Page 1

VITOR RIBEIRO DAS MARGENS MARÇO A ABRIL 2008

SÃOMAMEDE GALERIA DE ARTE


DAS MARGENS ESCULTURA

SÃOMAMEDE GALERIA DE ARTE MARÇO A ABRIL DE 2008


pormenor da escultura 6. “Árvore das margens”


NAS MARGENS ONDE NUNCA ESTIVEMOS A N T E S Tratar das margens, dos limites, do interior requer uma profundidade ou uma inocência que não está ao alcance de qualquer um. Apenas os clarividentes, os artistas, os poetas podem ir e vir por esses territórios perigosos, caminhar sob o fio da navalha, convertendo em vivências as experiências que no final nos mostrarão toda a dimensão da sua ternura, junto a novos caminhos para viver, para sonhar. Num poema profundo e claro e misterioso, como as margens, do seu livro “Imagens”, publicado em 1935, sobre o amor, sobre a criação do amor, escreve o poeta mexicano R u b é n B o n i f a z N u ñ o : “ Y c r u z am o s a c i e g a s / p i s a n d o e n u n a m a r ge n i n s e g u r a , / l a m i d a , d e s g a s t a d a / p o r l a s ag u a s m á s g r á v i d a s d e l s u e ñ o ”. Assim caminha o escultor, desconhecendo e ansiando, cruzando às cegas, pisando uma margem insegura, duvidando e esperando que o seu sonho restaure com a sua obra a sua visão. A tarefa última de um artista consiste em harmonizar uma linguagem que expresse um mundo onde nunca tivéssemos estado, depois de ter herdado a linguagem do cosmos dos seus antecessores. Criar desde o conhecimento, desde o pensamento mágico, complementando-se ambos. É o que V í t o r R i b e i ro faz nesta obra. Desde a tradição desembocada na contemporaneidade, salpicada de surrealismo e de Grécia clássica. Ou seja, respira hoje um ar clássico enquanto deambula pelas margens da sua essência, dos componentes da sua circunstância. Está em pleno centro da cidade e no seu alfoz. Isto deveria bastar para o apresentar mas direi algumas palavras sobre a sua e s c u l t u r a, veículo da sua expressividade. Na pintura, surgiu com êxito o termo pintura expandida, para falar de tudo o que hoje se apresenta como pintura, quer dizer, quase tudo.Tudo aquilo em que a cor e a imagem se excedem, com independência do suporte. Pintura expandida é uma foto manipulada, tanto como um vídeo, uma tela,um espaço vazio, uma obra multidisciplinar ou uma instalação sem pintura. Não é um termo assimilável pela escultura, ou sê-lo-á? Enquanto c o n c e i t o e s c u l t ó r i c o define-se em relação a um objecto que determina e orienta o espaço. Mas, estamos na mesma! Já nada é o que era e esse conceito de escultura está obsoleto, ou pelo menos decadente, de tal forma que a escultura é hoje uma ideia de matéria decadente que pode adoptar mil caras, pode inclusivamente ser apenas uma ideia. Ou, não saber a que nos referimos quando se pronuncia a palavra e s c u l t u r a. É frequente aludir-se à tese de R o s a l i n d E . K r a u s s, que relaciona a escultura com o que não é nem arquitectura, nem paisagem, no seu ensaio sobre a escultura como campo expandido. Uma abordagem e uma forma de se puderem evadir das dificuldades. A expansão das ideias é correcta, mas os conceitos devem delimitar algo, definir âmbitos, identificar, pois caso contrário acabam por nada definir. Como expandir as formas sem as aniquilar, convertidas noutra coisa, numa identidade diferente? Não sou um purista, sou pela construção de uma linguagem que articule uma entidade formal, que apresente u m mu n d o o n d e nu n c a e s t i v é r a m o s. Essa é a única pureza que me interessa, que me comove. A pureza na arte não está no emprego de uma técnica tradicional ou numa recuperação do antigo. A pureza na arte está na idoneidade expressiva de um mundo próprio. Na beleza, na perfeição, na profundidade, no sentimento. Não é o que vem de longe mas o que induz a um estado de inocência. Ku r t S c h w i t t e r s, referindo-se a J e a n A r p, nada suspeito de antiquado, nem de dogmas, diz que a sua arte:“Se nutre da pureza”. Numa conferência, pronunciada em Buenos Aires, em 1947, publicada em 1955, na revista “Ciclón” de La Habana, titulada “Contra la poesia”, disse, entre outras coisas W i t o l d G o m b row i c z:“Porque não gosto da poesia pura? Pelas mesmas razões que não gosto de açúcar <puro>. O açúcar encanta quando o tomamos junto a um café, mas ninguém comeria um prato de açúcar, já seria demasiado. É o excesso o que

6. "Árvore das margens", 2007, Brecha Stº Antº e Ferro, 90 x 25 x 25 cm


cansa na poesia: excesso de poesia, excesso de palavras poéticas, excesso de metáforas, excesso de nobreza, excesso de depuração e de condensação que assemelha os versos a um produto químico”. Extrapolo o juízo de G o m b row i c z para a escultura, a arte que se pretende impor desde os centros de arte moderna, manifestando o meu fascínio pela escultura, sem adjectivos, sem tingimentos de pureza, sem obviedades nem frivolidade; a minha paixão por algo que seja escultura. Não por fotografia, não por vídeo – sem menosprezar estes – não por uma montagem conceptual ou ocorrência ou simpleza, mas por e s c u l t u r a. Aquilo que se estrutura numa forma, em qualquer que seja a matéria. Que se decanta com o tempo, que o convoca. Que determina o espaço, habita-o, dá-lhe sentido. O que fala do pleno e do vazio, do oco e do compacto, da matéria e do ar.Também se faz escultura com o ar que rodeia a escultura. Um arquétipo do pensamento, com poética própria. O que expressa o movimento e a quietude, desenvolvendo a emoção, o mistério, a magia que contem algo inerte, para espantar-nos, captar-nos, seduzir-nos. O que implica e refere o tempo. O que é tempo assumido, passa. Não passa o tempo, passamos nós. Existe ainda, na escultura de V í t o r R i b e i ro uma particularidade, um distintivo, uma técnica muito rara: o talhe directo. Isto não a torna melhor nem pior, porque depende do resultado, mas distingue e dinamiza o processo e acaba incidindo na dimensão da peça e na sua presença. Dizia B r a n c u s i:“ o talhe directo é o verdadeiro caminho para chegar à escultura”. O que é o talhe directo? Esculpir directamente sobre a pedra em bruto. Um trabalho sem retorno, sem opções ao erro, um descobrir constante descobrindo-se, a busca da surpresa permanente. O autor toma o bloco, desbasta-o, vai tirando-lhe tudo o que lhe sobra, até encontrar o coração da forma que busca, o que é capaz de mostrar a essência que pretende expressar. Abre a joiazinha e descobre um segredo guardado milhões de anos. Não há intermediários, não há entrepostos entre a ferramenta, o pensamento e a matéria. O cérebro ordena à mão, que conduz as ferramentas, até descobrir o que buscava.A sensibilidade fora da razão, que se adentra em mundos ignotos, ao mesmo tempo que construí um novo, com o que sabia e com o que não sabia. A pedra transforma-se em cobra viva e transcende a sua materialidade e converte-se num cúmulo de pensamento, de emoção e de mistério. O escultor conhece o que encontra porque sabe o que busca, sem o conhecer antes, apoiado na herança recebida e num não saber lúcido, que é a base do pensamento mágico, onde se prolonga o pensamento lógico. E isto é válido para a expressão criativa, bem seja plástica, escrita ou áudio visual, que nos mostra um mundo que nunca víramos. Porque dizemos que uma pintura ou uma escultura são uma obra de arte? Porque o homem é capaz de manipular a matéria dando-lhe outro destino. E toma um bloco de Carrara, de Calatorao ou de Estremoz e estabelece uma estrutura, um cosmos que comunica valores através de uma linguagem. Para C h a r l e s M o rr i s, “a arte é a linguagem da comunicação de valores”. Não há arte sem pensamento, não há nada considerável sem pensamento: o amor e os afectos. Não há escultura sem processo, nem desenvolvimento do processo sem técnica. A técnica é dada pelo ofício. E algo mais. Mas não basta apenas o ofício. O ofício pode copiar com perfeição, mas não criar. Está na moda a fusão. Nada tem de mau, sempre que a mestiçagem não se converta em confusão, que é o mais habitual numa cultura frivolizada pela ausência de pensamento. Mas onde este C h a r l i e

16. "Friso", 2007, Brecha de Stº António, 111 x 24 x 15 cm


pormenores da escultura 5. Fusão

5. Fusão, 2007, Brecha de Stº António, 72 x 30 x 25 cm


P a r ke r, com o seu saxo alto, sozinho, o P e s s o a, ou a A m á l i a, que se retirem os experimentos de aglomeração. Fusão não é confusão, mas renovação, palingenesia. Na conferência citada de W i t o l d G ro m b ow i c z, no incipio, sentencia e pede: “… há que parar por um momento a produção cultural para ver se o que produzimos tem ainda alguma vinculação connosco”. Isto dizia-o o autor polaco em 1947, o que não diria hoje! Mas antes de parar nada nem ninguém, somos nós os que devemos reflectir e saber o que nos une a tudo isto que tem a pretensão de nos representar. Que se sente ante os p o e m a s h o m é r i c o s, ante a música de B a c h, ante os tercetos de Dante, ante uma escultura de R o d i n, ante a poesia de S o p h i a d e M e l l o, ante a escultura de V í t o r R i b e i ro? Ordem, ritmo, beleza, cadencia, dimensão, profundidade, luz, caminho, horizonte, presença do ser e do tempo… Não importa do que gostamos ou com que especulamos, mas chamemos as coisas pelo seu nome, para não enlouquecer ou ter um permanente diálogo para peixes. Chamemos escultura ao que é, a estes talhes directos e a tudo aquilo que se origine no conceito escultorico. E dêmos outros nomes aos outros produtos, que podem ter interesse, os que o têm, mas que não são escultura. A imbricação do arcaico e do presente, a rusticidade e a ternura, a paixão e a inocência, a ascencionalidade, a marca da mão do homem que busca as formas essenciais para o homem, a simplicidade, a ausência de artificio… todos estes elementos, materiais ou ideais, estão nas esculturas de Vítor Ribeiro.Também a sua transparência, a sua diafanidade, a sua bondade.A bondade, como a beleza, são formas de inteligência.

13.

Se bem é verdade que a maledicência ou a bondade, apenas pela sua condição não convertem a matéria em obra de arte. Mas, a decência é sempre um valor acrescentado. V í t o r R i b e i ro é escultor, com uma linguagem moldada e pela qual se reconhece. Um escultor cuja matéria é a pedra, uma matéria milenária, que devemos conhecer com a sua mitologia e a sua lenda, com a sua utopia e a sua realidade. Numa das obras capitais de A l ex a n d r a P i z a r n i k, poeta argentino, “El infierno musical”, século XXI Editores, escreve visionária, com as antenas do maravilhoso a roçar o prodígio: “yo estaba predestinada a nombrar las cosas con nombres esenciales ”. Para mim, o escultor é aquele criador plástico que está destinado a descobrir e potenciar as formas essenciais. Essas árvores ossários, essas mãos que ramificam, todo esse corolário de formas que esconde a pedra e de onde V í t o r as tira, para as tornar insignes. E é o que V í t o r faz, desde o seu mundo, povoar o espaço com formas distintas, orgânicas, ósseas, que não conhecíamos, que vêm de outrora e vão para o vindouro, mas que nós desfrutamos. E nos ajudam. E nos servem, para vivermos de outra forma, mais profunda, mais ligada ao essencial. V í t o r R i b e i ro , amante da claridade, da moderação barroca na sua forma, faz uma passagem saborosa pelas margens, esse caminho sempre formoso, arriscado, que produz tensão, também prazer, porque desde os fios, desde a margem, vislumbra-se o abismo e a grandeza e a incerteza e a certeza e a esperança e a liberdade, todos esses sentimentos que fazem do homem um ser com sentimento, distinto, capaz de atrocidades e de guerras, mas também de fazer arte, de identificar a poesia, de amar, de ser luz, de potenciar as formas essenciais, de ver a luz na escuridão.

Tomás Paredes Presidente da Associação Madrilena de Críticos de Arte

10.

13. "Imbordeiro", 2007, Brecha de Stº António, 50 x 30 x 30 cm 10. "Bosque", 2007, Brecha de Stº António, 26 x 30 x 30 cm


pormenores da escultura 1.Vertical

1.Vertical, 2007, Brecha de St潞 Ant贸nio, 130 x 30 x 30 cm


8 12. "รrvore das folhas", 2007, Brecha de Stยบ Antรณnio, 80 x 25 x 28 cm

11. "Da margem do rio", 2007, Brecha de Stยบ Antรณnio, 92 x 25 x 28 cm


9 8. "Árvore do rio", 2007, Brecha de Stº António, 80 x 25 x 30 cm

4. "Árvore grande", 2007, Brecha de Stº António, 105 x 30 x 30 cm


17. "รrvore debruรงada", 2007, Brecha Stยบ Antยบ e Ferro, 50 x 30 x 30 cm


9. "Tronco velho", 2007, Brecha de St潞 Ant贸nio, 70 x 30 x 25 cm


2.Tronco, 2007, Brecha Stยบ Antยบ e Ferro, 165 x 25 x 25 cm


galeria@saomamede.com

14. "Da minha casa à tua", 2007, Brecha de Stº António e folha de ouro, 23 x 80 x 25 cm pormenor da escultura 3. Enlace

Capa: 3. Enlace, 2007, Brecha de Stº António, 170 x 30 x 25 cm

SÃOMAMEDE GALERIA DE ARTE


NOTA BIOGRÁFICA Nasceu no Porto em 1957. Formou-se no AR.CO, Lisboa em 1985. Vive e trabalha em Mafra.

Exposições Individuais 2 0 0 8 : Escultura, Galeira São Mamede, Lisboa 2 0 0 3 : “ A minha casa é uma Árvore “ Cooperativa Árvore, Porto. 1 9 9 9 : “ Metábole“, Cooperativa Árvore, Porto 1 9 9 5 : Galeria Municipal de Aveiro 1 9 9 4 : Galeria São Bento, Lisboa 1 9 9 2 : Galeria São Bento, Lisboa 1 9 9 1 : Cooperativa Árvore, Porto 1 9 8 9 : Galeria 111, Lisboa 1 9 8 8 : Clube 50, Lisboa 1 9 8 5 : Galeria Presença, Coimbra; Clube 50, Lisboa. 1 9 7 7 : Galeria São Bento, Lisboa

C a t á l og o 1. Vertical 2. Tronco 3. Enlace 4 "Árvore grande" 5 Fusão 6 "Árvore das margens" 7. "A casa de ouro" Brecha 8. "Árvore do rio" 9. "Tronco velho" 10. "Bosque" 11. "Da margem do rio" 12. "Árvore das folhas" 13. "Imbordeiro" 14. "Da minha casa à tua" Brecha 15. "A Casa e a árvore" 16. "Friso" 17. "Árvore debruçada"

2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha Stº Antº e Ferro 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha Stº Antº e Ferro 2006 de Stº António e folha de ouro 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 de Stº António e folha de ouro 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha de Stº António 2007 Brecha Stº Antº e Ferro

130 165 170 105 72 90

x x x x x x

30 25 30 30 30 25

x x x x x x

30 25 25 30 25 25

cm cm cm cm cm cm

60 80 70 26 92 80 50

x x x x x x x

30 25 30 30 25 25 30

x x x x x x x

30 30 25 30 28 28 30

cm cm cm cm cm cm cm

23 48 111 50

x x x x

80 30 24 30

x x x x

25 30 15 30

cm cm cm cm

Exposi çõ es Co lecti vas 2 0 0 7 “Form(ul)as Diversas”, escultura Galeria S.Mamede, Porto; Desenho “ Dez anos da Galeria ao Quadrado “ – Santa Maria da Feira 2 0 0 6 Workshop 2 0 0 4 ‘’Objectos de memóno Campus de Caparica, UNL (com Rui Matos e J. Pé Curto);Arte Lisboa – Feira de Arte Contemporânea (Galeria S. Mamede)2 ria’’ (com Rui Matos e Mattias Conttzen), Galeria S. Mamede 2 0 0 3 Feira de Arte Contemporânea, Porto (Galeria Ao Quadrado), Galeria São Mamede 2 0 0 2 Galeria Ao Quadrado, Santa Maria da Feira 2 0 0 1 Galeria Enes – Arte Contemporânea, Lisboa 2 0 0 0 Une Perspective Portugaise de L’art Contemporaine, Maison de L’Unesco – Paris, Amsterdiem Museum of Modern Art – Amesterdan 1 9 9 9 Uma visão sobre os anos 80/90 PLMJ – Sociedade de Advogados como Espaço de Cultura, Lisboa 1 9 9 7 Edifício Chiado, Coimbra 1 9 9 6 FAC, Exponor, Porto; II Mostra de Escultura em Pedra 1 9 9 6 Cascais; Sequências, Confrontos e Rupturas – Arte Contemporânea, Festa do Avante, Seixal 1 9 9 5 FAC – Feira de Arte Contemporânea, FIL, Lisboa 1 9 9 4 “Da Pedra” 4 Escultores Contemporâneos, Árvore, Porto; “ Nave” Espelho D’Água do T Clube 1 9 9 2 : O Fascínio da Pedra, Galeria A Grade, Aveiro 1 9 8 9 : 2º Fórum de Arte Contemp. (Galeria 111), Fórum Picoas, Lisboa; Balneário D.Maria II, Lisboa 1 9 8 8 1º Fórum de Arte Contemporânea, (Galeria 111), Fórum Picoas, Lisboa 1 9 8 7 Museu da Casa Brasileira, São Paulo, Brasil 1 9 8 6 Esculturas no Jardim, SEC, Porto 1 9 8 5 Mercado Ferreira Borges, Porto 1 9 8 4 Exposição Ibérica de Arte Moderna, Campo Maior 1 9 8 2 Museu Santa Maria da Vitória, Batalha; Clube 50, Lisboa 1 9 8 1 AR.CO, Lisboa; Mértola; Portalegre

O u t r a s I n t e r ve n ç õ e s 2 0 0 7 II Simpósio de Escultura em Granito – Penafiel, I Simpósio de Escultura Soares da Costa Porto 2 0 0 6 Simpósio de Escultura Vila Pouca de Aguiar 2 0 0 2 1º Simpósio de Escultura em Pedra de Alfândega da Fé (workshop) 1 9 9 6 Semana da Pedra, em Aveiro 1 9 9 4 1º Simpósio em Pêro Pinheiro 1 9 9 1 XVIII Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Iwate, Japão 1 9 8 3 / 8 5 Estágio de Escultura no Mosteiro da Batalha; Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Porto (workshop) 1 9 8 1 Estágio de escultura em Mértola. Assistente do Escultor Pierre Székely, no Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Évora (workshop)

P r i n c i p a i s C o l e c ç õ e s e O b r a P ú bl i c a

FICHA TÉCNICA

Está representado nos Museus: Machado de Castro, Coimbra; Santa Maria da Vitória, Batalha; Comissão Coordenadora da Região do Norte, Porto; Câmaras Municipais de Almada, Albufeira, Cascais, Aveiro, Alfândega da Fé e Vila Pouca de Aguiar; Presidência da República do Uruguai; Iwate Park, Japan; Fundação Mário Soares, Leiria; Centro Cultural Morgadinhos,Vilamoura; Escola D.Dinis, Lisboa Amsterdam Museum of Modern Art, Amsterdam; Universidade Nova, Monte da Caparica, e em diversas colecções particulares.

Gráfica RCO – Produções, Lda.

Fotógrafo Filipe Condado

Texto Tomás Paredes

Prémios

Tiragem

1º Prémio da Association Internationale des Artes Plastiques / UNESCO.

750 exemplares


SÃOMAMEDE GALERIA DE ARTE

R. ESCOLA POLITÉCNICA, 167 1250-101 LISBOA TEL. 213 973 255 FAX. 213 952 385 R. D. Manuel II, 260 4050-343 Porto Tef. 226 099 589

www.saomamede.com galeria@saomamede.com

pormenor da escultura 3. Enlace

Capa: 3. Enlace, 2007, Brecha de Stº António, 170 x 30 x 25 cm

SÃOMAMEDE GALERIA DE ARTE

Vitor Ribeiro 2008  

Vitor Ribeiro catálogo 2008

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you