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IEFP O Forum dos Campeões

O Fórum dos Campeões

Campeão #6 Tânia Alves 23 anos, Representante portuguesa na competição de Receção Hoteleira

“O mais interessante na área da Receção Hoteleira é o facto de todos os dias serem diferentes, com novos desafios”

Descobrir forças que desconhecia

A nível pessoal descobri forças em mim que desconhecia. Percebi que se acreditarmos que somos capazes podemos fazer tudo aquilo a que nos proponhamos”, avisa a jovem, cuja escolha do Curso Profissional de Receção Hoteleira “surgiu um pouco ao acaso”. “Não sabia bem o que

Ao arrebatar a medalha de ouro no Campeonato Nacional das Profissões em Beja (2018), Tânia Alves ganhou a oportunidade de fazer parte da “fantástica equipa” que representou Portugal no EuroSkills Budapeste 2018. Foi a representante portuguesa na competição de Receção Hoteleira, “experiência que mudou completo a minha vida, tanto a nível pessoal como profissional”, conta à FORUM. “O mais marcante foram as Cerimó nias de Abertura e Encerramento. A Abertura porque foi a constatação de que consegui chegar onde queria. Estar no meio de pessoas de dife rentes países, vestida a rigor e com

Foi depois do meu 1º estágio profissional que percebi que tinha finalmente encontrado algo que me realizava.

a bandeira de Portugal às costas, saber que aquele era o momento em que iria começar a representar o meu país. Desfilámos com orgulho. A Cerimónia de Encerramento, porque foi o fim de uma grande aventura e o orgulho de saber que todos, em equipa, superámos os objetivos”, evoca esta jovem de 23 anos forma do no CEFP Sintra. A participação no EuroSkills exigiu muita preparação em avanço, não só a nível teórico como a nível prático. “Tive as melhores pessoas perto de mim que me ajudaram a aprender a controlar toda a ansiedade para um melhor desempenho nas provas. procurava, a não ser querer acabar o 12º ano. Antes disso frequentei o Curso de Línguas e Humanidades numa escola pública, mas percebi que não era aquilo que queria. Ao contrário dos restantes colegas que tinham planos de faculdade, eu estava um pouco perdida. Escolhi o curso pelo facto de ter módulos com os quais me identifi cava, nomeadamente as línguas como o Inglês e o Espanhol. Foi depois do meu 1º estágio profissional que percebi que tinha finalmente encontrado algo que me realizava”, diz. Hoje trabalha no Hotel Fontecruz Lisboa, onde fez 2 estágios de curso e um último de preparação para o Europeu. “Encontro às vezes situa ções similares com as que lidei em treinos e é muito mais fácil contorná- -las”, conta. Por paradoxo, para Tânia, “o mais interessante na área da Receção Hoteleira é o facto de todos os dias serem diferentes, com novos desafios”. “Adoro comunicar com clientes de todo o tipo e fazer o meu melhor para que a sua estadia seja o mais memorável possível.”

Em cada edição da Forum estudante, trazemos-te as histórias de alguns dos membros da seleção portuguesa no EuroSkills – Campeonato da Europa, em Budapeste (Hungria, 2018), e no WorldSkills – Campeonato do Mundo das Profissões, em Kazan (Rússia, 2019).

Campeão #7 Ana Filipa Coelho 21 anos, Representante portuguesa na competição de Cozinha

“Aprendi muito: métodos de confeção, a controlar o tempo de cada tarefa, a trabalhar sempre com postura”

A curiosidade que virou talento

crescimento incrível. E uma vontade de aprender mais e mais sobre “este mundo fenomenal” porque “todos os dias a cozinha está a evoluir e todos os dias aprendemos. Houve muitos momentos marcantes neste seu percurso desde o arquipé lago português à Rússia, mas aquele que mais a orgulha foi quando venceu o Campeonato Nacional. “Os Açores nunca tinham conseguido a Medalha de Ouro. Foi uma alegria única”, frisa a jovem nascida em Vila das Lajes e que se assume fascinada pelas combi nações perfeitas de cheiros e sabores. Depois da vitória nacional veio o

No início, quando entrou para o curso de Cozinha, Ana Filipa Coelho não sabia se era bem aquilo que queria para a sua vida. Mas já gostava de ajudar a mãe nos tachos e, então, pensou: “porque não ir aprender algo mais?”. “Tinha curiosidade pelos cheiros de cada cozinhado, pela transformação

Todos os dias a cozinha está a evoluir e todos os dias aprendemos.

de cada alimento”, confessa à Forum Estudante esta jovem de 21 anos, formado na Escola Profissional da Praia da Vitória, na ilha Terceira, nos Açores. Depois de entrar na cozinha, a cada dia de conhecimentos novos, a sensação era “espetacular”. Tanto, que esta aprendizagem a levou além-fronteiras, ao Cam peonato do Mundo das Profissões, em Kazan, na Rússia. “Participar neste concurso foi algo que me fez crescer muito, tanto a nível profissional como pessoal. Aprendi muito: métodos de confeção, a controlar o tempo de cada tarefa, a trabalhar sempre com postura, entre muitas outras coisas a nível pessoal”, recorda Ana Filipa sobre esta que define como “uma aprendizagem para a vida”. A cada dia de trabalho, a cada dia de treino, sentiu um

EuroSkills, na Hungria, e WorldSkills, em Kazan. Quanto ao futuro, Ana Filipa acredita que a preparação “sem dúvida, está a ser a melhor”. “Tive o privilégio de ter um formador de excelência, o Chef Raul Sousa. Neste momento já estou a trabalhar num restaurante ao mais alto nível: o restaurante Belcanto, que tem duas estrelas Michelin e onde tenho vindo a aprender mais ainda sempre a absorver conheci mentos.

Faz a tua escolha Campeonato Nacional das Profissões

O IEFP desafi a-te a passar por Setúbal, entre os dias 9 e 14 de fevereiro, para assistir ao Campeonato Nacional das Profi ssões — competição onde cerca de 400 estudantes portugueses vão mostrar o seu talento e vocação.

Se estás a terminar o 9º ano de escolaridade, está na hora de te informares sobre todas as opções que tens para prosseguires os teus estudos, não esquecendo que podes fazer o 12º ano, aprendendo, em simultâneo, uma profi ssão. Há mil e uma razões pelas quais não deves escolher um curso à toa, e muito menos por infl uência de amigos. Deves pensar e escolher pela tua cabeça, ainda que possas ser auxiliado por profi ssionais de orientação. Para isso, é preciso que saibas quais são as alterativas de escolha que tens, que opções se adequam mais ao teu perfi l e que cursos correspondem ao que o mercado de trabalho procura. Logo, é fundamental perceberes que atitudes, saberes e competências

estão associados às qualifi cações que são proporcionadas pelos diferentes cursos que podes ter como opção. Podes fazê-lo acedendo online a um instrumento como o Catálogo Nacional de Qualifi cações que te dará acesso aos perfi s profi ssionais de

Cerca de 400 estudantes vão participar no CNP, com provas em 44 profissões que se realizam em 8000 m2 de espaço.

cada qualifi cação de nível 4. Aproveita ainda a oportunidade para o convite que te fazemos: vem ter connosco a Setúbal, entre os dias 9 e 14 de fevereiro, e assistir às provas de cerca de 400 jovens, de todo o País, que participam no Campeonato Nacional das Profi ssões. Neste campeonato, haverá provas em 44 profi ssões, agrupadas em 6 clusters profi ssionais, e em todas elas estarão jovens como tu que, ao competirem, irão demonstrar o que se faz nessa profi ssão, num ambiente bastante exigente e rigoroso. Ao todo, serão montados cerca de 8000 m2 de espaços ofi cinais, pelo que terás muito que ver para formulares a tua escolha de futuro. Marca já na tua agenda e não faltes.

Hello Future

Segurança Rodoviária O PODER DA PREVENÇÃO

Os acidentes rodoviários continuam a ser a principal causa de morte entre os 18 e os 24 anos. Em 2018, 63 jovens (com menos de 24 anos) morreram nas estradas portuguesas. Nesta edição especial, mostramos-te as causas, as consequências e também as formas de te manteres em segurança.

Ter

ao volante

O estado da viatura e das estradas pode condicionar a tua segurança rodoviária. Porém, nada é mais determinante do que a tua atitude ao volante. Há que contar com os erros alheios mas também teres a noção de que não és nem “o dono disto tudo” nem infalível. Conduzir sob o efeito de álcool ou cansado, falar ao telemóvel, não sinalizar manobras, desrespeitar os outros condutores e abusar da velocidade são alguns dos comportamentos de risco que só depende de ti corrigir.

Na estrada, como podes evitar que os erros alheios ponham em risco a tua segurança? É simples: modera a velocidade. Quanto maior for a velo cidade menor é o tempo de reação, o que implica que a probabilidade de um acidente acontecer é também maior. Se não conseguires reduzir a velocidade ou travar a tempo a tua viatura, é bem mais provável veres-te envolvido num acidente. Mantém, no mínimo, uma distância que te permita ter um tempo de reação de 2 segundos. Chama-se a isto condução defensiva. “Define-se por condução defensiva conduzir de forma a prevenir, evitar e não provocar acidentes, sejam quais forem as condições de cir culação inerentes à via, ao veículo e meteorológicas, e quaisquer que sejam os comportamentos dos outros utentes, condutores e peões”, explica o IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres. “É a compo nente principal e imprescindível para se efetuar uma condução segura, confortável e económica. O segredo reside na “mente”. O condutor deve manter uma atitude responsável na tarefa da condução, estando ciente dos riscos que corre e consciente de que é dele próprio que provêm os maiores perigos, da sua concentração, do seu estado físico, do seu carácter e das suas emoções.” Qualquer percurso, seja longo ou curto, rápido ou demorado, efetuado em boas condições ou perante as mais adversas condições deve ser tido como potencialmente perigoso. Mesmo um percurso que um condutor com o

Durante o percurso, uma das tuas armas mais secretas será a tua capacidade de previsão.

seu veículo habitual realize todos os dias do ano, nunca se repete, pois os fatores que constituem as condições do percurso são muito variáveis e alguns não controláveis, como a velocidade, a aderência, a visibilidade, o estado do condutor, o estado do veículo, o restante tráfego, a hora, as condições atmosféricas. “Mais de 90% dos acidentes têm como fator causal principal o condutor, pelo que temos de acreditar que é a ele, condutor, que cabe evitar os acidentes”, avisa o IMTT.

Circular em harmonia A condução defensiva também consiste em garantir harmonia no fluxo de trânsito: não te importes que os outros te passem à frente e não defendas ferozmente a tua posição no meio de uma fila de trânsito. Conduz com as duas mãos no volante e bem posicionadas, para teres mais controlo sobre o carro. Antes de iniciares a condução, é importante verificares o estado do veículo, o fluxo de trânsito e as condições atmosféricas, bem como se estão satisfeitas as tuas necessidades de descanso, alimentação e fisiológi

cas. Já durante o percurso, uma das tuas armas mais secretas será a tua capacidade de previsão. Por exemplo, perante o surgimento inesperado de uma bola à frente do veículo, de ime diato podemos prever que “atrás de

Com 0,50g/l o risco [de acidente] aumenta 2 vezes, com 0,80g/l quadruplica, com 1,20g/l aumenta 16 vezes.

uma bola, vem sempre uma criança” e agir em conformidade, ou seja, reduzir de imediato a velocidade.

Sinalizar e fazer contacto visual Como medida defensiva, o condutor deve demonstrar aos outros utentes que manobras pretende efetuar alguns segundos antes de partir para a ação, através da devida sinalização. Isto serve para mudar de direção, parar, ultrapassar ou estacionar. A sinalização das manobras deve ser um hábito, mesmo quando não exista qualquer condutor nas proximidades. Por vezes, os condutores efetuam sinais fora de tempo e de forma incorreta. Por isso, nunca confies totalmente nos sinais dos outros. Na mesma linha, deves certificar-te de que os outros também já te viram e entenderam as tuas pretensões. Para além dos sinais visuais, luminosos ou gestuais, podes usar os sinais sono ros (buzina). São usados sobretudo sempre que, por motivo de perigo iminente, precisares de estabelecer contacto visual com outros condutores ou peões. Mas atenção: alguns sinais podem ter significados diferentes para diferentes condutores. Por exemplo, fazer sinais de luzes (ligar de forma intermitente, duas ou três vezes as luzes de estrada ou máximos) na aproximação de uma interseção, tanto pode significar que cedes a passagem como que vais avançar. Para entender o significado da mensagem, terás de associar outras informações, como a posição do veículo, a velocidade ou algum sinal gestual do condutor.

Se beberes não conduzas É proibido conduzir sob influência de álcool ou de substâncias psicotrópicas. Considera-se sob influência de álcool o condutor que apresente uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l. Quem infringir tal regra é sancionado com uma coima entre 250 a 1250 euros, se a taxa de álcool no sangue for até 0,8 g/l, ou entre 500 a 2500 euros, se a taxa for igual ou superior a 0,8 g/l e inferior a 1,2 g/l, e também se conduzir sob influência de substâncias psicotrópicas. Se a taxa de álcool for igual ou superior a 1,2g/l, o condutor incorre numa pena de prisão até 1 ano ou numa pena de multa até 120 dias. Implica ainda a proibição de conduzir de 3 meses a 3 anos. Se cometeres uma contraordenação grave (de 0,5g/l a 0,8g/l), ser-te-ão retirados 3 pontos no sistema de carta por pontos. Já se a contraordenação for muito grave (de 0,8g/l a 1,2g/l), per des 5 pontos. Se se tratar de uma taxa crime (igual ou superior a 1,2g/l) serão retirados 6 pontos, tal como nos outros crimes rodoviários. O risco de estar envolvido num acidente de viação mortal é tanto maior quanto maior for a quantidade de álcool presente no sangue. Com 0,50g/l o risco aumenta 2 vezes, com 0,80g/l quadruplica, com 1,20g/l aumenta 16 vezes. Também é proibida ao condutor, a utilização ou o manuseamento de forma continuada de qualquer tipo de equipamento ou aparelho suscetível de prejudicar a condução, designadamen te auscultadores sonoros e aparelhos radiotelefónicos. Calma: podes continuar a falar ao telemóvel caso tenhas um auricular ou microfone com sistema de alta voz. SMS é que nem pensar. As coimas podem ir dos 120 aos 2500 euros. Usar o telemóvel a conduzir

Mais de 90% dos acidentes têm como fator causal principal o condutor, pelo que temos de acreditar que é a ele, condutor, que cabe evitar os acidentes.

aumenta 23 vezes o risco de acidente. Ainda assim, 31% dos portugueses admitem enviar e ler SMS enquanto conduzem. Não queiras fazer parte desta estatística.

Os números da segurança nas estradas 427 vítimas mortais em Portugal, em 2019

No ano passado, foram registadas 472 vítimas mortais, menos 7% do que em 2018. 2.288 pessoas ficaram gravemente feridas, mais 3% do que em 2018, registando-se também um aumento de 2% (mais 2.664) do número de acidentes rodoviários, num total de 135.063. De acordo com o relatório da Autoridade Nacional Segurança Rodoviária, Porto é o distrito que registou mais mortes (55), seguido de Lisboa (47), Braga (36), Aveiro (36) e Faro (36).

Menos 57,7% mortes, em 16 anos Devido aos desenvolvimentos sociais e tecnológicos, entre 2001 e 2017 o nú mero de mortes nas estradas da Europa diminuiu cerca de 57,7%. Em 2017 os países da UE com o índice mais baixo de sinistralidade rodoviária foram a Suécia, o Reino Unido e a Holanda. No oposto estão a Roménia, a Bulgária e a Croácia.

46% das vítimas mortais são passageiros Os passageiros de automóveis perfa zem 46% do número total de acidentes fatais, enquanto que utilizadores mais vulneráveis nas estradas contabilizam outros 46%: 21% são peões, 14% mo tociclistas, 8% ciclistas e 3% ciclomotores. Na União Europeia, apenas 8% dos acidentes mortais ocorreram em autoestradas, sendo que 55% ocorreram em estradas rurais e 37% nas zonas urbanas.

76% dos acidentes fatais vitimam homens Quase 14% das pessoas mortas nas estradas da UE têm idades compreen didas entre 18 e 24 anos, sendo que apenas 8% da população europeia tem estas idades. 76% dos acidentes fatais vitimaram homens e 24% mulheres. Com menos de 15 anos contam-se 2%.

Salvar 25 mil vidas até 2038 O Parlamento Europeu votou novas regras que tornam obrigatórios 30 dispositivos de segurança avançados, como a assistência inteligente à veloci dade, o aviso de distração do condutor e o sistema de travagem de emergência. Estas tecnologias podem contribuir para salvar mais de 25 mi vidas e evitar pelo menos 140 000 feridos graves até 2038, tendo em conta que cerca de 95% dos acidentes rodoviários envol vem erro humano. Mais de um milhão de mortos por ano A nível global, a Organização Mundial da Saúde apurou que os acidentes rodoviários matam aproximadamente 1,24 milhão de pessoas anualmente. Os acidentes rodoviários são a principal causa de morte entre os 15 e 29 anos. A população jovem é a mais propensa a envolver-se em acidentes mortais.

Telemóvel envolvido em 25% dos acidentes Nos EUA, 1 em cada 4 acidentes é causado por conduzir e manusear o telemóvel simultaneamente. Em 2010, em média, a cada 50 minutos, uma pessoa morreu por se envolver num acidente ao conduzir sob a influência de álcool.

Peões atingidos a 60 Km/h têm 20% de hipótese de sobrevivência Os peões têm 90% de hipóteses de sobreviver a um acidente até 30 Km/h e apenas 50% de hipóteses em veloci dades mais altas. Se forem atingidos a 60 Km/h, têm 80% de hipóteses de morrer. Metade das mortes são resultantes do desrespeito pelo sinal vermelho por parte do veículo.

egurança Rodoviária de S

Acidente - Evento inesperado, provocado de forma não intencional, que causa lesões ou a morte.

Cadeira – Sistema composto por assento e costas que permite transportar crianças no automóvel de forma segura, e que é fixo com o cinto de segurança do carro.

Agentes de autoridade – Pessoas com competência para regular e fiscalizar o trânsito.

Ambiente rodoviário – Espaço onde interagem peões e veículos.

Atropelamento – Acidente provocado por um veículo com motor que afeta um peão. Ato de deitar ao chão e passar por cima.

Automóvel - Veículo que se move acionado por motor próprio, geralmen te com quatro rodas.

Banco elevatório – Sistema composto por um assento e que permite trans portar crianças no automóvel de forma segura, e que é fixo com o cinto de segurança do carro.

Berma - Parte da via pública ao lado da faixa de rodagem.

Buzina – Instrumento usado para produzir um som audível em veículos. Capacete – Equipamento de proteção pessoal que serve para proteger a cabeça em caso de queda. O seu uso é obrigatório quando se conduz um motociclo ou ciclomotor.

Carga – Bagagem.

Cinto de segurança – Dispositivo de defesa dos ocupantes de um meio de transporte que consiste numa faixa que prende o passageiro ao banco. Em caso de colisão impede a projeção do passageiro contra ou para fora do veículo. O cinto de segurança é obriga tório em aviões e nos automóveis.

Circular – Deslocar-se.

Condutor/a – Pessoa que conduz.

Despiste – Saída de uma pista ou faixa de rodagem. Excesso de velocidade – O Código da Estrada estabelece os limites gerais de velocidade para o tipo de via e veículo. Para efeito dos limites de velocidade, as vias estão classificadas em locali dades, autoestradas, vias reservadas a automóveis e motociclos, e restantes vias públicas.

Faixa de rodagem - Parte da via públi ca na qual circulam os veículos.

Homicídio involuntário – Crime pelo qual é acusado o condutor que atrope la mortalmente um peão.

Jante – Aro metálico da roda de um veículo automóvel, onde o pneu é montado.

Lesões – Ferimentos.

Marcas rodoviárias – Símbolos pin tados na estrada que se destinam a regular a circulação dos veículos e a orientar os utilizadores das vias públicas.

Motociclo – Velocípede com 2 rodas movido a motor.

AaZ

Passagem para peões - Local da faixa de rodagem destinado ao atravessamento de peões. Está sinalizada por várias barras de cor branca.

Passageiro – Pessoa que é transporta da num veículo.

Passagem de nível – Local de interseção de uma via com uma linha ferroviária.

Passagem superior ou inferior - Local desnivelado destinado à travessia de peões, por cima ou por baixo da estrada.

Passeio - Parte da via pública reserva da à circulação de peões, ao lado da faixa de rodagem. Pista para velocípedes - Via pública especialmente destinada ao trânsito de velocípedes.

Risco – Combinação da probabilidade de ocorrer uma lesão e da severidade dessa lesão.

Rotunda - Praça formada por cruza mento ou entroncamento onde os veículos circulam de forma giratória.

Segurança – Evitar que aconteça um acidente e/ou reduzir a gravidade das consequências desse acidente.

Peão – Pessoa que transita na via pública a pé ou que conduza à mão velocípedes de duas rodas (bicicletas), carros de crianças ou de pessoas com deficiência motora, carros de mão, patins ou trotinetas, cadeiras de rodas equipadas com motor elétrico e velocípedes nos passeios, desde que conduzidos por crianças até aos 10 anos.

Pista para peões - Via pública especial mente destinada ao trânsito de peões a pé. Semáforos - Sinais luminosos compos tos por luzes de três cores distintas que servem para regular a circulação dos veículos e dos peões, indicando- -lhes o momento em que cada um pode passar.

Sinais de cedência de passagem – Sinais que informam os condutores da existência de um cruzamento, entroncamento, rotunda ou passagem estreita, onde lhes é imposto um determinado comportamento ou uma especial atenção.

Sinais de informação - Sinais que dão informações acerca do destino ou do local.

Sinais de obrigação - Sinais que transmitem aos utentes a imposição de determinados comportamentos. Sinais de perigo – Sinais que indicam a existência ou a possibilidade de aparecimento de condições particularmente perigosas para o trânsito que imponham especial atenção.

Sinais de proibição – Sinais que transmitem aos utentes a interdição de determinados comportamentos.

Sinais de trânsito – Placas ou dispo sitivos que regulam a circulação de veículos e peões.

Sinalização temporária – Sinalização que alerta para a existência de obras e obstáculos ocasionais.

Sinalização vertical – Sinalização constituída por sinais ou painéis.

Ultrapassagem – Ato de ultrapassar (transpor) um veículo ou obstáculo. Só pode ser feita pela esquerda.

Veículo – Meio de transporte de pessoas ou carga.

Velocípede - Veículo com duas ou mais rodas, acionado pelo esforço do próprio condutor por meio de pedais.