabo na UBS Jardim Conquista II, onde os usuários cadastrados na unidade fazem o monitoramento do consumo doméstico de água e energia e ainda trocam experiência para melhor uso e mais racional em busca da redução de gastos com esses itens. Um mês antes do evento diversas unidades partic-
iparam de uma gincana para coletar o óleo servido de fritura. As agentes de saúde e de promoção ambiental incentivaram os usuários a levarem o seu óleo servido para a respectiva unidade de onde seriam encaminhados a um instituto que, por sua vez, o encaminha para um tratamento adequado evitando poluir ainda mais o ambiente e evitando que este resíduo, sem os cuidados necessários durante sua manipulação, se transforme em matéria prima para fazer sabão. No total foram 427 litros de óleo de fritura. A UBS Jardim Conquista III foi a que conseguiu a maior quantidade, seguida pela UBS CDHU Palanque e Jardim São Francisco II. Alunos e alunas do CEU com seus familiares e alunas e alunos da Emef Parque Boa Esperança ouviram junto com os profissionais de saúde presentes palestras do Instituto Bióleo sobre o descarte correto do óleo e também da Supervisão de Saúde de São Mateus sobre como combater o mosquito da dengue e da chikungunya.
Espetáculo de dança, exposição de gravuras e sorteio de livros O Núcleo Ximbra apresentou dança contemporânea simulando uma competição entre si em busca de um copo de água. Com música ao vivo e muita vibração das crianças, a apresentação reuniu movimentos de circo, street dance, capoeira e outros insights. Entre uma apresentação e outra, sorteios de livros fornecidos pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado entremeados em jogos lúdicos de perguntas e respostas. No hall de entrada do auditório foi feita uma exposição artística com xilogravuras, maquetes, poemas e fotografias para sensibilizar os participantes a economizar a água neste momento de escassez. Os expositores, muito solícitos, eram os próprios alunos do CEU. Os preparativos para o evento que contou com a adesão de grande público, entretanto, começou dias antes com oficinas feitas pelos agentes com os alu-
nos do equipamento. Os alunos participaram ainda da Ciranda na Biblioteca; oficinas com o reaproveitamento de material reciclável; aula de lian gong, contação de estórias e a projeção do filme “A Gata Borralheira” que foi dando embasamento ao que seria realizado durante o evento. A Ciranda da Água de São Mateus é um momento onde as equipes das unidades de saúde compartilham com a comunidade um pouco dos resultados dos projetos PAVS realizados durante o ano. Durante o encontro, entretanto, e diante da dinâmica e do acesso a mais informações gera-se a oportunidade de conversas, reflexões, entendimentos e fortalecimento das relações intersetoriais e o despertar para as questões socioambientais da saúde. Nesse sentido a Ciranda da Água de São Mateus cumpre parte da missão planejada, razão pela qual o supervisor técnico de Saúde de São Mateus parabenizou a organização do evento e o trabalho das equipes de saúde da região.
Artigo Marcelo Dória, Empresário, pós graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Aluno de Especialização em Varejo da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. E-mail: marcelo.doria@terra.com.br
Câmara dos Vereadores em São Mateus,
a Comunidade aguarda ansiosa por resposta
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o dia 11/04/2015 foi realizado no CEU São Mateus a quinta edição do Projeto Câmara no seu Bairro. Estiveram presentes vinte e dois vereadores, a senadora Marta Suplicy,o secretário Padilha e mais de seiscentos munícipes que reivindicaram moradia, regularização fundiária, saúde, educação, dentre outras demandas da região. Merece aplausos a iniciativa do poder legislativo municipal, que vem ouvir as necessidades dos moradores e dialogar para promover um bairro melhor e consequentemente uma cidade mais equilibrada. Vale destacar algumas necessidades que merecem atenção da administração municipal da cidade de São Paulo: Zeladoria Urbana: basta realizar um curto passeio pelo
bairro para constatar o estado de abandono que se encontram as praças e os passeios públicos repletos de lixo e entulhos. Regularização Fundiária: existe avanços, mas pouco, perto da necessidade da região. A CDL-São Mateus protocolou ofício na Subprefeitura cobrando uma posição sobre a destinação das áreas no interior do Parque São Lourenco como Zonas Especiais de Interesse Social para construção de moradia popular ao lado de industrias, um equívoco do prefeito Fernando Haddad que deve ser reparado com máxima urgência. Revitalização da Avenida Mateo Bei: infelizmente a obra está parada. Reestruturação do Viário: foi protocolado um oficio junto a Subprefeitura para a instalação ou substitu-
ição dos semáforos do Largo de São Mateus, existe a necessidade de dar sequência aos semáforos da avenida Mateo Bei para melhor fluidez do transito na avenida. Comércio irregular: na região brotam a cada dia mais “feiras do rolo”, onde são comercializados produtos como: toca cds usados, celulares usados, rodas de carros, pássaros silvestres, peças de motos, acarajé, espetinho de camarão, veneno para rato dentre outras coisas. Foi solicitado um reforço no efetivo da operação delegada, para combater o comércio irregular, porém o pedido não foi aceito pela Subprefeitura e Secretaria de Serviços. Iluminação: as praças, ruas e avenidas do bairro estão escuras, um perigo para a segurança em especial das mulheres que retornam do trabalho no período da noite.
Incentivos para a geração de empregos no bairro: a municipalidade deve promover um ambiente favorável para a geração de emprego no bairro, com um programa de incentivos fiscais de verdade e principalmente uma infraestrutura de internet e reestruturação viária que venham estimular empresas a se instalarem na região. A Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Mateus, é uma entidade supra partidária e está à disposição para contribuir com soluções para o desenvolvimento do bairro de São Mateus. A comunidade aguarda ansiosa por respostas e soluções para as necessidades do bairro, caso contrário, corre-se o risco de ver o número de representantes da região no poder legislativo, sofrer mais baixas, assim como aconteceu nas últimas eleições.
Subprefeitura de Guaianases realizará no próximo sábado (18/04), uma nova ação prevista no Comitê Regional de Combate à Dengue no quadrilátero das Ruas Francisco Bitancourt, Calixto Fonseca, Miguel Martins Lisboa, Lourenço da Rocha e Claudio da Costa, no Jardim Aurora. No local, será realizado o trabalho de prevenção, bloqueio e eliminação de criadouros dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, transmissores da Dengue e Chikungunya. No último sábado, dia 11/04, na ação corrida no Jardim Etelvina, foram distribuídos folhetos e cartilhas educativas que alertam sobre a necessidade de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Cerca de 120 imóveis foram visitados. O bairro também recebeu uma ação da Operação Cata Bagulho. A iniciativa foi do Prefeito da Cidade de São Paulo, que, em 05 de março de 2015, criou a Portaria 102, que constituiu, nas Subprefeituras, os Comitês Regionais de Combate ao Aedes (dengue). As ações serão realizadas em conjunto com as Secretarias da Saúde, Educação, Verde e do Meio Ambiente, Assistência e Desenvolvimento Social, e também com a Defesa Civil, Supervisão de Vigilância da Saúde – SUVIS. O objetivo é conscientizar a população sobre os riscos de contaminação da doença, que pode até matar. Contamos com a participação da população para que recebam os profissionais nas suas residências! Dados Gerais No período de 4 de janeiro a 28 de março, 31.980 casos foram notificados e 8.063 foram confirmados autóctones (contraídos no município). No mesmo período de 2014, a cidade teve 7.861 casos notificados e, destes, 3.183 autóctones confirmados. Cerca de 38% dos casos estão concentrados na zona norte de São Paulo. Também foram confirmadas outras duas mortes nas regiões leste e sul da cidade, somando quatro óbitos pela doença neste ano. Ações de combate ao mosquito É importante esclarecer que a dengue está mais associada às altas temperaturas e à água limpa do que simplesmente à chuva, porque qualquer pequena concentração de água, desde uma tampinha de garrafa a um prato de vaso pode ser um criadouro. A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) considera que o aumento dos casos neste ano está associado ao calor, que acelera o desenvolvimento do mosquito e ao acúmulo de água limpa sem proteção, devido à crise de
abastecimento dos últimos meses. A Prefeitura reforçou o trabalho dos 2.500 agentes de zoonoses em toda cidade, com ações de visitas porta a porta, grupos de orientação e ações de combate nos locais de grande concentração de pessoas. Desde o último dia 23, com apoio das subprefeituras, foram realizadas em toda a cidade 22 operações Cata Bagulho, 28 “arrastões”, 14 ações de intensificação de distribuição de telas para caixas d’água e dez limpezas de córrego. Os paulistanos devem se atentar à necessidade de ação individual preventiva para eliminar criadouros de mosquito Aedes aegypti. A visita de equipes é programada com base no mapeamento de pontos críticos, a partir dos casos confirmados. E uso de nebulização pesada (“fumacê”) só ocorre em última instância, emergencial, e funciona para eliminar mosquitos, sem efeito prático na eliminação de criadouros. Mais de cem mil domicílios já passaram por ação da nebulização, beneficiando mais de 350.000 pessoas. Desde segundo semestre do ano passado, a secretaria municipal de Saúde intensificou as ações de prevenção e adotou duas novas estratégias para o combate às doenças. A portaria 2.286/2014 estabelece que os serviços públicos e privados de saúde devem realizar, em até 24 horas, a notificação compulsória dos casos suspeitos. A Secretaria criou ainda comitês locais de prevenção nas subprefeituras, para fortalecer o contato com a comunidade e o trabalho integrado nas ações de campo. Durante uma reunião realizada na manhã de hoje, diretores de hospitais públicos e particulares receberam orientações de como agir e como diagnosticar os casos da doença. Desde o dia 12 de fevereiro, o Plano Municipal de Combate ao Aedes-Aegypti ganhou reforço com a integração de equipes da Defesa Civil. Em cerimônia realizada no Vale do Anhangabaú, no centro da capital, 32 viaturas do órgão foram entregues devidamente adesivadas e equipadas com alto-falantes para a conscientização da população. Sete viaturas estão somente na região norte, mais atingida pela dengue. Durante a vigência do plano, toda quarta-feira, desde 25 de fevereiro, equipes da Secretaria de Saúde distribuem panfletos e revistas educativas que tratam das formas de prevenção e combate aos criadouros em pontos estratégicas da cidade, de grande concentração de pessoas, como terminais de ônibus e portas de estações de metrô.
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As vantagens econômicas e ambientais da reciclagem do entulho
A quantidade de entulho gerada nas construções de novos empreendimentos demonstra um enorme desperdício de material
ntulhos podem ser reaproveitados como matéria-prima na construção civil. Pouquíssimas pessoas sabem, mas cerca de 90% dos resíduos provenientes do mercado da construção civil podem ser reciclados. Ao reutilizá-los, eles são transformados em agregados com características extremamente semelhantes aos produtos originais e, ainda por cima, utilizam matérias-primas de baixo custo. E pensando justamente nesse benefício, hoje em dia, os interessados encontram com facilidade
máquinas específicas para reciclagem de entulho, podendo reaproveitar sobras de concretos, demolições e reformas. Inclusive, uma das vantagens econômicas e ambientais que mais chamam atenção deste processo é o fato de que o resultado da transformação do lixo será a presença de agregados como areia e brita, sendo que ambos os materiais poderão ser usados na mesma obra onde os entulhos foram produzidos. Por conta da grande bolha imobiliária que atinge várias cidades que estão em ple-
no processo de expansão, a quantidade de entulho gerada nas construções de novos empreendimentos demonstra um enorme desperdício de apetrechos que são primordiais na construção civil. Outro detalhe importante e que também merece destaque é a grande vantagem da reciclagem do entulho no aspecto ambiental, já que os resíduos que sobram das obras acabam sendo abandonados em locais impróprios, como, por exemplo, nas margens de rios, canais, terrenos baldios e mais. Esse descaso poderá causar assoreamento, bem
como entupimento de bueiros e valas, causando enchentes que acabam atrapalhando a qualidade de vida nas grandes cidades. A falta de reciclagem de entulho gera um grande desperdício de material, sendo que os custos deste desperdício são distribuídos por toda a sociedade, bem como acarreta no aumento do custo final de uma obra. E para terminar, além de areia e brita, tijolos, calçamentos, canos e outros itens podem ser criados por meio da recuperação do lixo proveniente das obras
A reciclagem de jornais por meio do artesanato
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base de muitas técnicas de artesanato feito com jornal é o canudo. O jornal é um objeto que tem utilidade por apenas 24 horas. No dia seguinte, as notícias já estão desatualizadas e muitas pessoas não sabem o que fazer com os jornais antigos acumulados. Por que não reciclar e criar artesanato
utilizando o papel jornal como matéria-prima? Além de sustentável, a atitude pode gerar objetos criativos e diferentes para a sua casa. Antes de mais nada, é importante saber que o artesanato com jornal geralmente é feito a partir de canudos de papel. Para fazê-los, basta cortar o jornal em pedaços
e, em seguida, enrolar cada pedaço com ajuda de um palito. Passe cola na parte superior, no meio e no canto esquerdo antes de começar a enrolar. Este canudo pode ter tamanhos variados, conforme o objeto que será feito. Bandeja A bandeja segue o mesmo processo acima, porém deve-se realizá-lo até atingir o diâmetro desejado para a bandeja. Para fazer as alças, faça rodinhas de canudos utilizando um cabo de vassoura ou um pincel para deixar um orifício. Deixe secar e cole com cola quente. Cesta Para fazer a cesta, os canudos devem ter o tamanho de uma folha de jornal dividida em quatro partes. Com estes canudos, devem ser feitas as tranças da cesta. Para isso, disponha quatro canudos lado a lado com distância de dois centímetros entre eles. “Cos-
ture” outros quatro canudos entre os já existentes e repita o processo até chegar ao tamanho desejado da cesta. Flor de papel jornal Corte diversos pedaços de papel em formatos de pétala, em diferentes tamanhos (média de 4 cm). Dobre as bordas das pétalas e enrole o pedaço menor do papel, colando-o na haste. Continue colando as pétalas na haste até formar a flor. Faça um acabamento com fita e pronto! Descanso de copo ou panela Basta passar cola na ponta de um canudo e encaixá-lo em outro, achatando-o em seguida. Passe cola nos canudos achatados e comece a enrolálos em espiral, formando um disco. Repita o processo até formar a circunferência do porta-copos ou panelas. Para impermeabilizá-los, passe uma mão de cola branca ou verniz.
5 lugares no mundo que cobram pela sacola plástica
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polêmica das sacolinhas plásticas em São Paulo sofre mais uma reviravolta ,em cumprimento a uma ordem judicial, os supermercados da cidade devem passar a oferecer gratuitamente sacolas biodegradáveis ou de papel aos consumidores. Para reduzir o uso das embalagens plásticas, outros países e cidades do mundo optaram por um caminho mais radical, passando a cobrar uma taxa do consumidor. IRLANDA: Na Irlanda, a cobrança pelas sacolas, instituída em 2002, mudou o comportamento do consumidor, que passou a levar sua própria sacola reutilizável para o mercado. Com a criação do imposto, conhecido como Plas
Tax, que cobra 22 centavos de euro por sacola, a distribuição dos modelos plásticos caiu 97,5%. O valor recolhido com a venda de sacolinhas alternativas, como as de papel, é destinado a um fundo que promove a reciclagem de lixo e iniciativas ambientais. ALEMANHA: Todas as lojas que fornecem sacolas plásticas devem pagar uma taxa de reciclagem para o governo alemão. Esse custo acaba sendo repassado para o conumidor que, se quiser levar suas compras numa sacola plástica tradicional, tem que pagar uma taxa que varia de 5 a 10 centavos de euro. Não à toa, o uso de sacolas reutilizáveis ou caixas de papelão para acondicionar as compras no supermercado já
virou hábito entre os alemães. PAÍS DE GALES: No País de Gales, o banimento das sacolas plásticas começou com um acordo voluntário entre os supermercados do país e só depois entrou em cena uma taxa para uso. Desde outubro de 2011, quando uma quantia equivalente a 16 centavos de reais passou a ser cobrada, o uso de embalagens por pessoa caiu 96% - e na conta entram, não apenas sacolas plásticas, mas as de papel ou biodegradáveis. Já o valor angariado com a venda das sacolas convencionais nos mercados é revertido para ajudar instituições de caridade ou de conservação ambiental. WASHINGTON D.C. :A
capital americana é outra que aboliu os sacos plásticos, passando a cobrar em 2010 uma taxa de 5 centavos de dólar sobre cada sacola utilizada. Após a restrição, Washington viu o uso de sacolas plásticas cair 85% em apenas um mês. O montante arrecadado com a venda vai para um projeto de despoluição de rios. HONG KONG : Para desencorajar o uso de sacolas plásticas pela população, Hong Kong passou a cobrar uma taxa equivalente a 12 centavos de reais para cada unidade de embalagem, em 2009. O dinheiro é recolhido em forma de imposto para o governo. Para não colocar a mão no bolso, a população se habituou ao uso de sacolinhas reutilizáveis.
Esta pagina é toda sua. Participe, discuta e reflita!
5 dicas para
reaproveitar alimentos e evitar o desperdício
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or incrível que possa parecer, comida é um dos itens com maior taxa de desperdício no mundo: cerca de 30% da produção é descartada, totalizando mais de 4 milhões de toneladas por ano. Um dos grandes culpados por este alto índice é a falta de conhecimento da população sobre as propriedades nutricionais dos alimentos, bem como ausência de conscientização para o reaproveitamento das sobras. Cascas de frutas podem ser transformados em sucos, geleias e bolos. Existem diversas maneiras de diminuir o desperdício, e muitas são extremamente simples: não exagerar na hora das comprar e levar apenas o que será utilizado, congelar as sobras para reaproveitar naquele dia em que bater a preguiça de cozinhar, fazer compotas, aproveitar as sobras para montar pratos diferentes. Para te ajudar com essa mudança, separamos cinco dicas de como reaproveitar os alimentos e evitar o desperdício. Confira: - Seja criativo: a criatividade é uma característica essencial para quem não quer desperdiçar comida. Muitas vezes, comida que parece
O Jornal Gazeta São Mateus trará todas as quinzenas este espaço para debates e informações sobre preservação e consciência ambiental em meio urbano, com ênfase especial a questão da destinação final de resíduos. Esta pagina conta com o apoio da EcoUrbis Ambiental S/A,concessionária publica responsável pela coleta,transporte e destinação final de resíduos domiciliares e de saúde na Área Sudeste da capital paulista,que abrange 18 das 31 subprefeituras,e o objetivo e contribuir para ampliar cada vez mais a conscientização e educação ambiental da população. Envie suas sugestões de pauta para gazetamateus@terra.com.br .
não servir para nada podem compor uma deliciosa receita diferente; - Não tenha medo de experimentar: nem toda receita dá certo, mas a maioria delas é criada na base da experimentação e erro. Continue explorando as sobras mesmo se as primeiras tentativas não deram certo e acabaram indo para o lixo no fim das contas. Tenha em mente que isso é um investimento — em vez de ir direto para a lixeira, a comida te ajudou a descobrir o potencial de uma receita; - Abuse das cascas: lembre-se que boa parte das propriedades nutricionais das frutas está presente nas cascas, que podem ser reaproveitadas de diversas maneiras. Bolos, geleias, chás e sucos podem ser feitos com casca de fruta, preservando o sabor e as vitaminas; - Bolinhos: confeccione bolinhos com os vegetais que sobraram da salada ou da preparação de outro prato. Se sobrou carne moída ou frango, faça croquetes; - Sopas: junte cascas de verduras e legumes, cubra com água e adicione os temperos de sua preferência. O resultado será um caldo delicioso e saudável.
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Poluição do ar pode ter relação com aumento de casos de AVC, diz estudo Um novo estudo divulgado sugere que a poluição do ar tem relação com um possível estreitamento das artérias carótidas, responsáveis por transportar o sangue arterial do coração para o cérebro. O entupimento delas pode provoca um acidente vascular cerebral (AVC)
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esquisadores do Centro Médico Langone, hospital da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, analisaram registros de mais de 300 mil pessoas que vivem em Nova York, Nova Jersey e Connecticut. Com os dados, eles descobriram que quem vivia em endereços com maior presença de poluição particulada ficou mais propenso ao estreitamento de suas artérias carótidas internas em relação a quem vivia em áreas menos poluídas. A análise foi feita entre os anos de 2003 e 2008, com a ajuda de índices de
poluentes obtidos pela Agência de Proteção Ambiental (EPA). As principais fontes de emissões do material particulado são os veículos automotores, processos industriais e queima de biomassa. Esses agentes contaminantes causam danos graves à saúde, segundo cientistas. O material particulado (que tem a sigla em inglês PM2,5) é uma denominação para um conjunto de poluentes como poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que fica suspenso na atmosfera por causa do seu tamanho pequeno. As principais fontes de
emissões desse tipo de material são os veículos automotores, processos industriais e queima de biomassa. Esses agentes contaminantes causam danos graves à saúde, segundo cientistas. Menos poluição, menos risco – De acordo com o pesquisador Jeffrey Berger, da Divisão de Cardiologia da Universidade de Nova York, os dados reforçam a possibilidade de que a poluição do ar diária pode representar um alto risco de AVC, além dos fatores de risco tradicionais como a pressão arterial alta, colesterol, diabetes e tabagismo. As duas artérias carótidas
internas estão situadas em ambos os lados do pescoço e fornecem sangue ao cérebro. Normalmente, o AVC resulta do acúmulo de placas nessas artérias. Segundo Jonathan Newman, cardiologista que liderou a investigação científica, ainda não é possível estabelecer a influência direta da poluição, mas a análise sugere que a hipótese de que a redução dos níveis de contaminação do ar influencia na queda da incidência de problemas nas artérias carótidas e, consequentemente, possíveis episódios de AVC.
Além de poluir as ruas, as bitucas de cigarro descartadas incorretamente podem causar incêndios
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o descarte incorreto das bitucas pode provocar queimadas e destruir o habitat de animais e plantas. Para diminuir estes prejuízos ambientais, cada vez mais surgem soluções para incentivar o descarte correto e até a reciclagem das bitucas de cigarro. Cinzeiros pela cidade Uma alternativa mais lógica e fácil de ser aplicada para combater o descarte incorreto de bitucas de cigarro é a instalação de cinzeiros ou lixeiras específicos para este fim.
Programas de coleta ambiental de bitucas de cigarro Existem diversos programas que incentivam a coleta ambiental de bitucas de cigarro. É o caso do Bituca Verde, iniciativa que produz e distribui coletores de bitucas, que são armazenados e enviados para cooperativas de reciclagem. O projeto também abre espaço para que as pessoas do Rio de Janeiro e São Paulo enviem, por conta própria, as bitucas coletadas em casa ou no
com grande pesar que a Seção de Comunicação Social do 38º BPM/M leva ao conhecimento que na madrugada do dia 05/04/2015 (domingo,) Policial Militar Sd PM Silvio de Souza foi encontrado morto no banco traseiro de um carro, na rodovia Ayrton Senna, km 22, na região de Guarulhos, na Grande São Paulo. O corpo estava sem camisa, marcas de tiro e mãos amarradas. O veículo estava estacionado no canteiro da estrada. A Ecovias, conces-
sionária que administra a rodovia, acionou a Polícia Rodoviária Estadual após perceber que um Renault Sandero, de cor vermelha, havia sido deixado na pista. Quando a policia militar chegou no local, o policial já estava morto,dentro do veículo, foram encontrados documentos da vítima .Sd PM Souza trabalhava no 38º Batalhão da Polícia Militar (38º BPM/M). Att Sd pm Caroline Cardoso Auxiliar p5
Valorização dos policiais
Fonte: G1
Os malefícios do descarte incorreto de bitucas de cigarro
uem vive e trabalha em grandes cidades, sabe que as ruas e avenidas estão cada vez mais poluídas por bitucas de cigarro. A falta de educação dos fumantes e a ausência de lixeiras especiais para receber as bitucas são os principais causadores de um ambiente visualmente feio, com cheiro desagradável e que também pode provocar vários transtornos, como o entupimento de bueiros. Em áreas verdes, como parques e florestas,
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Segurança
trabalho. Outras iniciativas, como o Programa Coletor Ambiental e Rede Papel Bituca (formada por ONGs), também merecem destaque pelo trabalho de coleta, armazenamento e correta destinação das bitucas de cigarro. A Rede Papel Bituca, inclusive, realiza a reciclagem das bitucas e transforma em papel que posteriormente será utilizado em itens ecológicos. Descarte incorreto de bitucas de cigarro: panorama mundial Soluções como as citadas anteriormente auxiliam diretamente na redução de um quadro preocupante: anualmente, mais de cinco trilhões de bitucas viram lixo em todo o mundo. Se já não bastasse este número elevadíssimo, os fabricantes de cigarro também trabalham muitas vezes com materiais sintéticos e altamente resistentes à degradação natural. Outro dado que vale a pena ser lembrado é o tempo médio de decomposição de uma bituca: cinco anos na natureza. dinamicambiental
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ia 27 de março de 2015, foi realizada a Solenidade de Valorização dos policiais militares do 38º Batalhão. Valorizar os policiais militares que participaram de ocorrências de destaque durante o mês, demonstrando capacidade técnica, dedicação ao serviço, respeito à vida e á dignidade da pessoa humana, e assim enaltecer o nome da
Polícia Militar perante a sociedade paulista. Valorizar os policiais militares perante suas famílias no intuito de elevar-lhes a auto-estima disseminar o quão importante é a família do profissional e seu reconhecimento, propiciando assim uma significativa mudança comportamental. 3º Sargento PM Jussenara
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CÂMARA NO SEU BAIRRO
Câmara Municipal faz sessão em São Mateus
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or iniciativa da atual legislatura, a Câmara Municipal de São Paulo resolveu promover um dia de sessão em cada bairro ou, principalmente, em cada região administrativa da cidade de São Paulo. No dia 11 foi à vez de São Mateus. Para o CEU São Mateus acorreram mais de 600 pessoas que ouviram discursos e apresentaram pautas e reivindicações ao colegiado presente durante a manhã e início da tarde. Aos moldes solenes das sessões na sede principal da Câmara, o presidente Antônio Donato informou sobre a dinâmica do dia que incluiu abertura dos trabalhos por ele próprio seguido das falas da senadora Marta Suplicy expetista e atualmente sem partido e o secretário municipal de relações institucionais Alfredo Padilha que falou ao final do expediente. Diversas outras autoridades estiveram presentes, entre eles o subprefeito de São Mateus, Fábio Santos. Registre-se que a fala dos vereadores na cerimônia foram
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de importância secundária, cabendo a maior parte deles, em número menor do que 30 num universo de 55 vereadores, falar sobre si próprio ou de sua relação com o bairro dos três distritos. Alguns aproveitaram para criticar a atual gestão da cidade enquanto outros a defenderam. Todo o trabalho foi gravado e o áudio já está disponível para a escuta dos interessados. Da mesma forma a TV da Câmara Municipal iria retransmitir o encontro em sua integra em sua programação da semana seguinte. Quase uma hora e meia depois de iniciada foi a vez de 30 pessoas sorteadas entre os 114 que se inscreveram fazer suas intervenções, na maior parte das vezes reforçando as demandas de suas comunidades que, via de regra, já está na pauta há algum tempo. O apelo da maioria ia na direção de conseguir o comprometimento e o apoio dos vereadores para suas demandas, a maior parte delas dirigidas ao Executivo municipal.
Quando puderam falar, o que disseram as lideranças
ara evitar o cansaço do leitor à reportagem optou por destacar os principais trechos das falas dos 30 moradores ou lideranças selecionadas, vamos a elas. Cristina da Silva Marins coordenadora de um programa de moradia no Parque Boa Esperança ressaltou a importância daquela ‘escuta’ e solicitou empenho dos vereadores para que o executivo seja mais ágil no tramite dos processos de construção de unidades habitacionais populares, como é o caso de um projeto que ela coordena de 160 apartamentos naquela localidade. A liderança ainda indicou a necessidade de fortalecer o programa Minha Casa, Minha Vida em São Mateus. Paulo Sérgio da Silveira falou em nome do Jardim Nova São Paulo que faz parte do Jardim Santo André, extremo leste onde um loteamento aprovado com 400 famílias ainda carece de muitas melhorias e de reconhecimento dessa aprovação. O local, segundo ele, ainda não tem código de endereçamento postal, CEP próprios, iluminação. Apesar de pagarem IPTU, diz Paulo Sérgio, o loteamento parece não regular junto a Eletropaulo, por exemplo.
Fábio Rodrigues de Jesus falou sobre o avanço na atual administração e na importância da aproximação com o parlamento. Indica que os recursos para as políticas públicas devem ser discutidas mais próximas da população onde ficam mais claras as prioridades. Destacou as medidas de mobilidade adotadas pela atual gestão como corretas e necessárias. “A maioria da população precisa da Avenida Mateo Bei mais ágil, portanto faixa exclusiva de ônibus é uma medida correta”, considerou. Também destacou a necessidade de aumentar os recursos para investimento em cultura e esportes em São Mateus. Jerônimo Barreto da Silva, falando pela comunidade do Jardim São Francisco se lembrou de agradecer a senadora Marta Suplicy, pelo fato de quando prefeita ter viabilizado o início da regularização fundiária da sua região. “Hoje somos 70 mil famílias beneficiadas, mas ainda precisamos de mais”, indicou. Também aproveitou para citar o que considera uma omissão da Dersa, vinculada ao governo do Estado sobre as contrapartidas que deveriam ser dadas aos moradores que foram removidos para a expansão do Rodoanel.
Idosos lutam pelos seus direitos
Aline de Jesus, do Jardim da Conquista criticou o fato do atual subprefeito não ter ido a nenhuma oportunidade aquele bairro. Pelo menos que ela saiba. Ainda sobre o impacto do rodoanel, Aline destacou que certas localidades têm problemas com enchentes, com excesso de lixo e sem asfaltamento de algumas ruas. Criticou a falta das contrapartidas da empresa responsável pelo rodoanel. Lourival Delfino começou sua fala dizendo que não deve nada aos vereadores e solicitou que assessores ou pessoas ligadas aos mandatos abrissem mão de ocupar a tribuna que, segundo ele, deveria ser ocupado pelos moradores e suas lideranças. Criticou a intervenção que se pretendia fazer na Avenida Mateo Bei, com o risco de enfraquecimento do comércio localmente e lembrou-se da demanda antiga de canalização do Córrego Riacho dos Machados. Foi mais longe e se comprometeu a ‘ir cuidar de sua vida’ e a se retirar das criticas quando essa obra que teve início continuar e tiver um fim. Fátima Magalhães denunciou as dificuldades das crianças para frequentar escolas longe de suas casas.
Mais de 600 moradores compareceram
“O presidente Antônio Donato, esclareceu que apesar da desconcentração de alguns vereadores não haveria prejuízo das falas uma vez que elas estavam sendo gravadas e deverão constar na ata do dia, bem como no acervo que estará disponível para os gabinetes”.
Criticou a falta de equipamentos públicos eventualmente prometidos como o do Jardim Cipoaba, uma unidade do centro de educação unificado CEU que havia sido prometido e projetado para o distrito São Rafael; o espaço do Cruzeirinho, o CDC do Parque São Rafael, a casa de cultura e espaço para os idosos, além da área de preservação ambiental APA do Morro do Cruzeiro. Falta ainda a poda do mato e uma unidade do CAPS no Parque São Rafael. Ângelo Iervolino, do GT de Meio Ambiente do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste reclamou pelo fato de São Mateus sofrer sendo o depositário de considerável parte do lixo da cidade com inúmeros aterros que se somam e se ampliam; com a central de triagem de resíduos sólidos sem um funcionamento adequado e intenso da coleta seletiva. Apesar dos esforços das cooperativas dos catadores a situação não se modifica para melhor, Criticou também a falta de espaços de lazer e
o descuido com as áreas de cabeceira do Aricanduva. Nair Rezende, do Instituto Padre Moreira criticou a falta de poda de mato e a composição reduzida das equipes de serviços urbanos e a necessidade de aumentar os recursos destinados ao distrito de São Mateus, além da liberação mais ágil dos R$ 60 milhões previstos no atual orçamento. Também se referiu à necessidade de finalizar a canalização do Córrego Riacho dos Machados. Ademir Ferraz de Souza começou solicitando atenção dos vereadores que na ocasião pareciam dispersos. Morador do Jardim Rodolfo Pirani e São Rafael, falou sobre a criação do Parque do Cipoaba lembrando que só ele já demandaria praticamente todo o volume destinado ao bairro o que, segundo ele, é um forte indício de que nada será feito. Disse que está cansado de promessas e que a comunidade precisa de retorno efetivo sobre suas demandas. Manoel Lopes da Silva solicitou que se providencie uma saída do Parque
Boa Esperança e Jardim da Conquista pelo Jardim Santa Barbara de forma a facilitar a mobilidade daqueles moradores. Para tanto, destacou que se faz necessário apenas uma adaptação em uma das travessas da Rua Sinhá Moça. Também pediu melhorias no atendimento a saúde mental na região. Nicolas Peres se diz representando os interesses dos alunos e professores da Escola Estadual Jardim Iguatemi sobre o fato dos alunos serem assaltados a caminho da escola bem como a apreensão dos professores que também são por vezes, vitimas dos meliantes que andam no entorno da escola. Reclamou do fato de nenhuma base comunitária nas proximidades da escola. O boliviano Franklin Apasa representando a comunidade boliviana que mora na Vila Bela, também pleiteou atenção para a segurança no local que também vitimiza os alunos durante o trajeto da escola para casa.
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Câmara Municipal faz sessão em São Mateus
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Vereadores Toninho Paiva e Edir Sales
a ausência de um dos sorteados, liderança critica gestão Chamado ao plenário para falar, Lídio José de Souza não estava presente. Em seu lugar, dizendo que o ausente lhe teria cedido a oportunidade, apresentou-se Valdir Sampel comerciante que disse gerar 10 empregos estava inconformado com algumas falas elogiando o prefeito Fernando Haddad. Os motivos, segundo ele, a greve dos professores _não se atentando para o fato de que os professores são da rede estadual, portanto da alçada do governador do Estado. Também criticou o aumento do IPTU, a ausência de mais médicos para o bairro e o abandono do CDC Vera Cruz “um depósito de bandidos”. Reclamou da exigência da sacola plástica. “Como aceitar Padilha, como governador, tem gente morrendo aqui”, foi emendando. “Temos que defender o comércio de São Mateus na Mateo Bei e não admito a ciclofaixa na Avenida Satelite.”, acrescentou. Falando em seguida o presidente da Câmara Diretora de Lojistas de São Mateus, Marcelo Doria criticou as criticas com relação ao governo sobre as demandas não atendidas indicando que estas, em sua maioria, são demandas históricas que passaram por diversas administrações. Também criticou as criticas e as defesas de partidos, dizendo que o foco é o interesse pelo desenvolvimento sustentável de São Mateus. “Os problemas existem e devem ser tratados; temos áreas verdes sem conservação. Temos que pensar a mobilidade também adotando políticas para geração de empregos localmente, na periferia, que é onde precisa e fixa o trabalhador”. Mostrou contrariedade com relação à alteração do zoneamento no Parque São Lourenço que permitirá construção de moradias ao lado de indústrias e questiona a qualidade de vida que poderá se ter com a medida. Com relação à Avenida Mateo Bei ela precisa ser pensada para além dos carros, ter melhor funcionalidade, citando a
falta de sincronismo entre os semáforos. Pleiteia o revigoramento da principal avenida e esforços concentrados para a regularização fundiária, uma vez que as ocupações já estão feitas. Maria Aparecida Oliveira que é membro do conselho participativo de São Mateus destacou a situação da saúde, com a falta de médicos e medicação nas unidades existentes. Lembrou que a ausência de regularização de diversas vilas tem inibido a possibilidade de novas unidades nesses locais de grande concentração de moradores. Queixou-se também da distribuição injusta de recursos entre as zonas da cidade com a escassez para a Zona Leste e principalmente para São Mateus. Falou sobre os esforços de praticas alternativas como forma de prevenção em saúde e que precisam ser ampliados, mas lembrou da ausência de ações em governos anteriores. Pelo Jardim das Laranjeiras, Miguel estendeu as reclamações já registradas por outras comunidades, mas lembrou de que mesmo as grandes intervenções como a da instalação do monotrilho que passaria por São Mateus estarem com as obras estagnadas. Gil Diniz dizendo-se membro do grupo Democracia e Liberdade citou apenas os vereadores que hoje são de oposição a atual gestão e reclamou da falta de vagas nas escolas de educação infantil em São Mateus além de fazer proselitismo lembrando e convocando as pessoas para a manifestação que ocorreria no dia seguinte, 12, conforme ocorreu, dizendo que ela seria também contra o prefeito Haddad, causando certo desconforto entre os presentes. Verônica Calixto disse que Fernando Haddad prometeu regularização da Vila Bela e que a comunidade ainda aguarda que isso ocorra. Pedro Luís Karamikov, morador há 37 anos no Jardim Santo André preferiu encaminhar perguntas que ficaram sem respostas públicas e imediatas. Porque, quase sem exceção as obras em praças
estão sob responsabilidade de apenas uma empresa? Houve verbas destinadas à construção de um centro cultural onde ocorreu uma tragédia na Avenida Mateo Bei com vítimas, onde estão elas e cadê o centro cultural? Porque a prestação de contas da subprefeitura não está disponível no portal da prefeitura? O Morro do Cruzeiro, segundo ele, está catalogado para ser uma área preservada desde 1959, o que se está fazendo de concreto para que isso ocorra? O morador ainda questionou porque as nascentes de São Mateus não estão nominadas e cuidadas e porque São Mateus tem a característica de deposito de lixo e de gente, eventualmente fazendo alusão ao fato de que São Mateus é uma das poucas áreas na cidade que ainda sofre com ocupações irregulares e continuadas. Hamilton Clemente lembrou aos presentes que a greve dos professores é de alçada do governador do Estado, praticamente respondendo a uma provocação anterior, mas foi além lembrando que esse governo, do PSDB já está a 30 anos do poder e agora “matando as pessoas de sede”. Com relação ao Jardim da Conquista disse que aquele local só foi lembrado nas administrações petistas. Primeiro com a Erundina, anos depois com a Marta Suplicy, então no PT e agora com o prefeito Fernando Haddad. ‘“Agora estamos com a regularização sendo encaminhada e com mais de cinco mil famílias recebendo a escritura de suas casas”, disse. Queixou-se entretanto da baixa distribuição das equipes de saúde com baixo número para a zona leste e para os distritos de São Mateus. Indicou ainda manter o corredor de ônibus na avenida principal. Sueli Rodrigues que gerencia uma entidade ambiental local que trabalha com a educação protestou contra a decisão da prefeitura em construir uma escola de educação infantil em uma área do Jardim Nove de Julho
Presidente da Câmara Municipal Donato e o vereador Gilson Barreto
(objeto de reportagem recente nesta Gazeta) que é área de preservação permanente, sendo que nas proximidades existem outros terrenos não preservados que poderiam ser utilizados. Criticou também o fato da coleta seletiva não funcionar localmente, quando criticou as megas centrais projetadas para o distrito. Apelou aos vereadores para fazer valer a exigência de que os condomínios residenciais tenham seus próprios planos de gerenciamento de resíduos aprovados e funcionando conforme exigência do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Criticou ainda a chegada de um quinto aterro sanitário e o fato de São Mateus ser o depósito de lixo da cidade sem compensações adequadas. Lembrou-se da desatenção com os idosos. Tinha outras questões, mas o tempo não lhe favoreceu. Sebastião Rosa ocupou seu tempo lembrando que a periferia só é lembrada em governos populares como é o do PT. Desde a fundação do Jardim da Conquista, lembrou ele, o local teve vários avanços e progresso, mas ainda tem problemas sérios a serem resolvidos. “Tem que haver mais segurança, saúde, infraestrutura, regularização fundiária”. “Precisa rever e regularizar todos esses bairros e melhorar também a educação nesses locais”, emendou. Claudete Viera lembrou que foi na gestão da então Marta Suplicy como prefeita que se construiu o CEU onde estavam reunidos. Como diretora regional de Educação de São Mateus, desde 1986 na rede, disse conhecer as dificuldades, mas reconhecer os avanços. “Todos os governos trazem as suas coisas, mas o que um governo progressista tem de diferente e apresenta é que acontece. Temos em termos de número um universo muito grande para atender aqui e tentamos o fazer com gestão democrática, educação popular e cuidando para que nossos alunos não reproduzam o que se vê e se tem de pior por ai”, comentou. Morador do Jardim Nova
Fabio Santos subpreito de Sao Mateus,Vereador Andrea Matarazzo e a Senadora Marta Suplicy
Conquista, Raimundo Oliveira Ferreira reclamou do comportamento dos vereadores que em sua maioria conhecem sim os lugares quando fazem promessas com poucos resultados. “Hoje estamos aqui em outro esforço e torço para que saia daqui algumas ações, porque precisamos de muita coisa na comunidade, apesar de já termos água, esgoto, luz, transporte. Principalmente o asfaltamento de muitas ruas. Queremos respostas”.
Último morador a falar destaca papel da Gazeta São Mateus Antônio Cursino se disse cansado do rosário de precariedades de sempre em diversos pontos. “Alguns deles só tomamos conhecimento lendo a Gazeta São Mateus que também avisou sobre esse encontro. Precisamos mostrar nossas reivindicações e as fazemos pelo jornal e agora por aqui. Como moradores, conhecemos melhor os problemas e temos todo o direito de reclamar”. Seguindo a risca o protocolo, o presidente da Câmara e da sessão, vereador Antônio Donato submeteu aos presentes o pedido excepcional de um dos presentes que queria falar por um minuto. Negado pela maioria dos presentes não houve a fala.
Como autoridade presente, subprefeito também fala em plenário O subprefeito de São Mateus Fábio Santos cumprimentou os vereadores, a senadora Marta Suplicy, o secretário Alexandre Padilha e a diretora do jornal GSM, Lucy Mendonça que cobria o evento, além de uma entidade em nome de todas as outras. Disse que o encontro era de grande valia, pois revelava aos vereadores parte da situação de São Mateus e da necessidade de se manter um diálogo entre os poderes públicos e a população. Como não poderia deixar de ser a subprefeitura foi foco de atenção durante o encontro, motivo pelo qual era mais que justo que o subprefeito revelasse em linhas gerais partes do que vem fazendo localmente. Não eram todas as coisas, mas reforma de praças, de escolas infantis, a viabilização de mais médicos, a construção do Hospital Dia que está em andamento, à adoção de incentivos fiscais ao empresariado local estavam no rol de realizações. Junte-se a estas a compra do terreno
para a universidade federal, a construção de uma UBS no Jardim Palanque, uma UPA em São Mateus entre outras iniciativas. Fábio lembrou também que o executivo, com todo seu secretariado estará na região ainda este mês para ouvir as reinvindicações das comunidades e dos moradores na tentativa de atender dentro de suas possibilidades e planos anteriores. No mais colocou a subprefeitura de portas abertas ao diálogo com a população.
Último a falar, Alexandre Padilha disse que estava ali para ouvir O secretário de Relações Institucionais da Prefeitura de São Paulo, Alexandre Padilha saudou os presentes, lideranças e os conselheiros dos vários conselhos presentes, dizendo-se que nesses encontros sempre fala ao final para poder escutar mais. Não deixou passar batido entretanto, algumas provocações que ouviu ao longo da jornada. “Não quero entrar e aceitar provocação de campanha eleitoral que será o ano que vem. As pessoas, algumas que estão ou passaram por aqui terão que se apresentar na hora certa e evitar a antecipação da campanha. Não estamos aqui para isso”, ponderou. “A gente tem que se concentrar nos problemas daqui”. Asseverou. Padilha também lembrou que o executivo estará presente no local ainda este mês e deverá estar por aqui durante uma semana e que haverá a oportunidade de conversar com os interessados no desenvolvimento e na solução dos problemas dos bairros. Falou ainda que a coleta seletiva tão criticada deverá ter uma expansão e intensificação maior a partir deste ano e sobre o que considerou os três grandes problemas, alguns já em processo de solução. A canalização e urbanização do Aricanduva com recursos liberados na ordem de 290 milhões. As UBS que já estão em forma de lote para licitação e a construção de mais um Cras para o qual estão com dificuldades de conseguir um terreno adequado. Um grande mutirão de regularização fundiária na região, também foi reconhecido pelo secretário como uma das principais prioridades da região. Ao final da sua fala, coube ao vereador e presidente da Câmara Municipal de São Paulo encerrar a sessão e a jornada do dia, já com o plenário pela metade. (JMN)
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Alunos da Escola Iguatemi elaboraram perguntas aos vereadores nos escutar, porque só assim teremos uma mudança de fato no bairro”, afirmou Siqueira. Acompanhando 150 alunos da Escola Estadual Jardim Iguatemi, que participaram da sessão neste sábado, estava a diretora Suzy Rocha Ribeiro. Ela é responsável por um projeto no colégio que define temas anuais para estimular os jovens a refletir sobre arte, cultura, política, economia e cidadania. Neste ano, as
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atividades debatem “Política em Ação”. “O Câmara no seu Bairro vem no momento importante para contribuir com o trabalho que estamos desenvolvendo. A partir de discussões, os estudantes elaboraram 48 perguntas para os vereadores e o grupo que está presente aqui no dia de hoje vai levar as respostas para os outros e depois vamos fazer uma visita monitorada na Câmara”, ex-
plicou. A diretora da escola também falou sobre a importância da participação dos jovens na política. “Estimular as crianças a pensarem na política é fundamental para que elas cresçam entendendo que o cidadão deve cobrar os políticos por melhorias na sociedade”, declarou Suzy. “A vinda dos parlamentares até nós traz esperança de que pode haver mudança”, disse.
Suzy Rocha Ribeiro, diretora da Escola Estadual Jardim Iguatemi, levou alunos para acompanhar a sessão do Câmara no Seu Bairro Foto: André Bueno / CMSP
o longo desta semana os mais de dois mil alunos da Escola Estadual Jardim Iguatemi participaram de atividades para discutir os principais problemas da região de São Mateus, zona leste de São Paulo. As 48 dúvidas, sugestões e críticas foram entregues aos vereadores neste sábado (11/4) durante o Câmara no Seu
Bairro – programa elaborado pelo legislativo paulistano para aproximar a população dos parlamentares. Entre os principais problemas sinalizados pelos estudantes, de 10 a 17 anos que vivem na região, estão a segurança e a falta de espaços de lazer. Gabriel Siqueira tem 15 anos e há três anos estuda nesta escola. “As praças estão
sujas e os políticos precisam zelar por essas áreas para que a população possa frequentar. Percebemos, durante os debates realizados, que estão acontecendo muitos roubos nas portas das escolas”, contou. Para o aluno, o Câmara no seu Bairro é uma iniciativa importante para ajudar no desenvolvimento de São Mateus. “Os vereadores precisam
Na fila do supermercado, o Procon vai notificar caixa diz a uma senhora idosa supermercados que cobram por novas sacolinhas
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- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje,minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente. - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até en-
tão, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma aca-
demia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
diretora-executiva do Procon São Paulo, Ivete Maria Ribeiro, disse que o órgão vai notificar os supermercados da capital paulista que passaram a cobrar pelas novas sacolinhas biodegradáveis. Desde 5 de abril entrou em vigor lei sancionada na gestão Gilberto Kassab (eleito pelo DEM) e regulamentada por Fernando Haddad (PT) que proíbe o uso de sacolas plásticas derivadas do petróleo. A lei não fala da cobrança pela embalagem, mas permite a oferta de modelos feitos com material reciclável e que podem ser reutilizados para lixo orgânico e coleta seletiva. Segundo o Procon, a cobrança é abusiva e se enquadra em “vantagem manifestamente excessiva”, proibida pelo artigo 39, parágrafo V do Código de Defesa do Consumidor. “No cômputo dos valores das mercadorias já está embutido o custo da sacola. Seria excessivo porque é uma cobrança dupla”, afirma Ivete. Segundo a diretora-executiva do Procon, uma vez notificadas, as redes têm direito à defesa e os casos voltam a ser analisados pelo Procon. Caso necessário, serão aplicadas sanções e o órgão pode entrar com uma ação civil pública contra os supermercados.
De acordo com Ivete, o Procon vai defender duas hipóteses: que o supermercado ceda a sacola gratuitamente ou que o consumidor que leve a sua sacola receba um desconto, abatendo do preço do produto o custo das sacolas. As lojas localizadas em São Paulo das redes Pão de Açúcar, Extra, Futurama, Carrefour e Bergamini passaram a cobrar entre R$ 0,08 e R$ 0,10 por cada embalagem fornecida ao consumidor. O Procon aconselha que o consumidor junte as notas fiscais que mostram a cobrança das embalagens e entre em contato com o órgão. Esse tipo de informação está sendo usada para o preparo das notificações aos supermercados. A diretora do Procon afirma ainda que a lei 15.374/2011 e o decreto que a regulamenta foram omissos ao não deixar claro se as sacolas reutilizáveis deveriam ser cobradas ou não. Na semana passada, a Prefeitura informou que vai editar decreto regulamentar para especificar casos que não ficaram claros, como em lojas de shoppings. A Associação Paulista de Supermercados (Apas) afirmou em nota que o valor das antigas sacolas plásticas não faz mais parte da composição de custos operacionais e portanto não existe a cobrança
em duplicidade. A nota diz ainda que por meio de seus associados, a Apas orienta que os consumidores levem suas próprias sacolas ou outros meios de transporte para acondicionamento de suas compras. Fica a critério do consumidor a aquisição das novas sacolas reutilizáveis estabelecidas pela resolução 55/AMLURB/2015. Segundo a Apas, o setor reafirma sua união com o poder público para cumprir o que determina a legislação, contribuindo com a redução do descarte do plástico no meio ambiente e colaborando com o programa de coleta seletiva do município. Reutilização das sacolas Pelas novas determinações, as sacolinhas derivadas de petróleo devem ser trocadas por modelos padronizados: nas cores verde e cinza, mais resistentes e com parte feita de material renovável. As sacolas verdes devem ser usadas para descartar o lixo reciclável e as cinzas, para resíduos orgânicos e rejeitos. Tanto o comércio pode ser multado por não distribuir as sacolas corretas quanto o consumidor pode ser penalizado caso não faça a reutilização adequadas. G1 São Paulo
Gazeta São Mateus
1ª quinzena de abril de 2015
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Os princípios do Feng Shui
Feng Shui é um sistema para organizar o seu ambiente em harmonia e equilíbrio com o mundo natural ao seu redor. Em chinês, as palavras Feng Shui significam “vento e água”. A prática para a vida real é uma abordagem contemporânea, e permite que você use o que você já tem e que você deseja adquirir para trazer coisas boas em sua vida. Três Princípios de Poder de Feng Shui Chi: Chi é a energia. É a força da vida em constante movimento e mudança que nós sentimos em torno de nós nos fazendo se sentir bem ou mal em um determinado local. Chi pode acumular-se nos objetos ao seu redor. Em sua casa ou escritório,
o chi fluirá pela porta e pelas janelas. O objetivo das melhorias Feng Shui (ou “curas”) é manter o chi fluindo suavemente em todo o ambiente ao invés de correr em linha reta através dele. O Chi pode ter um efeito negativo quando ele fica preso ou bloqueado. Os Cinco Elementos: Esse é o nome coletivo usado para descrever as cores, formas e texturas em torno de você. Os elementos são: Fogo, Terra, Metal, Água e Madeira. Cada elemento é diferenciado por uma forma característica, cores, e um conjunto de atributos. As melhorias de Feng Shui para residências e escritórios equilibram todos esses elementos em seu ambiente interior.
Elemento
Forma
Fogo
Triângulo
Terra
Quadrado
Metal
Cores Vermelho, Laranja e roxo
Símbolos importantes na cultura cigana
Atributos paixão e emoção
Marrom e amarelo Alicerce,e estabilidade
Círculo
Branco, metálico
Força e Independência
Água Curvilínea Preto, azul Relaxamento, Inspiração Madeira Retângulo Verde Crescimento expansão
O significado das cores no Feng Shui
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zul:O azul é a cor preferida pela maioria das pessoas, possui diferentes tons que transmitem tranquilidade, harmonia e paz. Associada ao mar e às profundezas simboliza ainda a sabedoria. É uma boa escolha para utilizar em salas, quartos de casal, quartos de criança e salas de estudo. Amarelo: O amarelo representa o poder e a riqueza,
o amarelo está associado à cor do ouro. É ainda a cor ligada à concentração, comunicação, tolerância e sabedoria. Transmite uma sensação de vivacidade e alegria que deve ser utilizada em quartos de crianças ou em escritórios que envolvam a criatividade artística. Verde: O verde é uma cor associada ao sucesso na realização de sonhos e objec-
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tivos. O verde é cor certa para equilibrar todos os aspectos da sua vida, ajuda a renovar energias. Vermelho: O vermelho é a cor associada à paixão, calor e energia, ele traz vitalidade e ajuda a promover a auto-estima das pessoas e dos ambientes. O vermelho é uma cor poderosa. Pode ser utilizado em várias divisões da sua casa, no entanto, deve
ser evitada em quartos porque estimula a energia. Roxo: O roxo está associado ao equilíbrio entre amor e sabedoria, paixão e razão, mente e espírito, para além disso inspira respeito. Rosa:O rosa é a cor do amor, da felicidade e do romance, representa a união da terra e do céu, pode ser utilizada em todas as divisões da sua casa.
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LUA: magia, poder feminino, cura. A cheia é o maior elo com o sagrado e as grandes festas acontecem em noites de lua cheia. FERRADURA: energia positiva, sorte, esforço e trabalho, afasta má sorte. ESTRELA DE 6 PONTAS: simbolo dos grandes chefes ciganos, simboliza igualdade. ESTRELA DE 5 PONTAS: proteção, intuição, sorte e exito, domínio dos cinco sentidos. O TREVO: boa sorte, felicidades e fortuna. A TAÇA: união, e nos casamentos são servidos vinhos aos noivos em uma unica taça. A RODA: ir e vir, o caminho a ser percorrido, ciclo da vida e da morte. É representada pela roda dos vurduns (carroças).
PUNHAL: força, poder, vitória e superação, usado em rituais de magias, cerimonias de casamentos e noivados, sendo feito um corte no punho e amarrado com um lenço vermelho. MOEDAS: prosperidade, dinheiro, equilibrio e justiça. A cara é o ouro físico e a coroa o ouro espiritual. Riqueza material e espiritual. C H AV E : a t r a i b o a s soluções em qualquer tipo de problema. CORUJA: segurança e equilibrio no plano fisico e financeiro, livrando de perda material. A BANDEIRA: simbolo maior do povo cigano, desde 1971. A roda vermelha representa a vida, o caminho a ser percorrido e a percorrer, o azul e o verde representa as tradições, os aros representam a força do fogo, da transformação e do movimento.
Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso
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isiológicos: Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus· Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde· Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades· Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações· Ajuda a aliviar artrite e reumatismo· Ajuda a aliviar a dor lombar crônica Benefícios estéticos: Tira as impurezas da pele, alivia irritações da pele como psoríase / eczema, alivia com-
ichão, ardor e picadas, suaviza e amacia a pele, incentiva a pele se renovar, ajuda a curar as cicatrizes, restaura o equilíbrio a umidade da pele. Ocupacional : Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna, alivia a tensão nas mãos e punhos, ajuda a aliviar lesões no desporto Psicofísica, proporciona um relaxamento profundo, ajuda a aliviar o estresse e tensão· Fonte: Bruxa Mística
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