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Ricardo paes de barros

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Avaliação de Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana Ricardo Paes de Barros (IAS/Insper), Samuel Franco (OPESociais ) Beatriz Garcia (Insper) e Camila Soares (Insper/IAS) Recife, Novembro de 2016


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Porcentagem de Nascidos Vivos com sete ou mais Consultas de Pré-Natal 80 75 70 65 60

55 50

45 40 35 30

Beneficiários

25

Antes do Programa

Após o Programa


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre taxa de Mortalidade Infantil 30 28

Taxa de mortalidade (o/0oo)

26

Beneficiários

24 22 20 18

16 14 12 10

Antes do Programa

Após o Programa Título do Eixo


ObjeBvo: EsBmar o impacto do Programa MĂŁe Coruja Pernambucana sobre os indicadores municipais de saĂşde materno-infanBl


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Porcentagem de Nascidos Vivos com sete ou mais Consultas de Pré-Natal 80 75 70 65 60

55 50

45 40 35 30

Beneficiários

25

Antes do Programa

Após o Programa


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Porcentagem de Nascidos Vivos com sete ou mais Consultas de Pré-Natal 80 75 70 65

Não Beneficiários

60

55 50

45 40 35 30

Beneficiários

25

Antes do Programa

Após o Programa


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Porcentagem de Nascidos Vivos com sete ou mais Consultas de Pré-Natal 80 75 70 65

Não Beneficiários

Progresso Diferenciado = 15

60

55 50 Progresso que os não beneficiários tiveram

45 40 35 30

Beneficiários

25

Antes do Programa

Após o Programa


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Porcentagem de Nascidos Vivos com sete ou mais Consultas de Pré-Natal 80 75 70 65

Não Beneficiários

60

55 50 Progresso que os não beneficiários tiveram

45

Pogresso que os não beneficiaados teriam tido caso fossem iguais ao beneficiados

40 35 30

Beneficiários

25

Antes do Programa

Após o Programa


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Porcentagem de Nascidos Vivos com sete ou mais Consultas de Pré-Natal 80 75 70 65

Não Beneficiários

Impacto = 9

Progresso diferenciado = 15

60

55 50 Progresso que os não beneficiários tiveram

45

Pogresso que os não beneficiaados teriam tido caso fossem iguais ao beneficiados

40 35 30

Beneficiários

25

Antes do Programa

Após o Programa


Desafios 1.  Município como unidade de análise: InvesBga-se o impacto sobre indicadores municipais, apesar de o Programa, na verdade, atender apenas uma “pequena” parcela da população local 2.  Programa atua de forma complementar: O Programa opera num ambiente em que já existem diversos outros programas voltados à promoção da saúde materno-infanBl. Sua função é promover o acesso a esses programas pré-existentes. Sua contribuição e, portanto, seu impacto é necessariamente complementar.


Desafios 3.  Impacto sobre eventos raros: Boa parte dos objeBvos da saúde materno-infanBl referem-se à redução na prevalência de eventos raros, como a naBmortalidade ou mesmo a mortalidade infanBl, cuja ocorrência pode, apenas em parte, ser influenciada por ações públicas. O impacto do Programa é apenas um de uma grande variedade de fatores determinantes de ocorrências com baixa probabilidade.


Desafios 4.  Processo de seleção dos municípios beneficiados pelo Programa: O isolamento do impacto do Programa dos demais determinantes da saúde materno-infanBl requer um processo de seleção de beneficiários com regras bem definidas e relaBvamente simples. O processo uBlizado pelo Programa Mãe Coruja Pernambucana é relaBvamente complexo.


Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre taxa de Mortalidade Infantil 30 28

Taxa de mortalidade (o/0oo)

26

Beneficiários

24 22 20 18

16 14 12 10

Antes do Programa

Após o Programa Título do Eixo


30

Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Taxa de Mortalidade Infantil

Taxa de mortalidade infantil (o/oo)

28 26

Beneficiários

24 22 20 18

16 14 12 10

Não Beneficiários

Antes do Programa

Após o Programa


30

Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Taxa de Mortalidade Infantil

Taxa de mortalidade infantil (o/oo)

28 26

Beneficiários

24

Progresso que os não beneficiários tiveram

22 20

Progresso diferenciado = -5

18

16 14 12 10

Não Beneficiários

Antes do Programa

Após o Programa


30

Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Taxa de Mortalidade Infantil

Taxa de mortalidade infantil (o/oo)

28 26

Beneficiários

24

Progresso que os não beneficiários tiveram

22 20

Progresso diferenciado = -5

18

Pogresso que os não beneficiaados teriam tido caso fossem iguais ao beneficiados

16 14 12 10

Não Beneficiários

Antes do Programa

Após o Programa


30

Impacto do Programa Mãe Coruja Pernambucana sobre a Taxa de Mortalidade Infantil

Taxa de mortalidade infantil (o/oo)

28 26

Beneficiários

24

Progresso que os não beneficiários tiveram

22 20

Progresso diferenciado = -5

18

Pogresso que os não beneficiaados teriam tido caso fossem iguais ao beneficiados

16 14 12 10

Impacto =-0,2 Não Beneficiários

Antes do Programa

Após o Programa


Conclusões 1.  O estudo encontrou um impacto significaBvo do Programa sobre o efeEvo acesso aos diversos serviços de saúde materno-infanBl, em parBcular, sobre o acesso ao pré-natal. Entretanto, não encontrou impacto sobre a cobertura vacinal. 2.  O estudo também encontrou impacto significaBvo do Programa sobre comportamentos ligados a melhoria na saúde materno-infanBl como redução na gravidez na adolescência e expansão na prevalência do aleitamento materno exclusivo.


Conclusões 3.  Os resultados finais da saúde materno-infanBl, como a taxa de mortalidade infanBl, declinaram muito mais nos municípios beneficiados pelo Programa que naqueles não beneficiados. 4.  Essa diferença de progresso, no entanto, parece estar integralmente associada a maior vulnerabilidade inicial dos municípios beneficiados. 5.  Assim, o estudo não encontrou impacto significaBvo do Programa sobre indicadores de resultados finais da saúde materno-infanBl como a taxa de mortalidade infanBl.


www.insper.edu.br


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