Futebol Amador
Transmissão dos jogos, ao vivo, pela TV Banqueta
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Academia ao Ar Livre
Aparelhos em meio à poeira
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S.O.S Casa Aristides
Cultura
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“Experiência para planejar a Nova Lima do amanhã”
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Carlinhos Rodrigues afirma que vai disputar a eleição. A declaração é um dos destaques da série de reportagens sobre o perfil dos précandidatos a prefeito
Mudança de Hábito
Medo do estupro
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Deputado Fred Costa cobra melhorias
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A Banqueta
“Separados, mas iguais”, me engana que eu curto
A morte do americano, um vendedor ambulante de CDs, Alton Sterling, em Baton Rouge, capital do estado de Louisiana, não será esquecida. O assassinato acendeu as células, ditas mortas, do forte racismo estrutural persistente nos Estados Unidos. O período da escravidão subsiste sobre novos desenhos, um assunto antigo, silenciado, hoje, pela pertinência dos benefícios oferecidos pelos “aparentes” Direitos Humanos. Um conceito salvador para a esmagadora camada social de baixa renda espalhada pelo mundo e atualmente reconhecida como grupo social em situação frágil. O conceito igualitário universal, teoricamente, é fantástico, e desencadeou leis fabulosas como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no Brasil. Porém, do que adiantam as letras? Uma voltinha por alguns guetos brasileiros revelam as veias dos Direitos Humanos. Nas sombras, a fome, a violência doméstica, sexual, o trabalho infantil, a educação sucateada, o racismo, entre outras escaras purulentas, continuam a existir, sem consolo. Nesses espaços, o calhamaço do ECA teria mais utilidade em sanitários, para higiene pessoal. Já o acordo conceitual, vigorado pela Suprema Corte dos Estados Unidos (1896), ainda funciona por debaixo dos panos: o Plessy vs. Ferguson deu força à interpretação de que a separação de negros e brancos no espaço público não violava a igualdade de direitos garantida na Constituição. A segregação seria justa, desde que cada grupo racial desfrutasse de serviços públicos da mesma qualidade, oficializando a doutrina “separados, mas iguais”, que vigorou até a ascensão do Movimentos pelos Direitos Civis na década de 1950.
Oportunidades de emprego
Encarregado de perecíveis (RMBH). Salário: R$1.908 + benefícios. Horário: 12h às 20h30, de segunda a sábado. Necessário: ensino médio completo ou superior e disponibilidade de horários. Currículo para: contatoc@hjrh.com.br.
Estagiário de TI (NL), para estudantes a partir do 5°período. Bolsa auxílio: R$ 900 + benefícios. Possuir CNH e ter disponibilidade de horários entre 9h e 16h. Cadastro pelo o site: www.vaga.com.br.
Estágio em Comunicação Social. Bolsa: R$1.000 + benefícios. AngloGoldAshanti (NL). A partir do 5°período dos cursos de Relações Públicas, Jornalismo ou Publicidade. Desejável inglês avançado. Há preferência para moradores de Nova Lima. Cadastro pelo site: www.anglogoldashanti.com.br.
Assistente de rede credenciada (BH). Necessário: superior completo, domínio do pacote Office, conhecimento intermediário de Excel, trabalhar com banco de dados e linguagem SQL e ter disponibilidade para viagens e formação em rede credenciada. Currículo para: vanessa.faccio@arcelormittal.com.br.
Vendedora. Horário: 13h40 às 22h. Necessário: experiência de dois na função, Currículo para: supervisao.lojas@adcosbh.com.br.
Mesmo diante de um presidente imigrante e negro, em 2016, a sensação é de que o ódio racial persiste. Alton Sterling e outros negros mortos pela polícia americana confirmariam a ideia, caso ainda tivessem voz. Prova de que não só no Brasil, o povo vive na carne o bordão: “me engana, que eu gosto”.
A passagem de uma frente fria, no domingo à tarde, vai causar queda acentuada da temperatura na próxima semana.
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Tempo ensolarado
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Tempo parcialmente nublado
Ruibran dos Reis
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Tempo parcialmente nublado
Diretor da Regional da Climatempo Minas Jornal A Banqueta de Notícias - 333ª Edição
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Pizzaria Jambreiro contrata (NL): garçom com experiência. Outras informações, pelo telefone: 35817047
Manutenção urgente!
Direto da Comunidade
“Faço caminhadas diárias no Rego dos Carrapatos e desde fevereiro deste ano, percebo que os equipamentos da academia ao ar livre estão danificados. Diante de tantas academias sendo inauguradas na cidade, fico me perguntando, se a prefeitura não tem a competência de consertar um equipamento já existente, visto a importância do espaço que é turístico? Gostaria de cobrar um posicionamento da prefeitura sobre a manutenção desses equipamentos”.
Luís Castro Centro
Resposta: A Prefeitura de Nova Lima, informou que encaminhará a ordem de serviço para as Secretarias de Esporte e Lazer e a de Obras e Serviços Urbanos, responsáveis por realizar constantes manutenções nas academias da cidade. Reclamações, ligue: 3541-4408 Contato: 31 3541-5701
Alô Banqueta
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O jornal A Banqueta de Notícias se exime de qualquer responsabilidade BEX Edições Ltda. CNPJ: 11.160.970/0001-70 Fale conosco: 31 3541-5701 / 98569-2926 ou abanqueta@gmail.com sobre opiniões e pontos de vistas expressos em artigos, anúncios e Diretor: Frederico Sarti Mendes publicações assinadas que Jornalista responsável: Letícia Barros Redação: Letícia Barros, Júlia Leal, Júnia Rodrigues e Janaína Santos exprimam conotações políticas, religiosas ou sociais, por não Diagramador: Elton Corrêa David refletirem as convicções desta Diagramadores aux.: Jordana Matos e Tatiana Dias Comercial: Clauzy Barbosa: 9847-9631 / Efigênia Veloso: 8848-4388 diretoria. Reservamo-nos o direito de erro gráfico. Gráfica Editora Sempre - 16.000 exemplares
“A série de reportagens sobre os pré-candidatos a prefeito de Nova Lima, produzida pelo Jornal A Banqueta de Notícias, tem sido uma excelente iniciativa para o bem da população. A imprensa tem esse papel, e consegue alcançar um público diverso. É bom também, que fica tudo documentado para a gente refletir depois das eleições”. Vanderlei Fontes Jardim Canadá
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S.O.S Casa Aristides Cultura
Alunos e professores da escola de artes lamentam o fim do projeto
Os sentimentos de revolta e tristeza tomaram conta dos professores e alunos da Escola Casa Aristides, na última semana, após o anúncio da Prefeitura de Nova Lima sobre o encerramento das atividades culturais. A decisão interrompeu a continuidade dos cursos e oficinas oferecidos, gratuitamente, a mais de 80 alunos, e consequentemente, ao trabalho realizado pela equipe de professores do projeto.
História
A Casa Aristides foi fundada no século XIX e funcionava como um armazém, à Praça Coronel Aristides, no centro da cidade. Em 1997, foi restaurada pela Prefeitura de Nova Lima e transformada em escola de artes. O local passou a funcionar como um ateliê, o primeiro do Brasil a utilizar matéria prima reciclável em cursos e oficinas de pintura em madeira, porcelana, batique, estamparia, serigrafia, entre outros.
Problemas no atual governo
No final de 2013, o prédio histórico foi interditado pela Defesa Civil em virtude do comprometimento da estrutura do local. Na época, as atividades foram paralisadas temporariamente, e retornaram, após alguns meses, em um galpão no bairro Cariocas. De acordo com relato de professores, a mudança do local diminuiu o número de alunos, mas o projeto foi mantido. Porém, a consequente terceirização do serviço culminou em diversos problemas como atraso de salário. Alguns professores prosseguiram as atividades, mesmo sem receber o pagamento em dia, até o encerramento definitivo do projeto.
Professores indignados
A nova-limense Patrícia Dieguez é uma das profissionais que abraçou o projeto Casa Aristides. A artista plástica iniciou a trajetória, junto à instituição, na condição de aluna, e, em 2010, passou a exercer o trabalho como professora do curso de Pintura em Tela. Segundo Patrícia, a notícia do encerramento das atividades foi recebida com muita tristeza pelos professores, principalmente por aqueles que se dedicam desde o princípio ao projeto. “Sempre acreditamos nesse trabalho focados na responsabilidade de levar a arte e a educação para as pessoas. Um projeto que foi reconhecido nacionalmente e, até fora do país, chegar à situação que chegou é lamentável”.
Contribuição social
A artista plástica revela que, para muitos alunos, a Casa Aristides era um espaço para aprender um ofício e desenvolver a atividade como fonte de renda. Além disso, Patrícia destaca a contribuição social que o projeto desempenhava para a população. “Não tenho dúvidas de que a arte é um remédio para alma e a casa promovia o bem para muitas pessoas”. Apesar do fim das atividades, para a professora resta a esperança do retorno da Casa Aristides. “Um projeto que é referência cultural e artística para a cidade não pode ser descartado assim, espero que alguém reverta essa situação”.
Desvalorização da cultura
Camila Lloyd também fazia parte do grupo de professores da Casa Aristides. Ela trabalhou durante sete anos na escola, à frente do curso de reciclagem de materiais. Em seguida, dedicou-se ao curso de pintura para crianças e permaneceu até novembro de 2015, quando o projeto começou a declinar. “Isso é resultado de uma administração que não deu valor à cultura. Ao analisarmos o panorama cultural de Nova Lima, é possível perceber que a perda não foi só em relação à Casa Aristides”.
“É preciso desvinculação política”
Camila destaca que, além dos cursos, a Casa Aristides era um espaço para exposição de trabalhos artísticos e valorização dos artistas locais. “A cidade perde muito, não só pelos cursos que beneficiavam tantos alunos, mas pela interrupção de um enriquecimento cultural diferenciado”. A professora acredita na união da sociedade para reverter o quadro. “Temos que fazer um movimento e desvincular o projeto da política, para que a casa volte a ser o que era antes”.
Perda para alunos
Rafael Protzner é um exemplo de aluno que começou a traçar a carreira profissional na Casa Aristides. Em 2010, o jovem iniciou o curso de desenho de observação e criatividade. O intuito era profissionalizarse. Atualmente, Rafael atua como llustrador, e parte do conhecimento adquirido é resultado da oportunidade oferecida no projeto. “É um absurdo, o próprio abandono do casarão histórico já demonstra o descaso em manter um patrimônio da cidade. “É uma pena ver que outros jovens não terão a oportunidade que tive de fazer um curso que tanto me agregou”.
Motivos para encerramento
A prefeitura de Nova Lima esclareceu, por meio, de nota que as atividades da Escola Casa Aristides foram suspensas como medida de contenção de custos promovida em várias secretarias, imprescindível para o fechamento do orçamento financeiro do mandato do governo Cassinho Magnani (PR). Ainda acrescentou que a decisão de paralisação do serviço foi necessária para que o município continue a oferecer outras ações de igual importância que atendem a um número mais elevado de alunos, como a Escola de Dança, a Escola Municipal de Música Zé Fuzil, além dos Centros de Atividades Culturais (CACs) do Jardim Canadá e Cabeceiras.
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Dicas
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Na foto, ela tinha cinco anos. Hoje, tem 48. É filha de um saudoso caminhoneiro, lembrado como pioneiro na cidade. Durante 10 anos, foi madrinha de Bateria da Unidos do Rosário. Atua, há 25 anos, como organizadora de passeios turísticos. É casada com um empresário do ramo de distribuição de gás de cozinha.
Já sabe quem sou? Descubra na próxima edição!
O misterioso da semana passada é o designer de interiores Luciano Faria.
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Infraestrutura
Melhorias
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na MG-030 Deputado Fred Costa cobra solução dos problemas na via que liga Belo Horizonte a Nova Lima
O deputado estadual Fred Costa (PEN) realizou na última quarta-feira (13) audiência pública na Assembleia Legislativa, para cobrar melhorias e medidas necessárias para a MG-030, principal rodovia que liga Belo Horizonte a Nova Lima. O parlamentar cobrou maior fiscalização no tráfego irregular de carretas de mineração e criticou duramente a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), que até o momento, não construiu calçadas no local. Além disso, o órgão não instalou postes de iluminação em um trecho de 700 metros, o qual inicia no BH Shopping até o pontilhão da linha férrea.
Riscos de carretas na MG-030
O Ministério Público apresentou uma ação civil pública, que estipulou que os veículos pesados de mineração deveriam passar pela rodovia apenas no horário de 22h às 5h, mas a norma não está sendo cumprida pelas mineradoras. De acordo com o deputado, a presença das carretas traz risco aos moradores da região e por quem transita pela via. “A estrada é estreita, inclinada e sinuosa, sendo um risco para todos”, completa Fred Costa.
Impasse das administrações
No limite da interseção dos municípios de Belo Horizonte e Nova Lima, as duas prefeituras se desentendem quanto à responsabilidade sobre um trecho de 700 metros na via Stael Mary Bicalho Motta Magalhães, o qual inicia no BH Shopping e segue até as proximidades da Faculdade Milton Campos. Por esse impasse dos órgãos, até hoje não foram construídas calçadas ou foram instalados postes de iluminação no local. Entretanto, na audiência pública, Fred Costa apresentou um parecer do Ministério Público que afirma que o trecho é de responsabilidade da Prefeitura de Belo Horizonte.
Apoio da Defensoria Pública
A defensora pública da Comarca de Nova Lima, Isabela Coutinho, elogiou o empenho e trabalho do deputado à frente dos interesses dos moradores de Nova Lima. Além disso, colocou-se à disposição para pensarem em conjunto uma forma jurídica de compelir o executivo municipal a providenciar as intervenções necessárias.
Melhorias na via
Fred Costa lamentou o fato da Prefeitura de Belo Horizonte não ter enviado nenhum representante para a audiência pública e exigiu a construção de calçadas, bem como a instalação e manutenção da iluminação no local. “Trabalhadores e moradores da região correm o risco de serem atropelados diariamente, caminhando às margens da via”, afirma
Religamentos dos Radares
O deputado Fred Costa também cobrou do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/MG) o religamento dos radares na MG-030, os quais estão desativados desde outubro de 2014, e um novo processo de licitação ainda não foi concluído. Além disso, o parlamentar cobrou a construção de guard rails (divisórias entre as pistas) nos trechos de curvas acentuadas e criação de escape nas laterais da via. Em março, após a audiência pública anterior sobre o assunto, o DER/MG já havia atendido prontamente um dos pedidos do deputado, e construiu passagens elevatórias para pedestres ao longo da rodovia.
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Crime
Mulheres novalimenses mudam hábitos com medo da violência sexual. Município cobra do Estado serviço especializado para vítimas que, atualmente, são atendidas em Belo Horizonte
Conversas pela internet entre um homem e uma mulher e um encontro marcado com um rapaz que se conheceu pelas redes sociais. No encontro, ele oferece uma bebida. A mulher aceita a ‘gentileza’ e daquele momento em diante, ela não se recorda de mais nada. No dia seguinte, em casa, lesionada, sentindo dores e os efeitos da medicação, provavelmente colocada na bebida, a vítima procura a delegacia sob a suspeita de ter sido estuprada. Esta história aconteceu em 2015, em Nova Lima e, na época, o suspeito foi preso. Mas, os casos de estupro são recorrentes, no país, e nem sempre os agressores são identificados.
Medo, vergonha, culpa são diversas as razões que invadem a cabeça de uma vítima de estupro e a impede de fazer a denúncia. Mas, diante de casos divulgados pela grande mídia - como, por exemplo, os do estupro coletivo - ou daqueles que se ouve na própria vizinhança, o medo é acentuado naquelas que são as maiores vítimas da violência sexual: as mulheres. Muitas delas são obrigadas a mudar seus hábitos para evitar serem vítimas do crime que, além de poder deixar consequências físicas, pode deixar graves danos emocionais.
Medo nas ruas
A estudante de enfermagem, Sandra dos Santos, conta que, por medo de ser estuprada, evita lugares escuros e, ao sair à noite, vai sempre acompanhada. Segundo ela, antigamente, Nova Lima era um lugar mais tranquilo, mas diante de tantos casos, ela não se sente segura. Mesmo assim, na época em que Sandra estudava em uma escola estadual de Nova Lima, ela recorda que uma colega, moradora do bairro Mina D’água, foi estuprada por dois homens ao voltar para casa. “Ela ficou tão traumatizada que largou a escola. Isso marcou todos nós e, ao que parece, os rapazes não foram pegos”, relata.
A recepcionista, Rayssa Iara Carvalho mudou alguns hábitos para não se tornar mais uma vítima de violência sexual. Ela exemplifica com a procura de empregos cujo horário não a faça voltar tarde para casa. Também, a opção de frequentar pontos de ônibus com muitas pessoas, ao usar o transporte coletivo. Rayssa conta que já enfrentou uma situação de risco e assim, passou a ter ainda mais cuidado. “Há três meses, eu e duas amigas fomos abordadas por um homem, armado, dentro de um carro, por volta de 23h, na rodoviária da cidade. Ele nos chamou para dar uma volta. A nossa sorte foi que um ônibus chegou na hora e rapidamente entramos nele”, diz. A técnica de enfermagem Marlene Oliveira utiliza meios de transporte, por exemplo, táxi, somente
com pessoas conhecidas. Ela conta que no bairro Mina D’água, local em que reside, já ouviu casos de estupro, onde as vítimas, além de sofrerem a violência sexual foram assassinadas. “A gente imagina que isso nunca acontecerá conosco, mas é preciso se prevenir”, afirma.
Casos em Nova Lima
De acordo com a Polícia Militar (PM) de Nova Lima, em 2015 foram registrados 10 casos de estupro e, em 2016, a cidade registrou 14 ocorrências. Entre elas, 11 foram feitas pela PM e 3 pela Polícia Civil, todas, contra o sexo feminino. Das 11 ocorrências registradas pela PM, 7 foram estupros consumados e 4 tentados. Sendo que, 4 destes, constam como estupro de vulnerável consumado, ou seja, com vítimas menores de 14 anos.
Estupro
De acordo com a delegada, da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher, de Nova Lima, Dra. Karina Resende Oliveira, houve uma modificação no Código Penal Brasileiro, feita pela Lei 12.015/2009. A partir dela, o crime de estupro se caracteriza por constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal, ou seja, o ato sexual, e/ou praticar qualquer outro ato libidinoso, o que antes não estava descrito nesta lei. “Passar a mão em outra pessoa, com fins sexuais, por exemplo, pode ser considerado estupro. Mas, é importante ressaltar que identificar o ato libidinoso depende da análise do delegado diante de cada caso”, completa.
Procedimento para a vítima
A delegada recomenda que, ao sofrer o estupro, a vítima procure, imediatamente, ajuda médica, pois ela precisa receber cuidados, em hospitais referência, com objetivo de evitar doenças sexualmente transmissíveis e para colher vestígios do crime. “É importante também, que a vítima vá, o mais rápido possível, à delegacia de mulheres para fazer a denúncia, onde posteriormente será encaminhada ao IML para elaboração de laudo médico pericial”, completa.
Vítima tem que ir a Belo Horizonte fazer exames
Para a coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, Maria de Lourdes Borges, Nova Lima está equipada para dar o apoio necessário às vítimas de estupro, mas solicita maior responsabilidade do Estado. Para ela, é essencial a
implantação da Cadeia de Custódia, um serviço específico para exame de corpo de delito, coleta de provas contra o agressor e fornecimento de medicação contraceptiva e contra doenças sexualmente transmissíveis. “Hoje, a vítima de estupro em Nova Lima tem que ir a Belo Horizonte para ter acesso ao serviço disponibilizado pela cadeia de custódia”, protesta.
Na capital, as instituições referência no atendimento são os hospitais: Júlia Kubitschek, a Maternidade Odete Valadares, Odilon Behrens e o Hospital das Clínicas. Maria de Lourdes lembra que o deslocamento e o tempo despendido até o atendimento da vítima nesses hospitais é desgastante, para uma situação que por si só é traumática. “A vítima de estupro não deve tomar banho antes de passar pelos exames realizados na cadeia de custódia. O constrangimento, o tempo de espera e o trauma seriam amenizados caso a vítima não tivesse que atravessar uma cidade para ser atendida”.
Município cobra serviço do Estado
De acordo com a Coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, o Hospital Nossa Senhora de Lourdes tem as condições necessárias para o funcionamento da Cadeia de Custódia. O papel do município é cobrar o serviço e ao Estado cabe a decisão sobre a implantação ou não”. Quanto ao serviço já existente na cidade, Maria de Lourdes destaca a 1ª Delegacia de Mulheres e os serviços prestados pelo Centro de Referência da Mulher, integrado à coordenadoria. O centro oferece atendimento psicológico, de assistência social e assessoria jurídica à vítima de estupro.
Recomendações à vítima de estupro
Não tomar banho antes de fazer o exame físico no hospital. Os peritos da polícia investigarão evidências físicas do corpo como sujeira, sêmem, fluidos, sangue, cabelos, entre outros. Esses materiais serão usados como provas de que o estupro aconteceu e de quem foi o autor, em caso de um processo. As roupas usadas na hora do estupro podem ser inseridas como evidência do crime. O recomendado é colocá-las em saco de papel e entregar no momento dos exames.
Procure imediatamente a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher ou acione a Polícia Militar pelo número 190. É importante denunciar casos de estupro para que o autor seja punido e para que ele não faça novas vítimas.
Procure um dos hospitais conveniados, em Belo Horizonte, para atendimento e avaliação médica. Além de receber a medicação necessária, por exemplo, “a pílula do dia seguinte”, a vítima terá orientações sobre doenças sexualmente transmissíveis.
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Capa
Planejar, organizar, trabalhar e investir em pessoas Nova Lima - Raposos - Rio Acima - 15 a 21 de julho de 2016
Planejar uma infraestrutura capaz de receber novos investimentos, trabalhar para o equilíbrio financeiro do município, organizar a prestação dos serviços públicos e investir em pessoas servidor municipal, bem como a humanização dos serviços públicos foram o carro-chefe da minha gestão”.
Aprovação de governo maior que 80%
O ex-prefeito de Nova Lima, Carlinhos Rodrigues (PT), confirmou sua pré-candidatura para as eleições municipais deste ano. A empreitada será oficializada na próxima quarta-feira (20), na Sede da Associação do Bairro Cabeceiras. Questionado sobre a legitimidade do lançamento, Carlinhos garante que impetrou recursos extraordinários, ordinários e aguarda os resultados. Não havendo resposta até o período do registro de candidatura, ele recorrerá a uma liminar.
Registro de candidatura em 2014
O pré-candidato lembra que, na disputa eleitoral para deputado estadual, em 2014, ele passou por situação semelhante, referente aos seus direitos políticos, no entanto, teve a oportunidade de concorrer ao pleito. “Na época, consegui o registro de candidatura e disputei as eleições normalmente. No final, os votos direcionados a mim foram válidos. Tenho certeza de que, desta vez, acontecerá da mesma forma. Tenho convicção de que a sentença de suspensão dos meus direitos políticos será revogada, porque fui julgado de maneira incorreta”, garante.
Das minas de ouro, para as salas de aula
Natural do Rio Grande do Norte, o professor Carlos Roberto Rodrigues, o Carlinhos, chegou a Nova Lima aos 20 anos. Conheceu, primeiramente, o fundo das minas, na função de técnico em mineração. Já, a maior parte da sua história em Nova Lima aconteceu em outro ambiente, a sala de aula. Ao longo de 24 anos, Carlinhos contribuiu para formação de inúmeros estudantes novalimenses, atuando como professor de História.
Divisor de águas
Aliado ao papel de educador, Carlinhos engajou-se na política. Inicialmente, como militante – fundou, em Nova Lima, o Partido dos Trabalhadores (PT), no ano de 1980. Já, em 1988 elegeu-se vereador. Mas, o divisor de águas na carreira política do précandidato aconteceu em 2004, ano em que alcançou o mais alto cargo público municipal: após disputar três eleições, o professor foi eleito prefeito e reeleito no pleito seguinte. À frente da gestão pública por oito anos consecutivos, Carlinhos afirma ter implementado uma política, até então, não exercida. “A valorização da população e do
A conjugação de políticas públicas de cunho social e de obras estruturantes, pensadas para o desenvolvimento de Nova Lima, de acordo com Carlinhos Rodrigues, resultaram numa avaliação de governo em que vigorou a aprovação popular de mais de 80%. Nesse sentido, ele destaca investimentos em saúde, educação e urbanização. “Transformamos um bairro inóspito, no caso, o Jardim Canadá, em polo empresarial”, lembra.
Investimento em Educação
Entre as ações pertinentes ao desenvolvimento social, criadas em seu governo, Carlinhos cita o Programa Vida Nova e aponta a cidade como uma das poucas brasileiras a desenvolver um programa municipal de transferência de renda. Além disso, o pré-candidato comemora o fortalecimento da rede municipal de ensino, durante o governo dele. “Construímos o prédio da escola municipal em Honório Bicalho; transformamos o conceito de creche e criamos a Primeira Escola para alunos menores de seis anos; implantamos o programa de passe estudantil integral; escolas de idiomas (Cempre); a escola técnica Utramig, além de 22 telecentros de informática”.
Participação no atual governo
O ex-prefeito foi um dos principais articuladores da campanha que elegeu o atual prefeito de Nova Lima, Cassinho Magnani (PR). No entanto, Carlinhos afirma não ter sido convidado a participar da gestão atual ou ouvido por ela, nem no cumprimento do papel de cidadão. “Algumas políticas implantadas no meu governo foram mantidas, mas vejo que houve regressão de tantas outras. Acredito que a crise em Nova Lima não seja de arrecadação, pois em menos de três anos, se arrecadou mais do que em meu último mandato inteiro. Para mim, a crise na verdade é de gestão”, frisa.
Máquina pública inchada
Carlinhos afirma ter finalizado o último mandato com saldo positivo dos cofres públicos, além de quase triplicar a arrecadação municipal. “Deixamos R$ 60 milhões em caixa e elevamos a receita anual de R$ 140 milhões para R$ 459 milhões. Já, no primeiro ano do governo Cassinho, os números saltaram para R$ 661 milhões. Durante minha gestão, nunca ultrapassei a média de 40% da arrecadação com a folha de pagamento. Contrário ao que aconteceu nos últimos quatro anos, em que houve a absorção de cerca de 800 funcionários,
sendo 455 concursados, 270 novos contratados e mais de 100 novos comissionados, isso apenas no primeiro ano do governo Cassinho”, revela.
Corte na carne e atração de investimentos
Caso seja eleito, o projeto de Carlinhos Rodrigues para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento inclui cortar na “carne” e recuperar políticas de atração de investimentos. Para isso, o pré-candidato planeja abrir um Programa de Demissão Voluntária (PDV) e de incentivo à aposentadoria; diminuição drástica do número de cargos comissionados e redução de vagas direcionadas aos contratos; modernização da fiscalização e da cobrança de tributos, sem aumento das taxas; além de retomar contato com os governos federal e estadual para a retomada de obras estruturantes, por exemplo, as vias de Integração e Águas Claras.
“Minério não dá duas safras”
Outro eixo defendido pelo pré-candidato é o preparo de Nova Lima para o amanhã. Consciente de que a cidade depende da mineração para manter-se, e de que esse recurso está se exaurindo, quando avalia o possível governo, Carlinhos pensa numa administração que vá na contramão dessa dependência. “O minério não dá duas safras. É preciso investir em obras de infraestrutura para atração de investimentos sustentáveis, que venham gerar arrecadação para o município e renda para as pessoas.”, afirma.
“Desgaste do PT não chega a Nova Lima”
O pré-candidato acredita que o povo não tem memória curta. “O aumento da qualidade de vida que a população vivenciou no período da minha gestão é suficiente para a desvinculação do desgaste que o Partido dos Trabalhadores (PT) vem sofrendo, no âmbito nacional. Não respondemos a nenhum processo sobre acusação de enriquecimento de forma ilícita ou recebimento de propina. A imagem do PT, no âmbito municipal, teve aprovação, quase que absoluta, durante minha gestão. Acredito nessa experiência como âncora da minha candidatura. Quero ser avaliado pelo meu mandato”, frisa.
Diálogo entre partidos
Confiante, o pré-candidato a prefeito de Nova Lima considera o momento oportuno para o diálogo entre partidos. O intuito da conversa é a formação de alianças, de onde sairá, por exemplo, o nome do candidato a vice-prefeito. “Estamos conversando com cerca de 10 partidos, mas, não há definição sobre uniões. Até porque, este é um período em que eles conversam com os demais pré-candidatos. Passada a etapa das convenções, definiremos as coligações, sempre com o foco de preparar Nova Lima para o amanhã”, explica.
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Moradores reclamam de falhas na instalação dos aparelhos da “Academia ao Ar Livre”
Os aparelhos do projeto Academia ao Ar Livre – desenvolvido pela prefeitura de Nova Lima, desde 2013 - foram instalados, neste sábado (09), no bairro Alto do Gaia. Mas, o que seria motivo de comemoração para os moradores, tornou-se sinônimo de transtornos. A inauguração ainda não ocorreu, mas são várias as reclamações da população que utiliza a área pública. Uma delas é a poeira que está no local escolhido para a construção: à esquina das ruas Jerônimo Firmino dos Reis e Geraldo Barbosa.
“Respiramos poeira”
Ângela Maria mora no bairro há cerca de 20 anos. Ela diz que apoiou a iniciativa de construir a academia no bairro, mas não gostou do resultado. Para ela, a obra está incompleta, pois falta, por exemplo, um banco para as pessoas sentarem, além de uma cobertura da terra solta que está na área. “Você vem malhar e cheira terra, o que faz muito mal à saúde. Para fazer o serviço assim, era melhor não ter feito nada”, desabafa.
“Aqui tem que jogar a obra no barro?”
Há duas décadas morando no Alto do Gaia, Maria Cleide conta que é a primeira vez que a prefeitura toma a iniciativa de construir uma área de lazer para os moradores. “Nunca fizeram nada para nós. Por que em outros bairros foram construídas praças, quiosques e aqui tem que
jogar a obra no barro? A gente tem que aceitar tudo? Pois, eu não sou de aceitar qualquer coisa”, afirma.
Base fina de concreto
A informação sobre o que se ouve no Alto do Gaia, segundo Aelton Sebastião, morador do bairro, é de que a obra foi finalizada, mas deixou diversos problemas. “A base de concreto dos aparelhos está fina e foi feita diretamente em cima da terra. Dessa forma, ela vai quebrar rapidamente. Além disso, a máquina retirou a grama da área e não temos iluminação no local, para quem desejar malhar à noite”, descreve. Ele reforça que, junto a outros moradores do bairro, está estudando a possibilidade de encontrar parceiros para melhorar o espaço.
Prefeitura esclarece convênio
De acordo com o secretário municipal de Esporte e Lazer, Pedro Dornas, foi estabelecido um convênio entre a prefeitura, a Associação do Bairro Alto do Gaia e a mineradora Vale, onde cada parte tem suas obrigações em relação à intervenção do espaço público. Ele explica que cabe
à prefeitura doar os aparelhos e disponibilizar a área, indicada pela associação, para que os equipamentos sejam instalados. “A associação fica encarregada de realizar a obra necessária para instalar os aparelhos com o recurso cedido pela Vale. Do ponto de vista técnico, nossa parte no convênio foi cumprida”, aponta.
Para Pedro Dornas, a partir das reivindicações dos moradores, é perceptível a necessidade de uma intervenção mais firme das secretarias envolvidas no projeto e da associação comunitária do bairro, para que a obra seja entregue da melhor maneira possível. “A inauguração depende de uma análise do convênio para saber se as partes foram cumpridas. Até o momento, a associação não informou à prefeitura se a obra foi finalizada”, completa.
Associação não tem recursos
O presidente da Associação dos Moradores do Bairro Alto do Gaia, Ailton Lino explica que, com o recurso que a Vale repassou, por meio do convênio, foi possível realizar a instalação dos equipamentos da academia, mas o valor foi insuficiente para finalizar a obra. “A quantia de R$ 1.500, recebida da Vale, foi usada para pagar o pedreiro que instalou os equipamentos. A associação não tem recursos, mas vai fazer o possível para melhorar o espaço. Agora, estamos em busca da colaboração de parceiros para finalizar a obra”, conclui.
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Vencer ou vencer
Depois de empatar mais uma, dessa vez com o São José, o Leão precisa vencer a Portuguesa-RJ, domingo, às 18h, pela última rodada de classificação da Série D. O jogo será no Rio de Janeiro. O Villa precisa de três pontos para se garantir como um dos 15 melhores vice de cada grupo. Vamos lá, Leão!!
Calvário mineiro
O futebol mineiro mais uma vez. Foi uma rodada ser esquecida. O Atlético caiu diante do Flamengo por 2 a 0, em Brasília, o América foi derrotado pelo São Paulo – 3 a 0 – no Morumbi e, para completar, o Cruzeiro deu vexame no Mineirão, perdendo para o Atlético Paranaense por 3 a 0, na noite de segundafeira. Um vexame completo! Em nove pontos disputados, não conquistamos nem um ponto sequer. Os erros precisam servir de lição. O Galo apresentou
defeitos em Brasília. Ficou comprovado, mais uma vez, o quanto o equatoriano Cazares faz falta. O time também sentiu a falta de um homem de área, já que Fred cumpriu suspensão. Marcelo Oliveira voltou a insistir com Patric, que, novamente, não rendeu o esperado. Victor, ídolo da torcida, também falhou, e muitos já começam a questionar a forma física do jogador. A sorte é que o Atlético tem tempo até a próxima partida, marcada para segunda-feira, contra o Coritiba, no Independência. Fora de BH, o Galo ainda não venceu, o que complica as chances de brigar pelo título. O América decepcionou outra vez. O time dá sinais de que não vai conseguir reagir, o que é muito preocupante. Evidentemente, falta qualidade ao elenco americano. Mas, especialmente no duelo contra o São Paulo, faltou vontade. Faltou entrega dos jogadores. O time não esboçou qualquer reação. Foi passivo em campo. Entregou a derrota com muita facilidade. Para completar o calvário mineiro, o Cruzeiro deu vexame contra o Atlético Paranaense. Com grande público em plena segunda à noite, no Mineirão, e na estreia de
Rafael Sóbis, o time celeste até fez um bom primeiro tempo, mas parou nas boas defesas do goleiro Weverton. A etapa final foi uma lástima. E, ao contrário do que afirmou o técnico Paulo Bento, a derrota foi, sim, merecida, pela competência do adversário. O treinador continua insistindo com jogadores como Allano e Federico Gino. A paciência da torcida está cada vez menor. Que fase!
A fase não é mesmo boa para o Atlético. O médico Rodrigo Lasmar informou que o meia Cazares vai desfalcar o time por até três meses. O jogador teve diagnosticada uma grave lesão no músculo adutor da coxa direita. Rodrigo Lasmar explicou que a lesão é parecida com a de Ronaldinho Gaúcho antes do Mundial de Clubes, em 2013. Na época, R10 parou por dois meses e meio. Não resta dúvida de que Cazares fará muita falta ao Atlético. O equatoriano vinha sendo o principal jogador do time. Marcelo Oliveira terá que encontrar uma nova forma de escalar o Galo.
No Fundo do Baú
Em continuidade à série de homenagens, pelo centenário do Retiro Sport Club, esta semana, vamos relembrar a equipe campeã amadora do ano de 1970. O presidente do time era Otinha, patriarca da família que leva o apelido do pai como referência e mantém a tradição de cuidar da equipe da Colina. Na época, o treinador era Bodô, que também atuou como atleta da equipe, considerado, por muitos, um dos melhores treinadores de toda a história do Retiro.
Em pé: Bodô, Jésus, Roberto “Qualhada”, Dinô, Airton Lamparina, Jairinho, Didi, Nozinho, Carlos, Leite e Pedro Borges. Agachados: Pelonha, Jaci, Édson Furreca, Nem Bascoito, Bidão, Átila e Guinho.
Retiro Sport Club
Enquete: Quais foram os melhores jogadores da equipe do Retiro Sport Club de 1970? Envie sua resposta para o e-mail: enqueteabanqueta@gmail.com. Participe!
Resposta da enquete anterior: os melhores jogadores do Retiro S. C. de 1958 foram: Em 1º lugar, com 60% dos votos, Orlando Mozelli. Em 2º lugar, com 40%, Nelso Pão Duro.
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São Tomás agita Espaço Cultural
O Centro Educacional São Tomás de Aquino realizou, no último domingo (10), a 14ª Festa Country Pira. O evento aconteceu no Espaço cultural e teve como atração principal a animada quadrilha, com a participação de 50 casais de alunos que dançaram o “arrasta pé” com muito entusiasmo. Os convidados entraram no clima colorido da festa, caracterizada pelo céu de bandeirinhas julinas, que se tornou um cenário perfeito para fotografia. O ritmo sertanejo ficou por conta da dupla Washington e Gustavo e da eclética Banda Chacal. As barraquinhas com comidas típicas fizeram sucesso entre as crianças que se divertiram no pula-pula, totó e pescaria, entre outros brinquedos. Fotos: Joseph House
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