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Portfolio acadêmico e artístico 2017

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GABRIEL MALARD MONTEIRO

PORTFOLIO

2016

QUALIFICAÇÃO

GRADUAÇÃO

MESTRADO

DOUTORADO

ACADÊMICA

Arquitetura e

Artes plásticas

Arte e tecnologia

Urbanismo -

ECA-USP

da imagem

UFMG

EBA - UFMG

1

1.a

1.b

1.c

DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES

FACULDADE

AHEMBI

2

2005 a 2009

2007 a 2010

2011a 2015

2011

2000

PROJETOS DE

PRODUÇÃO CIENTÍFICA, FILOSÓFICA E ARTÍSTICA

PUBLICAÇOES

LIVRO DIDÁTICO

PRODUÇÃO

Relatórios

Autoria exclusiva

ARTÍSTICA

Técnicos e Outras

INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

DRUMMOND

UNIP

FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA

MORUMBI

DE ITAÚNA

publicações: Periódicos nível A

portfolio pag

4

comprovante 4.a.1

comprovante 4.a.5

comprovante: portfolio

comprovante 4.a.7

PRODUÇÃO

ORIENTAÇÃO DE TCC E INICIAÇÃO CIENTÍFICA

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

EVENTOS E CURSOS DE EXTENSÃO

CONSULTORIA

4.b

FORMAÇÃO ORIENTAÇÃO DE DISCÍPULOS EM ATIVIDADES ACADÊMICAS

comprovante: portfolio

3

comprovantes 3.a

6

comprovante 6.a

comprovante 6.c

OUTRAS ATVIDADES QUE DEMONSTRAM EXPERIÊNCIA TÉCNICA OU ARTÍSTICA

PROJETOS

FOTOGRAFIAS

TRABALHOS DE

AUTORAIS

PARA REVISTAS

FOTOGRFIA DE

TECNOLÓGICA

MODA

7 1


PORTFÓLIO

Gabriel Malard


PORTFÓLIO

2016

Apresentação Este portifólio está organizado mesclando-se as minhas atividades profissionais de cunho não acadêmico, com a vertente técnica e artística das minhas atividades docentes.

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4


QUALIFICAÇÃO

GRADUAÇÃO

MESTRADO

DOUTORADO

ACADÊMICA

Arquitetura

Artes plásticas

Arte e tecnologia

e Urbanismo

ECA-USP

da imagem

UFMG 1

1.a

EBA - UFMG 1.b

1.c

Qualificação acadêmica: arquitetura, fotografia e arte Meu primeiro contato acadêmico com as artes visuais se deu através da fotografia em película e os processos de revelação em laboratório em 1989, na cidade de Sheffield, Inglaterra, onde cursei o ensino médio. Além da fotografia, o currículo que cursei nos anos de 1989 e 1990 na Abdale Grange School contemplava outras áreas de Educação Artística, como pintura, desenho e música, o que foi determinante para as minhas escolhas posteriores, na graduacão no Brasil: tive uma breve experiência na Escola de Belas Artes e na Faculdade de Letras (ambos na UFMG), mas acabei concluindo minha graduação na Escola de Arquitetura (UFMG). Cabe ressaltar uqe a UFMG não admite que o estudante curse duas graduações simulataneamente. Durante a graduação em Arquitetura e Urbanismo aprofundei meus interesses no desenho livre e nos estudos sobre a fotografia e suas possibilidades. Nesse momento, me atraíram dois aspectos que julgava inconciliáveis: de um lado a fotografia como documentação e representação do espaço arquitetônico vivenciado, e do outro lado, o uso das imagens fotográficas por artistas contemporâneos. Isso me levou a pesquisar, no primeiro caminho, sobre o que a semiologia tinha a dizer acerca da natureza da imagem fotográfica, e seguindo pelo outro lado, como a fotografia era efetivamente apropriada pelos artistas contemporâneos que usavam esse “meio”. Minha dissertação defendida em 2004 na ECA-USP versava exatamente sobre essas duas dimensões da fotografia. O núcleo de pós graduação que me acolheu era o de “Teoria e História da Arte”, o que me aproximou muito de artistas e críticos de arte, muitos deles professores na Eca, alguns alunos e colegas de pós-graduação. Meu interesse pela fotografia como arte contemporânea me direcionou para questões como a apropriação, o registro de obras efêmeras, e por fim, a atribuição de valor às manifestações artísticas contemporâneas, o que resultou na minha tese de doutorado - EBA-UFMG, 2013- que discute noção de valor na arte contemporânea. A Arquitetura, entretanto, sempre esteve no radar dos meus interesses seja como estudante, fazendo estágio no Departamento de Planejamento Físico e Obras da UFMG, seja atuando como professor de desenho técnico e desenho livre, seja como profissional liberal em projetos de arquitetura. .

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6


DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA 2

FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA DE ITAÚNA

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES

FACULDADE DRUMMOND

1 semestre, 2000. comprovante 2.a.1

8 semestres, 2005 a 2009. comprovante 2.a.2

7 semestres, 2006 a 2010. comprovante 2.a.3

UNIP

ANHEMBI MORUMBI

1 semestre,2011.

7 semestres, 2011 a 2015

comprovante 2.a.4

Docência universitária Atuo como professor universitário desde o ano 2000. Minha trajetória se iniciou imediatamente após o término da graduação em Arquitetura e Urbanismo, na UFMG. Minha carreira docente esteve vinculada a cursos em que a arte e a criatividade se apresentam como elementos importantes para a formação intelectual e profissional dos discentes. Durante o mestrado na ECA-USP, atuei como monitor bilíngue em diversas exposições de arte, o que foi importante na minha formação docente, principalmente pelas reflexões teóricas e conceituais suscitadas . Após a defesa da dissertação de mestrado, iniciei uma nova etapa da minha vida profissional, em que a carreira docente no ensino superior se tornou a principal atividade. Ingressei em 2004 no Centro Universitário Belas Artes, em São Paulo, ministrando as disciplinas de Fotografia, Ilustração e Linguagem Tridimensional para os Cursos de Design de Moda, Design Gráfico, Design de Produto, Licenciatura em Artes Visuais e optativas do curso de Arquitetura e Urbanismo. Período muito produtivo, em que pude desenvolver vários projetos de inovação pedagógica, principalmente nas disciplinas de fotografia. Como o interesse pela fotografia e pelas artes visuais foi impulsionado pelo exercício da docência, passei a estudar, experimentar e produzir ensaios fotográficos, dialogando com diversos autores do tema e profissionais da área. A partir de 2007 ingressei na Faculdade Carlos Drummond de Andrade, onde atuei nos Cursos de Design de Moda, Design Gráfico e Comunicação Visual, nas disciplinas de fotografia. Trabalhos e metodologias importantes foram desenvolvidos nesse processo, dentre os quais destaco a revista de Editorial de Moda “Cor, Diversão e Arte” e o livro “Estratégias de ensino de fotografia para comunicação visual”. Ambos os trabalhos estão descritos neste portfólio, como inovações pedgógicas. A partir de 2011 fui contratado pelo curso de Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi, do grupo Laureate. Atuei na instituição como professor de Fotografia, Comunicação Visual, Arte e Cultura, Direção de Arte e Captação de Imagens, frequentados por estudantes de diversas áreas, inclusive Arquitetura e Urbanismo. Pesquisa e trabalhos criativos importantes foram desenvolvidos junto aos alunos da Universidade Anhembi Morumbi, constantes deste portfólio. O meu envolvimento com pesquisas em desenvolvimento de criatividade, em parceria com pesquisadores da UFMG, foi motivado por toda essa minha experiência prévia no âmbito da criação. 7


DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA DE ITAÚNA

2

2000

UNIP

Curso de Arquitetura e Urbanismo Professor da disciplina obrigatória “Desenho arquitetônico e perspectiva”

Curso de Design Gráfico Professor da disciplina “Fotografia e Técnicas de Iluminação.

Curso de Fotografia 2011

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES

Professor da disciplina “Fotografia Jornalística”.

Cursos de Design Gráfico e Design de Produto Professor da disciplina obrigatoria “Fotografla 1” e “Fotografla 2” dos cursos de Design Grafico e Design de Produtos.

Licenciatura em Artes Visuais 2005 a 2009

Professor da disciplina “Linguagem tridimensional”

Curso de Design de Moda Professor da disciplina “Fotografia de Moda” do curso de Design de Moda. Idealizador do novo programs da disciplina de Fotografia de Moda. Professor das disciplinas obrigatorlas “Ilustração 1” e “Ilustração 2” do curso de Design de Moda

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CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES

2005 a 2009

INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

2

Trabalhos de criatividade O programa da disciplina de fotografia de moda foi criado por mim em 2005. Em parceria com Marion Velasco (artista multidisciplinar e pesquisadora em arte) foram inciadas pesquisas em metologias que permitissem o desenvolvimento da criatividade, a partir dos ensinamentos de Paulo Freire no seu livro “Pedagogia da Autonomia”. No curso de moda, uma das atividades propostas nessa disciplina de fotografia era a intervenção em camisetas brancas, que são peças de vestuário comuns e de baixo custo que integram o cotidiano das pessoas. Os alunos deveriam formular modos alternativos de apropriação e uso dessas camisetas, de modo a transformá-las em peças singulares. Os resultados deveriam ser fotografados e apresentados ao coletivo, evidenciando os conceitos formulados para a sua obtenção. A técnica fotográfica utilizada no ensaio, bem como a sua forma de apresentação, deveriam ser discutidos em consonância com os conceitos que fundamentaram essas ações. Trabalhos de criatividade trabahos apresentados pelos alunos da disciplina de Fotografia de Moda.

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DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

FACULDADE DE TECNOLOGIA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

2

2008 a 2010

Curso de Design de Moda Professor da disciplina “Fotografia de Moda”do curso de Design de Moda. Professor da disciplina “Desenho” do curso de Design de Moda. Orientador de projetos de conclusão de curso.

Cursos de Design Gráfico Professor da disciplina “Fotografia: análise de imagens”

Curso de Produção Publicitária Professor da disciplina “Fotografia”.

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Um dos ensaios produzido nas dependências da Faculdade de Tecnologia Carlos Drummond de Andrade: produção de editorial entitulado “Hair” concebida pelos alunos para publicação na revista experimental “Cor, diversão e arte”.


INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

2

Proposta de multidisciplinaridade e criação autoral. Interdisciplinaridade no de Design de Moda. Parceria colaborativa com curso de Design gráfico.

FACULDADE DRUMMOND

2008 a 2010

Trabalho interdisciplinar: Revista de moda Essa revista foi idealizada para ser feita de forma colaborativa entre os participantes dos cursos, objetivando trazer a síntese das atividades desenvolvidas no período, em uma publicação de caráter reflexivo, analítico e crítico do processo de ensino/aprendizagem, sempre buscando desenvolver a autonomia criativa do estudante, com preconizam Paulo Freire, John Dewey, Vygotsky, outros estudiosos do campo da pedagogia. Assim, as escolhas temáticas eram realizadas pelos alunos, que eram, também, estimulados a buscar suas próprias referências conceituais e criativas. Para garantir o caráter criativo da produção, esta era dividida em duas etapas: uma de cunho propedêutico, com exercícios de desenvolvimento de habilidades técnicas, (ou seja, uma produção de imagem a partir de um problema definido pelo professoe), e outra não prescritiva, em que as escolhas e produção dos temas não possuiam soluções já postas ou pré-determinadas, nem pelo professor nem pelos alunos. Para resolver esse tipo de problema o estudante precisou construir o caminho da solução e, por vezes, construir o conhecimento necessário a ela (do todo ou de parte dela). Essas concepções conceituais e metodológicas não são exclusivas desta área ou deste trabalho.

Revista de Moda “Cor, Diversão e Arte” Produção colaborativa e integradora das disciplinas do curso de de Design de Moda para incrementar a autonomia do estudante e o processo interativo. abaixo: páginas criadas a partir de fotografias, ilustrações e textos produzidos em diferentes disciplinas.

Esses estudos sobre criatividade fazem parte de um movimento de reflexão sobre o trabalho criativo, sintetizado por Malard & Malard (2016), no artigo intitulado: “O Desenvolvimento da Criatividade no Ensino de Projeto: qualquer exercício serve?” apresentado no IV Enanparaq, Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, em Porto Alegre, 25 a 29 de Julho de 2016. O caráter inovador dessa proposta didática e pedagógica reside no fato de que ela recusa a compartimentação disciplinar (Ilustração, Fotografia, Criação) arregimentando esses saberes numa produção unificada, incrementando a autonomia do estudante e o processo interativo e dialógico do ensino/apredizagem.

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Livro didático O livro “Estratégias de Ensino de Fotografia Para Comunicação Visual” é fruto de atividades de pesquisa que embasaram uma proposta didática e pedagógica de projeto colaborativo envolvendo alunos de “Produção Publicitária” e “Comunicação Visual” na sua produção. As estratégias adotadas para o envolvimento dos alunos foram: selecionar exercícios que possibilitassem o desenvolvimento de habilidades e competências em prática fotográfica; propiciar aos alunos testar, em aula, o resultado dos seus trabalhos como componentes de um livro didático. O diferencial deste plano de curso/livro é que os temas, sua aplicação, e as atividades mostram a intencionalidade do professor de construir com os alunos o seu processo de aprendizagem, ao mesmo tempo em que valoriza o resultado do trabalho curricular. A adesão dos alunos ao processo foi intensa e os resultados relevantes, como pode ser verificado no livro.

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FACULDADE DRUMMOND

2008 a 2010

LIVRO DIDÁTICO


FACULDADE DRUMMOND

2008 a 2010

LIVRO DIDÁTICO

Paginas ilustradas do livro didático “Estratégias de Ensino de Fotografia Para Comunicação Visual” ISBN: 978-85-921664-0-3

Estratégias de ensino de fotografia para comunicação visual

Os alunos produziram todas as fotografias constantes neste livro didático (com exceção de poucas imagens que ilustravam temas referentes à história da fotografia no séc XIX e XX). Eles pesquisaram e acompanharam a elaboração do material gráfico, na sua montagem digital e impressão.

ISBN: 978-85-921664-0-3

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UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI

Cursos de Publicidade e Propaganda Professor das disciplinas “Estudos Fotográficos”, “Laboratório Fotográfico” e “Fotografia Publicitária”. Professor da disciplina “Comunicação Visual” e da disciplina “Arte e Cultura”.

2011 a 2015

Curso de Cinema Professor da disciplina “Direção de Arte”, “Arte e Cultura” e da disciplina “Captação de Imagens”.

Curso de Rádio e TV Professor da disciplina “Arte e Cultura” e da disciplina “Comunicação visual”. Professor da disciplina “Estudos Fotográficos - Estática e movimento”

EXPOSIÇÕES: Proposta de exercícios, curadoria e expografia dos trabalhos realizados na disciplina “Fotografia Publicitária”

Abordando o tema Retratos para alunos de publicidade. O retrato é um tema clássico na fotografia e é extremamente presente na publicidade. Nas aulas expositivas os alunos eram convidados a conhecer e observar a diferença em alguns fotógrafos emblematicos, como Diane Arbus, Cindy Sherman, Arnold Newman, Richard Avedon, Oliviero Toscani, David Lachapelle e Juergen Teller. Duas turmas de alunos selecionaram Avedon como referência. O exercício de ilunminação em estúdio acabou ganhando uma dimensão de pesquisa em linguagem. O trabalho fotográfico foi exposto com orientação e apoio dos professores. A Universidade Anhembi Morumbi cedeu o espaço, e a divulgação na “Semana Acadêmica”.

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EXPOSIÇÃO FÃS DE CARTEIRINHA

UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI

Retratos inspirados na obra de Richard Avedon “O fotógrafo Richard Avedon (1923 - 2004) atuou desde 1945 em revistas como Harper’s Bazaar e Vogue, fotografou quase todas as celebridades do século XX. Seu traço mais marcante são os retratos que buscam um olhar do ser humano destituído de elementos temporais e espaciais. São pessoas e isso está em primeiro plano, e geralmente o único elemento da imagem. Buscar uma estrutura visual incompleta que nos estimula a preencher a imagem com nossa imaginação foi um contraste à massificação de imagens após a década de 1950. Uma pessoa em pé, olhando diretamente para a camera, imagens em preto e branco em um fundo geralmente branco ou cinza apesar da aparência simples tem um dualismo complexo pois a exposição destas pessoas e o grande nível de detalhamento da foto permite a audiência observar além do retrato.

2011 a 2015

Painéis com as fotografias ampliadas no dia de abertura da exposição “Fãs de carteirinha” no campus CentroBresser da Universidade Anhembi Morumbi.

São Paulo, 2014

Os alunos de Publicidade e Propaganda da disciplina “Estudos Fotográficos - Estática e Movimento” realizaram um estudo da obra de Richard Avedon principalmente os aspectos técnicos de iluminação, direção e elementos de linguagem visual. A proposta foi realizar retratos de fãs de cinema apresentando como os filmes se materializam plasticamente nos fãs. Ora sutil ora intenso, os filmes se manifestam nos fãs de forma espontânea gerando novas e inusitadas dimensões da imagem. Desafiamos você a testar seus conhecimentos sobre cinema. Boa exposição”. Prof. Adriano Miranda Prof. Gabriel Malard Coordenação Prof. Adriano Miranda Prof. Gabriel Malard

fotografias da exposição fãs de carteirinha. alunos do cruso de Publicidade e propaganda da Universidade Anhembi Morumbi, 2014.

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Objetos e mensagens Esta sessão exemplifica os exercícios elaborados pelos alunos do curso “Publicidade e Propaganda”, onde procuramos associar o desenvolvimento das habilidades e competências técnicas ao trabalho criativo de comunicação publicitária.

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UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI

2011 a 2015

Considerações Teóricas As nossas diretrizes curriculares falam em desenvolvimento de habilidades e competências. São diretrizes, portanto, para treinamento e adestramento. Podemos fazer isso de duas formas, cada uma delas com suas especificidades ou variantes: (1) desenvolvendo as habilidades do aluno para imitar, reproduzir ou replicar soluções conhecidas; (2) desenvolvendo a criatividade do aluno para elaborar soluções novas. O modo 1 não atende a requisitos para o desenvolvimento da criatividade. O modo 2 é mais complexo, pois sua ênfase é na problematização, na contextualização, no questionamento de práticas, na compreensão de demandas, no enfrentamento de desafios, na mobilidade do pensamento entre o associativo e o analítico, na atividade crítica, etc. O objetivo de reformular os exercícios das disicplinas de fotografia publicitária, era buscar adiconar novas etapas nos exercícios prescritivos ou técnicos. Sempre que possivel eram inseridos os seguintes quesitos: • Desafios, interatividade e crítica. Os exercícios de fotografia devem colocar desafios teórico/conceituais, tecnológicos, culturais, etc., além de estimular o trabalho coletivo e a avaliação crítica. • Participação do educando como agente do processo educacional. Os exercícios devem possibilitar que os estudantes façam escolhas sobre o que, onde e como fotografar, evidentemente dentro de um escopo compatível com os objetivos do projeto pedagógico do curso e, no caso brasileiro, com as Diretrizes Curriculares Nacionais. • Construir a autonomia do educando, fazendo-o sujeito da sociedade democrática. Esse requisito, que é enfatizado tanto por John Dewey como por Paulo Freire, demanda exercícios contextualizados, nos quais os estudantes podem lidar com situações/problemas reais, tratando-os em suas possibilidades futuras.

Objetos e mensagem: resignificação de imagens A fotografia de objetos é um conteúdo presente nos cursos de publicidade, restrigindo-se, geralmente, às técnicas de iluminação, ângulo, profundidade de campo, composição, etc. em estúdio fotográfico. Com a intenção de manter o conteudo curricular, mas sem perder de vista uma discussão sobre a importância da criatividade, foram adicionadas etapas de elaboração criativa a partir do trabalho técnico. A partir de fotos realizadas pelos alunos – nas quais eles aprendiam os conteúdos técnicos do produto fotográfico – era conduzido um “brainstorm”, para exercitar uma segunda etapa criativa, como se faz na comunicação publicitária: criar mensagens em contextos imprevisíveis, usando as imagens do objeto da publicidade. Nessta etapa criativa, textos e diagramação poderiam ser inseridos. Essa reformulação (proposta pelos professores Adriano Miranda e Gabriel Malard), visava deslocar o foco do trabalho eminentemente técnico, para o trabalho criativo, no qual o pensamento convergente, de cunho analítico, complementa-se pelo pensamento divergente, associativo e crítico. Os objetos foram selecionados pelos alunos atendendo a um critério abrangente dado pelos professores: objetos ligados afetivamente aos alunos, que remetessem a uma lembrança, ou fizesse parte da memória do aluno, na trilha da pedagogia de Paulo Freire. Diversas propostas deveriam ser elaboradas e criticadas pelos alunos, sendo descartadas aquelas consideradas óbvias, pouco instigantes ou repetitivas. Nesse processo os alunos aprendiam a fazer “brainstorm” como atividade que potencializa a criatividade. Fazia-se, também, um outro exercício mais simples, para forçar o aluno a sair um pouco da zona de conforto: um trabalho sobre gastronomia, onde o aluno deveria criar uma imagem que divulgasse algum estabelecimento ligado a comidas ou bebidas. A dificuldade residia no fato de que os alunos não poderiam fotografar bebidas, comidas ou talheres para veicular suas ideias.

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FORMAÇÃO ORIENTAÇÃO DE DISCÍPULOS EM ATIVIDADES ACADÊMICAS

ORIENTAÇÃO DE TCC E INICIAÇÃO CIENTÍFICA

3

comprovantes 3.a

Orientação de TCCs e iniciação científica Algumas orientações geraram frutos além do texto da monografia. Nesta sessão eu destaco o trabalho “Cobrindo a segunda pele”, que foi fruto de do esforço de duas alunas da Belas Artes, Ana Becker e Fabiana Farias, cujo objetivo principal era desenvolver um projeto de imagens fotográficas. O trabalho e a produção foi toda concebida pelas alunas, incluindo a escolha dos modelos, do figurino e da locação. As fotos foram feitas por mim, tentando respeitar o que foi pesquisado pelas alunas. Apesar da liberdade e confiança muito grande concedida a mim enquanto fotógrafo, o trabalho é colaborativo e faz parte do contexto de inciciação científica do Centro universitário Belas Artes de São Paulo. A instituição ofereceu apoio, cedendo o espaço de exposição e divulgando o evento em seu website. Um outro trabalho orientado no Centro Universitário Belas Artes foi “O masculino na moda”. Na Faculdade de Tecnologia Carlos Drummmond de Andrade oirentei diversos alunos do curso de Design Gráfico e Design de Moda. Na Universidade Anhembi Morumbi orientei alguns trabalhos de conclusão do curso de Publicidade e Propaganda.

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COBRINDO A SEGUNDA PELE Exposição de fotografias. Orientação na elaboração da monografia e execução das fotografias para o projeto de iniciação científica de Ana Becker e Fabiana Bittencourt. Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Títudo do trabalho de iniciação científica: “Segunda pele: o corpo como tela e a transformação visual do ser”. A conclusão do trabalho foi exposta, com exibição das fotografias em ampliações de 1,5 x 1,0 m. na Fcauldade de Design de Moda da Belas Artes e um ano depois teve mostra comercial no restaurante Piola, em São Paulo.W

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FORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO DE DISCÍPULOS EM ATIVIDADES ACADÊMICAS 3

INICIAÇÃO CIENTÍFICA

Ana Becker e Fabiana Farias Bitencourt. Centro Universitário Belas Artes 2006


FORMAÇÃO ORIENTAÇÃO DE DISCÍPULOS EM ATIVIDADES ACADÊMICAS 3

ORIENTAÇÃO TCC

comprovantes 3.a

Orientações de TCC Orientação de alunos do curso de Design de Moda e do curso de Design Gráfico. Faculdade de Tecnologia Carlos Drummond de Andrade. (comprovantes em anexo 3.a)

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PRODUÇÃO CIENTÍFICA, FILOSÓFICA E ARTÍSTICA

PRODUÇÃO

PUBLICAÇOES

ARTÍSTICA

LIVRO DIDÁTICO

Relatórios

PRODUÇÃO

Autoria exclusiva

Técnicos e Outras

TECNOLÓGICA

publicações: comprovante: portfolio

Periódicos nível A

4

comprovante: portfolio

comprovante 4.a.1

comprovante 4.a.5

comprovante 4.a.7

e site

Produção Artística Minha produção artística é indissociável da minha produção intelectual e técnica. Os trabalhos visuais surgiram dentro do contexto de produção acadêmica, oriundos da necessidade de estudar, experimentar e produzir imagens dialogando com diversos autores, baseando-se em pesquisas de artistas, fotógrafos, designers e teóricos da arte moderna e contemporânea. Uma parte do trabalho serve de subsídio para a elaboração de teorias sobre o fazer fotográfico e sua aplicação ao ensino e à crítica da fotografia e da arte contemporânea. Os trabalhos mais relevantes começam a surgir a partir da minha pesquisa de mestrado na ECA-USP, quando me concentrei em pesquisar e conciliar as práticas fotográficas na arte contemporânea e na documentação da Arquitetura. Na dissertação eu procurei investigar a fotografia da Arquitetura e suas origens, buscando comparar as diferentes abordagens feitas por fotógrafos e artistas contemporâneos. Os primeiros experimentos fotográficos derivados dessas pesquisas concluíram-se com a elaboração do livro de fotografias intitulado “Doppelganger”*. O aprofundamento desse trabalho sobre arte contemporânea e fotografias de Arquitetura pode ser observado na seqüência de obras intitulada “Over and Over”** que iniciam meu ciclo de intervenções diretas na fotografia, com colagens e inserções materiais e gráficas. Nos meus trabalhos mais recentes ***, o imaginário arquitetônico ainda é predominante, e muito influenciado pelas pesquisas formais e conceituais realizadas em “Over and Over”, mas as intervenções nas fotografias são feitas por operações digitais, mantendo o princípio de desenho, pintura e colagem.

*

Páginas 24 a 27

** Páginas 28 e 29 *** “Construções”, “Momentos Decididos” e“Fachadas” de 2012 a 2016.

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PRODUÇAO ARTISTICA

Doppelganger Doppelganger é um livro de fotografias fruto de uma experimentação visual com composição de fotografias em cores. As pesquisas com composição se concluem no formato de livro, que busca uma justaposição de duplas de imagens dispostas lado a lado nas páginas abertas (spread). A grande maioria das imagens são de temas urbanos e arquitetônicos, que dialogam graficamente entre si. As imagens não buscam um caráter documental, mas sim uma relação visual com a Arquitetura, dialogando com os meus estudos feitos durante o mestrado em Artes na USP. As pesquisas foram centradas na fotografia de Arquitetura e sua manifestação, tanto no ambiente especifico da documentação de edifícios, como das fotografias artísticas de revistas especializadas em Arquitetura e, também, no mundo da arte conceitual contemporânea. ISBN: 978-85-921664-1-0

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PRODUÇAO

Livro de fotografias

ARTISTICA

O livro Doppelganger é uma experimentação com composição de fotografias em páginas duplas. O sentido estético foi orientado pela montagem das páginas e a composição com a câmera.

Doppelganger

ISBN 978-85-921664-1-0

Gabriel Malard, 2011

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Gabriel Malard, 2011

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PRODUÇÃO ARTÍSTICA

comprovante: portfolio

Over and Over O trabalho “Over and Over” é baseado em uma pesquisa sobre estratégias de repetição. As imagens foram construídas utilizando-se procedimentos padronizados e repetidos, como uma linha de produção. Uma série de procedimentos foram adotados e depois sistematizados para criar uma “montagem padronizada de imagens”. Os trabalhos são muito influenciados pelo universo do desenho arquitetônico, mas dialogam sobretudo com fotógrafos que são pontos de referências muito importantes na minha formação como artista e fotógrafo. É o caso das fotografias de Bernd e Hilla Becher, e mais particularmente para esse trabalho, as fotografias de William Eggleston e Stephen Shore. Em “Over and Over” a repetição dos procedimentos busca evidenciar o caráter intencional de cada etapa de montagem, começando pela escolha das imagens: todas as fotos foram impressas a partir de negativos coloridos, em papel brilhante; os temas fotografados são espaços urbanos e arquitetônicos triviais. Em seguida as fotos são cortadas para romper a proporção 3x2 original do negativo, e então são coladas e costuradas em um papel cartão grosso. A costura acompanha linhas de perspectiva ou de detalhes espaciais da imagem fotografada, inspiradas nos traçados de desenho arquitetônico. Por sua vez, as costuras criam no verso de cada cartão outro desenho linear (a costura frente e verso, inevitavelmente, segue uma lógica de negativo e positivo). Para finalizar, são feitas intervenções gráficas com números e letras adesivas de arquitetura de prancheta (a antiga letra “set”, como era conhecida por alguns arquitetos da era de desenho em prancheta), e as sobras das costuras são coladas com fitas adesivas rotuladas com textos (com rotuladores escolares antigos). Os textos adesivados remetem aos procedimentos circulares de repetição e montagem presentes em cada trabalho. A receita se repete sem mudança nos materiais, gerando uma enorme quantidade de cartões (remetendo à ideia de postais). 28


PRODUÇÃO

Over and Over

ARTÍSTICA

comprovante: portfolio

Intervenções em fotografias. Gabriel Malard. 2011

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PRODUÇÃO ARTÍSTICA

comprovante: portfolio

Construções, 2012 e 2013 Este trabalho tem uma relação direta com alguns dos procedimentos adotados em “Over and Over”, em especial a intenção de criar um desenho através do uso de imagens fotográficas. A grade diferença está no tipo de atelier de trabalho: enquanto que em “Over and Over” são utilizadas fotografias analógicas impressas, em combinação com ferramentas manuais típicas de atelier (pincel, cola, papel, agulha, estilete, etc), em “Construções” o atelier de produção é completamente digital, desde a tomada das fotografias até a finalização das imagens. De um modo geral, o trabalho continua guardando uma sintonia com a idéia de pintura, no sentido que as imagens originadas pela câmera digital servem de matéria prima para o processo de concepção das imagens finais. As decisões conceituais e formais acontecem no atelier digital, onde as imagens serão contruidas. Na maior parte dos casos, as imagens são pré-concebidas e desenhadas antes mesmo da saída a campo para fotografar. Nos demais casos, as imagens são derivadas da montagem cuidadosa do panorama fotografado: uma tentativa de se extrair uma narrativa a partir do conjunto de fotografias feitas em loco.

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Gabriel Malard, 2013

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PRODUÇÃO ARTÍSTICA

processos de criação

Processos de criação da imagem Ao lado alguns exemplos do processo de desenho e composição com auxílio de softwares. Cada imagem é formada por diversos fragmentos que são recompostos no atelier. As fotografias em loco não são feitas como uma unidade compositiva, e sofreram muitas influências dos princípios de montagem na pós-produção.

Gabriel Malard, 2013

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CĂŠu holandĂŞs

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Gabriel Malard, 2013


Praia em Hamburgo

Gabriel Malard, 2013

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PRODUÇAO ARTISTICA

Momentos decididos Esta série dá sequência ao trabalho de montagem e pintura digital da série “Construções” que foi mostrado anteriormente. No entanto aqui surge um princípio de narrativa artificial. Essa narrativa é construída usando os mesmos recursos de confecção da imagem em base digital, mas com uma preocupação com o tempo das ações registradas. Isso interfere na prática fotográfica: para essa série, os locais são escolhidos e fotografados em diversos momentos diferentes, com variação de dias e horários, buscando entender o funcionamento do lugar e das ações que ali ocorrem. Essas ações são depois analisadas e escolhidas para serem inseridas digitalmente na composição final da foto. A ideia é criar uma narrativa coerente e verossimil, mas de ações totalmente independentes, ocorridas em momentos distintos, às vezes com intervalos de vários dias.

36

Gabriel Malard, 2013


Museu Judaico

Gabriel Malard, 2013

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Edifício Lourdes, São Paulo.

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Gabriel Malard, 2012


Praia em Sylt.

Gabriel Malard, 2013

39


Panorama em Sylt #1.

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Gabriel Malard, 2013


Panorama em Brugges #3

Gabriel Malard, 2013

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Zurique.

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Gabriel Malard, 2012


Kunstlift, Hamburgo.

Gabriel Malard, 2012

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44


Praga #7.

Gabriel Malard, 2013

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Bankhaus Henrich Wรถlfflin.

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Gabriel Malard, 2016


Clement Greenberg Bank.

Gabriel Malard, 2016

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Fachadas. 2015 e 2016 Na série entitulada “Fachadas”, continuei a explorar as possibilidades da fotografia como matéria prima para o desenho. Nesses exemplos, a arquitetura passa por um processo de construção e reinvenção que é explicitado ao observador através de alguma referência intencional. As fotografias manipuladas digitalmente fazem um diálogo com uma série de aquarelas que questionam as diferentes abordagens da pintura e da fotografia.

Gabriel Malard, 2016

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Fachadas (pintura e fotografia)

Gabriel Malard, 2016

Além das fotografias, a série “Fachadas” acompanha o trabalho comparativo da construção da fotografia e da pintura, compondo a narrativa com aquarelas. Estas pinturas são em pequeno formato e representam o mesmo contexto das fotografias, colocando em dúvida a verossimilhança dos espaços retratados, ao mesmo tempo que fa uma referência aos porcedimentos de pintura presentes na construção da imagem fotográfica.

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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Prestação de serviços de consultoria e assessoria na área

Participação em outras atividades de extensão

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Extensão universitária Nesta sessão destaco algumas oficians, palestras e prestações de serviço na área de fotografia e arte. os comprovantes das atividades encontran-se no caderno de comprovantes identificados como item 6.

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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Apresentação sobre arte e apropriação

Pescadores de Pérolas

Colóquio PESCADORES DE PÉROLAS

Walter Benjamin Originalidade e autoria e na era da apropriação. Segundo Hannah Arendt, Walter Benjamin acalentava a ideia de escrever um livro constituído apenas de citações. A proposta do trabalho apresentado é discutir alguns procedimentos em arte contemporânea conhecidos como citacionismo ou apropriação, que guardam algo semelhante ao projeto Benjaminiano: criar uma obra nova a partir de colagens de obras já realizadas. Abordo e comento alguns dos discursos que legitimam os procedimentos de citacionismo e apropriação, para em seguida compará-los aos discursos que desqualificam e rejeitam essas abordagens.

http://pescadoresdeperolas.wordpress.com

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Junho de 2011


UNIVERSITÁRIA

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Oficinas de fotografia - Oficina Cultural Oswald de Andrade A Oficina Cultural Oswald de Andrade foi a primeira Oficina da Secretaria de Estado da Cultura a ser criada, em 1986, com o nome de Oficinas Culturais Três Rios, em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro. Em 1990, a Oficina foi rebatizada com o nome de Oswald de Andrade. Oferece cursos gratuitos de artes plásticas, fotografia, dança, música, literatura, teatro, entre outros. As atividades acontecem na sede da Oficina e também em parceria com entidades, grupos e associações da sua região.

Bureau de estudos sobre a imagem e o tempo, grupo de pesquisa da UFMG/ EBA O Bureau de estudos sobre a imagem e o tempo se dedica às práticas artísticas cujos propósitos se voltam para o estatuto da imagem com abordagem aberta à história, literatura, psicanálise e à antropologia do visual. Nós nos interrogamos sobre a imagem como acontecimento. Nos dedicamos à problemática da crítica e da escrita sobre a imagem, à dialética “arte e documento” e aos diversos contextos que a imagem concebe: histórico, artístico, econômico, político, cultural, etc.; contextos que jogam com a cenografia do nosso tempo, do nosso real, mas também de outras épocas. O grupo é coordenado por Patricia Franca-Huchet e Stéphane Huchet.

fotografia Marinete Maxakali

EXTENSÃO

Oficina de fotografia de moda Coordenação: Gabriel Malard Monteiro. Público-alvo: interessados com conhecimento básico em fotografia 2007

Palestras e oficinas de fotografia UFPR Fotografia e literatura, possíveis intersecções. Ciclo de palestra, mesa redonda e oficinas de fotografia. Organizada por Rodrigo Machado e Gabriel Malard.

produção intermediação crítica em arte

LAVRAR: produção intermediação crítica em arte programa de pós-graduação ufmg | eba jornada de estudos be-it: bureau de estudos sobre a imagem e o tempo a coordenação prof . patricia franca-huchet & prof. stéphane huchet

adriano c. gomide O papel do colecionador no esquema de reconhecimento dos artistas modernos e contemporaneous.

ana alvarenga Imagem: um cruzamento de perspectivas e olhares internos. andré hauck Estruturas Nômades. eduardo campolina O conceito de técnica: origens e transformações. júlia rebouças Como não ser artista?

14 e 21 junho 14h às 17h30 museu de arte da pampulha info http://jornadadeestudos.worpress.com

juliana silveira mafra Guto Lacaz e algumas idéias satânicas sobre o riso.

Primeira jornada de estudos apresentou um conjunto edmundo de novaes gomes Pierre Menard, o autor do Quixote.

gabriel de pesquisas analíticas e malard práticas que intentam investiNoção de valor na arte contemporânea. gladston costa

filosofiamediação ou arte com filosofia: gar os espaços da arteArte edepoisa dasua cultural, a utiliNatureza, função e possibilidades discursivas da arte.

marconi drummond

Curadoria editorial e experiências gráfico-curatoriais. zação dos meios audiovisuais, a ficção e as perspectivas

marília fiúza

um olhar no tempo... e estratégias das formas e técnicas artísticas. nydia negromonte

A carta hidrográfica como elemento de [re]conhecimento da pesquisa em artes visuais.

tales bedeschi Zonas de outros critérios: espacialidades virtuais criadas por coletivos de artistas.

https://jornadadeestudos.wordpress.com 53


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OUTRAS ATVIDADES QUE DEMONSTRAM EXPERIÊNCIA TÉCNICA OU ARTÍSTICA

PROJETOS

FOTOGRAFIAS

TRABALHOS DE

AUTORAIS

PARA REVISTAS

FOTOGRFIA DE MODA

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Produção artística e técnica Trabalhos variados com fotografia, ilustração, design, e artes visuais.

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OUTRAS ATVIDADES ARTÍSTICAS

DIÁRIO DE BORDO

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Ilustrações em projeto literário

Diário de Bordo é um projeto literário inserido em cartões postais que misturou textos e imagens para narrar a experiência de morar fora de seu país vivida pela jornalista Lieli Loures. Lançado de modo independente, os cartões circularam, entre 2005 e 2008, gratuitamente em balcões de espaços culturais em Belo Horizonte e São Paulo. Em 2007, o projeto foi contemplado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. O benefício proporcionou a produção de mais dez notas e ao final, foi lançada uma coletânea, com tiragem 2,500 exemplares, reunindo as 30 notas que compuzeram o projeto. Durante os três anos que circulou gratuitamente por Belo Horizonte e São Paulo, os cartões foram postados, trocados e colecionados, mas não só. Estabeleceu uma relação íntima com o público e se tornou tema de trabalhos em universidades, como PUC Rio e Uni-BH; e escolas de teatro, como Galpão Cine Horto e T.U. O Diário de Lieli Loures narrou, além das histórias vividas pela protagonista fora do Brasil, os desafios que a volta para casa traz. A falta de lugar no mundo e a necessidade de pertencimento são temas frequentes.

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DIÁRIO DE BORDO

Ilustrações em projeto literário

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Exposição Santa Cruz 2009

OUTRAS ATVIDADES ARTÍSTICAS

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fotografias apropriadas. Exposição “Santa Cruz” de Pier Stockholm na Galeria Triângulo


Fotografia de curta metragem

Fotografia para curta metragem

2006

“Nota de Suicídio” de Maya Pinsky

Gabriel Malard 2006

OUTRAS ATVIDADES ARTÍSTICAS

Produção de fotografias para teatro Fotografias para o processo de criação do espetáculo teatral “Nenhum alguém em

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lugar algum” Parceria com o grupo teatral Canhoto Laboratório de Artes da Representação.

São Paulo Gabriel Malard. 2009

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OUTRAS ATVIDADES QUE

Look Book para Tereza Santos

DEMONSTRAM EXPERIÊNCIA TÉCNICA OU ARTÍSTICA

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Modelo: Cássia Ávila

Coleção Tereza Santos 2008/2009

Gabriel Malard. 2009

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Coleção Carlos Miele 2009

fotografia para catálogo de moda. Coleção de vestidos de luxo 2008

Gabriel Malard. 2009

OUTRAS ATVIDADES FOTOGRÁFICAS

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OUTRAS ATIVIDADES TÉCNICAS:

fotografias para revistas de circulação nacional e internacional

Revista Continete Número 10 da edição da revista continente. Edição de outubro 2001. ISSN 1518-5095 versão digitalizada da revista: https://issuu.com/revistacontinente/ docs/010_-_out_01_-_raizes_da_guerra

Vagabundo entre livros fotografias ilustrativas para matéria sobre o escritor João Alexandre barbosa, 2001. Texto Marcelino Freire e Nelson de Oliveira

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Revista Cosas Fotografia de personalidades para revista de variedades. Ao lado: fotografias de Erika Stockholm para edição 68 da revista Cosas Peru. 2004

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Portfolio acadêmico e artístico 2017 by Gabriel Malard - Issuu