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DE OLHO NOS FATOS
Gazeta São Mateus 2ª Quinzena de Junho 2013
ANO XX - Nº 355
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Primeiro Eco encontro Coleta Seletiva de São Mateus
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o dia 21 de junho a Subprefeitura de São Mateus, através do Grupo de Trabalho – GT Resíduos do Conselho Regional de Meio Ambiente Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz – Conremad - SM realizou o 1º Eco Encontro Coleta Seletiva que tinha como objetivo identificar pessoas e entidades interessadas no tema “Coleta seletiva & Política Nacional de Resíduos Sólidos
E ditorial
Opinião Derrubada a PEC 37, agora vigiar também o MP
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em precisou muito esforço dos movimentos contestatórios para que a PEC 37 a qual me referi na edição passada fosse recusada. Bom para o momento em que o país atravessa. Página 2
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Eram os 0,20 centavos, a surpresa e o aprendizado das ruas Página 2
Manifestações populares que tomaram conta do País
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edo, desconfiança, mas por fim a sensação de que o Brasil pode mudar para melhor se as pessoas forem às ruas exigir respeito aos seus direitos básicos como cidadãs e seres humanos. Junho de 2013 talvez venha a ser lembrado como o “O Mês em que o Gigan-
te acordou”. Para falar sobre as manifestações populares que tomaram conta do País e estão reescrevendo nossa história, a Gazeta de São Mateus procurou uma conhecida liderança regional: Marcelo Dória, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Mateus Página 6
Descaso no Jardim São Benedito continua e se agrava Página 3
SP reduz 7 crimes; nº de homicídio é o menor em 12 anos
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Estado de São Paulo registrou queda de sete dos principais indicadores de criminalidade e teve o menor número de homicídios em 12 anos em um mês de maio. É o que apontam as estatísticas da criminalidade divulgadas na terça-feira (25) pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) no portal da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Página 5
CDL São Mateus promove encontro com empresários MEIO AMBIENTE
Debates e informações sobre preservação e consciência ambiental em meio urbano, com ênfase especial a questão da destinação final de resíduos Página 7
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Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Mateus, em parceria com o Núcleo de Desenvolvimento Econômico Sustentável de São Mateus, promoveu dia 13 de junho, em sua sede, um café da manhã com 38 empresários de vários ramos de atividade. O objetivo foi discutir propostas para o desenvolvimento econômico sustentável da região. Embora tenha sido convidado para o encontro, o subprefeito de São Mateus, Fernando Elias Melo, não compareceu e nem enviou representantes. Página 6
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Gazeta São Mateus
E ditorial
2ª Quinzena de Junho 2013
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Eram os 0,20 centavos, a surpresa e o Derrubada a PEC aprendizado das ruas 37, agora vigiar
Entrevista concedida a imprensa depois de baixar as tarifas de ônibus, o prefeito Fernando Haddad (PT) disse que não se pode desperdiçar a energia das ruas. Disse que se for necessário vai comprar briga com usuários de carro para melhorar o transporte público. Um estadista que se preze, seja aqui na capital, seja em outras cidades do mesmo porte já devia ter tomado esse partido, o do transporte público há tempos. Tem até uma informação a ser confirmada que em Tóquio, uma cidade do Japão, a compra de um segundo carro para a mesma pessoa, família ou endereço só é autorizada, caso consigam demonstrar que tenham onde guarda-lo fora das vias públicas. Tem outras, mas essa é apenas uma ação concreta sobre a coisa. Se o transporte e o trânsito são problemas que todos conhecem, o mesmo não aconteceu com o reflexo do aumento de passagem, os tais vinte centavos que gerou sufoco em uma maioria quase invisível, apesar de volumosa. E foi isso que fez, acertadamente, o Movimento Passe Livre na cidade. O raciocínio é de que se o transporte é público tem que ser custeado por todos, mais barato ou até gratuito, conforme algumas pessoas proeminentes já levantaram como hipótese. Em se considerando que não existe almoço grátis o custo tem que ser rateado para a sociedade como um todo. O fato é são os próprios trabalhadores, com seus longos e dificultosos deslocamentos para trabalhar, a maioria entre os pagadores de impostos diretos no consumo e a classe média e os ricos que não dependem tanto diretamente do transporte público não têm como reclamar porque melhorar o transporte também os beneficia indiretamente.
A surpresa com as ruas ocupadas E foi desconfiando das intenções e dos comportamentos da nossa classe política e da elite que a massa foi para as ruas além dos 0,20 centavos. Foram demonstrar
a insatisfação generalizada e difusa, quando não, confusa, com os descalabros que vem sendo cometido ao longo dos vários governos civis desde a saída da ditatura militar. Se durante a ditadura havia pouco que se fazer em termos de denunciar e protestar contra os desmandos da época a chegada dos governos civis abriu novos caminhos e por eles percorreram até mesmo forças politicas que prometiam, mas não entregaram um mundo novo. A verdade dos fatos é que ninguém, as pessoas, a sociedade não organizada, os setores organizados, setores de direita ou à esquerda tinham qualquer desconfiança da enxurrada que se seguiu. Se a tomada das ruas foi surpresa, as condições para que ela ocorresse não. O caldo de cultura para os protestos se acumulavam há tempos. Se por um lado foram nutridas pela própria ascensão de consumidores; a festejada classe média baixa, que consumindo colocou novas demandas, por outro há uma mal estar generalizado com as promessas não cumpridas como ‘mais saúde, educação, habitação, segurança etc.’ que se somaram a desfaçatez e mau comportamento dos poderes legislativos, executivos e judiciários. São tantas as lambanças que representantes desses três poderes fazem, que eu precisaria de um artigo próprio. Mas para não deixar de colocar as premissas, bastam duas ou três. O comportamento de corporação dos parlamentares, em todas as esferas, legislando em causa própria; dos executivos com seus secretários, prefeitos, governadores e ministros com seus negócios escusos por dentro do Estado e ainda dos juízes e outros órgãos apensos ao Judiciário que, entre outras belezuras, decidem, como os outros poderes, sobre seus próprios salários e ganhos criam desconforto a cidadão comum. Vale registrar ainda que no Judiciário, muitos dos seus atores mal conseguem escapar de se colocarem acima do bem e do mal. O que dizer então das denúncias quase diárias sobre malfeitos e corrupção? Quantos dos réus confessos foram
ou estão na cadeia? E mais, deveriam eles estar na cadeia, quando a maior punição que eles poderiam ter, seria a perda completa dos bens roubados em favor do tesouro nacional, conforme penso como proposta há muitos anos? Melhor aprendendo na rua do que a paz enganosa das casas Se existem razões às pencas para queixas e protestos, esses não podem ser vistos necessariamente como problemas que foram criados por este ou aquele governo; por este ou aquele partido. É natural que as queixas têm que ter destinatário seja a presidenta, os governadores, os prefeitos, os vereadores ou deputados. Que seja esse o caminho, mas a generalização, a simplificação e a recusa em entender a politica como fazem os simplórios não leva a canto algum. Há que se pensar que os problemas têm a ver com o sistema de governo, com o modelo, mais do que com os figurantes do período. É certo que a maior parte deles vem se beneficiando do atual estado de coisas e a marola das ruas incomoda e amedronta. Cabe a eles diante da pressão mudar o comportamento ou pegarem seus bonés se mandarem de volta pra casa, não sem antes devolverem o que surrupiaram indevidamente. Ah! Como gostaria que assim fosse! Se existe o risco com a despolitização e a ira sem causa e direção darem num caminho perigoso e autoritário, a alternativa também não é ficar paralisado em casa. Para a situação é preferível o risco das ruas que o silêncio sepulcral e subalterno da sociedade. E aqui as responsabilidades são principalmente da esquerda por dentro ou de fora dos partidos. Cabe a ela disputar tanto quanto possível a hegemonia da insatisfação e os corações e mentes para a real construção e o aprofundamento da cidadania. Quanto ao vandalismo promovido pela desinformação, ignorância e até mesmo bandidagem nos revela como a coisa é complexa. Nada é simples e reto. Tem nuances a serem entendidas e este é um motivo a mais para ficarmos atentos e participarmos. (JMN)
G azeta S ão M ateus G S M Empresa Jornalística Gazeta São Mateus Administração, Publicidade e Redação: Rua Libra, 85 - Jd. Santa Bárbara São Mateus - São Paulo - Cep: 08330-370 Fone:/Fax: 2962-3172 - Cel: 9 9431-7658 e-mail: gazetamateus@terra.com.br Diretora: Luci Mendonça Diretora Comercial: Cristina Mendonça da Silva Jornalista Responsável: Luci Mendonça – Mtb 43029-SP Redação: J. de Mendonça Neto Colaboradores: Marcelo Doria, Dra. Cibelle Mendes e Cristiane Ortega WebDesigner: Guilherme Celestino - guilherme@gcelestino.com.br Diagramação: Guilherme Celestino - Cel: 9 6398.2360 (Obs: Matérias assinadas não representam, necessariamente, a opinião do jornal) Fotolito e Impressão: Gráfica Pana - Fone: 3208-2487 CNPJ - 02.740.573/0001-87 Proibida a reprodução total ou parcial dos textos Tiragem: 20 mil exemplares Circulação: São Mateus, Itaquera, Guaianazes, Vila Formosa, Mooca, Vila Prudente, São Miguel, Tatuapé e Mauá Distribuição gratuita
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também o MP Nem precisou muito esforço dos movimentos contestatórios para que a PEC 37 a qual me referi na edição passada fosse recusada. Bom para o momento em que o país atravessa. A lavada foi de 430 votos contra 9 e abortou-se a intenção de retirar os poderes de investigação do Ministério Público. Não é sequer ‘retirar’ uma vez que a Constituição não dava mesmo essa prerrogativa de forma explícita para o órgão. Quem viu o que andou nas ruas acontecendo nos dias que corre sabia que não havia a menor chance da PEC 37 ser aprovada. Precisava apenas de 308 votos favoráveis, mas onde encontra-los? Quais parlamentares teriam a cara e a coragem de votar a favor no que se começou a ser conhecida como a PEC da impunidade? Ninguém fez nenhum agito a favor. Que coragem teria para ir a rua defender aquilo, mesmo com o amparo legal que a Constituição de fato dá, conforme falamos na edição anterior? Até havia certa disposição para aprova-la e afastar o MP das investigações que em diversos casos tem os próprios parlamentares com suspeita, mas a força das ruas foi o suficiente para arrefecer os ânimos e os interesses daqueles que tem algo a esconder e como têm! Colocada as coisas no eixo, não quero dizer também que todo o crédito é das ruas, mas também a desconfiança que a PEC se aprovada dificilmente teria sido referendada no Supremo. Com muita chance seria derrubada. Um dos motivos, conforme argumentei na edição anterior, é de que nesses tempos bicudos
de muita coisa a ser investigada, deixar essa batata quente apenas nas mãos da polícia era uma clara brecha para que não se chegasse a nada. Menos por conta de uma eventual incompetência das polícias; a ser medida, mas, muito mais pela morosidade que ia acontecer para que as investigações tomassem curso. Agora o outro lado da moeda é que não tem como negar que o Ministério Público precisa de alguns limites e isso é público e notório apesar de dolorido quando se diz. É preciso também para eles algumas leis que exijam dos promotores, mais responsabilidade, clareza das funções e mecanismos claros para punir eventuais abusos da categoria que tem como premissa acusar. Tem um quê de Quarto Poder na categoria que não combina com a República. O derrotado deputado Lourival Mendes, do PTdoB do Maranhão, que apresentou a tal PEC acrescentava um novo parágrafo, o 10º, ao Artigo 144 da Constituição Federal. Esse artigo define as competências dos seguintes órgãos: polícia federal; polícia rodoviária federal; polícia ferroviária federal; polícias civis; polícias militares e corpos de bombeiros militares. Os parágrafos 1º e 4º especificam as funções, respectivamente, da Polícia Federal e da Polícia Civil. Mendes, em sua PEC propõe o seguinte: § 10. A apuração das infrações penais de que tratam os §§ 1º e 4º deste artigo incumbem privativamente às policias federal e civis dos
Lucy Mendonça jornalista responsável pelo Jornal Gazeta São Mateus MTB 43029-SP Estados e do Distrito Federal, respectivamente. Imagina isso sendo aprovado no Congresso e o MP impedido de conduzir investigações de qualquer ordem, como faz atualmente, mesmo que a Constituição em nenhum dispositivo lhe atribua essa função. Na real, entre as suas atribuições estão definidas no Artigo 129 onde temos: I – promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei; VIII – requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial, indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais; (...). O MP sempre conduz suas investigações de forma isenta e séria? Não necessariamente. Não são eles que têm a outorga da correção acima do bem e do mal. Até aconteceram em certas ocasiões práticas persecutórias indesejáveis, mas melhor mais gente investigando do que menos e isso para nós simples mortais é mais do que correto e evidente. Que assim seja. Se o risco é dessa natureza; do MP ficar acima da legalidade, vale lembrar que existe um tal de Conselho do Ministério Público com a tarefa de coibir ilegalidades e exageros, uma vez que alguns procuradores não são exatamente zelosos do devido processo legal. Nesse sentido, reprovada a PEC, e com o Ministério Público também presente as investigações, urge disciplinar a atuação dos procuradores, mantendo-os tanto quanto possível atentos ao devido processo legal sem partidarismos e interesses escusos.
Esperar pelo ônibus pode ser divertido
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uem não se lembra da abóbora gigante que foi transformada em uma linda carruagem no conto de Cinderela? Pois bem, esta foi a inspiração para mais uma iniciativa criativa no Japão, que deixou a espera pelo ônibus menos cansativa – e muito mais divertida! Para atrair mais turistas para a região de Konagai, um distrito da cidade de Isahaya, foram criadospontos de ônibus em forma de frutas gigantes, como melancia, morango, melão, tangerina e outros. Ao todo são 16 pon-
tos, que desde 1990 deixam os passeios por Konagai mais bonitos e coloridos. Esse é um exemplo de
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Haddad cancela licitação bilionária dos ônibus de São Paulo
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Prefeito afirma que processo só acontecerá com participação popular e que vai abrir as planilhas dos custos com o transporte público
prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou que vai suspender a bilionária licitação, a maior da história da Prefeitura de São Paulo, dos ônibus da cidade. O anúncio foi feito no dia 26, em entrevista ao SPTV. A Prefeitura informou que vai enviar uma nota explicativa da decisão ainda durante a tarde. “Nós não podemos assinar contratos de 15 anos sem participação popular. O momento em que estamos exige a participação da sociedade, eu vou instalar o conselho de transporte público, com a participação dos usuários, do movimento social, junto com os empresários e com o governo, para abrir as planilhas, para que as pessoas tenham consciência dos custos que estão sendo enfrentados, com a presença do Ministério Público para que fique tudo em pratos limpos”, acrescentou. A gestão Haddad estava em processo de renovar os contratos com as empresas e cooperativas de ônibus da capital. Eles foram assinados há uma década na gestão da também petista Marta Suplicy. O custo da nova licitação, que valeria por até 15 anos, é de R$ 46,3 bilhões. Tratava-se do maior processo licitatório da história da cidade. O valor suplantava, inclusive, o or-
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çamento municipal, que é de R$ 42 bilhões para este ano. Ainda não está claro como ficará o serviço de ônibus na cidade. Em entrevista na segunda-feira, 24, o secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, afirmou que uma das propostas que chegaram à sua mesa sobre os transportes públicos é a da tarifa zero. Outra é a de voltar a estatizar o sistema de ônibus municipal. A nova licitação dividia a cidade em três lotes para os concessionários. Poderiam participar empresas ou consórcios. Em sessão na terça-feira, 25, a base governista conseguiu adiar a votação para a criação da CPI dos Transportes na Câmara Municipal. A auditoria, caso seja instalada pelo Legislativo, investigará a “caixa-preta” dos gastos da Prefeitura com as empresas e as cooperativas responsáveis pelo serviço de ônibus na capital. Achaque. O secretário Jilmar Tatto afirmou na segunda-feira que uma CPI iria “achacar” o setor de transportes. “Sou totalmente contra, porque CPI quando se instala geralmente é para ficar achacando o setor, não é para resolver, tirar dúvidas”, disse Tatto. O dirigente falou que todas as planilhas do setor estão abertas para consulta e que a CPI só irá “tirar o
Foto: Agência Brasil foco” da discussão em torno da concessão do serviço de ônibus. A declaração não foi bem recebida pelos vereadores e Tatto teve de se desculpar, por meio de nota lida por seu irmão, o vereador Arselino Tatto (PT), líder do governo na Câmara. “Não tem caixa-preta”, disse o secretário Tatto em um evento na Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste na segunda-feira. “Depois da implantação do bilhete único na cidade de São Paulo, você sabe exatamente quantos passageiros pagantes tem no sistema, quantos passageiros têm gratuidade e meia-entrada, você sabe quanto exatamente que entra de subsídio e sabe também para onde vão esses recursos.” Como funcionaria. Se a licitação fosse para a frente, o prazo dos contratos desse serviço de concessão (geralmente, prestados por empre-
sas e consórcios que operam os ônibus maiores, entre regiões diferentes da cidade) seria de 15 anos. Já o da permissão (vans e ônibus menores geridos por cooperativas, em um perímetro mais localizado) teria validade de sete anos, prorrogáveis por mais três, “quando houver interesse público”. Outra alteração dizia respeito às áreas operacionais. Seriam três em vez das atuais oito, segundo o decreto: Noroeste, Leste e Sul. Com as mudanças, a Prefeitura informou que esperava melhorar a qualidade do transporte público, já que seriam solicitadas mudanças como a inclusão de GPS nos validadores das catracas. Em caso de pane no GPS, o validador travaria e o ônibus não poderia sair da garagem. Artur Rodrigues e Caio do Valle - O Estado de S. Paulo
Descaso no Jardim São Benedito continua e se agrava Quase um ano e meio depois de nossa reportagem no Jardim São Benedito, em fevereiro de 2012 o período recente com as chuvas diárias trouxe a tona uma série de problemas e contratempos não resolvidos e que continua atormentando a comunidade. Parte da Avenida Ragueb Chohfi e ruas do Jardim São Joao, Jd. Roseli, Jd. São Benedito e Favela do Caboré ficam quase intransitáveis mesmo considerando que estão nas proximidades de um piscinão que tem como propósito evitar enchentes.
Ponte obstruída Em frente à mesma avenida no número 5860 tem outra ponte de acesso para pedestres que está constantemente entupida e sempre requer a sua desobstrução por jateamento. “Em dias de chuva, córrego interdita a Avenida Ragueb Chohfi complicando o único acesso a Cidade Tiradentes”, comentam. Entupida, é da natureza, encaminhar a água por cima da ponte deixando resíduos aos montes quando não ilham quase por completo os moradores. A cena e as dificuldades se repetem
A Rua Ilha da Caviana está entre as prejudicadas com esgoto voltando por causa da passagem do córrego estar assoreado e quase sempre obstruído. De novo, nada que uma retroescavadeira usada com mais rotina não resolva, mas minore o sofrimento. Conforme revelado naquela reportagem com o depoimento de Alex Oliveira
no Jardim Palanque, Jardim Marilu, Cidade Tiradentes. São essas mesmas águas que passam por sobre a ponte que normalmente vem do excesso de outro piscinão que acabam retendo as águas dos locais referidos neste parágrafo. Outras pontes estão com problemas Além dos problemas na Rua Ilha Caiana e na Aveni-
um dos principais empecilhos é a existência de uma escadaria do piscinão nas proximidades da Avenida Ragueb Chohfi, 4006 que segundo ele diminuiu o espaço do córrego com isso armazenando menor quantidade de água transbordando o excesso com mais velocidade e frequência. Vão mais além e sugerem que, caso essa escadaria seja necessária e talvez o seja para manutenção, as pessoas propõem que uma fenda ao centro da escadaria dividindo-a em duas escadas transversais já faria aumentar o volume de água armazenada no córrego. “Esse piscinão tem servido como uma verdadeira barragem, obstruindo o córrego. O piscinão está provocando a elevação do nível de assoreamento do córrego ao longo dos anos. Pois essa verdadeira barragem tem aproximadamente 2 Metros de altura”, informa documento das lideranças da comunidade.
da Ragueb Chohfi, 5860 dois outros locais são problemáticos, mas fazendo parte do mesmo contexto. A primeira na Rua Ângelo Sampaio, Jd. Roseli, ao lado da Jacú Pêssego muito próxima ao piscinão, coisa de 500 metros. Mesmo assim obstruída com esgotos entupidos e com enchentes frequentes. “Se a 500 metros do piscinão, o córrego está desta forma, imagine ao longo do trajeto”, comentam. E a segunda na Avenida Domingos de Mendonça 72 – Iguatemi, próximo à entrada da comunidade ponte está muito baixa por conta do assoreamento do córrego. Na ocasião, perguntado a comunidade que tipo de solução eficiente eles propunham, responderam: “Queremos a retirada dos antigos tubos e a construção de uma nova ponte mais larga e alta, mas tudo planejado pelos engenheiros em conjunto com os moradores do bairro”.
Subprefeitura promove encontro com as comunidades Subprefeitura planeja realizar uma série de reuniões com as comunidades e entidades para dialogar sobre as ações públicas e seus reflexos para o desenvolvimento de Itaquera
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o dia 18/6, o Subprefeito de Itaquera Guilherme Henrique de Paula e Silva convidou, mais uma vez, a comunidade local e representantes da Secretaria Municipal de Habitação (HABI-Leste), do Comitê Integrado de Gestão Governamental Especial para a Copa do Mundo de Futebol de 2014 (SPCopa) e da Secretaria Municipal de Obras para tratar sobre as ações públicas que vem acontecendo na região. O primeiro encontro do gênero ocorreu em 21/2. De acordo com Guilherme, os investimentos, que somam dois bilhões de reais, destinados às grandes obras para a realização da Copa do Mundo, devem refletir diretamente na melhoria das condições de vida dos moradores da região. Por este motivo, novas reuniões serão realizadas ao longo deste ano. O diretor da Habi-Leste, ligada à Secretaria Municipal de Habitação, Felinto Carlos Fonseca da Cunha, tranqüilizou os moradores da comunidade Vila da Paz, informando que não haverá reintegração de posse da área e que o Plano de Ação, determinado pelo Ministério Público, será apresentado em breve. Segundo ele, Itaquera é hoje a capital da Zona Leste. “O desenvolvimento da região vai irradiar para os outros distritos”, concluiu. Os representantes do poder público ressaltaram que os
Cerca de 110 pessoas participaram da reunião projetos habitacionais promovidos pela atual gestão tem caráter popular. O membro da SPObras e Coordenador do Grupo Gestor SPCopa, Roberto Molin, falou sobre a importância da Zona Leste no contexto da cidade. Segundo ele, a tendência é investir pesado na transformação dos bairros dormitórios. Para tanto, destacou o Pólo Institucional que agregará importantes instituições. “Itaquera é o motor do desenvolvimento da Zona Leste”. Anunciou novamente que poucos imóveis serão desapropriados para a construção das alças que ligarão as avenidas Jacu-Pêssego e Radial Leste. “Das 28 desapropriações, 19 já foram ajuizadas”, esclareceu. A OAB de Itaquera foi
chamada para acompanhar os processos de perto. De acordo com o membro da SPCopa, Josafá Caldas, 35% das obras realizadas no entorno do estádio, feitas pelo Dersa, já estão concluídas. O término está previsto para abril do ano que vem. Os próximos temas a serem debatidos são: a lei de incentivos fiscais, que atrairá empresas de serviços e indústrias para a região; e a maneira que a comunidade usufruirá do estádio no pós Copa. “A Copa dura 30 dias, mas os benefícios que ficam são muitos”, concluiu. Outros assuntos tratados foram os programas habitacionais da SEHAB que promovem o encaminhamento de famílias mal
assentadas para moradias construídas em terrenos bem inseridos na malha urbana, próximos ao metrô e CPTM (acessibilidade) e que sejam servidos por água corrente e rede de esgoto; implantação do Programa de Mobilidade Urbana que prioriza o transporte coletivo, com mais corredores de ônibus, que deverão desafogar o trânsito local; exposição de painéis na Subprefeitura com plantas que deem uma visão geral sobre as modificações em curso. Participaram da reunião cerca de 110 pessoas. Entre elas, moradores da Vila da Paz, outras comunidades e representantes de diversas entidades da sociedade organizada que atuam na região.
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As 7 emoções negativas E ducação A Mães más... s sete emoções básicas relacionadas às funções orgânicas são a raiva, alegria, preocupação, pensamento obsessivo, tristeza, medo e choque (pavor). Nesses casos procure ajuda especilizada de um fitoterapeuta e ou acumputurista. Raiva Está associada ao fígado. Por sua natureza, a raiva provoca rosto e olhos avermelhados, dores de cabeça e vertigens. Isso coincide com o padrão de aumento do chamado fogo do fígado. A raiva também pode atacar o baço, produzindo falta de apetite, indigestão e diarréia, geralmente isso ocorre com pessoas que discutem na mesa de refeições ou comem enquanto dirigem. Alegria A emoção da alegria está ligada ao coração. Não descartar o timo. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema. O mundo moderno pode chamá-la de doença Bipolar se quiser ou mesmo euforia nociva. Preocupação A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta
Por: Cristiane Ortega Lopes (Psicopedagoga)
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de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode danificar o bom funcionamento dos pulmões, tornando-os incapazes de extrair oxigênio a atmosfera. Pensamento obsessivo Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecimento de se alimentar e inchaço após comer. Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Medo A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente
percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Tristeza A tristeza ou pesar afetar os pulmões, produzindo fadiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Medo A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz a pessoa urinar incontrolavelmente Choque (pavor) O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação “lutar ou fugir” causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais, que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.
m dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem, a lógica que motiva um pai, eu hei de dizer-lhe: Eu amei-te o suficiente para ter perguntado: onde vais, com quem vais, e a que horas regressas para casa. Eu amei-te o suficiente para ter insistido que juntasses o teu dinheiro e comprasses uma bicicleta para ti, mesmo que eu tenha tido hipótese de comprar. Eu amei-te o suficiente para ter ficado em silêncio e deixar-te descobrir, que o teu novo amigo não era boa companhia. E amei-te o suficiente para te fazer pagar a pastilha que tiraste da mercearia, e dizeres ao senhor: “Eu roubei isto ontem e queria pagar”. Eu amei-te o suficiente para ter ficado em pé, junto de ti 2 horas, enquanto limpavas o teu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos. Eu amei-te o suficiente para te deixar ver: fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos. Eu amei-te o suficiente para te deixar assumir a responsabilidade das tuas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo eu amei-te o suficiente para te dizer não, quando eu sabia que me irias odiar por isso. Essas eram as mais difíceis
batalhas de todas. Estou contente, venci, porque no final vocês venceram também. E qualquer dia quando os vossos filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais, tu vais-lhes dizer quando eles te perguntarem se a tua mãe era má... “que sim, era má, era a mãe mais má do mundo. Os outros comiam doces ao café da manhã, nós tínhamos de comer: cereais, ovos, torradas. Os outros ao almoço bebiam Pepsi e comiam batatas fritas, nós tínhamos de comer sopa, verdura e fruta. E, não vais acreditar a nossa mãe obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães também. A nossa mãe insistia em saber onde nós estávamos a todas as horas. Era quase uma prisão. Ela tinha de saber quem eram os nossos amigos, e o que nós fazíamos com eles. Ela insistia que lhe disséssemos que íamos sair por uma hora, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite a pensar em coisas para
Coordenadora do E.E. Profª Beatriz do Rozário Bassi Astorino nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. Na altura em que éramos adolescentes ela conseguia ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata. Nossa mãe não deixava os nossos amigos tocarem à buzina para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto toda a gente podia sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16. Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós, alguma vez esteve envolvido em: roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela. Agora que já saímos de casa, nós somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor, para sermos maus pais, tal como a nossa mãe foi”. Eu acho que este é um das males do mundo de hoje: Não há suficientes mães más.
1-
Contrato firmado com a Prefeitura da Cidade de Areiópolis-SP, termo de gestão compartilhada, no período de Janeiro 2012 à janeiro de 2013. Fornecimen-
2-
Contrato firmado com a prefeitura da Cidade de Bom Jesus dos Perdôes-SP, termo de gestão compartilhada, no período junho de 2012 à julho de 2013.
3-
Contrato firmado com a prefeitura da Cidade de Iporanga-SP, no período de outubro 2012 à fevereiro de 2013. Fornecimento de mão de obra médica para
to de mão de obra Médica especializada, pronto socorro, enfermagem, auxiliares e técnicos de enfermagem. Média de atendimento mensal 10.000 pacientes.
Fornecimento de mão de obra médica especializada e pronto socorro. Média de atendimento mensal 13.000 pacientes.
o ambulatório e pronto socorro, enfermeiras, auxiliares e técnicas de enfermagem. Média de atendimento mensal 7.000 pacientes.
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SP reduz 7 crimes; número de Quatro mulheres homicídio é o menor em 12 anos presas após dar
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Estado de São Paulo registrou queda de sete dos principais indicadores de criminalidade e teve o menor número de homicídios em 12 anos em um mês de maio. É o que apontam as estatísticas da criminalidade divulgadas dia 25/06 pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) no portal da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Os dados apontam redução, além dos homicídios dolosos, nos crimes de roubo, roubo de veículos e de carga, furtos e furtos de veículos. Os homicídios dolosos registraram queda pelo segundo mês consecutivo. A redução do indicador foi de 1,2%, passando de 332, em maio de 2012, para 328, no mesmo mês deste ano. É o menor índice desde 2001, quando foram registrados 1.101 assassinatos no mês de maio. A queda de homicídios também foi apurada na Grande São Paulo – 19,51% sempre tendo-se em conta o mês de maio. Vale lembrar, ainda, que nos últimos três meses, os homicídios dolosos têm registrado quedas, mês a mês, no Estado. Em março foram 403 casos, 363 em abril e, agora, os 328 em maio. Estas quedas, no entanto, não são utilizadas para fins estatísticos, que levam em conta a comparação com períodos semelhantes. A redução dos homicídios vem ocorrendo desde a adoção de uma série de medidas pelo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, como a realização de reuniões bimestrais com os chefes das polícias Civil e Militar de todas as regiões do Estado para discutir ações integradas visando derrubar os indicadores da criminalidade e estabelecer metas de redução. As estatísticas apontam, ainda, um recorde de produtividade policial, ou seja, de prisões e flagrantes de tráficos de entorpecentes, no âmbito do Estado, Capital, Grande São Paulo e Interior. As polícias de São Paulo nunca prenderam tanto, em maio, e fizeram tantos flagrantes de tráfico desde
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á que a presidente da república está propondo um plebiscito para saber se a sociedade quer uma reforma política, um absurdo, pois é como perguntar ao andarilho se quer um copo d’água, qual seria o enfoque dessa reforma? Presidencialismo ou parlamentarismo? Já tentamos e não deu certo!!! Seria para enaltecer os valores morais dos homens públicos? Duvido! Entretanto, se fosse, como irão colocar essa importante questão para o cidadão opinar, quem deve ou não exercer cargo público??? Como é muito difícil ex-
2001, quando os dados da CAP passaram a ser mensurados. No gráfico abaixo, pode-se observar os números absolutos dos homicídios mês a mês (em barras). Na linha que corta o gráfico, percebe-se que os percentuais de aumentos registrados mensalmente nos homicídios (sempre em comparação ao mesmo período do ano anterior) vêm caindo nos últimos meses, até chegar em maio, quando se apura a queda de 1,2%. Queda nos roubos e furtos O Estado de São Paulo teve diminuição de 8,48% dos roubos. Foram 21.208 ocorrências do indicador de criminalidade registradas em maio deste ano, contra 23.172 no mesmo período de 2012 – recuo de 1.964 casos. Na figura abaixo, pode-se observar os números absolutos dos roubos mês a mês (em barras). Na linha
que corta a figura (comparando o indicador com o mesmo período do ano anterior), percebe-se que o percentual do indicador de criminalidade cai 8,48% em maio. Os roubos de veículo também caíram no Estado - passaram de 8.386 para 7.602. A diminuição foi de 9,35%, ou de 784 ocorrências. No gráfico a seguir, nota-se os números absolutos dos roubos de veículo mês a mês (em barras). Na linha que corta a figura (comparando o indicador com o mesmo período do ano anterior), percebe-se que o percentual do índice cai 9,35% em maio. Outra modalidade de
golpe de R$ 43 mil em idosa
P roubo que teve queda em São Paulo, no mês de maio, foi o roubo de carga: 12,29%. Foram 635 casos do tipo contabilizados em maio de 2013, contra 724 no mesmo mês de 2012 – recuo de 89 casos. Os furtos caíram 3,06% no Estado de São Paulo. A quantidade do indicador de criminalidade passou de 48.242 em maio do ano passado para 46.764 no mesmo mês deste ano - a queda foi de 1.478 ocorrências. Outra diminuição pode
ser verificada nos furtos de veículo. Maio de 2012 teve 9.674 boletins de ocorrência lavrados da modalidade criminal em todo o Estado. Já o mesmo mês deste ano teve 9.450. O recuo foi de 2,32%, ou de 224 ocorrências. Latrocínio Os indicadores de latrocínio (roubos ou tentativas seguidos de morte) tiveram redução de dois casos na Capital e nenhum registro em Bauru, Sorocaba, Campinas e Presidente Prudente. Além de estabilidade na Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Litoral Norte e Piracicaba. No Estado, em geral,
houve aumento de uma ocorrência - passando de 35 para 36 casos contabilizados. Recorde de prisões Em maio, a eficiência das polícias Civil e Militar alcançou um patamar recorde em relação às prisões e aos flagrantes de tráfico de entorpecentes. Preparação e inteligência foram algumas das estratégias adotadas para a realização de 15.884 prisões em maio de 2013. É a melhor produtividade policial desde 2001. Em comparação com o mesmo mês do ano passado - quando foram feitas 13.175 prisões - houve um aumento de 20,56%, ou de 2.709 registros do indicador de produtividade policial. Mais flagrantes de tráfico As polícias também realizaram mais apreensões de drogas ou prisões de traficantes em maio. O indicador de produtividade teve melhora de 14,18%, com 515 flagrantes a mais. É disparado o melhor indicador desde 2001. Em maio de 2012 foram elaborados 3.632 boletins de ocorrência de tráfico de entorpecentes, o número subiu para 4.147 em maio de 2013 – 515 a mais. Esse tipo de ocorrência depende totalmente da ação policial e o crescimento indica maior eficiência das polícias Civil e Militar para apreender drogas e prender traficantes.
oliciais civis prenderam quatro mulheres de uma quadrilha que enganou uma idosa e a convenceu a transferir a quantia de R$ 43 mil em três contas bancárias. A prisão foi feita na terça-feira (25), em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Apesar de o golpe ter sido aplicado há uma semana, elas foram autuadas em flagrante porque formação de quadrilha é crime permanente. Com uma das suspeitas foi apreendida a quantia de R$ 2.200. O golpe foi dado dia 19 passado, quando uma pensionista, de 77 anos, residente da Vila Gomes Cardim, zona Leste da Capital, recebeu telefonema, às 12 horas, de um homem, que a chamou de “vó”. A idosa disse o nome do neto e a voz do outro lado da linha confirmou ser ele. O suposto “neto” contou que estava na Avenida Radial Leste, onde seu carro perdera o freio, subira na calçada e atropelara uma criança que estava com pai. A criança fora levada para o Hospital Albert Einstein por ele e pelo pai, mas acabou falecendo. Deu três contas bancárias Ele precisava de dinheiro urgente para trasladar o corpo da criança para Jundiaí e pagar a fiança criminal (tinha sido preso). A pensionista questionou se o neto não se encontrava em Marília, onde é médico, mas ele respondeu
que tinha vindo para a Capital. Ela pediu que viesse buscar o dinheiro, mas ele não podia porque estava preso. O “neto” passou então o número de duas contas bancárias, em nomes de uma mulher e de um homem, para que ela fizesse o depósito. Em seguida, a idosa fez uma transferência de R$ 15 mil numa das contas; depois, foi a outro banco, pediu empréstimo consignado de R$ 18 mil e transferiu o dinheiro para a segunda conta. A vítima foi convencida a fazer mais uma transferência, para outra conta, desta vez no valor de R$ 9 mil, em nome de outra mulher. Ela acabou fornecendo ainda os números de seu Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Num segundo telefonema, outro homem a convenceu a entregar mais R$ 1 mil, desta vez pessoalmente – ele foi até as proximidades da casa da pensionista para receber o dinheiro. Outro telefonema recebido pela idosa pedia mais R$ 60 mil, que devia ser transferido para a conta corrente de outra mulher. A vítima foi pedir dinheiro emprestado a seu genro, que desconfiou de um golpe e registrou boletim de ocorrência na Delegacia do Idoso da 5ª Delegacia Seccional de Polícia (Leste). O boletim registra, como averiguados, um homem e mais quatro mulheres – com nomes e sobrenomes.
Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública
Falando Sério: Um plebiscito proveitoso por. então não vão por em destaque esse questionamento e os fichas sujas e os maus caráter continuarão sendo candidatos, ludibriando o povão em sua boa fé!!! O Importante seria reformular o código eleitoral para acabar com o festival de “oportunidades” aos aproveitadores, indignos da confiança do eleitorado! Vejam minha proposta no meu site: www.emquestao.com Todavia, em se tratando de plebiscito proposto pela presidente da republica, na tentativa de calar a voz do povo, que ainda está nas ruas, por que não aproveitar para indagar sobre a:
1) Redução da maioridade penal; 2) Instituição da pena de morte para crimes hediondos; 3) Racionalização do código penal, excluindo o maior entrave; 4) Criação da eleição distrital; 5) Criação do teto salarial para todos os segmentos da administração pública, dos três poderes. As colocações nas cédulas eletrônicas deveriam ser sucintas e objetivas para resposta SIM ou NÃO. Antes porém, durante o “preparo” do pleito, deveriam criar comissões de
notáveis, sem vinculo partidário, para elaborar as propostas para serem divulgadas e votadas. As propostas das comissões, deveriam entrar em vigor “x” dias após o a conclusão a apuração, revogadas as disposições em contrário, embora passivas de adaptações meramente burocráticas, com prazo para conclusão. Talvez um ajuste geral no marasmo burocrático e “ocasional” da nossa administração pública possa colocar nosso país no rumo das nações do primeiro mundo, fazendo com que nossa gente passe
a cultuar, com mais fervor, o PATRIOTISMO, do qual estamos tão carentes. Vejam Grande Desafio no meu “site”. Se o plebiscito, vigar, esperamos que seja
bastante proveitoso!!! Eduardo Monteiro é Jornalista – MTb 21.275 E-mail: eduardomonteiro_em@yahoo.com.br – Site: www.emquestao.com
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Gazeta São Mateus
Manifestações populares que tomaram conta do País
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edo, desconfiança, mas por fim a sensação de que o Brasil pode mudar para melhor se as pessoas forem às ruas exigir respeito aos seus direitos básicos como cidaGSM: O que você acha das manifestações atuais? MD: Trata-se de um momento histórico e extremamente importante para evolução das instituições que compõem o nosso Estado Democrático de Direito. GSM: Você acredita que os políticos estão preocupados com a situação? MD: Tenho absoluta certeza de que eles estavam acomodados com o silêncio e as atitudes pacíficas do povo brasileiro. GSM: Do seu ponto de vista, fale claramente: os políticos agora se tocaram que a situação é grave? MD: Acredito que sim, e não só os políticos, pois o grito ecoou: o Prefeito de São Paulo, Fernando Hadad, e o Governador do Estado, Geraldo Alckimin, diminuíram as tarifas do transporte público; o Congresso Nacional “matou” subitamente a quase aprovada PEC 37, emenda constitucional que limitava o poder de investigação do Ministério Publico; e o Supremo Tribunal Federal mandou para a prisão o Deputado Federal Natan Donadon por desvio de dinheiro e formação de quadrilha. Este último fato foi inédito, pois desde 1988 nunca um Deputado Federal tinha sido preso no exercício do seu mandato. GSM: Agora que falamos de um modo geral, o que você acha do nosso bairro como presidente de uma entidade tão importante como a CDL-São Mateus? MD: Todos que moram na região são conhecedores dos desafios do bairro: tem criança mas não tem creche; tem doente mas não tem saúde; tem escola mas os professores não tem segurança
dãs e seres humanos. Junho de 2013 talvez venha a ser lembrado como o “O Mês em que o Gigante acordou”. Para falar sobre as manifestações populares que tomaram conta do País e estão
reescrevendo nossa história, a Gazeta de São Mateus procurou uma conhecida liderança regional: Marcelo Dória, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Mateus.
para trabalhar; falta saneamento básico; temos graves problemas na área habitacional; falta segurança pois não temos efetivo. Destaco esses dentre muitos outros desafios. GSM: Como você está vendo a gestão da Sub-prefeitura? MD: Conheço e admiro o trabalho do Sr. Fernando Elias Melo como engenheiro, e confesso que fiquei entusiasmado com a sua nomeação pelo Prefeito Fernando Hadad. Porém estes primeiros seis meses de gestão foram decepcionantes para mim e creio que para a grande maioria dos moradores dos três distritos da região. GSM: Por que a decepção? MD: O atual gestor da Subprefeitura conhece a região como a palma da sua mão, mas ao concentrar várias as atividades para si e não delegá-las aos subordinados acaba comprometendo a qualidade dos serviços públicos esperados pela população. Outra questão relevante é o excesso de burocratização em uma região predominantemente irregular. GSM: A CDL-São Mateus tem sido atendida nas suas reivindicações? MD: Temos protocolado
inúmeros pedidos atendendo nossos associados, porém estamos esperançosos na solução dos mesmos. Estou ansioso para obter a resposta do Sub-prefeito referente à doação, por um sócio empresário benfeitor, de um terreno para a construção de uma creche no Jardim da Conquista. GSM: Você percebe entrosamento entre a Chefe de Gabinete Vanilda Anunciação e o Sub-prefeito Fernando Melo? MD: Eu prefiro não me manifestar sobre este assunto pois desconheço a rotina administrativa. Porém, como um eterno aprendiz dos conceitos de administração de empresas, venho sugerir que a Sub-prefeitura de São Mateus tenha uma atuação similar à de uma empresa privada, onde exista trabalho em equipe, nomeações por mérito, estabelecimento de metas e comunicação entre os membros de todos os departamentos, com um objetivo único: entregar mais qualidade de vida ao povo de São Mateus. GSM: Para finalizar, qual mensagem você deixa para a comunidade Mateuense? MD: Gostaria de ressaltar que a CDL-São Mateus é parceira de todas as ações que visam melhorar a qualidade de vida dos Moradores da região. Para a nossa comunidade eu gostaria de dizer que as coisas estão mudando e as esperanças se renovando. Vamos acreditar em nossa capacidade de transpor os desafios que existem em São Mateus, pois como diz o lema da própria CDL: “NINGUÉM É TÃO BOM, QUANTO TODOS NÓS JUNTOS.”
Acompanhe a entrevista
2ª Quinzena de Junho 2013
CDL São Mateus promove encontro com empresários
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Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Mateus, em parceria com o Núcleo de Desenvolvimento Econômico Sustentável de São Mateus, promoveu dia 13 de junho, em sua sede, um café da manhã com 38 empresários de vários ramos de atividade. O objetivo era discutir propostas para o desenvolvimento econômico sustentável da região. Embora tenha sido convidado para o encontro, o subprefeito de São Mateus, Fernando Elias Melo, não compareceu e nem enviou representantes. A reunião contou com empresas do comércio, indústria e prestação de serviços. Cada uma dessas áreas formou um grupo de discussão específico. Para Carlos Biadola, diretor da Contabilidade Molina, que integrou o Grupo de Prestadores de Serviços, o encontro foi mui-
to importante por ter dado a ele e aos demais participantes a oportunidade de discutir desafios e apresentar soluções. Já o proprietário da Lanchonete Mateo Bei, Robério Teixeira, e o diretor da Padaria Esquina, Sr. Claudemir, que estavam no Grupo de Comércio, destacaram a importância do encontro para melhorar as condições de compra dos consumidores das vias comerciais da região. Entre as várias sugestões apresentadas pelo grupo estão a melhora na iluminação pública e o reforço na sinalização de trânsito para proteger os pedestres. O Grupo das Indústrias teve uma importante discussão sobre a regularização fundiária. Alguns representantes de empresas do Jardim Palanque e do Km 28 acreditavam que as áre-
as ZEPAM (Zona Especial de Proteção Ambiental) poderiam ser convertidas em ZI (Zona Industrial) e dessa forma regularizar suas empresas. Na prática, entretanto, isso não pode acontecer, pois aquela região conta com importantes nascentes. A solução encontrada foi buscar a adequação ambiental das empresas que atuam naquela região, sem comprometer a qualidade de vida das futuras gerações. Embora o encontro tenha sido muito produtivo, todos os presentes lamentaram a ausência de representantes da subprefeitura. Para o Presidente da CDL-São Mateus isso está se tornando rotineiro, uma vez que o Sub-prefeito já foi convidado para vários eventos com os empresários da região porém, alegando excesso de serviço, não compareceu a nenhum deles.
Marcelo Dória – Empresário, Pós Graduado em Administração de Empresas pela PUC-SP, Especialista em Varejo pela EAESP/FGV-SP. Está na Condição de Presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Mateus CDL-São Mateus e do Núcleo de Desenvolvimento Econômico Sustentável de São Mateus.
marcelo.doria@terra.com.br
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O Gigante acordou ou cansou?
Brasil teve ao longo de junho as maiores manifestações populares de sua história. Milhares de pessoas, em todos os cantos do País, gritando sua insatisfação e reivindicando melhorias em áreas essenciais como transporte urbano, saúde, educação, segurança e outras da maior relevância para a qualidade de vida dos Brasileiros. Alguns compararam o movimento com o dos “caras pintadas”, que no inicio da década de 1990 fizeram história ao exigir o impeachment do então presidente Fernando Collor de Melo. Porém, estes se esquecem de considerar a influência da grande mídia televisiva naquele instante, em especial o da Rede Globo, que - talvez
como forma de se retratar perante o Brasil - induziu o povo a retirar do poder um governante que ela mesma
havia apoiado durante a campanha eleitoral. As manifestações que sacudiram o País durante este mês de junho não tiveram o
mesmo apoio dos grandes veículos de comunicação; pelo contrário: algumas coberturas destacaram apenas
os fatos negativos relacionado ao movimento. “O Gigante acordou”, diziam alguns manifestantes; outros destacavam os des-
mazelos com a saúde pública e a educação; outros ainda continuavam a cobrar a melhoria da mobilidade urbana
e a diminuição das tarifas. O grito ecoou: o Prefeito de São Paulo, Fernando Hadad, e o Governador do Estado, Geraldo Alckimin, diminuí-
ram as tarifas do transporte público; o Congresso Nacional “matou” subitamente a quase aprovada PEC 37, emenda constitucional que limitava o poder de investigação do Ministério Publico; e o Supremo Tribunal Federal mandou para a prisão o Deputado Federal Natan Donadon por desvio de dinheiro e formação de quadrilha. Este último fato foi inédito, pois desde 1988 nunca um Deputado Federal tinha sido preso no exercício do seu mandato. As coisas estão mudando e as esperanças se renovando. É oportuno destacar, porém, que a sociedade brasileira não suporta mais pagar impostos para ter um bom serviço público de saúde e ainda precisar de convênio
por Marcelo Dória marcelo.doria@terra.com.br
particular para não morrer numa fila de hospital; pagar impostos para ter uma educação de qualidade e mandar os filhos para uma escola privada, onde realmente aprendem alguma coisa; pagar impostos por segurança e ser assaltada; pagar impostos para manter as estradas e arrebentar seu veículo em vias esburacadas. Diante deste momento histórico em que vivemos, vale a pena refletir: o Gigante acordou ou cansou de conviver com a ineficiência e a corrupção do Estado Brasileiro?
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Primeiro Eco encontro Coleta Seletiva de São Mateus
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o dia 21 de junho a Subprefeitura de São Mateus, através do Grupo de Trabalho – GT Resíduos do Conselho Regional de Meio Ambiente Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz – Conremad - SM realizou o 1º Eco Encontro Coleta Seletiva que tinha como objetivo identificar pessoas e entidades interessadas no tema “Coleta seletiva & Política Nacional de Resíduos Sólidos”. Os presentes que atenderam ao convite contribuíram com ideias e sugestões na elaboração do plano de gestão de resíduos sólidos na área de São Mateus. O resultado, após ser sistematizado, será apresentado na etapa preparatória da IV Conferência Municipal de Meio Ambiente, no dia 13 de julho, às 15 horas, na Subprefeitura de São Mateus. O tema da atual da conferência municipal Foi à implantação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos na Cidade de São Paulo. Todas as outras subprefeituras estão envolvidas em processos idênticos com maior ou menor adesão da sociedade interessada. Nesse mesmo encontro de São Mateus serão eleitos os delegados que deverão representar os anseios da comunidade na conferência. A presidente do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste, da Sociedade Ambientalista Leste – SAL e Coordenadora do Programa Coleta Seletiva Zona
Leste Faz proferiu palestra e de forma didática apresentou o PNRS e as políticas e situações da Coleta Seletiva e Cooperativa de Catadores. Um dos destaques do encontro ficou por conta da proposta para a formação de uma Rede de Responsabilidade Social, Ambiental e Empresarial de São Mateus – RESAE com o objetivo de criar um espaço democrático para a construção e o desenvolvimento de programas e projetos para o gerenciamento de resíduos sólidos da indústria, comércio, condomínios e dos munícipes, em geral. Apresentada pela secretaria executiva do CEMAIS e representante do Conselho de Meio Ambiente de São Mateus – GT resíduos e a Diretoria de Projetos do Núcleo de Desenvolvimento Econômico Sustentável de São Mateus, Sueli Rodrigues. Na ocasião circulou foi entregue aos presentes uma carta de intenção de funcionamento
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da rede e a construção de um cadastro para futuros encontros. Após a apresentação dos temas e aberta a participação, a presidente da Cooperativa Chico Mendes, Dulce apoiou o esforço e relatou seus mais de dez anos de luta da entidade com queixas a falta de apoio do poder público. Já o representante do Programa Ambientes Verdes Saudáveis, Sandro Nicodemo mostrou o que vem sendo feito no Jardim da Conquista com o Projeto Catadores Saudáveis cujo objetivo é a promoção da saúde dos catadores de material reciclável. Representando parte do pensamento empresarial Marcelo Dória, presidente da CDL – Câmara de Diretores Lojistas e do Núcleo de Desenvolvimento Econômico Sustentável de São Mateus ressaltou a importância do RESAE para a
região e em especial para os comerciantes. Dória ainda destacou a importância da presença do segmento de empresários nas audiências públicas que ocorrem na região e que diz respeito a São Mateus com seus problemas e tentativas de solução. Lembrou que a conclamação a participação foi um dos objetivos do encontro realizado pela CDL no dia 13 de junho. “O comércio tem poder considerável em São Mateus e as entidades do bairro são os que mais conhecem os problemas de perto. Nesse sentido a junção dos dois segmentos e a sua união pode fortalecer os esforços de reivindicar melhores condições para os moradores”, disse. Maiores informações sobre o processo eleitoral em curso poderão ser obtidas no departamento de Gestão Ambiental da Subprefeitura de São Mateus, com o senhor Vicente.
Esta pagina é toda sua. Participe, discuta e reflita!
Seminário mudanças climáticas e biodiversidade
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epresentantes de governos subnacionais estão reunidos em São Paulo para discutir o diálogo federativo e a paradiplomacia no âmbito das mudanças climáticas e biodiversidade. O seminário internacional aconteceu dia 14 de junho, na capital paulista. O objetivo foi identificar e discutir os desafios existentes nos campos das mudanças climáticas e da biodiversidade e propor soluções subnacionais que possam ser replicadas nacionalmente. Na cerimônia de abertura, o secretário do Meio Ambiente Bruno Covas falou sobre a força que os governos subnacionais têm para induzir os governos federais a mudanças positivas em suas agendas ambientais. Citou como exemplo o estado de São Paulo, que se orgulha de ser pioneiro no Brasil em diversos aspectos das políticas públicas ambientais, destacando as experiências paulistas em recursos hídricos, resíduos sólidos e a Política Estadual de Mudanças Climáticas. “Políticas públicas que criamos e depois foram seguidas pelo governo federal”, frisou. Aboubacar Réliwendé Savadogo, presidente do Conselho Regional de Burkina Faso do Norte, destacou as ações de sua região para a sustentabilidade. “Estamos desenvolvendo trabalhos comunitários, com iniciativas locais para a biodiversidade. A participação da comunidade no reflorestamento e na proteção das nossas florestas é hoje um grande exemplo de sucesso. As pessoas participam do processo e as flo-
O Jornal Gazeta São Mateus trará todas as quinzenas este espaço para debates e informações sobre preservação e consciência ambiental em meio urbano, com ênfase especial a questão da destinação final de resíduos. Esta pagina conta com o apoio da EcoUrbis Ambiental S/A,concessionária publica responsável pela coleta,transporte e destinação final de resíduos domiciliares e de saúde na Área Sudeste da capital paulista,que abrange 18 das 31 subprefeituras,e o objetivo e contribuir para ampliar cada vez mais a conscientização e educação ambiental da população. Envie suas sugestões de pauta para gazetamateus@terra.com.br .
restas viram fonte de riqueza para a população do entorno, que exploram os frutos e a agricultura sustentável”, afirmou o burquino. Na oportunidade, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o ICLEI assinaram um memorando de entendimentos em biodiversidade para que os municípios de São Paulo apoiem a implementação do plano de ação para que sejam atingidas as Metas de Aichi no estado. O seminário O evento foi composto por três painéis de discussão, nos quais foram debatidos assuntos como a contribuição da experiência subnacional na construção da agenda ambiental global e a relação entre os governos subnacionais e os setores público e privado. No primeiro painel, estiveram representadas as principais redes de governos subnacionais do mundo e pesquisadores relevantes sobre o tema em debate: A moderação do painel foi feita pelo Prof. Dr. Fernando Rei, ex-presidente da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e professor da Universidade Católica de Santos. No painel que abordou a relação entre os governos subnacionais e o setor público e moderação foi feita por Nelson Bugalho, vice presidente da CETESB. O terceiro painel, que tratou da relação entre governos subnacionais e setor privado, foi moderado pelo assessor de Mudanças Climáticas da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Oswaldo Lucon.
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São Miguel Paulista ganhará unidade do Senac
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enac São Paulo apresentou a maquete de sua nova unidade que será instalada no distrito de São Miguel Paulista. A solenidade de apresentação do projeto aconteceu na quarta-feira, 26 de junho, no Senac Itaquera. Diogo Vieira Ligo Teixeira, gerente substituto do Senac Itaquera; Aldo Antunes de Faria Sodré, subprefeito de São Miguel Paulista; Euridineia Machado Marques Da Silva, gerente do Senac Penha; Tatiana Pincerno Ribeiro - gerente de operações do Senac São Paulo; Padre Rosalvino da Obra Social Dom Bosco e Mario Augusto Dos Reis, gerente substituto do Senac Vila Prudente. Instalado numa região de 369.496 habitantes, o Senac São Miguel Paulista desenvolverá as suas atividades na Avenida Marechal Tito, 1.500, em uma área construída de 26 mil metros quadrados que destinará 80% de sua oferta para vagas gratuitas, por meio da Política Senac de Concessão de Bolsas de Estudo. O Senac São Paulo investirá R$ 80 mil na constru-
Senac São Paulo investirá R$ 80 mil em nova unidade de 26 mil metros quadrados que atenderá 25 mil alunos por ano e oferecerá vagas gratuitas em 80% dos cursos.
ção da nova unidade que tem entrega prevista para 2015 e terá ambientes planejados - dentro e fora das salas de aula e laboratórios – para serem utilizados como recursos didáticos contribuindo com o processo de ensino-aprendizagem. Para a instituição, os ambientes são elementos fundamentais para o processo educacional e para a formação profissional, de modo que as salas e os ambientes de aprendizagem simulem ou reproduzam a realidade profissional, colaborando para que o aluno construa sua própria base de conhecimentos a partir de estímulos desafiantes de aprendizagem, aprendendo e construindo uma compreensão global do processo produtivo. Os alunos encontrarão mobiliários e espaços flexíveis adequados para diferentes tipos de atividades como pesquisa individual ou em grupos, leituras, exposições dialogadas, trabalhos em grupos, simulações, experiências, entre outros. Além disso, a tecnologia está incorporada a todo o projeto, com acesso a internet wi-fi em todas as dependências da
unidade. As salas de aula e os laboratórios reunirão modernos computadores e sistemas de projeção e/ou lousas interativas. Os ambientes ainda foram planejados de forma a atender às necessidades crescentes quanto ao uso de tecnologias móveis auxiliares nos processos de aprendizagem. A partir de sua inauguração, o Senac São Miguel Paulista oferecerá cursos básicos e técnicos de formação
profissional com o objetivo de auxiliar a população no início da carreira, com profissionalização e aplicação imediata no mercado de trabalho. A unidade irá oferecer educação profissional nas áreas de publicidade e propaganda, rádio e áudio, modelagem, paisagismo, turismo, cozinha, eventos, alimentação coletiva, hotelaria, enfermagem, segurança e saúde no trabalho, estética, podologia, massoterapia, formação
educacional, meio ambiente, trabalho e renda, desenvolvimento local, saúde pública, aplicativos, computação gráfica, desenvolvimento de sistemas, administração geral, logística, marketing e vendas, finanças e contabilidade. Quatro unidades já atuam na zona leste da cidade, sendo elas Itaquera, Penha, Tatuapé e Vila Prudente. “O Senac já atende hoje 34 mil pessoas anualmente na região e estima ampliar esse número
com 25 mil atendimentos em São Miguel Paulista. Assim, a instituição pretende contribuir cada vez mais para o desenvolvimento regional, oferecendo educação profissional de qualidade e favorecendo a inclusão de pessoas no mundo do trabalho”, afirma Tatiana Pincerno Ribeiro, gerente de operações do Senac São Paulo. “O Senac São Paulo acredita que ao oferecer educação profissional de qualidade cumpre, mais uma vez, com seu papel de desenvolver pessoas por meio de ações educacionais que estimulem o exercício da cidadania e a atuação profissional transformadora e empreendedora. Desta forma a instituição pretende contribuir para o bem-estar da sociedade e alavancar o desenvolvimento social e econômico da região”, declara Luiz Francisco de A. Salgado, Diretor Regional do Senac São Paulo. A previsão é que as obras da unidade São Miguel Paulista sejam concluídas em 2015. Neste momento, o Senac está em fase de licitação para as etapas de construção do novo prédio.
Aos 8 anos, 70,8% dos estudantes não sabem matemática
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ais da metade das crianças do 3.º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas do País não aprendeu os conteúdos esperados. A situação é ainda pior se forem consideradas apenas as escolas públicas. Em matemática, 70,8% dos alunos não sabem o adequado. Em leitura, esse porcentual foi
de 60,3% e em escrita, de 74,1%. Nas duas redes, uma em cada três crianças não sabe, aos 8 anos, o mínimo esperado em matemática. Assim, apenas 66,7% delas resolvem problemas com notas e moedas e sabem fazer contas de adição e subtração. Além disso, 69,9% têm desempenho abaixo do esperado na escrita e 55,5% leem
mal - não conseguem, por exemplo, identificar temas de uma narrativa e perceber relações de causa num texto. Os dados são da Prova ABC, realizada pela organização não governamental (ONG) Todos pela Educação em parceria com a Fundação Cesgranrio e os Institutos Paulo Montenegro e Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais (Inep). De acordo com os coordenadores da avaliação, os resultados mostram que as crianças escrevem pior do que leem e indicam certo abandono do ensino de matemática. Segundo a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, a Prova ABC adota como modelo de adequação a autonomia do aluno.
“Nosso entendimento de alfabetização vai além de aprender a ler. Precisamos que as crianças tenham condições necessárias de ler para conseguir aprender”, diz. Priscila lembra que os resultados expõem o “berço da desigualdade educacional”. “É fato de indignação ter só metade das crianças com as competências esperadas.”
Desafio A ONG estipulou como meta que, até 2022, toda criança esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos. Uma realidade distante para muitos que estudam em escola pública. A auxiliar de odontologia Luana Osti Ignacio, de 29 anos, afirma que o filho só começou a ler bem com 10 anos.
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A lenda das Corujas
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Banho de atração do Amor Para fazer na lua crescente antes de um encontro com o ser amado.
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se uma chaleira esmaltada ou uma panela de cerâmica ou vidro - Um litro de água mineral - 16 pétalas de rosa cor-de-rosa - 16 flores de violeta cor de rosa, colhidas aos primeiros raios do sol da manhã - 1 maçã vermelha com casca cortada em oito pedaços - 8 cravos da índia - 1 colher de mel puro - 1 gota de óleo de amêndoas Cozinhe em fogo brando até que um suave aroma afrodisíaco invada a sua cozinha. Deixe esfriar até à temperatura ambiente. Coe a infusão. Após o seu banho normal, despeje o chá sobre a sua cabeça. Quando você voltar do encontro, enterre num vaso de jardim as sobras do chá.
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urante a história da humanidade, as corujas simbolizaram algumas vezes o conhecimento, a sabedoria, e outras a morte ou uma ligação com um mundo espiritual. Na maioria das culturas ocidentais, as opiniões sobre as corujas se transformam com o decorrer dos tempos. Servem tanto para mostrar as condições do habitat como podem indicar o comportamento cultural e religioso local e de como o ser humano se relaciona com a terra. Encontramos a figura da coruja representada nas mais variadas formas de cultura, como por exemplo entre os Cherokees norte-americanos, no folclore russo, no mexicano e até entre os arborígines da Austrália. Em muitas dessas culturas, as corujas simbolizaram o mal, o demoníaco, ou uma ligação com a morte e por isso eram temidas, atacas e mortas. Hoje, ainda temos várias lendas com as mesmas conotações mas, a coruja, possui agora um grande respeito com
a compreensão dos papeis que ela ocupou no desenvolvimento cultural de cada povo. Uma de nossas lendas indígenas, conta que no começo do mundo só havia o dia. A noite estava adormecida nas profundezas do rio com Boiúna, cobra grande que era senhora do rio.A filha de Boiúna se casou com um rapaz de outra tribo mas não dormia com ele porque nunca era noite. Até que um dia o rapaz mandou 3 amigos buscar a noite no fundo do rio. Boiúna entregou a noite dentro de um caroço de tucumã. Na volta eles abriram o caroço , deixando a noite escapar e tudo escureceu. A moça então resolveu separar a noite do dia e pegou um fio de seu cabelo transformou-o em ave e disse: - Tu serás cujubin e cantaras sempre que a manhã estiver chegando. Depois pegou outro fio, transformou-o em ave e disse: - Tu serás coruja e cantarás sempre que a noite chegar. E assim o dia passou a ter dois períodos.
D ica
Farinha de trigo: remédio para queimadura
U
ma vez eu estava cozinhando milho verde e quando coloquei o garfo na água fervendo para ver se o milho estava pronto, sem querer, acabei queimando a mão toda com água fervendo.... Um amigo meu que era veterano de guerra no Vietnam, estava lá em casa e me perguntou se eu tinha farinha de trigo. Eu mostrei a ele, que tirou o pacote e enfiou minha mão inteira dentro e disse pra eu conservar a mão na farinha por 10 minutos, o que eu fiz. Disse-me ele que, no Vietnam, um soldado estava incendiando e, no pânico, os camaradas jogaram um saco inteiro de farinha nele, o fogo apagou, isto é, não só apagou o fogo, mas ele não teve nem sequer um bolha!!!! Encurtando a estória, eu pus minha mão no saco de farinha por dez minutos,
e quando a retirei não tinha mancha vermelha, nem bolha, NEM DOR ALGUMA!!! Agora, eu mantenho um pacote de farinha de trigo na geladeira e toda vez que me queimo eu uso a farinha e NUNCA tive uma bolha sequer, nem cicatriz nem nada. A farinha gelada é melhor ainda do que a em temperatura ambiente. Mantenha um saco de farinha de trigo na sua geladeira, você ficará feliz de assim ter feito, eu que o diga. Experimente e verá que é verdade. Lembre de pôr a parte queimada diretamente na farinha, não enxágüe em água fria primeiro. Direto na farinha por 10’ e você experimentará esse milagre. Contribuição anônima divulgada pela Fundação UCS - Hospital Geral de Caxias do Sul (54)32187257
Poção para atrair um Amor Para ser feito na primeira noite da lua nova.
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- 1 caldeirão de cobre - 1 litro de água mineral - 8 paus de canela - 8 folhas do pé de cravo - 8 pétalas de rosa cor-de-rosa - 1 vela de um dia feita de mel - 1 incenso de patchuli
oloque a água para ferver no seu caldeirão de magias. Acenda o incenso e a vela de mel. Quando levantar fervura, jogue dentro do caldeirão os outros ingredientes. Mexa lentamente, em fogo brando, enquanto mentaliza o amor chegando em sua vida. Invoque a deusa do amor e peça que lhe cubra de atrativos para que o amor venha até a próxima lua cheia. Quando o incenso estiver queimado, desligue o fogo.
Coe o líquido e jogue na calçada em frente de sua casa, à meia-noite. Deixe a vela queimar até o fim. Escolha um vaso de plantas bem viçosas e enterre o resto da vela junto com a canela e as folhas e pétalas. Todos os dias, ao raiar da manhã, regue este vaso com um pouquinho de água, repetindo a invocação para a deusa do amor. Repita esta magia a cada lua nova, até atingir o seu objetivo.
Para atrair prosperidade ao lar Fazer na entrada da lua crescente, de preferência numa quinta-feira pela manhã
F
azer esta magia apenas após ter defumado a sua casa ou praticado a magia da limpeza das más influências.
-1 saquinho de pó de canela moída e fresquinha -1 vela de sete dias verde -1 copo com água mineral -1 prato branco virgem com mel e moedas Tome um banho e vista uma roupa limpinha. Pegue o prato, acenda no meio a vela. Cerque a vela com 8 moedas e cubra com mel. Invoque os deuses da abundância enquanto prepara este material. Depois, espalhe suavemente o pó de canela em todos os quatro cantos de sua casa, pedindo que a fartura esteja sempre presente. Repita todo mês, ou sempre que sentir a necessidade.
“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.” Mahatma Gandhi
Página 10
Gazeta São Mateus
2ª Quinzena de Junho 2013
Incensos atrai boas vibrações
O
s antigos indianos, árabes, chineses já acendiam incensos para atrair boas vibrações e proteção espiritual. Não é que eles tinham razão? A ‘fumacinha do bem’, relaxa e é sinônimo de energia positiva até hoje. Você pode utilizar para perfumar o ambiente, antes do banho, durante a meditação e até nos momentos a dois. Além de relaxar e harmonizar, como é um dos melhores desodorizadores de ambientes, pode eliminar aromas indesejados. Seu uso é universal, associando o homem à divindade, o finito ao infinito, o mortal ao imortal. Relacionado com o elemento ar, representa a percepção da consciência que está presente em toda par-
te. Os diferentes perfumes desempenham um papel de purificação, facilitando inclusive, a aproximação do nosso anjo guardião. Quando queimamos um incenso, modificamos nosso estado emocional e as vibrações do ambiente. Durante a queima, são liberadas substâncias provenientes do amálgama alquímico, com a propriedade de dissolver os miasmas negativos, assim como promover a sintonia com o astral. Antes de acendê-lo, exponha-o uma hora no seu ambiente doméstico ou de trabalho, e após a queima as substâncias que permaneceram nas cinzas dinamizadas pelo fogo, que podem ser colocadas na palma da mão e assopradas ao vento.
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