Neste espaço o protagonista é você!
COMUNICA
RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2015 ANO 5 • EDIÇÃO 214
Quando a competência encontra a oportunidade A Fiotec está de portas abertas e se prepara para receber melhor e incentivar o desenvolvimento de
de contratar mais –, a parceria com o Instituto Empreender e o lançamento do Projeto Conviver, que prevê mais atividades inclusivas para o segundo semestre deste ano.
Atividade física levada ao limite
15 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal
Parte da equipe de Serviços Gerais testou seus limites físicos na corrida de obstáculos Bravus Race. Foram 5 km de muita lama, saltos, escaladas, mercom a sensação de superação total.
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Colaboradoras de Projetos participam de um evento do CRC-RJ em comemoração aos 15 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Elas tiveram a oportunidade de aprender mais sobre a lei, que é um código de conduta para os administradores públicos em gastos de recursos da sociedade. Esses ensinamentos poderão ser usados em seu dia a dia de trabalho.
Página 6
O Dia Mundial da Doação de Sangue foi comemorado em 14 de junho. O ato que é simples, mas muito grandioso, salva milhões de vidas todos os dias. Fabiane da Cunha é um exemplo a ser seguido. A colaboradora de Tecnologia da Informação doa sangue desde muito jovem e conta que o hábito pode sim ser naturalmente incorporado a nossa rotina.
Por Fabiane da Cunha
Tecnologia da Informação
“
Eu comecei a doar sangue quando tinha 17 anos. Na época minha mãe precisou da doação, e como meu sangue era compatível autorizaram
tão grande, é indescritível. Muitas pessoas não vivem isso porque se deixam levar por mitos criados em torno da doação de sangue. As pessoas acham que
ainda sendo menor de idade. Já naquele momento, eu comecei a pensar que quando somos nós ou algum parente que precisa, a urgência e importância da doação é bem maior. Infelizmente, não percebemos a importância desse ato quando não é alguém próximo que precisa da doação. A partir do episódio com a minha mãe comecei a doar regularmente, mesmo quando não há ninguém próximo precisando. Costumo ir espontaneamente à Santa Casa para fazer as doações. Já tenho cadastro lá, então
agulha, mal sabem que é um beliscão de nada. O grande problema é que as pessoas precisam viver o que eu vivi para se conscientizar e começar a doar sangue regularmente. No meu caso aconteceu muito cedo, por isso sou doadora há tanto tempo. Infelizmente as pessoas só se sensibilizam quando a necessidade afeta alguém muito próximo a ela. Existem todos os incentivos para as pessoas tornarem a doação de sangue um hábito de suas vidas. O procedimento é muito rápido e existem muitas instituições que o realizam. Entretanto, a disposição e consciência das pessoas sobre a importância da doação de sangue, ainda é o aspecto mais determinante. Portanto, todos devemos praticar esse ato de solidariedade.”
disso, levo sempre junto comigo uma cial para doar sangue. A sensação de doar sangue é maravilhosa, imaginar que um ato tão simples possa ter uma importância
Conta aí,
Colaborador
Tem alguma história legal para contar? Entre em contato pelo e-mail
Participe! Este espaço é seu.
Fiotec Comunica 214
Colaboradoras participam de evento sobre Lei de Responsabilidade Fiscal
Editorial BPMS é o regente da orquestra da Fiotec
A
s raízes da Gestão da Qualidade estão na identificação dos “gaps” da operação, na busca pelas oportunidades de melhorias, o aumento ao alcance dos objetivos organizacionais sem redundância e retrabalho, para acima de tudo diminuir a incerteza, o risco e conferir sustentabilidade à organização. E, atualmente, a automação de processos via ferramenta BPMS tem sido parte significativa desta agenda de trabalho. Vamos imaginar o funcionamento de uma orquestra sinfônica. Sabemos que o regente é o elo e o condutor das ações de cada músico. Sabemos também que conhecimentos e habilidades múltiplas se unem para conquistar os aplausos da plateia. Na automação de processos ocorre a mesma coisa. Ou seja, o BPMS é o regente, a música é o processo e os profissionais de processos e sistemas em parceria com todos na instituição são os músicos. Cabe ao regente (BPMS), organizar e disponibilizar todas as informações e recursos para que o processo funcione da maneira mais afinada possível. Aqui na Fiotec, como em outras grandes empresas que optaram por este caminho, em linhas gerais é assim que a música toca: tudo começa com o entendimento do processo e isso se dá por meio de entrevistas, mapeamento das atividades e identificação dos atores do processo, documentos e ferramentas (GED, SAP, etc); Depois é a hora de abrir a ferramenta (BPMS) e partir para o desenho do processo, o famoso diagrama. Feito isso, é necessário promover as adaptações necessárias ao processo para que deixe de ser manual e passe a ser automatizado. É chegada a hora de construir as telas e formulários que apoiam este processo e, como se trata de uma automação, na maioria das vezes será necessário também construir funcionalidades para agilizar e melhorar a operação, como o autopreenchimento, bem como preservar os dados que foram inseridos em algum lugar, um banco de dados. Para que esta “conversa” entre o BPMS e os demais sistemas ocorra é imprescindível construir as conexões com os outros sistemas, atividade de grande complexidade. E caso este processo gere documentos que precisem ser impressos ou preservados eletronicamente, entra em cena novas construções complementares ao BPMS. Agora resta apertar o play e ver se o novo processo está rodando com efi-
COMUNICA
Informativo institucional de comunicação interna. O conteúdo desta publicação é de interesse exclusivo dos colaboradores da administração da instituição. Proibida a reprodução em qualquer canal eletrônico ou impresso.
1
ciência, eficácia e efetividade, podendo ser mensurado e aprimorado a qualquer momento. Exposto desta maneira parece algo simples mas toda esta construção exige grande trabalho e o esforço não só dos profissionais envolvidos mas de toda instituição. Sabemos que buscar a excelência em nosso trabalho para apoiarmos a Fiocruz a fazer mais e melhor a cada dia é um grande desafio, mas a equipe da Gestão da Qualidade é grande e possui 300 pessoas à altura desta empreitada.
O Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ) organizou, no mês de maio, um evento em comemoração aos 15 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), criada para estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. A Fiotec foi representada pelas colaboradoras de Projetos Victória Magalhães e Ingrid Xavier. O evento teve como objetivo debater a lei, que nada mais é que um código de conduta para os administradores públicos, que devem seguir normas e limites para administrar as finanças, prestando contas de quanto, e como, gastam os recursos da sociedade. “Estou há pouquíssimo tempo no setor de Prestação de Contas. Por isso, esse evento foi de grande importância para meu desenvolvimento em minhas novas atividades, pois agora entendo que a boa execução da prestação de contas exige a transparência nos gastos públicos como ela se propõe”, explicou Victória. Para alcançar seus objetivos, a Lei dispõe de meios, dentre os quais se destacam a ação planejada e transparente na busca do equilíbrio das contas públicas, cujas metas
de resultado entre receitas e despesas devem ser cumpridas, assim como os limites e condições para a renúncia de receita, despesas com pessoal, seguridade social, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar. “Este é um mecanismo legal para coibir irregularidades na gestão pública. Mas, o sucesso do controle depende do exercício da nossa fiscalização, na condição de cidadãos”, concluiu Ingrid.
Victória e Ingrid em evento realizado no CRC-RJ
Valeu
Click
Viu alguma coisa digna de registro? Envie para comunicacao@fiotec.fiocruz.br. Pode ser uma paisagem, uma atividade, uma dica de passeio ou qualquer outra coisa que “valeu o click”.
Luanara Damasceno Gestão da Qualidade
Diretoria Executiva Mauricio Zuma - diretor executivo Mansur Ferreira - diretor financeiro Pierre Chagnon - diretor administrativo Valéria Morgana Goulart - diretora técnica
Reportagem, edição e fotos: Manuella Garcia, Janaina Campos e Gustavo Xavier
Gerência Geral Adilson Gomes dos Santos
Revisão: Bruna Moraes
Assessoria Técnica Responsável: Emilia Wien
Fale com a equipe de Comunicação: comunicacao@fiotec.fiocruz.br - ramal 2746
Projeto gráfico e diagramação: Fernanda Alves
“
A vegetação rasteira e árida do cerrado esconde, na verdade, um lugar incrível, de águas cristalinas, pedras preciosas por todas as partes, com uma natureza quase intocada e, acima de tudo, de gente feliz. Além disso, também compõe delícias gastronômicas, como: risoto de pequi, cerveja de castanha de baru, matula goiana do Rancho do Seu Waldomiro, doce de jenipapo, que dão um gosto tipicamente regional para a viagem. Além de tudo, conhecer esse lugar me fez reconhecer o Brasil em que nasci. Reconhecer nossa cultura, nossas raízes, etnias a as belezas que muitas vezes são cegamente ignoradas por nós, e é aí que a gente vê dos encantos que a Chapada dos Veadeiros traz. Afinal, como já dizia o poeta, ‘viajar é mudar a roupa da alma’”.
s Patrícia SProanjetotos
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Fiotec Comunica 214
Sem medo de lama e de água gelada:
colaboradores participam de corrida de obstáculos “Além dos obstáculos, que são muito bem planejados, a corrida permitiu que ajudássemos pessoas desconhecidas, e elas nos ajudassem. André Aguiar
O último domingo de maio reuniu milhares de pessoas para um evento nem um pouco comum: a etapa Rio de Janeiro da Bravus Race, uma das corridas de obstáculos mais difíceis para quem está sempre tentando superar os próprios limites. Entre os milhares de participantes dispostos a rastejar na lama, saltar, escalar e até mergulhar em uma piscina de gelo, estavam cinco guerreiros da Gerência de Logística. André Luiz Aguiar, Jean Santana, Jeferson Luiz, Leonardo Lourenço e Matheus Cavalcante decidiram deixar a preguiça típica dos domingos de lado para testar suas forças físicas e psicológicas. “Além dos obstáculos, que são muito bem planejados, a corrida permitiu que ajudássemos pessoas desconhecidas, e elas nos ajudassem. Todos com o mesmo objetivo, que era chegar ao final do percurso. É um evento muito legal, uma experiência que aconselho a todos”, comentou André.
Posse de conselheiros e diretores Na última semana de junho, foi oficializada a recondução de Valeria Morgana (diretora técnica), Mauricio Zuma (diretor executivo), Pierre Chagnon (diretor administrativo) e Mansur Ferreira (diretor financeiro) à Diretoria Executiva da Fiotec. Também foram empossados os novos membros do Conselho Fiscal Charles Bezerra da Silva e Luciane Binsfeld. Junilton Barbosa permanece na presidência do órgão.
Mesmo com alguns problemas, a Bravus Race atraiu um grande público, com participantes de todas as idades. Jean Santana lembra do lema da corrida, que dizia para as pessoas se divertirem e superarem os obstáculos da maneira que conseguissem. “Nós tínhamos as opções de fazer o percurso sozinhos ou em equipe. Aqueles que foram sós tiveram a ajuda de outros competidores. O importante mesmo era superar as dificuldades”, contou. Os colaboradores participaram do percurso com 5 km e 15 obstáculos, o único disponível na etapa da corrida realizada no Rio de Janeiro. Mesmo não sendo a opção mais exigente, os competidores da Fiotec suaram a camisa e se sujaram bastante para completar a prova. Os rapazes disseram que participar do evento sem fazer uma preparação física anteriormente, deixou o desafio ainda maior.
Bravus Race Muito mais do que uma simples corrida de
obstáculos, a organização do evento posiciona a Bravus Race como uma experiência única na vida de qualquer pessoa. A prova pode ser realizada de três formas diferentes: Speed, Arena e Monster, variando a distância, dificuldade e quantidade de obstáculos.
Novo bebê no pedaço
E vem mais um por aí...
Nasceu Samuel, filho de Sheila Duarte, de Logística. Antes disso, porém, a colaboradora recebeu muitos mimos para o bebê em chá de fraldas realizado pelos colegas no dia 30 de abril. Parabéns, mamãe!
Beatriz, filha da colaboradora Eliza Faria, da Administração Financeira e Contábil, chega só em agosto, mas já recebeu muitos presentes e, claro, fraldas! O chá organizado também pelos colegas foi realizado no dia 21/6. Ficou lindo!
Bão dimais da conta, sô! No dia 12/6, colaboradores de diversas áreas fizeram um almoço junino, com direito a canjica e frango com quiabo, em um momento de descontração e confraternização entre colegas.
Para saber mais sobre a corrida,acesse o site www.bravusrace.com.br
Comemoração Matheus, Leonardo, André, Jeferson e Jean contaram que a corrida é um desafio e que o preparo físico anterior pode ajudar no desempenho e na recuperação após a prova
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Dia do Profissional de Recursos Humanos (3/6): homenagem àqueles que administram o fator mais poderoso da Fiotec: o humano. Parabéns, equipe de RH! 2
Fiotec Comunica 214
É tudo questão de oportunidade
fissional anterior. Os candidatos às vagas muitas vezes não podem cumprir esse requisito porque não tiveram acesso à educação inclusiva e, consequentemente, não tiveram oportunidades em nenhuma outra organização. Ou seja, as mesmas empresas que exigem experiência nunca deram uma chance para essas pessoas trabalharem. Marcos Ramos, que é deficiente visual, chegou recentemente à Gerência de Recursos Humanos e espera que aqui na Fiotec possa mostrar todo seu potencial. “O meu maior interesse em uma vaga não é a questão salarial, mas sim trabalhar em uma instituição que me prepare para o mercado de trabalho e não me contrate para ficar preenchendo planilhas apenas”.
Nova sede
Atualmente, a contratação de cadeirantes não é possível devido à arquitetura do Prédio da Expansão. Mas a nova sede da Fiotec, prevista para ser entregue no segundo semestre, surge como solução para o problema. “O novo prédio da instituição está sendo construído com todos os mecanismos de acessibilidade, o que permitirá a admissão de colaboradores com qualquer tipo de deficiência, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção”, contou Flávia.
Fiotec investe na admissão de pessoas com deficiência e planeja melhorias na acessibilidade para o segundo semestre deste ano
Mais do que buscar a otimização dos processos para apoiar a Fiocruz sempre da maneira mais eficaz, a Fiotec se preocupa em estar aberta a novos profissionais, inclusive Pessoas com Deficiência (PcD), e garantir a eles um ambiente de trabalho saudável e estimulante. Por isso, atualmente, a administração da instituição conta com oito colaboradores portadores de algum tipo de deficiência. Além de estar com as portas abertas para esses profissionais, a Fiotec é parceira do Instituto Empreender, que trabalha na inserção de jovens com deficiência e da rede pública de ensino no mercado de trabalho.
O meu maior interesse em uma vaga não é a questão salarial, mas sim trabalhar em uma instituição que me prepare para o mercado Marcos Ramos de trabalho.
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A realidade na Fiotec
Ainda que não esteja completamente estruturada para receber pessoas com deficiência, a Fiotec busca a contratação desses profissionais, que só precisam de uma chance para mostrar todo seu potencial. “Posso afirmar que o maior obstáculo é ter uma oportunidade, uma chance. Nós somos capazes, como qualquer outra pessoa, de alcançar resultados positivos e até cargos de chefia no decorrer de nossas carreiras”, comentou Leonardo Miguel, colaborador da Assessoria Jurídica, que possui uma limitação auditiva. Além da iniciativa da instituição, o posicionamento de seus colaboradores é muito importante para o sucesso de qualquer medida inclusiva desse tipo. Sebastião Reis é deficiente físico e trabalha na Fiotec há mais de três anos. Ele diz que o ambiente de trabalho é muito favorável. “Aqui na Fiotec não sinto um tratamento diferente com as pessoas que têm alguma deficiência. No sentido negativo, quero dizer. E isso já é um ótimo começo”. De acordo com Flávia Xavier, de Recursos Humanos, na maioria das vezes a contratação de pessoas com deficiência é dificultada pelo fato de as empresas exigirem experiência pro-
Leonardo Miguel, da Assessoria Jurídica, e Sebastião Reis, do Arquivo, são dois dos oitos profissionais PcD contratados pela Fiotec
O Projeto Conviver
A parceria da Fiotec com o Instituto Empreender vem desde 2012, através do apoio ao programa Enter Jovem Plus, mas neste ano os resultados foram vistos aqui na instituição. No fim do mês de maio aconteceram as Oficinas de Sensibilização PcD, primeira atividade do Projeto Conviver da Fiotec.
soa que não pode ouvir ou enxergar, por exemplo. “O retorno que tivemos das palestras indica que estamos no caminho certo. Já temos novas ideias para o segundo semestre”, explicou Flávia.
O objetivo do projeto é preparar os colaboradores para a convivência com colegas portadores de deficiência, tanto no tratamento, no dia a dia, quanto na comunicação com uma pes-
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Fiotec Comunica 214
É tudo questão de oportunidade
fissional anterior. Os candidatos às vagas muitas vezes não podem cumprir esse requisito porque não tiveram acesso à educação inclusiva e, consequentemente, não tiveram oportunidades em nenhuma outra organização. Ou seja, as mesmas empresas que exigem experiência nunca deram uma chance para essas pessoas trabalharem. Marcos Ramos, que é deficiente visual, chegou recentemente à Gerência de Recursos Humanos e espera que aqui na Fiotec possa mostrar todo seu potencial. “O meu maior interesse em uma vaga não é a questão salarial, mas sim trabalhar em uma instituição que me prepare para o mercado de trabalho e não me contrate para ficar preenchendo planilhas apenas”.
Nova sede
Atualmente, a contratação de cadeirantes não é possível devido à arquitetura do Prédio da Expansão. Mas a nova sede da Fiotec, prevista para ser entregue no segundo semestre, surge como solução para o problema. “O novo prédio da instituição está sendo construído com todos os mecanismos de acessibilidade, o que permitirá a admissão de colaboradores com qualquer tipo de deficiência, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção”, contou Flávia.
Fiotec investe na admissão de pessoas com deficiência e planeja melhorias na acessibilidade para o segundo semestre deste ano
Mais do que buscar a otimização dos processos para apoiar a Fiocruz sempre da maneira mais eficaz, a Fiotec se preocupa em estar aberta a novos profissionais, inclusive Pessoas com Deficiência (PcD), e garantir a eles um ambiente de trabalho saudável e estimulante. Por isso, atualmente, a administração da instituição conta com oito colaboradores portadores de algum tipo de deficiência. Além de estar com as portas abertas para esses profissionais, a Fiotec é parceira do Instituto Empreender, que trabalha na inserção de jovens com deficiência e da rede pública de ensino no mercado de trabalho.
O meu maior interesse em uma vaga não é a questão salarial, mas sim trabalhar em uma instituição que me prepare para o mercado Marcos Ramos de trabalho.
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A realidade na Fiotec
Ainda que não esteja completamente estruturada para receber pessoas com deficiência, a Fiotec busca a contratação desses profissionais, que só precisam de uma chance para mostrar todo seu potencial. “Posso afirmar que o maior obstáculo é ter uma oportunidade, uma chance. Nós somos capazes, como qualquer outra pessoa, de alcançar resultados positivos e até cargos de chefia no decorrer de nossas carreiras”, comentou Leonardo Miguel, colaborador da Assessoria Jurídica, que possui uma limitação auditiva. Além da iniciativa da instituição, o posicionamento de seus colaboradores é muito importante para o sucesso de qualquer medida inclusiva desse tipo. Sebastião Reis é deficiente físico e trabalha na Fiotec há mais de três anos. Ele diz que o ambiente de trabalho é muito favorável. “Aqui na Fiotec não sinto um tratamento diferente com as pessoas que têm alguma deficiência. No sentido negativo, quero dizer. E isso já é um ótimo começo”. De acordo com Flávia Xavier, de Recursos Humanos, na maioria das vezes a contratação de pessoas com deficiência é dificultada pelo fato de as empresas exigirem experiência pro-
Leonardo Miguel, da Assessoria Jurídica, e Sebastião Reis, do Arquivo, são dois dos oitos profissionais PcD contratados pela Fiotec
O Projeto Conviver
A parceria da Fiotec com o Instituto Empreender vem desde 2012, através do apoio ao programa Enter Jovem Plus, mas neste ano os resultados foram vistos aqui na instituição. No fim do mês de maio aconteceram as Oficinas de Sensibilização PcD, primeira atividade do Projeto Conviver da Fiotec.
soa que não pode ouvir ou enxergar, por exemplo. “O retorno que tivemos das palestras indica que estamos no caminho certo. Já temos novas ideias para o segundo semestre”, explicou Flávia.
O objetivo do projeto é preparar os colaboradores para a convivência com colegas portadores de deficiência, tanto no tratamento, no dia a dia, quanto na comunicação com uma pes-
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Fiotec Comunica 214
Sem medo de lama e de água gelada:
colaboradores participam de corrida de obstáculos “Além dos obstáculos, que são muito bem planejados, a corrida permitiu que ajudássemos pessoas desconhecidas, e elas nos ajudassem. André Aguiar
O último domingo de maio reuniu milhares de pessoas para um evento nem um pouco comum: a etapa Rio de Janeiro da Bravus Race, uma das corridas de obstáculos mais difíceis para quem está sempre tentando superar os próprios limites. Entre os milhares de participantes dispostos a rastejar na lama, saltar, escalar e até mergulhar em uma piscina de gelo, estavam cinco guerreiros da Gerência de Logística. André Luiz Aguiar, Jean Santana, Jeferson Luiz, Leonardo Lourenço e Matheus Cavalcante decidiram deixar a preguiça típica dos domingos de lado para testar suas forças físicas e psicológicas. “Além dos obstáculos, que são muito bem planejados, a corrida permitiu que ajudássemos pessoas desconhecidas, e elas nos ajudassem. Todos com o mesmo objetivo, que era chegar ao final do percurso. É um evento muito legal, uma experiência que aconselho a todos”, comentou André.
Posse de conselheiros e diretores Na última semana de junho, foi oficializada a recondução de Valeria Morgana (diretora técnica), Mauricio Zuma (diretor executivo), Pierre Chagnon (diretor administrativo) e Mansur Ferreira (diretor financeiro) à Diretoria Executiva da Fiotec. Também foram empossados os novos membros do Conselho Fiscal Charles Bezerra da Silva e Luciane Binsfeld. Junilton Barbosa permanece na presidência do órgão.
Mesmo com alguns problemas, a Bravus Race atraiu um grande público, com participantes de todas as idades. Jean Santana lembra do lema da corrida, que dizia para as pessoas se divertirem e superarem os obstáculos da maneira que conseguissem. “Nós tínhamos as opções de fazer o percurso sozinhos ou em equipe. Aqueles que foram sós tiveram a ajuda de outros competidores. O importante mesmo era superar as dificuldades”, contou. Os colaboradores participaram do percurso com 5 km e 15 obstáculos, o único disponível na etapa da corrida realizada no Rio de Janeiro. Mesmo não sendo a opção mais exigente, os competidores da Fiotec suaram a camisa e se sujaram bastante para completar a prova. Os rapazes disseram que participar do evento sem fazer uma preparação física anteriormente, deixou o desafio ainda maior.
Bravus Race Muito mais do que uma simples corrida de
obstáculos, a organização do evento posiciona a Bravus Race como uma experiência única na vida de qualquer pessoa. A prova pode ser realizada de três formas diferentes: Speed, Arena e Monster, variando a distância, dificuldade e quantidade de obstáculos.
Novo bebê no pedaço
E vem mais um por aí...
Nasceu Samuel, filho de Sheila Duarte, de Logística. Antes disso, porém, a colaboradora recebeu muitos mimos para o bebê em chá de fraldas realizado pelos colegas no dia 30 de abril. Parabéns, mamãe!
Beatriz, filha da colaboradora Eliza Faria, da Administração Financeira e Contábil, chega só em agosto, mas já recebeu muitos presentes e, claro, fraldas! O chá organizado também pelos colegas foi realizado no dia 21/6. Ficou lindo!
Bão dimais da conta, sô! No dia 12/6, colaboradores de diversas áreas fizeram um almoço junino, com direito a canjica e frango com quiabo, em um momento de descontração e confraternização entre colegas.
Para saber mais sobre a corrida,acesse o site www.bravusrace.com.br
Comemoração Matheus, Leonardo, André, Jeferson e Jean contaram que a corrida é um desafio e que o preparo físico anterior pode ajudar no desempenho e na recuperação após a prova
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Dia do Profissional de Recursos Humanos (3/6): homenagem àqueles que administram o fator mais poderoso da Fiotec: o humano. Parabéns, equipe de RH! 2
Fiotec Comunica 214
Colaboradoras participam de evento sobre Lei de Responsabilidade Fiscal
Editorial BPMS é o regente da orquestra da Fiotec
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s raízes da Gestão da Qualidade estão na identificação dos “gaps” da operação, na busca pelas oportunidades de melhorias, o aumento ao alcance dos objetivos organizacionais sem redundância e retrabalho, para acima de tudo diminuir a incerteza, o risco e conferir sustentabilidade à organização. E, atualmente, a automação de processos via ferramenta BPMS tem sido parte significativa desta agenda de trabalho. Vamos imaginar o funcionamento de uma orquestra sinfônica. Sabemos que o regente é o elo e o condutor das ações de cada músico. Sabemos também que conhecimentos e habilidades múltiplas se unem para conquistar os aplausos da plateia. Na automação de processos ocorre a mesma coisa. Ou seja, o BPMS é o regente, a música é o processo e os profissionais de processos e sistemas em parceria com todos na instituição são os músicos. Cabe ao regente (BPMS), organizar e disponibilizar todas as informações e recursos para que o processo funcione da maneira mais afinada possível. Aqui na Fiotec, como em outras grandes empresas que optaram por este caminho, em linhas gerais é assim que a música toca: tudo começa com o entendimento do processo e isso se dá por meio de entrevistas, mapeamento das atividades e identificação dos atores do processo, documentos e ferramentas (GED, SAP, etc); Depois é a hora de abrir a ferramenta (BPMS) e partir para o desenho do processo, o famoso diagrama. Feito isso, é necessário promover as adaptações necessárias ao processo para que deixe de ser manual e passe a ser automatizado. É chegada a hora de construir as telas e formulários que apoiam este processo e, como se trata de uma automação, na maioria das vezes será necessário também construir funcionalidades para agilizar e melhorar a operação, como o autopreenchimento, bem como preservar os dados que foram inseridos em algum lugar, um banco de dados. Para que esta “conversa” entre o BPMS e os demais sistemas ocorra é imprescindível construir as conexões com os outros sistemas, atividade de grande complexidade. E caso este processo gere documentos que precisem ser impressos ou preservados eletronicamente, entra em cena novas construções complementares ao BPMS. Agora resta apertar o play e ver se o novo processo está rodando com efi-
COMUNICA
Informativo institucional de comunicação interna. O conteúdo desta publicação é de interesse exclusivo dos colaboradores da administração da instituição. Proibida a reprodução em qualquer canal eletrônico ou impresso.
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ciência, eficácia e efetividade, podendo ser mensurado e aprimorado a qualquer momento. Exposto desta maneira parece algo simples mas toda esta construção exige grande trabalho e o esforço não só dos profissionais envolvidos mas de toda instituição. Sabemos que buscar a excelência em nosso trabalho para apoiarmos a Fiocruz a fazer mais e melhor a cada dia é um grande desafio, mas a equipe da Gestão da Qualidade é grande e possui 300 pessoas à altura desta empreitada.
O Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ) organizou, no mês de maio, um evento em comemoração aos 15 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), criada para estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. A Fiotec foi representada pelas colaboradoras de Projetos Victória Magalhães e Ingrid Xavier. O evento teve como objetivo debater a lei, que nada mais é que um código de conduta para os administradores públicos, que devem seguir normas e limites para administrar as finanças, prestando contas de quanto, e como, gastam os recursos da sociedade. “Estou há pouquíssimo tempo no setor de Prestação de Contas. Por isso, esse evento foi de grande importância para meu desenvolvimento em minhas novas atividades, pois agora entendo que a boa execução da prestação de contas exige a transparência nos gastos públicos como ela se propõe”, explicou Victória. Para alcançar seus objetivos, a Lei dispõe de meios, dentre os quais se destacam a ação planejada e transparente na busca do equilíbrio das contas públicas, cujas metas
de resultado entre receitas e despesas devem ser cumpridas, assim como os limites e condições para a renúncia de receita, despesas com pessoal, seguridade social, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar. “Este é um mecanismo legal para coibir irregularidades na gestão pública. Mas, o sucesso do controle depende do exercício da nossa fiscalização, na condição de cidadãos”, concluiu Ingrid.
Victória e Ingrid em evento realizado no CRC-RJ
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Luanara Damasceno Gestão da Qualidade
Diretoria Executiva Mauricio Zuma - diretor executivo Mansur Ferreira - diretor financeiro Pierre Chagnon - diretor administrativo Valéria Morgana Goulart - diretora técnica
Reportagem, edição e fotos: Manuella Garcia, Janaina Campos e Gustavo Xavier
Gerência Geral Adilson Gomes dos Santos
Revisão: Bruna Moraes
Assessoria Técnica Responsável: Emilia Wien
Fale com a equipe de Comunicação: comunicacao@fiotec.fiocruz.br - ramal 2746
Projeto gráfico e diagramação: Fernanda Alves
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A vegetação rasteira e árida do cerrado esconde, na verdade, um lugar incrível, de águas cristalinas, pedras preciosas por todas as partes, com uma natureza quase intocada e, acima de tudo, de gente feliz. Além disso, também compõe delícias gastronômicas, como: risoto de pequi, cerveja de castanha de baru, matula goiana do Rancho do Seu Waldomiro, doce de jenipapo, que dão um gosto tipicamente regional para a viagem. Além de tudo, conhecer esse lugar me fez reconhecer o Brasil em que nasci. Reconhecer nossa cultura, nossas raízes, etnias a as belezas que muitas vezes são cegamente ignoradas por nós, e é aí que a gente vê dos encantos que a Chapada dos Veadeiros traz. Afinal, como já dizia o poeta, ‘viajar é mudar a roupa da alma’”.
s Patrícia SProanjetotos
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O Dia Mundial da Doação de Sangue foi comemorado em 14 de junho. O ato que é simples, mas muito grandioso, salva milhões de vidas todos os dias. Fabiane da Cunha é um exemplo a ser seguido. A colaboradora de Tecnologia da Informação doa sangue desde muito jovem e conta que o hábito pode sim ser naturalmente incorporado a nossa rotina.
Neste espaço o protagonista é você!
COMUNICA
RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2015 ANO 5 • EDIÇÃO 214
Por Fabiane da Cunha
Tecnologia da Informação
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Eu comecei a doar sangue quando tinha 17 anos. Na época minha mãe precisou da doação, e como meu sangue era compatível autorizaram que eu fizesse o procedimento, mesmo ainda sendo menor de idade. Já naquele momento, eu comecei a pensar que quando somos nós ou algum parente que precisa, a urgência e importância da doação é bem maior. Infelizmente, não percebemos a importância desse ato quando não é alguém próximo que precisa da doação. A partir do episódio com a minha mãe comecei a doar regularmente, mesmo quando não há ninguém próximo precisando. Costumo ir espontaneamente à Santa Casa para fazer as doações. Já tenho cadastro lá, então fica tudo ainda mais rápido e fácil. Além disso, levo sempre junto comigo uma amiga que é minha companheira oficial para doar sangue. A sensação de doar sangue é maravilhosa, imaginar que um ato tão simples possa ter uma importância
tão grande, é indescritível. Muitas pessoas não vivem isso porque se deixam levar por mitos criados em torno da doação de sangue. As pessoas acham que vão ficar fracas e muitas têm medo de agulha, mal sabem que é um beliscão de nada. O grande problema é que as pessoas precisam viver o que eu vivi para se conscientizar e começar a doar sangue regularmente. No meu caso aconteceu muito cedo, por isso sou doadora há tanto tempo. Infelizmente as pessoas só se sensibilizam quando a necessidade afeta alguém muito próximo a ela. Existem todos os incentivos para as pessoas tornarem a doação de sangue um hábito de suas vidas. O procedimento é muito rápido e existem muitas instituições que o realizam. Entretanto, a disposição e consciência das pessoas sobre a importância da doação de sangue, ainda é o aspecto mais determinante. Portanto, todos devemos praticar esse ato de solidariedade.”
Quando a competência encontra a oportunidade A Fiotec está de portas abertas e se prepara para receber melhor e incentivar o desenvolvimento de Pessoas com Deficiência (PcD). Prova disso são os oito profissionais já contratados – e a intenção de contratar mais –, a parceria com o Instituto Empreender e o lançamento do Projeto Conviver, que prevê mais atividades inclusivas para o segundo semestre deste ano.
Atividade física levada ao limite
15 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal
Conta aí,
Colaborador
Tem alguma história legal para contar? Entre em contato pelo e-mail comunicacao@fiotec.fiocruz.br.
Participe! Este espaço é seu.
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Parte da equipe de Serviços Gerais testou seus limites físicos na corrida de obstáculos Bravus Race. Foram 5 km de muita lama, saltos, escaladas, mergulho em piscina de gelo. No final, todos sobreviveram à prova e saíram de lá com a sensação de superação total. Página 5
Colaboradoras de Projetos participam de um evento do CRC-RJ em comemoração aos 15 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Elas tiveram a oportunidade de aprender mais sobre a lei, que é um código de conduta para os administradores públicos em gastos de recursos da sociedade. Esses ensinamentos poderão ser usados em seu dia a dia de trabalho. Página 6