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Fiotec Comunica | Edição 345

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Rio de Janeiro | Agosto 2026 Coluna da Cipa: você está ouvindo seu corpo? Página 6

Especial Mês dos Pais Página 11

Um Conta Aí de amor e força Página 17


Nossa Diretoria Cristiane Sendim diretora executiva Mansur Ferreira Campos diretor financeiro e de integridade Marcelo do Amaral Wendeling diretor administrativo Vanessa Costa e Silva diretora técnica

Edição Janaina Campos Reportagem e fotos Clara Tavares Gustavo Amaral Rosa Andrade Projeto gráfico e diagramação Francisco Tebet e Melissa Souza Fale com a Gerência de Comunicação comunicacao@fiotec.fiocruz.br Ramais 18008/18010/18011

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5 Termômetro do Conectados

6 Coluna da Cipa:

preste atenção em si mesmo

8 Reportagem de capa:

Fiotec em transformação

11 Especial:

Mês dos Pais

14 Quem Sou Eu:

com Gabriel Bernardi

17 Conta aí Colaborador: com Guilherme Ramos

19 Giro de Notícias 3


Uma transformação em nosso jeito de trabalhar. A edição nº 345 do Fiotec Comunica apresenta a você o trabalho de Gestão de Mudanças da Fiotec. Nosso diretor administrativo, Marcelo Amaral, acompanha a iniciativa de perto e fala um pouco sobre a importância de alinhar projetos estratégicos à mudança de pensamento de nossas equipes, de quem constrói a fundação todos os dias. Você gosta de histórias surpreendentes? O relato de Guilherme Ramos na coluna Conta aí Colaborador é um exemplo de amor e muita coragem. A Coluna da Cipa traz o importante lembrete de estar atento aos sinais que seu corpo dá. E a Quem Sou Eu apresenta a você o Gabriel Bernardi, da equipe de Reputação e Imagem. Ainda tem espaço, claro, para todas as notícias do nosso Giro, e o Termômetro do Conectados mostrando quais são as equipes mais engajadas da Fiotec. Vamos nessa conferir tudo?

Gerência de Comunicação Institucional


Os

mais

engajados do Sua área pode subir no ranking!

90% a 100%

Participe agora! CSI – 100% GCI – 90% Financeiro –72%

70% a 89%

Pessoas – 69% Jurídico- 64% APQ – 50% Logística – 49% Projetos – 47%

50% a 69%

CIC – 42% Tecnologia da Informação – 34%

35% a 49% até 34%

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CIPA Seu corpo também fala. Você está ouvindo? Na correria do dia a dia é comum passar horas concentrado em uma tarefa, em uma reunião ou diante do computador, e só perceber o próprio corpo quando aparece aquele incômodo no pescoço, a tensão nos ombros, o cansaço ou a sensação de que o dia passou sem que você sequer levantasse da cadeira. Mas o corpo dá sinais o tempo todo. E aprender a percebê-los também é uma forma de cuidado. Fazer pequenas pausas, mudar de posição, caminhar um pouco, beber água, ajustar a postura ou simplesmente respirar por alguns instantes são atitudes simples que podem fazer diferença na rotina. Não é preciso esperar o desconforto aparecer para lembrar que o corpo precisa de atenção. O mesmo vale para a saúde de forma geral. Prevenção também está nas pequenas escolhas: manter hábitos saudáveis, respeitar os momentos de descanso, buscar ajuda quando necessário, e não ignorar sinais persistentes de cansaço ou dor. Cuidar de si também significa entender os próprios limites. Nem sempre é pos- sível fazer tudo no mesmo ritmo, e reconhecer quando é hora de desacelerar também é uma atitude de responsabilidade. E existe ainda o cuidado coletivo. Um ambiente de trabalho mais saudável e seguro é construído pelas atitudes de cada pessoa: observar riscos, seguir orientações de segurança, respeitar os colegas e contribuir para uma rotina em que o bem-estar seja parte das prioridades. No fim das contas, cuidar não precisa ser uma grande mudança. Às vezes, começa com um pequeno movimento.

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E por falar em movimento... Em setembro, a Sipat 2026 chega com um convite especial: colocar o “Cuidado em movimento”. Em breve, você vai conhecer tudo o que preparamos para essa edição. Por enquanto, fica o spoiler:

vem aí um mês para enxergar sua saúde, a prevenção e o bem-estar de um jeito diferente.

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Mudança que começa no dia a dia Transformações na sociedade, na tecnologia e nas relações de trabalho impulsionam a Fiotec a repensar processos, comportamentos e formas de atuação. Mais do que acompanhar as mudanças, a instituição busca construir, de forma participativa, uma nova cultura organizacional

A sociedade está em constante transformação. Mudanças culturais, ambientais, tecnológicas e econômicas já fazem parte da realidade das organizações e impactam diretamente a forma como as pessoas trabalham, se relacionam e constroem seus ambientes profissionais. Para a Fiotec, estar atento a esse cenário é também uma forma de olhar para o futuro. Como explica nosso diretor administrativo, Marcelo Amaral, acompanhar essas transformações é fundamental para assegurar a continuidade do negócio e possibilitar uma transição segura e sustentável. É nesse contexto que entra a Gestão de Mudanças, um movimento que reúne diferentes iniciativas da instituição e que ganhou espaço no Planejamento Estratégico deste ano. A Diretoria Executiva definiu um OKR específico para tratar da gestão da mudança da cultura organizacional, conectado a outros objetivos estratégicos que já fazem parte da atuação da Fiotec. Transformação Digital, Segurança da Informação, Diversidade, Equidade e Igualdade, Sustentabilidade Ambiental e Social, Qualidade de Vida e Avaliação de Desempenho são alguns dos exemplos. Embora tenham objetivos próprios, essas frentes também compartilham um propósito maior: preparar a Fiotec para novos desafios e transformar, de maneira contínua, sua forma de atuar. 8

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Uma mudança que vai além dos processos Quando se fala em transformação organizacional, é comum pensar primeiro em novas tecnologias, sistemas, procedimentos ou projetos. Na Fiotec, porém, a mudança também passa por algo menos visível e, ao mesmo tempo, fundamental: a maneira como cada pessoa pensa e age no cotidiano. “Todas as ações que estão sendo implementadas exigem uma nova forma de pensar e agir no dia a dia, priorizando a inovação, colaboração, integração e foco no coletivo”, destaca Marcelo. Nesse processo, as iniciativas deixam de ser movimentos isolados e passam a fazer parte de uma transformação cultural mais ampla. A adoção de novas tecnologias, por exemplo, não depende apenas das ferramentas disponíveis, mas da disposição para aprender e experimentar novas formas de trabalhar. Da mesma maneira, promover diversidade, cuidar das pessoas, fortalecer a sustentabilidade e aprimorar processos também envolve mudanças de comportamento. E os sinais dessa transformação já podem ser percebidos. Segundo o diretor, o aumento do engajamento dos colaboradores nas diferentes iniciativas promovidas pela instituição demonstra que esse movimento vem sendo construído de forma coletiva.

Pequenos gestos, grandes transformações A mudança cultural não acontece de uma hora para outra. Ela é construída pouco a pouco, a partir das escolhas feitas diariamente. É nesse sentido que Marcelo chama atenção para os microcomportamentos — pequenas atitudes, gestos e formas de lidar com as situações do dia a dia que, somadas, ajudam a definir a cultura de uma organização. “Todos nós somos agentes dessa mudança”, afirma. Colaborar mais, compartilhar conhecimento, estar aberto ao novo, pensar no coletivo, buscar soluções e participar das iniciativas da instituição são atitudes que ajudam a transformar não apenas a rotina de trabalho, mas a própria maneira como a Fiotec se posiciona e evolui. Por isso, a Gestão de Mudanças não é responsabilidade de uma única área ou liderança. Ela é um processo participativo e integrado, construído por todos que fazem parte da instituição.

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Um futuro construído por todos Mais do que responder às transformações que acontecem fora de seus muros, a Fiotec busca se preparar para o futuro mantendo sua capacidade de apoiar a ciência, a tecnologia e a inovação. Para Marcelo, o resultado esperado desse processo é uma instituição cada vez mais preparada, integrada e capaz de acompanhar as mudanças da sociedade, sem perder de vista seu propósito. A transformação, nesse sentido, não está apenas no que a Fiotec faz, mas também em como faz. E é justamente por isso que cada colaborador tem um papel importante nessa construção. As mudanças começam nos grandes projetos e estratégias, mas ganham vida nas pequenas decisões e atitudes que fazem parte da rotina. “Cada um de nós é um agente de mudança, para transformar a nossa instituição, posicionando a Fiotec como uma fundação de apoio referência no campo da ciência, tecnologia e inovação, que contribui de maneira significativa com a Fiocruz para levar qualidade de vida e saúde para a sociedade”, reforça Marcelo. No fim, transformar a cultura é um processo contínuo. E, na Fiotec, ele já está acontecendo: um comportamento, uma atitude e uma mudança de cada vez.

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tanna - Log

Carina Nogueira - Projetos

n Amanda Sa

Ananda Felisardo - Log

Crissy Narcizo - G

Marcelo Ven an

JUR

cio - GFC

og Jessica Vieira - L

Vitor Hugo - Log

Stefany Castro -

GGP

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Danielle Castro - GFC

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Angelica Neves - GGP Amanda Gomes

- Projetos

I Francisco Tebet - GC

Gabriela S

oido - Proje

Fernando Coelho - Log

Juliana Cohen - Projetos

Guilherme And

Julio Cesar - Log

rade - GFC

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tos

e - Proje

avalcant Eliana C

tos


GFC Marta Bastos Rosa Andr ad

e - GCI

Paulo Fernandes - Projetos

GGP Johnathan Souto -

Rodrigo Silva -

Projetos

Renata Arruda -

GFC

oz - GGP

r Monica Quei

GP

ira - G

Ferre Stefany

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Leila Mirtes - TI

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Quem Sou Eu ? GabrielBernardi Há quanto tempo você está na Fiotec e como chegou à instituição?

Cheguei à Fiotec no fim de 2023 e, em novembro, completo três anos de casa. Entrei como jovem aprendiz depois que um amigo comentou sobre a oportunidade. Lembro até hoje da ligação que recebi do RH, dizendo que eu tinha sido aprovado no processo. Eu fiquei feliz demais! E, por mais clichê que pareça, desde o primeiro dia senti que esse era o meu lugar. Depois de um ano e meio como aprendiz, participei de um processo seletivo para uma vaga temporária na Assessoria da Diretoria, que foi um grande divisor de águas na minha trajetória. Em seguida, vieram dois projetos que marcaram muito a minha caminhada: o IAS e o “Mais Saúde com Agente”. Participar da realização do IAS no Brasil foi uma experiência transformadora e me mostrou a dimensão dos eventos que a Fiotec é capaz de entregar. Mas, se tem um projeto que ganhou um espaço especial na minha história, foi o “Mais Saúde com Agente”. Tive a oportunidade de atuar diretamente na produção e na execução das diplomações realizadas em diversas cidades do Brasil. Foi um período de muita correria, com desafios praticamente todos os dias, mas ver cada evento acontecer e terminar com a sensação de missão cumprida fazia todo o esforço valer a pena. Além de todo o aprendizado profissional, foi muito marcante contribuir para que Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias recebessem o reconhecimento que merecem pelo 14

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trabalho essencial que realizam, levando cuidado e atenção primária à saúde para milhões de brasileiros. No fim, deu tudo certo, e tenho muito orgulho de ter feito parte dessa história. Hoje faço parte do Núcleo de Reputação e Imagem, na GCI, onde atuo na gestão e na execução de eventos. Sinto que encontrei o meu lugar e tenho muito orgulho da trajetória que venho construindo na Fiotec.

Como é o seu dia a dia de trabalho?

Se eu tivesse que resumir meu dia a dia em uma palavra, seria: movimento! rs. Cada evento é uma história diferente e nenhum dia é igual ao outro. Tem muito planejamento, reuniões, alinhamentos com as coordenações, com as equipes de projetos e com as nossas empresas credenciadas, além da correria dos bastidores para garantir que tudo aconteça da melhor forma possível. É uma rotina que exige organização, jogo de cintura e rapidez para lidar com os imprevistos, mas que também me proporciona experiências incríveis. E posso dizer com toda certeza, não tem sensação melhor do que olhar para um evento pronto e pensar: “deu certo. Conseguimos!”

Para você, o que significa trabalhar em uma instituição como a Fiotec?

Para mim, trabalhar na Fiotec é saber que, mesmo muitas vezes estando nos bastidores, o nosso trabalho ajuda a tirar do papel projetos que fazem a diferença na saúde, na ciência e na vida de muitos brasileiros. É incrível enxergar que existe um propósito por trás do que fazemos no dia a dia e perceber que cada um, dentro da sua área, contribui para algo muito maior. Isso é algo que valorizo muito e que faz eu me identificar cada vez mais com a Fiotec.

No seu tempo de lazer, o que gosta de fazer?

Gosto muito de ir à praia com os amigos, aproveitar o dia e recarregar as energias. E, sempre que tenho a oportuRetornar ao sumário

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nidade, estou viajando. Sou apaixonado por conhecer lugares novos, pessoas e diferentes culturas. Não posso deixar de falar de uma das coisas que mais gosto: uma boa roda de samba! No fim das contas, o que mais valorizo é estar com os amigos, conhecer lugares diferentes e aproveitar momentos leves.

Qual é o seu(a) artista musical favorito(a)?

Meu artista musical favorito é o Zeca Pagodinho, sem dúvida! Mas meu gosto musical é bem eclético. Vai desde um forró do Luiz Gonzaga, que aprendi a amar por influência da minha avó, até um pop internacional como Bruno Mars. No fim das contas, dependendo do momento, posso estar ouvindo de tudo um pouco, rs.

E qual o seu livro favorito?

Acho que não tenho um livro favorito, mas ultimamente tenho lido um e gostado muito: São Jorge, o Santo do Povo e o Povo do Santo. É um livro que tem um significado especial para mim, principalmente por abordar uma parte importante da minha religião e da nossa cultura. Tenho gostado muito de conhecer mais sobre a história de São Jorge, ainda mais por ser devoto dele, e sobre a relação do santo com a fé e a cultura popular do nosso país.

Em poucas palavras, como você se definiria?

Sou uma pessoa muito tranquila, empática e que tem facilidade em se relacionar com as pessoas. Gosto de estar perto dos meus amigos, conversar, dar boas risadas e tornar os momentos mais leves. Valorizo muito a minha família e meus amigos e gosto de estar sempre por perto, aproveitando bons momentos com quem eu amo.

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CONTA

AÍ

“

O Conta aí, colaborador deste mês traz o relato da Guilherme Ramos, de Logística.

“Qual foi o melhor presente de aniversário que você já ganhou?” O ano era 2001. Era 26 de dezembro, meu aniversário de 10 anos. Minha mãe, que estava grávida, me acordou logo cedo para me dar os parabéns. Depois de me abraçar, comentou que estava sentindo algumas dores abdominais e que iria tomar um banho. Poucos depois, ela entrou no quarto para pegar uma toalha e gritou: “liga para o médico, o bebê está nascendo!”. Desesperado, corri até o telefone e consegui falar com o médico. Com muita calma, ele começou a me orientar sobre o que eu precisava fazer. Lembro dele dizendo coisas como: “puxa um pouquinho... corta o cordão... rompe a bolsa... agora a placenta”. Quando ela nasceu, não chorava e eu não conseguia sentir a respiração dela. Falei isso para o médico e, com muita calma, ele pediu que eu a virasse de lado e sugasse delicadamente a boquinha dela. Assim que fiz isso, senti um gosto estranho e começou a sair um líquido muito escuro. Só depois disso ela finalmente chorou. Na hora eu não entendi o que tinha acontecido, mas depois percebi que, se aquilo não tivesse sido feito, ela poderia ter sufocado com o próprio líquido. Ela ficou três meses internada, mas, como toda a equipe do hospital conhecia a nossa história, eu tinha acesso livre para ficar com ela.

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“

E foi assim que eu fiz o parto da minha própria irmã, dentro da nossa casa. Ela nasceu prematura, com apenas seis meses de gestação. Era tão pequena que cabia em uma caixa de sapatos. No fim, o dia do meu aniversário acabou se tornando o dia mais marcante da minha vida. Até hoje, não consigo imaginar um presente melhor.

Guilherme Ramos Logística

Relato compartilhado na plataforma Conectados. Envie sua história por lá ou pelo e-mail: comunicacao@fiotec.fiocruz.br

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de notícias IAS 2026

Entre os dias 26 e 31 de julho, o Rio de Janeiro foi sede da 26ª Conferência Internacional da Aids, da Sociedade Internacional de Aids (IAS). Realizada pela primeira vez na América Latina, e com apoio da Fiotec, o encontro teve como tema “Repensar, reconstruir e avançar” e reuniu centenas de pesquisadores, especialistas, sociedade civil e lideranças relacionadas ao tema, inclusive o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom.

Confira como foi Nova Bibliotec

Tem novidade na sede para quem gosta de uma boa leitura! A Bibliotec, nossa sala de leitura localizada no 2º andar, ao lado do refeitório, passou por um processo de organização realizado em conjunto pela Gerência de Comunicação Institucional e pela Gestão Documental. O espaço ganhou uma nova organização do acervo, tornando os livros mais fáceis de encontrar e consultar. São mais de 400 obras, entre livros e revistas.

Dá só uma olhada

Rio Doce

A Fiotec promoveu, no dia 17 de julho, um encontro com representantes do Programa Rio Doce para fortalecer o acompanhamento dos projetos desenvolvidos em parceria com a Fundação. A agenda teve como objetivo alinhar estratégias, discutir aspectos da gestão dos projetos e reforçar a atuação integrada entre as equipes envolvidas na execução das iniciativas.

Leia aqui 19

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Fiotec e Fundep

No dia 7 de julho, a Fiotec recebeu representantes da Fundação de Apoio da UFMG (Fundep) para um encontro de benchmark voltado à troca de experiências e ao compartilhamento de boas práticas em temas estratégicos para as duas instituições. Quer saber o que rolou? A gente te conta!

Saiba mais

Horta na Fiotec

Você já ouviu falar do Ciclo Sustentável da Fiotec? Essa iniciativa, que já está em atividade desde junho, reúne quatro importantes frentes voltadas à sustentabilidade: a horta, o teto verde, a composteira e o depósito de resíduos recicláveis. Essas estruturas foram concebidas para atuar de forma integrada, promovendo educação ambiental, uso consciente dos recursos naturais e práticas de economia circular. Na última semana, foi concluída mais uma etapa desse projeto: a implantação da horta e o plantio coletivo de mudas de hortaliças, ervas e temperos durante a Oficina de Horta.

Veja como foi

Quer ver tudo que rolou neste mês? Acesse

net

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CO MU NI CA

/ fiotecfiocruz


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